Blog do Romilson

Executivo x Legislativo | 20/04/2017, 10h:01 - Atualizado: 20/04/2017, 11h:05

Em reunião, Emanuel acalma ânimos e promete não "atropelar" mais as votações


O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PMDB) definiu, em reunião com 25 vereadores, que as matérias em regime de urgência serão lidas em uma sessão e votadas na posterior para evitar qualquer tipo de "atropelo". Além disso, o prefeito se reunirá com os parlamentares a cada 15 dias. O encontro ocorreu ontem (19) e durou cerca de 3h30, no Palácio Alencastro.

Tchélo Figueiredo

Capa Emanuel 298 anos

 Na reunião, Emanuel admite que saúde é "calcanhar de Aquiles" e promete pacote de ações no setor

A reunião, convocada pelo Executivo, serviu para o prefeito explicar a minirreforma administrativa, tema que gerou polêmica entre o Executivo e alguns parlamentares, que alegaram a falta de discussão da mensagem encaminhada à Câmara em regime de urgência.  O projeto  prevê a desvinculação da pasta de Turismo com a de Cultura, Esporte e Lazer. Outra proposta já aprovada foi a cisão das secretarias de Comunicação e Governo.

Com a presença dos novos gestores de Turismo e Cultura, Esporte e Lazer, respectivamente, vice-prefeito Niuan Ribeiro (PTB) e Francisco Vuolo (PP), Emanuel  afirmou que pretende fazer da Capital a referência no Turismo, bem como buscar recursos por meio de convênio com o governo federal. Com a fusão, a busca de parceria era limitada.

Na cultura, Emanuel declarou que pretende fomentar o setor. Lembrou ainda que quando Vuolo foi secretário do ex-prefeito Roberto França tinha projeto de transformar a Capital como referência do Estado, uma vez que é conhecida pela vida noturna agitada. A intenção é fazer com que os turistas do interior venham passar o final de semana no município.

Presente no encontro, o vereador Toninho de Souza (PSD) pontua que após a reunião a Câmara pode votar o projeto da minirreforma sem problemas. “Foi amplamente discutida ontem. O prefeito se colocou à disposição dos 25 vereadores. Pode ser colocado em regime de urgência sem problema nenhum. Todos tiveram direito questionar o prefeito”, disse o social-democrata ao .

Na última votação, o presidente e membro da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária, respectivamente, Marcelo Bussiki (PSB) e Felipe Wellaton (PV), questionaram o fato de não ter parecer da comissão em razão do atropelo do Executivo. Apesar disso, o projeto foi aprovado.

O Executivo avalia que o encontro foi harmônico e independente, uma vez que em sua trajetória parlamentar sempre pregou autonomia e o respeito ao Legislativo. Emanuel foi vereador por Cuiabá e deputado estadual. Na reunião, também foi feito um balanço das ações nos 100 primeiros dias de gestão.

Saúde

O prefeito anunciou ainda que em 20 dias anunciará um pacote de ações na área da saúde, como cirurgias, melhorias nos atendimentos aos usuários em Upas e policlínicas. Admitiu que a área que é “calcanhar de Aquiles” de qualquer gestão pública e de Cuiabá.

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| 25/02/2018, 18h:13 - Atualizado: 22min atrás

Após PPS e SD, Taques luta para "amarrar" o PSD

Governador tem planos para esvaziar PSD, caso Fávaro se torne adversário


Francisco Alves

pedro taques governador 345

Governador Pedro Taques (PSDB) joga nos bastidores para atrair lideranças à reeleição, nem que tenham de mudar de sigla

Após “laçar” o PPS para o seu arco de composições na corrida à reeleição, numa "costura" nacional, o governador Pedro Taques já conseguiu, na mesma toada, puxar o Solidariedade do prefeito rondonopolitano Zé do Pátio, que administra o terceiro maior colégio eleitoral do Estado. Essas legendas, somando-se ao PSDB, se firmam como tripé para a pré-largada da recandidatura do tucano. E, na trincheira, Taques monitora a movimentação de outras agremiações.

Este Blog apurou que, se perceber que perderá alguns partidos, como PSD, PP e DEM, o governador vai agir com a força de quem detém o poder da máquina para motivar desfiliações e arrastar esses aliados para o seu palanque. A janela partidária deste mês de março terá esse ingrediente a mais, contribuindo para o troca-troca, envolvendo principalmente deputados estaduais.

Na dúvida se terá o PSD, cujo presidente regional e vice-governador Carlos Fávaro vive flertando com líderes que caminham para oposição, o governador montou um plano que prevê enfraquecimento do partido. Caso Fávaro rompa mesmo com Taques, este tem pretensão de tirar parlamentares do PSD, como Wagner Ramos, Nininho, Leonardo Albuquerque, Gilmar Fabris e Pedro Satélite. Praticamente acabaria com a bancada social-democrata na Assembleia. E esses deputados migrariam para, por exemplo, o SD.

O governador tem mantido diálogo nessa linha com a cúpula nacional e até recebeu em seu gabinete recentemente o presidente nacional, deputado Paulinho da Força. O reflexo desse entendimento tem vindo nas palavras de alguns deputados, como Leonardo, Fabris e Satélite, que defendem o PSD dentro do projeto de reeleição do governador tucano.

A cinco meses para as convenções, o cenário à sucessão estadual se tornou uma incógnita. Alguns nomes são mencionados como virtuais candidatos, mas nem todos assumem essa condição, a exceção de Taques, como o senador Wellington Fagundes (PR), o ex-prefeito da Capital Mauro Mendes, que deve trocar o PSB pelo DEM, o vice Fávaro, o ex-prefeito de Sorriso Dilceu Rossato (PSL), o deputado estadual Zeca Viana (PDT) e o conselheiro afastado do TCE Antonio Joaquim, que deve se filiar ao PTB.

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Comentários (1)

  • Davi | Domingo, 25 de Fevereiro de 2018, 18h36
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    Qual PSD, o do Fávaro ou o do Neurillan Fraga, que levará mais da metade do partido pro PR. O PPS saíram todos os nomes importantes e assumiram os inexpressivo e incompetentes secretários desta gestão (não elege um). Solidariedade é representado pelo Zé Carlos do Pátio que se tornou prefeito por acaso porque o Taques colocou o Rogério Sales do PSDB para dividir votos com o Percival Muniz. Este arco de aliança é uma fraude, não elege um senador, muito menos um governador.

| 25/02/2018, 08h:37 - Atualizado: 25/02/2018, 08h:38

Líder aguarda recomposição das comissões na AL para solicitar apreciação das contas de Taques


O líder do governo na Assembleia, deputado estadual Dilmar Dal Bosco (DEM), aguarda a oficialização dos blocos parlamentares e a recomposição das 13 comissões permanentes para solicitar que as contas do governador Pedro Taques (PSDB) no exercício 2016 sejam apreciadas. O balancete recebeu parecer favorável do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que apontou 13 falhas graves, mas recomendou a aprovação.

Os deputados estaduais se organizaram em três blocos. São eles, Integração (14 membros), Independente (seis membros) e Oposição (quatro membros).

O bloco Integração terá direito a indicar três dos cinco membros de cada comissão permanente. Os blocos Independente e de Oposição, um integrante cada.

Segundo Dilmar, a definição sobre a votação das contas de Taques depende principalmente da recomposição da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO) presidida por Zé Domingos Fraga (PSD). O relator das contas foi Jajah Neves (PSDB).

Reprodução

dilmar dal bosco

Líder na AL, Dilmar Dal Bosco diz que apreciação das contas de Taques depende da recomposição de comissões

“Vamos aguardar as novas comissões que serão montadas a partir dos blocos, mas não está descartado votar de acordo com o parecer da antiga composição. Se mudar o presidente e o relator da Comissão de Orçamento, eles podem utilizar o relatório já produzido. A decisão caberá aos novos membros”, explica.

Sobre a informação de que o oposicionista Zeca Viana (PDT) produziu relatório paralelo recomendando que as contas de Taques sejam reprovadas, Dilmar diz que o conteúdo precisa ser analisado. A eventual reprovação pode resultar até mesmo no afastamento do governador.

As contas de Taques deveriam ter entrado em pauta na convocação extraordinária de janeiro, mas os deputados preferiram não colocar em votação. Nos bastidores circulou a informação de que a pendência foi utilizada para pressionar pela liberação de emendas parlamentares.

Blocos

Líder do bloco Integração, Dilmar anunciou a composição com 14 membros, incluindo o presidente da Assembleia Eduardo Botelho (PSB), Baiano Filho (PSDB), Jajah Neves (PSDB), Saturnino Masson (PSDB), Adriano Silva (PSB), Gilmar Fabris (PSD), Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), Leonardo Albuquerque (PSD), Pedro Satélite (PSD), Adalto de Freitas, o Daltinho (Solidariedade), Sebastião Resende (PSC), Wancley Carvalho (PV) e Wagner Ramos (PSD). A composição agrega os parlamentares que permanecem leais a Taques.

Já o bloco Independente, que pretende manter perfil de independência ao Executivo sem fazer oposição sistemática, será liderado por Oscar Bezerra (PSB). Os membros são Mauro Savi (PSB), Guilherme Maluf (PSDB), Romoaldo Júnior (MDB), Silvano Amaral (MDB) e Zé Domingos Fraga (PSD).

O bloco de Oposição continua inalterado. Sob a liderança de Janaina Riva (MDB), agrega Zeca Viana (PDT), Allan Kardec (PT) e Valdir Barranco (PT).

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articulações | 25/02/2018, 08h:16 - Atualizado: 25/02/2018, 08h:17

Zeca diz que candidatura de Ciro à presidência resgata legado de Brizola e destaca compromisso


Presidente do PDT em Mato Grosso e pré-candidato a governador, o deputado estadual Zeca Viana defende que a candidatura de Ciro Gomes (PDT-CE) à Presidência da República servirá para resgatar o legado de Leonel Brizola. Afirma que a exemplo do líder político falecido em 2004, Ciro tem compromisso com o desenvolvimento nacional e educação.

“Não vejo ninguém mais preparado para disputar a Presidência do Brasil. É um nome fortíssimo para fazer as mudanças que o país precisa. Ciro vai promover o fortalecimento da economia através da industrialização e não do rentismo e investir na educação em tempo integral”, diz em entrevista ao .

Reprodução

zeca viana e ciro gomes

Zeca Viana defende a pré-candidatura dele ao governo de MT e de Ciro Gomes à Presidência da República

Zeca também destaca que Ciro tem 38 anos de vida pública sem nenhuma condenação por improbidade administrativa ou envolvimento em escândalos de corrupção. Entre os cargos que o pedetista ocupou estão de prefeito de Fortaleza, governador do Ceará e ministro da Fazenda e da Integração Nacional nos governos FHC e Lula, respectivamente.

“Ser ficha limpa é orgulho para quem é sério na política, mas a honestidade não é virtude e sim obrigação. Tenho orgulho de apoiar o Ciro que, depois de 38 anos na vida pública, não teve a reputação manchada pela corrupção”, completa.

De acordo com Zeca, os indicadores da saúde e educação deixados por Ciro no Ceará comprovam sua capacidade para presidir o Brasil. Pontua que 77 das 100 melhores escolas públicas do país estão naquele estado, além de quatro hospitais públicos considerados referências no país.

Sobre a educação em tempo integral, o deputado afirma que servirá, inclusive, para despertar a consciência política dos brasileiros. Considera ainda como instrumento para acabar com a corrupção.

“O momento é de resgatar o legado de Brizola. Focar educação como prioridade no país. Precisamos de escola em tempo integral. Com educação, podemos sair dessa condição de subdesenvolvimento. Povo bem educado não elege corruptos”, conclui.

Além da industrialização e educação, Ciro também fala em valorizar a agricultura. Quando visitou Mato Grosso em novembro do ano passado, reconheceu que a região “tem carregado o Brasil nas costas” e prometeu investir pesado em infraestrutura viária para escoamento da produção.

Reprodução

ciro gomes leonel brizola

Ciro Gomes é pedetista, partido fundado pelo político falecido em 2004 Leonel Brizola

Legado de Brizola

Falecido em 2004, Brizola era um político de idéias nacionalistas. Foi governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro por duas vezes. Em 1989, ficou em terceiro lugar na disputa pela Presidência da República.

Ganhou notoriedade nacional em 1961, quando como governador do Rio Grande do Sul pelo PTB comandou a chamada Campanha da Legalidade, que garantiu a posse constitucional de João Goulart na Presidência, após a renúncia de Jânio Quadros. Depois do golpe militar de 1964, se exilou no Uruguai e retornou somente com a anistia em 1979 para fundar o PDT.

Como governador do Rio de Janeiro, Brizola juntamente com Darcy Ribeiro implantou 500 escolas em tempo integral. No entanto, a experiência educacional acabou sendo desmontada pelos sucessores.

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Comentários (2)

  • Carlos | Domingo, 25 de Fevereiro de 2018, 13h28
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    O primeiro beneficiou o tráfico de drogas, o outro é a favor da liberalização das drogas. Parecem duas partes do mesmo. Cabe a sociedade decidir qual projeto político quer para este país.

  • Benedita da Silva | Domingo, 25 de Fevereiro de 2018, 10h47
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    Legado do Brizola? Ciro Gomes não tem 0,1% do capital político de Leonel Brizola, este deve estar dando pulos na cova, ao ser comparado com Gomes. Quanto aos Vídeos a ideia era boa, mas a logística não, por isso deu errado, logo o tráfico encampou os prédios na maioria dos municípios do RJ.

| 25/02/2018, 00h:00 - Atualizado: 25/02/2018, 01h:36

Segurança nas unidades de saúde: o que foi feito?


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Jackelyne Pontes

Em julho de 2011, quando iniciei escrevendo os artigos semanais aqui no , um dos primeiros temas foi a segurança nas unidades de saúde. De lá para cá pouco foi feito para que a situação fosse resolvida. Entra gestor e sai gestor e o quadro é o mesmo: insegurança.

Se fizermos uma pesquisa rápida sobre o tópico encontraremos: assalto a mão armada, tiroteio e furto. Trabalhadores e usuários sendo vítimas e, consequentemente, se tornaram mais um número na estatística da violência urbana.

Agora, nem mesmo os centros de saúde estão livres dessa ameaça. Lembro de ler que um usuário que aguardava para ser atendido, na recepção, sofreu uma tentativa de furto do seu celular e, ao reclamar o seu bem, foi mordido pela senhora que tentou subtrair o objeto.

Há pouco ocorreu um tiroteio em uma das Unidades de Pronto Atendimento, em uma Clínica Odontológica um indivíduo entrou armado, rendeu os funcionário e roubou os seus pertences.

É sabido que todos estamos à mercê da violência urbana e que esse retrato de medo e insegurança por parte dos trabalhadores e usuários das unidades de saúde é generalizado, ou seja, a situação caótica não acontece somente na nossa Capital, e sim no país inteiro.

É sabido também que temos direito à segurança, assegurado pela Constituição Federal. Me pergunto: “a implantação de segurança armada e monitoramento das unidades de saúde em todos os turnos é uma solução para esse problema crônico?”

Se percebermos, a segurança nas unidades de saúde é feita por zeladores que, por muitas vezes, são senhores despreparados física e psicologicamente, e que pouco ou nada podem fazer em situações de revés.

A segurança armada na área externa reduz o índice de ocorrências, e se houver câmeras de monitoramento e vigilância armada dentro da unidade, muito melhor. Porém, deve-se qualificar a mão de obra deste servidor para exercer tal função, e este, por sua vez, deve adotar uma postura preventiva. Concomitantemente, deve-se instalar de uma unidade de segurança próxima a unidade de saúde.

A segurança armada na área externa reduz o índice de ocorrências

Seja qual for a medida tomada deve haver um amplo debate envolvendo a secretaria de Segurança, o Ministério Público, as secretarias estadual e municipal de Saúde, a tríade: gestores, trabalhadores e a comunidade usuária do SUS, a Comissão de Direitos Humanos, e os demais setores competentes. O que não podemos mais é suportar calados e inertes o fato de que situações de violência estão se tornando cada vez mais comuns. Usuários e profissionais vivem sobressaltados.

Sugiro e apoio sempre amplo debate sobre os temas de interesse comum, cada um de nós podemos, seja no seio da família, no trabalho, nos grupos comunitários, nas entidades de classe ou mesmo nos meios que estão disponíveis, como este site, assumirmos o papel de fomentadores do pensar cidadão, sempre com responsabilidade e respeito, analisando os fatos e propondo soluções.
Calando-nos, aceitamos a situação.

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, mestre em Saúde Coletiva, diretora do Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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| 24/02/2018, 10h:55 - Atualizado: 24/02/2018, 10h:57

Em disputa acirrada, Medeiros será eleito o novo coordenador da bancada de MT no Congresso


O senador José Medeiros (Podemos) deve se tornar o novo coordenador da bancada de Mato Grosso no Congresso Nacional, na próxima terça (27). A disputa seguia empatada entre o parlamentar e o deputado federal Valtenir Pereira (PSB) – cada um computava quatro votos – mas o voto de minerva do ocupante do cargo, deputado federal Victório Galli (PSC), definiu a questão.

A escolha ocorrerá a partir das 18h, no gabinete do senador Cidinho Santos (PR), que possui uma sala ampla. Nos bastidores, brincam dizendo que não vai faltar pão de queijo para saciar a fome dos oito deputados federais e três senadores que irão definir o novo coordenador.

Galli, que também coloca o nome à disposição pela reeleição, admite que é preciso dar oportunidade aos parlamentares do Senado que ainda não foram coordenador. “Acho que vai ficar pra eu decidir, tem que ficar para o Senado”, analisa, dizendo que Cidinho colocou o nome no páreo apenas se Medeiros recuar.

Reprodução

jose medeiros

Senador José Medeiros deve ser eleito novo coordenador da bancada de MT em reunião na próxima terça

Nos três primeiros anos, a coordenação da bancada federal ficou apenas entre os membros da Câmara. Em 2015, o cargo foi conduzido pelo deputado federal Ezequiel Fonseca (PP). No ano seguinte, passou o bastão para o colega Fabio Garcia (DEM). E agora por último Galli. Entre as funções do coordenador estão acompanhar o governador Pedro Taques (PSDB) em agendas com o governo federal e buscar a liberação das emendas conjuntas.

A definição era para ter saído na última terça (13), quando alguns parlamentares chegaram a se reunir. No entanto, faltaram ao encontro os deputados Nilson Leitão (PSDB), Ezequiel e Carlos Bezerra (MDB), que está em Cuiabá se recuperando de problemas de saúde. Adilton Sachetti (sem partido) retorna do tempo de licença.

Fabio, que era contabilizado indeciso, afirma que entre Medeiros e Valtenir vota no senador, pois não tem confiança em alguém que trabalha pelas costas. “Quem muda emenda de bancada sem comunicar, não tem condição e confiança para ser coordenador”, disse.

Valtenir foi acusado, em outubro do ano passado, de articular a alteração da destinação da emenda conjunta da bancada sem anuência dos demais membros. O parlamentar argumenta que foi um mal entendido. Além de Galli e Fabio, os federais Sachetti, Leitão, e o senador Cidinho votam em Medeiros. Já Ezequiel, Bezerra, Ságuas Moraes (PT) e o senador Wellington Fagundes (PR) têm a preferência por Valtenir.

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OPOSIÇÃO | 23/02/2018, 15h:07 - Atualizado: 23/02/2018, 15h:49

Wellington intensifica articulações, dialoga com partidos e procura se viabilizar para governador


O senador Wellington Fagundes (PR) está intensificando as articulações para se viabilizar como pré-candidato a governador da oposição. Por isso, mantém o diálogo com diversos partidos contrários à Gestão Pedro Taques (PSDB) e tem participado de reuniões com partidos políticos.

Quando questionado, Wellington não descarta entrar na disputa pelo Palácio Paiaguás. Ao mesmo tempo, faz diversas ponderações. “Candidatura não é projeto pessoal e nem projeto de um partido só. Temos uma situação de pluripartidarismo no Brasil e penso que ganhar as eleições é uma fase. O mais importante para alguém ganhar as eleições é ter condições de governar para melhorar as condições do Estado e da população. Você precisa fazer uma ampla coligação, que represente os anseios da sociedade, para ter condições de governabilidade”, afirma o republicano.

Reprodução

Wellington no gabinete da Janaina

Senador Wellington Fagundes em reunião com direção do PCdoB no gabinete da deputada estadual Janaina Riva

Wellington chegou a ser sondado para assumir o Ministério dos Transportes em substituição ao correligionário Maurício Quintella (PR-AL), que deixa o cargo em abril para ser candidato. No entanto, recusou compor a equipe do presidente da República Michel Temer (MDB) para focar na possibilidade de disputar o Governo do Estado. 

Ontem (22), Wellington esteve em Cuiabá e se reuniu com a direção do PCdoB. O encontro aconteceu no gabinete da deputada estadual Janaina Riva (MDB), que é nora do senador.

Na reunião, os comunistas afirmaram que são simpáticos ao nome de Wellington como pré-candidato a governador da oposição. Além disso, reafirmaram a pré-candidatura da ex-reitora da UFMT, Maria Lúcia Cavalli Neder (PCdoB), ao Senado e a disposição da sigla em compor a majoritária.

Além disso, o PCdoB se colocou à disposição para ajudar na reaproximação de Wellington com o PT. O republicano chegou a coordenar a campanha pela reeleição da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), mas acabou apoiando o impeachment quando a petista perdeu a governabilidade.

Defendemos a retomada de programa desenvolvimentista para MT baseado nos partidos do campo democrático, popular e progressista, mas ainda é cedo para definição de nomes

O presidente estadual do PCdoB Manoel Motta, que é o segundo suplente de Wellington no Senado, afirma que o partido é simpático à sua pré-candidatura a governador. No entanto, defende que não é momento de “fulanizar” a discussão e sim de debater um programa para Mato Grosso.

“Defendemos a retomada de um programa desenvolvimentista para Mato Grosso baseado nos partidos do campo democrático, popular e progressista, mas ainda é cedo para definição de nomes”, declara Manoel Motta, que estava acompanhado pelo vereador por Rondonópolis Silvio Negri, pelo dirigente partidário Miranda Muniz e pelo representante do Comitê Central do PCdoB Sérgio Benassi, que foi vereador em Goiânia por cinco mandatos.

Ainda ontem,  Wellington se reuniu com o PTB para debater o processo eleitoral. Nos próximos dias, também deve aprofundar as conversas com MDB, PTB, PV, PP, PDT, PSB, PT, e outras siglas nanicas que podem compor a aliança oposicionista. Ainda assim, o senador é considerado como Plano B da oposição.

Por enquanto, a oposição ainda mantém preferência pelo nome do conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Antonio Joaquim, que chegou a anunciar que recuaria em 20 de fevereiro, mas atendeu apelo do PTB e estendeu o prazo para início de abril.

Ocorre que Antonio Joaquim precisa se aposentar para se filiar ao PTB e aprofundar as articulações que podem viabilizá-lo como pré-candidato a governador. O problema é que Taques questionou a legalidade da aposentadoria no Supremo Tribunal Federal (STF) justamente pelo afastamento por suspeita de envolvimento em esquemas de corrupção.

Por enquanto, Antonio Joaquim aguarda manifestação do STF. Entretanto, a demora o impede de se articular e faz a oposição perder tempo na viabilização da pré-candidatura para contrapor Taques.

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Comentários (4)

  • marcos gonçalves | Sexta-Feira, 23 de Fevereiro de 2018, 21h19
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    vai perder pro taques feio vai colocar cabelo denovo

  • marcos gonçalves | Sexta-Feira, 23 de Fevereiro de 2018, 21h19
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    marcos gonçalves, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • marcos gonçalves | Sexta-Feira, 23 de Fevereiro de 2018, 21h18
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    marcos gonçalves, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Keops | Sexta-Feira, 23 de Fevereiro de 2018, 18h00
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    Cruz credo... PCdoB no meio estragou a brincadeira! Se o PT entrar, aí que o trem fica feio. Mato Grosso dirá não à esquerda, com fé em Deus!!!!

avalisado | 23/02/2018, 09h:53 - Atualizado: 23/02/2018, 15h:27

Há 30 anos filiado, ex-prefeito Trentini deixa DEM para apoiar Bolsonaro e fortalecer eleição em MT


partido

O crescente apoio recebido pelo presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ) entre os produtores rurais mato-grossenses pode resultar em mudanças significativas no cenário político-partidário. Existe uma articulação em curso para o ex-prefeito de Alto Garças e líder ruralista Roland Trentini deixar o DEM para se filiar ao PSL a fim de tomar a frente das movimentações políticas e coordenar a campanha eleitoral do candidato a presidente no Estado.

apurou que Roland Trentini e Bolsonaro já estão dialogando. As definições devem ocorrer nos próximos dias. Se a articulação prosperar, Roland deixará o DEM após mais de 30 anos no mesmo grupo político. Militou no antigo PFL que mudou de nome para Democratas em 2007 e é considerado como “discípulo” do já falecido senador Jonas Pinheiro, um dos principais defensores da agropecuária na política nacional.

A adesão ao projeto de eleger Bolsonaro contaria com o aval de lideranças da “velha guarda” do movimento ruralista. Entre eles, Antônio Galvan e Normando Corral, presidentes da Aprosoja e da Famato, respectivamente.

Reprodução

roland_trentini_capa.jpg

 Ex-prefeito de Alto Garças e líder ruralista Roland Trentini estuda deixar o DEM para se filiar ao PSL de Bolsonaro 

Também ruralista, o ex-prefeito de Sorriso Dilceu Rossato, que está aderindo ao grupo político de Bolsonaro para concorrer a governador, se animou com a possibilidade. Considera Roland Trentini um grande reforço para a campanha que deve ter perfil conservador.

Além de Rossato como candidato a governador, o palanque de Bolsonaro em Mato Grosso pode contar com o prefeito de Cáceres Francis Maris como candidato ao Senado. Apesar de permanecer no PSDB, o gestor almeja o Senado e sabe que a eventual candidatura pela sigla tucana é inviável e por isso já flerta com o PSL.

Outro apoiador de Bolsonaro em Mato Grosso é o deputado federal Victório Galli (PSC). O parlamentar é pastor da Igreja Assembleia de Deus e articula a inserção do presidenciável no segmento evangélico.

Bolsonaro ainda está no PSC, mas deve se filiar ao PSL em março. Seus apoiadores já estão assumindo o comando partidário em Mato Grosso e nos demais estados para preparar a adesão do presidenciável.

A proximidade de Bolsonaro com os produtores rurais já preocupa o PSDB, que costumava levar os votos do setor. O ex-presidente da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), deputado federal Nilson Leitão, admitiu que o presidenciável tucano Geraldo Alckmin precisa estar alerta com a situação.

"Ele (Bolsonaro) fala o que o nosso pessoal quer ouvir. Depois de abril, Alckmin terá de engrossar o discurso. O brasileiro não gosta tanto de agressividade, mas precisa ter segurança jurídica para trabalhar”, declarou Leitão sobre a candidatura presidencial.

Nos últimos dias, Bolsonaro tem dado amostras da força política entre os ruralistas ao discursar no Show Rural de Cascavel (PR), uma das maiores feiras agropecuárias do país. Bolsonaro prometeu criminalizar ações do MST e foi interrompido por gritos de "mito". Em Dourados (MS), onde foi recebido por mais de 43 mil pessoas, disse: “seu eu assumir, índio não terá mais 1 centímetro de terra”.

Reprodução

Na foto, Nelson Barbudo, Dilceu Rossato, Jair Bolsonaro e Rafael Ranalli

Ruralista Nelson Barbudo, ex-prefeito Dilceu Rossato, deputado Jair Bolsonaro e policial federalRafael Ranalli

Mato Grosso

Nos próximos dias, Bolsonaro deve visitar Sinop para acompanhar a colheita da soja. Agricultores do Nortão prometem fazer um tratoraço para recepcioná-lo.

No mês passado, produtores rurais que impediram a invasão de fazenda em Sorriso gravaram vídeo pedindo ajuda a Bolsonaro. O presidenciável respondeu nas redes sociais prometendo tratar os sem-terra como terroristas caso seja eleito.

Desde 2015, Bolsonaro já participou de diversos eventos do setor agrícola em Mato Grosso como Farm Show em Primavera do Leste e Parecis SuperAgro em Campo Novo dos Parecis. Em todas as visitas, reforçou o discurso agressivo contra movimentos sem-terra e chegou pregar o uso de fuzil contra o MST para proteger as propriedades rurais.

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Comentários (2)

  • Jefferson de Andrade@bol.com.br | Sexta-Feira, 23 de Fevereiro de 2018, 13h04
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    Jefferson de Andrade@bol.com.br, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Ronaldo rodrigues campos | Sexta-Feira, 23 de Fevereiro de 2018, 10h57
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    Já Ganhou em 1º turno!

| 23/02/2018, 09h:16 - Atualizado: 23/02/2018, 09h:23

Intervenção militar ou ressaca de carnaval?


ceara artigo sexta 400 padrao

Antonio Cavalcante

Decididamente, não sou um “folião-raiz”, nunca compreendi muito bem essas batalhas entre escolas de samba, ainda que reconheça o trabalho social feito por algumas delas, como a Estação Mangueira, por exemplo, tendo na pessoa de Dona Zica uma inspiradora nessa prática em defesa das comunidades carentes. Essa mulher batalhadora é retratada por Tom Jobim na letra da música “Menino da Mangueira”.

Outro lado interessante do carnaval, que reconheço, está no plano da preservação cultural, uma vez que se trata de uma festa popular que envolve muitas pessoas mantendo todas as características do Brasil, seu povo e as diversas regiões. Os muitos Brasis, do sul, do nordeste, da paulicéia, amazônico, têm seu carnaval. O Rio de Janeiro se notabiliza pela grandiosidade da festa que se transformou em produto cultural de consumo, e, pelo que vi, agora também é palco de reflexão contra o Golpe.

Quem diria que, em pleno Carnaval 2018, logo após a vinheta da Globogolpe, apareceriam na tela da TV os “patos da FIESP” dançando animadamente na avenida (me lembra a dancinha ridícula do MBL!), a imagem marcante do Vampirão de Direita e os Manifestoches. Estes últimos são aqueles midiotas que vestiam a camisa da CBF, assistiam dia e noite a Globonews (isso quando não tinha Big Brother Brasil), e depois corriam para as ruas “lutar contra a corrupção” e fazer self com a “puliça”. Pediam intervenção militar e o “golpítima” de Dilma por causa da tal pedalada.

Só que a coisa não ficou só nisso.

Incomodado com a nudez real, o consórcio Rede Globo/Michel Temer manobrou para que os foliões do Grêmio Recreativo Escola de Samba Paraíso do Tuiuti não vencessem a disputa, mas não conseguiram impedir a segunda colocação. A repercussão do protesto da escola foi mundial, e o povo brasileiro, animado no ritmo do samba, ecoou nos mais diversos sotaques o “Fora Temer! ”.

Os muitos Brasis, do sul, do nordeste, da paulicéia, amazônico, têm seu carnaval.

Pra se defender, o clepto/plutocrático/antissocial chamou o Exército. E foi assim, que, no embalo do samba e na ressaca carnavalesca, com a cabeça ainda encharcada da “manguaça”, a organização criminosa da “Casa Grande” declarou guerra ao crime organizado da senzala. Se o crime organizado do Rio, como dizem os golpistas, está fora de controle, o que diremos da quadrilha que tomou de assalto o poder no Brasil?

O Decreto de intervenção número 9.288 foi publicado na sexta, 16 de fevereiro de 2018. Na ementa, vemos que o objetivo é a “intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro, com a “finalidade” de pôr termo ao grave comprometimento da ordem pública”. Só que limita a duração da intervenção federal que vai até 31 de dezembro de 2018, depois diz que se reduz apenas à área de segurança pública.

Acredito que o decreto do Temeroso foi redigido por alguém com ressaca, e atordoado com o sucesso do enredo e alegorias dos foliões da Paraíso do Tuiuti, que, confuso, tal quais os manifestantes da extrema direita (militontos, midiotas e nazi-doiodos), acabou produzindo um texto que nos lembra o “Samba do Crioulo Doido”, de Stanislaw Ponte Preta, lançado em 1966.

Se Stanislaw fosse vivo, com tamanha confusão de um decreto sem nexo, sem sentido, beirando à insanidade, não sabendo ao certo, se é uma Intervenção Federal, se é um Estado de Defesa, ou se trata de um Estado de Sítio, ou ainda de uma intervenção apenas na área de segurança pública, iria compor hoje o “Samba dos Coxinhas Loucos”.

Na prática, depois de refletir sobre a mais nova bobagem, que é mais uma qualificadamente golpista, começaram a fazer negações sobre a situação da segurança pública no estado do Rio de Janeiro. Resumindo: a “coisa” foi mais ou menos assim: magoados com as críticas da população, Temer, que é odiado por 97% dos brasileiros, e seus assessores redigiram um decreto de intervenção, que depois não era mais intervenção federal (mesmo que seja isso que está no texto). Era só uma intervenção na área de segurança pública, disseram.

E olha a barrigada: a Constituição do Brasil diz lá no artigo 60, parágrafo primeiro, que não pode ser votada matéria constitucional quando houver intervenção federal. Tropeçaram na própria torpeza, porque, ao menos por enquanto, não podem destruir a aposentadoria dos nossos velhinhos, com aquela rapidez que planejavam.

O mesmo Congresso onde mais da metade dos parlamentares responde a algum procedimento investigatório no Supremo Tribunal Federal (STF). Os mesmos trezentos picaretas com anel de doutor, que vivem de lobbys, respiram conchavos, bebem propinas e comem jetons. Os mesmos que roubaram mais de 54 milhões de votos ao afastarem uma presidente sem crime de responsabilidade, foram também os mesmos que aprovaram a “Intervenção Federal do Usurpador”.

Agora, a intervenção militar pode chegar a outro nível, uma vez que é possível estendê-la para todo o país, diminuindo as garantias da população que já são poucas, e acirrar ainda mais os índices de violência. Se, para os golpistas, loucura pouca é bobagem, vejam só o que estão pretendendo: um mandado coletivo, que, na prática, é uma licença para invadir, por varejo e no atacado, uma casa, uma rua, ou uma comunidade inteira, sem a necessidade de apresentar qualquer justificativa.

Uma coisa já é certa: seguindo um roteiro traçado impiedosamente nas alcovas da Casa Grande pela elite do atraso, se antes, com o golpe, já estávamos vivendo num estado de exceção, agora marchamos a passos largos para um estado policialesco

Visivelmente, o país está quebrado. Temer e seus amigos congelaram os gastos com saúde durante vinte anos, na tal PEC dos gastos, e o aumento de crianças com microcefalia e a volta da febre amarela são os primeiros resultados dessa pedalada criminosa. Este é um governo de banqueiros, que engolem mais de 40 por cento do orçamento, para pagamento de uma tal dívida pública que já foi paga muitas vezes. Só que a culpa das coisas malfeitas (pelos políticoides) está sendo jogada para as costas dos trabalhadores. Com isso, as novas gerações certamente viverão num país em pé de guerra, já que em estado de exceção nos encontramos desde 2016, com o golpe midiático/parlamentar/judicial apelidado de impeachment.

Enfim, começando pelo Rio de Janeiro, quando os tambores, as cuícas e os tamborins dos foliões já se calavam nas avenidas, veio a tal intervenção militar acompanhada da censura ao “Vampirão” da Tuiuti, cujas consequências ainda são imprevisíveis, podendo terminar em tragédia e ainda desemborcar em outra ditadura militar. Mas isso só o tempo dirá.

Uma coisa já é certa: seguindo um roteiro traçado impiedosamente nas alcovas da Casa Grande pela elite do atraso, se antes, com o golpe, já estávamos vivendo num estado de exceção, agora marchamos a passos largos para um estado policialesco, que logo mais se pautará na censura e na violência, genuinamente característico de um governo antidemocrático, antipovo, lesa-pátria e fascista.

Antonio Cavalcante Filho, o Ceará, é sindicalista e escreve neste espaço às sextas-feiras - E-mail: antoniocavalcantefilho@outlook.com

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Comentários (5)

  • Mariazinha | Domingo, 25 de Fevereiro de 2018, 10h52
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    O Alexandre ,quando é com o Taques ,o acusa de jogar a responsabilidade no Silval ,por todos os problemas no Governo . Quando é com o Temer o Ale joga toda culpa no Lula . Olhas só para o próprio umbigo ,ou seja o bôlso ( salarios defasados) . Mude o lero lero ,já fazem quase dois anos do golpe ,a culpa agora é de quem ocupa o trono . Não é o mesmo caso do Silval? Ou não vem ao caso ? DECIDA !!!Em tempo ,Lula não é candidato ,portanto esqueça.

  • marcos gonçalves | Sexta-Feira, 23 de Fevereiro de 2018, 21h24
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    marcos gonçalves, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • alexandre | Sexta-Feira, 23 de Fevereiro de 2018, 15h28
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    14 anos de populismo, eca, direitos dos manos, tornozeleiras, instalaram o caos social no pais. creio que um discurso do lula, acalme as balas perdidas...e a extrema violencia no RJ.

  • JEFERSON MATOS | Sexta-Feira, 23 de Fevereiro de 2018, 11h53
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    Guri, tu não sabe o que fala. Temer fez o que tinha que fazer, a intervenção é mais do que necessária num lugar onde a bala come solto a qualquer hora. Queria ver se tu morasse lá numa favelona feia, na senzala como tu diz, se ia achar que a intervenção é bobagem midiática. Os militares vão retomar o controle da situação. Em tempo : NÃO HOUVE GOLPE, CONSERTARAM A BOBAGEM QUE FOI COLOCAR LULA/DILMA NO PODER.

  • Benedita da Silva | Sexta-Feira, 23 de Fevereiro de 2018, 09h36
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    Sugiro ao articulista ir às comunidades dominadas pelo tráfico de drogas e Sesi milicianos, perguntar se foi ressaca do carnaval, se voltar vivo faça uma resenha do que viu e ouviu. Mistura casa grande, senzala, democracia, vampiro, num samba do chamado antigo samba do crioulo doido do Stanislaw Ponte Preta, se é que você sabem de quem estou falando. A intervenção mecanismo constitucional e com aval do desgoverno do Estado do Rio de Janeiro, foi decretada em função cada guerra civil deflagrada na capital, aproveite e vai no dr google e busque "A hipocrisia da Tuiuti" e verá quanta bobeira foi escrita neste espaço. Críticas aos governos só acontecem em estado democrático de direito e não em ditadura bolivarianas. Isso acontece no Rio de Janeiro desde 1889.

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