Blog do Romilson

Ministério Público | 01/09/2011, 12h:20 - Atualizado: 01/09/2011, 15h:12

Procurador de Justiça ganha quase R$ 30 mil; auxílio "engorda" salário

Marcelo Ferra, chefe do MPE  Procurador de Justiça do Estado ganha mensalmente R$ 28,9 mil de salário porque, além do teto do subsídio de R$ 24,1 mil, tem direito a 20% sobre o vencimento a título de auxílio-moradia.

    É o que revela o próprio procurador-geral de Justiça, Marcelo Ferra, ao responder solicitação feita pelo deputado Emanuel Pinheiro. Os dados foram entregues à Mesa Diretora da Assembleia, que vai disponibilizar no seu site todos os salários de autoridades dos Poderes e dos órgãos vinculados.

    O blog teve acesso, com exclusividade, a todas as informações junto à Mesa. Você saberá aqui quanto embolsa cada autoridade que representa a sociedade em cargo público.

    Enquanto promotor e procurador de Justiça têm incremento de 20% de salário devido ao pagamento de auxílio-moradoria, os servidores usufruem de R$ 900 a mais de auxílio-alimentação. Um diretor-geral recebe R$ 9,4 mil. Pessoas que atuam em cargos de chefia de departamento, como auditor de controle interno e/ou em chefia de gabinete recebem R$ 7,3 mil, fora o auxílio-alimentação. Há quatro funções no MPE com subsídio fixo de R$ 6 mil, sendo elas de assessor especial, de supervisor administrativo, de assessor de procurador e de assessor de comunicação social. Gerente tem subsídio de R$ 4,8 mil, enquanto oficial de gabinete ganha R$ 3,7 mil e, assistente ministerial, R$ 2,7 mil.

   O MPE de Mato Grosso é um dos cinco do país que não aceitam acabar com o pagamento do auxílio-moradia a procuradores e promotores. O benefício varia de R$ 2 mil a R$ 5 mil, conforme a progressão da carreira. Dessa forma, os paladinos da moralidade, responsáveis por denunciar os chamados desmandos cometidos pelos demais Poderes e órgãos da administração pública, acabam recebendo os maiores subsídios do Estado.

    O auxílio-moradia é somado aos salários que variam de R$ 16,5 mil, para promotores recém-chegados ao MPE, a R$ 24,1 mil, pago aos procuradores que ocupam o último degrau da carreira. O subsídio destes corresponde a 90% do valor que é pago aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O resultado é uma folha de pagamento orçada em cerca de R$ 3 milhões por ano.

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Comentários (29)

  • Gil | Segunda-Feira, 26 de Dezembro de 2016, 21h38
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    Assalto à economia popular É ultrajante ver um agente público pago para zelar e impor o império das leis afrontando de forma acintosa a CF que proíbe os supersalários. O Congresso Nacional precisa tomar as medidas cabiveis para que essas pessoas devolvam com juros e multas o dinheiro opropriado de forma indevida. Como intentaram contra a economia popular devem ser processados por crime de apropriação indébita.

  • Gil | Segunda-Feira, 26 de Dezembro de 2016, 21h36
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    Assalto à economia popular É ultrajante ver um agente público pago para zelar e impor o império das leis afrontando de forma acintosa a CF que proíbe os supersalários. O Congresso Nacional precisa tomar as medidas cabiveis para que essas pessoas devolvam com juros e multas o dinheiro opropriado de forma indevida. Como intentaram contra a economia popular devem ser processados por crime de apropriação indébita.

  • Daniel Kurihara | Quinta-Feira, 03 de Dezembro de 2015, 14h41
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    Para quem passou e estudou firme, e conseguiu ser Promotor de justiça, tenho que dar meus parabéns. É um concurso difícil e exige muita competência do candidato, de estudar firme . Além disso da uma instabilidade financeiro.

  • Giselle | Quarta-Feira, 05 de Agosto de 2015, 21h52
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    Meu primo estudou muuuuito , a vida inteira hj ele é promotor fez um concurso público dificílimo e sempre estudou em escola pública. Parabéns pra ele se eu tivesse estudado como ele hj taria rica tbm e não reclamando de quem ganha muito.

  • Jarleone | Segunda-Feira, 27 de Abril de 2015, 22h22
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    Que absurdo de salário, tem gente aí que não dar um prego na barra de sabão e ganha bem, já quem se esforçar muito so ganha mecharia....

  • WALDEMAR HENRIQUE ABREU CRUZ | Terça-Feira, 17 de Março de 2015, 13h40
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    sinceramente? sem comentários.

  • sabrin8i | Quarta-Feira, 24 de Setembro de 2014, 12h43
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    nossaa ]

  • augustus | Sexta-Feira, 02 de Setembro de 2011, 09h11
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    PALHAÇADA NEM!!!!!E SE DIZEM ACIMA DO BEM E DO MAL, EXPLORANDO INDIRETAMENTE A SOCIEDADE!!!!VC, HARPIA, DEVE SER LIGADA Á ESSA INJUSTIÇA A ACHAR CORRETO ESTA ABERRAÇÃO QUE EXISTE NESTE PAIS, ONDE UM PROFESSOR GANHA 1.300,00...SÃO UM BANDO DE HIPOCRITAS...E OLHA OS VENCIMENTOS DE JUIZES DE DESEMBARGASORES TAMBÉM!!!!!PURA REGALIA E EXPLORAÇÃO..E VIVA A HIPOCRISIA NO JUDICIARIO MATOGROSSENSE!!!!!O PIOR DE TODOS OS PODERES!

  • Orlando | Sexta-Feira, 02 de Setembro de 2011, 09h07
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    Esqueceram de colocar o auxílio funeral, autorização para promotores serem donos de empresas dentro do cartel do combustível, usar da pressão do cargo para ganhar licitação e ser sócio de empresa que contrata com o Estado ...........podem tudo, mas não se preocupe, vão fiscalizar o seu.

  • Marcela Acosta | Sexta-Feira, 02 de Setembro de 2011, 09h05
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    E A POLICIA CIVIL 100% DE GREVE.... Governador Silval, Secretário Cesar Zilio, mais uma vez vocês demonstraram má fé ao apresentarem para os Escrivães e Investigadores de Polícia uma tabela salarial prevendo aumento de 40% para o mês de novembro de 2014. Acordem, tem gente pensando na Polícia Civil sim, afinal são carreira de nível superior! 2014 é ano eleitoral, e é proibido DAR AUMENTO de salário aos servidores públicos 03 meses antes e 03 meses depois das eleições, que ocorre no mês de outubro de 2014. Outra coisa, a lei orçamentária PROIBE a criação de despesas no final do mandato para o gestor que irá suceder nesse caso, para o futuro governador que iniciará seu mandato em janeiro de 2015. Pode publicar a lei agora e dar esse aumento, mas quando chegar em 2014, o Governador acionará sorrateiramente o Tribunal de Contas de MT, que com uma LIMINAR, irá suspender os efeitos da lei, e bau-bau aumento... Gente, que armadilha essa proposta salarial. Atenção praças, irmãos da gloriosa PM de MT, o aumento dos coronéis e oficiais a ultima parcela ficou para maio de 2014, e para os praças, novembro de 2014. Abram o olho... Assim, mais uma vez a sociedade paga o pato e os servidores se decepcionam com a forma de governar do Silval e seus secretários.

| 24/04/2018, 11h:41 - Atualizado: 01h atrás

Desafiado por Taques, pré-candidato da oposição elenca os principais problemas do governo tucano

Ausência de diálogo, falsa crise financeira e caos na saúde são erros citados


O governador Pedro Taques (PSDB), nos últimos dias, tem insistido em questionar seus adversários quanto a falta de coragem em apontar onde errou nestes mais de três anos de mandato. Após vários discursos do tucano, o senador e pré-candidato ao Governo Wellington Fagundes (PR) decidiu apresentar uma resposta. O oposicionista afirma que o próprio chefe do Executivo deveria saber os erros de seu governo, mas que a pergunta poderia ser facilmente respondida por qualquer cidadão mato-grossense.

“Faltou na ausência de diálogo, errou na gestão, pois o Estado está aumentando a arrecadação todo ano e estamos em uma crise, sem dinheiro para nada. Saúde atrasa e prefeituras, às vezes, tendo que colocar mais de 30% dos seus recursos para a área”, afirma, em conversa com a imprensa nessa segunda (23), durante audiência pública para debater projeto de lei sobre a Política de Gestão e Proteção do Bioma Pantanal.

Gilberto Leite

Wellington Fagundes

Senador e pré-candidato ao Governo Wellington Fagundes decidiu apresentar uma resposta ao desafio de Taques

O senador diz que Taques, além de não ser um bom gestor público, não consegue dialogar com os setores organizados da sociedade, mostrando que não tem humildade de ouvir críticas, nem mesmo dos aliados. De acordo com o republicado, o governante que não sabe os seus erros não busca se aperfeiçoar. “Errar é humano, mas permanecer no erro não é o caminho.”

Wellington ainda declara que a crise financeira alegada pelo tucano nos últimos anos é falsa, já que o Estado aumenta sua arrecadação. Ressalta que por conta da inabilidade de Taques o Estado tem sido prejudicado.

O pré-candidato diz que o tucano declarou que não tinha responsabilidade, por exemplo, com os hospitais filantrópicos (de incumbência dos municípios), que suspenderam os atendimentos em algumas situações, por conta do não repasse de recursos. Declaração analisada como absurda. “Se for governador, não terei essa dificuldade, pois toda a minha vida foi fazer a política do municipalismo. Conversar com a população.”

O republicano cita alguns dos pontos que analisa como erros da gestão tucana. Fala que Taques não retomou obras importantes, como o VLT, pois não soube estabelecer diálogo e entrar em um acordo com o Consórcio VLT, contando com o respaldo do Ministério Público, Tribunal de Contas e Justiça Federal. Na área de saúde, questiona a não conclusão do Hospital Universitário - mesmo com recursos em caixa -, e problemas no Hospital Julio Muller.

"Se esse hospital estivesse pronto, o Estado estaria economizando recurso muito grande, pois o custeio desse hospital é do Ministério da Saúde. Ouvi declaração do governador dizendo que isso não é problema dele. Mas, o convênio está na mão dele, na conta convênio. Ele tem responsabilidade, tanto que a União pode rescindir [o contrato] e multar", declara, citando ainda a não conclusão do contorno viário de Cuiabá (Rodoanel).

Carisma forçado

Já vislumbrando a chefia do Poder Executivo, Wellington declara que não será um “governador de gabinete” e que irá administrar ouvindo a população. Ressalta que o servidor técnico é quem deve estar enclausurado.

Além disso, condena a mudança de perfil de Taques, que nos últimos meses tem se dedicado ao lançamento de diversas obras em todas as regiões do Estado. Afirma que o tucano está forçando a barra para se mostrar mais próximo. “A coisa quando é feita na forçação de barra deixa de ser autêntico e as pessoas começam a sentir.”

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Comentários (1)

  • FLÁVIO | Terça-Feira, 24 de Abril de 2018, 13h21
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    Falou TUDO Senador!!! Muito bem feitas as colocações (pingos nos iiii...). Quem fala o que quer, ouve o que não quer!

| 24/04/2018, 07h:42 - Atualizado: 06h atrás

Agro é motivo de orgulho nacional


persio oliveira artigo

Pérsio Landim

Muito além das efemeridades da Copa do Mundo, o Brasil mostra seu 7 a 1 mensalmente com os números do agro [que nunca deixou de ser pop], mais do que isso, é fundamental ao país em amplos aspectos.

De acordo com o ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, no Brasil as exportações do agronegócio somaram US$ 9,08 bilhões, em março, registrando crescimento de 4,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando as vendas foram de US$ 8,73 bilhões.

Ainda segundo os relatórios, as importações de produtos do setor alcançaram US$ 1,29 bilhão. Com o resultado, a balança comercial do setor registrou saldo positivo da ordem de US$ 7,79 bilhões.

O pop pode ser constatado pela obviedade dos números, os produtos do agronegócio representaram 45,2% do total das vendas externas brasileiras no mês, com aumento de quase dois pontos percentuais de participação comparado a março do ano passado.

Assim, o MAPA comemora mês a mês, e expõe os êxitos do campo. Produtos de origem vegetal foram os que mais contribuíram para o crescimento das exportações do setor, com incremento de US$ 417,08 milhões, principalmente em função de produtos florestais, cujas vendas externas foram US$ 374,49 milhões superiores.

Se destacaram outros setores, como sucos (+US$ 107,51 milhões); cereais, farinhas e preparações (+US$ 93,55 milhões); fumo e seus produtos (+US$ 78,84 milhões) e fibras e produtos têxteis (+US$ 27,97 milhões).

Quanto ao valor exportado destacaram-se: complexo soja (44,3%), carnes (14,8%), produtos florestais (13,9%), complexo sucroalcooleiro (7,0%) e café (4,5%). Os cinco setores representam 84,4% das exportações do setor.

O complexo soja registrou montante de US$ 4,03 bilhões em exportações no mês. As exportações de farelo de soja registraram crescimento de 16,8%, atingindo US$ 507,14 milhões.

Mais do que pop, o agro é vital para o Brasil

A Ásia se manteve como principal região de destino das exportações do agronegócio, somando US$ 4,65 bilhões. A União Europeia ocupou a segunda posição no ranking de blocos econômicos e regiões geográficas de destino das vendas externas do agronegócio brasileiro no mês. Houve crescimento de 22,9% nas vendas ao mercado, decorrentes, principalmente, do aumento nas exportações de celulose (+162,6%); soja em grãos (+59,7%); sucos de laranja (+38,8%); fumo não manufaturado (+120,2%) e farelo de soja (+12,9%), destacou.

O 7º Levantamento da safra de grãos 2017/2018, divulgado pela Conab, revelou estimativa de colheita de grãos de 229,5 milhões de toneladas, que deverá ser a segunda maior da história. O recorde foi registrado no ano passado de 237,7 milhões de toneladas.

Apesar do decréscimo de 3,4% em comparação à safra passada, o número é considerado elevado considerando a média de produção no país em condições climáticas normais. Em relação aos números apurados no mês anterior, houve aumento de 3,5 milhões de toneladas (1,5%).

O governo sublinha que a boa estimativa deve-se ao resultado do avanço da colheita da soja e do milho primeira safra, que vem confirmando boa produtividade e perspectiva de maior de área para a segunda safra.

Os dados divulgados também apontam que a soja é a maior responsável pelo desempenho da produção. A leguminosa deve alcançar 114,9 milhões de toneladas. O algodão em pluma novamente marca presença neste levantamento, com produção de 1,9 milhão de toneladas, que representa 21,8% a mais que na safra anterior. O feijão, segunda safra, também obteve bom desempenho e deve colher 1,29 milhão de toneladas, com aumento de 7,3%.

Mais do que pop, o agro é vital para o Brasil.

Pérsio Oliveira Landim é advogado, especialista em Gestão do Agronegócio, presidente da 4ª Subseção da OAB – Diamantino (MT)

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| 24/04/2018, 00h:00 - Atualizado: 23/04/2018, 20h:18

Verdades entrecortadas


Olga_200_fora

Olga Lustosa

A grande maioria da classe política percebe que o país não sofre nenhum processo de desestabilização frente ao caos político que se instala no período eleitoral e que, na verdade, esse tumulto todo com candidatos denunciados, outros em vias de serem denunciados, coligações esdrúxulas, conversas gravadas, conversas vazadas, etc... pode ser o nascimento de um país novo.

Em tempo de fake news, factóides, a verdade precisa ser valorizada. Ao acompanhar a trajetória política do país, com olhar crítico, leio tudo com atenção e se precisasse pontuar o que me impressiona neste momento, eu diria que é a falta de verdade em quase tudo o que os políticos tentam mostrar para o público.

As conversas de pé de orelha nas mesas propositadamente colocadas atrás de colunas, para que as fotos entrecortadas causem espasmos quando são postadas em diferentes ângulos para parecer que foram vários os encontros.

Embora haja muita gente boa em todos os níveis de candidaturas colocadas, dói menos admitir que estamos vivendo um processo político em que quase todos foram envolvidos em alguma ação de apropriação de dinheiro público para comprar gente, comprar partido político, comprar vaga, pagar mídia para chegar ao poder e, depois, manter-se nele.

Essa é uma verdade inconveniente, mas que não abala o discurso de muitos políticos experientes nos procedimentos que quase afundaram o país e agora tentam embarcar nos projetos de mudanças. É aquela história do se colar, colou.

Não há outra alternativa, senão a reforma profunda

Chega de colher frutos sem plantar árvores. Chega da visão vira-latista. O que há de errado há muito foi identificado por todos os políticos, cientistas sociais e cientistas políticos: incompetências e corrupções generalizadas nas vidas públicas e privadas. Ë bom lembrar que para cada político corrupto existe um empresario que naturaliza o fato de que é preciso corromper para ter vantagens adicionais indevidas e assim manter o ciclo perverso do compadrio.

Nossa jovem república democrática não segue bem adiante sem a honestidade dos homens públicos nos temas de interesse da sociedade e as linhas sugeridas pelos programas partidários estão ultrapassadas ou dissolveram-se. Daí resta, um monte de políticos sem rumo e sem compromisso com a verdade e com o povo.

Não há outra alternativa, senão a reforma profunda, em todos os níveis de Poderes e se a reforma política não veio aprovada pela incompetência do Congresso Nacional, (no caso de Mato Grosso causou susto ler a matéria que cita que em mais de três anos apenas uma lei foi emplacada pelos Congressistas do estado) que seja feita nas urnas através do poder transformador do voto.

Olga Borges Lustosa é socióloga, cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olgaborgeslustosa@gmail.com e www.olgalustosa.com

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arco de aliança | 23/04/2018, 17h:12 - Atualizado: 23/04/2018, 17h:22

Fávaro e Neurilan receberam carta branca para aproximar PSD da oposição, afirma Wellington


O senador Wellington Fagundes (PR), pré-candidato ao Governo do Estado, mantém forte aproximação com o PSD, dividido entre os que continuam a apoiar o governador Pedro Taques (PSDB) e os que querem distância do projeto de reeleição do tucano.

De acordo com Wellington, o ex-vice-governador Carlos Fávaro e o presidente da AMM Neurilan Fraga receberam carta branca do presidente nacional do partido e ministro  da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, para articular eventual aliança com o grupo de oposição.

Gilberto Leite

Wellington Fagundes  com Rosana Martinelli

Senador Wellington Fagundes diz que o PSD conversa com partidos de oposição não só lá em Brasília, como em MT

“O PSD tem conversado muito com os partidos de oposição. Não só lá em Brasília, como aqui no Estado. Tivemos uma reunião semana passada com o ex-ministro Kassab, e a conversa ficou bem definida. Primeiro, dando autonomia a Neurilan e Fávaro no comando do partido. E [segundo], a possibilidade de fazermos uma coligação”, declara, em conversa com a imprensa nesta segunda (23), durante audiência pública para debater projeto de lei sobre a Política de Gestão e Proteção do Bioma Pantanal.

Conforme o pré-candidato, os partidos de oposição (PR, MDB, PP e PTB) devem se reunir nesta noite na Capital, para analisar tal aproximação ao PSD. Além do partido do ex-vice-governador, outras legendas – DEM, PDT e PRB - que se formam em bloco contra a candidatura de Taques, também mantém flerte com os grupos que são oposição desde o início do mandato.

A decisão de independência a Taques foi definida no fim de março, mas não é unanimidade no PSD. Os deputados estaduais Gilmar Fabris, Pedro Satélite, Wagner Ramos e Ondanir Bortolini, o Nininho, garantem manter lealdade ao governador, mesmo com a sigla buscando se acomodar em grupo contrário ao do tucano. As conversações com outros partidos ficaram mais frequentes, após Fávaro renunciar ao cargo e evidenciar a ruptura com o chefe do Executivo.

Verticalização

Se em Mato Grosso o PSD caminha para palanque oposto ao do PSDB, em São Paulo as duas siglas devem estar juntas na chapa majoritária. Kassab era cotado para ser vice do ex-prefeito João Dória ao governo de São Paulo. Ele, no entanto, decidiu permanecer no ministério e deve indicar Alda Marco Antônio, que foi vice-prefeita.

Nacionalmente, o presidente do PSD defende que os partidos de centro deveriam estar unificados em torno da pré-candidatura do PSDB à Presidência, encabeçada por Geraldo Alckmin.

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engenharia política | 23/04/2018, 07h:49 - Atualizado: 23/04/2018, 17h:29

Para deputado tucano, Taques tem a obrigação de reconquistar ex-aliados políticos com paciência


O deputado federal Nilson Leitão (PSDB) considera que o governador Pedro Taques (PSDB) tem a obrigação de reconquistar os ex-aliados que migraram para outro grupo político por descontentamento com o governo. Para isso, aposta no diálogo e na apresentação dos resultados da gestão.

“É obrigação do governo reconquistá-los. Principalmente aqueles que iniciaram a vida política junto com Pedro Taques. É uma engenharia que precisa ser reorganizada com muito diálogo, com muita paciência e, principalmente, com convencimento”, afirma Leitão em entrevista ao .

Gilberto Leite

ATO DEM 18

Deputado federal Nilson Leitão diz que considera que o governador tem a obrigação de reconquistar os ex-aliados 

O grupo dos ex-aliados, que articula pré-candidatura para enfrentá-lo nas urnas, agrega figuras como o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM), o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde Otaviano Pivetta (PDT), o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD), além dos deputados federais Fabio Garcia (DEM) e Adilton Sachetti (PRB). Nesta semana, os descontentes divulgarão documento denominado Carta por Mato Grosso com as principais diretrizes do plano de governo que estão elaborando.

Leitão também afirma que Taques deve convencer os aliados fazendo um bom governo. Neste sentido, defende que o tucano apresente resultados positivos na saúde, segurança pública, educação e infraestrutura.

“O melhor convencimento é um bom governo. Quero que Pedro Taques faça um governo bom. Os que têm o mesmo entendimento vão acabar sentando à mesa. Quem tem outros interesses, não vai dialogar. É um debate que vai demorar uns 90 dias para acontecer até que as peças ocupem seus lugares no tabuleiro da política”, completa

Os que têm o mesmo entendimento vão acabar sentando à mesa. Quem tem outros interesses, não vai dialogar.

Apesar das ponderações, Leitão reputa como normais as movimentações dos descontentes com Taques. Pontua que o calendário permite que os partidos e políticos busquem ampliar seus espaços nas eventuais alianças.

“O calendário permite essa movimentação. É o momento de cada partido buscar seu espaço, colocar candidaturas prévias para sentar à mesa lá na frente. Isso é normal. Somado a isso, tem os descontentes, que apoiaram o governo e hoje não estão no mesmo campo. Repito, o desafio é reconquistá-los”, conclui o tucano.

Apesar do discurso conciliador de Leitão, Taques tem respondido às críticas dos descontentes de forma incisiva. Mesmo sem citar nomes, afirma que os que criticam tiveram interesses contrariados e queriam colocá-lo no cabresto para que adotasse medidas como privatização da Unemat e não pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) nem das leis de carreira do funcionalismo do Estado.

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Comentários (8)

  • Generoso Schinaider | Segunda-Feira, 23 de Abril de 2018, 17h17
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    Tenho do Sr.Deputado Nilson Leitao, pos admiro o seu trabalho na Camara Federal, e acho que ja merecia agora ser promovido a Senador. Mais com um aliado de cabeca dura e mal amado como e' o Governador Pedro Taques o sr. ta' liquidado nas suas pretencoes senatorial. Aconselho a desistir dessa candidatura enquanto e' cedo, pois ai da tem chance de ser reeleito Dep.Fed. pois com Pedro candidato a reeleicao. voces vao perder feio. Sua chance seria de que o candidato do Grupo fosse o Jaime Campos ou Mauro Mendes ai a sua ida p/ o Senado era certa. Pense nisso com carinho.

  • alexandre | Segunda-Feira, 23 de Abril de 2018, 15h51
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    paciência é uma virtude que pedrinho não possui...

  • joaoderondonopolis | Segunda-Feira, 23 de Abril de 2018, 14h58
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    O PSDB já pode ir pensando no plano "b" para o governo em 2018, tudo indica que Taques não será candidato a reeleição. Pois, é sabedor que sua rejeição no estado é grande e irreversível.

  • Benedita da Silva | Segunda-Feira, 23 de Abril de 2018, 10h07
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    Ao que parece a confiança é indicação de cargos nos escalões para apadrinhados? Atender a demanda de caciques dos partidos? O PSDB antes de vir com este discurso, deveria tentar conquistar se é pode a confiança dos eleitores, o.presidente do partido réu, o candidato a presidente em suspeição, tem o partido capital político pra dar conselhos? Ou por conta dos interesses contrariados resolveram chutar o pau da barraca?

  • edson | Segunda-Feira, 23 de Abril de 2018, 09h03
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    Mesmo sem citar nomes, afirma que os que criticam tiveram interesses contrariados e queriam colocá-lo no cabresto para que adotasse medidas como privatização da Unemat e não pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) nem das leis de carreira do funcionalismo do Estado. KKKKKKKKKKKKKKK

  • Sergio | Segunda-Feira, 23 de Abril de 2018, 08h47
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    Aproveite e pula do barco também pois pode afundar junto, ainda é tempo de agir.

  • Renato Mello | Segunda-Feira, 23 de Abril de 2018, 08h43
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    Confiança é igual a flecha lançada, depois que foi, não volta mais........e o pedro conseguiu desagradar o povo e os seus aliados...que agora lhe viram as costas com toda a razão....PEDRO TAXIS NUNCA MAIS.

  • Ex-eleitor do Taques | Segunda-Feira, 23 de Abril de 2018, 08h15
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    Deputado reconquistar de que jeito??? A confiança é algo que quando se perde não reconquista e os ex-aliados incluindo os eleitores já deixaram de confiar neste cidadão chamado Pedro Taques desde quando começaram a surgir os primeiros escândalos e só piorou ao longo destes tres anos e meio e agora a unica certeza é que Pedro Taques vai perder em outubro porque o MT não merece, tanta incompetência, arrogância, prepotência e grampos ilegais...

| 23/04/2018, 00h:00 - Atualizado: 22/04/2018, 22h:03

Dano moral e WhatsApp


sandra alves articulista perfil

Sandra Alves

A tecnologia empregada nos novos modelos de celulares (smartphones), aliada à ampliação do acesso à internet, potencializou os níveis de ofensas pessoais. Ao mesmo tempo em que a informação circula rápida, é veloz o dano a imagem de que sofre com acusações infundadas de fatos e aposição de qualificativos.

A intervenção do Poder Judiciário com a imposição de indenização àquelas pessoas que causam danos a outrem vem se consolidando como forma de reequilíbrio social entre ofensores e ofendidos.

Falo de defeitos no senso comum dos chamados grupos de conversas por aplicativos tais como WhatsApp e telegram, os mais populares no seio mato-grossense. O limite entre a exposição do pensamento (liberdade de expressão) em contraposição ao respeito à dignidade da pessoa humana, que engloba uma série de proteções em relação a não exposição indevida de sua imagem, do respeito a intimidade e vida privada.

Apesar de se tratar de um aspecto subjetivo, o que pode ou não ofender determinada pessoa, existe um senso comum facilmente compreendido. Colocar em grupos de conversa que a pessoa é feia, burra, gorda ou magra demais, que não possui capacidade, que agiu prejudicando sua empresa, que é desonesta, são condutas que expostas em um grupo com outras pessoas tem claramente o intuito de lesar sua honra, sua imagem.

Este tipo de conduta no seio social aumenta o número de discussões e danos entre as pessoas. A ofensa é fácil e de grandes proporções porque é propagada para diversas pessoas instantaneamente em um grupo de WhatsApp ou telegrama.

Além do mais, existe uma certa ilusão de que a ofensa causada por este instrumento esteja protegida pelo meio informal, com a impressão para o ofensor de que possa ser menos grave, que apresente simples manifestação de pensamento.

Os tribunais de Mato Grosso e de todo o país vem rechaçando este tipo de conduta, o que já era esperado. As lesões à honra e privacidade causadas em grupos de aplicativos possui agravante, pela rapidez, pela conotação, pela acusação que se faz nas madrugadas, nos momentos de ausência do ofendido, sem os olhos nos olhos. Por este e outros motivos vem sendo infligidas indenizações aos responsáveis pelo dano específico.

A quantidade de pessoas que integram o grupo de conversa deve ser considerada

A possibilidade de indenização por danos morais e à imagem nos casos citados tem fundamento nos artigos 20, 186, 187 e 927 do Código Civil e artigo 5º, incisos V e X da Constituição Federal. Neste tipo de processos deve ser observado também os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, levando-se em conta, além da necessidade de compensação dos prejuízos sofridos, as circunstâncias do caso, a gravidade, a situação do ofensor e a prevenção de comportamentos futuros análogos.

A quantidade de pessoas que integram o grupo de conversa deve ser considerada. A qual grupo social se refere (trabalho, família, amizade, residencial, entre outros) é considerada para fim de extensão. Os momentos em que as ofensas transcendem o próprio grupo e repercutem em outras esferas sociais pode aumentar o valor da indenização a ser paga.

Para chegar-se ao valor da indenização, o valor salarial e a condição de social (padrão social) de quem realiza a ofensa e de quem irá receber a indenização deve ser considerado. Por essa razão, se a pessoa que causa a ofensa tem remuneração mensal de um salário mínimo, residindo em condomínios de menor luxo, e o ofensor está no mesmo patamar social, a indenização deve ser fixada considerando esses fatos.

O valor pecuniário a ser fixado não pode ser fonte de obtenção de vantagem indevida (CC, art. 884), mas também não pode ser irrisório, para não fomentar comportamentos irresponsáveis.

A análise quanto à conveniência de se propor ou não uma demanda judicial para discutir uma ofensa à honra e intimidade deve ser ponderada pelas pessoas individualmente. O próprio fato de processar ainda é visto com preconceito por parte da sociedade.

Entretanto, discutir a responsabilidade das pessoas em suas manifestações é imprescindível para o atual estágio de desenvolvimento da sociedade. Ações inconsequentes, ou mais, ações ofensivas propositais para destruir a honra e imagem dos semelhantes é conduta que precisa ser combatida de forma veemente por ser direito inerente à dignidade da pessoa humana.

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandra_cristina_alves@hotmail.com)

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corrida eleitoral | 22/04/2018, 21h:10 - Atualizado: 23/04/2018, 16h:06

Wilson e Bezerra são os que mais concorreram às eleições; Pátio e Júlio também acumulam embates


Wilson Santos é o político da história de Mato Grosso que mais disputou eleições para cargo eletivo. De 1988, quando conquistou cadeira de vereador pela Capital, até 2014, ano em que assegurou retorno à vaga de deputado estadual, foram 14 disputas, incluindo dois segundos turnos. E ganhou em 10 das 14. O segundo campeão de teste das urnas é Carlos Bezerra, a caminho dos 77 anos, com 12 disputas eleitorais; seguido do hoje prefeito de Rondonópolis, Zé do Pátio, com 11, e de Júlio Campos, com 8.

Mário Okamura/Arte/Rdnews

politicos candidatos

Wilson Santos, Carlos Bezerra, Zé do Pátio e Júlio Campos, os cargos e anos nos quais disputaram eleições no Estado

No caso de Wilson, ele já foi vereador, deputado federal, prefeito de Cuiabá, está no terceiro de deputado estadual e neste ano deseja o quarto mandato. Nestas três décadas, amargou derrotas para prefeito e para governador.

Deputado federal pela terceira vez, Carlos Bezerra é tão acostumado a se colocar nos pleitos como candidato que, em muitos casos, mal chegou à metade de um mandato para já tentar garantir outro, como ocorreu em 1998. Naquele ano, o cacique emedebista ainda tinha quatro anos no Senado e se candidatou à reeleição. Sua intenção era, caso reeleito, ceder a vaga ao suplente Elói de Almeida, que o sucederia naquela cadeira pelos quatro anos restantes, enquanto Bezerra prosseguiria por mais oito. Mas foi derrotado.

Bezerra passou pelo comando da Prefeitura de Rondonópolis, pela Assembleia Legislativa, pelo Palácio Paiaguás, Senado e Câmara Federal. E quer mais. Assim como Wilson Santos busca a reeleição de estadual, Bezerra trabalha para garantir mais quatro anos no posto de federal. Se conseguir, baterá os 80 anos exercendo mandato eletivo em Brasília.

Zé do Pátio, projetado na vida pública por Bezerra, atuou mais no Legislativo. Foi vereador por Rondonópolis três vezes e deputado estadual por mais quatro. De três disputas para prefeito, ganhou duas.

De todos os chamados políticos carreiristas que carregam muitas experiências de teste das urnas, Júlio Campos foi o único que saiu e voltou. Depois de exercer mandato de prefeito várzea-grandense, de deputado federal, governador e senador, ele se tornou conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Mas se aposentou depois do cargo vitalício e voltou para o embate eleitoral, sendo derrotado para prefeito, ganhou para deputado federal, mas acabou tendo o mandato cassado. Eis que Júlio será candidato de novo neste ano. Agora ao cargo nunca exercido por ele, o de deputado estadual.

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Comentários (7)

  • Edivaldo Augusto | Segunda-Feira, 23 de Abril de 2018, 21h30
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    Nunca mais votarei em essa gente falsa originarios do Ministerio Publico e do Judiciario, exemplo Pedro Taques e essa descarada Selma que usou e abusou do seu cargo para aparecer e agora e' candidata a Senador. Ainda tem muitos eleitores ignorantes comprando gato por lebre. To fora...

  • Carlos Nunes | Segunda-Feira, 23 de Abril de 2018, 15h16
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    Agora é a hora de cravar o voto na Juíza SELMA, pela sua honestidade, ética e competência, porque que vai representar muito bem Mato Grosso no Congresso Nacional. Tem capacidade de propor novas leis, e alterar várias, pois tem capacidade no assunto...além de fiscalizar o Poder Executivo. Aí, a gente aproveita e RENOVA tudo...NOVO presidente da república, NOVO governador, NOVOS deputados federal e estadual. Tudo novinho, esses novos podem começar a escrever uma nova página na história política do Brasil. Um novo presidente, um novo governador, um novo Congresso Nacional, uma nova Assembleia Legislativa...é uma nova esperança...pra nós, os eleitores, os verdadeiros donos do Poder. Vai dar uma arejada na Política Brasileira.

  • Ricardo | Segunda-Feira, 23 de Abril de 2018, 10h13
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    Tá na hora dos quatros irem pra casa esperarem a morte chegar.

  • Chico | Segunda-Feira, 23 de Abril de 2018, 10h05
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    Pessoal, já passou da hora não é de virar o disco, é mudar a vitrola. Chega dessas raposas, desses políticos matreiros, todos com idéias velhas e ultrapassadas. Todos, absolutamente todos os nossos deputados agem da mesma forma. Se não tomarmos uma atitude agora e trocar todos os deputados, eleger novos independente se fez "muito" ou não vamos ficar chupando dedo mais 4 anos. Ae marqueteiros, criem uma campanha #TROCATODOSOSPOLITICOS, #NAOREELEJANINGUEM, ou #VOTAEMNOVOSPOLITICOS

  • Vovô | Segunda-Feira, 23 de Abril de 2018, 07h52
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    Júlio Campos é um político de verdade, não deixa o companheiro na estrada pedindo carona, tem coragem para enfrentar qualquer cargo político neste estado, se no DEM não tem candidato a governo Dr. Júlio Campos está pronto.

  • Moraes | Segunda-Feira, 23 de Abril de 2018, 07h19
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    Fizeram da política profissão. Pergunto: financeiramente compensou? Seus patrimônios como era no início da carreira? Como está agora? Suas realizações nos cargos melhoraram qualitativamente a vida das pessoas? Não se assustem com as cifras meu povo!

  • amigo | Domingo, 22 de Abril de 2018, 23h59
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    OS DINOSSAUROS. FORA TODOS.

No Piauí | 22/04/2018, 07h:46 - Atualizado: 22/04/2018, 11h:35

Blairo defende a classe política, diz que ditadura não serve para ninguém e alerta a sociedade veja


O ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) criticou a negação da política e defendeu a importância dos políticos para solução dos problemas enfrentados pela sociedade. Além disso, alertou para a sedução do discurso autoritário promovido pelos saudosistas da ditadura civil-militar que governou o Brasil entre 1964 e 1965.

“Se é ruim com a política, é muito pior sem a política. Ditadura não serve pra ninguém. Ditadura serve para o ditador e o amigo do ditador. O resto que se lasque. O resto pode procurar seu direito que nunca vai achar”, disse Blairo em Gilbués (distante 815,7 km da capital Teresina), onde participou do 3º Encontro das Cidades para debater políticas públicas voltadas ao extremo sul do Piauí, na última sexta (20).

Embora não tenha citado nomes, a fala de Blairo pode ser interpretada como crítica ao deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ). Apesar de exercer mandatos consecutivos há quase 30 anos, o presidenciável da direita conservadora costuma negar que faz parte da classe política, defende o legado dos militares no poder e chegou a invocar a memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, apontado como torturador, em pleno Congresso Nacional.

Eu quero aqui ressaltar o papel da política, o papel dos bons políticos, o papel da democracia e o papel do entendimento

Apesar de reconhecer o desgaste dos políticos perante a população, Blairo lembra que são os detentores de mandatos eletivos que se esforçam para atender as demandas da sociedade. Segundo ele, as eleições de outubro são a oportunidade para superar os problemas de ordem política que o Brasil enfrenta.

“E tenho certeza que toda dor de barriga que dá aqui, o primeiro problema que dá no município, o primeiro problema que dá em qualquer lugar, todos correm no deputado federal, no vereador, no deputado estadual, no governador e vão lá para Brasília atrás do senador para resolver as coisas. É assim que funciona”, completou o ministro da Agricultura, recebendo aplausos do governador Wellington Dias (PT) e de outras autoridades presentes no evento.

No discurso, Blairo também destacou sua decisão de não disputar as eleições deste ano apesar de considerar sua reeleição ao Senado como tranquila. Afirmou que fez a opção de permanecer no governo federal para continuar enfrentando os desafios da agropecuária brasileira.

“Se eu tivesse saído de lá agora, quando nós iríamos readequar as coisas. Eu quero aqui ressaltar o papel da política, o papel dos bons políticos, o papel da democracia e o papel do entendimento”, concluiu.

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Comentários (4)

  • Moraes | Segunda-Feira, 23 de Abril de 2018, 07h39
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    Os privilegiados do regime vigente jamais irão defender mudanças no status quo. Querem se manter no topo da pirâmide e controlar a grande massa populacional. O suor do trabalhador banca as regalias da elite política e financeira. Ordem só para o povão e progresso só para as elites.

  • Benedito Eraldo da silva | Segunda-Feira, 23 de Abril de 2018, 07h07
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    Benedito Eraldo da silva, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • joaoderondonopolis | Domingo, 22 de Abril de 2018, 11h22
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    Os políticos só trouxeram problemas para a sociedade. Taí prisões e mais prisões, enquanto a população sofre. Se caso acontecer uma Intervenção Militar e fechar todos os poderes, com 10 anos o Brasil é uma das maiores potências do mundo. Enquanto não chega a intervenção, não devemos reeleger ou menos eleger nenhum político que tem ou teve mandato.

  • Carlos Nunes | Domingo, 22 de Abril de 2018, 08h50
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    Ih! Num sistema democrático os políticos são necessários, mas não são insubstituíveis, pelo contrário...o processo democrático é aperfeiçoado pela Renovação. Afinal de contas Eleição é igual Departamento de Pessoal, podemos Demitir e Contratar pessoas pra nos representar, elas são só NOSSOS EMPREGADOS. Nas próximas eleições Quem vamos Demitir? Quem vamos Contratar pra nos representar? Pro bem do Brasil, pro bem de Mato Grosso...NOVO presidente da república, NOVO governador, NOVOS senadores, NOVOS deputados federal e estadual. A gente elege uma nova safra de pessoas...acompanha a atuação dela, de 2019 até 2022 (senadores até 2026), se não derem conta do recado, se decepcionarem, a gente demite todas em 2022, e contrata outras. Só assim a Nação é arejada com novos políticos. Mudanças podem acontecer.

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