Cuiabá, 22 de Julho de 2014
  • Camila Cecílio

    Com os jornalistas do
    Grupo RDNews

    Camila Cecílio

  • Camila Cervantes

    Com os jornalistas do
    Grupo RDNews

    Camila Cervantes

  • Francis Amorim

    Com os jornalistas do
    Grupo RDNews

    Francis Amorim

  • Gabriela Araújo

    Com os jornalistas do
    Grupo RDNews

    Gabriela Araújo

  • Glaucia Colognesi

    Com os jornalistas do
    Grupo RDNews

    Glaucia Colognesi

  • Jacques Gosch

    Com os jornalistas do
    Grupo RDNews

    Jacques Gosch

  • Patrícia Sanches

    Com os jornalistas do
    Grupo RDNews

    Patrícia Sanches

  • Talita Ormond

    Com os jornalistas do
    Grupo RDNews

    Talita Ormond

  • Tarso Nunes

    Com os jornalistas do
    Grupo RDNews

    Tarso Nunes

  • Thaisa Pimpão

    Com os jornalistas do
    Grupo RDNews

    Thaisa Pimpão

  • Valérya Próspero

    Com os jornalistas do
    Grupo RDNews

    Valérya Próspero

COMUNICAÇÃO | 23/06/2012, 11h:50 - Atualizado: 23/06/2012, 11h:53

IstoÉ detalha o "vale tudo" rumo às urnas

     A reportagem de capa da revista IstoÉ desta semana traz o “vale tudo” dos políticos na busca por alianças para as eleições deste ano. Os destaques são para o apoio selado entre o deputado federal Paulo Maluf (PP) e o pré-candidato a prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) encabeçado pelo ex-presidente Lula; e para a aliança do pré-candidato a prefeito de São Paulo José Serra (PSDB) e o primeiro ministro exonerado no Governo Dilma Rousseff (PT) após denúncias de corrupção, ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (PR). Com o apoio do PR, Serra passa a contabilizar 6min 43s de programa eleitoral.

     A revista classifica os apoios como “um verdadeiro mercado de compra e venda”. Lembra que Lula e Maluf sempre foram arqui-inimigos. Ressalta também que Serra tinha buscado o apoio do progressista, mas não conseguiu porque o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), teria se recusado nomear um apadrinhado de Maluf na máquina estadual. Já Lula garantiu um cargo no ministério das Cidades.

     O discurso do novo presidente do Paraguai Federico Franco também foi destaque. Ele pede união dos paraguaios ao ser empossado 24 horas depois do rápido processo de impeachment do então presidente Fernando Lugo, que foi alvo de críticas por parte da oposição. Ele é apontado como culpado pelo confronto entre militares e sem-terra, em Cuaraguaty, ocorrido no último dia 15 e que resultou na morte de 17 pessoas. O processo de impeachment está sendo encarado como golpe pelo Governo e por setores da sociedade. O mandato do novo presidente termina em 2013.

Postar um novo comentário

| 22/07/2014, 08h:55 - Atualizado: 4min atrás

Leitão disputa Senado; em Cáceres, Taques diz que Jayme teve decisão de foro íntimo


O pedetista Pedro Taques, candidato a governador, declarou nesta terça, no aeroporto Nelson Dantas, assim que pisou os pés em Cáceres, que a decisão de Jayme Campos de renunciar a candidatura à reeleição é de foro íntimo e que agora os 13 partidos do arco de alianças vão se reunir hoje para definir o substituto. Taques afirmou que ficou surpreso com a decisão, negou crise no grupo e procurou se esquivar do assunto.

Davi Valle/Rdnews

nilson leitao

Deputado Nilson Leitão troca o projeto de reeleição por candidatura de senador, após saída de Jayme

Embora o pedetista não tenha citado nomes na entrevista à imprensa cacerense, a tendência é de Nilson Leitão ser escolhido. Os dois suplentes, empresário Marcelo Maluf (PSDB) e a deputada estadual Luciane Bezerra (PSB) devem ser mantidos, ou seja, só haverá troca do cabeça de chapa.

O nome de Leitão, ex-prefeito de dois mandatos de Sinop, tem simpatia de todo o grupo, inclusive de Taques. E o deputado que está em campanha à reeleição já se mostra empolgado agora com essa possibilidade de entrar no projeto majoritário. Já participa de uma reunião com Jayme, que sai do processo e vê o próprio Leitão como a melhor opção do grupo para disputar a senatória. Outros nomes cotados são da ex-senadora Serys Marli e do ex-diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, e do vice-prefeito rondonopolitano Rogério Salles (PSDB).

A provável entrada de Leitão no páreo deixa a campanha de Taques com discurso mais consistente. Ex-membro do Ministério Público Federal considerado linha dura e intransigente na batalha contra corrupção, Pedro Taques se elegeu senador e entrou numa campanha agora ao governo estadual sustentando a tese da coragem para mudança e da renovação. Como estava fazendo dobradinha com Jayme, carimbado como político carreirista e com a imagem desgastada, o discurso começou a ser combatido como contraditório. Nilson Leitão, uma vez candidato, resgataria o slogan do novo, da mudança e da renovação. 

O desafio do bloco oposicionista é construir a unidade após divergências com o grupo de Jayme e tentar retomar dianteira nas intenções de voto na Grande Cuiabá, onde Lúdio Cabral, candidato a governador pela base, registra bom crescimento, assim como Wellington Fagundes, que concorre ao Senado pelo mesmo palanque do petista.

taques caceres

Candidato ao Governo pelo PDT, Pedro Taques, ao lado de apoiadores, hoje, no aeroporto de Cáceres

Postar um novo comentário

| 22/07/2014, 08h:06 - Atualizado: 01h atrás

Lemat já custou mais de R$ 1 mi aos cofres públicos em 3 anos sem nunca ter operado


.

toco_interna.jpg

Toco Palma recebe mensalmente R$ 9 mil em autarquia que não sai do papel

A cinco meses do términa da gestão Silval Barbosa (PMDB), o funcionamento da Loteria Estadual de Mato Grosso (Lemat) ficará para o próximo gestor. Até agora, a autarquia serviu, apenas, como cabide de emprego, tendo em vista que abriga quatro funcionários desde a sua reativação, em outubro de 2011. Nesse tempo, o Estado desembolsou R$ 1 milhão só em despesas de salários, mesmo a Lemat não operando em razão de imbróglios judiciais.

O presidente da Loteria, Manoel Antônio Garcia Palma, o Toco Palma, por exemplo, recebeu R$ 399,9 mil, ao longo destes três anos e sete meses à frente da autarquia. Ele possui o maior salário com status de  secretário adjunto (DGA 2), fatura mensalmente R$ 9,3 mil. Os outros servidores com cargos de DGA 3 recebem de R$ 5 mil a R$ 5,6 mil.

Para justificar que existe serviço mesmo a Lemat não operando na sua finalidade, Toco Palma lembra que nesses mais de três anos criou para a autarquia um Cadastro Nacional de Pessoal Judídica (CNPJ), certificado digital, Regimento Interno, cronograma organizacional e processo administrativo. “Agora não sou culpado pela ação na Justiça”, enfatiza o presidente em entrevista ao Rdnews.

Toco Palma refere-se a dois problemas judiciais que a Lemat enfrenta. Isso porque foram feitos dois processos licitatórios. Contudo, uma empresa entrou com ação na Justiça para revogar o segundo certame e participar do primeiro pregão, quando foi desabilitada. Diante disso, o judiciário concedeu a liminar. Agora, a Advocacia Geral da União (AGU) tem um entendimento de que cabe à Caixa Econômica Federal (CEF), por meio das Lotéricas, a realização dos jogos, impedindo, assim, a Lemat de operar no Estado.

De acordo com Toco Palma, entretanto, existe um decreto que afirma que a partir de 1977 a autônima da realização de jogos cabe à CEF e não as loterias do Estado, exceto àquelas que foram criadas até 1957. Neste caso a Lemat estaria habilitada, tendo em vista que ela foi inaugurada, em 1953, quando o Estado ainda era governado por Fernando Corrêa da Costa. A loteria, contudo, só foi ativada no governo Júlio Campos (1983 a 1986) e acabou desativada pelo mesmo governador. Sua reativação foi proposta em 2007 pelo deputado estadual José Riva (PSD). A nova regulamentação da autarquia, por sua vez, só foi publicada em novembro de 2011.

A loteria chegou a ser citada em escândalo nacional por possível envolvimento do bicheiro Carlinhos Cachoeira em sua recriação.

Ligada a bicheiro, CRT atua no Estado, diz Época; Governo nega

Postar um novo comentário

Comentários (1)

  • vivi | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 08h29
    0
    0

    vivi, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 22/07/2014, 07h:19 - Atualizado: 01h atrás

Acima do certo e errado

  • olga_artigo_domingo

    Olga Lustosa

    “A mente, como o paraquedas, funciona melhor quando aberta”.
  •  (frase antiga, cuja autoria é atribuída a muitos)

Sempre que estamos prestes a tomar uma decisão difícil, pensamos sobre qual seria o caminho certo a seguir, estabelecidos em argumentos fundamentados pela crença, pela cultura, pela família e tantos outros valores agregados, que instituem a moralidade da sociedade. Na simplicidade de muitos, uma divindade define o que é certo ou errado, e para facilitar a compreensão, eu diria que estou sempre certa e é fundamentalmente bom acreditar que o outro está sempre errado porque nossas teorias contradizem umas as outras. Percebe-se que o certo e o errado são julgamentos de valores relativos.

O mal-entendido dentro de nós que diz que algo é certo ou errado é simplesmente a soma do condicionamento transmitido por nossos pais, pela mídia, amigos e extraído também da consciência social, por isso este sentimento interno de pressão para fazer as coisas consideradas certas, isso posto aqui, sem valorar o que é certo e errado, pode equivocar o destino real de nossas vidas, nos desconectando do que somos verdadeiramente.

Eu não acho que o certo e o errado existem, são apenas rótulos colocados sobre os comportamentos visíveis. A vida toda tentamos agradar, seguir regras, ser exemplos, ter boas maneiras, não perder a paciência. Lutamos não só com o que, de fato, devemos fazer, mas com a forma como o mundo em que estamos inseridos nos reconhece. Preferimos passar horas tentando provar um ao outro quem está certo ou errado, quando no final do dia os problemas da fome, falta de moradia, violência, continuam a ocorrer.

Mesmo na pós-modernidade os padrões morais são decididos por coerção e consenso. A moralidade não está ligada a Deus ou leis naturais; os sistemas éticos estão construídos dentro das sociedades. Cada cultura tem seu próprio conjunto de padrões morais decorrente das diversas influências dentro de cada grupo em particular. Mais ainda, a moralidade não está estagnada; ela muda, se adapta e está em constante evolução. 

Eu quero importar-me cada vez menos com os julgamentos que forem meramente concebidos sem avaliar o meu grau de coragem, de compaixão, de honestidade e de verdade. Deixo para outros a dureza do preto ou branco, do certo ou errado. Entre manter-me entrincheirada medindo valores alheios, decido permanecer aberta e curiosa para encontrar o que traz efetivamente a paz. 

Quero viver uma vida bela. Se existem Deuses bons e justos, eles não se importarão com o quão devota eu tenha sido, mas me acolherão baseados nas minhas virtudes. Se há Deuses que não sejam justos, nem devo adorá-los. Mas se não há Deuses e eu tiver vivido uma vida nobre, quando partir, permanecerei na memória dos meus entes queridos, parafraseando Marcus Aurelius, imperador romano. 

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olga@terra.com.br

Postar um novo comentário

| 21/07/2014, 20h:46 - Atualizado: 21/07/2014, 21h:54

Jayme ameaça sair da disputa ao Senado depois de divergência com aliado de Mauro


Davi Valle/Rdnews

jayme campos-11-07-2014-Davi Valle (15).JPG

Jayme Campos cobrou compromissos de todos do grupo de oposição e, após conflito com Suelme Fernandes, avisou que não será mais candidato ao Senado

O senador Jayme Campos (DEM) avisou nesta segunda, após externar insatisfação com boicote a sua candidatura, que deve desistir da disputa à reeleição. Ele entende que está havendo conspiração dentro do bloco de oposição, composto de 13 partidos e que tem o senador Pedro Taques como candidato a governador. A crise eclodiu com a atitude do ex-secretário de Cidades de Cuiabá, Suelme Fernandes, do PSB, de se manifestar contrário a uma colocação de banner de Jayme. Irritado, Jayme pediu respeito e avisou que não deseja mais manter a candidatura. Suelme assumiu a coordenação no Estado da campanha do presidenciável Eduardo Campos, do PSB, mesmo partido do prefeito cuiabano Mauro Mendes, de quem é afilhado político.

Para criar mais mistério sobre recuo ou manutenção do projeto majoritário, o senador espalhou a notícia e se isolou. Não atende as ligações ao seu celular nem mesmo de membros da própria equipe. Pedro Taques ficou de voltar a conversar pessoalmente com o democrata ainda nesta segunda para demovê-lo da ideia. No período da tarde, em reunião ampliada no comitê da campanha de Taques, Jayme fez várias reclamações e cobrou comprometimento de todos do grupo por sua candidatura.

Sente-se isolado e enfrenta resistência de lideranças do bloco. Numa conversa reservada com Taques e com o primeiro-suplente de sua chapa, empresário Marcelo Maluf, o cacique do DEM disse que "estava havendo muita trairagem no grupo", que deveria se unir, e que, diante disso, não seria mais candidato. A chapa de Jayme se completa com a deputada Luciane Bezerra (PSB) de segunda-suplente.

Embora esteja fazendo pressão, a tendência é que o ex-governador e ex-prefeito de Várzea Grande se mantenha na disputa. O principal concorrente de Jayme é o deputado federal de seis mandatos Wellington Fagundes (PR), que pertence ao grupo de 5 partidos (PR, PMDB, Pros, PC do B e PT), que trabalham o nome do petista Lúdio Cabral ao Governo. A preocupação de Jayme é porque Wellington, mesmo em outro palanque, começou a receber adesões de lideranças ligadas a Taques, entre elas os prefeitos Mauro, da Capital, e Percival Muniz (Rondonópolis), presidentes regionais do PSB e PPS, respectivamente.

O próprio Wellington chegou a anunciar publicamente, em ato político realizado pelo PT para referendar Lúdio na disputa ao comando do Palácio Paiaguás, que tinha o apoio de Mauro e Percival. Os gestores não negaram a informação, o que contribuiu para que Jayme fosse ainda mais desprestigiado no grupo liderado por Taques.

Além disso, a primeira pesquisa feita no Estado pelo instituto Mark após as convenções revela que Jayme estava liderando nas intenções de voto, mas com menos de 10 pontos percentuais sobre o republicano, sinais de que o democrata, que em todas as eleições vitoriosas até hoje não enfrentou concorrentes de peso, desta vez terá uma disputa acirrada.

Postar um novo comentário

Comentários (13)

  • Miguel Junior | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 07h35
    1
    0

    Até que demorou essa conjuntura. O Pedro Taques e Mauro Mendes acha que sozinhos ganhara eleição. O Senador desfez dos vereadores e vários candidatos a deputados estão apoiando o Wellington Fagundes. Pedro Taques voto demais não causa mal.

  • PACHECO | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 07h27
    0
    0

    PACHECO, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • ze vila bela | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 23h25
    0
    0

    Jaime Campos teve 80% dos votos de vila bela e nunca mais voltou aqui tem que desistir mesmo nao fez nada

  • Maria Fernanda de Abreu | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 23h16
    0
    2

    Só iria votar em Pedro Taques, em virtude do pedido que o Senador Jaime Campos, me fez, dias atraz no seu Gabinete em Brasilia, com a sua saída da sua candidatura a Senador,ao lado de Taques, sinto-me livre para votar e trabalhar pra quem eu quiser, por isso vou de LUDIO pra Governador, e Ruy para Senador. Tô sentindo cheiro da derrota junto ao Taques.

  • Antonio Carlos Caxias Jr | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 22h51
    9
    0

    Somente os opositores do Sen. Pedro Taques tem interesse nessa fissura catastrófica, começou o jôgo, entramos naquele momento onde quem der um lance errado comprometerá sua Campanha e se o candidato da Oposição não tem o controledo seu Grupo , quem o terá ?!

  • Alvino Batista Leite Jr | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 22h22
    17
    1

    CUIDADO PEDRO TAQUE, VOCÊ ESTA SENDO FRITADO POR MAURO MENDES E AINDA NÃO SE DEU CONTA DE QUE SUA CAMPANHA A GOVERNADOR DE MT ESTA INDO DIRETO PARA O FIM, O MAIOR ADVERSÁRIO SEU NESTE MOMENTO É NADA MENOS DO QUE O SEU PRÓPRIO GRUPO.......ACORDA PEDRO TAQUES.

  • Valdeli Forte Ferreira | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 22h05
    14
    5

    Seja bem vindo ao grupo da família 55, vamos de Riva, o seu lado é aqui, sabemos dar valor nas lideranças, infelizmente Vossa Excelência Senador Jaime Campos entrou do lado errado, fica um alerta aos Eleitores de Mato Grosso, se já estão com trairagem com seus próprios aliados, imaginem com o Povo de Mato Grosso, depois de eleito.

  • laura lima | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 21h44
    9
    3

    Senador Jayme Campos,o senhor não precisa deste sr.Suelme, aliás, quem ele pensa que é para barrar sua candidatura? Não lhe dê ouvidos. O que prevalece é o que o povo quer e eu sou povo e quero o sr, como SENADOR,conte comigo.Estou à disposição.Está havendo muita conversa e pouca ação de umas pessoas que não sabem fazer uma política honesta. Não sei se o senhor verá meu comentário,mas quero ajudá-lo.

  • Eduardo Gomes | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 21h34
    23
    1

    Esse jeito de aglutimar o Candidato a Gov Pedro Taques vai deixar a vaca ir para o bejo quem deve AMAR isso é o outro candidato a Gov. José Riva. É equipe do Pedro Taques isso é falta de ESTRATEGIA NÃO SABE O QUE É A POLÍTICA O OUTRO LADO SABE.

  • jose | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 21h33
    23
    3

    Jayme não entra em campanha pra perder e já viu que a maré não ta pra peixe. Mais um que vai direto pro colo do Riva!

| 21/07/2014, 19h:00 - Atualizado: 13min atrás

Ao vivo, candidato ao Governo José Roberto


Divulgação

21072014joserobertopsol

Candidato ao Governo, José Roberto (PSOL), participa ao vivo do RDTV nesta 3ª - mande sua pergunta

O candidato ao Governo de Mato Grosso, José Roberto de Freitas Cavalcante (PSOL), é o convidado ao vivo do RDTV nesta terça (22). Na oportunidade, ele vai revelar as ações voltadas à campanha eleitoral. Em 2010, ele foi candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Marcos Magno (PSOL). José Roberto também vai falar sobre as articulações da sigla para conseguir eleger correligionários nas eleições proporcionais.

Os interessados em participar desta entrevista, que começa ao vivo às 8h30, devem acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br. Simultaneamente, o programa é transmitido para a Baixada Cuiabana por meio da TV Mato Grosso (canal 27).

Postar um novo comentário

ARTICULAÇÃO | 21/07/2014, 16h:49 - Atualizado: 21/07/2014, 21h:42

Toninho só aguarda decisão do TRE para assinar ficha de filiação no PSB de Mauro


 Rodinei Crescêncio/Rdnews

Joaotoninho1

      João Emanuel foi cassado após parecer favorável da Comissão de Ética presidida por Toninho

O vereador por Cuiabá Toninho de Souza aguarda somente o parecer do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para deixar o PSD e assinar ficha de filiação no PSB do prefeito Mauro Mendes. “As conversas estão avançada, mas seria precipitado migrar de partido sem que minha causa seja julgada”, explicou em entrevista ao Rdnews.

 O pedido de desfiliação por justa causa foi apresentado ao TRE em maio após o PSD abrir processo interno contra Toninho com objetivo de cassar o mandato por infidelidade partidária. Isso porque, como presidente da Comissão de Ética da Câmara de Cuiabá, Toninho deu parecer favorável à cassação do ex-presidente do Legislativo João Emanuel (PSD), que acabou concretizada.

 Para agravar a situação, Toninho não seguiu determinação da direção do PSD e votou favorável a cassação do correligionário. Como reação, o deputado estadual José Riva (PSD), que é sogro de João Emanuel, chegou a acusá-lo de tentativa de extorsão.

 Ocorre que o julgamento da causa de Toninho deve ser realizado somente após o processo eleitoral já que o TRE deve priorizar pedidos de impugnações e posteriormente, as prestações de contas dos candidatos.  Além disso, o relator do processo, Samuel Franco Dalia  Júnior, acaba de deixar Pleno e o caso está parado na Secretária Judiciária do Tribunal.

 Enquanto aguarda a decisão do TRE,  Toninho amenizou o tom das críticas a administração municipal. Em algumas ocasiões, chegou até a elogiar a atuação de Mauro como no acordo que colocou fim na greve dos enfermeiros.

 Caso a filiação seja confirmada, Toninho será o quarto integrante da bancada no Legislativo cuiabano. Hoje, o PSB conta com os vereadores Adilson Levante, Onofre Júnior e Faissal Calil.

Sob risco de expulsão, Toninho pede desfiliação na Justiça

Postar um novo comentário

Comentários (1)

  • Moreira | Terça-Feira, 22 de Julho de 2014, 08h57
    0
    0

    É só no Brasil que acontece isso: o certo é o errado. E família Riva, ainda querem "governar" o estado.

| 21/07/2014, 13h:30 - Atualizado: 21/07/2014, 13h:33

Governador revoga ato nomeando servidor 40 anos após concurso e decisão de 1974


Edson Rodrigues

silval_internablog.jpg

Governador, Silval Barbosa (PMDB)

O governador Silval Barbosa (PMDB) revogou o ato publicado no Diário Oficial, que circulou em 11 de junho, empossando o servidor Márcio Luiz de Mesquita, após 40 anos da realização do concurso e depois da decisão governamental de 1974, que tornou sem efeito sua nomeação. A decisão de nomeá-lo foi baseada em parecer da Procuradoria-Geral do Estado sob Jenz Prochnow Júnior.

Em novo ato publicado no Diário Oficial do último dia 18, Silval usa suas atribuições legais para tornar sem efeito a publicação de 11 de junho. Com isso, Mesquita deixa novamente o quadro dos servidores públicos estaduais. Entretanto, continua exercendo a função de secretário Adjunto de Administração Sistêmica, da secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme). 

A posse de Mesquita foi questionada pelo deputado estadual Zeca Viana (PDT), que apresentou requerimento com objetivo de esclarecer os motivos da nomeação após quatro décadas do concurso. "No mínimo é curioso este decreto do governador Silval Barbosa, excluindo de um decreto do governador de 1974, do qual ele foi concursado e não compareceu no serviço no prazo exigido", argumenta.

O assunto também é objeto de investigação do Ministério Público Estadual. De acordo com Zeca, o servidor teria encaminhado a aposentadoria com a validação de 40 anos de trabalho. Mesquita, por sua vez, sustenta que prestou serviços em outros órgãos governamentais durante este período.

Após 40 anos, adjunto vira servidor

Postar um novo comentário

| 21/07/2014, 12h:00 - Atualizado: 21/07/2014, 18h:03

Taques rebate Riva e afirma que se tivesse influência no MPF muitos estariam presos


Davi Valle

Taques responde Riva

 Pedro Taques mandou recado ao advesário Riva aos dizer que não pretende entrar em "baixarias"

O candidato ao governo do Estado, Pedro Taques (PDT), rebateu as acusações do deputado estadual José Riva (PSD), que também concorre ao Palácio Paiaguás, de que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, veio a Cuiabá para fazer campanha para o pedetista. “As declarações do candidato do PSD não me cabem debater, agora se eu tivesse esse poder todo, muita gente estaria presa já e há muito tempo”, disparou em entrevista ao RDTV nesta segunda (21). 

As declarações de Riva foram feitas durante entrevista a rádio Mix FM 94,3, ocasião em que afirmou que Janot não esteve na Capital em momentos mais críticos, o que, segundo ele, seria preocupante. As insinuações do social-democrata se deram pelo fato de que Taques, antes de ser eleito senador, atuava como procurador da República, deixando o posto para ingressar na vida política. O pedetista, em contrapartida, garante que não entrará em “baixarias políticas”. “Confio no Poder Judiciário e no Ministério Público do meu Estado”, pontuou.

Na oportunidade, o cacique do PSD também afirmou que Janot palpitou sobre sua possível inelegibilidade, atitude que ele classificou como inadequada para um procurador da República. Rodrigo Janot esteve em Cuiabá na primeira quinzena deste mês por conta de ameaças à integridade física da procuradora Vanessa Ribeiro Scarmagnani, responsável pela condução das investigações da Operação Ararath, da qual Riva é um dos investigados, tendo sido preso junto com o ex-secretário estadual de Fazenda, Eder Moraes (PMDB), que está recolhido ao Complexo Penitenciário da Papuda há 60 dias.

Riva diz que procurador geral veio para fazer a campanha de Taques

Postar um novo comentário

Comentários (2)

  • gustavo | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 17h12
    8
    3

    Quando foi nao fez, agora que não é mais, diz que faria.

  • Flávio | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 13h41
    8
    3

    Se a Justiça de MT valesse alguma coisa, muitos políticos e juízes estariam na cadeia há muito tempo. Não estariam impune e nem candidatos a nada.

| 21/07/2014, 09h:00 - Atualizado: 21/07/2014, 18h:04

Azambuja troca de apoio e reforça Adriano


antonio azambuja adriano silva

Antonio Azambuja (à esq.) não vai à reeleição e apoia a candidatura do colega do PP, professor Adriano Silva, um dos nomes mais cotados à AL da região Oeste

Duas semanas depois de anunciar que não será candidato à reeleição, o deputado e médico Antônio Azambuja resolve trocar de candidato à Assembleia. Desistiu de Alexandre Demarchi (PTB), empresário em Pontes e Lacerda. Será agora cabo eleitoral do colega do PP, professor Adriano Silva, ex-reitor da Universidade do Estado. O apoio foi anunciado no domingo, em Jauru, durante a Festa do Alho. Adriano, que figura na lista de mais cotado da Grande Cáceres (região Oeste) na corrida para estadual, ganha um bom reforço, especialmente em Pontes e Lacerda, onde Azambuja possui residência fixa e começou na vida pública como vereador.

“Em todos os lugares que tiver base eleitoral vou trabalhar e pedir para que votem no companheiro Adriano, afinal ele é o único candidato do nosso grupo que tem condições de se eleger”, diz Azambuja, para quem a região, com 21 municípios e mais de 200 mil eleitores, não pode ficar sem um representante no Legislativo mato-grossense. Justifica ainda o apoio ao fato de Adriano pertencer a mesma legenda, o PP. 

Adriano, por sua vez, diz que na campanha está reforçando o compromisso para com a educação e o desenvolvimento do Estado. Defende o que chama de nova cultura de representação política para que o cidadão seja respeitado e conte com os serviços essenciais prestados pelo poder público sem necessidade de mendigar favores de um ou de outro deputado. “O governo deve atender a todos da melhor forma possível, sem privilégios para grupos”, diz o candidato da legenda progressista.

Postar um novo comentário

Comentários (2)

  • Vanilla | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 14h03
    0
    0

    Vanilla, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • joao paulo silva | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 13h54
    2
    0

    tem que apoiar o candidato da sua cidade deputado.

| 21/07/2014, 00h:00 - Atualizado: 21/07/2014, 07h:57

Morte

sandra_artigo_segunda

Sandra Alves

"Morte (do latim mors), óbito (do latim obitu), falecimento (falecer+mento), passamento (passar+mento), ou ainda desencarne (deixar a carne), são sinônimos usados para se referir ao processo irreversível de cessamento das atividades biológicas necessárias à caracterização e manutenção da vida em um sistema outrora classificado como vivo. Após o processo de morte o sistema não mais vive; e encontra-se morto".

Um avião com 298 passageiros civis foi abatido durante voo comercial ao passar no território da Ucrânia. Alguns críticos apontam que a repercussão do incidente é hipócrita, haja vista o número de pessoas mortas no conflito entre israelenses e palestinos, na Faixa de Gaza, que apenas em julho deste ano, já conta com mais de 260 pessoas mortas e 2 mil feridas. Ou seja, morte por morte, os números se equivalem, são inocentes morrendo.

O problema é que, no abatimento de um avião em voo comercial, é fácil eu me identificar, ao contrário do que ocorre com o conflito na Faixa de Gaza. Hoje mesmo estarei em um voo comercial, meu esposo, minha irmã, muitos conhecidos. É neste sentido que a morte me afeta. Irreversível cessamento da manutenção da vida!

Muito bem: não me interessa o conflito social que remonta séculos entre duas populações/povos que não possuem um território para viver e que não conseguem conviver pacificamente, afirmam muitos. Mas a possibilidade real - visto que o avião da Malaysia Airlines foi abatido - de morrer inocente num voo me interessa e afeta.

Imaginar que o vídeo postado no facebook pelo jovem ao se acomodar no avião, os familiares aguardando os corpos, a imagem da fumaça negra e os destroços caindo sobre a terra, a dor e a indignação invadem qualquer pessoa diante deste noticiário.

Daí, outra questão. Onde estavam as pessoas competentes e responsáveis pela segurança destas pessoas que morreram? Já se sabia que o ambiente era de guerra; outros aviões militares foram abatidos na mesma região. Por que ninguém alterou as rotas dos voos na região da guerra?! Somos descrentes, irresponsáveis e egoístas. Acredito que existam pessoas cujo trabalho seja pensar na segurança dos voos, do transporte de pessoas. Onde está a responsabilidade de quem deveria ter agido; de quem deveria ser competente; de quem tem a função de pensar para cuidar da sociedade?

O copo quebrou em casa e foi colocado inadequadamente no saco de lixo; a garrafa jogada na estrada; o número de colunas da estrutura não foi calculado; o socorro não foi prestado, pois o homem parecia bêbado; ninguém se atentou que existia uma guerra e que os aviões civis não deveriam passar pela região. Possíveis resultados da conduta de um ser humano (eu, você, qualquer outro): o catador de lixo cortou-se gravemente; a dengue se alastrou pela cidade; o viaduto caiu em Belo Horizonte; o homem morreu de infarto gritando por socorro na porta do hospital particular; o avião foi abatido por um míssil.

O sentimento não é pior que a dor daqueles que perderam pessoas que amavam, mas a indignação acompanha muitos de nós em relação aos fatos recentes. Indignação pela falta de competência das pessoas, pela falta de responsabilidade das pessoas, pelo "não se importar com o fato se eu não me identificar".

"Após o processo de morte o sistema não mais vive". A frase é óbvia, até mesmo tola. Talvez quando quem deixe de viver seja alguém que eu ame eu me importe, talvez eu resolva ser competente, talvez eu estude; talvez eu preste atenção, talvez eu seja responsável. Enquanto isto, tratarei a morte, o óbito, o falecimento, como um simples acontecimento da vida, sem me importar.

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado nomeada, tabeliã, registradora de imóveis, ex-analista do TJ/MT e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

Postar um novo comentário

Comentários (1)

  • bassim | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 09h27
    0
    0

    parabens pelo texto.

| 20/07/2014, 21h:01 - Atualizado: 20/07/2014, 21h:21

O que o Governo do Estado deveria fazer com a Arena Pantanal? Vote na enquete


interrogacao enquete

 

Está no ar uma nova enquete. A pergunta agora é acerca da Arena Pantanal, que abriga o belo estádio que custou quase R$ 600 milhões e sediou quatro jogos da Copa do Mundo. O governo estadual avalia o que fazer para administrar a estrutura. A tendência é de fazer concessão por até 30 anos. Mas é possível avaliar outras possibilidades, como o próprio Estado continuar administrando a Arena ou fazer Parceria Público-Privada, a PPP, alternativa encontrada pelo governo baiano em relação à Arena Fonte Nova, em Salvador.

Então, dê o seu voto na enquete que está na capa do portal. E aqui, logo abaixo, deixe comentário acerca do assunto.

A pergunta anterior foi a seguinte: "Na sua avaliação, a Copa-2014 deixa legado para Cuiabá e Várzea Grande?" Votaram 2.769 internautas - o sistema só permite um voto por IP de computador. A maioria (70,6% - 1.956 votos) clicou em "sim", ou seja, entende que ficou o legado. Já 25,1% (695 votos) consideram que "não". Veja abaixo o resultado completo.

enquete mundial turista legado

Enquete mostra o resultado da "impressão" de internautas sobre os turistas que visitaram Cuiabá

 

Postar um novo comentário

| 20/07/2014, 20h:13 - Atualizado: 20/07/2014, 20h:31

Silval e marketing reeditam o apoio a Lúdio


A cena nesta campanha vai se repetir, embora sem muita intensidade como foi no pleito de 2012. O governador Silval Barbosa (PMDB), pela segunda vez, entra como um dos principais cabos eleitorais de Lúdio Cabral. Em 2012, "bancou" o petista para prefeito de Cuiabá. Lúdio chegou a disputar o segundo turno e perdeu para Mauro Mendes (PSB). Agora, o ex-vereador concorre ao Palácio Paiaguás com respaldo de Silval, um dos líderes do PMDB, que indicou Teté Bezerra de vice da chapa. Há dois anos, a tropa governista explorou o "tá que tá...", numa referência ao alinhamento político dos governos estadual e federal. O marqueteiro da campanha de agora é o mesmo. O ex-secretário de Comunicação da própria gestão Silval, Carlos Rayel, estuda estratégias. Embora em outra conjuntura, estuda até editar o "tá que tá...".

Fernando Ordakowski

ludio silval

Governador Silval Barbosa, assim como 2012, é um dos principais apoiadores da campanha de Lúdio

Postar um novo comentário

Comentários (1)

  • Kiko Cuiabano | Domingo, 20 de Julho de 2014, 23h26
    5
    1

    A verdade é uma só: Não tá com nada. Governador, faça um grande favor, vai trabalhar e terminar as obras que já deveriam estar prontas a pelo menos um ano e meio atrás. Chega de embromação.

| 20/07/2014, 19h:49 - Atualizado: 20/07/2014, 20h:34

Candidatos iniciam guerra jurídica; grupo de Taques já sofre 1ª busca e apreensão


Os principais candidatos a governador começam a brigar não apenas pelo voto. O embate jurídico corre paralelo.  Pedro Taques (PDT) tem o primo Paulo Taques na coordenação jurídica da campanha. José Riva (PSD) conta com José Antonio Rosa  e Lúdio Cabral está amparado pela banca conduzida por José Patrocínio.

Esses candidatos já começam a lançar mutualmente contestações e questionamentos sobre ata das convenções, ficha dos concorrentes e outros procedimentos que, senão resultar em impedimento de candidatura, podem culminar em desgaste, dedicação de tempo para dar explicações e até em multa imposta pela Justiça Eleitoral. 

Cada investida, um questionamento. E surge a primeira guerra na Justiça. O comitê de Lúdio denuncia que a pesquisa Vox Populi, cujo resultado foi publicado no sábado pelo jornal Diário de Cuiabá, é irregular. A juíza-auxiliar do TRE-MT, Ana Cristina Silva Mendes, determinou busca e apreensão de todo material e proibiu a divulgada dos dados. Agentes federais deveriam recolher neste domingo à noite publicações da amostragem tanto no comitê de Taques quanto na sede do jornal Diário de Cuiabá. Logo vão surgir outras denúncias. Está declarada a guerra judicial.

Postar um novo comentário

Comentários (2)

  • carlos cross | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 09h49
    4
    5

    O DR TAQUES É EXTREMAMENTE INTELIGENTE E NAO CHEGOU ONDE ESTÁ POR SORTE NA VIDA. NEM ESTÁ DANDO PALCO PARA AS GRACINHAS DO RIVA E DO LUDIO. SUGESTÃO A RIVA E LUDIO: ENQUANTO VOCES ATACAM O TAQUES ELE ESTA TRABALHANDO. CUIDADO KKKKK

  • vinicios de moraes | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 06h15
    7
    4

    ufff. até que emfim um juiz peitudo para faser frente ao todo poderoso tks...vamos ver até quando ela vai ser firme.

| 20/07/2014, 15h:10 - Atualizado: 21/07/2014, 09h:29

Ao vivo, às 8h30, candidato ao Governo, Pedro Taques é o entrevistado do RDTV


Davi Valle/RDNews

taques_turismo.jpg

Candidato ao Governo, Pedro Taques (PDT), participa ao vivo do RDTV desta 2ª - mande sua pergunta

O candidato ao Governo de Mato Grosso pelo grupo oposicionista, Pedro Taques (PDT), participa ao vivo do RDTV desta segunda (21) para revelar os eixos que devem nortear o Plano de Governo, caso seja eleito. O pedetista, que é senador da República, vai falar sobre como deve conciliar as atividades em Brasília com as ações de campanha no Estado.

Para colaborar com esta entrevista, que começa ao vivo às 8h30, basta acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br. Simultaneamente, o programa é transmitido para a Baixada Cuiabana por meio da TV Mato Grosso (canal 27).

Além disso, o programa mostra o balanço feito pelo Palácio Paiaguás sobre os atendimentos realizados na área da saúde durante a Copa do Mundo em Cuiabá. 

Postar um novo comentário

Comentários (4)

  • Natascha Lopes | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 09h11
    2
    1

    Gostaria de saber por que o senhor se negou a cumprimentar o candidato Muvuca e também porque não aceitou o que foi proposto que é a quebra do sigilo bancário da sua família, se não há nada errado, porque não aceitar essa quebra?

  • Márcia Pache | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 08h46
    0
    2

    Candidato sabe da minha admiração pelo político e cidadão Pedro Taques. Gostaria de perguntar ao senhor qual o seu projeto para melhorar a segurança pública, especialmente no que diz respeito ao atendimento às mulheres vítimas de violência nos municípios do interior, que não contam com delegacia especializada de atendimento à mulher. Justifico a minha pergunta porque hoje o senhor está coligado com o DEM, partido do vereador cassado que me agrediu e que teve na época e tem ainda o apoio total do candidato Jaime Campos também da coligação do senhor.

  • marcio costa | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 06h36
    0
    1

    Bom dia em relaçao oas pne voce tem algum projeto

  • Luciano | Domingo, 20 de Julho de 2014, 18h42
    7
    2

    Gostaria de saber se o senador se considera "O NOVO" na politica. E em caso de resposta positiva gostaria de saber, como "O NOVO" pode ter no mesmo palanque uma figura que representa o retrocesso como Jayme Campos.

disputa | 20/07/2014, 08h:52 - Atualizado: 21/07/2014, 12h:27

Nos últimos 16 anos, PT perde 3 eleições ao Governo; Lúdio tenta mudar "tradição"


Mário Okamura/Rdnews

disputas_governo.jpg

 PT está há quase 2 décadas buscando vitória no Governo. Serys Marly, hoje PTB, já tentou o pleito

Nos últimos 16 anos, o PT lançou candidato a governador em três eleições chegando sempre na terceira colocação. Neste ano, o médico Lúdio Cabral, da coligação Amor à Nossa Gente (PT, PMDB, PR, Pros e PC do B), conta com apoio da base governista para tentar reverter à tendência histórica e vencer a disputa.

O PT foi representado no processo eleitoral de 2006, pela ex-senadora Serys Marly, hoje no PTB. Ela obteve 11,32% dos votos ficando atrás de Antero Paes de Barros (PSDB) que teve 19,83 da preferência do eleitorado e Blairo Maggi (PR), hoje senador licenciado, que se elegeu em 1º turno, com 65,39% dos votos válidos.

Em 2002, o candidato petista foi o hoje deputado estadual Alexandre César, que também ficou em terceiro lugar, totalizando 18,6%. O tucano Antero foi o segundo colocado com 29,5% e Blairo venceu a disputa pelo comando do Executivo estadual com 50,7% da votação.

Nas eleições de 1998, o candidato do PT foi o ex-deputado federal Carlos Abicalil, que hoje atua na liderança da sigla no Senado. O petista chegou em terceiro lugar, mas conquistou apenas 7,38% dos votos válidos. Em segundo lugar ficou o deputado federal Júlio Campos (DEM), com 37,91%, enquanto o tucano Dante de Oliveira (já falecido) foi o vitorioso com 53,95% da preferência dos eleitores.

Sem a participação do PT como protagonista, as eleições de 2010 foram as mais acirradas dos últimos anos. O governador Silval Barbosa (PMDB) venceu em primeiro turno com 51,21%. O atual prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) chegou em segundo lugar com 31,85% e Wilson Santos (PSDB), que renunciou à Prefeitura da Capital para entrar na disputa, amargou o terceiro lugar com 16,55%.

Eleições 2014

No pleito deste ano, cinco candidatos disputam o governo de Mato Grosso. Três deles: Pedro Taques (PDT), o próprio Lúdio  e José Riva (PSD) aparecem bem colocados nas pesquisas de intenção de voto e têm possibilidades de obter vitória nas urnas. José Roberto (PSOL) e José Marcondes (PHS) também estão na disputa, mas a tendência é que apenas marquem posição nas eleições.

Postar um novo comentário

Comentários (5)

  • jackson | Segunda-Feira, 21 de Julho de 2014, 08h09
    2
    1

    O Lúdio,Dilma e Lula, acham que o povo é vão levar uma lavada, pra sumir do mapa.

  • dalva | Domingo, 20 de Julho de 2014, 23h14
    1
    0

    dalva, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • cuiabano | Domingo, 20 de Julho de 2014, 23h12
    1
    0

    cuiabano, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • marcio costa | Domingo, 20 de Julho de 2014, 18h04
    4
    5

    ludio cabral , sera a quarta derrota , um candidato que não consegue aglutinar o próprio partido à apoiá-lo é um jogo de interesse um querendo apunhalar o outro . o PT aqui em MT tem o histórico de derrota ,e sera mais uma. agora é Pedro Taques o mais preparado para governar o nosso estado.

  • SILVIO | Domingo, 20 de Julho de 2014, 16h18
    4
    3

    SE DEUS QUISER VAI LEVAR TACA OUTRA VEZ

| 20/07/2014, 00h:00 - Atualizado: 19/07/2014, 23h:11

Alergias nos tratamentos dentários

jackelyne_artigo_domingo

Jackelyne Pontes

Durante os procedimentos odontológicos usamos muitos materiais que podem causar alergias. Os exemplos mais comuns são o látex das luvas, os medicamentos, anestésicos, amálgamas, resinas, flúor e alguns metais. As ocorrências de alergias são baixas em relação a quantidade de procedimentos realizados, e na maioria dos casos podem ser resolvidas prontamente, pois tratam-se de reações de pequena monta. Raros são os casos que atingem proporções significativas.

No caso das luvas de látex, as reações podem atingir principalmente o profissional e se apresentar como dermatite de contato ou ainda sensibilidade às partículas de proteína presentes no pó da luva. Já os medicamentos podem causar desde uma simples coceira e irritação na pele até algo mais grave, portanto, sempre devemos informar ao profissional se já apresentamos algum sintoma ao usarmos antibióticos, anti-inflamatórios ou analgésicos.

Os anestésicos usados na prática da odontologia conferem ao paciente o conforto necessário para um tratamento sem dor, e é importante saber que eles contém aditivos como conservantes e antioxidantes e podem causar efeitos adversos, embora se levarmos em consideração o números de vezes que eles são usados podemos afirmar que eles são seguros. Os metais, como o amálgama, possuem ligas de níquel e mercúrio em sua composição e devem ser evitados por pessoas sensíveis a essas substâncias, uma alternativa é o uso do titânio. Dor, edema, irritação, inchaço, coceira e erupção são os sintomas relatados em caso de sensibilidade. As resinas apresentam baixa incidência de reações, assim como o flúor, e podemos afirmar que seguramente as descrições de alergias são raras.

A anamnese, que nada mais é do que o exame inicial feito pelo cirurgião-dentista onde ele avalia o paciente de forma profunda, indagando sobre a sua saúde em geral, deve ser feita de forma eficaz. É essa avaliação do histórico do paciente, incluindo ocorrências de alergias e hipersensibilidade que vai dar segurança ao tratamento. Devemos sempre exigir que o profissional que nos assiste faça uma investigação detalhada de nossa saúde geral, e para evitar qualquer tipo de complicação é indicado o teste alérgico. Uma boa notícia é que a odontologia evolui a passos largos e cada vez mais contamos com materiais biocompatíveis usados nos tratamentos dentários. Um grande avanço no que diz respeito à saúde e bem-estar do profissional e do paciente.

Outro fato que devemos levar em consideração é que muitos pacientes e até mesmo profissionais usam o termo alergia para descrever reações adversas que provavelmente são causadas pelo psicológico como vômitos, náuseas e palpitações, nesse caso a administração de medicamentos para sanar o problema devem ser utilizados com cautela. Não devemos deixar de realizar um tratamento odontológico porque temos alergia a certo material, o que devemos é informar ao dentista para que este busque alternativas para tratar-nos. Saúde geral e saúde bucal andam juntas.

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, filiada ao Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este Blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

Postar um novo comentário

Rumo às urnas | 19/07/2014, 16h:16 - Atualizado: 20/07/2014, 17h:27

Lúdio deve participar de encontro em Juína


Davi Valle/Rdnews

ludio_interna.jpg

Candidato ao Governo, Lúdio Cabral (PT)

O candidato a governador pela Coligação Amor a Nossa Gente (PT, PMDB, PR, Pros e PC do B) Lúdio Cabral (PT) participará de ato político em Juína, neste domingo (20). O município, visitado por ele duas vezes no período de pré-campanha, é tido como uma das bases tradicionais do PT em Mato Grosso e, por conta disso, promete reunir diversas lideranças da sigla. Esta, inclusive, será a primeira visita do ex-vereador por Cuiabá à região Noroeste em campanha.

A princípio, Lúdio fará uma caminhada pela feira municipal e depois se encontrará com lideranças locais, representantes de entidades e movimentos sociais. O objetivo, de acordo com ele, é discutir questões relacionadas ao desenvolvimento econômico daquela região, bem como infraestrutura, logística e saúde, que é a prioridade de seu plano de governo. "Nós temos muito claro que o Estado precisa de um governo forte e que estimule o desenvolvimento, mas cada região tem sua peculiaridade", disse, reforçando que a ideia é debater as singularidades de cada região.

Nesta sexta (18), Lúdio esteve em Cáceres, onde foi recepcionado pelo prefeito Francis Maris (PMDB) e pelos vereadores. Depois, participou de uma caminhada no Centro da cidade. Na ocasião, o petista falou sobre o desenvolvimento econômico da região Oeste e disse que é preciso assegurar o crescimento de forma que a desigualdade social e regional seja combatida.

Já neste sábado (19), o candidato participou de caminhada no Centro Comercial de Várzea Grande pela manhã. À noite, Lúdio estará presente no lançamento da candidatura do vereador Allan Kardec (PT) à Assembleia. O evento acontecerá no comitê do parlamentar, localizado no Coxipó, a partir das 18h.

Postar um novo comentário

| 19/07/2014, 00h:00 - Atualizado: 19/07/2014, 08h:54

Copa: a hipocrisia do povo não tem limites

gilson_sabado_colunista

Gilson Nunes

É impossível não observar a hipocrisia da sociedade brasileira, de um modo geral, face às suas colocações em momentos distintos de situação. Com relação à Copa do Mundo, por exemplo, tudo o que o ela disse antes do evento não corresponde com as críticas feitas após a derrota para a Alemanha, por 7 a 1. Realidades diferentes, atitudes diferentes. Enquanto a seleção brasileira ia passando por outras delegações, os palpites dos torcedores eram otimistas. A crença da vitória era quase uma unanimidade e não havia crítica, salvo para um ou outro jogador que não estivesse inspirado. Quando veio o incidente...

A sociedade brasileira precisa ser capaz de honrar a palavra e sustentá-la até o fim, assumindo a opinião antes declarada. É preciso que ela seja assim: tomou partido, assuma, custe o que custar, doa a quem doer. Depois que o barco afundou, toda a desgraça ficou por conta do técnico e sua comissão. Não considero justa esta postura, tanto que apoiaria a permanência do Felipão e sua equipe no cargo.

Após a lavada que tomou da Alemanha, todo o repertório que comunga com vergonha e humilhação foi estampado na face de cada brasileiro, como se o Brasil fosse o espelho único e exclusivo do FUTEBOL. Isso é um absurdo e uma ignorância sem precedentes. O povo brasileiro tem, sim, muitos motivos para se envergonhar e de se ver em situação de humilhação: quando, por exemplo, não se manifesta a favor de melhorias na Educação, quando ela se vê traída pelo candidato a quem depositou o seu voto de confiança e, numa seqüência de pleito eleitoral, volta a votar no mesmo candidato, quando as denúncias escandalosas são repercutidas mundo afora, quando o Brasil é exposto como o país da impunidade.

Ninguém perde um jogo por querer, ainda mais de 7. Eu não concordo com a atitude do povo e muito menos da infeliz Confederação Brasileira de Futebol, que vive constantemente sob suspeita de manipular resultados em jogos dos campeonatos nacionais, tendo inclusive mantido o Fluminense na primeira divisão do Campeonato Nacional deste ano, levando para a segunda divisão a Portuguesa. Isso sim é que deve servir de vergonha para o povo brasileiro.

O que vai ser da seleção brasileira daqui pra frente ninguém é capaz de dizer. O certo é que cada craque que aparecer, o poder econômico dos clubes europeus e dos donos do petróleo vão levá-los e, conseqüentemente, vão estar longe dos olhos de quem haveria de observá-los. Estão querendo tapar o sol com a peneira. Agora é que a vaca vai pro brejo mesmo e o trauma vai ser ainda maior.

O povo brasileiro precisa parar de se fazer de vítima e coitadinho, e assumir os seus erros. A vergonha está aqui no Brasil por infinitos motivos e somente ele, o povo, pode mudar esta ridícula realidade, construindo ou tentando construir um país democraticamente verdadeiro, igualitário, com distribuição de renda e oportunidades para todos nas mesmas proporções.

Eu sou brasileiro: se a seleção venceu, vencemos nós, se ela perdeu, perdemos nós.

Gilson Nunes é jornalista e servidor público e escreve neste Blog todo sábado - gnunes01@yahoo.com.br

Postar um novo comentário

Comentários (1)

  • Ondino Lima Neto | Sábado, 19 de Julho de 2014, 09h46
    0
    0

    Parabéns pelo artigo, ele reflete o comportamento da maioria.

INíCIO
ANTERIOR
1 de 694