Cuiabá, 20 de Abril de 2015
  • Camila Cervantes

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MINISTÉRIO PÚBLICO | 27/12/2013, 11h:21 - Atualizado: 27/12/2013, 17h:14

MPE reajusta alimentação para R$ 1,2 mil; aumento atinge 9%

   Em ato administrativo publicado neste mês de dezembro no Diário Oficial, o procurador-geral de Justiça, Paulo Prado, aumentou o auxílio-alimentação dos promotores, procuradores e servidores do órgão em 9%. O beneficio no valor de R$ 1,1 mil subiu para R$ 1,2 mil mensais, o que corresponde a R$ 40 por dia. O novo valor passa a valer a partir de 1º de janeiro.

  O custo do benefício, somente com promotores e procuradores é de R$ 260,4 mil mensais. Anualmente, o valor chega a R$ 3,1 milhões.

  Prado garante que os maiores beneficiados com o reajuste são os servidores. Ele explica que o valor é o mesmo para procuradores, promotores e servidores. Ainda segundo ele, para o aumento do benefício, foi levado em consideração o índice da inflamação no decorrer deste ano que chegou a quase 6%. Também teriam influenciado o aumento da cesta básica e a majoração do quilo do alimento nos restaurantes.

  Segundo Prado, o reajuste não precisou passar pela apreciação do Poder Legislativo porque já havia um limite autorizado pela Assembleia e o acréscimo respeitou o teto. O curioso é que o valor recebido pelos membros do MP é 2,5 vezes maior do que o recebido pelos magistrados estaduais que hoje é de R$ 475. No Tribunal de Justiça, o auxílio alimentação para os juízes e desembargadores foi instituído este ano. Antes ele contemplava apenas servidores.

  Sobre a diferença significativa entre o auxílio-alimentação dos membros do MP e dos membros do Judiciário, Prado salienta que “o TJ oferece um valor menor porque tem muito mais servidor e por isso o impacto na folha é bem maior. Nós que somos um órgão menor, mais enxuto, dá para valorizar mais o servidor”.

  Além do auxílio-alimentação, os membros do MPE recebem outros cinco benefícios sendo eles transporte, moradia e ajudas de custo quando mudar de cidade e para aquisição de livros e materiais didáticos. Somados, os seis benefícios incorporados podem acrescentar quase R$ 10 mil aos salários que variam entre R$ 18 mil a R$ 25 mil de acordo com o cargo, tempo de serviço e entrâncias em que atuam.

Promotores e procuradores têm salários de até R$ 25 mil

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Comentários (7)

  • Gilmar Brunetto | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 21h02
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    Para os usuários do MT Saúde a contribuição do Estado é inconstitucional segundo o Tribunal de Contas, porém para alguns só falta agora o auxilio amante.

  • Elson Pereira | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 15h48
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    Entendo que os doutos promotores devem ter um cardapio balanceado, visto cumprirem uma rotina exaustiva, que não permitem deslocarem até suas residências e efetuarem as ditas refeições nelas, como todo brasileiro trabalhador que sobrevive com mísero salario minimo, o que representa para uma familia composta de três membros, de almoço e janta individual no valor de R$12,00 para tds, lembrando que inexiste a palavra café da manhã, mas como colaboramos menos para o crescimento deste Brasil inusitado, que Autoridades ganham cada vez mais e trabalham cada vez menos, como dizia um velho apresentador da TV Brasileira "ISSO É UMA VERGONHA", que faz o Estado são o povo, então mobilizemos e mostremos que somos um povo pacífico, ordeiro, consciente, mas cansado das roubalheiras dessas figuras.

  • Hans Maier | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 14h37
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    Não é à tôa que o Sr Paulo Prado está muito, mas muito, acima do peso. Vejam a foto, que fofura.Estou cada dia mais envergonhado com as chamadas "autoridades" deste país.

  • cELSO bIZARRO | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 12h50
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    O Pessoal lá em cima só tão que aumenta salários /benefícios para eles, sabedores de que existe inflação, agora e nós cá embaixo não merecemos tambémpt

  • Celino Teodoro de Melo | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 11h48
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    Eles trabalham domingo e feriado? R$ 40,00 X 30/dias = R$ 1.200,00...Isso é sacanagem com a maioria do cidadão de MT e do Brasil em geral...Enquanto a maioria ganha um salário mínimo por mês, essa cambada vai embolsar, quase 2 salários mínimos só para comer...São, realmente um bando de comilões, sem o que fazer, só pensam em se esbaldar...Às custas, é claro do pobre e esfolado cidadão de MT...Vão trabalhar, cambada de sem o que fazer e deixem de surrupiar os cofres públicos...

  • Ezequiel Salomão da Silva Salomão da Sil | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 11h41
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    Caro colega Romilson porque voCê não faz uma pesquisa sobre esse absurdo, se a população aprova ou não essa palhaçada do "MISTÉRIO PUBLICO".

  • Ezequiel Salomão da Silva | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 11h35
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    Nãoooooooooooooooooooooooooooooooo acriditooooooooooooooooooooooooooooooooooo!

esporte | 20/04/2015, 10h:05 - Atualizado: 20/04/2015, 10h:23

Grito de federações revela débitos de 5 anos do Bolsa Atleta; Estado faz cadastro


Rodinei Crescêncio

ananias filho

Ananias Filho foi um dos secretários de Esportes que não pagou o Bolsa Atleta

O “grito” das 25 federações esportivas, que reclamam da falta de pagamento dos convênios firmados entre as instituições e o Governo, levanta um debate interessante às vésperas da realização dos jogos Olímpicos no Brasil: qual é o olhar de Mato Grosso e do país para o setor.

Se, de uma forma geral, o Brasil não tem feito a lição de casa direito, tendo em vista que a chiadeira é geral e tem impacto nos resultados obtidos pela nação nos campeonatos dentro e fora do país, em Mato Grosso a situação é ainda pior.

Para se ter uma ideia, conforme o presidente da Federação Mato-grossense de Ciclismo (FMTC), Manoel Lima, o secretário-adjunto de de Esportes, Pedro Sinohara reconheceu que o pagamento do programa Bolsa Atleta enfrenta problemas desde 2010, quando o cadastro não foi homologado por falta de orçamento.

Federações reclamam de abandono de 50 mil atletas; Governo ameniza

Assim, há 5 anos, os atletas ouvem promessas de uma regularização que nunca se concretizou. O próprio Rdnews divulgou, em 2013, que a dívida com os atletas vinha se acumulando e já superava os R$ 3 milhões. À época, o então secretário Ananias Filho disse que “o programa foi homologado em 2011, mas só pagamos 2 meses. Faltam 10 meses de 2011 e o ano inteiro de 2012”. Mas o deputado e ex-secretário da pasta, Baiano Filho (PMDB), chegou a cobrar também a quitação nove parcelas de 2010 - saiba mais aqui e aqui.

O fato é que, de 2010 até agora, passaram 5 secretários e nenhum resolveu o celeuma. As ingerências começam justamente no ano em que Silval Barbosa (PMDB) assume a administração estadual, quando assumiu o Executivo em razão da renúncia do titular, Blairo Maggi (PR), eleito senador. Depois, o peemedebista foi reeleito. Faltou pulso e até pode-se dizer que foram omissos os ex-secretários Baiano, Carlos Azambuja (2011 - 2012); José de Assis Guaresqui (2012), Ananias Filho (2012 – 2014). Agora, o abacaxi caiu no colo de Leandro Carvalho, secretário de Cultura e Esportes. 

De todo modo, cada gestor, em maior ou menor grau, deixou a situação virar uma bola de neve. Segundo Manoel, cada atleta cadastrado tem direito a R$ 800 mensais, ou seja R$ 9,6 mil por ano. O não pagamento dos benefícios, segundo ele, “hoje beiram a casa dos R$ 10 milhões”,  herdados por Taques. O presidente da federação argumenta que atletas de Sinop, a 503 km de Cuiabá, por exemplo, percorrem o país para representar o Estado em competições com equipamentos e não recebem apoio no custeio de despesas com passagens, hospedagem, alimentação, entre outras.  

Entre os destaques do Estado, que têm tido bons resultados, apesar da falta de apoio, está o ciclista Daniel Pianovski, que é um dos seis primeiros atletas do ranking brasileiro de ciclismo, na categoria mountain bike. “Mais de um terço das Bolsas Atletas serão destinados aos atletas das modalidades do Ciclismo Olímpico e Cross Country Olímpico”, reclama o dirigente.

Segundo ele, Pianovski teve o cadastro aprovado em 2012, até hoje não recebeu nada. “Já é difícil se manter no esporte e temos o objetivo de ficar entre os seis primeiros em nível nacional”, reclama Daniel. O ciclista ainda disse que até hoje está à espera de receber a bolsa. “Tenho o direito de receber o auxílio desde 2010, pois me enquadrei nos requisitos que a lei prevê. Fizemos o protocolo na Secretaria Estadual de Esportes e até o momento não tivemos nenhuma resposta”, disse. 

Em visita a Sinop, segundo a federação, Sinohara explicou que o cadastro de 2010 não foi homologadoo por falta de recursos. Ainda segundo ele, agora, é preciso que os atletas façam um novo cadastro. A estimativa é que a partir do 2º semestre os atletas serão beneficiados, provavelmente apenas em setembro. 

Lei

Conforme a lei nº 8.157, de 13 de julho de 2004 que criou o programa, para receber o benefício, o atleta precisa possuir títulos nacionais em eventos oficiais do calendário do Ministério dos Esportes e ter obtido até o 6º lugar nessas competições.

Ainda de acordo com a lei, o valor mensal da ajuda de custo para a categoria estudantil é de R$ 500 e da categoria nacional é de R$ 800. O dinheiro deve ser empregado na aquisição de uniforme, custeio do transporte, da alimentação e da hospedagem deste pessoal em competições. 

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| 20/04/2015, 07h:31 - Atualizado: 20/04/2015, 11h:07

Conjuntura política

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Sandra Alves

A conjuntura muda no Brasil a cada 48 horas. As crises atingem diversos segmentos e os reflexos sociais não são bons. Uma crise moral, ética e política. A prisão do tesoureiro do partido político que governa o país; os movimentos de ruas e das redes sociais; os escândalos de corrupção. Analisar o contexto social do país e apontar a direção a que os fatos conduzem é tarefa árdua e perigosa.

A redução do número de pessoas que compareceram ao movimento de 12 de abril dava a impressão de que o Governo retomava a direção do país, especialmente após apontar Michel Temer para a negociação política com o Legislativo. Entretanto, a prisão de Vacari, tesoureiro do PT, e o parecer dos ministros do TCU acerca das contas da presidente Dilma de 2014 (pedalada fiscal) reacenderam os pavios de bomba das crises que assolam o país.

Existe um clima de instabilidade em todas as instituições sociais. O Governo Federal é instável, com acontecimentos não vistos anteriormente no país, como convites a Ministérios e suas negativas pela imprensa; no Governo Estadual, Governador e Deputado trocam farpas utilizando metáforas em discursos. Judiciário, Defensoria e Ministério Público fazem deslocamentos de profissionais sem planejamento prévio, com desrespeito ao estado democrático quando o magistrado busca cumprir metas do CNJ, cujo tempo e modo visaram mais os holofotes que ao cumprimento da lei.

O cenário faz, muitas vezes, descrer em qualquer mudança no Brasil. Existe um mar de denúncias na esfera federal e estadual como, por exemplo, o uso dos correios nas eleições, os fundos de pensão comprando títulos do exterior de países como Bolívia e Peru; a cúpula do partido do PT presa atualmente, mas sendo este partido que ganhou as eleições (denúncias a nível federal). Na esfera estadual basta citar a sigla VLT.

Um conjunto de fatos que poderia conduzir a algum tipo de responsabilidade, mas vive-se uma crise moral grave. Fatos clarividentes como depoimentos, apontamentos de contas no exterior, desvios de dinheiro. O brasileiro não reage à crise ética e moral, a oposição política é desarticulada. Não importa a gravidade dos escândalos, as pessoas não questionam, não refletem, e o quadro se perpetua no país.

A reunião formal entre os líderes dos partidos políticos da oposição e os líderes dos movimentos populares que realizaram os movimentos de 15 de março e 12 de abril esta semana, entretanto, foi um passo significativo. Começa a se criar um nível de articulação para verificar ações contundentes, que tenham um objetivo específico.

É importante ressaltar, todavia, que uma sociedade que vai à rua questionar o governo, mas que paga propina, estaciona o carro em local proibido, joga lixo na rua, fura a fila, desrespeita o idoso, procura pelo "jeitinho brasileiro" para levar algum tipo de vantagem, não é condizente com o espírito de mudança necessário.

Tudo o que foi apontado torna a crise vivida no Brasil muito mais grave. É necessário interpretar a realidade, ter consciência de que uma ação solitária não conduz à mudança. Chegou a hora de ser profissional! Não basta ser oposição ao governo, às instituições e com isto tornar-se oportunista, hipócrita, visando tão somente ocupar o poder exercido por outrem. Hoje, o papel de opositor visa derrubar o governo e assumir o poder. E depois? Sair dos diversos estados de crise hoje exige mais que atitude. É preciso adicionar a atitude uma pitada de conhecimento e uma super dose de moral e ética.

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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Comentários (2)

  • alexandre | Segunda-Feira, 20 de Abril de 2015, 13h25
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    sou cidadão correto, nao tem jeitinho, pelo menos o povo está acordando para as mentiras e MKT do PT, dilma é só o começo, e´preciso limpar as instituiçoes mudar todos os politicos profissionais nao comprometidos com o povo, hoje vejo Ministro da justiça e Procurador da união se portando como miltitante fanático, é preciso melhorar o Judiciário pois estao tentando acabar com o CNJ. mudar o partido e presidente vai melhorar o pais,de fato as oposiçoes estão muito quietas se fosse o contrário o PT tinha declarado greve geral todo o MST, CUT estaria nas ruas fechando rodovias, é o que eles sabem fazer...

  • Arthur Bianchini | Segunda-Feira, 20 de Abril de 2015, 10h40
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    Como sempre uma publicação maravilhosa que me deixa com uma pergunta "martelando" aqui na cabeça... E depois?

| 19/04/2015, 00h:00 - Atualizado: 17/04/2015, 14h:52

Capacitação constante: chave do sucesso

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Jackelyne Pontes

A constante qualificação profissional reflete positivamente na carreira de qualquer indivíduo. Aquele que está em constante evolução tem mais chances no mercado de trabalho cada vez mais exigente e concorrido. Adquirir novos conhecimentos, participar de eventos inerentes à sua área de atuação, e estar envolvido com pessoas que possam influenciar-nos e inspirar-nos traz, sem dúvida, um impulso para que possamos seguir adiante nesse vasto caminho da construção do conhecimento e da prática.

E foi com imensa satisfação que recebi a feliz notícia vinda da ABO (Associação Brasileira de Odontologia, Seção de Mato Grosso): foi aprovado o projeto de criação do Departamento de ASB (Auxiliar em Saúde Bucal) e TSB (técnico em Saúde Bucal) desta entidade. Um avanço para estes profissionais que são de extrema importância no exercício da Odontologia. O que seria de nós cirurgiões-dentistas sem a competente, dedicada e sempre necessária equipe auxiliar? Esses profissionais tem importante papel dentro da equipe odontológica, e poderão contar agora com descontos em ações, cursos e eventos promovidos pela ABO.

Para associar-se ao Departamento de ASB e TSB da ABO-MT o profissional deverá estar inscrito e adimplente no CRO-MT (Conselho Regional de Odontologia de Mato Grosso), e a sua anuidade será de 10% do valor referente a anuidade do Cirurgião-Dentista. Além de participar das ações promovidas pelo departamento, os associados terão desconto nos cursos de formação e qualificação. Para o corrente ano estão programados os cursos de qualificação em Estratégia Saúde da Família e Instrumentação Cirurgica.

O que faz o diferencial neste competitivo mercado de trabalho é definitivamente a vivência, a busca constante de qualificação e o conhecimento adquirido. Os profissionais com melhores colocações são aqueles que estão em constante evolução e que justamente por isso destacam-se, rompem barreiras e contribuem para o desenvolvimento da empresa onde prestam serviço.

A competitividade impera em nossa sociedade, e o sucesso não depende apenas do diploma, mas sim de um profissional com perfil dinâmico, preparado, capaz de enfrentar desafios, e que incorpore novidades em sua atuação, daí a necessidade de desenvolver habilidades, de tornar-se um indivíduo produtivo, que esteja pronto para desenvolver de maneira ímpar as suas funções específicas, lapidadas constantemente com a aquisição de novos conhecimentos.

Em diversos segmentos a defasagem de qualificação profissional está trazendo prejuízos gigantescos e não é de agora, foi semeada no decorrer da história e só vista a olho nu agora, com o desenvolvimento do país e a evolução da tecnologia. A busca de informação é fator de sucesso em qualquer área. Por definição capacitar é ficar ou se tornar apto, sendo assim, invista em você, capacite-se!

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, filiada ao Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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Comentários (1)

  • Hélio Augusto Gomes | Domingo, 19 de Abril de 2015, 17h10
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    O sucesso não ocorre por acaso. Parabéns a sua felicidade em valorizar o auxiliar bucal e técnico bucal. A saúde bucal agradece! A sociedade sustentável exigem a sua candidatura à Presidência do Sinodonto-MT. Mãe natureza te protege!

| 18/04/2015, 21h:23 - Atualizado: 20/04/2015, 00h:31

Presidente da Câmara e a tese absurda de se ganhar um bom salário para não roubar


Luiz Alves

julio pinheiro 530

Presidente da Câmara Júlio Pinheiro defende a tese segundo a qual deve-se ganhar bem para não roubar

Júlio Pinheiro, presidente pela segunda vez da maior das 141 câmaras municipais do Estado, saiu com um comentário que está dando o que falar. Perguntado pelo repórter do Rdnews, Jacques Gosch, se iria reajustar o valor da verba indenizatória dos colegas parlamentares cuiabanos, já que existe uma lei que propositalmente vincula em até 75% o valor do benefício dos deputados estaduais, que elevaram a chamada VI para R$ 65 mil, Pinheiro ponderou que não o fará neste primeiro momento.

Depois, avaliou que vereador ganha pouco. Em Cuiabá são 25 parlamentares. Cada um deles recebe R$ 15,9 mil e tem direito a reembolso por meio da VI de R$ 25 mil.

aspa

 

A certa altura da entrevista, Júlio Pinheiro assinala:

"Tenho 20 anos de vida pública. Mereço ganhar bem para fazer a coisa certa. Administro o duodécimo de R$ 40 milhões e não posso ser tentado a roubar. Preciso de um bom salário para não correr o risco de não fazer como os gestores da Petrobrás" - confira aqui.

Ele foi traído pelas palavras? Demonstrou-se ingênuo? Será que um homem público que toca o Legislativo de uma Capital pensa assim mesmo, de que ganhar pouco estimula a desonestidade, o roubo, a corrupção?

Não tem sentido. Ele foi muito infeliz. Deveria pedir desculpas publicamente pelas declarações equivocadas. Quantos usufruem de altos salários e foram pegos roubando o erário e estão presos? Honestidade independe de condição social, cultural e religiosa. É uma questão de caráter e princípio.

Mas Júlio Pinheiro, com seus 55 anos, que serão comemorados no próximo 9 de maio, não está nem aí. Embora seja considerado um político populista, fanfarrão e sem credibilidade de um líder, sabe jogar nos bastidores e isso o segura no poder como também ajuda-o a sair das muitas confusões em que se envolveu.

A classe política já está com a imagem no chão e Júlio Pinheiro, enquanto representante desta, ainda alimenta a tese da desconfiança. Perdeu a noção do ridículo.

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Comentários (6)

  • Pedro Luis | Segunda-Feira, 20 de Abril de 2015, 09h08
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    Não adianta criticar o Julio Pinheiro. Os responsáveis por isso são os eleitores que o colocaram lá. Se não querem políticos desse tipo, é só não votarem nele. SIMPLES ASSIM. O politico reflete a sociedade, e cada sociedade tem o politico que merece.

  • Ademir | Domingo, 19 de Abril de 2015, 19h59
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    Pois estes depoimentos deste presidente é de quem não tem caráter, honestidade, espírito público, pensar no povo e na cidade antes de tudo, este é simplesmente um passa fome que vive de política como muitos outros sem caráter!!!

  • olga | Domingo, 19 de Abril de 2015, 12h07
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    A honestidade não pode ser programa de governo. É um atributo pessoal do qual deveria ser dotado todos os políticos. Boa parte de nossos políticos contribui para o descrédito da classe, mas não nos esqueçamos que fomos nós que elegemos. Devemos pensar bem antes de votar.

  • Cuiabana | Domingo, 19 de Abril de 2015, 08h59
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    Que absurdo essa declaração, quem é honesto,já nasce hhonesto, sabe ser guardião do que não lhe pertence. Infelizmente o homem que era para dar bom exemplo aos demais na câmara municipal, tem essa visão distorcida.

  • adilson Ribeiro | Domingo, 19 de Abril de 2015, 08h38
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    Esse tipo de politico que me faz pensar que a política do Brasil não tem mas jeito infelizmente .

  • Mario | Sábado, 18 de Abril de 2015, 23h29
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    Só observem a cara do cidadão. Essa cara já diz tudo...kkkkk será que o homem é honesto?

| 18/04/2015, 00h:00 - Atualizado: 17/04/2015, 16h:53

Budapeste, a Paris do leste!

akio materia estreia colunista

Akio Maluf

Conhecida como a Paris do leste por causa dos seus prédios históricos, Budapeste é uma capital encantadora, dividida em duas partes pelo Rio Danúbio, de baixo custo e com diversas opções para turistas, seja você se primeira ou segunda viagem, pois consegue encantar todos aqueles que lá resolverem parar para apreciar a beleza de uma cidade que parou no tempo.

Começando pelo primeiro item ao se preparar uma viagem, falaremos de custos: Em Budapeste não é utilizado o euro como moeda corrente e sua moeda local é desvalorizada em relação ao Real, situação pela qual favorece os brasileiros no ato de reservar hotéis, passeios e restaurantes, vale lembrar que apesar da vantagem econômica em relação a serviços, bens de consumo seguem o padrão europeu de preços e você não terá vantagem alguma se estiver planejando comprar um iphone.

Se você é jovem e está planejando mochilar, Budapeste te encantará com sua extremamente agitada e barata vida noturna, pois lá se encontram casas noturnas de primeiro nível,  como por exemplo a Morrison's Two, um bar de ruínas famoso em toda a europa (Szimpla Kert) e, para fechar com chave de ouro, a Budapeste Bath Party, uma festa que ocorre nas termas após o seu fechamento e conta com Dj's famosos e um ambiente agradável, além de contar com toda a estrutura das termas a disposição dos banhistas.

Akio Maluf

Budapest

Budapeste possui pontos turísticos maravilhosos como o Parlamento, o Palácio Real, a Andrassy Ut

Caso seu interesse seja passar mais do que duas noites e não a vida noturna, Budapeste possui pontos turísticos maravilhosos como o Parlamento, o Palácio Real, a Andrassy Ut  (Champs Elysee de Budapeste), as termas, as cavernas do castelo, a Igreja de São Matheus e a ponte de Lanchid, todos esses lugares são maravilhosos e a recomendação é fazer em sentido horário o tour pela cidade, começando e retornando para Peste, pois é o lado mais novo da cidade.

Independente do foco e da idade, os pontos que você não poderá deixar de visitar durante sua estadia na Paris do Leste são o Parlamento, o Palácio Real, a Andrassy Ut, a Ponte de Correntes e a Igreja de São Matheus, pois são construções de cunho medieval, belas e extremamente conservadas da modernidade contemporânea em virtude do tempo de atraso econômico sofrido durante a intervenção da URSS com o socialismo.

Portanto, se estiver planejando uma viagem para algum lugar que fuja o comum, Budapeste estará te esperando com seus pontos turísticos lindos, sua cidade maravilhosa, população atrativa e suas diversas opções para todas as idades, mas, antes de tudo, consulte seu agente de viagens para que sua experiência possa ser a melhor possível.

Akio Maluf Sasaki é acadêmico de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), atua em cooperação internacional do turismo e escreve neste Blog todo sábado - akio@pontodeapoioturismo.com.br

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Comentários (3)

  • Sílvio P de Novaes | Sábado, 18 de Abril de 2015, 12h01
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    Sensacional a dica. E o legal é que a gente viaja no texto. Parabéns ao colunista por nos blindar com orientações turísticas interessantes.

  • nizilda Maluf | Sábado, 18 de Abril de 2015, 11h45
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    Bela dica turística. Parabens

  • Hélio Augusto Gomes | Sábado, 18 de Abril de 2015, 10h53
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    Bela dica cultural e histórico. Recebe o meu aplauso, e cartão verde ecológico. O turismo sustentável agradece!

| 17/04/2015, 19h:50 - Atualizado: 20/04/2015, 08h:26

Coronel-deputado leva tensão para a AL; Romoaldo e Monteiro passam apurados


Pery Taboreli (PV), coronel PM da reserva que virou deputado com o símbolo da segurança, está levando insegurança para a Assembleia, seu ambiente de trabalho desde fevereiro. Por ali circula com uma pistola na cintura, inclusive durante as sessões. E não leva desaforo para casa. E nem admite perder nos embates políticos. Ele atrai com facilidade polêmica e confusão. E, da tribuna, bate duro.

Felipe Malvezzi

taborelli 530

O coronel-deputado Pery Taborell atrai confusão e polêmica na AL e está sendo enquadrado pelos colegas

Na última terça, em reunião do Colégio de Líderes, Taboreli se envolveu em mais uma confusão. Fontes revelam que o coronel-deputado propôs a substituição de militares que atuam na Assembleia. Desde quando tomou posse, ele vem apertando a Mesa Diretora para tirar praças e oficiais com a intenção de colocar nas vagas um grupo de policiais de sua confiança.  Conseguiu até agora emplacar o primo, tenente-coronel PM Hélder Taborelli Sêmpio, como coordenador militar. E Taboreli quer mais. Mas não encontra respaldo da Mesa para isso.

Taboreli encurralou Romoaldo Júnior (PMDB), ex-presidente da Casa. Pediu que o peemedebista dispensasse policiais requisitados. Romoaldo reagiu dizendo que não. Nesse momento, segundo apurou este Blog, Taborelli, já bastante irritado, levantou o paletó e colocou uma das mãos na arma que carrega na cintura. Embora assustado, Romoaldo não se intimidou. Em meio ao bate-boca, disse que o coronel-deputado não poderia agir daquela forma nem se estivesse dentro de um quartel. E avisou que se tal cena se repetir, irá tomar providências. O clima esquentou mais ainda quando o assessor jurídico, ex-deputado Chico Monteiro, interveio para acabar com a confusão. Tomou um empurrão de Taborelli.

A notícia se espalhou pela Assembleia inteira. Horas depois, numa reunião com deputados, Taborelli reconheceu o excesso. Pediu desculpas a todos. Foi alertado de que se continuar agindo com truculência poderá até sofrer processo por quebra de decoro parlamentar. Segundo informações, Taboreli anda irritado por causa do risco de perder a vaga na AL para o suplente, petista Valdir Barranco, que luta na Justiça para sair da lista de ficha-suja e validar os quase 20 mil votos, o que garantiria cadeira no legislativo.

Por onde passou, quando estava na ativa como coronel, Taborelli fez história. Para uns, positivamente, com muitos malandros na cadeia e redução dos índices de criminalidade a partir de ações com policiamento ostensivo. Para outros, negativamente, considerando que ele se envolveu em muitas confusões e até enfrenta ações cíveis e criminais na Justiça. Entre os batalhões comandados por ele estão os de Rosário Oeste, Rondonópolis e Várzea Grande, onde o hoje coronel-deputado exerceu mandato de vereador até o ano passado.

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Comentários (32)

  • cidadão | Segunda-Feira, 20 de Abril de 2015, 15h01
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    cidadão, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Antonio Cuiabano | Segunda-Feira, 20 de Abril de 2015, 14h17
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    Antonio Cuiabano, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • roberto antonio silveira | Segunda-Feira, 20 de Abril de 2015, 14h14
    0
    0

    tu podia fazer uma limpa ai Taborelli....fabris, viana, mais uns ai .....faz uso dessa maquina q vc tem

  • Capitu | Segunda-Feira, 20 de Abril de 2015, 13h37
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    0

    Capitu, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • joaoderondonopolis | Segunda-Feira, 20 de Abril de 2015, 13h02
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    Os outros deputados não podem ficar com medo do coronel-deputado. Os demais deputados devem comprar cada um duas pistolas e usar ao mesmo tempo e fazer os enfrentamentos necessários na AL. Quando for fazer uso da palavra na tribuna, deixa uma pistola armada descansando na tribuna, enquanto a outra fica na cintura também armada. Quem sabe depois desta mensagem os demais cidadãos podem ter uma arma na cintura como antigamente, Ô tempo bom.

  • joaoderondonopolis | Segunda-Feira, 20 de Abril de 2015, 13h01
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    joaoderondonopolis, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • jose roberto | Segunda-Feira, 20 de Abril de 2015, 11h54
    6
    1

    por isso que não votei mais nele, até agora não fez nada efetivamente pelo voto que confiei nele como vereador!

  • DELSON | Segunda-Feira, 20 de Abril de 2015, 11h21
    5
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    É O MAL DESSES CORONÉIS QUE VIRAM POLITICOS,

  • MARCOS | Segunda-Feira, 20 de Abril de 2015, 10h48
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    0

    MARCOS, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Amanda | Segunda-Feira, 20 de Abril de 2015, 10h05
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    1

    Eu acredito que o Srº Deputado Taborelli e o Srº Governador devem se lembrar para o que foram eleitos, se querem agir como em suas antigas profissões que ficassem por lá.

| 17/04/2015, 14h:52 - Atualizado: 17/04/2015, 14h:59

Taborelli e Walace trocam farpas, quase vão às vias de fato e governador remedia


O prefeito de Várzea Grande, Walace Guimarães (PMDB), e o deputado estadual Pery Taborelli (PV) trocaram farpas e quase foram às vias de fato no lançamento da Frente Parlamentar por Várzea Grande, realizada ontem (16) à noite, no auditório do Hotel Hits Pantanal. A demonstração de “ódio” foi testemunhada pelo governador Pedro Taques (PDT), que prestigiou o evento com objetivo de debater a concretização de políticas públicas para retomada do desenvolvimento no município.

A briga começou quando Taborelli usou o microfone para levantar suspeitas sobre a idoneidade da gestão de Walace. Em seguida, o prefeito respondeu ao ataque, acusando o parlamentar de raivoso e policialesco. Na réplica da discussão, Taborelli chamou o prefeito de corrupto.

Walace então lembrou que suas contas haviam sido aprovadas pela Câmara Municipal no dia anterior. Antes que os rivais trocassem socos e pontapés, o próprio Taques, o deputado federal Fábio Garcia (PSB) e os deputados estaduais Emanuel Pinheiro (PR) e Eduardo Botelho (PSB) se colocaram entre os dois para evitar a possível agressão.

Chico Valdine/Gcom

walace_taborelli_ok.jpg

Walace (em pé), durante evento no hotel Hist Pantanal, onde ele e Taborelli (em destaque) discutiram

Depois da briga, Taborelli disse que está pronto para atuar em conjunto com Walace em prol de Várzea Grande, desde que o prefeito assuma compromisso com a probidade. “Várzea Grande é mais importante que tudo isso. Nosso partido é o PVG, que é o Partido Várzea Grande”, declara ao Rdnews. Walace, no entanto, não está disposto ao diálogo com Taborelli. Através da assessoria, o prefeito alega que a truculência do deputado não combina com a política e o aconselhou a “voltar para caserna”.

Após o “espetáculo” protagonizado por Taborelli e Walace, o governador reconheceu que o Estado, município e deputados estaduais e federais devem ter um olhar diferenciado para Várzea Grande e a necessidade de, a partir do debate, concretizar políticas públicas. “Nós reduzimos o índice de criminalidade aqui em 48% a menos de homicídio nestes primeiros meses e 25% a menos de roubo de veículos, graças a uma ação conjunta da secretaria de Segurança Pública e os comandos da Polícia Militar e Civil”. Taques ainda ressaltou que o hospital Metropolitano está saindo da fase de intervenção e indo para outro momento, o de ocupação. “Nós temos um programa de pavimentação urbana, na qual poderemos ajudar o município. Existem medidas que podem ser tomadas e nós estamos fazendo”.

O presidente da CDL, David Pintor, defende que a reunião envolvendo a sociedade, classe empresarial e autoridades é importante para fazer uma cidade melhor. “O intuito desta reunião é dar um respaldo para os empresários e uma resposta à população, abordando tópicos de extrema importância para o município para que possamos viver em um ambiente melhor”. 

Pautas

O Parque Tecnológico estava entre as principais pautas. O local será uma união de universidades, centros de pesquisas e empresas para criar tecnologia voltada à economia estadual. Taques esclareceu que o projeto está em andamento e que no dia 30 uma comissão deverá entregar um estudo sobre o empreendimento. Também foram discutidas demandas nas áreas de saúde, infraestrutura, segurança, educação e geração de rendas.

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Comentários (6)

  • angela maria de souza | Sábado, 18 de Abril de 2015, 13h43
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    Parabéns. Coronel Taborelli.Várzea Grande ta uma vergonha. a cidade esta abandonada.sem ruas.segurança e saúde enfim falta tudo.

  • Jorge Campos Alvorada | Sábado, 18 de Abril de 2015, 08h33
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    1

    O atual prefeito de nossa cidade (Várzea Grande) não tem trabalhado com compromisso merecido à população. Ruas esburacadas, obras mal executadas ou sem finalização, ausência de incentivo à cultura, atrasos e esquemas de aprovação de projetos, ausencia de cuidados nas praças e locais de convivência, ausência de manutenção na iluminação pública (fato que gera problemas na segurança noturna dos cidadãos), falta de transparência e diálogo com as polícias, são fatos que já são rotina no nosso dia a dia. O Coronel Taborelli, nos representa, principalmente quando alega que VG está sob maus cuidados, política ineficiente, é só andar pela cidade e fica nítido o descaso. A população aguarda providências da atual gestão, mesmo que com pouco esperança de resultado. Que o sr. Taborelli continue a ajudar nossa cidade, pois de tantos o único que tem honrado o nome e lutado por Várzea Grande.

  • Claudio Ferrer | Sábado, 18 de Abril de 2015, 08h24
    4
    1

    O atual prefeito de nossa cidade (Várzea Grande) não tem trabalhado com compromisso merecido à população. Ruas esburacadas, obras mal executadas ou sem finalização, ausência de incentivo à cultura, atrasos e esquemas de aprovação de projetos, ausencia de cuidados nas praças e locais de convivência, ausência de manutenção na iluminação pública (fato que gera problemas na segurança noturna dos cidadãos), falta de transparência e diálogo com as polícias, são fatos que já são rotina no nosso dia a dia. O Coronel Taborelli, nos representa, principalmente quando alega que VG está sob maus cuidados, política ineficiente, é só andar pela cidade e fica nítido o descaso. A população aguarda providências da atual gestão, mesmo que com pouco esperança de resultado. Que o sr. Taborelli continue a ajudar nossa cidade, pois de tantos o único que tem honrado o nome e lutado por Várzea Grande.

  • Murilo Malheiros | Sexta-Feira, 17 de Abril de 2015, 21h17
    6
    2

    Parabéns ao Dep. Taborelli , pois o TCE não aprovou as contas do ainda prefeito Wallace e a câmara com aqueles vereadores tao intelectuais e com conhecimento profundo no assusto aprovam , tem algo errado ...

  • jefferson luis da conceição | Sexta-Feira, 17 de Abril de 2015, 20h23
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    0

    entendo que a maior arma do homem é paciencia tolerancia e prudencia com relação aos fatos seja polemico ou não, devemos atentar contra esse fatores negativos na vida politica. sem mais para tanto.artigo 5º inciso iv. da cr 1988.(g.a.d.u.)

  • pedro | Sexta-Feira, 17 de Abril de 2015, 15h43
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    prefeito wallace, larga de conversa fiada, e vai trabalhar, tampar buracos de ruas em varzea grande, pega seus secretarios e vão dar jeito no corpo....

| 17/04/2015, 07h:54 - Atualizado: 17/04/2015, 16h:50

Imóvel quitado sem outorga de escritura

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Elga Figueiredo

Parece mentira, mas acontece! Após a dura jornada em busca do imóvel próprio, escolha do imóvel, negociação sobre as questões comerciais, assinatura do contrato, pagamento do preço, e enfim quitação, muitos consumidores não conseguem realizar a escritura por pendências financeiras da construtora.

A mercê do adimplemento das parcelas, deixa de existir qualquer pendência obrigacional de parte do adquirente, que impeça a outorga da escritura definitiva pela vendedora. É nesse momento que o consumidor adquirente cientifica-se sobre a existência de hipoteca do imóvel. Ou seja, o adquirente, paga o preço ajustado, a vendedora, entrega o imóvel, mas não se transmite a propriedade com a imaginada e esperável regularidade.

Esse desrespeito, cada vez mais comum entre construtoras e cidadãos que lutam pelo imóvel próprio, mostra-se evidente insulto à legislação, assim como a ofensa à honra e à dignidade do cidadão adquirente, que se insculpi de uma sensação de revolta e constrangimento.

Ocorre que o financiamento para construção do empreendimento, cujos valores sejam oriundos do Sistema Financeiro de Habitação, deve ser garantido por meio de caução, cessão parcial ou cessão fiduciária dos direitos provenientes da alienação das unidades habitacionais. Jamais por hipoteca, uma vez que esses bens imóveis serão sabidamente vendidos a terceiros.

Desse modo, vê-se que muitos consumidores adquirentes de imóveis vivem à angústia do pagar e não levar, que é patentemente revoltante. A boa notícia é que, nesse caso, deve ser cancelada a hipoteca existente sobre o imóvel, na medida em que o adquirente somente é responsável pelo pagamento integral da dívida relativa ao imóvel que adquiriu, não podendo sofrer constrição patrimonial em razão do inadimplemento da empresa  construtora  perante  o  financiador  do empreendimento.

Desse modo, se o único impedimento para a lavratura da escritura definitiva é a existência de hipoteca inscrita na matrícula do imóvel, o remédio é o ajuizamento de ação, em busca da liberação. Por fim, cabe ainda chamar atenção dos consumidores que ao receberem suas escrituras, entendem que nada mais há para fazer em relação à situação jurídica do imóvel. Ledo engano.

Resta uma importante providência: registrar a escritura no cartório de registro de imóveis para que a transferência da propriedade torne-se efetivamente pública e oponível a terceiros. Mas isso será objeto de um próximo artigo.

Elga Figueiredo é empresária e advogada, especialista em direito do consumidor e escreve exclusivamente neste Blog toda sexta - e-mail: elgafigueiredo@hotmail.com

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| 16/04/2015, 23h:42 - Atualizado: 17/04/2015, 00h:00

Presidente Lupi se diz aliado de Zeca, mas o critica e corteja Taques em 2 encontros


O eterno presidente nacional do PDT Carlos Lupi é a contradição de si mesmo, considerando o discurso que ostenta e atitude que adota. Ele chegou a Cuiabá na quarta à noite. E teve uma quinta tensa e agitada. Veio para atiçar os rebeldes que estão dando de ombros em Pedro Taques. Mas também para fazer jogo duplo e correr para os braços do governador, a quem o cortejou em dois momentos.

José Medeiros

lupi taques 300

Presidente do PDT Carlos Lupi esteve com Pedro Taques em almoço no apartamento do governador e depois no gabinete

Quando esteve com lideranças pedetistas, no encontro sediado no hotel Gran Odara e sem a presença de Taques, Lupi fez discurso em defesa da militância e reforçou o apoio ao deputado Zeca Viana, presidente regional pedetista. Zeca passou a bater em Taques. Cutucou cobra com vara curta. Viu as portas do Palácio Paiaguás se fecharem para ele.

Depois, quando esteve com Taques, tanto no almoço no apartamento do pedetista no edifício Riviera, no bairro Santa Rosa, a 100 metros de onde participou do encontro, quanto no gabinete no Palácio Paiaguás, Lupi disse que o governador tem todo seu apoio e que não deixará o partido. Teve a audácia de encorajar Taques a se colocar como virtual candidato  à Presidência da República.

lupi zeca 300

Carlos Lupi se reune com colegas do PDT, faz elogios a Zeca Viana, mas, depois com Taques, dispara críticas ao deputado

Lupi não passa de um fanfarrão. É governista de carteirinha, tanto que tem o amigo pedetista Manoel Dias no comando do Ministério do Trabalho, posto já ocupado por ele. Na passagem por Cuiabá, Lupi chegou a dizer aos jornalistas que o PDT está se distanciando do governo Dilma, mas ressaltou que isso não representa ruptura. Depois completou: “podemos ter candidatura própria em 2018”. Perguntado sobre quem seriam as alternativas, mencionou o nome de Taques. Mas, em Brasília, fala que está com Dilma.

O dirigente pedetista quer ficar de bem com todos. Lambe líderes de um grupo e depois corre para fazer igual com a outra banda pedetista. E Zeca Viana, achando que Lupi estivesse do seu lado, convocou uma entrevista coletiva para a porta do Palácio Paiaguás. Ficou no aguardo da saída de Lupi do gabinete do governador para correr ao local e, junto com Lupi, falar à imprensa.

Mas Taques manobrou para Lupi sair mais cedo. Quando pôs o rosto para o lado de fora, Lupi não avistou Zeca. Só repórteres. E foi logo dizendo, separando Zeca de Taques: "tem gente que fala de uma forma mais simples, beirando a grosseria. E outro que fala de uma maneira sofisticada, educada. Um tem de respeitar o outro. Entender as diferenças”.

Zeca estava se preparando para deixar a Assembleia e correr para o Paiaguás quando foi avisado pelo também deputado Leonardo Albuquerque, escalado para apagar o incêndio, de que Lupi iria para a AL. De novo, às pressas, Zeca mandou avisar a imprensa, que já estava com Lupi, da mudança de local da coletiva. Por fim, nada de entrevista de Zeca. Ainda bem que Lupi foi embora, senão a confusão e manobra dos grupos iriam prosseguir.

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Comentários (6)

  • Jonas | Segunda-Feira, 20 de Abril de 2015, 10h30
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    1

    Jonas, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Marcelo | Sexta-Feira, 17 de Abril de 2015, 14h34
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    0

    Zeca Viana ter caráter, é politico sim, mas não trai os parceiros. Pedro Taques gosta de ser paparicado, sabe muito bem que não pode sair do PDT.

  • jorge - Paranatinga | Sexta-Feira, 17 de Abril de 2015, 13h03
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    Prezado Romilsom, vejo neste instante que a sua visão da visita do "eterno presidente do PDT", serviu apenas para tentar embaralhar a dificuldade de convivência entre o governador e o também presidente do PDT em MT,É notório as divergências entre eles, até porque não se pode alegar que o presidente do PDT em MT tenha a habilidade necessária para tratar deste assunto, uma vez que sempre se sentirá responsável por eleger o governador, como se isso fosse apenas mérito seu, e não daqueles que trabalharam até anonimamente para que isto se tornasse realidade como aconteceu. Querer agora, juntar pedaços tentando dizer que falta conversa é muito simplório, chega até a desmerecer a situação do governador. Ou será que todos já se esqueceram que foi por causa da vaidade do presidente do PDT do MT, que tudo começou? Entendo a vinculação dele com o Lupi, oque não entendo é querer forçar a barra , para tratar como se nada tivesse acontecido. Ainda mais agora que seu próprio partido reconhece a importância de Pedro a nível nacional. Não existe fórmula capaz de apagar atitudes de ofensas profundas. É necessário que a figura política do presidente seja de extrema habilidade, oque infelizmente nunca foi demonstrado pelo eminente do PDT de MT. Fica claro que ele acha que foi o único a eleger o governador, e que por isso, este lhe deve total devoção, obediência e admiração. Ou será também que já se esqueceram que na legislatura passada, tratava os seus adversários duramente para, no instante seguinte da nova legislatura, quando teve seu projeto pessoal atrapalhado pela articulação que levou o Dep Guilherme Maluf a ser o Presidente da Assembléia, colocar logo sua metralhadora verborrágica para tentar atingir a todos aqueles que não concordaram com sua atitude e buscar apoio daqueles que sempre tratou como adversários ferrenhos. Trata-se de pura vaidade e falta de entendimento. O preço será o isolamento, mesmo que o governador continue no mesmo partido, coisa que eu discordo profundamente. É esperar para ver como o governador vai proceder, afinal ele é neste momento a figura partidária, nacionalmente mais relevante de seu atual partido.

  • Tom Ubirajara | Sexta-Feira, 17 de Abril de 2015, 11h55
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    Nossa , como o Brizola faz tanta falta !!

  • Ana Cristina | Sexta-Feira, 17 de Abril de 2015, 09h25
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    EXCLUSIVO, LULA IRA CONVIDAR TAQUES PARA FILIAR NO PT!

  • José Sócrates | Sexta-Feira, 17 de Abril de 2015, 05h01
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    1

    Qual a novidade Romilson? Esse indivíduo é POLÍTICO! Esperava o que? Honestidade, sinceridade, moral? Não se iluda, meu jovem, são todos iguais! Conforme-se ou lute para mudar essa cruel realidade.

Mensalão | 16/04/2015, 10h:07 - Atualizado: 16/04/2015, 11h:08

Henry tem prisão domiciliar negada pelo Supremo e continuará dormindo na prisão


Rodinei Crescêncio

henry tornozeleira

  Pedro Henry tem mudança para prisão domiciliar negada pelo Supremo

O STF negou pedido de mudança da prisão de semiaberto para a domiciliar ao ex-deputado federal, Pedro Henry. Na decisão, o ministro Roberto Barroso argumenta que o regime aberto depende do pagamento da multa de R$ 1,3 milhão parcelada por Henry, mas advogado não soube dizer em quantas vezes. O ex-parlamentar é condenado a 7 anos e 2 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro devido ao processo do Mensalão.

A previsão é de que Henry deixe a prisão em 2020. Entretanto, segundo o advogado do ex-parlamentar, Luiz Alberto Derze, em entrevista ao Rdnews no mês passado, ele poderá sair antes do previsto. A pena de Henry deve diminuir em decorrência do trabalho, estudo e o uso da leitura no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC), onde dorme ao final do expediente no Hospital Santa Rosa.

Além de cumprir pena do Mensalão, Pedro Henry foi denunciado por suposto envolvimento no escândalo da Petrobrás, na Operação Lava Jato, deflagrada pela Polícia Federal. Com isso, o STF abriu inquérito contra o ex-deputado e mais 48 possíveis envolvidos com a corrupção no país.

Além do relator Roberto Barroso negaram progressão de pena a Henry os ministros, presidente do STF Ricardo Lewandowski; a vice-presidente Cármen Lúcia; Gilmar Mendes; Luiz Fux; Rosa Weber; e Teori Zavascki. O único voto favorável ao ex-parlamentar foi do ministro Marco Aurélio. Os ausentes foram Celso de Mello e Dias Tofolli.

Pedro Henry cumpre 1 ano e meio de prisão e pode sair da cadeia em 2020

Outro lado

O Rdnews ligou para a defesa de Henry, no entanto, até a publicação desta matéria não teve retorno.

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| 16/04/2015, 07h:47 - Atualizado: 16/04/2015, 07h:53

Maraturismo

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Maria Rita

Nas últimas semanas diversos atletas de Mato Grosso se deslocaram para outros municípios, Estados e até países com o intuito de participar de alguma corrida. Havia equipes em Florianópolis, inclusive, pegando pódio, para participar da Volta à Ilha. No Rio de Janeiro tínhamos representante do estado correndo a Meia Maratona da Asics. Em Paraty alguns cuiabanos correram o X Terra e até em Santiago, no Chile, os mato-grossenses participaram também de uma Meia Maratona. Além disso, diversos triatletas representaram Mato Grosso no Iroman, realizado em Brasília na semana passada.

Em Santo Antônio de Leverger, na corrida noturna Toroari, havia cidadãos de 25 localidades distintas. Este final de semana, em Cuiabá, na corrida que comemora o aniversário da Capital, representantes de 20 cidades de Mato Grosso e de 15 estados do país estiveram presentes.

A prática de unir a atividade física ao prazer de visitar outra cidade é carinhosamente denominada de Maraturismo. Os atletas chegam antes e se hospedam nos hotéis da cidade do evento. Passeiam pelos principais pontos turísticos, consomem os produtos e a gastronomia local. Para finalizar o passeio, participam de algum tipo de prova esportiva.

Particularmente, viajar por este nobre motivo é uma das minhas atividades favoritas. Através de uma corrida temos acesso à ruas, estradas, trilhas e rios que muitas vezes nunca iríamos conhecer se não fosse desta maneira.

Datas não faltam. Se você quiser ir para a Europa correr no mês de maio há provas na Espanha, Itália, França, Inglaterra, Noruega, Escócia, Alemanha, Bélgica, Áustria, Suécia, República Tcheca e Luxemburgo. Em outros continentes há outras quase infinitas opções. No Brasil há provas bacanas em todos os estados e em Mato Grosso também existem provas bacanas como a corrida da Track&Field, que ocorre no dia 25 de maior, na Capital.

É muito legal ver os atletas do estado participando das maiores provas do Brasil e do mundo. Eles voltam com uma bagagem que ajuda a desenvolver a cena local, tanto do ponto de vista de quem participa quanto de quem produz este tipo de evento. Clientes mais exigentes, mas que ao mesmo tempo colaboram com o processo de construção de novos conceitos. 

Para as cidades que recebem este tipo de prova, o público não poderia ser mais interessante. Atletas praticamente nunca causam confusão, possuem bom poder aquisitivo e o têm o hábito de consumir quando viajam. A prática do maraturismo deveria ser ainda mais incentivada pelos governos municipais, estaduais e federal. Pois é um ótimo exemplo de desenvolvimento sustentável.

Maria Rita Ferreira Uemura é jornalista, empresária, diretora da empresa de eventos de aventura ULTRAMACHO e escreve exclusivamente toda quinta-feira neste Blog (www.ULTRAMACHO.com.br) - e-mail: ferreirauemura@gmail.com

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Comentários (2)

  • nikson | Quinta-Feira, 16 de Abril de 2015, 10h44
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    1

    A corrida deveria baixar as taxas de inscrição, para os iniciantes

  • BLASCOVI | Quinta-Feira, 16 de Abril de 2015, 08h24
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    1

    PARABÉNS PELA MATÉRIA!!!; UNIR VIAGEM COM ATIVIDADE FÍSICA DEVE SER UM NEGÓCIO EM POTENCIAL!!!

| 15/04/2015, 17h:54 - Atualizado: 15/04/2015, 17h:58

MP faz levantamento para validar aumento da verba indenizatória da Assembleia


Frente ao anúncio do aumento da verba indenizatória paga pela Assembleia aos deputados, o Ministério Público do Estado está providenciando um estudo da legislação vigente para se posicionar sobre a temática. O levantamento é feito pelo promotor Roberto Aparecido Turin, da 13ª Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa de Cuiabá. Isso porque, o MP já buscou uma intervenção por meio de uma ação civil pública acerca de matéria semelhante.

Para se ter uma ideia, em 2013, o órgão calculou que o valor que deveria ser pago a cada vereador por Cuiabá não poderia ultrapassar o limite máximo de 60% do subsídio para cada legislatura. À época, a quantia definida pelos parlamentares foi de R$ 25 mil ao mês, enquanto que o montante legal seria de R$ 9 mil. O Judiciário mato-grossense, através da juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada de Ação Civil Pública e Ação Popular da Comarca da Capital, julgou parcialmente procedente o pedido do MP, determinou a redução para R$ 9 mil e ainda a comprovação dos gastos por relatórios e documentos fiscais. A Câmara recorreu da decisão e o processo está sob a relatoria da desembargadora Maria Erotides Kneip.

Reduzida a verba indenizatória

 Neste sentido, no caso da Assembleia, a intenção é de, a partir do próximo mês, aumentar o valor referente às verbas indenizatórias de R$ 35 mil para R$ 65 mil, conforme prevê a Lei 79/2015, aumento que representa cerca de 86%. O presidente do Legislativo, deputado Guilherme Maluf (PSDB), garante, no entanto, que o acréscimo não representa aumento nos gastos, uma vez que “penduricalhos” foram cortados, a exemplo dos auxílios-transporte e moradia, assim como verba de gabinete. Além do “auxílio”, os deputados recebem salários em torno de R$ 20 mil. 

Verba indenizatória será de R$ 65 mil

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Comentários (4)

  • fernando | Quinta-Feira, 16 de Abril de 2015, 07h27
    14
    2

    fernando, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • alexandre | Quarta-Feira, 15 de Abril de 2015, 21h26
    18
    2

    é ilegal, imoral ,inconstiticional e inútil gastar tudo isso com parlamentares, nao há beneficio para a sociedade, só despesa para o contribuinte chega... desconetados da realidade...

  • Gervásio Leite Souza | Quarta-Feira, 15 de Abril de 2015, 20h20
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    5

    Antes de questionar a verba constitucional dos deputados, o promotor e seus colegas do MPE deve renunciar às verbas indenizatórias que também tem, os auxílios moradia, paletó e uma série de outras vantagens imorais. E sem falar na investigação sobre o escândalo das cartas de crédito, onde todos os promotores e procuradores receberam uma forturna (em média R$ 250 mil cada) numa operação negociada pelo procurador geral através do Eder Moraes. Tráfico de influência, que é crime, no mínimo. E aí, MP, vai investigar...

  • Francisco Cuiabano | Quarta-Feira, 15 de Abril de 2015, 19h27
    22
    1

    O que tem que fazer na verdade, é procurar reduzir se possível pela metade o custo da Assembléia Legislativa...o custo desses deputados....não queremos mais sustentar e na maioria das vezes pra nada, esse bando de políticos aos quais sabemos que muito pouco do que eles produzem revertem em benefício à população...esse dinheiro só é usado, para seus interesses politiqueiros.

| 15/04/2015, 09h:42 - Atualizado: 15/04/2015, 09h:57

Eles têm muito a dizer sobre os escândalos das obras da Copa; CPI não pode amarelar


eder riva silval rowles mauricio

Alvos da CPI do VLT, que apura irregularidades nas obras pró-Copa e começa a fase de oitiva

Na linha de um governo de oposição, que adora fazer devassa, auditoria e fiscalizar as pegadas do antecessor, o fragilizado Silval Barbosa, a Assembleia, com boa renovação no quadro de parlamentares, também decidiu agir. Já criou duas CPIs, a das obras da Copa com foco no VLT, e da renúncia fiscal. E uma terceira, a da Saúde com as emblemáticas OSS, só aguarda assinatura do presidente do Legislativo, deputado Guilherme Maluf, para começar os trabalhos.

É provável que desta vez essas investigações não acabem em pizza. Ao menos em relação às obras de mobilidade urbana em Cuiabá e Várzea Grande. Elas deveriam ter ficado prontas antes do Mundial. Se transformaram em escândalos.  As poucas que foram entregues apresentam falhas. E em relação as paralisadas há indícios de irregularidades. O rombo aos cofres públicos é milionário. E o Estado começa a pagar os quase R$ 6 bilhões parcelados.

Presidida pelo novato na Assembleia, deputado Oscar Bezerra (PSB), polêmico e afinado com o governador Pedro Taques, a CPI do VLT vai apertar Silval, os ex-secretários das extintas Agecopa e Secopa, respectivamente, Eder Moraes e Maurício Guimarães, o ex-presidente da AL, José Riva, e Rowles Magalhães, ex-assessor do ex-vice-governador Chico Daltro.

O primeiro a entrar na degola é Eder. Sai da cadeia para prestar depoimento na Assembleia nesta quinta. De secretário todo poderoso nos governos Blairo e Silval, Eder está desacreditado. Sabe muito de acordos espúrios, mas é provável que não entre nessa seara. Seus depoimentos foram considerados contraditórios tanto no Gaeco quanto na Justiça Federal. O que falar agora precisa mais do que nunca estar acompanhado de provas.

Maurício Guimarães é outro em saia justa. Embora a CPI tenha iniciado agora os trabalhos, com 180 dias para conclui-los, o ex-secretário da Secopa dificilmente escapará da lista de responsáveis pelos escândalos. Riva, presidiário assim como Eder, também vai à CPI. Será questionado sobre o projeto do VLT, o qual  assumiu paternidade, vindo até a convencer o governo a desistir do modal BRT. E Rowles terá de explicar a denúncia de que teria havido pagamento de propina.

Espera-se que os deputados da Comissão tenham pulso firme e atuem com responsabilidade e transparência. E que, ao final, a CPI seja de fato instrumento importante de auxílio a outros órgãos fiscalizadores, como o Ministério Público, para denunciar aqueles que fizeram farra com dinheiro público.

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| 15/04/2015, 00h:00 - Atualizado: 15/04/2015, 08h:43

TAG, casamento pelo bem comum

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Antonio Joaquim

Compartilho com o leitor o meu otimismo com uma iniciativa que faz parte do arsenal de medidas que considero fundamentais para o aperfeiçoamento do controle externo brasileiro. Trata-se do  Termo de Ajustamento de Gestão, instrumento já utilizado  por Tribunais de Contas de vanguarda.  Assemelha-se a um casamento pelo bem comum.

Não é obrigatório e nem pode ser impositivo, mas a troca voluntária de alianças oficializa compromissos entre as partes. Seu principal valor é a efetividade, considerando, principalmente, o fato de que fiscal e fiscalizado definem juntos uma meta a ser alcançada. Não se pode esquecer que uma das partes fiscaliza, audita e julga rotineiramente a gestão da outra.

O TAG está previsto no Regimento Interno do Tribunal de Contas de Mato Grosso. Pode ser celebrado pelo TCE com autoridade competente visando desfazimento ou saneamento de ato ou negócio jurídico impugnado; porém, de forma alternativa ou cumulativa, também deve ser usado com a finalidade de estabelecer condições para a boa gestão e governança dos recursos públicos.

Sou entusiasta dessa forma de atuação por entender que o que o cidadão realmente espera do Poder Público, incluindo o Tribunal de Contas, é a entrega de serviços de qualidade e com agilidade. As pessoas querem ser atendidas e devemos ir ao encontro delas. Para que a escola, o hospital, a segurança, a estrada realmente atendam às expectativas daqueles que pagam os impostos.

Esse instrumento assertivo foi celebrado no mês de março pelo TCE-MT  (compromitente) com a secretaria de Estado de Saúde (compromissária) e teve a anuência do Chefe do Poder Executivo Estadual. Propus a assinatura do TAG na condição de relator das auditorias operacionais realizadas nas políticas públicas de saúde relacionadas à Atenção Básica, à Assistência Farmacêutica e à Regulação Assistencial.

Essas auditorias revelaram a precariedade na execução dos programas nas áreas mencionadas. Em alguns casos, como a Assistência Farmacêutica, a palavra “lambança” salta aos lábios. O controle de estoque beira o caos. Outra constatação:  não vinham sendo observadas uma série de normativas e regulamentos que norteiam a política pública em âmbito nacional. Também não estavam sendo repassados os recursos de forma correta e em dia para os municípios. A judicialização às cegas, por sua vez, vem impactando a aplicação dos recursos que são finitivos. 

O documento subscrito pelo governador Pedro Taques e pelo secretário Marco Bertúlio foi  firmado nesta condição, da busca de soluções. Assentou-se no TAG, em prazos que variam de 3 a 36 meses e mediante fiscalização concomitante dos nossos auditores, as providências para solucionar as mais de 50 deficiências e problemas de gestão.

Nesse sentido, é importante elogiar o governador e o secretário de Estado por assinarem o termo de ajustamento de gestão. Demonstraram sensibilidade ímpar ao buscar soluções concretas para problemas estruturais antigos. Como agentes públicos não concorreram para os problemas, mas eles não tergiversaram diante de um assunto tão sério.

A rescisão ou descumprimento do TAG pode ensejar sanções, que variam de multas (até 1.000 UPFs) à determinação de restituição de valores, declaração de idoneidade e configuração de irregularidade de natureza gravíssima provocadora de julgamento irregular das contas da compromissária. Minha expectativa é que não se chegue a essa cláusula.

É necessário explicar a modalidade de auditoria operacional utilizada pelo TCE-MT e por alguns Tribunais de Contas do Brasil. Normalmente se realiza a auditoria mais conhecida como de regularidade e conformidade, pela qual são verificados os  aspectos de legalidade e legitimidade nos gastos públicos. Essa é mais usada na instrução de processos para julgamento das contas de gestão  ou para a emissão e apreciação de parecer técnico em contas de governo – estas últimas julgadas em definitivo pelas Casas Legislativas.

Já a auditoria operacional verifica e preocupa-se com os aspectos da economicidade, eficácia e efetividade de política pública ou de programa específico. Em linhas gerais, o foco é o aprimoramento, a melhoria, e conclui com recomendações e/ou determinações aos gestores e/ou órgãos públicos, aprovadas em processos também submetidos a julgamento.

Após avaliar a eficiência e identificar gargalos com os achados de auditoria, se estudam as causas (diagnóstico) para atacar os problemas, lançando mão de instrumentos como o Termo de Ajustamento de Gestão. Assim, constitui-se modalidade de fiscalização mais rápida, pontual, propositiva e com a ampla possibilidade de efetividade, porquanto as providências devem ser monitoradas.

O aperfeiçoamento do controle externo brasileiro passa por diversas  iniciativas desse porte, a exemplo da fiscalização concomitante que tratarei em outra oportunidade. Assim, em meu entendimento, caminhamos para a construção do Tribunal de Contas do Século 21.

Antonio Joaquim é conselheiro e ouvidor-geral do Tribunal de Contas de Mato Grosso e escreve exclusivamente para este Blog às quartas-feiras. www.anjoa@tce.mt.gov.br 

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| 14/04/2015, 14h:20 - Atualizado: 14/04/2015, 14h:21

Deputado deve assumir PSB e afirma que Mauro é o candidato à reeleição do partido


A reeleição do prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), é o principal objetivo da nova executiva do partido, que será presidida pelo deputado federal Fabio Garcia. O fato de deixar o comando estadual da sigla pode ser um indício de que o prefeito deve mesmo disputar o Palácio Alencastro na eleição de 2016. “Posso dizer que o Mauro é o candidato do partido”, ressalta o parlamentar, que é afilhado político do prefeito.

No discurso, no entanto, Mauro afirma que segue focado na administração municipal e, por isso, só irá debater a possível reeleição no ano que vem. Para despistar, o socialista chegou a citar o nome do próprio Fabio, além de outros que podem surgir no decorrer deste ano, para sucedê-lo. A estratégia de se resguardar, evita possíveis desgastes com adversários antes mesmo da disputa eleitoral do ano que vem.

Reprodução

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Mauro Mendes e deputado federal Fábio Garcia, que deverá substituí-lo no comando estadual do PSB

De todo modo, Fabio garante que Mauro é o principal nome da sigla por acreditar que ele faz um bom mandato à frente da prefeitura. Sustenta que o socialista mudou a forma de realizar uma gestão pública, com obras de qualidade. O deputado, contudo, compactua com Mauro ao enfatizar que é preciso discutir a eleição no momento certo. “Temos que parar com a cultura de sair de uma eleição e já pensar na próxima”.

Outra prioridade do partido, segundo Fábio, é concorrer à majoritária nos principais municípios do Estado. Hoje, o PSB administra apenas a Prefeitura de Cuiabá. Este cenário se configurou após a saída do deputado federal Valtenir Pereira (Pros), em razão de divergências, principalmente, com Mauro e a ex-deputada estadual Luciane Bezerra. Valtenir levou 11 prefeituras do PSB para o Pros.

Presidência

Fabio Garcia afirma que a troca da presidência do PSB deve ocorrer em breve. Primeiramente, segundo ele, haverá uma reunião com membros da executiva para dar aval à substituição de Mauro Mendes. Com o comando do PSB, o deputado salienta que o cargo de secretário-geral deverá ser ocupado por uma pessoa técnica e sem mandato, a fim de dedicar nos trabalhos do cotidiano da sigla.

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| 14/04/2015, 00h:00 - Atualizado: 14/04/2015, 22h:47

Espiritualidade e oposição à ignorância

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Olga Lustosa

Chegamos a um eixo do tempo em que muitas vezes nos sentimos desconfortáveis e perturbados com emoções que não entendemos. Acima de todos os níveis da nossa existência, o que mais precisamos é desarmar nosso interior, por isso urge que vivamos sob uma ética espiritual capaz de causar profunda mudança social, econômica, política e cultural e lançar as bases para uma sociedade mais justa, equitativa, fraterna e respeitosa.

É uma oportunidade independentemente da proximidade com a igreja; é uma reflexão sem sectarismo, um respeitoso diálogo que pode contribuir com a abertura de novos pontos de vista. Pois há um vácuo de espiritualidade fora das religiões. Talvez uma luta para que a motivação espiritual ganhe uma versão de ativismo e quebre o estereótipo de que a espiritualidade está ligada a uma identidade religiosa ou a determinada orientação política. Essa ligação descabida é ainda estabelecida na mente de muitas pessoas, porém, a reflexão tem preocupações com qualidade de vida, justiça social, ecologia, democracia pacífica e educação.

Se o vento da espiritualidade sopra forte em tempos de crise, é a hora fundamental de descobrir o que significa espiritualidade para uma sociedade secular, democrática, mas injusta e desigual. Todas as pessoas, mesmo que elas não estejam associadas a qualquer religião ou seita, devem cultivar na espiritualidade uma forma de ir além da interpretação das palavras. É sabido que atitudes positivas e gestos de bondade nem sempre são expressões de práticas religiosas, mas contribuem para a construção de uma sociedade plural e transcende o lugar comum do pregar e não praticar.  

O ex presidente americano Jimmy Carter (1977 a 1981) escreveu um artigo extenso, esta semana, expondo as razões pelas quais ele estaria rompendo com a Convenção Batista, abstendo-se da sua fé professada ali, por mais de sessenta anos. Diz-se incomodado com a inércia da Igreja diante da discriminação, subjugação e violência praticada contra as mulheres em interpretações distorcidas da palavra de Deus. Segundo o ex presidente os líderes da Convenção ainda citam alguns versos da Bíblia cuidadosamente selecionados, ordenando que as mulheres devem ser "subserviente" aos seus maridos e proibidas de servirem como diaconisas e pastoras.

Essa visão de que as mulheres são inferiores aos homens de alguma forma não se restringe a uma religião ou crença. As mulheres são impedidas de desempenhar um papel pleno e igual em muitas religiões e instituições. Esta discriminação, injustificadamente atribuída a uma interpretação do evangelho tem proporcionado desculpas para a privação de direitos iguais às mulheres em todo o mundo durante séculos. E embora as raízes dos preconceitos estejam profundamente ligadas ao passado, os impactos são sentidos até os dias atuais.

O homem goza de uma vida com privilégios nunca antes imaginados no sentido material e pode se instrumentalizar igualmente para refletir valores espirituais nas ações diárias e deixar que a prática da honestidade, da generosidade, da igualdade sejam materializadas no cotidiano como elementos indissociáveis da educação, da saúde e da segurança e que esses valores permeiem todas as dimensões das leis e das propostas políticas, no sentido de promover ações comprometidas a combater à injustiça e desigualdade onde quer que elas sejam sentidas.  

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olgaborgeslustosa@gmail.com e www.olgalustosa.com

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| 13/04/2015, 18h:31 - Atualizado: 14/04/2015, 13h:42

Blairo diz que segue na base, afirma dever de fazer alerta a Dilma e teme estagnação


O senador Blairo Maggi (PR) garante que não pretende romper com o Governo Dilma Rousseff (PT). Apesar disso, ressalta que tem o direito e o dever de alertar a petista acerca das decisões que vêm tomando nestes primeiros meses. As declarações ocorrem após polêmica em torno de uma entrevista concedida por Blairo, em que ele afirma que hoje não votaria em Dilma.

O republicano pondera que está apenas fazendo apontamentos sobre temas que ele e a maioria das pessoas não concorda. “Eu ajudei a eleger a presidente Dilma, eu estava no palanque dela, eu tenho todo o direito e obrigação de pontuar quando as coisas não estão indo bem”, assevera.

Nesta linha, o senador ressalta que o Brasil vive um processo de crise política e econômica bastante profunda, por isso, é necessário ter paciência. Caso contrário, “uma vai empurrando a outra para frente”. Blairo explica que há a possibilidade das coisas piorarem ainda mais, por isso, cabe aos parlamentares, incluindo os da base de sustentação, alertar o Governo “para que ele não sufoque, não mate o pouco da economia que ainda está ai”.

Reprodução

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Senador Blairo Maggi (PR) se mostra preocupado com crise financeira do país e deve alertar Dilma

O ex-governador diz ter consciência que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, recebeu a incumbência de fazer com que o Brasil obtenha um superávit primário de 1.2% do PIB e está fazendo isso, mas a custos elevados. “Ao ponto dos empresários, prefeituras, Estados, todos aqueles que têm recursos a receber da União não estão recebendo há muito tempo”, reclama. O republicano exemplifica que os pagamentos que deveriam ter ocorrido em outubro e novembro só vão acontecer em maio, o que prejudica as empresas, porque elas não têm capital de giro para suportar isso.

Sendo assim, num segundo momento, o cenário será pior tendo em vista que a tendência é que os bancos, que dão créditos a estas empresas, retirem os saldos. A situação, conforme Blairo, faz com que todo mundo pare e se resguarde para uma situação mais complicada, gerando insegurança e ampliando a crise econômica. Apesar disso, o senador reconhece a necessidade do ajuste fiscal, por isso, pondera que o debate não é em torno do ajuste, mas sim a forma como é feito.

Por fim, o ressalta que a briga seria grande se a União avisasse que vai segurar o freio em relação a novas obras, antes delas começarem, mas que o cenário seria pior do que fazer isso em relação a aquilo que já foi gasto, autorizado. “Isso traz consequências graves para as empresas, municípios, e para a cadeia como um todo”, conclui.

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Comentários (5)

  • Jonas | Domingo, 19 de Abril de 2015, 11h28
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    Para os menos esclarecidos, vejam esta: O jogo político no Brasil funciona assim. Pelo modelo de financiamento político, todos – repito: todos – os partidos e políticos que compartilham alguma forma de poder entram no jogo. Não há nenhuma diferença entre PT e PSDB. A única diferença está na forma como a imprensa atua. Os aliados, ela protege; os adversários, ela massacra. *** Na 4a feira passada foi tirada uma foto histórica do encontro de lideranças da oposição com alguns dos agitadores dos protestos do dia 12 de abril (http://migre.me/pw5tJ). Aécio Neves (PSDB-MG) foi citado em delação do doleiro Alberto Yousseff, com riqueza de detalhes, como beneficiário de esquemas de caixa 2 de Furnas. Desde 2010 está na gaveta do Procurador Geral da República um inquérito em que ele é acusado de manter contas em Liechtenstein – paraíso fiscal. *** Agripino Maia (DEM) tem em seu currículo a acusação de receber R$ 1 milhão em propinas de um esquema que envolvia a inspeção veicular no Rio Grande do Norte. O caso está sendo analisado no STF. *** Ronaldo Caiado (DEM) foi acusado pelo ex-senador Demóstenes Torres de ter trabalhado para o bicheiro Carlinhos Cachoeira em um caso envolvendo um delegado aposentado. *** O ex-deputado federal Roberto Freire (PPS) é suspeito de envolvimento com o chamado “mensalão do DEM”. A diretora comercial da empresa Uni Repro Serviços Tecnológicos, Nerci Soares Bussamra, relatou que o PPS praticava chantagem e pedia propina para manter um contrato de R$ 19 milhões com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Freire teria sido beneficiado no esquema. *** O impoluto Paulinho da Força Sindical (SD) é acusado de ter participado de desvio de recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Foi indiciado também sob a acusação de comercializar cartas sindicais, a um preço de R$ 150 mil por carta. *** Mendonça Filho (DEM) aparece na Operação Castelo de Areia, suspeito de ter recebido R$ 100 mil de Camargo Correia. Ele admitiu ter recebido mais, R$ 300 mil, mas dentro da lei – o mesmo que alega o tesoureiro do PT. *** O deputado Carlos Sampaio (PSDB), mais votado na região de Campinas, recebeu R$ 250 mil de uma empreiteira envolvida no esquema de corrupção da Petrobras investigado na Operação Lava Jato. Sua última campanha arrecadou, oficialmente, R$ 3 milhões. *** Flexa Ribeiro (PSDB) já foi preso pela Polícia Federal em 2004, na Operação Pororoca, por fraude em licitações de grandes obras realizadas no Amapá. Antonio Imbassahy (PSDB), quando prefeito em Salvador, em 1999, assinou contratos suspeitos com as empreiteiras Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Siemens, que formavam o consórcio responsável pelo metrô da capital baiana. Estima-se um superfaturamento de R$ 166 milhões. Hoje, ele é o vice-presidente da CPI da Petrobras, que investiga desvios de verbas da estatal, onde diretores da Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa também aparecem como réus. Escaparam da foto outros políticos impolutos, como José Serra e Aloyzio Nunes. São esses varões de Plutarco que, graças à parceria com o Ministério Público, assumem a vanguarda da cruzada moralista nacional.

  • Francisco Cuiabano | Quarta-Feira, 15 de Abril de 2015, 12h42
    23
    1

    Quanto a esse senhor Blairo Maggi que um dia à ele confiei meu voto, só desejo hoje apenas que ele seja processado, condenado e preso...de preferência junto com Lula e todo PT.

  • marta | Terça-Feira, 14 de Abril de 2015, 07h43
    29
    6

    ta preocupado com a sua empresa, por isso né, senador, foram 8 anos de interesses proprios e nada pra cuiaba.

  • Nego Preto | Terça-Feira, 14 de Abril de 2015, 06h52
    28
    3

    Nego Preto, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Rodrigo M. | Terça-Feira, 14 de Abril de 2015, 05h43
    31
    5

    Esse senhor percebeu, que fora do palanque de Lula e do PT em 2018, não se reelege pra nada, que toda a oposição o despreza e o odeia. O PSDB não quer saber do senhor.

| 13/04/2015, 09h:28 - Atualizado: 13/04/2015, 09h:51

Multidão nas ruas deve ter líderes e siglas envelhecidas precisam se abrir à juventude


Fotos: Gilberto Leite/Rdnews

protesto 12 de abril

Manifestantes exibem frases em cartazes e na camiseta pedindo "Fora, Dilma" e reação à tese de golpista

Segue o descompasso entre o que exigem os manifestantes, que ganharam as ruas neste domingo, pela segunda vez neste 2015, e o que quer ou pode dar o governo. Há também nisso um jogo de pirraça do Palácio do Planalto, aliado a desfaçatez de um petismo atolado em corrupção e que teima em contestar que as políticas públicas estão em frangalhos.

Se na via do diálogo não é possível ver as reivindicações atendidas, ganham-se as ruas, em protesto, enquanto o governo tenta convencer que o país "vive estabilidade econômica" na base da propaganda. Mas a realidade mostra outro cenário, o da crise e da corrupção, e isso suscita mais desconfiança da população. Está criado o ciclo vicioso.

Embora tenham levado menos pessoas para as ruas em todo o país se comparado à mobilização de 15 de março, as manifestações estão cada vez mais unindo segmentos. E como as causas são estruturantes e permanentes, tendem a retomar as ruas.

E há uma questão paradoxal nisso. De um lado, são dispensáveis partidos e políticos nesses atos para não dar o discurso da partidarização dos aliados do Planalto, muitos deles agressivos e intolerantes ao debate. De outro, sem legendas e líderes não se avança. Eventuais mudanças de rumo do país passam pela discussão política, pelo governo, pelos congressistas. E entra outro agravante: a perda de confiança nas instituições democráticas.

Se o país visualizasse um líder na multidão, certamente o incumbiria de negociar soluções intermediárias. E por não tê-lo, a união das pessoas que saem para protestar não se dá por causa única e nem conjuntural. Juntam-se apenas em torno do propósito central, que é a saída da presidente e de seu partido. Mas isso não chega a ser uma proposta de futuro para o país. O impeachment não sai se a classe política não ouvir as vozes das ruas.

Não se cria mais lideranças. A juventude está afastada dos partidos não porque queira, mas porque essas legendas se tornaram máquinas a serviço de oligarquias. São dominados por caciques políticos, que não permitem renovação e muito menos criar condições de produzir lideranças regionais. Os partidos estão envelhecidos. Precisam se democratizar internamente. Do jeito que se encontram, essas massas que ganham as ruas vão continuar distantes. É por isso, que temos movimentos sem líderes.

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