Cuiabá, 23 de Outubro de 2014
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TRIBUNAL DE JUSTIÇA | 21/11/2011, 21h:10 - Atualizado: 21/11/2011, 21h:28

Depois de 17 anos, TJ começa a pagar URV para os funcionários

      Depois de 17 anos, diversas greves e um longo processo de negociação, os servidores do Poder Judiciário vão começar a receber as perdas salariais que tiveram durante a conversão da moeda brasileira em 1994, quando o cruzeiro real passou a ser real. Nesta segunda (21), o presidente do Tribunal de Justiça Rubens de Oliveira determinou o pagamento dos funcionários referentes à Unidade Real de Valor (URV).

      Apenas os funcionários que têm até R$ 11,9 mil a receber devem assinar o termo que foi disponibilizado na página da instituição. Eles irão receber tudo numa única parcela. Conforme Rubens de Oliveira, os recursos serão restituídos até 5 de dezembro. “Os servidores que têm crédito acima desse valor vão receber R$ 5 mil, a serem pagos em duas parcelas, a primeira em dezembro e a segunda em janeiro”, salienta o desembargador.

     Ele garante ainda que se houver sobra orçamentária no final do exercício de 2011, ela será utilizada para o pagamento de servidores que possuem créditos de menor valor. Com a medida, a diretoria do TJ se antecede às ações judiciais e facilita o processo. Conforme termo de compromisso firmado entre o TJ e Sinjusmat, os servidores deveriam ajuizar ação de execução para recebimento de seus direitos relativos à URV. Para quitar todo o débito com os mais de 4 mil servidores, que têm direito ao benefício, estima-se que serão necessários aproximadamente R$ 200 milhões.

 

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Comentários (11)

  • JOSE APARECIDO MACHADO | Domingo, 25 de Maio de 2014, 22h46
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    1

    quero receber minha urv o mais rapido possivel , se fosse descontos era rapidinho precis trocar o governo nessa eleicao ele e rico nao precisa nada nem ser governador denovo acabou com a policia no geral e uma pouca vergonha fora geraldo

  • Robson Pereira Lima | Quinta-Feira, 17 de Abril de 2014, 21h46
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    Sou servidor Público Estadual, pertenço ao quadro de servidores da Secretaria de Segurança Púbica de Mato Grosso, sou Policial Civil, já estou me aposentando além de do direito da URV, também tenho a carta de crédito, gostaria de saber do Governo, preciso receber tanto a URV, como a carta crédito qual é a prioridade para nós que estamos nos aposentando, não tenho residência fíxa e acho que com esse dinheiro compraria minha casa própria. Quando o Governo vai pagar essas pessoas?

  • euza maria de oliveira | Quinta-Feira, 03 de Abril de 2014, 20h10
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    eu espero que seja cumprida essa ord

  • Emiliana | Quinta-Feira, 13 de Fevereiro de 2014, 23h00
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    1

    Sou funcionária pública da (Seduc) no Tocantins, desde 1982, sou efetiva, e gostaria como e quando vou receber o que é nosso por direito? preciso pagar minhas contas e usufruir enquanto estou viva e consciente.

  • Sandra Santos | Quarta-Feira, 05 de Fevereiro de 2014, 15h59
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    Gostaria de saber como fica a situação dos funcionário publico do estado de são paulo, que teria direito ao reajuste da urv? sou funcionaria efetiva desde 1987, e gostaria de saber como fica nossa situação.

  • GEILSON | Terça-Feira, 28 de Janeiro de 2014, 11h07
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    QUERO SABER DE ALGUEM SE EU POSSO PAGAR MINHAS CONTAS DO GOVERNO COM PRECATORIAS, POISD SE ELE TEM O DIREITO DE NOS PAGAR OS ATRASADOS COM PRECATORIA ACREDITO QUE ELE NOS DA O DIREITO DE FAZER O MESMO, NADA MAIS JUSTO

  • antonio carlos silva macedo | Domingo, 24 de Novembro de 2013, 17h17
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    Sou funcionario público do estado do rio de janeiro desde 15 de junho 1972 (PMERJ) fui pra Reserva Remunerada em 01 de julho de 2004 no posto de 2º TEM PM RR,pois na ativa eu era SUB-TEN PM ,VI UMA REPORTAGEM ,QUE SE REFERIA A DEVOLÇAO DA DIFERENÇA DA URVs,tenho direito

  • TSF | Domingo, 29 de Janeiro de 2012, 22h55
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    1

    DESAPOSENTACAO POQUE TANTA ENROLACAO POR PARTE DO JUDICIARIO SE A CAUSA E REAL

  • rita | Terça-Feira, 22 de Novembro de 2011, 12h57
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    1

    e os servidores do detran, quando é que vao receber os seus direitos, já que os seus salários é o menor do estdo?

  • Moacir | Segunda-Feira, 21 de Novembro de 2011, 23h03
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    0

    Tudo bem e lovuável. Embora o presidente esteja fazendo nada mais do que sua obrigação, já que administrações passadas nada fizeram (inclusive de maçons, tidos como formadores de opinião e exemplo de postura moral), a não ser para os seus assessores, parentes, desembargadores e alguns juízes, existem muitos servidores com duas certidões. Uma expedida recentemente e outra há mais de dois anos. E agora, uma vez que os valores são bem diferentes?

| 22/10/2014, 18h:00 - Atualizado: 06h atrás

Ao vivo, governador eleito Pedro Taques


RDNews

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Governador eleito Pedro Taques (PDT) participa ao vivo do RDTV nesta 5ª - veja e mande sua pergunta

O governador eleito Pedro Taques (PDT) é o convidado ao vivo do RDTV desta quinta (23) para fazer um balanço das eleições-2014, que garantiu sua vitória em primeiro turno com 57,25% dos votos. O pedetista vai repercutir as ações de transição já encampadas e revelar as prioridades que deve adotar no comando do Palácio Paiaguás a partir de 2015. O relacionamento com deputados estaduais e federais e senadores também será abordado.

Os internautas interessados em colaborar com essa entrevista devem acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br, a partir das 8h30, ou ainda acompanhar a transmissão, em tempo real, na TV Mato Grosso (canal 27), para a Baixada Cuiabana.

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Comentários (2)

  • Ana Rita | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 21h54
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    0

    Gostaria de saber do Governador eleito... 1) QUAL SERÁ O PERÍODO DETERMINADO POR ELE PARA AVERIGUAR, ANALISAR, AUDITAR AS CONTAS DO ESTADO NOS 4 ANOS PARA IDENTIFICAR AS OBRAS SUPERFATURAS, OBRAS PAGAS E NÃO REALIZADA e os empréstimos feitos? 2) O que vai fazer com os cargos criados no Governo Blairo e Silval, onde empregou apadrinhados por anos sem preocupar com uma qualidade de serviço público? 3) O PERFIL DA GESTÃO DO PEDRO TAQUES SERÁ DE COMBATE CONTRA A CORRUPÇÃO, NÃO PERMITINDO FALHAS, DESVIOS DE RECURSOS PÚBLICOS ONDE GERALMENTE FALTA NA SAÚDE, EDUCAÇÃO, SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA? 4) O Governador Pedro Taques, irá expor as ameaças de políticos contra sua gestão, chantagens dos Deputados Estaduais para conseguir uma teta no Governo, devido os vícios do sistema em prol de grupos políticos? O GOVERNADOR PEDRO TAQUES IRÁ DEIXAR A SUJEIRA DEBAIXO DO TAPETE PARA LIVRAR O SILVAL OU SECRETÁRIOS DA SUA GESTÃO DEVIDO ALGUM ACORDO POLITICO? Existem sindicatos que vivem barganhando cargos para dar apoio ao governo, isso continuará no Governo Taques?

  • Eduardo Henrique | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 20h29
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    O Sr. pretende acabar com o MT saúde?

Patrimônio | 22/10/2014, 17h:41 - Atualizado: 07h atrás

Forbes coloca Blairo e Pivetta na lista dos 5 políticos mais ricos do Brasil - veja ranking


A revista Forbes utilizou dados do Tribunal Superior Eleitoral para elaborar a lista dos políticos mais ricos do Brasil - veja aqui. O senador Blairo Maggi (PR) e o prefeito licenciado de Lucas do Rio Verde Otaviano Pivetta (PDT) aparecem na segunda e quarta colocações, respectivamente. Juntos, os cinco citados na reportagem apresentam patrimônio estimado de quase $ 3,2 bilhões de dólares.

A matéria ainda cita a corrupção brasileira, mas destaca que a maioria dos políticos da lista fez fortuna antes de ingressar na vida pública. Os políticos citados, segundo a publicação, são proprietários de companhias abertas que requerem maior transparência e governança corporativa mais rigorosa, com necessidade de se manterem longe de escândalos.

A reportagem mostra que o político mais rico do Brasil é Lírio Albino Parisotto (PMDB-AM), com um patrimônio líquido de $ 1,9 bilhão de dólares. Eleito suplente de senador, Eduardo Braga (PMDB-AM), é um dos maiores investidores do mercado de ações do Brasil.

Rdnews

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Senador Blairo Maggi (PR) e prefeito Otaviano Pivetta (PDT) figuram entre os 5 mais ricos do país

O segundo da lista é Blairo Maggi, mencionado como um dos homens mais poderosos da agricultura no Brasil. O senador, que governou o Estado entre 2003 e 2010, também é dono do Grupo André Maggi, companhia fundada pelo pai, que é a maior produtora de soja do mundo. O patrimônio líquido do republicano é estimado em $ 960 milhões de dólares.

O deputado Marcelo Beltrão de Almeida (PMDB-PR) é o terceiro colocado da lista. Seu pai, Cecílio do Rego Almeida, foi o fundador de uma das maiores construtoras do país, a CR Almeida. Assim como Blairo, ele possui cadeira no Congresso, mas como deputado federal. Sua fortuna é estimada em $ 200 milhões de dólares.

Otaviano Pivetta é o quarto da lista com patrimônio líquido de $ 100 milhões de dólares. O pedetista é o maior investidor individual da Vanguarda Agro. Ele está no terceiro mandato como prefeito de Lucas do Rio Verde e já foi deputado estadual.

O último da lista dos mais ricos é Paulo Maluf (PP-SP). Segundo a Forbes, o deputado possui um patrimônio líquido de $ 33 milhões de dólares. A família é controladora da Eucatex, uma das maiores fornecedoras de materiais para a indústria de construção e móveis do país. O progressista, que também já atuou como prefeito e governador de São Paulo, foi frequentemente acusado de corrupção durante as quatro décadas de vida pública.

Blairo e Pivetta na lista dos 5 políticos mais ricos do país, conforme Forbes

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| 22/10/2014, 15h:09 - Atualizado: 09h atrás

Bezerra é o único cacique "sobrevivente"


Fernando Ordakowski

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Carlos Bezerra, que conquistou o 3º mandato como federal, é o único cacique político sobrevivente

Dos caciques políticos, Carlos Bezerra (PMDB) é o único sobrevivente destas eleições. Conseguiu assegurar o 3º mandato de federal com 95.739 votos válidos, equivalentes a 6,58% do eleitorado. Dos oito que comporão a nova bancada, ele foi o 5º mais votado. Outros caciques políticos não tiveram a mesma sorte. O deputado estadual José Riva (PSD) foi barrado no meio do caminho como candidato a governador. Júlio Campos (DEM), que já foi prefeito de Várzea Grande, governador, senador e está no 2º mandato na Câmara Federal, nem tentou a reeleição. O senador Jayme Campos (DEM) também desistiu da busca pela reeleição. Por fim, permanece Bezerra que vai exercer o 3º mandato de federal. Comandante regional do PMDB há duas décadas, tem 73 anos e já foi prefeito de Rondonópolis, deputado estadual, governador, senador e continuará com mandato, pelo menos, até 2019, quando completará 78 anos.

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Comentários (2)

  • Zé Poxoréo | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 20h49
    0
    0

    O povo de Mato Grosso tem um quezinho do Maranhão que endeusaram o Sarney!

  • soniel bruno barreto | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 18h15
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    ISSO E O BRASIL UMA VERGONHA O POVO TEM O REPRESENTANTES QUE MERECEM...

Assembleia | 22/10/2014, 14h:29 - Atualizado: 22/10/2014, 14h:32

Deputados terão até 3ª para apresentar os relatórios com detalhamento sobre CPIs


Os deputados estaduais responsáveis pela instalação de três CPI’s têm até a próxima terça (28) para apresentar um relatório detalhado sobre o objeto que pretendem investigar. Além disso, os parlamentares terão que verificar se será possível concluir os trabalhos até janeiro de 2015, quando termina a atual legislatura.

A decisão foi tomada, nesta quarta (22), após reunirão que durou toda a manhã. Os deputados, que deveriam apresentar hoje a lista dos membros que irão compor as comissões, também decidiram adiar a definição dos nomes.

Reprodução

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Os deputados estaduais José Riva (PSD) e Ademir Brunetto (PT) são autores de duas das três CPIs

CPIs

O deputado estadual José Riva (PSD) é o autor do requerimento para instalação da CPI da Cooamat, que se encontra em fase final de implantação. O objetivo, segundo o social-democrata, é investigar suspeita de fraude e simulação de negócios na cooperativa que tem como sócio o sojicultor Eraí Maggi (PP) e familiares, além de funcionários do grupo Bom Futuro.

Já a CPI da Trimec é articulada por Ademir Brunetto (PT), Zeca Viana (PDT), Ezequiel Fonseca (PP), Antonio Azamabuja (PP), Dilmar Dal Bosco (DEM), Guilherme Maluf (PSDB), Luciane Bezerra (PSB) e Wagner Ramos (PR). O objeto é investigar o volume de contratos e os pagamentos suspeitos realizados pelo governo do Estado à empreiteira.

A CPI da Nhambiquaras, proposta por Walter Rabello (PDS), pretende investigar os negócios do governo estadual com a empreiteira. O proprietário da empresa é o deputado estadual eleito Eduardo Botelho (PSB). Por isso, a instalação enfrentará forte resistência dos parlamentes ligados ao futuro governador Pedro Taques (PDT), que alegam objeto similar a CPI da Trimec para tentar barrá-la.

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| 22/10/2014, 09h:04 - Atualizado: 22/10/2014, 14h:33

Walace diz que Campos foram rejeitados nas urnas, mas querem ganhar no tapetão


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Prefeito de VG Walace Guimarães diz que família Campos não vence nas urnas

 O prefeito de Várzea Grande Walace Guimarães (PMDB) afirmou que o DEM insiste em tentar cassar seu mandato por meio de ação por suposto “caixa dois” e abuso de poder econômico e político nas eleições de 2012 porque o senador Jayme Campos (DEM) ainda não aceitou a derrota da esposa Lucimar nas urnas e quer vencer no “tapetão”. Para o peemedebista, a postura demonstra desrespeito com a escolha do eleitorado. “Querem o poder a qualquer custo. Desafio meus adversários a esperar mais dois anos para tentar conquistar a Prefeitura no voto. O jogo democrático é assim”, dispara.

Walace também disse que o DEM demonstra total desespero ao questionar as contas da sua campanha que foram aprovadas por unanimidade no Tribunal Regional Eleitoral. “O senador Jayme Campos esquece que as contas da candidata Lucimar foram reprovadas por má-fé na prestação. Estão levando essa ação adiante por pura vaidade sem pensar no que é melhor para Várzea Grande”, completa.

De acordo com Walace, a população várzea-grandense demonstra rejeição pela família Campos eleição após eleição. Como exemplos, cita a derrota do deputado federal Júlio Campos (DEM) para o ex-prefeito Murilo Domingos (PR) nas eleições de 2008 e o fato do filho, o empresário Júlio Neto (DEM,) ter conseguido apenas três mil votos em Várzea Grande na disputa por vaga na Assembleia. “Não sei se o Júlio Neto não soube fazer campanha ou teve a infelicidade de ser associado aos políticos da família. A verdade é que foi repudiado nas urnas”, provoca o peemedebista.

 O prefeito ainda sustenta que Jayme e Júlio, mesmo exercendo mandatos parlamentares, não fizeram nada de relevante por Várzea Grande. Na avaliação de Walace, os democratas preferiram fazer a “política do quanto pior, melhor” na tentativa de desgastar os gestores da cidade com objetivo meramente eleitoreiro. 

Além disso, garante que, ao contrário da família Campos, não tem apego pelo poder e está disposto a reassumir a função de médico na saúde pública assim que encerrar o mandato de prefeito. “Quando perdi as eleições de 2004 por 500 votos, não pedi recontagem nem questionei a vontade da população. Desejei boa sorte ao adversário e aguardei o momento de retomar a disputa. É isso que os Campos deveriam fazer”, conclui. 

DEM não desiste de cassar Walace e Jayme diz que a esposa será ótima prefeita  

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Comentários (5)

  • airton | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 14h30
    0
    0

    airton, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • ricardo | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 14h03
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    0

    Dr. Walace abre seu sigilo bancário é um direito liquido e certo garantida pela CF Lei 12.016/2009 e acabe com isso.

  • mario | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 12h43
    2
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    trabalhe prefeito, deixe a cosia acontecer....se sair da prefeitura saia de cabeça erguida....

  • canaris | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 12h36
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    1

    e isso ai prefeito chega de família campos, a família gafanhoto de VG

  • angela | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 09h37
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    kkkk faz-me rir prefeito!!! Vai trabalhar e exercer a sua obrigação como chefe!!!

| 22/10/2014, 07h:33 - Atualizado: 22/10/2014, 07h:41

Erros nas pesquisas eleitorais

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Vinicius de Carvalho

Em todo período eleitoral acontecem acalorados debates. Além das acusações mútuas entre os candidatos sobre defeitos do adversário e as raras discussões sobre políticas públicas, temos uma outra contenda paralela. São as pesquisas de intenção de voto. Durante a eleição ocorre uma guerra de números entre os vários institutos. Aqui misturam-se aqueles que portam maior credibilidade por já terem participado de vários pleitos com grande percentual de acerto e aqueles só aparecem no período eleitoral. Boa parte deles só produz pesquisas sob encomenda de candidatos ou meios de comunicação. 

Diante de todas estas pressões a Justiça Eleitoral também alterou as regras, obrigando as empresas a depositarem nos respectivos Tribunais os documentos metodológicos relativos às pesquisas, como questionários, respondentes, etc. Seria uma forma de dar às coligações adversárias ou mesmo aos cidadãos interessados o direito de conferir esta documentação para derrubar eventuais suspeitas de fraude. 

Diante disto surgiu um grande blefe contemporâneo, que são as pesquisas internas. Virou lugar comum entre os candidatos alegarem que possuem as tais pesquisas internas apontando resultados diferentes daqueles já divulgados. Via de regra eles são mais favoráveis à candidatura que afirma tê-los. Ora, se os dados fossem de fato mais favoráveis eles seriam publicados, ainda que houvesse a necessidade de repetir a pesquisa e registrá-la junto à Justiça Eleitoral. Portanto, trata-se na imensa maioria de mais um engodo que é próprio da disputa política. 

No caso mato-grossense também tivemos avanços nesta área, com empresas destacando-se na produção de pesquisas eleitorais e sua divulgação por meio da imprensa local. Nesta última eleição houve algumas polêmicas em relação aos resultados, com institutos divergindo entre si. Após a apuração dos votos cada um celebrou seus acertos e apontou erros dos concorrentes, como é natural nestes momentos. 

O que me chamou a atenção como observador da cena política foi o tom de algumas manifestações, em particular no caso da eleição para Governador. Estranhei porque em nível nacional tivemos algumas situações que fugiram à dinâmica captada por empresas como Ibope e Datafolha, como a virada de José Ivo Sartori (PMDB) no Rio Grande do Sul, a ultrapassagem de Marcelo Crivella (PRB) no Rio de Janeiro, a vitória surpreendente de Rui Costa (PT) na Bahia e, por fim, a aceleração de Aécio Neves em relação à Marina Silva. Não verifiquei acusações fortes nestes casos. 

Aqui no Estadoalgumas situações me lembraram aquela famosa frase de que um político não precisa mentir, basta omitir ou não contar toda a verdade. Muitos só deram ampla publicidade àqueles resultados dos quais se aproximaram, mas ocultaram outros erros. Relembro aqui a eleição para Presidente da República, na qual praticamente todos apontaram a Presidente Dilma Rousseff como líder disparada nas intenções de voto e a apuração registrou vitória de Aécio Neves (PSDB) com cerca de 86.000 votos de dianteira no Estado. Também no caso da eleição para senado houve quem apontasse uma vantagem grande de Wellington Fagundes e os resultados mostraram uma diferença de pouco mais de 100.000 votos ou cerca de 20% dos votos válidos. 

Portanto, cheguei a considerar algumas reações desproporcionais a erros que foram apontados nos números, mas que não alteraram as posições dos candidatos. Me pus a pensar que poderia se tratar de um processo mais amplo, envolvendo interesses talvez de outra natureza. Mas prefiro crer, como bom utópico, que seja apenas o calor da eleição e a disputa por mais este mercado em Mato Grosso. Tomara que os próximos acontecimentos me deem razão. 

Vinicius de Carvalho Araújo é gestor governamental do Estado, mestre em História Política, professor universitário e escreve neste Blog toda quarta-feira vcaraujo@terra.com.br www.professorviniciusaraujo.blogspot.com

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Comentários (2)

  • Luiz Vicente Serafini | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 18h04
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    Concordo com voce nobre Vinicius, a jogada de interesses é grande, muito dinheiro em questão, dinheiro público comprando pesquisas... enquanto o resto no País vai muito mal.

  • joaquim | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 10h04
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    É lamentavel,todos os Prefeitos eleitos em Varzea Grande MT, tem dificuldade para trabalhar,porque os Campos não deixa.Notam vocês:quando um dele na esta na Assembleia Legislativa,porem o outro esta no senado ou deputado federal.Porem, obra em Varzea Grande são iniciadas mas não terminadas,pois eles não deixa terminar.Ex. Jaime Senador, deveria somar com o prefeito para humanizar Varzea Grande,veja o que eles buscam"Tomar o Poder.Isso empobrece a nossa querida cidade.Acorde Senhores isso é inadmissivel.

Transição | 21/10/2014, 15h:57 - Atualizado: 22/10/2014, 09h:16

Equipe de transição acompanha obras da Copa, MT Saúde, MT Prev e MT Par - veja

Em reunião, a equipe de transição ainda definirá responsabilidades


O governador eleito Pedro Taques (PDT) decidiu ampliar o número de setores atendidos pela equipe de transição. Além das 12 áreas contempladas com base na reforma administrativa, que poderá ser implantada a partir de 2015, também serão criadas coordenadorias para analisar dados referentes às obras da Copa, MT Saúde, MT Prev e MT Par. Os integrantes receberão a missão de analisar os dados fornecidos pela atual gestão para projetar as medidas que serão adotadas no início do próximo governo.

Segundo o coordenador da equipe de transição, prefeito licenciado de Lucas do Rio Verde Otaviano Pivetta (PDT), as quatro áreas são problemáticas e precisarão de atenção especial. “Os problemas ficarão para o próximo governo. Então, precisamos avaliar cada situação com prudência para definir o melhor rumo”. O acompanhamento das obras da Copa, MT Saúde, MT Prev e MT Par será realizado por membros da própria equipe de transição. As responsabilidades serão definidas em reunião ainda nesta semana.

Davi Valle/Rdnews

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Otaviano Pivetta, coordenador da equipe, diz que áreas destacadas precisam de  atenção especial

O setor mais problemático são as obras da Copa. O VLT, por exemplo, está com a execução atrasada e enfrenta problemas estruturais como no Viaduto da Sefaz, que está interditado sob risco de desabamento. No que diz respeito às outras obras de mobilidade, a trincheira do Santa Rosa também está atrasada, apresenta rachadura e acabou paralisada para elaboração de laudos. Na campanha eleitoral, Taques prometeu concluir todas as intervenções além de buscar punição para eventuais responsáveis por malfeitos.

No MT Saúde, o desafio do novo governo será avançar na sua reestruturação. Ao longo da gestão Silval Barbosa (PMDB), o plano dos servidores do Estado chegou a ser ameaçado de extinção e foi alvo de CPI na Assembleia. A remodelação aprovada pelo Legislativo contou com aval do Fórum Sindical e já está em fase de implementação.

Edson Rodrigues/Secopa

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Trincheira Santa Rosa é uma das obras da Copa atrasada e que apresenta diversas irregularidades

Outra questão delicada é o MT Prev. O projeto de lei que prevê a unificação da previdência dos servidores dos três Poderes está paralisado no Legislativo há quase um ano, apesar das cobranças do governo federal para regularizar a questão previdenciária, inclusive com ameaça de não renovar a Certidão de Regularidade Previdenciária de Mato Grosso tornando o Estado inadimplente. Além disso, o Governo alega que a aprovação é fundamental para sanear a situação do setor, que já apresenta déficit de R$ 400 milhões e pode chegar a R$ 1 bilhão em cinco anos.    

Coordenador anuncia 12 membros da equipe de transição – confira lista

Já o MT Par foi criado em dezembro de 2012 para promover a geração de investimentos em Mato Grosso, colaborar, apoiar e viabilizar a operacionalização do Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas sob as diretrizes do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas. Além disso, uma das responsabilidades do programa é comprar e vender participações acionárias, podendo constituir empresas com ou sem propósito específico, firmar parcerias e participar do capital de empresas públicas ou privadas; bem como gerir os ativos patrimoniais e financeiros a ela transferidos pelo Estado, por meio da Administração Direta ou Indireta, ou que tenham sido adquiridos a qualquer título. Entretanto, até o momento só consumiu recursos sem apresentar resultados concretos.

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Comentários (3)

  • Antonio Valadão | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 16h43
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    O MT Par precisa de atenção, ponto este que não foi dado pelo governador Silval Barbosa, em topo Brasil é praticado jáo sistema de PPP. Fazça o MT Par acontecer Gov. Pedro Taques

  • mad | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 08h16
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    mad, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Zé Poxoréo | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 22h31
    1
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    A trincheira que liga a Av. da FEB com a Miguel Sutil (Ponte Nova), também foi abandonada pela empreiteira, será que alguém ainda nesse governo vai tomar providência ou vão esperar cair?

| 21/10/2014, 13h:58 - Atualizado: 21/10/2014, 14h:00

Sem representantes na AL, prefeito aposta na contribuição de vereadores em Barra


De Barra do Garças

Rdnews

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Prefeito lamenta desastre nas urnas para região do Araguaia

Barra do Garças ficará mais quatro anos sem um representante com domicílio eleitoral na região do Vale do Araguaia na Assembleia e na Câmara Federal. O fracasso dos candidatos nas urnas é encarado pelo prefeito Beto Farias (PSD) como um sinal de que algo está errado e que conceitos precisam ser revistos nos próximos pleitos. O social-democrata, contudo, já tem alternativas para suprir esta lacuna.

Com bom relacionamento com o deputado reeleito Baiano Filho (PMDB) e com a eleição de Janaína Riva (PSD) no Legislativo, o prefeito espera que ambos possam ser os futuros interlocutores da cidade. “Baiano já tem serviços prestados a região e a Janaína é do meu partido. Portanto, contamos com eles”.

Para a Câmara Federal, Beto afirma que recebeu manifestações de todos os deputados eleitos, que se colocaram à disposição do município em Brasília. Ressalta que mantém um bom relacionamento com o deputado federal reeleito Carlos Bezerra (PMDB), que já vinha trabalhando pela cidade. “Além disso, contamos com o apoio do senador eleito Wellington Fagundes (PR), que sempre prestou serviços a Barra do Garças. Agora, com a votação que teve na eleição estará com os olhos voltados ainda mais para os nossos problemas”, espera.

Desastre nas urnas

Beto Farias lamenta o resultado das urnas que deixou a região mais uma vez sem representantes. Explica que o Araguaia apresentou bons nomes, no entanto, o eleitor optou por dividir os votos e hoje já repensa a forma de votar nas próximas eleições. Diante da situação, diz que os 33 municípios do Vale do Araguaia terão prejuízos nos próximos quatro anos.

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  • Antonio Moreira Vila Sto Antonio | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 11h16
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    Sou Antonio Moreira da Vila Sto Antonio quem quiser me conhecer passa aqui na minha casa na Av amazonas nº 457 eu não tenho medo de vocês pucha sacos do prefeito eu coloquei meu nome e falo o que eu vejo acontecer aqui em nossa cidade, não tem remédio nos postos de saúde, medico atende só algumas pessoas que chegam de madrugada, cade as obras pucha saco que não tem coragem de por seu nome verdadeiro, já estamos na metade do mandato e nada, só vimos ele ferrar com os professores do município tirando o plano de carreira dos professores, muito bom esse prefeito, pra você que deve ter cargo de confiança na prefeitura e nem trabalha, eu amigo nunca dependi de prefeitura mas quero que a minha prefeitura seja administrada por pessoas boas porque ali não é de vocês a prefeitura é do povo de Barra do Garças os que votaram no seu prefeito e os que não votaram, aqueles mesmos que pagam os impostos para manter nossa cidade, que pagam aquele IPTU que seu chefe tanto falou que era um crime contra o povo de Barra do Garças e que ele iria baixar e não baixou, hora camarada mostre sua cara, ponha seu nome de verdade.

  • Sandro Saggin | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 08h39
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    Inclusive o próprio Roberto Farias estranhamente optou por apoiar um candidato a Deputado Federal de fora da região - no caso Chico Daltro, ao invés de apoiar um do candidatos de Barra do Garças. E agora vem "se lamentar"??? Ora, convenhamos. É nítida a hipocrisia....Em suma, é lamentável, para dizer o mínimo.

  • Sandro Saggin | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 08h38
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    Inclusive o próprio Roberto Farias estranhamente optou por apoiar um candidato a Deputado Federal de fora da região - no caso Chico Daltro, ao invés de apoiar um do candidatos de Barra do Garças. E agora vem "se lamentar"??? Ora, convenhamos. É nítida a hipocrisia....Em suma, é lamentável, para dizer o mínimo.

  • José Antonio dos Santos/ Vila Maria | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 08h03
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    Roberto Farias, está conduzindo a cidade de uma forma inteligente e democrática, ocorre, que existe muitos desafios, principalmente a questão do servidor publico (Plano de cargo e salário) que ainda precisa ser tratado com muita atenção, mas, não somos trouxas em saber que essa maldita herança herdada pelo ex prefeito logo terá fim e sem dúvidas nenhuma se permanecer a REELEIÇÃO Beto não vai ter dificuldades em ter sucesso é só as pessoas deixarem às possíveis mágoas, ciúmes e andar pela cidade, principalmente na periferia (Vila Maria) entre outras. continua trabalhando Beto que os t antonios da vida não acabam. Menos de 2 anos de mandato e inúmeras obras.

  • Antonio Moreira Vila St Antonio | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 16h50
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    Prefeito Beto, você foi a maior decepção dos barragarcensses o senhor esta fazendo um tipo de politica retrogada que só vista em um passado remoto, pensamos que o senhor seria um politico de visão futuristica, mas não, acha que o povo tem que ficar como esta, pobre e sem direito de ter uma boa saude uma educação de qualidade, o senhor não valoriza funcionario, mas o senhor pode ter certeza, na proxima eleição para prefeito o senhor terá a resposta compativel co sua administração que é muito ruim, um retrocesso para Barra do Garças.

| 21/10/2014, 11h:42 - Atualizado: 21/10/2014, 12h:17

Leitão se consolida como líder do PSDB


Fernando Ordakowski

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Nilson Leitão foi o mais votado a federal, com 127.749 votos, e é o principal nome do PSDB no Estado

O deputado federal Nilson Leitão (PSDB) se tornou a maior revelação do PSDB nas eleições deste ano. Mais votado, entre os candidatos a federal, com 127.749, o tucano se consolidou como principal nome da legenda, que já foi a maior do Estado à época em que Dante de Oliveira estava à frente do Palácio Paiaguás. Até 2010, quando o ex-prefeito de Sinop conquistou o primeiro mandato na Câmara Federal, após muito esforço, o maior expoente do PSDB era o ex-prefeito de Cuiabá Wilson Santos que disputou, sem sucesso, o Governo há 4 anos e, agora, se elegeu deputado estadual. A boa performace de Leitão neste ano se explica pelo fato dele ter aproveitado todas as “brechas” para se fortalecer, seja em Mato grosso comandando o PSDB e tendo relação próxima ao governador eleito Pedro Taques  (PDT), seja no cenário nacional, onde se tornou líder da Minoria no Congresso e estreitou relação com o correligionário e candidato à Presidência da República, Aécio Neves.

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1º turno | 21/10/2014, 10h:47 - Atualizado: 21/10/2014, 18h:26

Maior votação de Aécio no país é em cidade de MT; desintrusão justificaria


Rdnews/Arquivo

suia_missu_500.jpg

Alto Boa Vista vota em peso em Aécio; desintrusão justifica a rejeição da Dilma

Alto Boa Vista (a 1.060 km de Cuiabá) foi responsável por dar ao candidato à Presidência, Aécio Neves (PSDB), a maior porcentagem de votos válidos do país no primeiro turno. O tucano recebeu 82,56%, o que representa 1.766 eleitores do primeiro turno. Dilma Rousseff (PT) obteve 14,17%, representando 303 pessoas e Marina Silva (PSB) 1,92%, 41 eleitores. O levantamento foi feito pelo site G1.

A rejeição da petista na região é justificável em decorrência da desintrusão que ocorreu em dezembro de 2012. Na ocasião, o cumprimento da decisão judicial determinou a retirada de cerca de sete mil produtores rurais habitantes na gleba Suiá Missu, transformada na terra indígena Xavante Marãiwatsédé. Dessa forma, tendência é que no segundo turno Aécio amplie ainda mais os votos, pois eleitores de Marina Silva (PSB) podem votar no tucano devido a declaração de apoio da socialista.

Após a desocupação, muitos produtores rurais alegaram que não tinham para onde ir, além de reclamarem que foram desassistidos pelos governos federal e estadual. Com isso, ruralistas faleceram em decorrência da vida precária que levavam. Em outros casos alcoolismo e depressão têm sido registrados na região.

 Esses fatores foram fundamentais para que a vitória de Aécio nas urnas. O principal retrato da revolta com o governo federal é demonstrada pelo então presidente da Aprosul, Florêncio Paulo Borges. Em abril deste ano, em entrevista ao Rdnews, o produtor rural afirma que era eleitor de Dilma, mas que, a partir do momento da desocupação ficou revoltado com a petista.

Dilma

A cidade que mais votou em Dilma no país foi Belágua, no Maranhão, onde teve 92,13%, que corresponde a 3.593 eleitores, Marina 4,46%, 172 votos, e Aécio com 2,08%, 81 votantes.

Ex-moradores da Suiá Missu cobram a ajuda dos governos Dilma e Silval

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  • Joaquim Bach | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 14h36
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    A sofrida população da região foi induzida a escolher a "vilã" errada. A decisão de desintrusão da área foi tomada pelo STF. Não cabia a Dilma, nem a qualquer autoridade discutir depois do trânsito em julgado. A única opção era cumprir a ordem da Corte Suprema. Alguns políticos e parte da imprensa fizeram e continuam fazendo questão de confundir.

  • CAPITAO BATO | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 13h36
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    OUSEJA 92% BEM MAIOR QUE 82 % SEM FALAR QUE 3593 VOTOS MUITO MAIOR QUE 1766 QUASE O DOBRO NÉ..... PODE REPETIR VOTAÇAO QUE MESMO ASSIM É DILMA...

| 21/10/2014, 09h:50 - Atualizado: 21/10/2014, 16h:03

Orçamento de Cuiabá registra déficit de R$ 35 mi na arrecadação e prefeito fará cortes


Iara Rezende

capa mauro ludio

Prefeito de Cuiabá Mauro Mendes  prevê fazer cortes divido à baixa arrecadação

O prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) aguarda estudo realizado pelas pastas de Gestão e Fazenda para decidir quais medidas tomará para continuar o processo de reequilíbrio das contas públicas. Entre janeiro e setembro, o orçamento deste ano já registra um déficit de R$ 35 milhões. No ano passado, a LOA foi estimada em R$ 1,9 bilhão.

Num primeiro momento, a estratégia é cortar gastos relacionados ao custeio, como água, luz, telefone, combustível e aluguel de carros. Posteriormente, conforme fontes, pode ser que ocorram enxugamentos, por exemplo, em contratos. Com todas essas ações, o socialista quer assegurar a manutenção da execução de obras importantes, como é o caso do programa Novos Caminhos.

Outras saídas adotadas pelo Palácio Alencastro, para alavancar a arrecadação, sem aumentar os impostos, é a realização do mutirão junto às pessoas e empresas que não pagam impostos. Até agora, desde que teve início, foram firmados 532 acordos e os valores renegociados chegam a R$ 1,3 milhão.

Além disso, ontem (20), o presidente do TJ, Orlando Perri, determinou que sejam refeitos os cálculos acerca do precatório do espólio de Clorinda Vieira de Matos. Assim, a prefeitura acredita que será ressarcida em R$ 906 mil, ao invés de ter que pagar R$ 12 milhões, como pedem advogados. 

Essa não é a primeira vez que Mauro precisa tomar atitudes para se adequar à queda nas receitas. Em julho deste ano, Mauro determinou contingenciamento de 10% no previsto do orçamento da Fonte 100 para 2014. 

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  • FHERNANDO GONÇALVES | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 10h52
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    DIANTE DE TODA ESTA SITUAÇÃO AINDA FALA EM CONSTRUÇÃO DE HOSPITAL,A PERGUNTA E POR QUE AGORA QUE SEU ALIADO POLITICO GANHOU A ELEIÇÃO PARA GOVERNADOR O PREFEITO TENTE ARTICULAR UMA PARCERIA E DÊ CONTINUIDADE NO HOSPITAL ESTADUAL JÁ QUE O ALICERÇO ESTA EM PÉ E SEGUNDO O PRÓPRIO PREFEITO EXISTE POR PARTE DA PREFEITURA 25 MILHÕES EM CAIXA, O QUE JÁ SERIA SUFICIENTE DE CONTRA PARTIDA PARA O GOVERNO DO ESTADO, A FINAL O PRONTO SOCORRO NÃO ATENDE APENAS A CAPITAL MAS SIM O ESTADO E ALGUNS RESTANTE DO PAIS

  • Zé Poxoréo | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 10h04
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    Divulgar a relação e os gastos com os DAS ninguém quer né! Em termos de gestão de pessoal a impressão que se tem é que a prefeitura continua como sempre foi, se todos resolverem comparecer no mesmo dia não cabe no prédio!

| 21/10/2014, 09h:00 - Atualizado: 22/10/2014, 09h:10

Ao vivo, às 8h30, deputado estadual eleito Saturnino Masson – mande sua pergunta


O RDTV desta quarta (22) conta com a participação ao vivo do deputado estadual eleito Saturnino Masson (PSDB), eleito com 16.262 votos, o que representou 1,10% dos votos válidos. Ex-prefeito de Tangará da Serra, o tucano deve trabalhar voltado à defesa da bancada ruralista. Também foi o parlamentar mais velho eleito já que completa 70 anos no próximo dia 29 de novembro.

Os internautas interessados em colaborar com essa entrevista devem acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br, a partir das 8h30, ou ainda acompanhar a transmissão, em tempo real, na TV Mato Grosso (canal 27), para a Baixada Cuiabana.

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  • cleron santos | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 09h09
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    Bom dia, Gostaria de saber do SR. Saturnino, o que ele vai fazer para que seja reaberto o Hospital de Tangará da Serra, sito UNIDADE MISTA, o mais breve possivel...

| 21/10/2014, 00h:00 - Atualizado: 21/10/2014, 07h:31

Espectro do medo ronda política brasileira

olga_artigo_domingo

Olga Lustosa

Não importa o resultado das eleições, o Brasil continuará sendo o maior país da América Latina, nossas instituições democráticas continuarão sólidas.  Avanços acontecem inexoravelmente, independente de quem for o presidente; rupturas e adoção de novas  políticas públicas também. Então, medo de que? De quem? A democracia não produz o socialismo e os programas de transferência de renda em governo democrático, não são extintos sem a votação do Congresso. Segundo artigo datado deste mês na revista Forbes, o Brasil está melhor agora do que há 12 anos e apesar da economia mais fraca, os investidores não estão deixando o país. Não estamos na década de 1990 e Brasil não é a Argentina. 

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman diz que a maioria dos medos humanos transcendem os limites de tempo e espaço enquanto permanecem na fantasia e estes regulam o comportamento dos seres humanos mesmo quando não há ameaça direta, mas velada.  Os perigos e medos derivados das ameaças irresponsavelmente propagadas contaminam a ordem social, pois o medo é mais terrível quando se é difuso, disperso, e quando ele flutua livremente por todos os lugares, sem amarras, âncoras, ou uma causa clara.

Ao adotarem a prática da disseminação do medo, os marqueteiros políticos desafiam a eficácia da política baseada na racionalidade e capitalizam as emoções e ansiedades dos eleitores, manipulam seus medos, fazendo com que estes se transformem em votos. A política do medo é definida como uma estratégia para lidar com o desconhecido, com a insatisfação e agitação popular.  A dinâmica adotada aqui está fora desses paradigmas, pois convenhamos, não há desconhecidos, tampouco estranhos nessa eleição.

Como analisar a emoção do medo neste contexto senão como uma forma de política de varejo, que em si mesma não é satisfatória? Creio que a verdadeira questão é apoiar quem acreditamos que tem as ferramentas para realmente resolver o problema da desigualdade, quem tem controle sobre a estrutura governamental para promover mais mudanças, desenvolvimento econômico mais equitativo e políticas públicas, que possam ter impacto sobre a desigualdade no longo prazo.

A política é um jogo de relações públicas. É por isso que há continuidade nas administrações; porque vários comportamentos são sistematizados, tem amarras legais na burocracia estatal e as mudanças tem que ser gradativas.  Não há cenário que possibilite uma reforma total nas instituições existentes, uma redistribuição radical do poder político e econômico. Em tempo, a reconstrução política passa inevitavelmente pela reconstrução da sociedade.

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olga@terra.com.br

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  • Laura almeida | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 18h33
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    Laura almeida, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

Pesquisa | 20/10/2014, 19h:25 - Atualizado: 21/10/2014, 09h:17

Dilma já soma 52% contra 48% de Aécio


Reprodução Folha de S. Paulo

Pesquisa Hoje20

 A pesquisa Datafolha, que entrevistou 4.389 eleitores em 257 cidades, foi realizada nesta segunda

A pesquisa Datafolha, divulgada há pouco, mostra Dilma Rousseff (PT) com 52% das intenções de voto contra 48% do adversário Aécio Neves (PSDB). Os números levam em consideração apenas os votos válidos, descartando brancos, nulos e eleitores indecisos. Conforme o instituto, essa é a primeira vez que a petista aparece na frente do tucano neste segundo turno.

O levantamento foi feito nesta segunda (20). Segundo o Datafolha, a pesquisa está no limite da margem de erro de 2% para mais ou para menos. Nas duas rodadas anteriores neste segundo turno, Aécio sempre apareceu na frente com 51% contra 49% de Dilma. Os resultados também indicavam empate técnico. Em votos totais, Dilma tem 46% e Aécio, 43%. Nas anteriores, eram 43% e 45% com vantagem para o tucano. Brancos e nulos somam 5% e antes chegavam a 6%. Indecisos são 6%, ou seja, o mesmo patamar anterior.

Na rejeição, Aécio tem 40%. Dilma, por sua vez, chegou a 39%. É a primeira vez que o tucano ultrapassa a candidata à reeleição neste quesito. O instituto ouviu 4.389 eleitores em 257 municípios. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR 011402014. 

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Comentários (27)

  • Alexandre | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 09h46
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    Que proletariado ? o filho do lula FRIBOI/ dono da Oi é proletariado Val marchiori ostentaçao, eike batista todos votam na dilma pois receberam dinheiro do BNDES Se você ganha mais de 700,00 vc nao é pobre para o PT. eu sou burgues e sobrevivo do suor do meu trabalho, pago meus impostos defendo minha familia e nao recebo nenhum benefício social em troca pois nao temos segurança, saude, educaçao de qualidade

  • jose | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 08h38
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    jose, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Mane | Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014, 06h22
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    Data Caf- Dilma 47% Aecio 41%. Com viés de alta,e bolsa caindo 3,44% kkkkkkkk...

  • anderson | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 21h38
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    DEIXO UM TRCHO DAMUSICA DE CAZUZA 'BURGUESIA' VENHA NO YOUTUBE DEPOIS INTEIRA. DIZ ASSIM- " a burguesia fede...a burguesia quer FICA rica..enquanto houver burguesia..nao vai ouvir poesia!!!! tucanos,nunca mais! voto 13 voto dilma.nao porque amo dilma,creio que alternacia do poder mas o PSDB NAO REPRESENTA ISTO.SIGNIFICA RETROCESSO. SIGNIFICA CRESCER QUE NEM RABO DE CAVALO-RABO DE CAVALO CRESCE PRA BAIXO.O pt tem que sair mas nos vivemos a epoca de nao termos mais representantes politicos.por isso insisto no pt ainda. psdb trara o APARTHEID SOCIAL-RICO E RICO,POBRE E POBRE,MISERAVEL E MISERAVEL,exclusao social,ao inves de inclusao social.

  • ANTONIO MARCOS | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 18h51
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    Aécio lidera corrida presidencial, diz Instituto Veritá Candidato do PSDB tem 53,2% dos votos válidos, contra 46,8% de Dilma

  • ANTONIO MARCOS | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 18h39
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    ANTONIO MARCOS, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Felipe Matos | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 16h03
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    É Dilma de novo com a força do povo. Assim pode né RDnews?

  • Davino Padilha | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 15h32
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    Esse Instituto Datafolha é o mesmo que dava 15% pra Aécio, no entanto, ele obteve 35% dos votos. Seguindo a mesma lógica matemática Aécio deveria ter 70%. O PT tem desconstruído instituições sérias e aparentemente aparelhado até institutos de pesquisa consagrados no país. Dia 26 é o dia da verdade. Taques venceu no primeiro turno contra dados de pesquisas e Aécio também lograra vitória.

  • wagner | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 15h13
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    Lembra daquele remédio Veritás? A sua propaganda dizia que levanta o moral e até defunto. É remédio ou Instituto?

  • fernando | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 15h06
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    Mato grosso quer mudança agora e aecio presidente 45

Judiciário | 20/10/2014, 18h:21 - Atualizado: 21/10/2014, 10h:52

Presidente do TJ pede para Taques poupar Poder Judiciário da redução orçamentária


Assessoria

Taques, Perri

 Governador eleito Pedro Taques, entre os desembargadores Orlando Perri e Paulo da Cunha falou que o Poder Judiciário porderá contribuir com as transformações que Mato Grosso precisa vivenciar

O governador eleito Pedro Taques (PDT) fez, na manhã desta segunda (20), a primeira visita à cúpula do Poder Judiciário após as eleições de 05 de outubro. O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Orlando Perri, esboçou preocupação com a possível redução do orçamento para 2015.

Na reunião, Perri propôs a participação do Judiciário no estudo da LDO e LOA que foi retirada da pauta da Assembleia, a pedido do próprio Taques, para retificações. "Eu até brinquei com o governador dizendo que nós já estamos trabalhando no osso, não temos nada de gordura a oferecer ao Executivo”, disse o desembargador.

 Perri, que estava acompanhado do  recém-eleito presidente da Corte, desembargador Paulo da Cunha, também colocou o Tribunal de Justiça à disposição para encontrar uma saída aos problemas na saúde pública e diminuir o número de ações interpostas. O magistrado explica que não é atribuição da Justiça administrar o orçamento do setor, mas indiretamente vem fazendo ao julgar ações e deferir decisões que interferem na gestão, pela deficiência dos serviços que são oferecidos à população.

 Segundo Taques, o Tribunal de Justiça também pode contribuir para as mudanças necessárias na administração pública.  Para o governador eleito, as pautas levantadas na conversa ainda devem ajudar  as equipes de transição. “Quero ouvir o Tribunal de Justiça, pois tenho certeza que o Poder Judiciário também está imbuído neste momento de transformação do nosso Estado com respeito, por óbvio, à independência dos poderes, mas tudo é o Estado de Mato Grosso”, destacou.  

 Na visita, que durou pouco mais de uma hora, os três debateram outras pautas importantes.  Entre elas a regularização fundiária e a execução fiscal.

Presidente Eleito

O desembargador Paulo da Cunha ressaltou que a visita de Taques revela a consideração do governador para com o Poder Judiciário. “Tanto eu quanto o atual presidente pedimos para não mexer no nosso orçamento que já é diminuto para as nossas necessidades”, concluiu. (Com Assessoria)

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  • JANUÁRIO | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 13h26
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    Por que???? O Judiciário é mais importante que a segurança que está um caos???? pois a bandidagem está invadindo, inclusive, os castelos desses senhores da Justiça. O Judiciário é mais importante que o sistema da saúde para a população que está morrendo nas portas dos hospitais públicos???? O Judiciário precisa de tanto dinheiro assim para por nas ruas os bandidos que a polícia prende???? Ou é para pagar o auxílio moradia da juizada e a URV que já está quase toda calculada?????

  • Paulo Roberto Sabão | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 11h15
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    Oque vejo no TJ de Cuiabá, é um luxo só. Tudo muito bonito. Excelentes salarios,funcionários impecaveismente,bem vestidos,o piso dá para pentear os cabelos de tão limpo.Mais esse luxo todo não é só do TJ. ai vem também o tribunal de Contas, e a Assembléia. É um outro mundo,eles estão certos. Enquanto no poder Executivo,a realidade é totalmente diferente. Os prédios estão virando verdadeiras "TAPÈRAS". Quando chove é só goteiras,sem contar com algumas outras sedes que estão condenadas,como é o caso da SEDRAF. A Justiça deveria ser igual, para todos os poderes.

  • Luiz Carlos | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 02h38
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    Éééééé foi pedir bença, +-isso, hhhhhaaaaaaa se não o 🚖 hoooo 🚀💥

Transição | 20/10/2014, 15h:14 - Atualizado: 20/10/2014, 18h:26

Após se reunir com Pivetta, Taques debate fusões e cortes de pastas com categorias

Pivetta diz que cortesia entre membros designados por Taques e representantes de Silval Barbosa demonstra maturidade política


O governador eleito Pedro Taques (PDT) reafirmou  o desejo de “enxugar” a máquina pública e reduzir o número de comissionados na estrutura administrativa do Estado. Entretanto, a decisão final sobre a redução do número de secretarias das atuais 19 para 12, conforme proposta apresentada na semana passada, será anunciada somente após amplo debate com os aliados políticos e com a sociedade. A informação é do prefeito licenciado de Lucas do Rio Verde Otaviano Pivetta (PDT), que foi designado para coordenar a equipe de transição.

Taques e Pivetta se reuniram, nesta segunda (20) pela manhã, para avaliar o andamento da transição. No encontro, o governador eleito foi informado sobre a atuação dos 12 membros da equipe, que já analisam os dados fornecidos pelo Executivo sobre os diversos setores da gestão estadual.  “Com as informações obtidas pela equipe de transição será possível fazer um raio X da situação do Estado para definir as ações que serão adotadas logo no início do mandato”, explica o coordenador.

Davi Valle/Rdnews

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Otaviano Pivetta, coordenador de Taques, diz que ações serão adotadas logo no ínicio do mandato

Pivetta também disse que o Governo está cumprindo todos os acordos e até disponibilizou um gabinete no Palácio Paiaguás para a equipe de transição.  “Agora, o trabalho começou efetivamente. Durante todo dia, os integrantes da equipe se reúnem com os representantes da atual gestão e fazem visitas técnicas nas secretarias. Acredito que os resultados começarão a aparecer na próxima semana”.

Proposta extingue 2 pastas e funde outras 9 - veja aqui como deve ficar

De acordo com Pivetta, o governo do Estado está agindo com correção ao colaborar com a equipe de transição.  Para o coordenador, a cortesia entre os membros designados por Taques e os representantes do governador Silval Barbosa (PMDB) demonstra a maturidade política e o espírito republicano dos dois grupos. “Pelo andamento até agora, acredito que não teremos problemas. A decisão democrática da maioria dos mato-grossenses está sendo respeitada”.

 Sobre a redução do número de pastas através de fusões e extinções, Pivetta disse que o governador se mostrou simpático a proposta da equipe de transição. “A discussão está aberta. O Pedro sempre defendeu o enxugamento da máquina para garantir a eficiência do Estado. A diminuição dos comissionados é uma necessidade. O Estado não é o Sine”, concluiu.

Coordenador anuncia 12 membros da equipe de transição – confira lista

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  • Zelimar Tolentino | Terça-Feira, 21 de Outubro de 2014, 07h54
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    Vamos ver a vontade de quem irá prevalecer, se a do governador eleito Pedro Taques ou se a do pretenso governador de fato Otaviano Pivetta. Tá começando mal essa história.

| 20/10/2014, 10h:31 - Atualizado: 20/10/2014, 18h:27

Assembleia deve encerrar legislatura com 7 CPIs instauradas em 4 anos; 3 votadas


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CPIs das PCHs, Telefonia Móvel e MT Saúde foram únicas votadas em Plenário

Ao criar a CPI da Trimec para investigar pagamentos suspeitos realizados pela empreiteira de mesmo nome em serviços para o governo Silval Barbosa (PMDB), a atual legislatura dos deputados estaduais instaurão sua 6ª CPI. A CPI da Trimec deve ser implantada para rebater a da Cooamat (Cooperativa Agroindustrial de Mato Grosso), que é suspeita de fraude e simulação de negócios e tem como sócio o produtor Eraí Maggi (PP) e parentes, além de funcionários do grupo Bom Futuro. Se somarmos com a CPI da Saúde da legislatura anterior, que até hoje aguarda votação, esse número sobe para sete.

A CPI da Cooamat, criada faltando cerca de dois meses para o fim desse mandato, deve ficar para os próximos deputados eleitos concluírem, uma vez que, não há tempo hábil para o processo de investigação que deve levar cerca de 90 dias. Porém, o deputado José Riva (PSD), acredita que o inquérito deverá ficar pronto em apenas 60 dias.

Mário Okamura/Rdnews

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Assembleia criou várias CPIs em 4 anos, mas só a do MT Saúde apresentou resultados que levaram à melhoria do setor investigado

Além da CPI da Saúde, também segue emperrada a votação da CPI da Telefônia Móvel, a qual teve seu relatório concluído, já foi apresentada por duas vezes, porém, ainda aguarda votação. O documento apresentado na Comissão aponta uma dívida ativa de R$ 69,4 milhões por parte das operadoras de celular com o Governo e foi criada para apurar uma suposta apropriação indébita e atraso no repasse do ICMS, cobrado nas contas de telefone. Outro ponto investigado pelos deputados foi à qualidade dos serviços prestados.

As CPIs das PCHs e do MT Saúde já foram votadas. A primeira estava em poder da mesa diretora desde 2011 e pedia a suspensão de licenças ambientais concedidas a pequenas hidrelétricas no Estado, que teriam sido liberadas sem o rigor necessário, utilizando de influência política. Já a do MT Saúde foi instalada em outubro de 2012 a fim de investigar a situação financeira, contábil e administrativa do plano destinado ao servidor. A CPI da Unemat, por sua vez, teve que ser extinta, pois os membros nunca compareciam às reuniões. Ela havia sido criada para apurar supostos desmandos na instituição na gestão do ex-reitor Taisir Karim e também denúncias de fraudes no maior concurso público realizado pelo Estado, por meio da Unemat, em 2009.

A maior parte das CPIs foi mais palco de polêmicas do que um instrumento de melhoria efetiva. A que mais trouxe resultado foi a do MT Saúde, pois garantiu a revisão e reestruturação do plano de saúde dos servidores. Além disso, engrossou o conteúdo para a denúncia contra o ex-presidente da autarquia, Yuri Bastos, oferecida pelo Ministério Público, por suposta participação em desvio de recursos, o qual deixou um rombo de R$ 3,3 milhões ao erário.

É possível que até o final deste mandato uma oitava CPI seja instaurada para investigar a empresa Nhambiquaras de propriedade do empresário e deputado estadual eleito Eduardo Botelho (PSB). O intuito também é averiguar os contratos assinados com o governo do Estado. O requerimento está na Assembleia e veio à tona pelo deputado estadual Walter Rabello (PSD), que já teria cooptado as oito assinaturas necessárias.

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| 20/10/2014, 00h:18 - Atualizado: 20/10/2014, 00h:37

Líderes racham agronegócio e empurram Fávaro para Aécio enquanto Neri é Dilma


Eles são produtores, líderes classistas e têm os mesmos interesses pessoais dentro do agronegócio e, nesta reta final da campanha de segundo turno, fazem jogo de cena, um em defesa da reeleição da presidente Dilma e outro pela eleição de Aécio. Carlos Fávaro (PP), vice-governador eleito, estava com a petista no segundo turno, mas virou Aécio, acompanhando posicionamento do governador eleito Pedro Taques (PDT). Neri Geller, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e indicado pelo PMDB e com empurrão de Blairo Maggi, revela ser Dilma desde "criancinha". Neri tenta salvar o emprego e, Fávaro, ganhar a confiança de Taques.

Fernando Ordakowski

carlos favaro neri geller

Vice-governador eleito Cárlos Fávaro (PP) quer Aécio, enquanto o ministro Neri Geller (PMDB), Dilma

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Comentários (3)

  • VILMAR SCHERER | Segunda-Feira, 20 de Outubro de 2014, 21h23
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    Ministro Neri Geller é um homem preparado e ele sabe que o seu cargo é temporario. Mas gostaria de salientar que ele defende quem deu oportunidade a ele, tbem nos do setor produtivo sabemos o conhecimento e o trabalho que o Neri tem feito desde o TRATORAÇO em Brasilia onde começava uma grande luta do endividamento agricola. Depois como dep.fed., sec CNA e hoje ministro. Sei que a sua luta continuara em 2015 a favor de toda a classe produtora(assentados, pequenos, medios e grandes produtores).

  • bernardo | Segunda-Feira, 20 de Outubro de 2014, 11h02
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    bernardo, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • ster | Segunda-Feira, 20 de Outubro de 2014, 07h06
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    ster, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

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