Cuiabá, 20 de Fevereiro de 2017
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Nos bastidores | 11/01/2017, 14h:21 - Atualizado: 11/01/2017, 14h:22

Descontente com falta de espaço, PSD cogita romper com Taques e deixar base


Setores do PSD já estão defendendo a ruptura com o governador Pedro Taques (PSDB), a saída da base governista e a adoção da postura de independência perante o Executivo. O assunto será debatido nas instâncias partidárias após o dia 20, quando o vice-governador Carlos Fávaro retorna das férias. 

Presidente estadual do PSD, Fávaro está em Balneário Camburiú, Santa Catarina, na companhia do ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP). A proximidade entre os dirigentes políticos reforça a especulação que um projeto para 2018, em alternativa a Taques, já está sendo viabilizado, o que melindra a cúpula do Palácio Paiaguás. 

Reprodução

Fávaro Blairo praia

 Blairo e Fávaro estão veraneando juntos em Santa Catarina, o que reforça especulações sobre 2018 

O descontentamento da militância do PSD foi reforçado pelas declarações do chefe da Casa Civil, Paulo Taques, à Rádio Capital FM nessa terça (10). Na entrevista, ele afirmou que a conversa com os sociais-democratas para ampliação do espaço no secretariado estão apenas no início, sem considerar que a sigla indicou o ex-vereador por Cuiabá Domingos Sávio para substituir Luzia Trovo, na pasta de Ciência e Tecnologia (Secitec) em novembro. 

Além disso, o PSD quer manter Fávaro no comando da secretaria estadual de Meio Ambiente (Sema). A legenda também almeja a direção de alguma autarquia com preferência pelo Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat). 

“O PSD tem o vice-governador e a maior bancada na Assembleia com seis deputados estaduais. Temos um senador e um deputado federal. Mesmo assim, o governador Pedro Taques nos deixa na geladeira. Enquanto isso, o PSB não para de indicar quadros para a equipe de governo”, reclamou um dirigente da sigla, que pediu para não ser identificado. 

A comparação com o PSB também está fundamentada na entrevista de Paulo. Isso porque o chefe da Casa Civil revelou que o PSB já chancelou a indicação de cinco integrantes do staff do ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes para o secretariado de Taques. A lista inclui os ex-secretários Thiago França (Mobilidade Urbana); Alan Porto (Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano); João Batista (Governo e Comunicação); Alberto Machado (Cultura); e Beto Corrêa, que dirigiu a pasta de Governo antes da reforma administrativa realizada ainda em 2015.

Mais 5 do grupo de Mauro devem ser nomeados na equipe do governador

Os cinco se somariam aos recém nomeados Kleber Lima (Comunicação), Guilherme Muller (Planejamento) e Rogério Gallo (Procuradoria Geral do Estado). Desde o início da gestão, o PSB mantém na equipe Suelme Evangelista (Agricultura Familiar e Regularização Fundiária). 

O descontentamento do PSD também tem reflexos na Assembleia. A principal ausência dos deputados estaduais Leonardo Albuquerque, Zé Domingos Fraga, Pedro Satélite, Gilmar Fabris, Wagner Ramos e Ondanir Bortolini, o Nininho, na tribuna para defender Taques das críticas da oposição. 

Outro reflexo deste cenário foi a postura de Nininho na solenidade de entrega de ambulâncias adquiridas em parceria pela Assembleia e Executivo, realizada ainda em dezembro. O social-democrata tumultou o ambiente ao exigir publicamente que Taques se retratasse de uma declaração acerca dos parlamentares e precisou ser contido para não inviabilizar a continuidade do evento. 

Indicado pelo PSD, Domingos deve comandar a Ciência e Tecnologia

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Comentários (12)

  • Márcio | Quinta-Feira, 12 de Janeiro de 2017, 14h00
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    Essa gauchada deve ficar na praia zombando dos mato-grossense. Afinal, o Estado de Mato Grosso é comandado por esses gaúchos ignorantes, por que, os intelectuais ficaram no RS. Pra cá vieram os "curva de rio".

  • Manoel do Carmo Silva | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 22h12
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    Parabéns ao PSD já passou da hora cai fora deste DESGOVERNO vem junto com o POVO para em 2018 dar o troco para o PEDRO e sua turma.

  • Leonardo | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 22h06
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    Sinceramente o descontentamento de nós do PSD não é somente em relação a espaço, mas ao rumo tomado por essa administração estadual. Quando Fávaro chegou ao PSD a ideia era estar junto ao governador com grande apoio popular, que concluísse as obras da copa e colocasse o estado em pleno desenvolvimento, sem sacrificar direitos adquiridos dos servidores, que são trabalhadores, como qualquer outro. Mas Pedro Taques fez escolhas erradas, se isolou politicamente perdendo apoio em Brasília nessa vingança obstinada contra o PMDB, que ajudou a chegar a Presidência com o impeachment de Dilma; não deu fim as desonerações fiscais seletivas criadas no governo Silval (ponto que criticou muito quando era candidato), e com isso não conseguiu repor a inflação para os servidores, algo que foi feito por todo governador desde 2004 e com previsão constitucional. As rodovias estão abandonadas e apesar do altíssimo IPVA de Mato Grosso está privatizando as rodovias. Enfim, uma lambança. Portanto, não culpem o PSD. Blairo Magi governador e Fávaro senador em 2018. Abraço!

  • Pedro Cáceres | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 21h56
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    Pedro Taques foi eleito Senador da República e posteriormente governador do Estado com o apoio incondicional dos servidores públicos. Entretanto, na eleição ao governo do Estado, em busca de financiamento de campanha se aliou ao agronegócio. Em razão dessa parceria teve como vice Carlos Fávaro e fez TUDO O QUE O AGRONEGÓCIO exigiu, especialmente as desonerações fiscais que abalam até hoje a economia do Estado e em nome dessa parceria se voltou contra os servidores de carreira que sempre lhe apoiaram e agora se vê num bêco sem saída. Se Fávaro ou o Blairo sair ao governo estará Pedro Taques abandonado pelo agronegócio, que deverá seguir um dos seus e não conta mais com o apoio dos servidores.

  • Justino Freitas | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 18h48
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    BLAIRO MAGGI....o "mágico em fazer aumentar a fortuna pessoal com o dinheiro público"!...O 'REI DA MAGIA DO ERÁRIO PÚBLICO'!

  • rocha | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 18h47
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    O PSD perdeu o "time" para vazar do governo.

  • willian | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 17h39
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    Tá aí, o Partido está preocupado com a população? Nãoooo... Está preocupado com as próximas eleições, sabendo que o barco do Taques, já quase terminou de afundar, porém, se ainda derem alguns cargos, dá para o Partido ficar mais um ano, quando estará próximo das convenções para a eleição de 2018. kkk. Politicagem é uma m.... mesmo.

  • Brito | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 16h56
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    O Fávaro foi o auge e o declínio de Taques - conquistou muitos financiadores de campanha, mas deixou o governador inadimplente com o agronegócio e com outros setores, ficando impedido de rever as desonerações fiscais que abalam a economia do estado e criaram uma situação insustentável. Do ponto de vista político se atreveu a tomar o partido de Riva, o PSD, e com isso jogou a Janaína Riva no PMDB do Presidente Temer, somando-na ao Carlos Bezerra, com o qual o governador não tem afinidades, dificultando a oportunidade de Taques estar mais próximo do Presidente e resolver a situação do estado. Portanto, se o governo está ruim deve isso em grande parte ao Sr Fávaro.

  • Davi | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 16h48
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    Taques tem feito um péssimo governo, mas um dos grandes responsáveis por isso é o vice governador, que em defesa dos privilégios do agronegócio insurgiu contra os direitos dos servidores, como a correção inflacionária, que é um direito de todo trabalhador. Ao tomar o PSD da Janaína Riva a empurrou para os braços do PMDB, que preside o país, criando dificuldades para os repasses federais. Sem contar seu comando pífio a frente da Secretaria de Meio Ambiente. Se Blairo quer fazer o próximo governador está fazendo a aposta na pessoa errada. Mas se o Blairo sair ao governo e lançar o Fávaro ao senado tchau Taques e cia ltda.

  • Justino Freitas | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 15h45
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    Vejam aí na foto,acima:um "bando do colarinho-branco" e querendo se posar de "santinhos-do-pau ôco"!E todos "mamando nas tetas do erário publico" e ao invés de trabalhar em prol do Estado de MT;ficam aí "malhando o povo matogrossense"!

| 20/02/2017, 00h:00 - Atualizado: 19/02/2017, 19h:02

Esporte aventura

Sandra Alves articulista texto e capa

Sandra Alves

O despertador anuncia os desafios do domingo, acordar, levantar, fazer café, reunir a tralha, partir. Mato Grosso tem o diferencial de oferecer uma série de passeios ecológicos aptos à reduzir o ritmo acelerado do cotidiano da cidade.

Os deslocamentos são curtos, mas suficientes para iniciar o bate papo. As melhores recordações são desses momentos, os tempos de loucura com carros pouco recomendáveis ao trajeto, a despreocupação com os alimentos e o prazer de comer e beber com fome.

Pode ser trilha em cachoeira, rapel, caiaque, SUP (stand up), mergulho, snorkel, cavalgada, bicicleta, corrida, nada de cimento, o importante é o contato com a natureza. Brisa e vento batendo no rosto, observar a vida.

Inevitável a presença daquele "criado por vó", não muito dado ao desapego do conforto diário, roupa limpinha, comida quentinha. Sabe-se lá porque mete-se a aventura que contraria totalmente essas regras. Não tem jeito, os adaptados ao rústico ajudarão, após dar boas risadas.

Rir, trocar ideias, informações e dicas preciosas que só em grupos formados a partir de um ponto comum de afinidade. O interessante é que as uniões fluem naturalmente, os namoros antigos, as festas, a característica pouco condescendente da esposa com o futebol e a cerveja de quarta-feira são os temas que soldam as relações.

Minutos de silêncio e sintonia com a natureza. Certamente um desafio, o silêncio. Um amigo recusou-se a mergulhar inicialmente, argumentava o enorme perigo em permanecer só unicamente com seus pensamentos. De fato, abandonar o turbilhão de jogos, músicas e vídeos barulhentos para uma vivência consigo mesmo pode ser assustador.

Vale a pena a experiência, arrisque-se. Chapada do Guimarães, Nobres, Primavera do Leste, Jaciara, entre outras, oferecem diversos tipos de atividades especialmente para o carnaval, feriado próximo. Relacionamentos humanos e vivência com a natureza, vida em plenitude! 

 Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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| 19/02/2017, 08h:22 - Atualizado: 19/02/2017, 08h:31

O que repor nas competições esportivas?

paulo salustiano artigo medico 400

Paulo Salustiano

Quem acompanha de perto os esportes, seja por praticar ou por admirar, tem percebido que o interesse e a participação em competições desportivas aumentaram significativamente nos últimos anos em Mato Grosso, principalmente em provas de longas disâancias e longas durações, seja qual for a modalidade esportiva.

Mas é preciso atenção entre os praticantes. Os atletas precisam despender atenção especial para a análise e acompanhamento de exames, com o programa alimentar, com a manutenção e reposição das reservas de glicogênio e com a hidratação na preparação e durante as provas.

Quero salientar que quanto maior o tempo de duração das competições, maiores são as necessidades metabólicas, fisiológicas e nutricionais. Nesse sentido, ressalto que a baixa ingestão energética está associada à fadiga crônica, infecções frequentes, alteração no ciclo menstrual em mulheres, exaustão mental e dificuldade para execução do treinamento planejado. Repor água, sais e energia na hora e quantidade certas é essencial ao bom desempenho do atleta.

Para entender melhor cada um desses itens, confira a importância de cada um.

Reposição hídrica: A água é o componente presente em maior abundância no organismo. O corpo humano possui cerca de 65% de água em homens adultos e 60% em mulheres adultas. Essa diferença se deve a maior porcentagem de gordura corporal (com menor conteúdo de água) e a menor porcentagem de massa muscular (com maior conteúdo de água) das mulheres em relação aos homens. A água é essencial para todas as reações metabólicas, por isso deve ser ofertada durante as 24 horas, respeitando-se sempre a individualidade biológica. Durante uma sessão de treino, essa oferta se torna maior pelo fato de perdermos água pelo processo de transpiração, podendo variar de acordo com sexo, idade, composição corporal e a forma de preparação.

Reposição eletrolítica: Está relacionada com a restituição de água e eletrólitos, principalmente sódio e potássio, perdidos pela sudorese durante um treinamento de intensidade moderada a alta. Nestas ocasiões, o desgaste e a perda destes elementos são maiores. Por isso, é necessária para restabelecer o equilíbrio hídrico do atleta. Durante o treino, através do suor, o corpo dissipa para o ambiente o calor produzido, regulando a temperatura do organismo. A transpiração gera perda de água e eletrólitos (sódio, potássio, magnésio e cloro). A média da taxa de sudorese é 500ml/hora e pode chegar até 2000ml/hora em climas quentes.

Reposição energética: A reposição da energia gasta durante a corrida é feita através da ingestão de macro nutrientes, como carboidratos, glicose, proteína e aminoácidos, entre outros, e varia de acordo com tipo, volume e intensidade ou treino. Em atividades de baixa intensidade e/ou curta duração, esta reposição é necessária apenas ao final do esforço. Em atividades moderadas de até uma hora, torna-se importante apenas após seu término; se for superior a uma hora, recomenda-se reposição durante o treino ou prova e no fim; em atividades de alta intensidade, deve ser feita a cada 30-40 minutos e no final do treino/corrida.

O suor e as cápsulas de sal: O princípio da individualidade está presente também na transpiração, cuja concentração de sais, especialmente sódio e potássio, varia entre os corredores. A perda de suor pode ser baixa, moderada ou alta. E é exatamente esta composição que vai determinar a necessidade do uso - e quantidade - de cápsulas ou sachês de sal durante provas mais longas. Cada 200ml de isotônico possui entre 110 e 150mg de sódio. Alguns indivíduos, mesmo fazendo a reposição eletrolítica com isotônico, não chegam a alcançar valores corretos. Nestes casos, utilizam-se as cápsulas de sal.

A individualidade é sempre o melhor caminho. Procure sempre a ajuda de profissionais capacitados.

Paulo Salustiano é médico é diretor da Clínica Longevittá

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articulação | 19/02/2017, 06h:59 - Atualizado: 19/02/2017, 07h:00

Fávaro diz que bancada do PSD na AL está coesa e votará 100% pelo teto dos gastos


Presidente estadual do PSD, o vice-governador Carlos Fávaro afirma que os seis integrantes da bancada da sigla, na Assembleia, votarão pela aprovação do Projeto de Lei Complementar do Teto dos Gastos Públicos. O texto, que prevê congelar salários e limitar investimentos por até dois anos, deverá ser enviado pelo Executivo somente após o Carnaval.

Apesar da possível resistência dos servidores públicos, o vice-governador sustenta que a bancada do PSD votará com responsabilidade. “A bancada está coesa, unida e sabe da responsabilidade. Não é nada contra o servidor. O Governo pode contar com o PSD. Impopular é não poder mais pagar salário”, diz Fávaro, se referindo à situação do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro que foram à bancarrota devido ao descontrole das finanças públicas.

Gilberto Leite

carlos favaro

 Carlos Fávaro diz que 6 da bancada do PSD vão votar com responsabilidade PLC do Teto dos Gastos

Em junho do ano passado, quando a Assembleia aprovou o não pagamento integral e o parcelamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos, a bancada do PSD sofreu dissidência. O deputado estadual Leonardo Albuquerque se posicionou favorável ao funcionalismo público, se alinhou com a oposição e acabou votando contra a orientação da base governista.

Botelho faz pacto para evitar confusão em debate do PLC do Teto dos Gastos

Os outros cinco integrantes da bancada do PSD seguiram a orientação do Palácio Paiaguás. São eles Gilmar Fabris, Zé Domingos Fraga, Pedro Satélite, Wagner Ramos e Ondanir Bortolini, o Nininho. 

No embate com os servidores que reivindicavam a integralidade da RGA, Fabris chegou a se exceder. Hostilizado por servidores, revidou chamando parte dos presentes de vagabundos e fazendo gesto obsceno.

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Comentários (6)

  • MARCOS SILVA | Domingo, 19 de Fevereiro de 2017, 21h20
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    ESSE VICE GOVERNADOR NEM SABE OQUE FALA É UMA VERDADEIRA MARIA VAI COM AS OUTRAS VC RECEBERÁ A RESPOSTA EM 2018 AGUARDA PAU MANDADO DE TAQUES BOBÓ CHEIRA CHEIRA

  • Roberto - Indea | Domingo, 19 de Fevereiro de 2017, 14h55
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    Em 2018 têm Eleições e iremos lembrar os nomes dos Nobres Deputados do PSD. Pois não serão reeleitos. Porque o Governador não acaba com os Incentivos Fiscais, pois senão têm Dinheiro, porquê bancar os Barões da Soja ? Acabe com as Famigeradas Verbas Indenizatórias, Demita os Comissionados, Diminua os Repasses para os Demais Poderes, Pois se está sobrando Dinheiro é Sinal que o Executivo está Mandando Além do Necessário.

  • Tati | Domingo, 19 de Fevereiro de 2017, 13h12
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    Hipocrisia...usando uma crise que não existe em MT...é só olhar os números da arrecadação...dado que são incompetentes, precisam tirar i dinheiro que é direito do servidor pra fazerem meia dúzia de coisas pra tentar a convencer o restante da população a lhes eleger novamente....uma palavra resume esse governo: incompetência...a muleta desse governo é uma suposta crise que não aparece nos números da arrecadação!!!!

  • Carlos Nunes | Domingo, 19 de Fevereiro de 2017, 10h45
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    Ih! Outubro de 2018, onde terá eleição pra Governador, 2 Senadores, Deputados Federal e Estadual, está bem aí...tempo voa. Servidor Público com salário congelado não esquece, afeta toda a sua família; trabalhador que vai aposentar não esquece se tirarem seus direitos adquiridos; aposentado não esquece se aumentarem sua contribuição para 14%; ninguém esquece nada...aí perdem a Eleição e dizem que não sabem POR QUE? A realidade dura, nua e crua dessa estória toda é que ARREGAÇARAM a Economia Brasileira, causaram o desemprego de 12 Milhões de trabalhadores, fizeram rombo dentro de rombo em todo lugar...e agora querem que alguém pague o pato, digo a conta. Tem que ir atrás de quem arregaçou com tudo...eles são os únicos responsáveis, ou não?

  • Nilza | Domingo, 19 de Fevereiro de 2017, 09h19
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    SENHOR VICE-GOVERNADOR E DEPUTADOS PSD, MATO-GROSSO É UM ESTADO PUJANTE TEM DE REALIZAR AS MUDANÇAS NECESSÁRIAS PARA RESOLVER O FLUXO DE CAIXA, MAIS NÃO VENHA PREJUDICAR OS SERVIDORES DO EXECUTIVO COM CONGELAMENTOS DE SALÁRIOS E AUMENTO DA PREVIDÊNCIA EM 14% POR CAUSA DO ROMBO DOS POLÍTICOS CORRUPTOS E AINDA MAIS AS LEIS DE CARREIRAS E A RGA NÃO TEM NADA A VER COM ATUAL CRISE NAS CONTAS DO ESTADO E SIM OS ESCÂNDALOS COMO DOS MAQUINÁRIOS DA COPA DO MUNDO E A MAIS RECENTE A DA SEDUC E TANTOS OUTROS ESCÂNDALOS.

  • Eleitor | Domingo, 19 de Fevereiro de 2017, 07h25
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    Certo senhor Carlos Favaro isto era esperado quero te avisar que os servidores publicos do executivo espalhados em todos os municípios do Estado , parentes e amigos irão votar ano que vem em massa contra o Pedro Taques e os deputados PSD e demais que votam para agradar ao Governante de plantão é prejudicar inúmeros pais de família pode começar a acostumar com ideia de seus mandatos termina em 31/12/2018..

| 19/02/2017, 00h:00 - Atualizado: 18/02/2017, 09h:47

A realidade na odontologia

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Jackelyne Pontes

Quando optei pela profissão de cirurgiã-dentista, em 1991, os tempos eram outros. Os profissionais trabalhavam (e muito) em seus consultórios, a única faculdade particular estava se estruturando, e quando digo isso não exagero, pois a estrutura física era precária e lembro-me de assistir aulas em um galpão no final da Avenida Beira Rio.

A primeira turma estava no primeiro ano de estudo, e tudo era muito novo, com muitos erros e acertos, mas todos comprometidos com a escolha profissional  feita.

Ainda nessa época o perfil do cirurgião-dentista era outro. Como não havia faculdades no Estado, os pais que queriam que o filho estudasse Odontologia tinham que transferí-los para outro Estado, geralmente Rio de Janeiro e São Paulo.

Os profissionais trabalhavam apenas nos seus consultórios particulares, e os que optavam pela carreira pública a tinham como um “bico”, um mero complemento de sua renda. As agendas eram lotadas, e era possível ter um bom padrão de vida, trabalhando honestamente.

Hoje esse quadro mudou drasticamente, temos mais  faculdades de Odontologia que formam inúmeros profissionais por ano, saturando o mercado de trabalho e, por muitas vezes, frustrando as expectativas do recém-formado. Levando em consideração que o profissional não pode mais formar-se e trabalhar a vida toda sem se atualizar, devemos levar em conta que os gastos com os cursos de atualização,  especialização, mestrado e doutorado devem ser contabilizados.

Hoje o cirurgião-dentista não pode apenas abrir um consultório, tem que ter uma visão empresarial fazendo um estudo prévio do mercado, traçando um perfil de seus futuros pacientes e colocando metas a serem cumpridas.

Aquela visão de que o mundinho do cirurgião-dentista eram as quatro paredes do seu consultório caiu por terra, até porque as normas de vigilância sanitária não preconizam consultórios com “quatro paredes”, a estrutura deve ser mais ampliada e devidamente adequada aos padrões de biossegurança, o que é mais que correto.

Hoje temos que fazer jornadas duplas e por vezes triplas para conseguirmos pagar as contas que são implacáveis no final do mês, e os boletos não perguntam que o seu consultório teve um bom movimento, ou se o seu gestor público, seja ele estadual ou municipal pagou o seu salário, que é baixo diga-se de passagem.

A carreira pública não é mais emprego, é profissão, e a concorrência para os concursos públicos é altíssima. Sinal de novos tempos.

Outras opções de carreiras na área da Odontologia se mostram, além do consultório há a área acadêmica, a administrativa, a empresarial (responsável técnico), a carreira hospitalar, enfim, temos que ser empreendedores, criativos e ousados.

O caminho é inovar e enxergar a graduação não como o fim, mas como o início de tudo, o “onde”. E, depois disso tudo, o que não muda é o amor a profissão, disso eu tenho certeza, porque é o que nos estimula a optarmos pela Odontologia, e a continuarmos nesta nobre profissão, neste sacerdócio voluntário.

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, mestre em Saúde Coletiva, diretora do Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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Comentários (1)

  • Francisco eudes | Domingo, 19 de Fevereiro de 2017, 07h53
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    Doutora , parabéns pelo excelente artigo, eu na área da advocacia, passo as mesmas agruras, mas gosto da minha profissão. Mas com a ajuda de Deus, nos mantemos, um abraço

bancada de MT | 18/02/2017, 09h:04 - Atualizado: 18/02/2017, 09h:07

Bezerra afirma que maioria da bancada é oposição e vê falta de traquejo em Taques


O deputado federal Carlos Bezerra (PMDB) afirma que a maioria dos integrantes da bancada de Mato Grosso no Congresso Nacional já está oposição ao governador Pedro Taques (PSDB). Atribui a situação à falta de diálogo e traquejo político do chefe do Executivo estadual.

“A postura autoritária do governador atrapalha. Dizem que o bom político é o mineiro porque é humilde, educado e jeitoso. Essas são as credenciais do bom político. Hoje, Pedro Taques é a antítese disso”, diz Bezerra em entrevista ao

Reprodução

bezerra.jpg

Deputado Carlos Bezerra aponta oposição a Taques oriunda de falta de diálogo e traquejo do tucano

O parlamentar acredita que dos oito deputados federais, cinco estão na oposição. Lembra ainda que dos três senadores, dois também se posicionam contra Taques. Além do próprio Bezerra, os federais Ságuas Moraes (PT), Valtenir Pereira (PMDB), Ezequiel Fonseca (PP) e Victório Galli (PSC) estariam na oposição. Na base governista permanecem apenas Fabio Garcia (PSB), Adilton Sachetti (PSB) e Nilson Leitão (PSDB). 

Entre os senadores, Wellington Fagundes (PR) e Cidinho Santos (PR) são os oposicionistas. José Medeiros (PSD) é o único aliado de Taques. Embora Bezerra repute Ezequiel e Galli como oposicionistas, os parlamentares alegam que a situação não está definida. Apesar de admitir o diálogo com a oposição liderada por PMDB e PR, sustentam que as críticas ao Governo Pedro Taques são pontuais e reivindicam mais diálogo.

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Comentários (2)

  • Davi | Sábado, 18 de Fevereiro de 2017, 17h32
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    Disse tudo o sábio Carlos Bezerra.

  • Amanda | Sábado, 18 de Fevereiro de 2017, 12h28
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    ESSE DEPUTADO DEVERIA ERA TER CUIDADO DO GOVERNO SILVAL PARA NÃO TER FEITO A CORRUPÇÃO QUE FEZ! DEIXA O GOVERNADOR TAQUES TRABALHAR!

| 18/02/2017, 08h:02 - Atualizado: 18/02/2017, 13h:46

Pingue-pongue em Habeas Corpus?

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Akio Maluf Sasaki

Apesar de novo no ramo, nunca li em nenhum livro de história ou contos populares sobre a prisão de um advogado apenas por ser advogado. Tal absurdo infelizmente ocorreu onde não deveria ocorrer: Na caneta de um magistrado.

O absurdo estava em todos os jornais, em todos os grupos de estudos jurídicos, em todos os grupos com advogados, mas não parecia ser um absurdo para o Judiciário, pois em algumas horas este poder entendeu que advogado não merece ser equiparado a magistratura e ter reconhecido seu direito e prerrogativa (Que também é lei, como disposto no Art. 7, V da Lei 8.906/1994) de ser recolhido em Sala do Estado Maior.

Tudo bem, contra qualquer abuso estatal que atente contra a liberdade cabe “Habeas Corpus”, medida de urgência que pode ser concedida de ofício assim que seja tomado conhecimento dos fatos, mas que parece estar perdendo seu valor.

O que fazer quando o famoso “HC” está perdendo seu valor? Quando ao invés de analisar os fatos se preocupam apenas em brincar de “batata-quente” ou pingue-pongue?

Em três dias foram três redistribuições, para três desembargadores, sendo que o um afirmou que não deveria ser dele o processo pois era impedido, o outro já havia dito que não era mais quem julgaria e o terceiro entende que o primeiro julgador fica com tudo.

A regra é clara, o Art. 80 do Regimento Interno do Tribunal de Justiça entende que o relator vencido entrega a prevenção para o revisor, mas será que a caneta é maior que aquilo decidido com o colégio de pares?

Pior, enquanto toda a “discussão” perdurar, como fica aquele que lá está preso por uma decisão abusiva? Como ficam seus clientes? Seus familiares? Vale lembrar que o maior bem de um advogado é sua imagem e sua credibilidade, não seu escritório. Será que irão o indenizar por todo o transtorno? Jamais.

É incoerente manter alguém preso para apenas “devolver” um processo para outro par quando ele já se declarou como não mais prevento para julgar a matéria (sendo que inclusive devolveu o HC para o aquele que não entendeu ser o julgador natural no mesmo dia, ao final do mesmo dia).

Tais atitudes fazem com que todos olhem com estranheza para o Judiciário, com temor, com insegurança e sem saber se continua a militar na defesa dos “figurões” sem ser confundido como um bandido pelo Judiciário.

É preciso que o Judiciário entenda a diferença entre prerrogativa e privilégio, pois prerrogativa é o direito que garante aos operadores do direito condições de trabalho e costumava garantir que não seriam presos no exercício de suas atividades.

Já o privilégio é como aquela “verba para livros”, o “auxílio-paletó”, a verba indenizatória, o “auxílio moradia”, pois são privilégios garantidos a alguns servidores públicos em detrimento de toda uma grande maioria, se tornando desta maneira um privilégio e não prerrogativa do funcionário público.

É preciso entender e não confundir nunca estes institutos, pois amanhã poderá ser você precisando fazer uso de suas prerrogativas enquanto advogado ou estará assistindo seu advogado sendo preso apenas por lhe defender em um processo, pior, quem irá te defender?

Por fim, é hora de aguardar a posição do judiciário, é hora de aguardar o fim da partida de pingue-pongue para descobrirmos o que acontecerá com Francisco Anis Faiad, um grande advogado, estimado professor que tive o prazer e a honra de ver ministrar aulas e “torcer” para que o Judiciário entenda a diferença de prerrogativa e privilégio.

Sendo que, em ato contínuo, espera-se a revogação da prisão de Faiad e concomitante reconheça suas prerrogativas como advogado.

Akio Maluf Sasaki é acadêmico de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), preside a comissão dos Estagiários da OAB/MT, atua em cooperação internacional do turismo e escreve neste Blog todo sábado - akio@pontodeapoioturismo.com.br 

 

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Comentários (1)

  • Carlos Nunes | Sábado, 18 de Fevereiro de 2017, 09h20
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    Puxa vida! Há algum tempo o Datena passou vários dias contando a seguinte estória: um brasileiro "pobre" furtou uma peça da bacalhau e ficou 2 ANOS PRESO, mas preso mesmo, no xilindró, sem choro nem vela. Cadê seu HC? Aí, a gente volta no tempo, e lembra da famosa frase atribuída ao Ulisses Guimarães: "cadeia no Brasil é só para POBRE, p... e p...". De lá pra cá, não mudou nada? Claro que mudou, agora vão pra cadeia, ex-governador, milionários, todos aqueles em que um delator premiado abriu o bico e disse: "esse? pegou propina também". A gente espera o resultado da delação premiada dos 77 Executivos da Odebrecht...quem será que eles apontaram? O Teori já morreu; ninguém vai saber nunca se foi conspiração ou não, num caso muito suspeito - deviam ter cuidado melhor da Segurança desse Ministro; não deviam ter deixado ele viajar para certos lugares, especialmente Paraty. Dizem que Corruptores e Corruptos são piores do que a Máfia...não perdoam, matam. Pois é, pro pobre homem que furtou uma peça de bacalhau, não jogaram nem pingue-pongue. Não teve nem o pingue nem o pongue...teve sim dois anos na cadeia. Quanto custa uma peça de bacalhau? Aí, o cara passa a mão em milhões...dá pra comprar uma fábrica inteira de bacalhau?

Rodoanel | 17/02/2017, 14h:13 - Atualizado: 17/02/2017, 16h:09

Em respeito a decreto sobre intervenções, obra paralisada é vistoriada com Emanuel


Assessoria

Emanuel Wellington Dnit Rodoanel

Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, senador Wellington e Dnit vistoriam obra parada do Rodoanel

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) entregou ao prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB), durante visita ao Rodoanel, na manhã desta sexta (17), uma minuta de um Termo de Cooperação Técnica, para que a Prefeitura possa acompanhar e fiscalizar as obras do contorno.  O termo será assinado em uma nova reunião, que ainda não tem data marcada. 

A visita do peemedebista à obra foi motivada por conta de um decreto, assinado por ele mesmo, que estabelece que qualquer intervenção em Cuiabá, deve ter acompanhamento e fiscalização do Executivo municipal. “Recebemos uma minuta de um termo de cooperação técnica  que ainda vamos analisar, no qual a Prefeitura vai fiscalizar, monitorar  e acompanhar as obras do Rodoanel”, disse Emanuel, durante visita ao Rodoanel.

Além disso, com o termo, a Prefeitura também realizará a limpeza do local que hoje é usado para descarte ilegal de lixo. “Portanto,  é um termo de cooperação que vai garantir a continuidade de uma obra paralisada e importantíssima para Cuiabá”, explica o prefeito.

Já há equipes do Dnit trabalhando no trecho de 9,6 km da rodovia Emanuel Pinheiro até o Distrito do Sucuri. O investimento é de R$ 5, 7 milhões, provenientes de recursos federais. “Nós vamos recuperar o pavimento que já foi feito há dez anos, vamos fazer toda a limpeza, retirar o lixo, o mato e vamos pavimentar os acessos que hoje não estão pavimentados”, disse Orlando Fanaia, superintendente do Dnit.

Orlando lembra, ainda, que já foi feito um convênio com a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), para retomada das obras de todos os  52 km do Rodoanel. “O contorno de Cuiabá, ele vai ser duplicado em pavimento de concreto”, disse. 

Dinheiro na conta

O senador Wellington Fagundes (PR) também visitou a obra. No local, o republicano destacou que orçamento de mais de R$ 90 milhões em convênio com o governo do Estado  já está na conta há mais de 3 anos. “O governo está atualizando os dados para fazer a licitação do projeto. Todo o contorno viário tem 52 km. É uma obra de aproximadamente R$ 600 a 700 milhões no total”, disse lembrando que o Rodoanel vai trazer mais desenvolvimento e melhorar o fluxo, evitando a trafegabilidade de caminhões no centro da cidade. 

A obra do Rodoanel, lançada há 10 anos como uma das soluções para aliviar o tráfego pesado em Cuiabá e Várzea Grande, foi paralisada devido à suspeita de rombo de R$ 9 milhões. Na administração Chico Galindo (PTB), a obra ficou a cargo do Dnit para que o município não ficasse com o nome no Cadin, o que impossibilitaria o recebimento de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Por fim, foi celebrada uma parceria com o governo estadual, que não conseguiu dar início aos trabalhos, ainda na administração do ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

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| 17/02/2017, 00h:00 - Atualizado: 16/02/2017, 23h:06

Midiota

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Antonio Cavalcante

A língua é um dos exemplos de que as mudanças ocorrem em nossa vida o tempo todo. As transformações acontecem e são vistas nas paisagens das ruas, nos prédios de grandes instituições, na linguagem dos sermões religiosos, nas palestras dos cientistas, nos discursos dos políticos e advogados...

Para o filósofo estadunidense, Daniel Cloud, pode-se entender a linguagem humana como os nossos cachorros e gatos, pois do mesmo modo que domesticamos os animais e selecionamos suas características para que se tornem bichos de estimação, escolhemos as palavras para que as línguas sejam exatamente o que queremos.

Na França, existem centenas de queijos, das mais variadas cores, diferentes sabores, misturas de produtos em sua formação, mas todas essas variedades de alimentos têm uma mesma qualidade: são conhecidas como queijo. Daniel Cloud entende que os conceitos do naturalista britânico, Charles Darwin (1809-1892), governam a origem e desenvolvimento de nossa linguagem, e a palavra (escrita e falada) se revela em mais uma ferramenta que nos ajuda a ter sucesso no ambiente em que vivemos.

Há alguns anos, quando percorria alguns Estados do Brasil, junto com militantes do MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral), e diversas cidades aqui de Mato Grosso, na busca de assinaturas para subscrever projeto e propor a Lei da Ficha-Limpa, me deparei com um fenômeno. O fato de a sociedade desejar candidato Ficha Limpa estava levando as raposas da politicalha a criarem formas de se manterem no poder por meio de interpostas pessoas (candidatos laranjas).

Era o caso do ex-tudo na política (senador, governador, prefeito) que, desgastado por escândalos e pelos processos judiciais que vinham trazendo condenação, resolve lançar a esposa (recatada e do lar) para sucessão na política. E consegue. Tal como o outro coronel, acossado por centenas de processos, de acusações das mais diversas, de “maus tratos” com a coisa pública. Emparedado, resolve lançar o genro e a filha para darem sequência ao reinado.

A esses “sucessores” de políticos ficha-suja, a esposa, o genro e a filha, dei classificações de ficha-encardida, ficha mal-lavada e ficha-desbotada, porque poderiam até não ter uma condenação a que lhe impedissem o registro de candidatos, mas também não eram ficha-limpa. Muitos perguntavam o que era o ficha-encardida, o mal-lavada, ou o desbotada, e eu explicava os conceitos, com prazer. Os eleitores entenderam, alguns herdeiros de ficha-suja foram expurgados da política, por falta de votos e abundância de consciência política da cidadania, mas outros ainda foram exitosos, prova de que precisamos evoluir muito.

Ultimamente, venho usando um termo que não é meu, mas que ajudo a popularizar, porque acredito ser pertinente para a época em que vivemos, mas o faço harmonizando com as teorias darwinianas, buscando melhorar a significação e a ressignificação do termo atualíssimo do pós-verdade: midiota.

É a corruptela de dois signos: mídia e idiota.

Segundo especialistas, a mídia é constituída pela indústria de comunicação, os profissionais interligados a ela, os sistemas de transmissão de rádio e televisão, jornais e revistas, internet, e outros canais de comunicação menos tradicionais (redes sociais).

Já a palavra “idiota” dispensa maiores apresentações. Trata-se de adjetivo e substantivo de dois gêneros, e de acordo com os dicionários é a pessoa que carece de inteligência, de discernimento; em suma: tolo, ignorante, estúpido. E pasmem: pode ser uma pessoa pretensiosa, vaidosa, tola.

O midiota é aquela pessoa que busca se informar pelos mesmos meios de comunicação de sempre, mídia tradicional, em que as opiniões e os editoriais geralmente defendem o interesse dos poderosos, da plutocracia e do sistema escravagista. O midiota não varia suas fontes, não lê livros, não busca formar a sua opinião após ler e ouvir os argumentos diversificados, costuma repetir o que diz o seu pastor sem quaisquer questionamentos. Por vezes, repete valores cristãos, mas jamais oferece auxílio a um drogadito, acha que as mulheres devem receber salários inferiores, e acredita ser “normal” que uma pessoa gaste no restaurante, no almoço, o que o garçom recebe em um mês de salário.

O grande defensor do status quo é exatamente o midiota.

Existe o midiota ativo e o midiota passivo. Este último recebe informações de programas televisivos “boca de lixo”, que repetem jargões discriminatórios e que atacam as minorias (índios, negros, sem-terra, estrangeiros, etc.). Detesta a pessoa que não é de sua religião, e nem reconhece aquela que faz a opção de não professar nenhuma igreja. Em resumo, o midiota passivo é aquele que recebe a “doutrina” feita por pessoas desqualificadas, assume como verdade, e as defende com unhas e dentes. Vários destes vibraram com a queda da presidenta Dilma, por suposta irregularidade na gestão, e agora se veem acuados com um governo golpista que solapa os direitos sociais todos os dias.

O midiota ativo é um capítulo à parte.

Para entendê-lo (e tentar explicar sua existência), recordo-me de um jornalista que trabalha em diversas mídias tradicionais, o qual eu costumava ler, ainda que em tom crítico. Numa tarde de domingo, ele publica em rede social que estava muito bravo com o Programa do Faustão (Rede Globo) pelas “atrações” que apresentava naquele dia.

Perguntei-me: eu leio esse cara? Ele escreve para jornais, as pessoas o reproduzem? Mas ele usa o tempo livre para ver esse tipo de lixo na televisão? Será que ele não tem melhores opções, tais como namorar, brincar com filhos, sobrinhos, jogar futebol, ler um livro, ou tomar uma “breja”? Será que se abebera desse lixo de informação para escrever seus textos?

Esse é o perfeito midiota ativo. O que é mal-formado (intelectual e moralmente), e tal qual um “capitão do mato” usa seus textos e falas para ampliar a discriminação contra empobrecidos e populações vulneráveis. Suas “fontes” são mídias do tipo Globo, Veja, Estadão, Folha e outras “vendedoras de opinião”. É desse jeito que se cria um midiota ativo, e que dissemina informações para criar midiotas passivos.

Se não eram apenas midiotas, ativos ou passivos, os “anticorruptos” de verde e amarelo, que antes batiam panelas contra o governo Dilma, se hoje os mesmos se calam contra os acusados do governo Temer? Se não são midiotas, por que não fazem panelaço e passeatas com bonecos infláveis vestidos de presidiários para combater a pobreza, as desigualdades sociais, os cortes de recursos para saúde, educação, contra a entrega das nossas riquezas às multinacionais e contra o roubo de direitos dos trabalhadores? Isso prova que os coxinhas são tão somente analfabetos políticos, pessoas carentes de inteligência, de discernimento, que são apenas tolos, ignorantes, estúpidos; em suma: midiota.

É triste, mas é assim!

Antonio Cavalcante Filho, cidadão, escreve às sextas feiras neste Blog. E-mail: antoniocavalcantefilho@outlook.com

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Comentários (4)

  • marsofo | Sábado, 18 de Fevereiro de 2017, 17h35
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    Então a midiotice vem do proprio articulador que está usando os meios midiáticos tradicionais para divulgar as suas ideias estapafúrdias.

  • Ademir | Sábado, 18 de Fevereiro de 2017, 17h08
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    Resumindo todo texto, você Ceará é um midiota mor, o rei dos reis, provou isso nas sua palavras, fantoche de esquerdistas e comunistas!!!

  • JEFERSON MATOS | Sexta-Feira, 17 de Fevereiro de 2017, 11h31
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    "Isso prova que os coxinhas são tão somente analfabetos políticos, pessoas carentes de inteligência..." quem apoia os mortadelas na sua opinião é mais inteligente? BLÁ-BLÁ-BLÁ

  • Carlos Nunes | Sexta-Feira, 17 de Fevereiro de 2017, 10h12
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    Pois é, lá na China Comunista, onde não tem LIBERDADE DE EXPRESSÃO, o jovem Jia estava noivo, quando o governo desapropriou seu terreno, demoliu sua casa, e não pagou nada...Jia ficou desesperado, e mostrou o caso na internet...por causa disso, Jia recebeu PENA DE MORTE. Vote! Cruz Credo! E tem gente que ainda reclama do Brasil, o melhor país do mundo, onde existe liberdade de expressão, opinião, de reclamação, de chiadeira, de colocar a boca no trombone e contar pra todo mundo. Já, lá em Cuba, cidadãos cubanos, só porque disseram que não havia Democracia por lá, foram presos, fizeram greve de fome e preferiram morrer. Vote (de novo)! Cruz credo! Lá o Fidel Castro ficou 50 anos no Poder; aqui a gente não aguenta presidente ruim pra burro, nem 4 anos, fica louco para fazer Impeachment. Ainda bem que por aqui, os políticos passam, e a pátria amada Brasil, que é muito mais importante fica. Já vão tarde. Agora o cara que disse (tá na Internet), num discurso inflamado que fez, que..."nem a volta de JESUS vai impedi-lo de ser presidente em 2018", tá em primeiro lugar na pesquisa. Cuidado! Quando lançaram o Titanic, disseram: Nem Deus afunda esse navio. E o Titanic nem terminou a única viagem...afundou. Então, E VIVA A IMPRENSA BRASILEIRA! VIVA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO!

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