Cuiabá, 30 de Outubro de 2014
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MINISTÉRIO PÚBLICO | 27/12/2013, 11h:21 - Atualizado: 27/12/2013, 17h:14

MPE reajusta alimentação para R$ 1,2 mil; aumento atinge 9%

   Em ato administrativo publicado neste mês de dezembro no Diário Oficial, o procurador-geral de Justiça, Paulo Prado, aumentou o auxílio-alimentação dos promotores, procuradores e servidores do órgão em 9%. O beneficio no valor de R$ 1,1 mil subiu para R$ 1,2 mil mensais, o que corresponde a R$ 40 por dia. O novo valor passa a valer a partir de 1º de janeiro.

  O custo do benefício, somente com promotores e procuradores é de R$ 260,4 mil mensais. Anualmente, o valor chega a R$ 3,1 milhões.

  Prado garante que os maiores beneficiados com o reajuste são os servidores. Ele explica que o valor é o mesmo para procuradores, promotores e servidores. Ainda segundo ele, para o aumento do benefício, foi levado em consideração o índice da inflamação no decorrer deste ano que chegou a quase 6%. Também teriam influenciado o aumento da cesta básica e a majoração do quilo do alimento nos restaurantes.

  Segundo Prado, o reajuste não precisou passar pela apreciação do Poder Legislativo porque já havia um limite autorizado pela Assembleia e o acréscimo respeitou o teto. O curioso é que o valor recebido pelos membros do MP é 2,5 vezes maior do que o recebido pelos magistrados estaduais que hoje é de R$ 475. No Tribunal de Justiça, o auxílio alimentação para os juízes e desembargadores foi instituído este ano. Antes ele contemplava apenas servidores.

  Sobre a diferença significativa entre o auxílio-alimentação dos membros do MP e dos membros do Judiciário, Prado salienta que “o TJ oferece um valor menor porque tem muito mais servidor e por isso o impacto na folha é bem maior. Nós que somos um órgão menor, mais enxuto, dá para valorizar mais o servidor”.

  Além do auxílio-alimentação, os membros do MPE recebem outros cinco benefícios sendo eles transporte, moradia e ajudas de custo quando mudar de cidade e para aquisição de livros e materiais didáticos. Somados, os seis benefícios incorporados podem acrescentar quase R$ 10 mil aos salários que variam entre R$ 18 mil a R$ 25 mil de acordo com o cargo, tempo de serviço e entrâncias em que atuam.

Promotores e procuradores têm salários de até R$ 25 mil

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Comentários (7)

  • Gilmar Brunetto | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 21h02
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    Para os usuários do MT Saúde a contribuição do Estado é inconstitucional segundo o Tribunal de Contas, porém para alguns só falta agora o auxilio amante.

  • Elson Pereira | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 15h48
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    Entendo que os doutos promotores devem ter um cardapio balanceado, visto cumprirem uma rotina exaustiva, que não permitem deslocarem até suas residências e efetuarem as ditas refeições nelas, como todo brasileiro trabalhador que sobrevive com mísero salario minimo, o que representa para uma familia composta de três membros, de almoço e janta individual no valor de R$12,00 para tds, lembrando que inexiste a palavra café da manhã, mas como colaboramos menos para o crescimento deste Brasil inusitado, que Autoridades ganham cada vez mais e trabalham cada vez menos, como dizia um velho apresentador da TV Brasileira "ISSO É UMA VERGONHA", que faz o Estado são o povo, então mobilizemos e mostremos que somos um povo pacífico, ordeiro, consciente, mas cansado das roubalheiras dessas figuras.

  • Hans Maier | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 14h37
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    Não é à tôa que o Sr Paulo Prado está muito, mas muito, acima do peso. Vejam a foto, que fofura.Estou cada dia mais envergonhado com as chamadas "autoridades" deste país.

  • cELSO bIZARRO | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 12h50
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    O Pessoal lá em cima só tão que aumenta salários /benefícios para eles, sabedores de que existe inflação, agora e nós cá embaixo não merecemos tambémpt

  • Celino Teodoro de Melo | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 11h48
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    Eles trabalham domingo e feriado? R$ 40,00 X 30/dias = R$ 1.200,00...Isso é sacanagem com a maioria do cidadão de MT e do Brasil em geral...Enquanto a maioria ganha um salário mínimo por mês, essa cambada vai embolsar, quase 2 salários mínimos só para comer...São, realmente um bando de comilões, sem o que fazer, só pensam em se esbaldar...Às custas, é claro do pobre e esfolado cidadão de MT...Vão trabalhar, cambada de sem o que fazer e deixem de surrupiar os cofres públicos...

  • Ezequiel Salomão da Silva Salomão da Sil | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 11h41
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    Caro colega Romilson porque voCê não faz uma pesquisa sobre esse absurdo, se a população aprova ou não essa palhaçada do "MISTÉRIO PUBLICO".

  • Ezequiel Salomão da Silva | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 11h35
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    Nãoooooooooooooooooooooooooooooooo acriditooooooooooooooooooooooooooooooooooo!

| 30/10/2014, 10h:38 - Atualizado: 02h atrás

Suplente de Taboreli avisa que vai adotar postura de oposição ao prefeito Walace


Gilberto Leite/Rdnews

suplente de pery taboreli a vereador por Varzea Grande Nilo Campos PV

Suplente de vereador por VG Nilo Campos (PV) vai adotar postura de oposição

O suplente de vereador por Várzea Grande, Nilo Campos (PV), que vai assumir o lugar do vereador coronel Pery Taboreli (PV), em fevereiro, quando for empossado na Assembleia, deve manter a linha de "ataques" e oposição do militar na Câmara. Em entrevista concedida ao Rdnews, Nilo classificou a gestão do prefeito Walace Guimarães (PMDB) como péssima e deu nota cinco à sua administração.

O vereador está atuando na Câmara devido ao pedido de licença de Taboreli para concorrer à vaga de deputado estadual. O deputado eleito volta ao cargo na próxima semana para terminar a legislatura de 2014.

Nilo, que é líder comunitário, disse que as denúncias contra a gestão do peemedebista irão continuar, por se tratar de demanda pública. Como exemplo, citou a investigação no Pronto-Socorro que recebeu a visita do juiz da 3ª Vara de Fazenda Pública, Alexandre Elias Filho, devido à precariedade do local.

O magistrado concedeu o prazo de 10 dias para que a Vigilância Sanitária, o Corpo de Bombeiros e os conselhos de Medicina e de Enfermagem apresentem relatórios circunstanciados a respeito do hospital. A interdição foi mencionada, mas serão aguardados os relatórios para sair a decisão judicial.

Ainda sobre a gestão, Nilo explica que a cidade não pode reviver dias tumultuados como no passado, quando teve três prefeitos em um só dia. Na ocasião Murilo Domingos (PR) que era prefeito foi afastado pela manhã, o vice Tião da Zaeli (PSD) assumiu, porém também foi afastado em seguida. “E Várzea Grande amanheceu com o presidente da Câmara da época, João Madureira (PSC), como novo gestor”, lembra.

O vereador assegura que, caso a gestão Walace continue pífia, recheada de denúncias, corre o risco de viver os mesmos problemas e quem perde com todas as mazelas administrativas são os munícipes.

Interesse

Apesar do “aviso” sobre a postura de oposição, Nilo afirma que seu posicionamento será menos ofensivo e mais criterioso em relação às ações do peemedebista. O intuito é conseguir recíproca do Executivo para viabilizar projetos.

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| 30/10/2014, 08h:43 - Atualizado: 03h atrás

Rondonópolis resgata Adilton à Câmara


Fernando Ordakowski

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Deputado federal Adilton Sachetti obteve votação expressiva em Rondonópolis e chega à Câmara

Embora sustentada eleitoralmente pelo setor produtivo, a candidatura vitoriosa à Câmara Federal de Adilton Sachetti (PSB) teve peso fundamental do eleitorado rondonopolitano. Nesse município em que foi prefeito e perdeu a reeleição, Adilton, que hoje mora em Cuiabá, teve 47.866 dos 112.722 votos. Isso o colocou na segunda colocação dos mais votados no Estado. Só perdeu para Nilson Leitão (PSDB), que obteve 127.745 votos e foi reeleito. O próprio Adilton avalia que a conquista de vaga na Câmara Federal representa o resgate da credibilidade e confiança dos eleitores, principalmente dos de Rondonópolis.

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Comentários (1)

  • Anderson | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 09h56
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    É isso ai Rondonópolis como bem diz o texto acima HOJE MORA EM CUIABÁ.......quero ver como os eleitores de Rondonópolis irão conseguir aproximação com alguém que nem da cidade é.Rondonópolis sem representatividade federal agora quero ver, antigamente tinha o Fagundes a gente quase não o vi mas estava presente em Rondonópolis, tem o Bezerra mas esse nem conta também.....O cara perdeu a prefeitura de Roo sumiu ficou magoado e desapareceu e se antes ninguém o vi nesse período como as pessoas irão cobrar ações de uma pessoa que não reside lá??Essa eu quero ver de camarote se eu pagar minha língua bem mas a história nunca se provou ao contrário!Rondonópolis sempre elegendo pessoas que não moram lá Parabéns!

| 30/10/2014, 07h:42 - Atualizado: 03h atrás

A primeira Meia Maratona de MT

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Maria Rita

Este domingo foi histórico para o esporte do Estado com a realização da Meia Maratona Desafio Senta a Púa. Pela primeira vez foi realizada uma prova com distância tão longa. Foram 21 quilômetros de um trajeto bastante difícil com estradões de terra, trilhas, paredões, riachos e uma das mais belas vistas de Chapada dos Guimarães. Ao todo, 300 atletas participaram. Para muitos, a primeira experiência em tal distância.

A largada ocorreu no horário. Após uma breve oração, para que todos os corredores se sentissem protegidos, eles saíram em disparada. Cada um com um foco. Completar, conhecer uma nova modalidade de corrida, baixar o tempo ou simplesmente debulhar o caminho, como fez o vencedor da categoria solo masculino Alison Vinicios. O rapaz de apenas 19 anos veio de Dom Aquino para competir e completou o percurso em 1h 32min.

No feminino a vitória foi da atleta de Sinop, Ivone Bassegio, que fechou o percurso em 1h52 min. Apesar de haver premiação em dinheiro, o nível da prova foi excelente. Inclusive com a estreia nas trilhas da corredora Nadir Sabino, que já venceu cinco vezes a Corrida de Reis. Além da prova solo, havia a disputa das duplas. Subiram ao topo do pódio no masculino os atletas Fernando  Góis e Gilmar Oliveira de Souza. No feminino Patricia Emilino e Giulliana  Targa. Já no misto os vencedores foram Valdemi Delmondes e Lucilene Farias.

Mais o mais bacana desta prova é que não parecia uma corrida comum. A atmosfera foi muito diferente. Os atletas que não estavam em busca de pódio se ajudavam, davam as mãos, seguiam próximos e trocavam muitas palavras de incentivo. Talvez a dificuldade dos terrenos, talvez o cansaço, o momento histórico ou simplesmente a beleza das paisagens. É difícil explicar, mas é notório que os participantes sentiram uma grande emoção. Muitos se dirigiram a nós, os organizadores, para agradecer pela oportunidade de viver esta experiência. Um momento muito marcante foi a chegada do competidor que fechou a prova, Edinaldo Lemos. Já no final da prova ele foi escoltado pelos oficiais da Aeronáutica e juntos cruzaram a linha de chegada.

A nós da organização fica o muito obrigado a todos que participaram de alguma forma do evento. Os que trabalharam nele deram com certeza o melhor de si. Os competidores toparam o desafio e não desistiram de completar. E os patrocinadores mostraram que acreditam no esporte de Mato Grosso. Obrigado a marca esportiva Salomon, a empresa de eventos FGS e a PrintPress pelo incentivo.

Que venha 2015 e com ele a segunda edição do Desafio. Se você não está preparado tem um ano para treinar e participar da mais longa corrida de Mato Grosso. Se você já participou programe-se para voltar a Chapada no próximo ano e reviver esta grande emoção.

Maria Rita Ferreira Uemura é jornalista, empresária, diretora da empresa de eventos de aventura ULTRAMACHO e escreve exclusivamente toda quinta-feira neste Blog (www.ULTRAMACHO.com.br) - e-mail: ferreirauemura@gmail.com

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Comentários (2)

  • Zé Poxoréo | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 11h01
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    A ideia da prova é ótima, mas penso que a organização poderia e deveria aproveitar o evento para cobrar das "autoridades" historicamente inertes sobre a aplicação de medidas de proteção do meio ambiente. Na sexta-feira, por exemplo, quem passava pela rodovia era possivel enxergar um cinturão de fogo nos morros da Chapada. E o que fizeram as autoridades? Como sempre nada! Aliás, existe um jogo de empurra entre ICMBIO e o Estado e no fim todo ano tudo fica como sempre foi, ou seja, em chamas e nunca ninguém é punido.

  • Victor Gabriel Bueno Duarte | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 11h00
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    Prova muito linda! Ano que vem voltaremos com uma grande equipe. Parabéns pela organização impecável.

Judiciário | 29/10/2014, 17h:29 - Atualizado: 02h atrás

Silval e secretários já recorrem da decisão; governador teve R$155 mil "congelados"


O governador Silval Barbosa (PMDB) apresentou recurso no Tribunal de Justiça contra a decisão do juiz Luís Aparecido Bertolucci Júnior, da Vara Especializada de Ação Civil Pública e Popular, que atendeu pedido do Ministério Público Estadual determinando o bloqueio de R$ 73 milhões das contas do peemedebista. O despacho em caráter liminar também atinge os secretários Pedro Nadaf, da Casa Civil, e Marcel de Cursi, da Fazenda, o ex-secretário do MT Par Edmilson dos Santos, o economista Valdir Boni e a empresa JBS Friboi. O grupo foi acionado por supostas irregularidades em benefícios fiscais concedidos ao frigorífico.

Todos os envolvidos, com exceção da JBS Friboi, já recorreram da decisão. Os agravos de instrumentos foram impetrados, nesta terça (28), e estão sob responsabilidade da desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho. A magistrada é irmã do secretário estadual de Justiça e Direitos Humanos, Luiz Antônio Pôssas de Carvalho, e deve se declarar suspeita para julgar os recursos.

A denúncia do MP aponta criação fictícia de crédito tributário visando beneficiar a JBS. Por isso, a ação civil pública apura atos de improbidade administrativa. Conforme a decisão, a Divisão de Operações Imobiliárias da Receita Federal deve informar se os réus da ação apresentaram evolução patrimonial, sem receita justificada, nos últimos cinco anos.

Reprodução

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 Governador Silval, secretários Marcel de Cursi e Pedro Nadaf, e ex-secretário Edmilson dos Santos

Além do bloqueio de R$ 73 milhões, o magistrado impôs a transferência do sigilo fiscal dos réus referentes aos exercícios de 2008, 2009, 2010, 2011 e 2012. Os cartórios de registros de imóveis de Cuiabá e Várzea Grande foram oficiados para averbação em todas as matrículas de imóveis pertencentes a Silval, Nadaf, Marcel, Edmilson, Valdir e a JBS na cláusula de indisponibilidade de bens. O magistrado também solicitou pesquisa e inserção de restrição de indisponibilidade, através do sistema Renajud, nos registros de veículos cadastrados em nome dos réus da ação. A Receita Federal, por sua vez, deve fornecer cópia do dossiê integrado CPF e declaração de imposto de renda dos réus.

O juiz ainda decretou que o processo trâmite em segredo de Justiça. “A fim de resguardar o acesso das informações oriundas da transferência de sigilo fiscal e da exibição de documentos por pessoas com fins espúrios e destituídos da finalidade probatória para a qual será permitido o seu uso”.

Valores

A Justiça já bloqueou R$ 73 milhões das contas da JSB Friboi, enquanto Silval teve pouco mais de R$ 155 mil congelados em conta corrente no Banco Bradesco. Das contas de Marcel foram bloqueados R$ 1,6 milhão e Nadaf sofreu bloqueio de R$ 282 mil. Já Edmilson Santos teve apenas R$ 1,6 mil sequestrados pela Justiça e Valdir Boni R$ 543 mil.

Justiça bloqueia contas e determina quebra de sigilo do governador - veja

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Câmara Federal | 29/10/2014, 17h:25 - Atualizado: 29/10/2014, 17h:41

Ministro é convocado pela Câmara para explicar alteração na realização de prova


 O ministro da Agricultura Neri Geller (PMDB), um dos principais apoiadores da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) em Mato Grosso, está na mira da oposição na Câmara Federal. O peemedebista foi convocado para prestar esclarecimentos sobre decisão da pasta de transferir a responsabilidade pela realização de provas de controle de qualidade em vacinas contra a febre aftosa.

Marcela Machado

neri geller.JPG

Ministro Neri é convocado por Câmara

Além de Neri Geller, a Comissão de Agricultura também conseguiu aprovar, nesta quarta (29), a convocação do ministro de Minas de Energia Edson Lobão (PMDB-MA). Neste caso, o tema é a venda de parte da Centrais Elétricas de Goiás à Eletrobras. Os requerimentos apresentados pelo senador eleito Ronaldo Caiado (DEM-GO) serviram como demonstração de força dos oposicionistas. No discurso, o democrata acusou Dilma e o PT de terem plantado “a discórdia e o separatismo” e disse que a campanha da reeleição foi a mais “suja e sórdida” da história. Além disso, afirmou que os ministros serão levados ao Congresso “debaixo de vara”. 

Neri Geller esteve na linha de frente da campanha de Dilma no Estado e chegou a se licenciar do cargo para articular apoio no setor produtivo. Caiado, apesar de manter base política em Goiás, também interveio em Mato Grosso durante o segundo turno para rebater críticas do senador Blairo Maggi (PR) ao candidato oposicionista Aécio Neves (PSDB-MG). 

A Comissão de Agricultura ainda analisa a convocação do ministro da Integração Nacional Francisco Coelho Teixeira. Os parlamentares cobram explicações sobre processos de situação de emergência no país. Na terça (29) à noite, a oposição já havia imposto a primeira derrota de Dilma após a reeleição. Com apoio do PMDB, conseguiram derrubar o decreto do governo federal que criava a Política Nacional de Participação Social.

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Comentários (2)

  • VICENTE TRINDADE | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 09h16
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    esse Ronaldo Caiado e nada é uma coisa só, não admite derrota mas ta sempre apanhando e vai apanhar por mais doze anos, a tucanada vai comer mamão e ovo noutra freguesia..

  • benedita | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 21h20
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    Prestigiado pelo Planalto, fritado na Câmara, e ainda se sente preparado para manter-se na pasta no segundo mandato da presidente, vai pedalar muito.

| 29/10/2014, 11h:00 - Atualizado: 29/10/2014, 17h:33

MP abre investigação contra funcionários do MT-PAR devido recebimento de propina


Rdnews

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Presidente Cesar Zílio afirma que MT Par nunca fez contratos e denúncia é falsa

O Ministério Público instaurou um inquérito civil para apurar denúncias referentes a recebimento de pagamento de propina por funcionários do MT-PAR, autarquia estadual. Conforme portaria assinada pelo promotor Wagner Cezar Fachone, da 13ª Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa de Cuiabá, o procedimento criado ainda deve investiga possível existência de “outras irregularidades perpetradas pela empresa”. 

No documento, o promotor destaca a necessidade de instruir os autos com mais informações a fim de subsidiar as medidas judiciais ou extrajudiciais por ventura cabíveis à proteção do patrimônio e da probidade administrativa. A investigação encontra-se na fase de inquérito e, por conta disso, o MP não divulgará nomes para que a apuração do caso não seja prejudicada.

O presidente do órgão, Cesar Zílio, afirma que teve conhecimento da denúncia, mas garante que as informações prestadas ao MP não procedem. “Nunca tivemos contratos aqui, então essa é uma informação de quem só quer causar um constrangimento à empresa”, assegura. Atualmente o MP-PAR atua na elaboração de projetos internos para a realização de negócios futuros, de acordo com Zílio.

O MT-PAR foi criado em 2012 por meio de decreto assinado pelo governador Silval Barbosa (PMDB) com a finalidade de promover a geração de investimento em Mato Grosso, colaborar, apoiar e viabilizar a operacionalização do Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas sob as diretrizes do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas; comprar e vender participações acionárias, podendo constituir empresas com ou sem propósito específico, firmar parcerias e participar do capital de empresas públicas ou privadas; gerir os ativos patrimoniais e financeiros a ela transferidos pelo Estado, por meio da administração direta ou indireta, ou que tenham sido adquiridos a qualquer título; a exploração de concessões de rodovias, ferrovias, aeroportos, portos fluviais, bens e serviços públicos; desenvolver e gerenciar programas e projetos estratégicos de Governo.

Transição acompanha obras da Copa, MT Saúde, MT Prev e MT Par - veja

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Comentários (2)

  • Jose carlos | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 15h20
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    Taca lhe pau marco véio

  • marta | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 12h48
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    esse ai tem cara de quem trabalha igual a tartaruga....

| 29/10/2014, 10h:55 - Atualizado: 29/10/2014, 11h:06

Eraí vê as portas do Paiaguás e Planalto se abrirem, mas tem José Riva no encalço


Fernando Ordakowski

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CPI da Cooamat, proposta por José Riva (PSD), tem atormentado a vida do rei da soja Eraí Maggi (PP)

Ele foi importante e fundamental, principalmente no apoio financeiro para a eleição de Pedro Taques ao Governo e à reeleição da presidente Dilma. De um lado, terá portas abertas no Palácio Paiaguás e no Planalto, mas, momentaneamente, se vê acuado. O mega empresário Eraí Maggi (PP) foi o que mais investiu na campanha de Taques e, em âmbito nacional, anunciou apoio à Dilma como voz forte do agronegócio. Saiu vitorioso nas duas investidas. Mas, Eraí tem o deputado José Riva (PSD) no seu encalço. Na bronca com o mega empresário, Riva conseguiu emplacar uma CPI na Assembleia que está tirando o sono de Eraí. Ele é acusado de usar a Cooamat para cometer fraudes. Nos bastidores, a articulação é forte para que a comissão vá em frente. O sossego de Eraí só vai recomeçar quando Riva deixa a Assembleia. Faltam 90 dias.

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Comentários (1)

  • Rodolfo | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 16h13
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    2

    Acho muito engraçado esta legislatura inventar CPI baseada em magoas eleitorais. o senhores Deputados tiveram 48 meses para criar CPI e investigar quem quer que seja com todo tempo do mundo. Agora vejamos a 3 meses do final do mandato os Ilustres deputados inventam 3 CPI s paciência. Os senhores deputados tinham que ter era muita vergonha na cara de propor uma palhaçada desta, aos que vão saindo da Assembleia já vão tarde, aos que chegam novos por favor direcione os interesses do povo que elegeram os Senhores.

| 29/10/2014, 09h:11 - Atualizado: 29/10/2014, 09h:26

Bolsa Bobagem

Promotor propõe acabar com a "bolsa propina e bolsa pirataria"

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Ari Madeira

Se a onda é falar bobagem, vamos criar um Brasil somente para os que votaram em 2014 motivados pelo programa Bolsa Família e eu vou morar lá. Explico: Eu vou morar lá porque a presidente da República será a Dilma, em quem eu não votei, mas que foi escolhida pela maioria do povo brasileiro. Lamentavelmente, sem a participação de milhões de pessoas que se furtaram ao compromisso do exercício da cidadania, para quem talvez tenhamos que criar outro Brasil. 

Eu vou morar lá porque o Presidente da República também será o Aécio, em quem eu votei sim convicto de que fiz o melhor para a economia brasileira, embora não estivesse contente com a promessa dele de não acabar (mesmo que fosse de forma gradual) com o Bolsa Família.

Essa política social me parece equivocada, aliás, parece-me nada cristã e a mais desavergonhada compra de votos institucionalizada no Brasil, disfarçada de política de inclusão social. Pois bem, como diria minha esposa, não tenho medo nem da fome, portanto, nesse Brasil, Bolsa Família até que passa. 

Entretanto, algumas coisas, que estão ao meu alcance, eu mesmo vou mudar. E estou à procura de partidários para o seguinte compromisso: “Vamos acabar com o bolsa propina, bolsa pirataria, bolsa software craqueado, bolsa cola escolar, bolsa amante, bolsa skygato, bolsa eletrogato, bolsa atestado médico, bolsa pornografia, bolsa tirar vantagem em tudo, bolsa sonegação, bolsa rouba mas faz, bolsa fura fila, bolsa jeitinho, bolsa-omissão, bolsa vendi meu voto...”

 No meu Brasil, isso não valerá.

Tenho a maior esperança de que esse meu novo Brasil será maravilhoso, belo, forte, impávido colosso!

Ari Madeira Costa é promotor de Justiça de Rondonópolis

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Comentários (25)

  • José Carlos Fanaia Teixeira | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 10h56
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    José Carlos Fanaia Teixeira, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • robertão | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 10h51
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    0

    robertão, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Gilston | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 09h59
    1
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    Parabéns ao internauta Heleno | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 16h50. Eles recebem tantas bolsas que só mudaram os nomes pra auxílios. É auxílio livro, auxilio palitô, auxilio gabinete, auxílio cartão, auxílio passagens, auxílio moradias e por ai vai. Dois peso e duas medida. Pelo amor de Deus não estou aqui ofendendo ninguém já que promotor escreveu seu pensamento, temos direito de expor o nosso.

  • Gilston | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 09h39
    1
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    Promotor Ari Madeira me responda alias, não precisa responder: qual é a diferença entre doação de brinquedos e sacolão que geralmente são feita por primeiras damas para as famílias e crianças pobre no natal, com esta bolsa ai que o senhor demonstra ser contra? Ambas são em caráter social, mas lá no fundo tem caracteres politiqueiros ja que elas chama e imprensa e faz aquele barulho filmando pessoas com sacolão nos ombros.Então tem que acabar com estas doações e fomentar outras coisas que não seja doações.

  • sidinei de conti | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 21h26
    1
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    sidinei de conti, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • olhodeaguia | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 19h01
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    1

    ate que emfim alguém começa a ver que o bolsa família nada mais é do que compra de voto antecipado e com dinheiro do povo, alguém tem fazer alguma coisa.

  • edson | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 18h46
    3
    3

    Quem é esse promotor? Ministerio publico é mero palpiteiro. Chora nenem, chora. O povo vence de novo.

  • JOSÉ CARLOS | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 18h10
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    ...PORQUE AO INVÉS DA BOLSA FAMÍLIA NÃO SE CRIA UMA BOLSA TRABALHO? PARA QUE O POVO BRASILEIRO COMECE A VIVER COM DIGNIDADE NECESSÁRIA E NÃO MAIS VIVER DE ESMOLAS E MIGÁLIAS E REFÉM DE POLITÍCOS???

  • Jesus | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 17h59
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    Mto bem Heleno....esse Promotor nem parece que estudou, e ocupa uma posição importante na sociedade. Com essa postura e possível perceber qual é a sua visão retrÓgrada sobre assuntos importantes. Senhor Promotor a nossa Presidenta teve mais de 50 milhões de votos, dos quais aproximadamente 30 milhões foram nas regiões sul, sudeste e centro oeste. Com certeza não são votos apenas de quem recebe benefícios oficiais. tem muita gente que votou por opção entre o avanço(LULA) e o atraso(FHC) .Aprenda a fazer contas, leia um pouco mais sobre politicas, sociedades e principalmente historia do Brasil para não escrever bobagens. O senhor com esse discurso e mais um representante da Elite que ainda não entendeu o que é Democracia.

  • MAURO VG | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 17h54
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    Na verdade, o povo brasileiro é muito hipócrita! falam em corrupção, mas adoram burlar a lei, sonegando impostos, furando filas em todos os lugares, utilizando-se de atestados médicos falsos para cabularem serviço, gostam de se dar bem em cima dos outros e isso que mencionei acima é sua uma parte das "qualidades" do povo brasileiro. Não adianta reclamar que politico é corrupto ou ladrão, a mudança tem que começar dentro de cada um de nós, só assim poderemos almejar dias melhores!

| 29/10/2014, 07h:38 - Atualizado: 29/10/2014, 07h:53

Para entender o resultado (I)

vinicius_artigo_quarta

Vinicius de Carvalho

Terminada a eleição, é chegada a hora de analisarmos os resultados. O resultado na disputa pelo 2º turno da eleição presidencial entre Dilma Rousseff e Aécio Neves foi o mais apertado da história republicana, com cerca de 3 milhões e meio de votos num colégio eleitoral de 142 milhões. Aécio Neves venceu em 11 Estados e no Distrito Federal. Repetiu-se a geografia do voto que vem marcando as últimas eleições presidenciais desde 2006. A votação em Minas Gerais tem sido apontada como decisiva para o resultado nacional, uma vez que esperava-se uma vitória de Aécio Neves em seu Estado por uma margem de pelo menos 1 milhão e meio de votos a mais que Dilma.

Sempre procuro analisar padrões históricos, ao invés de seguir matrizes explicativas que enfocam as pessoas e não as estruturas socioeconômicas e políticas. Nesta perspectiva, relembramos que Minas Gerais sempre segue a tendência nacional, acompanhando a votação alcançada no Brasil ou ditando-a, como preferirem.  A última vez que isto aconteceu foi em 1950, quando o brigadeiro Eduardo Gomes venceu Getúlio Vargas em Minas Gerais por menos de 2% dos votos válidos e perdeu em nível nacional. Isto aconteceria pelo fato de Minas Gerais ser um Estado síntese do Brasil, por sua posição centralizada, as fronteiras com quase todas as regiões e a presença em seu território de municípios com características do Sul/Sudeste, Nordeste, Centro Oeste e Norte. A diferença de cerca de 5% na votação final ficou muito um pouco maior apenas do que a nacional.

Portanto, a despeito das expectativas criadas antes da campanha de que uma chapa composta por Minas Gerais e São Paulo poderia vencer nos dois principais colégios eleitorais do Brasil e abrir uma boa vantagem nacional, o resultado não traz tanta surpresa. Nos cabe até conjecturar se um candidato de outro Estado não fizesse uma votação inferior, como Serra que perdeu em 2010 por quase 1 milhão e 800 mil votos.

Mas, isto não nos dispensa de examinar os erros de Aécio Neves em Minas Gerais. Um fato muito destacado pela imprensa foi a vitória da oposição com o candidato do PT Fernando Pimentel. Desta forma, o principal erro de Aécio Neves teria sido sua dificuldade na formação de um sucessor no próprio PSDB. O estilo de política adotado aproximou-se dos padrões oligárquicos tradicionais quando Aécio optou por não criar rivais fortes dentro do próprio partido.

Nas duas eleições para o Senado acabou colocando os candidatos quase octagenários Eliseu Rezende e Itamar Franco. Não por acaso ambos morreram no exercício do mandato, deixando o Estado com dois suplentes naquela casa legislativa. Como sabemos, os senadores são pré-candidatos a Governador, já que passam por uma eleição majoritária. Para seu sucessor, Aécio escolheu seu vice-governador Antonio Anastasia, alguém sem expressão política própria e que nunca passara por nenhuma eleição anterior. Seria um político mais fácil de tutelar na disputa partidária interna. Já o ex-governador Eduardo Azeredo, outra liderança do PSDB de Minas Gerais, acabou sendo alvejado pelo escândalo do chamado “mensalão tucano-mineiro” e retirou-se do cenário político.

Os principais sucessores formados por Aécio Neves estão em outros partidos, como o atual prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda e o ex-prefeito Fernando Pimentel. Isto fazia parte da estratégia de “abrir pontes” com outras siglas visando o eleitorado de Belo Horizonte e região Metropolitana, bem como a futura candidatura presidencial. Sempre foi uma estratégia de risco, como demonstrado no último domingo. Continuo na próxima semana.

Vinicius de Carvalho Araújo é gestor governamental do Estado, mestre em História Política, professor universitário e escreve neste Blog toda quarta-feira vcaraujo@terra.com.br www.professorviniciusaraujo.blogspot.com

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Comentários (1)

  • Josilene | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 22h31
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    Excelente artigo Professor! Concordo com sua análise. Parabéns!

| 28/10/2014, 18h:04 - Atualizado: 28/10/2014, 18h:18

Devido às fortes chuvas, prefeitura lança operação para a prevenção de enchentes


Reprodução

enchente_carmindo_campos.jpg

A avenida Carmindo de Campos é exemplo de local que fica inundado em Cuiabá após fortes chuvas

A fim de evitar transtornos ocasionados pelas fortes chuvas que caem em dezembro e janeiro no Estado, a Prefeitura de Cuiabá lança a operação “Guarda Chuva”, que tem como objetivo prevenir enchentes em córregos e desalojamentos de famílias. O projeto será de conscientização para os moradores de locais de riscos e que, na maioria das vezes, depositam lixo em lugares inapropriados. Por isso, o programa deverá ser voltado à limpeza de córregos, o que evitará problemas mais graves quando as chuvas tornarem-se mais constantes e intensas.

A campanha será feita com a divulgação de anúncios explicativos e orientativos na mídia, afixação de cartazes, além de folders e panfletos, que serão distribuídos à população. O material distribuído dará orientações básicas de como se prevenir antes e depois das chuvas, além de como proceder durante uma possível enchente.

Um dos locais mais atingidos pelas chuvas é o córrego do Barbado, localizado próximo a avenida Fernando Correa, além do Campos Elísio e Parque Atalaia que costumam deixar desabrigados. Outro fator predominante é o nível do rio Cuiabá, que geralmente sobe e afeta os moradores ribeirinhos. Por isso, a precaução de limpar telhados e calhas para evitar entupimentos, bem como não jogar lixo em bueiros (bocas de lobo), ruas ou em terrenos baldios.

A Defesa Civil ainda recomenda quanto ao uso da água, após as chuvas. A orientação é que não se beba água oriunda de inundação ou enchente, nem coma alimentos que tiverem contato com o líquido, com a finalidade de prevenir doenças como leptospirose e hepatites. (Com Assessoria)

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Comentários (2)

  • eduardo | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 09h39
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    E também que tal realizar coleta do lixo, para que seu povo sem educação não jogue o lixo nos corregos e rio. Me admira o Senhor prefeito em realizar tal procedimento, pois aposto o que for que Cuiabá terá seus bairros inundados,,,não existe rede pluviométrica suficiente para escoar a quantidade de chuva que despeja no período......INCAPACIDADE TOTAL

  • Ademir | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 07h25
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    E que tal lixeiras para uma cidade que não tem e o povo mal educado e complacente com a falta de gestão de uma Prefeitura joga mesmo o lixo no chão, temos de ter lixeiras e muitas, em inúmeros locais, tem ruas e avenidas que pasmem você anda centenas de metros e nenhuma lixeira, algumas ruas são quilômetros sem lixeira, acorda Prefeito Mauro Mendes, lixeiras JÁ para Cuiabá!!!

| 28/10/2014, 17h:45 - Atualizado: 28/10/2014, 20h:20

Deputado Brunetto no RDTV nesta 4ª


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ademir_brunetto.jpg

Deputado estadual Ademir Brunetto (PT) participa ao vivo do RDTV desta 4ª - veja e mande sua pergunta

O RDTV desta quarta (29) conta com a participação ao vivo do deputado estadual Ademir Brunetto (PT) para falar sobre os trabalhos que está desenvolvendo na Assembleia Legislativa, assim como repercutir o desempenho do partido em Mato Grosso nestas eleições, que conquistou apenas uma vaga na Câmara Federal com a reeleição de Ságuas Moraes (PT).

Os internautas interessados em participar desse bate-papo devem acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br, a partir das 8h30 ou clicar no botão RDTV disponível no topo do portal RDNews. Ainda é possível acompanhar a programação em tempo real por meio da TV Mato Grosso (canal 27).

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Senado | 28/10/2014, 15h:30 - Atualizado: 28/10/2014, 19h:42

Cabo eleitoral de Dilma, Blairo vê país dividido, mas crê num mandato melhor


Assessoria

blairo_700

Senador Blairo Maggi avalia que Dilma fará um mandato melhor que o primeiro

O senador Blairo Maggi (PR), que preside a Comissão de Meio Ambiente do Senado (CMA), aproveitou a sessão realizada na manhã desta terça (28) para parabenizar a presidente Dilma Rousseff (PT) pela reeleição. O republicano também disse acreditar que o segundo mandato será melhor do que o primeiro. 

Segundo Blairo, no seu primeiro discurso, após reeleita Dilma pregou o diálogo como forma de fazer o país avançar. “Considero isso muito importante, principalmente neste momento em que o Brasil está dividido entre os que votaram e os que não votaram”.

  Blairo, que governou Mato Grosso entre 2003 e 2010 teve atuação discreta na campanha durante o primeiro turno. Apesar da política de alianças do PR, se recusou a pedir votos ao candidato a governador derrotado Lúdio Cabral (PT) e somente gravou depoimento para o correligionário e senador eleito Wellington Fagundes.

No segundo turno, Blairo participou mais ativamente da campanha em defesa da reeleição de Dilma. O senador também polemizou com representantes do setor produtivo de Mato Grosso que apoiavam Aécio Neves (PSDB) à presidência ao dizer que a eleição do tucano será negativa para o agronegócio e que os produtores seriam "patrolados".

MP 651

Depois, ainda em discurso nesta terça (28), Blairo falou sobre a apreciação da Medida Provisória 651, de 9 de julho de 2014, que contém uma emenda do suplente  Cidinho Santos (PR), que ocupou a vaga do republicano durante seis meses. O texto prevê zerar a alíquota da contribuição do PIS/PASEP e COFINS devidas pelas empresas que prestam serviços de reforma de pneus usados.

Para Blairo, a MP 651 privilegia questões ambientais por gerar menos demanda por pneus novos. “A reforma de pneus reduz a emissão de gases do efeito estufa proporcionando economia no consumo de petróleo, além de diminuir os custos com o transporte de cargas e passageiros”, salientou. De acordo com Blairo, a reforma de pneus também posterga a destinação final da carcaça, reduzindo os impactos ambientais. O senador ainda lembra que não é uma atividade poluidora e seus resíduos são reciclados por outras atividades, como fornos de cimenteiras, agregados à mistura e à composição para artefatos emborrachados, asfaltos ecológicos e outros insumos.

 Além dos ganhos para o meio ambiente, Blairo lembra que a atividade que gera mais de 250 mil postos de trabalho, entre unidades reformadoras, vendedores, borracharias e fornecedores de matéria-prima.  “O estímulo beneficiará toda a cadeia, cenário este, que movimento hoje quatro bilhões de reais por ano no Brasil”, ponderou o senador. O prazo de validade da MP é até 6 de novembro. Se for aprovada pelo Plenário do Senado, segue direto para sanção ou veto da presidente Dilma. (Com Assessoria)

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Comentários (12)

  • wagner Jr. | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 10h40
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    O Pais esta dividido; Os Vitoriosos e os DERROTADOS!!! kkkk...

  • Solange | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 08h30
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    Ainda bem que ele não vai precisar da ajuda da esposa do Mauro Mendes.

  • PAULO F. COSTA | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 08h19
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    NÃO VI EMPENHO NENHUM DESSE CIDADÃO PELA REELEIÇÃO DA PRESIDENTA DILMA , DEU UMA DECLARAÇÃO PORQUE FOI PRESSIONADO. VAMOS PERGUNTAR PARA O LÚDIO O QUE QUE ELE ACHA DESSE CABO ELEITORAL.

  • maria | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 08h11
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    É isso ai Rebeca. Aos derrotados a DERROTA!!!

  • Rebeca Cantarini | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 06h17
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    A maioria governa a minoria, nem que seja por um voto. Não há divisão. Isso interessa apenas aos fisiológicos.

  • Antonio Marcos | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 00h29
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    Blairo Maggi (PR) votou a favor da Medida Provisória MP 650 que dispõe sobre a restruturação da carreira Policial Federal que foi aprovada ontem (28), aquela que a presidente nomeia o diretor geral da Policia Federal......impressionante como pode ser tão amarrado.

  • dora | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 23h51
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    Hum....só observando..., não vi emprenho desse senhor, achei que pelo que ele conquistou no governo do PT deveria trabalhar dia e noite pela reeleição da Dilma, foi omisso. Ficou encima do muro. Onde o agronegócios domina o PT perdeu feio. Mal agradecido isso sim.

  • Rubens | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 22h30
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    Esse cidadão quando foi governador do estado, a sua fortuna era pequena, Em 2014, possui a 5º maior foturna pessoal do Brasil, é impressionante como a politica enriquece.... Fora Blairo interesseiro..

  • Amarildo | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 20h00
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    Depois desse discurso desse Senador pode se ver sua visão politica falar que o segundo mandato da Dilma vai ser melhor. ele próprio reconhecendo que o primeiro foi péssimo. como falou Ronaldo Caiado ele só olha para seu umbigo.

  • CESAR AUGUSTO | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 18h58
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    BLAIRO MAGGI QUEM DIRIA VOTA NO PT SERA QUE ELE TEM BOLSA AGRONEGÓCIO

| 28/10/2014, 12h:27 - Atualizado: 28/10/2014, 12h:37

Grupos de Jayme e Walace travam guerra


Fernando Ordakowski

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Jayme e Wallace se "estranham" nos bastidores. Cabe ao Judiciário colocar um ponto final na situação

Numa jogada de bastidores, marcada pela esperança de reconquistar o Poder, o senador Jayme Campos (DEM) se articula para tirar Walace Guimarães do comando da Prefeitura de Várzea Grande. Se conseguir tal façanha até dezembro, quem assumiria a cadeira de prefeita seria a esposa do senador, Lucimar Campos, segunda colocada nas urnas. Por outro lado, se eventualmente Wallace for cassado a partir de janeiro de 2015, o destino do município seria outro. Lucimar não mais poderia assumir e caberia ao presidente da Câmara do próximo biênio, Jânio Calistro (PMDB), a missão de assumir o Executivo e conduzir a realização de eleição indireta na segunda maior cidade do Estado. O clima em Várzea Grande é de guerra entre “Jaimistas e Walacistas”. De um lado, o senador, prestes encerrar o mandato, acusa o prefeito de ter feito "caixa dois" em 2012. De outro, Walace reclama de perseguição política. Caberá a Justiça pôr fim a essa briga, após análise dos dados referentes à quebra dos sigilos fiscais e bancários de Walace e aliados.

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Comentários (6)

  • Antonio | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 08h18
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    Deixemos a Justiça analisar os dados e prover o julgamento.

  • Lourival Batista | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 19h12
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    Lourival Batista , Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Ricardo | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 15h18
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    Esse Jaime Campos é um ridiculo! VG não quis você na urna e caso o juiz acate essa pressão que o senhor esta fazendo vamos as ruas protestar! NÃO VAMOS ACEITAR CAMPOS NUNCA MAIS!

  • Rebeca Cantarini | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 14h49
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    Rebeca Cantarini, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Pedro Lucas | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 14h07
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    Pedro Lucas, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Pedro Lucas | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 13h56
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    Pedro Lucas, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 28/10/2014, 10h:24 - Atualizado: 28/10/2014, 16h:29

Eraí diz que MT precisa da União e quer ser o interlocutor entre Taques e a presidente


Júlio Cruz/Rdnews

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Erai Maggi, junto com o ministro da Agricultura Neri Geller, quer ser interlocutor do governador eleito Pedro Taques com a presidente reeleita Dilma Rousseff

O rei da soja Eraí Maggi (PP) promete ser interlocutor entre o governador eleito Pedro Taques (PDT) e a presidente Dilma Rousseff (PT), reeleita neste domingo (26). O governador eleito fez campanha para o adversário de Dilma, Aécio Neves (PSDB). “Sempre foi esse o objetivo. Mato Grosso precisa do governo federal. Precisamos que Mato Grosso e a União estejam juntos”. Taques chegou ao comando do Governo com o apoio do PP, tendo, inclusive, Carlos Fávaro (PP) como vice.

Fávaro, no primeiro turno, pediu votos para Dilma, mas na segunda etapa também se posicionou em favor de Aécio. Apesar disso, Eraí pondera que Taques não fez dura campanha contra a petista, o que facilita a aproximação. "Declarou o apoio e fez uma viagem", pondera, numa referência ao fato do governador eleito ter viajado por uma semana, após se consagrar eleito. Depois, entretanto, Taques participou de atos pró-Aécio.

Para o progressista, que foi um dos cabos eleitorais de Dilma no Estado, Mato Grosso, campeão na produção de grãos, melhorou muito nos últimos anos, mas ainda é preciso avançar mais, especialmente em relação à infraestrutura. “Mato Grosso tem muito a ganhar com Dilma”, avalia.

Nesta linha, pondera que, nos últimos anos, a produção no Estado cresceu exponencialmente graças às políticas da União, especialmente no que se refere à biotecnologia, linhas de crédito e juros praticados. 

Eraí vê no ministro da Agricultura Neri Geller (PMDB) o elo necessário para o Estado conseguir mais melhorias. O rei da soja, que vai a Brasília pelo menos 3 vezes por mês para, segundo ele, pedir benefícios ao Estado, ressalta que Neri é bem articulado e que conquistou força para atuar em várias áreas. “Embaixador de Mato Grosso em todos os ministérios”.

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  • Rebeca Cantarini | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 11h17
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    Ditado popular: NÃO SE SERVE À DOIS SENHORES.

| 28/10/2014, 00h:00 - Atualizado: 28/10/2014, 07h:21

Convergências entre desiguais

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Olga Lustosa

Depois de uma campanha tão áspera, considerada pelos analistas, as eleições mais disputadas dos últimos anos, marcada por debates mal humorados,  acusações de corrupção e intolerância de ambos os lados, finalmente neste domingo, diante de um batalhão de diplomatas estrangeiros, cerca de 100, representando vários países, que acompanharam  a votação e o processo de totalização, a presidente Dilma Rousseff (PT) foi reeleita. 

Dilma contou apoio de cerca de 9 partidos, embora nem todos unidos na sua base para pedir votos para a candidata. Reeleita, manteve a maioria no Congresso para votações que exigem maioria simples, porém terá que ampliar o arco de alianças no caso de fazer reformas mais profundas, as quais exigem votação favorável de no mínimo três quintos da Câmara e do Senado. No meio de toda alegria e incerteza, muitos se perguntam o que esta eleição especificamente significou para o Brasil, num contexto político e econômico mais amplo. Em suma, o que podemos esperar do Brasil nesses quatro anos? 

Mesmo que não estejamos vivendo o boom, quando, empurrada pelas exportações de commodities, a economia brasileira crescia mais de 5 por cento ao ano, 30 milhões de pessoas saíram da pobreza e o desemprego está perto de bater um recorde de baixa e isso reforça muito a popularidade da presidente Dilma, em função também da extensão dos programas: Prouni,  Fies e o Pronatec. Os programas sociais serão mantidos e ampliados, baseando-me na lógica do que tem sido o governo de Dilma Rousseff até aqui. Suas prioridades devem permanecer nos mesmos países onde hoje concentra os negócios brasileiros, na América Latina, África e Ásia. Porém espero que a presidente conduza a política externa com menos pragmatismo e mais idealismo, colocando-se objetivamente contra os conflitos na Síria e no Iraque e também na Ucrânia.  

Havemos de cobrar do governo melhor desempenho desta que é considerada a sétima economia do mundo; punição exemplar para se encerrar o ciclo de corrupção na Petrobrás, onde não basta o inquérito parlamentar já instaurado. 

Os ganhos sócio-econômicos dos últimos 12 anos foram suficientes para que os eleitores a escolhessem em detrimento da candidatura de uma ambientalista mundialmente conhecida  e de um senador social-democrata, que prometia impulsionar a economia.  Agora é hora do que o sociólogo Fernando Henrique Cardoso chama de convergência entre desiguais. Diz ele que as alianças são feitas somente entre os desiguais, pois do contrário não seria preciso fazer alianças; os que são iguais em termos de objetivos, que pensam e querem as mesmas coisas, já estão juntos, e não precisam se aliar. 

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olga@terra.com.br

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repercussão | 27/10/2014, 20h:19 - Atualizado: 28/10/2014, 13h:25

Neri Geller vê condições para permanecer no Mistério e se dispõe a ajudar Taques

Ministro acredita que reúne todas as condições para prosseguir trabalhando pelo setor e fazendo mudanças necessárias na pasta


O ministro da Agricultura Neri Geller (PMDB), que acompanhou a apuração dos votos em Brasília ao lado da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) e dos outros membros da equipe ministerial, afirma que está preparado para permanecer no cargo no segundo mandato da petista. “Vejo a questão da permanência com muita tranquilidade. Deixa acontecer. Se for para ficar, eu fico. Caso meu período termine até o final do ano, será resultado da composição política e do reagrupamento das forças nacionais”, declarou o peemedebista durante coletiva para avaliação da campanha em Mato Grosso, realizada nesta segunda (27), no Hotel Odara, em Cuiabá.

Neri também lembra que sempre esteve próximo da presidente e da bancada ruralista durante a atuação no Ministério da Agricultura. Além disso, acredita que reúne as condições para seguir trabalhando pelo setor e fazendo as mudanças necessárias na pasta. Como exemplo das mudanças, cita a nomeação de Seneri Paludo para substituí-lo na secretaria Nacional de Políticas Agrícolas. O mato-grossense deixou a secretária-executiva da Famato para assumir o posto no Ministério da Agricultura.

Segundo Neri, sua atuação ministerial sempre foi pautada pelas demandas do setor em Mato Grosso e no Brasil. Entre as ações que o credenciam para permanecer, elenca a regulamentação do Código Florestal, a condução de dois Planos Safra com aumento de recursos de R$ 115 bilhões para R$ 156 bilhões e redução dos juros de 12% ao ano para até 3,5%, bem abaixo da inflação do período.

Júlio Cruz/Rdnews

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Ministro Neri Geller (PMDB) ao lado do senador eleito Wellington Fagundes (PR) durante a coletiva

Outros avanços apontados pelo ministro é o Programa de Armazenagem com recursos disponíveis na ordem de R$ 5 bilhões e juros máximos de 3,5% ao ano. “Investimos em infraestrutura e logística. A duplicação da BR-163 está em fase de conclusão. Na próxima semana, vamos firmar convênio com a Companhia dos Portos para investimentos privados para estruturação portuária em Miritituba, na ordem de R$ 300 milhões financiados pelo BNDS”.

Sobre a derrota de Dilma no Estado, Neri afirma que a base governista encara a situação com tranquilidade. Avalia que todos fizeram o melhor possível mostrando os avanços promovidos pelo governo federal nos últimos quatro anos. Para o ministro, a derrota no Estado não foi muito significativa, porque a tendência verificada após o primeiro turno, que indicava uma margem de votos muito maior em favor do presidenciável Aécio Neves (PSDB), foi revertida. “A presidente Dilma e o próprio presidente Lula nunca ganharam em Mato Grosso. Olhando a questão conjuntural, conseguimos o objetivo maior que foi vencer a eleição. Agora é olhar para frente e buscar unir o Brasil”.

Em relação à interlocução com o governador eleito Pedro Taques (PDT), Neri ressalta que o pedetista tem condições de fazer uma boa gestão com a contribuição do governo federal para resolver os gargalos na logística e fortalecer a agroindústria no Estado. Além disso, destaca que o Ministério da Agricultura está trabalhando com a perspectiva de abrir novos mercados para proteína animal produzida no Estado. De acordo com o ministro, os senadores Wellington Fagundes e Blairo Maggi, ambos do PR, também se colocaram à disposição para trabalharem alinhados ao pedetista, com objetivo de favorecer os interesses de Mato Grosso. “Estou à disposição, na condição de ministro, para fazer esse elo. Vamos conversar com o governador para ajudá-lo”, garante.

Júlio Cruz/Rdnews

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Senador eleito Wellington Fagundes diz que o trabalho da equipe contribuiu para a vitória de Dilma

Coordenação

Wellington Fagundes, que coordenou a campanha de Dilma em Mato Grosso, lembra que o trabalho da equipe reduziu a vantagem de Aécio em relação ao primeiro turno e contribuiu para a vitória nacional. Conforme o republicano, a atuação de Neri Geller, de Blairo, dos prefeitos e das lideranças aliadas foram fundamentais para fazer frente ao favoritismo do tucano em Mato Grosso. “A vitória de Dilma foi melhor para o Brasil e melhor para o Estado. Os investimentos em infraestrutura, habitação e logística vão continuar”, conclui.

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Comentários (2)

  • Guilherme Filho | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 09h02
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    Saibam que em Tapurah, cidade do ministro Neri o adversário de Dilma, Aécio Neves teve o dobro dos votos no segundo turno. Não surtiu nenhum efeito o empenho de Blairo Maggi no Estado e nem o do ministro na sua própria casa.

  • Felipe Matos | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 10h00
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    Duas correções às falas do senador e do ministro. Primeiro, o Lula ganhou em MT em 2002 no primeiro e no segundo turno. Segundo, o sr. Blairo Maggi não ajudou em absolutamente nada na reeleição da presidenta Dilma. Nunca o agronegócio de MT foi tão beneficiado pelo governo federal qto no governo Dilma e a retribuição q eles deram a ela foi a traição.

eleição | 27/10/2014, 17h:59 - Atualizado: 27/10/2014, 20h:25

Prefeito anuncia pré-candidatura à AMM e declara que não precisa de aval do partido


Patrícia Sanches/Rdnews

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Prefeito de Alto Paraguai, Adair José Moreira Alves (PMDB), em entrevista na redação do Rdnews

O prefeito de Alto Paraguaia, Adair Moreira Alves (PMDB), anuncia ser pré-candidato à presidência da Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM). Revela não temer impedição do partido quanto à candidatura e destaca que se trata de uma decisão que interessa apenas aos prefeitos e não a grupos ou partidos políticos. “A AMM precisa construir um projeto de governo com prefeitos e ter independência”, dispara.

Para ele, o programa que envolve a instituição tem que estar além dos interesses partidários. Com uma candidatura independente, retrospecto de eleições passadas quando disputou ao cargo e não obteve êxito, Adair afirma que repete a mesma campanha, que é conversar com todos os prefeitos e apresentar suas propostas. Por isso, defende reajustar a entidade e transformar-la em instituição técnica e representativa dos municípios.

Quanto à atual gestão do prefeito de Juscimeira, Chiquinho do Posto (PSD), o peemedebista ressalta que deixou a desejar, quando não realizou ações junto à sociedade. Neste sentido, reforça que um presidente tem que ser proativo e repassar ao próximo administrador o caminho a ser percorrido. “O Chiquinho fez o que pode, mas foi aquém do necessário”.

De todo modo, explica que a AMM deve ter os serviços descentralizados para que estejam mais próximos do principal interessado, os munícipes. Adair também argumenta que a maior demanda dos prefeitos é ter problemas para resolver, mas não contar com dinheiro para sanar as dívidas. Além disso, explana que a luta permanente da categoria é pelo PAC Federativo permanente.

O prefeito de Alto Paraguai, que arrecada R$ 13 milhões ao ano e conta com apenas 10,5 mil habitantes, reforça que mesmo com todas as propostas alinhadas ao interesse de vários gestores, vai dialogar com lideranças tanto da oposição quanto situação e trabalhar para concretizar a candidatura.

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Comentários (1)

  • Junior | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 07h46
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    De novo? Esse não aprende mesmo!!!

| 27/10/2014, 09h:29 - Atualizado: 28/10/2014, 00h:27

Governador diz que eleição "meio a meio" exige de Dilma diálogo e reformas urgentes


O governador Silval Barbosa disse nesta segunda, em entrevista a este Blog por telefone, que a reeleição da aliada Dilma Rousseff, a mais acirrada disputa presidencial desde 1989,  foi uma demonstração de que as prometidas reformas precisam ser efetivadas. O peemedebista cravou voto em Dilma neste domingo, em Matupá, onde possui residência, negócios e onde começou na vida pública como prefeito (93/96).

Silval conversou ontem, após o resultado das urnas, com o vice-presidente reeleito Michel Temer. Revela que seu colega peemedebista “está muito feliz com a vitória, mas consciente de que o governo precisa avançar muito”.

Davi Valle/Rdnews/arquivo

Silval Dilma vitoria

Silval Barbosa diz que "eleição meio a meio" expressa insatisfação do eleitor e clamor por mudanças

Na avaliação do governador mato-grossense, o Palácio do Planalto deve se preocupar com a crise global e tentar resgatar a confiança em torno da economia brasileira, promover um novo ciclo de desenvolvimento, aprofundar conquistas sociais e viabilizar ao menos as reformas política e tributária. Em defesa de mudanças nas regras tributárias, o peemedebista reclama da burocracia que contribuir para impor custo elevado à produção.

Observa que há muitos anos não se tinha uma disputa presidencial tão acirrada e acompanhada atentamente pela população, especialmente nas redes sociais. “A população está muito alerta e exige que se cumpram as promessas feitas”. A dois meses de concluir o mandato, Silval considera que Dilma, reeleita com 51,64% dos votos válidos contra 48,36% atribuídos a Aécio Neves, acertou ao pregar a reconciliação nacional e conclamar a todos os brasileiros a união em favor do futuro "da Pátria, do País e do povo". “Ela (Dilma) tem mesmo de buscar o diálogo. A eleição foi meio a meio e retrata a insatisfação e clamor por mudanças, que precisam ser feitas”, enfatiza o governador.

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Comentários (4)

  • Rebeca Cantarini | Segunda-Feira, 27 de Outubro de 2014, 16h17
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    A minoria deve se submeter a maioria, Dilma não tem que dialogar com ninguém, a democracia assim. Quem perde, aguarda 4 anos. Quem ganha, governa e todos tem de ficarem quietos.

  • Jailson | Segunda-Feira, 27 de Outubro de 2014, 15h25
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    E muito cara de pau desse SIlval. Quem e ele pra falar alguma coisa da presidenta DILMA. Olhem que injustiça que esse cara faz com todo mundo agora com a Dilma. Olhem o que o governo do PT fez para Mato Grosso, fez mais mais que os outros governos juntos e vem esse cara de pau do SIlval dizer que a Dilma tem que rever as suas ações, isso não deixa de ser verdade, mas quem e SIlval para falar alguma coisa. A DIlma so não ganhou as eleições em MAto Grosso, por culpa EXCLUSIVA desse governo desastroso do SIlval Barbosa. Como pode o governo federal ter enviado tanto dinheiro a Mato Grosso, e ter uma votação tão desastrosa deste jeito repito em alto e bom tom: A CULPA E EXCLUSIVA DO SR. SILVAL BARBOSA, que enterrou o nosso estado em tudo isso que nós estamos vendo. Que vergonha SIlval o melhor que você faz e ficar calado voltar para o Parana, não para Matupa e nunca mais pisar aqui. Peço desculpas a presidenta DIlMa, por esse vexame de votos em mAto Grosso culpa desse governador desgovernado que nós temos.

  • maria | Segunda-Feira, 27 de Outubro de 2014, 12h01
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    Errado,também acho. Foi a maior vitória , até mais do que a do Lula. A luta foi contra as manchetes,bancos,empresas nacionais e multi,igrejas,e até midia internacional. O povo não quis a volta ao passado,disse não, passando por cima do desgaste de 12 anos de Governo. Foi a Maior Vitória de todas. Alguns ajustes devem ser feitos, é claro até porque nada é perfeito.

  • Rebeca Cantarini | Segunda-Feira, 27 de Outubro de 2014, 11h01
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    Errado. A eleição mostra apenas que é preciso radicalizar, para combater o divisionismo pregado pelos conservadores. Uma guinada à esquerda, contra a mídia, políticos, empresários, religiosos, etc. Senão, em 2018, com uma "conciliação", o PSDB somente que tem à ganhar. Se o país não deu uma vitória folgada à Dilma (como ia dar, segundo as pesquisas de agosto de 2014), foram por causa das baixarias e calúnias lançadas que o Eduardo não havia sofrido acidente, a comoção nacional (o povo brasileiro é caridoso, por isso, fez Marina crescer - porém, em 2018, não haverá chances, depois de entregar seu eleitorado ao Aécio, gratuitamente, agora, ficou sem discurso, aliando-se à um ex-rival), etc. Até porque, a oposição quer empurrar o Brasil para uma crise econômica, com vistas às eleições, aproveitando que metade do eleitorado fora manipulada.

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