Cuiabá, 20 de Janeiro de 2017
  • Alexandra Lopes

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  • Anderson Hentgs

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  • Bárbara Sá

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  • Camila Cervantes

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  • Carlos Palmeira

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  • Lana Motta

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  • Lídice Lannes

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Rumo à Copa de 2014 | 16/02/2011, 18h:47 - Atualizado: 17/02/2011, 07h:06

Número de habitantes tira Cuiabá do PAC Mobilidade das Grandes Cidades

Número de habitantes tira Cuiabá do PAC Mobilidade Grandes Cidades


   O governo federal lançou nesta quarta (16) o PAC Mobilidade Grandes Cidades para melhorar a infraestrutura do transporte público nas grandes cidades brasileiras. Serão investidos R$ 18 bilhões e espera-se beneficiar diretamente 39% da população do país que vive em suas regiões metropolitanas. Dentre as 12 cidades-sede da Copa do Mundo, Cuiabá foi a única que não foi contemplada em nenhum dos três grupos previstos no programa.

   O motivo, conforme informou ao RDNews o ministro das Cidades, Mario Negromonte, é o número de habitantes da Capital mato-grossense, que não corresponde a um dos critérios para inclusão nos grupos. Para ser incluída, Cuiabá teria que abrigar uma população igual ou superior a 700 mil pessoas. De acordo com o Censo 2010, ela tem 551 mil. Já Campo Grande, com 787 mil, entrou no programa.

   Perguntado, por meio de sua assessoria, sobre o fato de Cuiabá e Várzea Grande comporem uma população superior a 700 mil, ele explicou que o critério para região metropolitana é acima de 3 milhões de habitantes. É o caso de Vitória, do Espírito Santo, que também ficou de fora e cuja região metropolitana, que inclui Vila Vela e outros, não alcança o número de habitantes previsto no grupo MOB 2. Além de Cuiabá e Vitória, ficaram de fora as seguintes capitais: Aracaju, Florianópolis, Rio Branco, Porto Velho, Macapá, Boa Vista e Palmas.

   O PAC Mobilidade Grandes Cidades vai beneficiar 24 municípios divididos nos seguintes grupos:

   MOB 1: Esse grupo é formado por Capitais de regiões metropolitanas com mais de três milhões de habitantes e corresponde a 31% da população brasileira. As nove cidades desse grupo são: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Recife, Fortaleza, Salvador e Curitiba.

   MOB 2: inclui municípios com população entre um e três milhões de habitantes e corresponde a 4% da população do país. Nesse grupo estão seis cidades: Manaus, Belém, Goiânia, Guarulhos, Campinas, e São Luís.

   MOB 3: é voltado para cidades de 700 mil a um milhão de habitantes e também corresponde a 4% da população brasileira. Fazem parte, os seguintes municípios: Maceió, Teresina. Natal, Campo Grande, João Pessoa, São Gonçalo, Duque de Caxias, Nova Iguaçu e São Bernardo do Campo.

   O PAC Mobilidade Grandes Cidades vai financiar projetos das prefeituras elencadas que possam trazer melhor funcionamento do transporte urbano, entre os quais: corredores de ônibus exclusivos e de Veículos Leves sobre Pneus (VLP/BRT), e também sistemas sobre trilhos, como trens urbanos, metrôs e Veículos Leves sobre Trilhos (VLT). Também serão selecionados projetos para aquisição de equipamentos voltados para integração, controle e modernização dos sistemas.

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Comentários (2)

  • Fridolino Leite | Segunda-Feira, 08 de Junho de 2015, 15h09
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    Poxa eu não sabia que Cuiabá era menor que C. Grande uma cidade velha daquela e tem só 550 mil habitante. Obrigado pela informação

  • José da Rocha Filho | Quinta-Feira, 17 de Fevereiro de 2011, 09h07
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    Ouvi uma emissora dizer que Cuiabá ficou fora por iniciativa pessoal da presidente Dilma. Essa emissora pertence àquele grupo que tomou conta de Mato Grosso durante o tucanato. Vamos deixar de mentiras, gente! Nem todo mundo é desinformado e vai engolindo tudo que vocês falam, escrevem ou mostram.

| 20/01/2017, 00h:00 - Atualizado: 01h atrás

Um fariseu na prefeitura

edesio do carmo artigo 400

          Edésio Adorno

O evangelista Lucas escreveu e dedicou o livro de Atos dos Apóstolos a uma figura misteriosa chamada de Teófilo – amado por Deus. No capítulo 17, v. 30, o médico, escritor e gentio convertido ao cristianismo deixa uma mensagem que revela a grandeza do amor do Criador ao afirmar que “Deus não leva em conta o tempo da ignorância” e, ao mesmo tempo, concita a todos que se arrependam de seus pecados.

Quem não conhece a verdade, não é verdadeiro em suas falas e vive preso à ignorância. Cristo lacrou ao dizer: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.

A política enquanto ciência não é boa e nem ruim em si mesma; depende do uso que dela se faz; dos defeitos ou virtudes dos chamados políticos ou agentes públicos. Penso que a política desperta o fascínio e atiça a cobiça de criaturas avessas aos valores teológicos, filosóficos, éticos e morais amalgamados pelo conjunto da sociedade. 

Nunca se viu tantos hipócritas, fariseus, mentirosos, manipuladores e falsários no topo do poder político do país, dos estados e municípios. O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), sabe o que é certo, mas insiste em fazer o errado; é experiente na política, mas insiste em agir e falar como inexperiente. 

Ontem, disse que não aceitava pressão de aliados para nomear indicados para cargos na administração; hoje, o Diário Oficial de Contas circulou recheado com dezenas de nomes.

Depois que uma técnica de enfermagem fora agredida por um paciente no pronto-socorro, Pinheiro esbravejou cobrando a presença da Polícia Militar no local para intimidar pacientes e familiares mais exaltados; no dia seguinte, ao ter o carro arrombado, reivindicou a presença da Força Nacional em Cuiabá. 

O prefeito, por dever de ofício, deveria saber que a Força Nacional não é polícia; não pode fazer policiamento ostensivo. Ela existe para atuar em casos de graves danos ambientais ou para prestar auxílio em hipóteses de calamidades. A fixação de Emanuel pela Força Nacional é um caso patológico a ser estudado.

Em várias passagens bíblicas Cristo censura os escribas, fariseus e saduceus, não porque fossem pessoas detestáveis, mas sim porque detestavam a verdade. Emanuel Pinheiro é um homem bom e virtuoso, o que o torna questionável é sua ambiguidade comportamental, sua vocação para o populismo e predileção pela demagogia. Isso é farisaísmo. Aliás, pura hipocrisia.

Edésio Adorno é advogado em MT e escreve exclusivamente para este Blog toda sexta-feira. E-mail: edesioadorno@gmail.com

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sucessão de Renan | 19/01/2017, 18h:14 - Atualizado: 06h atrás

Medeiros diz ter recebido aval para disputa ao Senado e que Temer não vai interferir


Reprodução

medeiros e temer

Senador José Medeiros disse que o presidente Temer afirmou que vê sua candidatura com bons olhos

O senador José Medeiros (PSD) afirmoa que recebeu aval do presidente da República Michel Temer (PMDB) para disputar a presidência do Senado nas eleições marcadas para fevereiro.  O comunicado sobre a candidatura foi feito durante audiência realizada na tarde desta quinta (19).  “O presidente Temer afirmou que vê minha candidatura com bons olhos e prometeu não interferir nas eleições do Senado por consideração a mim. Fiquei muito satisfeito com essa reação”, declarou Medeiros ao , logo após a reunião que tratou sobre a greve dos caminhoneiros, segurança na fronteira e outros assuntos de interesse de Mato Grosso. 

Vice-líder do Governo no Senado, Medeiros aproveitou a audiência para colocar a função à disposição de Temer. O social-democrata afirma que tomou a iniciativa porque o candidato oficial da base governista para presidir o Senado é Eunício Oliveira (PMDB-CE). “Depois de me ouvir com atenção, o presidente Temer pediu que eu permaneça na vice-liderança e disse que só vai requerer o cargo caso eu seja eleito. Também reafirmou que não vai interferir na eleição e que será contemplado pela minha vitória ou do Eunício”, completou.

Medeiros evita divulgar quantos votos já conquistou para fugir da pressão dos adversários sobre os apoiadores. Entretanto, apurou que o social-democrata jaa angariou o apoio de senadores influentes na Casa.´A lista inclui Álvaro Dias (PV-PR), Cristovam Buarque (PPS-DF), Ana Amélia Lemos (PP-RS) e Waldemir Moka (PMDB-MS), considerado como dissidente da sigla. Outro que está prestes a aderir é Lasier Martins (sem partido-RS). 

 Candidatura 

O  projeto da  candidatura de Medeiros para a sucessão do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) na presidência do Senado começou a ser debatido em agosto quando foi aprovado o impeachment da presidente da República Dilma Rousseff (PT). “Quando houve o fatiamento do impeachment, houve a indignação de muitos senadores que solicitaram minha candidatura ao Senado como uma nova alternativa. Achei interessante essa proposta porque insere Mato Grosso no contexto nacional ”, declarou o social-democrata. 

Medeiros angaria apoios de peso e deve obter adesão de Lasier Martins

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Ano de crise | 19/01/2017, 10h:36 - Atualizado: 05h atrás

Jayme acha Conselho Político de Taques boa ideia, mas não confirma participação


Secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, Jayme Campos (DEM) defendeu também a criação de  um Conselho Político formado por ex-governadores e ex-prefeitos no Estado para ajudar na gestão do governador Pedro Taques (PSDB). No entanto, o ex-senador não confirma participação caso Taques instituísse o conselho. 

“Isso é especulação da imprensa, entretanto, imagino se o governador for de fato instituir o conselho de amigos dele, como políticos e empresários, acho até louvável a iniciativa”, disse Jayme durante visita do ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP), destacando que a escolha dos membros tem de partir do governador.

A sugestão de criar um conselho de ex-políticos partiu do  líder do governo na Assembleia, deputado Dilmar Dal Bosco (DEM). O conselho ajudaria a buscar soluções conjuntas para a crise enfrentada pelo Estado.  Pedro Taques, no entanto, não se pronunciou sobre a proposta do aliado. O presidente estadual do DEM afirmou  que o Conselho Político deve contar com os correligionários Júlio e Jayme Campos. 

Gilberto Leite

Jayme Campos

 Jayme Campos está cotado para fazer parte de conselho político de Pedro  Taques e defende a ideia

Dilmar sugere Conselho Político a Pedro Taques com Júlio, Jayme e 3 ex-prefeitos

“(O conselho ouviria) naturalmente as opiniões e depois de forma sensata escolher e ver o que é melhor para Mato Grosso. Acho que todos nós, independente de político ou não político, temos que dar nossa contribuição para o Estado”, continua Jayme sobre a ideia de Dilmar. 

Nesta linha, Jayme destaca que tem responsabilidade de contribuir com Mato Grosso, tendo em vista que já foi governador. Ele pontua, ainda, que, além de ouvir políticos, um chefe do Poder Executivo tem de ouvir as ruas, o povo. "Ninguém constrói uma boa gestão se não escutar as ruas, as praças, os restaurantes. Você tem de ouvir as vozes da rua. Isso é fundamental não só através da classe política, mas, sobretudo, tem que ter naturalmente a participação de outros segmentos sociais", disse. 

Espaço

O DEM acaba de emplacar Cândido Teles na presidência do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat). Ainda assim, reivindica a ampliação do espaço no secretariado de Taques. Essa ampliação será debatida em audiência entre a direção do DEM e Taques que deve acontecer no inicio de fevereiro. 

"O DEM não está atrás de emprego. Na verdade, o DEM é um partido que tem privilégio de dar sua contribuição independente de cargo", disse Jayme sobre a participação do partido no governo.

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| 19/01/2017, 07h:04 - Atualizado: 19/01/2017, 07h:08

Viajar de carro ou avião?

maria rita colunista

    Maria Rita Uemura

Férias de verão. Marido, filho de oito anos, um bebê de oito meses e eu partimos rumo à praia. Até que não temos um grande volume de malas. O que acaba ocupando espaço são os equipamentos do bebê, como berço desmontável e nossos brinquedinhos esportivos, como caiaques, coletes e remos. 

Para chegarmos ao destino percorremos mais de 2 mil km e cruzamos o país em três dias. Viajar com os pequenos de carro tem suas vicissitudes. Paramos para dormir, pois eles se cansam do espaço confinado, paramos para abastecer, comer, esticar as pernas e ir ao banheiro. E paramos também para trocar fraldas. Dentro do carro o ritmo das atividades é intenso. Brincadeiras mil, muito colo e amamentação para atender as crianças e impedir que a monotonia tome conta do ambiente. 

A paisagem vai se transformando do lado de fora, o dia vai passando e absolutamente tudo vira motivo para conversa. Discutimos a possível origem do nome estranho de cidades que cruzamos, inventamos finais alternativos para filmes, falamos sobre nossa própria infância e em um bate papo descontraído sabemos mais sobre a personalidade dos filhos que crescem tão rápido.

Já de avião a proposta é completamente diferente. Saímos de um estado e chegamos em outro no mesmo dia. Ainda demora um pouco, pois temos que fazer muitas conexões devido a pouca oferta de voos diretos. Mas mesmo assim é muito rápido. Para o Norte ou para o Sul do país em algumas horas já estamos lá. Os pequenos ainda exigem cuidados, mas todo o processo passa num piscar de olhos. Entramos na aeronave, decolamos, serviço de bordo e pronto já chegamos ao destino.

Os dois tipos de viagem são completamente diferentes. Viajar de carro por longas distâncias sempre foi uma cultura da minha família e eu adoro. Ter o privilégio de fazer isso hoje com a família que eu construí com meu marido é tão bacana quanto. Mas quando eu digo privilégio me refiro além da oportunidade de reuni-los a questão da disponibilidade de tempo. Pois três dias para ir e mais três para voltar de algum lugar significa praticamente uma semana dentro do carro para chegar ao destino. Ou seja, tem que ter um mês para compensar a viagem.

Já de avião o deslocamento é rápido e nem dá tempo de ver a mudança da paisagem e da vegetação. Provar as delícias típicas de cada lugar onde paramos e ouvir outros sotaques. Mas em poucas horas podemos chegar até mesmo a outro país. Infelizmente a cada dia podemos levar menos bagagem nos aviões e logo teremos que pagar por tudo o que for despachado.

Cada tipo de transporte tem suas vantagens e desvantagens. Só tenho uma certeza. Quando tiver tempo de sobra faça uma viagem longa de carro com a família, pois é uma experiência enriquecedora. Não dá para fazer sempre, mas pelo menos uma vez por ano vale o esforço. As memórias desses dias ficarão gravadas para sempre na memória de todos e com certeza fortalecerá ainda mais a união da família.

Maria Rita Ferreira Uemura é jornalista, empresária, diretora da empresa de eventos de aventura ULTRAMACHO e escreve exclusivamente toda quinta-feira neste Blog (www.ULTRAMACHO.com.br) - e-mail: ferreirauemura@gmail.com

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| 18/01/2017, 17h:25 - Atualizado: 18/01/2017, 17h:27

Massagem e o poder de promover a saúde

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         Solange Rios

Muito além do que apenas o toque, a massagem é uma verdadeira troca de energias. São técnicas de deslizamento, fricção e amassamento, as quais trabalham o sistema circulatório, linfático, nervoso e energético, causando a descontração do corpo e da mente, combatendo a fadiga física e mental.

Por estimular a drenagem linfática, a massagem relaxante auxilia na eliminação das toxinas do corpo e a remoção de resíduos tóxicos que se formam nas fibras musculares, como o ácido láctico (o que contribui para o alívio das dores musculares), aumenta o tônus muscular e hidrata a pele, aumentando a elasticidade da mesma, tornando-se mais macia e bonita.

Os benefícios podem ser observados ainda durante a massagem, mas se cria o hábito de receber uma massagem pelo menos uma vez por semana, é possível evidenciar todos os benefícios que este tipo de tratamento traz à saúde. Além de tudo isso, a massagem libera um hormônio chamado ocitocina, que combate a tensão muscular, auxilia no fluxo intestinal, estabiliza a pressão arterial e principalmente diminui o estresse.

Também durante a massagem há o aumento da dopamina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer, o que explica a sensação de relaxamento e bem-estar após uma sessão. Depois de um treino físico intenso, a massagem ajuda a reduzir a inflamação, produzindo um efeito semelhante aos analgésicos, de uma forma muito mais saudável.

Como vimos, os benefícios da massagem vão muito além do relaxamento e esta é uma prática já comprovada cientificamente para prevenção de doenças e promoção da saúde.

Solaine Rios é fisioterapeuta na Clínica Longevittá

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Comentários (1)

  • VALENTINO DEUNGARO SINOP MT | Quarta-Feira, 18 de Janeiro de 2017, 19h21
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    QUERO PARABENIZAR TODOS FUNCIONÁRIOS DO RD NEWS E DESEJAR UM FELIZ 2017 A TODOS, PELO TRABALHO DE INFORMAR AO POVO DE MATO GROSSO E DO BRASIL;

tempos de crise | 18/01/2017, 14h:39 - Atualizado: 18/01/2017, 15h:13

Dilmar sugere Conselho Político a Pedro Taques com Júlio, Jayme e 3 ex-prefeitos


Gilberto Leite

Dilmar Dal Bosco

Deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), líder do governo na AL, cita que a sociedade só tem a ganhar se Taques se cercar de homens competentes e que já contribuíram com o desenvolvimento do Estado

O líder do Governo na Assembleia, deputado estadual Dilmar Dal Bosco (DEM), defende que o governador Pedro Taques (PSDB) crie um Conselho Político formado por ex-governadores e ex-prefeitos para buscar soluções conjuntas para a crise enfrentada pelo Estado. O tucano, no entanto, sequer se procunciou sobre a proposta do aliado. “O governador é um homem inteligente e bem intencionado. A sociedade só tem a ganhar se Pedro Taques se cercar de homens competentes e que já contribuíram com o desenvolvimento de Mato Grosso”, declarou Dilmar em entrevista ao

Presidente estadual do DEM, Dilmar afirma que o Conselho Político deve contar com os correligionários Júlio e Jayme Campos. “Os dois são  ex-governadores e contribuíram muito para promover a pujança do nosso Estado. O DEM coloca os irmãos Campos, que estão entre os políticos mais experientes do Estado,  à disposição”, completou.  

Júlio deixou a vida pública em 2014 ao encerrar o mandato de deputado federal e atua na direção estadual do DEM. Enquanto isso, Jayme Campos comanda a secretaria de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande onde a esposa Lucimar (DEM) foi reeleita prefeita. 

O Conselho Político idealizado por Dilmar ainda contaria com a participação dos ex-prefeitos Mauro Mendes (PSB), Otaviano Pivetta (PSB) e Percival Muniz (PPS). Aliados de Taques, eles deixaram o comando das prefeituras de Cuiabá, Lucas do Rio Verde e Rondonópolis em 31 de dezembro. 

Para Dilmar, a experiência dos três ex-prefeitos também pode ajudar Taques a reduzir os danos causados pela crise. “Mauro, Pivetta e Percival são gestores experimentados. Creio que serão muito úteis como conselheiros do governador”, pontua. 

Espaço

O DEM acaba de emplacar Cândido Teles na presidência do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat). Ainda assim, reivindica a ampliação do espaço no secretariado de Taques. A possível ampliação do espaço no staff será debatido em audiência entre a direção do DEM e Taques que deve acontecer no inicio de fevereiro. “Se o governador entender que o DEM só é bom para estar junto, acompanhando, servindo e orientando, vamos discutir com o diretório qual será o posicionamento do partido”, concluiu Dilmar, ressaltando a legitimidade dos partidos da base aliada reivindicarem espaço para contribuir com a gestão. 

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Comentários (3)

  • João Menna Neto | Quarta-Feira, 18 de Janeiro de 2017, 16h38
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    Que proposta ridícula! Coisa de quem não sabe o que faz e muito menos o que quer. É pra cansar a paciência de qualquer um.

  • alexandre | Quarta-Feira, 18 de Janeiro de 2017, 16h06
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    Conselho politico parece que voltamos á Monarquia...

  • JEFERSON MATOS | Quarta-Feira, 18 de Janeiro de 2017, 15h12
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    Não consigo acreditar no "brilhantismo" dessa proposta,.

Lealdade | 17/01/2017, 13h:19 - Atualizado: 17/01/2017, 14h:01

Fávaro age como bombeiro para contornar o descontentamento do PSD com Taques


Presidente estadual do PSD, o vice-governador Carlos Fávaro está atuando como bombeiro para contornar o descontentamento da base partidária com o governador Pedro Taques (PSDB) e reafirma a lealdade ao governo. Isso porque a bancada na Assembleia, formada por seis deputados estaduais, reivindica mais espaço no Executivo. 

José Medeiros

Taques e Fávaro Mesa

 Carlos Fávaro rechaça prática de fisiologismo e diz que PSD permanece fiel ao Governo Pedro Taques 

 "Não há e nunca houve briga por cargos entre governo e PSD, é bom que fique muito claro. O PSD quer respeito, reconhecimento e espaço para contribuir com o governo Pedro Taques, principalmente nesse momento de crise. Assim deve ser o relacionamento entre parceiros políticos e que ajudaram a eleger o governador”, disse Fávaro, após reunião de cinco horas entre a executiva estadual do partido e membros com mandato. 

 Os integrantes da sigla reivindicam a manutenção de Fávaro na secretaria estadual de Meio Ambiente e querem indicar o ex-vereador por Cuiabá Domingos Sávio para substituir Luzia Trovo, na pasta de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secitec). O pacote ainda inclui o apoio de Taques à indicação do deputado estadual Zé Domingos Fraga ao Tribunal de Contas do Estado.  

Fávaro, que estava em férias fora do Estado, era aguardado pelos correligionários para por fim às especulações geradas na imprensa de que o PSD pressiona Taques por cargos. Segundo ele, existem descontentamento por parte dos deputados estaduais quanto à condução política, mas nega que o partido seja adepto do fisiologismo.

"Criou-se uma indisposição entre a equipe do governo e a bancada do PSD na Assembleia. Contudo, há de se entender que os deputados são legítimos representantes do povo e têm o direito de acompanhar de perto as ações do Executivo, até mesmo para cumprir a função de fiscalizar”, destacou Fávaro. 

Sobre ocupar cargos na administração estadual, disse que o governo passa por ampla reforma e no intuito de dar contribuição partidária, o PSD já se colocou por diversas ocasiões à disposição para sanar problemas políticos e técnicos. “Estamos preocupados com o momento político e econômico pelo qual passa o Estado. Há uma instabilidade financeira e juntos iremos superar. Durante essa reunião pontuamos erros e acertos da gestão estadual. Esse é nosso papel”. 

Entre as reivindicações que serão apresentadas a Taques será a pontualidade no repasse das parcelas referentes ao ICMS e Fethab aos municípios. “O PSD é um partido municipalista e em tempo de crise, não é razoável que se permita atraso no repasse aos municípios. Pois é no município que estão as pessoas, sobretudo aqueles que mais necessitam”. 

Além de Fávaro, estiveram presentes na reunião o senador José  Medeiros; o deputado federal Tampinha; os estaduais Zé Domingos, Ordonir Bortolin, o Nininho, Leonardo  Albuquerque, Wagner Ramos e Pedro Satélite. O vereador por Cuiabá Toninho  de Souza e os membros da executiva estadual Eduardo  Moura, presidente da Ager; Renancíldo Soares  de  Souza, o Cotia;  Meraldo  Sá, Neurilan Fraga, presidente da AMM; Edson Paulino, o Pelezinho; Domingos  Sávio, Nilton Borgato e Stéphano Carmo, Lair Mota, presidente da Empaer e Homero Florisbelo da Silva também participaram.

Tamanho 

Hoje, PSD comanda 26 prefeituras no Estado. Além disso, tem o vice-governador, a maior bancada da Assembleia com seis deputados estaduais, um deputado federal, um senador e o vereador mais votado da Capital dentre 182 vereadores eleitos pela sigla em todo Mato Grosso. (Com Assessoria

PSD faz relatório com erros e acertos a Taques e reivindica ficar na Sema

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Comentários (2)

  • VALENTINO DEUNGARO SINOP MT | Quarta-Feira, 18 de Janeiro de 2017, 14h55
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    NA VERDADE O DEPUTADO LÍDER DO GOVERNO, DILMAR DAL BOSCO, CHEGOU A UMA CONCLUSÃO QUE O GOVERNADOR NÃO TEM MAIS CONDIÇÕES DE ADMINISTRAR O ESTADO, ESSA É A VERDADE NUA E CRUA;

  • VALENTINO DEUNGARO SINOP MT | Quarta-Feira, 18 de Janeiro de 2017, 14h41
    1
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    PARA BEM AO DR JUIZ LUIS APARECIDO B. JÚNIOR, POR COMBATER A CORRUPÇÃO NO TCE. A JUSTIÇA VEM MELHORANDO DIA A DIA E ASIM QUE TEM QUE SER A JUSTIÇA, ESTADUAL,

| 17/01/2017, 09h:17 - Atualizado: 17/01/2017, 10h:10

O poder da boa decisão (3)

silmara bucair 400 artigo

Silmara Bucair

Escrevo este artigo num lugar bastante aprazível para mim. Na piscina do condomínio onde moro, de pernas para o ar (literalmente), sob um céu nublado, com anúncio de chuva iminente. Alguns respingos já posso sentir encostando em minha pele e isso me deixa muito, muito feliz!

Ao som de I Feel It Coming estando no "modo" repeat, quero poder dançar nas palavras e te contagiar com elas neste momento. Aceita o desafio? Então, vamos lá! Ah, e se você puder, busque primeiro essa música antes de continuar a leitura. Entenderá melhor o que estou falando.

O que te faz "verdadeiramente" feliz?

Pode parecer simples responder essa pergunta, mas não é. Acredite. Pois tem gente vivendo no automático sem saber o que, de fato, o faz "verdadeiramente" feliz. Entendendo que "ser" feliz e "estar" feliz já aponta para o estado/condição diferentes, não é novidade.

Certo? Okay!

Gosto muito de me aquietar para perceber se o que estou fazendo vai cumprir três princípios de vida estabelecidos por mim há anos e se vai promover o "ser" e o "estar" feliz.

Compartilho esses princípios...

Princípio 1 -  Posso ser e estar feliz sozinha?

Minhas escolhas pessoais e em qualquer pilar da vida vai respigar em alguém. Como quem pula na piscina, a água vai afetar com respingos mais intensos quem estiver próximo, mas, também, alcança quem estiver mais longe. A pergunta aqui, é: Qual a razão de eu estar decidindo por isso? Pensar em si mesmo sem negligenciar o outro revela inteligência emocional e grande capacidade de amar.

Princípio 2 -  Para qual fim é tudo isso?

A razão do propósito pode decretar o sucesso ou o fracasso. É como estabelecer um destino, mas não observar a rota e "estudá-lo" previamente, os prejuízos incalculados para o projeto durante a execução podem ser devastadores. Porque para realizar qualquer projeto, pequeno ou grande, é certo que algum prejuízo terá. Sendo assim, aquietar-se, calcular os custos, é prudente e salutar para o sucesso.

Princípio 3 - Como realizo o que tanto desejo?

Neste aspecto, preservar algumas condutas compartimentais podem fazer você desistir no terceiro obstáculo (se não for no primeiro) ou te capacitará a perseverar. A eficácia de um bom comportamento é favorável e propicia satisfação, contagiando muitos ao seu redor. 

Portanto, volto ao princípio: O que te faz "verdadeiramente" feliz?

Como você tem conduzido a sua felicidade? Para qual propósito existe tanto desempenho? Quem faz parte da sua (minha) felicidade?

Note: finalizei com os princípios de baixo para cima. Isso é pedagógico. Uma escada começa a existir pela base. Que você alcance o topo. É o que te desejo!

Até breve!

Silmara Bucair é empresária da Bendita Ajuda e Coach Integral Sistêmica - E-mail: atendimento@benditaajudaconsultoria.com.br - www.benditaajuda.com.br. 

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  • Sonia ReginaMaciel | Quarta-Feira, 18 de Janeiro de 2017, 19h29
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    Boa reflexão1

| 17/01/2017, 00h:00 - Atualizado: 16/01/2017, 17h:10

Tempo, tecnologia e amor

Olga_200_fora

        Olga Lustosa

Sabe quando a temporalidade do mundo contemporâneo, a experiência do tempo em si, parece estar derretendo dentro das linhas outrora sólidas de linearidade? Sabe, quando embarcamos numa viagem exploratória do mundo online e a vida se torna mais apressada, cheia de atividades e nós respondemos com mais impaciência, ansiedade e distração?

Sabe quando uma crescente inquietação pós-moderna e o tempo marcado pelo consumismo, liberdade, amor, tecnologia exercem forte e tirânica pressão nas nossas vidas? Sabe quando a relação do indivíduo consigo mesmo e com os outros, adquire um conceito novo e tudo baseia-se numa verdadeira metamorfose?

São consumidores consumindo e sendo consumidos no auge do processo de globalização, que atinge agora uma das fases mais agudas e extremas. Pois bem, na convergência entre identidade e consumo reside uma das principais características da nossa época.
Sabe quando você espera que seu celular esteja sempre tocando, que mensagens brilhem na tela para que se confirme que você tem um turbilhão de caminhos por onde deslizar? Não importa que as conexões tenham vidas curtas, que sejam de uma fragilidade irreparável. Há sempre novas promessas de relacionamentos para serem testadas.

Sabe quando o excesso de consumo desagrega nossas relações e as tornam fracas e fragmentadas? Mas é esta a chave da nossa felicidade!  Por incrível que pareça, estamos exibindo e compartilhando o retrato das experiências que dependem da imaginação mais do que da coragem, para quebrar a ordem e experimentar caminhos nunca antes vislumbrados.

Pois bem, toda essa experiência abrangente de viver o imediatismo, que reduz a durabilidade dos vínculos, o excessivo amor a si mesmo e a auto-imagem, a super exposição à luz dos efeitos da globalização, foi chamada de “modernidade líquida”, por Zygmunt Bauman, o adorável e sensível sociólogo polonês, um dos melhores do mundo e o melhor interprete do nosso tempo, que nos deixou semana passada, aos 91 anos de idade.

Ele estudou por mais de uma década e meia o fluxo da modernidade, o afrouxamento dos laços sociais, a reposição de pessoas nos relacionamentos, como se fossem peças necessárias para manter a máquina humana funcionando. A modernidade líquida é, portanto, a concepção de Bauman de como o mundo hoje nega os relacionamentos duradouros e sólidos que lutou tanto para criar e manter.

Não é necessariamente uma visão otimista da modernidade, porque a inquietação da vida, os recomeços constantes, o desapego as estruturas de relacionamentos confortáveis, a falta de preocupação com o outro, o exagerado apego a própria imagem, constatado nas sessões incessantes de fotos, através das selfies, onde estrelamos nossos próprios filmes e  nos dá o senso de domínio do nosso mundo e dos que nos cercam.

E por amigos, atendem todos que meramente foram adicionados às nossas redes sociais. E o amor? Não, não deve caber amor nesse universo moderno e líquido, diz Bauman num alerta, e acrescenta: “porque amor é, ou ameaça ser, o antídoto contra o narcisismo”.

Olga Borges Lustosa é socióloga, cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olgaborgeslustosa@gmail.com e www.olgalustosa.com

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  • Edval da Silva Campos | Terça-Feira, 17 de Janeiro de 2017, 08h18
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    Modernidade, é preciso sabedoria para conter tal ferramenta. Parabéns amiga, aprendo com você.........Boas Novas.

| 16/01/2017, 14h:56 - Atualizado: 16/01/2017, 15h:08

Janaina quer se legitimar líder da oposição e aposta no crescimento do grupo na AL


Marcos Lopes/ALMT

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Janaina Riva, do PMDB, integra o grupo de seis deputados da oposição na Assembleia e alerta que a função de líder do grupo requer disposição para enfrentar as possíveis retaliações do Palácio Paiaguás

A deputada estadual Janaina Riva (PMDB), que exerce a liderança da oposição na Assembleia desde que Emanuel Pinheiro (PMDB) se licenciou para vencer a disputa pela Prefeitura de Cuiabá, defende eleições para definir o novo líder. “A intenção é abrir oportunidade para os colegas exercerem a função. Eu posso até continuar na liderança, mas faço questão do aval dos outros oposicionistas com uma eleição democrática”, declarou em entrevista ao

Além de Janaina, a oposição conta com os deputados estaduais Zeca Viana (PDT), Silvano Amaral (PMDB), Sebastião Rezende (PSC), Valdir Barranco (PT) e Allan Kardec (PT). O último era suplente e foi efetivado após Emanuel renunciar para assumir a chefia do Executivo cuiabano. 

Segundo Janaina, a função de líder da oposição requer disposição para enfrentar possíveis retaliações do Palácio Paiaguás. “O líder tem que estar disposto a fazer o enfrentamento com o Governo, que tem maioria na Casa. Além disso, precisa estar sempre atento às matérias em tramitação para pedir vista ou fazer o contraponto”, completou a peemedebista. 

Janaina  também avalia que a liderança da oposição desempenhará papel fundamental a partir de fevereiro quando a Lei do Teto dos Gastos Públicos, que congela salários dos servidores e limita investimentos, será apreciada na Assembleia. Para a deputada, o momento será propício para ampliar o número de deputados oposicionistas. 

De acordo com a peemedebista, existem deputados da base do Governo que são servidores públicos e sempre se recusam a votar contra as categorias como na polêmica da Revisão Geral Anual (RGA). “Já estamos dialogando com os deputados que são servidores. Tenho certeza que se o Executivo radicalizar, a oposição na Assembleia vai crescer”, concluiu Janaína. 

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Comentários (4)

  • Pedro Paulo | Terça-Feira, 17 de Janeiro de 2017, 11h39
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    Janaína RIVA esta muito bem instruída pelo seu pai JOSE RIVA, de certo vai crescer muito na politica.

  • marcos gonçalves | Terça-Feira, 17 de Janeiro de 2017, 10h57
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    a justiça precisa cobrar e restituir aos cofres de mt o dinheiro tirado pelos deputados secretários e o ex governador silval esse dinheiro esta fazendo muita falta para a saúde de mt ajuda ai deputada já que tão boa para cobrar

  • VALENTINO DEUNGARO SINOP MT | Segunda-Feira, 16 de Janeiro de 2017, 18h59
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    EM 2018 É JANAÍNA NELES, PARA POR O PSDB PARA CORRER DO GOVERNO, QUE ATÉ HOJE NÃO SABE O QUE FAZ, PARA ADMINISTRAR, O ESTADO, ESTA IGUAL CEGO EM TIROTEIO, NÃO SABE DA ONDE VEM TIRO;

  • Davi Cáceres | Segunda-Feira, 16 de Janeiro de 2017, 17h19
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    Janaína vc tem exercido uma liderança positiva, representando com altivez o parlamento, altivez cada vez mais rara diante da submissão da maioria ao Executivo, diante de acordos espúrios pelo comando de secretarias e liberação de emendas, como moeda de troca. Esperamos vc como candidata ao governo, ou no mínimo como vice do Zeca Viana. Abraço!

| 16/01/2017, 07h:29 - Atualizado: 16/01/2017, 17h:09

Religião e Sociedade

Sandra Alves articulista texto e capa

 Sandra Alves

As antigas religiões cultuavam deuses pessoais, que refletiam a imagem da própria humanidade que os havia criado. Desse comovente panteísmo primitivo a sociedade moderna está se encaminhando para um materialismo inconsequente, uma supervalorização do corpo, das coisas, do palpável, em detrimento da personalidade que em última análise independe do próprio corpo e das coisas porque perdura enquanto memória e realizações mesmo após a morte física daquela personalidade.

Uma personalidade é formada pelas lutas progressivas, desafios e evolução (ou mesmo involução) não só do indivíduo como do grupo em que ele está inserido. Pensamos em nós mesmos como uma unidade, mas podemos distinguir a experiência humana em pelo menos dois níveis.

O primeiro nível é o corpo, um organismo físico movido a base de reações eletroquímicas que em nada nos diferencia dos outros animais, simples ou complexos.

O segundo é a mente, realidade na qual nós percebemos nosso entorno, sentimos e pensamos, abrangendo não só nossa realidade consciente, mas também uma profunda dimensão inconsciente, sendo que esta última influencia profundamente nossas emoções, ainda que não nos apercebemos disso no dia a dia.

Segundo o materialismo, só existem estes níveis, mas aqueles que creem em uma doutrina religiosa, ainda que agnósticos (creem numa força superior, ainda que não nas religiões já estabelecidas), a mente se distingue do espirito, que é o sopro vital que nos distingue dos demais animais, pois somos seres movidos pela vontade pessoal e não somente pelo puro instinto. Nesse contexto, a alma representa um quarto e último nível da experiência humana, sendo a aquisição experiencial do espírito, toda a vivencia boa ou má do indivíduo até o final de sua existência material.

Segundo a crença das grandes religiões monoteístas que hoje são professadas pela maior parte da humanidade, somente a alma é imortal, sobrevivendo à morte física e destinada à ascensão ao paraíso, dentro de diferentes parâmetros de justiça e misericórdia divina que ao fim implicam simplesmente na colheita daquelas sementes que foram deliberadamente plantadas.

Esta motivação, em evidente crise numa sociedade materialista, foi o que paradoxalmente permitiu os elevados níveis de conforto e relativa paz nos dias de hoje. Por toda nossa tumultuada história das civilizações, foi a busca por uma vida virtuosa, motivada pela fé e apesar das terríveis limitações humanas, que levou a crescentes níveis de progressos na vida das sociedades, ainda que entremeadas por retrocessos representados por guerras e terríveis injustiças.

Enfim, independente da crença pessoal, é importante registrar a importância da fé nas imensas conquistas alcançadas pela humanidade em todos os níveis, pois a religião pode impregnar os quatro níveis da compreensão dos valores e implementação da fraternidade universal.

 No nível físico, promove a preservação de si mesmo. No nível social ou emocional promove o sentimento de fraternidade. No nível moral fomenta a razão e o senso de dever. E no nível espiritual desperta a consciência da fraternidade universal, do amor desinteressado, da maneira de viver segundo elevados padrões morais, justificados pela experiência religiosa.

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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  • O Vigilante | Segunda-Feira, 16 de Janeiro de 2017, 13h23
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    O texto da articulista é falacioso... Basta pegar a sociedade brasileira (predominantemente "cristã"), que está à beira do caos social, e a Suécia (com 85% de ateus) e compararmos, para que se possa constatar em qual delas há mais prosperidade, senso de dever, melhor convívio social...

| 15/01/2017, 19h:27 - Atualizado: 15/01/2017, 19h:35

Corrupção e felicidade

alvaro fernando artigo 400

Álvaro Fernando

Talvez você se lembre do nome de quem matou Odete Roitman, mas ninguém sabe dizer, até hoje, quem matou PC Farias no chamado “crime que abalou o país”. A história está repleta de casos de corrupção em que o corrupto se dá muito mal. A maioria? Quem sabe?

O significado do termo por si só já apresenta seus dentes, pois “corrupta”, em latim, é a junção das palavras “cor” (coração) e “rupta” (quebra ou rompimento). Algo que, de cara, não me parece provocar um resultado bom ou convidativo: romper com o coração.

A origem do termo está no latim, mas a prática é muito mais antiga que a língua. Fico espantado quando vejo pessoas associarem a corrupção aos brasileiros. Olhe em volta, viaje à China para conhecer as fábricas de trabalho escravo de um quarto da população do planeta ou jogue um feixe de luz sobre a indústria bélica americana. Procure entender o que acontece na Somália, Líbia, Coréia do Norte, Venezuela, Camboja ou República do Congo.

Outro dia, em uma mesa de bar, um suíço questionou uma colombiana sobre como era a vida na Colômbia em contato com os traficantes. Ela, com calma e uma lucidez cortante, respondeu que quem deveria conhecer os traficantes era ele, pois é na Suíça que eles depositam todo dinheiro e encontram cobertura para o que fazem. Muito firme o ponto de atenção dela e isso tem um nome, chama-se: corrupção. A história nos apresenta líderes de países “desenvolvidos” da Europa mestres nessa “arte”.

O que fazer com todo este dinheiro? Alguns dirão: “para comprar o poder!” Mais poder? Poder para roubar? Roubar para poder? De certo, alguém já lhe fez a deliciosa pergunta: “o que você faria caso ganhasse uma bolada rechonchuda na loteria? O que faria se amanhã depositássemos um bilhão de reais em sua conta?”.

Muitos podem ainda ter o cuidado de questionar: “mas será um bilhão de reais que pertencem a mim ou um bilhão de dinheiro sujo, roubado dos cofres públicos?”. Considero uma boa pergunta, pois muda completamente a situação do beneficiado. Mas a dúvida inicial persiste: o que fazer com um valor tão colossal?

O despropósito dos valores é proporcional à falta de propósito na vida dos corruptos. Não há finalidade alguma, o rombo que se faz no cofre público é sem propósito. Sim! Para entender qual o propósito de cada uma na vida, é preciso pensar sobre os valores mais elevados e a aspiração individual de algo que valha a pena ser vivido.

Perceba que não há nesse momento um questionamento à falta de caráter ou cobrança por mais integridade, retidão e princípios, mas, sim, a constatação da importância do propósito de vida particular de cada um, aquilo que Aristóteles chama de ética – ou seja, reconhecer aquilo a que se aspira e dirigir-se nesse sentido. Na rota contrária a isso, o mundo contemporâneo demonstra ser capaz de produzir uma legião de líderes sem noção, razão, motivo, critério, senso, discernimento ou juízo.

Momento em que paramos para pensar: quem é essa pessoa? O que ela quer de verdade? Estamos no tempo certo para distinguir sucesso de felicidade! Afinal, quantas pessoas o mundo já produziu com uma carreira de sucesso e tremenda infelicidade?

Mais uma face desse espelho distorcido que engana a tantos: olhe no rosto daquele que você julgar corrupto, tente buscar um sinal de felicidade e não encontrarás! Agora, pense em alguém que você considera muito feliz, e o que aparece? Vamos lá! Busque na memória alguém de suas relações que você nomearia como uma pessoa “exemplo de felicidade”, e veja o que encontra: propósito de vida, altruísmo e generosidade.

Álvaro Fernando é escritor, autor de "Comunicação e Persuasão – O Poder do Diálogo", compositor de trilha sonora, vencedor de três leões em Cannes, duas medalhas em New York Festival e três estatuetas no London Festival. E-mail: ww.alvarofernando.com.br

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  • alex r | Segunda-Feira, 16 de Janeiro de 2017, 17h36
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    Muito bom! Há muito que a bússola da moral e a ética vem faltando no mundo de maneira geral, o capitalismo em si não é algo ruim porém o capitalismo predatório que está permeando o mundo é extremamente danoso.

Cáceres | 15/01/2017, 09h:50 - Atualizado: 15/01/2017, 09h:56

Francis nega aumentos de impostos e diz que os desvios na Saúde já foram sanados


O prefeito reeleito por Cáceres, Francis Maris (PSDB), afirmou que o aumento de impostos está descartado em sua gestão e defendeu que os problemas que enfrentou em relação a desvios na Secretária Municipal de Saúde estão sanados. 

Gilberto Leite

Francis Maris

 Francis Maris, prefeito reeleito de Cáceres, afirma que os desvios de medicamentos já foram sanados

O município foi alvo, em 2014, da operação “Fidare”, da Polícia Federal. Foi constatado a existência de um esquema de corrupção na pasta de saúde que envolvia as licitações e o desvio de remédios. Francis argumentou o esquema começou antes de sua chegada à prefeitura e que no começo de sua gestão “não tinha soro, não tinha Buscopan, não tinha nada”.

Ele afirmou a situação chegou a esse nível porque funcionários da Secretaria roubavam os medicamentos e os vendiam para algumas farmácias da cidade. Ainda garantiu que a situação, atualmente, está resolvida.

“Combatemos isso fazendo uma denúncia na Polícia Federal que acabou prendendo mais de 100 pessoas. Alguns desses presos eram inocentes que não deviam nada, diga-se de passagem. Mas a partir disso a situação foi melhorando. [Hoje em dia] não falta medicamento”, defendeu.

O prefeito afirmou, porém, que os gestores precisam continuar sendo cuidadoso com a questão. Segundo ele, a saúde no município está praticamente informatizada e todas as informações de entrada e saída de remédios estão monitoradas. “Se você não tiver meritocracia, se não tiver gestão, você não controla nada”, disse.

Francis também disse que a sua nova gestão será marcada pelo controle dos gastos públicos, já que o país ainda se encontra um momento de crise financeira. Ele foi taxativo sobre um possível aumento na carga tributária.

“Não faremos aumento de impostos e não iremos aumentar alíquota, vamos manter tudo a mesma coisa. É isso que a população cobra. A população paga muitos impostos, paga o nosso salário e nós precisamos devolver em obras”, comentou.

Além do não aumento dos tributos, ele comentou que já realizou cortes com combustíveis, na conta de telefone da prefeitura e que ainda proibiu licenças remuneradas. 

 Balanço

Reeleito prefeito de Cáceres com mais de 22 mil votos em 2016, o gestor avaliou seu primeiro mandato como positivo, apesar das dificuldades financeiras. Francis comentou que particularmente o ano passado teve que ser marcado por medidas “amargas e impopulares”.

Francis defendeu, porém, que as decisões foram compreendidas e que o reflexo disso acabou aparecendo nas urnas. “Nós conseguimos [fazer com] que a população entendesse que as medidas de austeridade eram necessárias. A prova disso é que nós ganhamos a eleição com 63%. Eu vou entrar para a história de Cáceres como primeiro prefeito reeleito, em 238 anos. Também sou o primeiro prefeito com uma diferença de quase 10 mil votos do segundo colocado. Isso é muito relevante para uma cidade em que as disputas são sempre muito acirradas”, comentou.

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  • Nilson | Segunda-Feira, 16 de Janeiro de 2017, 10h05
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    Enquanto Taques cria mais caos em seu governo numa saga vingativa contra os servidores Francis articula sua candidatura ao Paiaguás com facilidade. Conta hoje com a maioria dos prefeitos do PSDB e dos vereadores, que não veem suas reivindicações atendidas pelo governador e sentem que o desgaste de Taques interfere em seus próprios projetos políticos.

  • Gilvan | Segunda-Feira, 16 de Janeiro de 2017, 02h09
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    Os desvios na saúde foram no governo anterior. A partir do pedido de investigação que Francis protocolou na Polícia Federal os envolvidos foram responsabilizados. Pelos ataques que estão orquestrando contra ele está claro que tem alguns figurões do PSDB preocupados. Se o Aécio foi padrinho de Taques, Alkmin já garantiu que se Francis decidir sair ao governo pelo PSDB terá uma prévia interna. Pesquisas realizadas pelo PSDB demonstram um rejeição muito grande a Taques. Aguardem cenas dos próximos capítulos.

  • Leonardo | Segunda-Feira, 16 de Janeiro de 2017, 00h37
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    Próximo governador de Mato Grosso se decidir se lançar internamente contra Taques no PSDB.

| 15/01/2017, 00h:00 - Atualizado: 13/01/2017, 08h:36

Sindicatos: instrumentos de luta

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   Jackelyne Pontes

Todos sabemos que uma categoria profissional unida e bem representada é uma categoria forte. Essa representação política, institucionalizada, visando suprir as necessidades de uma classe, influencia e até mesmo pode determinar mudanças importantes em prol do grupo. Conquistas históricas foram alcançadas quando a junção de ideias acontece em torno de um ideal, um objetivo comum.

Entretanto, atualmente esse modelo de representação encontra-se desgastado por atender a interesses particulares, ser anti democrático e filiar-se a grupos econômicos e políticos, resumindo o objetivo maior que é a busca do bem comum à politicagem.

O sindicalismo é uma modalidade de representação profissional baseada na mobilização, na organização e nos princípios de coletividade, trabalhando para efetuar uma mudança na estrutura do poder organizacional e teve a origem na colonização dos países europeus, mais especialmente na Revolução Industrial, na luta de interesses econômicos entre sociedade detentora da máquina a vapor e do capital, que explorava os trabalhadores, exigindo uma grande produção, em uma jornada árdua de trabalho, sem garantias ou estabilidade e sem amparo político.

Hoje não precisamos ir muito longe para notarmos que a situação dos trabalhadores continua preocupante. A precarização do vínculo empregatício, as más condições de trabalho, a ausência de uma política de formação continuada, pois o profissional necessita de atualizar-se constantemente para oferecer um serviço de qualidade, e até mesmo a falta de respeito por parte dos gestores para com a categoria pode ser constatada muito perto dos olhos: nos postos de saúde, nas clínicas odontológicas, nos pronto-socorros, nos hospitais da rede pública, enfim, na rede de assistência à saúde pública.

Com a deliberação de trabalhar visando melhorias para a classe, levando em consideração a vontade do coletivo, e sabendo ser a união de ideias um forte instrumento para a gigantesca mudança estrutural e de postura dos gestores e da população em relação aos profissionais que dele fazem parte, e sabendo que se recebidos, ouvidos e principalmente respeitados, obteremos uma resposta positiva à sociedade, que é o nosso foco, é o que o Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) vem arduamente trabalhando, na pessoa de sua presidente, de toda a diretoria e dos filiados.

É o Sinodonto que dá suporte aos cirurgiões-dentistas do Estado nas lutas, é um serviço dispendioso. E sendo o sindicato uma entidade sem fins lucrativos depende quase que exclusivamente da contribuição sindical para sobreviver. Ou seja, quem dá condições de trabalhar em prol da classe é o próprio sindicalizado, que estando em dias com as obrigações faz de sua casa, pois o Sinodonto é a nossa casa, uma fortaleza.

Sendo assim, nós profissionais devemos nos filiar aos nossos sindicatos, nos inteirando das atividades, participarmos ativamente da rotina e nos envolvermos de maneira efetiva para que as conquistas da classe sejam sólidas, e só assim quando precisarmos chegar ao extremo de ter que vender pizza para continuarmos sobrevivendo e prestando serviços à categoria, o faremos de pronto, ou nem o precisaremos.

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, mestre em Saúde Coletiva, diretora do Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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  • VALENTINO DEUNGARO SINOP MT | Domingo, 15 de Janeiro de 2017, 08h12
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    COM A CREDIBILIDADE DO PSDB EM BAIXA E O GOVERNADOR QUERENDO SER UM SUPER ESTAR, O PARTIDO PERDE ELEITOR TODOS OS DIAS EM MATO GROSSO, E PERDERA MUITO MAIS EM 2018 COM ABERTURA DA JANELA A ONDE VÁRIOS DEPUTADOS DEIXARAM A BASE DO GOVERNADOR, PARA COMPOR COM GRUPOS DE OPOSIÇÃO AO PSDB E AO GOVERNO DE PEDRO TAQUES;

Brasília | 14/01/2017, 08h:20 - Atualizado: 14/01/2017, 08h:25

Fabio faz avaliação positiva e acredita que bancada ajudou MT a enfrentar crise fiscal


O deputado federal Fabio Garcia (PSB), que está deixando a coordenação da bancada de Mato Grosso no Congresso Nacional em fevereiro, avalia a própria atuação como positiva.  Segundo ele, a função permitiu a defesa de recursos fundamentais para ajudar o Estado a enfrentar a crise financeira.    

 

Assessoria

fabio_garcia.jpg

 Fabio Garcia, que deixa a coordenação da bancada em fevereiro, destaca ajuda financeira ao Estado

“Somente em 2016 Mato Grosso  recebeu dois FEX,  totalizando quase R$ 1 bilhão. Além disso, o governo federal liberou recursos provenientes da  repatriação  do dinheiro dos brasileiros que estava  depositado  no exterior. A atuação da bancada foi decisiva”, declarou Fabio Garcia. 

O socialista ainda lembrou que Mato Grosso recebeu R$ 168 milhões através das emendas de bancada. Deste total,  R$ 100 milhões foram destinados à saúde. 

“Garantimos R$ 80 milhões para equipar o novo Pronto Socorro de Cuiabá com equipamentos de primeira qualidade e R$ 20 milhões para os hospitais regionais. Os outros R$ 68 milhões foram para regularização fundiária. A Bancada ajudou muito Mato Grosso a atravessar período de dificuldade fiscal’, concluiu. 

Fabio Garcia será substituído na coordenação da bancada de Mato Grosso pelo deputado federal Victório Galli (PSC). O parlamentar já conta com o voto de seis dos 11 integrantes. 

Além do próprio voto, Galli tem apoio de Fabio Garcia, dos deputados federais Nilson Leitão (PSDB), Adilton Sachetti (PSB), Ezequiel Fonseca (PP) e do senador  José Medeiros (PSD). Todos são aliados do governador Pedro Taques (PSDB).

O deputado federal Valtenir Pereira (PMDB) também pleiteia a coordenação da bancada de Mato Grosso. Entretanto, dificilmente será o escolhido. Ainda assim, tenta cooptar os votos dos deputados federais Carlos Bezerra (PMDB) e Ságuas Moraes (PT), além dos senadores Wellington Fagundes (PR) e Cidinho Santos (PR). 

Valtenir crê em apoio de Temer para viabilizar a liderança da bancada

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| 14/01/2017, 05h:54 - Atualizado: 14/01/2017, 06h:10

Uber ou Táxi?

Akio Maluf Sasaki

Akio Maluf Sasaki

Um a cada um cidadão que conheço já cogitou experimentar o Uber ou se tornou um passageiro frequente deste novo meio de locomoção, seja pela facilidade, seja pela praticidade e até mesmo pelo preço.

Mas, será que já paramos para refletir qual o melhor serviço? Qual o mais seguro? Qual irá atender melhor o usuário? Qual é mais econômico? É um serviço clandestino?

No que diz respeito ao serviço, é complicado dizer que os táxis oferecem serviço melhor. Quem nunca foi extorquido na saída de um show? Quem não teve uma corrida recusada pois não valia a pena sair da “fila” para aquele destino? Pior, quem não foi obrigado a andar sem ar condicionado no calor de meio dia?

E o Uber? Para se credenciar é preciso possuir um carro com até 4 anos de fabricação, rodar com ar ligado para os passageiros e outros detalhes mais, além de que você recebe avaliações dos usuários, situação que seleciona “naturalmente” os motoristas e você não cai em uma roleta russa de serviço.

No quesito segurança, bem, este ainda é um tanto quanto incerto e é a maior alegação dos taxistas, pois garantem que precisam apresentar ficha criminal e afins para “rodar” e os “ubers” não. Mas quem aqui nunca andou com um policial fazendo bico? Um pedreiro? Bombeiro? Cantor? Detalhe, sem licença, sempre no carro emprestado do amigo. Ou seja, não dá para avaliar neste ponto.

No caso do Uber é possível dizer que eles possuem o mesmo seguro que os táxis para o transporte de pessoas, mas não possuem a “avaliação criminal” exigida dos táxis. Deve-se frisar que são analisados pela sociedade e pelo aplicativo, ou seja, pode até ser que ocorram incidentes, mas serão isolados e os “problemáticos” não terão corridas, situação bem diferente do que ocorre com os taxistas.

Em termos de atendimento, bem, acredito não precisar nem dizer qual serviço está atendendo melhor a população cuiabana, vez que o Uber tem sido chamado atenção pela falta de motoristas ou por eles estarem sempre lotados. Ou seja, o serviço é um sucesso.

Sobre a suposta clandestinidade alegada por alguns, nenhum tribunal reconheceu e, até, derrubou todas as leis que tentaram coibir o uso do aplicativo ou a manutenção do serviço, pois entendem que a prestação de serviço privado de transporte é legítimo, correto e está sendo praticado pagando-se os impostos devidos. Detalhe, o serviço de táxi possui algumas isenções de impostos que o Uber não tem.

Por fim, apesar dos conflitos entre taxistas e motoristas do Uber - como, por exemplo, o ato de quebrar o carro de um motorista do Uber feito por taxistas no Aeroporto - acredito que ambos possam conviver pacificamente e que ambos os serviços tendem apenas a evoluir com a concorrência, mas aproveito para dizer que dificilmente voltaria a utilizar o serviço de um táxi, seja pelas incontáveis vezes em que fui extorquido ou até mesmo pelas vezes em que minha corrida foi recusada por não se interessarem pelo valor.

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  • Elaine | Sábado, 14 de Janeiro de 2017, 08h42
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    Perfeito, exatamente no contexto... Só tenho utilizado o Uber e stenho indicado a todos...

  • Ronegacruz Cruz | Sábado, 14 de Janeiro de 2017, 07h46
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    Uber, os motorista são mais educado e etende mais de turismo dq os taxista. São preparados sim tem dumentação em dias, oq não importa é a profissão deles particular, se lixeiro ou coveiro

BASE "ALIJADA" | 13/01/2017, 16h:05 - Atualizado: 13/01/2017, 16h:15

PSD rebate Leitão e cita legitimidade para conquistar mais espaço no governo Taques


Gilberto Leite

Tampinha

Deputado federal Tampinha disse que não pega bem para Leitão falar de “cobrança de cargos” sendo que o Governo passa por ampla reforma e está distribuindo cargos a diversas siglas, inclusive o PSDB

Líderes do  PSD não digeriram bem as insinuações do deputado federal Nilson Leitão (PSDB) que criticou a reivindicação de  partidos por cargos na gestão Pedro Taques (PSDB) .

 Ao contrário do que disse o tucano, os representantes do PSD afirmam que querem maior participação nas decisões políticas e, também, colaborar com a construção de uma agenda positiva para o Governo do Estado. 

Integrante da base aliada do governo, o partido do vice-governador Carlos Fávaro (PSD) alega ser desproporcional a influência exercida atualmente nas decisões governamentais com o tamanho da sigla.

 Hoje, o PSD comanda 26 prefeituras no Estado, tem seis representantes na Assembleia, além de um deputado federal, um senador e o vice-governador. Mesmo assim, está à frente interinamente apenas da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), por meio do Carlos Fávaro.

 O deputado federal José Augusto Curvo, o Tampinha, ressalta que os líderes partidários estão, sim, se posicionando por maior participação e representatividade no Governo, mas que a reivindicação nada tem a ver com pleitear cargos. “O próprio Pedro Taques pediu ajuda do PSD para sair da crise. Então, fomos até o governador e apresentamos uma agenda positiva ao Estado de Mato Grosso”, relembra.

 Enfático, o deputado federal destacou que não pega bem para Nilson Leitão falar de “cobrança de cargos” sendo que o Governo Pedro Taques passa por ampla reforma e está distribuindo cargos a diversos partidos, inclusive ao PSDB. “Mas não foi somente o PSDB que ajudou a eleger o governo Pedro Taques. Temos segurança e legitimidade quando falamos em conquistar um espaço maior na administração estadual. Um governador não governa sozinho e o PSD tem pessoas capacitadas para dar essa contribuição, como qualquer outro partido. O PSD não pode estar junto só na hora de eleger ou de votar de acordo com a orientação do governo”, cita Tampinha.

 A citação do deputado referente  a alguns embates travados ao longo de 2016 na Assembleia, em que Taques teve apoio irrestrito do PSD. “Fomos aliados nos momentos mais críticos do Governo, nunca nos esquivamos e expomos nossos representantes em prol da governança. Isso sim é ser companheiro”, afirma Tampinha.

 Uma decisão mais concreta do PSD deve ser anunciada na próxima semana, após uma reunião agendada para a próxima segunda  (16), na sede do partido.

Leitão afirma que não é hora para as siglas cobrarem cargos  

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  • Davi | Sexta-Feira, 13 de Janeiro de 2017, 17h22
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    Leitão, Maluf e Taques estão antecipando a disputa eleitoral por receio da movimentação interna em prol da candidatura do prefeito e empresário cacerense Francis Maris. Uma ala muito forte dentro do partido, com o apoio de prefeitos do interior e apoio externo do atual prefeito de Rondonópolis e do senador Blairo Maggi, querem levar o nome do milionário a referendo interno no PSDB contra a candidatura Taques. Cogita-se que o agronegócio irá acompanhar Maggi, que rachou com Taques e que os servidores, que sempre apoiaram Taques estão descontentes, situação nítida na eleição municipal de Cuiabá.

| 13/01/2017, 12h:50 - Atualizado: 13/01/2017, 12h:54

Emendas a deputados chegam a R$ 5,3 mi; governo vai analisar prioridades, diz líder


A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2017, já aprovada em segunda votação na Assembleia, destina R$ 5,3 milhões em emendas parlamentares para cada um dos 24 deputados estaduais. O valor corresponde a 1% da receita corrente liquida do Estado do exercício anterior, como prevê a Lei das Emendas Impositivas.  Os deputados costumam utilizar as emendas para destinar recursos aos municípios de sua base política.

Entretanto, o presidente da Assembleia Guilherme Maluf (PSDB) afirma que os deputados estaduais estão cobrando clareza do Executivo sobre a liberação das emendas parlamentares. Em  2016, o Governo do Estado liberou somente R$ 2,4 milhões para cada parlamentar, o que corresponde a 40% dos R$ 4,8 milhões a que teriam direito.  “Apesar de termos emendas impositivas, o governo não teve caixa para pagar. Por isso, houve discordância sobre valor das emendas”, lembrou Maluf.

Marcos Lopes

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Os deputados da Assembleia poderão receber até R$ 5,3 milhões em emendas parlamentares

O tucano também pontuou que acabou sendo pactuado o valor de R$ 2,4 milhões e o Executivo já cumpriu com 90% desse valor. “Então, tem que haver a clareza. Precisamos saber o valor das emendas parlamentares em 2017. A definição depende do entendimento entre o governo e a base”, completou. 

O líder do governo na Assembleia, deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), afirma que caberá ao governo analisar se haverá orçamento para contemplar as emendas. Por isso, não descarta que tenha vetos.

Entretanto, lembra que a base governista antecipou de vetar aquelas que retiravam recurso de um local e destinada para outro. “Tinha emenda retirando recurso do hospital de Cáceres e mandando para o de Rondonópolis”, exemplifica o democrata ao .

De todo modo, Dilmar explica o governo tem respeitado as emendas dos parlamentares, mas analisará qual a prioridade da gestão. “Hoje a prioridade do governo é pagar salário em dia dos servidores, colocar em dia os repasses da saúde aos municípios, além das áreas da educação e segurança”, ressalta o parlamentar.

O líder do Executivo prevê ainda que as emendas devem ser pagas aos poucos, para evitar o comprometimento do orçamento. “Os três primeiros meses são desastrosos economicamente. O governo vai fazer análise para verificar se será diluído ou não (os pagamentos)”, salienta.

 Executivo libera R$ 10,5 milhões em emendas, mas exclui oposicionistas

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