Cuiabá, 04 de Agosto de 2015
  • Alline Marques

    Alline Marques

  • Camila Cervantes

    Camila Cervantes

  • Eduarda Fernandes

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  • Francis Amorim

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  • Gabriele Schimanoski

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  • Talita Ormond

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  • Tarso Nunes

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  • Valérya Próspero

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ESPORTE | 30/01/2011, 11h:10 - Atualizado: 30/01/2011, 11h:15

Para Azambuja, SEEL tem grande missão e um orçamento pequeno

   Há cerca de um mês à frente da secretaria estadual de Esportes e Lazer (SEEL), Antonio Azambuja (PP) já avalia como complicados os desafios de seu novo cargo. De acordo com ele, juntamente com a Agecopa, a pasta possui uma missão muito grande, na qual se inclui a tarefa de fortalecer os times de base para o campeonato estadual e outros torneio locais, que viabilizam os investimentos que estão sendo realizados em função da Copa de 2014.  Para essa tarefa, entretanto, ele afirma contar com um orçamento que classificou como pequeno, de apenas R$ 15 milhões.

   Apesar do baixo orçamento, a SEEL foi uma das pastas que recebeu atenção especial durante a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA). Segundo o presidente da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO) da Assembleia, deputado José Domingos Fraga (DEM), a secretaria deve contar com emendas de lideranças de bancada da ordem de R$ 5 milhões.

   O montante, de acordo com Azambuja, deve ser utilizado para fomentar o esporte de forma geral. “Mas sempre lembrando que a Copa é o nosso principal foco”, destacou. Nesse sentido, a pasta não deve ser muito consumida, já que boa parte dos desafios ficaram com a Agecopa, responsável, por exemplo, pela construção da Arena Verdão e a revitalização e implementação de outros espaços, como o Dutrinha, que deverá ser um dos centros de treinamentos oficiais para o Mundial da Fifa. Além desse, outros dois serão construídos.

   Como o próprio o secretário admite que o foco da pasta está na Copa, as ações devem estar voltadas para a região metropolitana, principalmente na Capital, que estuda, neste momento, a nomeação de um novo secretário de Esportes e Cidadania. O progressista, contudo, disse estar à parte das discussões. A idéia de Galindo é de que, no município, as pastas fiquem com o mesmo partido que as comandam no Estado. “Eu acho que esse alinhamento pode ajudar, mas temos outras secretarias no Governo que também devem ser avaliadas”, destacou.

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Redes Sociais | 04/08/2015, 15h:12 - Atualizado: 04h atrás

Para Lúdio, Wilson age como moleque ao comparar presidente Dilma com capivara


O petista Lúdio Cabral, candidato derrotado na disputa ao Governo em 2014, critica a postura do deputado estadual Wilson Santos (PSDB), que utilizou as redes sociais, no final de semana, para comparar a presidente Dilma Rousseff (PT) a uma capivara.

Para ele, o tucano não fez jus à condição de líder do Governo na Assembleia, ao desrespeitar a autoridade máxima do país. “É um comportamento inadequado para quem exerce mandato, tem uma longa trajetória política e já foi chefe do Executivo cuiabano”, diz em entrevista ao Rdnews.

Ex-vereador por dois mandatos, Lúdio ainda lembra que fez oposição a Wilson durante seis anos, sem nunca desrespeitar ou fazer ataques pessoais contra o ex-prefeito. Além disso, ressalta que o próprio parlamentar teve a honra questionada por adversários, que o acusavam de mentiroso e o apelidaram de Pinóquio, quando foi candidato a governador, em 2010. “O Wilson Santos foi muito atacado, mas parece não ter aprendido nada com isso. Um homem com quase 30 anos de vida pública não pode agir como moleque”.

A imagem da capivara “dentuça” e usando faixa presidencial foi postada por Wilson, às 21h17 do último sábado (1º). Embora tenha desagradado os petistas, a postagem no Facebook já registra 644 curtidas e 124 compartilhamentos.

Reprodução

capirava_dilma.jpg

Print da postagem feita pelo deputado Wilson Santos, comparando a presidente Dilma a capivara

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Comentários (6)

  • Sérgio | Terça-Feira, 04 de Agosto de 2015, 18h49
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    A atitude de WS é típica dos naziztas

  • Ademar | Terça-Feira, 04 de Agosto de 2015, 18h03
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    A forma de tratar autoridade revela o caráter do líder do governo de MT. Pobreza cultural e política da figura que fala em nome do governo.

  • maria celia | Terça-Feira, 04 de Agosto de 2015, 17h56
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    Mto bem Ludio Cabral, até pq o Dep. Wilson Santos é um historiador e em história não se faz desta forma.

  • RAFAEL ARCANJO BORGES NOGUEIRA | Terça-Feira, 04 de Agosto de 2015, 16h37
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    RAFAEL ARCANJO BORGES NOGUEIRA, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Marilda matsybara | Terça-Feira, 04 de Agosto de 2015, 15h52
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    Ridícula e inaceitável esse post do deputado! Que lastima!

  • joao | Terça-Feira, 04 de Agosto de 2015, 15h41
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    joao, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 04/08/2015, 07h:32 - Atualizado: 04/08/2015, 08h:13

O estável, porém frágil governo brasileiro

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Olga Lustosa

O desencanto com a política democrática convencional é um problema global, especialmente nos países desenvolvidos. Governos fragilizados e instáveis é algo recorrente e até uma característica da história da América Latina, desde quando as guerras de independência deixaram os Estados frágeis, incapazes de reprimir as investidas para a tomada do poder e então, muitos governantes tiveram momentos de redução significativa da expectativa do poder que exerciam.

A fragilidade política é ruim e é frequentemente utilizada como subterfúgio para propostas de golpe de estado, mudanças de regime, crises econômicas e muitos outros processos que desafiam a normalidade do estado.

Em termos simples, a democracia brasileira não corre risco, porém é inegável que estamos vivendo um momento de fragilidade política. O estado cumpre suas funções com certa fraqueza e instabilidade, com capacidade administrativa meio caótica, conflitos de interesses e corrupção no entorno dos órgãos governamentais, envolvendo além de servidores, políticos e empresários privados. Um estado de coisa mais do que suficiente para fragilizar o Estado e não para corroer as bases da democracia.

O Estado brasileiro tem se mostrado abstinente em relação a vontade de fazer política e com isso os elementos que expõem a fragilidade ficam mais à mostra; o diálogo é substituído por pressões, revanchismos e ameaças.  Talvez a longevidade concedida pelo instituto da reeleição seja um mal que vai se alastrando ao longo do tempo e acaba não melhorando as condições de desenvolvimento, além de recrudescer a prática da corrupção.

A sociedade demonstrou lá atrás, sinais de insatisfação e clamou por mudança, contudo o segundo mandato da Presidente Dilma mal começou e enfrenta sérias dificuldades; perde apoio político e delega completamente a política econômica ao Ministro Joaquim Levy e as negociações políticas, ao vice presidente, Michel Temer.

Cientistas políticos sublinham que uma causa provável das turbulências é a incongruência entre a agenda escolhida pelos eleitores nas urnas e a implantada depois pelo candidato vitorioso. Ou seja, depois de eleito, o governante atropela a agenda proposta e define outra. As consequências desta prática são perversas para a democracia na medida em que as preferências dos cidadãos são violadas.

A fragilidade política do governo existe em razão de sua própria natureza, falta de paciência para dialogar e também devido a magnitude dos desafios que tem de para superar a fim de obter um acordo concreto que garanta a governabilidade com a principal força aliada, o PMDB, partido do vice-presidente Temer.

Parece certo que um gatilho dispara outro e assim sucessivamente. Os problemas parecem infindáveis. Há múltiplos fatores que afetam a instituição do Estado e muitos destes fatores reforçam e sobrepõem-se uns aos outros e atiça outras instituições a movimentarem seu potencial de impacto para promover mais drama.  Vê-se que aqui e em toda parte é assim que a política está funcionando. Gestando um imbróglio atrás do outro. 

Há um longo caminho pela frente. A presidente conta com apoio profundo entre os beneficiários dos programas de erradicação da pobreza. Passando o escândalo da Petrobras a limpo, Dilma terá uma chance de reformular a presidência em torno de questões positivas, como a educação, explica o Ministro de Comunicação da Presidência da República, Edinho Silva.   

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olgaborgeslustosa@gmail.com e www.olgalustosa.com

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Segurança Pública | 03/08/2015, 19h:24 - Atualizado: 03/08/2015, 19h:33

Em entrega de viaturas, Taques afirma que priorizar aliados políticos é picaretagem


O governador Pedro Taques (PDT) entregou, na tarde desta segunda (3), 36 caminhonetes, modelo L200 Triton, com o novo padrão de identidade visual para a Polícia Civil. Na solenidade, realizada no Palácio Paiaguás, o pedetista aproveitou a presença de diversos prefeitos para afirmar que a distribuição considerou somente critérios técnicos. “Priorizar os aliados políticos é picaretagem e bandalheira. Por causa desta prática, encontramos o Estado nestas condições”, disse, se referindo ao sucateamento dos órgãos públicos herdado da gestão anterior.

Taques também ressaltou que considera todos os prefeitos como parceiros, independente dos partidos aos quais são filiados. “Quem governa pensando nas próximas eleições está fadado ao fracasso. Procuro governar pensando no cidadão mato-grossense”.

José Medeiros/Gcom

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Governador Pedro Taques entrega chave de viatura ao chefe da Polícia Civil, delegado Adriano Peralta

As 36 viaturas contemplaram os municípios Acorizal, Araguaiana, Arenápolis, Cláudia, Diamantino, Guarantã do Norte, Marcelândia, Matupá, Nova Canaã do Norte, Nova Xavantina, Peixoto de Azevedo, Porto dos Gaúchos, Sorriso, Tapurah, Terra Nova do Norte, Novo São Joaquim, Querência, São José do Rio Claro, Lucas do Rio Verde, Vera, Jangada, Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Chapada dos Guimarães e Santo Antônio de Leverger.

Além disso, o governador também entregou viaturas para o Centro Integrado de Operações Aéreas (Cioper), Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e Gerência de Operações Especiais (GOE).

Acordo de resultados

O Acordo de Resultados firmado entre Taques e o secretário estadual de Segurança Pública, Mauro Zaque, prevê ainda, no programa de incremento da frota, duas caminhonetes para o Gefron, duas para Politec e 17 veículos Pálio para os setores administrativos das Polícias Civil e Militar.

O Governo também promete locar novas motos para deslocamentos rápidos. Serão locadas 200 viaturas SW4, consideradas mais potentes, para atender ocorrências mais complexas, como roubos, seqüestros e perseguições. Segundo Zaque, o interior ficou esquecido pela Segurança Pública, por isso, o Executivo assumiu o compromisso de reverter à situação. “O primeiro lote foi destinado à Polícia Civil nos municípios do interior”.

Lenine Martins/Gcom

caminhonetes_governo.jpg

Taques entrega 36 caminhonetes, L200 Triton, com novo padrão de identidade visual à Polícia Civil

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  • Sebastião Pereira de Almeida | Terça-Feira, 04 de Agosto de 2015, 08h02
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    Será mesmo senhor governador, porque a população de Tangará sofrendo por falta de atendimento médico, tentando construir um hospital que atenda a população no entanto o senhor disse não ao pedido de ajuda, me desculpe mas não acredito no que fala.

Artigo | 03/08/2015, 12h:47 - Atualizado: 03/08/2015, 14h:07

O caso dos remédios vencidos

Luiz_henrique_tce

Luiz Henrique

Em 2000, quando escrevi meu primeiro livro, Controle do Patrimônio Ambiental brasileiro, apresentei como hipótese de ato antieconômico de gestão, a ser penalizado pelo Tribunal de Contas, a aquisição de lotes de vacinas com reduzido prazo de validade, de tal modo que não fosse possível aplicá-las na sua totalidade.

Posteriormente, desenvolvi o tema em numerosos cursos de pós-graduação e no meu livro Controle Externo - Teoria e Jurisprudência para os Tribunais de Contas.

Quinze anos depois, a imprensa nacional noticia a descoberta no almoxarifado da prefeitura de um importante município do Centro-Oeste brasileiro de várias toneladas de medicamentos com prazos de validade vencidos e, portanto, imprestáveis.

É como se a boa teoria fosse confirmada pela prática da má gestão ou como se a desordem administrativa da vida real engendrasse irregularidades maiores e mais graves que as piores ficções imaginadas na esfera acadêmica.

Na sala de aula, o exemplo surgiu para diferenciar os três critérios que a Constituição estabelece que os Tribunais de Contas devem utilizar no julgamento dos atos de gestão: legalidade, legitimidade e economicidade. Embora muito próximos, tais critérios são distintos e devem ser objeto de avaliação específica, de modo a cumprir o mandamento constitucional para a atuação das Cortes de Contas.

Assim, determinado ato de gestão pode ser considerado legal, com a sua aquisição observando as leis orçamentárias e de licitações; legítimo, pois a sua finalidade é o atendimento do interesse público e a concretização de um direito social; mas, ao mesmo tempo, antieconômico, quando algum vício impede que o objeto pretendido seja alcançado, tornando aquela despesa excessiva, desnecessária ou inútil.

Na hipótese das vacinas, a despesa seria excessiva se constatado sobrepreço ou superfaturamento; desnecessária se a aquisição, ainda que por preços de mercado ou razoáveis, fosse em quantidade superior à demanda - por exemplo, 10 mil unidades para uma população de 5 mil indivíduos - ou em momento impróprio, próximo ao limite de validade do bem; ou ainda inútil, quando incompleta ou parcial - por exemplo, a compra de vacinas desacompanhadas dos protetores térmicos necessários para o seu acondicionamento apropriado - resultando na inexecução total ou parcial do resultado almejado.

Só um trabalho de auditoria específico poderá apontar as circunstâncias, os valores e as responsabilidades do caso concreto recentemente noticiado pela imprensa. Todavia, em tese, a presença de significativo volume de medicamentos com prazo de validade vencido indica a ocorrência de graves falhas de planejamento e/ou de gestão.

A compra de remédios, ou de quaisquer outros bens com validade limitada, deve obedecer a um planejamento compatível com a necessidade de uso e a capacidade de distribuição. De outro lado, o armazenamento dos bens e a gestão dos estoques exigem cuidados para que não se deteriorem precocemente e estejam disponíveis quando necessários.

Quando os controles internos administrativos funcionam adequadamente muitos problemas podem ser evitados ou detectados a tempo de serem corrigidos. Quando não funcionam, compra-se mal, caro, em demasia e sequer se alcança a finalidade desejada.

De qualquer modo, o cidadão que contempla a imagem de caixas e mais caixas de remédios que viraram lixo não tem dúvidas de que houve grande desperdício de recursos públicos na área da saúde. Infelizmente, a hipótese teórica formulada há tempos foi concretizada e maximizada pela incompetência e pelo descaso.

Espera-se que esse triste episódio possa servir de alerta para prevenir outros casos e reforçar a importância do controle e atuar não apenas sob a ótica da legalidade, mas também da legitimidade e economicidade.

Luiz Henrique Lima é auditor substituto de Conselheiro do TCE, graduado em Ciências Econômicas, especialização em Finanças Corporativas, mestrado e doutorado em Planejamento Ambiental.

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MOBILIZAÇÃO | 03/08/2015, 11h:52 - Atualizado: 03/08/2015, 11h:59

Servidores da Educação fazem protesto na Prefeitura de VG e devem manter a greve


Os professores foram para a porta da Prefeitura de Várzea Grande fazer assembleia geral e manifestação na manhã desta segunda (3). A orientação do Sintep-VG é pela manutenção da greve que já dura 37 dias e, apesar de a administração municipal ter feito mais duas propostas, a categoria segue insatisfeita. O problema não é atual, já são cinco greves em dois anos.

A celeuma deve-se ao fato de o sindicato exigir a atualização imediata dos 13,66% do piso na carreira para todos os profissionais da educação. A proposta da prefeitura, contudo, é conceder este percentual de reajuste apenas aos professores ou, a segunda alternativa, é dar 8,55% de aumento a todos.

Gilberto Leite/Rdnews

protesto professores sintep vg (3).JPG

 Professores da rede municipal de Várzea Grande fazem protesto em frente â prefeitura nesta manhã

A justificativa do município é de que a correção salarial de 13,66% a todas as categorias compromete as finanças e ultrapassa os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Além disso, a prefeitura diz manter o diálogo aberto e aguarda uma contraproposta por parte do Sintep.

Na pauta de reivindicação do sindicato existem oito pontos, tendo como questão principal a atualização imediata do piso salarial. Os demais itens como reestruturação da carreira, pagamento das diferenças salariais dos anos anteriores, revisão do enquadramento, o Sintep solicita mais agilidade.

Estas reivindicações constam em termo de ajustamento de conduta assinado ainda pela gestão do prefeito cassado Walace Guimarães (PMDB) junto ao Tribunal de Justiça e Ministério Público, porém, não foi cumprido.

Sobre o reajuste de 13,66%, o presidente do Sintep-VG, Gilmar Soares, informa que havia um acordo que este percentual fosse dado ainda em janeiro, mas foi prorrogado para junho e a atual gestão sob Lucimar Campos (DEM), que assumiu há pouco mais de três meses, não cumpriu.

A prefeitura explica ainda que não é possível conceder o mesmo reajuste a todos os profissionais, pois os servidores da área administrativa, merendeiras, serventes e outros, têm um Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) próprio e não seria possível atendê-los.

Já Soares alega que o reajuste do Fundeb é para todos, portanto, não há motivos para não atender à solicitação da categoria.

Quanto a mobilização, a prefeitura alega que as creches e as escolas da zona rural, que somam 26 unidades, não aderiram à greve. Por outro lado, o presidente do Sintep-VG diz que será feito um trabalho de conscientização sobre a importância de unir ao movimento e torná-lo mais forte.

Gilberto Leite/Rdnews

protesto professores sintep vg (1).JPG

 Professores e prefeita de VG Lucimar Campos ainda não entraram em acordo sobre as reivindicações

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  • Alair Medeiros | Segunda-Feira, 03 de Agosto de 2015, 14h28
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    Talvez os professores inteligentes já entenderam que a Prefeita deu os 13.66 para eles. Agora, os outros que não entendem nada ficam aí prejudicando o município.

| 03/08/2015, 00h:00 - Atualizado: 03/08/2015, 09h:32

Davi e Golias

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Sandra Alves

Existem obras que permitem um olhar atemporal. É o que se pode observar do semblante de David, com a espada em uma mão e a cabeça de Golias na outra, num paralelo com a insatisfação de um povo em relação às diretrizes de seu país. São dados de investigações policiais acerca da corrupção, a convergência de desestabilização econômica e demandas políticas. O intrigante desfecho do inusitado momento histórico tem a atenção de todos.

A obra de Caravaggio “David com a cabeça de Golias, 1609”, exposta na Galeria Borghese (Roma), traz a divergência da representação em relação às Sagradas Escrituras evidente na tristeza sombria e melancólica do vencedor. A expressão da morte no semblante de Golias contraposto ao olhar de profunda dor nos olhos de David, mais a genialidade do pintor nos detalhes da força das mãos, sombra, definição de cada músculo dos personagens, o brilho da espada, entre outros.

Reprodução - Sandra Alves

David com a cabeça de Golias

David com a cabeça de Golias, 1609, exposta na Galeria Borghese (Roma)

Mas a batalha tratada no Brasil hoje não tange aos conflitos entre os Filisteus e o povo de Israel, cuida do povo brasileiro contra a corrupção da democracia. A Operação Lava-jato, com seus 500 dias de realização atingiu a cifra de 22 delatores, 41 presos, 138 denunciados e 30 condenados. Nesta última semana adentrou a sua 16ª fase e já conta com R$ 870 milhões de reais recuperados aos cofres públicos.

Os dados são estarrecedores. O problema, ou a solução, é que não existe uma previsão para o fim das investigações. O parâmetro que alicerça o combate à corrupção do juiz responsável pela condução dos processos e pelos policiais federais é a operação “mãos limpas” que na Itália prendeu 800 pessoas numa investigação que abarcou diversos campos políticos e econômicos daquele país.

Porém, não se trata de um trabalho simples. A entrevista de uma advogada à uma rede de TV impactou pelo temor em seu semblante e a afirmação de que estava abandonando a própria carreira, em função da “intimidação” sofrida após seu cliente Julio Camargo afirmar em delação premiada que Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, estaria envolvido no recebimento de propinas na casa dos 5 milhões de dólares. É um fato para servir de medida ao grau de tensões no país.

Afora o exposto até o presente, a operação conta com 6 (seis) delatores que ainda são desconhecidos. Apesar do grau de pressão que envolve todos os atores, não parece que as investigações terão fim antes de passar por todos os setores de serviços públicos prestados. Diversas informações de delações ainda não são públicas, o que conduz mais pessoas buscarem o benefício da delação. O elo de denúncias gera perplexidade e a aproximação do envolvimento dos políticos (deputados e senadores) cria um clima de pânico em Brasília.

Nos bastidores do Congresso Nacional apura-se a preocupação de cada representante popular em defender seu próprio interesse, protegendo-se das investigações e negligenciando o país com “pautas bomba” que comprometem a estrutura econômica. Basta citar poucos exemplos para verificar a assertiva, como fator previdenciário e vinculação de aumentos de benefícios ao salário mínimo.

Historiadores e documentos (Josephus, Septuaginta, Codex Aleppo) concordam que Golias tinha 2,92 metros e era um campeão dos filisteus. Davi era um rapaz franzino, representante do povo Judeu, sob a proteção de seus deuses, foi ao encontro de Golias para o desafio apenas com a funda e algumas pedras lisas que pegou em um rio.

Todos conhecem o fim de Davi e Golias, sendo que alguns não sob a perspectiva de Caravaggio. Erguer-se contra uma força maior é um grande teste e vencê-la quanto mais. E quantas vezes não traz felicidade e euforia, ao contrário, entristece sombria e melancolicamente, na exata expressão dos personagens de Caravaggio. Que o olhar de Davi represente o povo brasileiro entristecido sob a necessidade de extirpar a corrupção, humana, estampada na face de Golias.

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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Comentários (5)

  • Sandra Cristina Alves | Terça-Feira, 04 de Agosto de 2015, 08h44
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    Obrigada aos queridos leitores por seus comentários. Bruno, coloquei "seus deuses" em uma referência de respeito às diversas religiões e suas crenças, seja por um Deus único ou de diversos. Mas agradeço a observação e estarei mais atenta para não deixar frases com duplas interpretações. Abraços!

  • Bruno | Terça-Feira, 04 de Agosto de 2015, 06h49
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    Ao citar o povo que David defendia, comete equívoco. Esse povo só segue um único Deus. Isso posto, pois faz citações como dados históricos. Mas com relação à tristeza do povo, é isso aí. A pintura exposta na Galeria Borghese (Roma) demonstra bem a tristeza, a sombra que fica e o brilho da justiça, representada pela espada... O povo se entristece e é normal, pois confiava nessas pessoas. Mas sabe que é preciso...

  • Silveira de Albuquerque | Segunda-Feira, 03 de Agosto de 2015, 11h32
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    Davi e Golias e a delação, petrolão, lavajato, etc. Esse é o governo do petismo, cada vez mais afundando o Brasil. PT nunca mais.

  • Messias de S. Mendes | Segunda-Feira, 03 de Agosto de 2015, 11h29
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    Sensacional, doutora Sandra.

  • nelson candido alves | Segunda-Feira, 03 de Agosto de 2015, 09h40
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    Gostei, comparação perfeita.

INFRAESTRUTURA | 02/08/2015, 20h:57 - Atualizado: 03/08/2015, 14h:01

MT de mão dupla e 3 pontes de mão única


Fotos: Romilson Dourado

ponte rio Cuiabazavinho

Ponte sobre o rio Cuiabazinho, com 125 m de extensão e que só permite passagem de um veículo por vez

O turista que atravessa a MT-494, do lago de Manso até Bom Jardim, distrito de Nobres, leva na lembrança não apenas as belezas naturais, registradas em passeios nas grutas, cachoeiras, lagoas, trilhas e outros atrativos turísticos da região, mas também uma curiosidade inusitada. Nesse trajeto de 44 quilômetros, há três pontes de concreto, que substituíram as de madeira. O que chama atenção é que elas são de mão única, enquanto a rodovia é de mão dupla. Foi reinaugurada em dezembro de 2012, no governo Silval Barbosa, que preferiu não duplicá-las. A sorte é que a rodovia estadual está bem sinalizada e conservada. Essa proposta de se construir ponte estreita em rodovia de sentido duplo nasceu no governo Júlio Campos, na década de 1980. E até hoje há outras em várias regiões do Estado, como as sobre os rios Apiacás e Teles Pires, ambas com mais de 200 metros de extensão.

A pergunta mais corriqueira quando se depara com a ponte que só permite passagem de um carro por vez é sobre o que levou a engenharia e o poder público a executar uma obra assim. Seria para reduzir custos?

ponte rio joao pinto

Ponte estreita em rodovia dupla sobre o rio João Pinto, entre o Lago de Manso e o distrito de Bom Jardim

Ao todo, o Estado gastou R$ 3,2 milhões para reformar as pontes, sendo uma sobre o rio Cuiabazinho, com 125 metros de extensão, outra sobre o rio João Pinto, com 30 metros, e sobre o córrego Arraia, com 57 metros. E quem faturou com as obras foi a empreiteira Atrativa Engenharia, que começou a "abocanhar" licitações do Estado a partir do Governo Blairo Maggi. Propriedade do engenheiro Luiz Gonzaga, a Atrativa construiu outras pontes, como a sobre o rio Teles Pires, em Nova Canaã; sobre o rio Cuiabá, em Acorizal; duplicou a ponte Mario Andreazza, entre a Capital e Várzea Grande, e construiu o viaduto do Despraiado. Detalhe: todas dentro dos padrões normais.

ponte sobre rio arraia

A ponte sobre o rio Arraia, uma das três construídas na MT-494, todas com passagem única para veículo

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Comentários (8)

  • João Moessa de Lima | Segunda-Feira, 03 de Agosto de 2015, 21h03
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    Eliseu deu um bom exemplo tenho outro semelhante na divisa entre o Brasil e a Bolívia na cidades de Brasiléia e Cobija foi construída uma ponte Binacional de apenas 130.00m igual ao exemplo de Minas e Goiás tem um semáforo que indica o momento em que você pode atravessar ao contrário das pontes de MT que foram construídas mais de 50 esta é só uma e foi construída recentemente no Governo do Sr. Luis Inácio Lula da Silva em parceria com Governo Boliviano, pior jogaram dinheiro fora o rio é pequeno mas a ponte é estaiada tem outra ponte mais antiga entre os dois municípios que é simples mas passa dois carros ao mesmo tempo isso sim é um deboche. Na construção desta ponte tem uma história pitoresca o engenheiro fiscal que só teria ido visitar a obra no momento em que era retirada as formas inferiores da estrutura acabou indo a óbito porque teria sido atingido por parte desta forma.

  • Paulo | Segunda-Feira, 03 de Agosto de 2015, 15h02
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    já que tem pessoas que se conformam com serviço "meia boca", vamos sugerir meio salário pra quem defende e concorda com uma obra dessa. Pessoas assim que se conformam com coisa mal feita que não faz o Brasil ir pra frente.

  • ELIZEU | Segunda-Feira, 03 de Agosto de 2015, 13h42
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    DEPENDE DE DUAS COISAS, PRIMEIRO, FOI PAGO UM OU OS DOIS LADOS? SEGUNDO, TEM FLUXO DE VEICULOS GRANDE NESTES LOCAIS? PORQUE SE CONSTRUIRAM OUTRAS PONTES PRA BENEFICIAR OUTRAS REGIÕES, E OBEDECEU OS PARAMETROS ANTERIORES, JUSTIFICA. SENÃO VEJAMOS A PONTE QUE LIGA O ESTADO DE GOIÁS(ITUMBIARA) AO ESTADO DE MINAS GERAIS(ARAPORÃ) TEM SOMENTE UM LADO E UM SEMÁFORO QUE INDICA A VEZ DE CRUZAR A PONTE. E FUNCIONA MUITO BEM.

  • Eduardo Pranton | Segunda-Feira, 03 de Agosto de 2015, 12h04
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    Jaime Campos teve que trabalhar com os parcos recursos estatais quando a EMBRAPA ainda não tinha desenvolvido uma solução para a correção do solo... Enfim, MT era um Estado muito pobre. Mas na atualidade contruir uma ponte de passagem única é uma irresponsabilidade e não faz jus aos grandes recursos que o Estado possui.

  • Mane | Segunda-Feira, 03 de Agosto de 2015, 09h53
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    Ponte para TREM!!! kkkkk...a contramão sumiu!! Até que melhoramos,pois o outro lado da ponte aparece..kkkk..credo !! Ponte fantasma!!1 50% de comeÇÃO!!!..kkk...era bem pior!!1

  • Fabiano - Nobres | Domingo, 02 de Agosto de 2015, 23h07
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    De fato, os turistas de fora de MT ficam perguntando sobre essas pontes estreitas. Eles querem saber quem foram os responsáveis pela obra. Uma vergonha. Aliás, eu acho que o ex-governador Silval não poderia ter aceitado inaugurar obra assim, meia boca

  • Cristiane P. Noronha | Domingo, 02 de Agosto de 2015, 23h05
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    Só podia ter sido no governo Júlio Campos. Época do atraso. E o duro é que até hoje temos que conviver com esse tipo de limitação nas rodovias. Basta!!!!!

  • João Moessa de Lima | Domingo, 02 de Agosto de 2015, 22h47
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    No Governo Júlio Campos foram construídas muitas pontes de concreto para passagem de apenas um veículo por vez a época atendia perfeitamente a demanda, pois o fluxo de veículos era reduzido. Com os mesmos recursos financeiros construía-se mais pontes. Asfaltar uma rodovia onde haja ponte com passagem para apenas um veículo por vez e não aumentar a largura da ponte é no mínimo uma irresponsabilidade. Ainda temos muitos destas pontes em rodovias não pavimentas exemplos: Rio Teles Pires na MT 240 extensão 220,00 m, no Rio Apiacás próximo a cidade do mesmo nome, na MT 020 entre Paranatinga e Canarana ainda tem duas pontes destas, até bem pouco tempo tínhamos uma bem aqui pertinho no Córrego Pari na Rua da Guarita que da acesso a Passagem da Conceição esta ponte teve sua largura aumentada e construída uma nova ao lado na duplicação Rua uma das heranças da Copa do Mundo. Na década de 1980 foram construídas cerca de 50 pontes de mista de aço/concreto do tipo da reportagem em todo Estado.

| 02/08/2015, 12h:58 - Atualizado: 03/08/2015, 08h:33

Blairo vai se filiar ao PMDB na convenção nacional, não deseja Mesa do Senado e defende a reeleição de Mauro em Cuiabá


O empresário e senador Blairo Maggi disse neste domingo, em entrevista a este Blog, que deve se filiar ao PMDB em setembro, durante a convenção nacional do partido. Levará junto algumas lideranças, cujos nomes preferiu não revelá-los. O ex-governador de dois mandatos enfatiza que a decisão de trocar o PR pela maior legenda do país se dá “pensando mais no coletivo do que no individual”, descarta interesse em cargos importantes na futura Mesa Diretora do Senado, não teme enfrentar conflitos com o presidente regional, deputado Carlos Bezerra, e defende a reeleição em Cuiabá do prefeito Mauro Mendes (PSB).

Moreira Mariz

blairo maggi 520

Blairo Maggi diz que opção pelo PMDB é instigada pelo interesse coletivo e descarta conflito com Bezerra

O PMDB será o quarto partido de Blairo. Ele começou na vida pública no extinto PPB (hoje PP), pelo qual se elegeu primeiro-suplente do senador Jonas Pinheiro (já falecido). Em 2009, na véspera de estrear como senador pelo período de quatro meses, Blairo foi para o PPS. E pela agremiação socialista garantiu cadeira de governador por duas vezes, em 2002 e 2006. Depois, fundou o PR.

O senador, que estava descansando numa chácara em Cuiabá, neste domingo, afirma que retoma às conversações sobre sua nova filiação nesta semana, quando o Congresso reabre os trabalhos. Não sabe ao certo a data da filiação. Segundo Blairo, o mais provável é no dia da convenção peemedebista, que acontece em setembro. Ele transferiu a missão ao primeiro-suplente, empresário Cidinho Santos, que o acompanhará no PMDB, para convencer lideranças do grupo a seguir o mesmo caminho. Preferiu, por enquanto, não citar nomes. “Algumas lideranças devem nos acompanhar. Mas dependem de algumas conversações que estão sendo feitas pelo Cidinho”.

Blairo argumenta que deveria ter optado pelo PMDB há muito tempo. Considera o partido orgânico e com força, tanto que comanda 9 Ministérios. E essa inserção junto ao governo federal, na análise do parlamentar, o ajuda a tentar resolver muitas demandas de Mato Grosso. “A minha filiação (no PMDB) é mais pensando no coletivo do que no individual”. Adianta que não pleiteará cargo na Mesa do Senado. Cita que o PMDB já tem um candidato à sucessão do também peemedebista Renan Calheiros, o colega senador Eunicio Oliveira (CE).

Eleições-2016

Perguntado sobre risco de enfrentar conflitos com o principal líder da legenda no Estado, deputado Bezerra, Blairo pondera não ter qualquer preocupação com isso. Entende que, com diálogo, tudo se resolve.

Quanto às eleições municipais de 2016, especialmente nas duas maiores cidades mato-grossenses onde está mais presente, Blairo Maggi adianta que, em Cuiabá, pretende apoiar a recandidatura do prefeito Mauro e vai buscar entendimento partidário para isso. Já em Rondonópolis, enfatiza não haver definição, já que depende de decisões sobre eventual candidatura do deputado estadual Ondanir Bortolini, o Nininho (PR), e do federal e ex-prefeito Adilton Sachetti (PSB).

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Comentários (6)

  • Madeirador | Segunda-Feira, 03 de Agosto de 2015, 17h53
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    Esse trem ai diz que nao ja iria aposentar na politica? o que ainda quer filiar em partido? teve um mandato pífio de senador..

  • Laércio Lima Cunha | Segunda-Feira, 03 de Agosto de 2015, 11h29
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    Interesse = DEZ .......... Ideologia = ZERO, e assim caminha o nosso país.

  • Matheus de Rondina | Domingo, 02 de Agosto de 2015, 21h27
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    Blairo não deve levar muitas lideranças com ele. É um político que não tem compromisso com outros políticos. Assim não vai!

  • Gilston | Domingo, 02 de Agosto de 2015, 18h31
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    Reeleição em Cuiabá do prefeito Mauro Mendes (PSB), eu acho que não prospera e é impossível se Mauro Mendes estiver coligado com Pedro Taques. O Pedro Taques sempre foi contra a reeleição ao cargo de prefeito deu até entrevista neste site no RDTVnews quando perguntado sobre o TRAMPOLIM que ele prometeu se eleito for serei eleito senador por oito anos e que largou o mandato pela metade esquecendo da promessa.Resposta " nunca falei isso, o que eu falei, e sou contra é a reeleição de cargo de prefeito" Como o Pedro Taque não gosta de ser contrariado vamos aguardar pra ver.

  • TOMAZ MATHEUS FRACHINI | Domingo, 02 de Agosto de 2015, 17h19
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    ESSE SENADOR É O VERDADEIRO POLITICO SEM IDENTIDADE...O QUARTO PARTIDO POLITICO QUE VAI SE FILIAR...ISSO É VERGONHOSO.

  • Eleitor | Domingo, 02 de Agosto de 2015, 14h42
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    AINDA BEM QUE ESTE BLAIRO MAGGI FALA POR SÍ. PORQUE COMO ELE FALA ATÉ PARECE QUE O CIDADÃO CUIABANO É OBRIGADO A FAZER O QUE ELE QUER...A ARARATH VEM AÍ!!!!!VAMOS VER QUEM SE SALVA NÉ..... ALIÁS OS DOIS CITADOS NESTE MADEIRA ESTÃO SENDO INVESTIGANDO CONFORME NOTICIADO EM TODOS OS JORNAIS NESTE FINAL DE SEMANA E PELO ANDAR DA CARRUAGEM TEREMOS NOVIDADES LOGO.LOGO.....LOGO....GRAÇAS A DEUS O BRASIL TEM UMA POLICIA FEDERAL EXCELENTE QUE NÃO IMPORTA QUE É O FIGURÃO.

A história se repete... | 02/08/2015, 09h:40 - Atualizado: 02/08/2015, 17h:18

Taques é 2º governador a romper com PDT, que tem sina de “implodir” no poder


Passados 18 anos do rompimento do ex-governador Dante de Oliveira (já falecido) com o PDT e adesão ao PSDB, a sina da sigla “implodir” ao chegar ao poder em Mato Grosso se repete. Nos bastidores, circula a informação de que Pedro Taques está de “malas prontas” e deve se abrigar no PSB ainda neste mês.

Para o cientista político João Edisom Souza, a história se repete com diferenças e similaridades. Em ambos os casos, avalia que a ruptura dos governadores com o PDT foi provocada pela falta de firmeza ideológica do próprio partido.

Reprodução

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Analista João Edsom diz que ruptura dos governadores com PDT ocorreu pela falta de ideologia

Lembra que o setor ideológico do PDT mato-grossense, representado principalmente por militantes de origem sulista, sempre foi suplantado na direção partidária por aqueles que se aproximaram da sigla em busca de cargos e outras benesses do poder. “Nas duas vezes que conquistou o Governo, o PDT entrou em conflito. Os que reivindicam o pensamento de Getúlio Vargas, Darcy Ribeiro, Alberto Pasqualini e Leonel Brizola perderam espaço para os fisiológicos. A ruptura acaba sendo o caminho natural”, explica.

Os rompimentos com o PDT, no entanto, aconteceram em contextos diferentes. Dante chegou ao Palácio Paiaguás bastante próximo de Brizola e se afastou do “velho caudilho”, quando resolveu se aliar ao então presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e apoiou a emenda da reeleição.

Colizão

Em 1997, Dante recebeu “cartão vermelho” de Brizola e deixou o PDT. O caminho natural foi o PSDB, sigla pela qual disputou e garantiu a reeleição, se beneficiando da emenda constitucional que defendeu com afinco. Taques, por sua vez, se elegeu já em rota de colisão com a cúpula pedetista e nunca teve boa relação com o presidente nacional do partido, Carlos Lupi. Ainda no Senado, defendia a saída da base de sustentação da presidente Dilma Rousseff (PT). Nas eleições de 2014, contrário à convenção do PDT, apoiou o presidenciável Aécio Neves (PSDB-MG).

Após assumir o Governo, a situação se agravou. Taques entrou em rota de colisão com o deputado estadual Zeca Viana, que preside o PDT, no Estado. As críticas públicas do parlamentar, que em diversas oportunidades utilizou termos chulos para se referir aos correligionários, tornou insustentável a permanência do governador na legenda.

Reprodução

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 Ex-governador Dante de Oliveira (falecido) e governador Taques, que repete ruptura com o PDT

Inchaço

Com a adesão de Dante, o PSDB “inchou” ao receber diversos prefeitos, vereadores e lideranças com interesse de se aproximar do governador. Após ser apeado do poder, experimentou período de ostracismo político e está sendo reconstruído a  partir de figuras como o deputado federal Nilson Leitão, o presidente da Assembleia Guilherme Maluf e o líder do Governo no Legislativo Wilson Santos. Os três souberam compreender a conjuntura eleitoral e apoiaram Taques logo no início das articulações para disputar o Paiaguás.

Agora chegou a vez do PSB experimentar o “inchaço”. Prefeitos, vereadores e lideranças já aguardam a movimentação do governador para migrar à sigla. Somente na Assembleia, quatro deputados se articulam para acompanhá-lo, fazendo a bancada saltar de três para sete integrantes.

Os ocupantes de cargos Executivos podem mudar de partido sem risco de perder o mandato, beneficiados por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Os integrantes do Legislativo, por sua vez, aguardam “janela” que está em tramitação no Congresso Nacional.

Taques vai para PSB e deve se filiar em agosto; bancada será ampliada

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  • Osny oliveira | Domingo, 02 de Agosto de 2015, 18h02
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    nao sou pedetista nas acho muito deselegante, coisa típica de político, a pessoa usar o partido e depois cair fora, mostra o oportunismo de pessoas sem caráter !!!

| 02/08/2015, 00h:00 - Atualizado: 01/08/2015, 21h:39

Comprometimento profissional

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Jackelyne Pontes

De tempos em tempos acho importante que os profissionais, principalmente os que atuam na área da saúde façam uma retrospectiva de suas carreiras, reavaliando seu índice de satisfação pessoal e relembrando os votos feitos na ocasião da colação de grau.

Comprometer-se é estar engajado, é vestir a camisa da instituição seja ela pública ou privada, é conhecer com profundidade o paciente criando assim um vínculo sólido de confiança mútua.

Esta é uma via de mão dupla. As empresas e instituições procuram profissionais dispostos a trabalhar com afinco, que possua conhecimento científico e prático, que tenham habilidade e atitudes proativas.

Por outro lado estes esperam reconhecimento tanto no âmbito financeiro como no pessoal e no profissional. Pessoas comprometidas criam laços fortes, alavancando o progresso empresarial diminuindo o absenteísmo, a rotatividade e melhorando o desempenho no trabalho, aumentando assim a rotatividade.

Se fizermos um levantamento bibliográfico é notório que o vínculo do indivíduo com o seu trabalho está diretamente ligado com o seu grau de satisfação.

Administradores com habilidades de lidar com as situações rotineiras, capaz de implementar mudanças com a sensibilidade necessária por mais radical que elas sejam, que conheça os processos de trabalho, que planeje estratégias, inove e invista em melhorias, é o ideal sempre.

Colaboradores satisfeitos promovem um ambiente de trabalho favorável, reagem bem em condições adversas, e dão o melhor de si mesmo na ausência de seus superiores. Na língua portuguesa o ato de comprometer-se revela uma ideia de obrigação, quando na verdade o objetivo é fazer com que nasça um forte vínculo, que o trabalhador deseja permanecer naquele curso de ação, de participar ativamente de todas as atividades e estar feliz com esta sua escolha.

Comprometer-se com a carreira é deixa aflorar a sua vocação pela profissão escolhida, é apaixonar-se diariamente pela sua rotina de trabalho, e sentir-se realizado no final do dia. Pressupõe-se aqui que haja uma sequência crescente ao longo do tempo, e que sua expectativas em relação às condições de trabalho sejam atendidas, que tenha orgulho, prazer e desejo de continuar fazendo parte da equipe.

De toda forma aquela chama, empolgação e porque não  uma certa utopia do início da carreira deve ser alimentada. Que a relação custo e benefício envergue para o lado positivo, e que as obrigações e deveres sejam recíprocos e equilibrados, sempre com uma pitada de reconhecimento e gratidão de ambas as partes. Quem trabalha corretamente, contribui para melhorias contínuas, tem responsabilidade e disposição para aprender e crescer vê o que “passe” sendo valorizado dia-a-dia. 

Sair da zona de conforto, não se conformar com as situações adversas, manter-se atualizado, documentar suas realizações, administrar sua reputação e valorizar-se é sem dúvida o primeiro passo para o sucesso. 

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, filiada ao Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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  • Lourdes | Domingo, 02 de Agosto de 2015, 16h23
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    Apalusos em pé. Belíssimas palavras.

orçamento | 01/08/2015, 09h:07 - Atualizado: 01/08/2015, 09h:12

Mesmo sem aprovação, Wilson afirma que LDO está superada e Governo elabora LOA


Ainda sem previsão de data para votação final da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2016, o líder do Governo na Assembleia, deputado Wilson Santos (PSDB), considera o assunto superado. Além disso, o tucano ressalta que a secretaria estadual de Planejamento (Seplan), por meio do corpo técnico,  já oficializou o processo de elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o próximo ano.

Wilson explica que a votação da LDO 2016 não será concluída no início de agosto, quando encerra o recesso parlamentar, retomando as sessões ordinárias. Entretanto, afirma que as formalidades legais não impedem o trabalho dos técnicos da Seplan.

Segundo ele, os deputados estaduais Zeca Viana (PDT) e Janaína Riva (PSD) até podem pedir vistas do projeto de lei e apresentar novas emendas. Ainda assim, diz que a estrutura da LDO e os pontos considerados cruciais pelo Governo não sofrerão alterações. “Os parlamentares podem exercer suas prerrogativas constitucionais. As emendas serão avaliadas. O que interessa ao Executivo está assegurado no texto e não passará por mudanças”, garante.

Ronaldo Mazza/AL

wilson_santos.jpg

Deputado Wilson Santos, que é líder do Governo na AL, diz que Seplan iniciou processo  da LOA 2016

A articulação para aprovar a LDO em sessão extraordinária, no último dia 22, fracassou a partir do pedido de vistas de Zeca. Na tentativa de chegar ao acordo, o Executivo chegou a encaminhar substitutivo integral da Lei, contemplando 56 emendas das 130 apresentadas. Neste caso, o governador Pedro Taques (PDT) assumiu o compromisso de não vetá-las. 
Durante a análise da Comissão de Constituição Justiça e Redação (CCJR), realizada horas antes, o substitutivo integral recebeu outras duas emendas. Com isso, o número chegou a 58.

A emenda 76, considerada de extrema importância pelo Palácio Paiaguás,  que trata do duodécimo dos Poderes, foi acatada e dispõe sobre o limite global de despesas totais, inclusive pessoal e encargos sociais, inserindo os percentuais para cada um dos órgãos. Neste caso, a liderança do Governo assegura que o acordo feito com os demais presidentes será cumprido na íntegra pelo Executivo.

Mesmo com as concessões, Zeca pediu vistas e atacou durante a postura de Wilson, durante as articulações da aprovação da LDO. Em pronunciamento da tribuna, declarou que o tucano fez “jogo sujo e rasteiro”.

Zeca pede vistas, impede votação da LDO e reclama de jogo sujo de líder

Na tentativa de acalmar os ânimos, Wilson reconheceu que o pedido de vistas, embora atrase a aprovação da LDO, está amparado no Regimento Interno e na Constituição. "Os deputados estão vivendo um período de aprendizado pleno do Parlamento mato-grossense".

AL

wilson

 Wilson diz que LDO não passará por mudanças pelo Executivo

LOA

A Lei Orçamentária Anual estima a receita e fixa a despesa do Estado para o exercício financeiro do ano seguinte. O objetivo é viabilizar a concretização das ações planejadas no Plano Plurianual (PPA), com vigência de quatro anos, em conformidade com a LDO, que ainda precisa ser aprovada pela Assembleia.

O modelo de programação orçamentária estratégica do gasto adotado para a elaboração da peça orçamentária compreende a contribuição de duas formas de orçamento, classificados como Orçamento Base de Gasto e de Novas Iniciativas.

Segundo Josiane Andrade, secretária-adjunta de Orçamento da Seplan, para a elaboração do orçamento público estadual serão considerados quatro objetivos técnicos: vinculação com as estratégias governamentais; disciplina fiscal agregada, maior controle sobre os resultados orçamentários; eficiência alocativa, distribuição mais estratégica de recursos entre prioridades; e eficiência técnica, uso mais eficiente dos recursos pelos órgãos.

A proposta do Executivo estima uma receita total de R$ 16,035 bilhões para 2016, valor 17% superior ao de 2015. A previsão é a mais próxima possível da realidade, diferente do que vinha sendo praticado na gestão anterior, sob Silval Barbosa (PMDB). (Com Assessoria)

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| 01/08/2015, 07h:37 - Atualizado: 02/08/2015, 19h:01

Jovens voluntários

akio materia estreia colunista

Akio Maluf Sasaki

Em pleno século 21, onde acredita-se que a humanidade está no ápice de seu egoísmo, é possível ver um cenário diferente se formando todos os dias com os jovens do presente. Nunca antes tantos jovens se voluntariaram para ajudar os outros.

Todos os dias instituições como o Lyons, Escoteiros, Demolay e Rotary têm recrutado adolescentes em toda parte do mundo e, principalmente, no Brasil, e com a ajuda deles é criada a primeira semente do trabalho voluntário onde é ensinado para as crianças e jovens a importância de ajudar o próximo e fazer o bem.

Quando falamos nas instituições acima é sempre possível lembrar que você alguma vez na vida já foi em um almoço, um jantar, uma posse ou qualquer outro evento que arrecadasse dinheiro em prol de alguma causa social e, melhor, observou que quase tudo era coordenado pelos jovens.

A instituição mais bem estruturada hoje é, sem dúvida alguma, a Ordem Demolay, pois ela está aberta para jovens a partir de 12 até 21 anos e tem seus diferentes níveis e divisões com ensinamentos para ajudar a lapidar o caráter do jovem, além dos diversos trabalhos desempenhados todos os dias em prol da sociedade.

Já no que diz respeito ao mundo, é possível ver ongs famosas como a AIESEC, ERASMUS e CRUZ VERMELHA, todas recrutadoras famosas de pessoas que desejam fazer algo pela sociedade.

A AIESEC costuma recrutar jovens universitários para dar aulas no exterior para outras crianças, o ERASMUS além de uma rede de intercâmbio europeia permite aos jovens o trabalho voluntário na forma de allumini e a Cruz Vermelha, bem, esta dispensa comentários.

Em Cuiabá é possível ver funcionando simultaneamente, visando o recrutamento de jovens para o trabalho voluntário, o Rotaract, o Lyons, os Escoteiros, o Demolay e a AIESEC, ambas com suas fileiras lotadas e procura diária, situação que mostra uma mudança no pensamento do jovem, pois hoje ele busca a Paz e Ajudar a todos.

Portanto, na contramão do que pensam muitas pessoas, ao invés de só se capacitar e buscar ganhar dinheiro, os jovens tem buscado todos os dias a experiência e a oportunidade de ajudar as pessoas e fazer o bem, sem olhar cor, raça, religião e nem país, para que juntos possam ajudar a construir uma nova sociedade.

Akio Maluf Sasaki é acadêmico de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), atua em cooperação internacional do turismo e escreve neste Blog todo sábado - akio@pontodeapoioturismo.com.br

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Comentários (1)

  • Fernanda Aparecida | Terça-Feira, 04 de Agosto de 2015, 17h32
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    Olá, você falou destes programas, onde encontro mais informações?

BATE-REBATE | 31/07/2015, 09h:55 - Atualizado: 31/07/2015, 10h:32

Amam e MCCE entram em conflito devido aos pedidos de suspeição feitos por Riva


Os pedidos de suspeição ingressados pelo ex-deputado José Riva (PSD) contra a juíza Selma Rosane Arruda, da 7ª Vara Criminal, acabaram gerando uma crise e troca de acusações entre a Associação Mato-grossense de Magistrados (Amam) e as entidades ONG Moral e MCCE.

Davi ValleRdnews

RDTV Ceara MCCE

Ceará, líder da Ong Moral e MCCE,  que emitiu nota contra trâmite na Justiça dos processos de Riva

A briga foi iniciada com a publicação de nota crítica feita pelas duas organizações de combate à corrupção que acusou os magistrados “da cúpula do Tribunal de Justiça” de fazer “tabelinha” com o ex-deputado, na qual haveria um jogo combinado entre os desembargadores para Riva ser blindado de forma geral.

"Durante uns 20 anos, quando comandava a Assembleia, o acusado fez “tabelinha” com magistrados da cúpula do Tribunal de Justiça, tipo “Romário e Bebeto” nos bons tempos da seleção brasileira, e assim nunca foi alcançado pela Justiça”.

Eles cobram ainda uma manifestação da Amam sobre o assunto. “A Associação de Magistrados (Amam), tão ágil para defender os seus antigos associados punidos no 'escândalo da maçonaria', se calou diante da tática do acusado José Riva, de 'escolher' quais juízes podem processá-lo”.

Para as duas entidades, a tática de pedir a suspeição dos magistrados que julgam é antiga e foi utilizada contra vários outros juízes que atuaram em seus processos, tais como, Gonçalo Antunes de Barros, Celia Vidotti, Luis Aparecido Bertolucci, José Blaszak.

Amam

A Amam se defende e rebate as críticas alegando não reconhecer a legitimidade do MCCE e da ONG Moral para opinar sobre a entidade, pois seus integrantes defendem, em suas redes sociais, “políticos e partidos objetos de gravíssimas investigações criminais na denominada operação Lava Jato”.

A insinuação é sobre Antonio Cavalcante, o Ceará, um dos líderes do MCCE, que na capa do seu facebook declara apoio à presidente Dilma Rousseff (PT), e ao longo de sua linha do tempo é possível perceber diversas postagens contra os políticos e partidos de oposição. Assim como Vilson Nery, advogado das duas entidades, que tem postagens de defesa a membros do governo federal.

“Em suma, essa é a mensagem do MCCE e a ONG Moral, 'façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço'”, ironiza a nota encaminhada pela Amam.

A Amam explica ainda que só atua quando há uma solicitação formal do associado que sofra de agressões às suas prerrogativas funcionais, o que absolutamente não ocorreu no caso da juíza Selma. 

Sobre as acusações de que magistrados faziam “tabelinha” com o ex-deputado, a Amam diz tratar-se de denúncia grave, no mínimo de prevaricação, certamente em nada ajuda no aperfeiçoamento das instituições públicas de Mato Grosso.

  • Nota de crítica pública do MCCE
  • Considerando a repercussão dos processos e prisões do ex deputado estadual José Riva, e a revelação da “tática” de defesa, “escolhendo” juízes, mediante simulação de exceções de suspeição contra magistrados, os movimentos sociais abaixo discriminados vêm alertar a sociedade de grave distorção da Democracia e da livre atuação de juízes.
  • Desde a criação da Vara Especializada de Ação Civil Pública e Ação Popular, de competência cível, e da Vara Especializada Contra o Crime Organizado, os Crimes Contra a Ordem Tributária e Econômica e os Crimes Contra a Administração Pública em nosso Estado, que os crimes de colarinho branco começaram a sofrer punição. Não foi à toa que os deputados estaduais tentaram “melar” o trabalho dos juízes por meio da Lei Complementar nº 313 (de 16 de abril de 2008), que extinguia as citadas varas especializadas.
  • O réu em comento já apresentou centenas de pedidos de exceção de suspeição. Tenta impedir que magistrados como Gonçalo Antunes de Barros, Celia Vidotti, Luis Aparecido Bertolucci, José Blaszak e Selma Rosane Arruda julguem os processos contra ele.
  • Durante uns 20 anos, quando comandava a Assembleia Legislativa, o acusado fez “tabelinha” com magistrados da cúpula do Tribunal de Justiça, tipo “Romário e Bebeto” nos bons tempos da seleção brasileira, e assim nunca foi alcançado pela Justiça.
  • A Associação de Magistrados - AMAM, tão ágil para defender os seus antigos associados punidos no “escândalo da maçonaria”, se calou diante da tática do acusado José Riva, de “escolher” quais juízes “podem” processá-lo.
  • O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral – MCCE, e a ONG MORAL – Moralidade e Cidadania, reafirmam sua crença de que a tendência de punir corruptos da política não pode se restringir ao Judiciário de Brasília e de Curitiba. A liberdade de julgar, mediante o livre convencimento motivado, deve ser estendida aos corajosos juízes de Mato Grosso, independente do nome do réu que esteja na capa dos autos.
  • MCCE – ONG MORAL
  • Resposta da Amam
  • A respeito da nota crítica divulgada pelo MCCE e a ONG Moral, especialmente no que diz respeito as atividades de fazer e não fazer da Associação Matogrossense de Magistrados (AMAM), primeiramente queremos deixar bem claro que livre é o direito de manifestação neste país, sendo de certo modo até louvável a preocupação de tais entidades com questões inerentes à independência da magistratura. 
  • Entrementes, antes de lançar afirmações levianas o MCCE e a ONG Moral deveriam ter se inteirado do modus operandi da Associação de Magistrados nessas questões que envolvem a defesa de prerrogativas de seus associados, pois se assim o fizessem saberiam que a AMAM somente atua quando há uma solicitação formal do associado que sofra agressões às suas prerrogativas funcionais, o que absolutamente não ocorreu no caso concreto. 
  • É importante também que fique bem claro que a AMAM não reconhece no MCCE e muito menos na ONG Moral legitimidade para criticar ou opinar sobre o que devemos fazer ou deixar fazer, até porque são os mesmos integrantes dessas entidades que nas redes sociais fazem a defesa de políticos e partidos objetos de gravíssimas investigações criminais na denominada operação lava jato, aspecto que está bem lembrado nos sites de notícias do Estado. 
  • Em suma, essa é a mensagem do MCCE e a ONG Moral, “façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço”. 
  • Por fim, insinuar genericamente que em algum momento da história do Poder Judiciário de Mato Grosso, os magistrados deste Estado se omitiram com relação a maus feitos de quem quer que seja, além de se tratar de uma grave acusação no mínimo de prevaricação, certamente em nada ajuda no aperfeiçoamento das Instituições Públicas de Mato Grosso.
  • AMAM

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  • Ronei Duarte | Sábado, 01 de Agosto de 2015, 03h41
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    O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) -É uma organização da sociedade civil - é integrado por 51 entidades nacionais de diversos segmentos, formando uma rede com movimentos, organizações sociais, organizações religiosas e entidades da sociedade civil(OAB,Associação Magistrados do Brasil Magistrados,CNBB,ANAMATRA,Associação dos Delegados a Policia Federal,Cáritas Brasileira,CUT,Federação Nacional dos Jornalistas,Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros,etc.) Foi responsável pela mobilização da sociedade brasileira em favor da aprovação das duas únicas leis de iniciativa popular anticorrupção no Brasil: a Lei nº 9.840/99 “Lei da Compra de Votos”, que permite a cassação de registros e diplomas eleitorais pela prática da compra de votos ou do uso eleitoral da máquina administrativa. Foi responsável também pela campanha da qual decorreu a aprovação da Lei Complementar nº 135/2010, popularmente conhecida como “Lei da Ficha Limpa”. O MCCE Também coordenou a campanha “Corrupção Eleitoral e Saúde Voto não tem preço. Saúde é seu direito!”. Atualmente, o Movimento trabalha com o projeto para a Reforma do Sistema Político Brasileiro – mais uma iniciativa popular. O MCCE foi instituído durante o período eleitoral de 2002. Mas pode-se dizer que a Campanha da Fraternidade de 1996, que teve por tema "Fraternidade e Política", contribuiu para aflorar a criação do MCCE, porque posterior à campanha, a Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP) órgão vinculado da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), lançou o Projeto "Combatendo a corrupção eleitoral", em fevereiro de 1997. Assim, era plantada, em 1998, a semente da iniciativa popular contra a corrupção eleitoral, originando a Lei 9840. A partir de 2002, o MCCE ampliou sua atuação e hoje funciona de forma permanente com ações em todo o país. Em 2006 é criada a Secretaria Executiva do Comitê Nacional do MCCE. Em 27 de abril de 2007, é oficializada a Secretaria Executiva do Comitê Nacional do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (SE-MCCE), Organização não governamental (ONG), sem fins lucrativos. Da Secretaria Executiva do Comitê Nacional em Brasília, há a integração com as 51 entidades que compõem a rede nacional do MCCE e também com os comitês estaduais, municipais e locais em todas as regiões do país. • Secretaria Executiva do Comitê Nacional Fundada em agosto de 2006 e oficializada em abril de 2007, é uma associação civil sem fins lucrativos e econômicos, democrática e pluralista, com duração ilimitada, com sede na SAS Quadra 5, Lote I, Bloco M, Edifício Anexo da Sede do Conselho Federal da OAB, em Brasília/DF, e foro em todo o território nacional, podendo ser criados escritórios regionais quando e onde se fizerem necessários. Tem como finalidade apoiar e fortalecer políticas e ações do Comitê Nacional do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral – MCCE. - Diretoria colegiada do MCCE: . Carlos Alves Moura (CBJP) - Diretor . Márlon Jacinto Reis (Abramppe) - Diretor . José Magalhães de Sousa (Cáritas Brasileira) - Suplente / Diretor - Secretaria Executiva do MCCE: . Eliane Carvalho - Assessora da Diretoria . Sandro Meireles - Assessor de Comunicação • Comitê Nacional O Comitê Nacional do Movimento de Combate à Corrupção é composto por 51 entidades cuja atuação se estende por cidades e capitais em todas as regiões do país. Com sede em Brasília, é ele quem acompanha de perto a atuação do Tribunal Superior Eleitoral e mantém contato com os responsáveis pela adoção de medidas que favoreçam a lisura do processo eleitoral em todo o Brasil. Ao Comitê Nacional compete acompanhar a criação e a manutenção dos trabalhos dos Comitês do MCCE. • Comitês Eles são conhecidos como comitês 9840 (referencia à lei da “compra de votos”) ou Comitês MCCE e exercem um importante papel de fiscalização, educação popular e monitoramento do orçamento público e da máquina administrativa. São mais de 300 comitês estaduais, municipais e locais. Os comitês estão presentes em todos os estados brasileiros e são constituídos de forma voluntária por representantes da sociedade civil, pastorais, sindicatos, associações e outros grupos organizados. EIXOS DE ATUAÇÃO • Fiscalização O objetivo deste eixo é assegurar o cumprimento da Lei 9840/1999 e da LC 135/2010 (Ficha Limpa), por meio do recebimento de denúncias, acompanhamento de processos e encaminhamentos de representações aos órgãos competentes. • Educação Visa contribuir com a consolidação de uma consciência dos eleitores de que “voto não tem preço, tem conseqüências”. Para isso, são realizadas ações nos municípios como encontros, palestras e seminários, em parceria com os Comitês 9840 (Comitês MCCE). Material impresso, como: cartilhas, folderes e cartazes são distribuídos durante os eventos. • Monitoramento Com este eixo, o MCCE realiza tanto o acompanhamento das ações do parlamento brasileiro em relação à Lei 9840 e à LC 135/2010, como o controle social do orçamento público e da máquina administrativa. Objetiva evitar desvio de recursos com finalidades eleitorais e acompanhar as ações de seus candidatos. - Acelerar o julgamento dos processos. - Tornar mais conhecida a Lei 9840/1999 e a LC 135/2010 a fim de ampliar suas aplicações e seus acompanhamentos. - Articular a luta por eleições limpas com o combate a todas as formas de corrupção.

  • Antonio Cavalcante Filho | Sexta-Feira, 31 de Julho de 2015, 23h15
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    Durante uns 20 anos, quando comandava a Assembleia Legislativa, JOSÉ RIVA fez “tabelinha” com magistrados da cúpula do Tribunal de Justiça, tipo “Romário e Bebeto” nos bons tempos da seleção brasileira, e assim nunca foi alcançado pela Justiça.. MESMO SABENDO QUE O MAIOR FICHA SUJA DE MATO GROSSO, JOSÉ RIVA, RESPONDIA A VÁRIOS PROCESSOS, O DESEMBARGADOR, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE MATO GROSSO, JOSÉ FERREIRA LEITE, FAZIA ELOGIOS AO MAIS PROCESSADO POLITIQUEIRO DO ESTADO, COMPARANDO O CORRUPTO A UMA OSTRA. ASSISTAM AO VIDEO: https://www.youtube.com/watch?v=6XgnwEfE-vs

  • Dagoberto | Sexta-Feira, 31 de Julho de 2015, 21h07
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    Parabéns a AMAM por mostrar à sociedade de que não se curvará às mazelas do MCCE e a ONG MORAL e tão pouco sua filosofia.

| 31/07/2015, 07h:25 - Atualizado: 31/07/2015, 07h:55

Terreno baldio, direitos e deveres

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Elga Figueiredo

A problemática dos terrenos baldios em nosso município se mostra cada vez mais evidente. O terreno vazio pode ser um problema para muita gente, mas o problema é maior quando o terreno é baldio, ou seja, que não é usado ou cuidado como deveria ser.

Agora, no período de seca, e aproximando dos meses mais quentes do ano (agosto a outubro) a preocupação aumenta muito mais, já que além do abandono, os terrenos baldios são focos das tão temidas queimadas urbanas.

Os deveres da administração municipal e dos moradores muitas vezes se confundem, portanto, o presente artigo almeja apresentar direitos e deveres daqueles que detêm áreas e não cuidam das mesmas, e ainda orientar aos moradores vizinhos, ou interessados em como proceder diante de tal situação, já que os moradores vizinhos de terrenos abandonados se obrigam a conviver ao lado de lixo, entulho, insetos e animais peçonhentos, realidade que traduz a falta de respeito com a população, que paga com a própria saúde o convívio com ambientes insalubres.

Todo terreno é um bem e, por isso, possui um proprietário responsável por ele, seja público ou privado.

Desse modo, a responsabilidade pela manutenção e conservação de terrenos é exclusiva do proprietário, que deve prover o fechamento do terreno com muro e cuidar da limpeza interna dele. Quando este não exerce sua responsabilidade, o melhor caminho a meu ver, é sempre em primeiro lugar tentar resolver junto ao proprietário e na recusa ou na impossibilidade de localizá-lo, acionar a prefeitura para que esta tome as devidas providências.

Assim, quando vislumbra se a existência de terreno baldio em condições precárias e o proprietário permanece omisso, ou não e conhecido, o cidadão comum tanto pode, quanto tem o dever de denunciar isso à prefeitura, para que seja enviado um fiscal que irá fazer uma vistoria, e caso apresente irregularidades, notificará o proprietário, que terá um prazo para efetuar a regularização do terreno. 

A legislação determina que os terrenos não edificados “vazios” não podem servir de depósito de lixo de qualquer natureza, em caso de descumprimento, a multa fica entre R$ 2 mil e R$ 5 mil. 

Assim, todo cidadão que se encontrar na situação de vizinho de terreno baldio, ou estiver incomodado com algum terreno baldio abandonado, procure a prefeitura ou a defesa civil diretamente, e peça para fazer uma vistoria.

Por fim, alám da responsabilidade dos proprietários, cabe também a todo cidadão a adoção de uma atitude que demonstre um mínimo de senso de coletividade, não jogando lixo e entulhos em terrenos vazios, e dessa forma contribuindo para criação de lixão a céu aberto.

Elga Figueiredo é empresária e advogada, especialista em direito do consumidor e escreve exclusivamente neste Blog toda sexta - e-mail: elgafigueiredo@hotmail.com

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Comentários (1)

  • José Licubrino | Sexta-Feira, 31 de Julho de 2015, 14h58
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    Concordo com o artigo, mas faço um comentário sobre a maldade de alguns fiscais da Prefeitura, multa muitas vezes por uma simples denúncia por telefone e não vão no local averiguar se de fato ocorreu ou se o terreno está mesmo sujo. Usam da força do cargo para prejudicar quem haje corretamente.

| 30/07/2015, 11h:54 - Atualizado: 30/07/2015, 12h:21

Governador acorda cedo, acompanha e monitora as ações e persegue resultados


Na pele de governador, Pedro Taques se mostra um cidadão inquieto.  Entre 4 e 5 horas já está de pé. Lê os principais jornais regionais e nacional, assim como os portais de notícias. Como um multimídia, criou uma pasta no iPhone 6 com endereço dos sites para acompanhar o noticiário. Monitora ações e orienta os secretários por um grupo de WhatsApp. A conversa rola apenas entre eles. É um estudioso, dominador da oratória e que persegue resultados. Convicto de que está no caminho certo, faz propaganda das próprias ações usando as redes sociais. Demonstra simplicidade. E atrai centenas de seguidores.

José Medeiros

pedro taques tangara da serra 520

Governador Pedro Taques, faz discurso da tribuna da Câmara Municipal de Tangará da Serra, na última 3ª

Quando não está viajando, chega cedo no Palácio Paiaguás. É de praxe se reunir com dois secretários: José Arlindo (Governo) e o primo Paulo Taques (Casa Civil). Quase sempre, Jean Campos (Comunicação Social) participa da conversa cotidiana. E, dependendo das demandas por setor, começa a disparar telefonema, convocando secretário da área específica. O que tem surpreendido a equipe é o fato de Taques, considerado por muitos como linha dura e turrão, conduzir as reuniões de forma serena e dando vez e voz de todos se manifestarem.

Às segundas-feiras pela manhã a agenda é interna. Reserva o período da tarde para atendimento ao público e autoridades. Quase todos os dias estende o expediente até as 22 horas. Nem todos conseguem uma audiência com o governador. É feita filtragem e muitas demandas são resolvidas pelos secretários.

Com projetos e outras demandas debaixo do braço, o governador viaja a Brasília a cada 15 dias para audiência nos Ministérios e em outros órgãos da administração federal. Quase todo sábado aparece no Paiaguás. Só quieta mesmo no domingo, reservado à família.

Taques fechou o primeiro semestre de mandato com saldo positivo. Carrega discurso da ética, da legalidade e prega a transformação. E isso sustenta a credibilidade ainda da campanha eleitoral do ano passado, por mais que existam falhas e o reconhecimento geral de que há muito por fazer em termos de realizações. Avança sobre um cenário de caos herdado da gestão passada.

 O novo governo fez o que chama de ajuste da máquina,  com medidas duras de contenção de gastos. Aprovou reforma administrativa, que eliminou cerca de mil cargos comissionados. Depois, numa decisão que serve para testar a competência da equipe e dosar os trâmites burocráticos da máquina, lançou mais de 3 mil ações em todas as secretarias. Quer tudo executado até dezembro, ou seja, daqui a cinco meses.

A chegada de Taques ao poder, um ex-membro do Ministério Público Federal considerado linha dura e intolerante à corrupção, tem provocado reviravolta e mudança de postura no meio político. Ele prega e sonha com um Estado de Transformação. A população, também.

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Comentários (16)

  • eleitor matogrossense | Terça-Feira, 04 de Agosto de 2015, 15h54
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    Concordo plenamente com as observações do "ex-colaborador", ocorreu comigo isso, senti na carne o desprezo e o esquecimento pelo trabalho de qualidade dedicado na campanha, porém, quando vejo o rumo deste governo dou graças a Deus por não compartilhar de cargos nesse governo, embora tenha me arrempendido de ter dedicado por meses a fio a ajudar a estratégia de campanha que viabilizou a eleição do senhor pedro taques. é bom que todos os eleitores saibam disso, que esse governador não dá a mínima para as pessoas que dedicaram integralmente para elege-lo, e que assim que assume o governo simplesmente ignora-as, como se não tivesse existido. um cara que não sabe valorizar, ou pelo menos dar a mínima satisfação para os até então aliados (com prestação de serviço técnico) merece confiança? será que um eleitor pode confiar num governador que faz promessa de campanha? só para constar que a competência técnica temos, e que muitos que foram nomeados no atual governo deixa muito a desejar tecnicamente, além de alguns serem fichas sujas...reflitam senhores eleitores, não podemos nos enganar novamente em 2018!!!!

  • ex-colaborador do candidato pedro taques | Terça-Feira, 04 de Agosto de 2015, 15h42
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    Pois é, essa filtragem é suspeita, filtra pessoas com as quais deveria reunir pois até o dia das eleições tinham valor, participaram da campanha, e de repente com a chegada ao poder são ignoradas, pessoas estas que ajudaram muito a elege-lo, e que são segregadas, simplesmente colocadas no escanteio por um agora governador insensível, autoritário e vaidoso. mais do que cargo e espaço no governo, as pessoas buscam serem valorizadas, merecem satisfação, uma explicação por estarem excluídas (sem nenhuma justificativa) por um governo que ajudaram a elege-lo. Deus é justo, aqui se faz e aqui se paga, então, com fé e serenidade estamos aguardando a maior justiça de todas. pelo noticiário da imprensa já há indícios de que o atual governo começou a se desgastando em seus próprios tropeços, já começou...

  • Ademar Adams | Sexta-Feira, 31 de Julho de 2015, 13h34
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    Ademar Adams, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Clementina | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 22h48
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    Minha sugestão governador. Descanse mais, durma mais, e quando acordar começa realizar as promessas de campanha. Já está mais do que na hora de termos saúde digna a população e uma cidade com menos buracos, está um caos. Para de criticar o governo anterior, e nesse tempo desperdiçado falando mal do passado, mãos a obra. Com certeza, o povo vai agradecer.

  • ana de campos | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 22h07
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    Atenção! PEDRO TAQUES, o Governador que ORGULHA MATO GROSSO. PEDRO TAQUES, o Governador A SERVIÇO DO CIDADÃO. Agora, ATENÇÃO: MATO GROSSO NÃO MERECE PEDRO TAQUES.

  • Gilder Gomes | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 20h30
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    A corrupção se tornou uma coisa quase que tão normal no Brasil em relação a politica, que quando uma pessoa honesta assumi um cargo importante e demonstra sua honestidade, muitos não acreditam. Eu acredito em sua pessoa, por isso depositou o meu voto de confiança e votarei de novo se for preciso. mstrnhm

  • matheus | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 20h08
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    Parabéns pela coragem, pelo enfrentamento, sabemos que ainda existem muitas coisas a serem realizadas, mas quando um governo é pautado pela honestidade, pela moralidade, pela legalidade, e pela lealdade, a reciprocidade populacional acontecerá, ou melhor, já está acontecendo, nada melhor, que o termômetro demonstrado pela população, para constatar que a equipe gestora do Estado, está sim, no caminho correto, para que realmente possamos considerar e afirmar que o Estado de Mato grosso está em transformação. Transformação essa tão necessária e esperada pela batalhadora população matogrossense.

  • João Moessa de Lima | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 19h42
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    Acordar cedo não é nada mais que obrigação agora qualidade de governo que é bom mesmo neca de pitibiriba.

  • Vando Mattos | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 19h27
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    Vando Mattos, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Sergio Silva | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 18h27
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    É Tonny, no minimo vc deve ser empregado do pedro promessa, porque até agora nesses 7 meses o que se viu é justamente o que vc esta falando,,,,,só falando mal do Silval, Blairo, Riva...esquece esse povo do passado, mostra o que foi feito nesses quase 7 meses de governo,,,,não é só entregar ambulancias e mesmo contrataram e tiveram que suspender porque a compra estava viciada,e com o dinheiro da assembléia,,,,quanta baianada em Tonny, vc precisa ajudar ai meu caro,,,,,,não é só ficar falando da gestão passada não,,,Hã em tempo, os maiores feitos do seu governador esta sendo em reinaugurar as obras do Silval,,até agora só vimos isso

| 30/07/2015, 07h:35 - Atualizado: 30/07/2015, 07h:48

Olha para mim!

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Maria Rita

Ao sair de casa, Regina começa a viver dificuldades. A calçada tem muitas ondulações que a impedem de passar com a cadeira de rodas. Na esquina, a guia não é rebaixada e ela tem que pedir a estranhos que a ajudem a descer.

Novamente conta com a boa vontade dos pedestres para subir do outro lado da rua. Apesar de achar linda uma blusa na vitrine nem cogita entrar pois a escada de acesso iria gerar um constrangimento que ela não está a fim de enfrentar.

No trajeto para o trabalho os problemas continuam e são os mesmos de quase todas as cidades do Brasil. Quando finalmente chega, o ambiente profissional não há deixa esquecer sua condição. Apesar do diploma de pós-graduação entrou na empresa pelo sistema de cotas.

Só conseguiu o cargo de atendente de telemarketing no qual permaneceu sem ascender nos últimos cinco anos. Seu ambiente de trabalho também não oferece facilidades. As tomadas são difíceis de alcançar, as portas são pequenas para passar com a cadeira e nem um copo na cozinha ela tem condição de pegar sozinha. O chefe de Regina já lhe disse que ele faz um favor em mantê-la na empresa.

Diferente de outras minorias, os cadeirantes têm pouca visibilidade. Não há uma polêmica em questão. Se fizermos hoje uma enquete quase toda a população é a favor de que os direitos deste grupo específico sejam assegurados.  Apesar da rara unanimidade de opinião, na prática a realidade é outra. Embora os direitos e leis já estejam impressos,são raras as oportunidades de encontrar um contexto ideal.

Tem lei para normatizar a construção de calçadas, rampas de acesso e elevadores. Mas é notório que isso quase não é cumprido. No campo profissional o sistema de cotas para empresas até pode ser seguido, mas particularmente nunca vi um cadeirante em um posto de chefia.

Se hoje é difícil conseguir um emprego gozando de capacidade total para se locomover imagine como é para cadeirantes. É justamente este exercício que tem faltado para a população: colocar-se no lugar do outro. Somente assim conseguiremos enxergar o quanto cada um de nós pode contribuir para melhorar esta realidade, sem ficar apenas lamentando e dizendo que o governo em todas as instancias têm falhado.

Fazendo este exercício simples identifiquei que a calçada do meu escritório não é satisfatória, pois a raiz das árvores está atrapalhando a passagem. Eu não preciso esperar um órgão público para agir. Posso mudar esta realidade sozinha, da mesma forma que todos os que tiverem a boa vontade de contribuir. 

Vemos o contexto de um cadeirante como uma coisa distante da nossa vida. Mas ninguém sabe o dia de amanhã. Não precisamos esperar que algo aconteça para enxergar isso. Em meio as polêmicas atuais um assunto tão unânime quanto este deveria receber mais atenção. Pois mudar esta realidade é hoje papel da sociedade. As leis já existem só precisamos exigir que elas sejam cumpridas e parar de estacionar nas vagas que lhes são destinadas!

Maria Rita Ferreira Uemura é jornalista, empresária, diretora da empresa de eventos de aventura ULTRAMACHO e escreve exclusivamente toda quinta-feira neste Blog (www.ULTRAMACHO.com.br) - e-mail: ferreirauemura@gmail.com.

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Comentários (2)

  • Silas | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 16h04
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    Ninguém nos olha nos olhos. Parece que temos uma oença. Desrespeito!

  • ednaldo | Quinta-Feira, 30 de Julho de 2015, 08h51
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    precisamos de mais marias ritas que usa um espaço nobre mídia para esta parte da população que só encontra inconpreacão e desprezo parabéns...

embate | 29/07/2015, 17h:29 - Atualizado: 29/07/2015, 17h:31

Lupi não acredita em saída de Taques do PDT e afirma vinda ao Estado em agosto

Presidente do PDT ainda crê no entendimento entre Taques e Zeca


O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, diz não acreditar na possível saída do governador Pedro Taques (PDT) do partido. Em entrevista ao Rdnews, na tarde desta quarta (29), o ex-ministro foi enfático ao afirmar que não há nenhuma novidade sobre o caso. Segundo ele, durante o último encontro que teve com Taques, o pedetista lhe garantiu ficar no partido. “Não estou sabendo da saída dele. Não fui informado”.

Em contrapartida, nos bastidores a informação é de que a saída de Taques é dada como certa, devido às divergências com a direção nacional da sigla e correligionários do Estado. A tendência é que o governador vá para o PSB e o fato deve ser anunciado nos próximos dias. Ao ser informado sobre o assunto, Lupi é categórico: “Não trabalho com hipóteses. E para mim ele havia afirmado que ficaria no PDT”.

Reprodução

lupi_pdt_taques.jpg

Presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, diz que governadorTaques lhe garantiu não deixar o partido

Já em relação ao comportamento polêmico de outra liderança do partido em Mato Grosso, o deputado estadual Zeca Viana, o presidente, com respostas curtas e diretas, se limita a dizer que isso é um desafio. “Não é fácil, mas estamos trabalhando para chegarmos a um entendimento. E há um entendimento entre eles”, se referindo à relação entre Taques e Zeca.

Ocorre que atualmente após inúmeros desentendimentos, ambos não se falam. Zeca inclusive chegou a ter desavença até com o correligionário, deputado Leonardo Albuquerque, que mesmo sendo considerado um parlamentar “apagaziguador” cogitou a sair do partido após confronto. “Desse jeito, o PDT não me cabe mais. Ter um imperador assim não serve. Tem que respeitar os outros”, disse Leonardo.

Leonardo ameaça sair do PDT e chama Zeca de imperador

Como se não bastassem as brigas com os líderes da sigla no Estado, Zeca ainda entrou em atrito com lideranças nos municípios, como foi o caso de Barra do Garças, onde destituiu membros da executiva sem ao menos avisá-los. Veja aqui.

Em meio ao fogo cruzado, Lupi diz desconhecer as “outras” brigas do parlamentar, explica que o partido é nacional e que cabe aos deputados comunicar a direção nacional sobre descontentamentos ou saída da legenda.

Por fim, afirma que virá a Mato Grosso, em agosto, e não mais em julho como havia anunciado na última visita que fez ao governador. A data ainda será definida.

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  • Victor João | Quarta-Feira, 29 de Julho de 2015, 20h30
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    Tenho informações que Taques vai para o PT, ser candidato a Presidente em 2018

  • Tom Ubirajara | Quarta-Feira, 29 de Julho de 2015, 19h55
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    Sinceramente eu não sei em que planeta o Lupi está. Como um dirigente nacional de uma sigla consegue ficar tão alheio aos interesses partidários das regiões. De duas uma ou ele é tão ladino (como diz nós Cuiabanos) e dissimulado , ou está armando alguma. No mais o velho PDT de guerra de Leonel Brizola já não é o mesmo, seus líderes são sombras distantes de um passado de lutas e glórias.

Articulação | 29/07/2015, 15h:18 - Atualizado: 30/07/2015, 07h:48

Taques vai para PSB e deve se filiar em agosto; bancada na AL pode ser ampliada


Decidido a deixar o PDT devido às divergências com a direção nacional da sigla e correligionários em Mato Grosso, o governador Pedro Taques já teria optado pelo PSB. Fontes do Palácio Paiaguás confirmam que a desfiliação e adesão ao novo partido devem ser oficializadas em agosto.

Taques teria optado pelo PSB, considerando a possibilidade de obter visibilidade em nível nacional e fortalecer o projeto de disputar a presidência da República, tendo em vista que os outros governadores da sigla: Rodrigo Rollemberg (DF), Ricardo Coutinho (PB) e Paulo Câmara (PE), são figuras políticas mais apagadas. O PSDB, por sua vez, foi descartado justamente pelo fato do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o senador por Minas Aécio Neves não esconderam a disposição de entrar no páreo, em 2018.

José Medeiros/Gcom

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Governador Taques deve se filiar ao PSB em agosto. Escolha visa disputa à Presidência da República

Entretanto, os prefeitos que pretendem acompanhar Taques e disputar a reeleição pelo PSB têm até 2 de outubro para oficializar a mudança de partido. Isso porque a legislação eleitoral determina que as filiações precisam ser concretizadas no prazo máximo de um ano antes do pleito. 

Taques estava em rota de colisão com a cúpula nacional do PDT desde 2014, quando se recusou a apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) e aderiu à candidatura presidencial de Aécio. No Estado, a situação se agravou a partir das críticas públicas do deputado estadual Zeca Viana, que preside a sigla em Mato Grosso. 

A decisão de deixar o PDT acabou facilitada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em maio. Os ministros decidiram, por unanimidade, que ocupantes de cargos majoritários (presidente da República, governadores, prefeitos e senadores) não correm o risco de perder o cargo quando mudam de partido durante o exercício do mandato.

Decisão do Supremo abre as “portas” para Taques deixar PDT sem prejuízo

Apesar da confirmação nos bastidores, o presidente estadual do PSB, deputado federal Fábio Garcia, reluta em anunciar a adesão de Taques. O deputado federal Nilson Leitão, que preside o PSDB em Mato Grosso, por sua vez, afirma que os tucanos ainda mantêm conversações com o governador na tentativa de trazê-lo ao partido.

Assembleia

Paralelo à filiação de Taques, o PSB também trabalha para ampliar a bancada na Assembleia. Nos bastidores do Legislativo circula a informação de que Mauro Savi  e Wagner Ramos (ambos do PR), além de Pedro Satélite (PSD) e Leonardo Albuquerque (PDT) se preparam para aderir à legenda. Os parlamentares não escondem o descontentamento com os respectivos partidos e aguardam a janela, ainda em discussão no Congresso Nacional, para concretizarem a mudança.

Caso a hipótese seja concretizada, o PSB passa a contar com sete deputados estaduais e será a maior da Assembleia. Atualmente, a bancada é composta por Eduardo Botelho, Oscar Bezerra e Max Russi.

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  • Pablo Gomes | Sexta-Feira, 31 de Julho de 2015, 23h33
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    Infelizmente o Dr Leonardo possui um revanchismo contra o prefeito de Cáceres, Francis, por causa da derrota nas eleições municipais e não vai fazer nada pelo município enquanto o chefe do executivo não for trocado. Ou seja, Cáceres continua prejudicada pela disputa entre grupos internos, ao invés de se unirem por melhorias. Agora com o Francis tendo descumprido o acordo com o Taques de se filiar ao PSB ou PSDB a coisa ficou pior ainda.

  • Eduardo Pranton | Sexta-Feira, 31 de Julho de 2015, 16h53
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    O prefeito de Cáceres Francis não quis acompanhar o Governador e agora terá que enfrentar o Professor Adriano tendo o Deputado Dr Leonardo e Pedro Taques no palanque com o discurso da ZPE, para a qual já foram reservados 16 milhões. Ou seja, o pálio será duro.

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