Blog do Romilson

Várzea Grande | 04/01/2014, 11h:30 - Atualizado: 04/01/2014, 20h:18

Até dia 30, Jaqueline deixa Saúde para concorrer a deputada federal


 

 

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Secretária de Saúde de VG Jaqueline Guimarães sairá candidata à Assembleia

  O prefeito de Várzea Grande, Walace Guimarães (PMDB), estabeleceu prazo até 30 de janeiro para que os integrantes da administração que pretendem disputar as eleições deste ano entreguem os cargos. Na lista das possíveis exonerações está a primeira-dama e secretária de Saúde Jaqueline Guimarães, além do diretor do Pronto-Socorro Renato Tetila.

  Os substitutos serão escolhidos por Walace a partir de critérios técnicos. Segundo o peemedebista, a gestão da saúde não deve ser partidarizada. “Não vamos politizar a saúde. A escolha é pessoal já que a responsabilidade e as cobranças recaem sobre mim”, afirmou.

  Jaqueline, que irá tirar 10 dias de recesso para descansar com a família, deve pedir exoneração do cargo no próximo dia 15. Fora do comando da Saúde, pretende intensificar a articulação da candidatura a deputada federal.

  Essa não é a primeira vez que Jaqueline tanta uma vaga na Câmara Federal. Em 2010, pelo nanico PHS, a secretária de Saúde chegou perto de conquistar uma vaga ao obter 31.921 votos, que garantiu o posto de primeira suplente do deputado federal Eliene Lima (PSD).

  A primeira-dama se filiou ao PMDB em setembro do ano passado com a justificativa de que no mesmo partido do marido, poderá trabalhar melhor sua candidatura. “A candidatura é viável. A consolidação depende da análise feita em conjunto com o partido”, explica Walace.

  Outro que deve deixar o staff nos próximos dias é Tetila, que pretende disputar uma cadeira na Assembleia. Ele se filiou ao PP com intuito de ampliar a bancada progressista, atualmente formada pelos deputados Ezequiel Fonseca e Antônio Azambuja.

Jacqueline ingressa no PMDB para tentar Câmara Federal

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Comentários (5)

  • Julio Muzzi | Sábado, 04 de Janeiro de 2014, 22h51
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    Ambos são boas pessoas, bem articulados, e que vem lutando por Varzea Grande.

  • diego | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2014, 23h41
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    diego, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Zuzi Kalafate | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2014, 22h08
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    É uma pena né, quando a pessoa vai querendo acertar, vem a Política e tir do lugar gerando descontinuidade na administração

  • Elifas Jose Ribeiro Ribeiro Ribeiro | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2014, 20h58
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    Serå que ela ira descansar onde ?junto com os pobres da periferia de vadju? Pra dai ja ir angariando votos pra dep.federal? Acho ela vai pra zöropa (sic).miami.

  • Dornele$ | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2014, 18h09
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    Mato Grosso e suas capitanias hereditárias. Aqui é mesmo um feudo!

| 20/11/2017, 01h:28 - Atualizado: 04h atrás

Elegância cultural do negro


“Os soldados estavam dançando com as mulatas e índias ao belo luar, e faziam música com sanfona, pratos e garfos, - expansão de alegria em toda parte.” Karl Von Den Steinen, l940,).

graci ourives de miranda artigo

Graci Ourives

A população de cidadão negros foi e é de extrema importância tanto para o Brasil como para Mato grosso. Manchas do passado, foram os “poderes” terem negado acesso culturais aos negros, para que seus direitos fossem adquiridos. Assim teríamos na atualidade um mundo com mais justiça social e paz mundial.

A população de pele diferenciada foi observada e descrita pelo médico alemão Steinen (1940) e pelo etnólogo Claude Lévi-Strauss (9136-38). Estes cientistas viveram nas densas florestas entre: negros e índios.

Conforme Claude Lévi-Strauss (2007). “Depois de se haver fartado de ouro, o mundo teve fome de açúcar, mas o açúcar também consumia escravos. (...) a abolição da escravatura, enfim uma procura mundial crescente (...). De amarelo, depois branco, o ouro se torna negro. (..)mercados dos bairros populares eram mantidos por negros. (....)” . 

O cidadão negro, além de produzir com qualidade e perfeição, sempre foi hábil comunicador, sensato e dotado de esperanças. Notar-se-á que os cidadãos negros são agregadores. Os negros sempre transmitem seus saberes para seus camaradas. Nas florestas as ‘precatas’ eram ‘sandálias’ que foram “introduzidas pelos negros”. (STEINEN, 1940).

As relações sociais e qualidade dos trabalhos também foi observada pelo etnólogo: “(...) permitiu toda sorte de misturas- podiam-se aí distinguir os mestiços, cruzados de branco e negro, os caboclos, de branco e índio, os cafuzos, de índio e negro. Os produtos vendidos conservavam um estilo muito puro(...) (Lévi-Strauss 2007).

O tratamento do interior do Brasil era: “o homem, o camarada, o colega, o negro, o tal, fulano, Etc.,” Lévi-Strauss, 2007).

Os tradutores ocuparam funções relevantes junto às autoridades de Vila Bela, pois os negócios precisavam de relações interpessoais: língua africana, indígena e europeia. Conforme Virgílio Corrêa Filho (1944) tradutora da elite do período (1791), quando não trabalhava para seus donos, reunia-se com suas parceiras de cor negra “(...) a preta Vitória, crioula portuguesa sua cativa, que serve de língua (...) oficiais militares e mais principais pessoas (...) e a crioula Vitória sua cativa e intérprete, (...)”. Os negros tinham domínio de saberes.

A união de negros e índios sempre foi uma combinação perfeita

A união de negros e índios sempre foi uma combinação perfeita, exemplo disto citamos: o Jornalista Adão Rodrigues Oliveira, nasceu em Arenápolis-MT, 07 de julho de 1961, com a pele cor de ‘jambo’, é formado pela Universidade Federal de Mato Groso-UFMT, cursos: Geografia, Comunicação Social e graduando em Ciências Sociais. O pai garimpeiro, mãe-índia, descendente de “Parecis”. Casamento repleto de perfeições: negro (energia/intelectualidade) e índio (ecossistema/bravura).

Os descendentes de negro sentem ávidos para assimilar conhecimentos e viver no mundo dos iguais.

No cenário nacional temos o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa, que é considerado, além do posicionamento de vencedor, cidadão mais verde e amarelo do Brasil. Doutor Barbosa domina inglês, alemão, italiano e francês. Teremos mais elegância na humanidade quando a sociedade entender que; “reeleição é a mãe de todas as corrupções”, disse o ex-ministro em 9 de junho de 2014.

Sejamos céleres para labutar pelo mundo da elegância, que é a igualdade.

É estarrecedor em alguns órgãos existentes nota-se discriminação. Basta lançar um olhar nas autoridades que se estabelecem no poder e ainda evidenciam em querer continuar no poder. Elegância é distribuição de poder.

Graci Ourives de Miranda é professora aposentada, com especialização em História Social pela UFMT, voluntária, escritora com dois artigos científicos publicados, quatro livros e uma obra científica. Escreve exclusivamente neste espaço toda segunda-feira. E-mail: go.miranda@uol.com.br

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| 20/11/2017, 00h:00 - Atualizado: 06h atrás

Perspectiva de uma nova geração


sandra alves articulista perfil

Sandra Alves

É interessante observar uma mudança no conceito de viver das novas gerações. O objetivo de acumular riquezas materiais de outrora está sendo substituído gradativamente pela reunião de experiências, sensações, sentimentos em diversas atividades.

Será que o julgamento pessoal do “ser” ao invés do “ter” retorna ao conceito social para ficar?

A insatisfação é própria do ser humano e motiva sua eterna busca. Nesse sentido, buscar um sentido para sua existência consiste no maior acúmulo de experiências na vida.

A beleza e a estética ganham mercado, pois o desejo de se destacar entre a comunidade permanece, com conceitos muito são exigentes. Mas ter conteúdo, conhecimento, capacidade de driblar conflitos com outros seres humanos também é exigido.

Comidas, bebidas, festas, substâncias químicas, músicas, conexões ilimitadas com um novo mundo que seduz pela facilidade dos aplicativos. A compra de um tênis, a reserva de uma viagem, o pedido de um lanche ou um encontro para o início de um relacionamento, está tudo ao toque de alguns botões.

É o momento de dar um novo sentido ao que denominamos vida

O mar de tecnologia e as consequências de uma sociedade corrupta e voltada ao consumo, que colocou no ápice das honrarias carros de luxo, roupas e joias, coloca as gerações de hoje dispostas a experimentar a vida, ao invés de acumular coisas durante sua existência.

São jovens dispostos a não ter casa; trabalhar para adquirir o necessário; desfrutar de prazeres como festas, reunião de amigos, relacionamentos amorosos intensos, ainda que temporários. É o momento de dar um novo sentido ao que denominamos vida.

Constituindo ou não famílias, e família também tem um novo significado - porque os padrões foram rompidos e as formas de amor são livres - essa nova geração pensa no hoje, nos fins de tarde em parques, no sorvete artesanal cheio de sabor, nas cervejas que podem ser produzidas aos poucos.

O espírito é aventureiro, no sentido de libertar-se do que convencional. Retornar ao convívio com a natureza, saltando de paraquedas, mergulhando no mar, banhando-se em cachoeiras ou contemplando um luar. Não é o desprendimento ao conforto, estar conectado e ter acesso aos benefícios da tecnologia é essencial.

Talvez o termo empreendedorismo seja apto para qualificar melhor a visão apresentada. Na palestra que assisti de um jovem advogado (26 anos) dias atrás, este unia conhecimento, tecnologia e marketing, para mostrar os desafios de sua geração.

Sua mensagem é interessante - mostra a cara da geração - pois pretende parar de trabalhar para acumular bens aos 30 anos e dedicar-se, a partir daí, ao trabalho de educação e auxílio de pessoas carentes.

Transformação da sociedade e dos seres humanos, alterações de personalidade e seus modos de enxergar a vida, de gozar, de modificar o futuro. Uma nova geração, uma forma de viver interessante. Um modelo muito distante dos padrões atuais, mas se olhado sem preconceitos, bastante coerente e apaixonante.

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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Podemos | 19/11/2017, 11h:37 - Atualizado: 19/11/2017, 11h:38

Senador avalia que ida de Taques ao partido não afeta sua candidatura porque reeleição é natural


O presidente estadual do Podemos, senador José Medeiros, garante que suas pretensões políticas não serão frustradas caso o governador Pedro Taques (PSDB) ingresse no partido. O parlamentar tentará a reeleição. “A candidatura é nata, tranquila. Tenho bom relacionamento com o presidente, não prejudicaria”, disse Medeiros.

Assessoria

 jose-medeiros-e-pedro-taques

Medeiros diz que não cogita Taques no Podemos, por que ele ainda integra o PSDB

A possibilidade de o governador mudar de legenda surgiu após atrito com o ex-presidente estadual do PSDB, deputado federal Nilson Leitão. Este quer disputar o Senado, o que inviabilizaria costura política de Taques para concorrer à reeleição. Diante disso, o senador Álvaro Dias (Podemos-PR) seria responsável para convidar o governador.

O intuito de Álvaro, que é pré-candidato a presidente da República, é criar palanque forte em todos os Estados para dar sustentabilidade À sua possível candidatura ao Palácio do Planalto.

Além do Podemos, Taques é sondado pelo PPS. O principal entusiasta dessa ideia é senador Cristovam Buarque (PPS-DF) que, em entrevista ao , disse que o convidaria assim que tiver oportunidade. Cristovam articula candidatura também à Presidência da República no ano que vem.

O curioso é que Medeiros deixou o PSD para ingressar no Podemos após considerar que uma candidatura seria inviável no partido ou até mesmo no grupo político, pois estava sem espaço. Caso Taques ingresse no partido, o senador poderia se ver na mesma situação.

Até por isso, Medeiros diz que não está participando da negociação. Sabe o que saiu na imprensa de que o governador seria convidado. “mas nem o governador me disse nada, nem lhe foi perguntado”, desconversa do senador.

O parlamentar diz que não cogita Taques no Podemos, uma vez que ele ainda é filiado no PSDB. Diz que conversou com Leitão, que disse que está tudo bem entre ambos. “É mais espuma do que chopp. Então nem vou conjecturar”, minimiza.

Podemos

Liderando o partido no Estado, Medeiros diz que a sigla tem atualmente 66 comissões provisórias em Mato Grosso. Na eleição do ano que vem, o Podemos pretende eleger de dois a três deputados estaduais em chapa pura. “Fizemos chapa muito equilibrada, não tem nenhum espanta chapa. Só não podemos citar nomes, pois o segredo do negócio é que mantém a empresa”, desconversa.

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Comentários (4)

  • joaoderondonopolis | Domingo, 19 de Novembro de 2017, 20h07
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    Só se for por causa de palanque, voto mesmo não vai ter.

  • ASSIS | Domingo, 19 de Novembro de 2017, 15h52
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    esse senador bionico deveria cair fora. péssimo .

  • Túlio | Domingo, 19 de Novembro de 2017, 14h45
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    Nenhum partido grande quer o rejeitado, sobra buscar pelos pequenos partidos.

  • Barreto | Domingo, 19 de Novembro de 2017, 13h20
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    Kkkk...piada prontaaaa !!! Pago pra ver...

| 19/11/2017, 00h:00 - Atualizado: 18/11/2017, 22h:24

A influência dos pais no tratamento odontológico


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Jackelyne Pontes

Tratar crianças sem dúvida não é uma tarefa fácil. Os pequenos experimentam sensações como ansiedade, medo, tensão, insegurança em sua visita ao dentista.

Claro que não é uma regra geral, há pacientes que, desde a primeira consulta, são altamente receptivos, sentem-se confortáveis e colaboram com o tratamento.

Para estes, o consultório é um lugar agradável e o cirurgião-dentista que o atende é um amigo, que está ali para cuidar dos seus dentes e que serve de exemplo a ser seguido.

Inúmeras vezes já ouvi dos meus pacientes que gostariam de ser dentistas quando crescerem. Eu mesma me inspirei e minha odontopediatra para escolher a minha profissão.

Mas, voltando àquelas cujas experiências não são tranquilas, convém pontuar que o comportamento dos pais é fundamental para que o tratamento evolua. Os pais devem estar em sintonia com o profissional porque são eles que irão explicar aos filhos a importância da visita ao consultório e os principais aspectos dos cuidados com a saúde bucal.

São os pais os que mais conhecem os seus rebentos e certamente saberão conduzí-los para uma experiência positiva.

A verdade é que pais ansiosos resultam em filhos ansiosos. Quando os pais também demonstram medo do tratamento odontológico, os seus filhos tendem a comportar-se de maneira negativa.

Essas crianças demonstram nervosismo e desconforto. Choram, negam-se a sentar-se na cadeira e fazem birra. Gritam em alto e bom som que não querem ser tratados, travam a boca de maneira a dificultar o acesso do dentista, ofendem verbalmente todos à sua volta, e quando choram geralmente é sem lágrimas e apresentam acessos de fúria para conquistar o objeto de desejo (o não atendimento).

Choram, negam-se a sentar-se na cadeira e fazem birra

As crianças repetem o comportamento dos pais, não apenas quando se trata especificamente do tratamento odontológico, mas sim em todos os aspectos da vida. E devemos levar em conta que reconhecidamente para alguns pais lidar com o sofrimento da criança no dentista é complicado.

Alguns ficam bastante nervosos e, por mais que queiram ajudar, acabam por transmitir a ansiedade para os filhos.

Por isso é necessário que os pais reavaliem o seu próprio comportamento em relação à saúde bucal, fazendo mudanças necessárias e preparando assim as crianças para uma experiência o mais positiva possível.

Para melhorar a experiência da criança no dentista os adultos devem transmitir segurança. Conversas tranquilas no ambiente familiar podem ser de grande valia e assim eles passam a perceber as visitas ao dentista com parte natural de sua rotina de cuidado com a saúde.

Brincadeiras que imitam o tratamento odontológico facilitam e condicionam, e resultam em uma familiarização com o ambiente e os procedimentos a serem realizados.

Com paciência e bons exemplos é possível fazer com que a experiência no cirurgião-dentista seja agradável, dar continuidade ao tratamento de forma tranquila e encorajar os filhos nos cuidados diários, tudo isso com a ajuda e orientação de um profissional. O trabalho é feito sempre com cumplicidade e parceria. Quando isso acontece o sucesso do tratamento é certo.

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, mestre em Saúde Coletiva, diretora do Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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| 18/11/2017, 12h:15 - Atualizado: 18/11/2017, 16h:22

Em plena crise interna, 10 de MT terão direito a votar em convenção para novo presidente tucano


Em meio a um partido dividido, dez tucanos de Mato Grosso terão poder de voto na eleição do novo presidente nacional do PSDB, em 9 de dezembro. Estão na disputa o senador Tasso Jereissati e o governador Marconi Perillo, de Goiás.

Mario Okamura

quadro PSDB voto

 Rogério Salles, Wilson Santos, Guilherme Maluf e Rui Prado estão entre os 10 tucanos com direito a votar

No entanto, o nome do governador Geraldo Alckmin ganha força como uma terceira via e, caso o partido continue dividido, pode acabar sendo escolhido por aclamação, como uma alternativa para unir a sigla, que vive uma crise em período próximo à eleição presidencial.

Após a convenção do diretório estadual do PSDB, na última sexta, ficou definido o nome dos dez delegados que terão direito a voto, além dos quatro suplentes. Entre os que poderão votar está Rogério Salles (ex-governador), Wilson Santos (secretário de Cidades) e Guilherme Maluf (deputado estadual).

De acordo com o ex-presidente regional da sigla, deputado federal Nilson Leitão, Alckmin – pré-candidato à presidência - é visto como uma opção para por fim à crise interna e reformular do partido. “O Alckmin pode ser o grande convergente da união do partido neste momento. Ele assume o partido, unifica essa base e terá a legitimidade para rodar o Brasil”, diz.

O tucano avalia que, caso Alckmin seja confirmado como uma opção à presidência, os delegados do Estado devem apoiá-lo. No entanto, se o governador de São Paulo ficar de fora, a tendência é de que a maioria – se não a unanimidade – vote em Perillo.

Por conta da eleição nacional, o diretório no Estado foi obrigado a realizar votação para escolher a nova comissão da executiva estadual. Na última sexta (10), o ex-vereador por Cuiabá Paulo Borges foi escolhido como novo presidente.

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| 18/11/2017, 09h:43 - Atualizado: 18/11/2017, 09h:49

Ferrovia como fator de competitividade


marcelo duarte artigo

Marcelo Duarte

Cadeias produtivas dos mais diversos setores precisam operar sistemas logísticos eficientes para competir no mercado global e nacional. Na maioria das vezes, a disponibilização da infraestrutura de transportes, papel do Estado, deve preceder a formação de cadeias produtivas competitivas. Contudo, este definitivamente não é o caso de Mato Grosso.

Há décadas, temos no Estado algumas das cadeias produtivas mais competitivas do Planeta, mas ainda temos que enfrentar todos os dias o desafio de superar a distância entre o produtor e os portos.

O cenário não é dos melhores. São rodovias sem pavimentação em uma ponta, transporte caro no meio e portos ineficientes na outra ponta. Quer dizer, muita coisa precisa ser feita para avançarmos, agregarmos valor e nos tornarmos eficientes também da “porteira para fora”.

O que proponho, neste artigo, é uma análise criteriosa da importância das rodovias e ferrovias para o escoamento da produção

Acreditamos que, em um sistema logístico, a multimodalidade é uma das palavras chave na busca pela otimização e eficiência. Ela poderá fortalecer mais o agronegócio mato-grossense, que sustenta a balança comercial brasileira. O que proponho, neste artigo, é uma análise criteriosa da importância das rodovias e ferrovias para o escoamento da produção.

Entendemos que cada modal de transporte, seja o rodoviário, o ferroviário, o hidroviário e o aeroviário tem suas características, vantagens e desvantagens dependendo do tipo de transporte (passageiro ou carga), do tipo de carga, da distância e das características do mercado. Em geral, os modais precisam coexistir, complementando-se, por isso a necessidade da multimodalidade.

No transporte das principais commodities de Mato Grosso (soja, milho e carne bovina), nas quais somos maiores produtores do país, com produção total na última safra de mais de 60 milhões de toneladas de grãos e rebanho de mais de 30 milhões de cabeças, o sistema logístico é muito beneficiado pela confiabilidade do que é produzido por aqui.

Confiança que nasce do fato de Mato Grosso ter pouco histórico de quebra de safras, se comparado a outras regiões do Brasil e do Mundo. E pela ótima distribuição sazonal da produção: metade é escoada no primeiro semestre (soja), e outra metade no segundo (milho), enquanto o boi é transportado o ano todo.

No entanto, mesmo com todo este potencial, a dispersão da produção inclusive em lugares remotos do Estado e a distância para os portos, muitas vezes chegando a mais de 2.000 km, são certamente grandes desafios.

O primeiro desafio elencado acima só será vencido com um eficiente sistema de rodovias estaduais. O pensamento vale para todos os produtos do agronegócio de nosso estado, com maior impacto para o transporte bovino, que tem a produção em lugares ainda remotos e transporta carga viva e perecível.

Para superar este entrave, o dever de casa tem sido feito. Isso eu posso assegurar. Os números falam por si: são 6.624,88 km de rodovias pavimentadas em Mato Grosso. Das quais, mais de 1.000 foram pavimentadas e outras 1.300 foram restauradas na atual gestão do governador Pedro Taques. Um avanço significativo se comparado com o atraso histórico verificado em gestões anteriores.

E muito mais ações em infraestrutura vem por aí. Neste sentido, asseguramos que o programa Pró-Estradas, os recursos do Fethab, as concessões de rodovias, as operações de crédito (atualmente R$ 2 bilhões) e a captação de recursos novo na ordem de R$ 420 milhões que estaremos obtendo junto ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) são fundamentais para promover estes investimentos necessários nas nossas rodovias estaduais.

No modal ferroviário, temos a infraestrutura, mesmo que insuficiente, operando dentro de nosso estado. Com pouco mais de 300 km de trilhos em Mato Grosso, a antiga Ferronorte, hoje Malha Norte da Rumo, representa o mais importante corredor de escoamento de nossas commodities.

A partir, principalmente do terminal de Rondonópolis, inaugurado em 2013, a Rumo escoa 25 milhões toneladas de nossos produtos para o Porto de Santos, e ainda retorna para nosso Estado com fertilizantes e combustíveis.

Por isso, os trilhos da Malha Norte precisam avançar para dentro de Mato Grosso! O governador Pedro Taques vem liderando uma discussão nacional sobre este tema desde o início de 2015, em parceria com o Fórum Pró-Ferrovia em Cuiabá, para que os trilhos finalmente cheguem até nossa capital.

A Rumo tem interesse, mas depende ainda de alguns entraves: primeiro a autorização da antecipação da renovação da concessão da Malha Paulista, que vence em 2028. Segundo a aprovação do ramal de Rondonópolis a Sorriso, passando por Cuiabá. A antecipação da renovação é o item mais complexo e atualmente encontra-se no Tribunal de Contas da União (TCU), sob a relatoria do Ministro Augusto Nardes.

A Malha Paulista inclui o trecho da divisa com o estado de São Paulo até o Porto de Santos, e encontra-se sucateada, necessitando de mais de R$ 5 bilhões em investimentos na sua infraestrutura. Com isso, o crescimento da Malha Norte (localizada em MT) está limitado pelos trilhos antigos da Malha Paulista. Isso porque, para investir agora nos trilhos de São Paulo, a concessionaria Rumo (antiga ALL) alega que precisa de mais prazo. O Governo de Mato Grosso apoia este pleito, porque sabe que só assim os trilhos avançarão no Estado, que receberia novos e vultuosos investimentos com a renovação da Malha Paulista.

De qualquer forma, a Rumo sabe que precisa ampliar os investimentos na ferrovia Mato Grosso-Santos, pois terá competição no futuro. Além da falada Ferrovia Bioceânica, que ainda está longe de ser um projeto.

Ao analisarmos o cenário atual, porém, apontamos a Ferrogrão como uma real ameaça ao domínio da Rumo no Estado. Afinal, a Ferrogrão irá consolidar o novo corredor de exportação do Brasil pelo Arco Norte. Esta ferrovia tem uma extensão de quase 1.000 km e conectará o norte de Mato Grosso ao Pará, terminando no terminal hidroviário de Miritituba, no rio Tapajós. Com investimentos previstos de R$ 12,6 bilhões, esta ferrovia está projetada para escoar na sua primeira fase mais de 25 milhões de toneladas.

Os novos projetos ferroviários aumentarão muito a capacidade de transporte do estado, e, consequentemente, melhorarão nossa competitividade. Além disso, as condições de tráfego da rodovia BR-163 (hoje parcialmente concessionada) melhorarão sensivelmente, reduzindo o fluxo de caminhões pesados que transportam grãos, e diminuindo o número de acidentes e o tempo de viagem de carro.

A próxima semana será muito importante para os dois projetos ferroviários aqui abordados. Dia 21 estaremos com uma delegação do Governo do Estado e do Fórum Pró-Ferrovia em Brasília para tratar com os ministros do TCU Augusto Nardes e Raimundo Carreiro sobre a prorrogação da Malha Paulista da Rumo. No dia 22 de novembro haverá realização de audiência pública da Ferrogrão em Cuiabá. E um evento sobre o tema no dia 23 em Nova Mutum.

Não temos dúvidas, a multimodalidade impulsionará ainda mais o escoamento da produção de grãos de Mato Grosso, assegurando uma competividade única no cenário internacional. Para avançarmos, precisamos de projetos arrojados, como este da Ferrovia em Cuiabá, como melhoria das nossas rodovias estaduais quanto dos corredores de escoamento.

O Governo do Estado tem uma agenda clara de prioridades e sabemos que não temos tempo a perder, pois os mato-grossenses tem pressa! Essa é a hora. Estamos lutando para enfrentar a crise e assegurar o desenvolvimento do nosso Estado. Esta é uma agenda necessária e urgente, porque o Governo Federal sabe que precisa ajudar mais o Estado que mais socorre o país.

A situação de Mato Grosso é difícil, e me fez lembrar da mitologia grega. Atlás era um titã que foi condenado por Zeus a sustentar os céus sobre os ombros para sempre. O Estado é forte, assegura com muitas dificuldades, de forma decisiva, os constantes superávits na balança comercial brasileira. Mas já passou da hora de deixar de ser o Atlas do Brasil e receber o apoio devido nessa missão.

Marcelo Duarte é secretário de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra-MT), presidente do Conselho Nacional de Secretários de Transportes (Consetrans), mestre pela Universidade de Lincoln (Nova Zelândia), com curso de gestão pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. É graduado em Administração pela UFMT) e Master in Business Administration (MBA) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV)

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| 18/11/2017, 00h:00 - Atualizado: 17/11/2017, 23h:56

Nova lei de proteção aos animais e ao cidadão


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Akio Maluf Sasaki

Cuiabá sancionou, no último mês, uma nova legislação que trata da proteção dos animais, sendo ela a lei complementar de nº 436/2017, que reeditou a nº 2.837/1990 e trouxe uma nova leitura para o a proteção animal e, principalmente, para a proteção do cidadão cuiabano.

A 436/2017 trás inovações legais que visam garantir a segurança do cuiabanos, pois estipulou em seu artigo 20 que fica proibido o passeio de cães em vias e logradouros públicos, exceto se conduzidos por pessoas com idade e força suficientes para controlar os movimentos do animal e se utilizadas adequadamente à coleira e a guia.

Tal situação implica diretamente na segurança de todos, pois obriga todos os possuidores de animais, independente do tamanho, a circular com seus amigos sem oferecer risco a ninguém.

O mesmo artigo, estipula também, que cães de alto porte, caça ou de potencial ofensivo deverão portar focinheira e enforcador de aço, visando, mais uma vez, proteger todos os que transitam pelas ruas, avenidas e parques da Capital.

O maior avanço legal é, sem dúvida alguma, a criação da unidade municipal que fiscalizará os acidentes e agressões ocorridas com animais, sendo que ficará a cargo da Prefeitura de Cuiabá a avaliação sanitária do animal que for pego agredindo alguém, detalhe, a lei ainda estipula que o cidadão deverá procurar o município em até 24 horas após a agressão animal.

Outra inovação legal diz respeito ao resgate de animais, pois o artigo 24 estipula que cães e gatos abandonados ou vítimas de maus tratos ou atropelamento serão recolhidos e destinados às entidades conveniadas para seu devido abrigamento, onde serão mantidos, sendo realizado o tratamento médico veterinário necessário à recuperação de sua saúde, sendo, após, encaminhados a uma das seguintes destinações:

  • a) Resgate pelo dono ou proprietário do animal
  • b) Adoção
  • c) Devolução ao local de origem, quando se tratar de animal comunitário recolhido
  • d) Eutanásia, nos termos do artigo 40 da presente lei complementar

Apesar da lei prever a eutanásia, o artigo 40 dispõe que apenas os animais que possuírem doença comprovadamente ofensiva à saúde pública ou a de outros animais, nos termos da legislação vigente, ou que estiverem em estado de sofrimento extremo, são os que poderão ser encaminhados para a eutanásia, sendo obrigação da prefeitura encaminhar os animais para instituições que visem a proteção dos mesmos.

Destarte, é imperioso parabenizar os vereadores e a Prefeitura de Cuiabá, cujos estiveram envolvidos na construção desta legislação, pois o tema é muito importante para o convívio social, para evitar problemas com animais descontrolados e principalmente para que não vejamos mais os animais sofrendo na rua.

Enfim, recomendo a todos os cidadãos que acabaram de tomar conhecimento deste que leiam a Lei 436/2017 aprovada no último mês, pois existem diversas situações novas que poderão lhe ser úteis em diversas situações, sejam elas em relação aos vossos animais como também com aquele animal em situação trágica na residência ao lado.

Akio Maluf Sasaki preside a comissão dos Estagiários da OAB/MT, atua em cooperação internacional do turismo e escreve neste Blog todo sábado - akio_maluf@hotmail.com

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Comentários (2)

  • Benedita da Silva | Sábado, 18 de Novembro de 2017, 20h14
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    Se deve manter os humanos imbecis que julgam ser seus cães armas de guerra, muito destes cães, cuidavam de crianças sem risco algum a vida destes. Neste caso os donos e que devem ser ressocializados, pois suas atitudes e que causam tantos problemas mais os animais. Os cães são reflexo de seu dono, um pouco de psicologia comportamental faz bem aos termocefalos, que projetam sua frustração no cão.

  • Gilmar | Sábado, 18 de Novembro de 2017, 09h09
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    Parabéns uma boa ação.

Crise | 17/11/2017, 09h:35 - Atualizado: 17/11/2017, 10h:27

Governo Temer não pede urgência em projeto do FEX e dinheiro não deve sair este ano, diz senador


Reprodução

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Wellington Fagundes cobra que Pedro Taques atue de forma conjunta com a bancada

O senador Wellington Fagundes (PR) alerta que os R$ 496 milhões advindos do Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX) não devem ser liberado neste ano para Mato Grosso. De acordo com o republicano, a União encaminhou previsão do repasse por meio de Projeto de Lei (PL), ao invés de Medida Provisória (MP) ou PL em regime de urgência, o daria celeridade na liberação.

Caso não seja repassado ainda neste ano, o governo deve atrasar novamente os salários dos servidores, pois o Estado aguardava novas receitas para honrar os compromissos. Em decretos de contenção de agstos, o Executivo estadual citou atrasos em pagamento de R$ 681 milhões referentes às transferências Correntes recebidas da União, sendo o FEX a principal delas.

O não pagamento do Fex deve "estrangular" ainda mais o Tesouro estadual que, neste mês, já atrasou o pagamento de salários de servidores, que foi escalonado. Alguns ainda não receberam.

Wellington analisou com “estranheza” o anúncio do governador Pedro Taques (PSDB) em dizer que o governo federal garantiu o repasse do FEX no fim do ano, pois em reuniões com o presidente da República Michel Temer e o ministro da Fazenda Henrique Meirelles nunca externaram esse acordo.

Ressalta que, na terça (14), foi protocolado um pedido à presidência para que o governo edite essa MP "que seria único caminho mais rápido para que o governo pudesse pagar o recurso do FEX”, disse o republicano em entrevista à Rádio Capital FM, nesta sexta (17).

Não adianta o governador tomar decisões sozinho se não tiver apoio da bancada e vice-versa

Entretanto, segundo o senador, o governo federal encaminhou à Câmara Federal a liberação do FEX por meio de projeto de lei, que teria que respeitar o trâmite passando por todas as comissões, ser levado em votação ao plenário e, após isso, seguir para o Senado. “Pode demorar de dois a três meses. Dada urgência e necessidade das prefeituras e Estado estão passando isso teria que ser tratado de forma urgente”.

Wellington pontua ainda que a bancada federal de Mato Grosso tem feito o possível para que essa liberação saia ainda neste ano. “Não adianta o governador tomar decisões sozinho se não tiver apoio da bancada e vice-versa. Interesse é de Mato Grosso, das prefeituras, mas quem mais sofre é a população”, sustenta.

Emendas

Em relação às emendas impositivas, Wellington mostrou preocupação com a liberação dos R$ 156 milhões, haja vista que até a semana passada o governo estadual não havia informado ao Ministério da Saúde onde seriam aplicados. “O governador estava viajando. Com a chegada dele, isso deve ser resolvido até semana que vem para que essa liberação possa ser feita”, explica.

O montante, de acordo com o Estado, será utilizado para pagar os hospitais filantrópicos, hospitais regionais, a dívida com a saúde básica dos municípios, a média e alta complexidade e dívidas com as UTIs. Além disso, R$ 26 milhões serão repassados ao Incra e R$ 30 milhões para o fundo municipal de saúde de Cuiabá.

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Comentários (3)

  • Jayme | Sexta-Feira, 17 de Novembro de 2017, 21h17
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    O Wellington Fagundes está certo chega de trabalhar pro Taques fazer nome. Se ele quiser que tire a bunda da cadeira e corra atrás. Sempre usando o trabalho alheio como se fosse seu.

  • Vai Entender | Sexta-Feira, 17 de Novembro de 2017, 19h26
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    Quando o FEX é liberado, o Uélto diz que foi ele quem agilizou tudo...quando atrasa, quem não pediu urgência foi o Temer! Vai entender!

  • Dr Davi | Sexta-Feira, 17 de Novembro de 2017, 11h48
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    Acho melhor sair bem no final do próximo ano pra ser administrado pelo próximo governo, seja Mauro Mendes, seja Neri Geller são muito melhores administradores que o Taques. O Taques é um saco sem fundo, o dinheiro do Estado some e não se sabe pra onde está indo. Repasses municipais atrasados, da Saúde (que vem da União e não deveria ser usado com outra destinação), servidores recebendo atrasado (com efeitos no comércio), enfim uma lambança. Parece que a única empresa que recebe em dia do Estado é a do Carlos Avalone pelo que está sendo levantado na investigação da PF.

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