Cuiabá, 23 de Março de 2017
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Rumo à Copa de 2014 | 16/02/2011, 18h:47 - Atualizado: 17/02/2011, 07h:06

Número de habitantes tira Cuiabá do PAC Mobilidade das Grandes Cidades

Número de habitantes tira Cuiabá do PAC Mobilidade Grandes Cidades


   O governo federal lançou nesta quarta (16) o PAC Mobilidade Grandes Cidades para melhorar a infraestrutura do transporte público nas grandes cidades brasileiras. Serão investidos R$ 18 bilhões e espera-se beneficiar diretamente 39% da população do país que vive em suas regiões metropolitanas. Dentre as 12 cidades-sede da Copa do Mundo, Cuiabá foi a única que não foi contemplada em nenhum dos três grupos previstos no programa.

   O motivo, conforme informou ao RDNews o ministro das Cidades, Mario Negromonte, é o número de habitantes da Capital mato-grossense, que não corresponde a um dos critérios para inclusão nos grupos. Para ser incluída, Cuiabá teria que abrigar uma população igual ou superior a 700 mil pessoas. De acordo com o Censo 2010, ela tem 551 mil. Já Campo Grande, com 787 mil, entrou no programa.

   Perguntado, por meio de sua assessoria, sobre o fato de Cuiabá e Várzea Grande comporem uma população superior a 700 mil, ele explicou que o critério para região metropolitana é acima de 3 milhões de habitantes. É o caso de Vitória, do Espírito Santo, que também ficou de fora e cuja região metropolitana, que inclui Vila Vela e outros, não alcança o número de habitantes previsto no grupo MOB 2. Além de Cuiabá e Vitória, ficaram de fora as seguintes capitais: Aracaju, Florianópolis, Rio Branco, Porto Velho, Macapá, Boa Vista e Palmas.

   O PAC Mobilidade Grandes Cidades vai beneficiar 24 municípios divididos nos seguintes grupos:

   MOB 1: Esse grupo é formado por Capitais de regiões metropolitanas com mais de três milhões de habitantes e corresponde a 31% da população brasileira. As nove cidades desse grupo são: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Recife, Fortaleza, Salvador e Curitiba.

   MOB 2: inclui municípios com população entre um e três milhões de habitantes e corresponde a 4% da população do país. Nesse grupo estão seis cidades: Manaus, Belém, Goiânia, Guarulhos, Campinas, e São Luís.

   MOB 3: é voltado para cidades de 700 mil a um milhão de habitantes e também corresponde a 4% da população brasileira. Fazem parte, os seguintes municípios: Maceió, Teresina. Natal, Campo Grande, João Pessoa, São Gonçalo, Duque de Caxias, Nova Iguaçu e São Bernardo do Campo.

   O PAC Mobilidade Grandes Cidades vai financiar projetos das prefeituras elencadas que possam trazer melhor funcionamento do transporte urbano, entre os quais: corredores de ônibus exclusivos e de Veículos Leves sobre Pneus (VLP/BRT), e também sistemas sobre trilhos, como trens urbanos, metrôs e Veículos Leves sobre Trilhos (VLT). Também serão selecionados projetos para aquisição de equipamentos voltados para integração, controle e modernização dos sistemas.

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Comentários (2)

  • Fridolino Leite | Segunda-Feira, 08 de Junho de 2015, 15h09
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    Poxa eu não sabia que Cuiabá era menor que C. Grande uma cidade velha daquela e tem só 550 mil habitante. Obrigado pela informação

  • José da Rocha Filho | Quinta-Feira, 17 de Fevereiro de 2011, 09h07
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    Ouvi uma emissora dizer que Cuiabá ficou fora por iniciativa pessoal da presidente Dilma. Essa emissora pertence àquele grupo que tomou conta de Mato Grosso durante o tucanato. Vamos deixar de mentiras, gente! Nem todo mundo é desinformado e vai engolindo tudo que vocês falam, escrevem ou mostram.

em Cáceres | 22/03/2017, 18h:59 - Atualizado: 05h atrás

Taques vai participar de discussões sobre Hidrovia, mas já criou entraves ao projeto


Gilberto Leite/Rdnews

governador pedro taques_gilberto leite (2).JPG

Quando procurador da República, Taques ajuizou ação contra audiência pública para criar a Hidrovia

O governador Pedro Taques (PSDB) participa das discussões da Câmara Setorial Temática da Hidrovia Paraguai-Paraná da Assembleia, que será instalada nesta quinta (23), na Câmara de Cáceres. O assunto causou embaraço ao tucano nas campanhas eleitorais de 2010 e 2014. 

Ocorre que quando era procurador da República, Taques ajuizou ação para impedir a realização de audiência pública sobre a implantação da Hidrovia Paraguai-Paraná. Quando questionado pelos adversários sobre o assunto, alegou que estava defendendo a legalidade porque não havia estudo de impacto ambiental do Ibama e se declarou favorável desde que a legislação seja obedecida. 

 Amanhã, técnicos, representantes do governo da Bolívia, consultores e integrantes de Organizações Não Governamentais (Ongs) vão debater medidas de efetivação dos portos da região Oeste. A Hidrovia Paraguai-Paraná a partir de Cáceres também estará em pauta. “O governador já deixou bem claro que não abre mão da credibilidade das empresas que farão o transporte hidroviário para não haver prejuízos ao rio”, destaca Reck Júnior, representante da Associação Hidrovia Paraguai/Paraná (AHPP).

A Câmara Temática foi proposta pelo deputado estadual Leonardo Albuquerque (PSD). O social-democrata vai apresentar um novo estudo de viabilidade técnica e ambiental que engloba toda a hidrovia, produzido pelo Instituto Tecnológico de Transporte e Infraestrutura da Universidade Federal do Paraná a pedido do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT).

Conforme a presidente da Câmara Temática, Cynara Piran, surge uma demanda de exportação de grãos pelos proprietários de transporte hidroviário em função da queda na procura pelo minério, que vinha sendo exportado pela hidrovia a partir de Corumbá (MS). “A hidrovia só depende dos terminais portuários, que estão desativados. Com a queda na procura do minério, surgiu a possibilidade de reativarmos os portos de Cáceres para exportar grãos”.

Reck Júnior, da AHPP, vai mais longe. Ele vê a possibilidade de exportação de contêineres, oriundos da Zona de Processamento de Exportação de Cáceres (ZPE), e madeira, além de grãos. “Precisamos pensar no todo e não num mercado segmentado”, defende.

A Associação Hidrovia Paraguai/Paraná, de Tangará da Serra, assinou com o Governo do Estado um termo de cooperação técnica para suceder a Docas do Brasil na exploração de um terminal portuário que está em nome da Companhia Mato-Grossense de Mineração, em Cáceres. O termo prevê investimentos da AHPP em segurança e reforma, que já está praticamente concluída.  

De acordo com informações do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura (ITTI), a Hidrovia Paraguai/Paraná é uma das que oferecem melhores condições de navegação do país. Sai de Cáceres até Nova Palmira, no Uruguai.

São 3.442 quilômetros que englobam Brasil, Bolívia, Argentina e Uruguai, dos quais 1.290 km ficam em território brasileiro. Com o funcionamento da hidrovia, haveria uma redução do custo do frete em até 30% na região Oeste, Sul e Sudoeste do Estado, de acordo com estudos do movimento Pró-Logística.

Além da AHPP, há em Cáceres um terminal portuário do governo federal desativado há seis anos, instalado na zona central da cidade, e outros três planejados na extensão do rio, nas localidades de Santo Antônio das Lendas, Barranco Vermelho e Paratudal.  (Com Assessoria

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previdência | 22/03/2017, 10h:30 - Atualizado: 05h atrás

Botelho nega pressão do governo para a retirada de assinaturas da CPI do MT Prev


 O presidente da Assembleia Eduardo Botelho (PSB) nega que os integrantes da base governista sofreram pressão do Executivo para retirar as assinaturas do requerimento, o que inviabilizou a abertura da CPI do MT Prev que investigaria rombo de R$ 800 milhões na previdência estadual.  Proposta pela oposicionista Janaina Riva (PMDB), a investigação foi arquivada por falta de apoio de apenas um deputado estadual.

“Não houve pressão do Executivo. Apenas chegamos a conclusão que não é o momento oportuno para criar CPI”, declarou Botelho após a sessão ordinária desta terça (21).

Maurício Barbant

Eduardo Botelho

Deputado Eduardo Botelho sentado na mesa no Plenário durante uma das sessões da Assembleia

Janaina  havia angariado 10 assinaturas, duas a mais que o número mínimo necessário e apresentou o requerimento para abrir a investigação na última quarta (15). Com isso,  Botelho (PSB) teria 48 horas, para publicar a instalação da CPI do MT Prev e cinco dias para divulgar o nome dos membros.

Além de Botelho, retiraram as assinaturas os deputados Adriano Silva (PSB) e Guilherme Maluf (PSDB). Após a confirmação da retirada, Janaina divulgou um vídeo no Facebook culpando o governador Pedro Taques (PSDB) pela manobra.

O líder do Governo na Assembleia, Dilmar Dal Bosco (DEM), também alega desconhecer ingerência do Palácio Paiaguás. “Não houve orientação do Executivo para retirada das assinaturas. O Legislativo é independente e o governador não interfere nos assuntos daqui”, garantiu. 

Na primeira vez que Taques foi questionado sobre a CPI disse que não opinaria, mas alfinetou a deputada desafiando a criar uma CPI para investigar roubos quer teriam ocorrido nos últimos 20 anos no Legislativo, época em que o pai da parlamentar, José Riva, se mantinha no comando. Em outro momento, contudo, disse que era a favor da investigação.

Segundo Janaina, a base governista prometeu manter a CPI caso a peemedebista abrisse mão de compor a comissão. Como a parlamentar não cedeu, a denúncia sobre o rombo de R$ 800 milhões será encaminhada ao Ministério Público Estadual.

Além de Janaina, mantiveram assinatura no requerimento para a criação da CPI os deputados Allan Kardec (PT), Valdir Barranco (PT), Zé Domingos Fraga (PSD), Oscar Bezerra (PSB) e Jajah Neves (PSDB).

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Comentários (3)

  • manoel silva | Quarta-Feira, 22 de Março de 2017, 20h59
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    deputados vao aprender a fazer oposiçao.

  • Eduarda | Quarta-Feira, 22 de Março de 2017, 17h44
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    Esse barulho toda da oposição é claro que só querem um cargo do executivo ne? E ela quer ser a primeira governadora de MT, acorda gente.

  • Marcelo Lira | Quarta-Feira, 22 de Março de 2017, 13h13
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    Legislativo Independente? Só se for em outro estado porque aquu em MT o que temos sao paus mandados do Primo Taques, que é quem manda realmente por aqui

| 22/03/2017, 09h:38 - Atualizado: 22/03/2017, 09h:49

Heróis que usam fardas

aleksander rezende artigo 400

Aleksander  Alves

“Portanto, estando o povo reunido, perguntou-lhe Pilatos: Qual quereis que vos solte? Barrabás, ou Jesus, chamado o Cristo? O povo respondeu: Barrabás, o ladrão.”

Após assistir o programa “Encontro”, da apresentadora Fátima Bernardes, num quadro em que os entrevistados deveriam escolher entre socorrer um policial ferido levemente ou um traficante em estado grave, com a máxima “Quem você escolheria?”, pude ter um senso ainda mais crítico da nossa “democracia”. Oito dos convidados responderam esta indagação e sete escolheram socorrer o criminoso.

Minha primeira conclusão foi visualizar a derrocada moral e a inteira inversão de valores da sociedade brasileira, que sempre viveu uma crise na segurança pública. Ora, ao colocar em questão a vida de um policial e a vida de um delinquente, a apresentadora da Globo simplesmente demonstrou total indiferença para com um ser humano que sai todos os dias da sua casa sem saber se voltará, oferecendo sua vida para proteger aqueles que nem mesmo conhece.

Ao contrário, o traficante destroi famílias, assassina nossos filhos e filhas. Decidir entre o policial e o traficante é, portanto, decidir entre a ordem e a barbárie. Infelizmente o mal ganhou na sociedade, que representada pela maioria das pessoas, escolheram socorrer o traficante e abandonar o policial a sua própria sorte, ou seja, socorrer o tirano e agir com desdém com quem a protege.

Ademais, voltando ao primeiro parágrafo deste texto, é de ressaltar que, embora se passado dois mil anos, o povo continua escolhendo o tirano.

Aos bons policiais que se arriscam e que se expõem de maneira ultrajante, que vestem um colete para proteger a região torácica (como se a cabeça fosse blindada), que se sacrificam e entram em guerra para que nós cidadãos estejamos em paz, não tendo certeza se voltarão depois do turno para casa, meus sinceros agradecimentos e reconhecimento pelo que vocês representam a esta nação.

Aleksander Rezende Alves Campos é acadêmico de Direito e atua como estagiário na Promotoria Criminal e Jaciara

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| 22/03/2017, 00h:00 - Atualizado: 22/03/2017, 08h:14

Candidaturas femininas fictícias

lenine povoas artigo 400 texto e capa

Lenine Póvoas

Visando ampliar a participação feminina na política, a Lei nº 12.034/2009 determinou que 30% das candidaturas deveriam ser reservadas para elas. Por razões diversas, ante ao baixo número de mulheres que estavam dispostas a participarem das eleições, os partidos começaram a lançar “candidaturas fictícias”, isto é, faziam com que algumas mulheres aparecessem nas urnas sem que realmente fossem candidatas, tudo para não gerar qualquer impropriedade para a agremiação.

Várias pessoas se elegeram e, posteriormente, foi constatado que algumas das mulheres que “disputaram” o pleito no mesmo partido eram “laranjas”, sobretudo porque não tinham obtido um único voto e nem tampouco realizado qualquer ato de campanha, o que resultou na propositura de inúmeras ações objetivando a cassação dos eleitos por “fraude”.

O assunto é pra lá de espinhoso e ainda não foi abordado em sua plenitude pelo Tribunal Superior Eleitoral, contexto esse que impossibilita ter uma segurança jurídica acerca dos desdobramentos da matéria. Entretanto, é concebível tecer breves comentários.

O processo eleitoral envolve inúmeros preparativos. Antes da campanha iniciar há uma convenção, ato no qual são escolhidos aqueles que irão disputar a eleição. Se uma mulher tem o seu nome “aprovado”, assina os documentos correlacionados e, depois, não obtém nenhum voto no certame, é possível atestar que os candidatos que tenham sido eleitos pela mesma sigla possuem alguma responsabilidade nisso e devam ter os mandatos cassados? A resposta é negativa!

Os membros partidários nada têm a ver com fato de uma candidata não ter realizado atos de campanha. Após a convenção, certo ou errado, as candidaturas são praticamente individuais, o que significa dizer que as ações, em sua grande maioria, devem ser realizadas por cada uma das pretendentes.

Se houve fraude no quociente de candidaturas femininas é necessário constatar quem foi o arquiteto intelectual do ilícito, pessoa essa que será a única legitimidade a responder pelo ocorrido. Autorizar sanção à todos os dirigentes partidários e demais candidatos eleitos implicaria em responsabilidade objetiva (independentemente de terem contribuído para o evento), o que é demasiadamente temerário em matéria eleitoral e vedado em tema de inelegibilidade.

Caso a “fraude” fosse detectada durante as eleições seria plenamente possível a notificação do partido no sentido de determinar a alteração por uma candidatura feminina verdadeira ou a redução do número de candidatos do sexo masculino para adequação dos respectivos percentuais.

Entretanto, um dos fatores que permite descobrir uma campanha fictícia é o fato da candidata não ter obtido nem o próprio voto, o que só é possível notar após as eleições.

É extremamente difícil comprovar uma irregularidade dessa natureza numa campanha que, juridicamente, ainda não se iniciou. Tanto é verdade que os registros dessas candidatas recebem parecer favorável do promotor e, consequente, o juiz os deferem. Ambos não percebem a manobra. Da mesma forma, nada impede que os candidatos e os dirigentes do partido também tenham sido enganados.

Se realmente existiram “candidatas laranjas”, não é aceitável presumir a responsabilidade dos candidatos eleitos. Se o juiz e o promotor autorizaram as candidaturas porque foram induzidos ao erro, o que impede os demais candidatos do mesmo partido de também terem sido ludibriados? Nada!

Aliás, há processos de casos em que servidoras públicas se “candidataram” apenas e tão somente para se licenciarem de seus cargos e continuarem recebendo o salário no período em que se “dedicam” à atividade política. Tal qual como nas candidaturas fictícias, é fundamental averiguar quem realmente contribuiu para a alegada fraude: se as servidoras-candidatas ou se os dirigentes partidários, para, daí sim, responsabilizar àqueles que cometeram o ilícito. 

Outro caso semelhante ocorre quando algumas mulheres, e homens também, se lançam candidatos achando que vão receber dinheiro do partido, do candidato majoritário ou daqueles que possuem maior densidade eleitoral, e, após receberem negativa, literalmente abandonam a campanha, demonstrando que o objetivo não é eleitoral, mas financeiro, de modo que, ao fim, não contabilizam nenhum voto. Nesse caso, a vítima seria o partido e a sociedade, não sendo crível responsabilizar os dirigentes ou os eleitos.

É um atentado a soberania popular e a democracia permitir que o candidato eleito venha a ter o seu mandato cassado porque alguém - sabe-se lá quem - fraudou o quociente destinado às candidaturas do sexo feminino.

Lenine Póvoas é Advogado, Procurador Geral da Câmara de Cuiabá, Professor, Pós-Graduado em Direito Administrativo pela PUC/SP, em Direito Eleitoral e Improbidade Administrativa pela FESMP/MT e Pós-Graduando em Direito Processual Civil pela UFMT. Fundador da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP), comentarista da Rádio Capital FM (Cuiabá/MT) e escreve exclusivamente neste espaço toda quarta-feira. www.povoasdeabreu.adv.br --- lenine@povoasdeabreu.adv.br

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Comentários (2)

  • EDILSON MOTA SAMPAIO | Quarta-Feira, 22 de Março de 2017, 11h33
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    Procurador Geral da Câmara de Cuiabá, Professor, Pós-Graduado em Direito Administrativo pela PUC/SP, em Direito Eleitoral e Improbidade Administrativa pela FESMP/MT e Pós-Graduando em Direito Processual Civil pela UFMT. Fundador da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP), comentarista da Rádio Capital FM (Cuiabá/MT) e escreve exclusivamente neste espaço toda quarta-feira. www.povoasdeabreu.adv.br --- lenine@povoasdeabreu.adv.br. Com toda essa experiência devera ter mais cuidado com o que publica. O senhor acha que vai convencer quem com uma balela dessas, querer colocar a culpa nas pessoas que foram aliciadas para fazerem parte de uma fraude e não nos organizadores, é no mínimo inocente da vossa parte Dr. e ademais quem se beneficia de ilicitudes ´também tem que ser punido. O cidadão candidato colocou a Esposa, a irmã, a mãe, a secretaria do lar, todo mundo pra ser candidato, e ninguém viu nada, ninguém sabe de nada, faz favor. O que precisa nesse país e fazer cumprir a Lei, o dia que punirem de verdade quem comete frades dessa natureza a coisa vai começar a mudar, o que esperar de um político que já na campanha esta fazendo ou compactuado de atitudes fraudulentas. Sugiro que as Organizações feministas entre nessa briga, afinal dirigentes partidários e candidatos inescrupulosos continuam usando as mulheres.

  • RCoelho | Quarta-Feira, 22 de Março de 2017, 06h54
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    Parabéns pela matéria .

Rondonópolis | 21/03/2017, 14h:00 - Atualizado: 21/03/2017, 15h:46

Sou o único prefeito a pagar a RGA, diz Pátio sobre primeiros meses de gestão


De Rondonópolis

Fazendo o balanço de dois meses de gestão, o prefeito de Rondonópolis, Zé do Pátio (Solidariedade) elenca como seus melhores feitos o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) aos servidores municipais, o reenquadramento dos servidores da Educação no novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) criado pelo antecessor Percival Muniz (PPS), e o pagamento de dívidas da gestão passada.

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P�tio almo�o

 Zé do Pátio, que costuma fazer as refeições na prefeitira,  faz avaliação positiva do início da gestão

“Fui o único prefeito de Mato Grosso a pagar a RGA aos servidores”, diz Pátio, esquecendo-se que cidades pequenas como Pedra Preta e Guiratinga, na região Sul do Estado cumpriram com a obrigação constitucional da mesma forma.

O município pagou a RGA em fevereiro, retroativo a janeiro, data base dos servidores. A recomposição de 6,58% representou um aumento de R$ 658 mil na folha de pagamentos do município, que gira em torno de R$ 12 milhões.

Hoje, segundo o secretário municipal de Planejamento, Ronivalter de Souza, Rondonópolis está tranquila quanto a respeito à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) já que a folha representa 46% do orçamento, e na média histórica não tem ultrapassado 48%. O máximo permitido pela LRF é 51%.

O pagamento da RGA somente não foi feito para os secretários, vice-prefeito e prefeito, já que estes estão com os salários congelados.

Entre os feitos elencados pelo prefeito também  está o envio de um projeto de lei para a Câmara para parcelar uma dívida de aproximadamente R$ 2 milhões, referentes aos meses de novembro e dezembro, do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear), que é uma autarquia do município.

Outro ponto foi o pagamento em dia das rescisões contratuais dos servidores comissionados que haviam continuado na gestão e que foram nomeados por Percival e posteriormente exonerados por Pátio. “Estamos pagando em dia todas as rescisões dos servidores que o Percival deixou de sua gestão”, disse.

Pátio também destacou estar pagando fornecedores em dia. Porém há empresários prestadores de serviço ao município com dois meses sem receber. Assim como ocorre com os terceirizados da Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis (Coder) – empresa de economia-mista em que a Prefeitura é sócia majoritária - , que não receberam até hoje.

O prefeito afirmou que está promovendo o enxugamento da máquina pública, e que para isso, reduziu em 30% os valores dos imóveis alugados pela Prefeitura. Por outro lado, somente na Saúde, são mais de mil nomeados, para cerca de 400 servidores efetivos, há mais chefes, diretores e assessores, que servidores em geral.

A valorização dos servidores público foi outro ponto abordado por Pátio, no entanto, o prefeito enfrenta protestos de aprovados e classificados no último concurso público da Prefeitura. E, até agora, de 326 aprovados, convocou apenas 50.

Pátio, contudo, vê um ótimo início de gestão, com reavaliação de projetos de obras que estavam paradas como a do Parque das Mangueiras e do Parque do Escondidinho. “Vamos retomar em breve esses projetos”, reforça.

O mais importante, segundo Pátio, é que em breve a cidade será um verdadeiro canteiro de obras. Com 10 novas creches e várias obras de saneamento básico.

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Comentários (8)

  • Adriano | Quarta-Feira, 22 de Março de 2017, 11h29
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    Maravilha, já pode ser Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos. Agora, para ser Prefeito tem que melhorar a saúde, a educação, infraestrutura, etc, e, não apenas pagar reajuste de funcionário público com o dinheiro do contribuinte.

  • JJ | Quarta-Feira, 22 de Março de 2017, 10h43
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    Aqui em Sorriso o Sindicato municipal está com dois advogados de Cuiabá e até agora só estão de balela, estamos de olho, esses sindicalistas ou começam a tomar atitudes mais contundentes ou muitos passarão a não confiar mais na força sindical, chega de sermos ludibriados e manipulados, acordemos para uma nova realidade política a nível nacional, e estadual.

  • Ilza | Quarta-Feira, 22 de Março de 2017, 08h57
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    Não está fazendo nada além da sua obrigação. A prepotência lhe faz imaginar que é o único gestor do Estado que está concedendo o RGA.

  • Valderson Pinto | Terça-Feira, 21 de Março de 2017, 20h25
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    Pagar o RGA em prefeituras de municípios pequenos como Pedra Preta e Guiratinga é fácil...Num município como Rondonópolis a coisa pega... Parabéns ao prefeito Zé do Pátio

  • deovaldo | Terça-Feira, 21 de Março de 2017, 18h39
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    E o povo continua a se iludir por políticos que pagam o que querem e assim o mesmo se torna um DEUS... Hipócritas, votaram no nosso governador por ser integro e era o melhor para o Estado e agora o crucificam, o povo gosta de quem não presta...(ponto)

  • Gustavo Henrique | Terça-Feira, 21 de Março de 2017, 18h06
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    este e o pior prefeito fraco incompetente e acaba com td Rondopolis entra no caus total a dengue ja esta assolando aguas falta em tda cidade semafaros nao funciona td errado e a populaçao começa entra em panico.

  • JEFERSON MATOS | Terça-Feira, 21 de Março de 2017, 16h38
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    Tomara que Taques tenha o coração tocado por deus (finalmente, tocado) e faça o mesmo.GOVERNADOR PAGUE NOSSO RGA!!!

  • Paulo Souza | Terça-Feira, 21 de Março de 2017, 15h55
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    Paulo Souza, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

Repercussão | 21/03/2017, 12h:46 - Atualizado: 22/03/2017, 09h:11

Senador defende operação Carne Fraca, mas sugere treinamento a agentes da PF


O agente licenciado da Polícia Rodoviária Federal (PRF), senador José Medeiros (PSD), saiu em defesa da Polícia Federal, alvo de críticas pela forma como realizou a Operação Carne Fraca, inclusive por parte do senador Cidinho Santos (PR), que chamou o delegado de irresponsável.

Segundo Medeiros, agentes são seres humanos e suscetíveis a erros. “Tem uns que demonizam a PF, frigoríficos e surge a guerra de mercados. Houve acertos e erros de parte a parte. Natural que uma instituição possa ter alguém que faça análise a respeito de como serão divulgados os fatos”, pondera Medeiros durante a sessão de ontem (20), no Senado.

Por 22 anos que atuou na PRF, o parlamentar lembra que o agente é pai de família, irmão, mãe e cidadão como qualquer outro. Entretanto, se difere por trabalhar com valores inestimáveis e que são impossíveis de medi-los. “Valores como honra, moral e por vezes demoram a ser construídos e segundos para serem destruídos”, sustenta.

Nesse sentido, Medeiros disse que não sobe à Tribuna para fazer críticas, mas, sim, reflexões. “Quem vai ser punido não é quem está por cima, mas sim o pecuarista que tem suas vacas e precisa vendê-las para sobreviver. (O preço) da Carne vai lá para baixo, e o que ele fez não dará para pagar o capim que a vaca comeu”, salienta.

Rdnews

Jos� Medeiros

 Senador José Medeiros durante uma das entrevistas concedidas na sede do Rdnews há alguns dias

Para o senador, a polícia pode realizar uma operação com todo rigor, mas é preciso cuidar da atuação, uma vez que não é um trabalho comum. O posicionamento, no entanto, segundo o parlamentar, não isenta os que foram presos na Carne Fraca. “Erro vem de muito longe, quando decidiram colocar todos os ovos numa cesta só, plantas frigoríficas de Mato Grosso e Goiás foram quase todas fechadas, aí fica parecendo lavoura clonada, quando dá larva no pé de planta derruba todo o sistema. Estamos como presa debilitada, todos vão usar esse fato para explorar nossa fraqueza”, ressalta.

Por fim, Medeiros sugere à Polícia Federal que faça media training para as pessoas que conduzem as entrevistas. “Fica de lição. Poderia ser feito da mesma forma punindo os responsáveis, mas sem trazer prejuízo internacional ao país. Fica aqui esse alerta como diz a carne é fraca e holofotes fazem com quem muitos falem mais do que deveriam."

Ministro

Outro que considerou excesso foi o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi (PP). O progressista considerou pirotecnia e exageros as narrativas da PF acerca da operação. Diz que em nenhum momento, por exemplo, houve o diálogo entre as pessoas interceptadas que colocaria papelão na carne moída, mas sim como embalagem.

Operação

A Operação Carne Fraca, deflagrada na última sexta (17), apura o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) em um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos. Foram cumpridos 309 mandados judiciais em seis estados e no Distrito Federal. Ao todo, 33 fiscais foram afastados e 3 frigoríficos interditados dos 21 que são investigados pela PF.

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Comentários (3)

  • Benedita da Silva | Terça-Feira, 21 de Março de 2017, 18h35
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    Mas senador, o ministro Blairo Maggi estava prospectando terceirizar a vigilancia sanitaria, tirando-lhe o poder de policia. A conexão com as carnes podres se fez por acaso, mas o que o senhor acha do cartel JBS que de acordo com a midia, detonou os frigorificos regionais? Assista o video da Joice Halsemann sobre o assunto . O ministro Blairo Maggi tem que se preocupar com a Operação Satélite!

  • bauxi | Terça-Feira, 21 de Março de 2017, 15h40
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    esse senador já que fazer seu treinamento porque já ta cabando o seu mandato, e agora não tem mais zeca viana e piveta para falsificar ata, vai ter que voltar para a farda.

  • joao | Terça-Feira, 21 de Março de 2017, 13h19
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    Pelo que estou vendo e entendendo, parece que estão fabricando carnes em laboratório.

serra são vicente | 21/03/2017, 09h:28 - Atualizado: 22/03/2017, 09h:28

Imagens mostram invasão de águas da chuva em hotel fazenda em MT veja vídeo


Imagens registradas por populares mostram invasão da água da forte chuva que caiu, nesta segunda (20), na Baixada Cuiabana, nas piscinas naturais do hotel fazenda Mato Grosso, na Serra de São Vicente. O vídeo circula nas redes sociais via WhatsApp e chama a atenção pela forte correnteza que se formou, juntando pelo menos duas piscinas, e as transformando numa verdadeira corredeira.

Às 16h45 - Administração do hotel mostra vídeo com piscinas limpas

Conforme a administração do Hotel Fazenda Mato Grosso Águas Quentes, o incidente ocorreu no domingo (19), devido a forte chuva na região, mas na segunda as piscinas já foram limpas e estão liberadas para uso. "Está tudo organizado. Contra a força da natureza ninguém pode. O que pode fazer é limpar. É deixar pronta para quem quiser tomar um banho de água quente", diz o funcionário que registrou as imagens. Abaixo, o vídeo.

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| 21/03/2017, 00h:00 - Atualizado: 20/03/2017, 21h:49

Intervenção crítica

Olga_200_fora

Olga Lustosa

É necessário controlar a situação de apavoramento desencadeada pela repercussão negativa que a operação “Carne Fraca” trouxe ao mercado tanto no cenário interno quanto externo. O assunto chegou lá fora generalizado e desestabilizou um setor responsável por boa parte das exportações brasileiras.

Tive acesso aos e-mails trocados entre um exportador brasileiro e o comprador asiático e este definitivamente incomodado e desconfiado pede tempo para acompanhar o desfecho da operação, antes de fechar um negócio, anteriormente considerado consolidado.

Consignamos que não se pode abrir mão das instituições de controle e de investigação para o reconhecimento do Brasil como um país sério e competitivo e os exageros, de qualquer parte e a criminalização genérica do agronegócio são atitudes que não contribuem para o desenvolvimento do Brasil.

O perigo é que quanto menos entendemos um assunto, mais precipitadamente julgamos os fatos e, nesse contexto, vários jornais do mundo já antecipam a condenação de todas as empresas citadas na investigação. 

A operação deflagrada pela Polícia Federal foi gigantesca em todos os aspectos: as investigações duraram cerca de 2 anos, a Polícia Federal utilizou 1,1mil homens,  praticamente 1 agente para investigar cada 2 fiscais; considerando que todos os fiscais do ministério da Agricultura estivessem sob investigação. Gravaram fiscais e donos de frigoríficos tramando a adulteração dos produtos e a liberação dos mesmos para a mesa do consumidor nacional e estrangeiro. A situação preocupa!

A operação traz no rastro danos que seguem atrelados aos fatos: pode haver desemprego consistente no setor elevará tempo para a recuperação da credibilidade diante dos consumidores que sentem-se enganados; dos compradores, o que exigirá investimento extra em produção de mídia, seminários e visitas técnicas de especialistas estrangeiros desconfiados, que checarão as providencias tomadas, da eficiência ao endurecimento nas regras de vigilância.

De tudo posto, não podemos ceder as tentativas de generalizações. As peças podres existem sobretudo nas estruturas gigantes e tanto os empresários quanto agentes públicos corruptos devem ser extirpados do sistema para manter a cadeia da carne funcionando; fábricas flagradas com produtos vencidos ou adulterados e recolocados no mercado devem ser lacradas; os fiscais devem ser sumariamente afastados e demitidos.  

Sem perder o foco de que o elemento básico que influencia a moralidade do homem é a honestidade, o momento é de dar transparência aos resultados da investigação, de colaborar para a elucidação dos pontos obscuros das denúncias e trabalhar incessantemente para combater a corrupção, com intervenção crítica nos setores denunciados edesconstruir a máxima de que todas as empresas e pessoas investigadas são inevitavelmente culpadas.

O Brasil é o maior produtor de carne bovina do mundo, exporta para 170 países, tem quase cinco mil plantas frigoríficas, das quais 21 estão denunciadas. Mato Grosso não teve nenhuma planta ou fiscal denunciados, mas certamente sofrerá as consequências diante do recuo das exportações, fato já anunciado por vários governos.

Olga Borges Lustosa é socióloga, cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olgaborgeslustosa@gmail.com e www.olgalustosa.com

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Comentários (4)

  • Lucelio Costa | Terça-Feira, 21 de Março de 2017, 17h32
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    Com as devidas vênias, há que separar as laranjas podres, mas também não esqueçamos que onde têm fumaça, têm fogo! O que se coloca em dúvidas é o fato de a PF, estar investigando o caso em tela por dois anos, o que podemos prever que em todo esse tempo, muita carne adulterada foi consumida, muitas propinas foram pagas ao longo do desse período! Esperamos sim, que separem o joio do trigo e que seja devidamente esclarecido ao povo brasileiro e aos estrangeiros, como e quem são os responsáveis diretos por todo esse descalabro que or contamina o mercado e possilvemente a saúde dos consumidores em todos o mundo!

  • Ilze | Terça-Feira, 21 de Março de 2017, 14h02
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    Eu acho que hoje nos meus 65 anos de vida,eu já estou até imunizada de tanta porcaria que ingeri nos alimentos, água, remédios e outros bens de consumo de primeira necessidade, aqui neste país campeão na prática de fraudes. O agrotóxico está aí faz muito tempo nos alimentos, na água e sobretudo no ar , já que os aviões agrícolas borrifam toneladas sobre as lavouras (dizem as más línguas que inclusive herbicidas proibidos que chegam aqui via contrabando) muitas destas bem próximas ao perímetro urbano das cidades onde essas plantações estão localizadas. Essa da carne é só mais uma. Mas quem está a frente de toda essa cadeia de produção, que não os senhores(as) barões e baronesas do agronegócio, a maioria deles com forte representação nos poderes executivo e legislativo? Entonces, né, né, né... Agora, essa PF brasileira no meu conceito é, : ;/%' !¨(=+ @"%#&¨*+´./...que trocada por merda ninguém não herda e trocada por bosta não tem resposta. Nunca esqueci do fiasco que fizeram aqui na minha residencia em janeiro de 2003, "achando" que estavam invadindo a casa de uma pessoa que morava na vizinhança, demonstrando claramente que não planejaram essa ação com base numa investigação ou algo que o valha, o que a tornou desastrosa.Fizeram tudo na base do achismo e dedução, o que induziu ao erro o juiz federal que autorizou a invasão, expedindo o mandado que eles chamam busca e apreensão. Se eles tivessem feito a investigação de forma competente eles haveriam de ter verificado que a pessoa alvo da operação por quem procurava jamais havia entrado aqui na minha residencia. Desde então, posso até estar equivocada, tenho sérias dúvidas da competência dessas ações da PF que mais me parecem balizadas em motivação política e se apresentam com muita pirotecnia para aparecerem espetaculosas na grande mídia corporativa.

  • Carlos Nunes | Terça-Feira, 21 de Março de 2017, 10h18
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    Carne fraca? Carne vencida com salmonella junto, uai. Ai, um gênio diz: é normal colocar cabeça de porco na salsicha e na lingüiça cabalabreza...puxa vida! então tinha que ser baratinha, pois pagamos pelo preço de carne de primeira, e é só cabeça de porco. A grande pergunta é: a quanto tempo isso está acontecendo no Brasil? Alguém sabe? E se for durante anos, e a PF só ficou sabendo há dois anos? Quer dizer que aquela dor de barriga, aquela diarreia, que o povo brasileiro teve; e ao procurar o Posto de Saúde, o médico disse: deve ser alguma coisa que comeu; pode ser de carne vencida com salmonella? E se colocaram tarja que ainda ia vencer, na carne que já estava vencida faz dias? Algum Órgão idôneo do país, tem que colocar o dedão nessa carne podre, para ver onde a maracutaia começa, e onde termina.

  • alexandre | Terça-Feira, 21 de Março de 2017, 09h58
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    e defensora do agronegócio...

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