Cuiabá, 01 de Outubro de 2014
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BRASÍLIA | 09/12/2010, 16h:21 - Atualizado: 26/12/2010, 12h:28

Agora são 15 nomes no staff de Dilma; Lobão e Ideli confirmados


 

   Está confirmado. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, do governo Lula será o ministro das Comunicações do governo Dilma Rousseff. Ele foi confirmado numa lista de dez novos nomes que a presidente eleita divulgou nesta quarta (8), no início da noite. Outros nomes foram confirmados para compor o staff da petista. No Ministério da Pesca e Aquicultura, por exemplo, será empossada a senadora Ideli Salvatti, que havia ficado responsável pela relatoria do Orçamento Geral da União para 2011. Com a ida da senadora para o cargo, a mato-grossense Serys Marly é a nova relatora do OGU. Já a deputada Maria do Rosário foi escalada para comandar a Secretaria de Direitos Humanos, enquanto a Secretaria de Comunicação Social ficará a cargo da jornalista Helena Chagas.

   O Ministério da Previdência Social fica com o senador Garibaldi Alves. Edison Lobão volta para o Ministério de Minas e Energia. O Ministério do Turismo terá em seu comando o deputado Pedro Novais; Agricultura, Wagner Rossi, Tranportes, Alfredo Nascimento; e a Secretaria de Assuntos Estratégicos, Moreira Franco.

   Outros nomes já haviam sido anunciados por Dilma anteriormente. Tratam-se de Antonio Palocci, Casa Civil; Gilberto Carvalho, Secretaria-Geral da Presidência da República; José Eduardo Cardozo, Ministério da Justiça; Guido Mantega, mantido no Ministério da Fazenda; Miriam Belchior, Ministério do Planejamento; e Alexandre Tombini, presidência do Banco Central.

   A lista traz o nome de mais três mulheres, que se somam a uma já divulgada (Miriam Belchior, Planejamento). Dessa forma a presidente eleita vem cumprindo a promessa de privilegiar as mulheres em seu governo.

   Eis, abaixo, a nota enviada pela assessoria de Dilma Rousseff:

   "A presidenta eleita da República, Dilma Rousseff, convidou novos ministros para integrar sua futura equipe de governo: a senadora Ideli Salvatti, que assumirá o Ministério da Pesca e Aquicultura; a deputada Maria do Rosário, que chefiará a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República; a jornalista Helena Chagas, para a chefia da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República; o atual ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que será o titular do Ministério das Comunicações; o senador Garibaldi Alves, que assumirá o Ministério da Previdência Social; o senador Edison Lobão, que retornará ao Ministério de Minas e Energia; o deputado Pedro Novais, para o Ministério do Turismo; o ex-deputado Wagner Rossi, que deverá permanecer à frente do Ministério da Agricultura; o senador Alfredo Nascimento, que voltará ao comando do Ministério dos Transportes; e o ex-governador Moreira Franco, na chefia da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.
   A presidenta eleita determinou a seus novos auxiliares que trabalhem de forma integrada com os demais setores do governo para dar cumprimento a seu programa de desenvolvimento com distribuição de renda e estabilidade econômica, assegurando a melhoria de vida de todos os brasileiros."
   Assessoria de imprensa da presidente eleita Dilma Rousseff

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Comentários (2)

  • Agostinho | Sábado, 11 de Dezembro de 2010, 09h17
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    Palocci???? Antonio Palocci????? o PT, oh Dilma!!!!! Tenha pena, tenha dó!!!! ninguem merece...... ja basta o mensalão.......

  • CARLOS ALBERTO A. BEZERRA | Sexta-Feira, 10 de Dezembro de 2010, 09h26
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    O QUE ESPERAR DE UMA PRESIDENTA, QUE NOMEIA UMA PESSOA QUE VIOLOU O SIGILO FISCAL QUANDO FOI MINISTRO DO AGORA PRESIDENTE, E AGORA GENTE..............., QUE LUCRUPRETEMOS "É TUDO NNNNNNOOOOOOOOSSSSSOOOOOOOOOOOO

| 01/10/2014, 07h:30 - Atualizado: 33min atrás

Presidencialismo de coalizão e governança

vinicius articulista

Vinicius de Carvalho

Estamos há menos de uma semana da eleição e é possível vislumbrar uma forte tendência para a pulverização partidária na Assembleia de Mato Grosso e também na Câmara dos Deputados. Muitos analistas e operadores da política consideram que este quadro fragmentário dificulta a formação de maiorias legislativas. Outro efeito colateral seria na capacidade de gestão ou governança, pela necessidade de partilha dos recursos políticos com diversos parlamentares, num sistema já definido como presidencialismo de coalizão. A presença de muitos partidos e grupos políticos ali abrigados seria positiva do ponto de vista da representatividade, mas traria um resultado paralisante para o campo administrativo, pelos vetos mútuos existentes em qualquer coalizão. 

Entretanto, algumas experiências governamentais recentes, consideradas por seus respectivos eleitorados e pela mídia nacional como exitosas, provaram que é possível governar bem no presidencialismo de coalizão. Refiro-me aos dois mandatos de Aécio Neves (PSDB) frente ao Governo de Minas Gerais e do finado Eduardo Campos (PSB) no comando do Governo do Estado de Pernambuco. Suas realizações na área de desenvolvimento econômico, social e sobretudo na área de gestão pública lançaram-nos com vigor na arena nacional e propiciaram as candidaturas de ambos à Presidência da República. 

Mas como eles conseguiram? Primeiro souberam usar sua popularidade para formação de maioria na sociedade e no Parlamento em favor dos seus projetos. Segundo, suas eleições se deram em momentos de clara percepção por parte das suas elites sobre a necessidade de “tirar o atraso” econômico de seus Estados face aos concorrentes mais diretos. Isto lhes permitiu unificar muito mais seu grupo político e formar consensos no secretariado. 

Porém, uma pergunta permanece. Como eles obtiveram consenso junto a secretariados multi-partidários, espelhando as suas bases de apoio nas Assembleias Legislativas? Já ouvi descrições dizendo que o governador definia sozinho as prioridades do governo e os secretários, seus partidos e padrinhos políticos tinham que acatar. Me lembrou a época do Estado absolutista no qual a vontade do soberano era a única força existente, sobrepujando a lei a os Parlamentos. Me veio à mente ainda a famosa frase do francês Rei Sol Luis XIV “o Estado sou eu”, ao declarar os interesses da coroa francesa como idênticos aos seus pessoais.

Contudo, um exame mais detido da forma de governar nestes Estados pode nos ensinar como estes governadores conseguiram conciliar participação de várias forças políticas no secretariado com boa capacidade de gestão. Ou, dito de outra forma, governabilidade com governança. E o segredo está no processo de gestão estratégica. 

Explico melhor.  Em alguns Estados o governador loteia as secretarias entre os partidos que o apoiam na Assembleia em troca de voto para suas proposições. Desta forma os partidos poderão se servir dos benefícios da máquina governamental e garantirem sua reprodução política, ao formarem candidatos competitivos para as próximas eleições. Outra função também é estabelecer uma melhor convivência com determinadas clientelas como movimentos sociais ou mesmo ministérios que sejam ocupados pelo mesmo partido.

Surgiu, inclusive, esta prática de “verticalizar” a ocupação das secretarias pelos mesmos partidos dos ministérios, de modo a facilitar o entrosamento político. Nesta metodologia o governador delega a definição dos programas que serão desenvolvidos por aquela secretaria ao partido ou deputado que é considerado seu “proprietário”, mantendo pouquíssima interferência. Vemos que não há aqui nenhuma preocupação de natureza gerencial, apenas política. 

Na próxima semana prossigo descrevendo esta forma de governar que concilia aspectos políticos e administrativos em prol da geração de mais resultados para a população.

Vinicius de Carvalho Araújo é gestor governamental do Estado, mestre em História Política, professor universitário e escreve neste Blog toda quarta-feira vcaraujo@terra.com.br www.professorviniciusaraujo.blogspot.com

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Rumo às Urnas | 30/09/2014, 19h:53 - Atualizado: 30/09/2014, 19h:57

Prado diz que vitória no interior é certa e intensifica campanha em Cuiabá e região


Davi Valle/Rdnews

campanha_rui_serys_interna3.jpg

 Rui Prado conta com apoio da ex-senadora Serys Marli para conquistar votos

O candidato ao Senado pela Coligação Viva Mato Grosso Rui Prado (PSD) diz que pesquisa não contabiliza votos do interior do Estado e que sua vitória é garantida. O social-democrata  fez a afirmação ao lembrar que aparece em situação desfavorável nas pesquisas de intençaõ de voto. Além de destacar que seus votos também estão com os indecisos, que segundo ele, configuram mais do que apontam os levantamentos. 

Rui Prado intensifica sua campanha, nesta semana, na Baixada Cuiabana. Ele lembra que no interior seu nome é bastante solidificado e agora sua presença na Capital e região é essencial. Com isso, revela que será o senador e todos podem esperar sua entrevista na noite de domingo (5) como vitorioso no programa da Rede Globo, Fantástico.

Contudo, o candidato frisa que sua candidatura teve vários empecilhos, entre eles a saída do candidato ao Governo do Estado, José Riva (PSD) que foi indeferido por se enquadrar como ficha suja. Rui ainda conta que  construiu novamente sua campanha, depois da desistência do correligionário. Por isso, o fato pode causar confusão na cabeça do  eleitor. “ O voto do governador com senador caminha junto, essa mudança trouxe transtorno”

 O candidato que vota no município de Campo Novo do Parecis (a 288 km  de Cuiabá),  deve acompanhar a votação em Cuiabá.  Por fim, garante que seu compromisso com a sociedade será no domingo e que todos irão se surpreender com resultado.

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| 30/09/2014, 17h:49 - Atualizado: 30/09/2014, 18h:03

Quais as instituições, órgãos e Poderes possuem mais credibilidade? Dê o seu voto

interrogacao enquete

 

Está no ar uma nova enquete. A consulta agora é acerca da credibilidade de instituições e de alguns setores da sociedade. Afinal, quem mais tem credibilidade, o Judiciário, o Legislativo, o Executivo, o Ministério Público, a imprensa, a OAB, entre outros?

Então, vote na enquete que está na parte de baixo da capa do portal Rdnews. E deixe aqui, logo abaixo, o seu comentário.

A pergunta anterior foi a seguinte: "Na sua opinião, o impedimento pela Justiça da candidatura de Riva ao governo estadual foi..." Votaram 3.637 internautas - o sistema só permite um voto por IP de computador. Para 70,6% (2.571 votos), a medida foi acertada. Já outros 25,9% (945 votos) entenderam que foi uma injustiça. Abaixo, resultado final.

enquete_riva_disputa

Enquete com resultado sem valor científico de votos de internautas sobre veto a Riva como candidato

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Comentários (1)

  • Odenil C. Marinho | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 19h38
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    Chegou o momento de pedir voto né Wilson Santos ,vc é o homem que está fazendo propaganda da Avenida das Torres, o povo cuiabano não pode esquecer que ele usou dinheiro da Prefeitura,do Governo Estadual e do Governo Federal e fez uma avenida que deixa muito a desejar sem fiscalização ela esta ai para que todos possam comprovar a bela da porcaria cheio de panelas na referida avenida. É uma vergonha e ainda vem pedir voto fazendo propaganda com a Avenida das Torres. Povo cuiabano , não jogue seu voto ele abandonou a prefeitura no 2º ano do seu mandato, a iluminação pública que era boa agora é um escuridão peço que volte nos tempos e faça uma avaliação tome cuidado com ele, escolhe outra pessoa que vc pode confia

Eleições | 30/09/2014, 17h:02 - Atualizado: 30/09/2014, 17h:09

Apesar de figurar em 2º lugar, Salles crê na vitória e declara que convencerá indecisos


O candidato a senador pela coligação Coragem e Atitude pra Mudar, Rogério Salles (PSDB), está confiante na vitória. O tucano está em segundo lugar nas intenções de voto com 19%, conforme pesquisa do Instituto Gazeta Dados, divulgada nesta segunda (29), e atrás de Wellington Fagundes (PR), que lidera o ranking com 33%. Salles, no entanto, aposta nos indecisos para conseguir reverter à situação. Isso porque o levantamento também mostra que 34% dos eleitores entrevistados ainda estão indecisos.

De acordo com o tucano, a tendência é que estas pessoas votem no candidato de quem vão votar para governador. “Tenho feito a campanha inteira ao lado de Taques, então colamos bem a nossa imagem. Não tenho dúvidas da vitória, estou muito tranquilo e otimista”.

Davi Valle/Rdnews

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Candidato ao Senado, Rogério Salles, diz que focará restante de campanha para convencer indecisos

Além disso, pretende se concentrar na região Sul para obter mais votos. Vice-prefeito de Rondonópolis, Salles comenta que durante todo o processo eleitoral viajou por todas as regiões ao lado do candidato a governador Pedro Taques (PDT) e que quer dedicar os últimos dias de campanha às visitas aos municípios de Primavera do Leste, Poxoréu, Guiratinha e Itiquira.

De todo modo, Salles perdeu alguns dias de campanha por ter assumido a candidatura depois da desistência do senador Jayme Campos (DEM), que iria tentar a reeleição, mas devido a rugas internas na coligação, abriu mão do projeto. O tucano também protagonizou diversos embates polêmicos com Wellington. “Acho que perdi um pouco de tempo tendo que responder acusações e inverdades. Meu propósito era discutir propostas, mas o jogo é o jogo e a gente joga”, afirma.

Para ele, é natural o republicano estar na frente nas intenções de voto, já que “faz campanha há quatro anos”. Acredita, contudo, que as pesquisas são soltas. “O número de indecisos é maior do que o tanto que vota no Wellington. Se as pessoas quisessem votar nele, ele estaria com mais de 50% das intenções de voto, pelo volume da campanha”, observa.

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| 30/09/2014, 17h:00 - Atualizado: 30/09/2014, 17h:16

Ao vivo, secretária de Educação de MT, Rosa Neide Sandes, no RDTV desta 4ª


Davi Valle/RDNews

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Secretária de Educação de MT, Rosa Neide Sandes, ao vivo no RDTV desta 4ª - mande sua pergunta

A secretária de Educação de Mato Grosso Rosa Neide Sandes participa ao vivo do RDTV desta quarta (01º) para falar sobre os investimentos feitos no setor, tratar sobre os avanços relacionados à valorização dos profissionais, e também repercutir os últimos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Para participar dessa entrevista, os internautas devem acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br, a partir das 8h30, ou ainda acompanhar a transmissão, em tempo real, na TV Mato Grosso (canal 27), para a Baixada Cuiabana.

Além disso, os detalhes do levantamento qualitativo dos indeferimentos divulgado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT).

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Comentários (1)

  • João Batista Barbosa | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 20h41
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    Secretária, uma pequena empresa, por meio de convênios firmados entre o Estado de Mato Grosso/SEDUC-MT e o Município de Poxoréu, concluiu reformas de 3 escolas (Convênio 350/06 - Escola João Pedro Torres; Convênio 350/07 – Escola Presidente Dutra (Alto Coité) e Convênio 335/07 – Escola Coronel Júlio Müller) e ainda não recebeu o valor integral da prestação dos serviços. O tempo passa e a SEDUC ainda não liberou o pagamento!!! Pagamentos no Governo Silval só sai para as grandes empreiteiras???

| 30/09/2014, 16h:03 - Atualizado: 30/09/2014, 16h:05

Reprovados no Executivo, Pátio e Wilson caminham com chances de retornar à AL


Com perfis similares, populistas e da turma do barulho, Zé do Pátio e Wilson Santos chegam à reta final da campanha com chances reais de reconquistarem vaga de deputado estadual. Ambos já foram do PMDB. Pátio concorre pelo Solidariedade. Wilson é candidato pelo PSDB. O primeiro foi prefeito de Rondonópolis e perdeu a cadeira no meio do mandato. Saiu sobe forte desgaste e agora tenta refazer sua trajetória política. Wilson não foi cassado como prefeito de Cuiabá, mas também deixou o mandato extremamente desgastado, tanto que perdeu para governador em 2010. Tem agora a chance de se recompor na vida pública. O fato é que Pátio e Wilson, se eleitos, tendem a marcar posição na Assembleia. Já provaram que são atuantes no Legislativo. No Executivo, no entanto, se saíram muito mal.

Fernando Ordakowski

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Zé do Pátio (Solidariedade) e Wilson Santos (PSDB) têm chances de retomarem vaga na Assembleia

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Eleições | 30/09/2014, 14h:06 - Atualizado: 30/09/2014, 17h:10

Wellington intensifica visitas no interior e manterá estratégia de embate com Salles


A cinco dias para as eleições, o candidato ao Senado, deputado federal Wellington Fagundes (PR), intensifica a agenda e prioriza as cidades-pólos do Estado para conseguir a única vaga disponível ao cargo pleiteado. Para isso, busca os eleitores indecisos a fim de abrir vantagem e garantir a eleição. “Eu tenho uma receptividade muito grande em todos os municípios”, ressalta o republicano, líder nas pesquisas de intenção de votos.

Em relação à estratégia para estes últimos dias, Wellington garante que manterá a mesma conduta que teve durante toda a campanha. Neste sentido, pretende continuar o embate com o principal adversário Rogério Salles (PSDB). “Quem está na chuva é para se molhar. Estou colocando as coisas em seu devido lugar”, explica referindo-se às “trocas de farpas” com o tucano.

Davi Valle/Rdnews

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Candidato ao Senado, Wellington Fagundes, diz que manterá estratégia de confronto contra Salles

Wellington aproveita também para sempre compará-lo a Salles. Segundo o republicano, seu adversário não tem experiência em Brasília, bem como não é favorável a emendas, apesar de o tucano negar. O deputado lembra também que se adiantou em relação à quebra de sigilo bancário e fiscal, proposta pelo próprio Salles. “Meu principal concorrente acha que o Senado é apenas cuidar de projeto e pronunciamento. O orçamento é fundamental para Mato Grosso”, sustenta.

O candidato promete ainda, caso seja eleito, reunir os parlamentares eleitos para discutir o futuro da região Centro-Oeste, com o intuito de trazer benefícios para o Estado. Wellington explica que terá esta facilidade por atuar na Câmara Federal até o final deste ano.

Agenda

Nesta terça (30), o candidato fez visita ao Distrito Industrial, em Cuiabá, e depois no Camelódromo. Nesta segunda (29), Wellington esteve em Barra do Garças e Pontal do Araguaia. Nos próximos dias, pretende fechar a agenda de campanha passando por Sinop, Várzea Grande e Rondonópolis.

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CORRIDA À ASSEMBLEIA | 30/09/2014, 13h:56 - Atualizado: 30/09/2014, 15h:18

Estudos projetam entre 9 e 10 vagas para chapão; bloco PSB/PP pode eleger até 4

Conheça os nomes que estarão entre os deputados eleitos


O chapão de cinco partidos (PR, PMDB, Pros, PC do B e PT) vive expectativa de eleger entre 9 e 10 das 24 cadeiras em disputa à Assembleia. Pelos cálculos da Visão Assessoria, a chance maior é desse blocão conquistar 10 vagas dentro de um quociente eleitoral de 68,1 mil. Já pela empresa MT Dados, Pesquisas e Marketing, que projeta quociente de 67 mil, a coligação deve chegar a 9. Nesse caso, uma outra aliança proporcional, composta pelo PSB e PP, ampliaria para 4 as possibilidades de vagas.

É a dança dos números. Tanto a Visão quanto a MT Dados apresentam cálculos com projeções pouco divergentes. Apenas nos casos do chapão, do PSD e da aliança PSB/PP ambas fazem análises diferentes. Mas os nomes mais cotados são unânimes - confira no quadro.

Mário Okamura/Rdnews

deputados eleitos 2014

Estudo das empresas Visão Assessoria e MT Dados projeta vagas por coligação e os mais cotados

O PSD deve eleger de 5 a 6 deputados. Pela ordem de votação, conforme análise das duas empresas, estariam Janaína Riva, Zé Domingos, Walter Rabello, Meraldo Sá, Pedro Satélite, Luizinho Magalhães e Airton Português.Pelo blocão, por exemplo, aparecem como os mais cotados os deputados Mauro Savi, Sebastião Rezende, Emanuel Pinheiro, Ondanir Bortolini, o Nininho, e Wagner Ramos (todos do PR) e mais Baiano Filho. No caso de Ademir Brunetto (PT), também entre os possíveis reeleitos, há uma incógnita. Pelos cálculos, ele estaria disputando espaço com outros nomes da mesma coligação, como Silvano Amaral, Francisco Faiad, Alan Kardec, o empresário Júnior da Viação, e Altir Peruzo, ambos de Juína.

A tríplice-aliança PSDB/PDT/DEM tende a garantir 5. Os candidatos que se destacam são Dilmar Dal Bosco, Guilherme Maluf, Zeca Viana, Wilson Santos, Leonardo Albuquerque e Maria Izaura, além de Carlos Avalone, Júlio Neto, Adevair Cabral e Saturnino Masson.

eduardo botelho

Eduardo Botelho, em campanha sob um pé de árvore em Nossa Senhora do Livramento, deve ser bem votado, o que cria expectativa do PSB/PP eleger até 4

Quanto ao PSB/PP, são listados com chances reais de vitória Eduardo Botelho, Adriano Silva, Oscar Bezerra, Max Russi, Carlos Brito, Layr Mota, Deucimar Silva e Francisco Vuolo. Pelo Solidariedade, que se juntou aos nanicos PTC, PTN, PEN e PRTB, a maior possibilidade de eleição está em Zé do Pátio. A coligação PTB/PPS e PSL não deve eleger ninguém, assim como a Frentinha que agrega PV, PSDC, PRB, PRP e PSC, avaliam as empresas consultadas Visão Assessoria e MT Dados. Confira detalhes no quadro

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Comentários (12)

  • Adilson | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 08h00
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    KKK...Isso é brincadeira...Projeção furada.

  • Aldo Campos | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 06h53
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    Quem anda no estado sabe que Valdiney Iori, esta muito bem cotado, e com certeza dia 1º de janeiro estara na AL para surpresa de muitos.

  • plauto vieira | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 20h49
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    Isso só pode ser piada dizer que a coligação PV, PSDC, PRB, PRP, E PSC não elege ninguem e faz apenas 49 mil votos kkkkkkk que informação pífia, essa coligação tem 04 vereadores com mandatos Wancley , Taborelli, Madureira e vereador Dirceu de lucas do rio verde e ainda Milton Rodrigues, Iori, Elizeu entre outros nomes aposto que vai brigar por 02 vagas aguardem e confiram .

  • Olinto Afrânio | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 20h47
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    Dizem que não trata o povo como gado, mas fazem um verdadeiro labirinto na cidade com placas dos candidatos, este que aparece debaixo da arvore, e do pupilo do prefeito, pra onde quer que olhe ve a cara desses dois sujeitos, nao deixa o povo sequer escolher, enfia goela abaixo mesmo, e vem dizer que é sinonimo de mudança ?? Vao precisar de uns 3 mandatos pra pagar a atual campanha, a menos que seja investidores, como disse o coordenador Pivetta.

  • Luis Cacerens | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 19h31
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    Deixa de forçar a barra Ronilson Dourado e tentar emplacar o Adriano Silva, pois todos os cidadãos de MT sabem que a Coligação PSB/PP só faz de 2 a três no máximo e os mais contados dessa coligação são Eduardo Botelho, Maxi Russi, Oscar Bezerra e Francisco Vuolo embolado com o Adriano

  • jose Deoclecio Rocha | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 18h47
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    Pesquisa confusa. Onde descreve as possibilidade de cada partido não cita PMDB/PR. Com certeza a coligação PTB/PPS e PSL elege NETO GALINDO 14.789 confirme e renove

  • carlos | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 18h32
    5
    4

    COMO O PEDRO TAQUES ESPERA GOVERNAR COM ESSE AR DE SUPERIORIDADE TENDO A MINORIA NA ASSEMBLEIA?????

  • Joao | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 17h40
    6
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    se o luizinho ganhar e essa corja de reeleitos eu mudo de estado, só curva de rio

  • Sandro | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 17h39
    7
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    O primeiro estudo está contundente, mais o segundo viajou geral. Ele confundiu média com sobra. Não existe a menor chance, frente a este estudo, do chapão fazer um na média, e chapa do PP/PSB fazer dois na média. Isso é cálculo simples. Pela credibilidade do site, postar umas coisas dessas, pode cair no descredito.

  • ANDRÉ | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 15h29
    1
    0

    ANDRÉ, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 30/09/2014, 08h:48 - Atualizado: 30/09/2014, 14h:10

70% dos gastos com as eleições são para atender interior, afirma presidente do TJ


Davi Valle

Juvenal_Pereita_TRE

Presidente Juvenal Pereira conta que 70% dos gastos da eleição são com interior

Municípios do interior do Estado e aldeias indígenas situadas em áreas de difícil acesso são o que mais eleva o custo das eleições em Mato Grosso. De acordo com o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargador Juvenal Pereira da Silva, em relação à Cuiabá, essas localidades representam 70% do total despendido para a realização do pleito. “A logística é o que torna mais caro por conta dos locais mais afastados”, afirma. 

O magistrado detalha que para algumas regiões como, por exemplo, Rondolândia, que está a 1.100 km da Capital, as urnas eletrônicas devem ser levadas de carro com muita antecedência e que, se o meio de transporte utilizado for o avião, é preciso ir até o Estado de Rondônia para acessar o município de carro. “Então há custos com diárias que devem ser pagas e combustível”, explica.

Neste ano, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deferiu R$ 12,2 milhões para a realização das eleições mato-grossenses. “Temos um planejamento e tudo foi feito de acordo com o valor deferido pelo TSE, que é praticamente o mesmo das eleições de 2012, não houve alterações. Tivemos que fazer alguns alinhamentos para adequar esse valor, como aglutinar sessões, modificar a forma de orientação aos mesários e técnicos de urnas”, comenta.

Para Juvenal, a diferença entre o processo eleitoral deste ano com o de 2010 é que 21 municípios contarão com as urnas biométricas. Além disso, todas as cidades terão um gabinete de gestão integrado com equipamentos da secretaria estadual de Segurança Pública para fiscalização. “Em 2010, isso funcionou a título de experiência. Em 2012 melhorou, mas agora estamos melhorando mais ainda”, pontua.

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| 30/09/2014, 00h:00 - Atualizado: 29/09/2014, 21h:06

É hora de traduzir tudo em votos

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Olga Lustosa

As eleições 2014 estão aí. Em apenas quatro dias estaremos exercendo nosso direito de escolher os políticos que nos representarão. Tempo para pensar, conhecer e escolher tivemos, agora, é só comparecer a zona eleitoral convicto de que fez a melhor escolha e aguardar o resultado. Somos 142,8 milhões de eleitores, mais da metade são mulheres, para votar em candidatos majoritariamente homens. Ainda não foi desta vez e a parcela feminina ainda é inferior à exigida pela legislação brasileira, que assegura 30% das vagas de candidatos para as mulheres. Em relação à escolaridade, quase metade dos candidatos tem curso superior, enquanto apenas 5% dos eleitores tem formação universitária. 

O próprio eleitor abriu mão do voto secreto. Parece estar na moda declarar-se ao candidato nas mídias sociais cuja penetração nesta campanha teve repercussão absolutamente positiva, trazendo um clima de verdade, com a publicação de declarações e informações sobre o abusos e irregularidades. Isso não deveria ser um problema, mas a transparência tem causado tensão elevada aqui e ali. Ambos, os eleitores e os candidatos estão amarrados aos aplicativos da internet, num sistema de monitoramento que transforma as eleições numa guerra baseada em fatos e muitos boatos. Líderes políticos atuais são fortemente dependentes de ferramentas tecnológicas como celulares, Internet e mídia social.

No mundo virtual, as eleições 2014 começaram muito cedo, até pareceu um processo contínuo desde as eleições passadas, com as assessorias desempenhando o papel fundamental de não deixar cair no esquecimento os arranjos políticos iniciados há 2 anos.  A democracia da internet tem sido amplamente utilizada pelos ativistas políticos para disseminar contra informações, ou seja, imputar informações falsas no meio das verdadeiras, principalmente nas fontes confiáveis. Os profissionais do marketing têm vários objetivos ao injetar esse tipo de material na internet, mas a razão primordial é manipular o discurso on-line, fomentar uma verdadeira guerra com memes e virais, ferramentas de humor, que desarma ou propaga uma notícia com ironia e escracho. 

Eu, particularmente gosto de receber os discursos produzidos em Live Streaming, que posso assistir ao vivo, onde estiver; as postagens feitas no Facebook, se não geram debate apaixonado, pelo menos permitem o acompanhamento da movimentação da agenda dos candidatos. As pessoas foram confiando e abraçando as mídias sociais para propagarem tendências ideológicas ou apenas para replicar fatos e dar mais visibilidade aos candidatos de sua preferência. Não é regra, mas creio que a internet concedeu poder as pessoas, para exporem suas preferências, importando-se cada vez com o julgamento dos outros. 

No bom sentido, a internet tem funcionado como um eficiente, porém restritivo dispositivo portátil, propiciando uma comunicação contínua entre os candidatos e os eleitores, compartilhando imagens, mensagens e volume de campanha. 

Votar é algo tão incrível quanto ameaçador que o senador americano Fran Millar, do partido Republicano, anunciou semana passada não concordar e estar preocupado com a decisão do governo de facilitar o acesso ao voto nas eleições em final de outubro, ampliando o número de urnas e locais de votação, sobretudo em regiões da periferia. Segundo o Senador, isso pode elevar o número de eleitores negros e outras minorias e pode ferir o domínio Republicano na área e além disso, o Senador preferiria receber votos de pessoas mais educadas do que dos africanos americanos. O eleitor escolhe, o político, quando muito, pode espernear.

Jamais deixaria de votar. Reinvento razões para escolher meus candidatos e pensando na batalha campal e judicial que envolveu esta campanha eleitoral, pergunto: Qual será o futuro da próxima eleição

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olga@terra.com.br

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horário eleitoral | 29/09/2014, 19h:39 - Atualizado: 30/09/2014, 13h:20

Justiça nega direito de resposta para Silval


Rdnews

Silval e Ludio

 Silval Barbosa, que apoia Lúdio Cabral ao Governo, foi alvo de críticas na propaganda eleitoral na TV

O juiz do Tribunal Superior Eleitoral (TRE) Paulo César Alves Sodré negou, nesta segunda (29), pedido de liminar do governador Silval Barbosa (PMDB) exigindo direito de resposta no programa eleitoral gratuito do candidato a governador Pedro Taques (PDT). Além de não atender o pleito, o magistrado ainda mandou extinguir sem julgamento do mérito porque os advogados José do Patrocínio e Francisco Faiad também ingressaram com representação eleitoral na mesma ação. “Por possuírem ritos distintos e especialíssimos, não podem ser cumulados num mesmo processo”, diz trecho da decisão.

Na propaganda eleitoral questionada por Silval, Taques mostrou as obras da Copa inacabadas destacando as irregularidades apontadas por órgãos controladores como TCE. Além disso, aponta que os custos chegaram a R$ 2,3 bilhões e que somente 18 das 56 prometidas foram entregues, sendo que cinco apresentam irregularidades graves. 

Na sequência, Taques exibe imagens de Silval visitando obras da Copa acompanhado pelo adversário Lúdio Cabral (PT) enquanto diz “aqui tudo o que você está vendo é a experiência de quem está fazendo” antes de apertar a mão do petista. 

 Em seguida, Taques diz que o maior prejuízo para o Estado são as obras inacabadas afirmando que não permitirá que a sujeira fique debaixo do tapete. “Vamos recuperar na Justiça todo o dinheiro que foi roubado. No nosso governo as obras serão concluídas com qualidade”, garante o pedetista.

Na solicitação, Silval reclama que o grupo de Taques citava seu nome e exibia sua imagem de forma pejorativa.  O governador ainda lembrou que foram feitas “afirmações sabidamente inverídicas visando degradar, ridicularizar e ofender o governador e classificou o material como “altamente ofensivo e ficcioso”. 

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Comentários (3)

  • silvio | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 07h47
    0
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    silvio, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Kiko Cuiabano | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 21h22
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    O caboclo faz a maior lambança, desrespeitando os cidadãos diariamente com suas obras inacabadas e inseguras, falindo inúmeros comerciantes, torrando a paciência de todos os motoristas, transtornando o dia a dia dos sofredores pagadores de impostos, anarquisando a vida e o bem estar daqueles que querem simplesmente viver; e ainda tem a coragem de pedir o direito de resposta!? Xômano, o seu grande dia está chegando, aguarde.

  • Dornele$ | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 20h28
    9
    3

    BARRACO EM FIM DE GOVERNO: Para cobrar pagamento de dívida de R$ 15 milhões, Valdir Piran, notório dono de factoring, teria arremessado cadeira contra governador Silval Barbosa dentro do Palácio Paiaguás. Para acalmar o violento cobrador, secretário de Silval (quem?) teria assinado notas promissórias. Quem conta o caso, sem identificar o secretário, é o “Repórter MT”

| 29/09/2014, 18h:15 - Atualizado: 29/09/2014, 18h:26

Ao vivo, defensor-geral de MT, Djalma Sabo


Iara Rezende/RDNews

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Defensor-geral de MT, Djalma Sabo Mendes Junior, é o convidado ao vivo do RDTV desta 3ª - participe

O RDTV desta terça (30) conta com a participação ao vivo do defensor-geral de Mato Grosso, Djalma Sabo Mendes Junior, para fazer um balanço das ações desenvolvidas nos últimos dois anos como a luta pela consolidação da política salarial e a nomeação de novos defensores assim como revelar os desafios para o próximo biênio já que é candidato único à reeleição.

Para participar dessa entrevista, os internautas devem acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br, a partir das 8h30, ou ainda acompanhar a transmissão, em tempo real, na TV Mato Grosso (canal 27), para a Baixada Cuiabana.

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| 29/09/2014, 16h:16 - Atualizado: 29/09/2014, 16h:22

Família Campos almeja Júlio Neto na AL


Fernando Ordakowski

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Deputado federal Júlio Campos tenta emplacar o filho, empresário Júlio Campos Neto, na Assembleia

O deputado federal Júlio Campos sai da vida pública e se esforça para transferir o seu espório político ao filho, empresário Júlio Campos Neto, candidato a estadual pelo DEM. Este mesmo caminho está sendo traçado por outros políticos, como Chico Galindo, que faz campanha para o filho Neto Galindo; a deputada Luciane Bezerra, que tem o marido Oscar como candidato à Assembleia; o também deputado Luiz Marinho que tem o irmão Eduardo na disputa e José Riva com a filha Janaina também no páreo. No caso de Júlio Neto, a expectativa de eleição não é tão animadora. Ele está na chamada coligação da morte, composta pelo PSDB, PDT e DEM, que conta com candidatos com possibilidade de terem votação expressiva.

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Comentários (6)

  • Bruno Alves de Souza | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 05h49
    1
    0

    Hélio Ramos com certeza você deve ser aquele chato pidão que recebeu um não!

  • Helio Ramos | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 13h10
    5
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    Esse cidadão é mal educado. Não é carismático, e não será eleito por causa disso.

  • CAPITAO BATO | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 08h48
    2
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    O BATOM0UCHE VAI PARTIR RESTAM POUCAS VAGAS PARA PREENCHER E VOCE ESTA SENDO ESPERADO VAMOS QUE VAMOS NAO SE ATRASE DIA 5 AS 23:59 HS

  • Julio Campos Neto | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 18h51
    8
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    Quero agradecer o empenho de todos os familiares e liderancas. Esta sendo um privilegio fazer esta campanha ao lado de voces. Peço o empenho de todos ate o final. Pode confiar.

  • Mario Figueiredo | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 18h44
    7
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    Pelo contrário dessa tal coligação da morte, da qual faz parte o DEM, PDT e PSDB ,nas duas pesquisas publicadas , Julio Campos Neto,e um prováveis eleitos.Esta cotado entre os três primeiros colocados da coligação.Vai sim ser eleito ,pois o povo de MT reconhece o trabalho de Júlio Campos e acredita num futuro brilhante na política do seu filho Júlio Neto, 25.000.

  • José Francisco C. de Pinho | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 17h27
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    Júlio Neto é uma grata revelação. Jovem com valores éticos e morais que a geração dele carrega, sem dúvida será muito bom para Mato Grosso tê-lo na assembléia legislativa. DNA de político ele tem! e seriedade também!

Superpoderes Sefaz | 29/09/2014, 15h:50 - Atualizado: 29/09/2014, 20h:45

Janete Riva defende Reforma Tributária e afirma que Silval não teve o "pulso firme"


Davi Valle/Rdnew

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  Janete, acompanhada pelo marido José Riva, já promete quarentena na Sefaz

 A candidata ao Governo, Janete Riva (PSD), da coligação Viva Mato Grosso, critica o governa dor Silval Barbosa (PMDB) por dar “superpoderes” à Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz). Com a medida, de acordo com a social-democrata, a pasta sempre tem a palavra final. “Eu acredito que faltou um pouco de pulso à gestão Silval. Nós ficamos reféns de um sistema que muda por decreto em cima de decreto, originando, assim, a instabilidade, o que causou muitos transtornos para Mato Grosso”, ressalta.

Segundo Janete, o Estado precisa ser governado com regras mais claras para que os empresários sintam-se seguros em investir. Caso seja eleita, a candidata do PSD garante que vai aplicar o sistema de quarentena, pelo qual se permite que os investidores tomem conhecimento das mudanças e possam adequar-se. “O Estado não pode continuar sendo administrado através de decretos, como veio acontecendo no governo Silval Barbosa”, afirma.

 Como forma de amenizar o problema, Janete sustenta que, além de implantar o sistema de quarentena no Estado, vai buscar também que a reforma tributária de Mato Grosso seja aprovada na Assembleia. “Vou corrigir esses erros sucessivos que vêm ocorrendo, pois, mesmo com a carga tributária elevada, não vemos as áreas de saúde, educação e segurança tendo mudanças”, conclui.  (Com Assessoria)

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Comentários (7)

  • antonio neto | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 14h10
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    antonio neto, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Rodrigo | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 12h59
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    Riva sempre defendeu a reforma tributária, mas sempre foi voto vencido na Assembleia.

  • jose roberto | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 06h52
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    engraçado a marido de janete esteve sempre a frente deste estado e agora vem falando de reforma tributaria, isso é uma vergonha ..

  • Fernando | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 17h42
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    é a unica que esta empenhada em propostas que irão realmente melhorar MATO GROSSO, #janete55

  • Marcos José | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 17h40
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    Sinceramente é disso que os pequenos empresário precisam. Não adianta trabalhar, trabalhar e no fim pagarmos um absurdo de impostos. Quem tem pequenas empresas sofre com a carga tributária porque a margem de lucro já é no limite. Acho que uma proposta tributária que alivie o microempresário é uma atitude digna de quem vai governar. Janete, confio em você.

  • Fernando | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 17h40
    10
    3

    é a unica que esta empenhada em propostas que irão realmente melhorar MATO GROSSO, #janete55

  • Ana | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 16h04
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    5

    Janete é a unica que está focada nas propostas. Chega de denuncismo barato. Povo quer propostas.

| 29/09/2014, 10h:44 - Atualizado: 29/09/2014, 17h:48

Analista defende que eleitores de Várzea Grande votem em candidatos da cidade


Rodinei Crescêncio/Rdnews

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João Edisom acredita que VG precisa eleger um deputado  para ser reconstruída

Na avaliação do cientista político João Edisom, este ano, em Várzea Grande, será a eleição do voto distrital, quando eleitor escolhe alguém pensando nos benefícios para sua região. Além disso, afirma que a cidade ficou órfã com a saída dos irmãos Campos, Jayme e Júlio, do pleito. O primeiro desistiu de concorrer à reeleição ao Senado e Júlio deixou a política para cuidar dos assuntos pessoais.

Edisom lembra que o último deputado estadual que a segunda maior cidade do Estado teve foi o atual prefeito Walace Guimarães (PMDB). No sufrágio deste ano, ele acredita que há nomes de relevância na disputa oriundos de todo o Estado, mas os munícipes têm que eleger um deputado de Várzea Grande.

Na visão do analista, o cidadão que votar em políticos sem compromisso com o município vai fazer Várzea Grande seguir na inércia, sem evoluir. “Político que não é da terra não faz pela terra”, completa.

Segundo ele, caso haja pelo menos dois eleitos para deputado, a cidade vai começar um processo de reconstrução. Isso porque, por muito tempo, VG ficou dividida em um conjunto de "várzeas grandes" e neste grupo existiam aqueles que não buscaram pelo desenvolvimento, que não saíram da década de 40.

Outro problema, de acordo com Edisom, é que os vereadores da cidade que disputam cadeira para deputado são alvo de duras críticas da sociedade, que os considera fracos e sem experiência para ocupar cadeira à estadual ou federal. Porém, salienta que todos devem se qualificar e os cargos serão uma escola para esses candidatos.

Entre os vereadores que estão na disputa eleitoral estão Valdir Bento (PMDB),Fábio Saad (PTC), João Madureira (PSC), Chico Curvo (PSD), Pery Taborelli (PV) e Hilton Gusmão (PROS). Júlio Campos Neto (DEM), filho do deputado federal Júlio Campos, concorre à AL e aposta no espólio político.

Sobre a cidade ter tido nos últimos anos representante no Senado, na Câmara Federal,o analista refaz o cenário e explica que o senador não impacta diretamente na cidade, por legislar para o Estado, assim como deputado federal. Mas destaca que o deputado estadual é quem tem o dever de trabalhar pelo município.

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Comentários (6)

  • Geraldo Pamplona | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 17h44
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    1

    Realmente temos que votar em quem é da terra. Por isso a mais preparada, a que não tem histórico negativo e que realmente tem a cara do povo de vg, é a Nicinha. Essa moça andou de rua a rua de vg, coisa que esses milionários não fizeram, pra mim a mudança em VG se chama Nicinha.

  • Rita | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 17h29
    1
    2

    Nossa!!! Votar em Julio Neto.. aí sim... Afirmo com veemência que o povo de VG realmente não sabe votar!!! Total decadência.

  • Luizinho | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 16h29
    2
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    Eu moro em Cáceres, voto no Julio Campos Neto, pois creio que ele tem o mesmo ritmo de visão e trabalho do pai. Agora seria bom o povo de Varzea Grande apoiar maciçamente o Julio, vamos dar 100 mil votos ao Julio!

  • Nete | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 14h06
    3
    1

    Julio Neto, são 55% indecisos.....acorda!!!

  • Chris | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 13h41
    5
    0

    Ele está correto de razão. Não venda seu voto nesta eleição, mude a cara da nossa Várzea Grande. A maioria dos candidatos de fora derramam dinheiro em VG e DPS não tem compromisso, só fazem pela cidade deles!! Faca diferente este ano, pegue sim o dinheiro desses candidatos de Cuiabá e região mas na hora de votar, vote por aquele Candidato de VG que quer trabalhar por uma VG mais justa, organizada. Vamos resgatar a VG esquecida por muitos. EU FAREI MINHA PARTE, FAÇA A SUA!!!

  • Julio Campos Neto | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 12h52
    4
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    Gostaria de avisar a jornalista Larissa Malheiros que escreveu a matéria, que sou varzeagrandensse e candidato a Deputado Estadual. E segundo o jornal A Gazeta, o único postulante da cidade hoje com chances reais de vitória.

| 29/09/2014, 08h:25 - Atualizado: 29/09/2014, 08h:38

Pense nisso!

sandra

Sandra Alves

Reta final para a realização do pleito eleitoral e os abusos por parte de instituições e candidatos suplanta qualquer tipo de razoabilidade. Exemplo latente é o pedido de voto do presidente de associação de classe em favor de candidato a deputado federal com o intuito de obter futuras benesses para a classe. 

O Presidente da Associação dos Notários e Registradores do Estado de Goiás, segundo cópia do documento que circulou pelas redes sociais nos últimos dias, solicitou dos associados o voto para o candidato a deputado federal João Campos, objetivando manter o "trabalho" do deputado na aprovação da PEC 471. 

Referida PEC é denominada de "trem da alegria" porque permite que cartorários (tabeliães e registradores), que não fizeram concurso público no período de 1988 a 1994, permaneçam no cargo de forma vitalícia sem realizar concurso público para ingresso na atividade.

Até a Constituição de 1988, os cartorários eram, inicialmente, nomeados por governadores e, logo depois, a função era transferida de forma hereditária (passada de pai para filho). Com a vigência da Constituição Federal, como ocorrem com todos os demais servidores públicos (sentido lato), também para os cartórios é exigido concurso público. 

Suplantada a discussão acerca do ingresso na atividade notarial e registral, a conduta do presidente da Anoreg-GO é, no mínimo, imoral. Na condição de presidente de uma associação de classe, que não é composta apenas por cartorários com postos ameaçados, mas em sua maioria por profissionais já habilitados por concurso público, sua função dista muito do exercício de propaganda eleitoral. 

O fato noticiado mais uma vez retrata a hipocrisia presente no cenário eleitoral brasileiro. Existe acirrada disputa de camadas privilegiadas de cidadãos, que utilizam todos os meios disponíveis, moral ou imoralmente, para atingir seus fins. 

Por certo a maior parte dos associados da Anoreg-GO, bem como de todas as Anoreg(s) repudiam atitudes como a demonstrada, pelos simples fundamentos de suas fundações, com o princípio de defender o exercício legal da função, entre outros. Entretanto, é responsabilidade dos associados, que elegeram os presidentes das associações, sua atitude enquanto representante de classe. 

As eleições se aproximam e é responsabilidade de cada cidadão os atos que seus eleitos realizarão em seus mandatos. Eleger o defensor de uma situação que representa hoje o seu interesse é muito conveniente. Entretanto, este tipo de representante não irá decidir ou representar pelo crescimento e desenvolvimento do Brasil, pela educação e pela saúde necessárias, representará, cedo ou tarde apenas seu interesse individual. Pense nisso!

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado nomeada, tabeliã, registradora de imóveis, ex-analista do TJ/MT e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

 

Reprodução

anoreg-500

 Ofício, por meio do qual, presidente Pedro Ludovico pede votos para o deputado João Campos 

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Comentários (2)

  • Junior | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 22h44
    1
    0

    Boa noite Dra Sandra. Parabéns novamente a vc pela qualidade dos textos apresentados. Novamente visualizamos o "interesse político" de alguns Coordenadores, Diretores, Presidentes de entidades de classe, entidades filantrópicas, de bairro, entre outros, que falam e discursam contra a CORRUPÇÃO, mas mantém "ela" viva por vários atos imorais que praticam. Ainda que muitas vezes a "lei" não proíbe, a MORAL com máxima certeza não permite!!!

  • Samuel Menezes | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 14h32
    1
    0

    Excelente texto. É importante divulgar e denunciar o lobby dos interinos!

| 29/09/2014, 00h:05 - Atualizado: 29/09/2014, 00h:27

Candidatos priorizam agenda para Cuiabá

Lúdio quer reforçar recall de 2012; Taques busca indecisos para vencer no 1º turno e Janete tenta diminuir alto índice de rejeição


Os três principais candidatos a governador se concentram em Cuiabá, maior colégio eleitoral, nesta última semana de campanha. Até aqui, nestes quase três meses, cumpriram uma agenda intensa, com visitas aos municípios, reuniões, comícios, carreatas, caminhadas, gravação para o horário eleitoral, entrevistas e debates.

Como possui em Cuiabá recall ainda da campanha a prefeito em 2012, o petista Lúdio Cabral, segundo colocado nas pesquisas, entende que precisa massificar mais o nome em outras regiões. Vai estar nesta segunda em Barra do Garças, pólo do Vale do Araguaia. Depois, retorna à capital mato-grossense.

O líder Pedro Taques (PDT) não quer sair da Baixada Cuiabana. Pretende fazer trabalho de convencimento junto aqueles eleitores indecisos e contrapor especialmente a candidatura de Lúdio. Acredita em vitória no primeiro turno. Janete Riva, terceira nas amostragens de intenção de voto, também prioriza campanha em Cuiabá, onde não pontua bem e enfrenta alto índice de rejeição.

Nesta terça, os concorrentes ao governo participam do último debate, desta vez organizado pela TV Centro América. Neste domingo à noite estiveram na TBO. Diferente do confronto da última sexta, na TV Record Canal 10, eles não trocaram farpas e nem acusações no confronto mediado por Onofre Júnior. Se dedicaram mais à apresentação de ideias e propostas. 

No próximo domingo, o mato-grossense vai às urnas para eleger a pessoa que comandará o Estado por quatro anos. Estão também em disputa 24 vagas de deputado estadual e oito de federal, além de uma para o Senado e a cadeira de presidente.

candidatos debate tbo

Os candidatos a governador neste domingo na TBO, no penúltimo debate desta campanha, Lúdio Cabral, Janete Riva, o mediador Onofre Júnior, José Roberto e Pedro Taques; na terça estarão na TVCA

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| 28/09/2014, 16h:47 - Atualizado: 29/09/2014, 10h:55

Taques diz que Lucas o motivou a entrar na vida pública e copia bons exemplos

Após percorrer o Estado, pedetista faz último ato em município do interior antes da eleição e agora se concentrará na Grande Cuiabá


Assessoria

Lucas do Rio Verde taques campanha500.jpg

Pedro Taques e demais integrantes da coligação em visita a Lucas do Rio Verde

O candidato a governador Pedro Taques (PDT) disse que decidiu entrar para política depois de uma visita que fez a Lucas do Rio Verde. Na ocasião, ele disse que viu que era possível transformar a vida do cidadão com a prestação de serviços de qualidade e de forma correta. Ex-procurador da Repúblia, o pedetista concorreu pela primeira vez a um cargo eletivo em 2010, quando foi vitorioso na busca por cadeira no Senado.

Para Taques, a cidade deve servir como exemplo e ter o modelo de distribuição e oferta de serviços copiados. “Lucas tem um dos melhores índices de desenvolvimento humano do Brasil e serve de modelo não só para Mato Grosso, mas para o país”, avaliou durante visita ao município ontem (27), em campanha. Destacou avanços no municípios nas áreas da educação e saúde.

Taques esteve neste sábado em Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, marcando os últimos municípios do interior em campanha. Agora, até 5 de outubro, dia do pleito, vai se concentrar na Grande Cuiabá.

O prefeito de Lucas, Otaviano Pivetta (PDT), que está licenciado para coordenar a campanha de Taques, explica que tomou decisão de se afastar por dois meses da prefeitura para ajudar não só Lucas, mas todo o estado, que, segundo ele, precisa urgente de nova administração.

 “Não fizeram nada por nosso Estado e não vão fazer agora. Faço parte da campanha de Pedro Taques por nosso Estado e também por nossa cidade, que é penalizada pela falta de compromisso do atual governo, que não cumpre suas obrigações. Nós temos que fazer aqui o trabalho que eles não fazem. Não só por Lucas, mas por todo Mato Grosso, isso precisa mudar”, afirmou Pivetta. (Com Assessoria)

otaviano pivetta

Otaviano Pivetta faz discurso em Lucas, marcando o último ato da campanha de Taques no município

 

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Comentários (5)

  • Rodrigo | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 16h31
    0
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    Rodrigo, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Rodrigo | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 16h07
    0
    0

    Rodrigo, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Joelmir | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 11h59
    7
    3

    É sinal que ele não conhecia o Nortão onde ocorre o maior desenvolvimento do Estado. Como é que um candidato a governador revela um fato desta natureza. Se fosse em outro Estado certamente seria ridicularizado.

  • JOAO JOSE REIS | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 08h14
    9
    6

    NAO CONHECIA LUCAS DO RIO VERDE ,E NA ULTIMA SEMANA ESTIVE LÁ . REALMENTE TEM UM MODELO DE GESTÃO PÚBLICA E TRANSPARENCIA COM AQUILO QUE E PARA O POVO. SAI DE LÁ COM UMA BOA IMPRESSÃO, INDEPENDENTE DE QUEM ESTA A FRENTE DO PODER MUNICIPAL

  • Edson | Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2014, 07h02
    10
    6

    Mais uma do Traque, quantas ele revelou nessa campanha? A maior em 2009 foi dizer que ficaria 8 anos no senado se fosse eleito.

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