Cuiabá, 02 de Outubro de 2014
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ESPORTE | 30/01/2011, 11h:10 - Atualizado: 30/01/2011, 11h:15

Para Azambuja, SEEL tem grande missão e um orçamento pequeno

   Há cerca de um mês à frente da secretaria estadual de Esportes e Lazer (SEEL), Antonio Azambuja (PP) já avalia como complicados os desafios de seu novo cargo. De acordo com ele, juntamente com a Agecopa, a pasta possui uma missão muito grande, na qual se inclui a tarefa de fortalecer os times de base para o campeonato estadual e outros torneio locais, que viabilizam os investimentos que estão sendo realizados em função da Copa de 2014.  Para essa tarefa, entretanto, ele afirma contar com um orçamento que classificou como pequeno, de apenas R$ 15 milhões.

   Apesar do baixo orçamento, a SEEL foi uma das pastas que recebeu atenção especial durante a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA). Segundo o presidente da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO) da Assembleia, deputado José Domingos Fraga (DEM), a secretaria deve contar com emendas de lideranças de bancada da ordem de R$ 5 milhões.

   O montante, de acordo com Azambuja, deve ser utilizado para fomentar o esporte de forma geral. “Mas sempre lembrando que a Copa é o nosso principal foco”, destacou. Nesse sentido, a pasta não deve ser muito consumida, já que boa parte dos desafios ficaram com a Agecopa, responsável, por exemplo, pela construção da Arena Verdão e a revitalização e implementação de outros espaços, como o Dutrinha, que deverá ser um dos centros de treinamentos oficiais para o Mundial da Fifa. Além desse, outros dois serão construídos.

   Como o próprio o secretário admite que o foco da pasta está na Copa, as ações devem estar voltadas para a região metropolitana, principalmente na Capital, que estuda, neste momento, a nomeação de um novo secretário de Esportes e Cidadania. O progressista, contudo, disse estar à parte das discussões. A idéia de Galindo é de que, no município, as pastas fiquem com o mesmo partido que as comandam no Estado. “Eu acho que esse alinhamento pode ajudar, mas temos outras secretarias no Governo que também devem ser avaliadas”, destacou.

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| 02/10/2014, 00h:00 - Atualizado: 08h atrás

Nobres e a ponta do iceberg

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Maria Rita

Flutuação e boiacross em rios transparentes, cachoeira com poço de águas azuis, pôr do sol na Lagoa das Araras, aquários naturais com piraputangas, pacus e dourados são as grandes atrações hoje abertas em Nobres. A maior parte dos atrativos se concentra na comunidade de Bom Jardim, distante 60 km da cidade. De lá os visitantes passeiam pela Cerquinha, Coqueiral e Roda da Água. 

Conheço  a região há sete anos e sou testemunha do crescimento do destino. Com muito diálogo, superando os interesses particulares, os empresários tem conseguido fazer a roda do Turismo girar na região. O sistema de voucher está organizado e todo passeio realizado arrecada impostos, paga o guia e ainda contribui para um fundo que tem autonomia para providenciar melhorias que o trade considera prioridade. Um modelo que destinos mais antigos e com maior tradição no turismo do Estado ainda patinam para instituir.

Nobres hoje possui leitos a contento e tem construído mais, para dezembro, pelo menos 50 unidades serão entregues. O calcanhar de Aquiles na região é a pouca oferta de restaurantes e lanchonetes, mas isso também é um problema com solução rápida, visto que também há estes empreendimentos sendo construídos.

Com comida, hospedagem e um sistema funcionando o que mais poderia faltar? Mais atrativos eu diria. Aí é que entra o título do artigo. Por conta do evento que faremos por lá em dezembro, tenho rodado a região de Bom Jardim a procura de lugares ainda inexplorados. O que consegui levantar até o momento me fez concluir que o que já está em operação é apenas a ponta do iceberg. Nobres é simplesmente um paraíso para o ecoturismo. Um paraíso que está a espera da vontade política e trâmites burocráticos para explodir.

Um passeio de mountain bike por lá é uma experiência inesquecível. Estradões que cortam serras, fazendas e matas espetaculares. Já imaginou pedalar 60 km de descidas muito seguras? Pois isso é possível por lá. Os rios são perfeitos para a canoagem de iniciantes, com águas preservadas e muito limpas. Há trilhas para corrida no meio da mata com árvores gigantes, mirantes e muito mais.

Além disso tudo existem as grutas ainda a espera de autorização para a exploração. Imagine conhecer cavernas que mais parecem igrejas góticas. Caminhar por túneis infinitos e testemunhar a lenta ação do tempo nas pedras. Há lagoas azuis em vários lugares, escondidas no fundo das cavernas esperando apenas a forma correta de serem visitadas. Um universo inteiro ainda por se descobrir. Que o governador (a) a ser escolhido esta semana eleja o turismo como a nova indústria de Mato Grosso. Pois somente a vontade política irá permitir que este e outros tesouros do estado possam ser visitados por todos, sempre dentro das normas de preservação e segurança.

Maria Rita Ferreira Uemura é jornalista, empresária, diretora da empresa de eventos de aventura ULTRAMACHO e escreve exclusivamente toda quinta-feira neste Blog (www.ULTRAMACHO.com.br) - e-mail: ferreirauemura@gmail.com

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| 01/10/2014, 22h:12 - Atualizado: 08h atrás

Procurador Mauro atrai votos de protesto


Fernando Ordakowski

mauro lara psol

Procurador Mauro Lara, candidato à Câmara pelo Psol e que deve absorver muitos votos de protesto

O procurador Mauro de Lara, que a cada dois anos se candidata, ora para prefeito de Cuiabá, ora para governador, desta vez investiu no projeto de deputado federal. Não será eleito, mas tende a obter votação expressiva. No radical Psol, que não aceita coligação e se opõe a tudo e a todos, Mauro deve obter mais de 70 mil votos, muito longe de atingir o quociente eleitoral que será de 200 mil votos. Sua participação no pleito acaba atraindo os chamados votos de protesto. Em consequência, traz fragilidade e pode até tirar chance de vitória de candidatos que possuem base eleitoral na Grande Cuiabá, como são os casos de Valtenir Pereira (Pros), que busca o terceiro mandato, e do empresário Fábio Garcia (PSB).

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mobilização | 01/10/2014, 19h:23 - Atualizado: 01/10/2014, 19h:27

Advogados públicos federais reivindicam valorização e autonomia para as funções


Divulgação

paralisação advogados

 Categoria aderiu a mobilização nacional realizada nesta quarta e pede autonomia para exercer função

A Advocacia Pública Federal realizou paralisação nesta quarta (1º), como ato de protesto, com objetivo de chamar a atenção da sociedade para os problemas estruturais que estão enfrentando. Entre eles, a falta de estrutura predial, logística e de pessoal, especialmente os lotados em cidades do interior, além de uma notada defasagem remuneratória. O manifesto ocorreu em todo País.

Também foi exposto pela categoria que os motivos não ameaçam apenas a dignidade e a saúde de seus membros, mas a sociedade brasileira que com tributos custeia o Estado e espera medidas concretas de valorização dos agentes. Segundo eles, a categoria defende e  zela preventivamente pela probidade e o combate ao mau uso do erário.

A Advocacia Pública Federal que é formada pelas carreiras de Advogados da União, Procuradores do Banco Central, Procuradores da Fazenda Nacional e Procuradores Federais ainda reivindica valorização. Para eles, a atividade exercida reverte em economia direta e indireta de bilhões ao tesouro nacional, todos os anos.

A categoria defende em Juízo em face de demandas improcedentes, ou ainda por meio do ajuizamento de ações de recuperação de recursos, reparação de danos, execuções fiscais e de outros títulos executivos, apenas para citar alguns exemplos. Outra luta dos advogados, é a aprovação da PEC 82 conhecida como PEC da Probidade que garante a autonomia para o exercício independente de suas atribuições.

  Finalizando, pontuam que a busca da dignidade pessoal neste manifesto não é apenas para os Advogados Públicos Federais, mas também da União, suas Entidades Autárquicas, e da Sociedade que anseia pelo Estado mais justo no uso dos recursos públicos.

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| 01/10/2014, 17h:40 - Atualizado: 01/10/2014, 17h:52

Ao vivo, secretário de Trabalho de Cuiabá, Domingos Sávio - mande sua pergunta


Davi ValleRDNews

Domingos Sávio Posse

Secretário de Trabalho de Cuiabá, Domingos Sávio, ao vivo no RDTV desta 5ª - mande sua pergunta

O secretário de Trabalho e Desenvolvimento Econômico de Cuiabá, Domingos Sávio, participa ao vivo do RDTV desta quinta (02) para falar sobre os avanços da pasta desde que assumiu em maio deste ano inclusive as ações desenvolvidas para a padronização dos ambulantes de alimentos na capital.

Para participar dessa entrevista, os internautas devem acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br, a partir das 8h30, ou ainda acompanhar a transmissão, em tempo real, na TV Mato Grosso (canal 27), para a Baixada Cuiabana.

Além disso, o programa traz os detalhes da organização do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso para evitar boca de urna e acúmulo de santinhos e panfletos no dia das eleições.

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| 01/10/2014, 16h:58 - Atualizado: 01/10/2014, 20h:04

PSD sob risco de não eleger federal; grupo pró-Taques pode fazer 4 - conheça cotados

Saiba, baseado em estudos, quem tem chance à Câmara Federal


A coligação do PSD, que tem Eliene Lima e Chico Daltro como principais candidatos, corre risco de não eleger deputado federal ou, no máximo, conquistar uma vaga com ajuda dos chamados votos de legenda. Estudo das empresas Visão Assessoria e da MT Dados projeta 200 mil votos por vaga. Estão em disputa oito cadeiras para representação mato-grossense na Câmara.

Mário Okamura/Rdnews

deputados federais projeçoes eleitos

Projeção de duas empresas revela as chances de vaga de cada coligação e os nomes mais cotados

Na análise da MT Dados, o PSD pode não atingir o quociente. Mesmo que Eliene, que busca o terceiro mandato, chegue a 80 mil votos, e o vice-governador Chico Daltro alcance os 50 mil, não serão suficientes para se garantir uma cadeira. Os demais candidatos da coligação não terão mais de 15 mil votos, nem mesmo o vereador várzea-grandense Chico Curvo. No pleito de 2010, Eliene fez campanha "colada" no deputado estadual José Riva e teve 66.482 votos.

Se o PSD não garantir bancada, essa vaga iria para a coligação que reúne o blocão de 10 partidos (PSDB, PDT, DEM, PTB, PSB, PP, PRB, PSL, PSC e PRP), que teria chance de eleger entre três e quatro. Essa aliança tem como candidato ao governo o pedetista Pedro Taques, que lidera as pesquisas de intenção de voto. Os mais cotados são Nilson Leitão (PSDB), que busca novo mandato, os empresários Fábio Garcia e Adilton Sachetti (ambos do PSB) e o deputado estadual Ezequiel Fonseca (PP). Figura ainda na lista de cotados Victório Galli (PSC).

O bloco que agrega PMDB, PT, Pros e PR também pode obter de três a quatro vagas. Por essa aliança governista com Lúdio Cabral como candidato à sucessão estadual, os nomes mais cotados são dos já parlamentares Carlos Bezerra (PMDB), Ságuas Moraes (PT) e Valtenir Pereira (Pros). Jota Barreto (PR) corre por fora. Dos atuais federais, não disputam a reeleição Júlio Campos (DEM), Wellington Fagundes (PR), que concorre ao Senado, e Roberto Dorner (PSD). Já Leitão, Ságuas, Bezerra, Valtenir e Eliene lutam para continuar na Câmara.

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Comentários (11)

  • Dornele$ | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 22h22
    7
    6

    O Bateaux Mouches já está ancorado no Cais do Porto do Rio Cuiabá. Seu nome esta na lista, junto ao do Silval, Iludio, Riva, Janete Riva, Chico Daltro, Eliene, Eder “precatório” de Moraes, Rowles, Baiano oitentinha, Gilmar “rolete” Fabris, Muvuca e Cia!

  • Marcos | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 21h47
    11
    5

    Acho que o procurador Mauro será eleito. Meu voto ele terá!

  • luciana | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 21h40
    2
    5

    VAMOS DE 5151 JAMILSON MOURA

  • Gilmar | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 21h15
    1
    7

    Será que o candidato profissional Victório Galli vai?...

  • Conrado | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 21h02
    1
    9

    minha Familia vota em Victorio Galli Federal 2020... O Deputado que defendera as familias de MT

  • ELMONTAN | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 20h57
    2
    0

    ELMONTAN, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Zé França | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 19h38
    4
    13

    Tá na hora do Povo Evangélico mostrar a sua Força e elevar a votação do Victório Galli de 54 mil votos de 2010 para que o mesmo possa assumir um mandato de 4 anos na Câmara Federal e desempenhar aquilo que está escrito no seu plano de governo, que é em prol do fortalecimento da família.

  • Alisson Gustavo | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 19h30
    3
    6

    Mauro Garcia vai chegar forte ... e pode ser a boa surpresa...

  • joaoderondonopolis | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 18h41
    3
    7

    Opa, negativo em terceiro lugar está Adilton Sachetti, vamos respeitar e falar as coisas certas.

  • Alcebíades Carvalho | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 18h25
    2
    0

    Alcebíades Carvalho, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

executivo | 01/10/2014, 15h:57 - Atualizado: 01/10/2014, 19h:29

Prioridade de fim da gestão é climatização das escolas, reforça secretária Rosa Neide


A apenas três meses para o fim da administração Silval Barbosa (PMDB), a secretária estadual de Educação, Rosa Neide Sandes (PT), afirma que a prioridade da pasta é finalizar o processo de climatização de todas as escolas do Estado. Em entrevista ao RDTV, desta quarta (1º de outubro), a petista contou que este foi o primeiro compromisso firmado com o governador ao assumir a Seduc. “Estamos trabalhando fortemente para que isso aconteça”.

Segundo ela, os ares condicionados já foram adquiridos, mas ainda precisam ser instalados em algumas unidades. “Muita gente criticou, disse que a secretaria comprou os aparelhos, mas não instalou, no entanto, foi o momento em que o Ministério da Educação perguntou se queríamos e aceitamos. Se não recebêssemos, poderíamos ficar sem no ano seguinte, então vamos trabalhar para finalizar este projeto de climatização”. Contudo, a secretária ressalta que deve ficar alguma coisa para o próximo gestor.

Davi Valle/Rdnews

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Rosa Neide Sandes, secretária da Seduc, em entrevista ao vivo à jornalista Talita Ormond nesta 4ª

De acordo com Rosa Neide, a Seduc executa atualmente mais de 600 obras em todo o Estado, sendo que 90% delas correm dentro da normalidade. O orçamento da pasta para este ano é de R$ 1,6 bilhão e deve chegar a R$ 1,7 bilhão para o ano que vem. “O próximo gestor terá que fazer parcerias com o MEC a fim de conseguir mais recursos para investimentos”, garante.

A secretária ainda explica que a Educação tem dificuldades por conta da previdência dos servidores, que acaba comprometendo o orçamento destinado à área. Ou seja, parte dos recursos que deveriam ser aplicados no setor acaba sendo direcionada para o pagamento de aposentadorias de quem trabalhava na secretaria. Sem contar que cerca de 90% do orçamento é utilizado para pagar os 37 profissionais que atuam na Educação. “O Estado tem que resolver isso, porque consome os recursos para investimento no setor”.

Novo governo

Durante a entrevista, a secretária também adiantou que dedica os últimos meses de gestão para organizar a Seduc. “Tenho todo compromisso e orientação do governador, faremos isso até pela consciência da profissão, uma transição altamente republicana com o colega que for receber a pasta”, assegura.

Além disso, reforça que o Plano Estadual de Educação já está aprovado. “O plano aprovado será entregue nas mãos do próximo gestor. Vamos entregar setor por setor organizadamente. Vou trabalhar todos os dias para entregar tudo corretamente”.

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Comentários (3)

  • Kiko Cuiabano | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 19h02
    5
    0

    Agora que Mato Grosso já não tem com quem competir a nível nacional no IDEB, vamos tentar competir com os países africanos. Talvez não seja uma boa idéia, não é bom arriscar.

  • Luciano André | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 17h12
    6
    0

    VAI DEDICAR OS ÚLTIMOS DIAS ??? QUEM NÃO DEDICOU DURANTE TANTOS ANOS, VAI DEDICAR AGORA ??? CONVERSA FIADA. O PT TEM QUE SAIR FORA...

  • Luciano André | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 17h09
    7
    0

    VAI DEDICAR OS ÚLTIMOS DIAS ??? QUEM NÃO DEDICOU DURANTE TANTOS ANOS, VAI DEDICAR AGORA ??? CONVERSA FIADA. O PT TEM QUE SAIR FORA...

Eleições | 01/10/2014, 12h:31 - Atualizado: 01/10/2014, 15h:59

Wellington e Prado apostam em 2º turno na disputa ao Governo; Salles discorda


Reprodução

wellingtin_salles_rui.jpg

Wellington Fagundes, Rogério Salles e Rui Prado avaliam cenário dos candidatos ao Palácio Paiaguás

O candidato ao Senado, Wellington Fagundes (PR), aposta num segundo turno entre os postulantes ao Governo Pedro Taques (PDT) e Lúdio Cabral (PT). Em contrapartida, o adversário, Rui Prado (PSD), acredita na reviravolta de Janete Riva (PSD), que aparece em terceiro nas pesquisas, para enfrentar o pedetista. Já o candidato à senatoria, Rogério Salles (PSDB), crê na vitória de Taques ainda no primeiro turno. A avaliação dos concorrentes ao Senado é feita a quatro dias para as eleições.

Para apostar num segundo turno, Wellington usa como argumento o fato de que com apenas dois candidatos, os debates podem ser bem aproveitados, visto que no primeiro turno o número de concorrentes é maior. “Será mano a mano, olhos nos olhos. Não tem como fugir do debate”, lembra o deputado em referência a Taques que deixou de participar de um dos confrontos.

Rogério Salles, por sua vez, aponta vitória ainda no primeiro turno em decorrência da aceitação do pedetista nas visitas aos municípios, além do sentimento de mudança que a população pede. “É o mesmo sentimento que vi em 1998, quando Dante de Oliveira (já falecido) ganhou a disputa ao Governo”, relembra o tucano quando foi vice na chapa de Dante.

Rui Prado, no entanto, acredita no segundo turno, uma vez que ainda existe uma porcentagem alta de indecisos que, de acordo com a última pesquisa Mark, são 18,9%. Para o social-democrata, os trabalhos devem se intensificar nestes últimos dias. “Nestes quatro dias temos que pedir votos e mais votos, principalmente, aos indecisos”, enfatiza.

Ofensas

Em relação às baixarias que ganharam repercussão no início desta semana, devido à divulgação de panfletos apócrifos contra o candidato Taques, os três candidatos ao Senado dizem abominar este tipo de prática e afirmam que não é desta forma que se ganha a eleição, mas sim produzindo propostas à população.

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Executivo | 01/10/2014, 10h:18 - Atualizado: 01/10/2014, 12h:34

É automático, afirma Silval sobre polêmica envolvendo repasses destinados para a AL


Chico Valdiner

silval_discurso

Governador Silval Barbosa (PMDB) sai em defesa da aprovação do "MT Prev"

O governador Silval Barbosa (PMDB), em entrevista à Rádio Mix FM, rebateu as críticas do candidato ao Governo, Pedro Taques (PDT), em razão dos R$ 195 milhões que foram repassados à Assembleia, além do duodécimo. De acordo com o peemedebista, a destinação é questão constitucional, uma vez que ao final de cada quadrimestre e, se for constatada uma arrecadação superior a que foi prevista, o Executivo tem que disponibilizar o excesso. “Está na lei. É automático”, explica o governador em entrevista ao programa Chamada Geral.

Na oportunidade, Silval criticou também aqueles que se opõem ao MT Prev, que tem por objetivo unificar as previdências dos três Poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário. Esse modelo, segundo o governador, possibilita uma previdência saudável e que será um exemplo para todo o Brasil. “É uma lei que vai criar mais instrumentos para arrecadar dinheiro para a previdência”, explica.

Outro tema polêmico, abordado na entrevista, foi acerca das obras da Copa do Mundo. Silval garante que todas as obras estão regulares, bem como lembrou que o Estado é submetido aos órgãos de controle que, por sua vez, criam comissões de fiscalização especiais para o evento. Além disso, o pemedebista afirma que se algum erro for encontrado, a construtora terá que corrigir, sem nenhum dano ao erário. O Estado, inclusive, contratou uma empresa para auditar todas as obras. “Você acha que eu vou colocar em risco a vida das pessoas?”, perguntou.

 Sobre o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), Silval disse que é uma grande obra complexa, que envolveu mais de 700 desapropriações e que já está com 68% do valor executado, incluindo os carros, trilhos, sistema de informação, estação de energia. O peemedebista lembrou-se dos problemas enfrentados com adutoras e sistemas de fibra ótica. “Sem determinação e firmeza, nós teríamos desistido, como fizeram a maior parte dos estados”, ressalta.

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Comentários (2)

  • Donizete Ferreira do Nascimento | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 17h35
    3
    0

    No meu entendimento, se esta lei for legal, há que ser revista; mas a considero uma lei IMORAL!

  • Bernardo Otto | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 11h07
    9
    3

    Querido governador! Como que é automático se para repassar o excesso de arrecadação para a AL esta precisa alterar seu próprio orçamento para permitir a entrada extra dos recursos. O duodécimo é automático, o excesso de arrecadação não. O excesso de arrecadação, que são os valores não previstos no Orçamento Geral do Estado, podem ser repassados 100% para a saúde ou outras pastas.

| 01/10/2014, 07h:30 - Atualizado: 01/10/2014, 07h:40

Presidencialismo de coalizão e governança

vinicius articulista

Vinicius de Carvalho

Estamos há menos de uma semana da eleição e é possível vislumbrar uma forte tendência para a pulverização partidária na Assembleia de Mato Grosso e também na Câmara dos Deputados. Muitos analistas e operadores da política consideram que este quadro fragmentário dificulta a formação de maiorias legislativas. Outro efeito colateral seria na capacidade de gestão ou governança, pela necessidade de partilha dos recursos políticos com diversos parlamentares, num sistema já definido como presidencialismo de coalizão. A presença de muitos partidos e grupos políticos ali abrigados seria positiva do ponto de vista da representatividade, mas traria um resultado paralisante para o campo administrativo, pelos vetos mútuos existentes em qualquer coalizão. 

Entretanto, algumas experiências governamentais recentes, consideradas por seus respectivos eleitorados e pela mídia nacional como exitosas, provaram que é possível governar bem no presidencialismo de coalizão. Refiro-me aos dois mandatos de Aécio Neves (PSDB) frente ao Governo de Minas Gerais e do finado Eduardo Campos (PSB) no comando do Governo do Estado de Pernambuco. Suas realizações na área de desenvolvimento econômico, social e sobretudo na área de gestão pública lançaram-nos com vigor na arena nacional e propiciaram as candidaturas de ambos à Presidência da República. 

Mas como eles conseguiram? Primeiro souberam usar sua popularidade para formação de maioria na sociedade e no Parlamento em favor dos seus projetos. Segundo, suas eleições se deram em momentos de clara percepção por parte das suas elites sobre a necessidade de “tirar o atraso” econômico de seus Estados face aos concorrentes mais diretos. Isto lhes permitiu unificar muito mais seu grupo político e formar consensos no secretariado. 

Porém, uma pergunta permanece. Como eles obtiveram consenso junto a secretariados multi-partidários, espelhando as suas bases de apoio nas Assembleias Legislativas? Já ouvi descrições dizendo que o governador definia sozinho as prioridades do governo e os secretários, seus partidos e padrinhos políticos tinham que acatar. Me lembrou a época do Estado absolutista no qual a vontade do soberano era a única força existente, sobrepujando a lei a os Parlamentos. Me veio à mente ainda a famosa frase do francês Rei Sol Luis XIV “o Estado sou eu”, ao declarar os interesses da coroa francesa como idênticos aos seus pessoais.

Contudo, um exame mais detido da forma de governar nestes Estados pode nos ensinar como estes governadores conseguiram conciliar participação de várias forças políticas no secretariado com boa capacidade de gestão. Ou, dito de outra forma, governabilidade com governança. E o segredo está no processo de gestão estratégica. 

Explico melhor.  Em alguns Estados o governador loteia as secretarias entre os partidos que o apoiam na Assembleia em troca de voto para suas proposições. Desta forma os partidos poderão se servir dos benefícios da máquina governamental e garantirem sua reprodução política, ao formarem candidatos competitivos para as próximas eleições. Outra função também é estabelecer uma melhor convivência com determinadas clientelas como movimentos sociais ou mesmo ministérios que sejam ocupados pelo mesmo partido.

Surgiu, inclusive, esta prática de “verticalizar” a ocupação das secretarias pelos mesmos partidos dos ministérios, de modo a facilitar o entrosamento político. Nesta metodologia o governador delega a definição dos programas que serão desenvolvidos por aquela secretaria ao partido ou deputado que é considerado seu “proprietário”, mantendo pouquíssima interferência. Vemos que não há aqui nenhuma preocupação de natureza gerencial, apenas política. 

Na próxima semana prossigo descrevendo esta forma de governar que concilia aspectos políticos e administrativos em prol da geração de mais resultados para a população.

Vinicius de Carvalho Araújo é gestor governamental do Estado, mestre em História Política, professor universitário e escreve neste Blog toda quarta-feira vcaraujo@terra.com.br www.professorviniciusaraujo.blogspot.com

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Comentários (1)

  • Robson Pedroso | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 16h24
    0
    1

    Temos um preocupação Vinicius quando eles irão desenvolver a proposta já aprovada de administração da lei pela constituição, e assim chegar a gerencialismo administrativo, que fará do estado uma ferramenta do desenvolvimento.

Rumo às Urnas | 30/09/2014, 19h:53 - Atualizado: 01/10/2014, 10h:59

Prado diz que vitória no interior é certa e intensifica campanha em Cuiabá e região


Davi Valle/Rdnews

campanha_rui_serys_interna3.jpg

 Rui Prado conta com apoio da ex-senadora Serys Marli para conquistar votos

O candidato ao Senado pela Coligação Viva Mato Grosso Rui Prado (PSD) diz que pesquisa não contabiliza votos do interior do Estado e que sua vitória é garantida. O social-democrata  fez a afirmação ao lembrar que aparece em situação desfavorável nas pesquisas de intençaõ de voto. Além de destacar que seus votos também estão com os indecisos, que segundo ele, configuram mais do que apontam os levantamentos. 

Rui Prado intensifica sua campanha, nesta semana, na Baixada Cuiabana. Ele lembra que no interior seu nome é bastante solidificado e agora sua presença na Capital e região é essencial. Com isso, revela que será o senador e todos podem esperar sua entrevista na noite de domingo (5) como vitorioso no programa da Rede Globo, Fantástico.

Contudo, o candidato frisa que sua candidatura teve vários empecilhos, entre eles a saída do candidato ao Governo do Estado, José Riva (PSD) que foi indeferido por se enquadrar como ficha suja. Rui ainda conta que  construiu novamente sua campanha, depois da desistência do correligionário. Por isso, o fato pode causar confusão na cabeça do  eleitor. “ O voto do governador com senador caminha junto, essa mudança trouxe transtorno”

 O candidato que vota no município de Campo Novo do Parecis (a 288 km  de Cuiabá),  deve acompanhar a votação em Cuiabá.  Por fim, garante que seu compromisso com a sociedade será no domingo e que todos irão se surpreender com resultado.

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  • Paulo Andrade Lima. | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 10h26
    2
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    Não dá pra entender...!!,como um homem inteligente,como é o caso,do Sr. Rui Prado,aceitar se candidatar,a senado...,sendo se fosse a federal estaria eleito,pulou no galho podre. Por causa disso, estará sendo reeleito,alguns dep. com mandato PIFIL. Oque fazer??!

| 30/09/2014, 17h:49 - Atualizado: 30/09/2014, 18h:03

Quais as instituições, órgãos e Poderes possuem mais credibilidade? Dê o seu voto

interrogacao enquete

 

Está no ar uma nova enquete. A consulta agora é acerca da credibilidade de instituições e de alguns setores da sociedade. Afinal, quem mais tem credibilidade, o Judiciário, o Legislativo, o Executivo, o Ministério Público, a imprensa, a OAB, entre outros?

Então, vote na enquete que está na parte de baixo da capa do portal Rdnews. E deixe aqui, logo abaixo, o seu comentário.

A pergunta anterior foi a seguinte: "Na sua opinião, o impedimento pela Justiça da candidatura de Riva ao governo estadual foi..." Votaram 3.637 internautas - o sistema só permite um voto por IP de computador. Para 70,6% (2.571 votos), a medida foi acertada. Já outros 25,9% (945 votos) entenderam que foi uma injustiça. Abaixo, resultado final.

enquete_riva_disputa

Enquete com resultado sem valor científico de votos de internautas sobre veto a Riva como candidato

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Comentários (1)

  • joao ferreira | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 09h55
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    joao ferreira, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

Eleições | 30/09/2014, 17h:02 - Atualizado: 30/09/2014, 17h:09

Apesar de figurar em 2º lugar, Salles crê na vitória e declara que convencerá indecisos


O candidato a senador pela coligação Coragem e Atitude pra Mudar, Rogério Salles (PSDB), está confiante na vitória. O tucano está em segundo lugar nas intenções de voto com 19%, conforme pesquisa do Instituto Gazeta Dados, divulgada nesta segunda (29), e atrás de Wellington Fagundes (PR), que lidera o ranking com 33%. Salles, no entanto, aposta nos indecisos para conseguir reverter à situação. Isso porque o levantamento também mostra que 34% dos eleitores entrevistados ainda estão indecisos.

De acordo com o tucano, a tendência é que estas pessoas votem no candidato de quem vão votar para governador. “Tenho feito a campanha inteira ao lado de Taques, então colamos bem a nossa imagem. Não tenho dúvidas da vitória, estou muito tranquilo e otimista”.

Davi Valle/Rdnews

salles_capa_blog.jpg

Candidato ao Senado, Rogério Salles, diz que focará restante de campanha para convencer indecisos

Além disso, pretende se concentrar na região Sul para obter mais votos. Vice-prefeito de Rondonópolis, Salles comenta que durante todo o processo eleitoral viajou por todas as regiões ao lado do candidato a governador Pedro Taques (PDT) e que quer dedicar os últimos dias de campanha às visitas aos municípios de Primavera do Leste, Poxoréu, Guiratinha e Itiquira.

De todo modo, Salles perdeu alguns dias de campanha por ter assumido a candidatura depois da desistência do senador Jayme Campos (DEM), que iria tentar a reeleição, mas devido a rugas internas na coligação, abriu mão do projeto. O tucano também protagonizou diversos embates polêmicos com Wellington. “Acho que perdi um pouco de tempo tendo que responder acusações e inverdades. Meu propósito era discutir propostas, mas o jogo é o jogo e a gente joga”, afirma.

Para ele, é natural o republicano estar na frente nas intenções de voto, já que “faz campanha há quatro anos”. Acredita, contudo, que as pesquisas são soltas. “O número de indecisos é maior do que o tanto que vota no Wellington. Se as pessoas quisessem votar nele, ele estaria com mais de 50% das intenções de voto, pelo volume da campanha”, observa.

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| 30/09/2014, 17h:00 - Atualizado: 01/10/2014, 09h:22

Ao vivo, secretária de Educação de MT, Rosa Neide Sandes, no RDTV desta 4ª


Davi Valle/RDNews

rosa neide sandes secretaria da SEDUC-29-08-2014-Davi Valle (18).JPG

Secretária de Educação de MT, Rosa Neide Sandes, ao vivo no RDTV desta 4ª - mande sua pergunta

A secretária de Educação de Mato Grosso Rosa Neide Sandes participa ao vivo do RDTV desta quarta (01º) para falar sobre os investimentos feitos no setor, tratar sobre os avanços relacionados à valorização dos profissionais, e também repercutir os últimos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Para participar dessa entrevista, os internautas devem acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br, a partir das 8h30, ou ainda acompanhar a transmissão, em tempo real, na TV Mato Grosso (canal 27), para a Baixada Cuiabana.

Além disso, os detalhes do levantamento qualitativo dos indeferimentos divulgado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT).

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Comentários (1)

  • João Batista Barbosa | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 20h41
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    Secretária, uma pequena empresa, por meio de convênios firmados entre o Estado de Mato Grosso/SEDUC-MT e o Município de Poxoréu, concluiu reformas de 3 escolas (Convênio 350/06 - Escola João Pedro Torres; Convênio 350/07 – Escola Presidente Dutra (Alto Coité) e Convênio 335/07 – Escola Coronel Júlio Müller) e ainda não recebeu o valor integral da prestação dos serviços. O tempo passa e a SEDUC ainda não liberou o pagamento!!! Pagamentos no Governo Silval só sai para as grandes empreiteiras???

| 30/09/2014, 16h:03 - Atualizado: 30/09/2014, 16h:05

Reprovados no Executivo, Pátio e Wilson caminham com chances de retornar à AL


Com perfis similares, populistas e da turma do barulho, Zé do Pátio e Wilson Santos chegam à reta final da campanha com chances reais de reconquistarem vaga de deputado estadual. Ambos já foram do PMDB. Pátio concorre pelo Solidariedade. Wilson é candidato pelo PSDB. O primeiro foi prefeito de Rondonópolis e perdeu a cadeira no meio do mandato. Saiu sobe forte desgaste e agora tenta refazer sua trajetória política. Wilson não foi cassado como prefeito de Cuiabá, mas também deixou o mandato extremamente desgastado, tanto que perdeu para governador em 2010. Tem agora a chance de se recompor na vida pública. O fato é que Pátio e Wilson, se eleitos, tendem a marcar posição na Assembleia. Já provaram que são atuantes no Legislativo. No Executivo, no entanto, se saíram muito mal.

Fernando Ordakowski

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Zé do Pátio (Solidariedade) e Wilson Santos (PSDB) têm chances de retomarem vaga na Assembleia

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Comentários (8)

  • Eleitora | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 17h19
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    Estou com vc Wilson Santos, e minha família também

  • cirço | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 17h09
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    Eu visualizo o WILSON será eleito 2014.

  • João Paulo Silva | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 16h41
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    mateus, acho melhor você abrir os olhos. Quem deixou não foi ele. Foi quem estava antes dele. Se o Zé do Patio construiu uma cidade dentro de Rondonópolis, só se for pra você, no seu quintal. Ele conseguiu ser cassado no fim do mandato, de tão pífio que foi seu mandato. Não estamos falando de corrupção ou algo assim, estamos somente falando que ele foi um péssimo administrador, que pode acontecer com todos. Como legislativo até que ele teve sucesso, mas executivo não. Isso é fato. Fez politicagem e populismo fatídico para se eleger prefeito. Não cumpriu nem o básico.

  • RONALDO ARAUJO | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 16h21
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    RONALDO ARAUJO, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • luis | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 15h52
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    esses dois não merecem sequer um comentario. tchau

  • Marcia | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 11h39
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    Zé Carlos do Pátio construiu uma cidade sozinho dentro de Rondonópolis e ninguém fala isso. Se o governo dele fosse tão ruim, não teria projetos até hoje realizados pelo atual prefeito da cidade, que por sinal não está conseguindo nada para cidade.

  • mateus | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 10h19
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    so o rdnwes pra acreditar q ze pato vai sde eleger mesmo dando tanta mídia de graçla pra ele

  • Jean | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 08h17
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    Oh quanta tristeza, saber que Wilson pode ser eleito a qualquer cargo publico...

Eleições | 30/09/2014, 14h:06 - Atualizado: 30/09/2014, 17h:10

Wellington intensifica visitas no interior e manterá estratégia de embate com Salles


A cinco dias para as eleições, o candidato ao Senado, deputado federal Wellington Fagundes (PR), intensifica a agenda e prioriza as cidades-pólos do Estado para conseguir a única vaga disponível ao cargo pleiteado. Para isso, busca os eleitores indecisos a fim de abrir vantagem e garantir a eleição. “Eu tenho uma receptividade muito grande em todos os municípios”, ressalta o republicano, líder nas pesquisas de intenção de votos.

Em relação à estratégia para estes últimos dias, Wellington garante que manterá a mesma conduta que teve durante toda a campanha. Neste sentido, pretende continuar o embate com o principal adversário Rogério Salles (PSDB). “Quem está na chuva é para se molhar. Estou colocando as coisas em seu devido lugar”, explica referindo-se às “trocas de farpas” com o tucano.

Davi Valle/Rdnews

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Candidato ao Senado, Wellington Fagundes, diz que manterá estratégia de confronto contra Salles

Wellington aproveita também para sempre compará-lo a Salles. Segundo o republicano, seu adversário não tem experiência em Brasília, bem como não é favorável a emendas, apesar de o tucano negar. O deputado lembra também que se adiantou em relação à quebra de sigilo bancário e fiscal, proposta pelo próprio Salles. “Meu principal concorrente acha que o Senado é apenas cuidar de projeto e pronunciamento. O orçamento é fundamental para Mato Grosso”, sustenta.

O candidato promete ainda, caso seja eleito, reunir os parlamentares eleitos para discutir o futuro da região Centro-Oeste, com o intuito de trazer benefícios para o Estado. Wellington explica que terá esta facilidade por atuar na Câmara Federal até o final deste ano.

Agenda

Nesta terça (30), o candidato fez visita ao Distrito Industrial, em Cuiabá, e depois no Camelódromo. Nesta segunda (29), Wellington esteve em Barra do Garças e Pontal do Araguaia. Nos próximos dias, pretende fechar a agenda de campanha passando por Sinop, Várzea Grande e Rondonópolis.

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CORRIDA À ASSEMBLEIA | 30/09/2014, 13h:56 - Atualizado: 01/10/2014, 10h:48

Estudos projetam entre 9 e 10 vagas para chapão; bloco PSB/PP pode eleger até 4

Conheça os nomes que estarão entre os deputados eleitos


O chapão de cinco partidos (PR, PMDB, Pros, PC do B e PT) vive expectativa de eleger entre 9 e 10 das 24 cadeiras em disputa à Assembleia. Pelos cálculos da Visão Assessoria, a chance maior é desse blocão conquistar 10 vagas dentro de um quociente eleitoral de 68,1 mil. Já pela empresa MT Dados, Pesquisas e Marketing, que projeta quociente de 67 mil, a coligação deve chegar a 9. Nesse caso, uma outra aliança proporcional, composta pelo PSB e PP, ampliaria para 4 as possibilidades de vagas.

É a dança dos números. Tanto a Visão quanto a MT Dados apresentam cálculos com projeções pouco divergentes. Apenas nos casos do chapão, do PSD e da aliança PSB/PP ambas fazem análises diferentes. Mas os nomes mais cotados são unânimes - confira no quadro.

Mário Okamura/Rdnews

deputados eleitos 2014

Estudo das empresas Visão Assessoria e MT Dados projeta vagas por coligação e os mais cotados

O PSD deve eleger de 5 a 6 deputados. Pela ordem de votação, conforme análise das duas empresas, estariam Janaína Riva, Zé Domingos, Walter Rabello, Meraldo Sá, Pedro Satélite, Luizinho Magalhães e Airton Português.Pelo blocão, por exemplo, aparecem como os mais cotados os deputados Mauro Savi, Sebastião Rezende, Emanuel Pinheiro, Ondanir Bortolini, o Nininho, e Wagner Ramos (todos do PR) e mais Baiano Filho. No caso de Ademir Brunetto (PT), também entre os possíveis reeleitos, há uma incógnita. Pelos cálculos, ele estaria disputando espaço com outros nomes da mesma coligação, como Silvano Amaral, Francisco Faiad, Alan Kardec, o empresário Júnior da Viação, e Altir Peruzo, ambos de Juína.

A tríplice-aliança PSDB/PDT/DEM tende a garantir 5. Os candidatos que se destacam são Dilmar Dal Bosco, Guilherme Maluf, Zeca Viana, Wilson Santos, Leonardo Albuquerque e Maria Izaura, além de Carlos Avalone, Júlio Neto, Adevair Cabral e Saturnino Masson.

eduardo botelho

Eduardo Botelho, em campanha sob um pé de árvore em Nossa Senhora do Livramento, deve ser bem votado, o que cria expectativa do PSB/PP eleger até 4

Quanto ao PSB/PP, são listados com chances reais de vitória Eduardo Botelho, Adriano Silva, Oscar Bezerra, Max Russi, Carlos Brito, Layr Mota, Deucimar Silva e Francisco Vuolo. Pelo Solidariedade, que se juntou aos nanicos PTC, PTN, PEN e PRTB, a maior possibilidade de eleição está em Zé do Pátio. A coligação PTB/PPS e PSL não deve eleger ninguém, assim como a Frentinha que agrega PV, PSDC, PRB, PRP e PSC, avaliam as empresas consultadas Visão Assessoria e MT Dados. Confira detalhes no quadro

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Comentários (17)

  • esvanio | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 09h41
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    esvanio, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • esvanio | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 09h20
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    esvanio, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Miranda | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 08h18
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    Miranda, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Reginaldo | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 08h12
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    E os candidatos impugnados, que terão seus votos congelados. Se quer vão aparecer, são: Valdir Barranco, ALtir Peruzzo, Chaparral, entre outros.... Isso muda projeção. Sobre o chapão perder Sergio Ricardo, mais ganhou o PROS e PCdoB, e os candidatos tidos como eleito terão uma votação bem superior a pleito anterior, alguém dúvida?.

  • Reginaldo | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 08h12
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    E os candidatos impugnados, que terão seus votos congelados. Se quer vão aparecer, são: Valdir Barranco, ALtir Peruzzo, Chaparral, entre outros.... Isso muda projeção. Sobre o chapão perder Sergio Ricardo, mais ganhou o PROS e PCdoB, e os candidatos tidos como eleito terão uma votação bem superior a pleito anterior, alguém dúvida?.

  • Adilson | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 08h00
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    KKK...Isso é brincadeira...Projeção furada.

  • Aldo Campos | Quarta-Feira, 01 de Outubro de 2014, 06h53
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    Quem anda no estado sabe que Valdiney Iori, esta muito bem cotado, e com certeza dia 1º de janeiro estara na AL para surpresa de muitos.

  • plauto vieira | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 20h49
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    Isso só pode ser piada dizer que a coligação PV, PSDC, PRB, PRP, E PSC não elege ninguem e faz apenas 49 mil votos kkkkkkk que informação pífia, essa coligação tem 04 vereadores com mandatos Wancley , Taborelli, Madureira e vereador Dirceu de lucas do rio verde e ainda Milton Rodrigues, Iori, Elizeu entre outros nomes aposto que vai brigar por 02 vagas aguardem e confiram .

  • Olinto Afrânio | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 20h47
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    Dizem que não trata o povo como gado, mas fazem um verdadeiro labirinto na cidade com placas dos candidatos, este que aparece debaixo da arvore, e do pupilo do prefeito, pra onde quer que olhe ve a cara desses dois sujeitos, nao deixa o povo sequer escolher, enfia goela abaixo mesmo, e vem dizer que é sinonimo de mudança ?? Vao precisar de uns 3 mandatos pra pagar a atual campanha, a menos que seja investidores, como disse o coordenador Pivetta.

  • Luis Cacerens | Terça-Feira, 30 de Setembro de 2014, 19h31
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    Deixa de forçar a barra Ronilson Dourado e tentar emplacar o Adriano Silva, pois todos os cidadãos de MT sabem que a Coligação PSB/PP só faz de 2 a três no máximo e os mais contados dessa coligação são Eduardo Botelho, Maxi Russi, Oscar Bezerra e Francisco Vuolo embolado com o Adriano

| 30/09/2014, 08h:48 - Atualizado: 30/09/2014, 14h:10

70% dos gastos com as eleições são para atender interior, afirma presidente do TJ


Davi Valle

Juvenal_Pereita_TRE

Presidente Juvenal Pereira conta que 70% dos gastos da eleição são com interior

Municípios do interior do Estado e aldeias indígenas situadas em áreas de difícil acesso são o que mais eleva o custo das eleições em Mato Grosso. De acordo com o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargador Juvenal Pereira da Silva, em relação à Cuiabá, essas localidades representam 70% do total despendido para a realização do pleito. “A logística é o que torna mais caro por conta dos locais mais afastados”, afirma. 

O magistrado detalha que para algumas regiões como, por exemplo, Rondolândia, que está a 1.100 km da Capital, as urnas eletrônicas devem ser levadas de carro com muita antecedência e que, se o meio de transporte utilizado for o avião, é preciso ir até o Estado de Rondônia para acessar o município de carro. “Então há custos com diárias que devem ser pagas e combustível”, explica.

Neste ano, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deferiu R$ 12,2 milhões para a realização das eleições mato-grossenses. “Temos um planejamento e tudo foi feito de acordo com o valor deferido pelo TSE, que é praticamente o mesmo das eleições de 2012, não houve alterações. Tivemos que fazer alguns alinhamentos para adequar esse valor, como aglutinar sessões, modificar a forma de orientação aos mesários e técnicos de urnas”, comenta.

Para Juvenal, a diferença entre o processo eleitoral deste ano com o de 2010 é que 21 municípios contarão com as urnas biométricas. Além disso, todas as cidades terão um gabinete de gestão integrado com equipamentos da secretaria estadual de Segurança Pública para fiscalização. “Em 2010, isso funcionou a título de experiência. Em 2012 melhorou, mas agora estamos melhorando mais ainda”, pontua.

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| 30/09/2014, 00h:00 - Atualizado: 29/09/2014, 21h:06

É hora de traduzir tudo em votos

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Olga Lustosa

As eleições 2014 estão aí. Em apenas quatro dias estaremos exercendo nosso direito de escolher os políticos que nos representarão. Tempo para pensar, conhecer e escolher tivemos, agora, é só comparecer a zona eleitoral convicto de que fez a melhor escolha e aguardar o resultado. Somos 142,8 milhões de eleitores, mais da metade são mulheres, para votar em candidatos majoritariamente homens. Ainda não foi desta vez e a parcela feminina ainda é inferior à exigida pela legislação brasileira, que assegura 30% das vagas de candidatos para as mulheres. Em relação à escolaridade, quase metade dos candidatos tem curso superior, enquanto apenas 5% dos eleitores tem formação universitária. 

O próprio eleitor abriu mão do voto secreto. Parece estar na moda declarar-se ao candidato nas mídias sociais cuja penetração nesta campanha teve repercussão absolutamente positiva, trazendo um clima de verdade, com a publicação de declarações e informações sobre o abusos e irregularidades. Isso não deveria ser um problema, mas a transparência tem causado tensão elevada aqui e ali. Ambos, os eleitores e os candidatos estão amarrados aos aplicativos da internet, num sistema de monitoramento que transforma as eleições numa guerra baseada em fatos e muitos boatos. Líderes políticos atuais são fortemente dependentes de ferramentas tecnológicas como celulares, Internet e mídia social.

No mundo virtual, as eleições 2014 começaram muito cedo, até pareceu um processo contínuo desde as eleições passadas, com as assessorias desempenhando o papel fundamental de não deixar cair no esquecimento os arranjos políticos iniciados há 2 anos.  A democracia da internet tem sido amplamente utilizada pelos ativistas políticos para disseminar contra informações, ou seja, imputar informações falsas no meio das verdadeiras, principalmente nas fontes confiáveis. Os profissionais do marketing têm vários objetivos ao injetar esse tipo de material na internet, mas a razão primordial é manipular o discurso on-line, fomentar uma verdadeira guerra com memes e virais, ferramentas de humor, que desarma ou propaga uma notícia com ironia e escracho. 

Eu, particularmente gosto de receber os discursos produzidos em Live Streaming, que posso assistir ao vivo, onde estiver; as postagens feitas no Facebook, se não geram debate apaixonado, pelo menos permitem o acompanhamento da movimentação da agenda dos candidatos. As pessoas foram confiando e abraçando as mídias sociais para propagarem tendências ideológicas ou apenas para replicar fatos e dar mais visibilidade aos candidatos de sua preferência. Não é regra, mas creio que a internet concedeu poder as pessoas, para exporem suas preferências, importando-se cada vez com o julgamento dos outros. 

No bom sentido, a internet tem funcionado como um eficiente, porém restritivo dispositivo portátil, propiciando uma comunicação contínua entre os candidatos e os eleitores, compartilhando imagens, mensagens e volume de campanha. 

Votar é algo tão incrível quanto ameaçador que o senador americano Fran Millar, do partido Republicano, anunciou semana passada não concordar e estar preocupado com a decisão do governo de facilitar o acesso ao voto nas eleições em final de outubro, ampliando o número de urnas e locais de votação, sobretudo em regiões da periferia. Segundo o Senador, isso pode elevar o número de eleitores negros e outras minorias e pode ferir o domínio Republicano na área e além disso, o Senador preferiria receber votos de pessoas mais educadas do que dos africanos americanos. O eleitor escolhe, o político, quando muito, pode espernear.

Jamais deixaria de votar. Reinvento razões para escolher meus candidatos e pensando na batalha campal e judicial que envolveu esta campanha eleitoral, pergunto: Qual será o futuro da próxima eleição

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olga@terra.com.br

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