Cuiabá, 30 de Julho de 2014
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Rumo à Copa de 2014 | 16/02/2011, 18h:47 - Atualizado: 17/02/2011, 07h:06

Número de habitantes tira Cuiabá do PAC Mobilidade das Grandes Cidades

Número de habitantes tira Cuiabá do PAC Mobilidade Grandes Cidades


   O governo federal lançou nesta quarta (16) o PAC Mobilidade Grandes Cidades para melhorar a infraestrutura do transporte público nas grandes cidades brasileiras. Serão investidos R$ 18 bilhões e espera-se beneficiar diretamente 39% da população do país que vive em suas regiões metropolitanas. Dentre as 12 cidades-sede da Copa do Mundo, Cuiabá foi a única que não foi contemplada em nenhum dos três grupos previstos no programa.

   O motivo, conforme informou ao RDNews o ministro das Cidades, Mario Negromonte, é o número de habitantes da Capital mato-grossense, que não corresponde a um dos critérios para inclusão nos grupos. Para ser incluída, Cuiabá teria que abrigar uma população igual ou superior a 700 mil pessoas. De acordo com o Censo 2010, ela tem 551 mil. Já Campo Grande, com 787 mil, entrou no programa.

   Perguntado, por meio de sua assessoria, sobre o fato de Cuiabá e Várzea Grande comporem uma população superior a 700 mil, ele explicou que o critério para região metropolitana é acima de 3 milhões de habitantes. É o caso de Vitória, do Espírito Santo, que também ficou de fora e cuja região metropolitana, que inclui Vila Vela e outros, não alcança o número de habitantes previsto no grupo MOB 2. Além de Cuiabá e Vitória, ficaram de fora as seguintes capitais: Aracaju, Florianópolis, Rio Branco, Porto Velho, Macapá, Boa Vista e Palmas.

   O PAC Mobilidade Grandes Cidades vai beneficiar 24 municípios divididos nos seguintes grupos:

   MOB 1: Esse grupo é formado por Capitais de regiões metropolitanas com mais de três milhões de habitantes e corresponde a 31% da população brasileira. As nove cidades desse grupo são: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Recife, Fortaleza, Salvador e Curitiba.

   MOB 2: inclui municípios com população entre um e três milhões de habitantes e corresponde a 4% da população do país. Nesse grupo estão seis cidades: Manaus, Belém, Goiânia, Guarulhos, Campinas, e São Luís.

   MOB 3: é voltado para cidades de 700 mil a um milhão de habitantes e também corresponde a 4% da população brasileira. Fazem parte, os seguintes municípios: Maceió, Teresina. Natal, Campo Grande, João Pessoa, São Gonçalo, Duque de Caxias, Nova Iguaçu e São Bernardo do Campo.

   O PAC Mobilidade Grandes Cidades vai financiar projetos das prefeituras elencadas que possam trazer melhor funcionamento do transporte urbano, entre os quais: corredores de ônibus exclusivos e de Veículos Leves sobre Pneus (VLP/BRT), e também sistemas sobre trilhos, como trens urbanos, metrôs e Veículos Leves sobre Trilhos (VLT). Também serão selecionados projetos para aquisição de equipamentos voltados para integração, controle e modernização dos sistemas.

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Comentários (1)

  • José da Rocha Filho | Quinta-Feira, 17 de Fevereiro de 2011, 09h07
    0
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    Ouvi uma emissora dizer que Cuiabá ficou fora por iniciativa pessoal da presidente Dilma. Essa emissora pertence àquele grupo que tomou conta de Mato Grosso durante o tucanato. Vamos deixar de mentiras, gente! Nem todo mundo é desinformado e vai engolindo tudo que vocês falam, escrevem ou mostram.

| 30/07/2014, 09h:06 - Atualizado: 01h atrás

Empresário do ramo de autopeças é novo 1º suplente de senador na chapa de Taques


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donizete-aguilera-castrillon.jpg

Donizete Castrillon vai ser 1º suplente de senador na chapa de Pedro Taques

O empresário Antônio Donizete Aguilera, o Donizete Castrillon (PTB), foi escolhido para ocupar a 1ª suplência do candidato a senador, vice-prefeito de Rondonópolis, Rogério Salles (PSDB). Donizete é dono da rede de autopeças Castrillon e se filiou ao PTB em outubro do ano passado. À época, ele foi considerado um dos nomes fortes que entravam no partido.

Donizete entra na vaga de Marcelo Maluf (PSDB), que deixou o posto ontem (29), sob justificativa de que seu nome ao posto era um acordo com Jayme Campos (DEM). Como o democrata desistiu da senatoria, ele achou melhor deixar que o grupo ficasse livre para  escolher o nome que considerasse adequado. Foram realizadas duas reuniões na noite de ontem, uma na casa de Pedro Taques, onde estavam Salles e o deputado federal Nilson Leitão. Depois foram para a residência de Maluf, onde também estavam lideranças como o vice de Taques, Carlos Fávaro (PP), Eraí Maggi (PP), Luiz Antônio Pagot (PTB) e Adilton Sachetti (PSB).

Agora resta definir quem vai ficar com a segunda suplência. Conforme Leitão, o assunto vai ser discutido ainda nesta manhã e vai depender da posição de Luciane Bezerra (PSB), ocupante da vaga atualmente. “Se ela não quiser continuar na segunda suplência aí a gente vai discutir um novo nome”, ressalta o parlamentar. 

Nem Luciane ou o marido Oscar Bezerra atenderam às ligações para se manifestar sobre o assunto. 

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Comentários (2)

  • Manoel Antonio Alves | Quarta-Feira, 30 de Julho de 2014, 09h20
    4
    0

    É canoa furada Luciane e Oscar. vocês foram traídos!

  • Fagundes | Quarta-Feira, 30 de Julho de 2014, 09h12
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    Perdeu meu voto, da minha esposa e dos meus três filhos Senador Pedro Taques.

| 30/07/2014, 07h:16 - Atualizado: 03h atrás

O enigma Eduardo Campos

vinicius_artigo_quarta

Vinicius de Carvalho

Um dos aspectos mais interessantes desta eleição presidencial é o comportamento do ex-Governador de Pernambuco Eduardo Campos, candidato pelo PSB. Aconteceram muitas discussões com sua candidata a vice-presidente Marina Silva no período pré-eleitoral quanto à necessidade de apresentar candidatos dissociados de PT e PSDB na maior quantidade possível de Estados ou pelo menos nos maiores colégios eleitorais, de modo a se posicionar para o eleitor claramente como uma terceira via. Ao final o PSB acabou lançando 11 candidatos a Governador e 13 ao senado federal, apoiando PT ou PSDB em Estados importantes como Rio de Janeiro e São Paulo. Eduardo Campos se mostrou em todo este período um candidato que fala pouco e se expressa mais por suas atitudes do que pelas palavras.

Uma chave interpretativa para compreender os seus movimentos é o olhar para as eleições de 2018. Um velho ensinamento na política diz que as eleições são pensadas sempre em dupla ou mais, já que a atual deixa as peças prontas para a próxima. Em 2014 Eduardo Campos avalia que a presidente Dilma Roussef é a favorita, pelos índices de intenção de voto, o horário eleitoral, o peso da máquina federal e da rede de alianças nas eleições estaduais. Apesar das dificuldades encontradas, as apostas vão no sentido da reeleição.

Entretanto, em 2018 ela não poderá mais ser reeleita e não há no horizonte nenhum presidenciável do PT com nome pronto para encabeçar a coligação de partidos que hoje caminham juntos. Lula dificilmente voltará e será difícil repetir a dose criando uma outra Dilma. De qualquer forma o PT deve apresentar candidatura competitiva em nível nacional. No entanto, tende a ser um candidato partindo de um patamar de votos mais baixo o que o PT tem demonstrando nas últimas eleições presidenciais.  Isto deixaria um espaço aberto para outra candidatura lançada por um dos partidos do Lulismo, como PSB, PDT, PC do B e outros.

Por este prisma é possível compreender algumas decisões de Eduardo Campos, como o apoio a Geraldo Alckmin na reeleição para Governador de São Paulo. Interessa a Eduardo que Alckmin seja reeleito e desponte em 2018 como uma opção natural para a Presidência como em 2006, disputando primeiro com Aécio Neves dentro do PSDB. Vale lembrar ainda que o candidato a vice-governador de Alckmin é Márcio Fortes do PSB. Em caso de renúncia de Alckmin, Fortes assumiria e poderia disputar a eleição, oferecendo forte palanque para Eduardo Campos no maior colégio eleitoral do país.

O elevado número de candidaturas a deputado estadual, federal e senador pelo PSB aponta para uma das estratégias de Eduardo Campos para aumentar sua bancada federal e fortalecer o partido para a disputa municipal de 2016 e a eleição presidencial de 2018. PSB sentiu bastante a criação do PROS, que fez parte de uma manobra para o seu enfraquecimento. Além disto, há ainda muitos comentários sobre o futuro de Marina Silva a partir do ano que vem. Ela continua no PSB ou retoma o projeto de criação do seu partido Rede Sustentabilidade, cujo registro foi negado pelo TSE? A norma negando horário eleitoral para partidos sem bancada na eleição anterior foi uma ducha de água fria nestas pretensões. Contudo, como a proposta política da Rede Sustentabilidade é de inovar na política e utilizar outros meios de comunicação, como a internet e as mídias sociais, talvez eles se aventurem a retomar a partir de 2015. 

Aguardemos os próximos passos para vermos de a interpretação foi correta.

Vinicius de Carvalho Araújo é gestor governamental do Estado, mestre em História Política, professor universitário e escreve neste Blog toda quarta-feira vcaraujo@terra.com.br www.professorviniciusaraujo.blogspot.com

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Rumo às urnas | 29/07/2014, 20h:23 - Atualizado: 01h atrás

Estamos ao lado de Taques, garante Oscar


 

Rdnews

oscar bezerra.jpg

    Oscar Bezerra nega qualquer possibilidade de abandonar a candidatura de Taques ao Governo

O ex-prefeito de Juara e candidato a deputado estadual Oscar Bezerra (PSB) está descontente com a coligação Coragem e Atitude pra Mudar (PDT, PP, DEM, PSDB, PSB, PPS, PV, PTB, PSDC, PSC, PRP, PSL e PRB), que sustenta a candidatura do senador Pedro Taques (PDT) ao governo do Estado. O socialista está na bronca porque a esposa Luciane Bezerra (PSB), que era segunda suplente na chapa ao Senado liderada por Jayme Campos (DEM), foi preterida pela cúpula da campanha para substituí-lo após a oficialização da renúncia no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). “Fomos tratados como lixo dentro da coligação” dispara o dirigente do PSB se referindo à indicação do tucano Rogério Salles (PSDB) para ocupar a vaga na majoritária.

 Além disso, Oscar rechaçou a possibilidade de abandonar, juntamente com Luciane, o grupo oposicionista para apoiar qualquer adversário na disputa pelo Governo ou Senado. Segundo ele, o que existe são descontentamentos com algumas situações que podem afastá-los da campanha. “Mesmo assim, o senador Pedro Taques terá nosso voto porque consideramos que sua candidatura é o melhor para Mato Grosso”, garante.

  Para contornar a crise com a família Bezerra, os dirigentes da coligação já ofereceram para Luciane a primeira suplência na chapa ao Senado que provavelmente será encabeçada por Rogério Salles. Isso porque a vaga ficou em aberto após Marcelo Maluf (PSD) acompanhar Jayme e também oficializar a renuncia.  A socialista deve comunicar se aceita ou não o convite em reunião que acontece agora à noite.

A segunda suplência poderá ser ocupada pelo ex-prefeito de Rondonópolis Adilton Sachetti (PSB). A indicação é um espécie de “prêmio de consolação” para o socialista que perdeu espaço na coordenação geral da campanha de Taques para Luiz Antônio Pagot e Chico Galindo, ambos do PTB.  

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Comentários (10)

  • Manoel Antonio Alves | Quarta-Feira, 30 de Julho de 2014, 09h15
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    0

    Preste atenção Luciane e Oscar. Na oportunidade que tiveram para indicar o nome dela para concorrer ao senado, negaram. Quem disse que na suplência ela assumiria algum dia?

  • Doca | Quarta-Feira, 30 de Julho de 2014, 08h50
    2
    0

    Ela saiu desgastada e inclusive enfraqueceu seu marido candidato. Mas não tem para onde ir por que a porteira já foi fechada

  • Pedro | Quarta-Feira, 30 de Julho de 2014, 08h46
    2
    0

    Vai pare federal Luciane tem o meu voto

  • JOSÉ | Quarta-Feira, 30 de Julho de 2014, 06h58
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    A Luciane se encaixaria perfeitamente como deputada federal , e com amplas chances de se eleger , pois demonstrou ser guerreira e acima de tudo uma liderança incontestável .Inda mais por ser mulher também.Eu votaria nela.

  • Valdeno Brito | Quarta-Feira, 30 de Julho de 2014, 06h11
    5
    0

    Quem deve estar morrendo de rir com essa história toda (aliás, já prevista por ele) é o Deputado Valtenir Pereira....kkkkkkkkk

  • Germano Souza | Quarta-Feira, 30 de Julho de 2014, 01h29
    1
    0

    Germano Souza, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Professor Marcos | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 22h32
    10
    4

    Catitu fora do bando é comida de onça ... Se eu fosse a Luciane sairia federal e arrebentava a boca do balão...

  • Justino Pollia | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 21h41
    9
    2

    "Quem com ferro fere, com ferro será ferido"

  • TOMAZ MATHEUS FRACHINI | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 21h26
    15
    3

    É QUE O TAQUES QUER FAZER COM OS MATOGROSSENSE CASO SEJA ELEITO, NÃO RESPEITA NINGUEM... VAMOS LUTAR MUITO PARA ISSO NÃO ACONTECER...

  • Jerolino | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 21h26
    5
    5

    A Luciane não demonstrou nenhuma liderança no Santa Rosa. Os próprios membros do partido dela diziam que ela ia lá mas para desfilar. E o Pivetta para criar casos e proteger seus apaniguados lá do nortão.

| 29/07/2014, 18h:45 - Atualizado: 01h atrás

Ao vivo, prefeito de Lucas, Otaviano Pivetta


Davi Valle/Rdnews

otaviano pivetta

Prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT), ao vivo no RDTV desta 4ª - acesse e participe

O RDTV desta quarta (30) conta com a presença ao vivo do prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT), para falar sobre os trabalhos desenvolvidos nos municípios assim como o envolvimento nas articulações das eleições-2014 já que é um dos coordenadores de campanha da chapa “Coragem e Atitude para Mudar”, encabeçada pelo candidato ao Governo pelo grupo oposicionista, Pedro Taques (PDT).

Os interessados em participar dessa entrevista, que começa às 8h30, devem acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br. Simultaneamente, o programa é transmitido para a Baixada Cuiabana por meio da TV Mato Grosso (canal 27).

Além disso, o programa traz os detalhes da reivindicação do Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso por informações sobre o programa “Mais Médicos” no Estado.

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Comentários (1)

  • Zé Silva de Cuiabá | Quarta-Feira, 30 de Julho de 2014, 07h27
    0
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    como o governo do pmdb foi para lucas do rio verde, e o que o senhor acha que o candidato pedro taques vai ser melhor para lucas do rio verde, eo que ele conseguiu em beneficio para o municipio como senador??? se puder encaminhar esta pergunta para o prefeito!!!

CAMPANHA 2012 | 29/07/2014, 17h:17 - Atualizado: 29/07/2014, 17h:38

TRE derruba liminar que impedia quebra de sigilo nas doações para Walace em 2012


Davi Valle/Rdnews

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Prefeito de VG, Walace Guimarães

O Tribunal Regional Eleitoral derrubou uma liminar interposta pelo prefeito de Várzea Grande, Walace Guimarães (PMDB), que impedia a utilização de material obtido com a quebra dos sigilos bancários dos doadores de sua campanha eleitoral de 2012. 

A decisão tomada, nesta terça (29), pela Corte se refere ao processo em que o peemedebista e seu vice, Wilton Coelho (PR), são acusados de compra de votos, abuso de poder econômico e uso de “caixa dois” nas últimas eleições municipais. O pleno aprovou por unanimidade a quebra da liminar.

No último dia 24, já em pauta no regional mato-grossense, a desembargadora Maria Helena Póvoas pediu vistas do processo, mas acabou acompanhando o voto do relator, juiz Lídio Modesto da Silva Filho, que havia acatado o parecer do Ministério Público Eleitoral de que Walace e seu vice não têm legitimidade para questionar a decisão que autorizava a quebra dos sigilos.

As apurações a respeito dos gastos do peemedebista, em 2012, começaram após Ação de Investigação Judicial Eleitoral ingressada pelo diretório municipal do DEM, que teve Lucimar Campos, esposa do senador Jayme Campos (DEM), como candidata a prefeita do município, na 58ª Zona Eleitoral. A quebra de sigilo atinge não só os membros do Executivo municipal, mas também outras pessoas físicas e jurídicas.

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Comentários (1)

  • Claure santos da silva | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 20h20
    1
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    É agora Anão das setas trevas custou mais caiu ainda vai rolar muitas coisas com seus comparsas é só aguardar .

Rumo às urnas | 29/07/2014, 15h:59 - Atualizado: 29/07/2014, 16h:40

Lúdio reúne candidatos para discutir eixos do plano de governo e agenda seminário


Flávio André

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Candidato Lúdio Cabral com candidatos à majoritária pelo PT, apresentou 4 eixos do plano de governo

O candidato a governador Lúdio Cabral (PT), da coligação Amor à Nossa Gente (PT, PMDB, PR, Pros e PC do B) apresentou os eixos da campanha, na noite desta segunda (28), em Cuiabá. Marcaram presença no ato político os 87 candidatos proporcionais, seja pessoalmente ou por meio de representantes. Também compareceu o candidato ao Senado Wellington Fagundes (PR).

No evento, Lúdio explicou os quatro eixos do programa de governo: infraestrutura e logística, priorizando a industrialização do Estado focada na vocação de cada região; compromisso com as políticas sociais, em especial com a Saúde; desenvolvimento sustentável; e, enfim, a participação social, que permeará as demais áreas.

Quanto às proporcionais, Lúdio estima que o grupo deve eleger cerca de 13 deputados estaduais e a maior bancada de federais. “Nós estamos unidos e temos um programa de governo que é fruto de uma discussão ampla com a sociedade. Por isso, acreditamos que vamos eleger as maiores bancadas”.

Durante o encontro, também foi anunciada a realização de um seminário nesta quarta (30) para candidatos da coligação Amor à Nossa Gente e assessores, com objetivo de discutir uma estratégia unificada para as mídias sociais. O evento contará com oficina ministrada por Beto Andrade, responsável por esta área na candidatura de Dilma Rousseff (PT), em 2010.

Candidaturas

Dos 22 candidatos a deputado federal pela Coligação, o PT conta com 3 postulantes. O PMDB, por sua vez, possui 9; o PR, quatro; e o Pros, 10. Já na disputa para deputado estadual, o partido possui 13 nomes; o PMDB, 14; o PR, 15; o PC do B, 6; e o Pros, 17. Na chapa majoritária, Teté Bezerra (PMDB) é candidata a vice-governadora e Wellington Fagundes concorre ao Senado. Além de médico da rede pública e vereador em Cuiabá por dois mandatos, Lúdio foi professor na Capital.

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Comentários (4)

  • leci | Quarta-Feira, 30 de Julho de 2014, 07h26
    0
    0

    leci, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • benedita | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 23h15
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    2

    Sra rosana no dicionario empoderamento é a conscientização e a participação com relação a dimensões da vida social ou seja da vida da sociedade e por acaso a sociedade é composta so por mulheres?Só este conceito desmonta tudo o que a senhora falou antes, e citar os dois como machistas em que a sociedade a sra pensa que vive? Vive numa sociedade machista, aliás sua comunidade deve estar a ufa deles assim como todo o país. A sra é meme ou viral do PT?

  • Rosana Lemes | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 16h20
    7
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    Ludio é médico, conhece bem a saúde pública, é humanista, defensor das causas sociais, tá junto com a população humilde e carente, é carismatico, um verdadeiro lider que este estado precisa. Reunimos o grupo de mulheres da nossa associação comunitária e vamos defender Ludio pro governo. Taques não quer ver o empoderamento da mulher, é um machista assim como Mauro.

  • ZEZAO DO AREAO | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 16h16
    7
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    TAMO JUNTO LUDIO COM A FORÇA DO POVO

| 29/07/2014, 15h:12 - Atualizado: 29/07/2014, 15h:29

Diante à crise, Taques tenta "calar" Percival


Fernando Ordakowski

charge_percival_Taques.jpg

Candidato ao Governo, senador Pedro Taques, tenta contornar crise instalada no grupo de oposição "fechando" a boca do prefeito de Rondonópolis Percival Muniz, que defende mais postura do pedetista

O candidato ao Governo Pedro Taques (PDT) se vê obrigado a contornar crises internas quase todos os dias. Em meio à situação provocada pelo recuo de Jayme Campos (DEM) da disputa ao Senado, o prefeito de Rondonópolis Percival Muniz (PPS) resolveu se pronunciar e provocou mais estardalhaço. O socialista, que não tem papas na língua, afirmou que Taques deve assumir a rédea e enquadrar o grupo. A fala não pegou bem nos bastidores, e, oficialmente, entre os que se posicionaram está Otaviano Pivetta (PDT), um dos conselheiros de Taques. O prefeito de Lucas do Rio Verde afirmou não concordar com a postura do socialista e que a campanha está, sim, organizada. Em meio ao fogo cruzado, Taques decidiu, de fato, enquadrar os aliados. Escolheu Rogério Salles para o Senado. Trata-se do vice-prefeito do próprio Percival. Com isso, “fecha” a boca do prefeito rondonopolitano.

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Comentários (6)

  • Eduardo reis | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 23h10
    0
    0

    Esse tal do percival Não cuida nem a sua cidade e arruma tempo para cuidar da vida dos outros

  • joaoderondonopolis | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 21h24
    4
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    Tem um que diz que é do grupo do Taques que só faz confusão. Mas não é o prefeito de Rondonópolis. Quando as coisas estão acalmando ele joga gasolina.

  • jose arruda | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 18h49
    0
    0

    jose arruda, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Jeovane | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 16h27
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    Os aliados do Taques estão vendo que ele só tá caindo nas pesquisas e Ludio subindo. Eleição não tem mistério, é só analisar os gráficos pra ver que Taques já perdeu esta eleição. E quanto mais tentam negar a crise, mais o barco afunda.

  • Jeovane | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 16h26
    11
    3

    Os aliados do Taques estão vendo que ele só tá caindo nas pesquisas e Ludio subindo. Eleição não tem mistério, é só analisar os gráficos pra ver que Taques já perdeu esta eleição. E quanto mais tentam negar a crise, mais o barco afunda.

  • Dionisio Alves | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 16h23
    1
    1

    Dionisio Alves, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

Eleições | 29/07/2014, 13h:43 - Atualizado: 29/07/2014, 13h:47

Pagot decide se assumirá coordenação de Taques com missão de conter "sangria"


Davi Valle/Rdnews

pagot_convite_taques500.jpg

Ex-diretor do Dnit Luiz Antônio Pagot já coordenou as campanhas de Silval e Dilma Rousseff, em MT

O ex-diretor-geral do Dnit Luiz Antônio Pagot (PTB) deve participar da coordenação da campanha do candidato a governador Pedro Taques (PDT), da coligação Coragem e Atitude para Mudar (PDT, PP, DEM, PSDB, PSB, PPS, PV, PTB, PSDC, PSC, PRP, PSL e PRB). O convite foi feito, nesta segunda (29) à noite, em reunião com a presença do coordenador-geral Adilton Sachetti (PTB), do presidente estadual do PDT Zeca Viana e de outras lideranças do grupo oposicionista. “Recebi o convite e estou analisando junto com os companheiros do PTB. Vamos pensar um pouco. Ficou acertado que tenho até amanhã (30) para dar a resposta”, declara em entrevista ao Rdnews.

Com experiência em coordenação de campanhas, Pagot terá a missão de conter a “sangria” no grupo pró-Taques, uma vez que desde o início da campanha diversos candidatos proporcionais recuaram da disputa alegando descontentamento com lideranças da coligação e alguns declaram apoio aos adversários. A perda mais significativa foi a do senador Jayme Campos (DEM), que desistiu da reeleição, alegando falta de respaldo dos partidos aliados.

Pagot também deve articular nos bastidores a captação de recursos financeiros para campanha. Além disso, o petebista é experiente na aglutinação política com objetivo de manter a militância mobilizada. Ex-secretário de Educação, Infraestrutura e da Casa Civil no governo de Blairo Maggi (PR), Pagot coordenou as duas campanhas do republicano ao Palácio Paiaguás. Em 2010, foi coordenador das campanhas do governador Silval Barbosa (PMDB) e da presidente Dilma Rousseff (PT), em Mato Grosso.

Campanha 2014

No início deste pleito, Pagot havia rejeitado convite para coordenar o projeto de José Riva (PSD) ao Governo. À época, justificou fidelidade ao PTB que apoia Taques, além de argumentar que pretendia se dedicar a assuntos de ordem pessoal. Tanto Pagot quanto Adilton Sachetti são compadres de Blairo e foram correligionários no PR, que hoje apoia o candidato a governador Lúdio Cabral (PT). Após deixarem a sigla por motivos diversos, acabaram se encontrando na coordenação de Taques e devem voltar a atuar em conjunto.

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Comentários (2)

  • Tiago | Quarta-Feira, 30 de Julho de 2014, 07h20
    0
    0

    Tiago, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Paulo | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 14h52
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    Paulo, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 29/07/2014, 10h:01 - Atualizado: 29/07/2014, 13h:53

MPF é favorável a extinção do pedido de impugnação contra coligação de Taques


O Ministério Público Federal, por meio da Procuradoria Regional Eleitoral, emitiu parecer favorável ao pedido de extinção da solicitação de impugnação contra o candidato ao Governo Pedro Taques (PDT), devido ação aberta pela coligação dos adversários José Riva (PSD) e Lúdio Cabral (PT), e por um militante do PDT.

Eles alegavam que haveria problema na ata do candidato pedetista. Isso porque um dos militantes da sigla garante que algumas pessoas que assinaram o documento não teriam legitimidade para fazê-lo com base no regimento da legenda. Disse também que não houve quórum e que presidentes das comissões executivas não tinha validade para participar da convenção.

O assessor jurídico de Taques, Paulo Taques, afirma que provou que todos que rubricaram a ata tinham sim licitude para isso, e apresentou os números corretos referentes ao quórum necessário. Na defesa, ele argumenta também que os adversários não tinham legitimidade para fazer o questionamento por ser uma situação interna. “Estavam procurando cabelo em ovo e não acharam”, disse o advogado.

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| 29/07/2014, 07h:22 - Atualizado: 29/07/2014, 08h:10

Pessoas brilhantes são confiáveis?

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Olga Lustosa

A inteligência é considerada um elemento essencial em qualquer situação. No entanto, a inteligência não é a única qualidade importante a ser levada em consideração. Ser eficaz também significa trabalhar duro, ser confiável e não menosprezar a inteligência do outro.

Porém as pessoas em vez de identificar os pontos fracos, corrigi-los para tornarem-se ainda melhores, apontam as falhas dos outros para se consolidarem como um caso de sucesso. Aí mora o perigo. Simplificando, é preciso muita inteligência para ser maximamente destrutivo. A inteligência é uma dessas características, que tenta sempre se sobressair, que ilude o ego, conduz o homem a inconveniência de pensar que sabe mais do que os outros.

Ao ler os jornais facilmente identificamos os tipos que julgam a todos, que apontam solução para tudo, que se auto proclamam os “resolvedores” dos problemas. Será que estudaram os fatos, que ouviram especialistas, que submeteram suas teses para análises de sociólogos, cientistas políticos ou tudo não passa de presunção mesmo? Tenho observado que quem pesquisa tem muitas dúvidas, elaboram uma e outra teoria, conferem determinados autores, não fazem previsões ingênuas, não resolvem os problemas seculares  numa frase. Será que o povo percebe que as coisas não são tão simples assim?

Um dos grandes desafios de alguém que se propõe a dar visibilidade as suas ideias é reconhecer que as pessoas não necessariamente veem o mundo da mesma maneira, que as demandas de uns não são as prioridades de outros, que a ideologia ainda repercute nos debates e que é salutar o debate, o pensar diferente, querer diferente, votar diferente. Não existe resposta pronta para os problemas que ainda não se conhece a fundo.  Até diria infelizmente, mas as pessoas mais talentosas podem ser gestores ineficazes. Nem sempre bons jogadores se tornam bons técnicos quando envelhecem... Passar conhecimento, aplicar o conhecimento é outro nível de habilidade.

Há pouco aprendemos uma lição sobre o uso da razão e da inteligência para formar uma equipe competitiva e absolutamente voltada para a vitória do coletivo. Foi uma lição que primou pela disciplina e treinamento implacável, principalmente para manter a forma, ocupar e controlar o espaço. Este é o trabalho que nos dias de hoje define o que é moderno e necessário para vencer, sem desperdício de horas, sem abuso de imagens, sem estrelismo. Será que conseguimos trazer esse pragmatismo para a vida pública?

A vida está acontecendo em um ambiente de constante mudança e a alternativa que temos é nos adaptarmos constantemente as novas formações dos grupos políticos. Não há muito espaço para jogadores individuais, porque somos parte de um sistema racional que tem um número de peças interligadas e que é definido pela capacidade de um relaxar e confiar nos companheiros de equipe. A vida, como uma partida de futebol, é um jogo coletivo e todo mundo tem que desempenhar o papel que lhe é atribuído. Não há mais nem menos onde impera a equidade.

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olga@terra.com.br

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Comentários (3)

  • jucineide P. de Almeida | Quarta-Feira, 30 de Julho de 2014, 08h42
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    Leitura maravilhosa gostei.

  • ROQUE MACEDO | Quarta-Feira, 30 de Julho de 2014, 05h32
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    Excelente texto para leitura e reflexão!

  • jose medeiros | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 09h20
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    extraordinário seu artigo.

| 28/07/2014, 19h:49 - Atualizado: 28/07/2014, 20h:02

Taborelli mantém apoio a Taques e repudia debandada de líderes da aliança de Taques


14012014taborelli

 Pery Taborelli, candidato à Assembleia pelo PV, repudia debandada por interesses de ordem pessoal

O vereador por Várzea Grande Pery Taborelli (PV), candidato a Assembleia nas eleições deste ano, negou as especulações de que teria abandonado o projeto político do senador Pedro Taques (PDT) ao governo do Estado para apoiar a candidatura do deputado José Riva (PSD) também ao Paiaguás. O postulante ainda repudiou a saída de lideranças das alianças já firmadas.

Para Taborelli, aqueles que mudam de lado no meio do processo eleitoral, especialmente os que deixam de lado as deliberações partidárias para defender interesses próprios, agem de modo não condizente com a postura “ética” esperada de um homem público. Por esse motivo, reiterou que não há qualquer possibilidade de que venha a abandonar a empreitada eleitoral de Taques neste pleito.

Recentemente, diversos nomes que até então caminhavam com o pedetista desistiram das candidaturas. Entres eles estão o deputado estadual Antonio Azambuja (PP), que se posiciona contrário ao entendimento do partido de se coligar com Taques e declarou apoio a Riva. Também anunciaram recuo o empresário Alexandre Demarchi (PTB) e os vereadores por Cuiabá Leonardo de Oliveira (PTB), Oséas Machado (PSC) e  Mário Nadaf (PV), além de Lilo Pinheiro e outros nove candidatos à Assembleia pelo PRB.

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Comentários (9)

  • Cabral | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 14h34
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    Estranho essa Linda Julye falar assim do taborelli. Fiquei sabendo numa analise dela mesmo que ela trabalha pro taborelli. ai fica facil falar bem. Se não me engano Taborelli já apoiou riva, já esteve no mesmo partido. PP. foi até candidato junto com ele. naquela época ele não era integro e nem de respeito??? humm????

  • Gerson Almeid | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 10h21
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    Sugiro ao Romilson, que pegue um santinho, e qualque rmaterial do TABORELLY e OLHE , publique..,,, não tem NENHUMA MENÇÃO ao PEDRO TAQUES. nada. nada e nada. verGONHA.

  • Linda julye | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 09h57
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    Eu não acho que o lugar do Coronel Taborelli seja do lado de Riva Como tem algumas pessoas dizendo isso ele é um homem integro e de respeito por favor faça uma analise de si mesmo para bater em cima dos outro Obrigada.

  • carlos santos | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 09h21
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    apoio das sargentos, cabos e soldados da pmmt esse ai nao tem

  • Ondino Lima Neto | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 09h07
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    Faça uma auto crítica Taborelli, o seu lugar é com o Riva.

  • rogerio | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 08h17
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    PRB não...

  • Castro | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 03h59
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    O Taborelli é de muita agitação, mas pouco eficaz em suas ações. Mas prejudica do que ajuda em qualquer coisa que se mete.

  • SAN | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 23h16
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    SAN, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • paulo | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 21h49
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    Deputado como o senhor vai conseguir o registro de candidatura ????

| 28/07/2014, 16h:20 - Atualizado: 29/07/2014, 09h:33

Ao vivo, candidato ao Governo, José Riva


Widson Maradona

riva_capa.jpg

Candidato ao Governo de MT, José Riva (PSD), será entrevistado ao vivo do RDTV desta 3ª - participe

O RDTV desta terça (29) conta com a participação ao vivo do candidato ao Governo de Mato Grosso, José Riva (PSD), que encabeça a chapa "Viva Mato Grosso". O social-democrata obteve a votação de deputado estadual mais expressiva nas eleições-2010 no Estado com 93.594 votos.

Na carreira política, Riva já comandou a prefeitura de Juara por dois mandatos na década de 80. Em 1994, foi eleito para ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa onde permanece no quinto mandato. Foi presidente da Casa, inclusive, por quatro vezes. Depois de anunciar aposentadoria da política, com o discurso municipalista, o parlamentar resolveu disputar o comando do Palácio Paiaguás no pleito deste ano.

Para colaborar com essa entrevista, que começa ao vivo às 8h30, basta acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br. Simultaneamente, o programa é transmitido para a Baixada Cuiabana por meio da TV Mato Grosso (canal 27).

Além disso, o programa traz os detalhes das regras da Justiça Eleitoral sobre a primeira prestação de contas obrigatória dos candidatos sobre os gastos já realizados e estimados para campanha deste ano.

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Comentários (12)

  • Milton Cunha_ Juína | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 11h22
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    Aqui em Juína vai ser uma VITORIA esmagadora do RIVA contra os adversários, não vai ter pra ninguém.... Parabéns Riva mostra para porque foi eleito 3 vezes o deputado mais votado no Brasil e por 4 vezes o mais votado por Mato Groso! Primeiro Turno NEles!!!

  • manoel | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 09h13
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    gostaria de saber em relação ao sistema penitenciario de mato grosso em especial a valorização e capacitação dos servidores qual sua atitude acerca do mesmo como governo do estado bom dia!!

  • Rose | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 07h36
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    Governador Riva! Meu voto é seu!!! O melhor!! Mato Grosso agradece!!

  • Lucas Tenório | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 23h23
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    Quando o Sr. vai nos brindar com sua aposentadoria?

  • mateus de sousa ferreira | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 23h12
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    Gostaria de saber se Riva for eleito a estrada que liga Juina a Aripuanã vai ser asfaltada. Pois os governos anteriores simplesmente abandonaram essa região.

  • Muvuca Junior | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 23h12
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    O Sr. conhece alguém com mais de 150 processos que seja inocente?

  • Jose Listo | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 21h41
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    Sr.Jose Riva. .na sua vasta experiência na vida política, vc concorda que na disputa a uma ao governo ou senado todo candidato já tem a sua prévia de votos em seus redutos e prováveis locais onde receberam ou não votos, sendo assim o Senhor de olhos fechados já se garantiria para um segundo turno ?

  • DEVAIR VALIM DE MELO | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 20h43
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    SENHOR RIVA. SENDO ELEITO GOV; VAI IMPLANTAR UMA POLITICA DE DESENVOLVIMENTO PARA A BAIXADA CUIBANA POIS O PROGRESSO JA ESTA CHEGANDO EN TODAS REGIOES DO ESTADO ATRAVES DO AGRONEGOCIO, EX; BAIXO E ALTO ARAGUAIA.NOROESTE, MEDIO NORTE .NORTAO,ATE A REGIAO DA GRANDE CACERES ESTA DIMINUUINDO A POBREZA E O DESEMPREGO AGORA BAIXADA CUIABANA ONDE ESTA A MAIOR DENSIDADE POPULACIONAL E A REGIAO MENOS DESENVOLVIDA DO ESTADO E COM NENHUMA POLITICA REGIONAL PARA BAIXADA. SENDO GOV FARA OK ?

  • Edivaldo Moreira | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 20h35
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    Edivaldo Moreira - Nova Xavantina. Sou eleitor e defensor do nome Riva ao governo de Mato Grosso. Quem conhece Riva, vota e defende-o. Quero saber qual a estratégia que ele vai usar na campanha para mostrar que ele não é o monstro que o Pedro Taques vem tentanto implantar ao longo dos anos?

  • leandro | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 19h04
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    Boa noite governador sou seu eleitor mas o q o senhor pretende fazer em qestaum no seu plano de governo sobre aeroportos haja visto q o governo do estado abandonou os municípios e ninguém ajuda na qestaum documentos para a anac órgão regulador um exemplo aeroporto de alta floresta com voos cancelados...qal seu plano para isto..

Rumo às urnas | 28/07/2014, 14h:04 - Atualizado: 28/07/2014, 14h:07

Em Juína, Riva consegue cooptar apoio do PMDB, PV e DEM por discurso municipalista


Assessoria

riva_juina.jpg

Candidato ao Governo José Riva com autoridades do PSD e lideranças de Juína, onde conseguiu apoio 

Os presidentes municipais do PMDB, DEM e PV de Juína declararam apoio ao candidato a governador José Riva (PSD). O ato político que reuniu dezenas de lideranças do município aconteceu na noite deste domingo (27). Robson Amorim, presidente municipal do PMDB e secretário de Planejamento e Indústria e Comércio de Juína, afirma que os peemedebistas se reuniram na última semana e decidiram rejeitar a candidatura de Lúdio Cabral (PT) ao Governo, para apoiar Riva por unanimidade.

O dirigente partidário também lembra que, durante os quatro anos que esteve à frente da Câmara Municipal, sempre recebeu o apoio de Riva quanto às demandas da região. “Em Juína, temos divergências políticas com o PSD, partido de Riva, mas vamos caminhar juntos, pois entendemos que é o melhor para a cidade e para Mato Grosso”.

Presidente municipal do PV, Josemir Côrrea, o Gringo, também declara apoio a Riva. Apesar do PV estadual apoiar o adversário Pedro Taques (PDT), o dirigente revela que o partido em Juína estará engajado na campanha do social-democrata. “Mesmo o nosso partido estando em outra coligação apoiamos Riva. Aqui é a base dele, não temos como remar contra a maré, por isso, montamos um grupo forte para apoiar ele ao Governo”.

Na última semana, o ex-prefeito de Juína Genésio Gustavo Boer (DEM) desistiu de disputar a eleição para deputado federal e anunciou apoio a Riva. Ontem, participou do evento e disse que trabalhará incansavelmente para eleger o candidato do PSD. “Precisamos pensar não apenas em nós, do DEM, mas no Estado, que carece de um governador municipalista, que conhece cada canto deste Mato Grosso e sabe o que cada região precisa”.

Diante dos apoios, Riva agradeceu aos dirigentes partidários e afirmou que diariamente recebe adesões de todos os partidos. “Muitos nos procuram para apoiar a nossa candidatura em função do trabalho prestado no Estado”. O encontro em Juína contou com a participação do próprio Riva e de candidatos a deputado federal e estadual da coligação “Viva Mato Grosso”.

Candidatura

Boer era o único candidato a deputado federal do DEM, mas segundo ele, as traições da coligação “Coragem e Atitude para Mudar” o fizeram desistir. “O DEM foi traído pelo grupo, que não conseguiu ter liderança forte, o candidato ao Governo [Pedro Taques] não teve as rédeas da campanha. Por isso, lideranças estão saindo”.

Conforme o ex-prefeito, existe um desconforto dentro da coligação, uma vez que não conseguiram unir o grupo para fazer um trabalho fortalecido. “Você percebe que existem cartas marcadas no grupo de Pedro Taques, por isso, me senti no direito de renunciar desta candidatura”. (Com Assessoria)

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Comentários (2)

  • Lúcia | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 14h43
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    Olá, gostaria de saber quando começa as inscrições de técnico de urna do Ceará ? já participei de 4 eleições ,e esse ano estou disponível para ser novamente um técnico de urna . Quero informações através do meu imail .

  • Ivete de fatima Thimotheo da costa | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 14h14
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    Ivete de fatima Thimotheo da costa, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 28/07/2014, 09h:44 - Atualizado: 28/07/2014, 10h:04

Pinheiro deixa Taques após pressão para fechar acordos e já faz campanha para Riva


Fernando Ordakowski

julio pinheiro jose riva pedro taques

Júlio Pinheiro, que preside Câmara de Cuiabá, troca de opção ao Governo, de Pedro Taques para Riva

O presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Júlio Pinheiro, que estava com a relação política estremecida com José Riva desde o processo de cassação de João Emanuel, genro do deputado, agora não fala em outro nome a não ser do cacique do PSD como candidato a governador. Em princípio, era Pedro Taques desde "criancinha". Recebeu o pedetista na Câmara Municipal para este apresentar o plano de governo a todos os vereadores. Naquele momento, Pinheiro declarou que faria campanha para Taques. Veio o segundo encontro e ambos se desentenderam porque o petebista impôs duas condições. Primeiro, que o colega de partido Dilemário Alencar fosse espécie de coordenador da campanha de Taques, tudo para se licenciar e abrir espaço no Legislativo para o suplente Néviton Fagundes. Segundo, que o pedetista o apoiasse em eleições futuras, tanto para a reeleição à presidência da Câmara quanto para deputado estadual. Taques não aceitou as "propostas". Chegou a sugerir o vereador licenciado Domingos Sávio (Solidariedade), secretário do prefeito Mauro Mendes, para a coordenação. Como não teve aval e nem afagos de Taques, Pinheiro procurou Riva, onde encontrou "carinho político" e sentiu-se tanto em casa que promete apoio ao candidato do PSD de 18 dos 25 vereadores.

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Comentários (6)

  • joaoderondonopolis | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 11h54
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    Estes que estão saindo de apoiar Taques e indo apoiar Riva vão quebrar a cara, pois Riva está com os dias contados na campanha, sua IMPUGNAÇÃO é certa e ele sabe disto.

  • Fabio Souza | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 11h30
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    Cada povo tem o gestor que merece...e os de MT terão votando em RIVA. Os Cuiabanos já tem com essa Câmara de Vereadores. Novela atras de novela. Não aprendem, são cegos, não olham o que ocorreu e ocorre com as obras da copa. QUE JÁ ESTÃO PARADAS!!!! PARABÉNS CUIBANOS.

  • JOSE ANTONIO | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 17h56
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    RIVA DEVE SER MELHOR PARA ESSE GRUPO QUE ACOMPANHA ELE VÃO PRA RUA QUE VCS IRAM SENTIR O PESO DA POPULAÇÃO, DIGO ISSO COM SEGURANÇA, O POVO QUE MUDANÇA, RIVA NÃO APRESENTA ESSA MUDANÇA ESPERADA PELO POVO ...

  • Paulo | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 12h14
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    Paulo, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • vinicios de moraes | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 12h04
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    vinicios de moraes, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • antonio dias | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 10h20
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    parabéns Julio Pinheiro você e um cara inteligente sabe que o melhor pra MT e RIVA parabéns.

| 28/07/2014, 09h:43 - Atualizado: 28/07/2014, 09h:53

Ex-presidente da Sanecap diz que o povo está satisfeito com a concessão da CAB


Davi Valle/Rdnews

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Aray Fonseca garante que a população está satisfeita com os trabalhos da CAB

Ex-presidente da Sanecap na gestão Chico Galindo (PTB), e atual candidato a vice na chapa de José Riva (PSD) ao Governo, o médico Aray Fonsenca (PSD, afirma que hoje a população agradece pela concessão da autarquia à iniciativa privada. Conforme ele, se a licença não fosse feita, a Capital estaria sofrendo com a falta de água até hoje, assim como no decorrer dos jogos Copa do Mundo. “Agora a população está satisfeita, quero ver quem vai reclamar contra”, ressalta o social-democrata em visita ao Grupo Rdnews.

Apesar da afirmação de Aray, as reclamações da população acerca da concessionária vencedora do trâmite CAB Cuiabá são recorrentes, ao ponte de a empresa ter sido alvo de uma CPI instalada pela Câmara de Cuiabá. No relatório final da CPI, aprovado no último mês, ficou comprovado que não há cronograma para o cumprimento de metas da cláusula contratual que fixa o prazo de 3 anos para universalização de água e 10 anos para a rede de esgoto. Faltam 9 meses para o prazo de 3 meses terminar.

Para sustentar que a concessão foi ideal, Aray acredita que Cuiabá sofreria os mesmo problemas que, hoje, São Paulo enfrenta com a falta de abastecimento de água. Além disso, o ex-presidente da Sanecap lembra que a autarquia estava endividada e sem poder fazer empréstimos para resolver os problemas de falta de água. “Quando fui presidente tinha bairros que ficavam 15 dias sem abastecimento”, conta.

Para Aray, existem alguns serviços como saneamento básico, telefonia e luz, que a iniciativa privada é mais competência e ágil que a pública, para dar celeridade aos trabalhos. Agora, o candidato ressalta que se a Prefeitura de Cuiabá não estiver satisfeita com os trabalhos, pode rescindir o contrato. “Se não fez é porque está satisfeita”, concluiu.

Relatório da CPI da CAB é aprovado; Faissal quer intervenção

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Comentários (8)

  • Gean | Terça-Feira, 29 de Julho de 2014, 10h01
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    Gean, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Márcio | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 22h03
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    Este cidadão declarou à Justiça Eleitoral que possui, em espécie, mais de R$ 1.600.000,00. Quanta capacidade de economizar e guardar dinheiro embaixo do colchão.

  • Raimundo Mendes | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 21h05
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    Já falei e vou repetir. Esse senhor esta ouvindo o passarinho cantar e não sabe onde. Que pessoa despreparada, meu Deus.

  • Rafael Martins | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 20h47
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    Isso é subestimar a inteligência do povo Cuiabano. Esse Aray foi o pior gestor publico que o município de Cuiabá já teve .Passou pela secretaria de saúde e a Sanecap deixando a marca da desorganização e incompetência.Os grandes desafios da administração publica requer profissional com outro perfil.

  • Cristina | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 19h50
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    É de uma falta de conhecimento e preparado vergonhoso. Consulte os Procons e veja com a CAB é avaliada pela população. Consultem os antigos funcionários da Sanecap e conheçam a versão Dr. Aray Fonseca. #vergonhaalheia.

  • Ademir | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 19h02
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    Como pode um cidadão que nada fez na área como presidente, nada inovou, nada acrescentou, e ainda diz que esta CAB é boa para os cuiabanos, isso mostra o despreparo de um vice que quer ir para o Governo em 2015, sem ser formador de opinião inteligente, pois além de estarem em primeiro lugar nos Procons de reclamação, a atual gestão da Prefeitura nada pode fazer contra os mesmos sem antes acabar os prazos dados para sanarem os problemas de água e esgoto, só depois disso que rescinde o contrato, e nem isso sabe!!!

  • ZE | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 13h15
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    FALE POR VOCÊ SR. ARAY, E NÃO PELO POVO DE CUIABÁ, QUE ESSA ACAB, VEIO PARA ACABAR.

  • ANGELO SILVA DE OLIVEIRA | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 09h50
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    ANGELO SILVA DE OLIVEIRA, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 28/07/2014, 09h:40 - Atualizado: 28/07/2014, 09h:46

Piana "fecha" apoio a Wellington e espera reunião para definir candidato ao Governo


Rodinei Crescêncio/Rdnews

érico piana

Érico Piana aguarda reunião com DEM para definir quem apoiará ao Governo

A reunião do DEM de logo mais, às 14h, na sede do partido, deve receber os 11 prefeitos dos municípios comandados pelos democratas para tentar ajustar o apoio em torno do candidato ao Governo, senador Pedro Taques (PDT). Isso porque muitos prefeitos têm pensamentos divergentes, visto que apoiam candidatos de outras siglas que não pertencem a coligação "Coragem e Atitude pra Mudar", encabeçada pelo pedetista na corrida ao Palácio Paiaguás.

Este é o caso do prefeito de Primavera do Leste, Érico Piana (DEM), que declarou apoio ao candidato ao Senado, deputado federal Wellington Fagundes (PR), após a desistência de reeleição do senador Jayme Campos (DEM). Piana enfatiza ainda que, dependendo do desfecho da reunião, pode subir no palanque de outro candidato ao Governo. “Após a reunião vou tomar uma decisão”, enfatiza em entrevista ao Rdnews.

Piana justifica que o apoio a Wellington é em decorrência de que o republicano foi fundamental para a vinda do Instituto Federal de Educação (IFMT) para o município. Hoje o Instituto atende 350 estudantes e conta com diversos cursos profissionalizantes. O prefeito afirmou ainda que irá apoiar o suplente de deputado estadual Luizinho Magalhães (PSD), que é candidato à Assembleia.

 As trocas de apoios entre os três candidatos ao Governo, Pedro Taques, pelo bloco de oposição, Lúdio Cabral (PT), pela base governista, e José Riva (PSD) como uma terceira via, são recorrentes nesta eleição. Candidatos e prefeitos que são filiados a partidos que apoiam o pédetista ou o petista estão debandando para o lado de Riva.

O social-democrata, enfatiza, inclusive, que 70 prefeitos já declararam apoio a sua candidatura. Esta articulação do social-democrata e necessária, tendo em vista que a sua coligação é formada, apenas, por cinco partidos PSD, Solidariedade, PTC, PTN, PEN e PRTB. 

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Comentários (3)

  • Maria Aparecida da Silva | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 20h54
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    Se for municipalista vai com RIVA.

  • Ondino Lima Neto | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 10h40
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    Com a desitência do Jayme, a tendência do DEM é se dividir entre o Lúdio e o Riva.

  • ANA COUTO | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 10h12
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    4

    Não é verdade. QUEM BATALHOU E CONSEGUIU LEVAR O INSTITUTO foi o DEPUTADO FEDERAL VALTENIR. O deput Welinton sempre pegando carona. Em Barra do Garças ele promete o rodoanel há 15 anos. Já em Rondonópolis a travessia urbana é uma vergonha, a saída para pedra preta nem se fala. Está na hora do Ministério Público investigar pra valer.

| 28/07/2014, 00h:00 - Atualizado: 28/07/2014, 07h:54

Liminares e lógica

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Sandra Alves

Em diversas entrevistas durante a semana, profissionais do Direito tentavam explicar à população a lógica das liminares em HC. Se você é bacharel em Direito ou atua na área não teve problemas para entender a frase de introdução do tema. O problema é que a maioria da população não consegue, com razão, compreender porque, diante de um mesmo fato, um juiz entende ser necessária a prisão e outro não.

A discussão se fez a partir das decisões contraditórias de prisão e liberdade de Elisa Quadros, a "Sininho", denunciada segundo a lei de crime organizado em razão das ações em protestos. Houve uma prisão provisória; uma decisão de liberdade; uma prisão preventiva; outra decisão de liberdade.

Restou para a população a interrogação acerca da lógica utilizada pelo Judiciário: afinal, se a pessoa foi acusada de cometer um "crime organizado", como pode um juiz determinar a prisão para a "garantia da ordem pública" e outro conceder a liberdade se os fatos são os mesmos?

Não cabe aqui descrever uma aula de Direito Processual Penal para explicar como funciona o sistema, não se trata de matéria simples. Entretanto, cabe questionar como um sistema com o objetivo de reprimir o crime na sociedade pode alcançar seu fim não sendo compreensível por seus integrantes.

Do ponto de vista da população, o caso "Sininho" esta divergência de posições jurídicas leva a péssimas conclusões acerca do sistema. O raciocínio funciona assim: a) o fato analisado é o mesmo; existiram decisões determinando a prisão e decisões concedendo a liberdade; b) caso o juiz que determinou a prisão esteja correto, aquele que determinou a liberdade é incompetente ou corrupto; c) caso o magistrado que determinou a liberdade esteja correto, aquele que determinou a prisão é incompetente; d) caso os dois magistrados estejam corretos, o sistema não é lógico e a população não pode confiar nele.

Quem conhece o Poder Judiciário e o sistema legislativo brasileiro sabe que as premissas apontadas acima estão equivocadas. O Direito Processual Penal e o Poder Judiciário são complexos e a compreensão técnica de seus institutos demanda uma série de informações, mas cumprem sua finalidade, ao garantir aos cidadãos instrumentos para a defesa de direitos, especialmente a liberdade.

Mesmo sem qualquer conhecimento acerca do conteúdo do processo de Sininho, é possível, considerando o sistema processual, a ocorrência de decisões a princípio conflitantes. A pessoa tem direito de questionar uma primeira decisão. É a forma de o sistema buscar garantir ao cidadão a maior justiça possível em seu caso particular.

De volta ao ponto inicial, o problema não está nos magistrados e em suas decisões, mas na complexidade das normas que regem sua atuação. Por outro lado, já tarda o momento em que o conhecimento acerca dos sistemas jurídicos seja levado à população, para que esta possa compreender o funcionamento, questionar, apontar mudanças. Quem sabe com isto a concessão de tantas "liminares" alcance, algum dia, alguma lógica.

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado nomeada, tabeliã, registradora de imóveis, ex-analista do TJ/MT e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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| 27/07/2014, 18h:51 - Atualizado: 28/07/2014, 16h:23

Projeção para Câmara é de 213 mil votos; chapão pró-Taques deve eleger 3 - confira


O quociente eleitoral para a Câmara Federal deve ficar em 213.140 votos, revela o consultor eleitoral Valdecir Calazans. Pelas suas projeções, duas coligações têm condições de superar 500 mil votos e garantir três cadeiras cada.

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Cálculos acima revelam que quociente eleitoral para deputado federal deve ficar em 213,1 mil votos

O chapão de 8 partidos que estão com Pedro Taques ao governo estadual (PSDB, DEM, PDT, PTB, PRP, PSL, PSC e PRB) tende a alcançar a 589,6 mil votos. Nessa projeção, elegeria dois federais e um terceiro entraria na sobra, pela segunda média. Os nomes mais fortes são do federal Nilson Leitão, assim como do colega tucano Rogério Salles; do suplente de federal Victório Galli (PSC), de Fábio Garcia e Túlio Fontes (ambos do PSB), do ex-deputado federal José Augusto Curvo, o Tampinha (PDT), e do deputado estadual Ezequiel Fonseca (PP).

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Estudo aponta chance das coligações pró-Taques e pró-Lúdio conquistarem 3 vagas cada na Câmara

A outra aliança que pode conquistar 3 vagas é composta pelo PMDB, Pros, PR e PT e que sustenta o palanque do candidato a governador Lúdio Cabral. Projeta-se chegar a 528,1 mil votos. Entram com maiores chances de vitória os federais Valtenir Pereira (Pros), Carlos Bezerra (PMDB) e Ságuas Moraes (PT), assim como Murilo Domingos e Jota Barreto, ambos do PR.

A chapa de cinco legendas (PSD, Solidariedade, PTC, PEN e PTN) que apoia José Riva ao Palácio Paiaguás pode alcançar a 422,1 mil votos, suficientes para garantir uma vaga pelo quociente e outra pela sobra. Entre os nomes de “peso” dessa aliança estão o federal Eliene Lima e o vice-governador Chico Daltro. As demais coligações não reúnem chances de obter, sequer, uma das oito vagas que serão abertas ao Estado na Câmara Federal.

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Estudo revela quais são os nomes mais cotados por partido e/ou coligação à Câmara dos Deputados

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Comentários (4)

  • Augusto | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 23h21
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    È eliene neles. Nada resiste ao trabalho!

  • Carlos | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 10h48
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    Bom dia, com certeza, desta vez nos vamos eleger um representante legitimo nosso, o deputado Vitorio Galli, homem fiel as suas origens, trabalhador e cumpridor de suas palavras. Este merece e tudo faremos para tê-lo na câmara s sermos verdadeiramente representados.

  • Fabiotardim | Segunda-Feira, 28 de Julho de 2014, 07h12
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    Esse dai ta mais perdido q azeitona na boca de banguelo. Vai errar bastante nomes

  • Marcos | Domingo, 27 de Julho de 2014, 22h54
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    Acho que vocês estão enganados, pois um candidato pode obter o quociente sozinho - o procurador Mauro.

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