Cuiabá, 01 de Agosto de 2015
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MINISTÉRIO PÚBLICO | 27/12/2013, 11h:21 - Atualizado: 27/12/2013, 17h:14

MPE reajusta alimentação para R$ 1,2 mil; aumento atinge 9%

   Em ato administrativo publicado neste mês de dezembro no Diário Oficial, o procurador-geral de Justiça, Paulo Prado, aumentou o auxílio-alimentação dos promotores, procuradores e servidores do órgão em 9%. O beneficio no valor de R$ 1,1 mil subiu para R$ 1,2 mil mensais, o que corresponde a R$ 40 por dia. O novo valor passa a valer a partir de 1º de janeiro.

  O custo do benefício, somente com promotores e procuradores é de R$ 260,4 mil mensais. Anualmente, o valor chega a R$ 3,1 milhões.

  Prado garante que os maiores beneficiados com o reajuste são os servidores. Ele explica que o valor é o mesmo para procuradores, promotores e servidores. Ainda segundo ele, para o aumento do benefício, foi levado em consideração o índice da inflamação no decorrer deste ano que chegou a quase 6%. Também teriam influenciado o aumento da cesta básica e a majoração do quilo do alimento nos restaurantes.

  Segundo Prado, o reajuste não precisou passar pela apreciação do Poder Legislativo porque já havia um limite autorizado pela Assembleia e o acréscimo respeitou o teto. O curioso é que o valor recebido pelos membros do MP é 2,5 vezes maior do que o recebido pelos magistrados estaduais que hoje é de R$ 475. No Tribunal de Justiça, o auxílio alimentação para os juízes e desembargadores foi instituído este ano. Antes ele contemplava apenas servidores.

  Sobre a diferença significativa entre o auxílio-alimentação dos membros do MP e dos membros do Judiciário, Prado salienta que “o TJ oferece um valor menor porque tem muito mais servidor e por isso o impacto na folha é bem maior. Nós que somos um órgão menor, mais enxuto, dá para valorizar mais o servidor”.

  Além do auxílio-alimentação, os membros do MPE recebem outros cinco benefícios sendo eles transporte, moradia e ajudas de custo quando mudar de cidade e para aquisição de livros e materiais didáticos. Somados, os seis benefícios incorporados podem acrescentar quase R$ 10 mil aos salários que variam entre R$ 18 mil a R$ 25 mil de acordo com o cargo, tempo de serviço e entrâncias em que atuam.

Promotores e procuradores têm salários de até R$ 25 mil

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Comentários (7)

  • Gilmar Brunetto | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 21h02
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    Para os usuários do MT Saúde a contribuição do Estado é inconstitucional segundo o Tribunal de Contas, porém para alguns só falta agora o auxilio amante.

  • Elson Pereira | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 15h48
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    Entendo que os doutos promotores devem ter um cardapio balanceado, visto cumprirem uma rotina exaustiva, que não permitem deslocarem até suas residências e efetuarem as ditas refeições nelas, como todo brasileiro trabalhador que sobrevive com mísero salario minimo, o que representa para uma familia composta de três membros, de almoço e janta individual no valor de R$12,00 para tds, lembrando que inexiste a palavra café da manhã, mas como colaboramos menos para o crescimento deste Brasil inusitado, que Autoridades ganham cada vez mais e trabalham cada vez menos, como dizia um velho apresentador da TV Brasileira "ISSO É UMA VERGONHA", que faz o Estado são o povo, então mobilizemos e mostremos que somos um povo pacífico, ordeiro, consciente, mas cansado das roubalheiras dessas figuras.

  • Hans Maier | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 14h37
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    Não é à tôa que o Sr Paulo Prado está muito, mas muito, acima do peso. Vejam a foto, que fofura.Estou cada dia mais envergonhado com as chamadas "autoridades" deste país.

  • cELSO bIZARRO | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 12h50
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    O Pessoal lá em cima só tão que aumenta salários /benefícios para eles, sabedores de que existe inflação, agora e nós cá embaixo não merecemos tambémpt

  • Celino Teodoro de Melo | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 11h48
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    Eles trabalham domingo e feriado? R$ 40,00 X 30/dias = R$ 1.200,00...Isso é sacanagem com a maioria do cidadão de MT e do Brasil em geral...Enquanto a maioria ganha um salário mínimo por mês, essa cambada vai embolsar, quase 2 salários mínimos só para comer...São, realmente um bando de comilões, sem o que fazer, só pensam em se esbaldar...Às custas, é claro do pobre e esfolado cidadão de MT...Vão trabalhar, cambada de sem o que fazer e deixem de surrupiar os cofres públicos...

  • Ezequiel Salomão da Silva Salomão da Sil | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 11h41
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    Caro colega Romilson porque voCê não faz uma pesquisa sobre esse absurdo, se a população aprova ou não essa palhaçada do "MISTÉRIO PUBLICO".

  • Ezequiel Salomão da Silva | Sexta-Feira, 27 de Dezembro de 2013, 11h35
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    Nãoooooooooooooooooooooooooooooooo acriditooooooooooooooooooooooooooooooooooo!

BATE-REBATE | 31/07/2015, 09h:55 - Atualizado: 31/07/2015, 10h:32

Amam e MCCE entram em conflito devido aos pedidos de suspeição feitos por Riva


Os pedidos de suspeição ingressados pelo ex-deputado José Riva (PSD) contra a juíza Selma Rosane Arruda, da 7ª Vara Criminal, acabaram gerando uma crise e troca de acusações entre a Associação Mato-grossense de Magistrados (Amam) e as entidades ONG Moral e MCCE.

Davi ValleRdnews

RDTV Ceara MCCE

Ceará, líder da Ong Moral e MCCE,  que emitiu nota contra trâmite na Justiça dos processos de Riva

A briga foi iniciada com a publicação de nota crítica feita pelas duas organizações de combate à corrupção que acusou os magistrados “da cúpula do Tribunal de Justiça” de fazer “tabelinha” com o ex-deputado, na qual haveria um jogo combinado entre os desembargadores para Riva ser blindado de forma geral.

"Durante uns 20 anos, quando comandava a Assembleia, o acusado fez “tabelinha” com magistrados da cúpula do Tribunal de Justiça, tipo “Romário e Bebeto” nos bons tempos da seleção brasileira, e assim nunca foi alcançado pela Justiça”.

Eles cobram ainda uma manifestação da Amam sobre o assunto. “A Associação de Magistrados (Amam), tão ágil para defender os seus antigos associados punidos no 'escândalo da maçonaria', se calou diante da tática do acusado José Riva, de 'escolher' quais juízes podem processá-lo”.

Para as duas entidades, a tática de pedir a suspeição dos magistrados que julgam é antiga e foi utilizada contra vários outros juízes que atuaram em seus processos, tais como, Gonçalo Antunes de Barros, Celia Vidotti, Luis Aparecido Bertolucci, José Blaszak.

Amam

A Amam se defende e rebate as críticas alegando não reconhecer a legitimidade do MCCE e da ONG Moral para opinar sobre a entidade, pois seus integrantes defendem, em suas redes sociais, “políticos e partidos objetos de gravíssimas investigações criminais na denominada operação Lava Jato”.

A insinuação é sobre Antonio Cavalcante, o Ceará, um dos líderes do MCCE, que na capa do seu facebook declara apoio à presidente Dilma Rousseff (PT), e ao longo de sua linha do tempo é possível perceber diversas postagens contra os políticos e partidos de oposição. Assim como Vilson Nery, advogado das duas entidades, que tem postagens de defesa a membros do governo federal.

“Em suma, essa é a mensagem do MCCE e a ONG Moral, 'façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço'”, ironiza a nota encaminhada pela Amam.

A Amam explica ainda que só atua quando há uma solicitação formal do associado que sofra de agressões às suas prerrogativas funcionais, o que absolutamente não ocorreu no caso da juíza Selma. 

Sobre as acusações de que magistrados faziam “tabelinha” com o ex-deputado, a Amam diz tratar-se de denúncia grave, no mínimo de prevaricação, certamente em nada ajuda no aperfeiçoamento das instituições públicas de Mato Grosso.

  • Nota de crítica pública do MCCE
  • Considerando a repercussão dos processos e prisões do ex deputado estadual José Riva, e a revelação da “tática” de defesa, “escolhendo” juízes, mediante simulação de exceções de suspeição contra magistrados, os movimentos sociais abaixo discriminados vêm alertar a sociedade de grave distorção da Democracia e da livre atuação de juízes.
  • Desde a criação da Vara Especializada de Ação Civil Pública e Ação Popular, de competência cível, e da Vara Especializada Contra o Crime Organizado, os Crimes Contra a Ordem Tributária e Econômica e os Crimes Contra a Administração Pública em nosso Estado, que os crimes de colarinho branco começaram a sofrer punição. Não foi à toa que os deputados estaduais tentaram “melar” o trabalho dos juízes por meio da Lei Complementar nº 313 (de 16 de abril de 2008), que extinguia as citadas varas especializadas.
  • O réu em comento já apresentou centenas de pedidos de exceção de suspeição. Tenta impedir que magistrados como Gonçalo Antunes de Barros, Celia Vidotti, Luis Aparecido Bertolucci, José Blaszak e Selma Rosane Arruda julguem os processos contra ele.
  • Durante uns 20 anos, quando comandava a Assembleia Legislativa, o acusado fez “tabelinha” com magistrados da cúpula do Tribunal de Justiça, tipo “Romário e Bebeto” nos bons tempos da seleção brasileira, e assim nunca foi alcançado pela Justiça.
  • A Associação de Magistrados - AMAM, tão ágil para defender os seus antigos associados punidos no “escândalo da maçonaria”, se calou diante da tática do acusado José Riva, de “escolher” quais juízes “podem” processá-lo.
  • O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral – MCCE, e a ONG MORAL – Moralidade e Cidadania, reafirmam sua crença de que a tendência de punir corruptos da política não pode se restringir ao Judiciário de Brasília e de Curitiba. A liberdade de julgar, mediante o livre convencimento motivado, deve ser estendida aos corajosos juízes de Mato Grosso, independente do nome do réu que esteja na capa dos autos.
  • MCCE – ONG MORAL
  • Resposta da Amam
  • A respeito da nota crítica divulgada pelo MCCE e a ONG Moral, especialmente no que diz respeito as atividades de fazer e não fazer da Associação Matogrossense de Magistrados (AMAM), primeiramente queremos deixar bem claro que livre é o direito de manifestação neste país, sendo de certo modo até louvável a preocupação de tais entidades com questões inerentes à independência da magistratura. 
  • Entrementes, antes de lançar afirmações levianas o MCCE e a ONG Moral deveriam ter se inteirado do modus operandi da Associação de Magistrados nessas questões que envolvem a defesa de prerrogativas de seus associados, pois se assim o fizessem saberiam que a AMAM somente atua quando há uma solicitação formal do associado que sofra agressões às suas prerrogativas funcionais, o que absolutamente não ocorreu no caso concreto. 
  • É importante também que fique bem claro que a AMAM não reconhece no MCCE e muito menos na ONG Moral legitimidade para criticar ou opinar sobre o que devemos fazer ou deixar fazer, até porque são os mesmos integrantes dessas entidades que nas redes sociais fazem a defesa de políticos e partidos objetos de gravíssimas investigações criminais na denominada operação lava jato, aspecto que está bem lembrado nos sites de notícias do Estado. 
  • Em suma, essa é a mensagem do MCCE e a ONG Moral, “façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço”. 
  • Por fim, insinuar genericamente que em algum momento da história do Poder Judiciário de Mato Grosso, os magistrados deste Estado se omitiram com relação a maus feitos de quem quer que seja, além de se tratar de uma grave acusação no mínimo de prevaricação, certamente em nada ajuda no aperfeiçoamento das Instituições Públicas de Mato Grosso.
  • AMAM

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Comentários (1)

  • Dagoberto | Sexta-Feira, 31 de Julho de 2015, 21h07
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    Parabéns a AMAM por mostrar à sociedade de que não se curvará às mazelas do MCCE e a ONG MORAL e tão pouco sua filosofia.

| 31/07/2015, 07h:25 - Atualizado: 31/07/2015, 07h:55

Terreno baldio, direitos e deveres

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Elga Figueiredo

A problemática dos terrenos baldios em nosso município se mostra cada vez mais evidente. O terreno vazio pode ser um problema para muita gente, mas o problema é maior quando o terreno é baldio, ou seja, que não é usado ou cuidado como deveria ser.

Agora, no período de seca, e aproximando dos meses mais quentes do ano (agosto a outubro) a preocupação aumenta muito mais, já que além do abandono, os terrenos baldios são focos das tão temidas queimadas urbanas.

Os deveres da administração municipal e dos moradores muitas vezes se confundem, portanto, o presente artigo almeja apresentar direitos e deveres daqueles que detêm áreas e não cuidam das mesmas, e ainda orientar aos moradores vizinhos, ou interessados em como proceder diante de tal situação, já que os moradores vizinhos de terrenos abandonados se obrigam a conviver ao lado de lixo, entulho, insetos e animais peçonhentos, realidade que traduz a falta de respeito com a população, que paga com a própria saúde o convívio com ambientes insalubres.

Todo terreno é um bem e, por isso, possui um proprietário responsável por ele, seja público ou privado.

Desse modo, a responsabilidade pela manutenção e conservação de terrenos é exclusiva do proprietário, que deve prover o fechamento do terreno com muro e cuidar da limpeza interna dele. Quando este não exerce sua responsabilidade, o melhor caminho a meu ver, é sempre em primeiro lugar tentar resolver junto ao proprietário e na recusa ou na impossibilidade de localizá-lo, acionar a prefeitura para que esta tome as devidas providências.

Assim, quando vislumbra se a existência de terreno baldio em condições precárias e o proprietário permanece omisso, ou não e conhecido, o cidadão comum tanto pode, quanto tem o dever de denunciar isso à prefeitura, para que seja enviado um fiscal que irá fazer uma vistoria, e caso apresente irregularidades, notificará o proprietário, que terá um prazo para efetuar a regularização do terreno. 

A legislação determina que os terrenos não edificados “vazios” não podem servir de depósito de lixo de qualquer natureza, em caso de descumprimento, a multa fica entre R$ 2 mil e R$ 5 mil. 

Assim, todo cidadão que se encontrar na situação de vizinho de terreno baldio, ou estiver incomodado com algum terreno baldio abandonado, procure a prefeitura ou a defesa civil diretamente, e peça para fazer uma vistoria.

Por fim, alám da responsabilidade dos proprietários, cabe também a todo cidadão a adoção de uma atitude que demonstre um mínimo de senso de coletividade, não jogando lixo e entulhos em terrenos vazios, e dessa forma contribuindo para criação de lixão a céu aberto.

Elga Figueiredo é empresária e advogada, especialista em direito do consumidor e escreve exclusivamente neste Blog toda sexta - e-mail: elgafigueiredo@hotmail.com

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  • José Licubrino | Sexta-Feira, 31 de Julho de 2015, 14h58
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    Concordo com o artigo, mas faço um comentário sobre a maldade de alguns fiscais da Prefeitura, multa muitas vezes por uma simples denúncia por telefone e não vão no local averiguar se de fato ocorreu ou se o terreno está mesmo sujo. Usam da força do cargo para prejudicar quem haje corretamente.

| 30/07/2015, 11h:54 - Atualizado: 30/07/2015, 12h:21

Governador acorda cedo, acompanha e monitora as ações e persegue resultados


Na pele de governador, Pedro Taques se mostra um cidadão inquieto.  Entre 4 e 5 horas já está de pé. Lê os principais jornais regionais e nacional, assim como os portais de notícias. Como um multimídia, criou uma pasta no iPhone 6 com endereço dos sites para acompanhar o noticiário. Monitora ações e orienta os secretários por um grupo de WhatsApp. A conversa rola apenas entre eles. É um estudioso, dominador da oratória e que persegue resultados. Convicto de que está no caminho certo, faz propaganda das próprias ações usando as redes sociais. Demonstra simplicidade. E atrai centenas de seguidores.

José Medeiros

pedro taques tangara da serra 520

Governador Pedro Taques, faz discurso da tribuna da Câmara Municipal de Tangará da Serra, na última 3ª

Quando não está viajando, chega cedo no Palácio Paiaguás. É de praxe se reunir com dois secretários: José Arlindo (Governo) e o primo Paulo Taques (Casa Civil). Quase sempre, Jean Campos (Comunicação Social) participa da conversa cotidiana. E, dependendo das demandas por setor, começa a disparar telefonema, convocando secretário da área específica. O que tem surpreendido a equipe é o fato de Taques, considerado por muitos como linha dura e turrão, conduzir as reuniões de forma serena e dando vez e voz de todos se manifestarem.

Às segundas-feiras pela manhã a agenda é interna. Reserva o período da tarde para atendimento ao público e autoridades. Quase todos os dias estende o expediente até as 22 horas. Nem todos conseguem uma audiência com o governador. É feita filtragem e muitas demandas são resolvidas pelos secretários.

Com projetos e outras demandas debaixo do braço, o governador viaja a Brasília a cada 15 dias para audiência nos Ministérios e em outros órgãos da administração federal. Quase todo sábado aparece no Paiaguás. Só quieta mesmo no domingo, reservado à família.

Taques fechou o primeiro semestre de mandato com saldo positivo. Carrega discurso da ética, da legalidade e prega a transformação. E isso sustenta a credibilidade ainda da campanha eleitoral do ano passado, por mais que existam falhas e o reconhecimento geral de que há muito por fazer em termos de realizações. Avança sobre um cenário de caos herdado da gestão passada.

 O novo governo fez o que chama de ajuste da máquina,  com medidas duras de contenção de gastos. Aprovou reforma administrativa, que eliminou cerca de mil cargos comissionados. Depois, numa decisão que serve para testar a competência da equipe e dosar os trâmites burocráticos da máquina, lançou mais de 3 mil ações em todas as secretarias. Quer tudo executado até dezembro, ou seja, daqui a cinco meses.

A chegada de Taques ao poder, um ex-membro do Ministério Público Federal considerado linha dura e intolerante à corrupção, tem provocado reviravolta e mudança de postura no meio político. Ele prega e sonha com um Estado de Transformação. A população, também.

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Comentários (14)

  • Ademar Adams | Sexta-Feira, 31 de Julho de 2015, 13h34
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    Ademar Adams, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Clementina | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 22h48
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    Minha sugestão governador. Descanse mais, durma mais, e quando acordar começa realizar as promessas de campanha. Já está mais do que na hora de termos saúde digna a população e uma cidade com menos buracos, está um caos. Para de criticar o governo anterior, e nesse tempo desperdiçado falando mal do passado, mãos a obra. Com certeza, o povo vai agradecer.

  • ana de campos | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 22h07
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    Atenção! PEDRO TAQUES, o Governador que ORGULHA MATO GROSSO. PEDRO TAQUES, o Governador A SERVIÇO DO CIDADÃO. Agora, ATENÇÃO: MATO GROSSO NÃO MERECE PEDRO TAQUES.

  • Gilder Gomes | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 20h30
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    A corrupção se tornou uma coisa quase que tão normal no Brasil em relação a politica, que quando uma pessoa honesta assumi um cargo importante e demonstra sua honestidade, muitos não acreditam. Eu acredito em sua pessoa, por isso depositou o meu voto de confiança e votarei de novo se for preciso. mstrnhm

  • matheus | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 20h08
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    Parabéns pela coragem, pelo enfrentamento, sabemos que ainda existem muitas coisas a serem realizadas, mas quando um governo é pautado pela honestidade, pela moralidade, pela legalidade, e pela lealdade, a reciprocidade populacional acontecerá, ou melhor, já está acontecendo, nada melhor, que o termômetro demonstrado pela população, para constatar que a equipe gestora do Estado, está sim, no caminho correto, para que realmente possamos considerar e afirmar que o Estado de Mato grosso está em transformação. Transformação essa tão necessária e esperada pela batalhadora população matogrossense.

  • João Moessa de Lima | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 19h42
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    Acordar cedo não é nada mais que obrigação agora qualidade de governo que é bom mesmo neca de pitibiriba.

  • Vando Mattos | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 19h27
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    Vando Mattos, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Sergio Silva | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 18h27
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    É Tonny, no minimo vc deve ser empregado do pedro promessa, porque até agora nesses 7 meses o que se viu é justamente o que vc esta falando,,,,,só falando mal do Silval, Blairo, Riva...esquece esse povo do passado, mostra o que foi feito nesses quase 7 meses de governo,,,,não é só entregar ambulancias e mesmo contrataram e tiveram que suspender porque a compra estava viciada,e com o dinheiro da assembléia,,,,quanta baianada em Tonny, vc precisa ajudar ai meu caro,,,,,,não é só ficar falando da gestão passada não,,,Hã em tempo, os maiores feitos do seu governador esta sendo em reinaugurar as obras do Silval,,até agora só vimos isso

  • tonny | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 16h35
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    Sempre aparece os eleitores do Silval-Maggi-Riva criticando o nosso governador. São apenas 6 meses de mandato contra 12 anos de gestões pífias. Podem ter certeza que Taques já fez mais por Mato Grosso, em apenas 6 meses, que todos esses políticos que citei.

  • jose pedro da luz | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 16h26
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    A politica tem que ser de resultados, que traga beneficio ao povo, principalmente na saude não só em cuiaba mas no interior tambem, tem que ter profissionais, medicos, enfermeiros, não adianta comprar ambulancia pra trazer os doentes pra cuiaba se as filas estao nos corredores, faltam vagas nos hospitais, não mudou nada ainda, e por aí vai, está tudo por fazer ainda.

| 30/07/2015, 07h:35 - Atualizado: 30/07/2015, 07h:48

Olha para mim!

maria_rita_artigo_quinta

Maria Rita

Ao sair de casa, Regina começa a viver dificuldades. A calçada tem muitas ondulações que a impedem de passar com a cadeira de rodas. Na esquina, a guia não é rebaixada e ela tem que pedir a estranhos que a ajudem a descer.

Novamente conta com a boa vontade dos pedestres para subir do outro lado da rua. Apesar de achar linda uma blusa na vitrine nem cogita entrar pois a escada de acesso iria gerar um constrangimento que ela não está a fim de enfrentar.

No trajeto para o trabalho os problemas continuam e são os mesmos de quase todas as cidades do Brasil. Quando finalmente chega, o ambiente profissional não há deixa esquecer sua condição. Apesar do diploma de pós-graduação entrou na empresa pelo sistema de cotas.

Só conseguiu o cargo de atendente de telemarketing no qual permaneceu sem ascender nos últimos cinco anos. Seu ambiente de trabalho também não oferece facilidades. As tomadas são difíceis de alcançar, as portas são pequenas para passar com a cadeira e nem um copo na cozinha ela tem condição de pegar sozinha. O chefe de Regina já lhe disse que ele faz um favor em mantê-la na empresa.

Diferente de outras minorias, os cadeirantes têm pouca visibilidade. Não há uma polêmica em questão. Se fizermos hoje uma enquete quase toda a população é a favor de que os direitos deste grupo específico sejam assegurados.  Apesar da rara unanimidade de opinião, na prática a realidade é outra. Embora os direitos e leis já estejam impressos,são raras as oportunidades de encontrar um contexto ideal.

Tem lei para normatizar a construção de calçadas, rampas de acesso e elevadores. Mas é notório que isso quase não é cumprido. No campo profissional o sistema de cotas para empresas até pode ser seguido, mas particularmente nunca vi um cadeirante em um posto de chefia.

Se hoje é difícil conseguir um emprego gozando de capacidade total para se locomover imagine como é para cadeirantes. É justamente este exercício que tem faltado para a população: colocar-se no lugar do outro. Somente assim conseguiremos enxergar o quanto cada um de nós pode contribuir para melhorar esta realidade, sem ficar apenas lamentando e dizendo que o governo em todas as instancias têm falhado.

Fazendo este exercício simples identifiquei que a calçada do meu escritório não é satisfatória, pois a raiz das árvores está atrapalhando a passagem. Eu não preciso esperar um órgão público para agir. Posso mudar esta realidade sozinha, da mesma forma que todos os que tiverem a boa vontade de contribuir. 

Vemos o contexto de um cadeirante como uma coisa distante da nossa vida. Mas ninguém sabe o dia de amanhã. Não precisamos esperar que algo aconteça para enxergar isso. Em meio as polêmicas atuais um assunto tão unânime quanto este deveria receber mais atenção. Pois mudar esta realidade é hoje papel da sociedade. As leis já existem só precisamos exigir que elas sejam cumpridas e parar de estacionar nas vagas que lhes são destinadas!

Maria Rita Ferreira Uemura é jornalista, empresária, diretora da empresa de eventos de aventura ULTRAMACHO e escreve exclusivamente toda quinta-feira neste Blog (www.ULTRAMACHO.com.br) - e-mail: ferreirauemura@gmail.com.

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Comentários (2)

  • Silas | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 16h04
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    Ninguém nos olha nos olhos. Parece que temos uma oença. Desrespeito!

  • ednaldo | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 08h51
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    precisamos de mais marias ritas que usa um espaço nobre mídia para esta parte da população que só encontra inconpreacão e desprezo parabéns...

embate | 29/07/2015, 17h:29 - Atualizado: 29/07/2015, 17h:31

Lupi não acredita em saída de Taques do PDT e afirma vinda ao Estado em agosto

Presidente do PDT ainda crê no entendimento entre Taques e Zeca


O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, diz não acreditar na possível saída do governador Pedro Taques (PDT) do partido. Em entrevista ao Rdnews, na tarde desta quarta (29), o ex-ministro foi enfático ao afirmar que não há nenhuma novidade sobre o caso. Segundo ele, durante o último encontro que teve com Taques, o pedetista lhe garantiu ficar no partido. “Não estou sabendo da saída dele. Não fui informado”.

Em contrapartida, nos bastidores a informação é de que a saída de Taques é dada como certa, devido às divergências com a direção nacional da sigla e correligionários do Estado. A tendência é que o governador vá para o PSB e o fato deve ser anunciado nos próximos dias. Ao ser informado sobre o assunto, Lupi é categórico: “Não trabalho com hipóteses. E para mim ele havia afirmado que ficaria no PDT”.

Reprodução

lupi_pdt_taques.jpg

Presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, diz que governadorTaques lhe garantiu não deixar o partido

Já em relação ao comportamento polêmico de outra liderança do partido em Mato Grosso, o deputado estadual Zeca Viana, o presidente, com respostas curtas e diretas, se limita a dizer que isso é um desafio. “Não é fácil, mas estamos trabalhando para chegarmos a um entendimento. E há um entendimento entre eles”, se referindo à relação entre Taques e Zeca.

Ocorre que atualmente após inúmeros desentendimentos, ambos não se falam. Zeca inclusive chegou a ter desavença até com o correligionário, deputado Leonardo Albuquerque, que mesmo sendo considerado um parlamentar “apagaziguador” cogitou a sair do partido após confronto. “Desse jeito, o PDT não me cabe mais. Ter um imperador assim não serve. Tem que respeitar os outros”, disse Leonardo.

Leonardo ameaça sair do PDT e chama Zeca de imperador

Como se não bastassem as brigas com os líderes da sigla no Estado, Zeca ainda entrou em atrito com lideranças nos municípios, como foi o caso de Barra do Garças, onde destituiu membros da executiva sem ao menos avisá-los. Veja aqui.

Em meio ao fogo cruzado, Lupi diz desconhecer as “outras” brigas do parlamentar, explica que o partido é nacional e que cabe aos deputados comunicar a direção nacional sobre descontentamentos ou saída da legenda.

Por fim, afirma que virá a Mato Grosso, em agosto, e não mais em julho como havia anunciado na última visita que fez ao governador. A data ainda será definida.

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  • Victor João | Quarta-Feira, 29 de Julho de 2015, 20h30
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    Tenho informações que Taques vai para o PT, ser candidato a Presidente em 2018

  • Tom Ubirajara | Quarta-Feira, 29 de Julho de 2015, 19h55
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    Sinceramente eu não sei em que planeta o Lupi está. Como um dirigente nacional de uma sigla consegue ficar tão alheio aos interesses partidários das regiões. De duas uma ou ele é tão ladino (como diz nós Cuiabanos) e dissimulado , ou está armando alguma. No mais o velho PDT de guerra de Leonel Brizola já não é o mesmo, seus líderes são sombras distantes de um passado de lutas e glórias.

Articulação | 29/07/2015, 15h:18 - Atualizado: 30/07/2015, 07h:48

Taques vai para PSB e deve se filiar em agosto; bancada na AL pode ser ampliada


Decidido a deixar o PDT devido às divergências com a direção nacional da sigla e correligionários em Mato Grosso, o governador Pedro Taques já teria optado pelo PSB. Fontes do Palácio Paiaguás confirmam que a desfiliação e adesão ao novo partido devem ser oficializadas em agosto.

Taques teria optado pelo PSB, considerando a possibilidade de obter visibilidade em nível nacional e fortalecer o projeto de disputar a presidência da República, tendo em vista que os outros governadores da sigla: Rodrigo Rollemberg (DF), Ricardo Coutinho (PB) e Paulo Câmara (PE), são figuras políticas mais apagadas. O PSDB, por sua vez, foi descartado justamente pelo fato do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o senador por Minas Aécio Neves não esconderam a disposição de entrar no páreo, em 2018.

José Medeiros/Gcom

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Governador Taques deve se filiar ao PSB em agosto. Escolha visa disputa à Presidência da República

Entretanto, os prefeitos que pretendem acompanhar Taques e disputar a reeleição pelo PSB têm até 2 de outubro para oficializar a mudança de partido. Isso porque a legislação eleitoral determina que as filiações precisam ser concretizadas no prazo máximo de um ano antes do pleito. 

Taques estava em rota de colisão com a cúpula nacional do PDT desde 2014, quando se recusou a apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) e aderiu à candidatura presidencial de Aécio. No Estado, a situação se agravou a partir das críticas públicas do deputado estadual Zeca Viana, que preside a sigla em Mato Grosso. 

A decisão de deixar o PDT acabou facilitada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em maio. Os ministros decidiram, por unanimidade, que ocupantes de cargos majoritários (presidente da República, governadores, prefeitos e senadores) não correm o risco de perder o cargo quando mudam de partido durante o exercício do mandato.

Decisão do Supremo abre as “portas” para Taques deixar PDT sem prejuízo

Apesar da confirmação nos bastidores, o presidente estadual do PSB, deputado federal Fábio Garcia, reluta em anunciar a adesão de Taques. O deputado federal Nilson Leitão, que preside o PSDB em Mato Grosso, por sua vez, afirma que os tucanos ainda mantêm conversações com o governador na tentativa de trazê-lo ao partido.

Assembleia

Paralelo à filiação de Taques, o PSB também trabalha para ampliar a bancada na Assembleia. Nos bastidores do Legislativo circula a informação de que Mauro Savi  e Wagner Ramos (ambos do PR), além de Pedro Satélite (PSD) e Leonardo Albuquerque (PDT) se preparam para aderir à legenda. Os parlamentares não escondem o descontentamento com os respectivos partidos e aguardam a janela, ainda em discussão no Congresso Nacional, para concretizarem a mudança.

Caso a hipótese seja concretizada, o PSB passa a contar com sete deputados estaduais e será a maior da Assembleia. Atualmente, a bancada é composta por Eduardo Botelho, Oscar Bezerra e Max Russi.

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Comentários (1)

  • Eduardo Pranton | Sexta-Feira, 31 de Julho de 2015, 16h53
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    O prefeito de Cáceres Francis não quis acompanhar o Governador e agora terá que enfrentar o Professor Adriano tendo o Deputado Dr Leonardo e Pedro Taques no palanque com o discurso da ZPE, para a qual já foram reservados 16 milhões. Ou seja, o pálio será duro.

promoção | 29/07/2015, 14h:47 - Atualizado: 29/07/2015, 19h:25

Rdnews faz sorteios semanalmente no Facebook; 1º prêmio é 2 rodízios de peixe


O Rdnews passa a realizar, semanalmente, sorteios de almoços, jantares, hospedagens e ingressos para shows, peças de teatro e outros eventos na Capital.

Os sorteios serão feitos por meio da nossa Fan Page no Facebook (Rdnews Poderes e Bastidores). As regras de cada seleção serão postadas em nossa página para que os seguidores possam concorrer.

Nesta semana, o portal, juntamente com o Restaurante Mirante das Águas, oferece 2 rodízios de peixes. Para participar é necessário curtir a Fan Page; curtir e compartilhar o post da promoção; marcar a pessoa que vai saborear o rodízio com você. Ah!, o internauta não deve se esquecer de clicar no link do sorteio e clicar no botão QUERO PARTICIPAR

Acontece que o sorteio - que será realizado na segunda (3) - é automático e feito pelo Facebook, por isso, é necessário clicar no botão. Fique atento ao regulamento e boa sorte.

Augusto Jorge

premio_rd_500

Confira, acima, os detalhes das regras para concorrer aos 2 rodízios de peixes que serão sorteados

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| 29/07/2015, 00h:00 - Atualizado: 28/07/2015, 18h:40

Queimadas, tema preocupante!

silvio artigo quarta-feira

Silvio Fidelis

Todos os anos, as queimadas ilegais preocupam a nós brasileiros, pois sabemos que elas causam problemas ambientais, prejudicam a fauna e a flora e também fazem mal à saúde da população. Além disso, contribuem para o aquecimento global, agravando o efeito estufa, que provoca as mudanças climáticas.

 

Estamos no final do mês de Julho e surge o problema ambiental das queimadas. Como podemos contribuir para que esse mal não se propague? Infelizmente muitas pessoas ainda consideram o fogo como uma solução eficaz para a limpeza de campos, quintais e até mesmo do lixo. Analiso que isso ocorre por comodidade ou falta de informação por parte das pessoas. 

Como medida de conscientização, penso que a educação ambiental, dentro das escolas, deveria ser fortalecida como medida de prevenção pelo Poder Público. Sim! Pois as crianças e jovens são disseminadores das informações e a educação ambiental é fundamental para uma conscientização das pessoas em relação ao mundo em que vivem para que possamos ter cada vez mais qualidade de vida sem desrespeitar o meio ambiente.

Com a educação ambiental, cria-se uma nova mentalidade com relação a como usufruir dos recursos oferecidos pela natureza, consolidando assim um novo modelo de comportamento, que oportunizará um equilíbrio entre o homem e o seu ambiente. 

Em Mato Grosso, o período proibitivo para as queimadas já teve inicio no ultimo dia 15 de julho e segue até o dia 15 de setembro, conforme Decreto nº 191, publicado no Diário Oficial de Mato Grosso.  Dados apontam que de 1º de janeiro a 15 de julho deste ano, já foram registrados 5.664 focos de calor, número 7,5% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, que teve 6.127 focos, conforme divulgou o Governo Estadual.

A fim de garantir a redução dos focos, o Governo do Estado anunciou, ainda, recursos na ordem de R$ 1,7 milhão para as ações referentes ao Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas deste ano. Nestas ações, 75 bombeiros atuarão diretamente com fogo nas unidades do Corpo de Bombeiros Militar e também nas cinco brigadas e 19 bases descentralizadas de circulação nas principais regiões do Estado.  

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), durante o período de junho a novembro, grande parte do país sofre com as queimadas, que se estendem praticamente por todas as regiões, com maior ou menor intensidade. O fogo é normalmente empregado para fins diversos na agropecuária, na renovação de áreas de pastagem, na remoção de material acumulado, no preparo do corte manual em plantações de cana-de-açúcar etc. Trata-se de uma alternativa geralmente eficiente, rápida e de custo relativamente baixo quando comparada a outras técnicas que podem ser utilizadas para o mesmo fim. Os Estados que tradicionalmente apresentam maior número de focos de calor são o nosso Mato Grosso e o Pará.

As queimadas são autorizadas pelo Ibama somente sob critérios técnicos, como os aceiros, por exemplo, que impedem a propagação do fogo além dos limites estabelecidos. Ao receber a autorização para a queimada, o proprietário da área é instruído sobre a melhor maneira de executar o trabalho de forma legal.

Então, vale reforçar que já estamos em período proibitivo do uso de fogo em áreas de reservas ecológicas, preservação permanente e parques florestais. Os infratores estarão sujeitos às penas previstas nos artigos 14 e 15 da Lei 9.605 (Lei de Crimes Ambientais) ok?  As penas podem chegar à prisão - de três a seis anos - e multas acima de R$ 4 mil.

Segundo relatório publicado pela ONG ambiental “Global Canopy Programme”, as queimadas de áreas florestais são a 2ª maior fonte mundial de emissões de gases do efeito estufa.

Diante destes dados, devemos nos preocupar com o nosso futuro e o futuro de nossos filhos e netos. Vamos aguardar os resultados das ações governamentais para esse ano e espero que sejam positivos.  Além dos efeitos da poluição atmosférica,  a queimada acomete diversos males a nossa saúde e quem mais sofre são os idosos e as crianças, que padecem de doenças cardiorrespiratórias.

Ao pesquisar, descobri o Artigo 250 do Código Penal Brasileiro, que diz que queimar qualquer coisa em ambiente aberto é considerado crime. O Código Penal nomeia crimes como as queimadas de “crimes contra a incolumidade pública”.

Para concluir, não basta apenas lançar campanhas de conscientização contra as queimadas, criar leis e decretos. É necessário, acima de tudo, convencer as pessoas dos inúmeros malefícios que essa prática causa. O assunto é complexo e envolve mudança de atitudes e consciência ambiental. Devemos nos conscientizar que o fogo é um recurso que deve ser utilizado com muito critério e de forma cautelosa.

Afinal, ele foi uma descoberta que mudou a humanidade e penso que deve ser sempre usado a nosso favor. Então, o Poder Público faz a parte dele de prevenção e correção quanto às práticas ilegais de queimadas, e que nós,  cidadãos, façamos a nossa. E acredite, além do meio ambiente, a minha, a sua e a saúde do vizinho agradecerão! 

Silvio Fidelis é professor, mestre e doutor em Educação, escritor e escreve exclusivamente neste Blog toda quarta-feira - e-mail: sa-fidelis@uol.com.br - Instagramsilvioafidelis

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lealdade | 28/07/2015, 15h:07 - Atualizado: 28/07/2015, 15h:11

Líderes do Araguaia se movimentam para acompanhar governador para novo partido


De Barra do Garças

Reprodução

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Líderes do Araguaia devem seguir escolha de sigla feita por Taques

Lideranças políticas do Vale do Araguaia se articulam para acompanhar o governador Pedro Taque na eventual saída do PDT, o que deve se confirmar nos próximos dias. Ao menos em duas cidades, líderes já anunciaram que seguirão o caminho a ser traçado por Taques.

Em Barra do Garças, até o momento, 50 filiados que deixaram o PDT por divergências com o presidente regional, deputado estadual Zeca Viana, e lideranças que pretendem concorrer às eleições municipais ano que vem, declararam aderir ao partido de escolha do governador.

Na cidade, a ida para a próxima sigla de Taques está sendo coordenada pelo empresário Ubaldino Rezende, destituído da presidência municipal do PDT por decisão de Zeca. O empresário aguardava para esta segunda (27), o anúncio oficial da desfiliação do governador, o que acabou não acontecendo. “O projeto político desse grupo passa pela decisão de Taques. Ele manifestou o desejo de sair do PDT e por uma questão de lealdade, vamos acompanhá-lo”.

Em Água Boa, também existem movimentações para seguir Taques. O médico Mariano Kolankiewicz Filho, principal líder do PDT no município, anunciou que acompanhará o pedetista. Ele justifica que o governador foi o responsável por seu ingresso na política em 2012, quando concorreu à Prefeitura de Água Boa, mas perdeu por 121 votos. Ressalta que acompanhá-lo para a nova agremiação é natural pela ligação política de ambos.

Tanto Mariano quanto Ubaldino almejam concorrer as Prefeituras de Água Boa e Barra do Garças, respectivamente, de olho no apoio do governador e do grupo político.

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Comentários (3)

  • sadi polita | Quarta-Feira, 29 de Julho de 2015, 06h44
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    muito bom assim que tem de ser nao deu certo

  • Carlos antonio | Terça-Feira, 28 de Julho de 2015, 17h17
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    É lógico que o governador, por ser um grande líder politico,terá muitas lideranças em MT, que o seguirao,enquanto o PDT perderá muitas filiações e ficará pequeno

  • Eduardo Baroni | Terça-Feira, 28 de Julho de 2015, 16h33
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    Eduardo Baroni, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 28/07/2015, 00h:00 - Atualizado: 27/07/2015, 15h:31

Sem esforço para agradar

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Olga Lustosa

O ser humano é quem controla a máquina, todas. Com um olhar atento, percebo que há um certo comportamento manipulador nos relacionamentos reais e virtuais, um movimento estranho de nos colocar contra a parede para termos respostas prontas, posicionamentos de manada, esboçarmos atitudes recriminatórias, julgamentos.

Quando percebo que estou me esforçando demais para agradar, para ser compreendida, recuo. As conexões devem ser estabelecidas com base no respeito mútuo, no encantamento das trocas, senão, vira isso que acima citei; manipulação.

Não se exerce o poder sem consequencias. Pronunciamentos políticos, massacre de publicidade e muitos cidadãos parecem satisfeitos com seu estatuto de destino dos bombardeios das mensagens e tentam agradar, reproduzindo, compartilhando ideias que não representam seu pensamento.

É estranho, porém acontece de pessoas buscarem certeza e segurança intelectual no mundo de pessoas de conhecimento indiscutível, porquanto existe dificuldade em se manter fiel a própria identidade, devido à ausência de pontos de referência sólidos.

Ser indivíduo significa dispor de uma certa margem de liberdade para concordar e discordar, para criticar e para calar. A concordancia intermitente nos torna irrelevantes e depois, não temos a necessidade dessa homogeneidade nacional, num momento em que propício seria, começar a pensar além da nossas próprias causas individuais, tanto na vida pública quanto privada.

Eu sei que voce sabe, mas sejamos claros: é absolutamente vital que se estabeleça uma nova ordem de honestidade, de integridade e conversa reta sobre a política e políticos e sobre o futuro do nosso país e sobre isso não precisamos seguir outros, sentimos na pele as consequencias da corrupção, da falta de investimentos em saúde, segurança e educação, pelo menos.

Anotações de um curso sobre política feito com Gaudencio Torquato, anos atrás, relembra-me que a estratégia de bombardear as pessoas com anúncios políticos destinados a evocar insegurança é muito arcaica para servir a uma democracia estável, do século 21.

Vamos partir rumo a uma nova definição de integridade e criar grupos e redes de soluções, onde as pessoas se reúnem não apenas para apontar erros, mas para difundir ideias. Somos uma pequena parte numa solução maior e tenho vivenciado pessoas se reunindo em seminários, conferencias, incentivando redes que já estão se movimentando, promovendo bons debates, buscando a cura para nosso males.

Se por um lado não devemos ser como uma folha, deixando que cada vento mude sua posição; por outro lado, devemos estar abertos a novas provas. 

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olgaborgeslustosa@gmail.com e www.olgalustosa.com

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avaliação | 27/07/2015, 14h:53 - Atualizado: 27/07/2015, 17h:01

Contas da gestão Silval chegam à AL e passam por comissões antes de votação


Reprodução

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Silval Barbosa terá contas apreciadas

As contas de governo referentes a 2014, sob comando de Silval Barbosa (PMDB), foram apresentadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) no último dia 16, na Assembleia. Segundo a assessoria da Mesa Diretora, o documento deve ser lido somente em 4 de agosto, data da primeira sessão do Legislativo após o período de recesso parlamentar.

O deputado Zé Domingos Fraga (PSD) informa que o documento será analisado e votado internamente pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO), a qual preside e, em seguida, deve passar por trâmite similar na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR). Concluída esta etapa, os pareceres das comissões devem ser levados ao plenário até o prazo máximo, que é 28 de dezembro.

O parlamentar explica que dos cinco integrantes da CFAEO, apenas três podem assumir a relatoria do processo, sendo eles Eduardo Botelho (PSB), Wagner Ramos (PR) e Zé do Pátio (Solidariedade). Isso porque o vice-presidente da comissão, Silvano Amaral (PMDB), já está designado como relator da Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) e o próprio social-democrata tem intenção de assumir a relatoria da Lei Orçamentária Anual (LOA). “Eu quero ser relator da LOA”, revela.

Nos bastidores, há rumores de que Zé do Pátio teria intenção de ser o relator das contas de Silval, mas a informação não é confirmada, tampouco descartada por Zé Domingos. “O que posso garantir é que não vamos permitir que interesses pessoais interfiram. Vai ser uma avaliação técnica”. Outros dois processos importantes devem ser distribuídos entre os membros da CFAEO, sendo as contas do TCE e o Plano Plurianual (PPA).

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| 27/07/2015, 00h:00 - Atualizado: 27/07/2015, 08h:11

Mato Grosso vai bem

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Sandra Alves

Questionar se Mato Grosso supera a crise nacional é pergunta imperativa hoje. O Estado integra a Federação, mas em que medida a crise federal afeta as questões internas?

De algum modo é possível o afastamento dos fatos ocorridos junto a presidente da República, ao Congresso Nacional, à operação Lava Jato, ao disparo do câmbio do dólar, tudo em relação à economia e política de Mato Grosso? O governador Pedro Taques, os representantes do Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria e Assembleia estão no divisor de águas do momento político-econômico.

Há algum tempo não se via a imprensa nacional discutindo tantos acontecimentos na velocidade que se vê hoje. Se na semana anterior a operação “Lava Jato”, com suas investigações, chegou até à presidência da Odebrech, uma das maiores empresas nacionais, bem como ao deputado Eduardo Cunha, atual presidente da Câmara dos Deputados, com denúncias de propinas da casa de 5 milhões de dólares, esta semana o destaque foi o descrédito de Joaquim Levi.

O Governo Federal admitiu seu fracasso, por intermédio da equipe econômica, ao anunciar a redução da meta fiscal em mais de 90%. É a incapacidade do governo de economizar dinheiro para pagar juros, de investir em infraestrutura, de fazer a economia crescer.

E o mercado econômico nacional e internacional interpretou a mensagem no pior cenário possível, a cotação do dólar disparou, os índices da Bovespa caíram. São os diversos cenários de uma grave crise econômica e política.

Apesar do contexto nacional, Mato Grosso vai bem. Na sexta (24), o ministro do Supremo Tribunal Federal participou na Capital de audiência de custódia inaugural, com o objetivo de humanizar o processo penal e acelerar o trâmite da análise da prisão cautelar; recebeu a medalha do mérito Judiciário Desembargador José de Mesquita.

O STJ prestigiou o Estado com a presença da ministra Nancy Andrighi, que recentemente participou do lançamento do “Mutirão Fiscal”, uma parceria entre os Poderes, fundamental neste momento, e que tem como expectativa a arrecadação de R$ 700 milhões. No programa, o cidadão pode fazer o pagamento dos débitos com redução de 100% das multas, mais parcelamento do crédito principal.

A arrecadação de impostos no Mutirão Fiscal – que soma esforços do Estado e município - corroborará com a construção novo pronto socorro de Cuiabá, desafogando grandes demandas em relação à saúde. A inauguração do hospital São Benedito, para realização de cirurgias de alta complexidade, representou mais um passo em direção ao atendimento da população. 

O programa de políticas públicas “Transforma Mato Grosso”, com mais de 3 mil ações em diversas áreas, é um dos maiores desafios assumidos por governador nas últimas décadas. Um contexto de representação e atividades do Estado com o potencial de superar crises.

A falta de diretrizes federais na política e economia afetam Mato Grosso, especialmente pela crise na infraestrutura. Por outro lado, como Estado produtor do setor primário (maior exportador de grãos do país), minimiza o impacto da recessão econômica.

Economistas e cientistas políticos, ao analisarem o cenário nacional, apontam que a crise política e econômica ainda não possui data para seu fim. Não se trata de simples ajuste fiscal a ser promovido pela equipe econômica do governo federal, pois esta não possui instrumentos para alterar a economia de forma suficiente.

O país gasta mais que arrecada; diversas despesas são vinculadas ao PIB; os incentivos fiscais e as regras para arrecadação diferem em muitos setores, inviabilizando a organização do país e a retomada da confiança do mercado.

Mato Grosso não olha para a recessão, caminha em direção ao crescimento. Medidas de contenção e freios nas despesas são propostas. Investimentos com a preocupação da identificação da despesa, pontuados nas áreas de saúde, educação e infraestrutura são a nova constante. O prestígio das ações pelas autoridades citadas é prova disto. Apesar do Brasil, Mato Grosso vai bem!

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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Comentários (4)

  • Edmar | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 19h18
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    Para contribuir com o diálogo, sugiro avaliar a análise do cenário econômico de 2015 produzida pela CEPAL (https://pt.scribd.com/doc/273023603/Cepal-Cenario-Economico-2015), que evidencia as consequências duríssimas das quedas dos preços internacionais de commodities sobre a economia da América do Sul.

  • Miriam F. de Queiroz | Segunda-Feira, 27 de Julho de 2015, 17h01
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    Concordo plenamente, Sandra. O governo está fazendo uma boa administração.

  • Sandra Cristina Alves | Segunda-Feira, 27 de Julho de 2015, 16h35
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    Prezado Pagot, obrigada por seu comentário. A elegância e a educação na apresentação de sua opinião, com os argumentos pertinentes deixa esta defensora do debate bastante feliz! Forte abraço.

  • Luiz Antônio Pagot | Segunda-Feira, 27 de Julho de 2015, 13h39
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    Calma doutora Sandra. Nem tanto ao céu, nem tanto à terra. Alegar que o MT vai bem apesar do Brasil é ser muito parcial na análise. Nosso agronegócio é pujante e alavanca a economia mato-grossense por uma série de circunstâncias: nos últimos anos um bom dinheiro foi investido em infraestrutura, não faltaram recursos para financiamento de caminhões, máquinas e implementos a juros subsidiados, as safras tiveram sucessivos aportes inclusive com equalização de preços para o milho e algodão. Também grandes investimentos foram feitos em habitações populares e saneamento. E, houve ampla disponibilidade de recursos através de financiamento pelo Bndes e outros bancos oficias à centenas de empresas de MT. Nosso povo é trabalhador e destemido mas nossa nação colabora e muito com nosso desenvolvimento. Pagot.

SEM CONVERSA | 26/07/2015, 09h:02 - Atualizado: 26/07/2015, 09h:10

Senador diz que Dilma é inflexível, isolada e precisa melhorar diálogo - confira vídeo


O senador Wellington Fagundes (PR) destaca  a falta de diálogo e isolamento da presidente Dilma Rousseff (PT) como um dos fatores que dificulta a relação com o Congresso e também com a sociedade, que tem demonstrado insatisfação com a gestão da petista. O republicano faz parte da base aliada e ainda foi o coordenador da campanha dela em Mato Grosso no segundo turno.   “Reconheço que ela deveria ter mais diálogo.  Ela é muito inflexível, não tem um grupo de pessoas com diálogo franco e aberto. É muito isolada e podia ser mais receptiva”, comenta.

Wellington adianta que o governo federal precisa corrigir as falhas, fazer a sua parte na contenção de gastos e confirma que está provado que a União gastou mais do que podia. Por outro lado, também aponta que o Congresso tem sua responsabilidade em aprovar medidas que possam ajudar o país a superar a crise. Cobra da oposição responsabilidade.

 

Gilberto Leite

wellington blog 500

 Wellington Fagundes, senador da base governista, critica a falta de diálogo no Palácio do Planalto

Sobre os cortes de ministérios e cargos, o parlamentar acredita que a economia feita não será tão significativa, mas terá um impacto político importante e diz que isto tem sido pauta de diversas reuniões da base aliada. Ele aponta ainda que algumas medidas para enxugamento esbarram no excesso de burocracia.

 O senador ressalta ainda que o governo tem deficiência estrutural e de pessoal, além disso, se fizer um comparativo os repasses aos demais Poderes e órgãos de controle acabam sendo maiores, proporcionalmente, do que para o Executivo, que fica com pouco investimento. “Engenheiro do TCU ganha mais. É importante a fiscalização e o controle, mas tem de ter o Executivo aparelhado”.

 Questionado se tem sentido uma cobrança maior por parte do cidadão devido ao fato de pertencer à base aliada, Wllington refuta essa ideia e sai em defesa do governo. Para ele, as pessoas sabem reconhecer que o BRasil melhorou muito e consegue entender que as transformações são feitas com dificuldade.

 O parlamentar também aproveita para criticar a oposição e cobra responsabilidade. Wellington ainda confirma que alguns tem agido de forma oportunista em vários aspectos, como, por exemplo, demorar para aprovar um projeto que beneficia a população. “Quando você fica só criticando as pessoas questionam. Observam muito. Ser oposição tem de ser com responsabilidade”, conclui.

 Confira, abaixo, trechos da entrevista:

 

 

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Comentários (2)

  • Maria | Segunda-Feira, 27 de Julho de 2015, 11h06
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    Ahnahan ... deixa só o país sair desse emaranhado de crise política que contaminou a economia - pq crise econômica mesmo não tem! -, e todo mundo vai voltar a ser lambe botas! É só pq o Governo Federal está em baixa, gerada pelo inconformismo de quem perdeu a eleição e não se conforma, como menino mimado!

  • Eduardo Pranton | Domingo, 26 de Julho de 2015, 11h58
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    Se até WF que é seguidor da Presidente diz isto é sinal claro que a política petista está em franco declínio.

| 26/07/2015, 00h:00 - Atualizado: 26/07/2015, 06h:41

A remuneração que merecemos

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Jackelyne Pontes

Toda a categoria tem pensado exaustivamente sobre qual a remuneração que merecemos pelos serviços prestados à saúde pública como cirurgiões-dentistas. O servidor público em geral é sem dúvida peça chave para que a máquina funcione com as suas engrenagens em harmonia e a todo vapor.

Todos, seja ele estatutário ou contratado exerce função de extrema responsabilidade e importância,  pois lida com o bem mais precioso do ser humano: a vida.

Quanto mais experiente, preparado e especializado for o servidor, mais ele deve ser valorizado, pois a formação acadêmica e os cursos de atualização, que aliás devem ser uma constante, custam caro e muitas vezes demandam dedicação exclusiva à prática do saber. 

Não é novidade que a baixa remuneração e as péssimas condições de trabalho afastam os bons profissionais e interfere  na qualidade do atendimento à população. Vejo claramente como gênese desse quadro o descaso dos governantes em relação às políticas públicas e sociais, aliado à situação econômica do país que encontra-se mergulhado em um mar de corrupção, propinas, superfaturamentos, desvio de verbas e ao setor privado, que vê a saúde como fonte de lucro.

Sendo assim nós, usuários, nos encontramos em uma situação complicada: se correr o bicho pega, e se ficar o bicho come! Somos reféns de uma saúde pública sucateada e de altos valores e nem sempre bons serviços prestados pelos particulares.

E os profissionais, encurralados em um estado desesperador de inércia, pois mesmo que os gestores tenham consciência de que necessitam de uma remuneração digna, afinal estar em constante aperfeiçoamento, deslocar-se até o local de trabalho, comer, vestir, e ter momentos de lazer entre outros itens constantes no amplo conceito do que é qualidade de vida e saúde custam caro.

Para reivindicar um direito adquirido como as perdas acumuladas durante os anos, e vejam, não estamos falando de aumentos estrondosos, mas sim de um direito do trabalhador, enfrentamos a burocracia de reuniões agendadas e desmarcadas, longos períodos de negociação, além de que somos nós os responsáveis por provarmos por “a+b” que a defasagem salarial é real, e que merecemos essa consideração por parte da gestão. 

A relação profissional-paciente é baseada nos preceitos de respeito, conhecimento e confiança, que esbarram no sucateamento de hospitais públicos, prontos-socorros e unidades de saúde, onde faltam equipamentos, recursos humanos, medicamentos e insumos básicos, e profissionais mal remunerados, e também nas restrições do serviço privado que impedem que o profissional lance mão de todos os recursos em benefício do paciente.

Por outro lado, nenhum profissional da saúde pode usurpar do dinheiro público, oferecendo um serviço baseado na máxima muito conhecida do “você faz de conta que me paga, que eu faço de conta que trabalho”  e deixando de cumprir sua carga horária. 

Todos queremos o que é justo: boas condições de trabalho com remuneração digna, condizente com o grau de formação e tempo de serviço do profissional, sem nenhuma insinuação de guerra santa com os gestores, queremos um jogo aberto, com negociações às claras e critérios positivos. Os usuários e trabalhadores agradecem.

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, filiada ao Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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Sinop | 25/07/2015, 08h:49 - Atualizado: 25/07/2015, 08h:58

Leitão afirma que Juarez estagnou Sinop; secretário de Governo vê rancor pessoal


    A medida em que as eleições de 2016 se aproximam, o tom das críticas do deputado federal Nilson Leitão (PSDB) contra o desafeto Juarez Costa (PMDB), prefeito de Sinop já no segundo mandato, começa a endurecer. Nesta semana, o tucano afirmou que o município não avançou nestes quase oito anos de gestão.

Como Juarez cumpre agenda fora de Sinop, o secretário de Governo Roberto Trevisan, o Betão (Pros), tomou as dores do chefe e rebateu o parlamentar. "A gente até estranha essas críticas. Parece rancor pessoal". declara.

Rdnews

leitao e juarez 500

 Prefeito Juarez Costa e deputado federal Nilson Leitão são desafetos e trocam farpas publicamente

Entre as deficiências apontadas por Leitão estão o período que o Hospital Regional funcionou aquém da capacidade total, o atraso na reforma do Aeroporto de Sinop e a morosidade das obras na rede de esgoto do município. "Não há novidades no governo do Juarez. Não tem nenhuma obra importante que possa dizer que fez a diferença dentro da história de Sinop", atacou o parlamentar.

Betão ainda aproveitou para dizer que a Prefeitura de Sinop conta com emendas parlamentares para promover o crescimento do município. Além disso, alfinetou Leitão dizendo que, apesar dos anos como deputado federal, o tucano viabilizou apenas R$ 1,07 milhão para investimento em asfalto.

Leitão e Juarez são desafetos desde quando o peemedebista começou a se articular para disputar a Prefeitura de Sinop, em 2008. Agora, o tucano lidera a oposição na tentativa de derrotar o grupo adversário em 2016.  Nomes PSDB e do DEM ainda estão sob avaliação.

Em 2012, Juarez disputou a reeleição e saiu vitorioso com 63% dos votos válidos. A oposição tinha como candidato o ex-deputado estadual Dilceu Dal Bosco (DEM). (Com informações do site Nova Edição)

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Comentários (1)

  • marcos | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 16h20
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    parece até piada este senhor falar em estagnação, será que ele como muitos quando lhe é conveniente sofre de amnésia? não se recorda dos oito anos de seu próprio governo em Sinop? qual era a movimentação da economia naquele momento e a movimentação de hoje? chega de discurso rancoroso e trabalhe para justificar os votos que vossa excelência obteve. estamos aqui em Sinop e precisamos de representantes que busquem soluções para nossos problemas da cidade e estado, por favor.

| 25/07/2015, 00h:00 - Atualizado: 24/07/2015, 21h:05

E lá se vai meio ano...

akio materia estreia colunista

Akio Maluf Sasaki

O ano começou de maneira meio torta, um pouco conturbado, desesperador para alguns, arrochado para outros e em crise para toda uma nação.

Aquele que antes era o país do futebol, do crescimento e do consumo no estilo americano, hoje se vê em meio à uma crise no futebol, a crise atingiu também o crescimento da nação e o consumo, ah, o consumo, alguém viu ele por aí?

Durante o primeiro semestre a nação brasileira acompanhou minuto a minuto, tal como faz em partidas de futebol, a aprovação das contas de governadores, com ressalvas impensáveis e quase impossíveis, aqueles que “gastaram” a verba destinada para as capitais da “Fifa World Cup” e não entregaram as obras.

Assim como tem acompanhado o processo que irá julgar as contas da Presidência da República, mas já sem esperanças de que algo concreto possa ser feito, vez que a história já demonstra que no Brasil a capacidade de indignação pública vem só se perdendo.

Isso sem contar o que se passa no judiciário, onde temos investigações atingindo as maiores empresas do Brasil, com os maiores contratos públicos, concomitantemente com os 3 maiores representantes do povo: A Presidente da República, o Presidente do Senado e o Presidente da Câmara dos Deputados.

Independentemente de quem está certo ou errado, ver através da mídia que os baluartes de nossa nação estão comprometidos, que aqueles que poderiam intervir em favor da sociedade também estão jogando contra a sociedade, bem, até agora, esse é 2015 no cenário político.

Quando o trabalhador achava que não poderia ficar pior, ele descobre que seus direitos trabalhistas não seriam mais seus direitos, que o PIS não poderia ser sacado, que teriam que trabalhar mais para ter direito ao seguro e que a energia, a água e o combustível teriam grandes aumentos.

No centro de tudo, quando nada podia ficar pior, descobrimos a maior de todas as crises, a da educação, momento em que professores ao longo dá “Pátria Educadora” toda estão cruzando os braços.

Já no mundo, 2015 é um ano de algumas vitórias interessantes para a sociedade, pois Cuba e Estados Unidos retornaram suas ações diplomáticas após 50 anos, ao mesmo tempo assinou acordos com o Brasil para a isenção de visto em curto prazo.

Ocorreu, também, a liberação das exportações de carnes e produtos brasileiros para vários países no mundo que antes os restringiam e um avanço no número de medalhas nos jogos Pan Americanos, mostrando que o Brasil está finalmente vendo o resultado de seus investimentos.

Mas nem tudo no mundo, até agora, foi uma benção, infelizmente temos acompanhado o Estado Islâmico cometer atrocidades sem que ocorra uma intervenção, assim como temos visto a Rússia começar a se rearmar e produzir armas nucleares, tudo em nome da conquista de um “novo” território.

Bem, este até agora foi nosso 2015, se ele continuará assim ou não vai depender de nós, do poder de indignação dos brasileiros, dos nossos gestores e principalmente da justiça brasileira, o mundo tem tido um saldo positivo maior em relação ao Brasil, não podemos permitir que continue assim, poisa função do cidadão é, quando não bem representado, cobrar efetivamente seus gestores e participar da construção de sua nação.

Akio Maluf Sasaki é acadêmico de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), atua em cooperação internacional do turismo e escreve neste Blog todo sábado - akio@pontodeapoioturismo.com.br

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Cenário Econômico | 24/07/2015, 19h:11 - Atualizado: 24/07/2015, 21h:42

Perfeitamente superável, diz Lewandowski sobre crise político-econômica no Brasil


Após a primeira audiência de custódia do Estado, realizada na tarde desta sexta (24), no Tribunal de Justiça, em Cuiabá, e ser condecorado pelos trabalhos a frente do Conselho Nacional de Justiça e do Superior Tribunal Federal, o ministro Ricardo Lewandowski, comentou sobre temas polêmicos, como a situação político-econômica enfrentada pelo país.

Questionado sobre um possível desgaste do Governo Dilma Rousseff (PT), o ministro foi bastante cauteloso ao culpar, mais uma vez, a crise internacional pelos efeitos devastadores sentido pelos brasileiros. Além disso, Lewandowski ponderou que o país passou recentemente por um “problema de transição” que, segundo ele, está sendo humanizado no Congresso Nacional, por meio da reforma política. “Estamos readequando nossas instituições políticas ao cenário atual, não apenas no Brasil e no mundo”.

Gilberto Leite

ministro_lewandowski

Cercado pela imprensa, ministro Ricardo Lewandowski diz que crise econômica no país é superável

Durante os eventos, que duraram cerca de duas horas, o presidente do STF fez questão de deixar clara a opinião sobre a crise financeira. “Então é um momento de transição, vivemos uma democracia plena, o Judiciário funcionando, uma imprensa com plena liberdade, portanto, uma crise perfeitamente superável”.

Ficha Limpa

Perguntado sobre o fato de Mato Grosso ter, em liberdade, um dos políticos com a "ficha mais suja" do país, José Riva (PSD) e, diante disso, da funcionalidade da lei da Ficha Limpa, Lewandowski se limitou a dizer que considera um enorme avanço a criação desta legislação.

O ministro lembrou que sofreu certa resistência quanto à constitucionalidade da lei diante do STF, em 2010, época da implantação. “Felizmente esta lei está em pleno vigor e não acredito que haverá retrocessos. Representa, sem dúvida, um avanço na cultura política brasileira”.

Gilberto Leite/Rdnews

ministro_lewandowski

Durante evento, ministro Lewandowski evita polemizar em relação ao governo da presidente Dilma

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Comentários (1)

  • Ednaldo pereira | Sábado, 25 de Julho de 2015, 09h10
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    meus parabems ,ministro Lewandowski, continue a pessoa seria que o senhor é

| 24/07/2015, 16h:09 - Atualizado: 24/07/2015, 16h:13

Justiça condena ex-prefeito a devolver R$ 500 mil ao erário, devido à improbidade


A Justiça condenou o ex-prefeito de São José do Povo Antonio Cândido da Paixão, por improbidade administrativa, obrigando a restituir o erário em R$ 512 mil. A decisão resulta de ação civil pública interposta pelo Ministério Público Estadual.

Em primeiro grau, o ex-gestor já havia sido condenado à suspensão dos direitos políticos por três anos, multa civil correspondente a três vezes o valor do salário que recebia em 2003, e a proibição de contratar com o poder público. No mesmo parecer, ficou impedido de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, pelo prazo de três anos, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual fosse sócio.

Entretanto, o MP apelou da sentença para que Paixão também fosse condenado ao ressarcimento ao erário, considerando que auditoria do Tribunal de Contas constatou déficit na execução orçamentária de R$ 237 mil, e insuficiência de disponibilidade financeira para pagamento das obrigações no valor de R$ 275 mil.

A situação indica que o ex-prefeito realizou despesas superiores à receita do município, acarretando grave desequilíbrio nas contas, com aumento do grau de endividamento de São José do Povo. Como a decisão transitou em julgado, não cabendo mais recurso, agora o MP promoverá o cumprimento da sentença.

Desvio na previdência

Consta ainda na ação do MP, que entre 2001 e 2004, época em que Antonio Cândido Paixão exercia o cargo de prefeito, o município deixou de recolher ao Fundo de Previdência as contribuições descontadas diretamente da folha dos servidores públicos. A ausência dos repasses resultou em desvio de R$ 161 mil.

Outro lado

O Rdnews tentou localizar Antonio Paixão, mas não foi encontrado para comentar a condenação. (Com Assessoria)

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