Cuiabá, 01 de Novembro de 2014
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Várzea Grande | 04/01/2014, 11h:30 - Atualizado: 04/01/2014, 20h:18

Até dia 30, Jaqueline deixa Saúde para concorrer a deputada federal


 

 

capa-jaquelinehj3.jpg

Secretária de Saúde de VG Jaqueline Guimarães sairá candidata à Assembleia

  O prefeito de Várzea Grande, Walace Guimarães (PMDB), estabeleceu prazo até 30 de janeiro para que os integrantes da administração que pretendem disputar as eleições deste ano entreguem os cargos. Na lista das possíveis exonerações está a primeira-dama e secretária de Saúde Jaqueline Guimarães, além do diretor do Pronto-Socorro Renato Tetila.

  Os substitutos serão escolhidos por Walace a partir de critérios técnicos. Segundo o peemedebista, a gestão da saúde não deve ser partidarizada. “Não vamos politizar a saúde. A escolha é pessoal já que a responsabilidade e as cobranças recaem sobre mim”, afirmou.

  Jaqueline, que irá tirar 10 dias de recesso para descansar com a família, deve pedir exoneração do cargo no próximo dia 15. Fora do comando da Saúde, pretende intensificar a articulação da candidatura a deputada federal.

  Essa não é a primeira vez que Jaqueline tanta uma vaga na Câmara Federal. Em 2010, pelo nanico PHS, a secretária de Saúde chegou perto de conquistar uma vaga ao obter 31.921 votos, que garantiu o posto de primeira suplente do deputado federal Eliene Lima (PSD).

  A primeira-dama se filiou ao PMDB em setembro do ano passado com a justificativa de que no mesmo partido do marido, poderá trabalhar melhor sua candidatura. “A candidatura é viável. A consolidação depende da análise feita em conjunto com o partido”, explica Walace.

  Outro que deve deixar o staff nos próximos dias é Tetila, que pretende disputar uma cadeira na Assembleia. Ele se filiou ao PP com intuito de ampliar a bancada progressista, atualmente formada pelos deputados Ezequiel Fonseca e Antônio Azambuja.

Jacqueline ingressa no PMDB para tentar Câmara Federal

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Comentários (5)

  • Julio Muzzi | Sábado, 04 de Janeiro de 2014, 22h51
    2
    0

    Ambos são boas pessoas, bem articulados, e que vem lutando por Varzea Grande.

  • diego | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2014, 23h41
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    1

    diego, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Zuzi Kalafate | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2014, 22h08
    3
    2

    É uma pena né, quando a pessoa vai querendo acertar, vem a Política e tir do lugar gerando descontinuidade na administração

  • Elifas Jose Ribeiro Ribeiro Ribeiro | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2014, 20h58
    1
    4

    Serå que ela ira descansar onde ?junto com os pobres da periferia de vadju? Pra dai ja ir angariando votos pra dep.federal? Acho ela vai pra zöropa (sic).miami.

  • Dornele$ | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2014, 18h09
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    1

    Mato Grosso e suas capitanias hereditárias. Aqui é mesmo um feudo!

| 01/11/2014, 08h:32 - Atualizado: 42min atrás

Velha guarda dos Lacerda perde o poder


Fernando Ordakowski

lacerda_500

Secretário José Lacerda (PMDB) é um dos poucos políticos da velha guarda que ainda estão no Poder

A meia luz que conduz José Lacerda (PMDB) na vida pública se apagará daqui a 2 meses. Ele foi resgatado pelo governador Silval Barbosa (PMDB), que o nomeou chefe da Casa Civil e, depois, o remanejou para a secretaria de Meio Ambiente. Antes, Lacerda, que é da região de Cáceres, tinha sido deputado nos anos 90. Trata-se de um dos poucos políticos da velha guarda com voz ativa na gestão estadual. Ele sai do poder junto com o companheiro do PMDB, Silval. Como não conseguiu eleger o sobrinho, Márcio, a deputado estadual, a família Lacerda se vê forçada pelo eleitor a tirar o time de campo em âmbito estadual.  

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| 01/11/2014, 00h:00 - Atualizado: 01h atrás

Um país dividido, político e socialmente

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Gilson Nunes

A eleição para presidente do Brasil, enfim, acabou e a candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), vence o páreo dentro da margem de erro realizada pelas pesquisas. Passada a tempestade, um “uff!” de alívio bem que poderia ser a respiração do sossego eleitoral em todo o país. Mas não foi, não é, e não será. O Brasil ainda tem muito fogo para apagar. O Brasil, a partir de agora, passa a viver um dilema jamais visto em toda a sua história: estar sistematicamente divido em sua estrutura básica socialmente ideológica. A tempestade continua e deve continuar por muito tempo, caso os principais responsáveis não cedam partes de suas concepções, ou passem a usar o bom senso no sentido de que o dialogo é o melhor remédio para se chegar a um consenso de relacionamento amigável.

O legado político pós-eleição não é dos melhores e coloca na pauta da consciência da presidenta Dilma, um paradigma sofismável na tentativa de “passar uma esponja” nas diferenças políticas, e que atingiu a sociedade em cheio. O problema se torna ainda maior se observarmos que essa diferença existe em Estados com situações, valores e conceitos completamente distintos. As dificuldades nas regiões onde a presidenta Dilma teve maior aceitação de votos são, categoricamente, bem superiores às dos Estados onde ela não os teve. É claro que Minas Gerais e Rio de Janeiro fugiram à regra, porém, o somatório dos votos do Nordeste foi decisivo. Não obstante, parte dos votos da então candidata Marina Silva que, em minha opinião foram os votos dos indecisos, ficaram com o partido do PT e deram a tacada final. Dentro desse contexto, cabe ressaltar que os eleitores da Marina, que apoiou o candidato Aécio Neves, eram minoria, pois, assim como a Marina, eles também eram dissidentes do PT, logo, por uma razão de bom senso, uma vez petistas, sempre petistas.  

Durante a campanha presidencial, as redes sociais foram e continuam sendo o grande palco das intrigas, xingamentos, ofensas abusivas, doentias entre amigos e simpatizantes, o que revela o grau de neurose provocado pelos extremos, lado a lado. E, enquanto isso, no palco das ilusões, os candidatos se comprometeram, ofereceram propostas e pintaram uma aquarela para os brasileiros de tal forma a deixar qualquer oásis de boca aberta. Digladiaram sob o lema da sede pelo Poder. 

A rivalidade criada dentro da sociedade é muito séria e promete ser longa. Tudo o que um parlamentar do PSDB falar contra outro do PT, servirá de munição para a sua torcida e vice-versa. O Brasil está fadado a entrar em colapso social, caso alguma estratégia não seja colocada em prática para conter os ânimos. Entretanto, pelo andar da carruagem, a tendência é piorar e a crise ir para horizontes inimagináveis. Um dos sinais dessa tendência é a mais nova ação do PSDB que vai pedir uma auditoria na contagem dos votos. E tem a mais: o PT já sofreu a sua primeira derrota no Congresso. Nem vou falar sobre o assunto que pouco importa. 

A realidade é que a crise social e política no Brasil giram em torno de divergências que está longe de indicativos de uma conscientização racional onde se procure colocar panos quentes para conter a ira de indivíduos que se julgam os donos da verdade, mas que não respeitam o direito ao exercício da cidadania e da democracia em sua expressão mais nobre: poder escolher, com liberdade, o seu representante. 

Gilson Nunes é jornalista e funcionário público e escreve neste Blog todo sábado. E-mail: gnunes01@yahoo.com.br

 

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Várzea Grande | 31/10/2014, 17h:47 - Atualizado: 31/10/2014, 18h:09

Taborelli “puxa orelha” e diz que suplente precisa deixar claro vai fazer oposição


O vereador por Várzea Grande e deputado estadual eleito Pery Taborelli (PV) já “puxou a orelha” do suplente Nilo Campos (PV), que ganhará a titularidade em fevereiro de 2015, assim que o correligionário assumir cadeira na Assembleia. Taborelli afirmou, em comentário feito em matéria do Rdnews, que Nilo Campos, que atua na Câmara de Várzea Grande desde que o titular de licenciou para priorizar a campanha eleitoral, goza de muito prestígio. Nesta linha, sustenta que o suplente precisa deixar claro que fará oposição ao prefeito Walace Guimarães (PMDB) e expressar melhor seus posicionamentos.

Reprodução

taborelli_interna.jpg

Coronel Pery Taborelli (PV)

Além disso, Taborelli afirma que Nilo Campos precisa tomar cuidado ao ser menos ofensivo nas críticas a Walace e mais criterioso no relacionamento com os demais vereadores. “Portanto, com todo o merecido respeito, vejo que nossa sociedade merece muito mais de um vereador. Lisura, respeito para com o grupo social para quem trabalha, além de razoável uso da fala”, aconselha o deputado eleito. 

Em entrevista ao Rdnews nesta semana, Nilo Campos classificou a gestão do prefeito Walace como péssima e deu nota cinco à sua administração. O suplente, que entrega a vaga para Taborelli no próximo dia 6, ainda disse que, caso a gestão Walace continue pífia e recheada de denúncias, corre o risco de viver os mesmos problemas dos antecessores Murilo Domingos (PR) e Tião da Zaeli (PSD) que acabaram não concluindo os mandatos.

Para o suplente, quem  perde com todas as mazelas administrativas é a população. Nilo, caso não haja uma reviravolta na lista dos eleitos para a Assembleia, assume a vaga de Taborelli em fevereiro do ano que vem, se efetivando na cadeira. Há a possibilidade disso não ocorrer se Valdir Barranco (PT) descongelar os seus votos e conseguir o mandato de deputado.

Suplente avisa que adotará postura de oposição a Walace

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avaliação | 31/10/2014, 15h:51 - Atualizado: 31/10/2014, 16h:43

Valtenir dispara que fiscalizará se Taques vai cumprir todas promessas de campanha


O deputado federal reeleito, Valtenir Pereira (Pros), garante que vai fiscalizar o próximo governador eleito, Pedro Taques (PDT), acerca do cumprimento das promessas de campanha feitas pelo pedetista. Dentre elas está a construção de um hospital regional, em Cuiabá, com 350 leitos. “Promessa de campanha tem que ser cumprida para não virar estelionato eleitoral”, alerta Valtenir em entrevista ao RDTV, nesta sexta (31). Para assistir, clique aqui.

Neste sentido, Valtenir afirma que é preciso lembrar a população à medida que os projetos do pedetista não saírem do papel. Para isso, o deputado promete atuar de forma independente na Câmara Federal, bem como trabalhar para os municípios via governo federal. Isso porque, segundo ele, com a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), acredita que muitos convênios serão articulados entre União e município. “Não vejo necessidade de uma conversa com Taques, vou tocar minha vida”.

Gilberto Leite/Rdnews

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Deputado federal reeleito Valtenir Pereira (Pros) em entrevista à jornalista Talita Ormond nesta 6ª

Diante disso, Valtenir nega que o “afastamento” do governo estadual seja resquício das rusgas da disputa eleitoral deste ano, uma vez que ele fez parte da coligação que sustentou o candidato derrotado ao Governo, Lúdio Cabral (PT). Para descartar esta hipótese, o deputado sustenta que sempre trabalhou de forma independente. “Estamos acostumados a trabalhar sem governador”, argumenta.

Valtenir, entretanto, admite que se houver a necessidade de trabalhar em parceria com o governo estadual irá buscar o diálogo com Taques, por meio das secretarias. “Quando precisar do Governo vou atrás, se fecharem as portas pra mim, paciência! Vou buscar outras alternativas para atender à população”.

Apoio

Valtenir ainda criticou, mas sem citar nomes, algumas lideranças de Mato Grosso que declararam apoio a Dilma, contudo, fizeram corpo mole na campanha. O deputado afirma que o Palácio do Planalto está ciente de quem sempre esteve, do começo ao fim, com a presidente e que isso poderá dificultar a relação entre estes “traidores”.

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Comentários (6)

  • roberto | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 16h57
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    Caro Deputado faça seu papel fiscalize o governo federal e deixe o estadual fiscalizar o governador.

  • IVAN NUNES | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 16h35
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    ESSE SERÁ O ÚLTIMOS MANDATO, VAI TRABALHAR DEPUTADO NEM POSSE O TAQUES TOMOU E O SR. FICA AI COM ESSE PAPO SEM GRAÇA.

  • Maria | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 16h32
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    No lugar da cobrança, ajude o nosso sábio governador eleito, a ter uma gestão com sucesso em pról da população de MT, isso sim seria de grande utilidade por parte de quem ama realmente MT.

  • benedita | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 16h31
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    benedita, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Rebeca Cantarini | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 16h15
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    E os seus projetos, deputado??? Vossa Excelência, a cada mandato, se elege com menos votos e sempre contando a mesma estorinha. Tá na hora de trabalhar e mostrar serviço. Não basta destinar emendas apenas ao TRT (por que será né???), o senhor DEVE trabalhar em prol do Estado, e não vir com esse discursinho derrotado. Faça algo pelo Estado, ainda dá tempo!

  • Zé Poxoréo | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 16h08
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    O Deputado está se mostrando revanchista, pois apesar dos desmandos do atual governo ninguém jamais percebeu qualquer ação dele no sentido de cobrar as promessas de campanha da forma que está prometendo agora fazer. Seria conveniência?

Eleição | 31/10/2014, 09h:57 - Atualizado: 31/10/2014, 15h:53

Leitão defende auditagem das urnas pelo TSE; Valtenir diz ser chororô de perdedor


Davi Valle/Rdnews

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Deputado federal Nilson Leitão defende auditagem de urnas por parte do TSE

O PSDB, que tinha como candidato à presidência Aécio Neves, entrou com pedido de auditoria das urnas eletrônicas para averiguar possíveis intervenções de terceiros no sistema do TSE. Em nota, o deputado federal Nilson Leitão defendeu a posição do partido e disse que o TSE cumpre seu papel, mas há a necessidade da auditoria.

“Com a introdução do voto eletrônico, as formas de fiscalização, auditagem dos sistemas de captação dos votos e de totalização têm se mostrado ineficientes para tranquilizar os eleitores quanto a não intervenção de terceiros nos sistemas informatizados”, avalia. A investigação seria acompanhada por representantes dos partidos.

 Por outro lado, o deputado reeleito Valtenir Pereira (PROS), que faz parte da base aliada da presidente eleita Dilma Rousseff (PT), disse que a iniciativa tucana se deve a derrota sofrida. “Isso é chororô de perdedor. Estão querendo instituir o terceiro turno nas eleições presidenciais. Não existe possibilidade de fraudes. Estão querendo ganhar no terceiro turno”, opina durante visita ao Rdnews. Aécio perdeu a eleição por R$ 3,4 milhões de votos, que representa diferença de 3,2% de diferença. 

No primeiro turno, a sigla chegou a fazer denúncias de possíveis problemas ocorridos na hora da votação, todos com intuito de prejudicar a eleição de Aécio. A fraude nas urnas também é questionada pela sociedade civil pelo Você Fiscal, que faz um aplicativo para  fiscalizar a contagem de votos. Os organizadores da iniciativa emitiram relatório sobre o número de imagens recebidas no segundo turno, mas o resultado do levantamento ainda não foi divulgado.

População contesta possíveis fraudes nas urnas; TRE aprova a fiscalização

  • Confirma, abaixo, nota completa
  • Foi com muita ansiedade que a nação brasileira aguardou o anúncio do resultado da eleição presidencial, em segundo turno, no último dia 26 de outubro. Enquanto aguardava, em todos os cantos deste país começaram a ser apresentadas denúncias sobre fatos ocorridos durante a votação, principalmente com relação à própria totalização dos votos.
  • Temos absoluta confiança de que o Tribunal Superior Eleitoral – TSE cumpriu seu papel, garantindo a segurança do processo eleitoral. Todavia, com a introdução do voto eletrônico, as formas de fiscalização, auditagem dos sistemas de captação dos votos e de totalização têm se mostrado ineficientes para tranquilizar os eleitores quanto a não intervenção de terceiros nos sistemas informatizados.
  • Diante deste quadro de desconfiança por parte considerável da população brasileira, o Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB decidiu apresentar ao TSE, no dia de hoje (30/10), um pedido de auditoria especial, por meio de uma comissão formada por pessoas indicadas pelos partidos políticos, objetivando a fiscalização dos sistemas de todo o processo eleitoral, iniciando-se com a captação do sufrágio, até a final conclusão da totalização dos votos.
  • Este pedido objetiva, acima de tudo, manter a confiança dos cidadãos brasileiros em suas Instituições e na nossa democracia, pois é este o elemento indispensável para que a legitimidade dos poderes constituídos seja preservada.
  • Reiteramos nossa confiança na Justiça Eleitoral. Portanto, o que pretendemos com essa medida judicial é garantir que todo e qualquer cidadão também possa ter a certeza de que nossos representantes políticos são, de fato, aqueles que foram escolhidos pelo titular da soberania nacional: o povo brasileiro!

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Comentários (10)

  • Rebeca Cantarini | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 16h16
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    E os seus projetos, deputado Valtenir??? Vossa Excelência, a cada mandato, se elege com menos votos e sempre contando a mesma estorinha. Tá na hora de trabalhar e mostrar serviço. Não basta destinar emendas apenas ao TRT (por que será né???), o senhor DEVE trabalhar em prol do Estado, e não vir com esse discursinho derrotado. Faça algo pelo Estado, ainda dá tempo!

  • prof. Marcão | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 16h12
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    Gostaria de lembrar aos partidários do psdb, que no estado de SP. por exemplo eles nunca levantaram duvidas durante todos esses anos que vem se reelegendo seguidamente. Em outro momento pregam veementemente a necessidade de mudança para os outros. Para eles não. Portanto tudo isso é desespero de mau perdedor. Finalizando gostaria de dizer que acho bom vcs ficarem discutindo as eleições de 2014 e deixe que nós do pt nos preocupemos com as eleições de 2018. ou seja nós já estamos trabalhando para eleger o sucessor da Dilma.

  • Rebeca Cantarini | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 15h57
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    A oposição que virou situação ajudou o Procurador Mauro em Cuiabá somente para impedir a reeleição do Valtenir, tirando votos dele...

  • Mteus | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 15h48
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    Este pessoal ai dos 45 só vê o lado deles. É sempre assim. Se a pesquisa mostra o PT na frente ai pra eles do 45, a pesquisa é comprada e não tem valor cientifico. Mas se mostra ele na frente, ai sim o a pesquisa é seria e merece respeito. Agora se fosse o pessoal do 13 que tivesse perdido a eleição e falece em revisão na justiça ou se ou auditoria nas urnas, fixe tava todo mundo do Aécio Cia, desqualificando o PT e chamando de todos os nome pejorativos nas redes sociais. Mas como a Dilma ganhou, ele me vem com esta conversa pra boi dormir, de gente desesperados que não sabem perder. Esta vitória do PT foi até bom porque não vejo mais os comentário idiota de um tal de joaderondonopolis e mais uns dois intolerantes, graças a Deus.

  • Paulo | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 15h47
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    Valtenir, não tem moral nenhuma pra falar naos fosse da! O pior é que eu tinha admiração por ele, mas depois da trairagem contra o Mauro Mendes, pra mim acabou! Agora se ele pelo menos fosse democrático, deveria saber que todos tem direito aos esclarecimentos da auditoria sobre a apuração dos votos.

  • Paulo | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 15h47
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    Valtenir, não tem moral nenhuma pra falar naos fosse da! O pior é que eu tinha admiração por ele, mas depois da trairagem contra o Mauro Mendes, pra mim acabou! Agora se ele pelo menos fosse democrático, deveria saber que todos tem direito aos esclarecimentos da auditoria sobre a apuração dos votos.

  • Dimas Arruda | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 15h00
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    Dimas Arruda, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Flávio | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 14h43
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    O Valtenir precisa prestar um pouco atenção ao que fala. Se não existe a possibilidade de fraude, como ele próprio afirmou, não existe a possibilidade de ninguém ganhar no terceiro turno. O que eu sinceramente não entendo é o medo que o PT e aliados estão da auditoria. Eu acredito que não houve fraudes e o resultado divulgado está correto, porém acho interessante a realização da auditoria, até mesmo para comprovar a confiabilidade do sistema eletrônico de votação. Ainda mais que este ano o presidente do TSE não permitiu as coligações de presidente fiscalizarem a totalização dos votos, pois como todos sabem a totalização foi secreta até as 20 horas de Brasília. Apenas este fato por si só já justifica a auditoria, que deve ser feita de forma transparente, para que a sociedade tenha certeza da confiabilidade do sistema, e para por fim a boataria que toma conta da rede relacionada fraude no pleito. Agora, este tipo de comentário do Valtenir, sem base, sem lastro, talvez justifique o fato de ter diminuído sua votação em quase 40%. Já enganou quem tinha que enganar.

  • FRANCISCO | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 11h28
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    o choro e livre

  • Mane | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 11h01
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    Não existe 3º Turno. Passe uma graxa nas costas,pois deve estar doendo. Vão ser 32 anos de sova, mais 8 de Lula e ai Dilma de novo,prá alegria do povo.

| 31/10/2014, 08h:15 - Atualizado: 31/10/2014, 08h:25

Líder religioso, Rezende terá 4º mandato


Fernando Ordakowski

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Impulsionado pela bandeira religiosa, Sebastião Rezende conquistou novo mandato na Assembleia

Com a força da Assembleia de Deus, o engenheiro Civil Sebastião Rezende (PR) conquista, com votação expressiva, o seu quarto mandato. O republicano é o único dos 24 deputados, que  tomam posse em 1º de fevereiro, que tem um eleitorado fiel capaz de grão em grão, ou seja, com votos pingados dentro de todas as cidades, sacramentar a sua permanência no Legislativo. Desta vez, Rezende teve 45.016 votos. O parlamentar tem tanta influência que conta com um gabinete dentro do grande templo, em Cuiabá. Sua voz ganha eco entre os fiéis porque, de fato, é um defensor das causas de interesse dos religiosos. Da tribuna costuma ler a Bíblia e do gabinete envia propostas para transformar entidades em filantrópicas. Assim, elas ganham isenção e recursos para custear ações voltadas à sociedade.

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Comentários (3)

  • MARCOS DE ARAUJO COSTA | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 16h38
    1
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    MAS T PERDENDO CAMPO PARA O VITORIO GALLY , NA PROXIMA O VITORIO PODE FAZER DOBRADINHA COM OUTRO IRMAO DA IGREJA , QUE O RESENDE ESTA E DESCIDA AFINAL A ALTERNÂNCIA E SALUTAR.

  • toninho cerezo | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 11h16
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    Porem o mesmo perdeu 14% do seu eleitorado fiel comparando a ultima eleiçao. A perda de aproximadamente 5.000 eleitores demonstra uma necessidade de reflexao.

  • jose silva | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 09h28
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    jose silva , Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 31/10/2014, 07h:46 - Atualizado: 31/10/2014, 07h:56

Doenças preexistentes

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Elga Figueiredo

O segmento de plano de saúde tem o índice de reclamações demasiadamente elevado, sendo que um dos vários problemas enfrentados pelos usuários é o de requisição de cobertura a determinados tratamentos ou procedimentos, que é negada sob o argumento de tratar-se de "doença preexistente". Primeiramente, importante definir que, doença preexistente para as empresas operadoras de planos e seguro saúde são aquelas "que o consumidor ou seu responsável saiba ser portador ou sofredor à época da contratação do plano".

Contudo, se consumidor aderiu ao plano de saúde e somente após ter sido admitido nele é que descobriu que tem uma doença preexistente, o plano não pode se negar a pagar o seu tratamento. De acordo com a jurisprudência consolidada do STJ, as operadoras devem, no ato da contratação do usuário, realizar exames prévios de admissibilidade do contratante. Sendo que a não realização de tal exame implica a assunção de risco pela operadora e, consequentemente, sua responsabilização por eventual sinistro.

É fácil para operadora efetivar a contratação do usuário e receber o pagamento mensal, e posteriormente se negar a pagar. Ocorre que na hora de vender o plano, a maioria das empresas visualizam única e exclusivamente o aspecto financeiro da questão e não a saúde do consumidor. Infelizmente a saúde do consumidor é o que menos importa.

Sendo assim, denota-se que a empresa não pode responsabilizar o consumidor por ter uma doença preexistente. Ele não é técnico, nem tem equipamentos para fazer um check-up e responder por uma doença que, na maioria das vezes, nem sabe que tem. Salvo comprovada o caso de má-fé do segurado ou quando este tenha plena ciência da doença preexistente e omite tal informação.

Assim tem-se que a doença preexistente só pode ser oposta pela operadora ao consumidor como negativa para prestar a cobertura securitária, mediante a realização de prévio exame médico ou prova inequívoca de que o que o contrato foi celebrado de má-fé pelo consumidor.

Elga Figueiredo é empresária e advogada, especialista em direito do consumidor e escreve exclusivamente neste Blog toda sexta-feira - e-mail: elgafigueiredo@hotmail.com

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| 30/10/2014, 17h:27 - Atualizado: 30/10/2014, 18h:22

Neri se antecipa aos oposicionistas e já divulga explicação cobrada por Comissão


Davi Valle

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Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Neri Geller (PMDB)

O ministro da Agricultura Neri Geller (PMDB), que foi convocado para prestar esclarecimentos na Comissão de Agricultura da Câmara Federal sobre decisão da pasta de transferir a responsabilidade pela realização de provas de controle de qualidade em vacinas contra a febre aftosa, já respondeu os questionamentos dos deputados oposicionistas, liderados por Ronaldo Caiado (DEM-GO). 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou nota, nesta quinta (30), afirmando que o Laboratório Nacional Agropecuário de Minas Gerais (Lanagro/MG) está sendo capacitado a realizar o controle de vacinas contra febre aftosa, como estratégia para auxiliar o Lanagro/RS, sempre que necessário e para ampliação da capacidade operacional da Rede Oficial de Laboratórios.

Segundo o Mapa, essa estratégia é parte da política da Coordenação Geral de Apoio Laboratorial da secretaria de Defesa Agropecuária, que estabelece que haja pelo menos duas unidades laboratoriais com capacidade para executar uma mesma análise na Rede Oficial de Laboratórios. Isso porque em eventual dificuldade operacional de um laboratório, para que não haja descontinuidade no serviço público oferecido, exista outra unidade igualmente confiável e rastreável.

Outro fator que demonstra a importância da estratégia, conforme o Mapa, é o crescente aumento na demanda por análises laboratoriais junto à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários, da qual fazem parte os Lanagros, para a certificação de produtos e insumos agropecuários e para a garantia da sanidade animal e da segurança alimentar.

O Lanagro/RS é o responsável por realizar o controle de 100% das vacinas anti-aftosa do país, que são utilizadas na imunização do rebanho bovino brasileiro em atendimento ao Plano Nacional de Erradicação de Febre Aftosa. A vacinação contra aftosa é compulsória no Brasil, a exceção de Santa Catarina. Por isso, a garantia da qualidade da vacina produzida é ainda mais necessária, uma vez que o governo federal testa 100% das destinadas à comercialização.

Dessa forma, o Mapa ressalta que o controle de vacinas contra febre aftosa continuará sendo realizado pelo Lanagro/RS, sendo este referência para este escopo de análise. E por sua vez, o Lanagro/MG está sendo capacitado para realizar, em conjunto e apoio ao Lanagro/RS. O requerimento para convocação foi apresentado por Caiado como demonstração de força dos oposicionistas e Neri Geller entrou na mira, porque foi um dos principais articuladores da campanha de Dilma em Mato Grosso.

No discurso, o democrata acusou Dilma e o PT de terem plantado “a discórdia e o separatismo” e disse que a campanha da reeleição foi a mais “suja e sórdida” da história. Além disso, afirmou que os ministros serão levados ao Congresso “debaixo de vara”. Além de Neri, a Comissão de Agricultura também conseguiu aprovar, nesta quarta (29), a convocação do ministro de Minas de Energia Edson Lobão (PMDB-MA), para tratar da venda de parte da Centrais Elétricas de Goiás à Eletrobras. A convocação do ministro da Integração Nacional Francisco Coelho Teixeira ainda está sob análise. (Com Assessoria)

Ministro é convocado pela Câmara para explicar alteração em prova

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Legislativo | 30/10/2014, 15h:40 - Atualizado: 31/10/2014, 10h:17

Dilmar defende renovação na AL e diz que Riva deu credibilidade devido aos serviços

Deputado avalia ações de Riva durante os 20 anos em que atuou na vida pública e diz que social-democrata teve trabalho brilhante


O deputado estadual reeleito, Dilmar Dal Bosco (DEM), lamenta a saída do colega José Riva (PSD), que deixa a política após 20 anos na Assembleia. Para o democrata, Riva é a grande referência do Legislativo nos últimos anos, mesmo que tenha passado por vários enfrentamentos jurídicos que o afastou, bem como o recolocou, por diversas vezes, na presidência. “Teve um trabalho brilhante. Hoje a Assembleia tem credibilidade”, ressalta Dilmar em entrevista ao RDTV, nesta quinta (30). Para assistir, clique aqui.

Com mais de cinco mandatos, Riva sempre ocupou a Mesa Diretora do Legislativo, alternando entre a presidência e a primeira secretaria, que é responsável pela ordenação de despesas da Assembleia. Apesar de lamentar a saída do social-democrata, Dilmar acredita que a “aposentadoria” de Riva fará com que o parlamento ganhe uma “oxigenada”, uma vez que isso possibilitará o surgimento de novas lideranças. “Mas temos que dar a mão à palmatória pelo o que Riva fez”, sustenta.

No último dia 5, a renovação da Assembleia foi de 45,8%, ou seja, em 11 das 24 cadeiras serão ocupadas, a partir de 1º de fevereiro, por deputados estaduais eleitos. Os demais, 13 parlamentares, foram reeleitos. “Agora vem novos deputados, o que irá ajudar na renovação”.

Gilberto Leite/Rdnews

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Deputado estadual reeleito Dilmar Dal Bosco (DEM) em entrevista à jornalista Talita Ormond, nesta 5ª

Desde o resultado da eleição, o chamado grupo dos 11 deputados, que forma a base governista do governador eleito, Pedro Taques (PDT) da qual Dilmar faz parte, articula uma chapa para disputar à Mesa Diretora da Assembleia. A maior tese deles para conseguir o feito, é que o Legislativo precisa de renovação administrativa. Os mais cotados pelo bloco são o próprio Dilmar, Guilherme Maluf (PSDB), Zeca Viana (PDT) e Eduardo Botelho (PSB).

Renovação da AL é de 45,8%, Savi é campeão de votos - confira detalhes

Mesa Diretora

Na reunião da última terça (28), entre o bloco situacionista da próxima legislatura, Dilmar disse que ficou definida a escolha dos quatro nomes. A partir daí, os candidatos postulantes à presidência se reunirão para escolher o melhor caminho, a fim de obter vitória contra a chapa de oposição, articulada pelos deputados Mauro Savi (PR) e Romoaldo Junior (PMDB), que hoje ocupam a primeira secretaria e a presidência, respectivamente.

Ainda há indefinição, contudo, acerca da forma que se dará a escolha do candidato da situação. Para Dilmar, a seleção por meio de votos, que é pretendido por alguns do bloco, o prejudica em razão de ser o único representante do DEM, enquanto o PSDB e o PSB têm três deputados e o PDT tem dois, sendo o partido de Taques. “Desta forma eu estarei fora. Mas se for a vontade da maioria, não tem problema”, conclui.

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Comentários (3)

  • Elifas Ribeiro | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 16h51
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    Elifas Ribeiro, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • SERGIO | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 08h48
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    É Guilherme Maluf o próximo presidente

  • tulio marcos | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 18h05
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    Se tem que renovar a casa tem que colocar uma pessoa neutra no poder, tem que sair este caciques que a tempos ficam mandando na casa de leis.

| 30/10/2014, 10h:38 - Atualizado: 30/10/2014, 15h:43

Suplente de Taboreli avisa que vai adotar postura de oposição ao prefeito Walace


Gilberto Leite/Rdnews

suplente de pery taboreli a vereador por Varzea Grande Nilo Campos PV

Suplente de vereador por VG Nilo Campos (PV) vai adotar postura de oposição

O suplente de vereador por Várzea Grande, Nilo Campos (PV), que vai assumir o lugar do vereador coronel Pery Taboreli (PV), em fevereiro, quando for empossado na Assembleia, deve manter a linha de "ataques" e oposição do militar na Câmara. Em entrevista concedida ao Rdnews, Nilo classificou a gestão do prefeito Walace Guimarães (PMDB) como péssima e deu nota cinco à sua administração.

O vereador está atuando na Câmara devido ao pedido de licença de Taboreli para concorrer à vaga de deputado estadual. O deputado eleito volta ao cargo na próxima semana para terminar a legislatura de 2014.

Nilo, que é líder comunitário, disse que as denúncias contra a gestão do peemedebista irão continuar, por se tratar de demanda pública. Como exemplo, citou a investigação no Pronto-Socorro que recebeu a visita do juiz da 3ª Vara de Fazenda Pública, Alexandre Elias Filho, devido à precariedade do local.

O magistrado concedeu o prazo de 10 dias para que a Vigilância Sanitária, o Corpo de Bombeiros e os conselhos de Medicina e de Enfermagem apresentem relatórios circunstanciados a respeito do hospital. A interdição foi mencionada, mas serão aguardados os relatórios para sair a decisão judicial.

Ainda sobre a gestão, Nilo explica que a cidade não pode reviver dias tumultuados como no passado, quando teve três prefeitos em um só dia. Na ocasião Murilo Domingos (PR) que era prefeito foi afastado pela manhã, o vice Tião da Zaeli (PSD) assumiu, porém também foi afastado em seguida. “E Várzea Grande amanheceu com o presidente da Câmara da época, João Madureira (PSC), como novo gestor”, lembra.

O vereador assegura que, caso a gestão Walace continue pífia, recheada de denúncias, corre o risco de viver os mesmos problemas e quem perde com todas as mazelas administrativas são os munícipes.

Interesse

Apesar do “aviso” sobre a postura de oposição, Nilo afirma que seu posicionamento será menos ofensivo e mais criterioso em relação às ações do peemedebista. O intuito é conseguir recíproca do Executivo para viabilizar projetos.

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  • maria alves | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 23h01
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    tem briga no ar dos dois....aposto....

  • Pery Taborelli da Silva Filho Cel RR PM | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 18h35
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    O Vereador suplente Nilo Campos, é pessoa que goza de muito prestígio junto à sociedade da Cidade de Várzea Grande e, tem que orientar-se em suas ações e fala nas necessidades de nossa sociedade, assim como um NORTE e, estará sendo acompanhado e apoiado por mim, hoje Vereador Coronel Taborelli e Deputado Eleito contudo, deve deixar sempre claro qual o lado em que se encontra e, empregar melhor suas colocações quanto às comparações ditas. Uma vez que menos ou mais ofensivo (que ofende, ataca) jé ó é contrário à Lei, e mais criterioso implica na ausência desse comportamento nesse item ao comparado; e ainda, ser menos ofensivo e mais criteriosos para barganhar Projetos, aí, nesse caso pode configurar delito. Portanto, com todo o merecido respeito, vejo que nossa sociedade merece muito mais de um Vereador, lisura, respeito para com o grupo social para quem trabalha, além de razoável uso da fala. Grato pela oportunidade!

| 30/10/2014, 08h:43 - Atualizado: 30/10/2014, 09h:14

Rondonópolis resgata Adilton à Câmara


Fernando Ordakowski

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Deputado federal Adilton Sachetti obteve votação expressiva em Rondonópolis e chega à Câmara

Embora sustentada eleitoralmente pelo setor produtivo, a candidatura vitoriosa à Câmara Federal de Adilton Sachetti (PSB) teve peso fundamental do eleitorado rondonopolitano. Nesse município em que foi prefeito e perdeu a reeleição, Adilton, que hoje mora em Cuiabá, teve 47.866 dos 112.722 votos. Isso o colocou na segunda colocação dos mais votados no Estado. Só perdeu para Nilson Leitão (PSDB), que obteve 127.745 votos e foi reeleito. O próprio Adilton avalia que a conquista de vaga na Câmara Federal representa o resgate da credibilidade e confiança dos eleitores, principalmente dos de Rondonópolis.

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Comentários (4)

  • Ruth | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 23h04
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    Adilton mora em Rondonópolis, na Rua ari coelho ao lado do CESUR, tem residencia em Cuiabá assim como tem em Sapezal onde tem propriedade, porém seu domicilio é Rondonópolis onde inclusive vota.

  • joaoderondonopolis | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 15h29
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    joaoderondonopolis, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Marcio | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 14h10
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    Para o senhor Anderson, o Deputado Federal trabalha pelo Estado representa o Mato grosso em Brasilia, se o senhor não sabe, não é só para Rondonopolis que ele tem que trabalhar.

  • Anderson | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 09h56
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    É isso ai Rondonópolis como bem diz o texto acima HOJE MORA EM CUIABÁ.......quero ver como os eleitores de Rondonópolis irão conseguir aproximação com alguém que nem da cidade é.Rondonópolis sem representatividade federal agora quero ver, antigamente tinha o Fagundes a gente quase não o vi mas estava presente em Rondonópolis, tem o Bezerra mas esse nem conta também.....O cara perdeu a prefeitura de Roo sumiu ficou magoado e desapareceu e se antes ninguém o vi nesse período como as pessoas irão cobrar ações de uma pessoa que não reside lá??Essa eu quero ver de camarote se eu pagar minha língua bem mas a história nunca se provou ao contrário!Rondonópolis sempre elegendo pessoas que não moram lá Parabéns!

| 30/10/2014, 07h:42 - Atualizado: 30/10/2014, 08h:56

A primeira Meia Maratona de MT

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Maria Rita

Este domingo foi histórico para o esporte do Estado com a realização da Meia Maratona Desafio Senta a Púa. Pela primeira vez foi realizada uma prova com distância tão longa. Foram 21 quilômetros de um trajeto bastante difícil com estradões de terra, trilhas, paredões, riachos e uma das mais belas vistas de Chapada dos Guimarães. Ao todo, 300 atletas participaram. Para muitos, a primeira experiência em tal distância.

A largada ocorreu no horário. Após uma breve oração, para que todos os corredores se sentissem protegidos, eles saíram em disparada. Cada um com um foco. Completar, conhecer uma nova modalidade de corrida, baixar o tempo ou simplesmente debulhar o caminho, como fez o vencedor da categoria solo masculino Alison Vinicios. O rapaz de apenas 19 anos veio de Dom Aquino para competir e completou o percurso em 1h 32min.

No feminino a vitória foi da atleta de Sinop, Ivone Bassegio, que fechou o percurso em 1h52 min. Apesar de haver premiação em dinheiro, o nível da prova foi excelente. Inclusive com a estreia nas trilhas da corredora Nadir Sabino, que já venceu cinco vezes a Corrida de Reis. Além da prova solo, havia a disputa das duplas. Subiram ao topo do pódio no masculino os atletas Fernando  Góis e Gilmar Oliveira de Souza. No feminino Patricia Emilino e Giulliana  Targa. Já no misto os vencedores foram Valdemi Delmondes e Lucilene Farias.

Mais o mais bacana desta prova é que não parecia uma corrida comum. A atmosfera foi muito diferente. Os atletas que não estavam em busca de pódio se ajudavam, davam as mãos, seguiam próximos e trocavam muitas palavras de incentivo. Talvez a dificuldade dos terrenos, talvez o cansaço, o momento histórico ou simplesmente a beleza das paisagens. É difícil explicar, mas é notório que os participantes sentiram uma grande emoção. Muitos se dirigiram a nós, os organizadores, para agradecer pela oportunidade de viver esta experiência. Um momento muito marcante foi a chegada do competidor que fechou a prova, Edinaldo Lemos. Já no final da prova ele foi escoltado pelos oficiais da Aeronáutica e juntos cruzaram a linha de chegada.

A nós da organização fica o muito obrigado a todos que participaram de alguma forma do evento. Os que trabalharam nele deram com certeza o melhor de si. Os competidores toparam o desafio e não desistiram de completar. E os patrocinadores mostraram que acreditam no esporte de Mato Grosso. Obrigado a marca esportiva Salomon, a empresa de eventos FGS e a PrintPress pelo incentivo.

Que venha 2015 e com ele a segunda edição do Desafio. Se você não está preparado tem um ano para treinar e participar da mais longa corrida de Mato Grosso. Se você já participou programe-se para voltar a Chapada no próximo ano e reviver esta grande emoção.

Maria Rita Ferreira Uemura é jornalista, empresária, diretora da empresa de eventos de aventura ULTRAMACHO e escreve exclusivamente toda quinta-feira neste Blog (www.ULTRAMACHO.com.br) - e-mail: ferreirauemura@gmail.com

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  • Zé Poxoréo | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 11h01
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    A ideia da prova é ótima, mas penso que a organização poderia e deveria aproveitar o evento para cobrar das "autoridades" historicamente inertes sobre a aplicação de medidas de proteção do meio ambiente. Na sexta-feira, por exemplo, quem passava pela rodovia era possivel enxergar um cinturão de fogo nos morros da Chapada. E o que fizeram as autoridades? Como sempre nada! Aliás, existe um jogo de empurra entre ICMBIO e o Estado e no fim todo ano tudo fica como sempre foi, ou seja, em chamas e nunca ninguém é punido.

  • Victor Gabriel Bueno Duarte | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 11h00
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    Prova muito linda! Ano que vem voltaremos com uma grande equipe. Parabéns pela organização impecável.

Judiciário | 29/10/2014, 17h:29 - Atualizado: 30/10/2014, 10h:49

Silval e secretários já recorrem da decisão; governador teve R$155 mil "congelados"


O governador Silval Barbosa (PMDB) apresentou recurso no Tribunal de Justiça contra a decisão do juiz Luís Aparecido Bertolucci Júnior, da Vara Especializada de Ação Civil Pública e Popular, que atendeu pedido do Ministério Público Estadual determinando o bloqueio de R$ 73 milhões das contas do peemedebista. O despacho em caráter liminar também atinge os secretários Pedro Nadaf, da Casa Civil, e Marcel de Cursi, da Fazenda, o ex-secretário do MT Par Edmilson dos Santos, o economista Valdir Boni e a empresa JBS Friboi. O grupo foi acionado por supostas irregularidades em benefícios fiscais concedidos ao frigorífico.

Todos os envolvidos, com exceção da JBS Friboi, já recorreram da decisão. Os agravos de instrumentos foram impetrados, nesta terça (28), e estão sob responsabilidade da desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho. A magistrada é irmã do secretário estadual de Justiça e Direitos Humanos, Luiz Antônio Pôssas de Carvalho, e deve se declarar suspeita para julgar os recursos.

A denúncia do MP aponta criação fictícia de crédito tributário visando beneficiar a JBS. Por isso, a ação civil pública apura atos de improbidade administrativa. Conforme a decisão, a Divisão de Operações Imobiliárias da Receita Federal deve informar se os réus da ação apresentaram evolução patrimonial, sem receita justificada, nos últimos cinco anos.

Reprodução

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 Governador Silval, secretários Marcel de Cursi e Pedro Nadaf, e ex-secretário Edmilson dos Santos

Além do bloqueio de R$ 73 milhões, o magistrado impôs a transferência do sigilo fiscal dos réus referentes aos exercícios de 2008, 2009, 2010, 2011 e 2012. Os cartórios de registros de imóveis de Cuiabá e Várzea Grande foram oficiados para averbação em todas as matrículas de imóveis pertencentes a Silval, Nadaf, Marcel, Edmilson, Valdir e a JBS na cláusula de indisponibilidade de bens. O magistrado também solicitou pesquisa e inserção de restrição de indisponibilidade, através do sistema Renajud, nos registros de veículos cadastrados em nome dos réus da ação. A Receita Federal, por sua vez, deve fornecer cópia do dossiê integrado CPF e declaração de imposto de renda dos réus.

O juiz ainda decretou que o processo trâmite em segredo de Justiça. “A fim de resguardar o acesso das informações oriundas da transferência de sigilo fiscal e da exibição de documentos por pessoas com fins espúrios e destituídos da finalidade probatória para a qual será permitido o seu uso”.

Valores

A Justiça já bloqueou R$ 73 milhões das contas da JSB Friboi, enquanto Silval teve pouco mais de R$ 155 mil congelados em conta corrente no Banco Bradesco. Das contas de Marcel foram bloqueados R$ 1,6 milhão e Nadaf sofreu bloqueio de R$ 282 mil. Já Edmilson Santos teve apenas R$ 1,6 mil sequestrados pela Justiça e Valdir Boni R$ 543 mil.

Justiça bloqueia contas e determina quebra de sigilo do governador - veja

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Câmara Federal | 29/10/2014, 17h:25 - Atualizado: 29/10/2014, 17h:41

Ministro é convocado pela Câmara para explicar alteração na realização de prova


 O ministro da Agricultura Neri Geller (PMDB), um dos principais apoiadores da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) em Mato Grosso, está na mira da oposição na Câmara Federal. O peemedebista foi convocado para prestar esclarecimentos sobre decisão da pasta de transferir a responsabilidade pela realização de provas de controle de qualidade em vacinas contra a febre aftosa.

Marcela Machado

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Ministro Neri é convocado por Câmara

Além de Neri Geller, a Comissão de Agricultura também conseguiu aprovar, nesta quarta (29), a convocação do ministro de Minas de Energia Edson Lobão (PMDB-MA). Neste caso, o tema é a venda de parte da Centrais Elétricas de Goiás à Eletrobras. Os requerimentos apresentados pelo senador eleito Ronaldo Caiado (DEM-GO) serviram como demonstração de força dos oposicionistas. No discurso, o democrata acusou Dilma e o PT de terem plantado “a discórdia e o separatismo” e disse que a campanha da reeleição foi a mais “suja e sórdida” da história. Além disso, afirmou que os ministros serão levados ao Congresso “debaixo de vara”. 

Neri Geller esteve na linha de frente da campanha de Dilma no Estado e chegou a se licenciar do cargo para articular apoio no setor produtivo. Caiado, apesar de manter base política em Goiás, também interveio em Mato Grosso durante o segundo turno para rebater críticas do senador Blairo Maggi (PR) ao candidato oposicionista Aécio Neves (PSDB-MG). 

A Comissão de Agricultura ainda analisa a convocação do ministro da Integração Nacional Francisco Coelho Teixeira. Os parlamentares cobram explicações sobre processos de situação de emergência no país. Na terça (29) à noite, a oposição já havia imposto a primeira derrota de Dilma após a reeleição. Com apoio do PMDB, conseguiram derrubar o decreto do governo federal que criava a Política Nacional de Participação Social.

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Comentários (2)

  • VICENTE TRINDADE | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 09h16
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    esse Ronaldo Caiado e nada é uma coisa só, não admite derrota mas ta sempre apanhando e vai apanhar por mais doze anos, a tucanada vai comer mamão e ovo noutra freguesia..

  • benedita | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 21h20
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    Prestigiado pelo Planalto, fritado na Câmara, e ainda se sente preparado para manter-se na pasta no segundo mandato da presidente, vai pedalar muito.

| 29/10/2014, 11h:00 - Atualizado: 29/10/2014, 17h:33

MP abre investigação contra funcionários do MT-PAR devido recebimento de propina


Rdnews

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Presidente Cesar Zílio afirma que MT Par nunca fez contratos e denúncia é falsa

O Ministério Público instaurou um inquérito civil para apurar denúncias referentes a recebimento de pagamento de propina por funcionários do MT-PAR, autarquia estadual. Conforme portaria assinada pelo promotor Wagner Cezar Fachone, da 13ª Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa de Cuiabá, o procedimento criado ainda deve investiga possível existência de “outras irregularidades perpetradas pela empresa”. 

No documento, o promotor destaca a necessidade de instruir os autos com mais informações a fim de subsidiar as medidas judiciais ou extrajudiciais por ventura cabíveis à proteção do patrimônio e da probidade administrativa. A investigação encontra-se na fase de inquérito e, por conta disso, o MP não divulgará nomes para que a apuração do caso não seja prejudicada.

O presidente do órgão, Cesar Zílio, afirma que teve conhecimento da denúncia, mas garante que as informações prestadas ao MP não procedem. “Nunca tivemos contratos aqui, então essa é uma informação de quem só quer causar um constrangimento à empresa”, assegura. Atualmente o MP-PAR atua na elaboração de projetos internos para a realização de negócios futuros, de acordo com Zílio.

O MT-PAR foi criado em 2012 por meio de decreto assinado pelo governador Silval Barbosa (PMDB) com a finalidade de promover a geração de investimento em Mato Grosso, colaborar, apoiar e viabilizar a operacionalização do Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas sob as diretrizes do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas; comprar e vender participações acionárias, podendo constituir empresas com ou sem propósito específico, firmar parcerias e participar do capital de empresas públicas ou privadas; gerir os ativos patrimoniais e financeiros a ela transferidos pelo Estado, por meio da administração direta ou indireta, ou que tenham sido adquiridos a qualquer título; a exploração de concessões de rodovias, ferrovias, aeroportos, portos fluviais, bens e serviços públicos; desenvolver e gerenciar programas e projetos estratégicos de Governo.

Transição acompanha obras da Copa, MT Saúde, MT Prev e MT Par - veja

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Comentários (2)

  • Jose carlos | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 15h20
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    Taca lhe pau marco véio

  • marta | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 12h48
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    esse ai tem cara de quem trabalha igual a tartaruga....

| 29/10/2014, 10h:55 - Atualizado: 29/10/2014, 11h:06

Eraí vê as portas do Paiaguás e Planalto se abrirem, mas tem José Riva no encalço


Fernando Ordakowski

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CPI da Cooamat, proposta por José Riva (PSD), tem atormentado a vida do rei da soja Eraí Maggi (PP)

Ele foi importante e fundamental, principalmente no apoio financeiro para a eleição de Pedro Taques ao Governo e à reeleição da presidente Dilma. De um lado, terá portas abertas no Palácio Paiaguás e no Planalto, mas, momentaneamente, se vê acuado. O mega empresário Eraí Maggi (PP) foi o que mais investiu na campanha de Taques e, em âmbito nacional, anunciou apoio à Dilma como voz forte do agronegócio. Saiu vitorioso nas duas investidas. Mas, Eraí tem o deputado José Riva (PSD) no seu encalço. Na bronca com o mega empresário, Riva conseguiu emplacar uma CPI na Assembleia que está tirando o sono de Eraí. Ele é acusado de usar a Cooamat para cometer fraudes. Nos bastidores, a articulação é forte para que a comissão vá em frente. O sossego de Eraí só vai recomeçar quando Riva deixa a Assembleia. Faltam 90 dias.

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  • Rodolfo | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 16h13
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    Acho muito engraçado esta legislatura inventar CPI baseada em magoas eleitorais. o senhores Deputados tiveram 48 meses para criar CPI e investigar quem quer que seja com todo tempo do mundo. Agora vejamos a 3 meses do final do mandato os Ilustres deputados inventam 3 CPI s paciência. Os senhores deputados tinham que ter era muita vergonha na cara de propor uma palhaçada desta, aos que vão saindo da Assembleia já vão tarde, aos que chegam novos por favor direcione os interesses do povo que elegeram os Senhores.

| 29/10/2014, 09h:11 - Atualizado: 29/10/2014, 09h:26

Bolsa Bobagem

Promotor propõe acabar com a "bolsa propina e bolsa pirataria"

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Ari Madeira

Se a onda é falar bobagem, vamos criar um Brasil somente para os que votaram em 2014 motivados pelo programa Bolsa Família e eu vou morar lá. Explico: Eu vou morar lá porque a presidente da República será a Dilma, em quem eu não votei, mas que foi escolhida pela maioria do povo brasileiro. Lamentavelmente, sem a participação de milhões de pessoas que se furtaram ao compromisso do exercício da cidadania, para quem talvez tenhamos que criar outro Brasil. 

Eu vou morar lá porque o Presidente da República também será o Aécio, em quem eu votei sim convicto de que fiz o melhor para a economia brasileira, embora não estivesse contente com a promessa dele de não acabar (mesmo que fosse de forma gradual) com o Bolsa Família.

Essa política social me parece equivocada, aliás, parece-me nada cristã e a mais desavergonhada compra de votos institucionalizada no Brasil, disfarçada de política de inclusão social. Pois bem, como diria minha esposa, não tenho medo nem da fome, portanto, nesse Brasil, Bolsa Família até que passa. 

Entretanto, algumas coisas, que estão ao meu alcance, eu mesmo vou mudar. E estou à procura de partidários para o seguinte compromisso: “Vamos acabar com o bolsa propina, bolsa pirataria, bolsa software craqueado, bolsa cola escolar, bolsa amante, bolsa skygato, bolsa eletrogato, bolsa atestado médico, bolsa pornografia, bolsa tirar vantagem em tudo, bolsa sonegação, bolsa rouba mas faz, bolsa fura fila, bolsa jeitinho, bolsa-omissão, bolsa vendi meu voto...”

 No meu Brasil, isso não valerá.

Tenho a maior esperança de que esse meu novo Brasil será maravilhoso, belo, forte, impávido colosso!

Ari Madeira Costa é promotor de Justiça de Rondonópolis

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Comentários (27)

  • Paulo da Silva Nardes | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 13h42
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    Paulo da Silva Nardes, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Percilio Barreto Monteiro | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 20h30
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    Promotor esqueceu de um detalhe, a bolsa farinha kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • José Carlos Fanaia Teixeira | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 10h56
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    José Carlos Fanaia Teixeira, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • robertão | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 10h51
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    robertão, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Gilston | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 09h59
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    Parabéns ao internauta Heleno | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 16h50. Eles recebem tantas bolsas que só mudaram os nomes pra auxílios. É auxílio livro, auxilio palitô, auxilio gabinete, auxílio cartão, auxílio passagens, auxílio moradias e por ai vai. Dois peso e duas medida. Pelo amor de Deus não estou aqui ofendendo ninguém já que promotor escreveu seu pensamento, temos direito de expor o nosso.

  • Gilston | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 09h39
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    Promotor Ari Madeira me responda alias, não precisa responder: qual é a diferença entre doação de brinquedos e sacolão que geralmente são feita por primeiras damas para as famílias e crianças pobre no natal, com esta bolsa ai que o senhor demonstra ser contra? Ambas são em caráter social, mas lá no fundo tem caracteres politiqueiros ja que elas chama e imprensa e faz aquele barulho filmando pessoas com sacolão nos ombros.Então tem que acabar com estas doações e fomentar outras coisas que não seja doações.

  • sidinei de conti | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 21h26
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    sidinei de conti, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • olhodeaguia | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 19h01
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    ate que emfim alguém começa a ver que o bolsa família nada mais é do que compra de voto antecipado e com dinheiro do povo, alguém tem fazer alguma coisa.

  • edson | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 18h46
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    Quem é esse promotor? Ministerio publico é mero palpiteiro. Chora nenem, chora. O povo vence de novo.

  • JOSÉ CARLOS | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 18h10
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    ...PORQUE AO INVÉS DA BOLSA FAMÍLIA NÃO SE CRIA UMA BOLSA TRABALHO? PARA QUE O POVO BRASILEIRO COMECE A VIVER COM DIGNIDADE NECESSÁRIA E NÃO MAIS VIVER DE ESMOLAS E MIGÁLIAS E REFÉM DE POLITÍCOS???

| 29/10/2014, 07h:38 - Atualizado: 29/10/2014, 07h:53

Para entender o resultado (I)

vinicius_artigo_quarta

Vinicius de Carvalho

Terminada a eleição, é chegada a hora de analisarmos os resultados. O resultado na disputa pelo 2º turno da eleição presidencial entre Dilma Rousseff e Aécio Neves foi o mais apertado da história republicana, com cerca de 3 milhões e meio de votos num colégio eleitoral de 142 milhões. Aécio Neves venceu em 11 Estados e no Distrito Federal. Repetiu-se a geografia do voto que vem marcando as últimas eleições presidenciais desde 2006. A votação em Minas Gerais tem sido apontada como decisiva para o resultado nacional, uma vez que esperava-se uma vitória de Aécio Neves em seu Estado por uma margem de pelo menos 1 milhão e meio de votos a mais que Dilma.

Sempre procuro analisar padrões históricos, ao invés de seguir matrizes explicativas que enfocam as pessoas e não as estruturas socioeconômicas e políticas. Nesta perspectiva, relembramos que Minas Gerais sempre segue a tendência nacional, acompanhando a votação alcançada no Brasil ou ditando-a, como preferirem.  A última vez que isto aconteceu foi em 1950, quando o brigadeiro Eduardo Gomes venceu Getúlio Vargas em Minas Gerais por menos de 2% dos votos válidos e perdeu em nível nacional. Isto aconteceria pelo fato de Minas Gerais ser um Estado síntese do Brasil, por sua posição centralizada, as fronteiras com quase todas as regiões e a presença em seu território de municípios com características do Sul/Sudeste, Nordeste, Centro Oeste e Norte. A diferença de cerca de 5% na votação final ficou muito um pouco maior apenas do que a nacional.

Portanto, a despeito das expectativas criadas antes da campanha de que uma chapa composta por Minas Gerais e São Paulo poderia vencer nos dois principais colégios eleitorais do Brasil e abrir uma boa vantagem nacional, o resultado não traz tanta surpresa. Nos cabe até conjecturar se um candidato de outro Estado não fizesse uma votação inferior, como Serra que perdeu em 2010 por quase 1 milhão e 800 mil votos.

Mas, isto não nos dispensa de examinar os erros de Aécio Neves em Minas Gerais. Um fato muito destacado pela imprensa foi a vitória da oposição com o candidato do PT Fernando Pimentel. Desta forma, o principal erro de Aécio Neves teria sido sua dificuldade na formação de um sucessor no próprio PSDB. O estilo de política adotado aproximou-se dos padrões oligárquicos tradicionais quando Aécio optou por não criar rivais fortes dentro do próprio partido.

Nas duas eleições para o Senado acabou colocando os candidatos quase octagenários Eliseu Rezende e Itamar Franco. Não por acaso ambos morreram no exercício do mandato, deixando o Estado com dois suplentes naquela casa legislativa. Como sabemos, os senadores são pré-candidatos a Governador, já que passam por uma eleição majoritária. Para seu sucessor, Aécio escolheu seu vice-governador Antonio Anastasia, alguém sem expressão política própria e que nunca passara por nenhuma eleição anterior. Seria um político mais fácil de tutelar na disputa partidária interna. Já o ex-governador Eduardo Azeredo, outra liderança do PSDB de Minas Gerais, acabou sendo alvejado pelo escândalo do chamado “mensalão tucano-mineiro” e retirou-se do cenário político.

Os principais sucessores formados por Aécio Neves estão em outros partidos, como o atual prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda e o ex-prefeito Fernando Pimentel. Isto fazia parte da estratégia de “abrir pontes” com outras siglas visando o eleitorado de Belo Horizonte e região Metropolitana, bem como a futura candidatura presidencial. Sempre foi uma estratégia de risco, como demonstrado no último domingo. Continuo na próxima semana.

Vinicius de Carvalho Araújo é gestor governamental do Estado, mestre em História Política, professor universitário e escreve neste Blog toda quarta-feira vcaraujo@terra.com.br www.professorviniciusaraujo.blogspot.com

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Comentários (1)

  • Josilene | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 22h31
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    Excelente artigo Professor! Concordo com sua análise. Parabéns!

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