Uma série de prefeitos tem recebido multas por não apresentar dentro do prazo legal informações ao TCE sobre os sistemas Aplic e Geo-Obras. Os últimos punidos nesse sentido foram Nilson Aléssio (Gaúcha do Norte), Fernando Gorgen (Querência), Jair Podavin Ferreira (Conquista D´Oeste), Wagner Vicente (Vila Bela da Santíssima Trindade), Vilmar Giachini (Cláudia), Parassu de Souza (Luciara), Mauro Rui (Brasnorte), Altino Viera (Campinápolis) e Walter Farias (Canarana).
O conselheiro do TCE Waldir Teis notificou o prefeito licenciado de Várzea Grande, Murilo Domingos, para se manifestar sobre uma grave denúncia, a de que estaria envolvido em esquema de propina. Além disso, constam irregularidades no relatório da Coordenadoria de Controle de Obras e Serviços de Engenharia. O processo é do ano passado. Murilo só retorna ao posto de prefeito no final deste mês. Enquanto isso, o segundo maior município de MT está sob Tião da Zaeli.
O TCE mandou notificar Masato Nakahara, então vice e que assumiu a Prefeitura de Cáceres por alguns dias no decorrer de 2008, em substituição ao titular da época Ricardo Henry. Na intimação lembra que o ex-prefeito "tampão" tem duas semanas para recolher uma multa de 195 UPFs/MT ao Fundo de Reaparelhamento e Modernização do TCE e ainda uma glosa de 1.098,34 UPFs/MT aos cofres do Executivo cacerense. Henry também foi multado em 45 UPFs.
O procurador-geral do Estado Dorgival Veras de Carvalho criou uma comissão de 6 procuradores para tratar de assuntos referentes à Agecopa, autarquia criada pelo Estado para conduzir os projetos preparativos de Cuiabá para o Mundial de 2014. Integram a comissão João Virgílio do Nascimento Sobrinho, que já comando a PGE, Rogério Luiz Gallo, Geraldo da Costa Ribeiro Filho, Ethienne Gaião de Souza Paulo, Fabíola Paulino Garcia e Marilci Malheiros Fernandez.
O presidente da Agecopa, Adilton Sachetti, assinou contrato com a Cooperativa dos Vigilantes do Estado para ter no prédio da autarquia serviços de vigilância armada e segurança patrimonial. Vai pagar R$ 17,2 mil mensais (R$ 206,9 mil por ano). Por enquanto, os diretores e dezenas de servidores nomeados disputam espaço em salas improvisadas no ginásio Aecim Tocantins. Depois, vão para a sede da Agecopa, no antigo prédio do Moitará Center, próximo ao shopping Goiabeiras.
Geraldo Grossi Júnior, presidente do Conselho Estadual de Educação do Estado, designou uma comissão para apurar denúncia de que a Escola de Ensino Básico São Mateus, de Rondonópolis, estaria funcionando irregularmente, já que não possui credenciamento e/ou autorização para ministrar cursos in casu. O diretor-presidente da São Mateus, Jony Roberto da Silva Caldeira, se vê agora numa saia-justa.
O empresário Chico Galindo (PTB) nunca torceu tanto para Wilson Santos ser candidato a governador como agora. Essa expectativa não é para menos, afinal, a renúncia do tucano abre caminho para o petebista ganhar mais de dois anos de mandato como prefeito da Capital. Wilson tem até 3 de abril para decidir oficialmente se permanece ou se sai do Palácio Alencastro para concorrer ao Paiaguás.
José Aparecido, o Cidinho, secretário de Projetos Estratégicos, contesta a informação de que estaria usando a máquina em sua pré-campanha a deputado estadual. Quanto ao fato de convidar ex-prefeitos para uma confraternização com o governador no dia 23, ele explica que o pedido partiu do próprio Maggi pelo fato de ter boa relação com os gestores, motivada, principalmente, pelo comando da AMM durante dois mandatos.
A rodovia MT-225, que se inicia na BR-163, passando por Vera e Feliz Natal até o rio Von de Steinen, no Nortão, passa a se chamar “Gabriela Caroline Dal Bosco". Trata-se de uma homenagem a uma dos dois filhos que o deputado estadual Dilceu Dal Bosco (DEM) perdeu num acidente automobilístico na região de Nova Mutum. A tragédia se deu em 5 de junho de 1998. No acidente morreram os filhos do parlamentar Gabriela e Diego Felipe Dal Bosco e a esposa Cristiane Baptisti Archer. A Lei 9.321, que batiza a rodovia estadual com nome de Gabriela foi sancionada pelo govenro Maggi nesta segunda (8), Dia Internacional da Mulher.
Totó Parente, agora assessor parlamentar do ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) jura que não está se articulando para emplacar o secretário-geral do PMDB-MT Rafael Bello Bastos no Escritório de Representação de Mato Grosso em Brasília e nem o advogado Levi Machado na Casa Civil. Segundo o ex-vereador cuiabano, há 4 anos não conversa com Levi. Diz que foi convidado por Silval, que assume o governo no dia 31, para ajudá-lo na administração, mas adiantou que continuará em Brasília e que tem compromisso político também no Rio.
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