Cuiabá, 31 de Maio de 2016
  • Alline Marques

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  • Valérya Próspero

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Articulação | 01/11/2011, 16h:18 - Atualizado: 01/11/2011, 16h:36

Com cargos, comunistas colam nos governos Galindo e Silval

    A exemplo dos petistas, os comunistas também continuam ávidos por cargos e poder no Estado. Há dois meses, o PC do B, que possui menos de 200 filiados, conseguiu emplacar Ana Flávia como administradora da Regional Norte. Ela disputou, seu sucesso, vaga de deputada federal no ano passado. Teve 23.718 votos. Pelo cargo de subprefeita, ela ganha R$ 3 mil mensais. Ana Flávia é uma das pré-candidatas comunistas à vereadora pela Capital. O partido conta ainda com Ivo Aguiar Lopes como diretor-executivo do Procon de Cuiabá.

   Os comunistas não gravitam apenas em torno do Palácio Alencastro. O partido conseguiu indicar a professora Janete Oliveira de Carvalho como adjunta de Políticas Especiais da secretaria de Esporte e Lazer do governo Silval Barbosa. Na prática, são aliados do petebista Galindo e do peemedebista Silval.

    Curiosamente, a vinculação com o poder dos comunistas é prevista em estatuto. É por isso que dão importância vital à ocupação dos cargos públicos, o que pode servir de explicação para o aparelhamento dos órgãos que ocupa. O artigo 59º sustenta que os cargos eletivos ou comissionados dos governos dos quais a legenda participe constituem "importante frente de trabalho e está a serviço do projeto político partidário, segundo norma própria do Comitê Central". Quem ocupa mandato eletivo deve destinar pelo menos 1% do salário mensal ao partido. Os que detêm cargos eletivos ou em comissão pagam contribuições especiais a serem especificadas pelos órgãos partidários. Embora o PC do B não revele o montante, há informação de que, nesses casos, pode chegar a 40% do salário.

    Histórico

   A entrada do Partido Comunista do Brasil no século 21 foi marcada pela contradição, a palavra preferida de seus dirigentes quando se referem ao capitalismo, segundo eles "agonizante", ao jogo de poder e aos parceiros das alianças que o levaram para o governo e até lhe reservaram um ministério, o do Esporte, mesmo sob denúncias de irregularidades na distribuição de verbas, aparelhamento por parte de entidades de seu círculo íntimo e supostas cobrança de propina. Nesse processo de contradição política e ideológica, ao mesmo tempo o PC do B mantinha em seu estatuto a doutrina marxista-leninista como princípio de tudo e foi se adaptando facilmente aos tempos da social-democracia do PT. Ainda se diz de esquerda.

    Mesmo na clandestinidade, no fim dos anos 70 e início dos 80, o PC do B já vinha atuando dentro do MDB e PMDB, na ala denominada "Movimento Popular". Depois da redemocratização, se tornou um parceiro avançado do governo do presidente Lula. Em Mato Grosso, trata-se de uma sigla nanica. Chegou a ganhar a Prefeitura de Barra do Garças com Zózimo Chaparral, mas a gestão foi tão pífia que deixou o próprio partido desmoralizado. Já em âmbito nacional, conta com 14 deputados federais, 18 estaduais, 2 senadores, 42 prefeitos, 66 vice-prefeitos e 608 vereadores.

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Comentários (8)

  • Sergio Negri | Quinta-Feira, 03 de Novembro de 2011, 01h21
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    Até há pouco tempo, o PCdoB era considerado um partido nanico, segundo a expessão utilizada pelo próprio Romilson em sua pseudo matéria jornalística. De repente se torna a sigla mais atacada pela mídia golpista brasileira! Por que será? De que tem medo aqueles que nos detratam sem absolutamente nenhuma prova? Talvez a resposta esteja exatamente no compromisso histórico desse partido para com os trabalhadores brasileiros. Compromisso que se busca materializar segundo táticas que procuram se adequar as caracteristicas da dinâmica da luta de classes, ou seja, a partir de uma leitura científica das contradições do mundo real! Não compreender essa premissa básica do marxismo-leninismo, ou se deve a ignorância ou coisa pior, alinhamento sistemático ao anti-comunismo rasteiro do conservadorismo representado caninamente pela mídia da vala comum, da maré baixa, como diria Mino Carta.

  • Rimem | Quarta-Feira, 02 de Novembro de 2011, 10h55
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    depois do comentário do aslan os outros comentario e todos do proprio Rd news rrrrr tomo Romildo, trabalha serio rapas vc nao tem nada a perder

  • Reginaldo Lopes | Quarta-Feira, 02 de Novembro de 2011, 08h39
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    Concordo plenamente com os comentários do Blog do Romilson, estamos falando do PC do B de Mato Grosso realmente as atitudes dos dirigentes Estadual joga toda filosofia do partido no no lixo. Realmente são todos apaixonados por cargos público, falo com conhecimento e convivência por mais de 8)oito) anos na condição de filiado a esse partido, nada contra o partido más sim com uma visão pifia dos seus dirigentes que andam como um barco sem norte para ancorar, é só observar os últimos apoios políticos primeiro participaram do Governo Wilson Santos, que era do PSDB oposição ao Governo Federal, após sugarem alguns cargos abandonaram o Governo de Wilson e partiram para o Governo Silval Barbosa, nesse período vieram em Barra do Garças e atropelaram os membros do PC do B local, como se o partido tivesse somete um filiado o ex- Prefeito Chaparral, que por razões pessoais foi digno de expresar sua vontade e seu compromisso com o seu voto, más os demais membros do partido não podiam serem jogados na vala. A verdadeira Democracia é exatamente isso, diferença de opiniões que no mínimo devem ser respeitads e não em nome do partido jogarem todos na condição de traidores não é esse PC do B que conheci quando filiei nas suas fileiras. Me lembro logo de início do governo Blairo participei de alguns encontros em Cuiabá e nesse período o partido analizava o Governo na condição da besta fera, de repente as coisas foram mudando as coisas foram mundando não o Blairo que continuava o mesmo Demônio destruidor do meio Ambiente em Mato Grosso, esse era o dircurso inflamado dos dirigentes do PC do B em Cuiabá, más já que o tempo é o juiz das causas impossiveis lá estava o PC do B fazendo parte do Governo Blairo Magi.

  • Ubirajara Itagi | Quarta-Feira, 02 de Novembro de 2011, 03h05
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    É um encontro de alto nível. De um lado o velho PCdoB que, segundo alguns comunistas, adentrou o Araguaia e desapareceu para sempre. Do outro lado, um representante da mídia chapa branca, financiado pela Assembléia Legislativa segundo o MCCE. Enfim, é a dialética entre o roto e o esfarrapado.

  • Augusto Aguiar | Terça-Feira, 01 de Novembro de 2011, 21h47
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    O PCdoB representa oque há de mais sujo na política brasiliera. Constituem partido somente para negociar cargos e somar gordas quantias nos bolsos de sua militância. Nunca representaram seus principios ideológicos, vulgarizando a doutrina de Marx, Engels e diversos outros pensadores socialistas/comunistas. O PCdoB com sua juventude pseudo-socialista conseguiur acabar com a principal instituição de defesa dos interesses estudantis, a UNE, que hoje vive aparelhada ao estado e esta sendo indiciado por uso de dinheiro público em festas regadas a Whisky. Uma pena termos ainda cidadãos que ainda acreditam neste partido de aluguel.

  • Aislan S C Galvão -Presidente Estadual d | Terça-Feira, 01 de Novembro de 2011, 21h11
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    Caro Senhor Romilson Dourado, Os seus escritos apresentam inconsistências de informação e conhecimento, mas da conta dos seus objetivos. Mas saiba que é por essas e outras atitudes que você esta perdendo a credibilidade que estava conquistando perante a opinião publica. Na verdade esta credibilidade é fruto da competência de profissionais que trabalharam e trabalham no seu veiculo de comunicação. No dia de hoje uma competente jornalista do RDnews entrou em contato querendo saber informações sobre a nossa 16ª Conferencia Estadual, eu prontamente prestei todas as informações necessárias, inclusive encaminhando e-mail sobre detalhes, e de forma capciosa o Senhor subtrai as informações e revela um veneno anti-comunista através da matéria acima. O Senhor não tem o direito de fazer isso com seus colaboradores. Sinceramente como dirigente partidário terei receio de prestar informações para o seu veiculo de comunicação. E faço um desafio, como bom filiado a cuiabania, “duvide ó dó” que o Senhor publique este comentário. E claro se você nos der espaço iremos responder todas as suas acusações.

  • Rodrigo | Terça-Feira, 01 de Novembro de 2011, 18h46
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    O PC do B administra o CUA/UFMT com José Pessoa, o pelego-mor.

  • Paulo | Terça-Feira, 01 de Novembro de 2011, 18h34
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    Esse é o eterno PCdoB, sem eira nem beira, e com cara de extrema esquerda, sempre infestou as universidades públicas, dentro dos DCE´s. Sempre pregando um pseudo comunismo ao mesmo tempo que fechava acordo com candidatos de direita, fosse para reitor, fosse para qualquer cargo politico partidario. Mas como qualquer alma sedenta, adora cargos, dinheiro e até poder. É uma vergonha. Não entendo como é que ainda tem órgão de vigilância que ainda dá importância pra esse pessoalzinho, que não representa nenhum perigo, além de parasitar os governos.

LDO | 31/05/2016, 17h:00 - Atualizado: 02h atrás

Redução de 15% no duodécimo divide os deputados que "miram" presidência da AL

O anúncio do Pacto Por Mato Grosso, que prevê a redução de 15% dos duodécimos dos Poderes para enfrentar o desequilíbrio financeiro do Estado, divide a opinião dos deputados estaduais que almejam disputar a presidência da Assembleia nas eleições previstas para setembro. O corte nos repasses constitucionais está previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2017 já em tramitação no Legislativo. 

Candidato à reeleição, o presidente da Assembleia Guilherme Maluf (PSDB) já se comprometeu com a redução do duodécimo em 15%.  Entretanto, defendeu que a medida seja amplamente debatida no Parlamento antes de ser aplicada na prática. “Não podemos deixar de fazer o nosso papel neste momento. Não podemos deixar de entender que este esforço não é para castas ou segmento, mas é um esforço coletivo para os três milhões de habitantes que vivem no Estado de Mato Grosso”,  pontuou o tucano. 

Já o vice-presidente Eduardo Botelho (PSB), que se articula para disputar a presidência, avalia que a redução do duodécimo poderá comprometer as finanças do Legislativo. Botelho argumenta que a Assembleia não pode aceitar o corte sem  estudo técnico sobre o impacto da medida. “Não podemos esquecer que a Assembleia assumiu o FAP, parte da folha dos inativos e está pagando as perdas da URV aos servidores. Logo o PCCS estará em vigor. Não podemos fazer lero-lero, dar um uma mão e depois pedir com outra”, declarou. 

Gilberto Leite/Rdnews

Emanuel_Pinheiro_fronteiras

 Pinheiro defende que poderes se unam contra crise

Virtual candidato a presidente da Assembleia, o deputado estadual Emanuel Pinheiro (PMDB) considera a medida positiva porque todos os Poderes compartilham a responsabilidade de enfrentar a crise. “Sou favorável aos Poderes cortarem na própria carne desde que tenham os recursos para o pleno funcionamento assegurados. O parlamentar também defende que os recursos economizados cheguem na ponta, beneficiando os cidadãos. O Governo  agiu bem ao propor o debate, sem tentar empurrar a medida goela abaixo”, concluiu. 

Governo e Oposição 

O líder do Governo, deputado estadual Wilson Santos (PSDB), afirma que o Pacto por Mato Grosso deve ser ampliado. Segundo o tucano, o agronegócio também pode contribuir com a superação do desequilíbrio financeiro aceitando a taxação das commodities. “E os servidores podem dar sua parcela de contribuição entendendo o momento delicado e deixando de fazer greve para privilegiar os interesses da sociedade mato-grossense”, desafiou. 

O deputado estadual Zeca Viana (PDT), que faz oposição sistemática ao Executivo, criticou a redução de 15% do duodécimo da Assembleia em 2017. Disse que a medida é demagógica e cobrou que o governo do Estado faça o enxugamento da própria máquina administrativa antes de exigir sacrifício dos outros Poderes.  “Não vejo com bons olhos. Se tirar 15% , a Assembleia não conseguirá honrar seus compromissos. O Governo quer tirar dos outros, sem cortar na própria carne. A tal segunda etapa da reforma administrativa por enquanto não passa de promessa”, critica o pedetista. 

Pacto por Mato Grosso 

A discussão da LDO 2017 tratará da redução de 15% do duodécimo dos poderes Legislativo e Judiciário, do Ministério Público Estadual (MPE) e Tribunal de Contas do Estado (TCE), conforme acordo entre o governador Pedro Taques (PSDB) e os chefes desses Poderes. A medida é parte do Pacto por Mato Grosso, uma série de ações com o objetivo de vencer a situação de desequilíbrio fiscal em que o Estado se encontra.

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Comentários (1)

  • alexandre | Terça-Feira, 31 de Maio de 2016, 17h10
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    a despesa de uma quadra ser maior que muitas UO que atendem o cidadão no Estado todo isso é demagogia, querem construir palacios de 79 milhoes a custas de impostos e do suor do servidor não permitiremos.... 450 milhoes anual é a despesa da AL.

| 31/05/2016, 08h:28 - Atualizado: 31/05/2016, 08h:35

Vantagens e desvantagens da lipoaspiração

benedito figueiredo cirurgiao

Benedito Figueiredo

Com as novas tecnologias surgindo em todas as áreas, a cirurgia plástica tem sido muito beneficiada para as pessoas que querem melhorar a aparência física.

Uma das que tem sido anunciada como novidade, mas já tem alguns anos no mercado, é a lipoaspiração a laser, que é muito semelhante à lipoaspiração tradicional, tendo seu período de recuperação reduzido, mas não é indicada em todos os casos.

Mas qual a diferença da tradicional? Na lipoaspiração a laser antes de a gordura ser aspirada, ela é rompida com laser facilitando a sua retirada. O laser chega até os depósitos de gordura através de uma cânula com uma fibra ótica acoplada. O laser, normalmente de CO2 ou de Diodo, atua através da fibra ótica, quebrando a membrana das células de gordura, fazendo com que elas se dissolvam.

O procedimento também é feito em hospital como a lipo tradicional com anestesia, risco cirúrgico e não é indicada para pacientes com estrias, excesso de pele flácida e com pouca elasticidade, que sejam hipertensas, diabéticas e obesas. Ela é mais indicada para paciente com pouco depósito de gordura que esteja dentro do peso saudável, para evitar complicações durante a operação.

Ela pode ser feita em qualquer parte do corpo em que haja gordura localizada. Abdômen, região dorsal, coxas, lateral das mamas, braços, submento (papada) e pode durar de  1 e 4 horas com internação de 24 horas.

A recuperação desta cirurgia costuma ser mais rápida. O repouso é de 3 a 5 dias e em 15 dias está liberado para atividades cotidianase exercícios físicos. Pode haver manchas roxas por até duas semanas e é indicado usar o macaquinho modelador por 45 dias.

As desvantagens são que pode advir uma má cicatrização das incisões, irregularidades e depressões em áreas aspiradas em demasia e assimetria de contorno pelo mesmo motivo. O maior risco é que  pode ocorrer queimadura na pele quando a energia do laser se concentra em foco na mesma, portanto sua escolha deve ser ponderada com um cirurgião plástico que tenha registro no Conselho Regional de Medicina( CRM), Registro de Qualificação de Especialização(RQE) e ainda se faz parte da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP, por conta dos riscos.

Benedito Figueiredo Junior é cirurgião plástico na Angiodermoplastic - drbeneplastica@gmail.com

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| 31/05/2016, 00h:00 - Atualizado: 30/05/2016, 17h:57

Quem não está em risco?

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Olga Lustosa

“Este mundo está cheio de monstros. Há racismo, homofobia, ódio étnico, ódio de classe, ódio político e ódio religioso. Nunca devemos pensar que o inconcebível não acontece - acontece com frequência e atrocidades estão acontecendo agora e nós devemos querer saber não apenas quando esse ódio terminará, mas como isso começou”. Trechos do discurso proferido por Steven Spielberg na Universidade de Harvard, onde recebeu o título de doutor em Artes.

Esse discurso serve às sociedades que não concebem a educação como um bem maior, como talvez o único mecanismo que pode coibir as barbáries que estão ocorrendo de forma sistêmica e repetitiva no Brasil. 405 mulheres por dia ou 1 a cada 4 minutos são vítimas de violência atendidas pelo sistema público de saúde – SUS.

Na rede particular, a maioria dos casos não são reportados às autoridades policiais, embora saibamos que casos de estupros não se limitam a uma classe econômica ou outra; há denúncias por todo o país.

A cidade do Rio de Janeiro tem registrado altíssima taxa de violência sexual. Foram 4.725 estupros em 2014, uma média de 13 por dia. Ainda assim, o governo segue soberbo preparando a cidade para as Olimpíadas, como se uma força telúrica pudesse baixar sob a cidade e proteger a sua população.  

Não se deve culpar a nação pelo crime bárbaro cometido por 33 marginais contra a garota carioca de 16 anos, até porque a maioria dos brasileiros está indignada e demonstra veemente repúdio ao estupro sofrido pela jovem; mas tampouco podemos seguir adiante sem um debate amplo e sério sobre como coibir a violência que vitimou também agarota de Bom Jesus, no Piauí, que foi estuprada, amarrada e amordaçada; as quatro amigas que foram estupradas e jogadas num precipício com mais de 10 metros de altura; sobre os casos ocorridos em Cuiabá e em todo o Brasil.

Desde 1993 a Conferência das Nações Unidas sobre Direitos Humanos reconhece formalmente a violência contra as mulheres como uma violação aos direitos humanos. Desde então, os governos e as organizações da sociedade civil têm se reunido, alterado leis visando humanizar o atendimento; tornar as penas mais severas, porém na prática, são medidas adotadas para os momentos pós violência.

Reconhecer que a violência contra a mulher permeia todos os setores da sociedade,não basta para erradicar o mal, assim como também não basta determinar que os estados priorizem a criação de delegacias especializadas para o atendimento às vítimas e para investigar das ações criminosas.  

Visivelmente chocado com o estupro coletivo que ganhou a mídia, o presidente Michel Temer convocou uma reunião de emergência e determinou que a Policia Federal entre também na rede de prevenção e punição de crimes contra mulheres. Lamentavelmente, o ministro da educação, que pela transversalidade do tema, deveria ter-se envolvido na discussão, ocupava-se de receber o ator Alexandre Frota. Sim! Aquele que teatralmente, cinicamente narrou, num programa ao vivo na TV, como estuprou uma pessoa.

Pois bem, quando Steven Spielberg disse que atrocidades estão acontecendo agora, ele não se referia a nenhum de seus filmes. Ele falava da vida real. Ele falava do Brasil.

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olgaborgeslustosa@gmail.com e www.olgalustosa.com

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ASSEMBLEIA | 30/05/2016, 16h:45 - Atualizado: 30/05/2016, 17h:59

Após "proibição" de médico, projeto obriga a criação de salas de parto humanizado


O deputado estadual Eduardo Botelho (PSB) apresentou Projeto de Lei que obriga todos os hospitais e maternidades, públicos e privados, a terem sala adequada para a realização de parto natural ou humanizado. A iniciativa foi divulgada logo após a polêmica envolvendo o Hospital São Mateus, em Cuiabá. 

Na última semana, o Hospital e Maternidade São Mateus determinou que o obstetra especialista em parto humanizado, Victor Rodrigues, deixasse de internar suas pacientes na unidade e justificou que algumas mulheres estariam atrapalhando os demais pacientes, além de gritarem muito  devido às dores.

Em nota, o Hospital São Mateus argumenta que não tem ambiente apropriado para realizar partos humanizados, que atualmente têm sido praticados no quarto. Segundo a unidade, isso pode colocar em risco a segurança da mãe e do recém-nascido pela falta de estrutura.

Maurício Barbant/ALMT

eduardo botelho 2 Maurício Barbant-ALMT.jpg

Botelho diz ser importante dar tranquilidade às mulheres que desejam ter filhos de forma natural

Conforme o Projeto de Lei de Botelho, a sala de parto natural ou humanizado será utilizada pela mulher que assim desejar, devendo ser acompanhada de um médico obstetra e demais especialistas para o nascimento adequado e seguro da criança. “Um ambiente acolhedor, com certeza, é o melhor ambiente para a mulher ficar mais à vontade durante o trabalho de parto. E, com esse ambiente, a melhor atitude que as pessoas devem ter nesse momento é respeitar o desejo da mulher”, afirmou o parlamentar.

Para Botelho, o movimento de humanização do parto, que cresce em várias partes do mundo, tem uma visão diferente do que é pensada por muitos. “A mulher é protagonista do próprio parto e deve participar ativamente das decisões, em parceria com os profissionais que lhe dão assistência”, defende o deputado.

Conforme a propositura, no parto humanizado a mulher é incentivada a se informar e a fazer suas próprias escolhas. Seus desejos são acolhidos e respeitados. Nenhum procedimento é rotineiro: as intervenções são feitas de forma criteriosa e apenas quando realmente necessário. “Seguindo essa linha, apresentamos esse projeto para que se tenha pelo menos uma sala adequada para o parto natural ou humanizado, que contenha iluminação ambiente, caixas de som, banheira descartável, cama adequada para parto e outros métodos não farmacológicos para alívio da dor”, falou Botelho.

Hospital proíbe parto humanizado com especialista; mães repudiam ato

O socialista também enfatizou que um dos objetivos do projeto é dar tranquilidade às mulheres que desejam gerar seus filhos de forma natural, em um ambiente hospitalar, propiciando comodidade e segurança para qualquer tipo de intercorrência que possa existir. (Com Assessoria

Deputado critica hospital por proibir parto humanizado e vê retrocesso

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Comentários (2)

  • Junior | Segunda-Feira, 30 de Maio de 2016, 18h10
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    Parabéns deputado!!!

  • Maria de Lourdes | Segunda-Feira, 30 de Maio de 2016, 18h02
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    Genial! Parabéns deputado. É de homens como o senhor que MT precisa. Sensível às lutas femininas.

| 30/05/2016, 08h:58 - Atualizado: 30/05/2016, 09h:10

Elite apodrecida!

juacy silva artigo

Juacy da Silva

Primeiro, vamos ao que significa elite. Este é um conceito muito utilizado tanto na sociologia quanto na ciência política e,  ao longo do tempo, tem ocupado a atenção de cientistas sociais e políticos para tentar entender melhor como ocorre a dinâmica do poder nas várias sociedades/países.

Alguns teóricos, como Vilfredo Pareto e Caetano Mosca, dedicaram a maior parte de seus estudos para entender ou lançar luzes sobre não apenas este grupo seleto de pessoas mas também como a elite ou elites se compartam na dinâmica social, política, econômica e militar, as quatro dimensões básicas do poder nacional.

Charles Wright Mills utiliza o termo para referir-se a um gupo situado em uma posição hierárquica superior, numa dada organização, dotado de poder de decisão política e econômica. Robert Dahl descreve a elite como o grupo minoritário que exerce dominação política sobre a maioria, dentro de um sistema de poder democrático ou mesmo totalitário.

Elite pode ser uma referência genérica a grupos posicionados em locais hierárquicos de diferentes instituições públicas, mudo empresarial, partidos ou organizações de classe, ou seja, pode ser entendido simplesmente como aqueles que estão no topo da pirâmide e  que têm capacidade de tomar decisões políticas ou econômicas, militares, religiosas ou de outra natureza.

Essas concepções surgiram e foram desenvolvidas para se oporem ao conceito de “classe dominante” elaborado por Karl Marx, em sua configuração de que em todas as sociedades exisitiram duas classes: a dominante ou dominadora e a dominada, os  exploradores e os  explorados, os proprietários do capital e dos meios de produçãao e os trabalhadores, passo essencial para elaborar um outro conceito importante na ideologia marxisita/leninista que é o da luta de classes.

O PT desde seu surgimento ao abrigar vários grupos de tendência marxista, leninista, maoista e trotskistas sempre usou boa parte dessses conceitos, tanto é verdade que em vários de seus documentos e resoluções utilizam de uma linguagem marxista ou as vezes pseudo marxista, tentando demonstrar que é , senão o único, pelo menos um dos partidos que defende a classe trabalhadora, apesar de que após chegar ao poder sempre esteve aliado aos chamados partidos burgueses, aos políticos e gestores corruptos. Demonstrando que suas práticas no execício do poder estão muito distantes e em contradição com seus conceitos ideológicos e doutrinários.

A admissibilidade do processo de impeachment de Dilma e seu possível afastamento definitivo da Presidência tirou o véu que por mais de 13 anos encobriu as práticas nada éticas, nada republicanas e muito menos democráticas do que podemos denominar de classe governante ou elites de plantão que o PT representou, como uma farsa, de forma exímia por décadas e ainda tenta mistificar suas  ações aliadas `a corrupção que se alastrou no país desde que Lula chegou ao poder.

Durante anos o PT teve como alinhados ideológicos o PcdoB, o PSOL, cujos políticos antes eram filiados ao PT, o PDT e movimentos como MST, UNE e CUT. Todavia, o que marcou o PT, decepcionou muitos militantes e até quadros dirigentes foi sua aliança com partidos e grupos econômicos considerados até então como conservadores e corruptos.

Durante anos políticos, como Maluf, Sarney, Color, Jader Barbalho, Renan Calheiros e muitos outros do PMDB, do PP, PR, PTB, por exemplo, eram tratados pelo PT como corruptos, mas isso não impediu que todos esses e muitos outros políticos que constam da lista do Janot ou da Lista da Odebrecht, ou das delações premiadas de corruptos presos, fossem sócios do PT na divisão de cargos, outras benesses  e mutretas que marcaram o governo Lula/Dilma, incluindo o mensalão e petrolão e diversos escândalos de corrupção que surgiram em vários ministérios, principalmente os que são o foco da força tarefa comandanda pelo juiz Sérgio Moro, denominada de Lava Jato.

A operação Lava Jato está dividida em duas partes, uma que já tem desvendado os meandros da corrupção na Petrobras e atinge gestores, ex-políticos e empresários, muitos dos quais estão presos em Curitiba e  a cada dia vai mais fundo desvendando essas teias de crimes contra a administração pública e contra o Brasil. A outra parte da Lava Jato está  a cargo do procurador-geral da República e do STF, destinada a investigar e punir políticos, gestores e outras autoridades que gozam de foro privilegiado ou especial, uma excrecência que só existe no Brasil e visa proteger gente importante, anda a passos de tartaruga e poderá, por decurso de prazo, "inocentar" envolvidos em corrupção ou aplicando penas muito brandas como aconteceu com o mensalão, onde o núcleo político acabou recebendo penas minimas e os envolvidos foram indultados e suas penas extintas pelo STF, enquanto outros sem foro privilegiado estão amargando décadas de cadeia.

Ultimamente estão sendo divulgadas gravações e conteúdos de delações premiadas que aos poucos dão a dimensão de como boa parte de  nossos governantes estão apodrecidos. Pior do que isso, todos na linha sucessória da Presidência da República, respctivamente, presidente afastado da Câmara Federal, seu substitudo e também o preisdente do Senado estão respondendo a vários processos por suspeitas de corrupção junto ao STF e não tem condições, aos  olhos do povo, de serem Presidentes do Brasil.

Triste de um país cujos governantes mais se parecem a mafiosos e criminosos de colarinho branco e usam o poder para assaltar os cofres públicos e dilapidarem a administação pública, enquanto o povo paga uma das maiores cargas tributárias e sofrem amargamente, seus “representantes” se locupletam escandalosamente.

Enquanto esses delinquentes políticos estiverem ocupando postos na alta hierarquia política e da gestão pública em nosso país, tanto no âmbito federal quanto nos Estados e municípios, a tendência e que a crise brasileira se agrave, podendo levar nosso país ao mesmo caminho em que se encontra a Venezuela e outros mais.

É fundamental, urgente e imperioso que esta corja de corruptos seja banida da vida publica do Brasil. Democracia e estado de direito não pode coexistir com corrupção generalizada e impune! Isto é uma grande farsa que acaba em tragédia!

Juarcy da Silva é professor universitário e mestre em Sociologia. E-mail: professor.juacy@yahoo.com.br

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Comentários (1)

  • Carlos Nunes | Segunda-Feira, 30 de Maio de 2016, 12h11
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    O que mudou no Brasil do passado para os tempos atuais? É que no passado só pegavam os corruptos, e eles juravam de pé junto que eram todos inocentes...agora começaram a pegar os corruptores, que viraram delatores premiados. Cada vez que um delator premiado abre o bico, uma parte da República corrupta treme nas bases. Muitos lobos em pele de cordeiro são desmascarados. A gravação com o Sarney, divulgada nos telejornais, nos dá varias lições sobre a Corrupção, tais como: 1) ele diz que, quando alguns Executivos da Odebrecht abrirem o bico, será igual uma ponto100, vai derrubar a cúpula do governo, inclusive pessoas acima de qualquer suspeita, que batiam no peito e diziam: nunca roubei, não tenho conta no exterior, não tem nenhuma prova contra mim. 2) a cafajestice de alguns corruptores, que nem respeitaram a doença do Sarney, que quase morreu, foram lá e gravaram conversas, inclusive puxando assunto...Seriam os Corruptores piores do que os Corruptos? Sem lei, até sem alma...só interessados em ganhar dinheiro? Parece que sim. Se brincar teriam ido até o Hospital para gravar o Sarney, mesmo se ele estivesse na UTI.

| 30/05/2016, 00h:00 - Atualizado: 29/05/2016, 22h:44

Escolhas, política e indivíduo

Sandra Alves articulista texto e capa

Sandra Alves

A lua se agiganta no céu de modo que é impossível passar despercebida. É fácil exemplificar coisas belas. É só falar do reflexo do sol nas águas do rio, do jacaré e da garça branca buscando alimento, dos ipês coloridos, do vento, do entardecer. O difícil é fazer as escolhas certas!

Daí um dos maiores problemas ou soluções da vida, apontados até mesmo por William Shakespeare: "Você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você". E aqui, sem nenhum compromisso com teorias filosóficas ou equacionamentos políticos, não é tão simples assim!

Basta pensar no presidente de um país que precisa fazer reformas em previdência social, polícia, saúde e educação; que precisa conduzir o país no caminho do combate à corrupção.

E não é só isto: greve geral ou pagamento de RGA é uma escolha; política ambiental e incentivo à agricultura é outra; votar é uma escolha; protestar é escolha; destruir o patrimônio público também é; realizar eventos, obras, etc.

As escolhas do parágrafo anterior são relacionadas ao coletivo, o que conduz à necessidade de outro exemplo, para aproximar de cada um a questão da “escolha”. Ao sair do trabalho às 18h em Cuiabá, depois daquele dia intenso e do calor habitual na média dos 40º, algumas opções: a) bebida gelada, que pode ser um chope; b) academia; c) templo religioso; d) família e etc.

Na verdade, o elenco de situações em que se faz uma escolha é impossível de ser descrito, porque abarca todas as questões da vida. Das grandes às pequenas escolhas, estas são realizadas por todas as pessoas e a todo o momento. Você pode acordar e dizer bom dia à pessoa que dorme a seu lado, ou pode se levantar sem dizer uma palavra. Pode sorrir durante o dia ou ficar com a cara amarrada; pode ser gentil ou grosseiro; pode ser educado ou não!

Tudo certo! Solução: assuma a figura do “bom moço” e sua vida será um “mar de alegrias”! Errado de novo! Às vezes a pessoa que dorme ao seu lado está cansada e queria dormir mais um pouco, dispensando ser acordada! Às vezes você precisa tomar um chope depois do trabalho para relaxar, mas sua esposa ficará extremamente brava! A escolha é sua, o resultado te afeta, mas as pessoas com quem se convive também, e isto é um ponto considerável em nossas opções.

Ah! Que bom seria se os deuses influenciassem as escolhas humanas, tirando esta carga de seus ombros. Talvez Eros, que é a personificação grega do deus do amor, seja o responsável por muitas escolhas. Ou ainda, Thanatos, deus da morte.

Amor e morte traduzem o “eterno conflito da construção e da destruição, da vida e da morte, do ódio e do amor, da satisfação e da insatisfação”.

Em alguns momentos o vento cessa, os animais se refugiam, os raios de sol desaparecem, e é preciso fazer escolhas. Um tempo depois, a lua brilha no céu e reanima a noite, neste tempo outras escolhas acontecem. E no outro dia, a beleza ressurge, com o brilho radiante do sol, a natureza, as pessoas, com mais algumas escolhas.

E por fim, você pode “celebrar Eros e Thanatos”, dizer que seu “coração está com pressa” e que “o amor tem sempre a porta aberta”, tudo como cantava o poeta, porque neste momento suas escolhas já terão feito você!

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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Comentários (2)

  • Sandra Alves | Segunda-Feira, 30 de Maio de 2016, 11h00
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    Obrigada Maria das Dores por seu comentário. A tarefa de ser escritor é árdua, especialmente quando se pretende ir um pouco além do senso comum nos textos. Desculpe por ter frustrado sua leitura. Enebriada por álcool ou droga garanto que não estava. Até a próxima! Abraços

  • Maria das Dores | Segunda-Feira, 30 de Maio de 2016, 02h45
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    O Sandra,a final do que esta falando, não entendi nada, por acaso foi escrever esse artigo enebriada ou desfocada???

articulações | 29/05/2016, 11h:43 - Atualizado: 29/05/2016, 21h:00

Pátio diz não ser filho de pai assombrado, garante apoio de 10 siglas e disputar pleito

Deputado, ex-prefeito da cidade, é um dos cotados para a disputa


O deputado estadual Zé do Pátio (Solidariedade) afirma que o partido compõe um bloco de 10 legendas para lançar um pré-candidato à Prefeitura de Rondonópolis. Pátio é o principal cotado. “Agora, qualquer decisão será do Fórum dos 10 partidos, vamos reunir e discutir qual melhor nome e abrir o debate em cima do melhor programa de governo”, explica ao .

Pátio comandou o município após vencer as eleições de 2008. Entretanto, seis meses antes de terminar o mandato, em 2012, o ex-prefeito foi cassado pela Justiça Eleitoral em razão de não ter declarado na prestação de contas a utilização de 200 camisetas. No ano passado, o parlamentar foi inocentado pelo TSE, por unanimidade.

Diante disso, ressalta que a cidade não aceitou a cassação, haja vista que a maioria de votos que conseguiu se eleger para a Assembleia foram de Rondonópolis. “Eu não sou filho de pai assombrado, a candidatura será discutida no momento exato. Me preocupa o quadro que o país passa economicamente. É preciso ter calma para conduzir o processo”, salienta.

Marcos Lopes/AL

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    Zé do Pátio é um dos cotados por bloco de 10 partidos para disputar sucessão de Percival Muniz

Pátio é um dos cotados para concorrer ao cargo de prefeito. Além dele, nos bastidores, comenta-se que o atual prefeito Percival Muniz (PPS) também cogita disputar à reeleição, mas até o momento não admite a possibilidade. É cotado ainda o Adilton Sachetti e Ibrahim Zaher (PSD), que é vereador e inclusive já foi lançado como pré-candidato. O senador José Medeiros foi cogitado, mas não disputará, uma vez que já declarou apoio a Ibrahim.

Absolvição

O deputado afirma que não “engoliu” até hoje a perda do mandato. Explica que o Ministério Público Estadual o denunciou, mas que o então prefeito Adilton Sachetti (PSB), hoje deputado federal, sequer declarou suas prestações de contas, “e não fizeram nada". "No TRE mudaram o voto. Me estranha o voto do juiz Pedro Francisco da Silva tirando meu mandato, mas absolveu o prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB), com 5 mil camisetas que tinha nome e número dele”, ressalta.

Em agosto do ano passado, Pátio foi absolvido da acusação de crime eleitoral. À época, disse que a decisão contraria “elite dominante” que quis sua saída da prefeitura, numa referência ao grupo político ligado a Blairo, que na época apoiava Sachetti, candidato à reeleição. 

Para inocentar Pátio, o TSE levou em consideração os princípios da proporcionalidade, razoabilidade e presunção, tendo em vista que as camisetas foram feitas para fiscais.

Pátio é inocentado na Justiça Eleitoral e culpa elite dominante por cassação

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Comentários (7)

  • Abdão Moreno | Terça-Feira, 31 de Maio de 2016, 13h33
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    DEIXAM DE DISCURSÃO BOBAS. O POVO DE RONDONÓPOLIS NA SUA GRANDE MAIORIA SABE QUE O MELHOR PARA RONDONÓPOLIS É O DINÂMICO E DESTEMIDO "ZÉ DO PÁTIO", PORQUE ENTÃO ESCOLHER OUTRO.

  • Ariosvaldez Rodrigues de Lima | Segunda-Feira, 30 de Maio de 2016, 16h57
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    Junior, pelo visto me conhece muito pouco ou quase nada: entre 08/04/1994 e 19/01/1996 eu era policial militar em Rondonópolis 10ª Legislatura - Período 1993 à 1996 Ananias Martins de Souza - 1º Presidente 1993/1994 - Faleceu em 19/09/97. Milton Gomes da Costa - 2º Presidente 1995/1996 Abílio Marques da Silva - Dr. - 2º Secretário de 01/01/93 a 31/12/94 e 1º Vice-Presidente de 01/01/95 a 31/12/96. Alberto Carvalho de Souza - Dr. - 1º Secretário de 01/01/95 a 31/12/96. João Klimaschewsk José Carlos Junqueira de Araújo (olha o ómi aqui) Juary Miranda de Moraes - 1º Secretário de 01/01/93 1 31/12/94. Lourisvaldo Manoel de Oliveira Luciene Soares de Lima Luiz Fernando de Campos Márcio Rogério Bertoni Mariozan Pacheco de Camargo - 2º Vice-Presidente de 01/01/93 a 31/12/94. Pedro Lourenço da Silva Neto Reginaldo Santos - 1º Vice-Presidente de 01/01/93 a 31/12/94 e 2º Secretário de 1/01/95 a 31/12/96. Ricardo de Carvalho - 2º Vice-Presidente de 01/01/95 a 31/12/96. Sebastião Geraldo de Lima e Valdemar Marra da Fonseca.

  • Ariosvaldez Rodrigues de Lima | Segunda-Feira, 30 de Maio de 2016, 16h53
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    Odair, eu sai da Coder porque eu quis e com todas as verbas pagas, tanto é verdade que fui aprovado novamente no concurso para controlador interno e aguardo nomeação, simples assim! A propósito, coragem é o que mais tenho, por isso me identifico com nome completo, diferente de alguns que preferem o anonimato...

  • odair | Segunda-Feira, 30 de Maio de 2016, 11h58
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    Araiosvaldez se tem coragem fazer comentário ainda o se acha que esqueceram porque voce foi mandado embora da coder

  • Júnior | Segunda-Feira, 30 de Maio de 2016, 11h33
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    Ariovaldez, nem em Rondonópolis você morava quando o mesmo era vereador, só sabe do Zé do Pátio como vereador porque leu nos gibis do Percival Muniz. Como prefeito sim, você já era morador de Rondonópolis, na qual foi acoitado por Reginaldo Santos e Rubens de Paula se não estava trabalhando de assessor. SE LIGA.

  • Ariosvaldez Rodrigues de Lima | Segunda-Feira, 30 de Maio de 2016, 10h51
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    Pode até se candidatar e vencer o pleito, porém, já deu provas de sobra de sua incapacidade administrativa; foi um verdadeiro desastre frente à gestão de nossa cidade! Para defendê-lo, é necessário desconhecê-lo ou, doutro modo, ser de alguma forma beneficiado por ele!

  • joaoderondonopolis | Domingo, 29 de Maio de 2016, 20h26
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    Os bons ventos sopram pro lado do Adilton Sachetti para prefeitura de Rondonópolis e sem Adilton Sachetti no páreo a população aprova Zé do Pátio.

| 29/05/2016, 09h:46 - Atualizado: 29/05/2016, 20h:53

Deputado repercute no Facebook nota de repúdio de professores contra o Sintep


Facebook

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    Deputado Victório Galli ironiza Sintep, após matéria publicada no

O deputado federal Victório Galli (PSC) repercutiu nas redes sociais matéria divulgada pelo , na sexta (27), sobre nota de repúdio produzida por professores da rede estadual contra o Sintep-MT, trazendo à tona uma ação sindical com o único objetivo de pedir o retorno da presidente Dilma Rousseff (PT) ao poder.

No Facebook, Galli a matéria e foi seguido por comentários de várias pessoas, inclusive professores. Ao público, o deputado ironizou a ação do sindicato. "Bonito, ein! Tudo aparelhado em favor do petismo (sic)". Nos comentários, os professores endossaram o discurso e falaram sobre a ação do Sintep, que, segundo eles, tem usado alunos como massa de manobra e levando-os a ocupar escolas com objetivos políticos.

"Cada dia mais me decepciono com os professores! Onde eram para ensinar as matérias, ficam politicando nas escolas, depois a educação é privatizada, vão chorar o leite derramado!", disse uma internauta.

A ação política do Sintep já havia sido denunciada pelo governador Pedro Taques, que lembrou que as invasões de escolas só estão acontecendo em Estados governados pelo PSDB. “Está evidente que se trata de uma ação coordenada. Em Várzea Grande, os estudantes reclamam até do fato de que adotamos um uniforme igual para todos. Ora, se é uniforme, tem que ser igual mesmo. Descabido isso”, justificou.

Repúdio

Um grupo de professores que prefere não se identificar para não sofrer represálias apontam que os trabalhadores da educação aprovaram a “Moção de Repúdio ao Governador Pedro Taques”, nesta semana, com a omissão da pauta petista da mobilização nacional.

O documento contestado pelo grupo de professores foi aprovado em assembleia-geral, na última segunda (23), e está disponível no site do Sintep e na página do sindicato nas redes sociais. O manifesto não reconhece o governo do presidente Michel Temer (PMDB), classificando-o como “ilegítimo”.

Vários professores do Estado repudiaram a atitude na página do Facebook do Sintep. “Vocês nos enganaram e esconderam a verdade. E só através dessa moção de repúdio na internet que estamos tomando ciência. Sintep não tem que apoiar partido algum e sim os direitos dos servidores públicos”, disse uma professora. "Isso é um abuso do Sintep, falar em nome dos professores, o que não foi discutido. Nós não queremos a volta de Dilma”, afirmou outra docente na página.

Professores denunciam manobra do Sintep-MT para defender volta de Dilma

Reconhecimento

Em nota, o sindicato dos Trabalhadores de Ensino Público do Estado admite que foram colocadas em pauta, por um dos grupos de trabalho e apresentado para o debate em plenário, duas moções de repúdio.

Uma se referiu às atitudes do Governo Pedro Taques, especialmente sobre a não concessão imediata do RGA aos servidores devido à crise e as dificuldades de caixa e, outra, referente ao presidente interino Michel Temer, cujo teor encontra-se publicado no site da entidade. 

Em nota, Sintep admite documento pelo retorno da petista Dilma à Presidência

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Comentários (4)

  • Felipe Matos | Segunda-Feira, 30 de Maio de 2016, 09h36
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    Que chororo é esse? Quem tem maioria na Assembléia aprova as moções. Se a minoria de professores golpistas não conseguiram derrubar a aprovação da Moção contra o governo golpista do traíra Temer não há pq reclamar. Sintep mais uma vez sai na Frente na Luta pelos Direitos dos Professores e contra o governo golpista de Temer q quer privatizar a Educação, assim como o Taques está privatizando em Mato Grosso.

  • Carlos Eduardo | Domingo, 29 de Maio de 2016, 19h35
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    Há muito venho dizendo que o Sintep transformou os professores, um dos maiores formadores de opinião e de cultura do pais em massa de manobra dos petralhas. E eles, os professores, estão tão fanatizados que não conseguem ver a situação econômica falida do país. Quando normalmente, em situação normal, até pela cultura técnica que tem, saberiam enxergar isto.

  • João | Domingo, 29 de Maio de 2016, 18h45
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    Se o presidente quer fazer política partidária que ele faça na sua casa e não no sindicato, afinal Dilma perdeeu em Mato Grosso o PT não ganha uma em Mato Grosso porque aqui nõ tem bobó xera xera...

  • JEDIEL RIBEIRO LEMES | Domingo, 29 de Maio de 2016, 16h07
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    O sintep não representa todos os professores de Mato Grosso!

entrosamento | 29/05/2016, 08h:04 - Atualizado: 29/05/2016, 08h:08

Presidente da AL cobra do governador e secretários mais articulação entre Poderes


Reprodução

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   Deputado Maluf cobra mais entrosamento entre Poderes

O presidente da Assembleia Guilherme Maluf (PSDB) cobra do Governo uma articulação mais política com o Legislativo. Para o tucano, esta é uma reivindicação recorrente entre os parlamentares. “O Executivo tem que se aproximar mais do Legislativo”, ressalta.

Para ajustar o relacionamento, o governador Pedro Taques (PSDB) jantou com 16 deputados e membros do secretariado, na última terça (24). Na mesa, foram colocados assuntos sobre a crise econômica, pagamento do Reajuste Geral Anual (RGA) e reforma administrativa.

Num segundo momento do encontro, dessa vez em reunião com o primeiro escalão do Governo, Taques pediu reflexão aos secretários sobre os apontamentos feitos pelos parlamentares. Afirmou que a boa condução das políticas de governo depende da sintonia dos trabalhos da equipe técnica com os deputados.

Taques ouve deputados e manda 1º escalão aprimorar condução

Maluf explica que o líder do governo na Assembleia, deputado Wilson Santos (PSDB), tem trabalhado no sentido de aproximar os Poderes, assim como encontros periódicos entre Executivo e Legislativo. “Wilson também entende que não basta você ter um governo extremamente técnico, há necessidade de o governo somar com a classe política”, ressalta.

Ocorre que alguns deputados estaduais têm subido à tribuna reclamando de secretários que não retornam às ligações e, até mesmo, de não serem avisados sobre a ida de um gestor na base dos parlamentares.

Em abril, por exemplo, o vice-líder do Governo na Assembleia, Leonardo Albuquerque (PSD), usou a tribuna para reclamar que tomou “chá de cadeira” e sequer foi atendido pelo presidente do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), delegado Fausto Freitas, quando procurou o órgão para apresentar demandas dos estudantes da Unemat de Cáceres.

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| 29/05/2016, 07h:53 - Atualizado: 29/05/2016, 07h:59

Um governo que não governa

edesio do carmo artigo 400

Edésio Adorno

Acossado pelas carpideiras do impeachment, refém de uma bancada de apoio atolada na Lava Jato, cercado de colaboradores investigados pelo Ministério Público Federal e Polícia Federal, o governo Michel Temer tem razões de sobra para tremer na base. Para se equilibrar no poder e espantar o fantasma da presidente afastada que ronda a esplanada é preciso dividir o queijo com a ratazana faminta e fisiológica que controla o congresso nacional.

Se avançar nas reformas de conteúdo amargo e moralizador, perde apoio da base sem moral e sem pudor; se fraquejar perde apoio popular e protestos podem eclodir Brasil afora. Esse é o dilema de Temer.

O PMDB, partido de Michel Temer, é a mais organizada e poderosa máquina de corrupção do país. Não à toa, é considerada a prostituta chefe do bordel instalado em Brasília desde a redemocratização.  Seus expoentes de proa frequentam com assiduidade as páginas policiais e abrilhantam polos passivos de ações penais pelos quatro cantos do país. Parece que o pressuposto oculto para ser peemedebista é ser expert na arte de pilhar o erário.

Mais que dominar o vernáculo e fazer o emprego correto da mesóclise, o presidente Michel Temer precisa dominar a inflação, conter o desemprego, estancar a corrupção, reduzir a máquina, privatizar empresas públicas, atrair investimentos externos, priorizar a saúde, a educação e a segurança pública. Para o povo parar de sofrer, o Brasil precisa voltar a crescer!

O ex-presidente da Transpetro, subsidiária da Petrobras, Sérgio Machado, guindado ao cargo pela cúpula do PMDB, temendo ser preso pelo juiz Sérgio Moro, traiu seus comparsas, se tornou araponga e fez bombásticas e comprometedoras gravações. Os áudios vazados provocaram verdadeira hecatombe no meio político.

O ex-presidente José Sarney disse que a delação de Marcelo Odebrecht seria equiparada a uma metralhadora ponto 100.  O vetusto político estava equivocado. A delação de Sérgio Machado, para ficar no campo bélico, pode ser comparada a um letal Rifle Sniper DSR 50 de fabricação alemã.

O primeiro a ser abatido foi o senador Romero Jucá que foi obrigado a vazar fora do ministério do planejamento. O presidente do senado, Renan Calheiros, cambaleia no cargo e sua sobrevivência é incerta. Quando a delação de Sergio Machado ganhar publicidade, muitos outros corpos serão expostos à execração popular.

Enquanto a política entra em ebulição, a Lava Jato avança célere desmascarando corruptos e corruptores, o governo Michel Temer vacila sem segurança para promover as mudanças que o país reclama. Mal sabe ele que o Brasil tem pressa.

Enquanto Dilma alimenta a esperança de voltar ao cargo, Michel Temer receia ser traído pelos senadores, abandonado pela fisiológica base na Câmara dos Deputados e torpedeado pela grande imprensa. É preciso negociar, distribuir cargos e benesses. Governar, mesmo, somente depois de sacramentado o impeachment da presidente afastada. Até lá, Temer finge que governa, o Brasil finge que tem presidente e tudo continua como dantes no quartel de Abrantes.

Edésio Adorno é advogado militante em Mato Grosso, mora em Tangará da Serra e escreve exclusivamente neste Blog aos domingos. E-mail: edesioadorno@gmail.com

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Comentários (4)

  • Jefferson Hugo | Domingo, 29 de Maio de 2016, 10h04
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    Sem o maniqueísmo que caracteriza a discussão política do momento, o articulista Edesio oferece uma análise mais real. Os defensores de Temer dizem que o Brasil já melhorou; os adeptos de Dilma, ao contrário, afirmam que tudo piorou. A verdade é que o governo federal está paralisado, imobilizado pelas denúncias de corrupção e pela espera da concretização do Impeachment de Dilma. Haja paciência!

  • Luiz Gomes | Domingo, 29 de Maio de 2016, 10h01
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    Essa é a dura realidade...E o voto popular? Vale apenas um voto...

  • Luiz Gomes | Domingo, 29 de Maio de 2016, 09h56
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    Essa é a dura realidade...Enquanto isso, o voto popular...vale um voto.

  • Carlos Nunes | Domingo, 29 de Maio de 2016, 09h53
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    Depois que o governo do PT estropiou a Economia Brasileira, causando o desemprego de 12 Milhões de trabalhadores...o governo Temer só tinha uma missão: fazer um plano econômico emergencial (2016/2018), para levar o barco da Nação até 2018, quando ocorre a eleição presidencial, no mínimo tem é que fazer um "feijão com arroz bem feito", com Honestidade. Reformas estruturais, mexida em Previdência, direitos trabalhistas, aumento de impostos, CPMF, só a partir de 2018, quando os candidatos a presidente, nas campanhas eleitorais, apresentarão suas propostas para 2019/2022...e nós, os eleitores, os verdadeiros donos do Poder, vamos analisar todas as propostas, verificar qual é a melhor, a mais criativa, e votar no candidato que a apresentar. As grandes questões nacionais não devem ser discutidas em governo de transição...agora só interessaria o curto prazo 2016/2018, pois o futuro a DEUS pertence. Aí você vê um telejornal dizer: olha vai ter que mexer na Previdência agora, alterando, por exemplo, a idade mínima de aposentadoria da Mulher, passando de 60 anos para 65 anos, em 2050 não vai ter condições de pagar aposentado nenhum. Ora bolas, 2050 está longe a beça, pode aparecer um candidato a presidente, em 2018, que estudando a questão, apresente uma ideia criativa. Aquela época do Collor, aonde ele confiscou a poupança do brasileiro, e disse que só tinha essa bala na agulha do revólver, foi mentirosa...os mais famosos economistas dizem sempre que: sempre tem várias alternativas, e o problema pode ser analisado de vários ângulos. Minha vó dizia: tem jeito prá tudo, só não tem prá morte.

| 29/05/2016, 00h:00 - Atualizado: 28/05/2016, 20h:12

Faça-se ouvir!

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Jackelyne Pontes

Em 1988, a Constituição Federal do Brasil passou a definir saúde como um direito de todos e um dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos, e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para a sua promoção, proteção e recuperação (artigos 196 e 198).

Sendo assim, é interessante que estudantes, comunidade e líderes comunitários, gestores, trabalhadores, professores, representantes sindicais e todos os envolvidos direta e indiretamente no processo democrático sejam estimulados a pensar a saúde como um conceito dotado de diversas vertentes que não só a ausência de doença, pois o conceito de saúde é ditado pela realidade do povo, sendo assim estão impregnados nele as emoções, as relações sociais, fatores econômicos e educacionais, históricos, familiares, políticos e também de acesso à saúde.

Não se pode pensar a saúde sem a participação social, sem o envolvimento dos indivíduos que ao expressarem suas necessidades de segurança, educação, alimentação, cultura, acabam por trazerem à tona suas aspirações e contribuem para a constante modificação deste conceito, fazendo valer a democratização e ajudando a construir novos caminhos.

Muitas vezes, nos perguntamos onde e como podemos nos  fazer ouvir. Um dos instrumentos legítimos colocados à disposição da população são as ouvidorias, e devemos lançar mão desse valioso recurso. Mas muitos desconhecem o seu significado.

Ouvidoria é um canal de comunicação. As secretarias estaduais e municipais de saúde possuem esse serviço onde a população pode sugerir, reclamar, denunciar, reivindicar e porque não elogiar, colaborando efetivamente como cidadãos, seja por telefone, internet ou mesmo pessoalmente. Porém, a ouvidoria deve ser um canal não burocratizado, fácil, ágil, democrático, ético, imparcial.

Cabe aqui resgatar o significado da palavra ouvir, que é muito diferente de escutar. Escutar está ligado ao sentido da audição, e ouvir é escutar criticamente, entendendo, elaborando e principalmente percebendo a ação.

Temos que nos fazer ouvir! A ouvidoria introduz a nossa voz, a voz do usuário, no sistema de saúde. E nós usuários temos esse poder de fazer com que as ações que nos beneficiem passem da teoria para a prática e seja real, basta que tenhamos conhecimento de como faze-lo e principalmente que o façamos.

Quanto a mim, na incansável, apaixonada, punjante e porque não dizer utópica vontade de colaborar insisto: manifestemo-nos!

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, mestre em Saúde Coletiva, filiada ao Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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| 28/05/2016, 09h:11 - Atualizado: 28/05/2016, 09h:20

Novo pacto federativo e os reflexos positivos e diretos no setor produtivo

jose medeiros artigo

José Medeiros

A história do Brasil começa a ganhar um novo capítulo com o afastamento de Dilma Rousseff e a ascensão de Michel Temer. Se antes estávamos apreensivos, angustiados e pessimistas com os rumos da política e da economia do país, hoje começamos a retomar o caminho da confiança, da esperança e do otimismo com os novos ares instalados na República. Sai de cena o desgoverno do Partido dos Trabalhadores, entram os anseios dos brasileiros por dias melhores.

Quando votei pelo afastamento da presidente, observei que o processo não era a melhor solução para o País; porém, se ele não acontecesse não se teria solução alguma. Entendo que esse processo de impeachment é traumático e triste para a Nação. É preciso deixar isso bem claro. O impedimento é, tal como uma cirurgia, apenas o melhor desfecho de um cenário essencialmente gravoso.  Desfecho que acabou por se tornar inevitável diante do enorme rol de erros comandos pelo Executivo nos últimos anos. Entretanto, deve-se lembrar que o processo ainda não acabou. Agora se inicia no Senado Federal o julgamento de mérito, comandado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski.

Sobre o presidente em exercício Michel Temer, seu pouco tempo de exercício já é suficiente para nos transmitir serenidade. Deveras, ver o país começar a ser comandado por alguém equilibrado, legalista e, sobretudo, disposto a colocar o Brasil nos trilhos, tudo isso nos renova a esperança. É bem verdade que ele terá algumas missões pela frente e precisará agir com sabedoria, aproveitando o otimismo que toma conta do povo brasileiro e, sobretudo, do Congresso Nacional, para realizar as reformas que a presidente afastada não teve competência para fazer.

Uma delas, Michel Temer já sinalizou em seu discurso de posse. Trata-se de um novo pacto federativo. Hoje, governadores e prefeitos de todo o Brasil sentem as agruras de um bolo tributário muito mal distribuído. Tamanho descompasso entre União, Estados e Municípios tem levado algumas unidades da Federação à verdadeira falência. Nossas cidades, em sua quase totalidade, sofrem o pão que o diabo amassou. Os mandatários municipais e estaduais mostram-se justificadamente apreensivos com o crescente desequilíbrio que vem abalando suas contas.

O Estado de Mato Grosso é um claro exemplo da injustiça nessa divisão. Portanto, aproveitando o discurso do presidente em exercício e a situação vivida pelo estado que represento, peço insistentemente que uma nova distribuição das receitas tributárias leve em conta o fato de que Mato Grosso, além de liderar o ranking mundial de produção e exportação de açúcar, etanol, algodão e trigo, é, acima de tudo, o segundo maior estado em termos de faturamento com as vendas externas do complexo da soja, aí compreendidos o grão, o farelo e o óleo.

Nesse sentido, cumpre lembrar que Michel Temer também defendeu o agronegócio e a agricultura familiar. Nesse ponto, Mato Grosso se sentiu prestigiado. De vocação agrícola, o estado tem condições de contribuir ainda mais com o Brasil e com o mundo. Segundo as projeções do Ministério da Agricultura, até o ano de 2030, um terço dos produtos comercializados no mundo será proveniente do Brasil. Isso em função da crescente demanda dos países asiáticos por alimentos.

Outro ponto significativo para o setor produtivo e para o estado foi a escolha do senador Blairo Maggi para a pasta da Agricultura. A meu ver, Michel Temer acerta em cheio. Parece-nos real o desejo do presidente em viabilizar melhores condições de infraestrutura para o escoamento e comercialização da substanciosa produção mato-grossense de grãos. Produção que tem reclamado, entre outras coisas, especial atenção no que concerne ao planejamento estratégico e de logística, fazendo desse mercado um importante competidor com países como os Estados Unidos.

Para a exportação de nossos produtos, Michel Temer e Blairo Maggi têm o desafio de substituir o insistente, penoso e oneroso sistema rodoviário, constituído em infindáveis estradas esburacadas, pela utilização de outros sistemas modais de transportes, como o ferroviário e o hidroviário. Alinhar os três modais parece uma opção natural, à luz da lógica e do bom senso. Os desafios são grandes e exigem uma atuação firme, de forma a permitir a recuperação, expansão e interligação desses diferentes modais. Com o que se possibilitará uma integração capaz de contribuir para solapar gargalos e permitir a correção de distorções históricas associadas à precariedade da infraestrutura e ao predomínio do transporte rodoviário.

Como senador da República, estou convicto de que uma nova repactuação tributária terá reflexos positivos e diretos no setor produtivo, na infraestrutura e na logística. Portanto, o presidente, o ministro da Agricultura e o Congresso Nacional, todos temos a missão de fazer com que o produto da arrecadação tributária seja melhor distribuído. Decisiva forma de fazer justiça a estados como Mato Grosso, que há anos tem cumprido exemplarmente o seu papel.

José Medeiros é professor, policial rodoviário federal e senador da República por Mato Grosso

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  • Jorge | Sábado, 28 de Maio de 2016, 10h55
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    Por que será que estão dando tanta trela a esse inútil? quais seriam os interesses de RD em publicar tanto besteirol desse vontríloquo do Aecioporto? Será que está rolando uma graninha extra?????

  • Celso | Sábado, 28 de Maio de 2016, 10h25
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    Na perspectiva desse novo governo, com apoio de Eduardo Cunha, Renan, Jucá, Sarney e outros que há décadas sempre estiveram no poder, mesmo que indiretamente, mas sempre perceptíveis nos porões do comando, qual a esperança? No artigo do senador Medeiros, há uma grande preocupação com agronegócio, empresários, escoamento de produção , etc. , mas um vazio tremendo aos mais humildes e que agora definitivamente vivem nos sonhos das migalhas dos golpistas. Governo que tirou 35 milhões da miséria não há contraditório.

articulações | 28/05/2016, 08h:32 - Atualizado: 28/05/2016, 08h:36

Fábio diz que bancada se mobiliza em prol de MT e vê nova oportunidade em Temer


O deputado federal Fábio Garcia (PSB), coordenador da bancada de Mato Grosso no Congresso Nacional, afirma que todos os parlamentares têm a responsabilidade de ajudar o governador Pedro Taques (PSDB) diante da crise financeira que afeta o Brasil, com reflexos nos Estados e municípios. “A bancada tem sido bastante atuante, principalmente os que integram a base aliada. Nossa ação já encaminhou a liberação do FEX, garantindo quase R$ 900 milhões em dois anos. Vamos seguir defendendo os pleitos do Estado”, diz em entrevista ao Rdnews.

O socialista também garante que a bancada de Mato Grosso está atenta à renegociação das dívidas do Estado, para que o pagamento seja efetuado com juros simples, e ao debate sobre o Pacto Federativo para assegurar a distribuição mais justa dos recursos arrecadados. “Ainda tem uma parcela do FEX que carece de liberação. Como Mato Grosso é um Estado exportador, estamos pleiteando a compensação das perdas da Lei Kandir. Não vamos nos furtar de defender os interesses do cidadão mato-grossense”.

Reprodução

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Fábio Garcia diz que entre temas que a bancada de MT se atenta está renegociação da dívida estadual

Fábio ainda avalia que o governo do presidente interino Michel Temer (PMDB), constituído a partir do afastamento de Dilma Rousseff (PT) pelo Senado, representa uma nova oportunidade para o Brasil. Ressalta que o país estava paralisado e agora existe a perspectiva de retomada dos investimentos. “Agora, existe pelo menos a esperança que novos recursos e créditos serão liberados. O papel da bancada é ajudar na interlocução com o governo federal”.

Bancada

A bancada de Mato Grosso é formada por oito deputados federais e dois senadores. Somente quatro integrantes são oposição a Taques. Além de Fábio Garcia, compõem a base aliada do governador, os deputados federais Nilson Leitão (PSDB), Adilton Sachetti (PSB), Ezequiel Fonseca (PP) e Victório Galli (PSC). Os oposicionistas são Ságuas Moraes (PT), Carlos Bezerra (PMDB) e Valtenir Pereira (PMDB).

 Os senadores Cidinho Santos (PR) e José Medeiros (PSD) são pró-governador. O único na oposição é Wellington Fagundes (PR). 

Bancada de MT se reúne com ministro e FEX 2015 pode ser pago no 1º semestre

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| 28/05/2016, 08h:16 - Atualizado: 29/05/2016, 09h:49

Em nota, Sintep admite documento pelo retorno da petista Dilma à Presidência


dilma 340

Sintep-MT aproveita mobilização salarial, "manobra" pauta e sai em defesa pública do retorno à Presidência da petista Dilma Rousseff

O sindicato dos Trabalhadores de Ensino Público do Estado admite, em nota, que foram colocadas em pauta, por um dos grupos de trabalho e apresentado para o debate em plenário, duas moções de repúdio.

Uma se referiu às atitudes do Governo Pedro Taques, especialmente sobre a não concessão imediata do RGA aos servidores devido à crise e as dificuldades de caixa e, outra, referente ao presidente interino Michel Temer, cujo teor encontra-se publicado no site da entidade. Essas discussões foram abertas na reunião no Conselho de Representantes nos dias 21 e 22 últimos.

A nota foi uma reação à matéria no intitulada "Professores denunciam manobra do Sintep-MT para defender volta de Dilma", em que educadores denunciam omissão de pauta em meio à mobilização salarial no Estado para, numa manobra, aprovar moções de repúdio e ainda defender o retorno à Presidência da República da petista afastada Dilma Rousseff.

Dezenas de comentários na página do Facebook do sindicato apontam omissão e manobra.

O sindicato, por sua vez, argumenta que "o Conselho de Representantes é uma instância deliberativa estatutária do Sintep/MT, que todas as propostas oriundas dos debates da base e apresentadas por qualquer um dos conselheiros, independente de suas convicções políticas, são submetidas ao referendo da plenária, se aprovadas, seguem para conhecimento público, bem como encaminhadas aos destinatários".

A publicação da nota na página do Sintep não estancou a revolta de professores que se manifestaram. “Um absurdo nos usar dessa forma, sindicato partidário e que esconde a verdadeira intenção! Revoltada!”, disse uma internauta. “Ninguém votou moção de repúdio nas subsedes então ninguém tinha carta branca para votar isso no Conselho de Representantes”, afirmou outro internauta.

Confira aqui a íntegra da nota do Sintep-MT.

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Comentários (12)

  • alexandre | Segunda-Feira, 30 de Maio de 2016, 10h26
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    50 bilhoes que nunca existiram se não tirar o oleo do fundo do mar é dinheiro imaginário, se o PT não tivesse quebrado a petrobras de tanto pixulecar. o temer vai ter que tomar medidas duras pra consertar o estrago da dilma 170 bilhoes dá pra construir quantas casas populares 30 milhoes lula, 20 milhoes pimentel ?

  • Felipe Matos | Segunda-Feira, 30 de Maio de 2016, 09h42
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    Que chororo é esse dos puxa sacos do PSDB e do Pedro Taques. A privatização da Educação em MT é fruto dessa política que já começa a ser implantada em nível nacional, pelo governo Golpista do Temer. Só do Pré-sal são mais de R$ 50 bilhões que iriam para a Educação, mas que agora irá de mãos beijadas para as Petroleiras do EUA. Essa meia dúzia de professores golpistas deveriam se politizar mais, para lutar contra quem realmente quer destruir a profissão de professor, ao invés de ficar indo na massa de manobra de Globos, Vejas, RDnews e afins.

  • paulo henrique | Segunda-Feira, 30 de Maio de 2016, 08h03
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    Professores,;;; SINTEP-MT, como querem o apoio com estas atitudes...Vergonha este sindicato. Igual galinha estao tomano do Ra.o e cantando. vai pra cuba.

  • Silvan Lhola | Domingo, 29 de Maio de 2016, 22h31
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    Professores são valentes trabalhadores, heróis que precisam ser valorizados, mas devem entender que jamais a valorização irá ser feita por este PT, prova disso é que estão(avam) mais de 13 anos no poder e nesse tempo todo NUNCA foram valorizados, apenas USADOS, para encher os bolsos de presidentes de sindicatos e mais alguns encabidados, e para servirem como massa de manobra e para ajudar disseminar nas escolas essa coisa abominável de cartilhas absurdas do PTismo. Professores é hora de virar a página, sair deste esquema maquiavélico deste desgoverno ptista, e se firmarem heróis dos nossos filhos, como sempre foram, eles precisam de vocês livres destas ideias impostas por um partido que apenas quer o poder e nada mais, nosso filhos precisam de vocês, livres. Eu, como pai, peço encarecidamente, voltem, voltem e nos ajude a ensinar o alfabeto do bem, a tabuada da verdade, as sílabas da moralização. Nossos filhos esperam vocês de braços abertos, prontos para lhes dar mais um beijo, um novo dia iniciará...

  • João Mineiro | Domingo, 29 de Maio de 2016, 20h10
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    Concordo com o João do Bar do Jão: Foram 6 milhões segundo cálculos da PM nas manifestações contra a PresidANTA Dirma do chefe...O Temer assumiu e logo mostrou que mesmo ele, foi capaz de mostrar competência e como se governa. A diferença com essa retardada da Dilma foi brutal, incomparável. Não sou fá do PMDB, mas mesmo o Temer já me deu esperança nesse país falido. Lula pegou o Real pronto e acabado e levou mais de um mandato para deixar o Brasil nessa M. Agora quem sabe o Temer dá uma arrumada e devolve pra incompetenta foder com o país novamente...No entanto, nariz não tem palma, a mão é que tem palma e 5 dedos e não 4, a maioria que tem 4 dedos é por colocar a mão onde não é devido e isso Lula fez com o Dinheiro do povo. Pra colocar Pão com Mortadela na boca de uns aí assalariados em cargos de confiança pois não tem competência pra passar em concurso público, a não ser que este seja arranjado..... http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2016/04/exclusivo-stf-homologa-delacao-que-cita-plano-de-dilma-e-lula-para-melar-lava-jato.html

  • João | Domingo, 29 de Maio de 2016, 18h42
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    Conselho fiscal é figura decorativa na mnaioria dos Sindicatos, na maioria dos sindicatos o presidente decide sozinho qual a posição vai tomar...O pior dos sindicatos são eido político, além do presidente ter que roubar pra comprar fazenda, ainda tem a parte que tem que dar pro partido.

  • Angelo | Domingo, 29 de Maio de 2016, 15h06
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    E os coxinhas acham que um Sindicato de Profissionais da Educação iria se posicionar a favor de um governo golpista e ilegítimo ou a favor de um partido de historicamente defendeu os trabalhadores? Acordem coxinhas ...

  • Professor | Domingo, 29 de Maio de 2016, 12h13
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    Tribunal de Contas e Ministério Público neste Sindicato dos Professores. Pois tem um grupo que só sabe falar dos outros.

  • Paulo | Sábado, 28 de Maio de 2016, 18h49
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    já passou muito da hora destes sindicatos serem fiscalizados. Falam e esbravejam exigindo fiscalização pros outros. Mais e a fiscalização dos sindicatos? Quem fiscaliza? Desconheço sindicato que não tem ranço do PT. Daquele PT antigo esquerdista que acabou virando direitista e que hoje acha que não teve corrupção nenhuma o que tem é GOLPE.

  • Professor indignado | Sábado, 28 de Maio de 2016, 18h18
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    Verdade... Esse Presidente do SINTEP já está com alvará vencido... Burrada em cima de burrada fizeram dele um PTista chinfrin, mais chinfrin do que os PTistas tradicionais, tipo Lula e Dilma. Fora, Henrique... Vá trabalhar !

| 28/05/2016, 07h:06 - Atualizado: 28/05/2016, 07h:15

A mulher e o respeito

akio materia estreia colunista

Akio Maluf Sasaki

Diferente do que muitos homens pensam, as mulheres não merecem serem respeitadas, afinal quem merece faz algo em troca e a mulher não tem que fazer, ser, vestir ou fazer para ter respeito. O respeito deve imperar independente de quaisquer circunstâncias ou condições.

Pode até parecer estranho, mas não deveria existir a palavra feminismo, tampouco o movimento, pois deveria ser normal uma mulher ser respeitada e tratada da melhor forma possível e, os que fossem diferentes deste modelo, é que seriam os sexistas.

Apesar do respeito ser essencial, da defesa da mulher precisar ser algo contínuo, não posso concordar que vivemos em uma sociedade que possui uma cultura de estupro.

Dizer que vivemos em uma cultura de estupro quer dizer que a sociedade não se comove, que os jornais não noticiam e que o Estado não se importa, bem, sabemos que não ocorre desta maneira, pois os jornais cobrem de forma correta, a sociedade se comove e o Estado protege.

Diferente do exposto acima, concordo que vivemos uma cultura de Machismo e Impunidade, sendo que somadas criam animais que cometem atrocidades como as que ocorreram no Piauí ano passado e nesta semana no Rio de Janeiro.

A pior das culturas, sem dúvidas, é a de impunidade, pois é ela que permite que os “animais” (não são homens no meu conceito) possam agir desta maneira; como por exemplo publicar as provas do abuso online no Twitter e ter a “certeza” de que não vai acontecer nada com eles.

Tive o desprazer de verificar diversos comentários denegrindo a vítima do Rio de Janeiro, apresentando imagens que ela fazia apologia ao crime e outras mais, mas nenhuma delas justifica a violência sofrida e nenhum argumento vale para reverter essa situação.

Devemos lutar todos os dias, sejamos nós homens ou mulheres, pela igualdade, pelo respeito mútuo e pela libertação das mulheres.

Por fim, não tente dizer que a nossa sociedade cultiva uma cultura de estupro e vamos tentar reverter a cultura de machismo e impunidade, pois com um sério trabalho poderemos resolver vários problemas sociais de uma vez, seja o que diz respeito as mulheres ou até mesmo a corrupção, pois a cultura da impunidade não atinge somente os crimes sexuais.

Akio Maluf Sasaki é acadêmico de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), atua em cooperação internacional do turismo e escreve neste Blog todo sábado - akio@pontodeapoioturismo.com.br

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Articulação | 27/05/2016, 11h:00 - Atualizado: 27/05/2016, 11h:48

Wilson diz que ingresso de Leitão garante experiência e agilidade ao staff de Taques


O líder do Governo na Assembleia, deputado estadual Wilson Santos (PSDB), vê com entusiasmo a possível ida do correligionário e deputado federal  Nilson Leitão para compor o staff do governador Pedro Taques (PSDB). “Se o Nilson resolver ir eu não tenho dúvida que vai dar velocidade e qualidade ao Governo”, declara.

Wilson afirma que Leitão tem experiência como deputado federal, além de ter sido por dois mandatos prefeito de Sinop. Embor o Governo não admita oficialmente, o  deputado federal é cotado para assumir a chefia da Casa Civil no lugar de Paulo Taques que, nos bastidores, acumula diversos desgastes e estaria com “prazo de validade” vencido no primeiro escalão.

Arquivo

capa Wilson e Leitão

 Nilson Leitão e Wilson Santos, junto com Thelma de Oliveira e Guilherme Maluf,   militam no PSDB

Além disso, Wilson lembra também que a inclusão de secretários-políticos foi uma das reivindicações dos 16 deputados que estiveram presentes na reunião da última terça (24), com o governador e parte dos gestores. “Há consenso que a média de idade precisa aumentar, e colocar gente de cabeça branca e careca no governo”, exemplifica.

Para o deputado, os colegas defendem a inclusão de políticos e ex-prefeitos para dar velocidade nas decisões e agregar experiência. Segundo Wilson, há pessoas ocupando cargos públicos pela primeira vez na Gestão Taques. “Há muito receio de decidir, é um secretariado muito técnico”, pontua.

 O possível ingresso de Leitão  no primeiro escalão de Taques já foi tratado em diversas reuniões. Entretanto, o assunto é guardado "a sete chaves", com recomendação de evitar o vazamento para não comprometer a estratégia. O tucano, no entanto, não admite publicamente a possibilidade 

Partidos

Taques iniciou o mandato com três secretários filiados a partidos, mas sempre ressaltando que todas as nomeações seguiram critérios técnicos. Permínio, do PSDB, assumiu a Educação enquanto Suelme Evangelista, do PSB, ficou no comando da pasta de Agricultura Familiar e Regularização Fundiária. Já Adriana Vandoni, que era do PDT e acompanhou Taques na migração para o PSDB, foi a escolhida para o Gabinete de Transparência e Combate à Corrupção.

 Permínio caiu em 3 de maio, diante do escândalo de corrupção que eclodiu com a Operação Rêmora - que apura supostas fraudes em processos de licitação do estado. Suelme, por sua vez, segue firme com trabalho discreto, mas eficiente.  Ao contrário, Vandoni não foge das polêmicas e sempre contrapõe os adversários do governador.

Taques fortalece articulação política e deve nomear Pivetta e Leitão  

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Comentários (2)

  • ELEITOR | Sábado, 28 de Maio de 2016, 09h10
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    Se é verdade mesmo o afastamento do Paulo Taques, seria bom um substituto experiente politicamente: Júlio ou Jaime Campos.

  • José Pedro Dias | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 12h10
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    Nilson Leitão e um bom nome para assumir a articulação política na casa civil, seria um secretário com amplos poderes políticos nas demais secretarias, mas tem que acontecer ações de governo com resultados, tá passando da hora disso acontecer, caso contrário governo taques vai ser dos piores da história.

| 27/05/2016, 09h:55 - Atualizado: 28/05/2016, 13h:31

Dilmar alerta que proposta de taxação das commodities prejudica 255 mil empregos


 “O futuro econômico e social de Mato Grosso corre sério perigo caso o Governo decida interferir na economia e aumentar a tributação do agronegócio”. A afirmação é do deputado  Dilmar Dal  Bosco (DEM), que destacou que possíveis mudanças na cobrança dos impostos do setor colocam em risco  255,6 mil empregos gerados pelo segmento. 

 De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia da Agropecuária (Imea),  os salários do setor agropecuário somam R$ 5,5 bilhões anuais. Com isso,  movimentam a economia no interior e garantem o desenvolvimento do Estado.

Marcos Lopes/ALMT

dilmar dal bosco.jpg

 Dilmar Dal Bosco faz defesa do agronegócia e diz que taxação coloca em risco empregos no setor 

 Para o parlamentar, a economia tem sido ampliada graças a produção agrícola. “Temos municípios se transformando com o agronegócio, como é o caso de Poconé, uma cidade que via sua economia em situação delicada com o declínio do garimpo e agora volta a oferecer oportunidades para população. São estes empregos que estão sob ataque com novas tributações”, pontuou.  

 Dilmar  defendeu o perfil social do plantio de grãos, afirmando que existem dois Mato Grosso, sendo um deles um Estado pobre e dependente das grandes economias nacionais, e outro, que se consolidou nos últimos 30 anos com a entrada de grãos.“Temos um Estado produtor, competitivo e respeitado pelos mercados interno e externo. Cidades como Sinop, Sorriso e Lucas do Rio Verde, sem nenhuma expressão no cenário estadual no passado, hoje se destacam não só pelo fator econômico, mas também pela qualidade de vida  oferecida aos seus munícipes, possuem um Índice de Desenvolvimento Humano acima da média nacional, com educação e saúde pública exemplares”, afirmou.

 Tributação

Atualmente, 50% do Produto Interno Bruto (PIB) é originado na agropecuária, sendo que a atividade contribui com os mesmos 50% da arrecadação do ICMS, principal imposto do Estado. Pelos dados do Imea, dos R$ 7,9 bilhões arrecadados com ICMS em 2015, R$ 4 bilhões tiveram origem no agronegócio. 

 “Esta contribuição leva em conta apenas o ICMS, porém o agronegócio também traz receitas ao Estado por outras fontes, como o Fundo de Apoio das Exportações, o FEX. O Fisco está recebendo neste ano de 2016 o FEX de 2015, no valor de R$ 425 milhões. O agronegócio ainda paga o Fethab, que arrecadou R$ 860 milhões em 2015. Somando tudo o agronegócio pagou R$ 5,3 bilhões ao Fisco de Mato Grosso”, destacou Dilmar. 

 Para o democrata,  a sugestão em debate, ou seja, a limitação da quantidade que o produtor pode exportar,  é uma interferência direta no negócio e representa um sério risco a sustentabilidade da produção e crescimento do Estado.

 “Engana-se quem pensa que Mato Grosso oferece grandes vantagens para quem aqui produz. Existe limitação legal para exploração da área para o plantio, que é de 20% na floresta e 65% no cerrado, sem contar que nossa logística é bastante desfavorável,  pois estamos geograficamente mal situados. A ausência de portos, hidrovias,  estradas, ferrovias e outros meios para escoamento do grão aqui produzido nos coloca em uma situação difícil em relação aos outros estados produtores, o que ficaria ainda mais complicado com a taxação de commodities e a limitação da exportação”, argumentou. 

Em carta aberta, Famato e Aprosoja se posicionam contra novo imposto

 O possível aumento do taxação do agronegócio será debatido pelo deputado estadual junto ao governador   Pedro Taques (PSDB). “O governador já disse para imprensa ser contra este aumento. Vamos trabalhar para mostrar os números que o agronegócio adiciona a nossa economia, a geração de emprego e renda, e os riscos que mudanças representam”, concluiu.

Deputado defende tributação dos commodities para enfrentar crise econômica 

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Comentários (5)

  • Urbanista | Sábado, 28 de Maio de 2016, 13h55
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    O pobre em Mato Grosso deveria gozar também do benefício de não pagar imposto. Se o cidadão tem carrinho velho com mais de 15 anos de uso, o governo do estado jamais isenta esse cidadão do pagamento do IPVA e Licenciamento. O carro pode estar a carcaça que mesmo assim é obrigado a pagar imposto. Você acha justo o privilégio dos grandes fazendeiros de nunca pagar imposto??

  • Thompson | Sábado, 28 de Maio de 2016, 13h44
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    Acredito que o maior beneficiado com a taxação das commodities é justamente o agronegócio. O governo do estado precisa de recursos para melhorar a infraestrutura para o escoamento da produção agrícola. Sem recursos ele não terá como investir na conservação das rodovias e muito menos na criação de novas ferrovias que é a forma ideal para o transporte de cargas. O governo do Mato Grosso do Sul (que é do PSDB) resolveu taxar o agronegócio e mesmo assim a produção agrícola daquele estado aumentou substancialmente, sem provocar nenhum tipo de crise.

  • João | Sábado, 28 de Maio de 2016, 02h52
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    !0% não vai matar ninguém de fome, basta desses produtores só ganhar e ganhar, as riquezas do solo devem ser distribuidas pelo Estado...

  • Carlos Nunes | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 14h32
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    Complementando o comentário do Edu Brito...pois é, Goiás já taxou, com isso o custo de plantio aumentou, e o produto de Goiás passou a ser o mais caro do país. Não sei se essa cobrança aqui é MT é para agradar compadres (Goiás e MT são do PSDB); só para não deixar Goiás na mão, sozinho na enrascada. Agronegócio é a galinha dos ovos de ouro do Brasil...tem garantido até o superávit na balança de pagamentos nacional, às vezes. A estória infantil não acabou bem...nela o dono da galinha cresceu os olhos e quis saber da onde vinha o ouro; aí matou a galinha, quando abriu, verificou que era uma galinha comum - só que botava um ovo de ouro todo dia. Teria é que avaliar até que ponto o aumento do custo de plantio, motivado pelo taxação das commodities, vai atrapalhar a competitividade no mercado internacional...muito, pouco, mais ou menos? Tem aúfa de país louco para comercializar soja, e todos os produtos agrícolas de MT, no mercado internacional...só estão esperando uma oportunidade. Se inviabilizar o negócio, os próprios produtores de soja poderão até mudar de atividade e plantar outra coisa mais lucrativa.

  • Edu Brito | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 10h44
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    O governo de Goiás publicou um decreto no fim de janeiro criando limites para exportações de grãos e uma regra que permite cobrar ICMS sobre 30% das compras feitas por tradings e 40% sobre o que é processado pelas indústrias. Na prática, as tradings só poderão levar para fora do País volume equivalente a 70% do que comprarem dentro do Estado; os 30% sobre os quais deverão pagar ICMS terão de ser direcionados para o mercado goiano. Com isso a arrecadação do Estado será ampliada significativamente. Os grandes homens do agronegócio (não me refiro ao pequeno e médio produtor) possuem muitos representantes no Congresso e nas assemvleias legislativas e através desses representantes mantem desonerações do setor. Na prática o que contribuem não paga as rodovias, pontes e áreas degradadas. Só resta para a população a poluição e o achatamento salarial para a MANUTENÇÃO DE PRIVILÉGIOS. É isso que está acabando com Mato Grosso.

| 27/05/2016, 08h:35 - Atualizado: 27/05/2016, 08h:40

Queremos um governo de frases de efeito?

ceara artigo sexta 400 padrao

 Antonio Cavalcante

Creio que muito tardiamente o governador de Mato Grosso se afastou dos holofotes que o cegavam, desviou os olhos para a máquina administrativa emperrada e percebeu que há um caos no setor de segurança pública, com um grupo de policiais matando pessoas inocentes mediante pagamento, e a população indefesa escondida em suas casas, em face da insegurança que é pública e só não vê quem não quer (ou alguém que viaje o tempo todo).

Notou que os hospitais estão lotados, não há leitos de UTI, crianças e idosos sofrem com as ameaças de dengue e do tal vírus influenza que em alguns casos é fatal, e constatou que o “turismo de ambulância” como programa de saúde ainda impera em nosso estado. Prefeituras sucateadas despacham seus pacientes para as unidades de emergência em Cuiabá e Várzea Grande, por falta de recursos locais, e a compra de ambulância (“ambulancioterapia”) ainda é a grande “política pública” para este setor.

A situação dos servidores públicos também é caótica, o estado que cobra seus tributos de acordo com a inflação, que passou longe dos 11% oficiais, se recusa a fazer a recomposição do salário de acordo com as perdas verificadas no ano passado, que corroeu os vencimentos das categorias.

O governador finalmente toma contato com a realidade. E onde ele esteve neste período? O que andou fazendo durante todo esse tempo?

Ora, como ele próprio disse, foi o primeiro (e único) governador a apoiar publicamente o golpe contra a Constituição, para permitir a instauração de um “processo sem crime” contra a presidenta da república. E não é de hoje que venho chamando a atenção para o caráter fascista, reacionário, de extrema direita e criminoso desse golpe disfarçado de impeachment.

E enquanto o governador viajava país afora, fazendo propaganda e defesa do tal “impeachment”, que a mídia no mundo todo vem chamando de “complô de bandidos”, Mato Grosso ficava a deriva. E ao lado de quem o governador viajava? Ao lado de pessoas “inocentes” como Aécio Neves, aquele que será “devorado” pela Operação Lava Jato, como disse o mais recente delator à justiça (na verdade é o quinto réu que acusa o mesmo corréu).

Sabe-se que o plano do golpe começou a ser executado logo após a eleição de 2014.

Essa decisão de fomentar um golpe dos ricos contra os pobres, um “complô de criminosos” que querem se blindarem dos processos que terão que responder, é um carimbo que fica na testa de Pedro Taques, para tristeza de quem viu o político nascer como grande defensor do Estado Democrático de Direito e da Constituição Federal, a história lhe cobrará a coerência perdida. A sua credibilidade e capacidade até o momento ainda não foram posta à prova para resolver os dramas da educação pública, da cultura e da carência das pesquisas científicas em Mato Grosso. Somos 141 municípios, a maioria deles abaixo do aceitável em índices de desenvolvimento humano, todavia não existe nenhuma solução para esse drama e para a busca da igualdade.

O político Pedro Taques se deixou usar por grupos políticos descompromissados com o Estado Democrático de Direito, com o bem estar-social e coletivo, ou teve maus conselheiros. Querer combater a corrupção combatendo a democracia, além de um erro pra lá de grosseiro, é agir de má-fé.

A realidade bate à sua porta e o obriga a algumas decisões urgentes, a primeira delas é permitir a instauração de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a corrupção na Secretaria de Educação (SEDUC), e de outras unidades administrativas que já se apresentam como alvos do Grupo de Combate ao Crime Organizado (GAECO). Dizer que o roubo na SEDUC foi “menos do que disse o GAECO” em nada ajuda para recuperar a imagem arranhada.

Deve conceder o pagamento das perdas da inflação aos servidores estaduais, para isso exonerando os 3.000 cargos comissionados (pessoas indicadas por políticos) e extinguindo os cabides de emprego que criou (no estacionamento em frente ao palácio há vaga reservada até mesmo para um tal Gabinete de Articulação Internacional!!).

E por fim deixar de fazer política do jeitão tradicional, já condenado pela sociedade. Trazer aquele deputado federal para o governo, apenas para o sujeito “fugir” do julgamento do Supremo Tribunal Federal (que se aproxima) é usar a mesma tática adotada ao longo pelo tal “braço político do crime organizado”.

A realidade é dura, mas é melhor aceitá-la do que aos elogios dos vassalos. Não interessam os selfies do político comendo marmitex ou em passeatas dos coxinhas e militontos nazi-doidos contra a democracia. Sem frases de efeito, por favor, dizer que na próxima campanha eleitoral irá “dirigir carro de som e pregar cartaz em poste” não ajuda, e ainda revela um crime: usar patrimônio público (poste de iluminação pública) para colar propaganda eleitoral.

Por um governo com mais ação e menos frases de efeito.

Antonio Cavalcante Filho, cidadão de Mato Grosso, escreve às sextas-feiras neste blog. E-mail: antoniocavalcantefilho@outlook.com

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Comentários (4)

  • Antonio benedito de Assunção | Sábado, 28 de Maio de 2016, 09h44
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    Cuiabania: O governador Pedro Taques gosta de holofotes e luzes. Gosta de se sentir o arauto da moralidade. Gosta de se sentir o salvador da patria. Só não gosta de ser humilde . Fala muito!

  • rutinha | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 13h32
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    vai ter que trabalhar cearáaaa

  • A MAMATA ACABOU | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 11h17
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    ACABOU A BOQUINHA, CEARÁ! E afundaram junto esse movimentosinho pelêgo que combate a corrupção seletiva e ESQUECE DO PT...que perpetrou o MAIOR ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DA HUMANIDADE! Agora, terão wue trabalhar!

  • Carlos Nunes | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 09h42
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    Os estados e municípios brasileiros, incluindo MT, agora somente sofrem os efeitos do governo do PT, que afundou a Economia Brasileira, viramos uma espécie de Grécia. Com isso a arrecadação caiu drasticamente...os primeiros sinais disso começaram no pujante estado do Rio Grande do Sul, ano passado quando o Sartori pegou o governo, descobriu que não tinha dinheiro: ou pagava funcionários e aposentados ou pagava a dívida do Estado - preferiu pagar os funcionários e dar o calote à dívida. Aí os 3 juristas entraram com o pedido de Impeachment pelo crime de responsabilidade...mas vendo o buraco em que o país afundou, principalmente pelo desemprego de 12 Milhões de brasileiros, houve foi crime de IrResponsabilidade. Mentiram descaradamente na última campanha eleitoral, só para ganhar a eleição. A Marina até que tentou, na campanha, nos debates, mostrar que o Brasil já estava afundando, mas era interrompida pela Dilma e pelo Aécio, que queriam ganhar a eleição de qualquer jeito. Foi a mais lúcida na campanha. Pois é, quando a Economia Nacional afunda, há um efeito cascata e afundam também a dos estados e municípios...o Taques é só vítima disso, como é qualquer governador ou prefeito. Só existe um conselho prá dar prá ele: pare de fazer promessas e mais promessas que não vai cumprir, porque NÃO TEM DINHEIRO...pegue tudo o que conseguir arrecadar e aplique só nas VERDADEIRAS PRIORIDADES. Já vivemos a época das vacas magras...ninguém sabe nem o tamanho dessa crise, nem quando tempo ela vai durar.

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