Cuiabá, 26 de Novembro de 2014
  • Camila Cecílio

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  • Camila Cervantes

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  • Valérya Próspero

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Rumo à Copa de 2014 | 16/02/2011, 18h:47 - Atualizado: 17/02/2011, 07h:06

Número de habitantes tira Cuiabá do PAC Mobilidade das Grandes Cidades

Número de habitantes tira Cuiabá do PAC Mobilidade Grandes Cidades


   O governo federal lançou nesta quarta (16) o PAC Mobilidade Grandes Cidades para melhorar a infraestrutura do transporte público nas grandes cidades brasileiras. Serão investidos R$ 18 bilhões e espera-se beneficiar diretamente 39% da população do país que vive em suas regiões metropolitanas. Dentre as 12 cidades-sede da Copa do Mundo, Cuiabá foi a única que não foi contemplada em nenhum dos três grupos previstos no programa.

   O motivo, conforme informou ao RDNews o ministro das Cidades, Mario Negromonte, é o número de habitantes da Capital mato-grossense, que não corresponde a um dos critérios para inclusão nos grupos. Para ser incluída, Cuiabá teria que abrigar uma população igual ou superior a 700 mil pessoas. De acordo com o Censo 2010, ela tem 551 mil. Já Campo Grande, com 787 mil, entrou no programa.

   Perguntado, por meio de sua assessoria, sobre o fato de Cuiabá e Várzea Grande comporem uma população superior a 700 mil, ele explicou que o critério para região metropolitana é acima de 3 milhões de habitantes. É o caso de Vitória, do Espírito Santo, que também ficou de fora e cuja região metropolitana, que inclui Vila Vela e outros, não alcança o número de habitantes previsto no grupo MOB 2. Além de Cuiabá e Vitória, ficaram de fora as seguintes capitais: Aracaju, Florianópolis, Rio Branco, Porto Velho, Macapá, Boa Vista e Palmas.

   O PAC Mobilidade Grandes Cidades vai beneficiar 24 municípios divididos nos seguintes grupos:

   MOB 1: Esse grupo é formado por Capitais de regiões metropolitanas com mais de três milhões de habitantes e corresponde a 31% da população brasileira. As nove cidades desse grupo são: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Recife, Fortaleza, Salvador e Curitiba.

   MOB 2: inclui municípios com população entre um e três milhões de habitantes e corresponde a 4% da população do país. Nesse grupo estão seis cidades: Manaus, Belém, Goiânia, Guarulhos, Campinas, e São Luís.

   MOB 3: é voltado para cidades de 700 mil a um milhão de habitantes e também corresponde a 4% da população brasileira. Fazem parte, os seguintes municípios: Maceió, Teresina. Natal, Campo Grande, João Pessoa, São Gonçalo, Duque de Caxias, Nova Iguaçu e São Bernardo do Campo.

   O PAC Mobilidade Grandes Cidades vai financiar projetos das prefeituras elencadas que possam trazer melhor funcionamento do transporte urbano, entre os quais: corredores de ônibus exclusivos e de Veículos Leves sobre Pneus (VLP/BRT), e também sistemas sobre trilhos, como trens urbanos, metrôs e Veículos Leves sobre Trilhos (VLT). Também serão selecionados projetos para aquisição de equipamentos voltados para integração, controle e modernização dos sistemas.

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Comentários (1)

  • José da Rocha Filho | Quinta-Feira, 17 de Fevereiro de 2011, 09h07
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    Ouvi uma emissora dizer que Cuiabá ficou fora por iniciativa pessoal da presidente Dilma. Essa emissora pertence àquele grupo que tomou conta de Mato Grosso durante o tucanato. Vamos deixar de mentiras, gente! Nem todo mundo é desinformado e vai engolindo tudo que vocês falam, escrevem ou mostram.

| 26/11/2014, 07h:48 - Atualizado: 7min atrás

Para entender o resultado (IV)

vinicius_artigo_quarta

Vinicius de Carvalho

Finalizo a série de artigos com uma análise dos resultados da eleição presidencial. Uma outra evidência de que o eleitorado no Brasil está organizado muito mais no eixo situação-oposição do que entre PT e PSDB foi o resultado da eleição nas capitais de Estado e cidades menores. Se considerarmos os votos apurados apenas nas capitais, Aécio Neves teria ganho a eleição com 13,46 milhões contra 11,57 milhões de Dilma (53,77% x 46,22%). Aécio ganhou em 15 capitais, sendo 12 nos Estados em que foi vitorioso e mais 3 naqueles ganhos por Dilma Rousseff (Belo Horizonte-MG, Belém-PA e Palmas-TO). Isto demonstra que o perfil oposicionista do eleitor das capitais se manifestou novamente.

Vale lembrar que esta tendência contestadora das capitais e grandes cidadesfoi tão importante na história que o regime civil-militar (1964-1985) institui eleições indiretas para o prefeito destes municípios e outros considerados de “segurança nacional”. Eles conheciam o papel exercido pelas capitais e cidades situadas em regiões metropolitanas no questionamento dos governos estaduais e federal. Além do mais, elas foram campo fértil de todos os grandes partidos oposicionistas, como o MDB/PMDB, PSDB e o próprio PT nas décadas de 1980 e 1990. 

Como prova disto basta observarmos que entre as eleições presidenciais de 1989 e 1998 Lula sempre obteve melhor votação nas capitais do que fora delas. A região do ABC em São Paulo expressa bem isto. Em 1989 Lula venceu Collor no berço do PT com 55% a 39% dos votos totais. Agora em 2014 Aécio Neves venceu Dilma na região já no primeiro turno e confirmou a vantagem no segundo, ganhando inclusive em São Bernardo do Campo (55,89%) e Santo André (63%) e Santos 69%). Seráque estas cidades deixaram de ser petistas e passaram a ser tucanas? Não. Elas mantiveram-se na oposição, que nesta eleição era capitaneada pelo candidato do PSDB.  

Podemos observar também que conforme aumentava a população do município melhorava o desempenho de Aécio Neves. Naqueles com mais de 500 mil habitantes ele obteve êxito, abrindo mais de 2 milhões de votos de vantagem sobre Dilma. Esta margem cai para pouco mais de um milhão naqueles entre 200 mil e 500 mil habitantes, desce para cerca de 190.000 votos na faixa entre 100 e 200 mil e se inverte naqueles com menos de 100 mil habitantes. Nos municípios com menos de 50 mil habitantes Dilma abriu uma frente de quase 6 milhões, anulando a dianteira de Aécio nas outras faixas populacionais. 

É curioso analisar como as situações se invertem ao longo do tempo, demonstrado que uma grande parte do eleitorado alterna-se entre os partidos e seus candidatos conforme a dinâmica situação-oposição.  Lula e o PT obtiveram melhor votação em 1989 nas capitais e regiões metropolitanas e perderam para Collor no chamado “Brasil profundo”. Baseado nisto o partido foi acusado de não conhecer a realidade dos pequenos e médios municípios do Brasil e estar muito ligado aos movimentos sociais e àquela “massa crítica” típica dos grandes centros, como estudantes, jornalistas, professores, bancários, etc. Diante disto, Lula passou a percorrer o país a partir de 1990 na “Caravana da Cidadania”, cujo objetivo era manter contato com a realidade dos rincões brasileiros, compreender melhor seu eleitor e preparar uma mensagem do partido para ele. 

Talvez seja a hora do PSDB preparar movimento semelhante, visando conviver mais de perto com este eleitor que já votou em Fernando Henrique nas eleições de 1994 e 1998 e foi perdido para o PT.

Vinicius de Carvalho Araújo é gestor governamental do Estado, mestre em História Política, professor universitário e escreve neste Blog toda quarta - vcaraujo@terra.com.br www.professorviniciusaraujo.blogspot.com

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| 25/11/2014, 17h:47 - Atualizado: 25/11/2014, 17h:53

Taques se assusta com tantos "ralos", pede devassa geral, inclusive sobre incentivos

Mesmo se tratando de um ex-procurador da República, acostumado a fiscalizar e a liderar investigações contra figurões, Pedro Taques, prestes a assumir a cadeira de governador, demonstra preocupação e está um tanto assustado com as informações repassadas a ele pela equipe de transição. Levantamentos apontam descoberta  de dinheiro público correndo pelos ralos da corrupção dentro da estrutura da máquina estadual. Disposto a estancar isso, o governador eleito decidiu que fará revisão em todos os contratos do Estado. Quer fazer um pente-fino em tudo.

Taques já avisou a Seneri Paludo, futuro secretário de Desenvolvimento Econômico, que é preciso fazer uma devassa nos processos de incentivos fiscais. Orienta checagem para saber se alguns setores não estão sendo privilegiados nos benefícios em detrimento de outros. E se as empresas e indústrias estão cumprindo metas, entre elas a de geração de empregos. Defende regras claras. 

Cada setor da administração pública, seja secretaria, empresa ou órgão, passará por “transformação”. É por isso que Taques pediu ao menos 100 dias de prazo para ter o retrato completo da realidade do Estado e  com uma equipe composta de técnicos dispostos a levar a sério a promessa do pedetista de “destampar a panela da corrupção”.

Gilberto Leite/Rdnews

pedro taques 25-11

Governador eleito Pedro Taques (à dir.) com Zeca Viana e Otaviano Pivetta, após reunião nesta terça

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TCE, ONTEM E HOJE | 25/11/2014, 09h:09 - Atualizado: 25/11/2014, 10h:29

Prestes a entrar como conselheiro, Fabris é cria de Júlio Campos, de quem foi assessor


gilmar fabris

Gilmar Fabris, com atuação mais política do que técnica, vai ocupar cadeira de conselheiro do TCE-MT

Gilmar Fabris começou a militância política na década de 1970 como assessor parlamentar do deputado federal Júlio Campos, a quem chama até hoje de “grande líder”. Ambos construíram uma forte relação de amizade. E foi com apoio dos irmãos Júlio e Jayme Campos que Gilmar chegou à presidência da Assembleia (95/97). Curiosamente, seis anos depois de Júlio Campos deixar o Pleno do TCE, vê a chance do seu “afilhado” político integrar o quadro de conselheiro.

Hoje com 55 anos, Fabris deve mesmo ser nomeado para o cargo vitalício com prerrogativa de desembargador no lugar de Humberto Bosaipo. Numa inversão de papeis, vai julgar conta de muitos gestores que julgaram-no em outros momentos, inclusive membros do Ministério Público.

Gilmar é polêmico, uma figura política emblemática. É daqueles que não possuem papas na língua. Fala o que pensa e costuma usar o jargão segundo o qual “em política é preciso agir com companheirismo e lealdade”. E são essas condições que ele cobra agora dos colegas deputados para ver o seu nome aprovado em sabatina que deve ocorrer nesta quarta na Assembleia.

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Comentários (5)

  • JULIANO MAIA DA SILVEIRA | Terça-Feira, 25 de Novembro de 2014, 17h14
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    E NO MEIO DO CAMINHO DO FÁBRIS PARA O TCE, TINHA UMA PEDRA, TINHA UMA PEDRA NO MEIO DO CAMINHO, NO MEIO DO CAMINHO TINHA UMA PEDRA...........ESSA PEDRA SE CHAMA MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO....

  • Pedro Luis | Terça-Feira, 25 de Novembro de 2014, 13h29
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    Pedro Luis, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • octavio augusto regis de oliveira | Terça-Feira, 25 de Novembro de 2014, 10h14
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    parabens gilmar voce foi assessor de um dos maiores politicos que mt conhece pelos serviços prestados ao estado e ao povo de vg em relaçao ao tc voce deve ser nomeado imediatamente porque ninguem pode prejulgar ninguem e voce carrega consigo o lema LEALDADE E AMIGO DOS AMIGOS governador nao de ouvidos a quem quer desestabiliza-lo CANETA NO PAPEL ASSINE A NOMEAÇAO pois quando o senhor sair dai e que o senhor vai ver quem e quem

  • octavio augusto regis de oliveira | Terça-Feira, 25 de Novembro de 2014, 09h58
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    octavio augusto regis de oliveira, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • octavio augusto regis de oliveira | Terça-Feira, 25 de Novembro de 2014, 09h45
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    octavio augusto regis de oliveira, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 25/11/2014, 00h:00 - Atualizado: 24/11/2014, 16h:35

Sem falsas premissas

olga_artigo_domingo

Olga Lustosa

Em um momento ou outro tenho hábito de questionar quem eu sou, o que tenho feito e se estou fazendo o que deixa-me feliz, se estou aprendendo as lições valiosas que as experiências proporcionam, mais do que as doutrinas que estudo. Em verdade quero estar confortável no mundo que vivo, sabendo interpretar os sinais que conectam o mundo interior ao exterior.

Não pretendo viver segundo uma pretensa objetividade e neutralidade. Talvez, ao me formar no próximo semestre, eu me dê conta de que não serei uma boa socióloga e antropóloga, porque não perderei a mania de olhar carinhosamente para o outro. Não perderei a postura reflexiva e culpada diante de certas realidades, não perderei minha imaginação em detrimento da teoria culta que estudo. Sou e serei sempre acessível à compreensão do cotidiano, através de debates públicos, da proteção ao mais fraco, da libertação das amarras morais e do reconhecimento que precisamos avançar muito para transformar as ansiedades em projetos de defesa dos ideais de justiça social e de solidariedade, para que a maioria das atividades rotineiras dos governos possam ser voltadas para as necessidades de bem-estar das pessoas.

A essência da vida, o real, as contradições que envolvem os diálogos, as disparidades produzidas pela desigualdade são partes do complexo mundo que estou aprendendo a interpretar, compreender e deixar-me inspirar. Não tão fácil aos 50 anos, quanto seria aos 30, debruçar sobre um conjunto interminável de produção intelectual nacional e estrangeira e tirar daí a substancia para alargar  a perspectiva  política e crítica, para conciliar temas controversos que me provocam com questões práticas, como minha paixão pela política e meu envolvimento com as comunidades que estudo. Enfim, a Sociologia, Antropologia e a Ciência Política me levaram a mergulhar fundo nas condições de existência de um universo que eu não desconhecia, muito pelo contrário, sempre permearam meu mundo:  o índio, o negro, o migrante, o político, os empregados, a elite, as fronteiras, os movimentos sociais. Porém na academia aprende-se a desmascarar os mitos, descortinar as verdades e reconstruir as histórias.

Milan Kundera, no livro, Imortalidade fala do desejo das pessoas de permanecer na memória coletiva depois de desaparecer do mundo terreno, diz que emitimos opiniões, exercemos atividades militantes para sermos notados, para termos nossa imagem fixada na memória dos outros. Porém, só o talento e a inteligência são atributos merecedores da imortalidade. E se, a imortalidade sem talento, conseguida à custa da desvalorização do talento do outro, torna-se ridícula e fútil, não podemos nos abandonar a uma imortalidade vazia de sentido, ou a uma realidade que nos obrigue ao conformismo.

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olga@terra.com.br 

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| 24/11/2014, 19h:34 - Atualizado: 24/11/2014, 19h:55

Estado não investe em hospital, rescinde contrato e deixa obra alagada para Taques


hospital julio muller2

Sem trabalho de drenagem, obra do hospital universitário Júlio Muller, com 9% construída, é alegada

A nova administração, sob Pedro Taques e que passa a comandar o Estado a partir de 1º de janeiro, se compromete a terminar a obra do hospital universitário  Júlio Muller, mas recomeçando praticamente do zero. Após dois anos da assinatura do convênio, em que o governo federal, por meio da UFMT, liberou metade dos R$ 120 milhões exigidos para a obra e com 9% do projeto executado, o governador Silval Barbosa, que não creditou no projeto os 50% do valor total que prometeu, decidiu rescindir unilateralmente o contrato. Alega incapacidade técnica do consórcio Normandia-Phoenix Edene, que tinha sido o único concorrente no processo licitatório.

O empresário e prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta, coordenador-geral da equipe de transição, se mostra indignado com essa situação. Agora, o Estado buscará um Termo de Ajustamento de Conduta junto aos órgãos fiscalizadores e à Justiça, para, em novo processo licitatório, buscar empresa idônea e com histórico de obras para poder assumir o projeto do Júlio Muller, que terá 55 mil m2 de área construída e com 320 leitos. Está localizado no km 12 da rodovia Palmiro Paes de Barros, a MT-040, que liga Cuiabá a Santo Antonio do Leverger. A área total chega a 147 ha e, além da unidade hospitalar, sediará o Campus II da UFMT.

hospital julio muller1

Obra do Júlio Muller está orçada em R$ 120 milhões; Estado, que rescindiu contrato, não descumpriu cronograma de liberar metade do valor do convênio, enquanto a União, via UFMT, liberou os recursos

Registro fotográfico mostra que, em março deste ano, a construção ficou praticamente alagada, prova de que foi iniciada apenas com projeto básico, sem o executivo. O consórcio responsável fez a fundação e estrutura de concreto numa área alagada. Não se preocupou, sequer, com a drenagem. Conforme o acordo fechado com a União, o Estado deveria entrar com cerca de R$ 60 milhões. O governo federal cumpriu a sua parte, fazendo o depósito e, o estadual, não.

Pivetta considera estranho que a coordenação do projeto estar com a secretaria estadual das Cidades, então gerida pelo vice-governador Chico Daltro, quando poderia ter como responsável a pasta de Saúde. Lembra que o candidato derrotado ao governo, petista Lúdio Cabral, apareceu na TV tentando tirar proveito eleitoral de uma obra mal feita e que se transformou em mais um esqueleto mal começado e pepino para a próxima administração. “Esse é mais um presente de grego que o novo governo vai receber”, reclama Otaviano Pivetta.

hospital julio muller3

Novo governo, sob Pedro Taques, fará TAC para abrir nova licitação e terminar a obra do Júlio Muller

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Opinião | 24/11/2014, 13h:00 - Atualizado: 25/11/2014, 09h:18

Agora é a sua vez, Pedro Taques

Reprodução

Domingos Sávio promotor meio ambiente.jpg

 Promotor de Justiça Domingos Sávio 

Os dezessete anos de trabalho à frente da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente de Cuiabá, me permitem dizer, com absoluta segurança, que somente teremos êxito em alcançar o desejado "desenvolvimento sustentável" se conseguirmos construir consensos sociais em torno da temática ambiental.

Para isso, é preciso, inicialmente, que a defesa do meio ambiente e o crescimento econômico sejam vistos como lados de uma mesma moeda. Deve-se ter em mente, afinal, que ambos têm como objetivo garantir a todos qualidade de vida e  bem estar.  Partindo-se, pois, dessa premissa é imperioso ver naquele que, aparentemente, sustenta opinião antagônica no debate acerca da defesa ambiental e do desenvolvimento econômico,  alguém que pode e deve estar na mesma trincheira, do mesmo lado,  numa parceria de construção.  Assim,  é preciso que nas discussões  a serem travadas para a definição das políticas públicas voltadas para o Meio Ambiente,  se desarmem os espíritos, que as pedras sejam colocadas  de lado, que se esteja pronto para ouvir e transigir, quando necessário, enfim, que se busque, verdadeiramente, pontos de consenso para seguir em frente.

Também aprendi, ao longo dos anos, que a gestão ambiental exercida pelo Poder Público não pode se limitar ao uso de instrumentos de comando e controle que, como se sabe, se baseiam em normas legais ou administrativas (fiscalização, monitoramento, licenciamento, etc.). Afinal,  como nos ensinou Drummond, "as leis não bastam. Os lírios não nascem da lei".  É imprescindível que também se utilize de instrumentos econômicos (pagamento por serviços ambientais, estímulos e isenções fiscais) a fim de garantir boas práticas ambientais,  assim como instrumentos de persuasão (educação e informação ambiental) que contribuem, sobremaneira, para a formação de uma consciência ecológica. Com efeito, é preciso remunerar aqueles que, em nome do bem comum e, muitas vezes, com sacrifícios econômicos, contribuem para com a preservação ambiental. De igual modo, mostra-se fundamental que o Poder Público auxilie na formação de cidadãos  capazes de compreender a importância do uso racional dos recursos ambientais e que se dediquem à luta pela sustentabilidade.

Com o passar dos anos, aprendi, também,  que jamais será possível exigir que as atividades e empreendimentos que causam impactos ambientais se regularizem,  caso  o Poder Público não seja capaz de atender, com presteza e eficiência, as demandas que lhe são apresentadas. Nenhum empreendedor que queira  operar legalmente  haverá de esperar, indefinidamente, a resposta do órgão ambiental, submetendo-se, desse modo,  a enormes prejuízos financeiros. Ademais, é sabido que a letargia do Poder Público acaba por fomentar a clandestinidade que, por sua vez, representa, quase sempre, o primeiro passo para a degradação do ambiente.

Aliás, para se garantir uma gestão ambiental mais ampla e eficiente é fundamental que os municípios assumam suas responsabilidades, enquanto integrantes do Sistema Nacional de Meio Ambiente, devendo contar, para isso, com o imprescindível apoio do Estado.  Com o mesmo objetivo,  o órgão ambiental estadual precisa ser descentralizado, estruturando seus escritórios regionais de modo a possibilitar que eles atendam, prontamente,  as demandas de suas regiões, desafogando a administração central e facilitando a vida dos administrados.

A propósito,  é preciso que tenhamos um órgão ambiental estadual que prime pela técnica, que não esteja "aparelhado" politicamente,  e que não seja visto por ninguém como um multiplicador de dificuldades e vendedor de facilidades.

Enfim, com esses e outros tantos aprendizados obtidos ao longo dos últimos anos, cresce a minha expectativa em relação ao modelo de gestão ambiental a ser adotado pelo próximo governo. Certamente, em poucos dias, com o anúncio do nome que haverá de comandar a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, todos poderemos ter uma noção do porvir.

Que Deus ilumine o amigo Pedro Taques! 

Domingos Sávio de Barros Arruda é promotor de Justiça de Defesa do Meio Ambiente. E-mail: d.savio@terra.com.br

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Comentários (7)

  • thiago marcellus aquino | Terça-Feira, 25 de Novembro de 2014, 11h41
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    Dr. Domingos Sávio, oportuna a sua opinião. Permita acrescentar mais alguns aspectos para a melhoria das atividades dentro da SEMA. 1. Condições mínimas de trabalho. Hoje o Analista Ambiental desempenha dois papéis no desempenho de suas funções em campo; o de Motorista e o de Analista, correndo RISCO DE VIDA, pois além da maioria não ter experiência em estrada, os veículos na sua maioria estão com manutenção precária.Pode? 2. Transparência. Há necessidade das ações da SEMA seja transparente efetivamente, para voltar a ter credibilidade da Sociedade, após mais de uma década de escândalos. Consultoria Independente. Se faz necessário urgentemente uma consultoria Externa e Independente, com o objetivo de fazer um trabalho imparcial de reestruturação dentro da SEMA. Sem intromissão de Governo e Sindicato, normatizando as atividades da Sema e dando segurança jurídica aos seus servidores. 3. Mudar radicalmente a política de valorização do servidor da SEMA hoje. Há muito o que mudar.Por exemplo: Hoje o SERVIDOR DOUTOR, tem o MESMO PESO na hora da avaliação para progressão na carreira, aos que detém dois cursos superiores ou duas especializações. Isso é o fim da picada, é uma verdadeira afronta ao principio da busca do conhecimento para a melhoria da qualidade dos serviços em qualquer parte do mundo.É só buscar Dr.Domingos que verás, e o pior tá na lei. kkkkkkkkkkkkk

  • jose de figueiredo | Terça-Feira, 25 de Novembro de 2014, 08h32
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    As vezes, aqueles que se dizem conhecedores da lei são traídos pela intuição da tentação do poder, comprometendo a imagem de uma instituição que têm sua prerrogativa definida na Constituição Federal de 88. Conciliar o direito ao meio ambiente estável – tido como essencial para assegurar os demais direitos fundamentais – e o direito à livre iniciativa econômica é das missões mais espinhosas ao se analisar uma causa que envolve questões ecológicas. O professor José Rubens Morato Leite defende mais regulação e mais fiscalização para garantir a preservação dos recursos naturais. “Sei que muitos taxam essa necessidade de intervencionismo. Mas quem diz isso pensa com a cabeça voltada para o passado e não consegue enxergar as demandas urgentes que a sociedade enfrenta”, afirma. Para o ministro Herman Benjamin, é equivocada a visão de que existe conflito entre preservação ambiental e livre iniciativa econômica. “Ambas as causas são amparadas pela Constituição de 1988. Mas a livre iniciativa não é irrestritamente ‘livre’. Ela só é livre se cumpre outros princípios previstos na própria Constituição como a solidariedade, que é o oposto do egocentrismo preconizado pelo capitalismo selvagem”, explica. Portanto, o tal "consenso social" nem sempre é possível, e os interesses coletivos por água potável, pelo ar puro, pela manutenção da biodiversidade, dentre outros, é inegociável.

  • miriam petrosky | Terça-Feira, 25 de Novembro de 2014, 07h50
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    miriam petrosky , Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • lucas cesar de arruda | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 22h50
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    espero que seja uma pessoa capaz de colocar em prática o seu plano de governo, será cobrado por isso daqui 4 anos. quanto ao eraí/adilton sempre subjulgaram o órgão ambiental a seus interesses empresariais, seria um retrocesso pedro taques seguir esse rumo, duvido muito!

  • Rebeca Cantarini | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 20h52
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    Tanto que a SEMA será entregue à um aliado de Eraí/Adilton...Aguarde amanhã...

  • Eron Cabral | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 20h18
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    Muito bem fundamentado o seu artigo, realmente precisamos de pessoas capazes de remodelar o Meio Ambiente á começar pela SEMA de forma Sustentável em todos os sentidos e ágio com transparência que todo órgão ou secretária tenha que ser, isto não é favor, é obrigação e competência, que creio que nosso futuro Governador Pedro Taques vai ter, para dar um choque de Gestão em nosso estado na qual tanto suplicamos nos dias atuais.

  • eduardo | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 16h13
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    Vou começar de trás pra frente, que realmente Deus ilumine o nosso amigo pedro taques para a escolha daquele que vai dirigir a secretaria de estado de meio ambiente, que é estratégica para o desenvolvimento com bases sustentáveis para o estado de mato grosso. Sempre digo que a SEMA é a secretaria mais importante do staff governamental por ser ela a única capaz de emoldurar a sustentabilidade como identidade governamental, mas, para isso é preciso que o gestor tenha essa visão e conhecimento de causa, ou pelo menos seja bem assessorado, coisa que infelizmente nos 12 anos não ocorreu. Fico preocupado quando se copia parágrafos do plano de governo do nosso governador na ânsia de mostrar afinidades que duvido que existam. Aliás, espero que pedro taques seja intransigente na busca da implementação do seu plano de governo, particularmente no capitulo de meio ambiente, pois vai proporcionar avanços históricos na busca da sustentabilidade. Com foco nisso, não há como "negociar" consensos com o objetivo de vislumbrar cargo no governo, assim como não tenha conectividade e respaldo da luta da maioria dos servidores da sema, que desejam mudanças e transformações verdadeiras no órgão ambiental. e a grande maioria desses técnicos não precisa ensina-los a trabalhar, pois possuem vastos conhecimentos na área, são éticos e comprometidos com uma gestão ambiental inovadora, e inovadora não só do ponto de vista de instrumentos de gestão, mas, de paradigmas, internalizando conceitos como sistema climático, aquecimento global, agricultura de baixo carbono, certificação, etc...mas, para encerrar, eu diria que o perfil ideal para assumir a sema deve ser a de uma pessoa que repassa confiança, que seja sincera, leal, transparente, que não use a metáfora do escorpião e da tartaruga, e muito menos subverta princípios e pressuposto em troca de um cargo no governo e que não use o nome de Deus em vão pois contradiz com a sua prática, de respeito ao ser humano e de tentar enxovalhar o nome das pessoas na mídia sem nenhuma prova concreta de suspeita de infração. Enfim, cada macaco no seu galho, todas as instituições merecem respeito, e a SEMA têm sido usado de forma leviana por políticos inescrupulos e por segmentos sedentos na agilização de licenças ambientais sem respeito a legalidade...concluindo, a SEMA precisa ser levada a sério e de respeito!!!!

ARTICULAÇÃO DUPLA | 24/11/2014, 11h:10 - Atualizado: 24/11/2014, 18h:04

Bezerra se torna principal cabo eleitoral das 2 únicas candidaturas à Ucmmat


Aos 73 anos, completados no último dia 3, o deputado reeleito para o terceiro mandato Carlos Bezerra se transformou no maior e mais influente cabo eleitoral da eleição à presidência da Ucmmat, entidade que congrega as câmaras municipais do Estado. Os dois candidatos são ligados ao cacique peemedebista. O presidente da entidade, Ebenezel Darby dos Santos é filiado ao PMDB. Ele é vereador em Cláudia e há seis meses comanda a Ucemmat, em substituição a Ismail Donassan (PSD). Edileuza Oliveira Ribeiro, no sétimo mandato em Guarantão do Norte, é mais ligada politicamente a Bezerra, embora não seja do PMDB, mas sim do PTC.

Rdnews/arquivo

carlos bezerra

Carlos Bezerra com 2 candidatos à Ucemmat

Bezerra, presidente regional do PMDB há duas décadas, é procurado pelos dois, mas, nos bastidores, está fazendo campanha pela candidatura de Edileuza, que tem 60 anos de idade e é uma figura bastante popular no Nortão. É vereadora desde 1988, com forte atuação na área social. A filha de Edileuza, Valéria Oliveira, foi secretária de Turismo de Guarantã do Norte.

Nos contatos com vereadores, o deputado pede voto para Edileuza, embora não admita isso publicamente. A ligação política de ambos é tão forte que a vereadora, que já foi do PP, DEM e está no PTC, exerce influência na indicação de emendas parlamentares de Bezerra, que já foi prefeito de Rondonópolis, deputado estadual, governador e senador.

A eleição acontece em 3 de dezembro. A Ucmmat enfrenta desgaste e descrédito, principalmente a partir da gestão Ismaili, que até se envolveu em escândalos. De 141 legislativos municipais, apenas 68 estão associados. Câmaras de cidades pólos pediram desfiliação, inclusive a de Colíder, onde Ismaili integra o quadro de parlamentares, além de Sinop, Cuiabá, Várzea Grande, Campo Verde, São José dos Quatro Marcos e Rondonópolis.

Edileuza, que tem como primeiro-vice da chapa Pedro Goes (PDT), de Lucas do Rio Verde, e como segundo-vice Renato Locatelli (PSD), de Canarana, acredita que desta vez vencerá a disputa pela Ucemmat, diferente do pleito de 2012, quando perdeu para Ismaili pelo placar de 159 a 246 votos. Admite que Bezerra é, de fato, articulador de sua candidatura.

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Comentários (5)

  • opolinario | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 15h25
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    Ótimo. Sem Bezerra, mas, ebenzel em contra partida tem TETÉ BEZERRA, ROMOALDO, DILMAR DALBOSCO, MAURO SAVI, NININHO, BOTELHO, DORNER, ZÉ DOMINGOS, PEDRO SATELITE, SILVANO AMARAL, TABORELLI

  • Diego | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 15h20
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    Sou vereador do PMDB e apoiei a eleição do Bezerra e não acredito que ele esteja fazendo essa sujeira com nosso amigo Ebenezel. Carlos Bezerra é um grande homem, articulador e jamais, seria enquadrado na infidelidade partidária. (eu acho)

  • carlinhos | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 14h39
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    carlinhos, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • fabio | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 14h37
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    Será que ainda querem manter o coronelismo dentro da ucmat? Voto de cabresto? chega de partidos mandando aqui dentro, ebenezel não precisa do apoio de caciques para depois mandarem dentro da ucmat chega de coronelismo e de partidos mandando na ucemat

  • Carlos Augusto | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 14h31
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    Bezerra deveria ter vergonha em apoiar essa pessoa. Cade a fidelidade partidária que ele tanto cobra dos pobres vereadores que não o apoiam? Quer dizer que, dois pesos, duas medidas? Quando é pra ele tem que valer, quando é para os outros, ai, tanto faz? É desta forma que cacique Bezerra faz politica? Onde esta a fidelidade, afinal, Ebenezel é do mesmo partido? Esse Bezerra é uma piada mesmo!

Colunista do dia | 23/11/2014, 23h:25 - Atualizado: 24/11/2014, 15h:37

Brasil, um carro sujo

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Sandra Alves

Um carro imundo, parado ao tempo há doze anos, coberto com lama por fora em razão do atoleiro, enxovalhado por dentro, pelos pés dos condutores. É esta a imagem do Brasil no caso Petrobrás. Esquema que movimentou 10 bilhões de dólares em corrupção no país, que compromete a economia e a credibilidade da nação. Hora da Polícia Federal, do Judiciário e dos brasileiros utilizarem "Lava Jato".

Algumas coisas são especialmente difíceis de engolir no Brasil. Entre elas, a presidente da República (Dilma Rousseff) afirmar que o momento é bom para o Brasil, que pela primeira vez tem condições para investigar a corrupção. Faz muito tempo que esta classe de políticos não se preocupa sequer em apresentar um mínimo de razoabilidade nos discursos.

A corrupção apurada na Petrobrás é um caso centenas de vezes maior do que qualquer um poderia imaginar. Já vimos muitas coisas audaciosas por bandidos no Brasil, mas um volume deste, dentro da maior e mais respeitável empresa brasileira, assombra todo o cenário mundial.

Para traduzir o que significa o dinheiro roubado do povo, com 10 bilhões de dólares é possível manter 22.300 escolas, atendendo 10 milhões de alunos. Ou ainda, construir 435.000 casas populares. Em Mato Grosso hoje 830.892 pessoas não tem renda para se sustentar, ou seja, com este número de casas populares, mais da metade das pessoas nesta situação passariam a ter uma casa.

E não é só isto, como diz o provérbio, desgraça pouca é bobagem. Dois são os aspectos: o ano já estava difícil do ponto de vista econômico, a indústria parada, o índice de crescimento do Brasil é zero (zero vírgula alguma coisa é zero afinal), inflação subindo, etc. Para piorar o cenário, a maior empresa do país (que levava ao exterior a representação econômica, de crescimento e seriedade) não consegue fechar um balanço (em termos simples, a análise de quanto dinheiro entrou e saiu do caixa).

O segundo, do ponto de vista político, o escândalo afeta todo o direcionamento do país (se é que existia algum). Qualquer providência que dependa da base partidária de PT, PMDB e PP está comprometida, já que estes partidos políticos possuem 172 deputados eleitos no Congresso Nacional e o centro da operação Lava Jato é o encaminhamento dos desvios de dinheiro da Petrobrás para estes partidos.

Bolívar Lamounier, cientista político, enfatiza que uma reforma moral precisa ser implementada no sistema presidencialista brasileiro. É preciso que o presidente da República apresente propostas e programas concretos para o Congresso, com a legitimidade e credibilidade necessárias para fazer o país prosperar. Apresentar propostas vazias leva a busca de apoio através de instrumentos ilícitos (propinas), tudo para obter aprovação de leis (reformas políticas).

Por outro lado, o assalto que ocorreu na Petrobrás é esquema criminoso, que precisa ser combatido pela Polícia Federal, Ministério Público e Judiciário. As ações fogem da esfera política. O desvio de dinheiro desta monta não tem que ser tratado como política, mas sim como crime. E daí, cabe ao Judiciário a aplicação de sanções.

O cenário vivido pelo Brasil é de crise. Tempos de dificuldade política, econômica e financeira, que provavelmente desaguarão no aumento de impostos e da inflação. Ademais, quando um Ministro do STF faz ironia ao comparar Mensalão e Lava jato, dizendo que pelo volume da corrupção o primeiro deveria ser julgado em juizado de pequenas causa, analogicamente, é sinal de que o carro está de fato imundo. Resta como última esperança acreditar nas instituições que ainda os combatem toda esta sujeira.

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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Comentários (7)

  • Beto Vilela | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 14h56
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    É uma vergonha mundial essa caso do Petrolão. Todos mais esclarecidos são sabidos dos acertos que antecedem a uma licitação e não seria diferente em uma empresa da magnitude da Petrobrás. Agora o que nos deixam revoltados é que os culpados não cumprirão as penas e nem devolveram os "bilhões" desviados. Farão um acordo de deleação premiada devolvendo um pouco de milhões e irão cumprir a pena em casa e logo estarão rindo de nossa cara novamente. Terão "cumprido" a pena e estarão livres para usufruir daquilo que é nosso por direito. Esse é o nosso Brasil....infelizmente.

  • Luiz Marcos | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 14h56
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    Parabéns Sandra, é exatamente assim que encaro esta roubalheira nas nossas instituições e empresas publicas. E a nossa querida Presidenta tem a cara de pau em afirmar que não é primeira vez que isto acontece. Nunca neste País se roubou tanto como agora.

  • Silvio Araujo | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 12h55
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    Minha querida o carro esta sujo a mais tempo as investigações apontam para 1996, quando FHC assinou o Decreto que dispensou a Petrobras de fazer licitações.

  • Ademar Adams | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 12h19
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    Ademar Adams, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Luis | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 12h05
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    Parabéns... Sandra, pela linha de construção e clareza do artigo, principalmente pelo colocação de ser "um esquema criminoso", devendo ser tratado como crime e não politica.

  • wagner | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 08h55
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    wagner, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • alves | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 08h46
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    sandra, eu concordo plenamente. que os politicos nao podem julgarem estas causas, para elas nao virarem pizzas. precisamos de mudança já.

POLÍTICO HOJE, TÉCNICO AMANHÃ | 23/11/2014, 20h:02 - Atualizado: 23/11/2014, 20h:48

Fabris não difere do perfil daqueles que hoje atuam como conselheiros do TCE


Qual a diferença em termo de perfil técnico e político de Gilmar Fabris da maioria dos conselheiros do TCE? Nenhuma. Então, porque não houve, quando da indicação dos que compõem hoje o Pleno, tantas resistências, protestos e ameaças de se buscar a Justiça para impedir nomeação ao cargo vitalício como as que se voltam contra Fabris?

Widson Maradona

gilmar fabris

Gilmar Fabris, suplente na AL 

Campos Neto, que ocupa a cadeira deixada pelo pai Ary, era tão político que, quando chegou ao TCE, providenciou a mudança do nome para Domingos Neto. Sai o Campos político e entra o Domingos técnico e impondo novo conceito, aquele atribuído a alguém com reputação ilibada e notório saber jurídico.

E, longe da militância e de cargo político, está se saindo bem. Aliás, há imposição legal para isso. Foi assim também com os ex-deputados Sérgio Ricardo, Humberto Bosaipo, Domingos Neto, José Novelli e Antônio Joaquim e com os ex-secretários de Estado Waldir Teis e Valter Albano.

O cargo é técnico, mas a nomeação é política, numa “costura” combinada entre a Assembleia e o governo estadual. Um Poder aprova e o outro chancela. A sabatina na Assembleia é de “faz de conta”.

Uma das aprovações mais rápidos se deu com o então deputado Alencar Soares, que se aposentou prematuramente cinco anos depois e se envolveu em escândalo por causa da suposta venda da vaga. Fizeram a ele quatro perguntas. Suas respostas foram desastrosas para quem se proporia a julgar contas públicas. Foi aprovado com direito a afagos e aplausos.

Fica com o cobiçado cargo de conselheiro quem o grupo político majoritário definir, mesmo havendo protestos. E vai ser assim com Fabris, um ex-deputado e suplente com atuação política, assim como fora aqueles que hoje são conselheiros. Fabris carrega estigma de polêmico, folclórico, sem papas na língua, que fala o que pensa e se tornou temido por muitos. Seu nome será aprovado na sessão da próxima quarta para o posto de conselheiro, que lhe renderá quase R$ 25 mil de salário e uma série de privilégios e regalias, muito mais do que usufruem os parlamentares. 

Fabris não vai se misturar com desiguais. Será igual aos demais em cargo com prerrogativa de desembargador. Será "moldado", assim como foi cada membro do Pleno. A fiscalização sobre a conduta dele enquanto conselheiro será tão intensa que, ao primeiro deslize, será acionado no STJ. Como está sob investigação, corre-se o risco de ser o Bosaipo do TCE do futuro.

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Comentários (6)

  • Paulo Cesar | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 16h05
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    Deveria ser ocupado por Servidor Público de carreira e não ser um presente para agradar àqueles que estão saindo da política ou agraciar compadre.

  • martha | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 12h47
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    Quando entrei no TCE/MT os servidores não podiam sequer abrir a boca para reivindicar qualquer coisa que já ficava marcado e taxado de subversivo, marca que alguns carregam até hoje, acredito que inclusive eu. Naquela época, a distância entre os servidores e os Conselheiros era tão grande que podia ser comparada da terra ao céu..ou ao éden. Não era por menos que o local dos gabinetes era chamado de "tapete verde". Por lá não era permitida a passagem de qq um. Somente a partir 2000 foi dada abertura ao diálogo com a casa. Foi quanto nos foi permitido, pela primeira vez, sentar à mesa de negociação com os conselheiros na construção do PCCS que vigiu até recentemente. Muitas coisas mudaram de lá pra cá, porém não se pode negar que os servidores e as Entidades tiveram participação efetiva nessas mudanças. Embora, precisa reconhecer que é preciso avançar a discussão em várias aspectos necessários para que o Tribunal adquira credibilidade perante a sociedade. Um das discussões, é o cumprimento dos requisitos e a transparência na escola de conselheiros. Embora as Entidades já vem de longa data tratando desse assunto, inclusive judicialmente, somente agora o tema despertou interesse da mídia e da sociedade organizada em geral. Nós servidores estamos organizados e unidos (como nunca tivemos antes), por meio de nossas Entidades representativas: AUDIPE (Associação do Auditores), AAPTCE (Associação Aposentados), ASTECONPE (Associação dos Técnicos), o nosso SINTTCONTAS (Sindicato dos trabalhadores do TCE/MT), além das Entidades representativas, como a nossa federação: FENASCONTAS....eis aí a grande diferença..porque agora temos VEZ E VOZ!

  • Evaldo sergio | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 11h37
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    Mais claro impossivel. Parabens .

  • WALACCE | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 10h30
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    KKKKKKKKKKKKKKK, ESSE EU QUERO VER DE CONSELHEIRO, EITA QUE O RIVA SAI DO MANDATO MAIS AINDA VAI MANDA EM TUDO, ESSE E O CARA, MAIOR POLITICO DA HISTRIA DE MATO GROSSO E QUER VER AINDA QUE O FABRIS (RIVA) VAI VOTAR A CONTAS DE GOVERNO DO TAQUES... KKKKKKKKKKKKKKK

  • octavio augusto regis de oliveira | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 10h21
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    deixem o homen trabalhar n ao podemos julgar ninguem antecipadamente para mim isso tudo nao passa de inveja de pessoas recalcadas que nao conseguem ir alem de presidente de sindicato sem expressao VAMOS LA GOVERNANADOR O SENHOR TEM A CANETA USE-A NOMEIE O HOMEN PRECISAMOS DE GENTE LEAL E AMIGO DOS AMIGOS senao cuidado a hora que o senhor deixar a cadeira

  • Elifas Ribeiro | Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2014, 09h50
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    Essa matéria completa o meu pensamento e de toda torcida do flamengo e do corinthians juntas EXTINÇÃO DO TCE PRA ONTEM.....JÁ

| 23/11/2014, 10h:53 - Atualizado: 23/11/2014, 11h:03

Blairo procura Dilma nesta 2ª para se opor à Kátia e defender permanência de Neri


Blairo Maggi decidiu reagir em defesa da permanência de Neri Geller como ministro. Mas pode ser tarde demais. A presidente Dilma avançou nos acordos com o PMDB para ter a senadora Kátia Abreu na pasta de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Neri não se conforma. Nos contatos com aliados, enfatiza que “fez muito em pouco tempo” e que, se tiver respaldo conforme prometido dos segmentos do agronegócio, especialmente de figuras como Blairo, conseguirá convencer Dilma a mantê-lo.

O ex-governador e senador mato-grossense, que já se recuperou de uma cirurgia para combater uma diverticulite (inflamação no intestino grosso), viaja a Brasília nesta segunda. Quer audiência com a presidente Dilma. Sustentará o discurso de que Neri, que se tornou seu afilhado político, “apesar do pouco tempo no cargo, fez excelente trabalho, tem apoio do PMDB, da bancada ruralista e de entidades de classe e produtores”.

Geraldo Magela

blairo maggi

Blairo Maggi, um dos que convenceram Dilma a nomear Neri Geller à Agricultura, se articula de novo para manter o afilhado político no Ministério, apesar do Planalto sinalizar para escolha de Kátia Abreu

Na condição de aliado político e um dos que contribuíram financeiramente com a campanha da petista, Blairo adiantou a assessores próximos que alertará a presidente sobre o risco de cometer equívoco, principalmente se tiver intencionada em nomear para o lugar de Neri a colega senadora Kátia Abreu. E fará críticas à parlamentar, que foi do DEM e hoje está no PMDB. Observa que movimentos sociais, como o MST, rejeitam essa indicação e que poderá haver protesto se Kátia for a escolhida. 

Uma das principais lideranças do PR e voz forte do agronegócio, Blairo recebeu informações de que, nos bastidores, Dilma está prestes a recuar do nome de Kátia. Produtor rural em Lucas do Rio Verde, onde foi vereador, Neri, por sua vez, segue em contato permanente com várias lideranças de dentro e de fora do Palácio do Planalto, tudo para ser mantido no primeiro escalão.

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Comentários (1)

  • Rebeca Cantarini | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 11h41
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    Se Kátia for nomeada, Rui Prado assume a CNA, e a liderança de Maggi perante o agronegócio de MT está liquidado. Simples.

COLUNISTA DO DIA | 22/11/2014, 22h:35 - Atualizado: 23/11/2014, 09h:10

Urgência e emergência odontológica

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Jackelyne Pontes

Para falarmos em urgência e emergência odontológica é necessário que saibamos a definição de cada situação. Urgência é quando existe a necessidade de um atendimento com rapidez, na proporção da gravidade, mas sem risco eminente à saúde. Já a emergência é toda a situação que envolve risco de morte. As urgência e emergências odontológicas, nas estatísticas, somam uma grande fatia dos atendimentos. A maior procura dos serviços é para o caso de doenças da polpa e suas estruturas adjacentes cujo sintoma mais relevante é a dor.

O diagnóstico feito pelo profissional que faz esse tipo de atendimento é algo muito precioso, pois a presteza deste e o estabelecimento do tratamento adequado pode ser definitivo na conservação do elemento dentário e na interrupção do processo da doença. Além dos sintomas de dor, os pacientes procuram o serviço com quadros de hemorragia, traumatismos, abcessos gengivais e periodotais, perdas funcionais, próteses fraturadas e complicações pós-cirurgicas. Cabe ao cirurgião-dentista estar preparada para acolher, diagnosticar e tratar essas complicações.

Uma coisa é certa: o profissional deve seguir os princípios e diretrizes do SUS, do acolhimento, vínculo, humanização, todos os usuários com queixas de sintomas relacionados às urgências odontológicas devem ser atendidos no mesmo período do dia, independente da queixa, número e horário que chegavam procurando a clínica odontológica. Dito isso sugiro que este serviço ofertado pelo nosso município seja reorganizado. Não consigo imaginar um serviço de urgência e emergência restringindo o atendimento a algumas fichas. Claro que não é o caso generalizado, temos na rede inúmeros profissionais comprometidos com a sua função e que dentro de sua carga horária presta um serviço valioso e que realmente se importa com a situação de dor ou injúria daquele que o procura.

A equipe que trabalha na urgência/emergência deve ter um olhar aguçado para a situação dos que procuram a unidade de saúde, e ter consciência que este tipo de atendimento não deve ser um meio de acesso ao serviço para a demanda reprimida. Este deve ter uma abordam resolutiva e eficaz. Alguns usuários utilizam-se deste tipo de atendimento de forma abusiva e tornam-se uma clientela fixa própria deste serviço, o que devemos evitar. Se nos voltarmos para alguns anos passados o modelo de odontologia era excludente, onde o usuário era atendido somente em caso de urgência e com tratamentos mutiladores, então nos “acostumamos” a procurar o serviço odontológico somente em caso de dor desvalorizando ou mesmo ignorando ações de promoção, prevenção e proteção da saúde. 

 É necessário elaborarmos um protocolo de ações, a falta de consenso e de critérios para a definição de urgências/emergências potencializa esta situação. A adoção de novos hábitos não é fácil, mas com uma equipe segura, confiante, embasada e respaldada pelos gestores é possível avanços e melhorias. Sugerimos um fluxograma de atendimento, que inicia-se com a acolhida, classificação de riscos, tratamento e continuidade da atenção odontológica, mesmo que este paciente não esteja inserido na agenda programática. A melhoria do vínculo e a responsabilização da equipe também é primordial. O que não podemos é deixar que o usuário volte para a sua residência com a queixa que o trouxe até a unidade de saúde. Isso é desumano!

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, filiada ao Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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ENQUETE | 22/11/2014, 10h:15 - Atualizado: 22/11/2014, 10h:38

Qual a expectativa sobre Governo Taques?

interrogacao enquete

 

Está no ar uma nova enquete, no bloco de baixo da capa do portal. A pergunta é a seguinte: "Qual a sua expectativa em relação ao Governo Pedro Taques, que começa em janeiro?"

Ele foi eleito chefe do Executivo no primeiro turno. Ex-procurador da República e hoje no mandato de senador, apresenta discurso duro, em defesa da moralidade pública, da eficiência, da transparência e da honestidade. Nesta fase de transição, anunciou que fará mudanças na estrutura da máquina, com redução e fusão de secretarias, empresas e órgãos e quer acabar com metade dos cargos comissionados. Busca economia dos cofres públicos e mais recursos para investimentos.

Então, dê o seu voto. E deixe aqui, logo abaixo, comentário acerca do assunto.

A enquete anterior perguntava sobre quais setores possuem mais credibilidade. Votaram 6.454 internautas - o sistema do permite um voto por IP de computador. Curiosamente, aparece em primeiro lugar a opção "Nenhum deles", uma prova da descrença de grande parte dos internautas em relação às entidades e instituições. O "Nenhum deles" teve 1.842 votos (28,5%). A segunda opção foi Polícia Federal (1.736 votos - 26,9%), seguida do Ministério Público, com 679 votos (10,5%). O resultado não tem valor científico e nem trata-se de pesquisa - confira abaixo como ficou o resultado completo.

enquete poderes

Enquete sem valor científico e com o resultado da votação em relação a credibilidade das instituições

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CARGO VITALÍCIO | 22/11/2014, 09h:33 - Atualizado: 22/11/2014, 11h:09

Assembleia aprovará na 4ª nome de Fabris à vaga de Bosaipo no TCE - conheça Pleno


Na próxima quarta (26), a Mesa Diretora da Assembleia já fará sabatina e aprovará indicação do nome do ex-deputado e suplente Gilmar Fabris para o cargo vitalício de conselheiro do Tribunal de Contas.  Um dia antes, Humberto Bosaipo, há três anos afastado do Pleno por decisão do STJ, protocola pedido de aposentadoria. No último dia 3 Bosaipo completou 60 anos. Receberá aposentadoria integral, hoje em R$ 24,1 mil mensais.

A notícia sobre indicação do polêmico e emblemático Fabris para o TCE, antecipada com exclusividade pela editora Valérya Próspero,  em matéria no Rdnews na última quarta, caiu como uma bomba – confira aqui.

Alguns segmentos, inclusive vinculados a servidores do próprio Tribunal, começaram a se organizar, na tentativa de impedir a nomeação. Mas tanto a saída de Bosaipo quanto à entrada de Fabris estão bem articuladas politicamente. Cabe à Assembleia, ainda sob influência do deputado José Riva, do mesmo PSD de Fabris, fazer a sabatina e com todas as possibilidades de aprovação do nome. E, ao governador Silval Barbosa, a 40 dias de concluir o mandato, assinar o ato de nomeação. Os dois lados têm pressa. Sabem que dificilmente emplacaria Fabris no TCE se deixarem para o próximo ano, quando a Assembleia inicia nova legislatura e Pedro Taques já estará na cadeira de governador.

Mesmo sob protesto, na próxima semana Fabris se juntará no Tribunal a velhos companheiros da vida pública, como os ex-deputados Domingos Neto, Sérgio Ricardo e Antonio Joaquim e aos ex-secretários de Estado Waldir Teis, Valter Albano, José Carlos Novelli - confira abaixo detalhes dos nomes que compõem o Pleno.

Mário Okamura/Rdnews

tce blog romilson composicao

Pleno do TCE, com 7 conselheiros, que entram para cargo vitalício sob indicação da AL ou do Governo

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Comentários (13)

  • ZÉ RODELA E BERADINHA | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 18h14
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    ZÉ RODELA E BERADINHA, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • nei | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 10h18
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    Mais uma vez, é muito vergonhoso e imoral para Mato Grosso caso isso venha acontecer.

  • joa | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 08h49
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    Caro romilson....Além de todas essas benesses os conselheiros possuem verba indenizatoria mensal de 35 mil reais. ..dá uma pesquisada melhor para vc ver....

  • Ana | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 03h51
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    Riva não ganhou a eleição, mas deixou como presente de grego aos Mato-grossense o hilariante Gilmar Fabris. Meses atrás estava sendo conduzido pela PF para prestar esclarecimentos de seus atos mal feitos.

  • luiz | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 23h05
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    Vergonhoso. Essa regra absurda da constituição de colocar qualquer apaniguado nos tribunais de contas, sem qualquer qualificação parece uma piada de mal gosto. Depois dizem que o problema do país não é o legislativo. Vergonha por demais

  • Ademir | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 18h02
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    Ademir, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • wander | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 16h40
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    vergonhoso

  • Aline Maria | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 15h21
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    Que tchurminha hein....

  • Augusto | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 10h53
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    Tenho vergonha de ser Cuiabano e ter de assistir um órgão ter aceitar isso complacentemente como cordeirinhos... Vergonha de um povo mantido no analfabetismo político... Vergonha de políticos corruptos que perpetuam parentes no poder... Vergonha de jornalistas tendenciosos que vendem seus espaços para esses mesmos corruptos

  • AQUILINO FIGUEIREDO | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 10h41
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    ESSA COMPOSIÇÃO HILARIA CABE MUITO BEM O FOLCLORICO GILMAR FABRIS.KKKKKKKKKKKKKKK

Colunista do dia | 22/11/2014, 06h:20 - Atualizado: 22/11/2014, 06h:37

Articulistas são os olhos críticos do povo

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Gilson Nunes

Tenho recebido criticas, não muito solidárias, desde que comecei a escrever sobre alguns assuntos considerados polêmicos, ou que a sociedade discorde do meu ponto de vista. Entretanto, as criticas construtivas me têm sido mais constantes, e, por isso, continuo fazendo o meu papel de olheiro do povo. Ser articulista não é uma tarefa muito fácil. Ele deve ter conhecimento sobre o assunto que vai dissertar e, ao mesmo tempo, colocar a sua opinião de forma que o leitor entenda ou que a deixe clara e objetiva de maneira tal que contribua para o leitor construa a sua própria opinião. 

O conhecimento sobre determinado assunto não vem ou surge por acaso, de uma hora para outra. É preciso que o articulista ouça a sociedade, seus anseios, suas vitórias ou decepções, e tudo o que possa envolvê-lo de uma forma direta ou indiretamente. O resultado de um artigo tem e deve ter, em primeiro lugar, o respeito no tratamento referente ao personagem em destaque. Em segundo lugar, abordar o tema, conforme o caso, com total imparcialidade, posto que as diferenças sociais fazem parte da democracia e que, dentro  dela, o direito que lhe faculta a soberania. 

A importância do articulista para a sociedade, em certos assuntos, caracteriza-se em interpretar atitudes e/ou decisões políticas, se esse for o tema em questão, fundamentando-o de maneira tal que sirva de elemento básico para a sociedade tirar suas conclusões. Quando um político diz que precisa ouvir a sociedade, no que tange a pauta do dia, na verdade ele está dizendo que o assunto deve ser discutido e digerido por ela. Por outro lado, a sociedade, baseada na visão do articulista ou critico do assunto, haverá de colocar seu ponto de vista. Os articulistas, analistas e cientistas políticos aparecem, nesse caso, como porta vozes desse relacionamento. 

É enganosa a ideia de que o articulista é sabedor de tudo, que ele se mete em tudo, inclusive onde não é chamado. Pelo contrário, o que ele faz é ouvir o que for possível da sociedade, que se complementa nos livros, nas manchetes de jornais, revistas, enfim, o que circula pela mídia afora. Na sequência, após um bom entendimento sobre o assunto, o articulista então revela o seu pensamento. Nada pode ser leviano ou autoritário, mas sim, uma simples opinião fundamentada por critérios. 

O grande erro do articulista é, por conseguinte, tentar escrever sobre aquilo que não tem conhecimento ou, acredite, pelo fato de que o seu conhecimento sobre o assunto seja tanto que lhe torne capaz de ser imperialista, autoridade e autoritário. Nesse último caso, se proceder, ele corre o risco de ser tendencioso. A esse articulista, todo cuidado com a ética e o caráter são importantes para a manutenção de sua credibilidade. 

Gilson Nunes é jornalista e funcionário público e escreve neste Blog todo sábado. E-mail: gnunes01@yahoo.com.br

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| 21/11/2014, 18h:31 - Atualizado: 21/11/2014, 18h:41

Emanuel diz que Taques mantém discurso de campanha e o vê "bem intencionado"


O deputado estadual reeleito Emanuel Pinheiro (PR), que hoje se enquadra na base aliada do Governo e na próxima legislatura passará a compor a oposição ao eleito Pedro Taques (PDT), diz que o pedetista simboliza o momento de mudança que o Estado buscava e tem se esforçado para demonstrar isso na indicação do secretariado. “Acho que Taques é um homem bem intencionado, que está com gás muito grande para trabalhar. Hoje passamos por momento de mudança, de reoxigenação, de novas forças subindo ao poder do Estado”, explica em entrevista ao Rdnews, nesta sexta (21).

Neste sentido, o republicano ressalta que Taques está atuando de forma cuidadosa e discreta, até mesmo para que não fuja do que prometeu e mantenha coerência do que foi dito em campanha com aquilo que está sendo feito neste período de pré-posse. O deputado também ressalta que se compromete em ajudar o governador eleito para aquilo que for possível, principalmente nas ações que possam impactar de melhoria na vida dos mato-grossenses. 

Embora seja da situação, Emanuel afirma que o fato de Taques revogar os “super-poderes” do vice-governador já é motivo de boa relação entre ambos, tendo em vista que neste Governo o deputado foi ferrenho, neste sentido, no qual alegava ser ilegal a condição do atual vice-governador Chico Daltro (PSD) acumular funções. Segundo o republicano, sua luta é para preservar o ordenamento jurídico a fim de evitar que precedentes sejam abertos nas prefeituras, por exemplo. De todo modo, o parlamentar reforça que manterá uma linha independente e estará do lado de Taques em todas as ações favoráveis a Mato Grosso.

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escolhas de Dilma | 21/11/2014, 16h:11 - Atualizado: 21/11/2014, 16h:25

Neri Geller vê "sonho virar pesadelo" com nomeação de Kátia Abreu na Agricultura


O ministro de Agricultura Neri Geller (PMDB) vê o sonho de permanecer na pasta cair por água abaixo. Acontece que a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), após receber o convite da presidente Dilma Rousseff (PT), aceitou o desafio e será a nova ministra do setor a partir do ano que vem. As informações são do site Folha de S.Paulo, divulgadas nesta sexta (21). Para conferir, clique aqui.

Embora o peemedebista tenha conseguido espaço para obter a vaga, não alcançou as expectativas nem mesmo dentro do partido a fim de prosseguir no Ministério. Internamente, pleiteavam o posto o deputado Eliseu Padilha, que teria a preferência do vice-presidente Michel Temer; e a própria Kátia Abreu que, inclusive, foi a mais cotada para assumir a cadeira. Neste sentido, com a nomeação da senadora, o PMDB manterá o comando da Agricultura, que está à frente da pasta desde o início do mandato de Dilma.

De todo modo, procurado pelo Rdnews, Geller afirma que ainda não há nada definido e está tranquilo. Para garantir a palavra, sugeriu até que o líder nacional do PMDB, Temer, fosse acionado para confirmar. O ministro também explica que não recebeu nenhuma informação oficial e que, nesta segunda (24), viajará para o exterior em nome do país, para inauguração de uma planta industrial. “A Dilma não me falou nada. Mas se a Kátia for nomeada, o quadro é bom”, ressalta.

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Comentários (13)

  • SÁVIO | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 13h17
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    Neri teve a sua oportunidade. Não demonstrou ser um líder, e não atraiu votos. Agora é natural que seja substituído por quem tem maior representatividade.

  • stavm | Domingo, 23 de Novembro de 2014, 04h32
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    e ffacil entender todo isso, mtos políticos em cima do muro incluindo blairo maggi, alguem viu blairo pedindo voto para dilma..? neri//.não teve apoio em nada.. porem com essa foto triste.....kkkk, quem dera eu fosse ministro da agriculta..compraria mtas fazendas..com valores baixíssimo ,,, por falta de logística/ e estrutura,,, depois manda asfaltar .triplicar // alguém já viu 2 milhões virar 12 milhões/////

  • Klayton Melz | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 16h20
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    Pessoal, respeito a opinião de cada um, mas questionar e desrespeitar o Ministro Neri Geller dessa forma já é absurdo... Na realidade, penso que não só para os Luverdenses, mas para o cidadão Matogrossense, é motivo de orgulho ter alguém daqui ocupando um posto ministerial..... Se a Presidente for sensata, o manterá afrente da Agricultura, mas se a troca se concretizar Geller com certeza poderá sair de cabeça erguida pois cumpriu com o papél a que se dispos... Pessoal, vamos ter mais conciência, ninguém aqui precisa concordar comigo, mas que seria muito bom pro MT e para o Brasil a permanência do Neri Geller no Ministério isso seria.... Além de ser produtor rural, ele tem bastante conhecimento técnico do setor......

  • Agnello | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 16h02
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    Já vai tarde. E humilhante, tito, é tratar pobre como se fosse mendigo, como essa senhora que está presidente, faz

  • ana | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 13h52
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    A unica vez que andou no estado foi p pedir voto

  • tito lampreia | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 10h33
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    Mato Grosso teve sua chance!!! Fomos prestigiados por Dilma!!! Qual foi o retorno que ela recebeu??? Uma derrota humilhante do ponto de vista dos benefícios que Mt recebeu e esta recebendo em infraestrutura. O povo de Mt disse nas urnas. Quem AQUI investir como fez o PT vai perder!!! Moral da historia; MT se mostra ingrato aos que aqui depositaram confiança!!!

  • Cacerense | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 09h39
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    Se para o povo matogrossense, em especial para os representantes do agronegócio, fosse interessante ter um Ministro da Agricultura a Presidenta Dilma teria ganhado a eleição em MT. Infelizmente eles pensaram que o Aecioorto ganharia as eleições e não abraçaram a campanha dela, nem na cidade do Sr. Neri Geller que é Lucas do Rio Verde a Dilma ganhou, então não há mais tempo para choramingos, comecem a trabalhar para 2018 porque o Lula vem aí!!!!

  • Cuiabano | Sábado, 22 de Novembro de 2014, 07h05
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    EU ME SINTO ENVERGONHADO COMO MATOGROSSENSE DE VER UM SUJEITO IGUAL ESTE NERI GELLER FICAR RASTEJANDO PARA SE MANTER NO CARGO. EU PERGUNTO O SENHOR GOSTA TANTO DO SERVIÇO PUBLICO TENHA COMPETENCIA E SEJA APROVADO EM CONCURSO PUBLICO QUE AI PODE SER DILMA, JOAO,AECIO OU QUALQUER OUTRO QUE VIER A SER PRESIDENTE O SENHOR ESTARÁ ESTÁVEL A NÃO SER QUE FAÇA ALGUMA CAGADA E SOFRA UM PAD E AI PODERÁ SER DEMITIDO A BEM DO SERVIÇO PUBLICO. PORTANTO, SENHOR NERI SE ENVERGONHE E SAIA ANTES DE SER CONVIDADO A SAIR. VÁ CUIDAR DA SUA VIDA VOCE NÃO É UM PRODUTOR EFICIENTE VAI TRABALHAR NAS SUAS ATIVIDADES. MATO GROSSO NÃO MERECE FICAR PASSANDO VERGONHA COM ESTE CIDADÃO.

  • Valter | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 22h55
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    Por ser senhor de idade , vai ter que voltar para Lucas , pois o pedro só ta convidando para secretário gente com perfil Mais Novo. Ex. Paludo, marrafao.

  • roni | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 20h04
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    Fez corpo mole na campanha de Dilma, dançou, agora só esperar a vez dos maggi........acho é pouco...

REFORMA NA PAUTA | 21/11/2014, 14h:54 - Atualizado: 21/11/2014, 20h:17

Mauro aprovará mudanças na pressão; Wilson vai protestar contra fim da Funec


Mauro Mendes vai conseguir aprovar a profunda reforma administrativa que se propõe a implantar de imediato na Prefeitura de Cuiabá, mas enfrentará algumas reações contrárias. Embora sufocados, tanto parlamentares de oposição quanto lideranças fora da Câmara discordam de algumas propostas, entre as quais extinção de secretarias, de órgãos e de autarquias. A discussão será acalorada na Câmara, a partir da próxima semana.

Gilberto Leite/Rdnews

mauro mendes reforma

Prefeito Mauro Mendes, em entrevista na última quarta, quando anunciou a reforma administrativa

A decisão de acabar com a Fundação Educacional de Cuiabá (Funec), por exemplo, está dando munição ao ex-prefeito e agora deputado estadual eleito Wilson Santos (PSDB). Na próxima semana, assim que retornar de uma viagem ao exterior com a família, o líder tucano se manifestará contra a extinção da Funec por entender que resultará também no fim do Cuiabá Vest, que promove anualmente cursinho para estudantes carentes preparatórios para vestibular. O Cuiabá Vest foi uma das maiores referências da gestão Wilson, que é professor e diz carregar a bandeira da educação.

Há vereadores da base que, para evitarem confronto com o Palácio Alencastro, estão pedindo apoios externos contra algumas medidas da reforma que, pelos cálculos do prefeito, vai resultar na extinção de 9 secretarias, reduzindo o quadro do primeiro escalão de 24 para 15 pastas, com previsão de demitir 500 pessoas e de gerar uma economia de R$ 15 milhões por ano.

Mário Okamura/Rdnews

fusoes cuiaba

Quadro acima revela, na prática, como ficam as fusões de pastas e órgãos e as novas nomenclaturas

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Comentários (5)

  • João Moessa de Lima | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 22h44
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    Está certo o Prefeito o poder público não conta da pré-escola do ensino fundamental e ensino médio fica investindo em curso ou cursinho superior, educação começa na pré-escola no ensino fundamental e não no superior. Se algum tempo alcançarmos êxito na ensino que a Constituição Federal obriga que estados e municípios promova e estiver sobrando recursos ai sim devemos investir em curso superior.

  • Julio Cesar Lopes | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 17h50
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    Estamos realmente perdendo qualidade na administração. A miopia predomina entre os atuais Alcaides do Estado e Prefeitura. Por medo de errar adotam uma atitude pessimista e esquecem que nas crises é que surgem as oportunidades de crescimento. É preciso ousadia e criatividade coisa que eles não tem. Um não é do ramo e o outro vive de incentivos. Engraçado é os vereadores e deputados aceitarem tudo calados. Será que temos mensalão em Mato Grosso? Não nos esqueçamos que estes senhores foram eleitos prometendo gerarem emprego e renda e, ao contrario da promessa estão desempregando e diminuindo renda. Muitas pessoas a partir de janeiro 2015 perderão o seu poder de consumo, de pagamento de dividas e impostos e isso contribuirá para a queda na arrecadação. É bom que o povo aprenda a votar pois não apenas os desempregados encontrarão dificuldades. Todos pagaremos de uma forma ou de outra. O poder público é o culpado da crise e faz tudo para aumenta-la. Por isso digo que não temos qualidade nos gestores públicos em todos os níveis da administração. Por isso digo que sofrem de miopia administrativa e o povo como sempre é quem pagará a conta desses desatinos.

  • Gonçalo Pereira Abreu | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 17h22
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    Quem deve ficar triste é o Juca do Guaraná, que não terá mais boquinha no Cuiabá Prev. O Bolanger, indicado por ele, perdeu emprego com o fim da estrutura do Cuiabá Prev

  • Fabiane Albuquerque | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 17h20
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    É nessa hora que o presidente Julio Pinheiro, velho matreiro politico, ganha espaço com o prefeito porque fará o que o mestre mandar, mas isso não ficará barato

  • Fabiano de Medeiros | Sexta-Feira, 21 de Novembro de 2014, 17h19
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    O prefeito precisa ter pulso firme, senão recuará

COLUNISTA DO DIA | 21/11/2014, 08h:46 - Atualizado: 21/11/2014, 09h:20

Acidentes na rua

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Elga Figueiredo

O consumidor tem direito de exigir que todos serviços essenciais pagos com o dinheiro dele, sejam seguros, adequados e tenham qualidade. Serviços essenciais são aqueles como coleta de lixo, calçamento, iluminação pública e outros. Eles são da responsabilidade da prefeitura, do governo estadual ou federal, conforme o caso.

De acordo com a Lei de Greve, Lei Federal número 7.783, de 28 de junho de 1989, que obriga os sindicatos, trabalhadores e empregadores a garantir, durante a greve, a prestação dos serviços indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade, acabou definindo o que entende por essencial. Dessa forma, nenhum desses serviços pode ser interrompido.

O Código de Defesa do Consumidor é claro, taxativo e não abre exceções: os serviços essenciais são contínuos. Garantia decorre do texto constitucional. Sendo assim, se o consumidor sofre algum acidente numa calçada esburacada, por exemplo, saiba que ele tem o direito por lei de acionar judicialmente a prefeitura. Os donos de imóveis são responsáveis por suas calçadas, é verdade, mas quem fiscaliza para que elas fiquem em bom estado de conservação é o município.

O mesmo acontece nos casos daqueles acidentes provocados por buracos no asfalto da rua. O consumidor passa e tem imediatamente uma peça do carro quebrada por causa do buraco ou de uma lombada sem sinalização. Exija seus direitos, busque o ressarcimento pelo dano sofrido. Arme-se de provas, faça um Boletim de Ocorrência registrando o ocorrido, reúna as provas e busque a tutela jurisdicional.

Elga Figueiredo é empresária e advogada, especialista em direito do consumidor e escreve exclusivamente neste Blog toda sexta-feira - e-mail: elgafigueiredo@hotmail.com

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