Cuiabá, 25 de Maio de 2017
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| 11/01/2017, 08h:37 - Atualizado: 11/01/2017, 09h:12

3 vereadores brigam pela Ucmmat, que acumula dívida na ordem de R$ 500 mil


  Os vereadores por Cuiabá Adevair Cabral (PSDB), por Sorriso Dirceu Zanatta (PMDB) e por Acorizal Rafael Piovezan (PP) se articulam para disputar a presidência da União das Câmaras Municipais de Mato Grosso (Ucmmat) e percorrem o Estado para viabilizar as chapas que contam com 22 membros cada.

A eleição está agendada para 22 de fevereiro. O vencedor herdará a entidade com a credibilidade comprometida devido às trapalhadas da atual diretoria e dívidas na ordem de R$ 500 mil, sendo R$ 380 mil somente obrigações trabalhistas. 

A presidente da Ucmmat, vereadora por Guarantã do Norte Edileuza Ribeiro (PTC)  se reelegeu em 2016, mas teve o registro de candidatura cassado pela Justiça por prometer casas populares durante a campanha eleitoral.  Mesmo assim,   permanece na presidência da Ucmmat até a posse da nova diretoria.  

Mario Okamura

montagem adevair cabral dirceu zanatta rafael provezan

 Vereadores Adevair Cabral, Dirceu Zanatta e Rafael Piovezan vão buscar presidência da Ucmmat

Em novembro do ano passado, um grupo de vereadores acusou  Edileusa Ribeiro de alterar o estatuto sem anuência dos associados para permanecer à frente Ucemmat por 48 meses. A manobra para prorrogar o mandato por dois anos teria sido feita após assembleia realizada em setembro do ano passado, mas a presidente acabou recuando após a pressão. 

 O mandato de presidente da Ucmmat é de dois anos. Edileusa Ribeiro foi eleita para comandar a União para o biênio 2015/2016, em 03 de dezembro de 2014. À época, disse que não mediria esforços para arrecadar dinheiro a fim de contribuir com a entidade, que tinha orçamento mensal de R$ 65 mil. Hoje, apenas 63 das 141 Câmaras de Mato Grosso estavam filiadas em 2016 e apenas a de Cuiabá já garantiu a renovação para este ano. O orçamento diminuiu para R$ 30 mil mensais. 

Para concorrer à presidência da Ucmmat, Adevair Cabral, Dirceu Zanatta e Rafael Piovezan ainda precisam viabilizar chapa com 12 integrantes, além de membros dos Conselhos Fiscal e Consultivo. Com isso, o número de integrantes da diretoria chega a 22 membros.   

Candidatos 

Vereador por Cuiabá no terceiro mandato, Adevair Cabral se considera o mais preparado para presidir a Ucmmat por residir na Capital, o que garante cumprir expediente diário na entidade. Entre as propostas para convencer os vereadores a elegê-lo estão convênios com universidades para facilitar os estudos dos associados sem curso  superior, cursos de formação política para aprimorar a atuação nas Câmaras e interlocução com os Poderes e instituições nas esferas estadual e federal. “Vamos trabalhar para pagar a dívida de R$ 500 mil e recuperar a credibilidade perante os vereadores e a sociedade”, disse em entrevista ao

  Vereador por Sorriso, Dirceu Zanatta está no segundo mandato. Afirma que já visitou 40 Câmaras e pretende ampliar as visitas para garantir a representatividade da chapa denominada Ucemmat Forte e com Credibilidade. “Somos quase 1,5 mil vereadores em Mato Grosso e precisamos de uma entidade que nos representa a altura. Por isso, aceitei entrar na disputa e quero uma chapa apartidária com objetivo de promover a unidade”, declarou. 

Estreante como vereador por Acorizal, Rafael Piovezan já visitou 97 Câmaras e pretende alcançar as 141 até fevereiro. Segundo ele, o fato de ser vereador de primeiro mandato o credencia para pregar a renovação na entidade representativa dos vereadores. “A chapa não será partidária, mas tenho apoio das principais lideranças do PP como o deputado federal Ezequiel Fonseca e o ministro da Agricultura Blairo Maggi”, concluiu. 

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Comentários (3)

  • Jose Carlos | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 22h26
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    Rafael Piovezan, novo presidente da UCMMAT!!! Esta Casa precisa de pessoa nova, sangue novo para tirar essa imagem que tem, Edileuza assumiu e não fez nada, só lororota. A UCMMAT é uma instituição muito importante para o legislativo e precisa ser valorizada....

  • joao batista da costa | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 10h08
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    Engraçado, os vereadores foram eleitos pera defenderem os interesses de seus eleitores junto ao executivo municipal, como é de praxe nem assumiram direito e já brigam por cargos no executivo deixando os cidadãos na mão de seus suplentes. É a treva.

  • Paulo | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 08h46
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    A justiça ja deveria ter mandado fechar esta entidade, Isso não serve pra absolutamente nada, a não ser gastar dinheiro público. Cria um sindicato dos vereadores que é melhor. Quem quiser se filiar e pagar do seu bolso que faça. Agora me mostra os benefícios que esta entidade trás pras Câmaras. Serve pra que? Ajuda em que? Qual apoio fornece às Câmaras? Tenha paciência.

| 25/05/2017, 07h:58 - Atualizado: 33min atrás

Precisamos falar sobre inclusão

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Maria Rita Uemura

Deficiência. Olhe para dentro de você e provavelmente vai identificar alguma. Talvez até mais. Eu preciso de óculos para enxergar, sem lentes corretivas não posso dirigir e desempenhar uma série de atividades. De acordo com dados da ONU, uma em cada sete pessoas no planeta Terra possui algum tipo de deficiência.

Mesmo tendo uma representatividade absurda, se observamos do ponto de vista histórico, há menos de 50 anos é que a sociedade começou a enxergar a deficiência.

Antes invisíveis, escondidos no fundo da casa pouco podiam se fazer ouvir. Era difícil sobreviver, o que dirá estudar. Nos dias de hoje apenas 32% das meninas que vivem em países em desenvolvimento completam o ensino fundamental. Como se vê o contexto ainda é alarmante e é por isso que tanto precisamos falar sobre a inclusão.

Nos últimos anos, por conta de grandes campanhas mundiais a conscientização da sociedade tem levado a um gradual empoderamento dessa grande massa de indivíduos que nada mais quer do que viver com dignidade, com direitos assegurados e respeitados.

Uma iniciativa muito bacana da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Estado de Mato Grosso foi a criação do 1° Fórum de Acessibilidade e Inclusão. Será uma manhã de palestras, no dia 10 de junho no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, que vai abordar um aspecto ainda pouco debatido: a inclusão no esporte e no turismo.

Todas as palestras trarão histórias de vida e superação. Entre elas há uma proferida por Junior Sakuma, presidente da Sugoi Team, uma equipe formada por diversos atletas que praticam esportes adaptados. No final deste artigo há inclusive um link para o vídeo da participação delas numa corrida noturna que realizamos há um mês.

Por conta da oportunidade de conviver um pouco com a equipe pude refletir sobre o contexto das pessoas com condições físicas menos convencionais. Sim, é assim que vejo. Uma condição, que na maior parte das situações pode ser adaptada. Mas para isso é preciso conscientizar a sociedade e oferecer a ela exemplos positivos que mostrem que a limitação está na cabeça das pessoas.

Está aí a importância do referido fórum. Além das palestras já citadas, a organização vai promover a readequação física do auditório e dos banheiros do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães para que eles sejam acessíveis a todos. Outra atitude bacana será a doação de uma cadeira adaptada para ser usada nas trilhas.

A esperança é que surjam cada vez mais iniciativas que visem dar luz a acessibilidade e inclusão. Tanto, até que se esgote o assunto e se torne parte do sistema comum. Até lá precisaremos falar e promover.

Maria Rita Ferreira Uemura é jornalista, empresária, diretora da empresa de eventos de aventura ULTRAMACHO e escreve exclusivamente toda quinta-feira neste Blog (www.ULTRAMACHO.com.br) - e-mail: ferreirauemura@gmail.com

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| 24/05/2017, 09h:34 - Atualizado: 24/05/2017, 09h:36

Prefeito faz discurso inflamado, chora e enaltece parceria em visita do governador


De Rondonópolis

Chico Valdiner

governador pedro taques em discurso ao lado de patio.jpg

Governador Pedro Taques em discurso ao lado do prefeito de Rondonópolis Zé do Pátio nesta semana

A presença do governador Pedro Taques (PSDB) em Rondonópolis provocou várias reações no prefeito de Rondonópolis Zé do Pátio (Solidariedade), que ao longo do dia fez discursos inflamados, chorou e hipotecou total parceria para com o líder do Executivo estadual.

Logo no primeiro compromisso de Taques em Rondonópolis, Pátio tentou, com um discurso inflado, acalmar os ânimos de manifestantes do Sintep e estudantes que insistiam em vaiar todos que tentassem falar ao microfone. Visivelmente nervoso, Pátio pegou o microfone antes da fala do governador e pediu respeito aqueles que vaiavam. “Vocês queriam a Unemat e foi ele que trouxe, agora vocês agem assim? É esse governador que vai entrar para a história como aquele que trouxe a Unemat para Rondonópolis”, questionava.

Mesmo com as tentativas de Pátio, que gritava ao microfone para que parassem de vaiar, a confusão continuava. "Acho que erramos na escolha dessa escola. Foi uma decisão política. Poderíamos ter lançado em outro lugar, mas viemos aqui pelo carinho e respeito que temos pelos estudantes", ressalta.

“Não sejam usados como objetos. Querem que vocês joguem contra o governo”, disse Pátio aos estudantes. “O povo fica fazendo discurso fácil, mas ficaram 12 anos no poder e não trouxeram a Unemat para Rondonópolis”, complementou ainda nervoso, mas já no fim das vaias.

Depois que o pior passou e surgiu a calmaria, um discurso do secretário estadual de Cidades, Wilson Santos, fez Pátio chorar. Santos lembrou da amizade dos dois, disse que Pátio foi o melhor parlamentar que Mato Grosso já teve e que sempre olhou pelos mais pobres e que deveria cuidar bem da saúde para poder continuar trabalhando pelos menos favorecidos.

Pátio começou a discursar enquanto chorava. Lembrou que o bairro Grande Conquista surgiu em sua gestão anterior. “Fui eu que ajudei a instalar este povo aqui e me sinto responsável por eles", falou entre lágrimas. Depois acrescentou que o bairro ainda precisa de muitos benefícios como esgoto, asfalto e escola. 

No fim, foi a hora de enaltecer a parceria com o governo do Estado. O prefeito destacou que sente gratidão pelo governador pela instalação da Unemat em Rondonópolis e que estará sempre aberto às parcerias. “O senhor está mostrando o compromisso com o nosso povo e nós seremos sempre parceiros pelo bem de todos”, concluiu.

Abaixo, vídeo do discurso de Pátio para defender governador de vaias

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Comentários (2)

  • karlos | Quinta-Feira, 25 de Maio de 2017, 08h33
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    verdadeiro como uma nota de R$3,00, esse deve ter fumado uma canabis

  • TOTONHO PICANÇO | Quarta-Feira, 24 de Maio de 2017, 09h50
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    DEMAGÔGO.

| 24/05/2017, 00h:00 - Atualizado: 24/05/2017, 08h:06

Gravação manipulada e delação da China

lenine povoas artigo 400 texto e capa

Lenine Póvoas

A análise de qualquer gravação depende do seu contexto. Caso isso seja desconhecido é absolutamente impossível saber o que realmente ocorreu.

Imagine que duas pessoas estão sendo monitoradas e se falam no telefone. Uma delas diz: “hoje é dia daquele negócio”. A outra responde: “Eu levo a maleta. O encontro vai ser na casa do chefe. Vamos faturar, hein?!”.

No outro dia, um jornalista que teve acesso a essa conversa escreve uma matéria afirmando que uma quadrilha está desviando dinheiro público e uma gravação comprova isso.

Após terem a imagem destruída, essas pessoas concedem entrevista afirmando que, na verdade, a gravação divulgada se refere a um dia em que eles foram jogar poker na casa de um amigo, o qual tem o apelido de “Chefe”, sendo que um deles ficou encarregado de levar a maleta com as fichas que são necessárias para a partida.

Uma situação similar aconteceu recentemente. Foi divulgada uma reportagem em que um jornalista afirmou que o presidente da República teria determinado que um empresário comprasse o silêncio do deputado Eduardo Cunha, situação essa embasada na frase “Tem que manter isso, viu?”.

Ao ser divulgado o inteiro teor da conversa ocorreu uma surpresa: o contexto era completamente diferente do que tinha sido narrado na matéria. O empresário havia afirmado que tinha um bom relacionamento com o deputado Eduardo Cunha e, então, o presidente disse que isso teria que ser mantido. Não há como se tirar qualquer conclusão criminosa deste ponto do diálogo.

Entretanto, isso não exime a gravidade do caso, mesmo porque há inúmeras passagens da gravação que depõem contra o presidente, tal qual como sua omissão dolosa em não denunciar os crimes que estavam sendo noticiados e cometidos pelo interlocutor (Joesley Batista). Além disso, há quem diga que as delações dos donos da JBS trazem implicações inimagináveis.

Um fato inusitado é que os acordos dessas colaborações praticamente perdoaram os crimes cometidos pelos empresários.

Os irmãos Batista passaram cerca dez anos se enriquecendo ilicitamente. Quando a situação se agravou, bastou caguetarem os políticos para ficarem impunes, inclusive se mudando do país que eles ajudaram a afundar. Como prêmio, ainda levam vida de bilionários no exterior, local aonde se encontra maior parte da fortuna “conquistada” indevidamente.

Tudo isso foi aceito pelo Ministério Público e homologado pelo ministro Edson Fachin. Há uma mensagem nas entrelinhas de que o crime compensa e isso não pode ser admitido.

Lenine Póvoas é Advogado, Procurador Geral da Câmara de Cuiabá, Professor, Pós-Graduado em Direito Administrativo pela PUC/SP, em Direito Eleitoral e Improbidade Administrativa pela FESMP/MT e Pós-Graduando em Direito Processual Civil pela UFMT. Fundador da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP), comentarista da Rádio Capital FM (Cuiabá/MT) e escreve exclusivamente neste espaço toda quarta-feira. www.povoasdeabreu.adv.br --- lenine@povoasdeabreu.adv.br

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DESLEALDADE | 23/05/2017, 16h:36 - Atualizado: 23/05/2017, 17h:00

Secretário Vinicyus aproveita eventos para autopromoção e ignora nome do prefeito


O secretário de Trabalho e Desenvolvimento Econômico de Cuiabá, vereador licenciado Vinicyus Hugueney, está usando o cargo no Executivo para promoção pessoal e essa postura, segundo fontes do Palácio Alencastro, vem contrariando o prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB). Para piorar a situação, mesmo sob orientação do chefe do Executivo para representá-lo oficialmente em ações administrativas, Vinicyus comparece mais para se autovalorizar e nem menciona o nome do chefe do Executivo.

Luiz Alves

vinicyus clovito 500

Secretário Vinicyus Hugueney (PP) adota postura dissociada dos demais do staff do prefeito Emanuel 

Reclamações como essas foram levadas ao prefeito por servidores da própria pasta tocada pelo vereador-secretário. Comenta-se que Vinicyus já é visto como espécie de "traidor político" do Alencastro e, por causa de sucessivos casos de deslealdade para com o prefeito,  está na iminência de ser exonerado. É o único dos integrantes do primeiro escalão que vem adotando uma postura dissociada.

Indicado ao cargo pelo PP logo após se eleger vereador nas urnas de 2016 com 3.576 votos, Vinicyus, filho do ex-vereador Clovito (já falecido), contratou até a agência ZF para promover seus feitos. No release distribuído à imprensa, o nome do prefeito não é citado. Em um deles, sob  título "Secretário participa da entrega de kits de irrigação para pequenos produtores", Vinicyus é destacado como "presença ilustre" no evento desta segunda (22), em Várzea Grande, ao lado do ministro interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Eumar Novack.

 O texto enfatiza ainda que, "além de prefeitos, vice-prefeitos e secretários de Agricultura dos municípios contemplados, também participaram da solenidade de entrega o secretário de Mobilidade Social do Produtor Rural e do Cooperativismo do Mapa, José Rodrigues Pinheiro Dória; o superintendente Federal de Agricultura do Mapa em Mato Grosso, José de Assis Guaresqui; o deputado federal Ezequiel Fonseca (PP), entre demais autoridades e produtores da agricultura familiar". O nome do prefeito da Capital nem foi mencionado no discurso de Vinicyus.

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Comentários (6)

  • Arlindo Gonçalves | Quarta-Feira, 24 de Maio de 2017, 08h45
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    Quem é a adjunta,ivone?

  • Luiza | Terça-Feira, 23 de Maio de 2017, 23h12
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    Viji tem mais Emanuel Pinheiro faz a primeira alteração no segundo escalão, adjunta da educação cai Desde a tarde desta quinta, já se comentava na secretaria de educação a queda da adjunta Edilene Machado Segundo informações repassadas, cai a primeira secretaria adjunta da gestão Emanuel Pinheiro. Sendo desta vez a Secretária adjunta de educação Edilene Machado, sendo que a mesma deixara o cargo em virtude de divergências com os profissionais da educação a falta de traquejo e imposições no trato com os servidores a noticia vinculadas nos sites da capital gerou uma grande expectativa e alegria por parte dos servidores da rede de educação. A secretaria sempre esbravejou no sentido de ser amiga pessoal do prefeito Emanuel Pinheiro e ser imexível, porem a uma grande pressão dos servidores para a saída da secretaria adjunta. O que se comenta que até o momento não tem indicação de quem possa assumir o cargo de adjunto da educação. Vamos aguardar para ver quem o prefeito Emanuel Pinheiro vai indicar. Segundo fonte, o prefeito disse que precisa dar uma "força maior" na gestão da secretaria adjunta, e que Edilene não tem o perfil. De acordo com integrantes do governo ouvidos, o motivo da saída de Edilene é a incompatibilidade com os servidores da educação, com quem tinha atritos freqüentes, e a falta de experiência. O Prefeito Emanuel Pinheiro dando novo rumo ao seu governo com a participação do professor Osvaldo Sobrinho orientando no tema Educação. Segundo fonte o prefeito diz: que continua tendo as mesmas referências dos valores que fizeram ele fazer o convite à Edilene. Nessa secretaria, além de todos esses valores, vamos colocar um pouco mais de força e traquejo. Esta é a primeira troca no secretariado adjunto de Emanuel Pinheiro desde a formação da equipe.

  • Roberto Almeida | Terça-Feira, 23 de Maio de 2017, 18h03
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    Esse é um exemplo de secretário fraco e despreparado nomeado pelo atual prefeito. Aliás, está difícil dizer quem é o secretário menos fraco na gestão do prefeito Emanuel Pinheiro.

  • Luis Felipe Fernandes | Terça-Feira, 23 de Maio de 2017, 17h58
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    A mídia gosta de causar intriga né... Primeiro o Secretário não está se auto promovendo como diz na matéria, e segundo que o Vice Prefeito também esteve presente representando Cuiabá! Tem gente com inveja do Vereador licenciado kkkkkkkk

  • Roselene | Terça-Feira, 23 de Maio de 2017, 17h20
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    Nossa.. ele nem teve vez a palavra!!! que notícia estranha!

  • Francisca | Terça-Feira, 23 de Maio de 2017, 16h58
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    O prefeito colocou a adjunta pra ficar de olho nele.

| 23/05/2017, 12h:29 - Atualizado: 23/05/2017, 12h:33

Bezerra diz que áudio contra Temer é frágil e que a prova apresentada foi detonada


Gilberto Leite/Rdnews

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Deputado federal Carlos Bezerra no sofá da sede do Rdnews antes de entrevista no RDTV

O presidente estadual do PMDB, deputado federal Carlos Bezerra, em entrevista ao , afirma que abertura de impeachment contra o presidente da República Michel Temer (PMDB) dependerá das provas que, segundo ele, “até agora são frágeis”. Até o momento, 14 pedidos de abertura de processo contra o Temer foram protocolados na Câmara Federal. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) deve submeter outro ainda nesta semana.

Para Bezerra, o cenário mudou desde a publicação da matéria de O Globo, com a transcrição dos áudios e divulgação da conversa de Joesley Batista, dono da JBS, com o presidente Michel Temer. De todo modo, o peemedebista prefere aguardar os desdobramentos para emitir posicionamento. “Acho que a prova apresentada foi detonada. É nula, não tem valor legal”, sustenta o parlamentar.

A opinião do deputado é embasada pela conclusão do perito Ricardo Molina, contratado pela defesa de Temer. Ontem (22), o perito disse que a gravação é imprestável como prova e toda “esburacada”, pontuando que na maior parte a fala do presidente é inaudível. 

Diante disso, o parlamentar acredita que houve falha do Ministério Público Federal (MPF) em não auditar o áudio antes de divulgá-lo. A Polícia Federal (PF) realizará auditoria nas gravações.

Considerado um dos filiados histórico do PMDB, Bezerra tem relação próxima com o presidente Temer. É tido como um dos “conselheiros” do peemedebista. O parlamentar afirma que irá se reunir com o presidente ainda nesta terça (23), para discutir o cenário atual.

Áudio

Na conversa entre Temer e Joesley, o dono da JBS afirma que mantém uma bola relação com o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso pela Lava Jato. Temer diz que "é preciso manter isso, viu". Em outro trecho, o empresário afirma que "segura" dois juízes. Temer responde "ótimo, ótimo". Esses são os trechos mais relevantes e comprometedores da conversa.

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Comentários (1)

  • claudio | Terça-Feira, 23 de Maio de 2017, 13h07
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    Com respeito devido, quero afirmar que não tem nada de frangiu o que observa-se é um presidente ouvindo proposta e ilações nebulosas, nas quais calou-se enquanto sua unica atitude seria a de DAR ORDEM DE PRISÃO DE IMEDIATO AO RELATANTE, quando se desse as primeiras ilações. perdeu a chance de mostrar firmeza administrativa e zelo no trato com coisa pública.

| 23/05/2017, 10h:38 - Atualizado: 23/05/2017, 11h:13

Impeachment: mais um?

joaquim felipe artigo

Joaquim Spadoni

O Brasil ficou estarrecido com a revelação de que o presidente Michel Temer teria realizado reunião com Joesley Batista, um dos donos da JBS, no Palácio Jaburu, para tratar de assuntos nada republicanos. O presidente da República, embora conteste a integral fidelidade do áudio divulgado, admitiu, ou pelo menos não contestou, que dita reunião teria ocorrido. E ela ocorreu de forma clandestina, sem registros oficiais, na calada da noite, utilizando-se de subterfúgios para não identificação do visitante, que era empresário sabidamente investigado por inúmeros crimes graves contra a nação, já objeto de inúmeras “operações” da Polícia Federal.

Nessa conversa, o presidente admite ter tomado conhecimento de suposta "compra" de juízes e procurador da República pelo empresário, com a finalidade de impedir o andamento de investigações que lhe atingiam. Frente a esse fato, o representante maior da República nenhuma providência tomou.

O presidente também admite que Joesley pediu que influenciasse um ministro em favor de seus negócios. Ao invés de negar com veemência o pedido, Temer veio a público dizer que nomeou um deputado para ser seu interlocutor, apenas para se “livrar” do empresário. Esse deputado foi preso alguns dias depois com uma mala de dinheiro.

A OAB Nacional, cumprindo sua missão institucional, instaurou procedimento interno para avaliação de abertura de processo de impeachment, dada a gravidade dos fatos revelados pela imprensa e não contestados pelo presidente da República.

A maioria do Conselho Pleno da OAB, incluindo a bancada de Mato Grosso, entendeu haver suficientes indícios de prática de crime de responsabilidade, tal como previsto no artigo 85, V da CF e artigo 9º, VII da Lei 1079/50, para justificar o pedido de instauração de processo de impeachment do presidente da República. Esses dispositivos legais preveem que o presidente da República comete “crime de responsabilidade”, punível com “impeachment”, quando proceder de modo improbo, incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo.

A OAB teve a cautela de não basear a sua decisão no áudio, que está sob perícia determinada pelo STF. Baseou sua decisão exclusivamente nos fatos revelados, admitidos e não contestados pelo presidente e por seus advogados. De igual modo, a OAB não se intimidou com os argumentos de que um impeachment, neste momento, traria maiores agruras à população brasileira, vez que a recuperação econômica que se desenha poderá sofrer um revés.

Não há real desenvolvimento econômico e social de um país - consistente, duradouro e equânime – fundado em fraudes, desvios e esquemas de corrupção dos mais perversos. Não se constrói uma casa para morar sobre areia movediça.

Para que as futuras gerações do Brasil possam desfrutar de um país desenvolvido, com instituições democráticas sólidas, com saúde pública de qualidade, transporte público eficiente, segurança pública confiável e economia que gere empregos e distribuição de renda de forma equânime e consistente, é preciso se fundar bases sólidas de ética, moral e probidade na administração pública. Com esses valores, não se pode transigir.

A esta geração de brasileiros que assiste chocada os achincalhes revelados pela imprensa só resta o trabalho de fundar esses pilares, por maiores que sejam as dores e os sacrifícios enfrentados pelo caminho. São os filhos e netos desses brasileiros que agradecerão.

Joaquim Felipe Spadoni é advogado e conselheiro federal pela OAB/MT

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| 23/05/2017, 00h:00 - Atualizado: 22/05/2017, 20h:54

Sobram dúvidas

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Olga Lustosa

Toda instabilidade na política e na economia leva a sociedade a pagar um preço alto, mais alto quanto maior for a incerteza. Ninguém está em condições de fazer prognósticos sobre o possível encaminhamento da crise instalada no país.

Certo é que está instalado um cenário de conflitos e esse tsunami da gravação ilegal e delação do Joesley Batista, pegou o país alinhavando um processo de retomada da economia e da estabilidade política.

Devido à interação que existe entre política e economia, qualquer movimento que balança a posição do presidente, causa estresse profundo e retração em todos os ambientes. Os empresários seguram os investimentos que estavam prontos para fazer, as famílias adiam os projetos que as levariam a gastar mais, porque ninguém está seguro quanto aos riscos que poderão enfrentar logo a frente.

Em meio a zonzeira em que se encontram os analistas políticos e os próprios políticos é aconselhável ler tudo, colocar fé em quase nada e aguardar o desfecho, do que foi, mais um caso de grampo, delação e fuga a emporcalhar a já combalida república.

Sinto-me, às vezes, sem inteligência suficiente para traçar um paralelo dos delitos cometidos pela Odebrecht e JBS. Ver que enquanto um empresário cumpre justa pena de prisão, o outro leva vida milionária em Nova Iorque e teve os crimes praticamente anistiados.

Penso que entra aí o trabalho hercúleo dos advogados de defesa dos irmãos Batista, senão cabe crer, que foi adotado a favor destes, velha prática de dois pesos e duas medidas distintas para uma situação de corrupção quase idêntica: apropriação de recursos públicos, desvios e subornos.  

Aqui em Mato Grosso, a JBS entrou firme no mercado do Estado que é o detentor do maior rebanho bovino do país e que operava o abate em várias pequenas e médias plantas frigoríficas espalhadas pelo Estado. Agressivamente, a JBS investiu na compra de várias plantas, para posteriormente fechá-las, causando desemprego e desequilíbrio nas contas de municípios pequenos que contavam com o aporte dos impostos gerados.

Verificou-se claramente que a JBS praticava concentração de mercado. O resultado final dos trabalhos na CPI dos frigoríficos, conduzida pelo deputado Nininho, detectou essa formação de cartel e apontou a preocupação com o fechamento de mais plantas no decorrer deste ano.

Para evitar que isso aconteça, o relatório da CPI indicou oficiar ao Ministério da Agricultura, para que adotasse providências para evitar o encerramento das atividades frigoríficas no estado e interceder para a reabertura em curto prazo de pelo menos 6 plantas. Ao CADE também foi encaminhado solicitação de abertura de procedimento para averiguar e punir a concentração do mercado nas mãos únicas da JBS. 

Com retração, indignação ou paralisia não devemos distanciar à atenção da Câmara e do Senado. Hoje, terça (23), está pautado para ser votada a Proposta de Emenda à Constituição, PEC de autoria do deputado Federal Miro Teixeira, que prevê o estabelecimento de eleições diretas em caso específico de vacância do cargo de presidente da república, até 6 meses antes do final do seu mandato, o que pode até parecer casuísmo para favorecer candidaturas já colocadas.

Caso Temer não resista, o texto atual da Constituição prevê eleição indireta para presidente, sendo este votado pelos 513 deputados federais e 81 senadores. Tal situação nos levará a ter um governo biônico. Já articulam uma saída controlada, a ideia é eleição indireta mesmo.

Em meio a bagunça do cenário atual e com a certeza que o jogo é bruto e que dias difíceis virão pela frente, vale considerar cuidadosamente três pontos: o encontro entre o Presidente Temer e o empresário da JBS, fora do local de trabalho e da agenda oficial do presidente; a JBS já havia sido alvo de várias operações, portanto, já existiam provas cabais contra a empresa investigada; relembro que esses senhores não caíram do céu. É o que nosso sistema produz. 

Olga Borges Lustosa é socióloga, cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olgaborgeslustosa@gmail.com e www.olgalustosa.com

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| 22/05/2017, 10h:01 - Atualizado: 22/05/2017, 10h:06

Sachetti é contra deixar base de Temer e chama o presidente do PSB de ditador


Gilberto Leite

Adilton Sachetti

Deputado federal Adilton Sachetti durante uma das entrevistas concedidas à imprensa no Estado 

O deputado federal Adilton Sachetti (PSB) discorda da decisão da Executiva Nacional do partido de se afastar da base aliada de Michel Temer (PMDB). Ele também que a destituição do diretório estadual da sigla foi autoritária e que se não for desfeita “passa a ser um ato ditador do presidente (do PSB)”.

Em entrevista ao nesse domingo (21), o deputado ressalta que ainda não conversou com as pessoas do partido sobre a questão Temer. Mesmo os socialistas já tendo decidido abandonar o chefe do Executivo Federal, Sachetti defende que cada partidário tem independência para pensar diferente.

Descontente com as recentes posturas da coligação, o parlamentar argumenta que deve conversar com o coreligionário Fábio Garcia nesta segunda para formalizar uma posição sobre o apoio ou não a Temer.

Pessoalmente, ele diz que é cedo para julgar o peemedebista e que os áudios gravados por um dos donos da JBS parece até armação. “Do que foi divulgado, nada me parece incriminar o Temer. Eu acho que a gente não deve condenar o presidente por causa daquelas gravações, que não demonstram nenhum tipo de crime por parte dele. Eu prefiro aguardar mais dados e informações antes de tomar partido de qualquer coisa. Não vou ser um joguete nesse caso”, diz.

Sachetti pontua que sua posição não advoga em nome de Temer e que quem cometeu qualquer tipo de ato de corrupção deve ser punido. O deputado diz que é preciso lembrar, porém, que "estamos em uma democracia e que um dos pilares do sistema é o direito de defesa e do contraditório". 

Destituição

A direção nacional do PSB destituiu, no final de abril, o deputado federal Fabio Garcia da presidência estadual da sigla por causa do voto favorável do parlamentar à reforma trabalhista na Câmara Federal, em desobediência à orientação partidária.

No início desse mês o partido também destituiu os outros membros da comissão provisória em Mato Grosso, o que afetou, além de Sachetti, os deputados estaduais Eduardo Botelho, Oscar Bezerra e Max Russi, que está à frente da secretaria estadual de Trabalho e Assistência Social.

Sachetti considera que a decisão foi um ato de autoritarismo do presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira. “Eu fui destituído sem nem votar na reforma trabalhista”, disse.

Ele explica que a questão passará pelo Conselho de Ética e que ele deve esperar o processo para se posicionar novamente sobre a questão, que espera que seja revertida. 

“(Anular a destituição) seria a melhor decisão e mostraria um enorme bom senso. Queremos a oportunidade de ter um partido forte, que pensa diferente e apresente uma opção nova para o cidadão”, finaliza.

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Comentários (10)

  • Eduardo | Terça-Feira, 23 de Maio de 2017, 10h01
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    Sachetti está correto, tira Temer e coloca quem??? como tocar as reformas para se retomar o crescimento. Querem colocar o Lula de volta a presidência??? Ou a Xuxa Meneghel?? Precisamos de estabilidade, realmente ainda é cedo para agravar a crise... proporções inimagináveis, mas é fácil tomar uma posição de forma irresponsável, mas elas têm consequências catastróficas. Trocar Presidente não é a mesma coisa que trocar um sindico.

  • Breno Marques | Segunda-Feira, 22 de Maio de 2017, 14h54
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    Quem te viu e quem te vê, não quer perder a boquinha ne Adilton.....

  • hector | Segunda-Feira, 22 de Maio de 2017, 14h37
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    Esse deputado quer esperar a farinha do osso, coitado. ainda bem que será seu ultimo mandato.

  • José Pereira Filho | Segunda-Feira, 22 de Maio de 2017, 14h10
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    Todos sabem que o Partido Socialista Brasileiro (PSB), até o nome da sigla já indica, é um partido de bandagem "socialista". Esse Senhor, junto com o Botelho, com o Fábio Garcia e outros, não têm nada a ver com a história e compromissos do PSB. Devem se retirar e pousar em outro galho...talvez no galho tucano, ao invés de ficar criando constrangimento para eles próprios e para o partido...boa viagem. Prof. Me. Zé Pereira

  • JEFERSON MATOS | Segunda-Feira, 22 de Maio de 2017, 14h01
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    E vc está certo deputado. Tem que apoiar Temer mesmo!! Talvez o melhor presidente que tivemos.

  • JOSÉ MARQUES BRAGA | Segunda-Feira, 22 de Maio de 2017, 13h59
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    As filiações partidárias, as coligações para disputar eleições e demais relações intra e interpartidárias são elaboradas com base em interesses eleitorais com intuito de eleger o maior nº de candidatos e tem contrato com validade até o dia da eleição. Depois da eleição as negociações partidárias já se voltam para a reeleição, em função deste processo, a partir daí começa as relações espúrias com o subterrâneo do submundo da corrupção. Como no período pré-eleitoral, não há discussões e debates sobre este ou aquele modelo politico e econômico e, social, nem pensam se existem. Então, assim com o andar da carruagem, como ocorre nos casamentos sem namoro, vai-se descobrindo os hábitos de cada candidato eleito. Vejam os partidos apoiadores de Quaisquer Governo de plantão - PP, PMDB, PSD, parte do PSB, e outros nanicos, com exceção dos partidos históricos como alguns, que prefiro não citá-los, quase todos estiveram no Governo FHC e LULA/DILMA. É UM CASAMENTO SEM NAMORO e por lógica, quase sempre não dará certo. Por isso, não é de se estranhar os atritos no PSB onde gregos e troianos estão no mesmo barco.

  • joaoderondonopolis | Segunda-Feira, 22 de Maio de 2017, 13h11
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    Deputado Sachetti, você ainda fala em permanecer na base do ainda presidente Temer? O homem está na contagem regressiva. Eu te conheço. Você é o único político que ainda confio. Parabéns ao presidente nacional da sigla PSB.

  • joaoderondonopolis | Segunda-Feira, 22 de Maio de 2017, 13h10
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    Deputado Sachetti, você ainda fala em permanecer na base do ainda presidente Temer? O homem está na contagem regressiva. Eu te conheço. Você é o único político que ainda confio. Parabéns ao presidente nacional da sigla PSB.

  • elias do nascimento silva | Segunda-Feira, 22 de Maio de 2017, 13h00
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    Nossa que decepção..mais um contra os trabalhadores..meu voto nao terá mais...

  • Lourenço Cruz | Segunda-Feira, 22 de Maio de 2017, 11h49
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    “Do que foi divulgado, nada me parece incriminar o Temer. Eu acho que a gente não deve condenar o presidente por causa daquelas gravações, que não demonstram nenhum tipo de crime por parte dele. Eu prefiro aguardar mais dados e informações antes de tomar partido de qualquer coisa. Não vou ser um joguete nesse caso”, como assim??? De duas uma, ou o deputado não acompanha o noticiário ou não é mais aquele homem justo e correto que foi prefeito de Rondonópolis e a favor da cassação da Presidenta Dilma.

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