Cuiabá, 20 de Agosto de 2014
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Ministério Público | 01/09/2011, 12h:20 - Atualizado: 01/09/2011, 15h:12

Procurador de Justiça ganha quase R$ 30 mil; auxílio "engorda" salário

Marcelo Ferra, chefe do MPE  Procurador de Justiça do Estado ganha mensalmente R$ 28,9 mil de salário porque, além do teto do subsídio de R$ 24,1 mil, tem direito a 20% sobre o vencimento a título de auxílio-moradia.

    É o que revela o próprio procurador-geral de Justiça, Marcelo Ferra, ao responder solicitação feita pelo deputado Emanuel Pinheiro. Os dados foram entregues à Mesa Diretora da Assembleia, que vai disponibilizar no seu site todos os salários de autoridades dos Poderes e dos órgãos vinculados.

    O blog teve acesso, com exclusividade, a todas as informações junto à Mesa. Você saberá aqui quanto embolsa cada autoridade que representa a sociedade em cargo público.

    Enquanto promotor e procurador de Justiça têm incremento de 20% de salário devido ao pagamento de auxílio-moradoria, os servidores usufruem de R$ 900 a mais de auxílio-alimentação. Um diretor-geral recebe R$ 9,4 mil. Pessoas que atuam em cargos de chefia de departamento, como auditor de controle interno e/ou em chefia de gabinete recebem R$ 7,3 mil, fora o auxílio-alimentação. Há quatro funções no MPE com subsídio fixo de R$ 6 mil, sendo elas de assessor especial, de supervisor administrativo, de assessor de procurador e de assessor de comunicação social. Gerente tem subsídio de R$ 4,8 mil, enquanto oficial de gabinete ganha R$ 3,7 mil e, assistente ministerial, R$ 2,7 mil.

   O MPE de Mato Grosso é um dos cinco do país que não aceitam acabar com o pagamento do auxílio-moradia a procuradores e promotores. O benefício varia de R$ 2 mil a R$ 5 mil, conforme a progressão da carreira. Dessa forma, os paladinos da moralidade, responsáveis por denunciar os chamados desmandos cometidos pelos demais Poderes e órgãos da administração pública, acabam recebendo os maiores subsídios do Estado.

    O auxílio-moradia é somado aos salários que variam de R$ 16,5 mil, para promotores recém-chegados ao MPE, a R$ 24,1 mil, pago aos procuradores que ocupam o último degrau da carreira. O subsídio destes corresponde a 90% do valor que é pago aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O resultado é uma folha de pagamento orçada em cerca de R$ 3 milhões por ano.

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Comentários (22)

  • augustus | Sexta-Feira, 02 de Setembro de 2011, 09h11
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    PALHAÇADA NEM!!!!!E SE DIZEM ACIMA DO BEM E DO MAL, EXPLORANDO INDIRETAMENTE A SOCIEDADE!!!!VC, HARPIA, DEVE SER LIGADA Á ESSA INJUSTIÇA A ACHAR CORRETO ESTA ABERRAÇÃO QUE EXISTE NESTE PAIS, ONDE UM PROFESSOR GANHA 1.300,00...SÃO UM BANDO DE HIPOCRITAS...E OLHA OS VENCIMENTOS DE JUIZES DE DESEMBARGASORES TAMBÉM!!!!!PURA REGALIA E EXPLORAÇÃO..E VIVA A HIPOCRISIA NO JUDICIARIO MATOGROSSENSE!!!!!O PIOR DE TODOS OS PODERES!

  • Orlando | Sexta-Feira, 02 de Setembro de 2011, 09h07
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    Esqueceram de colocar o auxílio funeral, autorização para promotores serem donos de empresas dentro do cartel do combustível, usar da pressão do cargo para ganhar licitação e ser sócio de empresa que contrata com o Estado ...........podem tudo, mas não se preocupe, vão fiscalizar o seu.

  • Marcela Acosta | Sexta-Feira, 02 de Setembro de 2011, 09h05
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    E A POLICIA CIVIL 100% DE GREVE.... Governador Silval, Secretário Cesar Zilio, mais uma vez vocês demonstraram má fé ao apresentarem para os Escrivães e Investigadores de Polícia uma tabela salarial prevendo aumento de 40% para o mês de novembro de 2014. Acordem, tem gente pensando na Polícia Civil sim, afinal são carreira de nível superior! 2014 é ano eleitoral, e é proibido DAR AUMENTO de salário aos servidores públicos 03 meses antes e 03 meses depois das eleições, que ocorre no mês de outubro de 2014. Outra coisa, a lei orçamentária PROIBE a criação de despesas no final do mandato para o gestor que irá suceder nesse caso, para o futuro governador que iniciará seu mandato em janeiro de 2015. Pode publicar a lei agora e dar esse aumento, mas quando chegar em 2014, o Governador acionará sorrateiramente o Tribunal de Contas de MT, que com uma LIMINAR, irá suspender os efeitos da lei, e bau-bau aumento... Gente, que armadilha essa proposta salarial. Atenção praças, irmãos da gloriosa PM de MT, o aumento dos coronéis e oficiais a ultima parcela ficou para maio de 2014, e para os praças, novembro de 2014. Abram o olho... Assim, mais uma vez a sociedade paga o pato e os servidores se decepcionam com a forma de governar do Silval e seus secretários.

  • ana maria sousa melo | Sexta-Feira, 02 de Setembro de 2011, 08h44
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    Parabens, merece fizeram concurso. Neneu faz tambem você não é advogado?

  • Souza | Sexta-Feira, 02 de Setembro de 2011, 07h34
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    O ex Procurador Federal Pedro Taques exterminou várias quadrilhas em MT. Os nossos, Estaduais, além de investigação de Paternidade, o que mais eles fazem para "MERECEREM" esses poupudo Ganho???. Éis a questão.

  • Ditao Cuiabano | Sexta-Feira, 02 de Setembro de 2011, 06h11
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    Auxillio Alimentacao pra quem ganha R$30.000,00 por mes, e de R$ 900,00...corresponde a bolsa familia de 10 familias de baixa renda...pra um engravatado, e da justica, que justica????

  • Harpia harpyja | Sexta-Feira, 02 de Setembro de 2011, 01h50
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    os procuradores estudaram para ganhar bem, diferente dos politicos ladrões deste estado que estão bilhonarios a custa nossa

  • Lyse Santos | Quinta-Feira, 01 de Setembro de 2011, 20h06
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    Pelo menos, esta categoria de profissionais assim como os do Poder Judiciário, TRABALHAM e fazem por merecer o subsidio. Agora pergunto: OQ FAZEM ESSES POLÍTICOS SAFADOS E CORRUPTOS com o nosso País? Esses, sim, são os grandes INUTEIS que infestam a sociedade. E, o pior: além de passarem a mao nas verbas destinadas à saude, educação, segurança, etc, AINDA RECEBEM GORDISSIMOSSSSSSSSSSSS subsídios além das VERBAS EXTRAS q

  • Junior | Quinta-Feira, 01 de Setembro de 2011, 19h39
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    É legal esse auxilio moradia ...a Constituição Federal comunga com esse direito concedido em MT....é a mesma coisa que sessao extraordinaria do legislativo...e esse dinheiro bem que podia ser devolvido aos cofres público para construção de casa para quem nao tem... E outra com um valor desse EXTRA da para financiar pela CEF uma mansao, apartamento de luxo...e pagar com o auxilio....Ahhhhh até eu que sou mais bôbo quero desse!!!!!!

  • marcos | Quinta-Feira, 01 de Setembro de 2011, 19h29
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    tem funcionario do executivo de nivel superior formado com 20 anos no executivo que ganha menos de 3mil reais....esse é o estado da copa, do agronegocio o escanbal.....só conversa fiada.....blairo maggi ficou 8 anos e não fez nada para o funcionalismo publico, fez só pra ele e para os apadrinhados...

| 20/08/2014, 10h:29 - Atualizado: 01h atrás

Taques se sente "confortável" em palanque múltiplo, mas não comenta sobre Marina


Iara Rezende/Rdnews

Taques e Aécio-Garapa-Iara (7).JPG

Pedro Taques ao lado do presidenciável Aécio Neves em Cuiabá tomando garapa

O candidato ao Governo Pedro Taques (PDT) demonstrou estar bastante à vontade com o palanque “múltiplo” de presidenciáveis, formado em torno de seu projeto rumo ao Palácio Paiaguás.

Durante visita do tucano e candidato à presidência da República Aécio Neves a Capital e em Sinop, Taques reforçou o fato de sua aliança ser plural e que seja qual for o presidente eleito, ele dará apoio ao Estado.

“Cada cidadão apóia quem quiser. O PP apóia Dilma Rousseff (PT), o PDT apóia a presidente também. Cada cidadão tem o direito de escolher. Tem militantes do PDT que apóiam o Aécio e não a Dilma”, pontua. O grupo de Taques é formado por 13 siglas - PDT, PP, DEM, PSDB, PSB, PPS, PV, PTB, PSDC, PSC, PRP, PSL e PRB. Dentro delas há 5 presidenciáveis: Aécio, Marina Silva (PSB), pastor Everaldo (PSC), Eduardo Jorge (PV) e José Maria Eymael (PSDC). Além deles, ainda tem o PP (partido do vice do Taques, Carlos Fávaro), cujo partido inteiro faz campanha para Dilma, assim como alguns membros do PDT.

O pedetista preferiu não comentar a escolha de Marina Silva (PSB) como substituta de Eduardo Campos, vítima fatal de acidente aéreo, na corrida presidencial, pelo menos até que seja homologada.

Acontece que o setor produtivo tem resistência em relação à Marina desde a época em que era ministra do Meio Ambiente. “Não vou jantar para depois almoçar”, afirmou Taques, ao ser questionado sobre a situação. A tendência é que o nome de Marina seja homologado hoje, sendo indicado deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS)  como vice.

Taques, por sua vez, pondera que é necessário esperar a situação se definir. Apesar da resistência em comentar a definição em torno de Marina, o pedetista garante que o PSB é um aliado de primeira hora e que, por isso, seja quem for o candidato, terá o seu apoio.

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| 20/08/2014, 07h:55 - Atualizado: 04h atrás

Um presidente que o Brasil não teve

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Vinicius de Carvalho

A morte trágica e precoce do candidato a presidente pelo PSB Eduardo Campos na última semana suscitou muita discussão e análise. Um dos maiores objetos de lamentação foi a perda de uma liderança política promissora com todas as condições de chegar à Presidência da República em algum momento da história. Tal situação me lembrou a frase do historiador Ronaldo Costa Couto sobre Tancredo Neves por ocasião do centenário do seu nascimento (2010), referindo-se ao político mineiro como “o melhor presidente que o Brasil não teve”.

Este pensamento me levou a outros personagens da política brasileira que não lograram a oportunidade de exercer a presidência por diversas razões. Posso mencionar aqui Carlos Lacerda, André Franco Montoro, Ulysses Guimarães, Mário Covas, Leonel Brizola, Darcy Ribeiro e Miguel Arraes. Todos eles foram líderes de correntes políticas importantes e teriam possivelmente chegado à Presidência da República se não tivéssemos passado por trinta anos sem eleição direta por conta do regime civil-militar. Numa democracia estável e competitiva presume-se que haja alternância nos principais postos de comando, com acesso garantido aos representantes dos maiores partidos e facções destes.

Um dos aspectos mais lamentados após a morte de Eduardo Campos foi a perda de uma liderança política que vinha se afirmando em nível nacional tanto no campo administrativo quanto no político. No administrativo pelos resultados obtidos com a implantação de um modelo de gestão inovador no Governo de Pernambuco, rendendo-lhe inclusive prêmios internacionais e grande visibilidade no Brasil inteiro. No campo político pela estruturação do Partido Socialista Brasileiro (PSB) em vários Estados, com a eleição de seis governadores e uma boa bancada federal em 2010 e também em nível municipal em 2012. É possível dizer que o PSB foi um dos grandes estuários do esvaziamento dos grandes partidos que apoiavam o Governo Fernando Henrique Cardoso (PMDB, PFL e PSDB), em particular no Nordeste. Deste modo, ele ganhou mais musculatura e emergiu como um dos partidos importantes em escala nacional.

Campos foi o principal articulador de todo este processo, demonstrando seus dons de conciliação. Ele demonstrou com clareza seu imenso pragmatismo ao aceitar a filiação de quadros com perfil mais conservador e adversários do PT, como os ex-senadores Jorge Bornhausen (SC) e Heráclito Fortes (PI). Ele assimilou uma das principais características do sistema político brasileiro, que é a necessidade de ganhar a eleição com a esquerda, mas governar com a direita. Assim pôde obter tanto êxito no Governo de Pernambuco e na direção nacional do PSB.

Campos assimilou bem as lições da política brasileira, que ensinou ser possível aglomerar vários grupos políticos com interesses e visões contraditórias. Ele percebeu que a grande maioria das forças políticas objetiva apenas participar da distribuição de recursos de responsabilidade do Estado, mas sem a pretensão de hegemonizar. Isto significa formular programas de governo mais amplos e lutar pela direção daquela coalizão. Como as eleições majoritárias vêm apresentando uma tendência cada vez maior para a esquerda, ele pode ter dito ou pensado: “cuidem das respectivas partes do aparelho do Estado que lhes cabem que eu administro o conjunto”.

Outra dimensão a ser salientada é o vazio de lideranças políticas. Líderes do seu porte, que tenham conseguido fazer a difícil passagem da política estadual para a nacional, são raros. Com sua saída deverá surgir uma luta entre os atuais governadores do partido e o grupo da ex-senadora Marina Silva. Descanse em paz Eduardo. Seja muito bem vindo na galeria dos presidentes que o Brasil não teve. 

Vinicius de Carvalho Araújo é gestor governamental do Estado, mestre em História Política, professor universitário e escreve neste Blog toda quarta-feira vcaraujo@terra.com.br www.professorviniciusaraujo.blogspot.com

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Comentários (1)

  • Aroldo | Quarta-Feira, 20 de Agosto de 2014, 10h06
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    Excelente artigo! Vinicius descreveu muito bem a postura do Eduardo Campos, sua forma de administrar e fazer política. Esse sim, era o novo. O texto expressa o pensamento de todos que querem mudanças.

| 19/08/2014, 20h:08 - Atualizado: 19/08/2014, 20h:31

Candidato Avalone promove até talk show, mas apenas com correligionários na plateia


No momento em que se inicia o horário eleitoral, tendo de um lado os candidatos ávidos pela aparição para mostrar a cara, mensagens, propostas e pedir voto e, de outro, eleitores nem tanto animados para manter a televisão ligada ou para ouvi-los pelo rádio, surgem formatos que fogem a regra e o habitual, estratégias para se prender atenção. A ideia partiu do ex-secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia do governo Dante de Oliveira, o suplente de deputado e empresário do ramo de mineração Carlos Avalone (PSDB). Ele concorre pela terceira vez a uma cadeira na Assembleia. Em duas ficou como suplente e legislou por alguns meses, dentro de um combinado com titulares da coligação.

carlos avalone talk

Numa cadeira giratória e sobre tablado, o candidato Carlos Avalone se abre para perguntas, tendo na plateia correligionários, sabendo que não sairiam questionamentos capazes de deixá-lo em saia justa

Avalone figura na lista de políticos que acumulam décadas na vida pública e desta vez teve a iniciativa de inovar, mesmo que o talk show que marcou o lançamento de sua campanha, na segunda, tenha registrado na plateia somente amigos e pessoas que já trabalham com ele. Diferente seria se submetesse a perguntas e questionamentos de eleitores para os quais estaria se apresentando pela primeira vez.

Mas, para não correr risco de eventualmente ficar em saia-justa, nada melhor do que debater as problemáticas do Estado com os próprios correligionários. E foi assim que Avalone fez. Dispensou palanque e protocolo. Sentiu-se uma estrela, numa cadeira giratória, em cima de um tablado e cercado por quase 400 pessoas, no buffet Tereza Bouret, em Cuiabá. 

Convidou para o centro do debate o parceiro da dobradinha eleitoral, deputado federal Nilson Leitão, que tenta a reeleição, e o candidato a governador da coligação, senador Pedro Taques (PDT). Outros concorrentes se fizeram presentes. As principais preocupações manifestadas na sabatina foram violência e combate as drogas,  situação da saúde, os problemas da educação, cobrança de impostos e o abandono dos bairros.

carlos avalone nilson leitao talk

O candidato Carlos Avalone até lança perguntas ao aliado do PSDB, deputado federal Nilson Leitão, cercado por quase 400 pessoas, todas elas envolvidas em sua campanha por cadeira na Assembleia

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Comentários (4)

  • Fernando Roberto | Quarta-Feira, 20 de Agosto de 2014, 11h11
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    Parabéns pela inovação Deputado Avalone.

  • Jorge Roberto | Quarta-Feira, 20 de Agosto de 2014, 10h12
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    Não participei do evento, mas achei interessante esse formato apresentado pelo candidato. Normalmente os candidatos sobem no palanque e falam horas e horas sem parar. Penso que o candidato deveria levar isso para as pracas publicas e debater diretamente com a sociedade. E preciso levar as ideias e propostas para a população. Espero que os candidatos tenham essa coragem e ousadia. Realizar debates. assumir compromissos. Mostrar propostas.

  • Nilton Lopes | Quarta-Feira, 20 de Agosto de 2014, 07h23
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    A construtora do deputado está refazendo um trecho da MT 170, entre Caramujo e Vila Cabaçal (57 km). A obra é orçada em pouco mais de 10 milhões, e a empresa tem 360 dias para concluir a obra. Os 360 se acabaram, e na ultima semana a construtora desmontou o acampamento. Apenas 18 km de asfalto foram refeitos. A pavimentação é de baixa qualidade, tem lugarem que já foram refeitos, a sinalização vertical e horizontal ainda não foi feita. A empresa deixou trechos de desvios entre Santa Rita e Curvelandia, não está aproveitando o período de seca. Quer que eu envie as fotos para o site?!

  • André Barcelos | Terça-Feira, 19 de Agosto de 2014, 22h23
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    O candidato não permitiu que pessoas estranhas entrassem no lançamento? O candidato não convidou a todos pelas redes sociais? Ele impediu que alguém fizesse alguma pergunta? RD, porque você mesmo não fez uma pergunta para o candidato? Mas pelo menos foi o primeiro lançamento de campanha de dep. estadual a chamar a atenção. Acho que valeu pela iniciativa

| 19/08/2014, 18h:00 - Atualizado: 03h atrás

Ao vivo, presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/MT participa do RDTV


Rodinei Crescêncio/Rdnews

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Presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/MT, Sílvio Teles, ao vivo nesta 4ª - participe

O presidente da Comissão de Direitos Eleitorais da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso, Silvio Teles, é o convidado ao vivo do RDTV desta quarta (20) para falar sobre o trabalho desenvolvido pela entidade no intuito de fiscalizar o andamento do pleito-2014 especialmente em relação ao cumprimento dos dispositivos previstos na legislação.

Os interessados em participar dessa entrevista, que começa às 8h30, devem acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br. Simultaneamente, o programa é transmitido para a Baixada Cuiabana por meio da TV Mato Grosso (canal 27).

Além disso, o programa traz os detalhes da visita do candidato à presidência Aécio Neves (PSDB) a Mato Grosso com o objetivo de reforçar a chapa “Coragem e Atitude pra Mudar”, encabeçada pela candidatura de Pedro Taques (PDT) ao Governo.

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  • Manoel de Souza | Quarta-Feira, 20 de Agosto de 2014, 09h00
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    oi bom dia, eu gostaria de saber se o candidato ao governo Jose Geraldo Riva, não conseguiu retomar a presidencia da Assembleia Legislativa do Estado devido a improbidade administrativa, foi caçado no mandato anterior a esse. Ha possibilidade de ele continuar no pleito?

| 19/08/2014, 16h:13 - Atualizado: 19/08/2014, 16h:24

Seduc alimenta candidaturas petistas


Fernando Ordakowski

rosa neide

Rosa Neide conduz a pasta de Educação do Estado e se empenha nas candidaturas de Ságuas e Allan

A secretaria estadual de Educação, maior das pastas da estrutura da máquina do governo Silval, se transformou em um núcleo político fechado do petismo. A secretária Rosa Neide, em sinal de gratidão e apoio por ter sido contemplada com o cargo, conduz as articulações em favor das candidaturas de Ságuas Moraes, deputado federal que busca a reeleição, e do vereador cuiabano Allan Kardec, que disputa vaga de deputado estadual. Muitos ocupantes de cargos DAS e até efetivos reclamam que estão sendo "forçados" a fazer campanha para a dupla. E o Palácio Paiaguás, que tem o PT como parceiro, faz de conta que a estrutura da Seduc não está sendo usada na campanha. 

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Comentários (5)

  • ARIOSVALDEZ RODRIGUES DE LIMA | Quarta-Feira, 20 de Agosto de 2014, 09h50
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    Esse é o PT nosso de cada dia, valha-nos Deus, misericórdia!

  • ed | Quarta-Feira, 20 de Agosto de 2014, 09h02
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    Mas o dia de mamata desta turminha estão contados! Aconteceu assim com a então professora " verinha" e não será diferente com esta turma!

  • JOSE VIBRALMAR | Terça-Feira, 19 de Agosto de 2014, 22h18
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    e ai dos contratados que não adesivarem seus carros com o trio petista ludio, saguas e alan tão com dias contados no emprego, eles são ditatoriais, teve até funcionário que usou o email institucional para convidar gentilmente para lançamento de uma das candidaturas.

  • Miguel Junior | Terça-Feira, 19 de Agosto de 2014, 20h36
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    O mesmo esta acontecendo na prefeitura de Cuiabá para apoiar o Fabio Garcia. Mas vamos dar o troco nele Fabio Garcia, Suelme arrogante e no Mauro Mendes no dia da votação. Gostaria que o TRE - MT desse uma pesquisada nisso.

  • Carlina Santos (EU NÃO ME iLÚDIO!) | Terça-Feira, 19 de Agosto de 2014, 17h40
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    Por isso a EDUCAÇÃO em MT está ladeira abaixo. É preciso oxigenar e colocar técnicos capacitados para melhorar o que deve ser melhorado, e expandir aquilo que dá certo (se existir).

Eleições | 19/08/2014, 15h:54 - Atualizado: 01h atrás

Aécio promete criar pasta do Agronegócio e fomentar crescimento do setor produtivo


Iara Rezende

Aecio Neves

Aécio Neves, ao lado de Taques, garante que vai valorizar MT em seu governo

Com cerca de 30 minutos de atraso, o presidenciável Aécio Neves (PSDB) desembarcou em solo mato-grossense, no aeroporto internacional Marechal Rondon, às 13h30. A tônica do discurso foi voltada especialmente para o setor produtivo do Estado, campeão na produção de grãos e apontado como o celeiro do país.

Para conquistar votos, durante coletiva, o tucano reforçou 3 eixos relacionados ao setor: logística, política tributária e desenvolvimento sustentável. Embora o tom seja de redução do número de pastas, o presidenciável garantiu que vai implementar o “super” Ministério do Agronegócio, dando à área a importância que merece.  

Segundo ele, a proposta é que a pasta tenha voz de decisão junto aos Ministérios da Fazenda, Planejamento e Infraestrutura, possibilitando ao setor produtivo mais competitividade no mercado. “Vamos retirar o Ministério da Agricultura do loteamento partidário”, disparou. Hoje a pasta é comandada pelo mato-grossense e peemedebista Neri Geller.

Quanto à logística, Aécio afirma que vai privilegiar as ferrovias e hidrovias que, segundo ele, têm ficado de lado. Mas também reforça a importância das rodovias para o escoamento dos grãos.

Cita como exemplo a hidrovia Tapajós - Teles Pires, e a BR-163, tanto a duplicação quanto a pavimentação no trecho que abrange o Estado do Pará. "O que falta é um governo que tenha planejamento, que inicie e entregue as obras". Aécio também diz que "no Brasil tem um cemitério de obras não concluídas".

Sobre a política tributária, o tucano prometeu a simplificação do sistema. Ele ressalta que o setor é produtivo da porteira para dentro, mas que sofre para crescer porque faltam rodovias, ferrovias e portos competitivos, além de políticas externas mais modernas e menos “esquizofrênicas”. “O meu governo será governo do estímulo a quem trabalha no Brasil. Venho a Mato Grosso reafirmar meu compromisso com este Estado". 

De olho no setor produtivo, mas sem esquecer dos ambientalistas, Aécio Neves ressaltou, durante todo o tempo, que é possível ampliar o crescimento do setor de forma sustentável, respeitando o meio ambiente. Segundo ele, há, sim, uma “compatibilidade entre os setores ambiental e produtivo”. 

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  • Clauberto Franco | Quarta-Feira, 20 de Agosto de 2014, 10h43
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    Boa iniciativa Ministério do Agronegócio tem que colocar técnicos e Engenheiros responsáveis, tem construir rodovias primeiro, pra só depois construir ferrovias e hidrovias, porque não há sentido gastar milhões com ferrovia e as estrada estarem em péssimo estado, preciso solidificar o Estado de Mato Grosso, Governador Taques tem que buscar parceria com Exercito 9bec para execução deste projeto.

| 19/08/2014, 11h:22 - Atualizado: 19/08/2014, 14h:27

Juíza nega recurso, mantém condenação e ex-servidora devolverá R$ 316 mil ao erário


O Tribunal de Justiça por meio da Terceira Câmara Civil negou, por unanimidade, o Recurso de Apelação contra a sentença da Ação Civil Pública por improbidade administrativa, que obriga a ex-servidora estadual Marlene Ferraz de Arruda a indenizar o Estado em R$ 314,9 mil. O valor corresponde ao dobro dos valores apropriados de forma ilegal, devidamente atualizado. A ação foi impetrada pelo Ministério Público.

Marlene era ex-chefe da Divisão de Aposentados e Pensionistas da (Sade), e responde ao processo de suposta concessão fraudento de benefício de pensão por morte, mediante a inserção de dados falsos no sistema, bem como a apropriação indevida dos valores referentes ao benefício, que ficou comprovado que somente ela possuía os dados pessoais da suposta beneficiária da pensão, que era sua empregada.

De acordo com a relatora, desembargadora Vandymara Zanolo, não se trata de meros indícios, mas de prova indireta que leva à comprovação da responsabilidade da apelante na concessão da pensão fraudulenta. Segundo ela, são provas suficientes para embasar a condenação. “O ato de improbidade encontra-se demonstrado, violando os princípios da administração pública, com enriquecimento ilícito e ocasionando danos ao erário público”, trecho do despacho.

Conforme o MP, a ex-servidora implantou, no Sistema de Recursos Humanos da secretaria de Administração de Recursos Humanos do Estado, dados inverídicos do suposto funcionário Geraldo S. Siqueira, incluindo empregada doméstica da apelante, como dependente do suposto servidor, causando dano ao erário mediante pagamento de pensão fraudulenta.

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Campanha | 19/08/2014, 09h:13 - Atualizado: 19/08/2014, 16h:10

Grupo de Taques garante não temer uso da máquina pública por parte dos adversários


Rdnews

TAQUES_PIVETTA_SALLES.jpg

Grupo oposicionista, encabeçado por Pedro Taques e também liderado por Otaviano Pivetta e Rogério Salles, não teme uso da máquina pelos adversários

O bloco oposicionista liderado pelo candidato a governador Pedro Taques (PDT) afirma que não teme o enfrentamento contra a máquina governamental que apóia os adversários Lúdio Cabral (PT) e José Riva (PSD). A estratégia da coligação Coragem e Atitude pra Mudar é manter o foco na campanha e seguir capitalizando apoios de lideranças políticas do Estado.

De acordo com Taques, o desejo de mudança dos cidadãos mato-grossenses é capaz de suplantar o possível uso da máquina pública por apoiadores dos adversários que estão nas estruturas do Governo. “Por isso, nossa campanha está neste crescimento e ganha novos apoios todos os dias”, considera.

O candidato a senador Rogério Salles (PSDB) disse que está disposto a combater o uso da máquina pública e classifica como “absurda” a prática de colocar o Governo a serviço da campanha dos aliados. “É para combater essa prática que me proponho a ser senador da República. Não podemos aceitar que campanhas sejam financiadas com a Fonte 100”, dispara.

Para o prefeito de Lucas do Rio Verde Otaviano Pivetta (PDT), que atua na coordenação da campanha, o uso da máquina é o expediente utilizado pelas candidaturas que possuem máculas e não animam a militância para pedir votos. “Nós não precisamos da máquina porque nosso projeto representa a mudança. Temos orgulho de pedir votos para nossos candidatos”, conclui.

Outro lado

O governador Silval Barbosa (PMDB) já reiterou, por meio da Auditoria Geral do Estado (AGE), a determinação legal para que a equipe não utilize a estrutura do Governo para favorecer partidos ou candidatos. Além disso, proibiu o secretariado de comparecer em atos políticos no horário de expediente.

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Comentários (4)

  • Augusto | Terça-Feira, 19 de Agosto de 2014, 21h54
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    Quem finge que é pobre é Riva, com a Assembléia Legislativa a seu favor, Lúdio com a máquina do governa para fazer sua campanha, todos estão bem estruturados, quero só ver depois aquele que ganhar se vai fazer mesmo o que esta prometendo, " prometer e não cumprir é pior do que mentir". Entre todos, vou escolher o Taques.

  • João Maria | Terça-Feira, 19 de Agosto de 2014, 14h30
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    Taques gosta de passar por coitado e vítima , como se campanha dele fosse pobre, tem que ser muito inocente pra acreditar nisso tendo PIvetta e família Maggi bancando sua campanha, isso até lhe torna o candidato com mais condições financeiras e inda tem MM e a Prefeitura de Cuiabá...Engana outro e para de chorar , único candidato que tem direito de falar sobre máquinas é o Muvuca , que pelo que percebi e estou vendo é o único que realmente não tem máquinas e nem pessoas de peso ( e que peso ) lhe bancando, tudo na humildade e na coragem!

  • FATIMA MARIA | Terça-Feira, 19 de Agosto de 2014, 10h18
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    FATIMA MARIA, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Célia Alves | Terça-Feira, 19 de Agosto de 2014, 10h17
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    Célia Alves, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 19/08/2014, 07h:29 - Atualizado: 19/08/2014, 07h:35

Dizer: “não é problema meu”

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Olga Lustosa

O espírito de não apoiar, de não posicionar-se de lado algum de determinado jogo ou disputa é uma atitude temerária, sobretudo porque a imparcialidade é o mesmo que dizer: “isto não é problema meu” e esta frase remete a indiferença ou a falta de ordem num determinado momento em que cada um faz o que quer.

 Numa sociedade em que se convive com a supervalorização da exposição, da intervenção, não é possível pensar num cidadão absolutamente divorciado das questões eleitorais. Por essa razão a pseudo neutralidade é destrutiva e não possui a força necessária que o argumento deve ter para convencer um eleitor a votar ou não em uma pessoa. A postura neutra no campo político tanto pode ser usada para o bem quanto para o mal, porque quando a vontade não é manifesta, recrudescem as críticas, cria-se a divisão, a interpretação maliciosa de um silêncio traiçoeiro.

O que fazer então quando não basta admitir que todos nós somos tendenciosos mesmo quando assumimos uma posição de não participação em determinados processos? A pretensa neutralidade não seria apenas um subterfúgio para manter a cordialidade com todos os lados envolvidos na disputa? Como alguém pode isolar-se com relação a um assunto que pode influenciar substancialmente a vida das pessoas? Neutras devem ser as instituições humanitárias, que precisam operar dentro de contextos sem restrições ideológicas. Neutralidade é a posição mais rentável que político pode ter em relação a uma disputa eleitoral, porque a tomada de posição é impopular para um lado e pode custar caro. Os candidatos não apenas querem a declaração de apoio dos grandes líderes políticos, mas também serem agraciados com algum recurso financeiro.

Na contra mão da neutralidade, quando ficar invisível é a tônica do negócio, é moda, uma aberração ideológica; o palanque ampliado, com candidatos realizando atos públicos da campanha, sem ter um palanque específico em alguns estados. Isso vem ocorrendo desde as eleições gerais passadas. Com a institucionalização dessa modalidade de “swing eleitoral”, onde planos de governos não foram construídos juntos, a presumida neutralidade cai em desuso. Há partidos que elegantemente chamam de independência esta prática de liberar seus filiados e candidatos a qualquer palanque que ofereça um diferencial momentâneo ou “após a vitória nas urnas”.

O senador Cristovam Buarque, voto vencido, quando seu partido optou ora pela neutralidade, outra pela pluralidade de palanques, não poderá manifestar seu apoio a qualquer candidato a presidente da repúbica. O senador justificou aos jornalistas: “Eu vou respeitar a decisão do diretório do meu partido, que por ampla maioria tomou essa decisão. Não estou em cima do muro. Estou proibido de dizer de que lado do muro eu estou. Esse não é assunto para jornal, é para livro de História”.

Vamos ver como vai ser conciliar o aspecto de neutralidade de um lado e a pluralidade dos palanques, do outro. A pluralidade de palanques já está em prática, quanto a neutralidade…os mais respeitados filósofos dizem que ela não existe ou pelo menos, não deveria existir em tempos de crise moral.

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olga@terra.com.br

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Comentários (2)

  • Ademir | Quarta-Feira, 20 de Agosto de 2014, 07h45
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    Ademir, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • João Maria | Terça-Feira, 19 de Agosto de 2014, 14h06
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    Taques gosta de passar por coitado e vítima , como se campanha dele fosse pobre, tem que ser muito inocente pra acreditar nisso tendo PIvetta e família Maggi bancando sua campanha, isso até lhe torna o candidato com mais condições financeiras e inda tem MM e a Prefeitura de Cuiabá...Engana outro e para de chorar , único candidato que tem direito de falar sobre máquinas é o Muvuca , que pelo que percebi e estou vendo é o único que realmente não tem máquinas e nem pessoas de peso ( e que peso ) lhe bancando, tudo na humildade e na coragem!

| 18/08/2014, 20h:20 - Atualizado: 18/08/2014, 22h:21

Para sócios da Mark, processo está retraído com eleitor sem interesse e veem 2 turnos

Com base em pesquisas qualitativas, Marco Polo e Bárbara avaliam cenário atual e perfil dos candidatos a governador


Os empresários Marco Polo e Bárbara Pinheiro, do instituto Mark, há mais de uma década no mercado, consideram o cenário eleitoral retraído e apontam algumas razões, avaliam o perfil, problemáticas e potencial eleitoral de cada um dos principais candidatos a governador e acreditam na hipótese de haver segundo turno, algo que seria inédito no Estado. E fazem alertam: “por culpa dos políticos e da imprensa, o eleitor está completamente desinteressado pelo pleito eleitoral”.

Na avaliação do casal, um dos reflexos da campanha “retraída” até agora, inclusive avançando para o horário eleitoral, vem da quinta operação Ararath, que nas investigações da Polícia Federal envolveu direto e indiretamente diversos nomes de líderes e agentes públicos em crimes financeiros, lavagem de dinheiro e fraudes. Outra questão é a incógnita sobre a candidatura ao Palácio Paiaguás do deputado José Riva (PSD), que teve o registro indeferido pelo TRE-MT e reconheceu ao TSE. Ainda não se sabe se ele terá chancela do Tribunal para manter o projeto majoritário até o final.

Iara Rezende/Rdnews

marco polo barbara pinheiro

Marco Polo e Bárbara Pinheiro, do instituto Mark, consideram, com base em qualitativas, que eleitor está completamente desinteressado nas eleições e culpam por isso os próprios políticos e imprensa

Falta de investimentos nas campanhas também contribui para esse cenário, segundo Marco Polo e Bárbara. Observam que empresários e o mercado de modo geral estão inibidos em contribuir financeiramente com as candidaturas por causa do efeito-Ararath, em meio à confusão sobre doação de campanha e esquema de caixa 2. Eles pontuam que, nas pesquisas qualitativas, o anseio das pessoas e do mercado seria pela candidatura do ex-governador e senador Blairo Maggi. Mas, como este não topou concorrer ao terceiro mandato, os grupos políticos se misturaram. E as três principais candidaturas postas – de Pedro Taques (PDT), de Lúdio Cabral e de Riva -, não estão tão distanciadas do ponto de vista das intenções de voto.

A leitura é de que Taques não faz parte do governo, mas os seus principais aliados ou estiveram ou se fazem presentes na administração. Citam como exemplo o PP, que comandou a pasta da Saúde e tem hoje no palanque do pedetista figuras como o deputado estadual Ezequiel Fonseca, o ex-secretário Francisco Vuolo e o apoiador financeiro Eraí Maggi. “Fora o Taques, a estrutura das outras candidaturas saiu do mesmo lugar porque Blairo foi governador por quase 8 anos e indicou o sucessor, no caso Silval”, diz Marco Polo, para, em seguida, observar que antes a eleição era considerada “quadrada”, ou seja, as pessoas tinham lado, a exemplo dos grupos de Júlio Campos, de Carlos Bezerra, de Dante de Oliveira e do PT; e hoje definem-na como um “círculo”, em que os eleitores não pendem para nenhum lado.

Baseada nas amostragens qualitativas, Bárbara afirma que a sociedade não quer saber de eleição. “Há desinteresse geral. Não se tem participação política. O brasileiro foi perdendo essa participação como cidadão e isso chegou na questão partidária. Existe má vontade do eleitor e, aliado a outros fatores, como as operações da Polícia Federal, candidatura indefinida e falta de verba, a campanha não ganhou as ruas.

Perfil

Iara Rezende/Rdnews

marco polo instituto mark

Marco Polo: "Vejo que Taques entregou o projeto de governo para Eraí Maggi"

Sobre a candidatura de Pedro Taques, Marco Polo entende que é um nome que possui respeitabilidade, credibilidade e que prestou relevante serviço ao Estado por ter contribuído, ainda como procurador da República, para prisão de João Arcanjo, que comandava o crime organizado. Em seguida, pontua o que considera contradição da candidatura do oposicionista: “Ele (Taques) entregou o projeto de governo para o Eraí Maggi, financiador da campanha, sem discuti-lo com a sociedade. Eraí foi quem montou a chapa, tanto que indicou o vice (Carlos Fávaro) e convenceu Adilton Sachetti a ser candidato a deputado federal”, diz o sócio da Mark, para quem Taques derrubou o discurso de mudança.

Avalia que o pedetista chegou no teto nas intenções de voto, oscilando entre 30% e 35%, e entende que o candidato está há quatro anos difundindo o projeto ao governo. E vê ainda a força financeira do lado do senador, assim como das oligarquias e da elite empresarial. “Muitos que estão com o candidato Taques foram testados, como Wilson Santos, Chico Galindo, Deucimar Silva, Otaviano Pivetta e o Ezequiel Fonseca, que é herdeiro do espólio político de Pedro Henry”.

A respeito de José Riva, o casal dono do instituto de pesquisa entende que, pelo que passou nos últimos 12 anos, da operação Arca de Noé, em 2002, quando cheques da Assembleia foram descobertos na factoring de Arcanjo, o candidato do PSD se tornou foco. Destaca que é inegável a força política de Riva no Estado, inclusive junto ao governo, às instituições, na imprensa e nos segmentos empresariais. “É um líder genuíno, um político que dá atenção às pessoas, só que paga preço alto por causa dos processos os quais não foram julgados como um todo, mas tomou o carimbo, mesmo ainda com possibilidades até de ser inocentado", diz Marco Polo. “O Riva é conveniente para o sistema. Criou um monstro, que é a liderança dele e, para alimentar essa liderança, requer muito combustível e, por isso, o excesso”, acrescenta.

Iara Rezende/Rdnews

bárbara pinheiro mark

Bárbara: "Se Riva conseguir manter a candidatura levará a eleição para 2º turno"

Quanto a Lúdio Cabral, Marco Polo e Bárbara lembram que o petista vem do recall da campanha a prefeito da Capital, em 2012, quando teve votação expressiva e empurrou a eleição para o segundo turno, com apoio da máquina do Estado. Consideram-no um candidato leve e com apelo capaz de construir bom perfil, pois é médico que atende pelo SUS e se mostra uma figura humanizada. Por outro lado, ponderam que pesa contra Lúdio a rejeição ao PT, que está nacionalizada, e também a questão de ainda não ser considerado um nome de pulso firme para ser governador, diferente do perfil que se tem de Taques e Riva. Outros agravantes para o candidato situacionista são o desgaste do governo Silval e a falta de entrosamento das figuras políticas ao seu projeto, tanto que a estrutura da máquina está dividida, com Riva “abocanhando” boa fatia.

Sobre José Roberto, que disputa pelo Psol, os proprietários da Mark ironizam, ao dizer que “trata-se de um partido que é contra tudo e todos e com solução para todos os problemas” e o compara ao PT de 1982.

A respeito de José Marcondes, o Muvuca (PHS), afirmam que o candidato verbaliza bem os argumentos e é ligado a Riva.

No geral, o casal conclui que, “se Riva mantiver a candidatura, mesmo com toda insegurança política e jurídica, deve haver segundo turno”. E, levando-se em consideração o alto índice de rejeição do candidato do PSD, se este for para o segundo turno, Taques leva vantagem. Já se no segundo turno tiver Lúdio, avalia, o pedetista teria dificuldades para ganhar por causa da unificação da base governista em torno do candidato do PT, tornando o resultado imprevisível.

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  • Maria | Terça-Feira, 19 de Agosto de 2014, 10h23
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    Q/ retraído q/ nada, o gigante já tem o candidato escolhido na cachola, verás nas urnas, a luta só é uma renovação em pról da saúde, educação e segurança, melhor qualidade de vida p/a população,

  • eduardo | Terça-Feira, 19 de Agosto de 2014, 08h54
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    A eleição se baseia em apenas um fato!!!!!, nossa está a cada dia cansativo

| 18/08/2014, 17h:30 - Atualizado: 19/08/2014, 09h:18

Ao vivo, analista Lourembergue Alves


29072014TREMT

RDTV traz detalhes e prazos para cadastro do voto em trânsito; ao vivo, analista Lourembergue Alves

O RDTV desta terça (19) conta com a participação ao vivo do analista Lourembergue Alves para avaliar o cenário do pleito-2014 frente ao início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. Além disso, o convidado vai falar sobre o peso da presença dos presidenciáveis nos palanques dos candidatos ao Governo e ao Senado em Mato Grosso.

Os interessados em participar dessa entrevista, que começa às 8h30, devem acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br. Simultaneamente, o programa é transmitido para a Baixada Cuiabana por meio da TV Mato Grosso (canal 27).

Confira também o que as regras definidas pela Justiça Eleitoral referentes ao voto em trânsito, inclusive, as penalidades previstas aos eleitores.

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  • FERNANDES RODRIGUES DA SILVA | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 19h31
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    CASO RIVA CONSIGA O DEFERIMENTO DA SUA CANDIDATURA NO TSE, QUAIS AS REAIS CHANCES DO CANDIDATO EM UM EVENTUAL SEGUNDO TURNO?

| 18/08/2014, 16h:40 - Atualizado: 18/08/2014, 16h:43

Colado em Aécio, Leitão segue à reeleição


Fernando Ordakowski

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Deputado federal Nilson Leitão é principal coordenador da campanha de Aécio Neves em Mato Grosso

O ex-prefeito de Sinop Nilson Leitão soube aproveitar bem o mandato de deputado federal, mesmo encurtado, já que só passou a exercê-lo após a Justiça Eleitoral incluir votos que estavam sub judice, vindo a ocupar a cadeira que estava sob Ságuas Moraes. Na Câmara se destacou tanto que se tornou líder da chamada Minoria, bem como referência para o presidenciável Aécio Neves em Mato Grosso. A visita do candidato ao Planalto em Cuiabá e em Sinop, nesta 3ª, é resultado de articulação de Leitão. No Nortão, a análise é de que ele será um dos mais votados. Por isso, o chapão de 8 partidos que apoiam Pedro Taques ao Governo aposta na conquista de 3 das 8 vagas de federal e uma delas seria assegurada a Leitão.

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Comentários (5)

  • reinaldo | Terça-Feira, 19 de Agosto de 2014, 12h38
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    reinaldo, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • marcos | Terça-Feira, 19 de Agosto de 2014, 08h35
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    destaque só se for pela PF, porque Sinop até hoje não tem nenhuma destinação de recurso ou atividade politica deste nobre deputado.

  • melo | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 20h56
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    melo, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Ademar Adams | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 20h47
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    Ademar Adams, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • CORNELIO | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 17h27
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    QUE FASE TUCANADA KKKKKK

| 18/08/2014, 15h:23 - Atualizado: 19/08/2014, 09h:19

Deputado diz sentir vergonha e afirma que AL não valoriza dinheiro público - veja vídeo


O produtor rural e deputado estadual Zeca Viana, presidente regional do PDT, fez um discurso duro no último sábado à noite, em Primavera do Leste, marcando o lançamento de sua candidatura à reeleição. Disparou contra o governo estadual e a Assembleia Legislativa, de cujo quadro ele próprio faz parte.

Zeca viana primavera do leste

Comício em Primavera do Leste, no último sábado, em que o deputado Zeca Viana (de camisa verde) faz discurso atacando o governo estadual e Assembleia, onde diz haver mau uso do dinheiro público

No palanque ao lado de outros candidatos, como Pedro Taques e Rogério Salles, que concorrem ao Governo e ao Senado, respectivamente, o parlamentar afirmou que “Mato Grosso passa por uma das maiores crises de responsabilidade da administração pública”. Sem citar o nome do governador Silval Barbosa, sucessor de Blairo Maggi e a quatro meses de concluir o mandato, o dirigente pedetista classificou a atual gestão de “péssima".

Em seguida, Zeca, irmão do ex-prefeito Getúlio Viana, que também estava no palanque com outros candidatos proporcionais, como Fábio Garcia e Adilton Sachetti, ambos concorrentes a federal, disse ter vergonha de ser político. "Tenho vergonha de pertencer a um bando de políticos. A maioria causa um estrago grande". Em outro momento do discurso, o deputado pedetista voltou a apontar a metralhadora verbal para a Assembleia em defesa do que chama de moralização. “Estou lá dentro da Assembleia e vejo o quanto o dinheiro público não é valorizado. Mas tenho vergonha”. As declarações de Zeca devem provocar repercussão junto a seus colegas. Dos 24 parlamentares, 15 buscam novo mandato, assim como o próprio pedetista.

Ainda em discurso, Zeca disse ter “certeza de que Taques é o homem que vai fazer a limpeza que o Estado precisa”. Citou que obras de pavimentação asfáltica estão custando para o Estado duas vezes mais. “O Taques orgulha o Brasil pela qualidade, coerência e dedicação. E Mato Grosso tem a maior oportunidade de dar um basta nesse descaso. É um Estado rico e cheio de vermes. Como diz o Pivetta, o Estado precisa ser bem cuidado e, com o Pedro Taques, vai ter dinheiro para saúde, educação e estradas. Vai sobrar dinheiro”.

Veja o que diz Zeca Viana em discurso

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Comentários (11)

  • Mauro | Terça-Feira, 19 de Agosto de 2014, 08h10
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    Aos comentaristas de plantão : Voces precisam saber em primeiro lugar que, estamos em uma democracia, e que na AL tem 24 deputados, e que tudo é o plenário que decide, em votações, e é a maioria que decide no voto, então o problema é elegermos deputados com compromisso com Mato Grosso, com a decência, com dignidade, com respeito ao cidadão, etc...

  • Luis Silva | Terça-Feira, 19 de Agosto de 2014, 07h39
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    Luis Silva, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Zé Poxoréo | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 21h18
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    Parece que a tal da vergonha tarda mas não falta! Mas, só agora época de campanha pra vergonha bater deputado?

  • Amir | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 20h58
    9
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    Agora quero ver se os outros deputados tem vergonha na cara para enquadrar esse deputado e faze-lo retratar, o caso contrário ele tem que ser casado por falta de decoro. Quero ver porque ele não fala do seu irmão que foi prefeito de Primavera do Leste e todos sabe como se foi?????????????????????????

  • joão | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 19h25
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    Muvuca neles....

  • Valdeli Forte Ferreira | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 18h52
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    E ai deputado Zéca Viana porque não disse que o senhor quer votou duas vezes nesta mesa diretora que conduz os trabalhos da Assembleia Legislativa? Falou para o publico presente no lançamento de sua campanha que o senhor disse em entrevista aos veículos de comunicação do nosso estado que gostaria que os jogos da Copa do Mundo 2014 deveria ser em Mato Grosso do Sul? Falou também que o senhor foi contra o Projeto de Lei de autoria do deputado José Geraldo Riva que destina 50% do Fethab e que beneficia os 141 municípios de Mato Grosso. Por essas e outras razões que eu vou atender o seu pedido, vou votar em Janaina Riva 55123 pela renovação na Assembleia Legislativa e pela continuidade dos trabalhos do maior deputado municipalista de Mato Grosso que é José Riva, junto aquela Casa de Leis.

  • EVANDRO | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 17h27
    7
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    VC É PALADINO DA VERDADE IGUALMENTE O SR. PERO TAQUES VCS SE MERECEM. O QUE O SR. ZECA VIANA FEZ A MT OU PARA MELHORAR A ASSEMBLEIA? O QUE O SR TAQUES FEZ ESTES ANOS COMO SENADOR DE MT ? SÃO UM BANDO DE INTERESSEIROS DO DINHEIRO PUBLICO.

  • Larissa | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 17h23
    17
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    Trata-se de uma auto-crítica deputado?

  • Claudiomario | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 17h01
    14
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    Na tentativa de se inocentar, busca o pior meio de se aparecer, sem argumentos ou acreditando esta chamando ibope pra si....

  • J. Roberto | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 16h32
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    Esse Deputado passou 4 anos na Assembleia e fez o que para mudar algo? Esse Taques ta bem rodeado mesmo. Vergonha alheia de ouvir esse tipo de coisa. Ok rdnews, dpois vc me explica melhor o que é expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.

TRE | 18/08/2014, 13h:51 - Atualizado: 18/08/2014, 15h:40

Tribunal acata tese da defesa e autoriza as candidaturas de ex-prefeito e Fabris à AL


Rdnews

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Zé do Pátio e Gilmar Fabris recebem aval para disputar vagas na Assembleia

O Pleno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), contrariando parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE) que recomendou o registro sob condição, deferiu sem qualquer impedimento as candidaturas a deputado estadual do ex-prefeito de Rondonópolis Zé do Pátio (Solidariedade) e do ex-deputado Gilmar Fabris (PSD). A decisão unânime foi tomada na sessão realizada na manhã desta segunda (18).

 O MPE fez a recomendação porque Pátio e Fabris respondem processos por crimes eleitorais no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas obtiveram liminares até que os méritos sejam apreciados. O relator das matérias, juiz federal Pedro Francisco, acatou a tese da defesa, patrocinada pelo advogado Rodrigo Cyrineu, sendo acompanhado pelos demais membros do TRE.

 Em entrevista ao Rdnews, Rodrigo Cyrineu disse que o Pleno do TRE entendeu que a demora no julgamento dos méritos pelo TSE não pode gerar prejuízo político para os candidatos. “Por isso, a tese do Ministério Público não foi acatada e os registros foram deferidos integralmente”, explicou.

 Condenações

O TRE cassou o mandato de Zé do Pátio em 2012 por considerar compra de votos a distribuição de camisetas durante a campanha eleitoral em 2008, o que o enquadraria na Lei da Ficha Limpa, que determina a inelegibilidade dos condenados por órgãos colegiados.  Ocorre que o ex-ministro do TSE Marco Aurélio Mello, em decisão inédita, suspendeu a inelegibilidade sob o argumento que a suspensão dos direitos políticos por oito anos é desproporcional ao delito cometido pelo ex-prefeito.

TRE publica acórdão; cassado, Pátio deve deixar cargo

 

A cassação de Gilmar Fabris também ocorreu em 2012 por gasto ilícito de campanha em 2010. Segundo o TRE, o social-democrata sacou R$ 400 mil na boca no caixa através dos chamados cheques guarda chuva. A prática é vedada pela legislação eleitoral, mas uma liminar do TSE, assinada pelo então ministro Gilson Dipp, o manteve na condição de suplente. 

TSE concede liminar a Fabris, mas suplente fica sem cadeira

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  • Elifas Ribeiro | Terça-Feira, 19 de Agosto de 2014, 09h36
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    O único jeito será nos eleitores cassar-mos a candidatura dessas pessoas, porque se depender de TSE TREs não indeferia ninguém eles estão loucos pra enterrar a lei da ficha limpa

| 18/08/2014, 09h:41 - Atualizado: 18/08/2014, 14h:19

Prefeito e adjunto coordenam campanha de Taques e Riva; Lúdio segue com Rafael


Rdnews

pivetta_adjaime ramos_rafael bastos.jpg

Otaviano Pivetta e Adjaime Ramos são coordenadores de campanha de Pedro Taques e José Riva. Já Rafael Bastos está na coordenadoria executiva de Lúdio

O candidato a governador Lúdio Cabral (PT) é o único entre os principais nomes ao Palácio Paiaguás que está sem coordenador-geral de campanha. De acordo com a assessoria de imprensa do petista, a tendência é que a situação mude nos próximos dias com o anúncio de novos coordenadores. Até o momento, apenas o ex-secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Rafael Bastos (PMDB), assumiu a coordenação executiva. 

Já Pedro Taques (PDT), candidato ao governo pela coligação Coragem e Atitude pra Mudar, tem como coordenador-geral de campanha o prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT). O pedetista substituiu Adilton Sachetti (PSB), que decidiu concorrer a deputado federal. Segundo Pivetta, milhares de pessoas estão empenhadas em eleger Taques e os recursos financeiros têm assegurado o progresso da campanha. “Não falta nada, também não sobra nada. Para aquilo que nos propomos a fazer, uma campanha franciscana e discreta, está tudo bem”, observa.

Coordenador-geral de José Riva (PSD) é o secretário-adjunto de Relações Políticas da Casa Civil, Adjaime Ramos de Souza. Ele assegura que a campanha está “de vento e popa”. Embora o candidato a governador tenha tido seu registro de candidatura indeferido pelo TRE, a corrida eleitoral promete ser movimentada. “O indeferimento não nos abalou em nada. Estamos tranquilos, é um direito nosso recorrer em Brasília. Houve um equívoco por parte do TRE e essa impugnação nos motivou ainda mais”, ressalta. 

Adjaime sustenta, ainda, que não há dificuldades em trabalhar a imagem de Riva por conta dos processos que o social-democrata responde na Justiça. “Qual administrador público que não tem processo? Todo mundo que ordena despesa sempre tem um probleminha administrativo que é transformado em crime”, avalia. O objetivo da coordenação, conforme explica, é mostrar quem é José Geraldo Riva. “Criaram uma imagem dele que não é real. Riva é trabalhador e cumpridor de compromissos”.

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  • ANTONIO | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 16h24
    2
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    Problema seu Gusmão.... Quem falou de Layr mota kkkkkkkkkkkkkkkk quem quer saber de Layr mota ???

  • Gusmão Pedroso | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 10h26
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    Eu acompanho a trajetória de Layr mota desde que saiu daqui de Cuiabá para ser prefeito de Figueiropolis D´Oeste-MT. Na época eu o chamei de louco por largar tudo em Cuiabá e ir ser candidato em uma cidade do interior. Depois de um tempo percebi o quanto esse homem é fiel a a suas origens e o qto ele gosta da cidade onde foi criado. Isso monstra seu caráter e o maravilhoso trabalho que fez por sua cidade. Por isso ele tem o meu voto e de minha família, pois mostrou ser um cara de coragem, competência e amor pelo povo. Vai ser sim eleito com votos de pessoas inteligentes, conscientes de um povo que sabe o que é bom pelo nosso querido Mato Grosso. Aos que vendem seu voto em troca de um par de botinas e de pequenas outras coisas fazer o que? Depois não reclama de estradas, saúde, educação...pensem gente são 4 anos vamos votar direito. Layr Mota.

| 18/08/2014, 07h:31 - Atualizado: 18/08/2014, 07h:42

Lição compreendida

sandra_artigo_segunda

Sandra Alves

Quarta-feira (13) parecia um dia normal, a mãe ouviu as crianças saírem para o colégio, a secretária chegar, o porteiro conversando, as buzinas dos carros anunciando o movimento do centro da cidade. Ainda no quarto, ela organizava a agenda e resolvia conflitos on line, quando seu esposo entrou e disse tomado de surpresa: Eduardo Campos morreu!

Ainda sem compreender o que se passava, já que o esposo estava no escritório, onde acompanha os noticiários e ao mesmo tempo prepara documentos para o trabalho, permaneceu inerte. A notícia deveria ser extremamente importante para fazê-lo abandonar os afazeres. Passados alguns segundos, após o cérebro processar a informação, a resposta: "como assim?!"

A morte precoce tem o poder de chamar o ser humano à reflexão de sua vida. Quando aquela aeronave caiu, seja por que causa for, terminava a vida do homem, do político, do pai, do esposo, do filho, do irmão, do amigo, sem dar-lhe a oportunidade de concluir os projetos que desenvolvia desde a juventude.

A inconformidade com a injustiça da vida e da morte inquietou a cada um ao saber do acidente. Identificação imediata, cada pessoa se colocou no lugar da esposa que esteve no domingo com Eduardo Campos, que poderia estar na aeronave com ele, que se dirigiu a outro destino com o filho pequeno ao encontro dos demais filhos. E tantas outras circunstâncias que poderiam levar a um fim diverso.

Claro que um ou outro ser humano (que desconhecem o conteúdo das palavras sensibilidade e respeito) passou imediatamente a postar nas redes sociais e nos grupos de comunicação fotos da candidata a presidência da república com chacotas em relação à tragédia, além de outras com os restos mortais daqueles que estava na aeronave.

E quem não questionou a ironia da vida e da morte onde Robin Williams optou pela morte e Eduardo Campos não pode escolher a vida. O símbolo do sucesso profissional, financeiro e familiar, aos 63 anos, por desestímulos para viver procurou a morte, enquanto o homem jovem e cheio de projetos não pode evitar o destino.

Lição compreendida, hora de agir. Não existe instrumento para questionar a morte, é um fato e é inevitável. Sem direito a esbravejar, entrar com ação judicial, discutir com anjos, nada. A morte só pode ser aceita. Sem data, sem horário, sem opção de forma. Ponto final.

Assim, independente de qual seja o momento e a causa da morte, já é tempo de retirar velhos projetos da gaveta, de fazer aquilo que trás satisfação pessoal, de trabalhar, de tirar férias, de ser educado, de ser sensível. Eduardo Campos morreu precocemente, sim, poderia realizar muitas outras coisas. Mas viveu efetivamente, idealizou, construiu, lutou e é isso que realmente imortaliza qualquer um de nós! Vamos viver e construir algo que nos imortalize.

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado nomeada, tabeliã, registradora de imóveis, ex-analista do TJ/MT e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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Comentários (1)

  • Eduardo | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 18h52
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    Belíssimo texto que exprime, com clareza, minha sensação diante desses acontecimentos, inclusive a ojeriza pelas brincadeiras tiradas nas redes sociais de forma tão inoportuna e cruel. Parabéns à autora.

| 17/08/2014, 21h:46 - Atualizado: 18/08/2014, 10h:05

Empresário desiste da disputa ao concluir que coligação PTB-PPS-PSL não elege um

A exemplo de Fábio, já recuaram da corrida à AL 2 deputados, ex-parlamentares e vereadores, fora aqueles barrados pelo TRE


Alguns candidatos, que entraram tanto em projetos majoritários quanto proporcionais, já caíram fora, antes de colocar o rosto no horário eleitoral, que começa na terça, dia 19. Desistiram por uma série de razões, mas a principal delas é por não vislumbrarem chance de êxito nas urnas. E só se chegam a essa conclusão depois de análise racional com as pessoas mais próximas. A questão financeira tem peso significativo, tanto para entrar quanto para sair de uma disputa eleitoral. Num primeiro momento, os líderes políticos lançam promessas de estrutura e desenham cenários animadores, daqueles capazes de eleger até um poste. Logo percebe-se privilégios para esse ou aquele candidato num jogo de cartas marcadas.

fabio defanti

Após se lançar à disputal, o empresário Fábio Defanti percebe que aliança PTB-PPS-PSL não vai eleger um deputado e desiste da candidatura à Assembleia

Um dos que jogaram a toalha é o empresário Fábio Defanti, o Fabinho, sócio da Gráfica Print com o irmão Dalmi. Filiado ao PTB, Fabinho, figura bastante carismática e conhecida nas festas de rodeio - atua como empresário e idealizador de grandes eventos -, foi no embalo da projeção otimista do ex-prefeito cuiabano Chico Galindo, que construiu uma Frentinha da legenda petebista com PPS e PSL, apostando na conquista de até duas vagas à Assembleia, mesmo sabendo que o quociente eleitoral é de 68.100 votos por vaga. Em verdade, essa Frentinha não tem chance de eleger um parlamentar.

Um estudo sobre projeções de possíveis eleitos por partido e/ou coligações, feito pelo consultor eleitoral e publicado na última quarta no Blog do Romilson sobre a coligação PPS-PTB-PSL ajudou Fabinho a acender a luz vermelha. Foi a partir daí que decidiu não mais ser candidato - confira a matéria aqui

Agora com a saída da Fabinho, que esta semana protocola no TRE renúncia da candidatura, só resta de nome mais competitivo da coligação o do próprio Neto, filho de Galindo.

Barrados e desistentes

Dezenas de nomes foram barrados pela Justiça Eleitoral. Outros de chapas majoritárias recuaram, como o senador Jayme Campos (DEM), que havia se lançado à reeleição, com os então suplentes da chapa Marcelo Maluf (PSDB) e a deputada Luciane Bezerra (PSB), e o vereador pela Capital Juca do Guaraná (PT do B), que chegou a se lançar ao Senado. 

Desistiram por inicia própria de pleitear cargo de deputado, após pedido de registro, os ex-deputados Márcio Pandolfi (PDT) e Chico Galindo (PTB), o empresário Daltinho Filho (Solidariedade), o pastor Aroldo Telles (PSC), o deputado Antonio Azambuja (PP), os vereadores cuiabanos Leonardo Oliveira (PTB), Mário Nadaf (PV), Oséas Machado (PSC) e Lilo Pinheiro (PRP), assim como Carlos Caetano (PDT), Flávio Rondon (Solidariedade), Franço do Batistão (Solidariedade), Jeosiane da Silva, a Nane (Solidariedade), Luiz Carlos (PP), Oscemário Daltro (PMDB), Ronnky Chaell (PSC), Rowles Magalhães (Solidariedade), Terezinha Milani (DEM) e Walter Saes (PSDB). Há outros que, mesmo na metade da campanha, devem fazer o comunicado oficial de desistência.

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| 17/08/2014, 18h:36 - Atualizado: 17/08/2014, 18h:59

Aliança PSB-PP deverá eleger 2; Botelho, Adriano e Max são os mais cotados à AL

Empresário explora base de Cuiabá; ex-reitor da Unemat aposta na região Oeste e ex-prefeito acredita em boa votação em Jaciara


A chamada “aliança da morte”, composta pelo PP e PSB, deve conquistar no máximo duas vagas à Assembleia. E na briga estão candidatos que investem pesado financeiramente. No geral, ao menos sete disputam espaço e tendem a obter votação similar, entre 20 mil e 30 mil. Os mais cotados são Eduardo Botelho, em Cuiabá; e Max Russi, em Jaciara (ambos do PSB) e Adriano Silva, de Cáceres.

pp psb coligacao deputado estadual

A coligação PSB/PP, com 7 candidatos projetando chegar a 20 mil votos, tem chance de eleger 2 à AL

Os dois partidos estão no bloco de apoio a Pedro Taques para governador. No mesmo palanque há outras duas coligações proporcionais, uma formada pelo PTB, PPS e PSL, que não deve eleger um parlamentar, e outro pela tríplice-aliança (PSDB, PDT e DEM), que tem expectativa de garantir até sete cadeiras.

Estão em disputa 24 vagas na Assembleia. Quinze deputados tentam novo mandato. O quociente eleitoral é de 68.100 votos por partido e/ou coligação para cada vaga.

eduardo botelho

Empresário Eduardo Botelho monta base em Cuiabá e em outras regiões e é o mais cotado do PSB

Por força de estrutura, o empresário Eduardo Botelho figura como o que reune maior chance de ficar com a primeira vaga do bloco PSB-PP. Ele é irmão do deputado estadual Luiz Marinho (PTB) e também de Rômulo Botelho, da União Transportes, que explora a concessão do transporte coletivo urbano de Cuiabá e Várzea Grande. É a primeira vez que Botelho concorre a cargo eletivo. Ele atua forte em Cuiabá, mas montou base também em vários municípios, o que vem causando ciumeira e protesto nos bastidores, principalmente de deputados que buscam a reeleição.

adriano silva

Adriano Silva, aposta do PP a deputado estadual

max russi

Ex-prefeito Max Russi, que disputa pelo PSB

Outra aposta da coligação é o ex-reitor da Unemat, professor Adriano Silva, do PP. Ex-militante histórico do PMDB, Adriano tenta consolidar seu nome na Grande Cáceres, região Oeste composta de 22 municípios que somam 215 mil eleitores. De olho numa comunidade acadêmica que somente de alunos chega a 20 mil, o candidato do PP percorre também os caminhos dos 13 campi na Unemat espalhados por outras regiões. Tem o deputado Antonio Azambuja, de Pontes e Lacerda, como um dos cabos eleitorais. 

Por essa coligação PSB-PP estão ainda na lista de mais cotados os ex-prefeitos Max Russi, com base forte em Jaciara e estrutura montada em Cuiabá com apoio do prefeito Mauro Mendes, e também Oscar Bezerra, de Juara, assim como o ex-deputado Carlos Brito, os três da legenda socialista, e os ex-vereadores por Cuiabá, Deucimar Silva e Francisco Vuolo, ambos da agremiação progressista.

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Comentários (26)

  • Fabio Santos | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 20h31
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    Vcs esqueceram que o Ezequiel Fonseca saiu da cidade de Reserva do Cabaçal que tem a população inferior a de Figueirópolis e esta cotado para se eleger Deputado Federal pela mesma Região. deputado não e eleito por uma cidade e sim pelo eleitores de todo estado. Então é Layr Mota Deputado Estadual 11234 "Um Novo Deputado para um Novo Mato Grosso".

  • mario | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 18h03
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    assistencia social do municipio de cuiaba, tem que colocar o carro na rua pra tirar mendigos e usuarios de drogas que ja estã ocomeçando a andar por cuiaba. é só ir nos bairro visinhos dos centros pra voce ver...

  • paulo sergio | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 17h25
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    furada esta pesquisa ou estao fazendo em cuiaba,caceres,e jaciara pois lhe afirmo sem medo de errar Oscar Bezerra sera o mais votado desta coligacao pois este sei que tem base pode nao ter tanta grana como estes citados mais ele tem votos.

  • CLARETA | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 17h13
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    Aqui em Livramento só será BOTELHO na cabeça com certeza ..

  • Max Magn | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 15h21
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    Não acreditem nessa pesquisa não senhores, pois como ALUNO DA UNEMAT da turma de Medicina é uma LASTIMA o quadro que a UNEMAT se encontra devido a Péssima gestão do Adriano, vamos a cuiabá reclamar aguardem! Aqui é todo mundo AIRTON PORTUGUÊS...Pois é o único que assumiu compromisso com os alunos e vamos continuar cobrando, Cáceres e a Grande Cáceres precisa de um representante de verdade que assuma seus compromissos, não aventureiros.

  • João Barreto | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 14h29
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    Eu vendo muitos falarem de Layr Mota, massss não ganha não viu! Não tem expressão politica e só quem mora em Figueirópolis D'Oeste sabe a verdadeira face desse homem, dentro de sua própria cidade ele não será o mais votado, imagina nas outras então. Drº Leonardo e Português já estão praticamente eleitos e são as melhores opções para nossa região! O Português faz muito para nossa região, se não fosse esse Silval Barbosa nossas estradas estariam um tapete, eu acompanho de perto a politica e sei o quanto nossos deputados Portugues, Ezequiel e Azambuja lutaram e continuam lutando para a conclusão dessas obras, mas nosso governador é muito ruim. Drº Leonardo vai ser eleito porque Cáceres vai coloca-lo lá na assembleia para trabalhar pelos cacerenses e pelo o que conheço deste homem ele não irá medir esforços. Não se iludam com Layr Mota e Adriano, as pesquisas já mostram que a possibilidade deles ganharem são praticamente 0, não vamos trocar o certo pelo duvidoso, nossa região não pode ficar sem representante na assembleia, vamos nos unir e votar naqueles que tem chance, se não, nenhum será eleito e ai sim o senhor Layr Mota poderá chamar nossa região de Vale dos Esquecidos.

  • Francisco Botelho Pinto | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 14h17
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    Francisco Botelho Pinto, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • TUKINHA NETTO | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 13h49
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    SIM NÓS SOMOS COM CERTEZA BOTELHO . HOJE É REFERENCIA EM ARIAS COMO SAÚDE , URBANISMO E SEGURANÇA E SIM EXPERIÊNCIA COMO EMPRESARIO . HOJE NÓS PRECISAMOS DE AÇÕES E MENOS FALAÇÃO . CUIABÁ E OUTROS MUNICÍPIOS JÁ FECHADO COM O NOVO .

  • Benedito | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 13h36
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    ADILSON LEVANTE - anotem aí....

  • ezequiel paixão | Segunda-Feira, 18 de Agosto de 2014, 12h36
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    Estou achando estranha essa discussão, pois me parece que estamos falando de outra região. A cidadede Figueirópolis tm 3.600 habitantes, se todos votassem e todos no Lair mota, essa seria a votação dele.

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