Cuiabá, 28 de Julho de 2016
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Articulação | 01/11/2011, 16h:18 - Atualizado: 01/11/2011, 16h:36

Com cargos, comunistas colam nos governos Galindo e Silval

    A exemplo dos petistas, os comunistas também continuam ávidos por cargos e poder no Estado. Há dois meses, o PC do B, que possui menos de 200 filiados, conseguiu emplacar Ana Flávia como administradora da Regional Norte. Ela disputou, seu sucesso, vaga de deputada federal no ano passado. Teve 23.718 votos. Pelo cargo de subprefeita, ela ganha R$ 3 mil mensais. Ana Flávia é uma das pré-candidatas comunistas à vereadora pela Capital. O partido conta ainda com Ivo Aguiar Lopes como diretor-executivo do Procon de Cuiabá.

   Os comunistas não gravitam apenas em torno do Palácio Alencastro. O partido conseguiu indicar a professora Janete Oliveira de Carvalho como adjunta de Políticas Especiais da secretaria de Esporte e Lazer do governo Silval Barbosa. Na prática, são aliados do petebista Galindo e do peemedebista Silval.

    Curiosamente, a vinculação com o poder dos comunistas é prevista em estatuto. É por isso que dão importância vital à ocupação dos cargos públicos, o que pode servir de explicação para o aparelhamento dos órgãos que ocupa. O artigo 59º sustenta que os cargos eletivos ou comissionados dos governos dos quais a legenda participe constituem "importante frente de trabalho e está a serviço do projeto político partidário, segundo norma própria do Comitê Central". Quem ocupa mandato eletivo deve destinar pelo menos 1% do salário mensal ao partido. Os que detêm cargos eletivos ou em comissão pagam contribuições especiais a serem especificadas pelos órgãos partidários. Embora o PC do B não revele o montante, há informação de que, nesses casos, pode chegar a 40% do salário.

    Histórico

   A entrada do Partido Comunista do Brasil no século 21 foi marcada pela contradição, a palavra preferida de seus dirigentes quando se referem ao capitalismo, segundo eles "agonizante", ao jogo de poder e aos parceiros das alianças que o levaram para o governo e até lhe reservaram um ministério, o do Esporte, mesmo sob denúncias de irregularidades na distribuição de verbas, aparelhamento por parte de entidades de seu círculo íntimo e supostas cobrança de propina. Nesse processo de contradição política e ideológica, ao mesmo tempo o PC do B mantinha em seu estatuto a doutrina marxista-leninista como princípio de tudo e foi se adaptando facilmente aos tempos da social-democracia do PT. Ainda se diz de esquerda.

    Mesmo na clandestinidade, no fim dos anos 70 e início dos 80, o PC do B já vinha atuando dentro do MDB e PMDB, na ala denominada "Movimento Popular". Depois da redemocratização, se tornou um parceiro avançado do governo do presidente Lula. Em Mato Grosso, trata-se de uma sigla nanica. Chegou a ganhar a Prefeitura de Barra do Garças com Zózimo Chaparral, mas a gestão foi tão pífia que deixou o próprio partido desmoralizado. Já em âmbito nacional, conta com 14 deputados federais, 18 estaduais, 2 senadores, 42 prefeitos, 66 vice-prefeitos e 608 vereadores.

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Comentários (8)

  • Sergio Negri | Quinta-Feira, 03 de Novembro de 2011, 01h21
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    Até há pouco tempo, o PCdoB era considerado um partido nanico, segundo a expessão utilizada pelo próprio Romilson em sua pseudo matéria jornalística. De repente se torna a sigla mais atacada pela mídia golpista brasileira! Por que será? De que tem medo aqueles que nos detratam sem absolutamente nenhuma prova? Talvez a resposta esteja exatamente no compromisso histórico desse partido para com os trabalhadores brasileiros. Compromisso que se busca materializar segundo táticas que procuram se adequar as caracteristicas da dinâmica da luta de classes, ou seja, a partir de uma leitura científica das contradições do mundo real! Não compreender essa premissa básica do marxismo-leninismo, ou se deve a ignorância ou coisa pior, alinhamento sistemático ao anti-comunismo rasteiro do conservadorismo representado caninamente pela mídia da vala comum, da maré baixa, como diria Mino Carta.

  • Rimem | Quarta-Feira, 02 de Novembro de 2011, 10h55
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    depois do comentário do aslan os outros comentario e todos do proprio Rd news rrrrr tomo Romildo, trabalha serio rapas vc nao tem nada a perder

  • Reginaldo Lopes | Quarta-Feira, 02 de Novembro de 2011, 08h39
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    Concordo plenamente com os comentários do Blog do Romilson, estamos falando do PC do B de Mato Grosso realmente as atitudes dos dirigentes Estadual joga toda filosofia do partido no no lixo. Realmente são todos apaixonados por cargos público, falo com conhecimento e convivência por mais de 8)oito) anos na condição de filiado a esse partido, nada contra o partido más sim com uma visão pifia dos seus dirigentes que andam como um barco sem norte para ancorar, é só observar os últimos apoios políticos primeiro participaram do Governo Wilson Santos, que era do PSDB oposição ao Governo Federal, após sugarem alguns cargos abandonaram o Governo de Wilson e partiram para o Governo Silval Barbosa, nesse período vieram em Barra do Garças e atropelaram os membros do PC do B local, como se o partido tivesse somete um filiado o ex- Prefeito Chaparral, que por razões pessoais foi digno de expresar sua vontade e seu compromisso com o seu voto, más os demais membros do partido não podiam serem jogados na vala. A verdadeira Democracia é exatamente isso, diferença de opiniões que no mínimo devem ser respeitads e não em nome do partido jogarem todos na condição de traidores não é esse PC do B que conheci quando filiei nas suas fileiras. Me lembro logo de início do governo Blairo participei de alguns encontros em Cuiabá e nesse período o partido analizava o Governo na condição da besta fera, de repente as coisas foram mudando as coisas foram mundando não o Blairo que continuava o mesmo Demônio destruidor do meio Ambiente em Mato Grosso, esse era o dircurso inflamado dos dirigentes do PC do B em Cuiabá, más já que o tempo é o juiz das causas impossiveis lá estava o PC do B fazendo parte do Governo Blairo Magi.

  • Ubirajara Itagi | Quarta-Feira, 02 de Novembro de 2011, 03h05
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    É um encontro de alto nível. De um lado o velho PCdoB que, segundo alguns comunistas, adentrou o Araguaia e desapareceu para sempre. Do outro lado, um representante da mídia chapa branca, financiado pela Assembléia Legislativa segundo o MCCE. Enfim, é a dialética entre o roto e o esfarrapado.

  • Augusto Aguiar | Terça-Feira, 01 de Novembro de 2011, 21h47
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    O PCdoB representa oque há de mais sujo na política brasiliera. Constituem partido somente para negociar cargos e somar gordas quantias nos bolsos de sua militância. Nunca representaram seus principios ideológicos, vulgarizando a doutrina de Marx, Engels e diversos outros pensadores socialistas/comunistas. O PCdoB com sua juventude pseudo-socialista conseguiur acabar com a principal instituição de defesa dos interesses estudantis, a UNE, que hoje vive aparelhada ao estado e esta sendo indiciado por uso de dinheiro público em festas regadas a Whisky. Uma pena termos ainda cidadãos que ainda acreditam neste partido de aluguel.

  • Aislan S C Galvão -Presidente Estadual d | Terça-Feira, 01 de Novembro de 2011, 21h11
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    Caro Senhor Romilson Dourado, Os seus escritos apresentam inconsistências de informação e conhecimento, mas da conta dos seus objetivos. Mas saiba que é por essas e outras atitudes que você esta perdendo a credibilidade que estava conquistando perante a opinião publica. Na verdade esta credibilidade é fruto da competência de profissionais que trabalharam e trabalham no seu veiculo de comunicação. No dia de hoje uma competente jornalista do RDnews entrou em contato querendo saber informações sobre a nossa 16ª Conferencia Estadual, eu prontamente prestei todas as informações necessárias, inclusive encaminhando e-mail sobre detalhes, e de forma capciosa o Senhor subtrai as informações e revela um veneno anti-comunista através da matéria acima. O Senhor não tem o direito de fazer isso com seus colaboradores. Sinceramente como dirigente partidário terei receio de prestar informações para o seu veiculo de comunicação. E faço um desafio, como bom filiado a cuiabania, “duvide ó dó” que o Senhor publique este comentário. E claro se você nos der espaço iremos responder todas as suas acusações.

  • Rodrigo | Terça-Feira, 01 de Novembro de 2011, 18h46
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    O PC do B administra o CUA/UFMT com José Pessoa, o pelego-mor.

  • Paulo | Terça-Feira, 01 de Novembro de 2011, 18h34
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    Esse é o eterno PCdoB, sem eira nem beira, e com cara de extrema esquerda, sempre infestou as universidades públicas, dentro dos DCE´s. Sempre pregando um pseudo comunismo ao mesmo tempo que fechava acordo com candidatos de direita, fosse para reitor, fosse para qualquer cargo politico partidario. Mas como qualquer alma sedenta, adora cargos, dinheiro e até poder. É uma vergonha. Não entendo como é que ainda tem órgão de vigilância que ainda dá importância pra esse pessoalzinho, que não representa nenhum perigo, além de parasitar os governos.

| 28/07/2016, 15h:35 - Atualizado: 02h atrás

"Taxação" do agronegócio: falsa questão?

Esperidiao_Costa_Marques

Esperidião Costa Marques

Nos últimos meses se intensificaram os debates sobre a chamada taxação do agronegócio, com opiniões sobre as diversas formas como isso se daria. Sob o aspecto legal, a Constituição Federal, em seu artigo 155, inciso II, deu competência aos Estados e ao Distrito Federal para instituir imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior, conhecido pela sigla ICMS. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 3, de 1993).

Nesse mesmo artigo, inciso X, alínea a, quando trata da não incidência do ICMS a Constituição determina que o imposto não incidirá “sobre operações que destinem mercadorias para o exterior, nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior, assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores”. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003).

Este comando constitucional é posterior e mais abrangente que a própria Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996, a chamada Lei Kandir, que dispõe sobre o ICMS, e que já trazia na redação do seu artigo 3º, inciso II, a não incidência do imposto nas exportações, inclusive de produtos primários, como é o caso das commodities produzidas pelo agronegócio em Mato Grosso.

Amparadas pela não incidência do ICMS as commodities exportadas não podem ser tributadas pelo ICMS, ficando como base tributável a produção comercializada no mercado interno. Existem várias discussões em curso, desde a ampliação da arrecadação do Fethab à adoção de modelos heterodoxos, a exemplo dos implantados em Mato Grosso do Sul e Goiás, que limitam o percentual da produção que pode ser exportada. O debate é importante e salutar, com opiniões divergentes e convergentes.

É indubitável que a não incidência nas exportações foi o um dos principais fatores que proporcionou o crescimento acentuado do agronegócio, das exportações e da economia de Mato Grosso nos últimos quinze anos. Como exemplo, podemos citar que no ano 2000 a exportação de Mato Grosso era de US$ 1,033 bilhões e alcançou US$ 13,070 bilhões em 2015, alavancando toda a cadeia produtiva e a economia do Estado. De janeiro a junho o valor exportado já ultrapassou a cifra de US$ 8 bilhões, número bastante expressivo.

Ressaltamos que quando tratamos da não incidência do ICMS nas exportações, não estamos nos referindo apenas ao agronegócio em nosso estado, mas de qualquer produto nacional destinado à exportação.

Uma medida bastante inteligente e de resultado é a defendida pela AMM, que consiste em aumentar o valor do Auxílio Financeiro para Fomento às Exportações –FEX – pago anualmente pelo Governo Federal aos Estados exportadores, que não sofre alteração desde 2008, quando Mato Grosso exportava US$ 7,812 bilhões e é hoje pouco representativo em relação à receita do Estado. Seu sucesso dependerá do engajamento político dos estados exportadores.

O governador Pedro Taques já afirmou que não haverá tributação das exportações em seu governo. Lideranças do agronegócio rechaçam qualquer tentativa no mesmo sentido e algumas lideranças sindicais e políticas fazem proposituras no caminho inverso.

O ex-governador, senador e atual ministro da Agricultura Blairo Maggi disse recentemente, que há “outros meios de aumentar a receita do Estado”. Ele citou o fim dos incentivos fiscais para determinados setores e o controle dos 40% de produtos do agronegócio que já ficam no país.Algumas dessas medidas já estão sendo implementadas, principalmente no PRODEIC, e precisam ser aprofundadas e ampliadas.

A produção do agronegócio, que é comercializada internamente (dentro do país), não está amparada pela não incidência do ICMS e sua tributação depende apenas da política econômica e tributária do governo, sendo, portanto, mais viável que mudanças na Constituição, na Lei Complementar 87 (Lei Kandir) e na Lei do ICMS do Estado. Alterações legislativas que consideramos completamente inviáveis no momento, tanto do ponto de vista político, como econômico.

Esperidião Costa Marques é fiscal de tributos estaduais, graduado em Economia e Direito, especialista em Direito Tributário e Financeiro, pós-graduado em Perícia Financeira e Contábil - e-mail: esperi@terra.com.br

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| 28/07/2016, 11h:03 - Atualizado: 03h atrás

Após indicação de Silvano à Mesa, Oscar rompe com oposição e diz apoiar base


O deputado estadual Oscar Bezerra (PSB) rompeu de vez com o bloco independente, composto por sete deputados, após o então candidato a presidente da Assembleia Emanuel Pinheiro (PMDB) ser substituído por Silvano Amaral (PMDB). Emanuel foi anunciado ontem (27) como pré-candidato a prefeito de Cuiabá. “Estou no grupo do Eduardo Botelho (PSB) e Guilherme Maluf (PSDB). O que for decidido estarei junto”, revela o socialista ao .

Com Emanuel na disputa pela prefeitura, oposição indica Silvano à presidência 

Oscar estava descontente com o bloco desde a polêmica do pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) entre o governo e os servidores públicos e que Assembleia intermediou. O deputado considera que o bloco preferiu ganhar aplausos dos servidores a confrontá-los. “Eles preferiram a sangria do Legislativo”, lamenta.

Gilberto Leite/Rdnews

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Deputado Oscar Bezerra rompe com grupo independente pela eleição da Mesa Diretora e volta à base

Os principais defensores do pagamento integral da RGA eram o deputado Emanuel e Janaina Riva (PMDB). Após a celeuma, segundo Oscar, outros parlamentares também declinaram do apoio ao bloco. “Quando sai, saiu Mauro Savi (PSB) e Romoaldo Junior (PMDB)”, acrescenta.

De todo modo, Janaina garante que o grupo permanece unido. Agora, segundo ela, o bloco irá abrir diálogo para adesão de mais deputados. Conforme a deputada, os parlamentares que fazem parte do bloco são Pery Taborelli (PSC), Zé do Pátio (SD), Zeca Viana (PDT) e os peemedebistas Emanuel Pinheiro, Romoaldo Junior e Silvano Amaral.

Nos bastidores, os 7 deputados aliados a Emanuel tinham firmado compromisso de indicar Max Russi ou Oscar Bezerra, ambos do PSB, como nome para uma futura composição com o tucano Guilherme Maluf, que busca a reeleição. A movimentação de Janaina e Silvano expõe o racha na oposição.

Diante da cisão, Oscar já aderiu à ala governista. Defende o acordo feito no passado de que esta eleição, que ocorre em setembro, seja encabeçada por Botelho. “O pessoal (bloco independente) tinha que vir fazer composição com a chapa que vai ser de consenso”, acredita.

Botelho é considerado o candidato do Palácio Paiaguás, uma vez que agradaria mais o governador Pedro Taques. Em entrevista, Maluf admitiu que a relação com o Taques se deteriorou. Por isso, tenta viabilizar sua chapa contemplando as principais bancadas com os cargos mais relevantes, como PSD, PMDB e até o PSB.

Maluf admite que relação com Taques deteriorou e articula chapa independente

Como reação, Botelho mandou emissário procurar Maluf para prometer de imediato a primeira-secretária em troca do recuo da reeleição. A proposta, que contaria com aval do Paiaguás, ainda contempla indicação ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) assim que imbróglio sobre a vaga for resolvido no Judiciário.

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| 28/07/2016, 09h:19 - Atualizado: 08h atrás

Subsistência ao agronegócio

Além de produzir, Rondonópolis hoje volta a atividade à indústria

maria rita colunista

Maria Rita

O homem caminha pelas terras onde hoje se localiza o município de Rondonópolis há pelo menos cinco mil anos. De acordo com os registros históricos os índios bororo já ocupavam a região quando chegou um efetivo de militares que se fixou na Ponte de Pedra entre os anos de 1875 e 1880. Além deles, já perambulavam por lá garimpeiros e aventureiros em busca da riqueza fácil por meio de diamantes e ouro.

No início do século 20, as primeiras famílias se instalaram e deram início ao processo de colonização. Advindas de Goiás e de outras regiões do próprio estado, elas praticavam atividades agrícolas de subsistência, mas logo em seguida a produção que inicialmente só atendia ao povoado deu lugar a uma atividade de cunho mais comercial. Em 1915, o governo do estado por decreto estabeleceu uma reserva de dois mil hectares para o patrimônio do então povoado do Rio Vermelho.

Entre 1907 e 1909 o primeiro tenente Candido Rondon e a comissão construtora das linhas telegráficas passaram pela região em expedição. O objetivo da comitiva foi interligar o Brasil por meio do telégrafo, na verdade ligar a região amazônica e Mato Grosso ao restante do país. Em 1922 o ambicioso projeto foi inaugurado as margens do Rio Poguba onde o posto telegráfico foi construído. Antes mesmo da inauguração do posto, ainda em 1918, em homenagem ao pai da Comunicação, o povoado do Rio Vermelho passou a se chamar Rondonópolis.

Nessa época o povoado era distrito de Santo Antônio e toda sorte de pragas assolou a região. Enchentes e epidemias aliadas a notícia de descoberta de diamante na região de Poxoréo levam a um êxodo de Rondonópolis. A vizinha Poxoréo cresce tanto que Rondonópolis torna-se seu distrito em 1938.

Na virada da década de 1940 para 1950, a localidade começa a viver uma nova realidade. A política de colonização do estado por meio da doação de lotes a migrantes interessados em trabalhar a terra, aliada a ampliação e melhoria da malha viária deram novo fôlego à Rondonópolis. Situado entre as rodovias federais 361 e 264, o povoado se transformou em cidade em 1953.

 Daí em diante um forte processo de expansão capitalista deu-se na região. Incentivos fiscais, maquinário moderno e o empreendedorismo dos migrantes transformaram Rondonópolis numa referência nacional do agronegócio. Agora além de produzir, a cidade tem voltado sua atividade econômica para a indústria e também desponta neste sentido como grande polo. Hoje o município é o segundo maior do estado de Mato Grosso com mais 215 mil habitantes.

Maria Rita Ferreira Uemura é jornalista, empresária, diretora da empresa de eventos de aventura ULTRAMACHO e escreve exclusivamente toda quinta-feira neste Blog (www.ULTRAMACHO.com.br) - e-mail: ferreirauemura@gmail.com

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Comentários (1)

  • Angelo | Quinta-Feira, 28 de Julho de 2016, 11h49
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    As BR's que cortam Rondonópolis são a BR-163 e BR-364 ... e o município é o 3º e não o 2º maior do estado ...

arco de aliança | 28/07/2016, 08h:51 - Atualizado: 01h atrás

Para Ezequiel, governador é centralizador e avalia que "voo solo" é perigoso na política


Após a prisão do ex-secretário estadual de Educação (Seduc), Permínio Pinto (PSDB), o presidente estadual do PP, deputado federal Ezequiel Fonseca, cobra que o governador Pedro Taques (PSDB) convoque os partidos do arco de aliança que o elegeu em 2014 para traçar novo rumo.

“Ele (Taques) está seguindo um vôo solo, isso é muito perigoso na política. Mas por culpa dele. Ele é muito centralizador e um Estado igual Mato Grosso é impossível administrar sozinho. Até a nossa casa a gente não consegue administrar sozinho”, compara o progressista em visita à sede do

Para Ezequiel a prisão de Permínio, ocorrida na última quarta (20), pelo Gaeco, fez com que o governo perdesse força, haja vista que Taques vem tentando conduzir a gestão com transparência. “Falou muito contra a corrupção e infelizmente governo são pessoas e aí acaba tendo esses atropelos”, avalia.

Gilberto Leite/Rdnews

Ezequiel da Fonseca_gilberto leite (35).jpg

Deputado federal Ezequiel Fonseca acha que governador é muito centralizador e pede mais diálogo

Conforme o presidente do PP, quando assume um governo é preciso chamar os aliados para auxiliar nos trabalhos, sendo  os partidos do grupo PP, DEM, PSDB, PSB, PPS, PV, PTB, PSDC, PSC, PRP, PSL e PRB. Considera que é um equívoco achar que sozinho dará conta. “Só na cabeça de um promotor. Antes ele mandava fazer. Agora, ele tem que achar o jeito de fazer. Como vamos resolver a segurança pública? Tem que estar junto, mostrar os caminhos. Ele conhece. Ele Sabe exatamente que sozinho ninguém vai a lugar nenhum”, sustenta.

Ezequiel lembra que quando Taques se candidatou ao Palácio Paiaguás chamou todos os partidos. Considera que é preciso rediscutir como um todo. “Colocar todo mundo numa mesa. Se não tem projeto de governo, vamos escrever. Dá tempo ainda, tem dois anos e meio pela frente para que ele possa sair em alta”, sustenta.

A gestão Taques tem sido cobrada pela falta de articulação política no Executivo. O DEM, PSB e PSD, siglas que integram a base aliada, já cobraram medidas. Como resposta, o governo prevê na segunda reforma administrativa a criação do Gabinete de Articulação Política que será ocupado por Paulo Taques, que hoje está na Casa Civil.

DEM "engrossa" fila de partidos aliados que cobram abertura política de Taques  

Mea culpa

Ezequiel Fonseca afirma que tem cobrado dos presidentes estaduais do PSDB e PSB, respectivamente, Nilson Leitão e Fabio Garcia, a necessidade de dialogar com o governador para mostrar solidariedade. “Somos parceiros do governador, ajudamos a elegê-lo. Estamos aqui para o que precisar. Senão vamos passar como os omissos”, justifica.

O deputado espera que na volta dos trabalhos no Congresso Nacional, na próxima semana, possa reforçar com os parlamentares a possibilidade de um encontro com Taques.

Outro lado

A reportagem tentou contato com o chefe da Casa Civil Paulo Taques, mas estava numa reunião. Conforme assessoria, o secretário iria avaliar se responderia o deputado. Até a publicação, no entanto, não houve retorno.

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Comentários (18)

  • alexandre | Quinta-Feira, 28 de Julho de 2016, 14h55
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    errado, mesmo com todo o descaminho o RGA foi pago em dia, o CALOTE RGA foi erro de planejamento do governo, que gastou os recursos RGA e deu aos Poderes, se não há recursos, se estourou a LRF como o taxis vai fazer concurso pra PGE e chamar mais 2500 PM, daqui a pouco a PM tem mais gente que a SEDUC, olhe os relatórios a arrecadação aumentou, 70 milhoes em midia, aumentou os comissionados DGA 3, muita mídia e pouca ação ...Estado paralisado, quando está bom cresce a 8%a.a quando está ruim 3%, não dá pra comparar MT com outros Estados, aqui acontece extrema concentração de renda na mão de empresários amigos e agronegócio e pouco de recursos do governo vai tudo pros Poderes, quase 2 BILHOES pra gastar, 2,4 BILHOES de isenção fiscal PRODEIC e agronegócio, este governo faz perfumaria não se importa com o povo.. estas Caravanas da embromação nao me enganam, Hospital de Cáceres 3 meses sem receber isso é cuidar da saúde ?...

  • Tobias de Aguiar | Quinta-Feira, 28 de Julho de 2016, 12h52
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    Nivaldo, com certeza gestão publico não deve ser seu "forte". Talvez você seja um ótimo humorista!

  • Tobias de Aguiar | Quinta-Feira, 28 de Julho de 2016, 12h48
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    Antes só do que mal acompanhado. Não vendo minha honra por um RGA. Os imbecis não perceberam que com a corrupção e desvios do governo passado, foi a grande causa da impossibilidade de se pagar a RGA integral. Míopes, servidores ficaram omissos enquanto os cofres públicos eram pilhados na gestão passada. Venham para a iniciativa privada e aprendam a competir para obtr aumentos salariais. INCONSEQUENTES!!!

  • Cuiabano | Quinta-Feira, 28 de Julho de 2016, 12h11
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    Cuiabano, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Cuiabano | Quinta-Feira, 28 de Julho de 2016, 12h11
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    Taques já acabou politicamente, agora com essas novas alianças que estão sendo formada, que visa 2018, já se foi, erro do Taques foi ter ido para PSDB, abandonar quem o ajudou, esse vai ser outro Demóstenes Torres, so aguarda pra ver...

  • Robson Louzada | Quinta-Feira, 28 de Julho de 2016, 12h08
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    Olha, votei no Ezequiel, estou decepcionado com ele, arrependido mesmo. Mas infelizmente ele esta certo. Esse Governo não mostrou pra que veio, decepção total. Ainda esse incompetente do Paulo Taques vai avaliar se dá resposta ou não. Quantos votos esse senhor tem? Pelo menos o Ezequiel trabalhou e transferiu votos dele para o Governador e esse almofadinha de gabinete vai avaliar se dá resposta ou não. Cria vergonha na cara Paulo Taques volta para o escritório da sua esposa e volta a assinar as petições que ela que faz pra voce. Seu playboyzinho do pantanal.

  • alexandre | Quinta-Feira, 28 de Julho de 2016, 11h37
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    imagina se fosse politico, mandando na eleição da assembleia, se metendo na eleição em cuiaba e VG trocando secretários técnicos por politicos, Deus nos livre de Malvadeza, cometeu MUITOS ERROS, além do CALOTE RGA por culpa dos POP STAR..do POWER POINT governo ruim de execução, A única coisa que funciona é a propaganda, como diria meu avô, ruim de serviço...

  • joaoderondonopolis | Quinta-Feira, 28 de Julho de 2016, 11h19
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    Não sou servidor e nem pretendo ser, pelo menos neste governo, ainda bem que é de um mandato só. A População de MT foi desrespeitada com o não cumprimento do RGA dos servidores. Ele vai querer cumprir na reeleição, aí é hora de paga-lo.

  • Reginaldol | Quinta-Feira, 28 de Julho de 2016, 11h17
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    1

    Deputado, o Secretário da Casa Civil vai avaliar se houve o senhor, o senhor está sendo tratado como qualquer um. Ou melhor dizendo na população chama se Zé ninguém. Ou seja não estão nem aí para o senhor. Pelo amor de deus, coloque um brio na cara pq isto é lamentável.

  • Nivaldo Teodoro de Mello | Quinta-Feira, 28 de Julho de 2016, 10h35
    19
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    Está perdido igual cachorro que cai de mudança. Comprou uma briga com os servidores públicos que não precisava, pois o único setor que não perde com a inflação é o setor público, pois na recomposição dos preços há a recomposição dos impostos. Político de um mandato só.

| 27/07/2016, 14h:33 - Atualizado: 27/07/2016, 14h:44

Em ano eleitoral, está vedada utilização de materiais ou serviços custeados pelo erário


voce sabia eleicoes 2016 blog notas

 

Usar transporte oficial para locomoção a evento eleitoral, utilizar gráfica oficial, remeter correspondência com conotação de propaganda eleitoral, usar maquinário público na execução de serviço de terraplanagem para viabailizar a realização de comício.

Esses são alguns exemplos práticos que podem caracterizar o uso indevido de materiais ou serviços por gestores, custeados pela administração.

Como a lei não faz referência a nenhum período específico, fica subentendido que essa proibção é aplicável todo ano eleitoral, como neste exercício de 2016.

Importante destacar que é razoável estender a proibição para os anos não eleitorais, já que bens públicos não devem ser usados para benefício de particulares. Saiba mais aqui. Oriente-se.

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corrida eleitoral | 27/07/2016, 14h:16 - Atualizado: 27/07/2016, 14h:28

Petistas avaliam que substituição no PMDB de Valtenir por Emanuel vai favorecer Julier


Gilberto Leite/Rdnews

julier_gilberto leite (1).JPG

No cálculo dos petistas, os votos que seriam de Valtenir, pelo voto pró-Dilma, vão migrar para Julier 

A militância do PT, que deve indicar o vice na chapa do pré-candidato a prefeito de Cuiabá, o ex-juiz federal Julier Sebastião, está comemorando a mudança de rumo no PMDB. A avaliação é que a substituição do deputado federal Valtenir Pereira pelo deputado estadual Emanuel Pinheiro na  disputa majoritária favorece o pedetista. 

No cálculo feito pelos petistas, os votos que seriam conquistados por Valtenir pelo voto contra a admissibilidade do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) acabariam migrando para Julier. Isso porque, na avaliação de dirigentes do PT, Emanuel não tem ligação com os movimentos sociais e deve dividir o apoio angariado com a defesa do pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA) aos servidores do Estado com o próprio prefeito Mauro Mendes (PSB). 

“O eleitorado que votaria em Valtenir pelo apoio facultado a Dilma vai migrar para o Julier. E o Emanuel Pinheiro dividirá com Mauro Mendes o voto da classe média, mais conservadora. A mudança de candidato no PMDB beneficia nosso campo político”, avalia dirigente petista que pretere não ser identificado. 

Além disso, a militância do PT defende que a equipe de marketing de Julier cole a imagem de Emanuel com Mauro. A estratégia se resume em  construir condições para fazer prevalecer o discurso “mais do mesmo”.  

“Vamos lembrar a população cuiabana que Emanuel coordenou a campanha do Mauro Mendes em 2012 e recebeu em troca apoio para deputado estadual na eleição seguinte. Precisamos mostrar que são mais do mesmo e que a ligação é umbilical. Somente o Julier representa mudança neste contexto”, completou o petista. 

 O PT considera como certa a indicação do vice no chapa que será liderada por Julier. O nome mais cotado é o da psicóloga Ana Regina Ribeiro, ex-mulher do médico Lúdio Cabral, que disputou a Prefeitura de Cuiabá e o Governo do Estado nas duas últimas eleições e acabou derrotado.

Além de Ana Regina, o PT cogita outros três nomes. São eles: a ex-vereadora Enelinda Scala, o ex-coordenador estadual do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) Nelson Borges e a suplente de deputado federal Jusci Ribeiro. 

    As convenções do PDT para confirmar Julier e do PT que formalizará a indicação do vice estão marcadas para 5 de agosto. Após o ato formal, as siglas planejam a realização de evento político em conjunto. O PCdoB também está fechado com o pré-candidato pedetista. 

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Comentários (6)

  • delmario | Quinta-Feira, 28 de Julho de 2016, 12h16
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    sera que esses caras acham que vao ganhar eleição aqui em cuiaba se tiverem so pt com julier vão terminar em terceiro lugar levanta cuia que lavem mauro mendes na onda azullllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllll vamoq ue vamo e es onofre junior a vereador

  • xupa essa manga | Quinta-Feira, 28 de Julho de 2016, 11h16
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    esses petistas são bons demais junto com pdt de julier vão ganhar em terceiro lugar pois se tiver wo ninguem para disputar a eleiçao e eles chapa so perdem e ainda ficam em terceiro luigar saim fora julier e pt

  • Jorge | Quinta-Feira, 28 de Julho de 2016, 11h02
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    Estes coxinhas já tomaram tanto chifre ultimamente e ainda se acham!!!!!!

  • deovaldo | Quarta-Feira, 27 de Julho de 2016, 22h42
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    Esses petistas sonham em ganhar prefeitura de Cuiabá,,,,nós não gostamos de vermelhos

  • LOS15 | Quarta-Feira, 27 de Julho de 2016, 19h07
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    Esse PT acha mesmo que tem alguma chance? Kkkkkk Nada é suficiente para fazer alguém colado ao PT prosperar nas eleicoes.

  • Diomar Machado | Quarta-Feira, 27 de Julho de 2016, 17h55
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    Diomar Machado, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

Mesa Diretora | 27/07/2016, 12h:50 - Atualizado: 27/07/2016, 13h:19

Com Emanuel na disputa pela prefeitura, oposição indica Silvano à presidência da AL


O bloco independente da Assembleia, composto por sete deputados, deverá lançar o deputado Silvano Amaral para a eleição à presidência da Mesa Diretora em substituição a Emanuel Pinheiro, que assumiu  pré-candidatura a prefeito de Cuiabá. Outro que pode requerer o posto é o deputado Zeca Viana (PDT).

Gilberto Leite

Silvano Amaral PMDB

 Deputado Silvano Amaral assume disposição para disputar a presidência da Assembleia e já articula

Ambos são os mais cotados, uma vez que os demais deputados que compõe o bloco, Pery Taborelli (PSC) e Zé do Pátio (SD), são pré-candidatos a prefeito de Várzea Grande e Rondonópolis, respectivamente.

O PMDB possui a maior bancada do grupo, com quatro deputados. Romoaldo Junior (PMDB) não mostrou interesse em ingressar na eleição. Silvano afirma que está disposto a enfrentar o pleito na Assembleia, que será em setembro. “Vamos começar a articular. Hoje vamos nos reunir para fazer um processo de avaliação do cenário”, explica.

Janaina, por sua vez, garante que o grupo permanece unido. Agora, segundo ela, o bloco irá abrir diálogo para adesão de mais deputados. “Até porque só com sete deputados não ganha eleição. A proposta da independência no Legislativo continuou. Isso foi coisa que nos espantou porque achamos que o grupo pudesse dizimar com a saída do Emanuel, mas permanece unido”, garante.

Além do bloco independente, são candidatos à presidência da Assembleia, o atual comandante Guilherme Maluf (PSDB) e Eduardo Botelho (PSB). Ambos são da situação. Entretanto, o socialista teria a preferência do Palácio Paiaguás.

Situação

Na última segunda (25), Maluf se reuniu com aliados para tentar viabilizar sua reeleição. Com a presença do primeiro-secretário Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), Max Russi (PSB) e Emanuel Pinheiro (PMDB), o tucano admitiu que suas relações com Taques se deterioraram no último período e apresentou sua candidatura à reeleição como independente e sem vínculo com o Palácio Paiaguás. Além disso, apresentou esboço da chapa contemplando as principais bancadas com os cargos mais relevantes.

Maluf admite que relação com Taques deteriorou e articula chapa independente

O líder do Governo Wilson Santos (PSDB), que atua como apoiador de Botelho, afirma que possui documento com a assinatura de 11 deputados estaduais, que se comprometem a não apoiar a reeleição de Maluf. O teor, no entanto, ainda não foi divulgado pelo tucano.

Líder crê que 11 deputados honrarão trato de 2015 de não reeleger Maluf

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  • alexandre | Quarta-Feira, 27 de Julho de 2016, 15h10
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    quem é esse, o candidato do governo Botelhos vai ganhar com os 23 votos...

| 27/07/2016, 09h:36 - Atualizado: 27/07/2016, 09h:50

Resposta sexual masculina e feminina

larissa terapeuta artigo 400

Larissa Mamedes

A satisfação sexual está relacionada ao modo como cada indivíduo passa pelas fases da resposta sexual, que diz respeito a uma série de alterações fisiológicas que ocorrem desde o momento em que o indivíduo se prepara para o sexo até sua efetivação.

Apesar de homens e mulheres passarem pelas mesmas fases, a intensidade e a duração de cada uma delas ocorre de maneira distinta.

As fases são:

  • * Desejo: vontade de ter relação sexual;  
  • * Excitação: no homem, ocorre a ereção; na mulher, ocorre a lubrificação;
  • * Orgasmo: intenso prazer, acompanhado de contrações involuntárias dos músculos pélvicos; 
  • * Resolução: o corpo se recupera de todas as alterações ocorridas anteriormente.
 

Estudos mais recentes afirmam que o desejo pode ocorrer aleatoriamente ou através de uma ampla variedade de estímulos, como carícias, uma imagem, um som, um cheiro. Nas mulheres, os estímulos táteis costumam surtir melhores resultados, ao passo que, nos homens, os estímulos visuais exercem grande impacto.

É preciso respeitar cada fase do ciclo da resposta sexual, pois cada uma delas é responsável por preparar o corpo do homem e da mulher para o ato sexual. Havendo disfunção em algum desses momentos do ciclo, haverá alteração na satisfação e no prazer durante e após o coito.

Na fase da excitação, a quantidade de sangue necessária para provocar a ereção no homem é menor do que para provocar a lubrificação na mulher; daí o fato de a mulher necessitar de um maior tempo durante as preliminares. O homem, além  de sempre se sentir apático logo após o orgasmos, volta com relativa rapidez a seu estado normal;; a mulher, volta muito mais vagarosamente, sendo capaz de experimentar um prazer sexual profundo e prolongado durante a fase da resolução, podendo ser novamente levada ao orgasmo.

Existe um mito sobre a relação do tamanho do pênis com o prazer sexual da mulher. Apesar de a vagina da mulher possuir uma profundidade, sua sensibilidade se encontra nos primeiros 3cm da penetração.

Além disso, estudos indicam que o estímulo do clitoris é crucial para a produção da descarga orgásmica (a maioria das mulheres sentem que a excitação clitoriana proporciona a mais importante contribuição para o orgasmo). Portanto, use a criatividade, conheça seu corpo e o corpo da pessoa com quem você se relaciona e explore as fantasias sexuais.

Se você estiver encontrando insatisfação sexual, algo que se considera anormal, procure por um especialista sexólogo para avaliar o que pode ser feito para que você e seu (sua) parceiro (a) tenham prazer e curtam a relação.

Larissa Mamedes  é psicóloga e terapeuta sexual. E-mail: l.hmamedes@gmail.com

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| 27/07/2016, 06h:26 - Atualizado: 27/07/2016, 08h:06

Whatsapp nas eleições

nestor fidelis texto interno e capa

 Nestor Fidelis

As normas humanas são mutáveis no ritmo das necessidades sociais. No mundo eleitoral, o dinamismo com que as normas vem sendo alteradas a cada quatro ou dois anos está por exigir um esforço ainda maior pelos seus intérpretes e aplicadores.

As últimas mudanças na legislação eleitoral brasileira abrandaram proibições até então existentes, em sentido totalmente oposto ao que vinha sendo decidido pela Superior Corte Especializada.

As campanhas eleitorais que ocorriam em seis meses, passaram a ser permitidas por somente três meses e, atualmente, terão apenas quarenta e cinco dias de duração, fato que evidentemente favorece quem já esteja ocupando o cargo público, sobretudo de eletividade majoritária, e tenha a intenção de se reeleger.

Por outro lado, as mudanças legislativas mais recentes tornaram regular o ato de poder anunciar uma pretensa candidatura, de poder defender ideias políticas, expor pensamentos até mesmo em redes sociais, participar de debates, podendo, inclusive, pedir apoio político, desde que não se peça voto expressamente (eis, portanto, o campo mais nebuloso).

Tais inovações deveriam amenizar o desequilíbrio existente na exposição pública de quem é candidato à reeleição em relação ao candidato que somente tem 45 dias para divulgar suas ideias. No entanto, há tribunais que vem adotando posicionamento mais restritivo do que se esperava, sobretudo com relação ao maior veículo de comunicação por mensagens da atualidade, o whatsapp, que também está sendo utilizado pela própria Justiça Eleitoral como canal para se coibir práticas ilícitas no processo eleitoral em curso.

Os tribunais eleitorais podem definir o whatsapp como mídia social, ou como um meio de comunicação telefônico, o que nos parece mais adequado.

O TRE/PR decidiu que “a veiculação de mensagens via whatsapp ou facebook, desde que realizadas em perfil de candidato ou pessoa natural, não configura propaganda eleitoral irregular” (Acórdão nº 47163 de 29/07/2014).

No mesmo sentido é o entendimento do Tribunal do Rio de Janeiro, que ao analisar um caso em que uma pessoa havia enviado quatro mensagens, sendo apenas uma pelo whatsapp e três pelo sms, consignou: “No julgamento da Representação 7825-70, esta Corte assentou o entendimento no sentido da legalidade do envio de mensagens com conteúdo de propaganda eleitoral por SMS e Whatsapp, razão pela qual para o reconhecimento de eventual abuso seria preciso a utilização desse recurso propagandístico em total desproporcionalidade e exagero, o que não se verifica no caso dos autos. Restou comprovado apenas o envio de quatro mensagens, três delas por SMS e a outra pelo Whatsapp, sem nenhum elemento robusto que possa embasar a afirmação de que teriam sido enviadas milhares de mensagens nos dias anteriores ao pleito por meio de contratação de empresa de telemarketing e com a utilização de cadastro telefônico comprado” (AIJE nº 802917).

No entanto, foi noticiado que, em recente decisão, o TRE-MT manteve a punição a um pretenso candidato que enviou uma única mensagem a apenas uma pessoa, pedindo ajuda, que no contexto é sinônimo de apoio político, o que é permitido por lei. Ademais, a lei não proibiu o uso de whatsapp pelos pré-candidatos, mas, obviamente, a norma não deve ser interpretada de modo que faculte abusos, mesmo que de forma subliminar.

No caso, o Tribunal de Mato Grosso exarou seu entendimento no sentido de que “(...) ao divulgar a expressão 'contando com sua ajuda tá!', o pretenso candidato está, na verdade, realizando um pedido explícito de votos, buscando se antecipar, incutindo na mente do seu público (eleitores em potencial) a possibilidade de ser candidato e contar com a ajuda, o apoio, enfim, o voto dele".

Nesta aludida decisão, restou afirmado que o whatsapp é potencialmente mais lesivo do que o facebook, porque a mensagem pode ser copiada e enviada a mais pessoas, porém, no caso concreto, foi enviada a apenas uma pessoa.

Entretanto, ousamos discordar deste posicionamento, pois não houve pedido explícito de votos, mas sim pedido de ajuda ou apoio, o que é um direito do pré-candidato que enviou a mensagem apenas para uma pessoa. E esta poderia bloquear o emissor. Somente em caso de reincidência, ou seja, de reenvio após o bloqueio ou descadastramento, seria cabível a punição.

Defendemos a tese de que o whatsapp não se enquadra em espécie de propaganda pela internet, eis que, conforme o tribunal fluminense, o veículo mais se aproxima às mensagens via sms (serviço de mensagens curtas). Além disso, as mensagens via whatsapp gozam de proteção constitucional de sigilo telefônico que não pode ser quebrado sem ordem judicial, nem há meios técnicos de serem monitoradas, o que nos faz lembrar dos três casos de bloqueio do whatsapp em todo o Brasil.

É claro que o direito está em constante transformação, sendo que trouxemos estes casos, defendendo nosso ponto-de-vista, apenas para ilustrar o relevante papel dos magistrados, dos advogados, do Ministério Público e, principalmente, dos candidatos e eleitores na construção de entendimentos que venham a tornar mais equilibradas as condições e possibilidades para os concorrentes, bem como no intuito de que sejam mitigados, ou quiçá abolidos, os abusos nas eleições. 

Nestor Fernandes Fidelis é advogado e escreve exclusivamente para este Blog toda quarta-feira - nestor@nestorfidelis.adv.br

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  • Junior Cuiabano | Quarta-Feira, 27 de Julho de 2016, 07h18
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    Muito bom o artigo. Como pré-candidato, isso acaba nos orientando e muito.

mesa diretora | 26/07/2016, 17h:55 - Atualizado: 27/07/2016, 05h:51

Maluf admite que relação com governador deteriorou e articula chapa independente


Gilberto Leite/Rdnews

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 Presidente da Assembleia, Maluf promete romper vínculos com Palácio Paiaguás por novo mandato

O presidente da Assembleia Guilherme Maluf (PSDB), que não esconde o projeto de disputar a reeleição no comando da Mesa Diretora da Assembleia, nas eleições marcadas para setembro, reagiu à sinalização de apoio do governador Pedro Taques (PSDB) ao rival Eduardo Botelho (PSB) e tratou de reunir representantes das principais bancadas para tentar viabilizar sua chapa. O encontro realizado nesta segunda (25) contou com a presença do primeiro-secretário Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), Max Russi (PSB) e Emanuel Pinheiro (PMDB), que abandonou as articulações para concorrer à presidência do Legislativo pela pré-candidatura a prefeito de Cuiabá. 

Na reunião, Maluf admitiu que suas relações com Taques se deterioraram no último período e apresentou sua candidatura à reeleição como independente e sem vínculo com o Palácio Paiaguás. Além disso, apresentou esboço da chapa contemplando as principais bancadas com os cargos mais relevantes. 

Ao PSB, que apesar de abrigar Botelho, sequer foi procurado pelo correligionário para conversar sobre Mesa Diretora, Maluf ofereceu a primeira-secretária. A tendência é que a ordenação de despesas fique sob responsabilidade de Oscar Bezerra, que já ocuparia o cargo  na chapa que seria liderada por Emanuel Pinheiro. 

Já a primeira-vice-presidência ficaria entre PSD ou PMDB. Neste caso, caberia às duas siglas chegar ao entendimento sobre quem ocuparia o cargo. “Essa é a primeira reunião sobre o tema. Maluf assumiu a candidatura à reeleição prometendo independência. O presidente resolveu ser o que não foi ao longo desse primeiro mandato. Agora, vamos esperar o resultado dessas articulações”, disse interlocutor ligado ao tucano. 

A notícia da reunião pegou Botelho de surpresa. Como reação, o socialista mandou emissário procurar Maluf para prometer de imediato a primeira-secretária em troca do recuo da reeleição. A proposta, que contaria com aval do Palácio Paiaguás, ainda contempla indicação ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) assim que imbróglio sobre a vaga for resolvido no Judiciário. 

Na hora, Maluf teria rejeitado a proposta alegando que não abre mão de disputar a reeleição porque esse será seu último mandato de deputado estadual. Além disso, garantiu que não pretende ir ao TCE porque seu projeto é disputar o Senado em 2018. 

Ainda assim, Botelho tem dito que acredita na possibilidade de composição. Entretanto, não revela a tática que pretende utilizar para demover Maluf da idéia de disputar a reeleição. 

O líder do Governo Wilson Santos (PSDB), que atua como apoiador de Botelho, afirma que possui documento com a assinatura de 11 deputados estaduais, que se comprometem a não apoiar a reeleição de Maluf. O teor, no entanto, ainda não foi divulgado pelo tucano.  

Líder crê que 11 deputados honrarão trato de 2015 de não reeleger Maluf

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Comentários (6)

  • alexandre | Quarta-Feira, 27 de Julho de 2016, 11h37
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    Botelho é candidato do taxis. cadê a separação dos Poderes ?...Estado absolutista a serviço do agronegócio e dos empreiteiros seduc.

  • Rodrigues | Quarta-Feira, 27 de Julho de 2016, 09h05
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    Esse Botelho chegou agora e quer sentar na janela , respeita quem tem serviço por MT.... Maluf na cabeça

  • Rebeca | Quarta-Feira, 27 de Julho de 2016, 05h07
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    Botelho na Assembléia é a mesma coisa que Fabris. É Jayme Campos no poder. NUNCA. Vejam que nem o PSDB respeita mais Taques: Maluf e William...

  • Ana clara | Quarta-Feira, 27 de Julho de 2016, 00h31
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    E tem parlamentar que ainda acredita em Maluf?? Kkkkkk

  • Ana | Quarta-Feira, 27 de Julho de 2016, 00h25
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    E ainda tem parlamentar que acredita em Maluf???? Kkkkk Vai deixar todos a "ver navios", ou melhor, ficar a deriva... náufragos da estupidez e prepotência kkkk

  • Betum Maia | Terça-Feira, 26 de Julho de 2016, 20h09
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    Voteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee de Botelho!!! Ganhe esse eleição Dep. Maluf!!

SECRETARIADO | 26/07/2016, 00h:39 - Atualizado: 26/07/2016, 00h:52

Chiletto e Adriana Vandoni seguem firmes na gestão Taques; secretário de Saúde cai


Perdeu feio quem vinha apostando numa eventual queda de Eduardo Chiletto. Ele seguirá como secretário estadual de Cidades, tanto antes quanto depois da segunda reforma administrativa do Governo Taques, a ser aprovada pela Assembleia no próximo mês, tão logo os deputados retornem do recesso branco.

Gilberto Leite/Rdnews

edu_chiletto

Eduardo Chiletto ganha respaldo do governador e segue na secretaria de Cidades

Este Blog apurou que, mesmo bombardeado de críticas dentro e fora do Palácio Paiaguás, por causa dos passos de tartaruga das obras da Copa-2014, Chiletto ganhou “moral” e confiança do governador Taques, que o elogia pelo trabalho. Embora sem traquejo político, Chiletto vem conduzindo obras com repercussão positiva em praticamente todos os municípios, especialmente de pavimentação urbana, de iluminação, de construção de praças e até de cobertura de feiras-livres. São pequenas obras, mas de grande importância às comunidades.

Sobre as obras de mobilidade urbana de Cuiabá e Várzea Grande, como a novela em que se transformou o VLT, o secretário de Cidades tem dito que foi feito Termo de Ajustamento de Gestão com o Tribunal de Contas de repactuação e algumas estão em andamento conforme suporta o caixa do Estado.

Assim como Chiletto, seguem no primeiro escalão bem respaldados pelo governador os secretários José Arlindo (Governo), que coordenou a primeira edição da Caravana da Transformação, no último final de semana em Barra do Bugres, Adriana Vandoni (Transparência e Combate à Corrupção) e Paulo Taques, que deixa a Casa Civil e vai conduzir o Gabinete de Articulação Política.

Saída

Já Eduardo Bermudez está com horas contadas no primeiro escalão. Taques já escolheu o advogado João Batista, ex-secretário de Saúde de Nova Mutum, para conduzir a pasta homônima em âmbito estadual, conforme antecipou o Blog do Romilson.  O governador quer mais celeridade na resolução de problemáticas, com resultados positivos na ponta. Se mostra contrariado, por exemplo, com a demora nas licitações, na reposição de estoque de medicamento e com falhas graves que impedem bom funcionamento dos hospitais regionais, quase todos geridos por OSS.

Das 24 secretarias, duas serão extintas (Gabinete de Assuntos Estratégicos e Gabinete de Articulação e Desenvolvimento Regional), assim como empresas e autarquias, como MTGás e Metamat.

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Comentários (8)

  • Willian | Terça-Feira, 26 de Julho de 2016, 17h24
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    Ainda em tempo, pesquisando melhor, andaram mudando a lei, e os governadores também poderão se reeleger, infelizmente. Aff, mais 04 anos desse aí, vai ser para acabar.

  • Willian | Terça-Feira, 26 de Julho de 2016, 16h50
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    Rebeca, até onde sei, já foi aprovada a lei que acaba com o fim da reeleição. Apenas os atuais prefeitos, serão os últimos com essa oportunidade. Após, não haverá mais. Por que acha que o governador tá se lixando com o que pensam dele? Ele só poderá se candidatar a outro cargo.

  • alexandre | Terça-Feira, 26 de Julho de 2016, 13h54
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    apelido na turmada palaciana é chi lento..

  • Cuiabano | Terça-Feira, 26 de Julho de 2016, 13h22
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    aproveita porque a teta acaba em 2018...

  • José Marques Braga | Terça-Feira, 26 de Julho de 2016, 12h39
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    HÁ OBRAS EXPLICITAS E IMPLÍCITAS: Nós, seres humanos, dotados de percepções do meio onde estamos, diferenciamos-nos nos modos destas. No geral, vemos mais com os olhos do que com os neurônios. Neste quadro de análises, as obras físicas fazem sucessos, enquanto os planos e organizações de ideias são vistas com menor intensidade. Quando falamos das cidades brasileiras podemos identificar os resultados das politicas de sucessos implantadas sobre as maquiagens e gambiarras na construção de nossas zonas urbanas. Somente quem já agiu no planejamento urbano municipal tem oportunidade de constatar tais realidades. Na mesma proporcionalidade e importância caminha tambem as ações do combate à corrupção. Essa doença que atingiu como edemia a sociedade brasileira não é dectada a olho nu. Nós nos imprtamos com o que nos atingem de forma direta - saude, segurança, e mesmo a educação que está nesse rol de prioridades, é recorrente em si na qualidade, e é causa principal de poucos compreederem a diferença entre a essência e aparência, cuja diferença é a razão maior de existir a ciência. QUEM SE DEDICA AO TRABALHO SÉRIO COM HONESTIDADE, são criticados, as vezes não por maldade mas, por falta de entendimento do funcionamento do sistema em vigor. Sem provocações e sim como análise cientifica.

  • Paulo Mattos | Terça-Feira, 26 de Julho de 2016, 10h49
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    O erário público mais uma vez vai ser disponibilizado para que dois Secretários de Estado cujas ações de suas competências encontram-se em estágio de completa paralização, nos fazendo indagar qual a razão da existência de suas respectivas Secretarias, continuem com a mesma ineficácia e morosidade na solução dos problemas a elas afetos. Sinceramente não vejo em Chiletto essa propagada competência, mesmo porque não só Cuiabá, ao contrário do que ressalta a matéria, e todos os municípios do Estado ressentem-se da ausência de investimentos, projetos e execução de obras e ações fundamentais para o desenvolvimento dos respectivos. As obras da Copa, judicializadas pelo governo do Estado, exatamente para não ter a responsabilidade de assumi-las, pelo menos durante o mandato atual, representam, em última instância a acefalia da Secretaria de Cidades e do próprio governador, desinteressados, na verdade, em resolver os problemas urbanos, viários, de transporte e locomoção da população de nossa Capital.Assim sendo, quais as ações empreendida pelo Secretário Chiletto em benefício do Estado de Mato Grosso e seus municípios ? Quanto à Secretaria da Adriana Vandoni, trata-se de uma representação inócua, sem poderes legais para promover qualquer tipo de procedimento que resulte efetivamente em combate à corrupção e seus derivados. Tanto assim quer essa Secretaria Especial, pomposa e ineficiente, serve somente para encaminhar, através de ofícios aos orgãos competentes, as denúncias que resultem em investigações e comprovações de malfeitos. Dessa forma a Secretaria serve apenas como redatora e digitadora de ofícios, não se justificando, assim, a sua existência, mesmo porque orgãos de fiscalização nós já temos aos montes: Ministério Público, OAB, Sindicatos prós e contras, TCE, Deputados e Senadores e a população em geral. Dessa forma, meu veto a esses dois Secretários.

  • Roberto Souza | Terça-Feira, 26 de Julho de 2016, 07h54
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    Obras? onde? só se for na frança, porque aqui no Estado não existe nada que esse senhor tenha concluido, mentira.

  • Rebeca | Terça-Feira, 26 de Julho de 2016, 06h09
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    Há um mês atrás disso e ninguém acreditou. Chiletto é candidato à Vice-Governador em 2018 e provavelmente à Governador em 2022, se Pedro Taques for reeleito. Filiado ao PSDB. Não iriam abrir mão da SECID à ninguém.

| 26/07/2016, 00h:00 - Atualizado: 25/07/2016, 19h:24

Espaço de poder machista

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 Olga Lustosa

Se alguém te disser para ficar longe da política e mesmo que se enumere mil razões para que você o faça, não vire as costas para a realidade de que as mulheres são a maioria dos eleitores brasileiros, que existem no país mais de 6 milhões de mulheres a mais do que homens, que quase 40% destas mulheres são efetivamente as responsáveis pelo sustento de suas famílias.

Considere ainda que a expectativa de vida das mulheres elevou-se a um patamar de mais de 77 anos em média e, embora tenha se registrado aumento da participação das mulheres no processo eleitoral de 2014, os números ainda estão bem abaixo do que preceitua a própria lei eleitoral e poucas, muito poucas mulheres se elegeram. Estranho? Nem tanto, num país onde não se cumpre o estabelecido nos estatutos partidários nem na legislação.

A lei eleitoral brasileira está morta, inexiste. O Ministro do STF Marco Aurélio, embora pregue punição aos partidos pelo descumprimento da lei, laconicamente reconhece que, na prática, os partidos não investem e nem garantem condições mínimas de estruturas de campanhas para as mulheres candidatas, preferem registrar candidatas fictícias para burlar a lei que os obriga a preencher o mínimo de 30% das vagas com mulheres, a fazer o repasse de pelo menos 5% dos recursos do fundo partidário para criação de programas de promoção e difusão da participação política das mulheres. Parece pouco, mas nem isso acontece.

Não é bem verdade que o voto é nossa única arma e oportunidade para mudar, para indicar o rumo que queremos para nossa cidade e para nosso país. Certamente há mil outras formas de atuação que também fazem a diferença, que podem promover mudanças substanciais. O consenso é que as mudanças precisam acontecer nas bases onde mulheres valorosas são líderes comunitárias, presidentes de clubes de serviços, organizadoras de reuniões.

A participação feminina não pode continuar nesse desempenho pequeno, não atingindo sequer a marca dos 10% na Câmara Federal, mas alimentando a ilusão de uma participação legítima, quando no máximo, servimos para legitimar as candidaturas masculinas. Ciente dessa necessidade, a Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados tem promovido encontros e incentivado a ampliação da participação feminina na política de modo geral.

Mas com o corporativismo masculino instalado no Congresso Nacional, qualquer mudança que realmente altere as regras do jogo para torná-lo igualitário, parece improvável. Este ano, tem eleições para as Câmaras Municipais e os números que o País apresenta são vergonhosos. De todos os vereadores eleitos no Brasil, apenas 12% são mulheres e na eleição de 2014 cinco estados não elegeram nenhuma mulher para a Câmara Federal e entre eles está nosso querido estado de Mato Grosso. (os outros são: Sergipe, Paraíba, Espírito Santo e Alagoas).

Adiantadas articulações estão em andamento na capital e pelo que se ouve as mulheres continuarão no backstage, organizando comitês, reuniões, balançando bandeiras e pregando cartazes. 

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olgaborgeslustosa@gmail.com e www.olgalustosa.com  

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Comentários (2)

  • Geraldo | Terça-Feira, 26 de Julho de 2016, 18h29
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    Parece que não foi abordado o fato de que as mulheres preferem votar nos homens, pois se são maioria como eleitoras, por que a maioria das candidatas não se elegem? Ou estou enganado?

  • Juliana | Terça-Feira, 26 de Julho de 2016, 00h14
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    Tirando por exemplo a Marta Suplicy e a Dilma Rousseff até mesma eu tenho minhas dúvidas. Não basta ser mulher, tem que ser competente.

RUMO ÀS ELEIÇÕES | 25/07/2016, 17h:59 - Atualizado: 26/07/2016, 13h:51

Após ameaça de apoiar PMDB, vereador do PSD ganha força para vice de Mauro


Gilberto Leite

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Nome de Domingos Sávio teria sido avaliado com atenção na reunião realizada na tarde desta 2ª

O vereador Domingos Sávio (PSD) ganhou força como possível candidato a vice na chapa do prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), que deve assumir o projeto da reeleição nos próximos dias. A possibilidade foi aventada como solução para manter a unidade da aliança que elegeu o governador Pedro Taques (PSDB) em 2014, após o presidente estadual do PSD, vice-governador Carlos Fávaro, externar descontentamento com a demora do socialista em assumir o projeto da reeleição, sinalizando que pode levar a sigla a se coligar com o PMDB, caso a pré-candidatura do deputado estadual Emanuel Pinheiro se concretize. 

 O nome de Domingos Sávio foi avaliado com atenção na reunião realizada hoje (25) à tarde, no apartamento do governador Pedro Taques (PSDB), no bairro Santa Rosa, na Capital. O encontro político contou com a participação do próprio Mauro Mendes, do chefe da Casa Civil Paulo Taques, dos deputados federais Nilson Leitão e Fábio Garcia, que presidem o PSDB e o PSB no Estado, respectivamente e Fávaro. 

Os dirigentes teriam chegado à conclusão que vale a pena ceder a vice ao PSD para manter coesos os partidos que apoiaram Taques em 2014. Com exceção do PDT, partido com o qual o governador rompeu em agosto do ano passado para aderir ao PSDB, todos os outros tendem a subir no palanque de Mauro Mendes neste ano. 

Além disso, Domingos Sávio pode se enquadrar no perfil defendido por Mauro para vice: bom de voto e com capacidade de auxiliar na gestão. Isso porque está no quarto mandato de vereador e foi secretário municipal de Trabalho e Desenvolvimento Econômico, quando fez o enfrentamento com os ambulantes irregulares. Quando deixou o cargo no Executivo, assumiu a liderança do prefeito na Câmara. 

Um  quadro ligado ao governador classificou a  possibilidade de emplacar Domingos Sávio para vice como “nuvem que está se formando”. Entretanto, ressaltou que a política é dinâmica  e o “vento pode dissipá-la” rapidamente. 

Após a rodada de conversa com os dirigentes, Fávaro teria se comprometido a discutir o assunto nas instâncias do PSD. Uma nova conversação deve acontecer nos próximos dias,  mas a decisão final deve ser tomada somente às vésperas de 5 de agosto, quando encerra o prazo para realização das convenções partidárias. 

Fávaro diz que Mauro banca "noiva bonita" e pode aceitar aliança com o PMDB

  Além de Domingos Sávio, existe a possibilidade de emplacar o atual presidente da Câmara, Haroldo Kuzai (Solidariedade) como vice. O PSDB também pleiteia o cargo e apresenta o vereador Adevair Cabral como alternativa. Nas últimas horas, o nome do dirigente tucano Carlos Avalone também passou a ser cogitado. 

Mauro vai exigir de aliados vice que seja bom do voto e com perfil técnico

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Comentários (4)

  • marcos | Terça-Feira, 26 de Julho de 2016, 17h35
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    DOMINGOS SAVIO SEM DUVIDA NEM UMA GRANDE NOME , CARA INTELIGENTE SABE FAZER POLITICA DE UMA FORMA HONESTA , POIS JA VAI PARA O QUARTO MANDATO ,PODERIA ATE SER LANÇADO COMO PREFEITO COM CERTEZA IRIA DAR TRABALHO PELO FATO DE SER DIFERENTE E UM AGREGADOR DE VOTOS

  • Wanderson | Terça-Feira, 26 de Julho de 2016, 06h19
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    O Mauro mendes está fazendo uma boa gestão porque tem o ver Domingos na liderança na câmara que sabe conduzir técnico e politicamente. se for o Domingos na vice, não terá segundo turno em Cuiabá.

  • Muniz | Segunda-Feira, 25 de Julho de 2016, 18h55
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    EM RELAÇÃO AOS NOMES ELENCADOS NA IMPRENSA ULTIMAMENTE, O NOME DO VEREADOR DOMINGOS SÁVIO, É DE LONGE É O MELHOR, OU NO MÍNIMO, O MENOS PIOR... SE CONCRETIZAR, SERÁ UMA DECISÃO MUITO INTELIGENTE PARA CUIABÁ.

  • moaci bispo | Segunda-Feira, 25 de Julho de 2016, 18h50
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    moaci bispo, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 25/07/2016, 17h:34 - Atualizado: 25/07/2016, 17h:48

O CO2 na evolução da vida

romildo gonçalves 400 artigo

 Romildo Gonçalves

Enquanto existir dióxido de carbono na natureza a vida seguirá seu curso, evoluindo e dinamizando a lei do fluxo e refluxo na terra. Essa é a lógica da existência da vida. 

Esse extraordinário gás tão depreciado por ambientalistas "meio pataca" e ongueiros desconexos, é um dos mais importantes elementos fundamentais para a existência da vida na terra, permitindo assim a continuidade dos seres vivos no planeta azul.

Se, por razões outras, um dia o dióxido de carbono deixar de existir, a vida literalmente também o deixará. Isso é fato, isso é ciência. Tudo que é orgânico, que tem ou teve vida, tem carbono em sua composição. Não há como ser diferente.

Conforme explicitado acima, o dióxido de carbono = CO2, é um gás vital de que os seres vivos, especialmente as espécies vegetais, precisam para transformar o carbono em oxigênio e, de maneira intrínseca, dar continuidade à própria vida e, consequentemente, à vida animal.

Sem bases sustentáveis, alguns espertinhos criaram grande celeuma visando faturar financeiramente com o tal crédito de carbono. Sem esforço, alegam exagero do e no aquecimento global, como se no dia seguinte tudo tivesse terminado...

E mais, apontam a humanidade como principal causadora dos males da terra, esquecendo, ou pior, desconhecendo e desconsiderando, ciclos e fenômenos naturais locais, regionais e globais, como a emissão de particulados na atmosfera, a exemplos dos vulcões.

Certamente pensam estes acéfalos que, se morrêssemos todos, a terra estaria salva. No real, desconhecem que tais fatores independem da humanidade. A questão aqui é cíclica, é natural e tem como senhor dos senhores o astro rei. E ponto.

Só para exemplificar! O vulcão Copahue, ali no Chile, ao voltar a expelir gás de efeito estufa e carbono por, no mínimo quatro dias, ou nos últimos quatro a seis bilhões de anos. Independentemente da presença humana na terra, a natureza vai continuar seguindo seu curso.

Tem-se hoje no mundo pelo menos duzentos vulcões em atividades na nave terra. Apenas o Pinatubo nas Filipinas, em apenas um ano, jogou na atmosfera mais gases do efeito estufa que todos os habitantes da terra o fizeram desde a origem do planeta terra. Interessante, não?

Na prática cotidiana, sabemos que o resfriamento da terra tem sido pior que o aquecimento. A Groenlândia já teve pastagens e florestas quando a terra era mais quente, possibilitando vida aos vegetais. 

Não podemos e não devemos poluir o planeta, utilizar os recursos bióticos e abióticos de maneira aleatória ou gratuita. Manejá-los de forma racional requer conhecimento das ciências, consciência, respeito e civilidade no trato com a vida. 

Ademais, é de bom alvitre que gestores, governantes... atenham-se às artimanhas falaciosas de ambientalistas "meio pataca" e ongueiros desconexos apregoando ao vento sem a menor sustentabilidade científica a eliminação do = CO2, como se esse fosse o vilão da história. Porque não é!

No discurso dos últimos cinco mil anos, a terra esfriou 0,80 graus Celsius. A história e o histórico do clima no mundo continuam mostrando, em pleno século 21, certo equilíbrio na evolução da temperatura. 

Então, como os ongueiros "meio pataca" explicam tal fenômeno? Novos ciclos e novos períodos virão, essa é a lógica da vida.

Romildo Gonçalves é biólogo, professor e pesquisador em Ciências Naturais da UFMT e da Secretaria de Estado de Educação e doutorando em Agricultura Tropical

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Comentários (4)

  • NILSEIA | Quarta-Feira, 27 de Julho de 2016, 08h12
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    É interessante destacar o nosso compromisso em cuidar desse cenário natural em nossa pratica cotidiana ,matéria essa recheada de conhecimento,parabens.

  • Akio Maluf Sasaki | Terça-Feira, 26 de Julho de 2016, 14h20
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    Mais um belo texto do meu grande amigo Romildo, cresci tendo orgulho do senhor e mais uma vez parabenizo pela coragem em contrapor algumas ONG's que espalham o medo.

  • ROBERTO | Terça-Feira, 26 de Julho de 2016, 11h17
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    EXCELENTE ARTIGO PROFESSOR, VALE APENAS LER ALGO QUE NOS MOSTRAM O CAMINHO E A REALIDADE DAS COISAS, GOSTEI MUITO

  • Mrs.Betty Mabel | Segunda-Feira, 25 de Julho de 2016, 17h53
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    Mrs.Betty Mabel, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 25/07/2016, 10h:05 - Atualizado: 25/07/2016, 10h:19

Governador fará a 3ª mudança na Saúde e advogado de Nova Mutum é o mais cotado


O governador Pedro Taques está prestes a efetivar a terceira mudança no comando da Saúde do Estado. Deve nomear nos próximos dias no cargo o advogado João Batista, de Nova Mutum. A definição foi acertada numa conversa informal, mas não será confirmada oficialmente por agora.

joao batista nova mutum 345

Advogado João Batista deve ser próximo secretário estadual de Saúde

Batista atuou como secretário municipal de Saúde na gestão Adriano Pivetta, da qual se afastou em 30 de junho para concorrer a vereador, mas acabou desistindo da pré-candidatura. Sua indicação partiu dos irmãos e prefeitos Adriano e Otaviano Pivetta, respectivamente, de Nova Mutum e Lucas do Rio Verde.

Na Saúde municipal, Batista conseguiu implementar o que se chama de "salto de qualidade". Por conta disso, o setor ganhou destaque nos três mandatos de Adriano. E essa referência agradou o governador.

Este Blog apurou que o maior obstáculo que pode até dificultar a nomeação, embora Batista e o próprio Taques já tenham avançado nas negociações, é o fato do futuro secretário de Estado estar filiado ao PDT, legenda que hoje faz oposição ao Palácio Paiaguás. Integra, inclusive, a executiva estadual do partido.

Com R$ 1,4 bilhão anual, a Saúde divide com a Educação o segundo maior orçamento da máquina estatal, composta por 22 secretarias e que , juntas, empregam cerca de 100 mil servidores. O maior "bolo" orçamentário está com a Segurança Pública, com previsão de "abocanhar" R$ 1,9 bilhão neste ano.

Esta será a terceira mudança na Saúde nestes 16 meses do Governo Taques. O ex-pedetista e hoje tucano começou com Marco Bertúlio. Em outubro do ano passado, o substituiu por Eduardo Bermudez. Agora, deve nomear João Batista.

É uma área que se tornou calcanhar de Aquiles do governo. O secretário Bermudez não está conseguindo dar celeridade aos processos, inclusive na compra de medicamento. Enfrenta desgaste também porque os hospitais regionais, mesmo sob gerenciamento de OSSs, não estão funcionando regularmente e acumulam demandas, trazendo reflexos negativos à administração estadual.

 Outras mudanças

A intenção do governador é promover mudanças não só na Saúde, após a Assembleia Legislativa aprovar a segunda etapa da reforma administrativa, que resultará no "enxugamento" de algumas pastas e órgãos. Estão previstos, no "pacote", remanejamentos de membros do primeiro escalão. Paulo Taques, por exemplo, vai assumir o Gabinete de Articulação Política, deixando a Casa Civil para o hoje adjunto de Turismo, Luiz Carlos Nigro. Várias outras pastas passaram por troca de secretários, como Educação, Segurança, Planejamento, Fazenda, Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente.

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Comentários (6)

  • roberto | Segunda-Feira, 25 de Julho de 2016, 21h06
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    Nessa hora , às favas o PDT . Certamente ele vai dizer : O Zeca Viana é gente boa , mas pisa na bola de vez em quando.

  • José Antônio | Segunda-Feira, 25 de Julho de 2016, 14h38
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    Mudar por mudar, nada resolve. O atual secretário tem boa formação mas nenhuma articulação política no estado. Enquanto a Fazenda continuar administrando a Saúde,de nada vão adiantar mudanças. Enquanto não houver um compromissamento Orçamentário adequado para fazer frente ás necessidades da saúde, vamos continuar com um governo de polícia e não de saúde. Inocente o advogado que sai de uma cidade com recursos e que planeja seus gastos, para assumir uma secretaria que ao final do mes decide quem fica de fora do recebimento. Essa é a política administrativa da saúde do estado. Parabéns novo secretário!

  • Claudio Vilela - Sorriso | Segunda-Feira, 25 de Julho de 2016, 14h31
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    Conheço o João Batista de longas datas, é uma pessoa que tem seus defeitos como qualquer ser humano, mas é também um baita de um profissional. As pessoas fazem criticas a ele, porque ele não faz o estilo da velha política em troca de favores. Creio que será um grande secretário. Parabéns Taques pela ótima escolha.

  • Socorro | Segunda-Feira, 25 de Julho de 2016, 14h04
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    Socorro mesmo, ninguém da conta da saúde, agora este joao ..Já é figura carimbada, não faz nada na saúde municipal, imagina no estado....governo incompetente.

  • Rebeca | Segunda-Feira, 25 de Julho de 2016, 13h10
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    Duvido. Batista é Vice-Presidente do PDT-MT.

  • Marcos Brawes | Segunda-Feira, 25 de Julho de 2016, 12h23
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    Muito bom... João implantou um moderno sistema de gestão saúde mutuante. Vai ser um bom representante.

| 25/07/2016, 07h:47 - Atualizado: 25/07/2016, 07h:48

Arte de negociar

Sandra Alves articulista texto e capa

Sandra Alves

Enxergar além de fatos e versões, um desafio interessante. Dentre muitos conceitos de política, aquele que a define como “a arte de negociação para compatibilizar interesses” talvez seja o mais conveniente para que um jovem estudante e eleitor percorra as linhas deste texto um pouco mais.

"Mãe, eu não sei como você consegue assistir esse programa repetido tantas vezes: Secretário preso, Rêmora, Lava Jato, PT, governo, economia, crise, corrupção, lei", bradou o filho inconformado! E se o início da conversa intriga o filho, não deixa de imprimir a dúvida à mãe. Os poucos minutos em frente à TV quando aperta o botão ON, sintonizando o canal de política, retoma cotidianamente o discurso da “esquizofrenia política”, levando imediatamente ao clique no programa seriado de comédia ou musical.

Incrível como a condição de filho relega aos pais aquilo que, teoricamente, é chato. Todavia, um pouco de paciência e alguns raciocínios simples podem alterar os rumos da discussão. No caso de pais que trabalham com agricultura e pecuária, afora as condições de clima e produção, é necessária uma política para manter o preço da produção (vender ao exterior, transformar em produtos, etc), para concretizar a venda, receber o dinheiro e dar ao filho a mesada, que ele tanto almeja ver elevada para trocar de celular. E no caso de servidores públicos o raciocínio é ainda mais simples. Boa política para aumentar a arrecadação e pagar os salários dos servidores públicos, de onde também saem as mesadas.

Esta foi a parte simples da conversa. Num segundo momento é necessário explicar fatores mais complicados. Existe um discurso que pretende rever drasticamente a questão previdenciária no País. Entretanto nenhuma campanha informa verdadeiramente os dados do sistema previdenciário, o que deveria mudar, qual a providência necessária e o resultado que poderá ser alcançado. A intensa manifestação de que a previdência social do Brasil é a culpada por todo o retrocesso vai se massificando nos canais de imprensa. Sem nenhum tipo de critério objetivo. Como se os atuais idosos do país vivessem em suntuosas casas de luxo com diversos subsídios para suas necessidades. Não é exatamente o que vejo nas filas em frente à Previdência Social e nas casas da população idosa do país.

E antes que estes olhos jovens desistam destas linhas, dizer que se fará no país novas ferrovias (uma já apelidada de “Nova Madeira Mamoré”), novas rodovias, novos aeroportos, não é a mesma coisa de sua concretização, prova disto o VLT de Cuiabá. Falácias políticas que não se sustentam por falta de planejamento estratégico e pelo esfacelamento das ideologias políticas.

No cenário estadual, é hora de acompanhar a discussão sobre mudança de partido de candidatos; a finalidade de suas viagens e encontros com outros políticos e a busca de investimentos do exterior; os resultados alcançados pela reorganização funcional. A inflação, a redução dos empregos, o aumento do custo de vida, como esses aspectos estão sendo avaliados no Estado é matéria que o jovem deve se inteirar para seu próprio futuro profissional e social. Que tal um curso para compreender o orçamento público? Imagine os resultados de uma sociedade em que não fosse suficiente alegar que não existe orçamento para isto ou aquilo, quando se compreendesse o que significa emenda parlamentar e suplementação por excesso de arrecadação.

“Mãe, você está tão linda hoje; já arrumei meu quarto; fui na academia; lavei a louça! Pode adiantar minha mesada?”  Uma olhada para o pai, os irmãos, aguardando a manifestação de aliados. A consideração do comportamento durante toda a semana. O quarto está de fato arrumado ou apenas as roupas sujas foram empurradas para debaixo da cama é a questão mais importante. “A arte de negociação para compatibilizar interesses”, política que os jovens fazem magistralmente nos assuntos que tocam seus interesses. Preste atenção na negociação dos homens e a verá repetidamente, em tempos de eleição, como se estipulam mesadas.

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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| 24/07/2016, 10h:54 - Atualizado: 24/07/2016, 10h:58

Concessão de benefício fiscal em ano eleitoral também sofre impedimento


voce sabia eleicoes 2016 blog notas

 

O Tribunal Superior Eleitoral considera um “obstáculo” ter, em ano eleitoral, a implementação de benefício fiscal referente à dívida ativa do município. Da mesma forma se posiciona contrário ao encaminhamento à Câmara Municipal de projeto de lei, no mesmo período, objetivando a previsão normativa voltada a favorecer contribuintes inadimplentes.

Isso por entender que a concessão de benefícios fiscais se trata de uso ilegal, indevido ou abusivo de transferência de valores, que pode beneficiar uma parte e desequilibrar o pleito eleitoral. Saiba mais aqui. Fique por dentro.

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articulações | 24/07/2016, 09h:36 - Atualizado: 24/07/2016, 09h:38

Assunção quer resgatar Sinop e promete campanha limpa contra vice de Juarez


Gilberto Leite/Rdnews

Fernando Assunção_gilberto leite (11).jpg

    Fernando Assunção promete campanha limpa

O vereador Fernando Assunção (PSDB), pré-candidato a prefeito de Sinop, já conta com o apoio de sete partidos para a disputa. A lista inclui o PSDB no qual é filiado, DEM, PPS, PSDC, PSD, PSB e PEN. “Além destes, posso dizer que o diálogo está bastante maduro com PDT e PSC. A aliança não está cristalizada, mas as perspectivas são boas”, declarou em visita ao

Segundo Assunção, o grupo representa a aliança  que garantiu a vitória e sustenta o governador Pedro Taques (PSDB). Além disso, lembra que poderá contar com apoio do próprio tucano e de lideranças como o deputado federal Nilson Leitão e o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (DEM).

“Vamos fazer a campanha baseada em propostas, novas ideias e regaste para Sinop voltar a ser capital do Nortão. O objetivo é unir a sociedade sinopense para fazer política voltada ao futuro e para as pessoas que mais precisam”, completa. 

Assunção também acredita que o debate será polarizado com Rosana Martinelli (PR), que é vice do prefeito Juarez Costa (PMDB), e pretende sucedê-lo na chefia do Executivo. Avalia que a republicana fará campanha limpa, mas não nega que tem restrições a integrantes do grupo político da adversária. “Tenho ressalvas a pessoas do grupo da Rosane que tem  comportamentos de campanha  que não concordo.  Do nosso lado, vamos trabalhar falando em futuro”.  

O tucano ainda evita criticar Juarez. Argumenta que todos os gestores deixam sua contribuição ao município e que a campanha tem que ser voltada aos projetos futuros e não às falhas do passado. “Essa administração não fez os investimentos sociais necessários nem fez o devido diálogo com a sociedade civil organizada. Estas situações estão entre os itens que queremos corrigir”, conclui.

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