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02Jul2009
ARTICULAÇÃO Mesmo na Câmara Federal, Eliene usa gabinete da AssembleiaPublicado as 08:10 - Ontem  
 
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 Fernando Ordakowski
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Deputado federal Eliene Lima, que continua nas asas do colega do PP José Riva, costuma despachar na AL

  Eliene Lima, eleito deputado federal em 2006 nas asas do colega do PP José Riva, continua "sugando" a Assembleia, como se ainda integrasse o quadro de parlamentares do Palácio Dante de Oliveira.  Ele possui, de forma descaracterizada, um gabinete no prédio, com o privilégio de usar a estrutura do Legislativo mato-grossense, como telefone e até uma secretaria. O gabinete está localizado em frente ao de Antonio Brito (PMDB) e ao lado do de Jota Barreto (PR), dois suplentes que se efetivaram com as eleições para prefeito de Rondonópolis e de Sinop, respectivamente, dos peemedebistas Zé do Pátio e Juarez Costa.

    Mesmo com a obrigação de acompanhar as sessões ordinárias em Brasília de terça a quinta, Eliene costuma despachar na Assembleia, em Cuiabá, no decorrer da semana. Ele faz o que se chama no meio político de "trabalho de formiguinha". Recebe um prefeito ou vereador para discutir destinação de emenda parlamentar, combina patrocínio com líder comunitário para alguma atividade esportiva, programa visitas a municípios para atos públicos e festas, recebe estudantes para discutir festa de formatura e, por fim, busca se articular estruturalmente para a campanha com vistas a um novo mandato, não de estadual, mas sim de federal.

   O deputado aproveita ao máximo um dos três gabinetes reservados eventualmente para os suplentes. Acontece que, dentro do complexo do Palácio Dante de Oliveira, existem 27 estruturas de gabinete para 24 deputados. Os espaços excedentes não têm o "carimbo" de Eliene, mas ele atua como se dominasse o pedaço. Ex-vereador por Cuiabá e ex-deputado estadual por três mandatos, Eliene Lima conseguiu garantir cadeira de federal, em 2006, nas asas do cacique do PP, o presidente pela quarta vez da Assembleia José Riva, que foi o mais votado proporcionalmente no país, com 82.799 votos. Eliene (ex-PSB) chegou a 65.855 votos, numa campanha casada com Riva em praticamente todos os municípios. Ele voltou a "colar" em Riva, que será candidato no próximo ano, ou para o Senado ou à reeleição. O problema é que agora o presidente da AL passou a apoiar outras pré-candidaturas a federal. Eliene reluta em "andar com as próprias pernas", mesmo Riva demonstrando claramente que não será parceiro exclusivo do colega do PP.

    Perfil

   O ex-professor da antiga Escola Técnica Federal de Cuiabá (hoje Cefet) chegou a ser denunciado por suposta compra de votos, mas foi absolvido pelo TRE. Enfrenta outro processo no TSE. Eliene sempre atuou como governista. Em 2002, por exemplo, se elegeu estadual pelo PSB na coligação que apoiava o grupo do então governador Dante de Oliveira (PSDB). No ano seguinte, passou a fazer parte da base do governo Blairo Maggi. Em seu discurso de estreia na Câmara Federal, ele fez questão de dizer que é "originário de uma família humilde de 11 irmãos" e que sofreu muito para se eleger.  Para a Justiça Eleitoral, revelou possuir cinco bens como parte do seu patrimônio, entre enes duas chácaras uma em Santo Antônio do Leverger e outra em Chapada dos Guimarães, totalizando cerca de R$ 500 mil.

(Às 12h) - Da tribuna, presidente da AL explica que gabinete atende a todos federais

   A matéria acima provocou repercussão imediata na Assembleia durante sessão nesta quinta. O presidente da Mesa Diretora, deputado José Riva, subiu a tribuna para admitir que, de fato, o seu afilhado político Eliene Lima usa um dos gabinetes da estrutura da AL, mas enfatizou que o espaço é reservado a todos os demais membros da bancada federal. "O espaço é para todos". Segundo ele, a intenção é proporcionar maior acesso da população aos 8 deputados federais e aos 3 senadores que atuam em Brasília e quando estão em Cuiabá podem ocupar o espaço para atender o público. 

02Jul2009
 
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 Fernando Ordakowski
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O ex-presidente da República Fernando Collor, o vice-prefeito Chico Galindo e Roberto Jefferson: juntos

   A 9 meses de assumir o comando do Palácio Alencastro, com o hoje vice-prefeito e secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão, o PTB trará a Cuiabá para o último encontro regional deste ano duas figuras polêmicas e emblemáticas. Tratam-se do ex-presidente da República e agora senador Fernando Collor de Melo (AL) e do ex-deputado federal Roberto Jefferson (RJ), presidente nacional da legenda. A agenda está praticamente fechada. O ato acontece em 29 de agosto. O partido quer empurrar em Mato Grosso o nome do ex-vice-governador Oswaldo Sobrinho para senador. São políticos da velha safra que tentam marcar posição nas eleições de 2010.

  Sob a presidência estadual de Galindo, que deve virar prefeito da Capital a partir de abril do próximo ano com a provável renúncia de Wilson Santos (PSDB) para concorrer a governador, o PTB promoveu encontros estaduais neste ano em seis municípios: Tangará da Serra, Rondonópolis, Sinop, Alta Floresta, Chapada dos Guimarães e Nova Xavantina. Os próximos serão Juína e, por fim, Cuiabá. O PTB é antigo e já foi grande. Sua fundação é de maio de 1945, sob as regras do ex-presidente da República Getúlio Vargas. Em MT, figura entre os partidos nanicos. Hoje só possui dois prefeitos no Estado, assim mesmo contando com o cassado por crime eleitoral nesta semana Clovis Martins, de Poconé. Integram os quadros da agremiação 8 vice-prefeitos e 62 vereadores. Em 2006, elegeu um deputado: Chico Galindo, que renunciou ao mandato para assumir a Vice-Prefeitura. Hoje o partido não tem assento na Assembleia. A vaga ficou com Wilma Moreira, do PSB e que está licenciada e, com isso, abriu cadeira para o peemedebista Mário Lúcio.  Em âmbito nacional, o PTB conta com 8 senadores, entre eles Fernando Collor, 23 federais e 59 estaduais, 418 prefeitos e 3.942 vereadores.

    Trajetórias

   Collor, que estará em Cuiabá no próximo mês, comandou o país de 90 a 92. Ele era do PRN. Ex-prefeito de Maceió pela Arena e depois deputado federal pelo PDS, Collor se elegeu ao Palácio do Planalto aos 40 anos em 1989, na primeira eleição presidencial direta após 29 anos. Sua vitória foi associada à imagem de juventude, de combate à corrupção e de abertura da economia. Com apenas um ano na presidência, surgiram denúncias sobre a influência de seu tesoureiro de campanha, Paulo César Farias, o PC (já falecido), nos negócios do governo. As suspeitas foram reforçadas pelo irmão do próprio Collor, Pedro, que afirmou existir um esquema paralelo de poder.

     Em maio de 92, o Congresso instalou a CPI do PC, que desvendou uma movimentação milionária de dinheiro envolvendo contas fantasmas e empresas às quais Paulo César Farias estava ligado. Nos meses seguintes, começaram as manifestações populares pelo impeachment do presidente. Jovens, chamados de caras-pintadas, protestavam em todas as partes. Em 29 de setembro, a Câmara aprovou, por 441 votos a favor, 38 contra, uma abstenção e 23 ausências, o afastamento de Fernando Collor, que se instalou na Casa da Dinda. Certo de sua derrota no Senado, Collor renunciou ao mandato em 29 de dezembro de 1992. Eis que em 2006, catorze anos depois, ele elege senador, desta vez pelo PTB.

   Roberto Jefferson, o deputado que detonou o esquema do mensalão, que veio a derrubar ministros, a cúpula do PT e de outras siglas e quase levou o governo Lula à lona, acolheu Collor na legenda petebista de braços abertos. E não poderia ser diferente. Ele foi militante da tropa de choque do ex-presidente da República e sobreviveu a momentos turbulentos da política nacional. Além do processo de impeachment de Collor, resistiu à outra CPI, a do Orçamento. No governo Fernando Henrique Cardoso, Jefferson teve papel fundamental para o rompimento do PSDB com o PFL. No ano seguinte, apoiou Ciro Gomes à Presidência da República. Até hoje ele compara petistas ao demônio. Após denunciar que o governo Lula pagava propina às bancadas governistas para votar projetos, Jefferson acabou tendo mandato cassado. Levou com ele para o buraco figuras como o ex-ministro e ex-deputado José Dirceu que, aos poucos, vai influenciando nos rumos do PT.

    Jefferson e Collor também estão de volta, ditando as regras na política nacional. Um comanda o PTB, com influência nos Estados. O outro, como senador, tenta reconstruir sua história marcada por corrupção. Ambos se juntam em MT aos petebistas Oswaldo Sobrinho e Chico Galindo, que até concedeu título de "Cidade Mato-Grossense" a Roberto Jefferson.

Frase Notória
" O grande número de decisões contraditórias da Justiça, que coloca e tira do poder os prefeitos eleitos, é na verdade o samba do crioulo doido"

Percival Muniz, deputado, sobre vai-e-vem das decisões do sistema judiciário em MT

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02Jul2009
INFRAESTRUTURA Joaquim diz que auditores vão fiscalizar obras in locoPublicado as 19:48 - Ontem  
 
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Presidente do TCE, Antonio Joaquim

   O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Antonio Joaquim, reagiu na tarde desta quinta (2) à declaração do governador Blairo Maggi (PR) de que só há 17 obras paralisadas no Estado e não 156, conforme apontou a coordenadoria de Controle de Obras e Serviços de Engenharia do Tribunal. Joaquim disse que avalia a possibilidade de fazer uma auditoria in loco em todas as obras apontadas como paralisadas.

   Ele quer evitar desgaste junto ao governo do Estado. “O relatório feito pelo TCE tomou como base informações fornecidas pelo próprio governo. São informações declaratórias, espontâneas. Não foram criadas pelos nossos técnicos”, ressaltou. Ele sustentou que, se houve alguma mudança na situação das obras consideradas paralisadas, cabe ao governo informar ao TCE.

   Joaquim ponderou que aguarda o envio dos novos documentos pelo governador, conforme anunciado por Maggi nesta quinta, em coletiva - saiba mais aqui. Segundo o presidente do TCE, dependendo das informações, auditores serão enviados para certificar a situação das obras. (Andréa Haddad)

02Jul2009
ECONOMIA Cerca de 250 mil pessoas são esperadas na 45ª ExpoagroPublicado as 19:47 - Ontem  
 
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   Começa nesta quinta (2) a 45ª Exposição Internacional, Agropecuária, Industrial e Comercial de Mato Grosso, (Expoagro). A edição deste ano acontece de 2 a 12 de julho. O evento é realizado pelo Sindicato Rural de Cuiabá, com apoio do governo estadual e a Prefeitura de Cuiabá.Espera-se que os negócios agropecuários tenham crescimento em diversos setores. O otimismo gira em torno do fato de Cuiabá ser uma das sedes da Copa de 2014, uma oportunidade de demonstrar potencial econômico, fazer o Estado conhecido por empresários e atrair investimentos.

   A expectativa para este ano é movimentar mais de R$ 35 milhões nos 11 dias de feira. São 250 expositores, 24 leilões, além de shows e rodeio. De acordo com os organizadores, neste ano são 12 mil animais que juntos, nos 24 leilões, podem gerar R$ 15 milhões de investimentos. Os outros R$ 20 milhões esperados serão advindos dos expositores, shows e rodeios. A programação conta ainda com uma grade de shows de artistas regionais e nacionais. O show de abertura acontece nesta quinta, conta com a participação da dupla Fábio & Fernando. Na sexta (3) a festa fica por conta de Cezar Menotti & Fabiano. Os ingressos para os shows nacionais custam R$ 15,00 (inteira) e R$ 7,00 (meia- entrada). Já os regional saem por R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada).

   No último dia do evento, haverá o julgamento dos animais, prova "Horse Cross", provas de três tambores e seis balizas, cinco tambores em dupla com salto, hípicas, além da Copa Funcional Tambor e Baliza, que será seletiva para a nacional. A expectativa é de que circulem mais de 250 mil pessoas nos dias de exposição.(Raiane Soares)

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02Jul2009
VÁRZEA GRANDE Após derrota a vereador, ex-secretário vai para ALPublicado as 19:08 - Ontem  
 
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José Marques Braga (PPS)

   Após perder a eleição para vereador em Várzea Grande, o ex-secretário de Planejamento do prefeito Murilo Domingos (PR) e presidente municipal do PPS, José Marques Braga, conseguiu um cargo na Assembleia. Desde maio, ele presta assessoria para a Mesa Diretora, presidida pelo deputado José Riva (PP). Professor de Economia, Braga diz que é assessor técnico da Assembleia. "Tenho pós-graduação em Administração de Empresas e presto assessoria técnica à presidência da Casa", disse o ex-secretário ao RDNews, evitando tecer comentários sobre as articulações políticas para sua nomeação.

   Pouco antes de assumir o cargo, Braga confessou em cartório que deixou uma dívida de campanha de R$ 106 mil ao partido. O curioso é que o avalista é o prefeito Murilo Domingos (ex-PPS e hoje PR). Este seria um dos motivos que azedaram a relação entre Braga e os republicanos de Várzea Grande. A dívida é referente a multas eleitorais aplicadas aos seis partidos da coligação que elegeu Murilo em 2004: PSB, PP, PT, PAN, PHS, PC do B e PPS. Os dirigentes, por sua vez, "empurram" o débito para Braga e ao PPS. À época, Murilo era presidente municipal do PPS. Em seguida, trocou a legenda pelo PR, partido pelo qual se reelegeu em 2008. Sob Braga, o PPS de Várzea Grande possui dívida de R$ 106 mil referente a dois processos, sendo de R$ 53 mil cada, junto à Procuradoria da Fazenda Nacional. Embora cada um dos sete partidos seja responsável por R$ 15,2 mil da dívida, o montante deverá ser quitado por Braga, com Murilo na condição de avalista.

   Nas eleições de 2008 para vereador, Braga obteve 839 votos pela coligação formada por PPS, PMN, PHS e PSB. Ele foi o segundo candidato mais votado pela coligação. O primeiro, Juarez Leandro da Silva (PHS), obteve 903 votos, mas também não conseguiu se eleger. (Andréa Haddad)

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02Jul2009
CÂMARA DE CUIABÁ Ex-presidente contraria expectativas e prefere silêncioPublicado as 18:59 - Ontem  
 
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   O vereador Lutero Ponce (PMDB) preferiu o “silêncio” e contrariou a expectativa formada em torno da sua primeira aparição após as denúncias feitas pela Delegacia Fazendária, que o acusou de desviar R$ 7,5 milhões dos cofres públicos, e do mandado de prisão temporária expedido pela Justiça. Muitos especulavam que o parlamentar seria uma espécie de Roberto Jéferson, deputado do PTB que, após ser denunciado por participação em esquema de pagamento de mensalidades para aprovar projetos, o chamado mensalão, “abriu a boca” e denunciou todos os participantes abertamente. O esquema transformou-se no maior escândalo da gestão Luís Inácio Lula da Silva.

"Acho que a Câmara tem que continuar como está,
sem nenhum processo investigatório interno", diz Lutero

    A informação de que o peemedebista colocaria a “boca no trombone” nesta quinta (2), agitou os bastidores. Pessoas ligadas a Lutero afirmavam que o parlamentar faria revelações “bombásticas”, que atingiriam outros vereadores. Mas ao ser questionado sobre o assunto, Lutero, preferiu negar todo e qualquer esquema. Segundo ele, as denúncias feitas pela Delegacia Fazendária são apenas “equívocos” cometidos pelos delegados. “Nunca existiu nenhum esquema dentro da minha gestão. Ela sempre foi transparente e pautada pela ética”, assegurou.

Peemedebista manda recado aos colegas:
"os vereadores é que sabem, já que
cada cabeça, sua sentença"

   Mesmo assim o peemedebista fez questão de mandar um recado para os colegas vereadores. “Eu não quero que seja aberta uma Comissão Processante contra mim. Mas os vereadores é que sabem”, ameaçou. Ao ser questionado sobre o fato de pelo menos 13 parlamentares se declararem favoráveis a abertura de processo investigatório, ele foi categórico. “Cada cabeça, sua sentença”, disparou. Da tribuna, o peemedebista se defendeu sempre citando nomes de vereadores da legislatura passada, como se quisesse angariar apoio. Mesmo assim, garantiu que jamais articulou alguma ação para livrá-lo de investigações, numa referência à polêmica votação de cinco pedidos de afastamento imediato e abertura de Comissão Processante arquivados em maio. “Só acho que a Câmara tem que continuar como está. Sem nenhum processo investigatório interno”, avaliou Lutero. (Patrícia Sanches)

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02Jul2009
RIBEIRÃO CASCALHEIRA Justiça Eleitoral nega recurso a prefeito cassado do PTPublicado as 18:31 - Ontem  
 
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Francisco de Assis dos Santos (PT)

   O prefeito cassado de Ribeirão Cascalheira, Francisco de Assis dos Santos (PT), o Diá, recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) contra a decisão do órgão que manteve seu afastamento do cargo. Os advogados de Diá alegaram que houve cerceamento da defesa. O Pleno do TRE acompanhou, por unanimidade, o voto da juíza relatora Adverci Rates Mendes de Abreu e o parecer do procurador eleitoral Thiago Lemos de Andrade, que negaram provimento ao recurso.

   Conforme Adversi, não houve omissão no julgamento do recurso pelo TRE e o novo pedido de análise do julgamento só tem o intuito de fazer o órgão se posicionar novamente sobre a matéria já julgada. "Diante da flagrante inexistência de omissão a ser sanada no acórdão atacado, é de se rejeitar os embargos de declaração que visam exclusivamente a um novo pronunciamento da Corte acerca de matéria de fato já discutida", apontou a juíza no voto - veja aqui a íntegra.  

   Diá teve o registro de candidatura cassado por compra de votos e gasto ilícito. O petista também foi multado em R$ 26 mil. Ele foi eleito com 2.541 votos, contra 2.071 obtidos pelo segundo colocado, Adario Carneiro Filho (DEM). Como o prefeito eleito recebeu mais de 50% dos votos válidos, a Justiça Eleitoral determinou que o presidente da Câmara de Ribeirão Cascalheira, Daniel Correia Beraldo (PDT), responda interinamente pela prefeitura até o que o TRE e o Tribunal Superior Eleitoral definam se haverá nova eleição no município. (Andréa Haddad)

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02Jul2009
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Mário Lúcio e Barreto lideram número de faltas na semanaPublicado as 18:23 - Ontem  
 
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   O presidente da Assembleia, deputado José Riva (PP), disponibilizou nesta quinta (2) pela primeira vez à imprensa e à sociedade a lista de presença dos parlamentares às sessões. Segundo informações da secretaria de Serviços Legislativos, entre os dias 30 de junho e 02 de julho, seis deputados deixaram de comparecer a alguma sessão. Os campeões em falta são Hermínio J. Barreto (PR) e Mário Lúcio, que faltaram à metade das sessões, ou seja, compareceram há apenas duas. Já o deputado Alexandre Cesar (PT), que faltou a todas as sessões nesta semana, justificou as ausências e, por isso, elas não serão computadas.

   Os deputados Ademir Brunetto (PT), Airton Português (PP), Antônio Azambuja (PP), Antonio Brito (PMDB), Carlos Brito (PDT), Chica Nunes (PSDB), Gilmar Fabris (DEM), Guilherme Maluf (PSDB), João Malheiros (PR), José Domingos Fraga (DEM), Maksuês Leite (PP), Nataniel de Jesus (PMDB), Nilson Santos (PMDB), Percival Muniz (PPS), José Riva (PP), Roberto França (sem partido), Sebastião Rezende (PR) e Sérgio Ricardo (PR), compareceram a todas as sessões realizadas durante a semana.

   Já Dilceu Dal Bosco (DEM) faltou à sessão matutina desta quinta. Wallace Guimarães (DEM) e Mauro Savi (PR) também compareceram a apenas três sessões a acumulam uma falta cada um. (Flávia Borges)

Confira quantas faltas teve cada deputado durante esta semana
Presença total
Ademir Brunetto
Airton Português
Antônio Azambuja
Carlos Brito
Antonio Brito
Chica Nunes
Gilmar Fabris
Guilherme Maluf
João Malheiros
José Domingos Fraga
Maksuês Leite
Nataniel de Jesus
Nilson Santos
Percival Muniz
José Riva
Roberto França
Sebastião Rezende
Sergio Ricardo
1 falta:
Dilceu Dal Bosco
Wallace Guimarães
Mauro Savi
2 faltas:
Hermínio J. Barreto
Mário Lúcio
4 faltas:
*Alexandre Cesar


*Alexandre alega que estava em missão
oficial
representando a Casa na 21ª
Reunião do Conselho das Cidades.

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02Jul2009
 
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   O governo do Estado vai anular o pregão em que a empresa Infoway Soluções em Informática Ltda foi a vencedora com a missão de administrar o plano de saúde dos servidores públicos estaduais, o MT Saúde. “Constatamos que a empresa não tem condições de prestar os serviços que o MT Saúde quer comprar”, declara o governador Blairo Maggi, ao anunciar a decisão nesta quinta (2) durante entrevista coletiva.

   Segundo o governador, uma comissão composta por representantes do Tribunal de Contas, Ministério Público, Assembleia Legislativa, um servidor público, o presidente do MT Saúde, Augusto Amaral, e um consultor, constatou que a Infoway não tem capacidade de gerir o sistema sem fazer consórcio com outras empresas. “Já erramos no início quando firmamos contrato com o Sesi, que fez consórcio”, lembra.  Salienta, inclusive, que há no edital do pregão uma cláusula que não permite a realização de consórcio. Assim, a empresa foi considerada inabilitada e o processo licitatório foi reaberto. O novo resultado deve sair na próxima semana.

   Com isso, até que uma nova concorrência pública seja realizada, a empresa CRC Consultoria, Administração e Tecnologia em Saúde Ltda vai continuar administrando os serviços do MT Saúde, sem nenhum reajuste nos valores. No total, são quase 50 mil assegurados. A empresa cuida desde a adesão de novos segurados e contratos de carências até credenciamento dos hospitais e laboratórios. Fatura cerca de R$ 460 mil mensais. Por este contrato, a CRC recebe R$ 9,20 por paciente, totalizando aproximadamente R$ 5,5 milhões ao ano.

   Durante a coletiva, o governador rebateu a acusação de favorecimento à empresa CRC Consultoria, que seria de propriedade do cardiologista Jorge Lafetá, médico de sua esposa e primeira-dama Terezinha Maggi, juntamente com o deputado Guilherme Maluf. “Trata-se de uma multinacional. Tem muita conversa que eu não estou gostando, mas no grito não vão me ganhar”, dispara.

   A partir de hoje, a Infoway tem até três dias úteis para apresentar as contra-razões para o recurso. A empresa com sede no Piauí, venceu o pregão em março deste ano ao oferecer o custo de R$ 6,95 por assegurado. Como até o momento não assumiu a administração dos serviço, acionou o secretário de Administração Geraldo de Vitto junto ao Tribunal de Contas - leia mais aqui.  (Sandra Costa)

(19h20) - Deputado nega ser proprietário da empresa CRC Consultoria

   O deputado Guilherme Maluf (PSDB) negou que seja sócio-proprietário da empresa CRC Consultoria, ao lado do médico cardiologista  Jorge Lafetá. Segundo Maluf, não tem cabimento a informação. Ele garante ainda que não há qualquer interesse na empresa. O tucano salienta, porém, que fez trabalho de visitas às empresas como deputado e membro de uma Comissão ligada à área de Saúde e que acompanha os processos licitatórios.

02Jul2009
 
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  As circunstâncias conduziram o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) ao mesmo beco de única saída em que se meteram Antonio Carlos Magalhães, Jader Barbalho e Renan Calheiros, guardadas as diferenças entre cada um: para eles e o Senado a única alternativa foi afastamento do cargo. Mergulhado em escândalos, Sarney perde apoio político a cada dia. Ele já admite renunciar ao comando da Casa.

   O presidente só não caiu ainda da presidência do Congresso Nacional por causa do PT, que teme que o PMDB, em represália, venha romper com o governo do presidente Lula. Sarney se vê acuado. Primeiro, vieram à tona os atos administrativos secretos, usados para nomear parentes, amigos, criar cargos e aumentar salários. Levantamento mostrou que mais de 600 decisões não foram publicadas. Na relação, aparecem as nomeações de parentes e afilhados de Sarney. Depois, Sarney admite que vinha recebendo R$ 3,8 mil de auxílio-moradia desde 2008. O benefício não deveria ser concedido a quem, como Sarney, tem moradia em Brasília.

    O chargista Maurício Ricardo, em mais uma estória acerca do novo escândalo no Senado, leva para o palco os senadores Sarney e Renan. Forma-se, então, uma dupla. O ex-presidente do Senado toca e, o atual, canta uma paródia da canção Borboletas, da dupla sertaneja Victor & Léo.

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02Jul2009
DESCONTRAÇÃO Sensibilidade da MPB nos versos de Adriana CapparelliPublicado as 17:37 - Ontem  
 
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   Adriana Capparelli construiu sua carreira no teatro. Natural de Goiânia, cresceu em Uberlândia, onde fez parte da “Cia Coral”, grupo cênico-musical regido por Samuel Kerr, além de ter integrado o Coral da Orquestra Sinfônica de Campinas. É dela a interpretação de Escândalo, música de Caetano Veloso, tema do personagem Silas, interpretado por Ney Latorraca, na novela “Zazá”, da Rede Globo, em 1997.

   A cantora e atriz se mostra uma intérprete sensível ao traduzir emoções em sua música. Em 2004 lançou o segundo álbum, “Bem mais Perto”, produzido com Natália Mallo e Renato Commi, em que estreiou como compositora. Para o disco, optou por arranjos simples, sem efeitos, quase crus, com a sonoridade o mais fiel possível ao instrumento acústico, como o próprio nome do disco revela.(Raiane Soares)

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e ouça a música de Adriana Capparelli

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02Jul2009
ELEIÇÃO Sachetti contesta decisão da bancada e fica até dia 30Publicado as 17:28 - Ontem  
 
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Presidente do PR, Moisés Sachetti

   O presidente regional do PR, Moisés Sachetti, disse na tarde desta quinta (2) que não vai aceitar a decisão da bancada do partido na Assembleia, que quer nomear imediatamente o deputado federal Wellington Fagundes como novo presidente da legenda no Estado. Os seis membros da bancada, Sérgio Ricardo, Mauro Savi, Sebastião Rezende, Hermínio J. Barreto, João Malheiros e Wagner Ramos, se reuniram na manhã desta quinta, no gabinete de Sérgio na Assembleia, e decidiram não esperar até 30 de julho, quando Sachetti pretende renunciar ao cargo para articular sua pré-candidatura a deputado federal - saiba mais aqui.

   Sachetti criticou o fato dos parlamentares terem endossado o nome de Fagundes e solicitado a saída imediata dele da presidência numa reunião que não contou com a presença dos demais membros da executiva estadual do PR. “Continuo na presidência até 30 de julho, até por uma questão de respeito ao trabalho feito até hoje. Não vou aceitar uma decisão tomada sem a presença de toda a executiva”. Ele ponderou, contudo, que a escolha de Fagundes já era consenso entre as lideranças republicanas, mas ressaltou que a executiva do partido precisa ser consultada. “A decisão tinha que vir, mas a deliberação tem que ser comunicada à executiva regional. Para tanto, ainda este mês faremos uma reunião com os membros do diretório para que as coisas sejam feitas de forma transparente”.

   O dirigente alegou que já houve um entendimento para que ele deixe o cargo apenas em 30 de junho. O acordo, segundo ele, foi firmado em 15 de junho, em uma reunião na casa do empresário e presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Mauro Mendes, que contou com a presença, inclusive, do deputado Wellington Fagundes, governador Blairo Maggi, e dos deputados estaduais Wager Ramos e João Malheiros. “Também ficou definido que o secretário-geral (ex-deputado Emanuel Pinheiro) deixará o cargo em setembro deste ano”, sustentou Sachetti. Ele pretende convocou uma nova reunião com os membros do diretório regional tão logo o governador retorne da viagem de férias de 15 dias, aos Estados Unidos.  

   Apesar do impasse gerado com a decisão da bancada republicana, Sachetti reconhece que Fagundes é atualmente o melhor nome para assumir o comando da legenda. “O deputado Wellington possui o nome mais interessante para conduzir o partido neste processo que antecipa as eleições de 2010. É extremamente capacitado e tenho certeza que o partido estará muito bem representado com ele”. Questionado sobre a sondagem feita pelos deputados a Maggi para que o governador assuma a presidência do partido, Sachetti reafirmou que Fagundes é o melhor nome no momento. “Penso que o Fagundes está mais a vontade para presidir o partido”, avaliou. Perguntado sobre o assunto, Maggi disse que não descarta a possibilidade. "Tudo é possível em política". 

   Sachetti e o ex-deputado Emanuel Pinheiro, vão deixar os cargos no diretório regional devido à regra estabelecida pela bancada de que tanto o presidente quanto o secretário-geral não podem concorrer a cargo proporcional para evitar o beneficiamento de candidaturas. Pinheiro é pré-candidato a uma das 24 cadeiras da Assembleia. (Andréa Haddad)

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Ouça o que diz Sachetti a repórter Andréa
02Jul2009
PECUÁRIA Presidente da Famato defende venda de gado à vista Publicado as 17:26 - Ontem  
 
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Presidente Rui Prado

   A decisão do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Rui Carlos Prado, de lançar nesta quarta (1) a campanha "Gado só à Vista", em Barra do Garças, teve repercussão nacional. Conforme informações da Agência Estado, veiculada pelo portal Último Segundo, pecuaristas mato-grossenses participam de uma série de encontros para mobilizar a categoria a aderir ao movimento e efetuar as vendas somente mediante pagamento à vista pelos frigoríficos - leia aqui a matéria na íntegra.

   "O cenário econômico tem deixado o setor em situação de desconfiança com as unidades frigoríficas", justificou o gerente técnico da Famato, Luciano Gonçalves, por meio de uma nota. Ele defendeu a implantação de um sistema de compra e venda dos animais baseado numa relação de confiança entre pecuaristas e proprietários de frigoríficos, tal como ocorria quando os animais eram vendidos nas fazendas. "Em virtude da crise da pecuária, o setor tem que buscar uma nova cultura de comercialização dos animais para evitar os calotes que vem sofrendo", defendeu Gonçalves.

   Nesta quinta (2), os pecuaristas voltam a se reunir em Rondonópolis. Nos dias seguintes, os encontros serão realizados, respectivamente, nos municípios de Cáceres, Pontes e Lacerda, Tangará da Serra, Alta Floresta, Sorriso e Juara. (Andréa Haddad)

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02Jul2009
POCONÉ Ney assume prefeitura e promete alterações nos cargosPublicado as 17:02 - Ontem  
 
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Ney Marques ocupa agora o cargo de prefeito-tampão

   Com um discurso de que pretende realizar "mudanças nos cargos de confiança", o presidente da Câmara de Poconé, Ney Rondon Marques (PTB), assumiu nesta quinta (2) o cargo de prefeito-tampão. A posse acontece dois dias após o prefeito reeleito  Clovis Damião Martins (PTB) e sua vice Nilce Meire Rodrigues Leite (PT) terem os mandatos cassados pelo juiz da 4ª Zona Eleitoral de Poconé, Edson Dias Reis. Clovis é acusado de compra de voto e de uso da máquina pública em campanha. Caso Clóvis não consiga reverter a situação junto à Justiça Eleitoral, a população de Poconé deve voltar às urnas para eleger um novo prefeito.

   Ney promete dar continuidade às ações iniciadas por Clovis nestes seis primeiros meses do ano e adianta que fará mudanças no secretariado. “Neste primeiro momento vou conversar com cada secretário, saber o que vem sendo feito para dar continuidade ao trabalho. Devo fazer também algumas mudanças nos cargos de confiança".

   Ainda de acordo com o prefeito-tampão, seu colega de partido obterá vitória junto à Justiça Eleitoral e retornará ao cargo em breve. "Acredito que o prefeito Clóvis Martins consiguirá reverter a situação e voltar para a prefeitura em breve. Mas nesse pouco tempo que ficarei no cargo, pretendo fazer um plano de governo para ser executado”.

   Ney está em seu segundo mandato como vereador. Ele já ocupou as secretarias municipais de  Finanças e Infraestrutura e agora lança sua pré-candidatura a uma vaga na Assembléia nas eleições de 2010. (Flávia Borges)

02Jul2009
PALÁCIO PAIAGUÁS Maggi garante legalidade no fornecimento de combustívelPublicado as 16:32 - Ontem  
 
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   Um dia após a empresa Norbeoil, com sede em Campo Grande (MS), dar início aos serviços contratados pelo governo do Estado para gerenciar o fornecimento de combustível aos veículos oficiais, o governador Blairo Maggi (PR) garantiu que não há irregularidades na contratação, que prevê o pagamento de R$ 30 milhões. O pregão nº018/2009 chegou a ser suspenso pelo Tribunal de Justiça e o caso foi discutido até no Superior Tribunal de Justiça (STJ) – leia mais aqui. “A própria Delegacia Fazendária investigou o caso. Ontem, a delegada Lusia (de Fátima Machado) conversou comigo, disse que foi até a sede da empresa em Campo Grande e não encontrou nenhuma irregularidade. A empresa está capacitada”, declara.

   O governador explicou que a secretaria de Estado de Administração (SAD), na verdade, comprou um sistema de software da empresa vencedora da licitação para realizar o abastecimento de combustível e explica que a contratação direta com postos de combustível nem é permitido pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). “Não temos nenhum vínculo com postos de gasolina onde os abastecimentos são feitos. Na verdade, esses postos são crendeciados pela empresa contratada”, rechaça. Na oportunidade, o chefe do Poder Executivo insinuou que a notícia da suposta contratação irregular divulgada na mídia tem sido arquitetada seguindo interesses de uma campanha difamatória. “Sabemos de onde vem essa conversa. Conheço os interesses que estão por trás”, dispara.

    A contratação prevê o gerenciamento da frota estadual, de máquinas, caminhões e componentes das patrulhas rodoviárias, com utilização de cartões magnéticos ou chip. Também está comprometido fornecimento dos produtos para atender aos órgãos/entidades do Poder Executivo, mediante rede de postos credenciados nos territórios de Mato Grosso, Rondônia e Distrito Federal. Além dos R$ 30 milhões, o contrato de 12 meses prevê o pagamento de uma taxa de administração de R$ 1,1 milhão destinado ao abastecimento e gerenciamento da frota. Ao total, seriam utilizados R$ 20 milhões para atender os veículos leves (utilitários, vans, caminhões, ônibus, microônibus e demais da frota do governo) e R$ 10 milhões seriam destinadas às patrulhas rodoviárias nos consórcios intermunicipais. (Sandra Costa)

02Jul2009
Caso Lutero Advogado marca oitiva de Lutero; inquérito é prorrogadoPublicado as 16:06 - Ontem  
 
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Pedro Taques, advogado de Lutero

   O assessor jurídico do vereador Lutero Ponce (PMDB), Paulo Taques, disse que vai procurar a Delegacia Fazendária nesta sexta (3) para agendar o depoimento do peemedebista. O advogado reforça que seu cliente está “preparado” para responder aos questionamentos dos delegados. “Eu até poderia requisitar o inquérito antes, mas tenho certeza de que ele (Lutero) poderá responder as perguntas tranquilamente”. Taques acusou a Delegacia Fazendária de sonegar informações. Segundo ele, o oficial de Justiça que foi até à casa de Lutero só tinha mandado de busca e apreensão e não disse nada sobre a existência de um mandado de prisão temporária contra o parlamentar. “Ficamos sabendo do pedido de prisão somente na hora do almoço”, apontou.

   Um dos motivos do pedido de prisão por parte pela Delegacia  foi o fato de empresários afirmarem, em depoimento, que eram vítimas de ameaças. Pessoas não identificadas estariam ligando e, até mesmo, seguindo as testemunhas. Uma delas disse na polícia que foi abordada por um indivíduo condutor de uma Hillux de cor preta, que teria dito: "cuidado com o que você conta". Lutero assegura que nunca ameaçou ninguém. “Eu jamais ameacei qualquer pessoa. Nunca coagi ninguém”, defendeu-se o ex-presidente da Câmara da Capital. Na avaliação do assessor jurídico de Lutero, as acusações de ameaças não têm fundamento. “Em nenhuma liga&cc