Cuiabá, 31 de Agosto de 2016
  • Alexandra Lopes

    Alexandra Lopes

  • Bárbara Sá

    Bárbara Sá

  • Camila Cervantes

    Camila Cervantes

  • Eduarda Fernandes

    Eduarda Fernandes

  • Francis Amorim

    Francis Amorim

  • Gabriele Schimanoski

    Gabriele Schimanoski

  • Jacques Gosch

    Jacques Gosch

  • Julia Munhoz

    Julia Munhoz

  • Lana Motta

    Lana Motta

  • Lídice Lannes

    Lídice Lannes

  • Patrícia Sanches

    Patrícia Sanches

  • Tarso Nunes

    Tarso Nunes

  • Valérya Próspero

    Valérya Próspero

MINISTÉRIO PÚBLICO | 27/12/2013, 11h:21 - Atualizado: 27/12/2013, 17h:14

MPE reajusta alimentação para R$ 1,2 mil; aumento atinge 9%

   Em ato administrativo publicado neste mês de dezembro no Diário Oficial, o procurador-geral de Justiça, Paulo Prado, aumentou o auxílio-alimentação dos promotores, procuradores e servidores do órgão em 9%. O beneficio no valor de R$ 1,1 mil subiu para R$ 1,2 mil mensais, o que corresponde a R$ 40 por dia. O novo valor passa a valer a partir de 1º de janeiro.

  O custo do benefício, somente com promotores e procuradores é de R$ 260,4 mil mensais. Anualmente, o valor chega a R$ 3,1 milhões.

  Prado garante que os maiores beneficiados com o reajuste são os servidores. Ele explica que o valor é o mesmo para procuradores, promotores e servidores. Ainda segundo ele, para o aumento do benefício, foi levado em consideração o índice da inflamação no decorrer deste ano que chegou a quase 6%. Também teriam influenciado o aumento da cesta básica e a majoração do quilo do alimento nos restaurantes.

  Segundo Prado, o reajuste não precisou passar pela apreciação do Poder Legislativo porque já havia um limite autorizado pela Assembleia e o acréscimo respeitou o teto. O curioso é que o valor recebido pelos membros do MP é 2,5 vezes maior do que o recebido pelos magistrados estaduais que hoje é de R$ 475. No Tribunal de Justiça, o auxílio alimentação para os juízes e desembargadores foi instituído este ano. Antes ele contemplava apenas servidores.

  Sobre a diferença significativa entre o auxílio-alimentação dos membros do MP e dos membros do Judiciário, Prado salienta que “o TJ oferece um valor menor porque tem muito mais servidor e por isso o impacto na folha é bem maior. Nós que somos um órgão menor, mais enxuto, dá para valorizar mais o servidor”.

  Além do auxílio-alimentação, os membros do MPE recebem outros cinco benefícios sendo eles transporte, moradia e ajudas de custo quando mudar de cidade e para aquisição de livros e materiais didáticos. Somados, os seis benefícios incorporados podem acrescentar quase R$ 10 mil aos salários que variam entre R$ 18 mil a R$ 25 mil de acordo com o cargo, tempo de serviço e entrâncias em que atuam.

Promotores e procuradores têm salários de até R$ 25 mil

Postar um novo comentário

Comentários (7)

  • Gilmar Brunetto | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 21h02
    0
    0

    Para os usuários do MT Saúde a contribuição do Estado é inconstitucional segundo o Tribunal de Contas, porém para alguns só falta agora o auxilio amante.

  • Elson Pereira | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 15h48
    1
    0

    Entendo que os doutos promotores devem ter um cardapio balanceado, visto cumprirem uma rotina exaustiva, que não permitem deslocarem até suas residências e efetuarem as ditas refeições nelas, como todo brasileiro trabalhador que sobrevive com mísero salario minimo, o que representa para uma familia composta de três membros, de almoço e janta individual no valor de R$12,00 para tds, lembrando que inexiste a palavra café da manhã, mas como colaboramos menos para o crescimento deste Brasil inusitado, que Autoridades ganham cada vez mais e trabalham cada vez menos, como dizia um velho apresentador da TV Brasileira "ISSO É UMA VERGONHA", que faz o Estado são o povo, então mobilizemos e mostremos que somos um povo pacífico, ordeiro, consciente, mas cansado das roubalheiras dessas figuras.

  • Hans Maier | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 14h37
    0
    0

    Não é à tôa que o Sr Paulo Prado está muito, mas muito, acima do peso. Vejam a foto, que fofura.Estou cada dia mais envergonhado com as chamadas "autoridades" deste país.

  • cELSO bIZARRO | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 12h50
    0
    0

    O Pessoal lá em cima só tão que aumenta salários /benefícios para eles, sabedores de que existe inflação, agora e nós cá embaixo não merecemos tambémpt

  • Celino Teodoro de Melo | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 11h48
    1
    0

    Eles trabalham domingo e feriado? R$ 40,00 X 30/dias = R$ 1.200,00...Isso é sacanagem com a maioria do cidadão de MT e do Brasil em geral...Enquanto a maioria ganha um salário mínimo por mês, essa cambada vai embolsar, quase 2 salários mínimos só para comer...São, realmente um bando de comilões, sem o que fazer, só pensam em se esbaldar...Às custas, é claro do pobre e esfolado cidadão de MT...Vão trabalhar, cambada de sem o que fazer e deixem de surrupiar os cofres públicos...

  • Ezequiel Salomão da Silva Salomão da Sil | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 11h41
    0
    0

    Caro colega Romilson porque voCê não faz uma pesquisa sobre esse absurdo, se a população aprova ou não essa palhaçada do "MISTÉRIO PUBLICO".

  • Ezequiel Salomão da Silva | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 11h35
    0
    0

    Nãoooooooooooooooooooooooooooooooo acriditooooooooooooooooooooooooooooooooooo!

Assembleia | 31/08/2016, 18h:15 - Atualizado: 03h atrás

Base aliada vai se reunir para definir chapa em jantar no apartamento de Maluf


Fablicio Rodrigues/ALMT

max-russi.jpg

Max Russi deve assumir Secretaria de Estado de Cidades e abrir vaga para Nininho na composição

Os 17 integrantes da base governista na Assembleia se reúnem, hoje (31) à noite, em jantar na residência do atual presidente do Legislativo, Guilherme Maluf (PSDB), para definir a chapa que comandará a Mesa Diretora no biênio 2017/2019. Os deputados estaduais pretendem fazer todos os acertos necessários para que a eleição marcada para amanhã (1º), a partir das 8h, transcorra sem imprevistos. 

Por enquanto, está definido que Eduardo Botelho (PSB) será o candidato à presidência, Maluf ficará com a primeira-secretaria e Gilmar Fabris (PSD) será o primeiro-vice. Max Russi (PSB) chegou a ser confirmado como segundo-secretário, mas está inclinado a abrir mão do cargo na Mesa Diretora para assumir a Secretaria Estadual de Cidades (Secid) ou outra pasta no staff do governador Pedro Taques (PSDB). 

Taques e o vice-governador Carlos Fávaro (PSD) ofereceram a vaga no primeiro escalão para Max Russi com o objetivo de acalmar o atual primeiro-secretário Ondanir Bortolini, o Nininho (PSDB). O social-democrata não aceitou ficar fora da Mesa Diretora e ameaçou compor chapa com os sete deputados estaduais da oposição. 

Max está avaliando a proposta de Taques e Fávaro. A resposta será apresentada aos integrantes da base governista durante o jantar na casa de Maluf. Fora os cargos já definidos ainda serão eleitos segundo-vice-presidente, terceiro-secretário e quarto- secretário.

Oposição 

Enquanto isso, os sete deputados estaduais da oposição aguardam a definição dos governistas sobre a Mesa Diretora. O grupo formado por Zeca Viana (PDT), Janaina Riva (PMDB), Silvano Amaral (PMDB), Emanuel Pinheiro (PMDB), Pery Taborelli (PSC), Sebastião Rezende (PSC) e Zé do Pátio (Solidariedade) avalia três hipóteses. Os oposicionistas podem compor chapa com Nininho caso o social-democrata não seja contemplado na chapa Botelho/Maluf, lançar Zeca à presidência ou votar em branco para protestar contra o que classificam de falta de independência perante o Executivo.

Postar um novo comentário

Articulação | 31/08/2016, 14h:55 - Atualizado: 06h atrás

Max pode assumir pasta de Cidades para acomodar Nininho na Mesa Diretora da AL

Taques e Fávaro atuam nos bastidores para evitar racha da base


 Embora o Palácio Paiaguás tenha reiterado inúmeras vezes que não interfere nas eleições para Mesa Diretora da Assembleia, marcada para 8h desta quinta (1º), o governador Pedro Taques (PSDB) e o vice Carlos Fávaro (PSDB) estão articulando para manter a unidade da base governista. Os dois principais líderes políticos do Estado tentam convencer o deputado estadual Ondanir Bortolini, o  Nininho (PSD), a não romper com a chapa presidida  por Eduardo Botelho (PSB) e que tem o atual presidente Guilherme Maluf (PSDB) na primeira-secretaria para compor com os sete integrantes da oposição. 

José Medeiros

Taques e Fávaro Mesa

 Taques e Fávaro estão atuando nos bastidores para acomodar Nininho e evitar racha da base na AL

Atualmente no cargo de primeiro-secretário, Nininho não aceita deixar a Mesa Diretora. Entretanto, foi preterido por cinco dos seis integrantes da bancada do PSD que indicaram Gilmar Fabris para a primeira-vice-presidência que foi destinada à sigla em acordo firmado com Botelho e Maluf. 

Nininho argumenta que o PSD tem seis deputados estaduais e merece dois cargos na Mesa Diretora. Além disso, reivindica a segunda-secretaria destinada a Max Russi (PSB) que já reiterou que não abre mão do cargo. 

Diante do possível racha da base governista, Taques e Fávaro entraram em cena. Uma das soluções cogitadas é acomodar Max Russi na Secretaria Estadual de Cidades (Secid) em substituição a Eduardo Chiletto.  A mudança já foi aventada em outras ocasiões, mas o socialista acabou optando por permanecer na Assembleia. 

Caso se concretize, Max Russi passaria a integrar o primeiro escalão do Executivo e deixaria o cargo na Mesa Diretora para Nininho. A possibilidade está sendo avaliada pelos atores políticos envolvidos, mas a decisão final deve ser tomada somente à noite. 

Enquanto isso, os sete deputados estaduais da oposição aguardam a definição dos governistas sobre a Mesa Diretora. O grupo formado por  Zeca Viana (PDT), Janaina Riva (PMDB), Silvano Amaral (PMDB), Emanuel Pinheiro (PMDB), Pery Taborelli (PSC), Sebastião Rezende (PSC) e Zé Carlos do Pátio (Solidariedade) avalia três hipóteses. Os oposicionistas podem compor chapa com Nininho, lançar Zeca à presidência ou votar em branco para protestar contra o que classificam de falta de independência perante o Executivo. 

Nininho não desiste de 2ª secretaria e vai pressionar PSD contra Botelho

Postar um novo comentário

| 31/08/2016, 12h:40 - Atualizado: 09h atrás

Fantasias sexuais

larissa mamedes artigo

Larissa Mamedes

As fantasias sexuais são frequentes na imaginação das pessoas, sejam elas solteiras ou casadas, com vida sexual ativa ou não. Elas funcionam como alimento para a sexualidade, ultrapassam as barreiras entre moral e imoral, pudico e obsceno, abrem os canais de expressão da sensualidade e erotismo e é uma fonte de inesgotável de criatividade e estímulos que podem auxiliar positivamente na prática da relação sexual.

Nosso maior órgão sexual é a mente e é lá que tudo começa. É ela quem determina a nossa relação com a sexualidade, o quão culpados ou livres nos sentiremos em relação ao sexo, o quanto permissivos ou reprimidos seremos na busca e obtenção do prazer.

Um indivíduo que se desenvolveu em um ambiente onde o sexo é tabu e sua sexualidade foi reprimida, terá maior dificuldade em obter prazer sexual, expressar seus desejos sexuais, bem como exercitar livremente suas fantasias. É no nível da fantasia que ela irá encontrar um espaço onde poderá entrar em contato com sua intimidade, seu erotismo, e dar vazão aos impulsos sexuais. Uma educação muito repressora  fará com que a vergonha e a culpa impossibilitam que tais fantasias tomem forma, prejudicando de maneira devastadora a qualidade da vida sexual deste indivíduo.

Podemos afirmar que todas as pessoas têm fantasia sexual, pois ela é inerente à sexualidade. Fantasiar permite estender o prazer para além do da prática sexual, seu conteúdo permite sensações prazerosas, atuam como fonte de autoconhecimento, crescimento pessoal, criatividade, ampliação do acervo sexual, o que elimina a monotonia do sexo, que muitas vezes leva a diminuição do desejo.

Nem sempre é fácil compartilhar as fantasias sexuais com o (a) parceiro (a); muitos deixam de fazê-lo por medo de julgamentos e acabam por desperdiçar esta oportunidade de estreitar a intimidade e estabelecer maior cumplicidade, ainda que isso custe o empobrecimento ou a busca por aventuras fora do relacionamento e muitas vezes o fim da relação.

Existem várias maneiras de se introduzir esse assunto dentro de uma relação, como falar sobre algo que leu, comentar alguma cena de filme que foi excitante, citar experiências vividas por alguém conhecido, enfim, expressando abertamente o desejo de enriquecer o arsenal sexual.

É preciso estar preparado para esse diálogo! Isso envolve maturidade, estar com a mente aberta para ouvir e considerar os desejos do seu parceiro e falar sobre os seus, bem como entender que nem todas as fantasias irão se realizar. O importante é que exista esse espaço de comunicação, que haja troca e respeito, sem imposições ou julgamentos.

Lembre-se, as fantasias sexuais ocupam um lugar diferente do ocupado pela vida sexual prática, e podem ser um importante fator de enriquecimento para esta! Considere investir

na liberação deste canal e, caso haja dificuldade em fazer isso sozinho, uma boa opção será busca a ajuda de um terapeuta sexual para uma boa conversa.

Larissa Mamedes é psicóloga e terapeuta sexual em Cuiabá. E-mail: l.hmamedes@gmail.com

Postar um novo comentário

| 31/08/2016, 00h:00 - Atualizado: 31/08/2016, 01h:12

Propaganda institucional tendenciosa

nestor fidelis texto interno e capa

Nestor Fernandes Fidelis

À luz da Constituição da República a administração pública deve dar publicidade aos seus atos em caráter educativo e informativo, sendo imprescindível que o próprio gestor, ou o Judiciário, na inercia daquele, estabeleçam e cumpram limites da publicidade governamental, a fim de que esta não seja utilizada de modo equivocado, sobretudo em período eleitoral, o que é proibido.

Não se permite publicidade institucional, por exemplo, que tenha o objetivo de promover o gestor, ainda que veladamente, ou a finalidade de fazer propaganda imoderada, tampouco de favorecer uma autoridade, mesmo que não seja candidato.

Mas também está em desacordo com o Direito a publicidade “institucional” em quantidade exagerada, quando veiculada a cada intervalo comercial dos programas transmitidos pelas emissoras de televisão e rádio, o que demanda gastos excessivos e, naturalmente, lesa as contas públicas, configurando abuso do poder econômico.

O excesso de informação já informada, de divulgação repisada o dia todo, principalmente em período eleitoral no qual o detentor momentâneo do poder já declarou apoio e exigiu que seus secretários também trabalhem na campanha eleitoral do seu candidato, deixa claro que a propaganda institucional deixou de ser meramente institucional, assumindo evidente conotação eleitoral.

Além disso, torna-se inevitável que se faça uma correlação entre o detentor do poder e seu candidato ao cargo de prefeito, considerando que tais propagandas “institucionais” massificadas são direcionadas ao eleitor do município que está em processo eleitoral.

O momento é de divulgação dos candidatos a vereador e a prefeito. Estes têm pouco tempo para levar seu nome e suas propostas aos eleitores, que tem natural dificuldade para escolher. Mas parece que nem neste momento se permite que as estrelas sejam os candidatos.

Impende notar que tais inserções do governo ocorrem em todos os intervalos comerciais da televisão e do rádio, inclusive nos ditos horários nobres e, o que é pior, acabam sendo veiculadas logo após a inserção do candidato do governo, cujos secretários são publicamente intimados a se engajarem na campanha eleitoral, conforme a imprensa já noticiou. 

Não é preciso ser muito inteligente (e as pessoas arrogantes adoram ironizar quem ouse discordar deles) para enxergar o que há abuso do poder político e econômico, quando a propaganda institucional do Estado está nitidamente sendo direcionada para influenciar a vontade do eleitor de determinado município, ainda mais quando em eventos oficiais, na função e uso de seus cargos públicos, o detentor momentâneo do poder direciona palavras pejorativas ao outro candidato. 

Não se trata de querer impedir o direito à manifestação político-eleitoral do Chefe do Poder Executivo. No entanto, faz-se mister impedir que os atos de governo continuem a ser utilizados, e divulgados, como meio de interferir irregularmente no processo eleitoral.

A lei eleitoral proíbe gastos com propaganda institucional, das unidades federativas envolvidas, nos três meses que antecedem o dia da eleição.

Por certo, não somente o gestor municipal está obrigado a se conter para não abolir a igualdade de oportunidades entre os candidatos, mas também o gestor estadual e o federal, porquanto não se justifica como sendo normal o volume repetitivo de propaganda “institucional” em período eleitoral.

Em verdade, atenta à moralidade o aumento de gastos supérfluos com publicidade institucional do Estado. Aqui em Mato Grosso, o governo do Estado gasta mais de R$ 70 milhões para fazer propaganda que nitidamente se assemelha às antigas (hoje proibidas) propagandas eleitorais das eleições pretéritas, com cenas de crianças, ou de idosos chorando para, com clareza solar, influenciar na vontade do eleitor.

De mais a mais, o limite legal de gastos com publicidade institucional em ano eleitoral não impedirá que o atual governador se utilize exageradamente do abuso do direito de divulgação de seus atos governamentais no ano de 2018, tendo-se em vista que a média dos três anos anteriores lhe conferirá larga margem para gastar dinheiro público “a granel” com sua publicidade.

E o pior é que faz isso em momento de crise financeira generalizada, quando grandes empresas deixam de anunciar como faziam antes, ou mesmo buscam recuperação judicial. 

Mas a Administração Pública Estadual parece estar vivendo num outro mundo, num outro período histórico, nada obstante use da crise financeira para não pagar valores constitucionalmente garantidos aos servidores públicos, como no caso da RGA das remunerações.

Ora, direito de servidores, necessidades em saúde pública, educação e tantas outras áreas sensíveis deveriam motivar, espontaneamente, que o remanejamento legal de recursos financeiros para equilibrar as contas públicas sem sacrificar a população e os funcionários públicos.

Mas, ao contrário, aumentou-se absurdamente os gastos com publicidade “institucional”.

Em verdade, não há problema em querer um candidato se vincular ao seu governador cuja popularidade há tempos está desgastada. Contudo, não é moral, legal e constitucionalmente possível que se abuse do dever de informação para desequilibrar o pleito eleitoral.

Merece ressaltar que não se busca que o governo deixe de cumprir os contratos firmados com as empresas de comunicação, conquanto não se possa aprovar o volume exacerbado do gasto público, que, por certo, já deve estar sendo objeto de investigação pelo Ministério Público.

Porém, faz-se urgente que pelo menos neste período de campanha eleitoral, da qual o abuso de poder (logo de quem não se esperava) já graça todos os dias, o Poder Judiciário impeça a continuidade delitiva em prejuízo ao eleitor e aos demais candidatos registrados para o pleito.

Por fim, é claro que ataques ao que afirmamos virão. As pessoas têm lado e isso já é uma conquista. Ademais, ninguém é obrigado a concordar com opiniões nem a gostar de quem as manifesta. Mas é impossível, imparcialmente, não enxergar o exagero que está havendo; a não ser que se aprove a injustiça.

 Nestor Fernandes Fidelis é advogado e escreve exclusivamente para este Blog toda quarta-feira - nestor@nestorfidelis.adv.br

Postar um novo comentário

Comentários (2)

  • Lauro | Quarta-Feira, 31 de Agosto de 2016, 12h24
    1
    1

    Excelente colocação. Em tempos em que o atual Governo massacra com cortes, diz não possuir dinheiro em caixa para abastecer, principalmente, os servidores e condiç?es adequadas para os mesmos, está deixando de acudir o necessário para a população, com o aparente aval da Justiça, gasta e cria formas e jeitos para beneficiar interesses proprios, ou, da sua cúpula. É inadimissivel assitirmos tanto descaso, em tempos, com uma forte tendência de piorar pós eleiçoes. Exc. Governador que venho de baixo, o senhor não tem noção o estrago que está sendo feito em centenás de família que confiou no Sr e suas promessas.

  • Francisco | Quarta-Feira, 31 de Agosto de 2016, 11h24
    1
    1

    Uso da máquina pública a favor de WS, isso ta escancarado.

Mesa Diretora | 30/08/2016, 17h:33 - Atualizado: 30/08/2016, 17h:48

Nininho não desiste de 2ª secretaria e vai pressionar PSD contra chapa governista


Reprodução

nininho_pr.jpg

Nininho ficou na bronca porque 5 dos 6 do PSD indicaram Fabris para 1º vice na chapa Botelho/Maluf

O deputado estadual Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD) admite a possibilidade de pressionar o PSD para romper com a chapa que tem Eduardo Botelho (PSB) na presidência e o atual presidente Guilherme Maluf (PSDB) como primeiro-secretário caso a sigla não seja contemplada com duas vagas na composição. A estratégia do social-democrata seria compor com os sete parlamentares da oposição, enfraquecendo o grupo alinhado ao Palácio Paiaguás. 

Atual primeiro-secretário, Nininho ficou na bronca porque cinco dos seis integrantes da bancada do PSD indicaram Gilmar Fabris para primeiro-vice na chapa Botelho/Maluf. Com isso, passou a reivindicar a segunda-secretária que será ocupada por Max Russi (PSB). 

“O PSD vai trabalhar por duas vagas na Mesa haja vista que o PSB do deputado Max Russi já vai ficar com a presidência da Casa e o PSDB com a primeira-secretaria.  O  PSD, até porque é a maior bancada,  com seis deputados merece  a primeira-vice e a segunda-secretaria. Não abriremos mão”, declarou Nininho em entrevista ao .

Sobre a possibilidade de compor com a oposição, Nininho afirma que tudo é possível. Entretanto, lembra que o PSD ainda não deliberou sobre o assunto e reivindica reunião partidária. “Em eleição da Mesa, até os 45 do segundo tempo,  tudo é possível. Precisamos reunir o partido para tratar definitivamente desta questão. A vaga da segunda-secretaria pode causar polêmica, mas ainda creio no entendimento”, completou.

Ao romper com a chapa Botelho/Maluf, Nininho estará desconsiderando a orientação do vice-governador Carlos Fávaro. Presidente estadual do PSD, ele pediu reiteradas vezes para a bancada trabalhar pela unidade da base governista na Assembleia. 

Já Max Russi rechaça a possibilidade de abrir mão da segunda-secretaria para contemplar Nininho. “O acordo era que o PSD indicaria o primeiro-vice e cinco deputados da bancada escolheram o Gilmar Fabris. Não vou abrir mão de compor a Mesa. Não tenho culpa se Nininho foi preterido pelos correligionários”, pontuou. 

Enquanto isso, os sete deputados estaduais da oposição aguardam a definição de Nininho para se movimentar para as eleições que acontecem na próxima quinta (1º). O grupo pode compor chapa com o social-democrata, lançar Zeca Viana (PDT) à presidência ou votar em branco para protestar contra o que classificam de falta de independência perante o Executivo. 

Além de Zeca, o bloco de oposição inclui Janaina Riva (PMDB), Silvano Amaral (PMDB), Emanuel Pinheiro (PMDB), Pery Taborelli (PSC), Sebastião Rezende (PSC) e Zé Carlos do Pátio (Solidariedade). 

Max não abre mão da segunda-secretaria da Mesa para atender Nininho

Postar um novo comentário

| 30/08/2016, 10h:49 - Atualizado: 30/08/2016, 11h:13

Max não abre mão da segunda-secretaria da Mesa para atender pressão de Nininho


O deputado Max Russi (PSB) não abre mão da vaga de segundo-secretário da Mesa Diretora da Assembleia. A confirmação foi feita hoje (30) pelo próprio Max em entrevista à Rádio Capital FM. A afirmação se deve ao fato de o deputado Ondanir Bortolini, Nininho (PSD) estar pressionando para ocupar a vaga que seria do socialista. Deputados da base governista empenhavam-se em convencê-lo a abrir mão para contemplar o colega, hoje primeiro-sercretário, e que não quer ficar de fora da Mesa. 

“Acredito que já está definido. Botelho preside com Guilherme (primeiro-secretário). A gente definiu a composição da Mesa, acredito que não haverá mudanças. Tenho compromisso tanto  com o Guilherme quanto com o Botelho, complentando a segunda-secretaria. Acredito muito que esse compromisso será mantido", disse.

Chapa Botelho-Maluf tenta atender Nininho para ganhar Mesa com folga

Fablicio Rodrigues/ALMT

max-russi.jpg

Deputado Max Russi diz não abrir mão de ocupar cargo de segundo-secretário na Mesa  Diretora

Segundo Max, até onde sabe, o deputado Nininho trabalha pela vice-presidência da Assembleia, que iria ficar com Gilmar Fabris (PSD), com aval do vice-governador Carlos Fávaro (PSD). “Na política tudo é possível, mas acredito, quero acreditar, que o compromisso feito, tanto pelo presidente como pelo secretário não vai mudar”, ressalva.

Dos cinco cargos da Mesa, por enquanto, três estão definidos, sendo a presidência com Botelho, a primeira-secretaria com Maluf e a primeira-vice-presidência com Fabris. No caso da 2ª secretaria, que especulava-se que  pode haver troca de Max por Nininho, embora o deputado do PSD só aceite entrar se for para assumir a primeira-vice-presidência.

 “Nininho é primeiro-secretário. Hoje exerce um cargo importante. Acho que ele pode fazer parte da Mesa, não necessariamente a segunda-secretaria”, comenta. 

A eleição da Mesa acontece nesta quinta, 1º de setembro. A chapa de Botelho teria o apoio de ao menos 16 dos 24 votos.

Postar um novo comentário

| 30/08/2016, 00h:00 - Atualizado: 29/08/2016, 22h:33

Confiança pode ser aprendida

Olga_200_fora

Olga Borges Lustosa

Haveria uma ingenuidade otimista em admitir que a confiança é uma habilidade que pode ser estimulada e aprendida? Ativar o botão para o modo “confiar” num momento de mudança política, leva a reflexão sobre a área que temos sido ativos, os valores que temos negligenciado, sobre as escolhas que temos feito e sobre quem temos prejudicado com nossas convicções e consciência tardia. Não há como corrigir o que já foi. Aprende-se.

Sem querer adotar uma opinião depreciativa, aprende-se que o homem contemporâneo não avalia as consequências de sua mente excitada e indolente. Aprende-se que a corrupção é rasteira e nem sempre dá sinal que está instalando-se.

Aprende-se que os governantes colocam os interesses pessoais acima dos interesses de todos os outros cidadãos, que sabem fazer uso do mal e que o povo nem sempre é moralmente bom e honesto e em muitos casos, aprecia ser seduzido. Aprende-se...por isso é difícil confiar no bom senso dos homens.

Aprende-se que o ideal de igualdade de oportunidades não é sempre um ideal atraente, pois o vulgo nos cobra acúmulo de riqueza, prazeres, boa posição, obediência às leis divinas. Sob muitos aspectos a vida cotidiana torna-se cada vez mais difícil. É grande a pressão e as formas de errar são abundantes. 

Nosso hábito tem sido a desconfiança, a alegação que as experiências vividas mais provocam do que aliviam o sofrimento. A sociedade contemporânea tem sido marcada por um contínuo esvaziamento de sentido e cada vez mais os indivíduos sentem-se desconfiados, motivados a isolar-se num sofrimento ético. Ainda assim, é preciso confiar.

Aprende-se a confiar como um caminho possível, ainda que entre suspiros e preocupações, mas as relações recíprocas são as únicas a assegurar condições nas quais podemos gozar de paz verdadeira e duradoura. Aprende-se a confiar lentamente, dependendo de exercícios e práticas a esse respeito. 

Entretanto, confiança não é instintiva. A vida com intencionalidade nos joga em algum nível de desconfiança, de insatisfação. A vida nos instiga a desconfiar do inesperado. São as agruras da própria existência humana. 

Então, uma relação de fato real devevislumbrar a confiança como a essência e o sentido da vida e mais do que uma questão de tempo, a confiança se estabelece não permitindo lacuna entre o que se deve ser e o que é.  E isso vale para todas as estâncias da vida.

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olgaborgeslustosa@gmail.com e www.olgalustosa.com  

Postar um novo comentário

Comentários (1)

  • Edval da Silva Campos | Terça-Feira, 30 de Agosto de 2016, 08h42
    0
    0

    " Minha amiga de fé irmã camarada." Muito obrigado pelo ensinamento.....Boas novas.

polêmica | 29/08/2016, 19h:20 - Atualizado: 30/08/2016, 14h:05

Tampinha dá golpe político e assume vaga na Câmara que estava reservada para Xuxu

Segundo-suplente chegou a renunciar candidatura de vice-prefeito de Sorriso na chapa de Lafin para estrear como deputado federal


Davi Valle/Rdnews

jose augusto curvo tampinha

José Augusto Curvo, o Tampinha, se antecipa e toma posse na Câmara Federal

José Augusto Curvo, o Tampinha (ex-PDT e hoje PSD), aos 67 anos, deu um golpe político nunca imaginado pelos colegas da bancada federal e já reassumiu provisoriamente cadeira em Brasília. Pelo acordo “costurado” entre eleitos em 2014 pela coligação Coragem e Atitude para Mudar I, Victório Galli (PSC) aceitou sair de licença por 121 dias.

E sua vaga deveria ser ocupada pelo segundo-suplente Ederson Dal Molin, o Xuxu, condicionante para este abrir mão da candidatura a vice-prefeito de Sorriso na chapa do tucano Ari Lafin. Alimentado pela expectativa de se tornar o primeiro federal de Sorriso, Xuxu viajou à Capital Federal com terno novo para a posse. Eis que descobriu nesta segunda que, para surpresa geral, Tampinha já tinha ocupado o espaço.

xuxu dal molin

De terno novo para a posse, Xuxu Dal Molin se frustra ao ver que Tampinha já ocupada a vaga

Este Blog apurou com exclusividade que Tampinha havia aceitado abrir mão da vaga, desde que os colegas da bancada mato-grossense ajudassem-no a ocupar algum cargo federal. Criou-se expectativa dele assumir a diretoria dos Correios, numa articulação junto ao presidente Michel Temer, capitaneada pelo deputado Nilson Leitão, um dos responsáveis pela desistência da candidatura de Xuxu em Sorriso. A articulação não deu certo. Foi oferecido, então, assessoria parlamentar a Tampinha. Apesar de ter muito apego a cargo, ele não aceitou, sob alegação de que seria “rebaixado” em grau de importância política.

A partir daí, passou a se movimentar em silêncio. Esperou Victório oficializar a licença e, respaldado juridicamente, se apresentou à Mesa Diretora na última sexta e tomou posse. O caso só veio a público nesta segunda, quando Xuxu apareceu para reivindicar a vaga e descobriu o golpe político.

Xuxu, que teve 3.567 votos a menos que Tampinha (30.542 a 34.109 votos) permanece em Brasília, mas dificilmente conseguirá tirar Tampinha da vaga. Ele era vice-prefeito de Sorriso, comandado por Dilceu Rossato, de quem se tornou adversário político. Renunciou a vice para se tornar deputado, o que não se concretizou.

Victório, por sua vez, buscou informações para saber se poderia anular o pedido de licença, mas isso não é possível, ou seja, terá de permanecer afastado pelos quatro meses previstos.

Esta e a terceira vez que Tampinha ocupa vaga na Câmara. Ele foi federal de 91 a 94. Depois caiu no ostracismo político. Nas urnas de 2014, ficou na suplência. Em abril deste ano, após deixar o PDT e se filiar ao PSD, ocupou cadeira do titular Ezequiel Fonseca (PP), também por 121 dias. Na época, Ezequiel tentou, sem êxito, antecipar o retorno para votar no processo de impeachment da presidente Dilma. Agora, Tampinha reassume, desta vez no lugar de Victório e "queimado" politicamente com os colegas federais e com a credibilidade e confiança "arranhadas".

Postar um novo comentário

Comentários (26)

  • Darcy | Terça-Feira, 30 de Agosto de 2016, 17h17
    0
    1

    Darcy, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Lais | Terça-Feira, 30 de Agosto de 2016, 17h16
    0
    1

    Golpe seria se o tal do Xuxu assumisse na vaga que por direito é do Tampinha. Muito tendenciosa. Eu teria vergonha disso. Mas ai tem ....o Romilson é o dono..... do RDNews. Ai tem ....

  • Darcy | Terça-Feira, 30 de Agosto de 2016, 17h11
    0
    1

    Darcy, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Paulo Mattos | Terça-Feira, 30 de Agosto de 2016, 15h59
    2
    4

    Tampinha é um Deputado muito apetitoso. Talvez por ser médico alimenta-se com moderação nos comestíveis naturais. Mas quando se trata da manutenção do poder, do exercício de um cargo, de uma boquinha saudável aos seus interesses, as coias mudam de figura. E ele corre atrás. Igual o Usain Bolt, só que com finalidades diferentes.

  • Neila Curvo | Terça-Feira, 30 de Agosto de 2016, 15h57
    0
    1

    Em tempo: Mto me admira uma pessoa como o Romilson avalizar uma barbaridade como esta materia. E alguns comentarios aqui sao ridiculos, como o Observacao (que nem sequer tem coragem de mostar o nome) dizer para o governador pedir a cabeça dele. Cara o Governador nao tem autoridade para pedir cabeça de deputado. Teria se ele fosse secretario ou funcionario do governo . O governador tem é que manter a situação correta, sem interferir, pois nao é alçada dele e ele teve na familia aliados e eleitores. Se Nilson Leitao fez acordo com XUXU, ele que se licencie e de a sua vaga.o.

  • Neila Curvo | Terça-Feira, 30 de Agosto de 2016, 14h39
    4
    3

    Chocada com tanta asneira. Segue a resposta: A respeito das informações publicadas pelo site RD News nesta segunda-feira (29), o deputado federal José Augusto Curvo, Tampinha (PSD), vem esclarecer que: - Não houve qualquer acordo firmado entre os deputados e suplentes da Coligação Coragem e Atitude para Mudar I para a realização e rodízio parlamentar; - O deputado federal Victório Galli (PSC) licenciou-se do cargo na última sexta-feira (29) devido a motivos de saúde, uma vez que precisará realizar uma cirurgia no joelho; -Seu licenciamento, portanto, não possui qualquer relação com um possível esquema para beneficiar qualquer suplente da coligação; - As tratativas para indicação de Tampinha para assumir um cargo no governo federal, no caso, a presidência da Postal Saúde, foram encabeçadas pelo presidente da executiva nacional do PSD, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Gilberto Kassab, e pelo senador José Medeiros (PSD), tratando-se, portanto, de ação partidária e não da coligação que envolvesse um rodízio parlamentar; - Conforme as regras eleitorais, em caso de licenciamento de parlamentar da coligação, quem assume é o primeiro suplente do grupo, sendo cedido espaço ao segundo suplente somente em caso de impossibilidade do primeiro ocupar o cargo; - Tampinha foi procurado pelo deputado federal Nilson Leitão (PSDB) para discutir a possibilidade de abrir mão de uma eventual vagal na Câmara dos Deputados há pouco mais de um mês, época em que as tratativas acerca de sua indicação para o cargo federal não estavam encerradas; - Em nenhum momento foi realizada qualquer reunião entre os integrantes para debater a estratégia de rodízio; - Tanto é que, antes de se licenciar, Victório Galli procurou Tampinha para informá-lo sobre a vaga; - Tampinha não utilizou qualquer meio jurídico ou tratativas sorrateiras para tomar posse, assumindo o cargo em razão da sucessão natural prevista na legislação brasileira.

  • Lucas Pedro | Terça-Feira, 30 de Agosto de 2016, 13h30
    6
    6

    José Augusto Curvo é gente séria e competente, melhor para Mato Grosso. Já xuxu, bom, vindo de sorriso, muito provavelmente tá cheio de agrotóxico.

  • Odette Catherine Louise Trechaud | Terça-Feira, 30 de Agosto de 2016, 11h35
    10
    7

    O Dr.José Augusto Curvo, o Tampinha primeiro suplente de Deputado Federal,tem sim o direito de assumir a vaga deixada pelo Deputado Federal que obteve mais votos que ele nas eleiçõesde 2014. Golpe? Palavra pesada para este caso .Há algo de agressivo e estúpido nessa matéria . Deve ser do Comitê da Maldade !

  • Mônica Curvo | Terça-Feira, 30 de Agosto de 2016, 11h14
    0
    1

    Essa postagem e totalmente irresponsavél , não sei o motivo que fez esse jornalista publicar isso, Checar a veracidade e a exatidão das informações antes de ter seu texto postado e uma obrigação de um site para que ele tenha credibilidade ,se houve algum acordo politico feito com o segundo suplente Xuxu, o mesmo não foi feito com o meu esposo alias ele se quer foi consultado ,so veio a saber disso no momento de assumir a câmara , se o seu nome foi envolvido nisso foi muita falta de respeito e consideração com o mesmo , acho um desrespeito com a sua pessoa , outra inverdade e dizer que foi uma surpresa nesta segunda , desde sexta feira todos já estavam ciente da posse , o compromisso que o meu esposo José Augusto Curvo , tem e com o seu eleitor, Fazer favor com chapéu alheio sempre é fácil.

  • varzeagrandense | Terça-Feira, 30 de Agosto de 2016, 10h26
    1
    0

    Esperar o que desse Senhor Tampinha?? Para quem bem lembra ele é médico que recebendo um alto salário Federal, ficou cedido para a Previdência de Várzea Grande é recebendo novamente. Lembram também que trabalhava só 3 horas por semana?? Quando aposentou queria receber verbas rescisórias do Municípi, como não conseguiu, começou a ameaçar. Está tudo registrado aqui na nossa Várzea Grande.

| 29/08/2016, 16h:31 - Atualizado: 29/08/2016, 16h:39

Alienações Machadianas

adamastor martins de oliveira artigo

Adamastor Martins

As devastadoras delações (Sérgio Machado, Odebrecht, Léo Pinheiro, Camargo Correa, etc..) já não merecem mais tanto alarde, pois começam a demonstrar cabalmente o que todo mundo já sabia, mas apenas não queriam admitir por força de uma cegueira seletiva e criminosa que tomou conta dos derrotados no pleito de 2014.

Os tempos de justiçamento nonsense da “República de Curitiba”, após atingirem criteriosamente apenas um lado, sem saída por conta da avalanche de delações, começam a incomodar o lado B do disco, o lado dos golpistas derrotados, e nos faz trazer à colação a grande obra, de pura psicanálise literária ou libertária “O Alienista”, do inigualável Machado de Assis, nosso mulato nada inzoneiro.

Então, tendo em conta obra machadiana, entendemos que, quando o golpista Renan Calheiros diz que o Senado da República se transformara num hospício, errou duas vezes. Erra, em primeiro lugar, por considerar que apenas o Senado teria se tornado um grande hospício, pois o Senado nada mais é do que um pedacinho do Brasil representado por 81 senadores, e erra, em segundo lugar, porque parte desses representantes não age como loucos, mas age de forma consciente, age simplesmente como age parte da sociedade brasileira que não aceitou a derrota de 2014 e atua no sentido de aceitar, de forma alienada, aí no sentido machadiano, a conspiração, a traição, a farsa, o engodo, a injustiça, ou seja, o golpe, apenas porque não aceita a derrota ou, em muitos casos, porque perderam privilégios seculares, a exemplo da impunidade seletiva, muito personificada na atualidade pela figura fúnebre de Sérgio Moro.

O problema é que os alienados se esquecem que uma vez aceitando que o alienista tome as rédeas de suas vidas, todos passarão de aliados a vítimas dele, como bem lecionou Machado.

Os juízes passaram a achar normal interpretar a norma como bem entender, desde que isso lhe traga alguma vantagem ou não lhe traga prejuízo, pois quem liga?

Os parlamentares, nos três níveis, passaram a achar normal substituir a vontade popular pelas suas vontades, pois isso não é o normal? A traição, a farsa, a perfídia serão coisas corriqueiras, pois os fins não justificam os meios?

Silenciar, neste momento, significa compactuar com o golpe, significa recolher-se conscientemente ao manicômio repleto de farsantes comandado por Simão Bacamarte disfarçado de Eduardo Cunha, ventríloquo do boneco Michel Temer.

Não nos iludamos, quem estiver aderindo a essa pantomima farsesca, ou simplesmente silenciando-se diante dela, estará ajudando a jogar o Brasil de volta nas trevas antidemocráticas, cujos resultados são totalmente imprevisíveis no tempo.

É uma ilusão achar que estaremos resolvendo as coisas no Brasil, fechando os olhos para esse descalabro que ocorre no Congresso Nacional e que àqueles que têm plena consciência do que lá está ocorrendo, simplesmente acordarão no dia seguinte agindo como se nada estivesse ocorrendo, pois as fendas, as feridas, as fraturas estarão expostas! Como acreditar nas instituições brasileiras, como acreditar em julgamentos justos doravante? Como acreditar em farsantes e em quem com eles compactua?

Adamastor Martins de Oliveira é engenheiro e advogado em Cuiabá. E-mail: adamastormyahoo.com.br

Postar um novo comentário

Comentários (2)

  • Davi Cáceres | Terça-Feira, 30 de Agosto de 2016, 15h23
    5
    1

    Quando percebemos que as pessoas estudam tanto para defenderem a todo custo uma ideologia político-partidária, desmerecendo os valores morais e o interesse público, como o autor da matéria, é hora de repensarmos o modelo educacional em voga. Uma educação que não educa, adestra criando um exército de alienados defensores de lideranças populistas corruptas, moldadas em uma espécie de caricatura em desuso em lugares um pouco mais desenvolvidos. A corrupção tem que ser combatida, não importa de onde venha e o MPF cumpriu com sua missão indiciando centenas de políticos de diversos partidos. Acusá-lo de ser seletivo é de uma leviandade sem tamanho, que o diga o arquirrival da Dilma, Eduardo Cunha. Entrementes, não se pode esquecer que o PT está no poder há mais de 13 anos e que por esta razão a corrupção no governo federal passou pela sua aquiescência e controle e não se pode eximir de sua responsabilidade perante a nação brasileira.

  • Carlos Nunes | Terça-Feira, 30 de Agosto de 2016, 09h35
    5
    3

    Pois é, e pensar que o autor intelectual do Impeachment é um patriota, mais de 90 anos, corajoso, que enfrentou o esquadrão da morte; foi um dos fundadores do PT, aonde ficou filiado por mais de 20 anos...o Dr. HÉLIO BICUDO. Ele não fundou o PSDB, ou o PMDB, fundou o PT. Teria que fazer uma matéria, uma reportagem, um entrevista, com ele, para narrar: por que não aguentou mais esse partido e esse governo? O pessoal da velha guarda, quando o fio de bigode ainda valia, não aguenta ver tanta barbaridade, irregularidade...eles não aceitam isso de jeito nenhum - dizem que tudo isso é uma tremenda inversão de valores. O cara erra, e diz, o outro errou lá atrás, como se um erro justificasse o outro. Ontem o Aécio questionou a Dilma, e ela mais uma vez se referiu ao governo de Minas, aonde ele cometeu uma irregularidade...ora, num pais sério os dois seriam penalizados; um a nível federal e outro no estadual. Por que dizem que o FHC, o Lula, deram ou não deram pedaladas fiscais...a Dilma pode dar? O midianews publicou, na seção Política, a opinião do Dr. Sydney Sanches, 83 anos, ex-presidente do Supremo, que presidiu o Impeachment do Collor em 92. Diz o Dr. Sanches: Eu acho que há crime de responsabilidade. Dilma violou a Constituição, violou a lei de responsabilidade fiscal, violou a lei orçamentária. Ela usou de expedientes maliciosos para manipular informações de interesse geral, e criou uma crise econômica dessa ordem, opinou o ex-presidente do Supremo. Ih! igualzinho o que pensou o Dr. HÉLIO BICUDO, da velha guarda. Ontem também um senador disse à Dilma: depois do Impeachment da senhora, nunca mais um presidente vai passar por cima da Constituição, lei da responsabilidade fiscal, etc. Se passar...Impeachment nele.

Comando da Assembleia | 29/08/2016, 11h:18 - Atualizado: 29/08/2016, 11h:40

Chapa Botelho-Maluf quer incluir Nininho para ganhar com folga de votos Mesa à AL


Gilberto Leite

nininho mesa

Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), não aceita ser excluído da chapa à Mesa Diretora e cobra espaço

A chapa encabeçada por Eduardo Botelho à presidência da Assembleia, com Guilherme Maluf (PSDB) de primeiro-secretário, será eleita na quinta, 1º de setembro, com ao menos 16 dos 24 votos. Este Blog apurou que o grupo tende a conquistar novos apoios, mas hoje o processo está "travado" por causa de Ondanir Bortolini, o Nininho, que não aceita ficar fora da Mesa Diretora.

Para tentar resolver o imbróglio, deputados governistas abriram negociação com Max Russi (PSB), que fora definido como segundo-secretário da futura Mesa. Tentam convencê-lo a abrir mão desse cargo para contemplar Nininho, hoje ordenador de despesas da Assembleia, que recebe mensalmente duodécimo de R$ 36,7 milhões (R$ 441,4 milhões/ano) e conta com 24 deputados, cada um deles com salário de R$ 24 mil e mais verba indenizatória de R$ 65 mil.

Para a primeira-vice-presidência, o PSD do vice-governador Carlos Fávaro avançou nos entendimentos com o nome de Gilmar Fabris. Dos cinco cargos da Mesa, por enquanto, três estão definidos, sendo a presidência com Botelho, a primeira-secretaria com Maluf e a primeira-vice-presidência com Fabris. No caso da 2ª secretaria, pode haver troca de Max por Nininho, embora o deputado do PSD só aceite entrar se for para assumir a primeira-vice-presidência. Nesta chapa Botelho-Maluf estão ainda indefinidos nomes daqueles que vão ocupar postos de segundo-vice e também de terceiro-secretário.

O mandato é de dois anos. O voto é secreto. Na reunião de quarta do Colégio de Líderes serão definidos os encaminhamentos para a eleição na sessão da próxima quinta. Maluf, que hoje preside a Casa, passará a ser ordenador de despesas da próxima Mesa. Botelho, por sua vez, sairá de primeiro-vice para presidente.

Enquanto governistas apostam na vitória e propagam ter respaldo do governador Pedro Taques, parlamentares de oposição estão usando argumento de que o Palácio Paiaguás pouco importa com o Legislativo, tanto que suspendeu a liberação das emendas parlamentares, para tentar formar uma chapa pelo comando da AL. Esse grupo é liderado por Janaína Riva (PMDB) e Zeca Viana (PDT).

Postar um novo comentário

| 29/08/2016, 09h:10 - Atualizado: 29/08/2016, 15h:58

Taques nega racha do MT Muito Mais e afirma que Percival que mudou de grupo


Eleito governador do Estado em 2014 pelo mesmo arco de alianças formado no início de sua trajetória política em 2010, quando saiu vitorioso do pleito para o Senado Federal, Pedro Taques (PSDB) discorda do posicionamento do prefeito de Rondonópolis e candidato a reeleição, Percival Muniz (PPS), de que a coligação MT Muito Mais teve seu último ato há dois anos.

Em 2014, o bloco que até então era formado pelo PDT, PSB, PPS e PV teve a adesão de mais oito siglas e para Percival, o MT Muito Mais cumpriu seu papel e cada partido seguiu caminhos distintos.

“Percival é meu amigo só que os partidos que estão com ele não são partidos do nosso arco político, nós estamos no mesmo grupo de 2010, mesmo grupo de 2014, o Percival que não está. Está com o PT e PMDB”, respondeu Pedro Taques, ao discordar do ex-aliado.

Em Rondonópolis, Percival segue para a reeleição pela coligação Seguindo em Frente, em uma composição de quatorze partidos (PPS, PMDB, PRB, PDT, PT, PSL, PSC, PR, PTC, PV, PRP, PPL, PCdoB, PTdoB). Enquanto o PSDB, de Taques, lançou Rogério Salles (PSDB) para a disputa pela coligação Rondonópolis Merece Mais com seis siglas (PSDB, PSB, DEM, PROS, PSD, PP).

Secom/MT

percival muniz e pedro taques.jpg

Pedro Taques garante que grupo que caminha junto desde 2010 não rachou, mas Percival que saiu

Outro indicativo do enfraquecimento do MT Muito Mais foi a recente decisão do prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), de não disputar a reeleição. O grupo que foi criado no início da trajetória política de Taques foi o mesmo arco de alianças que elegeu Mauro.

Em 2012, o então senador Pedro Taques (PSDB) apoiou Mauro Mendes a prefeito de Cuiabá e Otaviano Pivetta (PDT) em Lucas do Rio Verde. Percival deixou a Assembleia para concorrer à Prefeitura de Rondonópolis, também sob adesão de Taques. Todos conseguiram êxito.

Diferente de Cuiabá e Rondonópolis, em Lucas do Rio Verde o MT Muito Mais manteve a composição dos quatro partidos iniciais e ampliou a aliança com mais oito siglas e Taques conseguiu manter o apoio ao prefeito e candidato à reeleição Otaviano Pivetta, mesmo tendo deixado o PDT no ano passado, mas Pivetta segue em grupo contrário ao do vice-governador Carlos Fávaro (PSD). “Em Lucas é Pivetta, o PSDB está com Pivetta”, garantiu o líder tucano.

A ideia era tentar unificar as candidaturas de Pivetta e Floris Luis Binotti (PSD), já que o governador e o vice vinham mantenho as siglas unidas para as eleições municipais, porém em Lucas não foi possível, o que tem sido encarado com naturalidade até pelo presidente do PSD no Estado.

“Eventualmente não conseguimos fazer essa coligação caminhar junto em todos os municípios. Temos que ter sabedoria e deixar os candidatos trabalhar e cada um apoia o candidato do seu partido e após a eleição é da base aliada, abraçamos e seguimos com mandato”, considerou Fávaro.

Tempo diluiu coligação MT Muito Mais que elegeu Percival, Mauro, Pivetta e Taques

Postar um novo comentário

Comentários (1)

  • Nilma | Segunda-Feira, 29 de Agosto de 2016, 10h51
    1
    2

    Esse primo de Taques é cria do Humberto Bosaipo e com ele aprendeu muita coisa, menos como fazer política.

| 29/08/2016, 00h:00 - Atualizado: 28/08/2016, 16h:49

Impeachment, o último ato

Sandra Alves articulista texto e capa

Sandra Cristina Alves

Diversas frases impactaram os primeiros dias do julgamento do impeachment de Dilma Rousseff: a) “Julgamento tem prazo para começar, mas não tem prazo para terminar”; b) “O sujo falando do mal lavado, a lata e o lixo”; c) “Nós não vamos transformar o Senado numa feira do passarinho”; d) “Não empurra, que baixaria”; e) “Tinha uma cracolândia dentro do seu gabinete”; f) “Ladrão, Lava-Jato”; g) “O Senado da República não pode ser uma casa de doidos”; h) “A burrice é infinita”.

O difícil é concluir se se trata de um verdadeiro julgamento político jurídico ou de um teatro previamente orquestrado para uma população inocente.

A ansiedade pelo depoimento desta segunda (29) é inevitável. Dilma discursa: “eu vou ao Senado na segunda, eu vou defender a democracia, o projeto político que eu represento”.

Mais uma vez a fala é intrigante e relembramos alguns discursos da presidente que se referem ao seu projeto político: 1) estoque de ar citado na cúpula da ONU; 2) Plano Safra que atenda os bodes (Bolsa Bode no Ceará nas complicações da seca de 2014); 3) Outra parte da maioria nos crimes de feminicídio (“as mulheres eram a maioria, mas a outra parte, a outra parte da maioria, era integrada por homens, todos eles provenientes de uma mulher”); 4) Saudando a mandioca; 5) Mulheres sapiens; 6) Roraimada; 7) Dobrar a meta, etc. Pode-se esperar de tudo nesta segunda.

E, ao olhar friamente para o julgamento, existe um teatro completo e montado. Os personagens seguem o script. Um jogo jogado com posições demarcadas. A senadora Gleisi Hoffmann afirma que o Senado não tem moral para julgar uma presidente porque é investigado por crimes na Operação Lava-Jato.

A gota d’água para o presidente do Senado, que figura como uma única pessoa que mantinha diálogo com os grupos formados, tomar o microfone e criticar a senadora Gleisi dizendo “que o presidente do Senado conseguiu no Supremo desfazer seu indiciamento feito pela Polícia Federal”. Trata-se de um triste espetáculo com reprises na seara internacional. Sem falar, claro, nas cenas protagonizadas para os documentários que estão sendo produzidos durante o julgamento.

Afora o espetáculo que será o depoimento desta segunda (29), com direito a posições emotivas, choro e muita baixaria, possivelmente tudo se desenrole no sentido do afastamento definitivo de Dilma Rousseff. Restará ao país um Michel Temer, um presidente da República que não tem aprovação popular (pesquisas de opinião recentes); que não tem uma solução para a economia e que possui uma base parlamentar numerosa, mas não tão disposta a aprovar questões polêmicas (pacote fiscal, previdência social e reforma trabalhista).

Mas nem tudo é ruim. Existe um som fúnebre que preocupa os artistas do show, são os acordes da Operação Lava-Jato. A investigação que começou em 17/03/2014 levou a descoberta de desvios milionários (Petrobrás). Até agora, são 666 buscas e apreensões; 181 conduções de suspeitos para oitiva; 92 prisões temporárias; 76 prisões preventivas, 61 acordos de delação premiada; e nomes de empresários, políticos e agentes públicos de todas as Cortes. Uma doce melodia para cada cidadão honesto deste país.

Que este julgamento que não tem prazo para acabar termine logo, o espetáculo é chato e deprimente. Que os senadores se afastem dos convenientes episódios de loucura, da casa de doidos e da burrice infinita. Que os documentários estejam bem produzidos com tanto material, talvez até para a utilização em futuras etapas da Operação Lava-Jato. Vamos ao show.

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

Postar um novo comentário

Comentários (1)

  • Carlos Nunes | Segunda-Feira, 29 de Agosto de 2016, 10h25
    2
    2

    Tomara que a história do Impeachment seja contada, daqui a uns 200 anos, tal como aconteceu realmente. Tudo começa quando um brasileiro patriota, com mais de 90 anos, não aguentou mais ver tanta barbaridade, e começa a formular intelectualmente o pedido do Impeachment. Afinal de contas ele era corajoso a beça, havia enfrentado o esquadrão da morte, foi um dos fundadores do PT, aonde ficou filiado por mais de 20 anos...nem ele aguentou mais o partido e esse governo. O midianews publicou na parte Politica, a Opinião de um ex-presidente do Supremo, Dr. Sydney Sanches, 83 anos, que em 92 dirigiu o Impeachment do Collor. Diz esse Jurista: "eu acho que há crime de responsabilidade. Dilma violou a Constituição, violou a Lei de Responsabilidade Fiscal, violou a lei orçamentária. Ela usou de expedientes maliciosos para manipular informações de interesse geral, e criou uma crise econômica dessa ordem.", opinou o ex-presidente do Supremo. A opinião desse senhor de 83 anos, bateu com a opinião do senhor de mais de 90 anos, que formulou intelectualmente o pedido de Impeachment, desenvolvidos pela Miguel Reale Jr. e Janaina Paschoal...o Dr. HÉLIO BICUDO. Tinha que fazer entrevistas, matérias, reportagens, com o Dr. BICUDO, para ele contar um pouco da história do Brasil...e mostrar em que momento ele viu que, para salvar o Brasil, só com o Impeachment mesmo.

| 28/08/2016, 10h:39 - Atualizado: 28/08/2016, 12h:56

PSDB é o partido com mais candidatos em MT, seguido de PSD e PMDB veja quadro


Empurrado pelo governador Pedro Taques, o PSDB é a sigla que mais tem candidatos a prefeitos no Estado. Nos 141 municípios, 74 candidatos vão disputar as prefeituras, o que representa um percentual de 52,5%. No total, a legenda possui  1.159 candidatos, divididos entre prefeitos,  vice-prefeitos vereadores. 

 Destaque para Cuiabá, uma vez que a sigla tem como cabeça de chapa Wilson Santos, que disputa o Palácio Alencastro pela terceira vez. A capital tem 414.461 eleitores. A legenda também se destaca nos municípios de  Rondonópolis, com a candidatura do vice prefeito e ex-governador Rogério Salles (PSDB) e Tangará da Serra, onde Vander Masson (PSDB) – filho do deputado estadual Saturnino Masson - disputa o pleito. Nas cidades de Jaciara, Cáceres, Chapada dos Guimarães e Nobres também têm tucanos na disputa. 

A sigla tucana não terá um representante  no segundo maior colégio eleitoral de Mato Grosso, Várzea Grande, por conta do recuo de Willian Cardoso, que desistiu após falta de apoio político e, segundo William, por exigência do próprio governador, este nega interferência

Em segundo lugar aparece o PSD que tem a maior bancada da Assembleia  com 6 deputados e conta com a liderança do vice-governador Carlos Fávaro. A legenda tem 56 candidatos a prefeito. O partido possui 823 candidatos, contando com os vereadores.  A principal cidade com representante do partido é Sinop,  que tem Roberto Dorner como cabeça de chapa. 

Mário Okamura/Rdnews

prefeitospartidos.jpg

 

Em terceiro lugar, aparece o PMDB com 49 candidaturas. O partido do ex-governador Silval Barbosa tem 4 deputados na Assembleia, empatando com o PSDB e PSB.  A sigla tem candidato em Cuiabá, com Emanuel Pinheiro, que conta com o apoio dos servidores públicos do Executivo, por conta do imbróglio com da Revisão Geral Anual (RGA).

Outras cidades em que PMDB tem candidato são Primavera do Leste, com o doutor Paulo Bersch, que  concorre contra Getúlio Viana (PSB). A dupla já disputou a prefeitura do município  há 12 anos. Á época, o eleito pela população foi o irmão do deputado estadual Zeca Viana (PDT).  O município de Alta Floresta tem o peemedebista, doutor Azeil  na disputa a reeleição. Em Barra do Garças tem Roberto Farias, também pela reeleição. 

Já o PSB, partido do prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, tem 44 candidaturas. Atualmente, a sigla tem 4 parlamentares no Legislativo estadual.  Depois vem o DEM com 25 candidatos a prefeitos, PR com 20, PDT  19,  PV 14, PSC 13, PP 11.

São 10.168 mil candidatos em todo o estado. Prefeitos somam 382, vice-prefeitos 383 e 9.403, tentam uma vaga como vereador.

.

Salles e wilson candidatos do PSDB

 PSDB é o partido com mais candidatos e tem enre os cabeça de chapa Wilson Santos e Rogério Salles

Postar um novo comentário

| 28/08/2016, 00h:00 - Atualizado: 27/08/2016, 11h:41

Importância da primeira consulta

jackelyne_artigo_domingo

Jackelyne Pontes

Quando você visita o seu dentista, ele te enche de perguntas sobre a sua saúde, seus hábitos e sua história pregressa? Pois deveria. O exame clínico, ou anamnese (do grego ana, trazer de novo e mnesis, memória), é de extrema importância, pois é através dessa conversa inicial onde o vínculo entre o profissional e o paciente é iniciado, e o sucesso do tratamento depende e muito dessa primeira consulta.

É nesse momento que as informações de saúde geral são levadas em consideração e as doenças são identificadas através de sinais e sintomas citados.

Além de seus dados como nome, endereço, profissão, idade, estado civil, gênero, e queixa principal, saber sobre a sua história pregressa de doenças já instaladas, ou alergias, podem interferir na prescrição de alguns medicamentos.

O sedentarismo, alcoolismo, tabagismo, pode ser fator de predisposição para determinadas doenças.

Após esse exame clínico, o exame físico deve ser feito de maneira cuidadosa. Uma inspeção visual, seguida de palpação e ausculta , precedida de exames complementares como raio x, tomografia, fotografias, trazem uma visão global do paciente.

Alguns cuidados devem ser tomados pelo profissional, para, por exemplo, não direcionar a resposta do paciente. As perguntas devem ser simples e diretas, e se for possível o vocabulário deve ser adaptado ao paciente, que tem as suas particularidades como por exemplo nível de cultura e educacional, regionalismos, e até tradições.

Outro detalhe é escolher um ambiente privado para que essa entrevista seja feita, e que não haja interrupções. Algumas pessoas sentem-se constrangidas em relatar a sua vida em ambientes onde outras pessoas circulam, que não seja o profissional que os atendem.

Procedimentos realizados sem uma anamnese bem feita podem provocar alterações no estado sistêmico dos pacientes ou que podem agravar doenças pré-existentes. É um perigo iminente. A primeira consulta é importante pois o acolhimento e a empatia faz com que o paciente sinta-se a vontade, isso diminui a tensão natural e a ansiedade que  uma consulta ao dentista pode trazer. 

O ideal seria ter um ambiente propício para a primeira consulta: uma poltrona confortável, ambiente com cores acolhedoras, sem a interferência de outros sons, e com tempo suficiente para escutar. E mais uma vez insisto na importância da escuta qualificada. Ouvir é simplesmente perceber o som, escutar é dar um significado ao som, prestar atenção, interpreta-lo.

Uma grande discussão é criada em torno da cobrança ou não da primeira consulta. Eu particularmente penso que esta nunca deve ser gratuita, pois o profissional dedica-se e investe em sua formação e isso deve ser valorizado. Além disso, a não cobrança avilta a profissão e fere as normas estabelecidas pelo código de Ética Profissional.

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, mestre em Saúde Coletiva, filiada ao Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

Postar um novo comentário

| 27/08/2016, 21h:00 - Atualizado: 27/08/2016, 21h:13

Desafios aos futuros prefeitos

juacy silva artigo

Juacy da Silva

As eleições deste ano, como já demonstrado em artigo anterior, deverão acontecer em um contexto totalmente diferente do que foram as eleições de 2012. Naquela época a aliança capitaneada nacionalmente pelo Governo Dilma tinha como núcleo central o PT, PMDB, PP, PSD, PR, PDT, PC do B, PSOL e quase duas dezenas de partidos que compartilhavam/mamavam nas tetas do governo petista.
Atualmente, com o PT,  Dilma/Lula e seus principais financiadores de campanha em desgraça, com exceção do PDT, PC do B, PSOL e Rede, todos lhes viraram as costas e os deixaram como ratos que abandonam o barco quando o mesmo começa afundar, razão pela qual o PT deverá minguar de tamanho e terá que enfrentar inúmeros problemas futuros.
Outro aspecto que marca essas eleições municipais é que as mesmas devem ocorrer balizadas pela nova legislação que proibiu o financiamento empresarial de campanha, para, segundo o espírito da lei, evitar caixa dois, que sempre foi crime, mas era tratado com vistas  grossas; e também, evitar ou pelo menos reduzir a corrupção e acertos que sempre são cobrados após os eleitos tomarem posse, tudo na forma de propina e superfaturamento de contratos e obras, licitados de forma fraudulenta.
Além disso, todos os candidatos a prefeito, tanto os que não querem deixar o osso para continuarem roendo os recursos minguados das prefeituras, quanto os novatos, que imaginam que o Brasil ainda está em um período de bonança e que as prefeituras têm recursos humanos, técnicos, orçamentários e financeiros para “resolverem” todos os problemas que a população enfrenta.
A primeira coisa que um candidato deve ou deveria fazer, antes mesmo de apresentar seu “plano” de governo, que geralmente é um amontoado de ideias gerais, muitas totalmente irrealizáveis, sem condições financeiras para serem iniciadas e concluidas, como acontece com milhares de obras públicas, federais, estaduais e municipais paralizadas, mal feitas ou realizadas em total desrespeito às normas técnicas e legais, volto a dizer, a primeira coisa que um candidato deveria fazer é uma análise da conjuntura brasileira, da conjuntura de seus estados e, aí sim, uma análise da conjuntura política, econômica, orçamentária e financeira de seu município.
Nesta análise não pode esquecer que os municípios são os primos pobres, quase miseráveis do país, a prova disso são as “marchas” de prefeitos, ultimamente também imitadas pelos governadores, quando os alcaides, numa demonstração de quase subserviência aos parlamentares federais, senadores e deputados federais  e ministros, tentam conseguir algumas migalhas de recursos oriundos de convênios ou de políticas públicas que o governo federal tenta realizar.
Neste contexto também essas marchas tentam sensibilizar o governo federal para liberar as emendas parlamentares, espécie de moeda de troca entre o apoio que o Executivo federal precisa e que os  parlamentares utilizam como moeda de troca ou numa linguagem mais direta, compra e venda de votos no Congresso.
Normalmente as eleições municipais servem para debates entre os candidatos, mas a maior parte do tempo, tanto nas manifestações dos mesmos nos meios de comunicação, principalmente na TV, nas rádios, nos jornais, na internet e também nos comícios servem mais para atacar os adversários, acusações, muitas das quais totalmente descabidas, sem fundamentos ou provas concretas, enfim, muito fuxico, baixarias que banalizam as eleições.
Em lugar dessas demonstrações de baixo nível caberia aos candidatos, partidos e coligações apresentarem suas propostas, demonstrarem conhecimento da cidade ou do município que pretendem administrar e, mais importante, apresentarem planos viáveis  com dimensionamento de políticas públicas que são realmente de competência dos municípios, planos setoriais com objetivos, metas  de curto prazo, ou seja, que possam e devem ser realizadas dentro dos quatro anos do mandato do futuro prefeito e o que deve  ser feito a médio e longo prazo para a continuidade das ações em curso.
Mais importante ainda, esses planos precisam demonstrar quanto vão custar tais ações e de onde virão os recursos, a começar pelos parcos e minguados recursos da fonte 100; os chamados recursos próprios, oriundos dos tributos de responsabilidade dos municípios: IPTU, ITBI  e ISS. Os demais são transferências dos Estados, como quota parte do ICMS ou da União, do FPM e convênios. Empréstimos nem pensar, pois praticamente todos os municípios estão falidos.
Portanto, se os candidatos e futuros prefeitos querem a compreensão e participação da população e também dos servidores públicos municipais para enfrentarem dias mais difíceis, precisam jogar limpo, com transparência, sem mentiras e demagogia e mais do que isto, terem competência e estarem rodeados de gente com competência e zelo pela coisa pública, jamais de ratos e corruptos  como aconteceu com o Governo Dilma/Temer que levou o Brasil a este caos em que nos encontramos!
Juacy da Silva é professor universitário aposentado pela UFMT, mestre em sociologia e articulista. E-mail: professor.juacy@yahoo.com.br

Postar um novo comentário

| 27/08/2016, 11h:00 - Atualizado: 27/08/2016, 11h:03

Candidatos apostam nos apelidos para conquistar votos; cientista vê equívoco


Mário Okamura/Rdnews

candidatos_apelidos.jpg

Todos os anos pessoas investem na divulgação de apelidos diferentes para buscar voto da população

Como em todos os anos, candidatos com apelidos engraçados vão se apresentar aos  eleitores apostando no inusitado para conquistar votos. Alguns já são conhecidos por ter disputado eleições anteriores enquanto outros tentam pela primeira vez obter vaga na Câmara de Cuiabá. 

Entre os conhecidos estão o Break Prateado e o Compadre Banga. Ambos foram candidatos em 2012, mas foram reprovados nas urnas. 

Neste ano, também não faltam Djs e MCs querendo legislar na Capital, o que  inclui DJ Saci, MC Banana Pedro 90, amboso do PTB,  e MC Dentinho (PTdoB). Ainda relacionados à música disputam o Dito Lambada, Derica Flash Back e Zezinho Stilus ex-Erre Som. 

Representando os desportistas estão o goleiro Heverton Perereca e o Edson Lutador de Boxe. Também estão na disputa figuras como Koringa, Cenoura, Elias Veneno e Evaneide, a Gata. 

O cientista político João Edisom Souza lembra que os candidatos com  apelidos engraçados surgiram na década de 1980, como protesto contra a ditadura militar, que permitia a realização de eleições proporcionais, mas nomeava os ocupantes de cargos majoritários como prefeitos, governadores e o presidente da República. “No Rio de Janeiro, o candidato foi o Macaco Tião, que teve votação histórica devido ao momento que o país estava passando”, explica.

Na atualidade, segundo João Edisom, houve o fenômeno do Tiririca. O palhaço conseguiu capitalizar a insatisfação popular usando o bordão “pior que tá não fica” e obteve votações consagradoras para deputado federal. 

 “Em Mato Grosso, este tipo de postura serve apenas para chacota. Denigre a democracia e descaracteriza o processo democrático no momento em que a população deve exercer a cidadania com máxima seriedade. São candidatos fora de época e fora de propósito”, conclui João Edisom.

Mário Okamura/Rdnews

candidatos_apelidos_2.jpg

Em Cuiabá em todas as eleições a vereador existem apelidos estranhos, alguns chegam a ser eleitos a exemplo de 2012, quando Juca do Guaraná, Chico 200, Wilson Kero Kero tiveram aprovação nas urnas

Postar um novo comentário

| 27/08/2016, 08h:44 - Atualizado: 27/08/2016, 08h:57

Legal ou moral?

akio materia estreia colunista

Akio Maluf Sasaki

Em ápice eleitoral, no auge do calor, a Lei da Ficha Limpa tem impactado a candidatura de muitos políticos, situação que obrigou o Supremo Tribunal Federal a se manifestar sobre a possibilidade das decisões dos Tribunais de Contas impedirem a candidatura ou não de alguém.

Em decisão histórica, relatada pelo ministro Gilmar Mendes, entendeu a corte que o Tribunal de Contas apenas emite parecer de caráter opinativo e que cabe as Câmaras e Assembleias a decisão final quanto ao assunto, pois somente eles poderiam dar a estes pareceres força jurídica.

O Tribunal de Contas é, por determinação na Constituição, um órgão auxiliar do Poder Legislativo, ou seja, pode apenas auxiliar seus trabalhos e não deliberar por eles, retirando desta maneira o caráter jurídico de suas decisões.

Tanto não são jurídicos que no Estado, isso mesmo, no “nosso TCE”, um dos conselheiros já disse em sessão e em entrevistas que os julgamentos são políticos e não jurídicos, motivo pelo qual muitas vezes se aprovam contas com certas irregularidades.

Tanto é que o próprio STF reconheceu a natureza precária do parecer, passível de aprovação ou rejeição, em decisão definitiva. Situação esta que pode alterar toda uma situação política.

É legal toda essa situação? 

Sim, é totalmente legal, reconhecida pela mais alta corte do país, pode até ser controverso, mas é totalmente cabível e legal.

É moral?

Talvez sim, talvez não, mas só o tempo poderá dizer, mas é preciso lembrar que a lei e a moral nem sempre caminham juntas e que até que se digam o contrário a lei é o que deve vigorar.

Mas e quanto a omissão do Poder Legislativo? Isso não gera força ao parecer?

Não, pois o parecer é apenas técnico/opinativo e não vincula nada, não proíbe nada e, por isso, não pode restringir a candidatura de ninguém. Com isso, é possível concordar com o STF quando diz que quem tem competência para analisar é o Legislativo e não seu auxiliar.

Mas o que acontece quando existe uma grande omissão por parte da casa?

Bem, basta que nosso amado Ministério Público intervenha e pugne pela efetiva análise das contas em atraso.

Sim, o Ministério Público tem um grande papel neste caso, desde para evitar a prescrição tanto quanto para obrigar que os presidentes das casas legislativas a colocar em votação as contas públicas, a fim de que sejam efetivamente julgadas e possam afetar a carreira política de alguém.

Por fim, que cobremos do Ministério Público, seja ele Estadual ou Federal, para que cobre do Legislativo a votação das contas e que, apesar de atualmente ilegal, alguém edite uma lei para que os pareceres possam impossibilitar alguém de se candidatar.

Assim como entendo ser legal a não aplicação da lei da Ficha Limpa, mas, ao mesmo tempo, entendo ser imoral a sua não aplicação, pois normalmente o TCE demonstra desvios e erros de gestão, situação que não queremos e não esperamos de nossos governantes.

Akio Maluf Sasaki é acadêmico de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), atua em cooperação internacional do turismo e escreve neste Blog todo sábado - akio@pontodeapoioturismo.com.br

Postar um novo comentário

História | 26/08/2016, 14h:00 - Atualizado: 26/08/2016, 14h:19

Leonardo minimiza dia em que Wilson teria feito ex-governador Dante chorar


Com o início da campanha eleitoral, começou a circular nas redes sociais o artigo de autoria do jornalista Auro Ida (já falecido) denominado O dia em que Dante Chorou. O texto publicado em 25 de julho de 2010 afirma que o ex-governador, morto em 2006, chorou após ter sido humilhado e desprezado por Wilson Santos (PSDB) quando disputou a Prefeitura de Cuiabá pela primeira vez, ainda em 2004. (leia aqui

 

Arquivo

wilson Dante

 Wilson ao lado do túmulo do ex-governador Dante de Oliveira, um dos maiores líderes do PSDB 

O artigo de Auro Ida relata que  diferente dos dias de hoje, quando Wilson tenta retornar à chefia do Executivo através da coligação denominada Dante de Oliveira e tendo o vereador Leonardo Oliveira (PSB), sobrinho do ex-governador como vice, em 2004 o tucano foi impedido de subir no seu palanque por ter sido derrotado ao disputar o Senado. A promoter Carlina Jacob foi  a responsável direta pelo episódio.  

"O pessoal acha bom o senhor não subir, porque será vaiado", avisou a promoter, completando: "é melhor o senhor ficar fora da campanha, porque só vai prejudicar a candidatura de Wilson Santos". O fato ocorreu antes do comício realizado no CPA. 

Hoje candidato a vice de Wilson, Leonardo presenciou a cena. Ele estava acompanhando o tio que pretendia ter usado o espaço para se defender das críticas que estava sofrendo do então governador Blairo Maggi (PP), que o sucedeu no Palácio Paiaguás. No entanto, o próprio familiar minimiza o episódio. 

Rodinei Crescêncio/Rdnews

Leonardo de Oliveira

Leonardo diz que amizade entre Dante e Wilson jamais foi abalada pelo episódio

Leonardo atribui o episódio a algo de momento que não foi iniciativa de Wilson. Além disso, afirma que não influenciou a relação do hoje candidato com Dante.  “Isso acontece entre amigos e Wilson cresceu dentro de casa, tanto que em 2008 usou o nome de Dante em sua coligação, com as bençãos da família e hoje repete o fato, inclusive tendo eu como candidato a vice em sua chapa", pontuou. 

 De acordo com Leonardo, o episódio também não abalou a relação de Wilson com a família de Dante.”Wilson é muito querido por toda família, que fez questão de prestigiar a nossa convenção e tem atuado firmemente na busca de votos para o bem da nossa querida Cuiabá”, completou.

 O relato de Auro Ida ainda diz que Dante deixou o local com os olhos lacrimejando. Foi para um barzinho, tomar seus conhaques,  resignado. 

 No artigo, o próprio Leonardo Oliveira conta que foi a única vez que viu o tio chorar por causa da política. “Sem dizer mais nada, ele entendeu que não era mais considerado a liderança do grupo. Estadista, com curriculo invejável, aceitou com parcimônia a decisão de seus liderados e foi embora sem reclamar”, relatou Auro Ida. 

Postar um novo comentário

Comentários (7)

  • WILLIAN BRAZ OLIVEIRA | Terça-Feira, 30 de Agosto de 2016, 18h55
    0
    0

    Wilson Rei da Demagogia

  • Edson Junior | Segunda-Feira, 29 de Agosto de 2016, 07h42
    1
    0

    Tudo pelo poder, tudo pelo dinheiro, afinal o cara já está morto e não pode chorar novamente.

  • Gilmar | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 22h00
    5
    2

    Dante morreu, mas assim como Taques, era um peso negativo. Saiu do governo e perdeu o senado. Taques segue a trajetória de seu mestre.

  • Tabita Kina | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 19h34
    13
    0

    Difícil saber quem é mais sem vergonha e sem caráter...o titular, ou o vice!

  • renato@hotmail.com | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 17h08
    4
    10

    Nao falta mais nada mesmo... ressuscitaram o Auro, que era funcionario da casa civil para falar que Wilson brigou com Dante. Todo mundo sabe que Dante e Wilson sempre foram unha e carne.

  • alexandre | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 17h07
    15
    0

    Pode se contar o acontecido, mas não se muda a História.... WS fez Dante de Oliveira chorar isso é fato...agora usa o nome dele....

  • alexandre | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 15h24
    20
    0

    Agora WS fala de dante.... é pra acabar...

INíCIO
ANTERIOR
1 de 739