Cuiabá, 27 de Novembro de 2014
  • Camila Cecílio

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Várzea Grande | 04/01/2014, 11h:30 - Atualizado: 04/01/2014, 20h:18

Até dia 30, Jaqueline deixa Saúde para concorrer a deputada federal


 

 

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Secretária de Saúde de VG Jaqueline Guimarães sairá candidata à Assembleia

  O prefeito de Várzea Grande, Walace Guimarães (PMDB), estabeleceu prazo até 30 de janeiro para que os integrantes da administração que pretendem disputar as eleições deste ano entreguem os cargos. Na lista das possíveis exonerações está a primeira-dama e secretária de Saúde Jaqueline Guimarães, além do diretor do Pronto-Socorro Renato Tetila.

  Os substitutos serão escolhidos por Walace a partir de critérios técnicos. Segundo o peemedebista, a gestão da saúde não deve ser partidarizada. “Não vamos politizar a saúde. A escolha é pessoal já que a responsabilidade e as cobranças recaem sobre mim”, afirmou.

  Jaqueline, que irá tirar 10 dias de recesso para descansar com a família, deve pedir exoneração do cargo no próximo dia 15. Fora do comando da Saúde, pretende intensificar a articulação da candidatura a deputada federal.

  Essa não é a primeira vez que Jaqueline tanta uma vaga na Câmara Federal. Em 2010, pelo nanico PHS, a secretária de Saúde chegou perto de conquistar uma vaga ao obter 31.921 votos, que garantiu o posto de primeira suplente do deputado federal Eliene Lima (PSD).

  A primeira-dama se filiou ao PMDB em setembro do ano passado com a justificativa de que no mesmo partido do marido, poderá trabalhar melhor sua candidatura. “A candidatura é viável. A consolidação depende da análise feita em conjunto com o partido”, explica Walace.

  Outro que deve deixar o staff nos próximos dias é Tetila, que pretende disputar uma cadeira na Assembleia. Ele se filiou ao PP com intuito de ampliar a bancada progressista, atualmente formada pelos deputados Ezequiel Fonseca e Antônio Azambuja.

Jacqueline ingressa no PMDB para tentar Câmara Federal

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Comentários (5)

  • Julio Muzzi | Sábado, 04 de Janeiro de 2014, 22h51
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    Ambos são boas pessoas, bem articulados, e que vem lutando por Varzea Grande.

  • diego | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2014, 23h41
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    diego, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Zuzi Kalafate | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2014, 22h08
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    É uma pena né, quando a pessoa vai querendo acertar, vem a Política e tir do lugar gerando descontinuidade na administração

  • Elifas Jose Ribeiro Ribeiro Ribeiro | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2014, 20h58
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    Serå que ela ira descansar onde ?junto com os pobres da periferia de vadju? Pra dai ja ir angariando votos pra dep.federal? Acho ela vai pra zöropa (sic).miami.

  • Dornele$ | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2014, 18h09
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    Mato Grosso e suas capitanias hereditárias. Aqui é mesmo um feudo!

| 27/11/2014, 01h:14 - Atualizado: 01h atrás

Prefeito exclui 2 pastas de fusões e manda reforma para a Câmara com 17 secretarias

De última hora, Mauro opta por manter Planejamento e também Mobilidade Urbana (SMTU); vereadores votam projeto já nesta 5ª


O Palácio Alencastro encaminhou à Câmara Municipal, no final da tarde desta quarta, o projeto de reforma administrativa com duas mudanças: mantém a secretaria de Planejamento e também a de Trânsito e Transportes Urbano, que vai se chamar Mobilidade Urbana. Este Blog apurou com exclusividade que, ao invés de extinguir 9 pastas, conforme anunciado pelo prefeito Mauro Mendes na semana passada, serão 7. A estrutura do primeiro escalão fica reduzida, então, de 24 para 17 pastas.

Alguns setores reagiram timidamente à proposta de enxugamento. No Legislativo, em princípio, a maioria dos 25 vereadores apoia as mudanças. Mauro chegou a se reunir com parte dos parlamentares minutos antes de tornar público o projeto que mais transforma a estrutura da máquina municipal dos últimos anos. Numa articulação do Executivo com seu líder na Câmara, Leonardo Oliveira, e com o presidente Júlio Pinheiro, ambos do PTB, a mensagem entra na pauta já na sessão ordinária desta quinta. Chegou às mãos de Pinheiro no início da noirte. Deve suscitar debates, mas a tendência é de ser aprovada. Após esta etapa, Mauro passa a reavaliar o quadro de secretários.

Pedro Alves

Júlio Pinheiro

Presidente Júlio Pinheiro (PTB) já coloca em votação nesta quinta o projeto de reforma administrativa

O Executivo, que terá orçamento para 2015 de R$ 1,9 bilhão, busca uma economia de R$ 15 milhões por ano com a reforma. Entram nos cortes cerca de 500 cargos comissionados. Muitas secretarias estão sendo fundidas e algumas mudam de nomenclaturas. A pasta de Governo e Comunicação, por exemplo, absorve ainda Gabinete do Prefeito e a estrutura do escritório de representação em Brasília. Com a manutenção de Planejamento e Finanças, a secretaria de Gestão fica também com o Cuiabá-Prev.

Também foram unificadas Meio Ambiente com Desenvolvimento Urbano;  Desenvolvimento Econômico com Agricultura. A nova pasta de Ordem Pública recebe a área de fiscalização do Meio Ambiente, Esporte, Cidadania e Juventude e ainda o Procon Municipal. E Trânsito e Transporte Urbano fica de fora dessa unificação e será denominada de Mobilidade Urbana. Outras três pastas se juntam e com nome de Cultura, Esporte e Turismo.

A Controladoria-Geral absorve a Ouvidoria. O Escritório de Projetos fica vinculado à recriação do Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Urbano. Será mesmo extinta a Fundação Educacional de Cuiabá (Funec), que era responsável pelo Cuiabá Vest. O prefeito mantém com as mesmas nomenclaturas e estrutura as pastas de Obras Públicas, Serviços Urbanos, Saúde, Educação, Assistência Social e Desenvolvimento Econômico, Procuradoria-Geral e Vice-Prefeitura, embora não tenha a figura do vice-prefeito.

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| 26/11/2014, 19h:32 - Atualizado: 07h atrás

Riva e Eraí em paz; CPI caminha para pizza


Eraí Maggi e José Riva fumaram o cachimbo da paz. A relação política não está mais azeda entre o deputado de cinco mandatos, prestes a deixar a vida pública, e o rei da soja, filiado ao PP e com forte influência sobre o futuro governo Pedro Taques. Atuando como bombeiros, emissários entraram no meio para apagar incêndio. E conseguiram.

Riva e Eraí conversaram amistosamente após a Assembleia instalar a CPI da Cooamat. Lavaram “roupa suja” e, ao final, selaram harmonia. E o resultado dessa retomada de convivência será comemorado com pizza. A tal CPI que surgiu no calor das brigas eleitorais para pegar Eraí, não conseguirá prazo regimental para ser concluída.

O seu presidente, deputado Alexandre Cesar (PT), que encerra o mandato daqui a dois meses, vai ficar falando sozinho. Aos poucos, cairá do esvaziamento. Logo, não se falará mais na tal CPI do Cooamat. O máximo que produzirá será um relatório superficial.

Os integrantes da Comissão sabem que as investigações não avançarão porque o cronograma semanal de reuniões e oitivas será “atropelado”. Vem o período de férias. Depois, virá a próxima legislatura, cuja maioria dos deputados fará parte da base de Taques e, consequentemente, com Eraí por perto. Corre-se o risco de nem Eraí comparecer à CPI para prestar esclarecimentos.

A pizza está sendo preparada. Em verdade, espera-se de uma CPI o que ela não poder dar. Não tem poder punitivo. Trata-se de instrumento de investigação, capaz de produzir um relatório para que outras autoridades, como o Ministério Público, possa agir na punição dos culpados, mas a CPI em si tem uma reduzida capacidade de punir, a não ser, é claro, pela desmoralização política.

Em princípio, Riva articulou a CPI para investigar denúncia de que Eraí estaria conduzindo uma cooperativa com esquema de fraudes fiscais e utilização de laranjas, causando prejuízos milionários aos cofres do Estado. O deputado se mostrava mordido porque fora informado de que o empresário teria interferido informalmente nos processos em Brasília que vieram a impedi-lo de continuar com a candidatura a governador. Como o próprio Eraí jura que não moveu uma palha nos bastidores para prejudicá-lo, os ânimos se acalmaram.

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Comentários (1)

  • cida | Quarta-Feira, 26 de Novembro de 2014, 23h48
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    e o estado ;;;;;;;;;;;;;;;

| 26/11/2014, 09h:00 - Atualizado: 26/11/2014, 15h:47

Acuado, Bosaipo está impossibilitado de se aposentar pelo TCE e será julgado pelo STJ


É extremamente delicada a situação de Humberto Bosaipo. Ao mesmo tempo que há quase quatro anos recebe "gordo" salário sem trabalhar e vive expectativa de se aposentar no cargo vitalício de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, ele corre contra o tempo para evitar o desfecho do julgamento pelo Superior Tribunal de Justiça dos processos em que é réu nos crimes de formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro, resquícios do período em que foi presidente da Assembleia. A denúncia vem de 2009, quando o Ministério Público Federal o denunciou, juntamente com outras 11 pessoas, sob acusação de montar esquema em 2001 de desvio de dinheiro da Assembleia. O prejuízo teria chegado a R$ 97 milhões, segundo a Procuradoria da República.

O Dia D de Bosaipo, nesse caso, será na próxima quarta, 3 de dezembro. Nesse dia, será ouvido pelos ministros do STJ, já na fase final dos trâmites processuais que antecedem o julgamento com decretação da sentença. Se conseguir a aposentadoria nesses próximos sete dias, Bosaipo força a corte superior a remeter todos os processos à primeira instância, o que, na prática, voltaria tudo para a estaca zero.

Eis um problemão: há uma decisão judicial que impede Bosaipo de se aposentar. O TCE até já foi notificado e sinalizou que cumprirá à risca a determinação judicial. Com isso, tanto Bosaipo se vê acuado quanto o ex-deputado e suplente Gilmar Fabris, que já havia "costurado" junto à Assembleia e ao governo estadual para ser o substituto imediato de Bosaipo no Pleno do TCE. Para piorar a situação da dupla, cresce o movimento de entidades, inclusive com participação do Ministério Público e da Auditoria do Estado, contra a aposentadoria e a indicação de Fabris. O cerco se fechou.

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Comentários (3)

  • Pedro Luis | Quarta-Feira, 26 de Novembro de 2014, 12h40
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    Pedro Luis, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Benedito Eraldo da Silva | Quarta-Feira, 26 de Novembro de 2014, 10h43
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    Benedito Eraldo da Silva, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • LUIZ | Quarta-Feira, 26 de Novembro de 2014, 09h35
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    UMA HORA ALGUÉM TEM QUE FAZER ALGUMA COISA, POR ISSO A IMPUNIDADE IMPERA NESTE BELO PAÍS, ELES SÃO FRUTOS DE NÓS MESMOS.

| 26/11/2014, 07h:48 - Atualizado: 26/11/2014, 07h:52

Para entender o resultado (IV)

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Vinicius de Carvalho

Finalizo a série de artigos com uma análise dos resultados da eleição presidencial. Uma outra evidência de que o eleitorado no Brasil está organizado muito mais no eixo situação-oposição do que entre PT e PSDB foi o resultado da eleição nas capitais de Estado e cidades menores. Se considerarmos os votos apurados apenas nas capitais, Aécio Neves teria ganho a eleição com 13,46 milhões contra 11,57 milhões de Dilma (53,77% x 46,22%). Aécio ganhou em 15 capitais, sendo 12 nos Estados em que foi vitorioso e mais 3 naqueles ganhos por Dilma Rousseff (Belo Horizonte-MG, Belém-PA e Palmas-TO). Isto demonstra que o perfil oposicionista do eleitor das capitais se manifestou novamente.

Vale lembrar que esta tendência contestadora das capitais e grandes cidadesfoi tão importante na história que o regime civil-militar (1964-1985) institui eleições indiretas para o prefeito destes municípios e outros considerados de “segurança nacional”. Eles conheciam o papel exercido pelas capitais e cidades situadas em regiões metropolitanas no questionamento dos governos estaduais e federal. Além do mais, elas foram campo fértil de todos os grandes partidos oposicionistas, como o MDB/PMDB, PSDB e o próprio PT nas décadas de 1980 e 1990. 

Como prova disto basta observarmos que entre as eleições presidenciais de 1989 e 1998 Lula sempre obteve melhor votação nas capitais do que fora delas. A região do ABC em São Paulo expressa bem isto. Em 1989 Lula venceu Collor no berço do PT com 55% a 39% dos votos totais. Agora em 2014 Aécio Neves venceu Dilma na região já no primeiro turno e confirmou a vantagem no segundo, ganhando inclusive em São Bernardo do Campo (55,89%) e Santo André (63%) e Santos 69%). Seráque estas cidades deixaram de ser petistas e passaram a ser tucanas? Não. Elas mantiveram-se na oposição, que nesta eleição era capitaneada pelo candidato do PSDB.  

Podemos observar também que conforme aumentava a população do município melhorava o desempenho de Aécio Neves. Naqueles com mais de 500 mil habitantes ele obteve êxito, abrindo mais de 2 milhões de votos de vantagem sobre Dilma. Esta margem cai para pouco mais de um milhão naqueles entre 200 mil e 500 mil habitantes, desce para cerca de 190.000 votos na faixa entre 100 e 200 mil e se inverte naqueles com menos de 100 mil habitantes. Nos municípios com menos de 50 mil habitantes Dilma abriu uma frente de quase 6 milhões, anulando a dianteira de Aécio nas outras faixas populacionais. 

É curioso analisar como as situações se invertem ao longo do tempo, demonstrado que uma grande parte do eleitorado alterna-se entre os partidos e seus candidatos conforme a dinâmica situação-oposição.  Lula e o PT obtiveram melhor votação em 1989 nas capitais e regiões metropolitanas e perderam para Collor no chamado “Brasil profundo”. Baseado nisto o partido foi acusado de não conhecer a realidade dos pequenos e médios municípios do Brasil e estar muito ligado aos movimentos sociais e àquela “massa crítica” típica dos grandes centros, como estudantes, jornalistas, professores, bancários, etc. Diante disto, Lula passou a percorrer o país a partir de 1990 na “Caravana da Cidadania”, cujo objetivo era manter contato com a realidade dos rincões brasileiros, compreender melhor seu eleitor e preparar uma mensagem do partido para ele. 

Talvez seja a hora do PSDB preparar movimento semelhante, visando conviver mais de perto com este eleitor que já votou em Fernando Henrique nas eleições de 1994 e 1998 e foi perdido para o PT.

Vinicius de Carvalho Araújo é gestor governamental do Estado, mestre em História Política, professor universitário e escreve neste Blog toda quarta - vcaraujo@terra.com.br www.professorviniciusaraujo.blogspot.com

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| 25/11/2014, 17h:47 - Atualizado: 26/11/2014, 08h:58

Taques se assusta com tantos "ralos", pede devassa geral, inclusive sobre incentivos


Mesmo se tratando de um ex-procurador da República, acostumado a fiscalizar e a liderar investigações contra figurões, Pedro Taques, prestes a assumir a cadeira de governador, demonstra preocupação e está um tanto assustado com as informações repassadas a ele pela equipe de transição. Levantamentos apontam descoberta  de dinheiro público correndo pelos ralos da corrupção dentro da estrutura da máquina estadual. Disposto a estancar isso, o governador eleito decidiu que fará revisão em todos os contratos do Estado. Quer fazer um pente-fino em tudo.

Taques já avisou a Seneri Paludo, futuro secretário de Desenvolvimento Econômico, que é preciso fazer uma devassa nos processos de incentivos fiscais. Orienta checagem para saber se alguns setores não estão sendo privilegiados nos benefícios em detrimento de outros. E se as empresas e indústrias estão cumprindo metas, entre elas a de geração de empregos. Defende regras claras. 

Cada setor da administração pública, seja secretaria, empresa ou órgão, passará por “transformação”. É por isso que Taques pediu ao menos 100 dias de prazo para ter o retrato completo da realidade do Estado e  com uma equipe composta de técnicos dispostos a levar a sério a promessa do pedetista de “destampar a panela da corrupção”.

Gilberto Leite/Rdnews

pedro taques 25-11

Governador eleito Pedro Taques (à dir.) com Zeca Viana e Otaviano Pivetta, após reunião nesta terça

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TCE, ONTEM E HOJE | 25/11/2014, 09h:09 - Atualizado: 25/11/2014, 10h:29

Prestes a entrar como conselheiro, Fabris é cria de Júlio Campos, de quem foi assessor


gilmar fabris

Gilmar Fabris, com atuação mais política do que técnica, vai ocupar cadeira de conselheiro do TCE-MT

Gilmar Fabris começou a militância política na década de 1970 como assessor parlamentar do deputado federal Júlio Campos, a quem chama até hoje de “grande líder”. Ambos construíram uma forte relação de amizade. E foi com apoio dos irmãos Júlio e Jayme Campos que Gilmar chegou à presidência da Assembleia (95/97). Curiosamente, seis anos depois de Júlio Campos deixar o Pleno do TCE, vê a chance do seu “afilhado” político integrar o quadro de conselheiro.

Hoje com 55 anos, Fabris deve mesmo ser nomeado para o cargo vitalício com prerrogativa de desembargador no lugar de Humberto Bosaipo. Numa inversão de papeis, vai julgar conta de muitos gestores que julgaram-no em outros momentos, inclusive membros do Ministério Público.

Gilmar é polêmico, uma figura política emblemática. É daqueles que não possuem papas na língua. Fala o que pensa e costuma usar o jargão segundo o qual “em política é preciso agir com companheirismo e lealdade”. E são essas condições que ele cobra agora dos colegas deputados para ver o seu nome aprovado em sabatina que deve ocorrer nesta quarta na Assembleia.

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Comentários (5)

  • JULIANO MAIA DA SILVEIRA | Terça-Feira, 25 de Novembro de 2014, 17h14
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    E NO MEIO DO CAMINHO DO FÁBRIS PARA O TCE, TINHA UMA PEDRA, TINHA UMA PEDRA NO MEIO DO CAMINHO, NO MEIO DO CAMINHO TINHA UMA PEDRA...........ESSA PEDRA SE CHAMA MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO....

  • Pedro Luis | Terça-Feira, 25 de Novembro de 2014, 13h29
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    Pedro Luis, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • octavio augusto regis de oliveira | Terça-Feira, 25 de Novembro de 2014, 10h14
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    parabens gilmar voce foi assessor de um dos maiores politicos que mt conhece pelos serviços prestados ao estado e ao povo de vg em relaçao ao tc voce deve ser nomeado imediatamente porque ninguem pode prejulgar ninguem e voce carrega consigo o lema LEALDADE E AMIGO DOS AMIGOS governador nao de ouvidos a quem quer desestabiliza-lo CANETA NO PAPEL ASSINE A NOMEAÇAO pois quando o senhor sair dai e que o senhor vai ver quem e quem

  • octavio augusto regis de oliveira | Terça-Feira, 25 de Novembro de 2014, 09h58
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    octavio augusto regis de oliveira, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • octavio augusto regis de oliveira | Terça-Feira, 25 de Novembro de 2014, 09h45
    1
    0

    octavio augusto regis de oliveira, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 25/11/2014, 00h:00 - Atualizado: 24/11/2014, 16h:35

Sem falsas premissas

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Olga Lustosa

Em um momento ou outro tenho hábito de questionar quem eu sou, o que tenho feito e se estou fazendo o que deixa-me feliz, se estou aprendendo as lições valiosas que as experiências proporcionam, mais do que as doutrinas que estudo. Em verdade quero estar confortável no mundo que vivo, sabendo interpretar os sinais que conectam o mundo interior ao exterior.

Não pretendo viver segundo uma pretensa objetividade e neutralidade. Talvez, ao me formar no próximo semestre, eu me dê conta de que não serei uma boa socióloga e antropóloga, porque não perderei a mania de olhar carinhosamente para o outro. Não perderei a postura reflexiva e culpada diante de certas realidades, não perderei minha imaginação em detrimento da teoria culta que estudo. Sou e serei sempre acessível à compreensão do cotidiano, através de debates públicos, da proteção ao mais fraco, da libertação das amarras morais e do reconhecimento que precisamos avançar muito para transformar as ansiedades em projetos de defesa dos ideais de justiça social e de solidariedade, para que a maioria das atividades rotineiras dos governos possam ser voltadas para as necessidades de bem-estar das pessoas.

A essência da vida, o real, as contradições que envolvem os diálogos, as disparidades produzidas pela desigualdade são partes do complexo mundo que estou aprendendo a interpretar, compreender e deixar-me inspirar. Não tão fácil aos 50 anos, quanto seria aos 30, debruçar sobre um conjunto interminável de produção intelectual nacional e estrangeira e tirar daí a substancia para alargar  a perspectiva  política e crítica, para conciliar temas controversos que me provocam com questões práticas, como minha paixão pela política e meu envolvimento com as comunidades que estudo. Enfim, a Sociologia, Antropologia e a Ciência Política me levaram a mergulhar fundo nas condições de existência de um universo que eu não desconhecia, muito pelo contrário, sempre permearam meu mundo:  o índio, o negro, o migrante, o político, os empregados, a elite, as fronteiras, os movimentos sociais. Porém na academia aprende-se a desmascarar os mitos, descortinar as verdades e reconstruir as histórias.

Milan Kundera, no livro, Imortalidade fala do desejo das pessoas de permanecer na memória coletiva depois de desaparecer do mundo terreno, diz que emitimos opiniões, exercemos atividades militantes para sermos notados, para termos nossa imagem fixada na memória dos outros. Porém, só o talento e a inteligência são atributos merecedores da imortalidade. E se, a imortalidade sem talento, conseguida à custa da desvalorização do talento do outro, torna-se ridícula e fútil, não podemos nos abandonar a uma imortalidade vazia de sentido, ou a uma realidade que nos obrigue ao conformismo.

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olga@terra.com.br 

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| 24/11/2014, 19h:34 - Atualizado: 24/11/2014, 19h:55

Estado não investe em hospital, rescinde contrato e deixa obra alagada para Taques


hospital julio muller2

Sem trabalho de drenagem, obra do hospital universitário Júlio Muller, com 9% construída, é alegada

A nova administração, sob Pedro Taques e que passa a comandar o Estado a partir de 1º de janeiro, se compromete a terminar a obra do hospital universitário  Júlio Muller, mas recomeçando praticamente do zero. Após dois anos da assinatura do convênio, em que o governo federal, por meio da UFMT, liberou metade dos R$ 120 milhões exigidos para a obra e com 9% do projeto executado, o governador Silval Barbosa, que não creditou no projeto os 50% do valor total que prometeu, decidiu rescindir unilateralmente o contrato. Alega incapacidade técnica do consórcio Normandia-Phoenix Edene, que tinha sido o único concorrente no processo licitatório.

O empresário e prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta, coordenador-geral da equipe de transição, se mostra indignado com essa situação. Agora, o Estado buscará um Termo de Ajustamento de Conduta junto aos órgãos fiscalizadores e à Justiça, para, em novo processo licitatório, buscar empresa idônea e com histórico de obras para poder assumir o projeto do Júlio Muller, que terá 55 mil m2 de área construída e com 320 leitos. Está localizado no km 12 da rodovia Palmiro Paes de Barros, a MT-040, que liga Cuiabá a Santo Antonio do Leverger. A área total chega a 147 ha e, além da unidade hospitalar, sediará o Campus II da UFMT.

hospital julio muller1

Obra do Júlio Muller está orçada em R$ 120 milhões; Estado, que rescindiu contrato, não descumpriu cronograma de liberar metade do valor do convênio, enquanto a União, via UFMT, liberou os recursos

Registro fotográfico mostra que, em março deste ano, a construção ficou praticamente alagada, prova de que foi iniciada apenas com projeto básico, sem o executivo. O consórcio responsável fez a fundação e estrutura de concreto numa área alagada. Não se preocupou, sequer, com a drenagem. Conforme o acordo fechado com a União, o Estado deveria entrar com cerca de R$ 60 milhões. O governo federal cumpriu a sua parte, fazendo o depósito e, o estadual, não.

Pivetta considera estranho que a coordenação do projeto estar com a secretaria estadual das Cidades, então gerida pelo vice-governador Chico Daltro, quando poderia ter como responsável a pasta de Saúde. Lembra que o candidato derrotado ao governo, petista Lúdio Cabral, apareceu na TV tentando tirar proveito eleitoral de uma obra mal feita e que se transformou em mais um esqueleto mal começado e pepino para a próxima administração. “Esse é mais um presente de grego que o novo governo vai receber”, reclama Otaviano Pivetta.

hospital julio muller3

Novo governo, sob Pedro Taques, fará TAC para abrir nova licitação e terminar a obra do Júlio Muller

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Opinião | 24/11/2014, 13h:00 - Atualizado: 25/11/2014, 09h:18

Agora é a sua vez, Pedro Taques

Reprodução

Domingos Sávio promotor meio ambiente.jpg

 Promotor de Justiça Domingos Sávio 

Os dezessete anos de trabalho à frente da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente de Cuiabá, me permitem dizer, com absoluta segurança, que somente teremos êxito em alcançar o desejado "desenvolvimento sustentável" se conseguirmos construir consensos sociais em torno da temática ambiental.

Para isso, é preciso, inicialmente, que a defesa do meio ambiente e o crescimento econômico sejam vistos como lados de uma mesma moeda. Deve-se ter em mente, afinal, que ambos têm como objetivo garantir a todos qualidade de vida e  bem estar.  Partindo-se, pois, dessa premissa é imperioso ver naquele que, aparentemente, sustenta opinião antagônica no debate acerca da defesa ambiental e do desenvolvimento econômico,  alguém que pode e deve estar na mesma trincheira, do mesmo lado,  numa parceria de construção.  Assim,  é preciso que nas discussões  a serem travadas para a definição das políticas públicas voltadas para o Meio Ambiente,  se desarmem os espíritos, que as pedras sejam colocadas  de lado, que se esteja pronto para ouvir e transigir, quando necessário, enfim, que se busque, verdadeiramente, pontos de consenso para seguir em frente.

Também aprendi, ao longo dos anos, que a gestão ambiental exercida pelo Poder Público não pode se limitar ao uso de instrumentos de comando e controle que, como se sabe, se baseiam em normas legais ou administrativas (fiscalização, monitoramento, licenciamento, etc.). Afinal,  como nos ensinou Drummond, "as leis não bastam. Os lírios não nascem da lei".  É imprescindível que também se utilize de instrumentos econômicos (pagamento por serviços ambientais, estímulos e isenções fiscais) a fim de garantir boas práticas ambientais,  assim como instrumentos de persuasão (educação e informação ambiental) que contribuem, sobremaneira, para a formação de uma consciência ecológica. Com efeito, é preciso remunerar aqueles que, em nome do bem comum e, muitas vezes, com sacrifícios econômicos, contribuem para com a preservação ambiental. De igual modo, mostra-se fundamental que o Poder Público auxilie na formação de cidadãos  capazes de compreender a importância do uso racional dos recursos ambientais e que se dediquem à luta pela sustentabilidade.

Com o passar dos anos, aprendi, também,  que jamais será possível exigir que as atividades e empreendimentos que causam impactos ambientais se regularizem,  caso  o Poder Público não seja capaz de atender, com presteza e eficiência, as demandas que lhe são apresentadas. Nenhum empreendedor que queira  operar legalmente  haverá de esperar, indefinidamente, a resposta do órgão ambiental, submetendo-se, desse modo,  a enormes prejuízos financeiros. Ademais, é sabido que a letargia do Poder Público acaba por fomentar a clandestinidade que, por sua vez, representa, quase sempre, o primeiro passo para a degradação do ambiente.

Aliás, para se garantir uma gestão ambiental mais ampla e eficiente é fundamental que os municípios assumam suas responsabilidades, enquanto integrantes do Sistema Nacional de Meio Ambiente, devendo contar, para isso, com o imprescindível apoio do Estado.  Com o mesmo objetivo,  o órgão ambiental estadual precisa ser descentralizado, estruturando seus escritórios regionais de modo a possibilitar que eles atendam, prontamente,  as demandas de suas regiões, desafogando a administração central e facilitando a vida dos administrados.

A propósito,  é preciso que tenhamos um órgão ambiental estadual que prime pela técnica, que não esteja "aparelhado" politicamente,  e que não seja visto por ninguém como um multiplicador de dificuldades e vendedor de facilidades.

Enfim, com esses e outros tantos aprendizados obtidos ao longo dos últimos anos, cresce a minha expectativa em relação ao modelo de gestão ambiental a ser adotado pelo próximo governo. Certamente, em poucos dias, com o anúncio do nome que haverá de comandar a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, todos poderemos ter uma noção do porvir.

Que Deus ilumine o amigo Pedro Taques! 

Domingos Sávio de Barros Arruda é promotor de Justiça de Defesa do Meio Ambiente. E-mail: d.savio@terra.com.br

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  • thiago marcellus aquino | Terça-Feira, 25 de Novembro de 2014, 11h41
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    Dr. Domingos Sávio, oportuna a sua opinião. Permita acrescentar mais alguns aspectos para a melhoria das atividades dentro da SEMA. 1. Condições mínimas de trabalho. Hoje o Analista Ambiental desempenha dois papéis no desempenho de suas funções em campo; o de Motorista e o de Analista, correndo RISCO DE VIDA, pois além da maioria não ter experiência em estrada, os veículos na sua maioria estão com manutenção precária.Pode? 2. Transparência. Há necessidade das ações da SEMA seja transparente efetivamente, para voltar a ter credibilidade da Sociedade, após mais de uma década de escândalos. Consultoria Independente. Se faz necessário urgentemente uma consultoria Externa e Independente, com o objetivo de fazer um trabalho imparcial de reestruturação dentro da SEMA. Sem intromissão de Governo e Sindicato, normatizando as atividades da Sema e dando segurança jurídica aos seus servidores. 3. Mudar radicalmente a política de valorização do servidor da SEMA hoje. Há muito o que mudar.Por exemplo: Hoje o SERVIDOR DOUTOR, tem o MESMO PESO na hora da avaliação para progressão na carreira, aos que detém dois cursos superiores ou duas especializações. Isso é o fim da picada, é uma verdadeira afronta ao principio da busca do conhecimento para a melhoria da qualidade dos serviços em qualquer parte do mundo.É só buscar Dr.Domingos que verás, e o pior tá na lei. kkkkkkkkkkkkk

  • jose de figueiredo | Terça-Feira, 25 de Novembro de 2014, 08h32
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    As vezes, aqueles que se dizem conhecedores da lei são traídos pela intuição da tentação do poder, comprometendo a imagem de uma instituição que têm sua prerrogativa definida na Constituição Federal de 88. Conciliar o direito ao meio ambiente estável – tido como essencial para assegurar os demais direitos fundamentais – e o direito à livre iniciativa econômica é das missões mais espinhosas ao se analisar uma causa que envolve questões ecológicas. O professor José Rubens Morato Leite defende mais regulação e mais fiscalização para garantir a preservação dos recursos naturais. “Sei que muitos taxam essa necessidade de intervencionismo. Mas quem diz isso pensa com a cabeça voltada para o passado e não consegue enxergar as demandas urgentes que a sociedade enfrenta”, afirma. Para o ministro Herman Benjamin, é equivocada a visão de que existe conflito entre preservação ambiental e livre iniciativa econômica. “Ambas as causas são amparadas pela Constituição de 1988. Mas a livre iniciativa não é irrestritamente ‘livre’. Ela só é livre se cumpre outros princípios previstos na própria Constituição como a solidariedade, que é o oposto do egocentrismo preconizado pelo capitalismo selvagem”, explica. Portanto, o tal "consenso social" nem sempre é possível, e os interesses coletivos por água potável, pelo ar puro, pela manutenção da biodiversidade, dentre outros, é inegociável.

  • miriam petrosky | Terça-Feira, 25 de Novembro de 2014, 07h50
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    miriam petrosky , Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • lucas cesar de arruda | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 22h50
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    espero que seja uma pessoa capaz de colocar em prática o seu plano de governo, será cobrado por isso daqui 4 anos. quanto ao eraí/adilton sempre subjulgaram o órgão ambiental a seus interesses empresariais, seria um retrocesso pedro taques seguir esse rumo, duvido muito!

  • Rebeca Cantarini | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 20h52
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    Tanto que a SEMA será entregue à um aliado de Eraí/Adilton...Aguarde amanhã...

  • Eron Cabral | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 20h18
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    Muito bem fundamentado o seu artigo, realmente precisamos de pessoas capazes de remodelar o Meio Ambiente á começar pela SEMA de forma Sustentável em todos os sentidos e ágio com transparência que todo órgão ou secretária tenha que ser, isto não é favor, é obrigação e competência, que creio que nosso futuro Governador Pedro Taques vai ter, para dar um choque de Gestão em nosso estado na qual tanto suplicamos nos dias atuais.

  • eduardo | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 16h13
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    Vou começar de trás pra frente, que realmente Deus ilumine o nosso amigo pedro taques para a escolha daquele que vai dirigir a secretaria de estado de meio ambiente, que é estratégica para o desenvolvimento com bases sustentáveis para o estado de mato grosso. Sempre digo que a SEMA é a secretaria mais importante do staff governamental por ser ela a única capaz de emoldurar a sustentabilidade como identidade governamental, mas, para isso é preciso que o gestor tenha essa visão e conhecimento de causa, ou pelo menos seja bem assessorado, coisa que infelizmente nos 12 anos não ocorreu. Fico preocupado quando se copia parágrafos do plano de governo do nosso governador na ânsia de mostrar afinidades que duvido que existam. Aliás, espero que pedro taques seja intransigente na busca da implementação do seu plano de governo, particularmente no capitulo de meio ambiente, pois vai proporcionar avanços históricos na busca da sustentabilidade. Com foco nisso, não há como "negociar" consensos com o objetivo de vislumbrar cargo no governo, assim como não tenha conectividade e respaldo da luta da maioria dos servidores da sema, que desejam mudanças e transformações verdadeiras no órgão ambiental. e a grande maioria desses técnicos não precisa ensina-los a trabalhar, pois possuem vastos conhecimentos na área, são éticos e comprometidos com uma gestão ambiental inovadora, e inovadora não só do ponto de vista de instrumentos de gestão, mas, de paradigmas, internalizando conceitos como sistema climático, aquecimento global, agricultura de baixo carbono, certificação, etc...mas, para encerrar, eu diria que o perfil ideal para assumir a sema deve ser a de uma pessoa que repassa confiança, que seja sincera, leal, transparente, que não use a metáfora do escorpião e da tartaruga, e muito menos subverta princípios e pressuposto em troca de um cargo no governo e que não use o nome de Deus em vão pois contradiz com a sua prática, de respeito ao ser humano e de tentar enxovalhar o nome das pessoas na mídia sem nenhuma prova concreta de suspeita de infração. Enfim, cada macaco no seu galho, todas as instituições merecem respeito, e a SEMA têm sido usado de forma leviana por políticos inescrupulos e por segmentos sedentos na agilização de licenças ambientais sem respeito a legalidade...concluindo, a SEMA precisa ser levada a sério e de respeito!!!!

ARTICULAÇÃO DUPLA | 24/11/2014, 11h:10 - Atualizado: 24/11/2014, 18h:04

Bezerra se torna principal cabo eleitoral das 2 únicas candidaturas à Ucmmat


Aos 73 anos, completados no último dia 3, o deputado reeleito para o terceiro mandato Carlos Bezerra se transformou no maior e mais influente cabo eleitoral da eleição à presidência da Ucmmat, entidade que congrega as câmaras municipais do Estado. Os dois candidatos são ligados ao cacique peemedebista. O presidente da entidade, Ebenezel Darby dos Santos é filiado ao PMDB. Ele é vereador em Cláudia e há seis meses comanda a Ucemmat, em substituição a Ismail Donassan (PSD). Edileuza Oliveira Ribeiro, no sétimo mandato em Guarantão do Norte, é mais ligada politicamente a Bezerra, embora não seja do PMDB, mas sim do PTC.

Rdnews/arquivo

carlos bezerra

Carlos Bezerra com 2 candidatos à Ucemmat

Bezerra, presidente regional do PMDB há duas décadas, é procurado pelos dois, mas, nos bastidores, está fazendo campanha pela candidatura de Edileuza, que tem 60 anos de idade e é uma figura bastante popular no Nortão. É vereadora desde 1988, com forte atuação na área social. A filha de Edileuza, Valéria Oliveira, foi secretária de Turismo de Guarantã do Norte.

Nos contatos com vereadores, o deputado pede voto para Edileuza, embora não admita isso publicamente. A ligação política de ambos é tão forte que a vereadora, que já foi do PP, DEM e está no PTC, exerce influência na indicação de emendas parlamentares de Bezerra, que já foi prefeito de Rondonópolis, deputado estadual, governador e senador.

A eleição acontece em 3 de dezembro. A Ucmmat enfrenta desgaste e descrédito, principalmente a partir da gestão Ismaili, que até se envolveu em escândalos. De 141 legislativos municipais, apenas 68 estão associados. Câmaras de cidades pólos pediram desfiliação, inclusive a de Colíder, onde Ismaili integra o quadro de parlamentares, além de Sinop, Cuiabá, Várzea Grande, Campo Verde, São José dos Quatro Marcos e Rondonópolis.

Edileuza, que tem como primeiro-vice da chapa Pedro Goes (PDT), de Lucas do Rio Verde, e como segundo-vice Renato Locatelli (PSD), de Canarana, acredita que desta vez vencerá a disputa pela Ucemmat, diferente do pleito de 2012, quando perdeu para Ismaili pelo placar de 159 a 246 votos. Admite que Bezerra é, de fato, articulador de sua candidatura.

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Comentários (5)

  • opolinario | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 15h25
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    Ótimo. Sem Bezerra, mas, ebenzel em contra partida tem TETÉ BEZERRA, ROMOALDO, DILMAR DALBOSCO, MAURO SAVI, NININHO, BOTELHO, DORNER, ZÉ DOMINGOS, PEDRO SATELITE, SILVANO AMARAL, TABORELLI

  • Diego | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 15h20
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    Sou vereador do PMDB e apoiei a eleição do Bezerra e não acredito que ele esteja fazendo essa sujeira com nosso amigo Ebenezel. Carlos Bezerra é um grande homem, articulador e jamais, seria enquadrado na infidelidade partidária. (eu acho)

  • carlinhos | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 14h39
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    carlinhos, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • fabio | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 14h37
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    Será que ainda querem manter o coronelismo dentro da ucmat? Voto de cabresto? chega de partidos mandando aqui dentro, ebenezel não precisa do apoio de caciques para depois mandarem dentro da ucmat chega de coronelismo e de partidos mandando na ucemat

  • Carlos Augusto | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 14h31
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    Bezerra deveria ter vergonha em apoiar essa pessoa. Cade a fidelidade partidária que ele tanto cobra dos pobres vereadores que não o apoiam? Quer dizer que, dois pesos, duas medidas? Quando é pra ele tem que valer, quando é para os outros, ai, tanto faz? É desta forma que cacique Bezerra faz politica? Onde esta a fidelidade, afinal, Ebenezel é do mesmo partido? Esse Bezerra é uma piada mesmo!

Colunista do dia | 23/11/2014, 23h:25 - Atualizado: 24/11/2014, 15h:37

Brasil, um carro sujo

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Sandra Alves

Um carro imundo, parado ao tempo há doze anos, coberto com lama por fora em razão do atoleiro, enxovalhado por dentro, pelos pés dos condutores. É esta a imagem do Brasil no caso Petrobrás. Esquema que movimentou 10 bilhões de dólares em corrupção no país, que compromete a economia e a credibilidade da nação. Hora da Polícia Federal, do Judiciário e dos brasileiros utilizarem "Lava Jato".

Algumas coisas são especialmente difíceis de engolir no Brasil. Entre elas, a presidente da República (Dilma Rousseff) afirmar que o momento é bom para o Brasil, que pela primeira vez tem condições para investigar a corrupção. Faz muito tempo que esta classe de políticos não se preocupa sequer em apresentar um mínimo de razoabilidade nos discursos.

A corrupção apurada na Petrobrás é um caso centenas de vezes maior do que qualquer um poderia imaginar. Já vimos muitas coisas audaciosas por bandidos no Brasil, mas um volume deste, dentro da maior e mais respeitável empresa brasileira, assombra todo o cenário mundial.

Para traduzir o que significa o dinheiro roubado do povo, com 10 bilhões de dólares é possível manter 22.300 escolas, atendendo 10 milhões de alunos. Ou ainda, construir 435.000 casas populares. Em Mato Grosso hoje 830.892 pessoas não tem renda para se sustentar, ou seja, com este número de casas populares, mais da metade das pessoas nesta situação passariam a ter uma casa.

E não é só isto, como diz o provérbio, desgraça pouca é bobagem. Dois são os aspectos: o ano já estava difícil do ponto de vista econômico, a indústria parada, o índice de crescimento do Brasil é zero (zero vírgula alguma coisa é zero afinal), inflação subindo, etc. Para piorar o cenário, a maior empresa do país (que levava ao exterior a representação econômica, de crescimento e seriedade) não consegue fechar um balanço (em termos simples, a análise de quanto dinheiro entrou e saiu do caixa).

O segundo, do ponto de vista político, o escândalo afeta todo o direcionamento do país (se é que existia algum). Qualquer providência que dependa da base partidária de PT, PMDB e PP está comprometida, já que estes partidos políticos possuem 172 deputados eleitos no Congresso Nacional e o centro da operação Lava Jato é o encaminhamento dos desvios de dinheiro da Petrobrás para estes partidos.

Bolívar Lamounier, cientista político, enfatiza que uma reforma moral precisa ser implementada no sistema presidencialista brasileiro. É preciso que o presidente da República apresente propostas e programas concretos para o Congresso, com a legitimidade e credibilidade necessárias para fazer o país prosperar. Apresentar propostas vazias leva a busca de apoio através de instrumentos ilícitos (propinas), tudo para obter aprovação de leis (reformas políticas).

Por outro lado, o assalto que ocorreu na Petrobrás é esquema criminoso, que precisa ser combatido pela Polícia Federal, Ministério Público e Judiciário. As ações fogem da esfera política. O desvio de dinheiro desta monta não tem que ser tratado como política, mas sim como crime. E daí, cabe ao Judiciário a aplicação de sanções.

O cenário vivido pelo Brasil é de crise. Tempos de dificuldade política, econômica e financeira, que provavelmente desaguarão no aumento de impostos e da inflação. Ademais, quando um Ministro do STF faz ironia ao comparar Mensalão e Lava jato, dizendo que pelo volume da corrupção o primeiro deveria ser julgado em juizado de pequenas causa, analogicamente, é sinal de que o carro está de fato imundo. Resta como última esperança acreditar nas instituições que ainda os combatem toda esta sujeira.

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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  • Beto Vilela | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 14h56
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    É uma vergonha mundial essa caso do Petrolão. Todos mais esclarecidos são sabidos dos acertos que antecedem a uma licitação e não seria diferente em uma empresa da magnitude da Petrobrás. Agora o que nos deixam revoltados é que os culpados não cumprirão as penas e nem devolveram os "bilhões" desviados. Farão um acordo de deleação premiada devolvendo um pouco de milhões e irão cumprir a pena em casa e logo estarão rindo de nossa cara novamente. Terão "cumprido" a pena e estarão livres para usufruir daquilo que é nosso por direito. Esse é o nosso Brasil....infelizmente.

  • Luiz Marcos | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 14h56
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    Parabéns Sandra, é exatamente assim que encaro esta roubalheira nas nossas instituições e empresas publicas. E a nossa querida Presidenta tem a cara de pau em afirmar que não é primeira vez que isto acontece. Nunca neste País se roubou tanto como agora.

  • Silvio Araujo | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 12h55
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    Minha querida o carro esta sujo a mais tempo as investigações apontam para 1996, quando FHC assinou o Decreto que dispensou a Petrobras de fazer licitações.

  • Ademar Adams | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 12h19
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    Ademar Adams, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Luis | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 12h05
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    Parabéns... Sandra, pela linha de construção e clareza do artigo, principalmente pelo colocação de ser "um esquema criminoso", devendo ser tratado como crime e não politica.

  • wagner | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 08h55
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    wagner, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • alves | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 08h46
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    sandra, eu concordo plenamente. que os politicos nao podem julgarem estas causas, para elas nao virarem pizzas. precisamos de mudança já.

POLÍTICO HOJE, TÉCNICO AMANHÃ | 23/11/2014, 20h:02 - Atualizado: 23/11/2014, 20h:48

Fabris não difere do perfil daqueles que hoje atuam como conselheiros do TCE


Qual a diferença em termo de perfil técnico e político de Gilmar Fabris da maioria dos conselheiros do TCE? Nenhuma. Então, porque não houve, quando da indicação dos que compõem hoje o Pleno, tantas resistências, protestos e ameaças de se buscar a Justiça para impedir nomeação ao cargo vitalício como as que se voltam contra Fabris?

Widson Maradona

gilmar fabris

Gilmar Fabris, suplente na AL 

Campos Neto, que ocupa a cadeira deixada pelo pai Ary, era tão político que, quando chegou ao TCE, providenciou a mudança do nome para Domingos Neto. Sai o Campos político e entra o Domingos técnico e impondo novo conceito, aquele atribuído a alguém com reputação ilibada e notório saber jurídico.

E, longe da militância e de cargo político, está se saindo bem. Aliás, há imposição legal para isso. Foi assim também com os ex-deputados Sérgio Ricardo, Humberto Bosaipo, Domingos Neto, José Novelli e Antônio Joaquim e com os ex-secretários de Estado Waldir Teis e Valter Albano.

O cargo é técnico, mas a nomeação é política, numa “costura” combinada entre a Assembleia e o governo estadual. Um Poder aprova e o outro chancela. A sabatina na Assembleia é de “faz de conta”.

Uma das aprovações mais rápidos se deu com o então deputado Alencar Soares, que se aposentou prematuramente cinco anos depois e se envolveu em escândalo por causa da suposta venda da vaga. Fizeram a ele quatro perguntas. Suas respostas foram desastrosas para quem se proporia a julgar contas públicas. Foi aprovado com direito a afagos e aplausos.

Fica com o cobiçado cargo de conselheiro quem o grupo político majoritário definir, mesmo havendo protestos. E vai ser assim com Fabris, um ex-deputado e suplente com atuação política, assim como fora aqueles que hoje são conselheiros. Fabris carrega estigma de polêmico, folclórico, sem papas na língua, que fala o que pensa e se tornou temido por muitos. Seu nome será aprovado na sessão da próxima quarta para o posto de conselheiro, que lhe renderá quase R$ 25 mil de salário e uma série de privilégios e regalias, muito mais do que usufruem os parlamentares. 

Fabris não vai se misturar com desiguais. Será igual aos demais em cargo com prerrogativa de desembargador. Será "moldado", assim como foi cada membro do Pleno. A fiscalização sobre a conduta dele enquanto conselheiro será tão intensa que, ao primeiro deslize, será acionado no STJ. Como está sob investigação, corre-se o risco de ser o Bosaipo do TCE do futuro.

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  • Paulo Cesar | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 16h05
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    Deveria ser ocupado por Servidor Público de carreira e não ser um presente para agradar àqueles que estão saindo da política ou agraciar compadre.

  • martha | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 12h47
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    Quando entrei no TCE/MT os servidores não podiam sequer abrir a boca para reivindicar qualquer coisa que já ficava marcado e taxado de subversivo, marca que alguns carregam até hoje, acredito que inclusive eu. Naquela época, a distância entre os servidores e os Conselheiros era tão grande que podia ser comparada da terra ao céu..ou ao éden. Não era por menos que o local dos gabinetes era chamado de "tapete verde". Por lá não era permitida a passagem de qq um. Somente a partir 2000 foi dada abertura ao diálogo com a casa. Foi quanto nos foi permitido, pela primeira vez, sentar à mesa de negociação com os conselheiros na construção do PCCS que vigiu até recentemente. Muitas coisas mudaram de lá pra cá, porém não se pode negar que os servidores e as Entidades tiveram participação efetiva nessas mudanças. Embora, precisa reconhecer que é preciso avançar a discussão em várias aspectos necessários para que o Tribunal adquira credibilidade perante a sociedade. Um das discussões, é o cumprimento dos requisitos e a transparência na escola de conselheiros. Embora as Entidades já vem de longa data tratando desse assunto, inclusive judicialmente, somente agora o tema despertou interesse da mídia e da sociedade organizada em geral. Nós servidores estamos organizados e unidos (como nunca tivemos antes), por meio de nossas Entidades representativas: AUDIPE (Associação do Auditores), AAPTCE (Associação Aposentados), ASTECONPE (Associação dos Técnicos), o nosso SINTTCONTAS (Sindicato dos trabalhadores do TCE/MT), além das Entidades representativas, como a nossa federação: FENASCONTAS....eis aí a grande diferença..porque agora temos VEZ E VOZ!

  • Evaldo sergio | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 11h37
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    Mais claro impossivel. Parabens .

  • WALACCE | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 10h30
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    KKKKKKKKKKKKKKK, ESSE EU QUERO VER DE CONSELHEIRO, EITA QUE O RIVA SAI DO MANDATO MAIS AINDA VAI MANDA EM TUDO, ESSE E O CARA, MAIOR POLITICO DA HISTRIA DE MATO GROSSO E QUER VER AINDA QUE O FABRIS (RIVA) VAI VOTAR A CONTAS DE GOVERNO DO TAQUES... KKKKKKKKKKKKKKK

  • octavio augusto regis de oliveira | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 10h21
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    deixem o homen trabalhar n ao podemos julgar ninguem antecipadamente para mim isso tudo nao passa de inveja de pessoas recalcadas que nao conseguem ir alem de presidente de sindicato sem expressao VAMOS LA GOVERNANADOR O SENHOR TEM A CANETA USE-A NOMEIE O HOMEN PRECISAMOS DE GENTE LEAL E AMIGO DOS AMIGOS senao cuidado a hora que o senhor deixar a cadeira

  • Elifas Ribeiro | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 09h50
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    Essa matéria completa o meu pensamento e de toda torcida do flamengo e do corinthians juntas EXTINÇÃO DO TCE PRA ONTEM.....JÁ

| 23/11/2014, 10h:53 - Atualizado: 23/11/2014, 11h:03

Blairo procura Dilma nesta 2ª para se opor à Kátia e defender permanência de Neri


Blairo Maggi decidiu reagir em defesa da permanência de Neri Geller como ministro. Mas pode ser tarde demais. A presidente Dilma avançou nos acordos com o PMDB para ter a senadora Kátia Abreu na pasta de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Neri não se conforma. Nos contatos com aliados, enfatiza que “fez muito em pouco tempo” e que, se tiver respaldo conforme prometido dos segmentos do agronegócio, especialmente de figuras como Blairo, conseguirá convencer Dilma a mantê-lo.

O ex-governador e senador mato-grossense, que já se recuperou de uma cirurgia para combater uma diverticulite (inflamação no intestino grosso), viaja a Brasília nesta segunda. Quer audiência com a presidente Dilma. Sustentará o discurso de que Neri, que se tornou seu afilhado político, “apesar do pouco tempo no cargo, fez excelente trabalho, tem apoio do PMDB, da bancada ruralista e de entidades de classe e produtores”.

Geraldo Magela

blairo maggi

Blairo Maggi, um dos que convenceram Dilma a nomear Neri Geller à Agricultura, se articula de novo para manter o afilhado político no Ministério, apesar do Planalto sinalizar para escolha de Kátia Abreu

Na condição de aliado político e um dos que contribuíram financeiramente com a campanha da petista, Blairo adiantou a assessores próximos que alertará a presidente sobre o risco de cometer equívoco, principalmente se tiver intencionada em nomear para o lugar de Neri a colega senadora Kátia Abreu. E fará críticas à parlamentar, que foi do DEM e hoje está no PMDB. Observa que movimentos sociais, como o MST, rejeitam essa indicação e que poderá haver protesto se Kátia for a escolhida. 

Uma das principais lideranças do PR e voz forte do agronegócio, Blairo recebeu informações de que, nos bastidores, Dilma está prestes a recuar do nome de Kátia. Produtor rural em Lucas do Rio Verde, onde foi vereador, Neri, por sua vez, segue em contato permanente com várias lideranças de dentro e de fora do Palácio do Planalto, tudo para ser mantido no primeiro escalão.

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  • Rebeca Cantarini | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 11h41
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    Se Kátia for nomeada, Rui Prado assume a CNA, e a liderança de Maggi perante o agronegócio de MT está liquidado. Simples.

COLUNISTA DO DIA | 22/11/2014, 22h:35 - Atualizado: 23/11/2014, 09h:10

Urgência e emergência odontológica

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Jackelyne Pontes

Para falarmos em urgência e emergência odontológica é necessário que saibamos a definição de cada situação. Urgência é quando existe a necessidade de um atendimento com rapidez, na proporção da gravidade, mas sem risco eminente à saúde. Já a emergência é toda a situação que envolve risco de morte. As urgência e emergências odontológicas, nas estatísticas, somam uma grande fatia dos atendimentos. A maior procura dos serviços é para o caso de doenças da polpa e suas estruturas adjacentes cujo sintoma mais relevante é a dor.

O diagnóstico feito pelo profissional que faz esse tipo de atendimento é algo muito precioso, pois a presteza deste e o estabelecimento do tratamento adequado pode ser definitivo na conservação do elemento dentário e na interrupção do processo da doença. Além dos sintomas de dor, os pacientes procuram o serviço com quadros de hemorragia, traumatismos, abcessos gengivais e periodotais, perdas funcionais, próteses fraturadas e complicações pós-cirurgicas. Cabe ao cirurgião-dentista estar preparada para acolher, diagnosticar e tratar essas complicações.

Uma coisa é certa: o profissional deve seguir os princípios e diretrizes do SUS, do acolhimento, vínculo, humanização, todos os usuários com queixas de sintomas relacionados às urgências odontológicas devem ser atendidos no mesmo período do dia, independente da queixa, número e horário que chegavam procurando a clínica odontológica. Dito isso sugiro que este serviço ofertado pelo nosso município seja reorganizado. Não consigo imaginar um serviço de urgência e emergência restringindo o atendimento a algumas fichas. Claro que não é o caso generalizado, temos na rede inúmeros profissionais comprometidos com a sua função e que dentro de sua carga horária presta um serviço valioso e que realmente se importa com a situação de dor ou injúria daquele que o procura.

A equipe que trabalha na urgência/emergência deve ter um olhar aguçado para a situação dos que procuram a unidade de saúde, e ter consciência que este tipo de atendimento não deve ser um meio de acesso ao serviço para a demanda reprimida. Este deve ter uma abordam resolutiva e eficaz. Alguns usuários utilizam-se deste tipo de atendimento de forma abusiva e tornam-se uma clientela fixa própria deste serviço, o que devemos evitar. Se nos voltarmos para alguns anos passados o modelo de odontologia era excludente, onde o usuário era atendido somente em caso de urgência e com tratamentos mutiladores, então nos “acostumamos” a procurar o serviço odontológico somente em caso de dor desvalorizando ou mesmo ignorando ações de promoção, prevenção e proteção da saúde. 

 É necessário elaborarmos um protocolo de ações, a falta de consenso e de critérios para a definição de urgências/emergências potencializa esta situação. A adoção de novos hábitos não é fácil, mas com uma equipe segura, confiante, embasada e respaldada pelos gestores é possível avanços e melhorias. Sugerimos um fluxograma de atendimento, que inicia-se com a acolhida, classificação de riscos, tratamento e continuidade da atenção odontológica, mesmo que este paciente não esteja inserido na agenda programática. A melhoria do vínculo e a responsabilização da equipe também é primordial. O que não podemos é deixar que o usuário volte para a sua residência com a queixa que o trouxe até a unidade de saúde. Isso é desumano!

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, filiada ao Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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ENQUETE | 22/11/2014, 10h:15 - Atualizado: 22/11/2014, 10h:38

Qual a expectativa sobre Governo Taques?

interrogacao enquete

 

Está no ar uma nova enquete, no bloco de baixo da capa do portal. A pergunta é a seguinte: "Qual a sua expectativa em relação ao Governo Pedro Taques, que começa em janeiro?"

Ele foi eleito chefe do Executivo no primeiro turno. Ex-procurador da República e hoje no mandato de senador, apresenta discurso duro, em defesa da moralidade pública, da eficiência, da transparência e da honestidade. Nesta fase de transição, anunciou que fará mudanças na estrutura da máquina, com redução e fusão de secretarias, empresas e órgãos e quer acabar com metade dos cargos comissionados. Busca economia dos cofres públicos e mais recursos para investimentos.

Então, dê o seu voto. E deixe aqui, logo abaixo, comentário acerca do assunto.

A enquete anterior perguntava sobre quais setores possuem mais credibilidade. Votaram 6.454 internautas - o sistema do permite um voto por IP de computador. Curiosamente, aparece em primeiro lugar a opção "Nenhum deles", uma prova da descrença de grande parte dos internautas em relação às entidades e instituições. O "Nenhum deles" teve 1.842 votos (28,5%). A segunda opção foi Polícia Federal (1.736 votos - 26,9%), seguida do Ministério Público, com 679 votos (10,5%). O resultado não tem valor científico e nem trata-se de pesquisa - confira abaixo como ficou o resultado completo.

enquete poderes

Enquete sem valor científico e com o resultado da votação em relação a credibilidade das instituições

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CARGO VITALÍCIO | 22/11/2014, 09h:33 - Atualizado: 22/11/2014, 11h:09

Assembleia aprovará na 4ª nome de Fabris à vaga de Bosaipo no TCE - conheça Pleno


Na próxima quarta (26), a Mesa Diretora da Assembleia já fará sabatina e aprovará indicação do nome do ex-deputado e suplente Gilmar Fabris para o cargo vitalício de conselheiro do Tribunal de Contas.  Um dia antes, Humberto Bosaipo, há três anos afastado do Pleno por decisão do STJ, protocola pedido de aposentadoria. No último dia 3 Bosaipo completou 60 anos. Receberá aposentadoria integral, hoje em R$ 24,1 mil mensais.

A notícia sobre indicação do polêmico e emblemático Fabris para o TCE, antecipada com exclusividade pela editora Valérya Próspero,  em matéria no Rdnews na última quarta, caiu como uma bomba – confira aqui.

Alguns segmentos, inclusive vinculados a servidores do próprio Tribunal, começaram a se organizar, na tentativa de impedir a nomeação. Mas tanto a saída de Bosaipo quanto à entrada de Fabris estão bem articuladas politicamente. Cabe à Assembleia, ainda sob influência do deputado José Riva, do mesmo PSD de Fabris, fazer a sabatina e com todas as possibilidades de aprovação do nome. E, ao governador Silval Barbosa, a 40 dias de concluir o mandato, assinar o ato de nomeação. Os dois lados têm pressa. Sabem que dificilmente emplacaria Fabris no TCE se deixarem para o próximo ano, quando a Assembleia inicia nova legislatura e Pedro Taques já estará na cadeira de governador.

Mesmo sob protesto, na próxima semana Fabris se juntará no Tribunal a velhos companheiros da vida pública, como os ex-deputados Domingos Neto, Sérgio Ricardo e Antonio Joaquim e aos ex-secretários de Estado Waldir Teis, Valter Albano, José Carlos Novelli - confira abaixo detalhes dos nomes que compõem o Pleno.

Mário Okamura/Rdnews

tce blog romilson composicao

Pleno do TCE, com 7 conselheiros, que entram para cargo vitalício sob indicação da AL ou do Governo

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Comentários (13)

  • ZÉ RODELA E BERADINHA | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 18h14
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    ZÉ RODELA E BERADINHA, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • nei | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 10h18
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    Mais uma vez, é muito vergonhoso e imoral para Mato Grosso caso isso venha acontecer.

  • joa | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 08h49
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    Caro romilson....Além de todas essas benesses os conselheiros possuem verba indenizatoria mensal de 35 mil reais. ..dá uma pesquisada melhor para vc ver....

  • Ana | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 03h51
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    Riva não ganhou a eleição, mas deixou como presente de grego aos Mato-grossense o hilariante Gilmar Fabris. Meses atrás estava sendo conduzido pela PF para prestar esclarecimentos de seus atos mal feitos.

  • luiz | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 23h05
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    Vergonhoso. Essa regra absurda da constituição de colocar qualquer apaniguado nos tribunais de contas, sem qualquer qualificação parece uma piada de mal gosto. Depois dizem que o problema do país não é o legislativo. Vergonha por demais

  • Ademir | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 18h02
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    Ademir, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • wander | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 16h40
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    vergonhoso

  • Aline Maria | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 15h21
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    Que tchurminha hein....

  • Augusto | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 10h53
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    Tenho vergonha de ser Cuiabano e ter de assistir um órgão ter aceitar isso complacentemente como cordeirinhos... Vergonha de um povo mantido no analfabetismo político... Vergonha de políticos corruptos que perpetuam parentes no poder... Vergonha de jornalistas tendenciosos que vendem seus espaços para esses mesmos corruptos

  • AQUILINO FIGUEIREDO | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 10h41
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    ESSA COMPOSIÇÃO HILARIA CABE MUITO BEM O FOLCLORICO GILMAR FABRIS.KKKKKKKKKKKKKKK

Colunista do dia | 22/11/2014, 06h:20 - Atualizado: 22/11/2014, 06h:37

Articulistas são os olhos críticos do povo

Gilson_Nunes_sabado

Gilson Nunes

Tenho recebido criticas, não muito solidárias, desde que comecei a escrever sobre alguns assuntos considerados polêmicos, ou que a sociedade discorde do meu ponto de vista. Entretanto, as criticas construtivas me têm sido mais constantes, e, por isso, continuo fazendo o meu papel de olheiro do povo. Ser articulista não é uma tarefa muito fácil. Ele deve ter conhecimento sobre o assunto que vai dissertar e, ao mesmo tempo, colocar a sua opinião de forma que o leitor entenda ou que a deixe clara e objetiva de maneira tal que contribua para o leitor construa a sua própria opinião. 

O conhecimento sobre determinado assunto não vem ou surge por acaso, de uma hora para outra. É preciso que o articulista ouça a sociedade, seus anseios, suas vitórias ou decepções, e tudo o que possa envolvê-lo de uma forma direta ou indiretamente. O resultado de um artigo tem e deve ter, em primeiro lugar, o respeito no tratamento referente ao personagem em destaque. Em segundo lugar, abordar o tema, conforme o caso, com total imparcialidade, posto que as diferenças sociais fazem parte da democracia e que, dentro  dela, o direito que lhe faculta a soberania. 

A importância do articulista para a sociedade, em certos assuntos, caracteriza-se em interpretar atitudes e/ou decisões políticas, se esse for o tema em questão, fundamentando-o de maneira tal que sirva de elemento básico para a sociedade tirar suas conclusões. Quando um político diz que precisa ouvir a sociedade, no que tange a pauta do dia, na verdade ele está dizendo que o assunto deve ser discutido e digerido por ela. Por outro lado, a sociedade, baseada na visão do articulista ou critico do assunto, haverá de colocar seu ponto de vista. Os articulistas, analistas e cientistas políticos aparecem, nesse caso, como porta vozes desse relacionamento. 

É enganosa a ideia de que o articulista é sabedor de tudo, que ele se mete em tudo, inclusive onde não é chamado. Pelo contrário, o que ele faz é ouvir o que for possível da sociedade, que se complementa nos livros, nas manchetes de jornais, revistas, enfim, o que circula pela mídia afora. Na sequência, após um bom entendimento sobre o assunto, o articulista então revela o seu pensamento. Nada pode ser leviano ou autoritário, mas sim, uma simples opinião fundamentada por critérios. 

O grande erro do articulista é, por conseguinte, tentar escrever sobre aquilo que não tem conhecimento ou, acredite, pelo fato de que o seu conhecimento sobre o assunto seja tanto que lhe torne capaz de ser imperialista, autoridade e autoritário. Nesse último caso, se proceder, ele corre o risco de ser tendencioso. A esse articulista, todo cuidado com a ética e o caráter são importantes para a manutenção de sua credibilidade. 

Gilson Nunes é jornalista e funcionário público e escreve neste Blog todo sábado. E-mail: gnunes01@yahoo.com.br

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| 21/11/2014, 18h:31 - Atualizado: 21/11/2014, 18h:41

Emanuel diz que Taques mantém discurso de campanha e o vê "bem intencionado"


O deputado estadual reeleito Emanuel Pinheiro (PR), que hoje se enquadra na base aliada do Governo e na próxima legislatura passará a compor a oposição ao eleito Pedro Taques (PDT), diz que o pedetista simboliza o momento de mudança que o Estado buscava e tem se esforçado para demonstrar isso na indicação do secretariado. “Acho que Taques é um homem bem intencionado, que está com gás muito grande para trabalhar. Hoje passamos por momento de mudança, de reoxigenação, de novas forças subindo ao poder do Estado”, explica em entrevista ao Rdnews, nesta sexta (21).

Neste sentido, o republicano ressalta que Taques está atuando de forma cuidadosa e discreta, até mesmo para que não fuja do que prometeu e mantenha coerência do que foi dito em campanha com aquilo que está sendo feito neste período de pré-posse. O deputado também ressalta que se compromete em ajudar o governador eleito para aquilo que for possível, principalmente nas ações que possam impactar de melhoria na vida dos mato-grossenses. 

Embora seja da situação, Emanuel afirma que o fato de Taques revogar os “super-poderes” do vice-governador já é motivo de boa relação entre ambos, tendo em vista que neste Governo o deputado foi ferrenho, neste sentido, no qual alegava ser ilegal a condição do atual vice-governador Chico Daltro (PSD) acumular funções. Segundo o republicano, sua luta é para preservar o ordenamento jurídico a fim de evitar que precedentes sejam abertos nas prefeituras, por exemplo. De todo modo, o parlamentar reforça que manterá uma linha independente e estará do lado de Taques em todas as ações favoráveis a Mato Grosso.

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