Cuiabá, 23 de Novembro de 2014
  • Camila Cecílio

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  • Camila Cervantes

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  • Francis Amorim

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  • Gabriele Schimanoski

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  • Jacques Gosch

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  • Patrícia Sanches

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  • Talita Ormond

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  • Tarso Nunes

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  • Valérya Próspero

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Várzea Grande | 04/01/2014, 11h:30 - Atualizado: 04/01/2014, 20h:18

Até dia 30, Jaqueline deixa Saúde para concorrer a deputada federal


 

 

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Secretária de Saúde de VG Jaqueline Guimarães sairá candidata à Assembleia

  O prefeito de Várzea Grande, Walace Guimarães (PMDB), estabeleceu prazo até 30 de janeiro para que os integrantes da administração que pretendem disputar as eleições deste ano entreguem os cargos. Na lista das possíveis exonerações está a primeira-dama e secretária de Saúde Jaqueline Guimarães, além do diretor do Pronto-Socorro Renato Tetila.

  Os substitutos serão escolhidos por Walace a partir de critérios técnicos. Segundo o peemedebista, a gestão da saúde não deve ser partidarizada. “Não vamos politizar a saúde. A escolha é pessoal já que a responsabilidade e as cobranças recaem sobre mim”, afirmou.

  Jaqueline, que irá tirar 10 dias de recesso para descansar com a família, deve pedir exoneração do cargo no próximo dia 15. Fora do comando da Saúde, pretende intensificar a articulação da candidatura a deputada federal.

  Essa não é a primeira vez que Jaqueline tanta uma vaga na Câmara Federal. Em 2010, pelo nanico PHS, a secretária de Saúde chegou perto de conquistar uma vaga ao obter 31.921 votos, que garantiu o posto de primeira suplente do deputado federal Eliene Lima (PSD).

  A primeira-dama se filiou ao PMDB em setembro do ano passado com a justificativa de que no mesmo partido do marido, poderá trabalhar melhor sua candidatura. “A candidatura é viável. A consolidação depende da análise feita em conjunto com o partido”, explica Walace.

  Outro que deve deixar o staff nos próximos dias é Tetila, que pretende disputar uma cadeira na Assembleia. Ele se filiou ao PP com intuito de ampliar a bancada progressista, atualmente formada pelos deputados Ezequiel Fonseca e Antônio Azambuja.

Jacqueline ingressa no PMDB para tentar Câmara Federal

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Comentários (5)

  • Julio Muzzi | Sábado, 04 de Janeiro de 2014, 22h51
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    Ambos são boas pessoas, bem articulados, e que vem lutando por Varzea Grande.

  • diego | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2014, 23h41
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    diego, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Zuzi Kalafate | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2014, 22h08
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    É uma pena né, quando a pessoa vai querendo acertar, vem a Política e tir do lugar gerando descontinuidade na administração

  • Elifas Jose Ribeiro Ribeiro Ribeiro | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2014, 20h58
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    4

    Serå que ela ira descansar onde ?junto com os pobres da periferia de vadju? Pra dai ja ir angariando votos pra dep.federal? Acho ela vai pra zöropa (sic).miami.

  • Dornele$ | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2014, 18h09
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    1

    Mato Grosso e suas capitanias hereditárias. Aqui é mesmo um feudo!

| 23/11/2014, 10h:53 - Atualizado: 06h atrás

Blairo procura Dilma nesta 2ª para se opor à Kátia e defender permanência de Neri


Blairo Maggi decidiu reagir em defesa da permanência de Neri Geller como ministro. Mas pode ser tarde demais. A presidente Dilma avançou nos acordos com o PMDB para ter a senadora Kátia Abreu na pasta de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Neri não se conforma. Nos contatos com aliados, enfatiza que “fez muito em pouco tempo” e que, se tiver respaldo conforme prometido dos segmentos do agronegócio, especialmente de figuras como Blairo, conseguirá convencer Dilma a mantê-lo.

O ex-governador e senador mato-grossense, que já se recuperou de uma cirurgia para combater uma diverticulite (inflamação no intestino grosso), viaja a Brasília nesta segunda. Quer audiência com a presidente Dilma. Sustentará o discurso de que Neri, que se tornou seu afilhado político, “apesar do pouco tempo no cargo, fez excelente trabalho, tem apoio do PMDB, da bancada ruralista e de entidades de classe e produtores”.

Geraldo Magela

blairo maggi

Blairo Maggi, um dos que convenceram Dilma a nomear Neri Geller à Agricultura, se articula de novo para manter o afilhado político no Ministério, apesar do Planalto sinalizar para escolha de Kátia Abreu

Na condição de aliado político e um dos que contribuíram financeiramente com a campanha da petista, Blairo adiantou a assessores próximos que alertará a presidente sobre o risco de cometer equívoco, principalmente se tiver intencionada em nomear para o lugar de Neri a colega senadora Kátia Abreu. E fará críticas à parlamentar, que foi do DEM e hoje está no PMDB. Observa que movimentos sociais, como o MST, rejeitam essa indicação e que poderá haver protesto se Kátia for a escolhida. 

Uma das principais lideranças do PR e voz forte do agronegócio, Blairo recebeu informações de que, nos bastidores, Dilma está prestes a recuar do nome de Kátia. Produtor rural em Lucas do Rio Verde, onde foi vereador, Neri, por sua vez, segue em contato permanente com várias lideranças de dentro e de fora do Palácio do Planalto, tudo para ser mantido no primeiro escalão.

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Comentários (1)

  • Rebeca Cantarini | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 11h41
    0
    0

    Se Kátia for nomeada, Rui Prado assume a CNA, e a liderança de Maggi perante o agronegócio de MT está liquidado. Simples.

COLUNISTA DO DIA | 22/11/2014, 22h:35 - Atualizado: 08h atrás

Urgência e emergência odontológica

jackelyne_artigo_domingo

Jackelyne Pontes

Para falarmos em urgência e emergência odontológica é necessário que saibamos a definição de cada situação. Urgência é quando existe a necessidade de um atendimento com rapidez, na proporção da gravidade, mas sem risco eminente à saúde. Já a emergência é toda a situação que envolve risco de morte. As urgência e emergências odontológicas, nas estatísticas, somam uma grande fatia dos atendimentos. A maior procura dos serviços é para o caso de doenças da polpa e suas estruturas adjacentes cujo sintoma mais relevante é a dor.

O diagnóstico feito pelo profissional que faz esse tipo de atendimento é algo muito precioso, pois a presteza deste e o estabelecimento do tratamento adequado pode ser definitivo na conservação do elemento dentário e na interrupção do processo da doença. Além dos sintomas de dor, os pacientes procuram o serviço com quadros de hemorragia, traumatismos, abcessos gengivais e periodotais, perdas funcionais, próteses fraturadas e complicações pós-cirurgicas. Cabe ao cirurgião-dentista estar preparada para acolher, diagnosticar e tratar essas complicações.

Uma coisa é certa: o profissional deve seguir os princípios e diretrizes do SUS, do acolhimento, vínculo, humanização, todos os usuários com queixas de sintomas relacionados às urgências odontológicas devem ser atendidos no mesmo período do dia, independente da queixa, número e horário que chegavam procurando a clínica odontológica. Dito isso sugiro que este serviço ofertado pelo nosso município seja reorganizado. Não consigo imaginar um serviço de urgência e emergência restringindo o atendimento a algumas fichas. Claro que não é o caso generalizado, temos na rede inúmeros profissionais comprometidos com a sua função e que dentro de sua carga horária presta um serviço valioso e que realmente se importa com a situação de dor ou injúria daquele que o procura.

A equipe que trabalha na urgência/emergência deve ter um olhar aguçado para a situação dos que procuram a unidade de saúde, e ter consciência que este tipo de atendimento não deve ser um meio de acesso ao serviço para a demanda reprimida. Este deve ter uma abordam resolutiva e eficaz. Alguns usuários utilizam-se deste tipo de atendimento de forma abusiva e tornam-se uma clientela fixa própria deste serviço, o que devemos evitar. Se nos voltarmos para alguns anos passados o modelo de odontologia era excludente, onde o usuário era atendido somente em caso de urgência e com tratamentos mutiladores, então nos “acostumamos” a procurar o serviço odontológico somente em caso de dor desvalorizando ou mesmo ignorando ações de promoção, prevenção e proteção da saúde. 

 É necessário elaborarmos um protocolo de ações, a falta de consenso e de critérios para a definição de urgências/emergências potencializa esta situação. A adoção de novos hábitos não é fácil, mas com uma equipe segura, confiante, embasada e respaldada pelos gestores é possível avanços e melhorias. Sugerimos um fluxograma de atendimento, que inicia-se com a acolhida, classificação de riscos, tratamento e continuidade da atenção odontológica, mesmo que este paciente não esteja inserido na agenda programática. A melhoria do vínculo e a responsabilização da equipe também é primordial. O que não podemos é deixar que o usuário volte para a sua residência com a queixa que o trouxe até a unidade de saúde. Isso é desumano!

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, filiada ao Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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ENQUETE | 22/11/2014, 10h:15 - Atualizado: 22/11/2014, 10h:38

Qual a expectativa sobre Governo Taques?

interrogacao enquete

 

Está no ar uma nova enquete, no bloco de baixo da capa do portal. A pergunta é a seguinte: "Qual a sua expectativa em relação ao Governo Pedro Taques, que começa em janeiro?"

Ele foi eleito chefe do Executivo no primeiro turno. Ex-procurador da República e hoje no mandato de senador, apresenta discurso duro, em defesa da moralidade pública, da eficiência, da transparência e da honestidade. Nesta fase de transição, anunciou que fará mudanças na estrutura da máquina, com redução e fusão de secretarias, empresas e órgãos e quer acabar com metade dos cargos comissionados. Busca economia dos cofres públicos e mais recursos para investimentos.

Então, dê o seu voto. E deixe aqui, logo abaixo, comentário acerca do assunto.

A enquete anterior perguntava sobre quais setores possuem mais credibilidade. Votaram 6.454 internautas - o sistema do permite um voto por IP de computador. Curiosamente, aparece em primeiro lugar a opção "Nenhum deles", uma prova da descrença de grande parte dos internautas em relação às entidades e instituições. O "Nenhum deles" teve 1.842 votos (28,5%). A segunda opção foi Polícia Federal (1.736 votos - 26,9%), seguida do Ministério Público, com 679 votos (10,5%). O resultado não tem valor científico e nem trata-se de pesquisa - confira abaixo como ficou o resultado completo.

enquete poderes

Enquete sem valor científico e com o resultado da votação em relação a credibilidade das instituições

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CARGO VITALÍCIO | 22/11/2014, 09h:33 - Atualizado: 22/11/2014, 11h:09

Assembleia aprovará na 4ª nome de Fabris à vaga de Bosaipo no TCE - conheça Pleno


Na próxima quarta (26), a Mesa Diretora da Assembleia já fará sabatina e aprovará indicação do nome do ex-deputado e suplente Gilmar Fabris para o cargo vitalício de conselheiro do Tribunal de Contas.  Um dia antes, Humberto Bosaipo, há três anos afastado do Pleno por decisão do STJ, protocola pedido de aposentadoria. No último dia 3 Bosaipo completou 60 anos. Receberá aposentadoria integral, hoje em R$ 24,1 mil mensais.

A notícia sobre indicação do polêmico e emblemático Fabris para o TCE, antecipada com exclusividade pela editora Valérya Próspero,  em matéria no Rdnews na última quarta, caiu como uma bomba – confira aqui.

Alguns segmentos, inclusive vinculados a servidores do próprio Tribunal, começaram a se organizar, na tentativa de impedir a nomeação. Mas tanto a saída de Bosaipo quanto à entrada de Fabris estão bem articuladas politicamente. Cabe à Assembleia, ainda sob influência do deputado José Riva, do mesmo PSD de Fabris, fazer a sabatina e com todas as possibilidades de aprovação do nome. E, ao governador Silval Barbosa, a 40 dias de concluir o mandato, assinar o ato de nomeação. Os dois lados têm pressa. Sabem que dificilmente emplacaria Fabris no TCE se deixarem para o próximo ano, quando a Assembleia inicia nova legislatura e Pedro Taques já estará na cadeira de governador.

Mesmo sob protesto, na próxima semana Fabris se juntará no Tribunal a velhos companheiros da vida pública, como os ex-deputados Domingos Neto, Sérgio Ricardo e Antonio Joaquim e aos ex-secretários de Estado Waldir Teis, Valter Albano, José Carlos Novelli - confira abaixo detalhes dos nomes que compõem o Pleno.

Mário Okamura/Rdnews

tce blog romilson composicao

Pleno do TCE, com 7 conselheiros, que entram para cargo vitalício sob indicação da AL ou do Governo

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Comentários (13)

  • nei | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 10h18
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    Mais uma vez, é muito vergonhoso e imoral para Mato Grosso caso isso venha acontecer.

  • joa | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 08h49
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    0

    Caro romilson....Além de todas essas benesses os conselheiros possuem verba indenizatoria mensal de 35 mil reais. ..dá uma pesquisada melhor para vc ver....

  • Ana | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 03h51
    0
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    Riva não ganhou a eleição, mas deixou como presente de grego aos Mato-grossense o hilariante Gilmar Fabris. Meses atrás estava sendo conduzido pela PF para prestar esclarecimentos de seus atos mal feitos.

  • Curioso | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 00h52
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    0

    Indicação é a mesma coisa de cartas marcadas num jogo. Assim como acontece para admissão em muitos cargos públicos, deveria ter concurso com provas de conhecimento e sabatina. Por que isso não acontece também no TCE?

  • luiz | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 23h05
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    Vergonhoso. Essa regra absurda da constituição de colocar qualquer apaniguado nos tribunais de contas, sem qualquer qualificação parece uma piada de mal gosto. Depois dizem que o problema do país não é o legislativo. Vergonha por demais

  • Ademir | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 18h02
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    Ademir, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • wander | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 16h40
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    vergonhoso

  • Aline Maria | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 15h21
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    Que tchurminha hein....

  • Augusto | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 10h53
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    Tenho vergonha de ser Cuiabano e ter de assistir um órgão ter aceitar isso complacentemente como cordeirinhos... Vergonha de um povo mantido no analfabetismo político... Vergonha de políticos corruptos que perpetuam parentes no poder... Vergonha de jornalistas tendenciosos que vendem seus espaços para esses mesmos corruptos

  • AQUILINO FIGUEIREDO | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 10h41
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    ESSA COMPOSIÇÃO HILARIA CABE MUITO BEM O FOLCLORICO GILMAR FABRIS.KKKKKKKKKKKKKKK

Colunista do dia | 22/11/2014, 06h:20 - Atualizado: 22/11/2014, 06h:37

Articulistas são os olhos críticos do povo

Gilson_Nunes_sabado

Gilson Nunes

Tenho recebido criticas, não muito solidárias, desde que comecei a escrever sobre alguns assuntos considerados polêmicos, ou que a sociedade discorde do meu ponto de vista. Entretanto, as criticas construtivas me têm sido mais constantes, e, por isso, continuo fazendo o meu papel de olheiro do povo. Ser articulista não é uma tarefa muito fácil. Ele deve ter conhecimento sobre o assunto que vai dissertar e, ao mesmo tempo, colocar a sua opinião de forma que o leitor entenda ou que a deixe clara e objetiva de maneira tal que contribua para o leitor construa a sua própria opinião. 

O conhecimento sobre determinado assunto não vem ou surge por acaso, de uma hora para outra. É preciso que o articulista ouça a sociedade, seus anseios, suas vitórias ou decepções, e tudo o que possa envolvê-lo de uma forma direta ou indiretamente. O resultado de um artigo tem e deve ter, em primeiro lugar, o respeito no tratamento referente ao personagem em destaque. Em segundo lugar, abordar o tema, conforme o caso, com total imparcialidade, posto que as diferenças sociais fazem parte da democracia e que, dentro  dela, o direito que lhe faculta a soberania. 

A importância do articulista para a sociedade, em certos assuntos, caracteriza-se em interpretar atitudes e/ou decisões políticas, se esse for o tema em questão, fundamentando-o de maneira tal que sirva de elemento básico para a sociedade tirar suas conclusões. Quando um político diz que precisa ouvir a sociedade, no que tange a pauta do dia, na verdade ele está dizendo que o assunto deve ser discutido e digerido por ela. Por outro lado, a sociedade, baseada na visão do articulista ou critico do assunto, haverá de colocar seu ponto de vista. Os articulistas, analistas e cientistas políticos aparecem, nesse caso, como porta vozes desse relacionamento. 

É enganosa a ideia de que o articulista é sabedor de tudo, que ele se mete em tudo, inclusive onde não é chamado. Pelo contrário, o que ele faz é ouvir o que for possível da sociedade, que se complementa nos livros, nas manchetes de jornais, revistas, enfim, o que circula pela mídia afora. Na sequência, após um bom entendimento sobre o assunto, o articulista então revela o seu pensamento. Nada pode ser leviano ou autoritário, mas sim, uma simples opinião fundamentada por critérios. 

O grande erro do articulista é, por conseguinte, tentar escrever sobre aquilo que não tem conhecimento ou, acredite, pelo fato de que o seu conhecimento sobre o assunto seja tanto que lhe torne capaz de ser imperialista, autoridade e autoritário. Nesse último caso, se proceder, ele corre o risco de ser tendencioso. A esse articulista, todo cuidado com a ética e o caráter são importantes para a manutenção de sua credibilidade. 

Gilson Nunes é jornalista e funcionário público e escreve neste Blog todo sábado. E-mail: gnunes01@yahoo.com.br

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| 21/11/2014, 18h:31 - Atualizado: 21/11/2014, 18h:41

Emanuel diz que Taques mantém discurso de campanha e o vê "bem intencionado"


O deputado estadual reeleito Emanuel Pinheiro (PR), que hoje se enquadra na base aliada do Governo e na próxima legislatura passará a compor a oposição ao eleito Pedro Taques (PDT), diz que o pedetista simboliza o momento de mudança que o Estado buscava e tem se esforçado para demonstrar isso na indicação do secretariado. “Acho que Taques é um homem bem intencionado, que está com gás muito grande para trabalhar. Hoje passamos por momento de mudança, de reoxigenação, de novas forças subindo ao poder do Estado”, explica em entrevista ao Rdnews, nesta sexta (21).

Neste sentido, o republicano ressalta que Taques está atuando de forma cuidadosa e discreta, até mesmo para que não fuja do que prometeu e mantenha coerência do que foi dito em campanha com aquilo que está sendo feito neste período de pré-posse. O deputado também ressalta que se compromete em ajudar o governador eleito para aquilo que for possível, principalmente nas ações que possam impactar de melhoria na vida dos mato-grossenses. 

Embora seja da situação, Emanuel afirma que o fato de Taques revogar os “super-poderes” do vice-governador já é motivo de boa relação entre ambos, tendo em vista que neste Governo o deputado foi ferrenho, neste sentido, no qual alegava ser ilegal a condição do atual vice-governador Chico Daltro (PSD) acumular funções. Segundo o republicano, sua luta é para preservar o ordenamento jurídico a fim de evitar que precedentes sejam abertos nas prefeituras, por exemplo. De todo modo, o parlamentar reforça que manterá uma linha independente e estará do lado de Taques em todas as ações favoráveis a Mato Grosso.

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escolhas de Dilma | 21/11/2014, 16h:11 - Atualizado: 21/11/2014, 16h:25

Neri Geller vê "sonho virar pesadelo" com nomeação de Kátia Abreu na Agricultura


O ministro de Agricultura Neri Geller (PMDB) vê o sonho de permanecer na pasta cair por água abaixo. Acontece que a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), após receber o convite da presidente Dilma Rousseff (PT), aceitou o desafio e será a nova ministra do setor a partir do ano que vem. As informações são do site Folha de S.Paulo, divulgadas nesta sexta (21). Para conferir, clique aqui.

Embora o peemedebista tenha conseguido espaço para obter a vaga, não alcançou as expectativas nem mesmo dentro do partido a fim de prosseguir no Ministério. Internamente, pleiteavam o posto o deputado Eliseu Padilha, que teria a preferência do vice-presidente Michel Temer; e a própria Kátia Abreu que, inclusive, foi a mais cotada para assumir a cadeira. Neste sentido, com a nomeação da senadora, o PMDB manterá o comando da Agricultura, que está à frente da pasta desde o início do mandato de Dilma.

De todo modo, procurado pelo Rdnews, Geller afirma que ainda não há nada definido e está tranquilo. Para garantir a palavra, sugeriu até que o líder nacional do PMDB, Temer, fosse acionado para confirmar. O ministro também explica que não recebeu nenhuma informação oficial e que, nesta segunda (24), viajará para o exterior em nome do país, para inauguração de uma planta industrial. “A Dilma não me falou nada. Mas se a Kátia for nomeada, o quadro é bom”, ressalta.

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Comentários (13)

  • SÁVIO | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 13h17
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    Neri teve a sua oportunidade. Não demonstrou ser um líder, e não atraiu votos. Agora é natural que seja substituído por quem tem maior representatividade.

  • stavm | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 04h32
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    e ffacil entender todo isso, mtos políticos em cima do muro incluindo blairo maggi, alguem viu blairo pedindo voto para dilma..? neri//.não teve apoio em nada.. porem com essa foto triste.....kkkk, quem dera eu fosse ministro da agriculta..compraria mtas fazendas..com valores baixíssimo ,,, por falta de logística/ e estrutura,,, depois manda asfaltar .triplicar // alguém já viu 2 milhões virar 12 milhões/////

  • Klayton Melz | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 16h20
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    Pessoal, respeito a opinião de cada um, mas questionar e desrespeitar o Ministro Neri Geller dessa forma já é absurdo... Na realidade, penso que não só para os Luverdenses, mas para o cidadão Matogrossense, é motivo de orgulho ter alguém daqui ocupando um posto ministerial..... Se a Presidente for sensata, o manterá afrente da Agricultura, mas se a troca se concretizar Geller com certeza poderá sair de cabeça erguida pois cumpriu com o papél a que se dispos... Pessoal, vamos ter mais conciência, ninguém aqui precisa concordar comigo, mas que seria muito bom pro MT e para o Brasil a permanência do Neri Geller no Ministério isso seria.... Além de ser produtor rural, ele tem bastante conhecimento técnico do setor......

  • Agnello | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 16h02
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    Já vai tarde. E humilhante, tito, é tratar pobre como se fosse mendigo, como essa senhora que está presidente, faz

  • ana | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 13h52
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    A unica vez que andou no estado foi p pedir voto

  • tito lampreia | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 10h33
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    Mato Grosso teve sua chance!!! Fomos prestigiados por Dilma!!! Qual foi o retorno que ela recebeu??? Uma derrota humilhante do ponto de vista dos benefícios que Mt recebeu e esta recebendo em infraestrutura. O povo de Mt disse nas urnas. Quem AQUI investir como fez o PT vai perder!!! Moral da historia; MT se mostra ingrato aos que aqui depositaram confiança!!!

  • Cacerense | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 09h39
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    Se para o povo matogrossense, em especial para os representantes do agronegócio, fosse interessante ter um Ministro da Agricultura a Presidenta Dilma teria ganhado a eleição em MT. Infelizmente eles pensaram que o Aecioorto ganharia as eleições e não abraçaram a campanha dela, nem na cidade do Sr. Neri Geller que é Lucas do Rio Verde a Dilma ganhou, então não há mais tempo para choramingos, comecem a trabalhar para 2018 porque o Lula vem aí!!!!

  • Cuiabano | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 07h05
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    EU ME SINTO ENVERGONHADO COMO MATOGROSSENSE DE VER UM SUJEITO IGUAL ESTE NERI GELLER FICAR RASTEJANDO PARA SE MANTER NO CARGO. EU PERGUNTO O SENHOR GOSTA TANTO DO SERVIÇO PUBLICO TENHA COMPETENCIA E SEJA APROVADO EM CONCURSO PUBLICO QUE AI PODE SER DILMA, JOAO,AECIO OU QUALQUER OUTRO QUE VIER A SER PRESIDENTE O SENHOR ESTARÁ ESTÁVEL A NÃO SER QUE FAÇA ALGUMA CAGADA E SOFRA UM PAD E AI PODERÁ SER DEMITIDO A BEM DO SERVIÇO PUBLICO. PORTANTO, SENHOR NERI SE ENVERGONHE E SAIA ANTES DE SER CONVIDADO A SAIR. VÁ CUIDAR DA SUA VIDA VOCE NÃO É UM PRODUTOR EFICIENTE VAI TRABALHAR NAS SUAS ATIVIDADES. MATO GROSSO NÃO MERECE FICAR PASSANDO VERGONHA COM ESTE CIDADÃO.

  • Valter | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 22h55
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    Por ser senhor de idade , vai ter que voltar para Lucas , pois o pedro só ta convidando para secretário gente com perfil Mais Novo. Ex. Paludo, marrafao.

  • roni | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 20h04
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    Fez corpo mole na campanha de Dilma, dançou, agora só esperar a vez dos maggi........acho é pouco...

REFORMA NA PAUTA | 21/11/2014, 14h:54 - Atualizado: 21/11/2014, 20h:17

Mauro aprovará mudanças na pressão; Wilson vai protestar contra fim da Funec


Mauro Mendes vai conseguir aprovar a profunda reforma administrativa que se propõe a implantar de imediato na Prefeitura de Cuiabá, mas enfrentará algumas reações contrárias. Embora sufocados, tanto parlamentares de oposição quanto lideranças fora da Câmara discordam de algumas propostas, entre as quais extinção de secretarias, de órgãos e de autarquias. A discussão será acalorada na Câmara, a partir da próxima semana.

Gilberto Leite/Rdnews

mauro mendes reforma

Prefeito Mauro Mendes, em entrevista na última quarta, quando anunciou a reforma administrativa

A decisão de acabar com a Fundação Educacional de Cuiabá (Funec), por exemplo, está dando munição ao ex-prefeito e agora deputado estadual eleito Wilson Santos (PSDB). Na próxima semana, assim que retornar de uma viagem ao exterior com a família, o líder tucano se manifestará contra a extinção da Funec por entender que resultará também no fim do Cuiabá Vest, que promove anualmente cursinho para estudantes carentes preparatórios para vestibular. O Cuiabá Vest foi uma das maiores referências da gestão Wilson, que é professor e diz carregar a bandeira da educação.

Há vereadores da base que, para evitarem confronto com o Palácio Alencastro, estão pedindo apoios externos contra algumas medidas da reforma que, pelos cálculos do prefeito, vai resultar na extinção de 9 secretarias, reduzindo o quadro do primeiro escalão de 24 para 15 pastas, com previsão de demitir 500 pessoas e de gerar uma economia de R$ 15 milhões por ano.

Mário Okamura/Rdnews

fusoes cuiaba

Quadro acima revela, na prática, como ficam as fusões de pastas e órgãos e as novas nomenclaturas

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Comentários (5)

  • João Moessa de Lima | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 22h44
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    Está certo o Prefeito o poder público não conta da pré-escola do ensino fundamental e ensino médio fica investindo em curso ou cursinho superior, educação começa na pré-escola no ensino fundamental e não no superior. Se algum tempo alcançarmos êxito na ensino que a Constituição Federal obriga que estados e municípios promova e estiver sobrando recursos ai sim devemos investir em curso superior.

  • Julio Cesar Lopes | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 17h50
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    Estamos realmente perdendo qualidade na administração. A miopia predomina entre os atuais Alcaides do Estado e Prefeitura. Por medo de errar adotam uma atitude pessimista e esquecem que nas crises é que surgem as oportunidades de crescimento. É preciso ousadia e criatividade coisa que eles não tem. Um não é do ramo e o outro vive de incentivos. Engraçado é os vereadores e deputados aceitarem tudo calados. Será que temos mensalão em Mato Grosso? Não nos esqueçamos que estes senhores foram eleitos prometendo gerarem emprego e renda e, ao contrario da promessa estão desempregando e diminuindo renda. Muitas pessoas a partir de janeiro 2015 perderão o seu poder de consumo, de pagamento de dividas e impostos e isso contribuirá para a queda na arrecadação. É bom que o povo aprenda a votar pois não apenas os desempregados encontrarão dificuldades. Todos pagaremos de uma forma ou de outra. O poder público é o culpado da crise e faz tudo para aumenta-la. Por isso digo que não temos qualidade nos gestores públicos em todos os níveis da administração. Por isso digo que sofrem de miopia administrativa e o povo como sempre é quem pagará a conta desses desatinos.

  • Gonçalo Pereira Abreu | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 17h22
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    Quem deve ficar triste é o Juca do Guaraná, que não terá mais boquinha no Cuiabá Prev. O Bolanger, indicado por ele, perdeu emprego com o fim da estrutura do Cuiabá Prev

  • Fabiane Albuquerque | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 17h20
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    É nessa hora que o presidente Julio Pinheiro, velho matreiro politico, ganha espaço com o prefeito porque fará o que o mestre mandar, mas isso não ficará barato

  • Fabiano de Medeiros | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 17h19
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    O prefeito precisa ter pulso firme, senão recuará

COLUNISTA DO DIA | 21/11/2014, 08h:46 - Atualizado: 21/11/2014, 09h:20

Acidentes na rua

Elga_artigo_sexta

Elga Figueiredo

O consumidor tem direito de exigir que todos serviços essenciais pagos com o dinheiro dele, sejam seguros, adequados e tenham qualidade. Serviços essenciais são aqueles como coleta de lixo, calçamento, iluminação pública e outros. Eles são da responsabilidade da prefeitura, do governo estadual ou federal, conforme o caso.

De acordo com a Lei de Greve, Lei Federal número 7.783, de 28 de junho de 1989, que obriga os sindicatos, trabalhadores e empregadores a garantir, durante a greve, a prestação dos serviços indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade, acabou definindo o que entende por essencial. Dessa forma, nenhum desses serviços pode ser interrompido.

O Código de Defesa do Consumidor é claro, taxativo e não abre exceções: os serviços essenciais são contínuos. Garantia decorre do texto constitucional. Sendo assim, se o consumidor sofre algum acidente numa calçada esburacada, por exemplo, saiba que ele tem o direito por lei de acionar judicialmente a prefeitura. Os donos de imóveis são responsáveis por suas calçadas, é verdade, mas quem fiscaliza para que elas fiquem em bom estado de conservação é o município.

O mesmo acontece nos casos daqueles acidentes provocados por buracos no asfalto da rua. O consumidor passa e tem imediatamente uma peça do carro quebrada por causa do buraco ou de uma lombada sem sinalização. Exija seus direitos, busque o ressarcimento pelo dano sofrido. Arme-se de provas, faça um Boletim de Ocorrência registrando o ocorrido, reúna as provas e busque a tutela jurisdicional.

Elga Figueiredo é empresária e advogada, especialista em direito do consumidor e escreve exclusivamente neste Blog toda sexta-feira - e-mail: elgafigueiredo@hotmail.com

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REI MORTO, REI POSTO | 20/11/2014, 18h:18 - Atualizado: 20/11/2014, 18h:38

Silval e azar de ter Taques como sucessor; ex-membro do MP tem sede por denúncia


Daqui a 40 dias, quando deixará o Palácio Paiaguás, Silval Barbosa terá se tornado o mais azarado dos últimos ex-governadores. Até agora, todo aquele que deixou o comando do Executivo conseguiu, de certo modo, ver a situação administrativa aliviada pelo sucessor, mesmo se tratando de opositor, embora expondo algumas reclamações, especialmente sobre desajuste da máquina, com inchado e dívidas.

Assim que tomou posse, em março de 1987, Carlos Bezerra avaliou como da pior espécie a gestão do antecessor Júlio Campos. Depois de Bezerra, veio Jayme Campos, que fez igual. Dante de Oliveira, empossado em janeiro de 95, reclamou do que chamou de “herança maldita”. Até os anos 1990, havia muita rivalidade e os grupos políticos se revezavam no poder. Não era permitida reeleição.

Dante teve o troco com Blairo Maggi, governador a partir de 2003 e que também denunciou uma tal caixa preta por causa de dívidas milionárias não contabilizadas. Meses depois, ao tomar melhor conhecimento da realidade das contas, pediu desculpas pela desgraça política feita a Dante.

Chico Valdiner

silval pedro taques

Silval Barbosa (à dir.), que deixa Paiaguás em 31 de dezembro, cumprimenta o sucessor Pedro Taques

Vem Silval, um vice que se torna governador por causa da renúncia de Blairo e garante a reeleição no primeiro turno.  E chega cheio de entusiasmo, mas sem pulso firme. Afrouxa a rédea. No afã de atender os partidos, permite “fatiamento” do governo, que se divide numa espécie de ilhas dominadas por caciques políticos. Quando se atentou para tantos problemas em sua volta não teve mais autonomia para mudar equipe, romper e dar novo rumo à administração.

Silval tentou fazer muito, que digam as obras da Copa, mas sairá com carimbo de quem fez pouco e ainda com muitos pepinos e demandas na Justiça. A luta é para não deixar ser taxado também de corrupto. Sem o poder da caneta e como cidadão comum, será rotineiramente acionado para dar explicações sobre obras mal feitas, licitações, contratos e relações perigosas. 

O peemedebista leva azar por ter de entregar o governo a um ex-membro do Ministério Público Federal. Taques tem fama de linha dura e está disposto a destampar o que chama de tampa da panela da corrupção. Ademais, terá o prazer de se separar bem da gestão Silval. Se fosse um agente com perfil político e aberto ao diálogo, Silval talvez conseguiria fazer alguma composição para não ser rebaixado e ver sua administração tão exposto negativamente. Com Taques, porém, a situação será outra, ainda mais que se criou a cultura segundo a qual "quem passou pelo governo não presta como administrador". Rei morto, rei posto. Silval precisa estar preparado para tanto porrete a partir de 2015.

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Comentários (4)

  • ANTONIO CARLOS PINHEIRO | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 09h36
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    Por ser ex-membro de Ministério Público e linha dura como dizem, começa mal tentando abafar a CPI do Eraí, ou é linha dura para investigar só um lado?

  • Angela | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 09h23
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    Governo Blairo Maggi deixou sim uma HERANÇA MALDITA para MT.. O escândalo dos maquinários..os centenas de KM de asfaltos de baixa qualidade para escoar a soja.. e claro..a pior delas..o governo Silval Barbosa.Espero sinceramente que Pedro Taques, governador..abra a caixa preta do governo do estado..e mostre quem fez e o que fez por MT

  • Marcos Dallagnol | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 18h24
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    Qua´..qua´...só rindo pra não chorar, quando este SITE diz que Carlos Bezerra, que substituiu Julio Campos no cargo de Governador do Estado,.á partir de 15 de março de 1987, falar que Julio,foi o pior Governador de MT. Isso é ser muito Cara de Pau, pois ele sim Bezerra,foi sem duvida alguma o PIOR de todos,depois da divisão territorial de Mato Grosso. Enqyuanto isso, acho que até hoje JULIO CAMPOS,foi o melhor e mais dinâmico Chefe de Governo do nosso estado. O seu slogam, "4 anos de governo,40 anos de progresso" é uma realidade.Pois passado mais de 30 anos, por onde ando nesse gigante de Mato Grosso, a maioria das obras publicas e de boa qualidade,foi feita pelo Julio.Bezerra si, foi pior que o Silval.

  • Benedito rufino da silva | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 19h06
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    É mais uma balela de governadores eleitos; O cara só dirigiu a casa dele - assim mesmo com a complacência da mulher! Quando se deparam com o Poder Executivo do tamanho que é Mato Grosso aí o governador eleito - seja aquele ou esse - percebe que governar um Estado gigantesco não é bem do jeito que que eles sonhavam; E no final do mandato deles saem cabisbaixo - na maioria deles; Alguns saem bem ricos.

ARTIGO | 20/11/2014, 11h:32 - Atualizado: 20/11/2014, 12h:01

"Um peso, duas medidas"

Existe um descompasso entre a remuneração do depósito judicial e a atualização do débito judicial

juan artigo

Juan Daniel Peron

O filósofo Sócrates é o pai da expressão popularmente conhecida com sendo “dois pesos e duas medidas”. A forma que utilizamos no título, “um peso e duas medidas”, entendemos ser mais correta para nosso artigo, pois significa tratar uns com justiça e outros com injustiça, ter condutas diversas diante de situações idênticas. 

Recentemente, ao solicitar o levantamento de um depósito judicial em determinado processo executivo que patrocinamos, depósito esse realizado no ano de 2012 no valor de pouco mais de R$ 9 mil reais, ficamos perplexos com o valor atualizado, que rendeu para o nosso cliente uma correção de pouco mais de R$ 1 mil. 

Note-se que o depósito judicial é feito pela parte para garantir o juízo enquanto se discute no processo judicial. Há várias leis que estipulam que os depósitos judiciais são remunerados pela Poupança, TR + 0,5% ao mês e que o "spread", o que os bancos lucrariam além deste percentual, seria repassado aos Tribunais, Ministério Público, Defensorias Públicas, Procuradorias Gerais dos Estados. Os depósitos judiciais rendem ao depositante, portanto, apenas TR + 0,5% ao mês, ao passo que os débitos judiciais na Justiça Estadual rendem INPC + 1% ao mês (pacificado na Corte Especial do STJ) e na Justiça do Trabalho TR + 1% a.m., s.m.j.

Até aí tudo bem! Mas, na contramão do depósito judicial está o débito judicial, sendo que o mesmo valor do depósito judicial acima informado, (de R$ 9 mil), vencidos também na mesma época da realização do depósito (em 2012) e ao atualizarmos até os dias atuais, chegaríamos a um valor superior a R$ 13 mil, ou seja, diferença de quase de R$ 3 mil. Pois bem, demonstrado está o descompasso entre a remuneração do depósito judicial e a atualização do débito judicial.

Percebe-se que nos depósitos judiciais há um custo para captar, mas não há compulsórios, não há FGC (Fundo Garantidor de Crédito), tampouco direcionamentos (obrigação de emprestar em alguma carteira). Então podemos concluir que os depósitos judiciais são, para os bancos, "depósitos de poupança" totalmente livres para serem destinados da forma que os bancos bem entenderem mais conveniente. Uma verdadeira "mina de ouro" que todos os bancos (apesar de que no caso a lei exige ser apenas em bancos oficiais, mas não deixa de serem bancos) desejam administrar, mesmo com a diminuição da diferença entre a taxa básica da economia brasileira, a taxa Selic e as taxas da caderneta de poupança.

Então, a você credor/leitor deve estar se perguntando: neste caso o melhor é aguardar o pagamento espontâneo pelo devedor de um débito atualizado judicialmente ao invés de buscar o bloqueio judicial? Resposta nos próximos capítulos.

Por outro lado, em diversos processos que atuamos como advogado, assinalamos que os depósitos judiciais realizados causam prejuízos às partes, notadamente no SFH (sistema financeiro de habitação), pois quando uma das partes se sente prejudicada em qualquer procedimento de relação econômica, munidos de análise técnica, expurgando as penalidades impostas em contratos do SFH, ou até embasados em jurisprudências e súmulas correlatas, adentram ao Poder Judiciário com ações de consignação em pagamento (depósito judicial) para garantir a adimplência e assim depositam valores que entendem ser devidos para a apreciação do mérito por parte do r. Juízo, com o debate jurídico e sentença definitiva.

Registra-se que os procedimentos inerentes, especialmente ao Sistema Financeiro da Habitação e outros contratos semelhantes com valores assumidos, podem gerar inadimplência com cobranças judiciais e para inibir a mora, são realizados os depósitos judiciais, onde estes rendem somente os juros da caderneta de poupança e o SFH a rentabilidade é da caderneta de poupança mais juros contratados a título de taxa efetiva anual, cuja remuneração não é paga pela instituição financeira que acolheu o depósito judicial. Portanto não ficará adimplente totalmente, restando saldo devedor em favor do credor. Absurdo!

Um peso e duas medidas, pois só há lógica econômico/jurídica se os depósitos judiciais passarem a remunerar o depositante em critério financeiro equivalente à evolução do débito judicial e que somente seria legítimo repassar aos Tribunais, MP, Defensorias e Procuradorias Estaduais, o percentual que excedesse tal critério. Por fim, apenas para constar, hoje tem mais processo aguardando liberação de alvará para levantamento de depósito judicial do que processo concluso aguardando sentença.

Juan Daniel Peron é advogado em Cuiabá - jdperon@msn.com

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Comentários (1)

  • Joselia Caceres Martins | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 23h19
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    Joselia Caceres Martins, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

ARTIGO | 20/11/2014, 11h:26 - Atualizado: 20/11/2014, 11h:58

O que aprendi no serviço público federal

seneri artigo

Seneri Paludo

Desde que voltei de Brasília, muitos têm me perguntado sobre minha experiência no Serviço Público Federal. Assimiladas as provocações, resolvi compartilhar com vocês o que aprendi:

Soft PowerO termo é usado na teoria de relações internacionais para descrever a habilidade de um corpo político, um Estado, para influenciar indiretamente o comportamento ou interesses de outros corpos políticos por meiosculturais ou ideológicos. Sempre acreditei ser possível fazer a analogia deste conceito para o relacionamento interpessoal. Há três modelos básicos para influenciar outra pessoa: por meio de ameaça ou do poder formal hierárquico – manda quem pode e obedece quem tem juízo; mostrar a cenoura ao coelho para que ele se mova; e cooperar e simpatizar até o ponto em que todos queiram o mesmo que você.

No serviço público a blindagem da carreira e a robustez das autarquias simplesmente não deixam espaço para chicotes ou cenouras. Não adianta esbravejar e nem falar que dará bônus, pois o primeiro não afeta quem tem estabilidade e o segundo, por motivos dos quais não concordo, não é permitido. Resta então somente a terceira via, ou seja, cooperar e simpatizar, porque somente deste modo a equipe lhe proporcionará o resultado desejado.

Trabalho para as 24 horas do diaNão sei quem inventou que o servidor público não trabalha. Sinceridade? Os caras trabalham pra caramba! E tem mais, o nível técnico é altíssimo! Superior, inclusive, aos encontrados no setor privado. Se quiser tem trabalho para as 24 horas do dia. O serviço público é igual ao de qualquer empresa do setor privado. Existem 1/3 dos funcionários que não produzem (por estarem no local errado ou por desmotivação), 1/3 que cumprem seu papel e ponto e os últimos 1/3 que trabalham dobrado pelos que não produzem.

A diferença é que no setor privado os que não produzem poderão ser convidados para a rua. Como isso não acontece, o sistema fica contaminado e resta ao gestor uma única opção: motivá-los a qualquer custo, o que joga mais peso no “soft power”.  Sinceramente é preciso rever com urgência o sistema de gestão de pessoas no serviço público.

O mito da tomada de decisãoSempre escutei que o governo era muito lento na tomada de decisão e quando decidia já não precisava fazer mais nada. Eu confesso que tinha isso quase como uma verdade. Bom, depois de ter trabalhado no Governo Federal, para mim, esse mito caiu por terra.

O Governo é rápido demais para tomar a decisão. Participei de diversas reuniões em que entidades ou pessoas traziam o problema ou que discutíamos novos projetos e, frequentemente, em questão de horas a decisão estava tomada. É aí que reside o problema.

No setor privado quanto uma empresa decide fazer algo, ela gasta tempo estudando, orquestrando, em suma, planejando e quando decide agir, as coisas acontecem rapidamente. No Governo é o contrário, às vezes é mais importante dar uma resposta do que dar a resposta correta. As decisões não são analisadas com o tempo e primor necessários e as ações, quando implementadas, simplesmente não acontecem quase na largada, porque não foram levados em consideração todos os pontos para a execução.

O segundo escalãoO sistema político brasileiro está em colapso, porque temos uma constituição parlamentarista, um sistema politico presidencialista e uma população que acha que vive na monarquia. Adorei essa teoria. Não concordo plenamente, mas é impressionante o número de pessoas que te abordam, pedindo coisas como se você fosse um monarca e tivesse o poder de resolver. Para estes basta ordenar. Não digo isso para me furtar do dever de resolver, mas se isso acontecia comigo, imaginava o que não acontecia com o ministro ou com a presidente.

Antes eu acreditava que bastasse conversar com o Ministro para que tudo estivesse resolvido, afinal sua autoridade máxima falou que iria fazer. Ledo engano. Por incrível que pareça, não é no primeiro escalão que acontecem as coisas. Em outras palavras, as coisas até podem ser decididas no primeiro escalão, mas é no segundo e terceiro escalões que as formas ganham vida. Por isso, se posso dar um conselho, se você precisar de algo do governo não haja como se estivesse conversando com o Monarca e os “caras” que estão do lado são simples vassalos ou bobos da corte. São estes que terão o poder de fazer ou não a coisa acontecer.

A diferença entre o que e o comoUma lição simples e talvez a mais importante. Fiquei impressionado como existem pessoas e entidades que têm o conhecimento exato do que é preciso fazer para solucionar todos os problemas do mundo, mas o quanto é difícil encontrar pessoas e entidades que tenham a sabedoria de como fazê-lo. Se posso apresentar um último conselho, antes de proferir seu conhecimento sobre o que deve ser feito, apresente com sabedoria como deve ser feito. Fica a dica.

Seneri Paludo é engenheiro agrônomo e ex-secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

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Comentários (9)

  • Luiz Antonio | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 15h32
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    Luiz Antonio, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Zé Poxoréo | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 10h23
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    Incrível, o sujeito tem uma passagem (boquinha) meteórica no serviço público e já demonstra ter até ter experiência! Só pode ser um politico prodígio, óbvio, já de olho numa boquinha no próximo governo!

  • ANTONIO CONTINI | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 08h42
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    FUI PREFEITO DE SINOP 92/96, E É EXATAMENTE ISSO QUE ACONTECE, POR ISSO MEUS PARABÉNS PELO ARTIGO.

  • Walter | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 23h55
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    faltou curriculo com prestação de serviços por seu merito e nao por indicacao política. facil meter o pau no servidor, agora vai la passar no concurso.

  • ricardo | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 21h53
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    Ele esqueceu de dizer que é cria do Governo passado, sendo inclusive coordenador de campanha do HOMERO PEREIRA e CIA.

  • roberto | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 21h52
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    roberto, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Allan kardec | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 17h56
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    Parabéns pelo seu posicionamento imparcial e legítimo.

  • Domingos Roberto | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 16h07
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    Bom Artigo, resume totalmente a experiencia que vivi no Serviço Público. Fica a dica para os Governantes e seus lideres para a próxima Gestão que se iniciará........

  • Clóvis do Lago Albuquerque | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 12h37
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    Seu relato foi excelente e muito instrutivo. Partindo de você , seu esforço, suas ações e sua sabedoria são proporcionais ao grande profissional público/privado que você é !

TEMPO DE MUDANÇAS | 20/11/2014, 11h:00 - Atualizado: 20/11/2014, 11h:17

Reforma de Taques encoraja Mauro


A decisão de Pedro Taques de promover uma profunda reforma administrativa, antes mesmo de tomar posse como governador, deu coragem a Mauro Mendes para fazer igual na Prefeitura de Cuiabá. Tanto no âmbito do Estado quanto da Capital, a máquina segue inchada, com custos elevados, quase sem controle e nada de metas.

Gilberto Leite/Rdnews

pedro taques reforma

Governador eleito Pedro Taques, em reunião com parlamentares, quando anunciou profunda reforma

Se a Lei de Responsabilidade Fiscal é dura quanto ao limite das despesas e os órgãos fiscalizadores estão em cima, porque os gestores afrouxam tanto, mesmo sabendo que isso deixa  a máquina pesada, lenta, burocrática e ineficiente? Entre as razões estão as amarrações políticas. É preciso ter coragem, desapego e não se preocupar com o projeto de reeleição para tomar medidas consideradas amargas. Num primeiro momento, traz revolta e sentimento de ingratidão aos aliados. Até mesmo alguns setores da sociedade rejeitam medidas impopulares e só demonstram mudança desse conceito de reprovação quando sente e percebe o reflexo com bons resultados na prática.

O ex-prefeito de Cuiabá Roberto França costuma repetir que “quem ajuda a ganhar, tem de ajudar a governar”. É nessa hora que os chamados aliados pressionam para fazer loteamento de cargos. O complicado é que muitos indicados não possuem o mínimo preparado para tal função. Nessa linha, dificilmente a população terá retorno do pagamento de seus impostos. A expectativa seria de receber serviços públicos de qualidade e com eficiência. Mas isso está longe de acontecer.

Não é de hoje que, sempre quem ganha para governador, surge em defesa do enxugamento da máquina. Em 2002, Blairo Maggi, empresário que ganhou no primeiro turno com discurso forte pela transparência, honestidade e na defesa do controle das contas públicas, prometeu uma ampla reforma. Abria-se ali a temporada da chiadeira. Aliados temiam portas fechadas às indicações e passaram a fazer pressão. Blairo queria reduzir as 24 secretarias pela metade. Encomendou até estudo para isso. Conclusão: saiu do Palácio Paiaguás sete anos e três meses depois, tendo no meio do caminho a reeleição, sem fazer o prometido enxugamento.

Eis que agora surge Taques. Em alguns momentos, age parecido com Blairo, mas, por não ter tantos comprometimentos partidários e nem loteamento de cargos como fizeram os antecessores, está livre para promover as mudanças. O pedetista adiantou que vai extinguir e/ou fundir secretarias, órgãos e empresas vinculados ao governo. Quer acabar com metade dos 6,5 mil cargos DAS. Vai conseguir uma boa economia. Espera sobrar dinheiro para investimentos.

Com dois anos de mandato, Mauro se propõe a fazer igual em Cuiabá. Até então, estava receoso em avançar com medidas impopulares. Mas Taques, de quem é aliado político por enquanto, lhe deu coragem. De 24 secretarias, o prefeito pretende ficar com 15. Essas mudanças vão resultar numa economia anual de R$ 15 milhões e custará demissão de 500 pessoas. Espera-se que decisões como estas, iniciadas por Taques e copiada por Mauro, ganhem dimensões em todos os níveis da administração pública e cheguem aos demais Poderes.

Tchélo Figueiredo

mauro mendes reforma

Prefeito cuiabano Mauro Mendes, em entrevista nesta 4ª, para anunciar mudanças na administração

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| 19/11/2014, 22h:10 - Atualizado: 19/11/2014, 22h:26

Chapada e as corridas

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Maria Rita

Qual é o clima ideal para correr? É impossível generalizar, mas Chapada dos Guimarães é quase uma unanimidade quando se fala em correr dentro de Mato Grosso. Bem fresquinho, vento leve e com direito a serração. Condições assim só uma cidade com boa altitude pode proporcionar.

O clima ameno naturalmente atrai esportistas. Hoje é comum ver pessoas pedalando e correndo pelas ruas de Chapada durante a semana, aos finais de semana o público se intensifica ainda mais. Além dos atletas que correm isolados, a atividade já tem movimentado o turismo por conta dos corredores que querem praticar a atividade dentro dos atrativos do Parque Nacional. Guias já estão se especializando para atender este perfil diferenciado de cliente que quer correr até o Morro de São Jerônimo ou pelas trilhas das Cachoeiras.

Outro movimento bem bacana é o crescimento de eventos esportivos voltados a corrida que já estão no calendário fixo da cidade. Este ano foram realizadas três provas voltadas a prática da corrida no município. Em agosto foi realizada a segunda etapa do Ultramacho, o festival de aventura realizou uma corrida em trilha de 12 km. Já em outubro foi realizada a primeira meia maratona de Mato Grosso, o Desafio Senta a Púa. Prova também realizada em estradões e trilhas de uma das mais charmosas cidades do estado.

Neste final de semana ocorreu em Chapada a já tradicional Corrida das Águas. Uma prova de rua que oferece trajetos de 5 km e 10 km. Mais de 1.500 pessoas participaram da festa que já é sinônimo de boa organização. Foi muito bacana perceber a quantidade de chapadenses que prestigiaram a corrida. Entre eles haviam muitos iniciantes o que demonstra o momento de crescimento do esporte tanto no município quanto no restante do país. Os bares e restaurantes estavam lotados, o trânsito lembrava os grande feriados e as pousadas trabalharam com a lotação máxima.

Tantos eventos em seis meses mostram como a cidade esta apta a atender este tipo de turismo. São centenas de leitos, gastronomia de nível internacional, belezas naturais e uma população hospitaleira. Infelizmente o momento político do município é muito instável e isso praticamente impede que a prefeitura apóie diretamente a vinda de eventos para cá. Isso significa que hoje o que acontece na cidade é uma ação espontânea dos produtores. Acredito que quando tivermos o poder público reorganizado e o comércio unido o número de atividade irá crescer muito mais e Chapada se tornará referência nacional. Será conhecida como um lugar especial repleto de eventos que celebram a corrida.

Maria Rita Ferreira Uemura é jornalista, empresária, diretora da empresa de eventos de aventura ULTRAMACHO e escreve exclusivamente toda quinta-feira neste Blog (www.ULTRAMACHO.com.br) - e-mail: ferreirauemura@gmail.com

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| 19/11/2014, 16h:19 - Atualizado: 19/11/2014, 16h:57

Taques exigirá que padrinhos de indicados assinem termo de compromisso solidário

Governador eleito demonstra rigor no processo de escolha do secretariado; saiba quem foi já definido e nomes mais cotados


Gilberto Leite/Rdnews

pedro taques secretariado 19-11

Governador eleito Pedro Taques, em entrevista na semana passada, após a última reunião com parlamentares aliados, quando anunciou os três primeiros nomes dos que comporão seu secretariado

O governador eleito Pedro Taques está sendo rigoroso tanto com quem faz indicação quanto com escolhido para compor o quadro de secretários. Procura quem possui perfil mais técnico, de extrema confiança e com notório saber na área a que se propõe a administrar. Embora não tenha dado tanta abertura para indicações políticas, Taques já adiantou aos aliados, especialmente aos parlamentares, que aqueles que se apresentam como “padrinhos” terão também de assinar um termo de compromisso solidário sobre a conduta profissional e ética dos indicados. Se eventualmente não cumprirem metas ou incorrerem em  falhas graves ou irregularidades o futuro chefe do Executivo avisa que tornará público o nome do responsável pela tal indicação.

A 31 dias da diplomação e a 42  para a posse, Taques, em meio a uma série de estudos e propostas de mudanças, inclusive em relação ao enxugamento do número de secretarias, anunciou oficialmente três nomes para o primeiro escalão. Júlio Modesto vai conduzir a pasta de Gestão (hoje Administração), enquanto Marco Marrafon assumirá o Planejamento e Finanças.  A Comunicação Social terá estrutura reduzida de secretaria para superintendência, com orçamento também cortado pela metade (de R$ 47 milhões para R$ 21 milhões) e seu coordenador será o jornalista Jean Campos.

Mário Okamura/Rdnews

taques secretarios

Três nomes para o 1º escalão já estão definidos e outros passam por avaliação do governador eleito

Na lista de cotados para o staff estão o diretor-executivo da Unimed Cuiabá, Paulo Brustolin, com possibilidades de conduzir a Saúde; o empresário Gustavo Oliveira, que deve assumir a Casa Civil, e o ex-secretário nacional de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Seneri Paludo, sugerido para o Desenvolvimento Econômico.

Para a Educação, pasta com maior estrutura da máquina estadual, que consumirá em 2015 nada menos que R$ 13,6 bilhões, este Blog apurou que Taques avalia duas possibilidades: nomear o ex-vereador e ex-secretário em Cuiabá, Permínio Pinto, ou a ex-secretária por vários anos em Lucas do Rio Verde, Solimara Lígia Moura. Ambos possuem bom conceito em gestão educacional. 

Outras seis secretarias, muitas delas com novas nomenclaturas, estão sendo definição de nomes, entre elas Fazenda, Meio Ambiente e Justiça, Direitos Humanos e Segurança Pública.

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Comentários (10)

  • eduardo | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 09h01
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    engraçado esse site, censuram uma opinião que ratifica uma outra opinião já publicada, esquisito isso heim!!!censuraram minha opinião que apenas reafirma que a cunhada do saquetti já passou pela sema e não deixou saudades, alias, saiu de lá com muito problemas, é só levantar reportagens da época que essa moça passou por lá...além disso, para quem a conhece bem essa moça sempre teve relação política com outro grupo derrotado nas eleições e nunca apareceu na discussão do plano de governo de taques e muito menos na transição de governo e agora surge do nada por indicação política e de parente??? cheira o nepotismo, e pedro taques detesta isso...

  • que espero do fundo da minha alma | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 06h38
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    estou gostando da sua postura, vai em frente, demite os DAS corruptos, pq são muitos, faz um limpa no estado, demite todos os DAS e coloque pessoas de sua confiança.

  • Alexandre | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 01h55
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    Na lista de cotados para o staff estão o diretor-executivo da Unimed Cuiabá, Paulo Brustolin, com possibilidades de conduzir a Saúde; QUEM REPRESENTA O SETOR PRIVADO JAMAIS IRÁ MELHORAR A SAÚDE PÚBLICA, ACORDA PEDRO TAQUES

  • Rita de Cassia | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 01h52
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    qual interesse desse executivo da UNIMED que representa um setor privado melhorar a saúde pública? A Rede Pública é concorrente da UNIMED! QUEM CONCORDA, ENCHE DE CURTIDA! Na saúde, tem que colocar pessoas que pertence a REDE PÚBLICA DE SAÚDE que deseja e tem competencia para fomentar a politica de desenvolvimento e gestão de resultado para melhorar a qualidade do atendimento.

  • Boca | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 01h12
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    Há muita diferença ser secretaria de educação de um município rico, em ser secretaria de estado cheio de situações conceituosas, diversas, e uma secretaria com pessoas envolviddas com o PT

  • Jorge do morro | Quarta-Feira, 19 de Novembro de 2014, 23h08
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    Calma Taques, o povo já conhece os políticos e a politica, deixa a demagogia para depois, Olhe seu presente com uma campanha milionária. Essa de secretários sem indicação de políticos e balela. Doações tem seu preço, votei para senador e governo e já estou arrependido.

  • eduardo | Quarta-Feira, 19 de Novembro de 2014, 21h18
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    eduardo, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Meire de Freitas | Quarta-Feira, 19 de Novembro de 2014, 20h17
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    Estamos torcendo para o Pedro Taques acertar. Se o governo tropeçar, prejudicará toda a população de MT

  • Rebeca Cantarini | Quarta-Feira, 19 de Novembro de 2014, 19h56
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    Meio Ambiente, pra suas fazendas agilizar licenças, o Adilton quer indicar a cunhada dele...

  • Walter | Quarta-Feira, 19 de Novembro de 2014, 18h52
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    justo! quer governar junto assuma sua responsabilidade da indicação.

| 19/11/2014, 12h:08 - Atualizado: 19/11/2014, 12h:40

Com novas editorias, Rdnews faz "ajustes"


Prezados leitores, o portal Rdnews e o Blog do Romilson, no ar desde dezembro de 2006, começam a passar por alguns ajustes. Com implantação de outras ferramentas e ampliação da cobertura jornalística, serão abertas novas editorias, como Variedades, e espaço para noticiário de áreas fora do enfoque político, como economia, empreendedorismo, curiosidades e com abertura para maior interatividade com o internauta. Nem por isso as mudanças fugirão a linha editorial e a prioridade da cobertura política, dos Poderes e dos bastidores que consolidaram o Rdnews. 

Nessa reformulação, o Blog do Romilson, mais opinativo, ganhará espaço no alto da página, assim como a coluna Curtinhas. O RDTV ficará suspenso temporariamente. Agradeço a compreensão de todos.

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| 19/11/2014, 08h:50 - Atualizado: 19/11/2014, 17h:03

Prefeito anuncia reforma hoje; Ouvidoria é uma das que perdem status de secretaria


Na metade do mandato de quatro anos, o prefeito cuiabano Mauro Mendes anuncia hoje, em entrevista coletiva às 15h30 no Gabinete Executivo, no bairro Santa Rosa, mudanças profundas na estrutura da máquina. Hoje são 24 secretarias e a tendência é o Palácio Alencastro reduzi-las a 18. As propostas de fusão e extinção de pastas e órgãos e corte de cargos vão ser encaminhados de imediato para apreciação da Câmara Municipal.

Este Blog apurou que, a Ouvidoria-Geral, por exemplo, perde status de secretaria. Vai se tornar adjunta da Controladoria-Geral, assim como funciona na estrutura do governo estadual. Nesse caso, o ex-petista Jairo Rocha, hoje tocando a Ouvidoria e com salário de R$ 10 mil e direito à verba indenizatória de até R$ 7 mil mensais, sai do primeiro escalão. O prefeito deve mantê-lo, mas agora no segundo escalão, com subsídio de R$ 9 mil.

Rdnews

jairo rocha

Com reforma, o ex-petista Jairo Rocha sai do primeiro escalão do governo Mauro Mendes porque a Ouvidoria-Geral passa a ser adjunta da Controladoria-Geral

Pelos cálculos preliminares, com as mudanças, a economia do Executivo que prevê R$ 1,9 bilhão de receitas e despesas para o próximo ano, deve chegar a 30%. De imediato, cada fusão de secretaria resulta no corte de salário de quem a conduz e mais verba indenizatória e de coordenadores-administrativos e financeiros.

A queda na arrecadação, com previsão de fechar o exercício de 2014 com R$ 50 milhões e o cenário de recessão para o próximo ano levou o prefeito a apressar a efetivação das mudanças. Ao mesmo tempo, assegura que não vai prejudicar os serviços essenciais e nem comprometer projetos que estão em andamento, como a revitalização do Porto, a obra do novo pronto-socorro e o programa Novos Caminhos. É possível que, entre outras mudanças, Mauro Mendes anuncie a função da pasta de Planejamento e Finanças com a Fazenda; a junção de Governo com Comunicação Social; a unificação da Cultura com Turismo e ainda o Esportes com a Educação.

Ao menos 5 pastas se unificam; Cuiabá-Prev vira superintendência

 

Em meio as mudanças estruturais, o prefeito Mauro deve anunciar logo mais a fusão das pastas de Governo com Comunicação Social, Esportes com Educação, Turismo com Cultura, Agricultura com Trabalho e Planejamento e Finanças com Fazenda. Nesse caso, entre os que deixariam a administração estariam os secretários Guilherme Muller e Marcus Fabrício. O jornalista Kleber Lima tende a acumular a superpasta de Governo e Secom. O Cuiabá-Prev deve se tornar uma superintendência vinculada à secretaria de Gestão, vindo a provocar a queda do hoje presidente Bolanger de Almeida.

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Comentários (39)

  • ELISVALDO CORNÉLIO DA SILVA | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 11h49
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    JAIRO SEMPRE FOI UM CARA LIDER. TO COM VOCE MEU LIDER. MEU MELHOR AMIGO

  • ELISVALDO CORNÉLIO DA SILVA | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 11h47
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    JAIRO SEMPRE FOI UM CARA LIDER. TO COM VOCE MEU LIDER. MEU MELHOR AMIGO

  • CORNELIO | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 10h45
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    Aí Jairo, você como sempre incomodando kkk Voce é o CARA!!! Fica TRANQUILO. " Enquanto passam as carruagens... os cães ladram"

  • Heloiza | Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2014, 10h18
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    Enquanto voces ficam ai discutindo cargos e vida pessoal dos outros como um bando de idiotas que não tem o que fazer o Senhor prefeito extingue o único canal que o cidadão tem pra fiscalizar e cobrar as incompetências das secretarias comandadas por seus escolhidos. Acorda cidadão!! Pelo jeito essa gestão na ouvidoria estava te dando muito trabalho não é Senhor Mauro Mendes?

  • Luis Augusto | Quarta-Feira, 19 de Novembro de 2014, 17h43
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    Parabéns Mauro essa ouvidoria era so cabide de emprego, não funcionava pra nada. Mosca Morta

  • Joana lessa | Quarta-Feira, 19 de Novembro de 2014, 17h39
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    A Ouvidoria só funcionou na gestão de Adriana Venturozo, de lá pra cá essa ouvidoria é morta. Fez bem Mauro Mendes.

  • Janete | Quarta-Feira, 19 de Novembro de 2014, 17h33
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    Jairo tem perfil de segundo escalão, gestão pifia.

  • PAULA | Quarta-Feira, 19 de Novembro de 2014, 17h25
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    TRAIÇÃO PAGA COM TRAIÇÃO... NÉ CAMILA

  • Nicolas | Quarta-Feira, 19 de Novembro de 2014, 17h09
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    Eita sujeito chato esse Jairo, lembro quando ele trabalhava com a Senadora Serys, e sempre recebia mal quem a procurava, não tinha capacidade para resolver nada, na minha humilde opinião não merece nem cargo de segundo escalão.

  • Camila | Quarta-Feira, 19 de Novembro de 2014, 16h42
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    Jairo nao traiu o PT, apenas pensou na sobrevivencia da sua familia. O que nao e nem um crime.

| 19/11/2014, 00h:00 - Atualizado: 19/11/2014, 09h:51

Para entender o resultado (III)

vinicius_artigo_quarta

Vinicius de Carvalho

Continuo a análise dos resultados da eleição presidencial.  Na semana passada lancei a hipótese de que alguns Estados têm perfil oposicionista em relação ao poder central, como é o caso de São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. Nesta mesma linha de raciocínio é possível entender o comportamento político dos Estados do norte e nordeste por seu perfil situacionista, em virtude de suas carências socioeconômicas e a grande dependência de recursos federais. Esta linha de análise, somada ao perfil de renda e escolaridade dos eleitores de tais regiões, explicam o bom desempenho da candidatura de Dilma Rousseff.

A sua boa votação no nordeste pode ser explicada, portanto, pela forte concentração ali do eleitorado de baixa renda. O nordeste reúne cerca de 28% dos eleitores brasileiros, mas tem 42% daqueles com renda inferior a dois salários mínimos. Por isto Dilma obteve na região 71,69% dos votos válidos, abrindo um saldo superior a 12 milhões. Pela primeira vez o PT obteve a maioria dos seus votos da região nordeste (37%) ao invés do sudeste (36%). Este desempenho se repetiu por municípios espalhados pelo país com perfil socioeconômico semelhante ao nordeste. Isto derruba, portanto, manifestações separatistas que ocorreram logo após a eleição, já que a divisão é muito mais social do que regional.

Quer dizer, a decisão do voto tem muito mais influência socioeconômica do que administrativa, como muitos insistem em afirmar. O percentual de população com participação no programa Bolsa Família é variável fortemente simétrica aos índices de pobreza. Desta forma, há uma sobreposição que, ao meu juízo, gera ilusões de ótica. É claro que não devemos desconsiderar o peso dos programas sociais federais no fortalecimento da vinculação junto a este eleitorado especifico.

As eleições para Governador de Estado também reforçam este perfil situacionista do norte e nordeste. Dos 16 Estados destas duas regiões, o PT foi vencedor na eleição de 2014 em 4, o PMDB também em 4, PSB em 2, PDT, PSD, PSDB, PP, PC do B e PROS em 1. Com exceção do Pará que reelegeu o Governador Simão Jatene com margem muito apertada em relação ao adversário do PMDB, todos os demais partidos compõem a base governista. O PSB deixou a base aliada no final do ano passado e ainda mantém alguns cargos no Poder Executivo Federal. Isto demonstra que pelo perfil governista do eleitorado existe a tendência de vitória de candidatos de partidos que mantenham bom relacionamento com o Governo Federal, em busca dos tão necessários recursos financeiros e das obras para a região.

Ao pegarmos a eleição de 1998 como contraponto vemos que o então PFL (hoje Democratas) teve 5 governadores eleitos, somados a 3 do PSDB e 4 do PMDB, que compunham o arco de aliança do então 1º governo FHC. O PFL atingiu nesta eleição a impressionante marca de 105 deputados federais, egressos na sua maioria dos estados do norte e nordeste. Será que o eleitor mudou de lugar, deixando de ser pefelista e passando a ser petista ou pessebista? Não creio. Minha hipótese é de o eleitor ficou no mesmo lugar, ou seja, na situação. Ele vota nas siglas que são situação no momento e, por conseguinte, reúnem maior quantidade de recursos políticos para a reprodução das suas estruturas. Portanto, o mesmo eleitor que votava nos candidatos do carlismo na Bahia (ACM, Paulo Souto, César Borges) hoje vota nos candidatos do petismo, liderado pelo atual governador Jacques Wagner. Continuo na próxima semana.

Vinicius de Carvalho Araújo é gestor governamental do Estado, mestre em História Política, professor universitário e escreve neste Blog toda quarta - vcaraujo@terra.com.br www.professorviniciusaraujo.blogspot.com

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