Cuiabá, 26 de Setembro de 2016
  • Alexandra Lopes

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  • Bárbara Sá

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  • Camila Cervantes

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  • Eduarda Fernandes

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  • Francis Amorim

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  • Gabriele Schimanoski

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  • Jacques Gosch

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  • Julia Munhoz

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  • Lana Motta

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  • Lídice Lannes

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  • Patrícia Sanches

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  • Rodivaldo Ribeiro

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  • Tarso Nunes

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  • Valérya Próspero

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA | 21/11/2011, 21h:10 - Atualizado: 21/11/2011, 21h:28

Depois de 17 anos, TJ começa a pagar URV para os funcionários

      Depois de 17 anos, diversas greves e um longo processo de negociação, os servidores do Poder Judiciário vão começar a receber as perdas salariais que tiveram durante a conversão da moeda brasileira em 1994, quando o cruzeiro real passou a ser real. Nesta segunda (21), o presidente do Tribunal de Justiça Rubens de Oliveira determinou o pagamento dos funcionários referentes à Unidade Real de Valor (URV).

      Apenas os funcionários que têm até R$ 11,9 mil a receber devem assinar o termo que foi disponibilizado na página da instituição. Eles irão receber tudo numa única parcela. Conforme Rubens de Oliveira, os recursos serão restituídos até 5 de dezembro. “Os servidores que têm crédito acima desse valor vão receber R$ 5 mil, a serem pagos em duas parcelas, a primeira em dezembro e a segunda em janeiro”, salienta o desembargador.

     Ele garante ainda que se houver sobra orçamentária no final do exercício de 2011, ela será utilizada para o pagamento de servidores que possuem créditos de menor valor. Com a medida, a diretoria do TJ se antecede às ações judiciais e facilita o processo. Conforme termo de compromisso firmado entre o TJ e Sinjusmat, os servidores deveriam ajuizar ação de execução para recebimento de seus direitos relativos à URV. Para quitar todo o débito com os mais de 4 mil servidores, que têm direito ao benefício, estima-se que serão necessários aproximadamente R$ 200 milhões.

 

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Comentários (26)

  • valdivina | Quarta-Feira, 01 de Junho de 2016, 16h37
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    sou prof. aposentada viuva quro saber quando vamos receber essa quantia digo urv. tao falada muitos ja morreram.

  • JURINEU alves caires | Segunda-Feira, 28 de Março de 2016, 10h29
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    Eu queria uma explicação na integra,sou funcionário desde 1991,vou receber e quando?

  • joao | Sábado, 19 de Março de 2016, 14h00
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    Antes de comentar, por favor olhem a data...

  • Antonio Carlos Correia | Domingo, 24 de Janeiro de 2016, 13h56
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    Acho uma vergonha, esses políticos se aproveitarem das necessidades dos funcionários públicos estaduais para fazerem campanhas eleitorais e se elegerem com promessas de que irão pagar a URV e depois se desculpam alegando que não tem dinheiro, mesmo a justiça dando ganho de causa aos funcionários, o povo tem que se valorizar mais, se vendendo mais caros não acreditando em promessas de políticos inescrupulosos que só pensam neles e no poder que exercem ou vão exercer, mas o bom de tudo isso, é que a morte existe e ninguém consegue fugir desse fim! Pague a URV dos funcionários públicos estaduais, tenham consciência!

  • Jomar | Quarta-Feira, 20 de Janeiro de 2016, 10h24
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    Os funcionários lotados na SEAGRI que já estão aposentados irão receber a URV? E qual a data prevista?

  • Cirlei c Braz | Terça-Feira, 17 de Novembro de 2015, 22h46
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    Quero informar se nos professores do estado vamos receber quando? Em relação ao governador o que ele diz a respeito? Por quê quem ganha mais está recebendo primeiro? Tem compaixão de nós e devolve nosso direito sr governador

  • Miguel A.J.P | Quarta-Feira, 28 de Outubro de 2015, 18h05
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    Porque so o judiciário e o executivo será que não é funcionários!?

  • railda da silva santana | Quinta-Feira, 24 de Setembro de 2015, 19h49
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    quem foi eleito em 2008tem direito a URV ,e motorista execultivo.

  • railda da silva santanar | Quinta-Feira, 24 de Setembro de 2015, 19h45
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    os vereadores eleitos em 2008 tem direito a receber urv

  • LIANA | Terça-Feira, 15 de Setembro de 2015, 13h50
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    LIANA, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 26/09/2016, 00h:00 - Atualizado: 25/09/2016, 20h:04

Educação e eleições

Sandra Alves articulista texto e capa

Sandra Alves

Falta uma semana para as eleições e, de agora em diante, vale tudo, inclusive publicar medida provisória alterando sistema educacional. O certo é que toda a classe política envolvida em escândalos de corrupção (Lava Jato, etc) esperneia para alterar as manchetes de jornais e das redes sociais. 

Medida Provisória é um instrumento, com força de lei, adotado pelo presidente da República, em casos de relevância e urgência, cujo prazo de vigência é de sessenta dias, prorrogáveis uma vez por igual período.Produz efeitos imediatos, mas depende de aprovação do Congresso Nacional para transformação definitiva em lei. 

A prática é costumeira, véspera de eleições é tempo de discutir saúde e educação através de medidas urgentes. O expediente vem de cima, do nível nacional, já que eleger prefeitos e vereadores é a preparação da base para as eleições nacionais (Câmara, Senado e presidência). 

É caros leitores, o cenário está desesperador. A Câmara tentar fazer uma manobra para aprovar anistia de caixa 2 duas semanas antes do processo eleitoral foi “tudo ou nada”. Limpar todas as trapaças do passado numa votação de lideranças, momento que reuniu PT, PMDB e PSDB! Mas, por sorte dos cidadãos brasileiros, o plano vazou e deu tempo de pressionar alguns parlamentar à reação. Claro que não foi uma indignação gratuita, renderá a eleição de alguns prefeitos e vereadores. Mas salvou o Brasil de manobra vergonha de corruptos! 

Com esses fatos, o momento propício para se discutir se as matérias obrigatórias no ensino médio são português, matemática e inglês! Esclareço, ainda, que obviamente é preciso melhorar a educação no Brasil e fazer reformas, especialmente qualificando professores, estruturando os prédios escolares. Mas o questionamento que faço é: por que através de medida provisória uma semana antes das eleições? 

Por Mato Grosso educação também é tema complexo. A operação foi em maio de 2016 e os eleitores já esqueceram que as licitações para reformas das escolas tinham cartas marcadas e pagamento de propina. Relembrando que, segundo as investigações, pelo menos 23 processos licitatórios, cujo valor total ultrapassa o montante de R$ 56 milhões, teriam sido direcionados em troca de propina desde outubro de 2015. As obras ocorreriam em municípios como Cuiabá, Várzea Grande, Barra do Bugres, Cláudia, Nobres, Tapurah e Juína. 

Se é para discutir educação, vamos discutir. Não com a publicação de medidas provisórias sem qualquer tipo de respaldo, com o intuito de retirar o foco das discussões sobre a corrupção em semana de eleições.

Vamos discutir alteração do sistema educacional falando sobre como são feitas as licitações, como acabar com as propinas nas obras, como qualificar o professor, pagar-lhes um salário decente (se não for pedir muito, sem atrasos ou parcelamentos). Antes de pretender alterar a educação para que nossas crianças pensem e sejam críticas é necessário que seja dado o exemplo.⁠⁠⁠⁠

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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| 25/09/2016, 11h:56 - Atualizado: 25/09/2016, 12h:07

Maçons, Emanuel e Wilson dividem votos; Ordem só interfere no 2º turno contra Psol


  Os candidatos a prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PMDB) e Wilson Santos (PSDB) são maçons da Potência Grande Oriente do Estado de Mato Grosso (GOEMT). Em respeito aos dois membros, a Ordem está mantendo neutralidade no processo eleitoral com o apoio da grande maioria dos integrantes dividido entre as duas candidaturas. Entretanto, são unânimes ao se posicionarem contra o Procurador Mauro (Psol), que lidera nas pesquisas de intenção de voto. 

Tanto Emanuel quanto Wilson contam com o apoio de figuras proeminentes da Maçonaria local. E em ambos os casos, os apoiadores fazem questão de ressaltar que o posicionamento é pessoal e nada tem a ver com orientação da Ordem. 

Emanuel, por exemplo, tem apoio do ex-senador Osvaldo Sobrinho que até maio era grão-mestre da GOEMT. Foi substituído pelo médico Ademir Amorim em eleição que ficou restrita à própria irmandade. 

Maçom de grau elevado, Osvaldo Sobrinho é  pai do candidato a vice na chapa de Emanuel, Niuam Ribeiro (PTB). Aos 31 anos, o rapaz também integra a Maçonaria. 

Arquivo

Emanuel Maçonaria

 Emanuel Pinheiro é maçon e tem o apoio de membros importantes como o ex-presidente da GOEMT

Já Wilson tem na linha de frente da campanha o chefe da Casa Civil Paulo Taques. O primo do governador  também possui grau elevado na Ordem e chegou a disputar o cargo de grão-mestre da GOEMT contra Osvaldo Sobrinho e foi derrotado. 

 A GOEMT é uma Potência, nome dado a uma federação maçônica a qual as lojas são filiadas. O cargo de grão-mestre seria equivalente ao de governador do Estado, enquanto o de venerável, o chefe de uma loja maçônica, ao de prefeito. Em Mato Grosso, além da Grande Oriente, existem outras potências, cuja administração e eleições são totalmente independentes.

Caso Procurador Mauro chegue ao segundo turno, existe a tendência da Maçonaria se mobilizar contra o representante da esquerda. O candidato do Psol representa o socialismo  repelido pela Ordem que professa os valores liberais da igualdade, liberdade e fraternidade. 

“Estamos evitando falar sobre política nas reuniões da Potência porque dois membros são candidatos a prefeito. Nada contra a pessoa do Procurador Mauro, mas não podemos ficar de braços cruzados diante da ascensão de um candidato notoriamente esquerdista”, declarou um maçom que pediu para não ser identificado. 

 O cientista político João Edisom Souza lembra que a Maçonaria exerce grande influência nas instituições e principalmente no Judiciário. Segundo ele, os maçons sempre foram grandes arrecadadores de recursos para as campanhas eleitorais. “O problema é que os escândalos de corrupção e as mudanças na legislação acabaram retraindo os maçons que não querem vincular a Ordem a nada disso. Por isso, acredito que ainda levará um tempo para que voltem a atuar com força nos bastidores do cenário político eleitoral”, avalia. 

História 

A loja Grande Oriente do Brasil foi fundada em 1822 e, desde então, se tornou uma das três maiores potências maçônicas do país. De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, em 1927, por divergências eleitorais, um grupo saiu e fundou uma ordem concorrente, conhecida como Grandes Lojas.  Em 1973, após nova ruptura, surgiu a "obediência" Grandes Orientes Independentes. Estima-se que, juntas, as três tenham 220 mil maçons.

Entre os notáveis sempre louvados pela Maçonaria estão figuras como José Bonifácio, patriarca da Independência e primeiro grão-mestre da Instituição; Rui Barbosa; marechal Deodoro da Fonseca e Joaquim Nabuco. O atual presidente da República Michel Temer (PMDB) também é maçom. Os membros da ordem teriam desempenhado papel importante na cassação da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), concretizada em 31 de agosto. 

Os membros que estão na Câmara dos Deputados  e no Senado são notados quando sobem à tribuna para prestar homenagens à Ordem  em  20 de agosto, o Dia do Maçom. Um dos assíduos oradores era o ex-senador Jayme Campos (DEM).

 Em Mato Grosso, a Grande Oriente do Estado de Mato Grosso foi fundada em 16 de outubro de 1986. É composta por  pelo menos 58 lojas maçônicas em 42 municípios.

Definição 

A Maçonaria se intitula como  sociedade discreta, na qual suas ações são reservadas e interessa apenas àqueles que dela participam. Além disso, se considera como  sociedade universal, cujos membros cultivam o aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia, igualdade, fraternidade e aperfeiçoamento intelectual.

 Para algumas pessoas, a maçonaria está relacionada com o satanismo ou outros grupos misteriosos como os illuminati, mas não há nenhum prova que sustente essa associação.

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Comentários (5)

  • Alvaro B Santos | Segunda-Feira, 26 de Setembro de 2016, 08h07
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    A maçonaria tem uma importante missão de manter, nas mutações das gerações, princípios básicos de respeito, ética e religiosidade e conhecendo o meu ex-Prof Wilson Santos, o admiro em suas qualidades pessoais e sua personalidade, que confundem aqueles que o vê brigando e lutando pelas causas políticas, sendo motivos de desavenças. Mas sua forma aguerrida e disciplinada vem das lutas conhecendo e se envolvendo desde a infância nas transformações e busca de soluções dos problemas desta cidade.

  • ana miriam | Segunda-Feira, 26 de Setembro de 2016, 08h00
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    por isso tem perdido credibilidade ao longo dos tempos.

  • Carlos Nunes | Domingo, 25 de Setembro de 2016, 16h04
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    Nem um, nem outro, pois os dois representam apenas dois grupos políticos de olho nas eleições de 2018; para usarem Cuiabá para alavancar votos nas campanhas de Governador, Senador, etc. Estou pensando seriamente na Serys - Cuiabá nunca teve uma Mulher na Prefeitura, e ela é honesta...recusou duas aposentadorias imorais, uma na Assembleia e outra no Congresso Nacional; fez a lei da delação premiada. Ela só tem que responder duas perguntas: 1) com a grave crise nacional, o que vai fazer por Cuiabá COM POUCO DINHEIRO? 2) Se vai aumentar Impostos, taxas municipais, colocar o IPTU lá em cima; ou fazer uma Emprestação danada de dinheiro, endividando mais Cuiabá? Só precisamos de uma pessoa de confiança que cuide muito bem do nosso rico dinheirinho suado, fruto do nosso trabalho e do pagamento dos impostos. Desculpe-me os Maçons, meu avô foi um dos fundadores da Acácia Cuiabana em 12 de outubro de 1.900, mas deixar o cofre da prefeitura de novo nas mãos do Wilson Santos, e do Emanuel Pinheiro, não vai dar nem para a gente dormir sossegado. O EP não vai fazer nada com pouco dinheiro, a Prefeitura não aguenta nem pagar o passe livre dos estudantes, idosos, pessoas com necessidades especiais, e ele insiste em torrar dinheiro no VLT. É um Gastador, e gastador sem dinheiro vai começar uma emprestação danada, com o tio Temer...depois nós pagamos a conta.

  • oscar domingues | Domingo, 25 de Setembro de 2016, 15h44
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    O comentario final foi muito infeliz e desnecessario. Embora não sendo maçon descendo de 2 gerações e sei que uma exigência é ser crente em Deus.

  • Teka Almeida | Domingo, 25 de Setembro de 2016, 12h31
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    Nossa estou passada com a maçonaria, que prá mim até então tinha por ordem primeira a ética e respeito, permitir em seus quadros uma pessoa como o WS. Esse é uma pessoa que não tem nenhuma base de respeito e ética, enquanto diz a reportagem que a ordem maçônica não se posiciona por ter dois de seus integrantes como candidato nada faz também para evitar a baixaria orquestrada pelo candidato WS e também por outro filiado maçom Paulo Taques. É os tempos e valores mudaram.

| 25/09/2016, 10h:33 - Atualizado: 25/09/2016, 10h:40

Rosana abre 21 pontos de vantagem sobre Dorner e lidera em Sinop; Martini em 3º


A candidata à Prefeitura de Sinop, vice-prefeita Rosana Martinelli (PR), aparece em primeiro lugar com 38% das intenções de voto, em pesquisa realizada pelo instituto Gazeta Dados. A republicana tem 21 pontos percentuais de vantagem sobre o segundo colocado Roberto Dorner (PSD), que tem a preferência de 17% dos entrevistados.

Logo atrás de Dorner aparece o candidato Dalton Martini com 13%. Outros 9% declararam brancos ou nulos. Não responderam e/ou não souberam correspondem a 23%.

Gazeta Dados

pesquisa sinop gazeta dados estimulada.jpg

 Gazeta Dados aponta qual a intenção de votos dos eleitores de Sinop em pesquisa estimulada

O instituto ouviu 400 eleitores, entre 21 e 23 deste mês. A margem de erro da pesquisa é três pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. A amostragem foi registrada no TRE sob protocolo MT 02454/2016.

Na pesquisa espontânea a diferença entre os postulantes não muda. Rosana está com 37%; Dorner com 16%; e Dalton tem a preferência de 12%. Todos oscilaram negativamente. Brancos e nulos somam 9% e não souberam responder e/ou não responderam atinge 26%.

Gazeta Dados

pesquisa sinop gazeta dados espontanea.jpg

 Pesquisa espontânea feita pelo Gazeta Dados mostra a diferença nas intenções de voto em Sinop

Rejeição

Dos eleitores entrevistados, 21% disseram que não votariam em Dorner. Outros 11% responderam ser contra Rosana. O menos rejeitado é Dalton que recebeu apenas 9%. Os que não têm rejeição ou votariam branco e/ou nulo são 11%. Não souberam e/ou não responderam somam 48%.

Gazeta Dados

pesquisa sinop gazeta dados rejeicao.jpg

 Gazeta Dados aponta qual o candidato a prefeito que tem mais rejeição entre os eleitores em Sinop

Ibope 

Se comparada com a pesquisa do Ibope, divulgada na última quarta (21), a vantagem do primeiro para segundo colocado é maior, eleva para 28 pontos percentuais. No levantamento, Rosana tem 50%; Dorner aparece com 22%; e 12% preferiram Dalton.

Ibope mostra Rosana com 50%; Dorner aparece com 22% e tem maior rejeição

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| 25/09/2016, 00h:00 - Atualizado: 23/09/2016, 14h:46

Zika Vírus: desembarque na Holanda

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Jackelyne Pontes

Caros leitores do , esta semana  tive a oportunidade de participar do II meeting sobre a saúde da pessoa com deficiência. Lá pude partilhar de experiências indescritíveis de profissionais que realmente são e estão trabalhando em prol de uma saúde mais inclusiva, humanizada e resolutiva.

Como é gratificante beber da fonte daqueles que têm paixão pelo que se propuseram a fazer, que é a saúde. Nós sabemos que a pessoa com deficiência exige um tratamento diferenciado, um olhar mais aguçado e amoroso e, principalmente, pede que o profissional entenda as suas necessidades e consiga atendê-las com resolutividade e amor.

Confesso que fiquei tocada com o relato do plano de tratamento dos casos de microcefalia provocados pelo Zika Vírus, e queria aqui escrever um artigo completamente sensível sobre o assunto, mas um texto apresentado pela palestrante provocou em mim um turbilhão de emoções, e eu não poderia nunca escrever algo que se assemelhasse à maestria desse relato.

Então, peço licença para replica-lo aqui hoje. Trata-se de uma fábula, escrita por Emily Pearl Kingsley em 1987. Peço que nós, como seres humanos, tenhamos um olhar menos duro e mais solidário a esta condição de saúde atual:

***

“Quando você vai ter um bebê, é como planejar uma fabulosa viagem de férias – para a Itália. Você compra uma penca de guias de viagem e faz planos maravilhosos. O Coliseu, o Davi, de Michelangelo. As gôndolas de Veneza. Você pode aprender algumas frases úteis em italiano. É tudo muito empolgante.

Após meses de ansiosa expectativa, finalmente chega o dia. Você arruma suas malas e parte. Várias horas depois, o avião aterrissa. A comissária de bordo diz: “Bem-vindos à Holanda”.

“Holanda? Como assim Holanda? Eu escolhi a Itália. Deveria estar na Itália. Toda minha vida sonhei em ir para a Itália”.

Mas houve uma mudança no plano de voo. Eles aterrissaram na Holanda e lá você deve ficar. O mais importante é que não levaram você para um lugar horrível, repulsivo, imundo, cheio de pestilência, fome e doença. É apenas um lugar diferente.

Então você precisa sair e comprar novos guias de viagem. E deve aprender todo um novo idioma. E vai conhecer todo um novo grupo de pessoas que você nunca teria conhecido.

É apenas um lugar diferente. Tem um ritmo mais lento do que a Itália, é menos vistosa que a Itália. Mas, depois de estar lá por algum tempo e respirar fundo, você olha ao redor… E começa a perceber que a Holanda tem moinhos de vento… E tem tulipas. A Holanda tem até Rembrandts.

Mas todo mundo que você conhece está ocupado indo e voltando da Itália… E todos se gabam de quão maravilhoso foram os momentos que lá passaram. E pelo resto de sua vida você vai dizer: “sim, era para onde eu deveria ter ido. É o que eu tinha planejado”.

E a dor que isso causa não irá embora nunca mais… Porque a perda desse sonho é uma perda extremamente significativa. Porém… Se passar a vida lamentando o fato de não ter chegado à Itália, você nunca estará livre para aproveitar as coisas muito especiais, as coisas adoráveis… Da Holanda”.

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, mestre em Saúde Coletiva, filiada ao Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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| 24/09/2016, 18h:34 - Atualizado: 24/09/2016, 18h:52

A bandidagem política continua

juacy silva artigo

 Juacy da Silva

Na quinta feira, 22 de setembro deste 2016, ano da misericórida, como declarado pelo Papa Francisco, a Polícia Federal, por ordem  do juiz Sérgio, um dos heróis do povo brasileiro nesses tempos de corrupção que envergonha o país e rouba preciosos recursos públicos que tanto fazem falta para a saúde, a educação, a infraestrutura, a segurança pública, os esportes e lazer, os cuidados com o meio ambiente, para a reforma agrária, a habitação, o seneamento básico, a defesa nacional, o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e tantos outros setores do país, realizou a 34ª etapa  da operação "X”, que  está a cargo da Força Tarefa, integrada pelo Ministério Público, a Polícia Federal e a Justiça Federal, em Curitiba.

Nesta operação foram presas várias pessoas, inclusive o ex-ministro dos governos Lula e Dilma, um dos expoentes do lulopetismo, professor Guido Mantega, aquele que ajudou Dilma a maquiar as contas públicas, a jogar o Brasil na crise econômica e na desorganização fiscal e orçamentária e que por diversas vezes tem sido acusado, por delatores quando investigados por práticas de corrupção. Os motivos da prisão do ex-minnistro e outros mais referem-se a acusações da atuação do ex-ministro em extorquir milhões de reais de empresas, via contratos fradulentos, desviando recursos para o caixa dois do PT para campanhas eleitorais recentes, inclusive para a eleição de Dilma e Temer em 2010 e  2014.

Enquanto isso, em Brasília, deputados federais em uma manobra vergonhosa, enlameando ainda mais a imagem da Câmara Federal, que demorou quase um ano para cassar o mandato do seu ex-presidente, Eduardo Cunha, acusado em vários processos de corrupção e outras denúncias, quase conseguiu aprovar mais uma dessas leis que anistia práticas de corrupção. Na verdade, a tentativa desses deputados era legalizar o caixa  dois, livrando diversos deputados e por extensão senadores e dirigentes partidários e candidatos, eleitos ou derrotados, que usaram em passado recente dinheiro sujo, oriundo de corrupção em suas campanhas, incluindo Lula, Dilma e Temer, além de centenas de políticos.

Não bastasse esta manobra sórdida e maquiavélica, justamente no momento em que a Câmara Federal e depois o Senado, deverão estar examinando um projeto de lei de autoria do Ministério Público Federal, que recebeu o apoio de mais de dois milhões de assinaturas, contendo as dez medidas para um combate mais efetivo à corrupção. O poder dos corruptos e da corrupção ainda é tão grande que não bastassem deputados e outros políticos defenderem o uso de dinheiro sujo nas campanhas, ainda, por cima, veio o ministro da articulação política do governo Temer, que ainda tem o apoio declarado de inúmeros parlamentares  federais - deputados e senadores -, Geddel Lima, declarar que caixa dois não é crime.

De pronto, para livrar-se de mais um incômodo, já que em poucos meses teve que demitir alguns ministros acusados de corrupção, o presidente Temer, mesmo estando nos EUA, acabou desautorizando seu ministro dizendo que “pessoalmente” não acha que isso, ou seja, defender caixa dois em campanha seja bom, apesar de que a chapa Dilma/Temer está sendo investigada, no TSE, a pedido do PSDB e outros partidos, exatamente por usar dinheiro roubado da Petrobras e da construção de hidrelétricas na última campanha eleitoral que elegeu a dupla PT/PMDB.

Enquanto isso, dezenas de deputados e senadores que constam da lista do Janot aguardam a tramitação de processos, a passos de tartaruga no STF, acusados de corrupção, mas que, graças a esta excrecência da imunidade/impunidade e foro privilegiado, continuam sendo poupados, enquanto políticos sem mandatos, gestores públicos, dirigentes de estatais, marqueteiros, doleiros e empresários corruptos têm sido investigados, condenados e presos por ordem do juiz Sérgio Moro.

Oxalá no Brasil existissem milhares de juízes, desembargadores e ministros de tribunais superiores, promotores, procuradores com a mesma coragem, determinação e celeridade em suas decisões, principalmente quando se trata de crimes de colarinho  branco envolvendo os integrantes do andar de cima de nosso país, exatamente quem nos governa, mas que lamentavelmente em  uma proporção alarmante estão mais próximos do banditismo de colarinho branco do que de governantes preocupados com os destinos do Brasil e a sorte da população mais humilde.

Em decorrência, não causa estranheza o fato de assistirmos ao noticiário dando conta de que milhões de pessoas não têm acesso à saude pública, cenas deprimentos de filas nos corredores dos hospitais, notícia de que em torno de tres milhões de crianças e jovens não têm acesso ou abandonam a escola, que a violência aumenta a cada dia, mais de cem mil pessoas morrem a cada ano assassinadas ou no trânsito, milhões são roubadas, assaltadas, estupradas, sequestradas. É lamentavel e triste viver em um país como o Brasil e sermos governados por este tipo de políticos.

Que Deus tenha misericórdia do povo brasileiro e nos livre dos polítcos, governantes, gestores públicos e empresários incompetentes e corruptos!

Juacy da Silva é professor universitário aposentado pela UFMT, mestre em sociologia e articulista. E-mail: professor.juacy@yahoo.com.br

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Efeito Lava Jato | 24/09/2016, 12h:56 - Atualizado: 25/09/2016, 12h:37

Com desgaste nacional do PT, candidatos de Cuiabá camuflam símbolos do partido


Candidatos do PT com mandato em Cuiabá resolveram investir em material de campanha bem diferente da eleição de 2012. Naquele ano, o PT vivia em “lua de mel” com a população. Por isso, o vermelho vivo dominava e a estrela do PT ficava exposta.

Desta vez, em meio à operação Lava Jato e ao impeachment da presidente Dilma  Rousseff, que geraram desgaste à sigla, alguns candidatos “camuflam” a estrela e disfarçam o vermelho. Até o azul, cor praticamente vetada na sigla, já que é o símbolo do principal partido da oposição, o PSDB, tem sido adotada pelos parlamentares sob alegação de a cor ser do PDT do candidato do grupo, ex-juiz Julier Sebastião.

Na campanha do vereador professor Allan Kardec (PT), por exemplo, a estrela quase não aparece e nos adesivos dos carros não existe. Mas, o candidato à reeleição nega que esteja “camuflando” o símbolo do  PT e que o orgulho petista continua firme e forte.

 “A minha marca Professor Allan é vermelho! Como no PDT que tem a base na cor azul, utilizamos em alguns cartazes o azul. Mas o petismo continua firme e forte. (...) Não estamos nos escondendo. Não estamos escondendo o vermelho ou abandonando a estrela”, garante. Professor Allan é candidato pela coligação Futuro e Inclusão.

O também candidato à reeleição o bancário Arilson da Silva, em seu material de campanha, apresenta uma estrela em formato diferente da tradicional do PT. Contudo, o vermelho aparece mais do que o caso do colega Allan. Procurado insistentemente para se posicionar sobre o assunto, desde quinta (22), Arilson, segundo a assessoria, está com agenda cheia e não pode falar com a redação. O celular do candidato estava sempre desligado.

Rdnews

Arilson da Silva e Allan Kardec

 Acima, deferença do material de campanha de 2012 com o confeccional em 2016

O desgaste do PT, contudo, não levou apenas candidatos de Cuiabá a diferenciarem o material de campanha. O candidato à reeleição pela Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, sofreu duras críticas pela mesma questão. Ele é acusado de esconder a estrela, símbolo-mor do partido.  Recentemente, em um debate promovido pela TV Uol  e pelo SBT, Haddad  foi questionado sobre o fato e negou a estratégia. 

"Nunca escondi que sou do PT, quem esconde são outros candidatos", disse Haddad, negando a possível tentativa de se desvincular do desgaste petista. 

O cientista político Alfredo da Motta Meneses em análise comenta que alguns candidatos do PT acabam seguindo essa tendência por conta do atual cenário político que o Brasil vive e que a operação Lava Jato e o impeachment são alguns dos fatores que contribuem para esse “abandono do vermelho”.

“Essa história começou com Fernando Haddad em São Paulo. Aqui em Cuiabá alguns candidatos também  estão escondendo. O Lula já fez, inclusive, um apelo para os dirigentes e militantes do PT para que não tenham vergonha do partido. Os candidatos em sua maioria, não querem ser ligados a esse desgaste do PT”, comentou.

Rdnews

carro allan kardec adesivo 2.jpeg

 Adesivo que eleitores do vereador Allan Kardec estão colocando nos carros não tem referência ao PT

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Comentários (2)

  • Evandro Rodrigues | Sábado, 24 de Setembro de 2016, 19h15
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    Mais uma idéia maquiavélica dos marqueteiros para ludibriar os eleitores, pura manipulação de imagens para tentar conseguir algumas pontas nos governos.

  • Ademar | Sábado, 24 de Setembro de 2016, 14h37
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    O estátuto patuto partidário somente determina que a estrela símbolo do partido deve prevalecer a cor vermelha. O candidato pode usa e a sua criatividade. Somente não poder omitir a sigla do partido.

| 24/09/2016, 00h:00 - Atualizado: 24/09/2016, 04h:53

A nova blitz em Cuiabá

akio materia estreia colunista

Akio Maluf Sasaki

De forma totalmente surpreendente, o delegado da Deletran concedeu entrevista nesta última sexta (23) afirmando que autorizou disponibilizar investigadores para prepararem um flagrante contra motoristas que estiverem bebendo em bares.

O flagrante consiste em duas partes, a primeira sendo a observação por parte dos investigadores nos bares das pessoas que estão ingerindo bebida alcoólica e enviar avisos para viaturas próximas quando eles estiverem saindo.

A segunda parte é a abordagem da viatura em veículos já “marcados”, sendo de conhecimento da polícia que ali se encontram pessoas em estado de embriaguez ou que consumiram qualquer quantidade de álcool.

E agora? É um flagrante preparado ou esperado? É ilegal ou não?

Ainda não existe nada julgado neste sentido, mas é uma prática um tanto quanto estranha, pois estamos falando em vários investigadores em turnos extras, durante a noite, e um menor número durante o dia.E isso é só para começar.

Me estranha tal atitude, me preocupa saber que a polícia não praticava tais atos nem na Ditadura Militar. Mas, dado ao número de absurdos que vêm acontecendo ultimamente, como, por exemplo, um reitor de uma renomada instituição de ensino cuiabana cancelar um debate democrático organizado pelos acadêmicos, será que a ditadura está voltando?

Outro ponto curioso é que a polícia assumiu, implicitamente, que não consegue vencer a guerra digital e a velocidade das trocas de informações em mídias sociais, pois é preciso recorrer a este tipo suspeito de flagrante para tentar coibir.

Os problemas que ficam são: a blitz durante as madrugadas, o grande ostensivo empregado, os materiais necessários e o transtorno no trânsito são ineficazes? 

Se a blitz é ineficaz por conta das novas tecnologias, por que insistem em realizá-las?

Acredito que agora não é preciso mais ter medo ao sair de casa e ir pro barzinho, já que os cidadãos estão mais “seguros” durante as madrugadas, pois conta agora com segurança personalizada da polícia em bares e afins.

Com isso, podemos concluir que a polícia demorou, mas apresentou resposta aos aplicativos como Whatsapp e Waze, que permitem compartilhar onde estão as blitz e ajuda aqueles que querem “escapar do bafômetro”.

Por fim, apesar de estranha, talvez até um tanto abusiva, a nova prática assusta e vai coibir que alguns irresponsáveis voltem a dirigir, mas me assusta saber que a função social da blitz de apreender carros roubados, carros com drogas e outras situações irregulares podem estar com os dias contados.

Akio Maluf Sasaki é acadêmico de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), preside a comissão dos Estagiários da OAB/MT, atua em cooperação internacional do turismo e escreve neste Blog todo sábado - akio@pontodeapoioturismo.com.br

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Comentários (1)

  • João Moessa | Sábado, 24 de Setembro de 2016, 17h18
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    Se o "flagrante preparado ou esperado? É ilegal ou não?" Não sei dizer, mas se realizado pela Polícia Judiciária Civil em qualquer hipótese é 100% ILEGAL, pois fiscalização de trânsito em qualquer circunstância só pode ser realizada por quem de direito. O Código de Trânsito Brasileiro diz quem tem prerrogativa de fiscalização de trânsito a PJC não consta da lista com autoridade para tal. Não consta e nunca constou nem poderia ser diferente a PJC é polícia investigativa e não ostensiva como a Polícia Militar, PRE e PRF.

| 23/09/2016, 11h:22 - Atualizado: 23/09/2016, 11h:55

Milionários, candidatos de Lucas bancam a própria campanha; Binotti doa R$ 1,2 mi


De Sinop

Facebook

Luiz Binotti lucas candidato.jpg

Luiz Binotti já doou mais de R$ 1 milhão do próprio bolso para patrocinar sua campanha a prefeito

Candidato a prefeito com um dos maiores patrimônios declarados do país, Otaviano Pivetta (PSB), é também líder entre poíticos que patrocinam a própria campanha. Ele, que tenta reeleição em Lucas do Rio Verde, já doou para si R$ 243,5 mil, dos pouco mais de R$ 450 mil que recebeu, ou seja, 54% do total. 

Conforme dados da Justiça Eleitoral, o segundo maior doador da campanha de Pivetta é o vice da coligação Atitude e Inovação, Miguel Vaz (PPS), que investiu R$ 200 mil. Outros R$ 10,5 mil vieram de doações de pessoa física.

O candidato à reeleição, Pivetta declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 359,5 milhões. Miguel, por sua vez, possui R$107,6 milhões em bens.  Do total recebido, Pivetta já gastou R$ 243,3 mil.

Porém, os candidatos da situação não são os únicos milionários de Lucas do Rio Verde que tiveram que “colocar a mão no bolso”. O único adversário na disputa, Luiz Binotti (PSD), já recebeu R$ 1,2 milhão e quase todo o valor são doações do próprio social-democrata, o que equivale a 98,3% de toda a receita. O valor das outras doações somam R$ 20,8 mil, advindo de pessoa física.

Na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde são publicadas as receitas e despesas dos candidatos, Binotti declarou possuir um patrimônio de R$ 33,9 milhões. Até agora, o candidato já gastou R$ 1 milhão.

Binotti segue na disputa pela coligação Democracia e Inovação, grupo de oposição à gestão de Pivetta. Apesar de ambos possuírem patrimônio considerável só poderão gastar R$2,3 milhões, conforme limite estabelecido pela Justiça Eleitoral.

Mário Okamura/Rdnews

quadro receita lucas do rio verde.jpg

 Candidatos de Lucas do Rio Verde são milionário e tiram do próprio bolso para financiar campanha

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Comentários (2)

  • Armindo de Figueiredo Filho Figueiredo | Sábado, 24 de Setembro de 2016, 08h06
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    Verdadeiros Termômetros e Festivais de Gastanças!!!, Exibicionismos!!!!,Mostrar Poder Financeiro, corridas de ambições, Tudo isso para mostrar e ver quem tem mais dinheiro.....ORA BOLAS!!!! ORA BOLAS!!!!! Já Pensaste toda essa "DINHEIRAMA,OU SEJA, ESSE RIO DE DINHIRO, trans formado em UTIs.....

  • ABSURDO | Sábado, 24 de Setembro de 2016, 00h00
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    ABSURDO, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 23/09/2016, 00h:24 - Atualizado: 23/09/2016, 00h:38

Declaração de voto

ceara artigo sexta 400 padrao

Antonio Cavalcante

Há poucos dias da eleição em primeiro turno, nossa jovem democracia, tão violentada por partidos políticos, por setores golpistas e por uma campanha “xoxa”, movimentada por marqueteiros que recebem quantias milionárias (vindas de onde, ninguém sabe) se percebe um desinteresse incomum dos eleitores. Verificamos uma guerra de números de suposta preferência eleitoral, veiculadas por pesquisas contratadas por pessoas diferentes e que são idênticas, mas pagas por valores díspares, mesmo que seja o mesmo serviço e o mesmo instituto.

Pesquisa eleitoral é tema que deveria se ocupar a Justiça Eleitoral. Mas, diante desse quadro de indecisão e desmotivação do nosso eleitorado, me inclino a fazer uma declaração de voto baseada em tudo o que foi motivo de debate até agora, percebendo os desejos e necessidade de nossas cidades.

Primeiramente declaro em quem não voto. 

Não terá o meu voto o politiqueiro que faz da representação política uma carreira, uma profissão, que após alguns mandatos, mesmo ainda jovens se acham no direito de se aposentarem com salários exorbitantes. O politicoíde carreirista profissional é sempre um fisiológico. O sujeito já foi secretário, vereador, deputado estadual, deputado federal, prefeito, enfim, o politicalhão, após se candidatar a quase tudo, ainda faz da política uma artimanhazinha mesquinha de se auto locupletar. Estes, mesmo depois de velhos e já doentes, querem sempre mais poder. Por vontade própria, jamais largarão o “osso”.

Também não votarei nos candidatos que fazem campanhas milionárias contratando verdadeiros exércitos de cabos eleitorais, marqueteiros caríssimos e frotas de carros adesivados. Não voto nos porcolíticos que poluem a cidade com placas, cavaletes e inundam as ruas com os seus cartazes e “santinhos”. Não voto nos mentirosos e desonestos que se aproveitam das pessoas mais simples, que iludem os alienados, os analfabetos políticos e ainda, por cima, compram votos de pobres eleitores sem consciência crítica. Não voto de jeito nenhum em candidatos que se conluiem com mercenários, oportunistas e picaretas, formando com esses, o círculo vicioso da delinquência eleitoral. Esse tipo são os mais perigosos pois, se eleitos, farão grandes estragos no erário público.

Não voto também em nenhum candidato de qualquer partido ou coligação que apoia a conspiração midiático-parlamentar-judicial a qual os coxinhas e nazi-doidos apelidaram de impeachment, mas que na realidade foi um golpe contra a democracia. Como poderia votar naqueles que direto ou indiretamente atentaram contra o Estado Democrático de Direito, contra os interesses nacionais e contra os direitos dos trabalhadores? Quem contribuiu com o roubo de mais de 54 milhões de votos da presidente Dilma não merece o meu voto. Se não respeitam a democracia não devem participar da vida pública. Enfim, não voto em golpistas!

Mas terá o meu voto candidato que argumentar que os vereadores recebem vencimentos irreais, que destoam da maioria dos servidores públicos e de toda a sociedade pagadora de impostos. Não é crível que um vereador receba remuneração maior que a de um professor, que ensina nossas crianças, e o tipo de profissional que é a base da capacitação de todos os outros. Quem é que não é grato a um professor ou professora pelos ensinamentos que marcam para a vida toda?

Ora, o vereador ou vereadora preocupado de fato com a cidade que pretende servir, deve renunciar ao salário ou, na pior das hipóteses, aprovar lei que coloque sua remuneração em paridade com a dos professores. Não se admite que a despesa com a câmara municipal ultrapasse a 1% da receita tributária.

Mordomia, nem pensar.

Pelo fim dos jetons, verbas remuneratórias, auxílio-creche, auxilio-saúde, celular ilimitado e carros luxuosos com motoristas. Vivemos um mundo em que “suas excelências” consomem demais, produzem de menos, e uma das causas pode ser a “vida nababesca”, que atrai aproveitadores, que gastam rios de dinheiro para se eleger, e o processo eleitoral acaba deixando de fora aquelas pessoas vocacionadas, com verdadeiro interesse de servir as comunidades (com ou sem recebimento de salários pela delegação política que o povo lhe confiou).

Posso dizer que voto naquele ou naquela que me garantir que os serviços públicos que são competência dos municípios, como transporte, saúde e educação, de fato serão prestados com qualidade e a custo zero, se for o caso.

Cito o município de Maricá (Rio de Janeiro), que instituiu o transporte público municipal 100% gratuito, conforme prevê o artigo 30, inciso V da Constituição Federal.

Sabemos que os grandes insumos que encarecem o transporte público são os combustíveis e a manutenção dos veículos, salários dos motoristas e cobradores incluídos. Ora, contando com a imunidade recíproca, em que um ente federado (município) não deve pagar tributo ao outro (União ou Estado), é claro que a aquisição de veículos será bem menos onerosa do que é ao particular, os combustíveis ficarão bem mais barato, e em relação ao custo com salários, isso cai pela metade, afinal não haverá despesa com cobradores de passagem.

No caso de Cuiabá outro problema tem a ver com o trânsito: os radares. A mim é impensável que apenas a “indústria da multa” possa resolver um problema que é grave: a violência no trânsito; mas a solução pensada pela prefeitura acaba por criar mais incômodos para a população. Que tal instalar redutores sonoros de velocidade, ao invés das máquinas “arrecadadores de multa”, que são os radares eletrônicos?

Sabendo-se que grande parte dos acidentes vitimam motociclistas, com custo de internação nos hospitais, não seria o caso de discutir essa situação em especial, e não penalizar a todos os demais proprietários de veículos?

Por fim, e não menos importante: ganha meu voto aquele candidato ou candidata que se propor a realizar uma auditoria nas contas da Prefeitura de Cuiabá, porque acredito ser impossível ter uma dívida tão alta quando não existe obra que justifique essa despesa anterior.

Talvez uma auditoria possa esclarecer o boato de que a Sanecap, que foi “doada” a um particular com direito a explorar o povo cuiabano eternamente e prestar maus serviços, tinha em seus quadros algumas servidoras contratadas. E a função delas era servir aos diretores daquela empresa, e não ao povo; e os “serviços” nada a tinha a ver com a finalidade pública, seriam aquelas meras acompanhantes de políticos.

Assumindo essas pautas, o futuro gestor merece ser votado!

Antonio Cavalcante Filho, cidadão, escreve às sextas feiras neste Blog. E-mail: antoniocavalcantefilho@outlook.com

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Comentários (4)

  • Moreira | Sábado, 24 de Setembro de 2016, 09h26
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    Moreira, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • PAULA SILVA | Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016, 17h18
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    Não ganha o meu voto o candidato que ainda acredita que houve " roubo de mais de 54 milhões de votos da presidente Dilma", pelo amor de Deus, até quando esse lance de "Golpe"? até quando haverá pessoas como o Sr. que apesar de me parecer tão culto e instruído, insiste em acreditar que todos os "avanços" que houveram no Governo Lula/Dilma pode justificar todo o desvio, todo o retrocesso que eles causaram? Página virada! Sigamos em frente com "golpe" ou PRÁTICA CONSTITUCIONALMENTE LEGAL, nos voltemos agora para o que realmente importa, ELEIÇÕES DE CUIABÁ, o Procurador promete mundos e fundos, e parece IGNORAR a existência de uma CF/88 de uma CÂMARA DE VEREADORES. Quem vai ficar na porta da CV pressionando para passar um projeto de lei que ELE entende ser viável? Eu? Você? Você não trabalha? Você não tem ocupação? ELE que deve ARGUMENTAR junto à Câmara para mostrar a relevância do que pede. NÃO EU ou VOCÊ que temos que fazer o trabalho dele. VAMOS ACORDAR GENTE! QUALQUER UM menos esse autoritário, doido varrido do Procurador Mauro, 50 JAMAIS!

  • Paulo Mattos | Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016, 12h46
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    Da linha ativista do PT e seus congêneres, Antonio Cavalcanti é diplomado em conhecimentos técnicos e práticos de corrupção política, empresarial, social, daí porque suas palestras são verdadeiros ensinamentos de tudo aquilo que NÃO DEVEMOS fazer

  • Carlos Nunes | Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016, 08h47
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    Enquanto isso o Eike abriu o bico, e denunciou o Mantega no recebimento de 5 Milhões, através da mulher do marqueteiro da campanha...tudo isso para pagar dívida da campanha do partido. É por isso que é difícil achar o chefe da quadrilha, tem muita gente envolvida numa rede de corrupção...virou um quebra-cabeça daqueles que só um Sherlock Holmes ou Hercule Poirot ou um Charlie Chan decifram; só um detetive dos bons pra solucionar o caso. Um governo honesto dobraria a verba da PF, do Gaeco, do MP, para sentar a pua nos corruptores e nos corruptos. Dobra a verba agora, e depois triplica, porque varrer a Corrupção deve ser a maior meta nacional...esse dinheiro seria bem empregado, pois o prejuízo que gera a Corrupção no Brasil é incalculável. Ou a gente acaba com a Corrupção, ou ela vai continuar acabando com o Brasil.

| 23/09/2016, 00h:00 - Atualizado: 22/09/2016, 21h:10

Um ditador em Tangará da Serra

edesio do carmo artigo 400

Edesio Adorno

O prefeito de Tangará da Serra, Fábio Junqueira, candidato à reeleição pelo PMDB, definitivamente não sabe conviver em uma sociedade democrática, plural e habitada por atores sociais com pensamentos distintos e antagônicos. Ele se considera o senhor da razão, o dono de todo o saber e acredita monopolizar a honestidade, a ética e outras virtudes.

Quem não concorda com a megalomania egocêntrica do autointitulado “gestor eficaz” é considerado desafeto político passível de desterro. Ele teve a pachorra de bravatear, em uma edição de seu programa eleitoral gratuito, que quem não concorda com seu governo deveria “vazar fora da cidade”. Uma besteira inominável.

Convidado para estrear a série de entrevistas com os candidatos a prefeito no programa MTTV da TV Centro América, Fábio Junqueira protagonizou cenas deprimentes e repulsivas. Agitado e visivelmente nervoso, se recusou a responder qualquer pergunta e discursou durante 15 minutos. A apresentadora do telejornal ficou constrangida. O fato teve ampla repercussão negativa para o candidato.

Uma emissora de rádio também programou rodada de entrevistas com os candidatos. Junqueira tentou impor sua vontade absolutista. Só participaria da entrevista se a direção da emissora trocasse de apresentadora. Deu-se mal. O diretor bateu o pé e deixou claro, participa se quiser.

Professores que declaram apoio a outros candidatos estão sendo vitimas da mais brutal e odiosa perseguição. Até mesmo quem se encontra de licença médica não escapa da fúria vingativa do fez chefe do Executivo. Um servidor que se encontra afastado por depressão postou a foto de um encontro entre amigos, como estava aparentemente sorrindo, o “gestor eficaz” determinou abertura de PAD. Outros, por usar o aplicativo de celular Whatsapp em suposto horário de trabalho também esta sendo investigados.

Dono de exacerbado egocentrismo grandiloquente, o candidato à reeleição do PMDB não aceita e não admite ser contrariado. Quem ousa desafiá-lo se torna vitima de sua incontrolável perseguição. Fábio não perdoa nem mesmo a promotora de justiça.

Como não pode mandar a mais eficiente, enérgica e atuante defensora dos interesses públicos “vazar da cidade”, pretende torna-la suspeita e impedida de atuar em processos em que Junqueira figura como parte.  Só falta escolher o juiz que pode julgá-lo!

 Edésio Adorno é advogado em MT e escreve exclusivamente para este Blog toda sexta-feira. E-mail: edesioadorno@gmail.com

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Comentários (21)

  • Antonio Carlos Cortes | Sábado, 24 de Setembro de 2016, 13h43
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    Boa tarde. Gostaria que o ilustre pontuasse onde, quem, e quando meu comentário foi desrespeitoso ou acusei sem provas?? Antes do meu, pude perceber xingamentos ofensas morais a dignidade e preconceitos a forma física, ai pode??? Interessante seu ponto de vista, bem parcial. Tudo bem é seu. Mas vamos refaze-lo. mas duvido que o colega o aprove. Não concordo com comentários ofensivos feitos ao professor Fabio, chama-lo de perseguidor, de mentiroso, ditador..... isso sim é ofensa sem prova, sem fundamento algum ou foram atras pra verificar a vericidade disso??? Bom mas é assim mesmo arvore que não da frutos ninguém atira pedra.

  • antonio carlos cortes | Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016, 18h14
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    antonio carlos cortes, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • FRANCISCO | Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016, 14h28
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    PERSEGUIDOR, MENTIROSO, ESTA ABRINDO SINDICÂNCIA A CADA 30 MINUTOS DOS FUNCIONARIOS PUBLICOS DA PREFEITURA E SECRETARIAS QUE ESTAO COMENTANDO NO FACE, TODO MUNDO NA REPRESÁLIA .... ESSE NUM GANHA NEM PARA PRESIDENTE DE BAIRRO MAIS. CAI FORA FABIO

  • Norberto, o Certo | Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016, 14h15
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    Uai, sô o trem aqui tá bão dimais! deixa eu meter meu pitaco também. Negócio é o seguinte: Cai fora, Fábio. Chega de prejudicar nois. Agora é Reck Junior 55

  • Abner Alcantara dos Santos | Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016, 14h01
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    Depois de 30 anos com a consolidação da democracia no Brasil, ainda vivemos com pessoas que ainda insiste viver nos tempos obscuros da ditadura, onde os que lutam pelo que é de direito, passa ser perseguido de forma cruel. Quem não aceita divergências de ideias, não compreende finalidade da palavra democracia !

  • Gustavo alves | Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016, 13h46
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    Campanha que se baseia em mentiras e enganar o povo! Fora fabinho ...tchau quirido

  • Michele | Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016, 13h17
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    Que moral tem essa tal Ledi, na certa nao aprendeu bons modos, vai ser boca suja e mal educada assim, ta louco!! E saber que foi minha professora, que vergonha alheia.qui

  • anthony | Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016, 12h52
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    Só acho que quem escreve noticias sensacionalistas sem cunho jornalístico, apenas baseando-se em sua opinião tentando fazer a cabeça da população com os títulos tendenciosos e sem nenhum conteúdo realmente informativo.

  • Isaque Alves | Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016, 12h21
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    Se você tem essa lista de "impugnações" contra ele, vai lá e tenta caçar o mandato dele. Tenta a sorte!

  • Pierre Willian Cardozo | Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016, 11h30
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    eu acho um seguinte aquele que ataca o outro adversario e sinal que nao tem força de concorrer uma eleição, pois pra mim uma verdadeira eleição ela se vence com propostas e não com ataques aos adversarios, o que passou e passado se fez bem ou mal quem te que avaliar e a população e os que estão na disputa e por isso que o Brasil esta como esta hoje com esses ataques politicos o povo cria uma certa mentalidade que tupo pode ser maldade mas se você parar olhar, analizar pode se ver que tudo não se passa de mentiras. e como eu disse aquele que quer vencer uma disputa eleitoral faça proposta e não se deligre a imagem do seu adversario.

| 22/09/2016, 17h:14 - Atualizado: 22/09/2016, 17h:27

Governo cogita escalonamento de salários, mas ressalta esforço para evitar a medida


Gcom

Taques reunião-secretariad

Possível escalonamento salarial foi cogitado pelo governador em reunião com secretariado nesta 5ª

O governador Pedro Taques, que reuniu o secretariado na manhã desta quinta (22) para tratar de medidas para enfrentar a crise econômica que afeta Mato Grosso, não descartou a possibilidade de escalonar  os salários do funcionalismo público estadual.  O possível escalonamento salarial levará em consideração categorias e faixas salariais, buscando preservar os servidores que ganham menos.  A medida foi cogitada durante a reunião que serviu para definir as ações prioritárias e o reordenamento das despesas para contenção das dificuldades financeiras.

Com o possível escalonamento,  parte do funcionalismo é paga em um dia e parte em outro. A data é definida conforme a faixa salarial. Atualmente, a  crise financeira enfrentada pelos estados está afetando o pagamento de funcionários públicos em ao menos 12 deles e no Distrito Federal. 

 Além do escalonamento,  atrasos de salários ou verbas adicionais, os governos têm adotado três outras estratégias. A mais comum delas é parcelar os pagamentos. A terceira estratégia é empurrar para a frente a data de pagamento dos servidores, alterando as datas dos depósitos. 

“Desde o início do Governo, o caixa é apertado. Mesmo assim, os salários sempre foram pagos todo dia 31. Se chegarmos ao final deste mês sem recursos suficientes para honrar a folha, a única saída será o escalonamento ”, declarou membro da equipe de Taques.  

 Segundo o interlocutor, o escalonamento está sendo cogitado porque setembro pode ser considerado como mês atípico. “Além do repasse do duodécimo dos Poderes para garantir os salários mediante Termo de Ajustamento de Conduta, o Governo precisa arcar com a parcela da dívida dolarizada junto ao Bank of America”, completou. 

 Entretanto, o integrante da equipe de Taques ressaltou que o Executivo está fazendo todo o esforço para evitar o escalonamento. Como exemplo, citou os decretos que buscam reduzir os gastos com o funcionamento da máquina e o horário de expediente dos órgãos públicos, além da busca de soluções junto ao governo federal. "Medidas como demissões ou não pagamento das parcelas da RGA estão descartadas", garantiu. 

 Após a reunião, Taques fez postagem no Facebook. Embora não cite a possibilidade de escalonar salários, o governador reafirmou que a situação das contas públicas é preocupante e atribuiu a situação a medidas que considera irresponsáveis,   adotadas no passado. 

 Taques também anunciou que está buscando agendar audiência com o presidente da República Michel Temer (PMDB) para expor novamente a gravidade do problema. O governador lembrou ainda que a União deve mais de R$ 400 milhões do FEX e que a queda vertiginosa dos repasses federais está acarretando dificuldades para manter o custeio da saúde nos municípios. 

 Além disso, Taques ressaltou que a crise não é exclusiva de Mato Grosso. Por isso, justifica a assinatura da carta direcionada a Temer com pedido de auxílio de R$ 7 bilhões para socorrer os estados que avaliam decretar situação de calamidade. 

 Diante da situação, Taques cancelou viagem para Bolívia, onde cumpriria compromissos oficiais durante três. O  secretário de Desenvolvimento Econômica Ricardo Tomczyk vai substituí-lo nas agendas.  

Como o vice-governador Carlos Fávaro (PSD) está em férias, a chefia do Executivo seria repassada ao presidente da Assembleia Guilherme Maluf (PSDB). Com a decisão de Taques, o tucano perdeu a oportunidade de assumir o Governo do Estado pela segunda vez. 

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Comentários (6)

  • João Moessa | Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016, 15h47
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    Governo V................. da incentivo para empresas que não merecem e depois fica chorando. Se você fizer compra em um mercado com sede aqui em Mato Grosso a média de imposto é de 31,08 % se fizer em um grande mercado com sede em outro estado a média é de 3,55 %, mas os preços finais aos consumidores são bem parecidos nos dois mercados as vezes o que paga menos imposto cobra mais caro pelo mesmo produto da mesma marca do que o mercado que mais impostos. Pior de tudo isso é que meus colegas servidores públicos compram nesse grande mercado com BENÉF............................ICIA do Governo do Estado e deposi ficam querendo aumento, vamos fazer campanha contra essa pouca vergonha que as finanças do Estado vai melhor. Eu compro nesse mercado que praticamente NÃO PAGA IMPOSTO por insistência da minha esposa senão não compraria. Se quiser comprovar mostro planilha que estou fazendo desde 01/01/2016 com todas minhas despesas e seus respectivos tributos para mostrar que ISSO É UMA VERGONHA, plagiando Boris Casoy.

  • Everton | Quinta-Feira, 22 de Setembro de 2016, 19h05
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    O engraçado é a contradição nisso tudo. Nessa matéria o governador chora, chora, chora, mas se o Estado está tão feio assim, porque vive passando na televisão aquela frase enjoativa: "Tá tendo transformação..." mostrando as obras de pavimentação e tudo mais !? Muito contraditório, Sr. Taques. No meu humilde entender, penso que um Estado em crise não pode estar em transformação. Ou está com dificuldade financeira ou não está. Quer dizer que tem dinheiro para encher o Estado de asfalto, mas para pagar os seus servidores, não tem ? A família daqueles que fazem o Estado funcionar não quer comer asfalto no café da manhã, na almoço e na janta.

  • CANDIDO | Quinta-Feira, 22 de Setembro de 2016, 18h47
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    CANDIDO, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • joaoderondonopolis | Quinta-Feira, 22 de Setembro de 2016, 17h50
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    Mas, e a arrecadação? e anistia fiscal? Continuo não entendendo.

  • Giltinho | Quinta-Feira, 22 de Setembro de 2016, 17h31
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    Esperem aí: o governo discursou de que precisava parcelar o RGA pra poder manter os salários em dia! Ele Pedro Taques não deu outra escolha ao fórum sindical. Ou aceitava o parcelamento do RGA ou, ia atrasar os salários dos servidores. Ficou o RGA com o parcelamento, porem, os salários em dia. Este governo ta perdidinho mesmo.Uma hora fala um coisa, notro dia ja fala diferente, não tem palavra de homem. E como fica as dividas dos servidores junto aos seu credores, que vence no início de cada mês? Este governo ta igualzinho o Wilson Santos, falam muito e prometem muito e nada.

  • Nda | Quinta-Feira, 22 de Setembro de 2016, 17h27
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    WILSON 45 - O MELHOR PRA CUIABÁ

Palácio Paiaguás | 22/09/2016, 14h:54 - Atualizado: 22/09/2016, 15h:46

Troca total do telhado custará quase R$ 1,5 mi e deve ser iniciada no prazo de 15 dias


Gcom

Paiaguás

Projeto segue relatório técnico da Secid que detectou vazamento em vários setores da edificação

A empresa L.P Engenharia Eirelli venceu a licitação para fazer a reforma da cobertura do Palácio Paiaguás. Conforme o extrato publicado no Diário Oficial dessa quarta (21), a obra vai custar R$ 1,4 milhão.

 O recurso sairá do orçamento da Casa Civil e  será utilizado para a troca total do telhado e a instalação de passarelas metálicas onde deverão ficar as condensadoras de ar tipo Split. O projeto de reforma foi elaborado pela equipe técnica da Secretaria Estadual das Cidades (Secid). 

 Conforme o projeto da Secid, a  cobertura deverá ser feita em termoacústica pré pintada branca tipo telha/forro 50mm, com impermeabilização em toda laje de cobertura por manta asfáltica polimérica. Na cobertura do pátio central em cima das escadas serão colocadas placas de policarbonato cristal. 

O projeto foi baseado em um relatório técnico realizado pela Secid que detectou vazamento em vários setores da edificação, um problema que se repete há anos nos períodos de chuva e que se agravou devido a um conjunto de fatores. Entre eles, falhas nas instalações e manutenção de ar condicionado e a adoção de medidas paliativas, com a realização de pequenas e improvisadas reformas que apenas pioraram a situação.

 As goteiras atingem até mesmo o gabinete do governador Pedro Taques (PSDB). Em dias chuvosos,  servidores costumam circular com baldes na tentativa de evitar o alagamento de diversos recintos no Palácio Paiaguás. 

 Segundo a assessoria da Secid, a obra deve ser concluída  no prazo de 90 dias. A ordem de serviço, que depende da elaboração e assinatura dos contratos, deve ser expedida em 15 dias. 

  O complexo do Paiaguás foi construído entre 1973 e 1975 no governo de José Fragelli e inaugurado na gestão Garcia Neto. Desde então, sofreu  poucas reformas em seu telhado. 

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Comentários (2)

  • João Moessa | Sexta-Feira, 23 de Setembro de 2016, 15h49
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    Governo acabou de dizer que não tem dindim para pagar salário,mas tem para reformar Palácio Piaguás.

  • alexandre | Quinta-Feira, 22 de Setembro de 2016, 21h23
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    desperdicio investe na saude..

| 22/09/2016, 07h:52 - Atualizado: 22/09/2016, 08h:15

Homem no tempo das cavernas

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Maria Rita Uemura

Esta semana ocorreram dois fatos em nível nacional que demonstram como o brasileiro ainda é extremamente machista e que pode-se levar décadas até que alcancemos um patamar cultural mais tolerável à independência da mulher.

No primeiro deles, uma pesquisa demonstra como ainda somos coniventes com estupradores. Já no segundo uma mulher foi feita refém por 11 horas pelo ex-namorado.

É engraçado como o sistema de regras e moral se estrutura dentro da cabeça de determinadas pessoas. Sabemos exatamente como funciona o jogo da convivência social, mas muitas vezes subvertemos as regras para que alguma situação coadune com nossos interesses e ações. Exemplo: um homem vai a uma casa de “tolerância”. Senta, pede uma bebida e começa a assistir um show onde uma mulher sensual lentamente vai se despindo.

O álcool normalmente leva as pessoas a diminuir a racionalidade, a tomar atitudes por impulso e a calcular menos os riscos de qualquer atitude. Mas mesmo assim, o homem sabe que se levantar e for incomodar a profissional que está dançando no palco vai surgir um leão de chácara imenso e o colocar para fora do estabelecimento. O sujeito pode estar altamente alcoolizado, extremamente excitado, mas sabe exatamente o grau de consequência que seu ato pode ter para sua integridade física. Mesmo vendo uma mulher nua ou seminua ele sabe que não é adequado agir.

Porém, se uma mulher está se deslocando pela rua em trajes mais despojado e é atacada por um estuprador, o mesmo homem que não achou certo incomodar uma dançarina na boate afirma que a vítima de estupro praticamente provocou com sua atitude o homem que a violentou. Não pense que o homem que dei de exemplo é um ponto fora da curva. Ele engrossa uma triste estatística divulgada esta semana que revela que mais de um terço dos entrevistados acredita que o estupro é culpa da vítima. O mais triste desta pesquisa é que ela é feita não apenas com homens e envolve sim mulheres na mesma proporção.

Para ilustrar como ainda estamos no tempo das cavernas social antes de ontem um homem em São Paulo foi morto após ficar 11 horas fazendo a ex mulher de refém. A polícia não conseguiu negociar com o rapaz que estava inconformado com fim do relacionamento amoroso com a vítima.

Este tipo de situação tira toda minha esperança numa renovação cultural da sociedade. Pois quando vejo um homem de idade sendo machista eu relevo, pois sei que determinadas situações são de difícil assimilação para quem já passou de certa idade. Ainda mais quando nos deslocamos a cidades do interior onde observamos comportamentos mais primitivos.

Mas ver um jovem em plena São Paulo tentando resolver com violência o fim de um relacionamento realmente tira minha perspectiva de que num futuro breve as coisas irão melhorar.

Maria Rita Ferreira Uemura é jornalista, empresária, diretora da empresa de eventos de aventura ULTRAMACHO e escreve exclusivamente toda quinta-feira neste Blog (www.ULTRAMACHO.com.br) - e-mail: ferreirauemura@gmail.com

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  • Hans Mayer | Quinta-Feira, 22 de Setembro de 2016, 13h39
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    Excelente texto. Parabéns.

Congresso Nacional | 21/09/2016, 17h:10 - Atualizado: 21/09/2016, 17h:17

Ságuas avalia Governo Temer como fraco e sem respaldo para aprovação de reformas


Reprodução

saguas-moraes

Ságuas diz que Governo Temer não conseguiu maioria para votar a LDO e a PL do Fies nesta semana

O deputado federal Ságuas Moraes, único representante do PT na bancada mato-grossense no Congresso Nacional, avalia que o Governo Michel Temer (PMDB) está fraco porque foi constituído através de golpe contra a democracia e não conseguirá respaldo para as reformas que propõe levar adiante.

“O impeachment é um instrumento legal que foi usado para cometer injustiça contra alguém que obteve 54 milhões de votos”, declarou em entrevista ao , se referindo à cassação  da ex-presidente da República Dilma Rousseff (PT), aprovada pelo Senado em 31 de agosto.

De acordo com Ságuas, o Brasil não confia no Governo que chegou a abrigar sete ministros investigados pela Operação Lava Jato. “Dois já foram afastados e outros cinco ainda precisarão se explicar perante a Justiça”, completa.

Para Ságuas, os ministros com mais força política são Blairo Maggi (Agricultura) e Henrique Meirelles (Fazenda). Em sua avaliação, o restante da equipe de Temer não dispõe de respaldo para aprovar medidas duras com as reformas da Previdência e Trabalhista.

Ságuas acredita que as reformas não serão aprovadas porque sequer conseguiram apoio da base governista. “Não conseguiram maioria no Congresso para votar a LDO e a PL do Fies nesta semana. Isso mostra que o Governo está enfraquecido”, pontua.

Além disso, Ságuas afirma que para conseguir cristalizar a base governista, o Palácio do Planalto está prometendo paralisar a Lava Jato e sinalizaram com anistia para quem for denunciado por caixa 2. “Na segunda, tentaram votar o projeto da anistia e não conseguiram fazer prosperar”, concluiu.

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Comentários (7)

  • Jairo | Quinta-Feira, 22 de Setembro de 2016, 10h50
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    Alexandre, como você é idioto! Vai aprender nunca, nunca vai enxergar umpalmo a frete de seu nariz

  • JEFERSON MATOS | Quinta-Feira, 22 de Setembro de 2016, 10h09
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    Sei que esse governo é continuidade do anterior (quanto a isso não dá pra gente se enganar) mas Ságuas dizer que esse governo é fraco e sem respaldo? E o governo anterior que ele fez parte? Era o quê então? Sobrenatural? Fortíssimo? Ságuas, pare de viajar na maionese...

  • alexandre | Quinta-Feira, 22 de Setembro de 2016, 08h53
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    Tudo que acontece de ruim hoje pode agradecer ao PT, o populismo tem consequências,o ministro do PT responsavel pela mudança da matriz econômica que quebrou o Brasil foi preso, acabou a festa...medidas duras serão necessárias pra consertar o rombo do PT...

  • Jairo | Quinta-Feira, 22 de Setembro de 2016, 08h46
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    Eita, coxinhas ressentidos! Ságuas é um dou pouquíssimos políticos honestos que temos. Só por ser do PT, vocês ficam jogando pedras!!!! Esses coxinhas, além de serem ignorantes, também são mal educados, se acham com o rei na barriga. Ah, se esses idiotas soubessem o papelão que estão fazendo!!!!

  • xerimbavo do pt | Quinta-Feira, 22 de Setembro de 2016, 06h00
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    Mas que moral hem senhor ságuas, você vê o cisco no olho do vizinho e não vê a tora de aroeira em seus olhos. A educação no estado esta com os piores indicadores do país, o sintep virou um antro de politicalha e vossa senhoria era o dona da educação. Que moral em ságuas, o sagaz.

  • HELIO SILVA | Quarta-Feira, 21 de Setembro de 2016, 17h59
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    Eu gostaria de ver o Nobre Dep fazer uma analise do Governo Taques, kkkk o mesmo não teve coragem de defender nem os Professores, dizem que o problema é a "CDUC" kkkk e agora Dep. o Taques deita e rola, cadê a oposição?

  • Carlos Nunes | Quarta-Feira, 21 de Setembro de 2016, 17h39
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    Que Reformas? Reformas só pra FERRAR o povo, o trabalhador? Encher o caixa do governo, esvaziando ainda mais o bolso do povo? Vote! Já tentei dar alguns conselhos para o Temer; e nenhum assessor ainda passou pra ele as minhas ideias...Disse pra ele pegar os melhores Economistas do Brasil, e pedir patrioticamente (será que ainda existe isso?), que façam um plano econômico de curto prazo 2017/2018, só para levar o barco da Nação de um lado para outro do rio (simbolicamente falando). Esses Economistas só tem que responder a uma pergunta: O que é melhor para o POVO BRASILEIRO no curto prazo? Acho que Reforma Estrutural, da Previdência, mexida nos direitos trabalhistas, etc, deveriam ser discutidas só em 2018, na campanha eleitoral, pelos candidatos a presidente da república; aí nós, os eleitores, os donos do Poder, íamos votar naquele que tivesse a melhor ideia, a melhor proposta. Henrique Meirelles não pensa no curto prazo...só tem visão a longo prazo, mas o que interessa num governo de transição é o curto prazo - o futuro a DEUS pertence. Diariamente milhões de brasileiros oram, rezam, para que DEUS tome providências, e essas orações são ouvidas...as providências já estão sendo tomadas. Os Centros Espiritualistas narram que JESUS deu 50 anos para ajustar a situação do Brasil, e esse prazo termina em 2019 - já vivemos os últimos dias desse período, e o negócio vai apertar ainda mais - 2017 e 2018 serão anos muito difíceis para o Brasil. Quando se vive uma época de vacas magras, só tem uma solução: pegar tudo o que conseguir arrecadar, e investir tudo só nas VERDADEIRAS PRIORIDADES...o resto fica supérfluo por falta de dinheiro.

| 21/09/2016, 14h:07 - Atualizado: 22/09/2016, 09h:15

Ibope mostra Rosana com 50%; Dorner aparece com 22% e tem maior rejeição


De Sinop

pesquisa sinop ibope 520

Levantamento do Ibope em Sinop aponta uma ampla vantagem da candidata à prefeita Rosana Martinelli

Candidata a prefeita pela coligação Amor Por Sinop, Rosana Martinelli (PR) aparece com 50% das intenções de voto (60% dos válidos) em pesquisa Ibope divulgada nesta quarta (21). A republicana aparece com o dobro de vantagem sobre o segundo colocado, o empresário Roberto Dorner (PSD), que detém o maior índice de rejeição.

Na pesquisa, Dorner aparece com 22% (26% dos válidos) e, em terceiro, Dalton Martini (PP), com 12% (14% dos votos válidos), na modalidade estimulada. Realizada de 16 a 18 de setembro, o levantamento entrevistou 504 eleitores. Brancos e nulos somam 9% e 7% preferiram não opinar.

Na modalidade espontânea, Rosana conta com 42% das intenções de voto, enquanto Dorner aparece com 19% e Dalton, 10%. Brancos e nulos somam 12% e não sabem ou preferiram não opinar 18%. Independente das intenções de voto, 62% acreditam que Rosana Martinelli será a vencedora das eleições em Sinop. Já 18% acreditam que será Dorner e 5% apostam na vitória de Dalton.

O instituto também aponta Rosana com 60% dos votos válidos, enquanto Dorner tem 26% e Dalton 14%. O Ibope também fez levantamento sobre a rejeição dos candidatos a prefeito. O mais rejeitado pelos eleitores é o empresário Dorner, que tem 41% de rejeição. Rosana aparece em segundo com 25%, e Dalton com 24%.

A margem de erro da pesquisa é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TRE com o número 07819/2016. O levantamento foi contratado pela TV Capital – canal Record.

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| 21/09/2016, 12h:33 - Atualizado: 21/09/2016, 12h:42

Em 13 dias aprovação de Taques sobe de 55% para 65%; Temer continua reprovado


O governador Pedro Taques, em 13 dias, subiu de 55% para 65% de aprovação perante os cuiabanos, conforme pesquisa divulgada nesta quarta (21), pelo instituto Gazeta Dados. Outros 27% desaprovam a Gestão Taques. Não souberam responder e/ou não responderam somam 8%. Na pesquisa anterior os números eram, respectivamente, 30% e 15%.

A amostragem foi realizada entre 16 e 18 deste e registrada no TRE sob protocolo MT 05282/2016 mês. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é quatro pontos percentuais para mais ou para menos. Ao todo, 800 pessoas foram ouvidas.

Quando os entrevistados foram questionados sobre avaliação positiva, regular ou negativa os números foram, respectivamente, 43%, 34% e 20%. Não souberam e/ou não responderam somam 3%.  Na pesquisa passada, 34% consideravam positiva. Outros 28% avaliavam como regular, e 21% negativa. Não souberam responder e/ou não responderam eram de 7%.

Na Capital, o presidente da República Michel Temer (PMDB) obteve 28% de aprovação, 39% desaprovam sua gestão, e 33% não responderam e/ou não souberam responder.  Em relação à avaliação, 13% consideraram positiva, 27% regular e 35% negativa. Outros 25% não souberam e/ou não responderam.

Gazeta Dados

aprovacao pedro taques e michel temer cuiaba.jpg

 Jornal A Gazeta mostra opinião da população de Cuiabá a respeito das gestões Pedro Taques e Temer

Em VG

Em Várzea Grande, Taques obteve a mesma aprovação de Cuiabá, 65%. Outros 24% desaprovam a gestão tucana e 11% não responderam e/ou não souberam 11%%. A pesquisa passada as porcentagens eram 62%, 27% e 11%, respectivamente.

Consideraram positiva a administração de Taques 39%. A mesma porcentagem também foi para os que acharam regular. Apenas 16% avaliaram como negativa. Não souberam e/ou não responderam foram de 6%.

Já Temer é desaprovado por 45% dos vazea-grandenses. Apenas 22% aprovam o peemedebista. Não responderam e/ou não souberam são 33%. Consideraram positiva a atuação do presidente 11%. Outros 24% dos entrevistados acreditam que o governo é regular. 38% consideram administração negativa. Não souberam e/ou não responderam são 27%.

A pesquisa foi registrada no TRE sob protocolo MT 01647/2016. Ao todo, 600 pessoas foram entrevistadas, entre 16 e 18 deste mês. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

Gazeta Dados

aprovacao pedro taques e michel temer varzea grande.jpg

 Dados do jornal A Gazeta mostram como está a avaliação das gestões Taques e Temer

Tangará

Para 64% dos entrevistados em Tangará da Serra, a gestão do governador Pedro Taques está aprovada. Outros 16% desaprovaram e 10% não souberam e/ou não responderam. Consideraram positiva 36%; regular 34%; e 12% acham negativa. Não souberam e/ou não responderam são 18%.

Já o presidente da República teve aprovação de 34%. Outros 17% desaprovam. Não souberam e/ou não responderam são 49%. Apenas 16% avaliaram a gestão como positiva, 29% acreditam ser regular. Outros 14% consideraram negativa. Não responderam e/ou não souberam foram 41%.

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Comentários (4)

  • alexandre | Quinta-Feira, 22 de Setembro de 2016, 09h38
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    é feita dentro dos gabinetes....

  • ana de campos | Quarta-Feira, 21 de Setembro de 2016, 23h52
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    PEDRO TAQUES, O GOVERNADOR QUE ORGULHA MATO GROSSO! Já decidiram a eleição? Então, que volte a corrupção.

  • Willian | Quarta-Feira, 21 de Setembro de 2016, 20h07
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    Aprovaram. Depois que o governador decretou que funcionário público vai trabalhar menos tempo/horas e ganhar a mesma coisa, até eu votaria a favor, pois a maioria desses entrevistados são funcionários. Caso fosse a população de fato, que é a única que já passa por um serviço caótico, imagine agora com esse povo trabalhando só meio período kkkk.

  • leci | Quarta-Feira, 21 de Setembro de 2016, 18h54
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    Gostaria de saber onde estás pesquisas são feitas!!! Do Temer cair, n~eo tenho duvidas. Mas do governador subir, este eu tenho duvidas.

| 21/09/2016, 10h:44 - Atualizado: 22/09/2016, 08h:33

Mauro tem mandato aprovado por 76%; Lucimar, 79%; gestor de Tangará com 69%


A avaliação da administração do prefeito Mauro Mendes (PSB) tem aprovação de 76% dos cuiabanos, conforme pesquisa divulgada nesta quarta (21), pelo instituto Gazeta Dados. Em relação a última amostragem, feita há 13 dias, o socialista tinha 66%, subindo, assim, 10 pontos percentuais. Os que desaprovaram reduziu de 25% para 17%. Não souberam e/ou não responderam contabilizam 7%. Na pesquisa anterior eram 9%.

A amostragem foi realiza entre 16 e 18 deste mês e registrada no TRE sob protocolo MT 05282/2016. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é quatro pontos percentuais para mais ou para menos. Ao todo, 800 pessoas foram ouvidas.

Em relação a avaliação da gestão de Mauro, os consideram positiva passou de 44% para 52%; os que opinaram ser regular foi de 39% para 33%; e diminui de 15% para 12% os que avaliam como negativa. Não souberam e/ou não responderam oscilou entre 2% e 3%.

Gazeta Dados

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 Prefeito de Cuiabá Mauro Mendes está com aprovação melhor que a última pesquisa, subindo 10%

Várzea Grande

Aprovação da nprefeita Lucimar Campos (DEM), candidata à reeleição, também aumentou. Foi de 73% para 79%, aumentando seis pontos percentuais. Outros 15% dos várzea-grandenses desaprovam a democrata, o que representa queda 5% em relação à pesquisa anterior, na qual eram 19%. Não souberam e/ou não responderam atingem 6%. Na amostragem passada eram 8%.

 Já avaliação da administração da prefeita, 61% acreditam que é positiva; 28% consideram regular; e outros 9% avaliam como negativa. Não souberam ou não responderam atingem 2%. Na primeira amostragem, os números eram, respectivamente, 53%, 33% e 10%. Á época 4% não responderam e/ou não souberam responder.

A pesquisa foi registrada no TRE sob protocolo MT 01647/2016. Ao todo, 600 pessoas foram entrevistadas, entre 16 e 18 deste mês. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

Taques, Mauro e Lucimar são aprovados pela população; Temer tem pior avaliação

Gazeta Dados

aprovacao lucimar campos vg 3.jpg

Prefeito Lucimar Campos já estava com boa aprovação na pesquisa passada e números ainda subiram

Tangará da Serra

O também candidato à reeleição, prefeito Fábio Junqueira (PMDB), tem aprovação de 69% dos munícipes. Outros 26% desaprovam o peemedebista. Não souberam e/ou não responderam somam 5%. Esta é a primeira avaliação feita em Tangará da Serra acerca da gestão.

Consideraram a administração positiva 45% dos Tangaraenses. Outros 33% avaliam como regular e acham negativa 20%. Não responderam e/ou não souberam responder são 2%.

 O levantamento foi registrado no TRE sob protocolo MT 03650/2016. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos. Foram ouvidas 400 pessoas entre 16 e 18 deste mês.

Gazeta Dados

fabio junqueira tangara da serra.jpg

 Prefeito de Tangará da Serra tem boa aprovação da gestão pela população e chega a pontuar 69%

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| 21/09/2016, 08h:48 - Atualizado: 21/09/2016, 08h:56

Política: um desalento da atualidade

roberto freire artigo professor 400

Roberto Freire

A política é uma prática social iniciada pelos gregos, em que o viver e o conviver são decididos mediante palavras e persuasão, e não através de força e violência. A instituição do poder político representa que ao invés de forçar alguém mediante violência ou ordenar, característicos das tiranias, na qual o chefe de Estado impera com poderes despóticos, se impõe a fala entre iguais, que persuade e convence pelos argumentos, pelo poder que vem da autoridade e não pela força que vem do autoritarismo.

Parte de um princípio básico também instituído pelos gregos: o homem é livre e racional. Isso significa que, para além das contingências da fortuna ou dos desejos dos deuses e da natureza, são os homens os responsáveis pelo seu destino enquanto cidade ou povo; são livres para atingir a sua glória e a sua eternidade ou a sua desgraça e o seu fim. Sendo assim, é a única criatura a desfrutar da liberdade e da racionalidade, que significa a possibilidade de instituir para si mesmo seus costumes e a forma de convivência entre os homens.

A política traz como pré-requisito uma crença na razoabilidade humana, onde não são necessárias nem a força bruta da violência, nem o temor servil de forças obscurantistas sobrenaturais para convencer as pessoas ao justo e ao certo. A vida política e a atividade pública como um exercício da autonomia dos indivíduos com relação aos outros e às instituições com as quais está convivendo (e não meramente submetido), dá outro caráter a convivência dos homens, substituindo o medo e o temor entre as pessoas do Estado despótico, pela confiança mútua e o compartilhamento da vida comum tida como igualitária.

O fato é que para chegar à vida política, é necessário superar o imediatismo dos interesses particulares, dominar as paixões, a ganância, e até mesmo as necessidades, e fazer prevalecer uma razão bem intencionada, certa abnegação, assim como o raciocínio de longo prazo. Não que isso sempre ocorra ou possa assim sempre ocorrer, mas há esse ideal como horizonte quando se institui a vida política. Ou seja, há política quando se abre mão da violência como meio de sujeitar as vontades sociais e se utiliza a fala para negociar os interesses.

O caráter específico da ação política, para diferenciá-la da ação social em qualquer das suas outras modalidades, está no fato que exija o concurso de outras pessoas, obrigando o seu promotor a por em jogo uma técnica de agrupamento de colaborações, onde a ação não é simplesmente individual e material, mas pressupõe um concurso de vontades voluntárias. Uma comunidade política é um tipo de organização da “autodominação” baseada em consensos e no convívio dos dissensos, e não num amontoado de pessoas submissas ao domínio do governante como ocorre em sociedades autoritárias.

Entretanto, na democracia/república contemporânea se consolidou formas de governos aceitando no seu interior um estreitamento ao mínimo (por vezes e na maioria das vezes, basta que paguem os impostos!) da participação dos cidadãos (que são mais contribuintes e consumidores), através do voto, pois os interesses econômicos e privados lhe são prioritários, concomitante ao estreitamento da participação nas decisões políticas.

Além disso, ainda que para a ocorrência de uma democracia seja necessário que se constitua um arranjo institucional capaz de permitir que os indivíduos alcancem um acordo acerca do significado do bem comum, e que se suponha que cada um pode, através da argumentação racional, entender ou ser convencido acerca de uma concepção unificada do bem comum, a história mostra que mesmo as questões que podem se constituir em objeto de consenso entre a população, por exemplo, a necessidade de um sistema de saúde público, pode envolver discordâncias que nem sempre são passíveis de resolução racional.

A transformação do governo em administração, ou das repúblicas em burocracias, e o desastroso encolhimento da esfera pública que as acompanhou faz da liberdade, ou seja, o poder de agir encolha todos os dias: parece que temos que nos adequar ao sistema operacional de guichês burocráticos; antes que atos e gestos esperam-se comportamentos etiquetados. A crescente preocupação consigo mesmo tem tornado mais desejável delegar funções políticas e públicas aos organismos estatais e governamentais, sendo preferível pagar alguém para exercer os encargos públicos, do que largar os afazeres pessoais para exercer atividades públicas ou políticas.

A política tem deixado de ser um instrumento de instituição do comum e se torna cada vez mais uma jurisdização de direitos individuais; no lugar da igualdade, a busca pelo pessoal e coletivamente diferente dos demais. Mais do que uma suposta busca pela convivência comum e ética que a política permite, a busca da delimitação de espaços, direitos, deveres e regras de etiqueta que a sociedade (ou seus membros mais influentes) deseja. Não se quer o esforço e o tempo que terão que ocupar para exercer a liberdade que é sempre trabalhosa.

Eis então que assistimos o crescente desalento com a política no mundo ocidental, o desapontamento com a falta de soluções simples e fáceis que a vida ordinária permite e que na vida política inexiste. Todos, ou quase todos, se sentem impotentes e alimentam ressentimentos contra “grandes” inimigos imaginários. Alguns seres humanos sempre preferem a paz do aprisionamento, uma segurança satisfeita, uma sensação de ter finalmente achado o seu próprio lugar no cosmos, preferem tudo isso aos dolorosos conflitos e perplexidades da liberdade desordenada do mundo, não querem os riscos de se tomar decisões.

Não é uma mera alienação política como se avista nas culturas ocidentais pós-renascentistas, onde se escolhe a privacidade do lar e dos negócios particulares ao invés da vida pública e dos negócios políticos, mas a não percepção de possibilidade de escolhas ou mesmo da existência da liberdade. Na verdade, há um infantilismo ocorrendo em nível mundial, onde a grande maioria se sente vítima de conspirações e forças “ocultas” e se entende como um ser passivo, paciente, incapaz de agir num mundo massivo, enfim, um impotente diante das grandes potências “ocultas”.

Com isso, de um lado, cresce o horror que cada vez mais as pessoas manifestam pela política, chegando mesmo ao asco e ao desprezo de algo que é considerado essencialmente imoral, ou pelo menos pouco digno, um assunto imundo. Isso acarreta que o debate político é cada vez mais raro, as pessoas contentam-se apenas em destilar seus ódios pelos adversários/inimigos, que são todos aqueles que não comungam de suas ideais. O asco da política é um dos perigos mais sério que ela corre.

As pessoas não querem debater, querem ações fortes. Por outro lado, o asco pela política tradicional também tem sido um dos motores que tem levado jovens marginalizados na Europa para o movimento terrorista, normalmente descendentes de membros das ex-colônias que tem um tratamento discriminatório em território europeu. O ressentimento e a falta de oportunidade de encontrar um lugar numa sociedade fechada ao estrangeiro, associada, é claro, a uma formação apenas elementar, faz com que escolham o caminho da guerra contra o mundo, que se não garante uma vida melhor, permite uma morte “digna” – dignidade aqui tem que ser bem relativizada.

Buscam uma justificação moral para seus atos imorais: o terror explicado pelo ressentimento, pelas maldades sofridas.

As pessoas não estão dispostas a abrir espaço ao debate, estão querendo impor ideias. A participação política exige doação do tempo pessoal para a convivência comum, o que também não parece um pedido razoável no mundo pragmático da atualidade, todo voltado para a satisfação própria; morrer por uma causa hoje é impensável, ainda que matar possa parecer bem razoável. Com isso os debates se tornam cada vez mais raros e vemos os monólogos imperarem; fala-se só com os já convencidos e ouvem-se apenas aqueles que concordam.

O fato é que a desconfiança é o que mais cresce no mundo atual, o que vai contra o espírito político que se constitui com a confiança mútua. De certo modo, os terroristas estão ganhando a guerra, gerando uma desconfiança generalizada, uma vigilância contínua de tudo e de todos, que de pouco ou mesmo nada serve, pois que dependendo da mente da pessoa tudo pode se tornar numa arma cruel.

Temo por dias sombrios, onde o medo e o ódio num crescendo entre superstições arcaicas, leve as manadas humanas a se isolarem em nichos de seguranças ilusórias: O que falta não são leis ou instituições, mas atitudes: o homem acovardado se esconde atrás de controles cada vez mais incontroláveis. O mundo amedrontado se ajoelha nas filas de revista dos aeroportos, estádios, shows, formaturas, bancos, enfim, iludidos de que o enfrentamento exige apenas inteligência, quando na verdade o fundamental é a coragem, que é o que de fato inibe a violência.

Roberto de Barros Freire é professor do Departamento de Filosofia da UFMT. E-mail: rdefreire@uol.com.br

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