Blog do Romilson

| 09/02/2018, 07h:42 - Atualizado: 09/02/2018, 07h:56

Médicos formados no exterior são ignorados


edesio do carmo artigo 400

Edesio Adorno

O Enem 2017 teve 7.6 milhões de inscritos, desse universo, apenas 4.7 milhões de provas foram corrigidas. Essa legião de estudantes disputou 239 mil vagas no ensino superior público. Desse total, quase 500 mil estudantes disputaram 4.682 disponíveis para o curso de medicina em todo o país, segundo dados disponibilizados pelo SISU.

Nas universidades privadas, mesmo que os aspirantes a médicos tenham condições de desembolsar algo em torno de meio milhão de reais ao longo de seis anos, não há vagas para tantos candidatos.

Não há vagas para quem pretende cursar medicina. Faltam universidades para formação de médicos. Essa realidade mórbida causa morte e riqueza ao mesmo tempo. Mudança pressupõe preservação da vida e redução do faturamento das organizações mafiosas que monopolizam o mercado da doença e escolhe quem e quando deve morrer.

Entre os 495 mil jovens alijados dos centros de ensino médico do país, alguns milhares zarpam para o Chile, Itália, Paraguai, Bolívia, Uruguai, Cuba, Rússia e Argentina em busca da realização de um sonho e da qualificação da vocação de salvar vidas.

Depois de seis anos de quase exílio no exterior, longe da família, de amigos e do conforto do lar, esses brasileiros fora de sua pátria, depois de submetidos a rigoroso processo de avaliação, recebem o canudo, retornam ao Brasil como médicos e não podem exercer a profissão. É preciso se submeter ao desgastante e penoso processo de revalidação do diploma. Esse é o jogo.

Justiça aos nossos jovens médicos!

A questão é que o jogo precisa ter regras. A UFMT é habilitada para fazer a revalidação de diploma. Em 2016 publicou um edital estabelecendo as regras do jogo. Durante o processo, as regras foram alteradas ao bel prazer da instituição. Os médicos não aprovados na primeira fase, deveriam fazer complementação de ensino.

O problema é que depois da complementação, foram submetidos a uma prova de avaliação preparada com o propósito de barrar o acesso desses profissionais ao mercado de trabalho. Quem recorre à Justiça para fazer valer seus direitos colhe amarga e dolorosa decepção. O jogo dos conselhos de medicina, liderados pelo CREMESP/SP, é bruto. 

A UNEMAT precisa se habilitar para fazer a revalidação dos diplomas dos brasileiros formados no exterior. Esses profissionais gastaram todas as suas economias. Estão empobrecidos com o diploma debaixo do braço e impossibilitados de ajudar salvar vidas. Os deputados estaduais e federais precisam enxergar essa realidade e ajudar a esses brasileiros desamparados.

O governo federal estuda receber médicos venezuelanos. A proposta, segundo disse o ministro da Justiça, é oferecer jaleco branco, reconhecer seus diplomas, garantir emprego no Mais Médico e salário a todos. Ótimo! Acolher nossos irmãos da Venezuela é uma questão de Justiça e de solidariedade.

Ignorar a situação dos brasileiros formados no exterior, deixá-los expostos a política de reserva de mercado dos conselhos de medicina e suscetíveis ao rigor das instituições que fazem a revalidação de diplomas, é tratar com desprezo e de forma desigual justamente os filhos da pátria.

Sim aos médicos venezuelanos, mas muito mais sim aos médicos brasileiros formados no exterior. Um país que não cuida de seus filhos, faz demagogia quando abraça filhos alheios. Justiça aos nossos jovens médicos!

Edésio Adorno é advogado em MT e escreve exclusivamente para este Blog toda sexta-feira. E-mail: edesioadorno@gmail.com

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Comentários (32)

  • Quadro Branco de Estudo | Quinta-Feira, 17 de Maio de 2018, 03h48
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    https://www.youtube.com/channel/UC0xPswRl1QRf3LVt26l9cOQ?view_as=subscriber Colegas médicos, agente criou Canal de estudo em grupo para Revalidação, ali é disponibilizado discussão de tudo o conteúdo dirigido para a Revalida 2017 pratico, e assim que for feito esse Pratico, sera logo disponibilizado para 2018 teórico; essa é uma forma de nos apoiar todos nos ajudando uns aos outros no aprimoramento para passar a Revalida; Sabemos que os cursos são caros e não todos temos para pagar esses absurdos de preços, mas que pagou disponibiliza o material para os que na podem; O canal no principio foi de estrangeiros no Brasil mas já muitos Brasileiros se juntou na luta contra quem nos Bloqueiam! a Maioria dos que naos juntamos na primeira etapa 2017 passou (de 7 colegas só 1 reprovou), agora o canal já tem 21 colegas em 15 dias de discussões para o Pratico. Vão Lutar juntos, assim agente é mais forte!! https://www.youtube.com/channel/UC0xPswRl1QRf3LVt26l9cOQ?view_as=subscriber

  • Paulo Adriano | Segunda-Feira, 12 de Fevereiro de 2018, 00h12
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    Digo sim aos médicos formados no exterior por vários motivos, um deles é que tiveram ensino igualitário ou até melhor que há no Brasil, foram para o exterior para livrar de pesados impostos e grandes cartéis formado pelo o egoísmo elevado de pessoas que não pensa no bem da população. Depois de 6 anos de estudos e mais 1 ano de complementação no Brasil com aulas práticas e teóricas sem dúvidas esses soldados estão pronto para a guerra. Autoridades competentes se mobilizem e veja o óbvio.

  • Paulo Adriano | Segunda-Feira, 12 de Fevereiro de 2018, 00h11
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    Digo sim aos médicos formados no exterior por vários motivos, um deles é que tiveram ensino igualitário ou até melhor que há no Brasil, foram para o exterior para livrar de pesados impostos e grandes cartéis formado pelo o egoísmo elevado de pessoas que não pensa no bem da população. Depois de 6 anos de estudos e mais 1 ano de complementação no Brasil com aulas práticas e teóricas sem dúvidas esses soldados estão pronto para a guerra. Autoridades competentes se mobilizem e veja o óbvio.

  • Angelo | Sábado, 10 de Fevereiro de 2018, 12h38
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    Não confio direito nem nos médicos formados por aqui, o que dirá esses formados no "exterior" ... turminha corporativista que só pensa em enriquecer o mais rápido possível para não ter que entrar em contato com o povão ... os médicos brasileiros não gostam do "cheiro do povo" ... salvo raras exceções ...

  • Homero.... | Sábado, 10 de Fevereiro de 2018, 09h14
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    Tomemos como exemplo um país qualquer, a Rússia: um brasileiro que se formou em Medicina naquele país, em uma turma de 100 alunos, dos quais 99 são russos. Formado, o brasileiro volta para o seu país, os seus colegas ficam na sua terra e por lá exercem a sua profissão. Acompanhando a lógica dos críticos que aqui comentam, bem com as "lições" de ética das autoridades médicas do Brasil, o brasileiro, aqui, é barrado no seu trabalho porque não tem competência necessária para a profissão, enquanto os seus colegas que ficaram na Rússia, com os mesmos conhecimentos que o brasileiro, sem a necessidade do Revalida e outros empecilhos, lá estão trabalhando sem saber "...tratar anemia e verminoses", como disse, abaixo, a Sra. Anna Amélia Rios. É isso? Coitados dos Russos, hein?... Tanta anemia e verminose numa das quatro maiores potências do mundo....!!!

  • Keops | Sábado, 10 de Fevereiro de 2018, 07h23
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    Eu sou da seguinte opinião. Médico formado no exterior tem SIM que fazer uma prova para revalidar o diploma. Milhares de brasileiros (muito sem condição nenhuma de ser aprovado no ENEM) optam pelo caminho mais fácil de estudar medicina em países da América Latina. Porém, também é claro como a luz do sol que, MUITOS médicos formados aqui no Brasil são verdadeiros LIXOS em termos profissionais. Indivíduos sem a mínima condição intelectual e ética de exercer a medicina! Diante disso, fica evidente que os médicos formados no Brasil deveriam ser habilitados mediante uma prova (estilo OAB) antes de exercer a honrosa profissão médica. Ou seja, sem mimimi pra lá nem pra cá. Quem é bom, se garante!

  • Anna Amélia Rios | Sexta-Feira, 09 de Fevereiro de 2018, 19h52
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    Médico bem formados não tem medo de prova fácil! Vergonha de mimizentos que não estudam! Não vejo reclamando de revalidação americana que é rigorosa! Absurdo defender o indefensável!Médico que não sabe tratar anemia e verminoses são absolutamente um desserviço ao país! Parabéns CREMESP!

  • Jasson Borralho Paes de Barros | Sexta-Feira, 09 de Fevereiro de 2018, 19h46
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    Parabéns Nobre Causídico, bem dito e sustentado seus argumentos, é fato notório.

  • Roberto | Sexta-Feira, 09 de Fevereiro de 2018, 18h16
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    Quanta desinformação. O senhor deve não saber mas os últimos editais do mais medicos não teve vaga nem pra 10% dos médicos formados aqui no Brasil e acha que tem que trazer estrangeiros. E a revalidação pelo exame revalida tem mais de 50% de aprovação o que deixa claro que não é uma prova difícil comparada a oab que tem só 5%

  • Maria P. | Sexta-Feira, 09 de Fevereiro de 2018, 17h17
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    O senhor é um grande retardado e, um fanfarrão. Larga mão de esquerdar, seu esquerdoso esquerdante.

Espólio eleitoral | 23/09/2018, 10h:05 - Atualizado: 01h atrás

Baiano apoia reeleição de Botelho e Leonardo prioriza Cáceres; Zé Domingos e Wancley neutros


selo eleicoes 2018

 

Neste ano, quatro deputados estaduais não disputam a reeleição. São eles, Leonardo Albuquerque (Solidariedade), Baiano Filho (PSDB), Zé Domingos Fraga (PSD) e Wancley Carvalho (PV). Somente dois deles estão apoiando outros candidatos à Assembleia.

Leonardo não disputa a reeleição porque concorre a deputado federal. Entretanto, está apoiando todos os candidatos à Assembleia que também mantêm  domicílio eleitoral em Cáceres e são da coligação Segue em Frente Mato Grosso do governador Pedro Taques (PSDB).

Com isso, os candidatos a deputado estadual apoiados por Leonardo são Cláudio Henrique e Valdeniria Ferreira (ambos PSDB), Pastorello (Solidariedade) e Xinxarra (PPS). Os demais integrantes da nominata do Solidariedade também contam com o apoio do parlamentar.

Já Baiano Filho, que decidiu não disputar a reeleição por decepção com a vida pública e rompeu com Taques para apoiar o adversário Mauro Mendes (DEM), apoia apenas um candidato a deputado estadual. O escolhido do parlamentar que mantém bases em Sinop e no Araguaia é o presidente da Assembleia Eduardo Botelho (DEM).

Rodinei Crescêncio

Montagem deputados que n�o v�o � reelei��o

Baiano Filho, Wancley Carvalho, Leonardo Albuquerque e Zé Domingos estão fora da briga por vaga na Assembleia

Zé Domingos decidiu não concorrer à reeleição após divulgação do vídeo no qual aparece contando dinheiro de suposta propina paga pelo ex-governador Silval Barbosa (sem partido) a deputados estaduais em troca de apoio político. Além disso, não tem nenhum candidato à Assembleia de sua preferência.

Entretanto, passou para os colegas candidatos à reeleição o contato das 34 lideranças espalhadas por Mato Grosso que coordenavam suas campanhas eleitorais. A conquista dos apoios dependeu da conversa individual com cada parlamentar.

Wancley também não apoia nenhum postulante à vaga de deputado estadual. O deputado segue em tratamento do transtorno de ansiedade que o tirou da vida pública, conforme anúncio feito em março deste ano. Por isso, deixou a atividade política para evitar estresse.

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| 23/09/2018, 00h:00 - Atualizado: 22/09/2018, 17h:35

Higienização das próteses totais e parciais


jackelyne_pontes_artigo_400

Jackelyne Pontes

Para pacientes que fazem uso de próteses total (dentadura) ou parcial, a higiene é fator primordial para a manutenção da saúde oral evitando acúmulo de debris na superfície interna da prótese e consequente a proliferação de bactérias e fungos.

A prótese dentária restabelece a função estética do paciente, porém necessita de cuidados por parte do paciente e de uma excelente técnica de confecção por parte do cirurgião-dentista e do técnico em prótese dentárias, que aliás trabalham em conjunto.

Vários meios de desinfecção podem ser usados, entre eles: escovas com pasta de dentes ou sabão neutro, microondas, ultrassom e produtos químicos. Quando a escolha for a escova, devemos escolher as com cerdas macias e pastas menos abrasivas pois as escovas cm cerdas duras e as pastas abrasivas podem danificar a resina deixando a prótese mais porosa e facilitando o acúmulo de placa bacteriana.

O microondas e o ultrassom não são meios caseiros de limpeza, sendo usados pelo profissional no consultório. Os meios químicos são os que mais têm mostrado eficácia na higiene da prótese, entre eles estão os pós ou tablets efervecentes, que liberam oxigênio e fazem a limpeza mecânica na prótese. A vantagem é que este não tem ação deletéria sobre a resina.

Vários meios de desinfecção podem ser usados, entre eles: escovas com pasta de dentes ou sabão neutro, microondas, ultrassom e produtos químicos

Jackelyne Pontes

O agente químico deve ser de fácil manuseio, baixo custo, ter um gosto agradável, não ser tóxico, ser compatível com os materiais que compõem a prótese e que tenham efetividade na remoção de microorganismos e manchas.

A escova ideal para a higienização da prótese deve ter um cabo menor, fibras mais grossas e firmes, porém macias, e distribuídas nos dois lados da cabeça, sendo um tufo mais grosso para escovar a parte externa da prótese, e um mais comprido, para alcançar as partes mais profundas da região basal, e o dentrifício não deve ser abrasivo.

O acompanhamento periódico no consultório deve ser feito com enfoque na higienização e orientação de uso. Lembremos que a maioria dos portadores de prótese total são idosos e estes, muitas vezes, apresentam comprometimentos sistêmicos e dificuldades motoras carecendo de um acompanhamento mais rigoroso. A falta de higienização e acúmulo de biofilme pode causar candidíase (doença fúngica), estomatite protética e hiperplasia papilar inflamatória.

Sobre a estomatite protética é importante sabermos que as suas causas ainda não estão totalmente esclarecidas, porém o conjunto: trauma da mucosa em consequência de próteses mal adaptadas, falta de higiene e porosidade da resina, associadas com a baixa resistência do sistema imunológico do seu usuário pode desencadear o quadro.

Ao contrário do que muitos pensam, as próteses não devem ser substituídas somente quando apresentarem defeitos ou quando os desconfortos fazem parte do processo de adaptação. A confecção de próteses novas, periodicamente, de acordo com a orientação do seu cirurgião-dentista, remoção noturna da prótese e adoção de medidas que evitam o acúmulo de bactérias e fungos são conselhos que devem ser seguidos à risca. A mucosa que recebe a prótese também deve ser higienizada.

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, mestre em Saúde Coletiva, diretora do Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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| 22/09/2018, 16h:22 - Atualizado: 22/09/2018, 16h:23

O Estado e os direitos LGBTQ+


Arquivo pessoal

Airton Marques

Airton Marques

As eleições gerais de 2018 serão realizadas no ano em que se comemora 40 anos do movimento LGBTQ+ no Brasil. Na realidade, diante do conservadorismo crescente e a falta de políticas públicas para gays, lésbicas, bissexuais e pessoas trans, pouco há de se comemorar. No Congresso Nacional, são dezenas de projetos de lei à espera de aprovação. Entre as propostas, 13 se destacam, como a criminalização da LGBTQfobia, casamento homoafetivo, alteração do nome e da identidade sexual e outras medidas para promover a igualdade, como uso de banheiro de acordo com a identidade de gênero.

A aprovação de tais projetos é de grande importância para nós LGBTQs, mesmo que alguns destes temas já tenham certo avanço devido à intervenção do Judiciário. Caso, por exemplo, do projeto (PLS 612/2011) em trâmite no Senado, no qual se reconhece como entidade familiar a união estável entre duas pessoas (independente de gênero) e prevê que essa união possa ser convertida em casamento. Ambos os direitos foram assegurados pelo STF e CNJ. No entanto, a mudança via Legislativo reforçaria o respaldo legal, afastando qualquer ameaça de mudança de entendimento.

A estagnação política vista até então no Congresso e nos Estados ainda preocupa, devido ao perfil e pouco conhecimento demonstrado pela maioria dos candidatos aos cargos de governador, senador e deputados federal e estadual. Em meio ao debate eleitoral, candidatos erram ao falar que o Estado não deve intervir na vida privada das pessoas, como se esta militância buscasse privilégios que interviessem na relação íntima dos brasileiros.

A questão não é buscar garantir os direitos igualitários dentro de quatro paredes, mas fora delas. O que se busca são garantias de que gays, lésbicas, bissexuais, trans e todos os outros grupos que o símbolo + representa na sigla, tenham o seu direito de cidadania e saiam da marginalidade. Realidade cruel vista hoje em todos os cantos do país.

Concordo que o Estado não deve se meter na ORIENTAÇÃO SEXUAL (digo isso em caixa alta, pois ainda insistem em relacionar a atração a uma escolha e não à atração afetiva e sexual). Defender que cada cidadão é livre para cuidar da sua vida, sem preconceitos, é um falso discurso de quem pouco se importa com a urgência LGBTQ+, mas não quer ficar mal na fita, nem com os conservadores e falsos moralistas, nem com quem sofre na pele o preconceito e discriminação por ser quem se é.

Quando se fala de políticas públicas para LGBTQ+, não se trata de questões íntimas, mas no pensar em o que se fazer para tratar crimes perversos contra travestis, por exemplo. Assim como a falta de empregos para transexuais que ainda encontram dificuldades para ter seu verdadeiro nome e gênero em documentos oficiais. E ainda, ações governamentais para combater o crime de ódio contra essas pessoas e acabar com a impunidade dos agressores, entendendo que crimes relacionados a questão de orientação sexual e gênero devem sim ser tratadas de forma contextualizada, como nos casos de racismo e feminicídio (que ainda apresentam suas deficiências).

Quando se fala de políticas públicas para LGBTQ+, não se trata de questões íntimas, mas no pensar em o que se fazer para tratar crimes perversos contra travestis, por exemplo

Airton Marques

Se não bastasse a letargia do Estado em colocar em prática estes projetos, ainda há ações para retirar o pouco que conseguiu avançar. Para azar da população mato-grossense, um parlamentar do nosso Estado, aquele mais conhecido por se posicionar contra o Mikey do que pelos projetos de relevância, chegou a apresentar uma proposta na Câmara Federal para que apenas casais formados por homem e mulher possam adotar.

Diante de tal exemplo, o discurso de que o Estado não deve “meter a colher” em questões envolvendo LGBTQ+, por se tratar de assuntos íntimos, cai por terra. Como o Estado não pode intervir para manter o direito de casais gays adotarem, mas aceita deputados inescrupulosos apresentarem projetos para estipular uma proibição a ação que se configurou como um avanço na questão do abandono afetivo e social de diversas crianças brasileiras?

É curioso acompanhar que o Estado vem sendo utilizado apenas para atender aos interesses daqueles que temem a ameaça que a evolução social representa a sistemas arcaicos.

Aparentemente, o sistema político brasileiro funciona da seguinte forma: se for para retirar direitos, o Estado está a postos, mas para garantir a dignidade humana, a sociedade deve seguir seu caminho natural, pendendo para suprimir as súplicas das minorias.

Apesar de ser tão claro, quem clama por privilégios não são aqueles que morrem pelo fato de se travestir ou demonstrar afeto a quem se ama em público. O discurso de que as minorias querem privilégios é tão ultrapassado, que nem mesmo o mais ignorante ator político consegue acreditar.

Por fim, é preciso falar que Mato Grosso é um dos poucos estados brasileiros que ainda não possui um conselho específico para discutir políticas públicas de inclusão e defesa da dignidade desta comunidade. Em 2015, o governo chegou a baixar um decreto instituindo tal grupo de discussão. No entanto, a defesa da tradicional família brasileira e conservadorismo que domina o Legislativo fez com que importante iniciativa ruísse. Desde então nada continuou sendo feito.

O período eleitoral, talvez, seja a única luz no fim do túnel para que parte esquecida da população mato-grossense seja ouvida. Até o momento, importante passo já foi dado: há quem levante a bandeira arco-íris não só como falsos simpatizantes focados apenas nos votos da comunidade. A partir da possibilidade de escolha, a torcida é de que em meio a tortuoso caminho até o Parlamento, tais candidatos mantenham a bandeira em riste e lutem para que estas dezenas de projetos não fiquem apenas no papel.

Airton Marques é jornalista, formado em Rádio e TV pela UFMT e editor de política do portal Rdnews. Cânceriano e palmeirense, nasceu em Minas Gerais, mas se considera cuiabano de coração há mais de 15 anos. E-mail: airtonmlf@gmail.com.

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fisiologismo em MT | 22/09/2018, 10h:10 - Atualizado: 01h atrás

Infidelidade de prefeitos marca campanha eleitoral e expõe busca de vantagens pessoais - veja infiéis


selo eleicoes 2018

 

A campanha eleitoral está sendo marcada pela infidelidade partidária dos prefeitos. Boa parte está sendo fomentada pelo candidato a governador Mauro Mendes (DEM) que anunciou o apoio de 25 gestores municipais filiados a partidos coligados com os adversários Pedro Taques (PSDB) e Wellington Fagundes (PR).

Cinco prefeitos do PSDB de Taques, nove do PSB que também faz parte da coligação Segue em Frente Mato Grosso e um do Solidariedade estão com Mauro. O PR de Wellington perdeu quatro prefeitos para o democrata e os partidos da coligação A Força da União PRB, PT e PP tem dois, dois e um infiéis, cada legenda, respectivamente.

Arquivo

Onofre Ribeiro

Jornalista e analista político Onofre Ribeiro atribui a infidelidade partidária ao fisiologismo do ex-presidente FHC 

O jornalista e analista político Onofre Ribeiro atribui a infidelidade partidária ao fisiologismo do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB).  Isso porque o tucano, que aprovou a emenda da reeleição em 1997, também fez valer legislação liberando as coligações em todos os níveis para viabilizar seu projeto político concretizado em 1998.

FHC praticamente decretou a morte dos partidos políticos que se transformaram em siglas sem nenhum compromisso ideológico

Onofre Ribeiro

“Com  isso, FHC praticamente decretou a morte dos partidos políticos que se transformaram em siglas sem nenhum compromisso ideológico. Mesmo filiados a partidos, os políticos se posicionam nas eleições mais de acordo com conveniências pessoais do que ideais. Isso só aumenta o descrédito da população”, explicou Onofre ao .

Taques e Wellington também assediam prefeitos da coligação de Mauro denominada Pra Mudar Mato Grosso. Entretanto, evitam tornar públicos os casos de infidelidade partidária.

A assessoria de Taques informou que não existe um número consolidado e que a coordenação de campanha mantém conversas com prefeitos de todos os partidos cotidianamente. A equipe de Wellington garante que prefeitos  de outras coligações  já declararam apoio ao republicano, mas muitos deles pediram para não serem identificados  para evitar constrangimentos com correligionários. 

Um dos infiéis que apoia Wellington é o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB). Isso porque o MDB está na coligação de Mauro, mas o emedebista decidiu não acompanhar o posicionamento partidário.

Rodinei Crescêncio

quadro infidelidade prefeitos nas elei�es

Lista de infiéis é declarada pelo candidato Mauro Mendes; Taques e Wellington admitem conversas diárias

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Comentários (1)

  • josé epaminondas sotter | Sábado, 22 de Setembro de 2018, 15h16
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    josé epaminondas sotter, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 22/09/2018, 00h:00 - Atualizado: 21/09/2018, 11h:04

Vamos falar de cerveja?


vinicius Masutti colunista lateral fixo

Vinicius Masutti

A cerveja é um dos alimentos mais antigos manufaturado pelo homem. Sim, é verdade. Os registros mais antigos já encontrados da produção de cerveja datam de cerca de onze a treze mil anos, justamente quando a humanidade perpetrou o que chamamos de revolução agrícola. Eu explico!

Até essa época, éramos bandos de caçadores-coletores, o que significa que vagavamos pelas planícies africanas e do oriente-médio em pequenos bandos, comendo o que achávamos no chão (frutos, raízes, castanhas) e caçando pequenos animais. Mas tudo mudou quando descobrimos por observação que as plantas tinham um ciclo infinito de produção e que portanto poderíamos cultivá-las. As plantas mais abundantes nessa região do planeta eram os cereais e portanto foi por causa deles que deixamos de ser nômades e passamos a estabelecer residência fixa, a fim de cultivá-los e assim termos alimento sempre.

E o pão, meus amigos, é o irmão da cerveja porque ela é feita basicamente dos mesmos ingredientes.

Mas, onde entra a cerveja? Logo após a invenção do pão. O pão surgiu quando nossos ancestrais decidiram triturar os cereais que colhiam até virar pó, que, misturado à água, virava uma massa que assada ao sol ou ao fogo se transformava no pão. E o pão, meus amigos, é o irmão da cerveja porque ela é feita basicamente dos mesmos ingredientes.

Do pão à cerveja foi um pulo e o que aconteceu estimamos seja o seguinte. Em certa ocasião, os cereais colhidos e armazenados em algum recipiente foram inundados pela chuva e começaram a germinar, o que os deixou mais macios e, portanto, inviáveis para fazer a farinha que se tornaria o pão, então suspeitamos que o bando, para não perder a colheita, resolveu ferver aqueles cereais imersos em água. Esse processo se chama hoje mosturação que consiste em extrair os açúcares do cereal. Essa sopa de cereais foi, ao longo dos dias, borbulhando misteriosamente, era a fermentação. Bactérias presentes no ar se alimentaram dos açúcares contidos na “sopa” e os transformaram em álcool e gás carbônico (falaremos mais disso nos próximos capítulos).

A “sopa” era provavelmente azeda, mas tinha algo a mais, o álcool que apesar da baixa graduação causou uma alteração de consciência, a embriaguez, o que imaginamos agradou o pessoal. Pois a partir desse dia, a cerveja passou a acompanhar a humanidade. As receitas, de pão e cerveja foram passadas de geração para geração e ambos, fazem parte até hoje de nossa alimentação. Assim surgiu a cerveja, e é dela que falaremos todos os sábados. Vamos aprender aqui, o que é cerveja, como é feita, quantos e quais estilos existem, como combiná-los com comida e assim vamos passar a beber melhor. Aguarde e confira.

Saúde!

Vinícius H. Masutti é sommelier especializado em cervejas, formado pela Universidade Positivo e Barista pelo Senac-PR e escreve exclusivamente neste espaço todo sábado. É responsável pelo treinamento e pela carta de cervejas de mais de 40 estabelecimentos pelo país, presta consultoria para bares, empórios e restaurantes, promove cursos e treinamentos sobre a bebida. Nasceu no Paraná e fincou raízes em Cuiabá. E-mail: viniciusmasutti@gmail.com

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| 21/09/2018, 23h:40 - Atualizado: 03h atrás

Sommelier Vinícius é o novo colunista do Rdnews


Rdnews/arquivo

vinicius masutti colunista

Sommelier Vinicius Masutti, novo colunista do Rdnews e do Blog do Romilson, agora publica artigo todo sábado

O café é uma bebida sedutora. Durante sua preparação tende a erguer um aroma inconfundível. Aos poucos, o cheirinho de café que acabou de ser "passado" chega aos corredores, atravessa as fechaduras das portas, frechas das janelas e penetra às narinas. Em uma inspiração profunda, o desejo ativa a memória do amargor e convida os amantes a saborearem a bebida.

Bem como a cerveja, vinho ou a cachaça não são só álcool, o café também vai além da cafeína. Ele pode ter inúmeros sabores e aromas, dependendo das variedades e tipos de extração.

E para auxiliar os leitores na apreciação de cada uma dessas misturas, o sommelier Vinícius Masutti passa a integrar o time de colunistas do portal  . Tem agora espaço fixo na coluna do lado esquerdo deste Blog e assina seus artigos todo sábado.

"A ideia é que as pessoas procurem prazeres sensoriais, que deve ser o objetivo, e como consequência encontrem a cafeína e ou o álcool", comenta o novo colunista. O especialista defende que, isso também possibilitará harmonizações de sabores com diferentes tipos de receitas e as bebidas parecerão ainda mais atraentes com a revelação de seus ingredientes pelo olfato e paladar mais apurado. 

Por isso, segundo Masutti, o conteúdo que ele irá produzir será fundamental para que o leitor e também consumidor compreendam as possibilidades e complexidades de cada uma delas. "Sabendo o que bebem, vão beber melhor. Basicamente, se tornarão consumidores ativos, críticos e exigentes, ao invés de passivos, que só aceitam o que a grande indústria empurra", descreve. 

Este ano, o sommelier também propôs uma explosão de sabores com harminizações inusitadas em pontos diversos da cidade. Vinícius atua na área há oito anos, mas se formou em 2015 na Universidade Positivo, em Curitiba. Sommelier especializado, em 2016 foi semi-finalista no Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cerveja, única vez que participou. Paranaense de Pato Branco, soma 6 anos na Capital. Em Mato Grosso faz consultorias, treinamentos e cursos para bares, restaurantes, empórios e cafeterias.

Colunistas

Vinicius Masutti substitui o advogado Akio Maluf Sasaki, que desde janeiro de 2015 escrevia semanalmente neste espaço. A ele nossos agradecimentos pela valiosa colaboração. Masutti se junta aos articulistas que escrevem artigos uma vez por semana, sendo eles Jackelyne Pontes (domingo), Sandra Alves (segunda), Olga Lustosa (terça), Ana Lacerda (quarta), Vivaldo Lopes (quinta) e Edésio Adorno (sexta).

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Comentários (1)

  • luarapardillo | Sábado, 22 de Setembro de 2018, 16h26
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    luarapardillo, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 21/09/2018, 09h:07 - Atualizado: 21/09/2018, 09h:16

Moro, o carrasco de Lula, já elegeu Haddad!


EDESIO.png

Edésio Adorno

Os bravos da Lava Jato, juiz Sérgio Moro e os procuradores federais Deltan Dallagnol e Carlos Fernando Lima, em deslavado ativismo político, tentaram derrubar o presidente Michel Temer (MDB), chafurdaram a ordem legal e impuseram suas convicções ideológicas e filosóficas em um processo que deveria ser técnico, neutro e jurídico.

Fizeram de cada ato da operação um espetáculo midiático; excederam nas conduções coercitivas e institucionalizaram as prisões preventivas com víeis de pau de arara moderno. Meros suspeitos foram expostos ao opróbrio e a desonra pública.
A TV Globo alcançou picos estratosféricos de audiência com a divulgação de vazamentos privilegiados. A grande imprensa faturou milhões com o tétrico e sórdido espetáculo de demonização da política e dos políticos. Sobrou a salgada conta, que deve ser paga por quem gosta ou detesta a política. Prepare o bolso, bugrada!

Fizeram de cada ato da operação um espetáculo midiático; excederam nas conduções coercitivas e institucionalizaram as prisões preventivas com víeis de pau de arara moderno 

Os heróis de papelão da República de Curitiba, reverenciados e aplaudidos pela massa ignóbil das redes sociais, surfaram livres, leves e soltos nas ondas do lavajatismo. O então chefe da Procuradoria-Geral da República (PGR), Rodrigo Janot e sua substituta, Raquel Dodge, foram decisivos na montagem do espetáculo de justiçamento de vítimas ou presas escolhidas meticulosamente.

Sob os auspícios da turma da Lava Jato, Lula foi massacrado pela imprensa, submetido a brutal e odioso linchamento nas redes sociais. A condenação do petista se deu em um processo confuso e não convincente. A pena, além de mantida em segunda instância com celeridade relâmpago, foi majorada para agradar as milícias das redes sociais.  

Antes de ser recolhido a masmorra, o ex-presidente peregrinou pelo País, incendiou a militância petista e sua legião de seguidores. Lula se tornou mártir do direito exótico de Moro. O entorno da carceragem da Policia Federal de Curitiba virou acampamento e ponto de peregrinação para os devotos do demiurgo de Garanhuns.

Da cadeia, Lula seduz quase 40% dos eleitores brasileiros. Impedido pela lei da ficha limpa de ser candidato a vencer as eleições no primeiro, o homem satanizado pelos justiceiros da Lava Jato, escalou o poste Fernando Hadadd para substituí-lo na corrida presidencial.

O preposto de Lula já está no 2º turno e com os dois pés nas portas do palácio do Planalto. O sistema financeiro, a imprensa e o conjunto dos partidos políticos vão unir forças para empurrar Bolsonaro para a cova.

O preposto de Lula já está no 2º turno e com os dois pés nas portas do palácio do Planalto

O capitão reformado, vítima de inaceitável atentado, permanece em convalescênça médica. Dificilmente terá força e mobilidade para atuar no segundo turno. Será abatido pela máquina petista, potencializada por aliados, agregados e vigaristas.

Eis aí o presente de grego que Moro, Dallagnol e a grande imprensa deram ao Brasil. Por uma questão de princípios, mantenho meu voto em Bolsonaro, mas estou certo, absolutamente seguro de que o capitão retorna pra caserna, caso não vença a batalha eleitoral no primeiro round.

Edésio Adorno é advogado em MT e escreve exclusivamente para este Blog toda sexta-feira. E-mail: edesioadorno@gmail.com

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Comentários (8)

  • leo | Domingo, 23 de Setembro de 2018, 09h03
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    A matéria faz um "reconhecimento" tardio das ilicitudes e estranhos métodos utilizados pela lava jato que atuou e atua de forma seletiva e escandalosamente partidária. Pena que o reconhecimento se dê muito mais pela preocupação com revigoramento do PT em função da perseguição caluniosa do que propriamente pela atuação criminosa da lava jato e da mídia em geral.

  • Goethe | Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018, 21h13
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    Não retorna para a CASERNA !!!Não querem ele por lá ,também. Afinal ninguém adota DERROTADO !!! O Bolso disse que se perder( já perdeu) vai para a ITÁLIA , pois é de lá sua origem . Acho que o mesmo pensa que Benito Mussolini ainda VIVE !!!

  • Môsca | Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018, 17h34
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    ZUUUUUMMMMMMM.....Data-Poder- Bolsanaro 26% --Haddad -22% - Ciro -14% _ Alkimin 6% - Marina 4% !!! O TISUNSMI continua com a onda nas alturas !!! Ainda não chegou na costa !!! 55% do eleitor do LULA ,ainda não sabe que o Haddad é o seu INDICADO !!! ZZZUUUUUMMMM...estraguei a sexta !!!

  • JOSE MARQUES BRAGA | Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018, 17h17
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    Muito coerente o texto. Essa gurizada ainda não aprenderam de que os grande lideres são futos de reações a fatos ou outros lideres. Quem seriam Winston Churchill, Josef Stalin e Franklin Roosevelt se não existisse aDOLF hITLER? DANTE DE OLIVEIRA sem o Golpe dos Militares em 1964 e estes sem os estudantes da esquerda? Essa geração nova sabe muito na horizontal e pouco na vertical. São nos conhecimentos integrados.

  • Carlos Nunes | Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018, 14h52
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    Pois é, alguns telejornais e comentaristas já começam a ventilar as seguintes notícias...se ganhar o Haddad, quem vai governar será o Lula. Lula manda, Haddad obedece. Um comentarista foi mais longe...o Haddad dá Indulto e solta o Lula, consultaram um Jurista sobre isso e ele deu o seguinte parecer: o presidente pode dar Indulto pra quem quiser, sem prestar contas pra ninguém. Lula livre, governando o Brasil. É, Haddad é Lula, e Lula é Haddad. Tio Lula vai voltar...

  • walter liz | Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018, 14h29
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    não entendo mais nada, um monte de comparsas em todos os niveis do aparelhamento petista confessaram crimes , fizeram delação premiada, devolveram parte do dinheiro roubado da nação, seu lider maior conivente com toda essa sujeira, foi condenado, fez trocentas apelações que chegam as tribunais superiores com uma celeridade impressionante, tipo the flash , as vezes ate duas no mesmo dia, e ainda, infelizmente, muitos o acham injustiçado.

  • Dornele$ | Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018, 11h13
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    Dornele$, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • alexandre | Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018, 09h37
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    bebeu, o poste não ganha, a rejeição ao PT é enorme, 14 milhoes de desempregados, 12% de inflação, fora a corrupção, Bolsonaro estará de volta no 2 turno, como o pior prefeito do Brasil, pensa em ser o melhor presidente ? mesmo se lula voltasse, ele não faz milagre economico, é populismo, irresponsabilidade fiscal, dinheiro pra venezuela e quebra do Brasil.

RESPOSTA NAS URNAS | 21/09/2018, 09h:04 - Atualizado: 21/09/2018, 10h:17

Sachetti sente “cheiro da derrota” ao atacar, mas não me atinge, diz Jayme sobre acusações na TV


selo eleicoes 2018

 

O candidato a senador Jayme Campos (DEM) acionou a “metralhadora giratória” contra o adversário da coligação “A Força da União”, deputado federal Adilton Sachetti (PRB).  Nos últimos dias, a coligação do parlamentar veicula acusações contra o democrata, que representaria a velha política.

De acordo com Jayme, a ofensiva do concorrente demonstra total desespero e frustração. “É desespero de quem não tem proposta, de quem está sentindo o cheiro da derrota”, dispara em entrevista ao .

A resposta do democrata é em razão das inserções de peças da coligação que acusam Jayme de ter uma longa lista de processos na Justiça e ter sido condenado a devolver mais de R$ 14 milhões da obra do Hospital Central, sob acusação de superfaturamento.

Em resposta, Jayme sustenta que foi excluído por unanimidade do processo acerca do Hospital Central. Segundo ele, ainda que as acusações sejam levianas, a população o conhece. “Quando ele (Sachetti) fala que tem mãos limpas até parece que não tem 14 processos na Justiça”.

Gilberto Leite

Jayme Campos

Jayme Campos discursa durante ato político no Comitê Central da Coligação Pra Mudar Mato Grosso, em que disputa o Senado

O candidato lembra também do episódio em que Sachetti destinou emendas a hospitais filantrópicos de outros Estados, ao invés de se preocupar com os de Mato Grosso que estão fechando leitos. Á época, o deputado afirmou que os recursos destinados foram para unidades que atendem pacientes de Mato Grosso.

Apesar das ofensivas, o candidato afirma que não vai baixar o nível de seu programa eleitoral gratuito. Sustenta que sua campanha será baseada em propostas. “Vou revidar nas urnas em 7 de outubro. O que vem de baixo não me atinge”.

Logo após sofrer as acusações, parte do grupo político de Jayme chegou a cogitar contra-atacar Sachetti e “explodi-lo” politicamente. Por outro lado, a maioria defende que não convém responder, porque o democrata lidera as pesquisas, enquanto Sachetti oscila entre quarto e quinto colocado, lutando pela segunda vaga.

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Comentários (5)

  • Magali | Sábado, 22 de Setembro de 2018, 11h32
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    Eu tinha a intenção de votar em Jaime para Senador, pela sua experiencia e coerencia politica (nunca mudou de partido ou de ideologia), e o meu segundo voto ao Sachetti em homenagem ao pedido do ex-Governador,Senador e Ministro Maggi,, mais depois dessa palhaçada do Saqchetti, agora vou de Favaro, pelo menos não vive falando mal dos outros.

  • Rocha | Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018, 20h34
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    Esse sachetti é pfio .... não fez nada só politicagem ....já vai tarde

  • JOAO MILITÃO | Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018, 13h38
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    ACORDA MATO GROSSO, JAIME, JULIO, BEZERRA, GILMAR FABRIS, SÓ GENTE BOA !!!!

  • Metal | Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018, 12h41
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    É abandonar Rondonópolis dá nisso!

  • Valéria Plotez | Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018, 10h52
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    Bom.... depois desse desempenho pifio acho bom o Sachetti comecar a tirar o time de campo e ir cuidar dos netos..... dos negocios dele.... pois ja viu que MT nao ira reelegê_lo...

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