Cuiabá, 03 de Maio de 2016
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RONDONÓPOLIS | 05/11/2013, 10h:43 - Atualizado: 05/11/2013, 13h:43

Prefeitura faz cadastro para garantir isenção de pedágio


Foto: A Tribuna -- Praça de pedágio na MT-130 continua provocando polêmica  Os pequenos produtores da região Sul de Mato Grosso, que precisam utilizar a MT-130 para vender os produtos em Rondonópolis e não tem condições financeiras de arcar com o pedágio todos os dias, continuam a luta pela isenção da taxa. Em reunião com o vice-prefeito Rogério Salles (PSDB) ficou definido que eles terão de fazer uma ficha cadastral onde devem constar os dados da propriedade, o nome do morador, os dados do veículo e a quantidade de vezes que passa pela praça de pedágio por dia e mensalmente.

   Deve ser cadastrado um veículo por família, sem limite de tamanho de propriedade, englobando assentados, sitiantes, fazendeiros e moradores da região, que moram até 30 km da praça de pedágio. O prazo de entrega do cadastro será até 20 de novembro. A intenção é que os cadastrados sejam beneficiados com a gratuidade.

  A polêmica começou quando a concessionária Morro de Mesa instalou a praça de pedágio na MT-130 e passou a cobrar a taxa, tida como alta para os pequenos produtores da região. Eles reclamam que, se tiverem de pagar todos os dias, não terão mais lucratividade com os produtos vendidos na cidade.

   Há cerca de um ano, a Câmara de Rondonópolis fez uma indicação à Assembleia, pedindo que a lei aprovada pelos deputados estaduais, concedendo a concessão para à Morro de Mesa e estabelecendo o pedágio, fosse revisada e que os pequenos produtores ficassem isentos. Em troca, a concessionária receberia incentivos por parte do Estado. No entanto, a lei isentando os sitiantes da taxa de pedágio foi vetada pelo governador Silval Barbosa (PMDB).

   O pedágio entrou em operação em 2012. A MT-130 liga Rondonópolis e Primavera do Leste. A praça de pedágio fica a menos de 5 km de Rondonópolis, para quem segue para Primavera do Leste (213 km de Cuiabá). Automóveis e camionetes estão pagando R$ 6,50 cada vez que passam pelo local. Motocicletas pagam R$ 3,25. O pedágio também é cobrado na entrada de Primavera do Leste.

   Campo Limpo

   Enquanto uma solução não é encontrada para o assunto, os pequenos produtores tiveram que encontrar um caminho alternativo para seguir para Rondonópolis e vender os produtos. Eles estão utilizando a estrada vicinal do Campo Limpo, por isso, solicitaram ao vice-prefeito que fosse realizada a conservação da estrada.

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Comentários (1)

  • Zé Poxoréo | Terça-Feira, 05 de Novembro de 2013, 11h34
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    É certo aquele ditado "terra de cego quem te olho é rei"! Esse pedágio é mais um verdadeiro caso de policia em Mato Grosso. Deviam verificar os métodos dessa concessão e se a concessionária tem cumprido seus deveres. Enquanto já que ninguém enxerga, o povo paga!

| 03/05/2016, 00h:00 - Atualizado: 08h atrás

Juízes das nossas causas

Olga_200_fora

Olga Lustosa

O melhor de nós construiu-se às custas de muita luta, resignação, determinação, estudos, reuniões, esperas, tentativas, derrotas, persistência, vitória fragmentada, alegria e amor. O ritual de iniciação dá-se de forma variada, com bons exemplos ou maus exemplos, violência ou proteção.

A verdade é que ainda vê-se muito do estado de natureza no mundo pós-moderno; guerras por todos os lados, Justiça sendo feita pelas próprias mãos, povo sem governo. 

Estado de natureza é o que o filósofo inglês Thomas Hobbes argumenta como sendo uma condição de vida sem governo, um estado permanente de guerra, desconfiança que não garante a realização de nenhum dos fins que consideramos importante para a nossa sobrevivência.

A condição de natureza é um estado sem julgamento, em que não há nenhuma autoridade reconhecida para arbitrar disputas e fazer cumprir as decisões. Assim como hoje, a falta de governo convida ao conflito, alimentado pelos desacordos, pela falta de diálogo e pela desconfiança defensiva, que leva ao ataque diante do medo de ser atacado.

Hobbes diz que: “onde falta autoridade política, nosso direito fundamental é salvar nossa própria pele, por qualquer meio que julgarmos adequado. Onde existe autoridade política, nosso dever é bem mais simples: obedecer quem está no poder”. 

Tomadas em conjunto estes pressupostos assustam. O estado de natureza em Hobbes é pessimista, trata os homens como seres interesseiros e egoístas, mas não simplesmente isso. A própria vida seria uma busca egoísta da realização dos desejos e no caminho para concretiza-los, os homens subjugam, exploram e destroem todas as forças que se colocam como obstáculo.  Mas o que temos vivenciado senão um mundo assolado pelo ódio, pela crise econômica. tensão política, competição e ganância pelo uso dos recursos naturais e tentativas de dominação de um povo sobre outro?

Os homens se levantam uns contra os outros movidos pela concorrência, pela desconfiança, pela inveja, pelo desejo de prosperar a qualquer custo.  Porém, havemos de entender que nascemos todos iguais: frágeis e vulneráveis! E a este estado voltaremos na velhice.

Somos facilmente desviados das tentativas de melhorar o mundo que nos rodeia, porém a vida pode melhorar. O processo de estabelecimento da harmonia inicia-se de dentro para fora, com a desconstrução dos valores negativos do estado de natureza.

Se no estado de natureza cada pessoa é livre para decidir por si própria, nós podemos decidir sobre o que precisamos com parcimônia, o que é devido com senso de justiça, o que é respeitoso, prudente sem temer sermos subjugados, atacados ou invadidos. Desacordos de pontos de vistas acerca de religião, questões comportamentais, preferências, não precisam ser conflituosos. Respeito basta!

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olgaborgeslustosa@gmail.com e www.olgalustosa.com

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(DES)COMPENSAÇÃO | 02/05/2016, 16h:07 - Atualizado: 02/05/2016, 16h:26

É muito triste receber FEX atrasado e ainda a conta-gotas, reage secretário de Fazenda

"O país está mal gerido ao longo destes meses e o governo federal ainda tenta superávit primário em cima dos Estados brasileiros"


Gilberto Leite/Rdnews

paulo brustolin sefaz

Paulo Brustolin, secretário estadual de Fazenda

O secretário de Estado de Fazenda, Paulo Brustolin, diz analisar com tristeza o pagamento a conta-gotas pelo governo federal do Auxílio Financeiro para Fomento às Exportações. Agora que o Estado conseguiu receber a primeira das três parcelas do FEX de 2015. Foram R$ 105,3 milhões. Desse total, R$ 35 milhões (25%) são transferidos aos 141 municípios.

"Isso (atraso no pagamento do FEX) é muito triste. Deveríamos estar recebendo os repasses de 2016 e não os atrasados de 2015", reclama Brustolin. Ele critica o que define como desequilíbrio gigante nas contas públicas do país. Destaca a dedicação, esforço e despreendimento do governador Pedro Taques e de toda equipe para conseguir honrar o pagamento da folha de abril na última sexta, dia 29.

Para o secretário, Mato Grosso continua sendo mais uma vítima da má condução fiscal do país. "É triste ver o país tão mal gerido ao longo destes meses ao ponto do governo federal ter de fazer superávit primário em cima dos Estados brasileiros". Enfatiza que são as Unidades da Federação que estão "segurando as pontas" em meio à crise instalada no Brasil devido a falhas na condução técnica e política. Apesar das críticas e recado, não mencionou o nome da presidente Dilma Rousseff (PT), de cuja gestão o governador Taques (PSDB) se opõe.

O Estado tem direito a "abocanhar" maior fatia do total de recursos do FEX, chegando a 21,6% de R$ 1,95 bilhão, pois é responsável por boa parte das ações de fomento às exportações brasileiras. Ao final das três parcelas, Mato Grosso terá recebido R$ 421,2 milhões.

Trata-se de uma compensação prometida pelo governo federal aos Estados beneficiados com a Lei Kandir, que desonera o ICMS sobre exportações de produtos primários e semielaborados. A soma dos valores do FEX de 2015 e 2016  chega a R$ 1 bilhão.

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Executivo | 02/05/2016, 14h:30 - Atualizado: 02/05/2016, 14h:37

Maluf presta contas a Taques e afirma que obras marcam a gestão em Várzea Grande


O presidente da Assembleia, Guilherme Maluf (PSDB), elenca o lançamento de duplicação da obra da avenida Filinto Müller, em Várzea Grande, como o principal ato durante os cinco dias em que comandou o Palácio Paiaguás. Isso porque, o governador e vice-governador Pedro Taques (PSDB) e Carlos Fávaro (PSD), respectivamente, viajaram por países vizinhos na Caravana da Integração.

Conforme Maluf, serão 10 quilômetros duplicados da avenida Filinto Müller e irão beneficiar 20 bairros. A obra será feita em parceria com a prefeitura. “Será o carimbo do Governo Pedro Taques. Vai ser lembrado em Várzea Grande em razão do trabalho de infraestrutura”, explica o tucano ao Rdnews referindo-se que prestou contas com governador na última sexta (29).

Reprodução

taques_maluf.jpg

 Maluf substituiu Taques na chefia do Executivo  por cinco dias e anunciou  obras na  região de Cuiabá

Em relação ao repasses das emendas para os deputados, Maluf afirma que tem defendido que o governo aumente o repasse das emendas livres. Isso porque 50% das emendas são direcionadas para áreas como saúde, educação e infraestrutura, e a outra é livre. “Tenho conversado com Pedro no sentido da gente subir o maior numero possível de recurso livres”, aponta.

Na última semana, os deputados se reuniram com a equipe de governo apontar que o Estado tem R$ 2 milhões dos R$ 4,8 milhões de recursos garantidos para o pagamento de emendas. A outra parte seria discutida de como seria paga. Os parlamentares, principalmente da oposição, reclamaram diante da possibilidade do recurso não ser pago.

Cada deputado receberá R$ 2 mi em emendas; ambulâncias entregues

As emendas impositivas resultam da Emenda Constitucional 69/2014, estabelecendo que 1% da Receita Corrente Líquida do Estado, no exercício anterior, deve ser destinado para esta finalidade. A metade dos recursos repassados conta com destinação determinada, sendo 12% para saúde, 25% para educação, 6,5% para esportes e 6,5% para cultura.

Outras ações

Maluf destaca ainda a revitalização no parque Mãe Bonifácia e a capacitação de mulheres, que em parceria com a Sala da Mulher da Assembleia e a secretaria de Trabalho e Assistência Social (setas), trabalham na inclusão das mulheres no mercado de trabalho. “E posteriormente liberar créditos’, explica. Além disso, Maluf lembra da emenda de R$ 500 mil destinada à piscina pública, em Chapada dos Guimarães, para revitalização da área.

No comando do Governo, Maluf garante projetos de quase R$ 30 mi

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EM BRASÍLIA | 02/05/2016, 10h:00 - Atualizado: 02/05/2016, 10h:11

Governador viaja para Brasília e almoça com Temer para discutir eventual governo


Reprodução

Michel Temer Taques

Vice-presidente Michel Temer foi o primeiro chefe do governador Pedro Taques, ex-procurador

O governador Pedro Taques (PSDB) deve se reunir com o vice-presidente da República Michel Temer (PMDB), em Brasília. O tucano embarca hoje (2), no início da noite, e deve almoçar com o vice-presidente amanhã (3). Os demais compromissos de Taques ainda não foram divulgados.

Temer tem realizado várias reuniões com autoridades do país. Busca assim, tratar de projetos e demonstrar que está preparado para governar o país. O almoço, entretanto, está pré-agendado e será confirmado até o final da tarde.

Isso ocorrerá caso o Senado dê aval para a continuidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Neste cenário, cada vez mais provável, Dilma será afastada por 180 dias. Após este período, caberá ao Senado votar caso. A sessão será comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowskie. Para que Dilma seja cassada, neste cenário, serão necessários dois terços dos votos (54 dos 81 senadores).

Taques tem tido "precaução" na relação PSDB e PMDB. Defende que a legenda ajude com ideias o eventual Governo Temer, mas refuta que membros da legenda assumam cargos. Entretanto, o presidente nacional da legenda, senador Aécio Neves, declara que não vai “barrar” possíveis indicações. O senador José Serra (PSDB-MG) é o mais cotado para participar do primeiro escalão, caso Temer venha assumir a presidência.

Fora Dilma

Pedro Taques foi o primeiro governador a defender o impeachment da presidente Dilma. Afirma que este procedimento consta na Constituição e, por isso não é golpe, como aliados da petista têm defendido.

 A relação entre o governador e o vice-presidente é antiga. Temer já foi professor de Direito Constitucional de Taques. Além disso, foi o primeiro chefe do tucano na procuradoria de São Paulo. 

Taques defende que PSDB não assuma ministérios num possível governo Temer

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Comentários (6)

  • MIMI | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 18h53
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    É GOVERNADOR QUEM TE VIU QUE TE VE; FALOU TANTO DO PMDB QUE SÓ TEM LADÃO E AGORA VAI COMPOR COM OS AUTORES DA CORRUPIÇÕES .NUNCA CANTE VITORIA ANTES DA HORA.

  • Sociedade | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 17h18
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    uai, mas o governador nao tinha vetado o pmdb? Esse governo de mt é só incoerencia

  • RENATO | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 16h48
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    Essa foto para mim desenha o cumulo da demagogia.

  • PDT Histórico | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 14h50
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    PDT Histórico, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Bertold | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 10h53
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    "Ajude com idéias, mas refuta que membros da legenda assumam cargos". Vamos ver!

  • por justiça | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 10h46
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    vai trabalhar gov. vai comprir as suas obrigações de estado ce mt.

| 02/05/2016, 08h:14 - Atualizado: 02/05/2016, 08h:23

Brasil aos pedaços

adriana vandoni perfil 400

Adriana Vandoni

O lamentável fim da era petista não surpreende os que acompanharam as desastrosas movimentações desse partido, que chegou ao poder defendendo um claro projeto criminoso. Sim, o PT chegou em 2003 com um projeto criminoso de poder, e disposto a fazer de tudo, até o diabo, como disse Dilma, para se perpetuar nele.

E foi cirúrgico nas tentativas de enfraquecer Instituições Públicas, limitar o livre arbítrio do cidadão, aparelhar órgãos, desacreditar fiscalizadores, degenerar conceitos familiares e seccionar a sociedade.

O petralhismo segue à risca orientações do gramscismo, o desmonte de instituições e valores até que, do caos, surja o único valor a ser reconhecido: o Partido. Claro que dentro do partido sempre há a elite do partido, que se enriquece, se abasta, se desfruta.

Tudo isso o petismo fez. Desde a compra, no atacado, do Congresso Nacional, no episódio do mensalão; passando pela campanha fracassada do desarmamento, o primeiro passo antes de armar suas próprias milícias; visou desagregar as famílias, base da sociedade ocidental, fazendo campanhas em favor do aborto ou em doutrinações - sexual e política - de crianças através de cartilhas vulgares e com conceitos distorcidos; até a guetização da sociedade entre brancos e negros, sul e nordeste, homens e mulheres, elite e povo, e mesmo entre religiosos e não religiosos.

São canalhas, meus caros, não se enganem. Não quiseram criar guetos de animosidade por ideologia. Mas por uma tática de guerra, de dividir para facilitar a conquista.

Até a ortografia o petismo tentou corromper com a idolatrização da boçalidade, tentando jogar no lixo os valores da nossa língua em cartilhas surreais do MEC, onde “nós pesca os peiche” é considerado correto e quem vê o óbvio erro ortográfico é preconceituoso. Meus amigos, a base de uma nação é a sua língua. É onde, por exemplo, nos vemos diferentes de argentinos e paraguaios.

Essa campanha da boçalidade aconteceu também quando pelo Brasil afora se iniciou uma exaltação da falta de estudo de Lula. Convenhamos, o problema de Lula nunca foi falta de estudo, mas falta de caráter, falta de honestidade, falta de princípios.

O PT “chulanizou” o Brasil, e isso não é porque são chulos. São chulos sim, mas a “chulanização” foi programática, para causar um desequilíbrio de valores a ponto de criar vulnerabilidade e confusão moral na sociedade, e enfim, introduzir os valores partidários.

Mas não conseguiram. Não conseguiram e vão sair do poder pela porta dos fundos. Enxotados pela sociedade. E Lula, o mestre de cerimônia dessa quadrilha, há de ir parar na cadeia.

O que nos espera pela frente? Não sabemos, mas temos certeza de que não será pior que a turma do cuspe, do “grelo duro” (perdão leitor, fico constrangida com a palavra, mas foi dita pelo bêbado ex-presidente, num momento de sobriedade), a turma do “Bessias”, que usa Atos de Governo como papeis para a hora de apuro.

Michel Temer é o que há no momento. Quem o escolheu foi quem votou em Dilma e quem o colocará na presidência é a Constituição Federal, aquele livrinho que Lula mandou se f#@%$ tão logo assumiu o poder.

Dilma é apenas um mero instrumento dessa era do cuspe. Não concatena ideias, é grossa, rústica, inábil, pelega do ébrio animador de plateias.

Nunca mais PT. Nunca mais cuspe. Nunca mais essa imbecilização.

Tchau, querida, vá com Deus!, é frase dos altruístas. Mas como não sou: Tchau, querida, vá com o diabo que a carregue.

Adriana Vandoni é economista, especialista em Administração Pública pela FVG/RJ e secretária estadual de Transparência e Combate à Corrupção de Mato Grosso e colaboradora deste Blog, com artigos exclusivos - avandoni@gmail.com

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Comentários (13)

  • Juca | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 18h26
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    Não li a te o final, meu deu dor no estômago. Nunca vi tanto ódio e preconceito. Olha para o seu raBo Van dona. O que vc faz no governo?

  • alexandre | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 14h43
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    alguem precisa consertar o estrago do PT na economia e na sociedade, o PT é bom em criticar não em governar, só sabe gastar, saindo do governo eles vão querer tudo, juntos com os movimentos sociais patrocinados.

  • Olívia | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 14h34
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    Quantas distorções, quanto lixo e ódio. Chulo foi este texto, o citado desequilíbrio de valores morais se faz em não adimitir as politicas inclusivas dos governos Lula e Dilma; perde-se valores morais todo e qualquer discurso reacionário que se nega a admitir que o Brasil passou a caminhar com o povo de cabeça erguida, o povo dos guetos, pobres, negros,LGBTs, o empoderamento de mulheres; perde-se valores morais ao não reconhecer a saída do Brasil do mapa da fome; perde-se os valores morais quando a nação prioriza a econômia privada em detrimento das melhorias na vida da maioria do povo.

  • Bertold | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 14h24
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    Sai o PT. Volta o PSDB, de braços dados com Cunha, Temer, Renan...etc. Que horizonte fantástico.

  • LUCIA Cosine Soarea | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 12h46
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    Ao ler esse texto hj,tive certeza de que votei hiper bem. Parabéns por esse trabalho de luz e transparência que vcs vem desempenhando. Abraços sua ex vizinha no Cond.Casa Blanca.??

  • Lima | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 11h36
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    Muito me admira que ainda existam defensores dessa quadrilha que assalta o Brasil. Lamentável que ainda não prenderam o mestre. Todos os que se diziam e se dizem COMUNISTAS, são verdadeiros parasitas. Vivem sempre as custas de alguém, no nosso caso, o ESTADO. Parasitas que, sob o manto da suposta "RESISTÊNCIA", se vendem por poucas moedas... são párias da sociedade trabalhadora, são vis, canalhas que não merecem consideração de ninguém. Espero que a LAVA JATO GUILHOTINE A JARARACA...

  • alexandre | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 11h27
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    um resumo do petismo. o problema é consertar os estragos do populismo desvairado.

  • Rivaldo Junior | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 10h52
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    Quanta raiva. O texto cita fatos mas não esconde a realidade: a raiva das opções políticas do PT, que deram certo. Com isso, impossível análise fria do que deu errado. A saída prematura não é culpa somente do PT - que errou prodigiosamente na câmara dos deputados - mas é de toda sociedade, e da irresponsabilidade dos insatisfeitos com a política econômica e com meios financeiros de fazer disseminar sua insatisfação. Quanto ao efeito da saída? Na próxima eleição presidencial, o PT pode apoiar quem desejar, qualquer um...será eleito. Somente uma parcela da classe média não vê isso. Até a elite econômica vê. Por isso a pressa em prender o Lula (prisão que terá o efeito contrário) e a intensidade em tentar destruir a imagem. O Brasil desceu a ladeira. Um governo inábil e obstruído, e jogamos toda nossa democracia fora. Por conta dessa raiva sem sentido que está no texto.

  • Angelo | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 10h50
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    Que texto odioso !

  • Alice | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 10h48
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    Ótimo artigo. Pena que não deve ter sido a Adriana que escreveu. Isso é coisa da assessora ou do marido. Quem conversa com essa sabe que não consegue juntar dois com dois e dar em quatro.

| 02/05/2016, 00h:00 - Atualizado: 01/05/2016, 19h:57

Superendividamento

Sandra Alves articulista texto e capa

Sandra Alves

O superendividamento dos cidadãos é um problema que ultrapassa a esfera individual. Uma pesquisa realizada em abril pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que 44,3% dos brasileiros estão com as finanças descontroladas.

Mais que identificar as causas que levam o cidadão ao superendividamento, colocar informações e instrumentos ao seu alcance para superar a falência financeira e reconstruir sua vida é o maior desafio social.

Os estudos sobre o superendividamento foram inspirados na legislação francesa no Code de la Consommation. No Brasil, a doutrina afirma que o superendividamento “diz respeito aos casos em que o devedor está impossibilitado, de forma duradoura ou estrutural, de proceder ao pagamento de uma ou mais dívidas” (MARQUES; FRADE, 2007, p. 3-4). Também é considerado superendividamento as situações em que o devedor, apesar de continuar a cumprir os seus compromissos financeiros, o fazer com sérias dificuldades. 

O projeto de lei n. 3.515/15, que tramita pela Câmara, pretende alterar o CDC para criar mecanismos de prevenção ao superendividamento. Ainda não existe uma definição legal específica de superendividamento, apesar do conjunto legislativo do Código de Defesa do Consumidor já enumerar uma série de medidas protetivas.

O projeto define como superendividamento o “comprometimento de mais de 30% da renda líquida mensal do consumidor com o pagamento do conjunto das dívidas pessoais, exigíveis e vincendas - excluído o financiamento para a aquisição de casa para a moradia - e desde que não existam bens suficientes para liquidação da dívida".

A inexistência de previsão legal específica é apenas um dos fatores que agravam a situação dos cidadãos. A falta de educação financeira e o marketing agressivo de vendas como impulsionador do consumismo, mais os abusos das empresas creditícias/financeiras colaboram para o empobrecimento das famílias.

Existe investimento em tecnologia de ponta para levar o cidadão a consumir, sem fornecer-lhe educação financeira. Abusos na cobrança de taxas ilegais e juros abusivos nos contratos de crédito firmados.

Não importam as razões que levaram o cidadão ao acúmulo de dívidas, para restabelecer sua saúde financeira, alguns passos são muito importantes:

1) Faça um levantamento por escrito das receitas (aquilo que você ganha) e das despesas (todos os gastos cotidianos mais as dívidas acumuladas). Seja em um caderno, em planilhas de cálculos no laptop ou em aplicativos de smartphone, tudo deve ser posto de forma clara.

2) Verifique as dívidas que possuem juros mais altos, essas devem ter preferência no pagamento (geralmente o cartão de crédito).

3) Procure renegociar as dívidas. Cuidado com a renegociação, pois os juros não podem ser embutidos no valor do débito, de forma que você seja obrigado a pagar juro sobre juros, uma prática abusiva comum. Procure os órgãos de proteção ao consumidor nesses casos (PROCON, Defensoria Pública ou OAB). E mais, você não pode ser impedido de pagar uma parte da dívida, caso não disponha do valor integral. 4) Por fim, corte as despesas até limitá-las aos seus ganhos e não faça novas dívidas.

O projeto de lei citado prevê a instauração de um processo de repactuação de dívidas do superendividado chamando todos os credores para a negociação e apresentação de um plano de pagamento das dívidas que preserve o mínimo existencial do devedor (uma renda mínima para sua sobrevivência).

Esse procedimento já vem sendo utilizado com base nos princípios gerais do Código de Defesa do Consumidor e é aceito por parte do Poder Judiciário. A aprovação do projeto de lei é um passo decisivo para o reestabelecimento da vida financeira de muitas pessoas, uma etapa de desenvolvimento social que precisa ser superada.

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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Comentários (1)

  • Rivaldo | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 13h43
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    Há décadas nos Estados Unidos a Lei de Falências prevê restrições ao devedor, mas simplesmente elimina todas as dívidas. Nada de "plano de pagamento". Os b bancos - Logo depois de obterem da Suprema Corte Americana o mesmo que ganharam do STF brasileiro: fim do limite de juros - tentaram revogar a legislação americana, durante a crise imobiliária mas não conseguiram. Aqui, discutimos uma lei que possibilite ao devedor fazer um "plano de pagamento". Quanta propaganda enganosa, quantos contratos com juros sobre juros? acidentes, doenças, desemprego, ausência de educação financeira.... levam ao superendividamento e tudo isso a legislação brasileira finge que não vê. Vivemos no pior país para o consumidor financeiro. Parabéns para a defensora pública pela atuação. A estrada é longa.

segurança | 01/05/2016, 09h:16 - Atualizado: 01/05/2016, 09h:18

Rogers nega viés político do Cira e garante responsabilizar ex-gestores por corrupção


O secretário estadual de Segurança Pública (Sesp), Rogers Jarbas, nega que o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) tenha viés político de atuação, como é sustentado por defesas de ex-gestores do Estado que estão presos. “Não há qualquer viés político, mas sim técnico. A gente vive num Estado democrático de direito. As pessoas têm liberdade de opinião. Então, elas podem dizer o que quiserem”, responde ao Rdnews.

Criado como uma alternativa para melhorar a arrecadação do Estado com a prevenção e repressão de atividades de danos ao erário e lesão patrimonial, o Cira é formado por vários órgãos que prestam serviços à população, como Ministério Público, secretaria estadual de Fazenda (Sefaz), Procuradoria-Geral do Estado e a própria Sesp.

Entretanto, o Comitê tem sido alvo de vários questionamentos de advogados por quem é investigado. A defesa do ex-secretário Marcel de Cursi, preso na Operação Sodoma, alega ter desafetos junto à promotoria, que estaria agindo por vingança, pontua que o órgão administrativo responsável pela investigação, no caso o Cira, teria interesses políticos e chega ainda a sugerir a necessidade de intervenção federal em Mato Grosso.

Gilberto Leite/Rdnews

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  Secretário Rogers Jarbas assegura que Cira tem atuação técnica e busca responsabiizar criminosos

Rogers garante que o Cira, criado em 2015 na Gestão Pedro Taques (PSDB), é um organismo com atuação extremamente técnica, “que busca responsabilizar civil e criminalmente as pessoas que tenham praticados atos ilícitos, inclusive, envolvendo corrupção em relação a gestores”, justifica.

O ex-governador Silval Barbosa (PMDB) e os ex-secretários da Casa Civil e Fazenda, Pedro Nadaf e MArcel de Cursi, respectivamente, foram presos em razão da Operação Sodoma, deflagrada pela Delegacia Fazendária, que é um "braço" do Cira. Os três estão presos há mais de sete meses. Silval e Cursi estão no Centro de Custódia, enquanto Nadaf está recluso na base do Serviço de Operações Especiais (SOE).

De todo modo, Rogers ressalta ainda que a atuação do Cira vai continuar com os trabalhos implementados. Lembra ainda que o Comitê possui uma estrutura elaborada e com pessoas capacitadas para dar prosseguimento aos trabalhos. “A presença da Sesp é dar suporte e auxílio ao Cira, mas que praticamente já anda sozinho”, frisa.

 Recurso

 O Cira resgatou efetivamente R$ 435 milhões de dívida ativa, em 2015, para ser aplicado prioritariamente em saúde e segurança pública. Também foram recuperados R$ 57 milhões em parcelamento, sendo que aproximadamente R$ 27 milhões deste total devem ser pagos este ano. Para 2016, o Comitê trabalha com o planejamento de recuperação de R$ 500 milhões.

Cira recupera R$ 435 mi de dívida ativa e verba será aplicada em saúde

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  • Maria do Socorro | Domingo, 01 de Maio de 2016, 19h48
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    Montaram essa delegacia para perseguir os adversários politicos,,só um cego que não vê..mais vamos aguardar novos acontecimentos, logo a verdade virá..vamos aguardarrr

| 01/05/2016, 09h:00 - Atualizado: 01/05/2016, 09h:11

Emenda parlamentar: um caráter social

emanuel pinheiro artigo 400

Emanuel Pinheiro

De nada valerá ter apresentado e anunciado a destinação de emendas se o governo não efetuar a aplicação efetiva e correta dos recursos. É inconcebível aceitar a proposta do Executivo em reduzir pela metade as emendas impositivas. A intenção do governo é diminuir as emendas de R$ 4,8 milhões para R$ 2 milhões.

A atitude do governo é uma afronta, um desrespeito, pois o nosso compromisso é com a população que aguarda os investimentos. A situação está tão delicada no interior que qualquer ajuda é recebida com festa e representa a geração de emprego e renda para os cidadãos.

De acordo com a Constituição, a emenda parlamentar é o instrumento que, nós parlamentares possuímos para participar da elaboração do orçamento anual do Executivo.

Por meio dessas emendas individuais, cabe a nós parlamentares o aperfeiçoamento da proposta do Poder Executivo, destinando recursos para as regiões mais carentes, priorizando as áreas de educação, saúde, cultura, saneamento, pavimentação, esporte e lazer.

As emendas são destinadas ao investimento social, ao fomento de políticas públicas em todos os municípios do Estado de Mato Grosso. Acreditamos que bem informado, o cidadão pode participar e contribuir para que o Legislativo trabalhe para melhorar a vida da comunidade.

O cidadão não vive no Estado e nem na União. O cidadão vive e mora no município. É nele que as coisas acontecem, é nele que se vive em sociedade, é nele que repousam as aflições, os intentos e as demandas da população. Portanto, toda política pública tem de visar em primeiro lugar o bem-estar dessas comunidades.

Para se ter uma ideia, a área da saúde foi a mais privilegiada entre as minhas emendas. É o caso do Hospital de Câncer de Mato Grosso e o Instituto Lions da Visão, ambos com recursos da ordem de R$ 50 mil, além da aquisição de ambulâncias para os municípios de Juscimeira e Chapada dos Guimarães.

O Hospital Geral de Poconé também será beneficiado com investimentos que resultarão em novos leitos. Para a educação foram R$ 300 mil a fim de promover a cobertura da quadra poliesportiva da Escola Estadual Juscelino Kubitschek, em Poconé. Enfim, as minhas emendas individuais atendem a diversos pleitos sociais. 

No ano passado, por exemplo, emenda de minha autoria destinou recursos para obras de infraestrutura no interior do Estado. Infelizmente, os recursos não foram liberados e o Estado continua a ser um péssimo exemplo no campo da infraestrutura para o resto do Brasil. 

O governo precisa rever essa decisão. Estou muito decepcionado com a atitude do governo, mas, não vamos nos curvar. Não abro mão da emenda parlamentar porque é um direito constitucional. É uma forma de ajudar diretamente os municípios. A saúde financeira do Estado vai bem, obrigado. 

Por que fazer isso com a população?

Emanuel Pinheiro é deputado estadual pelo PMDB em Mato Grosso

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  • Wan | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 14h21
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    Quem executa é o executivo! A discrepância criada como emenda parlamentar é a maracutaia brasileira de parlamentares que, ao invés de legislar, atuam (ou querem atuar) como gestores. Vide gestão passada, em que os deputados deitavam e rolavam em indicações políticas e de programas e projetos. Como tudo no Brasil, faz-se pouco em sua atribuição precípua e quer se fazer muito fora de sua competência. Quanto ao Sr. Deputado Emanuel, minha torcida é para que perca a aposentadoria da ALMT por 8 anos de exercício de legislatura, dada a inconstitucionalidade e imoralidade da norma.

| 01/05/2016, 00h:00 - Atualizado: 30/04/2016, 21h:13

Fluoretação X Cárie

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Jackelyne Pontes

Neste mês recebemos uma ótima notícia: a Justiça determinou que a concessionária de água e esgoto adote o sistema de fluoretação da água em todas as suas estações espalhadas pela nossa cidade. Esta medida é altamente positiva pois, de acordo com dados da Aliança Para um Futuro Livre da Cárie, a fluoretação de água apresenta uma eficiência de 14% na redução da cárie dentária em crianças.

E, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), para cada dólar investido em fluoretação no tratamento da água, são economizados 50 dólares em tratamento dentários. 

Porém é importante reforçar que somente a fluoretação da água de abastecimento não é suficiente para garantir que fiquemos livre da doença cárie, é uma doença multifatorial, ou seja, é uma doença transmissível e infecciosa, que acontece quando a placa bacteriana, que é uma película formada por bactérias e restos alimentares, se deposita sobre e entre os dentes, e esta em contato com o açúcar presente em nossa alimentação  resulta na formação de um ácido, provocando a desmineralização.

Para evitar que a placa bacteriana de estabeleça é preciso que tenhamos uma boa higiene bucal e uma dieta balanceada. Os alimentos que contém açúcar em sua composição devem ser consumidos racionalmente, ou seja, junto às principais refeições e seguido de escovação.

A cárie tem o seu início com uma mancha branca, acastanhada ou amarelada nos dentes, que se não tratada pode evoluir  para uma cavidade, acometendo as estruturas mais profundas do dente e apresentando um de deus mais desagradáveis sintomas: a dor ao ingerir alimentos doces, quentes ou gelados, que vem seguida de mal hálito.

Recomendamos então fazer o auto-exame da boca regularmente, assim como evitar o consumo de alimentos açucarados e manter uma rotina de escovação diária ao menos após as principais refeições e antes de dormir.

O tratamento da cárie é feito através de remoção mecânica do tecido do dente acometido pela doença, seguido de restauração. Quando a polpa é atingida é necessário o tratamento de canal e, em casos mais graves, o dente fica impossibilitado de ser tratado, sendo recomendada a extração do elemento.

Sendo assim a fluoretação da água de abastecimento é uma medida importante na prevenção da cárie. Em 08 de junho de1990, foi publicada a Lei nº 5.610 que dispôs sobre a obrigatoriedade da implantação do Sistema de Fluoretação de Água em todas as Estações de Tratamento de Águas do Estado de Mato Grosso, porém esta não é cumprida, e o Sindicato dos Odontologistas de Mato Grosso (Sinodonto- MT) em uma ação proposta visando a melhoria da saúde bucal da população, conseguiu por determinação judicial  que esta fosse colocada em prática.

Previna a cárie. Consulte o cirurgião-dentista regularmente, cuide bem de sua alimentação e mantenha uma higiene bucal satisfatória.

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, mestre em Saúde Coletiva, filiada ao Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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| 30/04/2016, 11h:52 - Atualizado: 30/04/2016, 12h:16

Impunidade ou excesso de punição?

Apresentadores de TV de cunho popular se consideram por demais de inteligentes para ter dúvidas e, com a segurança dos idiotas, exigem da Justiça criminal solução às mazelas e desarranjos sociais

edesio do carmo artigo 400

Edésio Adorno

Diante ao recrudescimento da violência pública e privada que avança em escala geométrica Brasil afora, os indivíduos de senso comum, imbecis por vocação ou imbecilizados pelos "sábios" apresentadores de programas televisivos de cunho popular, se consideram por demais de inteligentes para ter dúvidas e, com a certeza e segurança dos idiotas, exigem da justiça criminal a solução das mazelas e desarranjos sociais.

Pena de morte, mais encarceramento, rigor no cumprimento da pena, liberação do uso de armas de fogo, criação de mais tipos penais e por aí vai a pauta de reivindicações dos gênios de plantão. Uma tolice atrás da outra e um Congresso Nacional inerte que vota em nome da mãe, da esposa, do gato, do rato e em total desprezo aos interesses do país.

Enquanto os políticos priorizam a luta pelo naco que lhes cabem no esbulho do governo federal como consequência e prêmio pelo patrocínio da brutal violência do impeachment da não pacifica e nem pacificadora presidente Dilma Rousseff, os indicadores sociais e econômicos despencam e turbinam a onda de criminalidade que, por sua vez, empurram e segregam as famílias assustadas e dominadas pela síndrome do pânico em suas próprias casas.

Violência gera violência. Para os simplistas teóricos de cérebros locados, a questão da criminalidade brota da suposta impunidade. A lógica dos ignorantes da própria lógica é viver do ilógico e produzir ilação sem suporte em abordagem cientifica. Não há nada cientificamente comprovado que aponte para a impunidade como fator de eclosão ou aumento da criminalidade. E quando a temática da impunidade é abordada como causa e efeito da violência, tenho a impressão que o falante esteja se referindo a outro pais, porém, nunca, jamais, ao Brasil.

Desconheço qualquer pesquisa séria nesse sentido. Quem não comete crime, não o faz porque é sensível a coerção social, nunca em face das ameaças contidas nas normas jurídicas hipoteticamente repressoras; quem rouba, estupra, trafica, corrompe e atenta contra valores sagrados para o conjunto da sociedade o faz porque não se intimidade com o caráter punitivo da norma penal. E nisso sobressai a imprestabilidade, ineficiência e inutilidade do arcabouço jurídico processual penal.

De acordo com o "Novo Diagnóstico de Pessoas Presas no Brasil", elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ, divulgado em junho de 2015, temos a terceira maior população carcerária do mundo. Os fétidos e nauseabundos presídios nacionais estão abarrotados com 711.463 “reeducandos”. Em termos de segregação humana, o Brasil só fica atrás da China e dos Estados Unidos do Norte. Isso denuncia o descalabro jurídico a que chegamos.

Ainda segundo o estudo em referência, Mato Grosso possui uma população carcerária de 11.288 presos, dos quais 1.067 são presos domiciliares. Para manter esse exército de encarcerados, milhões de reais do contribuinte são torrados diariamente para movimentar uma gigantesca estrutura burocrática do Estado. Tudo começa nas delegacias de polícia, passa pelo crivo do Ministério Público, resvala na Defensoria Pública, avança pelo Judiciário e desagua no sistema penitenciário, onde os agentes penitenciários versados em pedagogia, sociologia, filosofia e ciências conexas se transmutam em educadores e os segregados são rotulados pelo eufemismo de “reeducandos”.

Os números revelam que o argumento da impunidade não se sustenta, ao contrário, revelam que no Brasil há punição em excesso; há condenação por fatos irrelevantes. Até recentemente, a polícia, em escárnio ao princípio da presunção de inocência, prendia para averiguações. Prática essa não totalmente afastada do cotidiano policial.

A sociedade brasileira guarda impregnados em sua gênese resquícios da inquisição do período medieval e fortes traços da cultura escravocrata e isso fica evidente no sempre pulsante desejo de combater o mal com o próprio mal. É como se o castigo fosse o antiofídico capaz de neutralizar as toxinas do crime. Quanto mais violento e repressor for o Estado, mais indisciplinados e menos tolerantes será sua gente. O Estado prende por fatos ínfimos e irrelevantes; o cidadão comum, sob o impacto de qualquer contrariedade, recorre ao aparelho policial, registra boletim de ocorrência e espera ver seu desafeto “mofar na cadeia”. Não raro, a vítima ou familiar de vítima de crime recorre à Justiça falseando buscar justiça quando na verdade clama por vingança pura e simples.

Em sede de arremate, o leitor poderia indagar se tenho resposta para as indagações suscitadas e solução para as questões postas. Minha resposta é não. Sou neófito demais para ter a genialidade dos comunicadores populares que têm a solução para todos os problemas na ponta da língua; não tenho a certeza dos doutos que defendem o armamento da sociedade e penas mais draconianas para os indesejáveis. Não creio que a resolução de problemas sociais esteja nas portas das delegacias ou na caneta pesada de juízes e promotores. Não tenho solução e nem resposta para nada, até porque, na exiguidade deste espaço, minha proposta é apenas questionar e problematizar. Assim penso, salvo melhor juízo.

Edésio Adorno é advogado militante em Mato Grosso com domicílio em Tangará da Serra. (edesioadorno@gmail.com)

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Comentários (11)

  • Guilherme Nuñez | Segunda-Feira, 02 de Maio de 2016, 02h27
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    Primeiramente, mestre Edésio, foi uma excelente escolha abordar um tema tão corriqueiro em nossa sociedade, porém de tamanha complexidade para alcançar sua resolução. Adentrando no mérito da questão, meu posicionamento condiz com o seu a respeito da impunidade, já que o Estado, como observado no texto, é um tanto quanto eficiente na punição aos infratores. Por sua vez, creio que o excesso de punição seja um reflexo do volume de trabalho que deságua perante os órgãos de persecução criminal, tendo em vista a obrigatoriedade de aplicar a norma penal. Diante dessa problemática, poderíamos optar pela reforma do direito processual penal, mas acredito que tal medida apenas amenizaria o problema. Vejo como única saída o investimento pesado das verbas públicas em educação de qualidade, com a finalidade de reconstruir uma sociedade no seu modo de pensar e agir.

  • Brasilino Silva | Sábado, 30 de Abril de 2016, 22h05
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    Como resposta aos justicialistas legalistas, o advogado Edésio Adorno nos brinda com um artigo para ser lido, relido, comentado e compartilhado

  • José Francisco Tangará | Sábado, 30 de Abril de 2016, 19h43
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    Parabéns doutor Edesio Adorno. Gostei do texto é assino em baixo.

  • Jeberson Hugo | Sábado, 30 de Abril de 2016, 19h23
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    Ao folhear qualquer processo penal é possível sentir cheiro de sangue, de suor e de vidas marcadas. Difícil é encontrar justiça. Condenar ou absolver não significa que o magistrado fez justiça e agiu corretamente. É fundamental ver a qualidade da decisão. É imprescindível saber se a decisão guarda relação com as provas e se as provas autorizam a decidir assim ou assado. O texto do Dr. Edésio Adorno, me perdoe pelo pleonasmo, nos força pensar, refletir e analisar se a justiça penal esta no caminho certou ou se esta sendo usada como atalho para mitigar graves questões sociais. Parabéns ao diretor do Rdnews. Enfim, achei um texto opinativo que mexeu com minhas convicções, mas me convenceu que minhas convicções estão ultrapassadas. Parabés, Edésio! Espero o próximo texto.

  • kerley | Sábado, 30 de Abril de 2016, 18h19
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    Parabens Romilson Tangara da Serra agradece por expor a partir de hoje artigos de Edesio Adorno! Sempre bem articuladas e de fácil compreensão. Sucesso!!

  • kerley | Sábado, 30 de Abril de 2016, 18h18
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    0

    Parabens Romilson Tangara da Serra agradece por expor a partir de hoje artigos de Edesio Adorno! Sempre bem articuladas e de fácil compreensão. Sucesso!!

  • Pedro Castro | Sábado, 30 de Abril de 2016, 17h19
    4
    0

    Parabéns Dr. pelo artigo e um convite para iniciarmos o pensamento sobre o tema avençado e não irmos acreditando em tudo o que é nos posto, Necessário se faz o senso crítico traço muito evidente em seu artigo.

  • jACKELINE | Sábado, 30 de Abril de 2016, 16h05
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    Parabéns, doutor Edésio. Gostei da abordagem e compartilho de seu entendimento. Também acho que o direito penal não seja o antidoto que cura a toxina do crime. Valeu pela lição e demonstração explicita de cultura, de lucidez, coisas próprias de espíritos evoluídos.

  • Orlando Machado | Sábado, 30 de Abril de 2016, 16h01
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    Parabéns ao colunista e amigo Dr. Edésio Adorno. Em abordagem lúcida nos faz ver que o Direito Penal não pode resolver as causas da violência, quando, em verdade, trata-se de mero e ineficaz meio paliativo

  • Flavio Amorim | Sábado, 30 de Abril de 2016, 15h25
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    Caro Dr. Edésio Adorno. Parabenizo pelo belissimo artigo, coaduno com suas ponderações, lucida, relevante, coerente e oportuna.

cobrança | 30/04/2016, 08h:13 - Atualizado: 30/04/2016, 08h:17

Wilson visitará MS na 2ª para ter detalhes sobre modelo de taxação de commodities


O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) está decidido a levar à diante a proposta de tributar a exportação de commodities (soja, milho, algodão e carne), como alternativa para enfrentar a crise econômica que afeta Mato Grosso. Na segunda (2), o  tucano viaja para Campo Grande onde se reúne com o secretário de Fazenda do Mato  Grosso do Sul, Márcio Monteiro, para conhecer detalhes do sistema de cobrança de impostos sobre parte da produção agrícola do estado vizinho.

“Defendo a taxação, a cobrança de impostos sobre aqueles que não pagam há 20 anos. Precisamos tributar os produtos primários, semi-elaborados, para exportação. Quero buscar soluções para atravessar esse momento difícil. Por isso, vou conhecer a experiência sul mato-grossense”, disse ao anunciar a viagem.

A exportação de commodities é isenta desde setembro de 1996, quando a Lei Kandir entrou em vigor. Entretanto, o Governo do Mato Grosso do Sul chegou ao entendimento com setor produtivo, e um terço da produção não pode ser exportado e tem que circular no mercado interno nacional, com ICMS de 6%. O modelo vigora há mais de 10 anos e foi implementado na primeira gestão do ex-governador André Puccinelli (PMDB).

Gilberto Leite/Rdnews

wilson santos_gilberto leite (21).JPG

   Deputado Wilson Santos defende que é necessário tributar osprodutos primários para exportação

“No Mato Grosso do Sul, eles encontraram a solução de meio termo e uma parte da produção paga imposto. Aqui em Mato Grosso, há 20 anos, desde setembro de 1996, toda produção de soja, de algodão, de milho e de carne que visa a exportação, não paga nada. Chegou a hora desse setor contribuir com o caixa do Estado”, completou o parlamentar.

Um estudo realizado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostra que, considerando o desempenho de exportação registrado em 2014, a taxação sobre soja, milho e algodão em 2015 somaria R$ 2,1 bilhões. Deste valor, R$ 1,5 bilhão viria somente do complexo soja (grão, óleo e farelo), o que representa 71% do total. O ICMS que pode ser arrecadado sobre a exportação de carne não foi levado em consideração na análise.

 O governador Pedro Taques (PSDB) preferiu não polemizar sobre a proposta de Wilson, que é líder do Governo na Assembleia. Já o vice Carlos Fávaro (PSD), que foi presidente da Aprosoja e defende o setor produtivo, descartou a possibilidade de taxar a exportação de commodities. 

“Não existe nenhuma intenção do governo estadual de taxar a produção de Mato Grosso. Isso seria matar a galinha dos ovos de ouro. Há quem queira promover essa discussão, e é legítimo, mas o Governo não aceita e não irá fazer”, esclareceu Fávaro em Ipiranga do Norte (a 438 km de Cuiabá), nas comemorações de 10 anos do movimento Grito do Ipiranga, no último dia 21.

Fávaro descarta a possibilidade de taxar commodities em Mato Grosso

O social-democrata também lembrou que os produtores rurais já contribuem com o Fethab, que é recolhido sobre o transporte das mercadorias.  No ano passado, o Fundo arrecadou R$ 375 milhões. Neste caso, Wilson afirma que o Fethab só atendeu aos interesses do próprio setor produtivo. “Os recursos sempre foram usados nas estradas que escoam a produção. Agora, que 30% começará a ser  aplicado na  zona urbana”, concluiu.

Diálogo

Após a visita a Campo Grande, Wilson deve iniciar o diálogo com o governo estadual e as entidades do setor produtivo, sobre a taxação das commodities. A lista inclui Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso  (Famato), Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) e Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat). Somente após as conversações, o deputado estadual pretende apresentar projeto de lei neste sentido. 

Deputado defende tributação dos commodities para enfrentar crise

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Comentários (2)

  • Gilson | Domingo, 01 de Maio de 2016, 12h37
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    esse cara tem que ser arrancado da política. Mentiroso a toda prova.

  • Manuel | Sábado, 30 de Abril de 2016, 17h02
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    Tá certo deputado o que sobra para Mato Grosso de icms? Nada essa é a verdade! E isso aí parabéns!

| 30/04/2016, 07h:12 - Atualizado: 30/04/2016, 07h:27

Hora do Enem

akio materia estreia colunista

Akio Maluf Sasaki

Em um ano de crise econômica, de um possível impeachment presidencial, de um caos causado por organizações como o MST e mais um de corrupção institucional, os vestibulandos do Enem têm um leque de possibilidades de assuntos que podem se deparar em novembro durante a prova.

O Exame Nacional do Ensino Médio, devido a sua concorrência para poucas vagas e os amplos conteúdos exigidos, assola um parente, um filho, um primo e até mesmo um neto, sendo ele um jovem ou um adulto que busca realizar um sonho.

Pelo menos, desta vez, trago boas notícias, pois neste ano o MEC criou uma nova plataforma para avaliar e auxiliar os estudantes, com o nome “Hora do Enem”, sendo que nela está disponível desde o último dia 5 uma série de simulados, vídeo aulas e uma biblioteca virtual.

Dentro da plataforma existe hoje o Mecflix, uma plataforma que nos remete ao sucesso que é Netflix, mas com vídeos voltados para a compreensão da matéria que estará sendo cobrada no vestibular, facilitando desta maneira a vida de milhões de jovens.

Não bastasse a Mecflix, a biblioteca virtual contém diversos materiais e livros que poderão auxiliar diversos alunos e até mesmo professores na elaboração de suas aulas, tudo visando um melhor preparo dos jovens.

Desde o seu lançamento até a data de ontem a plataforma já reúne 1.819.780 inscritos e mais de 2 milhões de visualizações de mais de 1,2 mil municípios, sendo este um número expressivo para menos de um mês de plataforma.

Vale lembrar que o número de inscritos no Enem de 2015 foi de aproximadamente 8,4 milhões, ou seja, seria o mesmo que dizer que algo próximo de 20% das pessoas que irão realizar o exame este ano estão acompanhando a plataforma em apenas um mês de vida.

Se você possui um filho, neto, parente ou conhecido que irá realizar a prova, indique a eles o seminário online que acontecerá hoje, pois após a realização dos simulados, o sistema irá gerar planos de estudos com base nos seus conhecimentos e deficiências detectadas durante a aplicação das provas.

Algo que surpreende, também, é que os exames serão nivelados de acordo com os bimestres letivos e seus conteúdos seguirão a mesma lógica, para que os estudos escolares possam avançar em conjunto com os exames aplicados na plataforma.

Com isso o estudante poderá ir realizar avaliações constantes e periódicas acerca de seu conhecimento e melhorando os pontos em que estiver com baixo desempenho.

Por fim, se você é estudante ou tem um parente envolvido no exame, não deixe de acompanhar essas mudanças e aproveitar esta oportunidade criada pelo MEC, pois com certeza aqueles que fizerem uso desta ferramenta irão se destacar no final do ano.

Akio Maluf Sasaki é acadêmico de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), atua em cooperação internacional do turismo e escreve neste Blog todo sábado - akio@pontodeapoioturismo.com.br

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duodécimo | 29/04/2016, 16h:10 - Atualizado: 29/04/2016, 16h:12

Wilson defende redução e "alfineta" que Assembleia tem R$ 100 milhões em caixa

Deputado também afirma que legislação precisa ser revisada


O líder do Governo na Assembleia, deputado estadual Wilson Santos (PSDB), defende a redução do duodécimo Legislativo em até 15% como alternativa para enfrentar a crise econômica, que afeta o Estado. Além disso, afirma que os demais Poderes também devem arcar com medidas que ajudem Mato Grosso a superar as dificuldades.

“Defendo redução do duodécimo, defendi na campanha eleitoral e continuou defendendo. A Assembleia não necessita de tanto dinheiro. Presidente não admite redução do duodécimo, mas admite congelamento. Neste momento, a Casa tem mais de R$ 100 milhões em caixa”, declarou.

O tucano também se declara favorável à mudança na legislação que estabelece o percentual destinado ao Poder Legislativo. Sustenta que, quando se fixou 1,77% da receita corrente líquida do Estado para a Assembleia, Mato Grosso arrecadou apenas R$ 1 bilhão por ano. “Hoje arrecada mais de R$ 16 bilhões. A legislação precisa ser renovada”.

Gilberto Leite/Rdnews

wilson santos_gilberto leite (35).JPG

    Deputado Wilson diz que Assembleia não precisa de muito dinheiro e "guardar" R$ 100 milhões

O presidente da Assembleia Guilherme Maluf (PSDB) já disse que não aceita a diminuição do repasse constitucional e propõe o congelamento do valor pelos próximos dois anos. Alega que o duodécimo foi reajustado em apenas 3% no Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2016, ao mesmo tempo em que o Legislativo assumiu o pagamento das perdas da URV dos servidores, além da folha de inativos e Fundo de Assistência Parlamentar (FAP) com impacto anual de R$ 60 milhões.

Maluf também alega que está negociando o Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) dos servidores. Neste caso, ainda não existe projeção do impacto que a medida acarretará. Embora o Governo sustente que está apenas apresentando a situação financeira do Estado para os Poderes, em busca de soluções conjuntas para crise, a redução de até 15% no duodécimo foi proposta pela equipe econômica de Taques aos chefes dos Poderes.

Na semana passada, os secretários Paulo Brustolin (Fazenda), Marco Marrafon (Planejamento) e Júlio Modesto (Gestão) se reuniram com Maluf, com os presidentes  do Tribunal de Justiça e Tribunal de Contas do Estado (TCE) e com o chefe do Ministério  Público Estadual (MPE) para discutir a situação.

“Tenho certeza que o desembargador Paulo da Cunha, o conselheiro Antonio Joaquim e o procurador Paulo Prado se sensibilizarão com situação do Estado para que possamos deixar mais recursos nas mãos do Executivo, que hoje é comandado por homem honesto, sério e firme”, concluiu o parlamentar, se referindo ao governador Pedro Taques (PSDB). 

 Duodécimos

Aprovada pela Assembleia, em 2 de dezembro do ano passado, a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2016 estima receita e fixa despesas para o exercício financeiro de Mato Grosso, na ordem de R$ 16,5 bilhões. Baseado nesta previsão, o duodécimo da Assembleia está estimado em R$ 441,4 milhões, o que representa 3,5% da previsão de Receita Corrente Líquida (RCL) para este ano. Com isso, o repasse mensal aproximado é de R$ 36,7 milhões.

Para o TCE, o duodécimo estimado chega a R$ 341,8 milhões ou 2,71% da RCL. Mensalmente, o repasse deverá ser de R$ 28,4 milhões. O Tribunal de Justiça deve receber ao longo de 2016, duodécimo de R$ 971,1 milhões, ou seja, 7,70% da RCL. Neste caso, o repasse mensal atingirá R$ 80,9 milhões. O MPE, por sua vez, conta com duodécimo anual de R$ 391,2 milhões, equivalentes a 3,11% da RCL. Neste caso, o repasse mensal chega a R$ 32,6 milhões.

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troco | 29/04/2016, 10h:00 - Atualizado: 29/04/2016, 20h:48

Janaína justifica o porquê não rebateu secretário e sugere que pare de picuinha


A deputada Janaina Riva (PMDB) rebateu o secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, pelo facebook, ironizou o cargo dele e ainda sugeriu parar com picuinhas. A "bronca" é devido matéria veiculada pelo Rdnews, na qual o gestor diz que a parlamentar não teve a coragem de falar frente a frente com ele durante um almoço realizado no Palácio Paiaguás entre os deputados, Paulo Taques e o governador em exercício, Guilherme Maluf (PSDB).

De acordo com o secretário, Janaina teria concordado com o acordo feito sobre o pagamento das emendas e a entrega das 141 ambulâncias adquiridas com os R$ 20 milhões devolvidos pela Assembleia.

No facebook, Janaina fez questão de reforçar que nunca foi de se calar ao longo deste período em que está como deputada e pontuou que usou a tribuna porque tem esta prerrogativa, já que foi eleita, a segunda mais bem votada, como deputada. Além disso, alegou que o assunto é para ser discutido entre a Mesa Diretora da Assembleia e o governador Pedro Taques (PSDB), não em almoço informal com o secretário, o qual ainda fez questão de lembrar que é primo do chefe do Executivo.

Marcos Lopes/ALMT

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 Janaina Riva confirma que não rebateu secretário no momento da reunião por não ser almoço formal

“Desculpe-me, a conversa não é com o senhor secretário, aceite isso e poupe o meu precioso tempo. Sugestão: Gaste o seu tempo trabalhando por Mato Grosso e não com picuinhas!”, finalizou o desabafo na mídia social.

A polêmica deve-se ao fato de o Executivo se recusar a cumprir as chamadas “emendas impositivas”, lei aprovada no final da legislatura passada, que obriga o governo pagar as emendas dos parlamentares.

O fato é que o Estado teria reduzido o valor para R$ 2 milhões. Além de Janaina, o líder do PMDB, Emanuel Pinheiro também cobrou o governador para cumprimento da Constituição que garante o valor de R$ 4,8 milhões. A lei, inclusive, foi de iniciativa do pai de Janaina, José Riva.

A legislação estabelece que 1% da Receita Corrente Líquida do Estado no exercício anterior deva ser aplicada nas emendas parlamentares. Com isso, o valor destinado a cada deputado chegaria a R$ 4,8 milhões e metade dos recursos tem destinação determinada, sendo 12% para saúde, 25% para educação, 6,5% para esportes e 6,5% para cultura. 

Outro ponto que tem sido questionado pela deputada é a demora na entrega das 141 ambulâncias. A Assembleia devolveu R$ 20 milhões no começo do ano passado e agora o governo prometeu entregar a partir de junho. Ela questiona ainda o fato de aquisição ser feita com dispensa de licitação.

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Comentários (3)

  • Mario Marques | Sábado, 30 de Abril de 2016, 09h53
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    Esse paulo deve ser o primo do pedro promessa kkkkkkk, vai trabalhar paulo promessa eita falmilia .

  • Paulo | Sexta-Feira, 29 de Abril de 2016, 19h18
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    O pai deve ter gastado muito dinheiro pra ser a segunda mais bem votada.... e até agora não mostrou pra que veio. Quais os projetos já apresentou no mandato? Vai trabalhar deputada, apresentar projeto de relevância para a sociedade.

  • Cidadão | Sexta-Feira, 29 de Abril de 2016, 15h36
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    Parabens ao emanuel e a janaina. Paracere serem os unicos a terem coragem de peitar o governador. O resto só quer ficar debaixo das asas do governo

| 29/04/2016, 08h:08 - Atualizado: 29/04/2016, 09h:35

Uma ponte para o passado

O título do artigo é “homenagem” a Temer, jurista obscuro que pode se transformar presidente sem ter obtido nenhum voto

ceara artigo 250

Antonio Cavalcanti

Eu não poderia começar diferente essa nova etapa de minha estadia aqui na terra, quando me aproximo do marco de proteção do Estatuto do idoso, que dá um tratamento diferente a pessoas que completam 60 anos de idade.

Graças a generosidade do jornalista Romilson Dourado, e da equipe do Rdnews, estarei semanalmente, sempre às sextas-feiras, apresentando opinião sobre assuntos contemporâneos, desde que sejam importantes e que interfiram na vida dos cidadãos de nosso Mato Grosso.

Na coluna de minha estreia faço alerta, criticando.

O título do artigo é uma “homenagem” a Michel Temer, o jurista obscuro que pode se transformar presidente da república sem ter obtido nenhum voto, e tudo graças a um “drible de vaca” na Constituição Federal que já apresenta um alto custo ao país. O antropólogo Darcy Ribeiro dizia que travou várias lutas, foi derrotado na maior parte delas, mas que não ficaria sossegado se estivesse ao lado dos vencedores daqueles embates.

Guardadas as devidas proporções, eu também me vejo assim, sempre fui minoria em minhas manifestações político-ideológicas nas relações entre amigos e, inclusive, sou causa de desentendimento no seio da minha própria família. É que sempre fui pensamento minoritário, e quem me defende também é atacado.

Desde os anos 90 do século XX que atuo nos movimentos sociais de combate à corrupção, sempre tendo em mente que uma eleição malfeita pode gerar um gestor mal-intencionado. Deste modo, estive nas ruas colhendo assinaturas para aprovar a lei de iniciativa popular, que tipificou o crime de corrupção eleitoral, e mais recentemente, defendi a criação da lei da ficha limpa. Fui um dos 25 eleitores brasileiros a entregar as assinaturas na Câmara Federal presencialmente, por coincidência, nas mãos do golpista Michel Temer, então deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados no ano de 2009.

Recebo críticas com normalidade.

O fato é que quando eu denunciava um político do PT, diziam que eu era do PMDB. Quando eu fazia alguma denúncia ou representação contra o PMDB, diziam que eu estava a mando PT, ou que eu era um simpatizante do PSDB ou até mesmo do DEM. Isso, apesar do tempo, não mudou até hoje. E mesmo com tantas tentativas de me desacreditarem diante da opinião pública, foi através do MCCE de Mato Grosso, e com o meu testemunho pessoal na justiça, que o primeiro deputado federal da história do Brasil foi cassado pela compra de votos.

Parafraseando Enock Cavalcante, “meus amigos, meus inimigos”: a Democracia é um sistema falho, mas ao lado das ditaduras e das monarquias ainda é o melhor sistema político. Ao longo da história da humanidade lutamos muito por ela. Pela democracia milhões de pessoas pelo mundo a fora foram mortas, torturadas e deportadas.  E é por essa razão que me insurjo contra o Golpe que campeia em nosso país. Considero, ainda, que os inimigos da democracia são inimigos da humanidade, e como tal devem ser combatidos.  

É a soberania popular que deve prevalecer e não a relativização do voto.

Se mantida a punição a Dilma por infração ao orçamento, poderemos cassar prefeitos e governadores pelo mesmo fundamento legal. Não finalizou a obra e usou o recurso do orçamento para outro fim? Então “impichima” neles!

Com esse argumento, a enrolação do VLT, do tal Parque das Águas e a revitalização do Bairro do Porto em Cuiabá, que elegeu como deputado o “bom-moço” dono da empreiteira, mas que ainda não foi concluída pela prefeitura, merece que tipo de sanção? Pensemos.

Antonio Cavalcante Filho, cidadão, escreve às sextas-feiras neste blog.

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Comentários (7)

  • Ivan Deluqui | Sábado, 30 de Abril de 2016, 11h44
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    Ivan Deluqui, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • jose antonio de almeida | Sábado, 30 de Abril de 2016, 10h28
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    Se voce Ceara fez alguma coisa que prestasse. Com certeza voce jogou tudo por terra indo a Brasilia defender esse governo corrupto

  • Thiago Batistella | Sexta-Feira, 29 de Abril de 2016, 15h18
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    Extraio do subtítulo a seguinte frase; "sem ter obtido nenhum voto", isso é pleonasmo meu caro, os votos que tornaram Dilma presidente são os mesmos votos que tornarão Temer também presidente, durma com esse barulho seu analfabeto funcional.

  • alexandre | Sexta-Feira, 29 de Abril de 2016, 14h44
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    ele defendeu Riva e dilma onde está o combate a corrupção ? a chapa é dilma /temer ele recebeu os mesmos 54 milhoes de votos, ou acha que tem 54 milhoes de petebas nunca, os petebas sozinhos não passam de 20 % da intenção de votos.

  • cuiabanomesmo | Sexta-Feira, 29 de Abril de 2016, 14h09
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    Ceará é um ícone no combate à corrupção. Ele sozinho e com parcos recursos produz infinitamente mais que muitos juristas que ganham fortunas em suntuosos palácios para combater a corrupção. Tenho a alegria de ser seu amigo de longa data e poder ajuda-lo sempre que sou convocado. Valeu!

  • valdiney Mendes | Sexta-Feira, 29 de Abril de 2016, 11h29
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    Fico feliz por ainda ter pessoas que pensa em seu próximo e ajuda o Brasil contra politicos corrupto.

  • Moisés f. de Flores | Sexta-Feira, 29 de Abril de 2016, 08h52
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    Muito bem, Ceará. Chega de golpe!

| 29/04/2016, 07h:20 - Atualizado: 29/04/2016, 07h:26

Crianças na cozinha

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Elga Figueiredo

Estar na cozinha é uma delícia para muita gente. Entretanto, por muito tempo, cozinha era lugar somente de adultos, paradigma este quebrado pela mudança de comportamento das crianças da nova geração. Muito se discuti sobre esse comportamento atual das crianças, que supostamente podem estar perdendo a infância, sacrificando o tempo de brincar, de interagir socialmente.

Contudo não compartilho dessa visão, na medida em que a criança pode estar na cozinha e brincando ao mesmo tempo. De acordo com as pesquisas que fiz, firmei o entendimento que se engana quem pensa que cozinha não é lugar de criança.

Dividir a rotina da cozinha com as crianças proporciona inúmeros aprendizados às mesmas, bem como estimula a melhora na alimentação, já que eles têm a oportunidade de conhecer novos sabores, texturas e exercitar a criatividade no preparo de pratos saudáveis e coloridos.

Com a supervisão de um adulto sempre, já que não podemos ignorar os perigos como: facas, fogão, panelas quentes e por aí vai. Apresentar esse novo mundo às crianças, aguça os sentidos e o imaginário dos pequenos cozinheiros, que mantêm uma relação direta com os alimentos, aumentando a intimidade e, consequente, vontade de consumí-los.

Por todos esses motivos que os cursos de culinária infantil estão em alta em todo o Brasil, e está chegando aqui na nossa Cuiabá a oficina "Meu Pequeno Chef". O curso será ministrado pela nutricionista Thais Paes, graduada pela Universidade Federal de Mato Grosso, que segue a linha de alimentação prática e saudável, e com vasta experiência em alimentação infantil.

Na visão da nutricionista Thais Paes “A oficina de culinária tem por objetivo principal estimular a criança de forma descontraída focando na alimentação saudável e sua forma de preparo. O objetivo é levar receitas e hábitos alimentares novos para a família, através das crianças, de forma divertida”.

O evento conta com a parceria do Blog Mundo da Mãe. Blog destinado ao universo materno pensado e estruturado a partir de experiências reais, que fala da vida a partir de uma perspectiva muito particular: mães e suas preocupações, escrito por Ludmila Figueiredo. 

O curso terá a presença de Luigi Montez, ator que fez parte do elenco do Programa "Tem Criança na Cozinha" do Canal Gloob. Sem dúvida, um atrativo para a participação das crianças.

O curso se realizará nos dias 6 e 7 de maio na Evviva Cuiabá, e terá a duração de uma hora, sendo toda estrutura preparada para o público mirim com balcões ao alcance e longe de facas pontiagudas e fogões. Uma ótima oportunidade para descoberta dos Minichefs cuiabaninhos.

Elga Figueiredo é empresária e advogada, especialista em direito do consumidor e escreve exclusivamente neste Blog toda sexta - e-mail: elgafigueiredo@hotmail.com

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Toma lá dá cá | 28/04/2016, 14h:00 - Atualizado: 29/04/2016, 16h:58

Janaína não tem coragem de falar frente a frente, reage secretário sobre as críticas


 O chefe da Casa Civil Paulo Taques criticou a postura da deputada estadual Janaína Riva (PMDB) em relação ao acordo sobre o pagamento das emendas parlamentares e a entrega das 141 ambulâncias adquiridas com os R$ 20 milhões devolvidos pela Assembleia em 2015. Segundo ele, a peemedebista concordou com as condições apresentadas durante o almoço e, depois, usou a tribuna para fazer críticas. 

“O que Janaína Riva falou na tribuna, não teve coragem de falar frente a frente comigo. A deputada deveria ser mesma pessoa no almoço e  na tribuna. Para nós,  não teceu nenhuma critica”,  declarou o chefe da Casa Civil. 

  Paulo afirmou ainda que Janaína compareceu no almoço realizado no Palácio Paiaguás na última terça (26) e agradeceu o  empenho do governo para entregar as ambulâncias aos municípios, deixando a definição de  prioridades para os deputados estaduais. Além disso, alega que a parlamentar até elogiou a postura do Executivo em relação às emendas. 

“No almoço, a deputada Janaína disse que entende a dificuldade financeira e que aceita e vê com bons olhos o pagamento de R$ 2 milhões em emendas. Até porque eu disse e repito, os R$ 2 milhões poderão ser  aumentados com a melhora do fluxo financeiro do Estado”, concluiu.

Ronaldo Mazza

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Janaína Riva usou a tribuna para reclamar do acordo proposto pelo Executivo e criticar administração

 Discurso 

Na sessão matutina desta quarta (27), Janaína classificou o almoço entre representantes do Executivo e 17 deputados estaduais como indigesto. Afirmou ainda que não existe acordo e que se os parlamentares aceitarem R$ 2 milhões em emendas, estarão agindo na ilegalidade  junto com o governo. 

  “Não tem acordo. As emendas não são dos deputados e sim dos eleitores. A lei estabelece o valor R$ 4,8 de milhões. Será que a Assembleia vai ficar desmoralizada como no caso das ambulâncias?”, questionou .

Cada deputado receberá R$ 2 mi em emendas; ambulâncias entregues

  Sobre as ambulâncias, Janaína pontuou que o Legislativo devolveu R $ 20 milhões e o governo não teve competência para fazer a compra. “Esse  Governo é acostumado com dispensa de licitação e quando tem que fazer a coisa séria,  com processo licitatório, não tem competência para entregar”.  

Emendas Impositivas

A PEC das Emendas Impositivas, de autoria do deputado estadual Zé Domingos Fraga (PSD), estabelece que 1% da Receita Corrente Líquida do Estado no exercício anterior deve ser aplicada nas emendas parlamentares. Com isso, o valor destinado a cada deputado chegaria a R$ 4,8 milhões neste ano e metade dos recursos tem destinação determinada, sendo 12% para saúde, 25% para educação, 6,5% para esportes e 6,5% para cultura.

Ambulâncias

Conforme o governo, a  secretaria estadual de Gestão (Seges) já expediu ordem de serviço para a fábrica construir as ambulâncias. A previsão indica que os equipamentos serão entregues a partir de junho, beneficiando 50 municípios por mês até contemplar os 141. 

Deputados cobram emendas e não vão aceitar "dar calote" nas bases

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Comentários (4)

  • Luiz Honorato | Quinta-Feira, 28 de Abril de 2016, 21h03
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    não votei nela, mas esta foi eleita pelo povo, já o Senhor Paulo Taques... se não fosse primo do Homem...

  • Ana | Quinta-Feira, 28 de Abril de 2016, 19h51
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    Esse governo não consegue cumprir um acordo. E já deu o Pedro Taques todo assunto importante mandar esse garoto de recados dele. Cumpram a lei. Simples.

  • Ricardo Barbosa Lopes | Quinta-Feira, 28 de Abril de 2016, 16h08
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    PRERROGATIVAS DA TRIBUNA SECRETÁRIO. OU O SENHOR ACHA QUE A DEPUTADA IRIA FALAR CARA A CARA E DEPOIS SER PROCESSADA? NESSE GOVERNO, QUE SÓ TEM MEMBROS DO JUDICIÁRIO EM TODOS OS SETORES, A GENTE TEM QUE PENSAR BEM ANTES DE SE PRONUNCIAR. A DEMOCRACIA ESTÁ SENDO RISCADA DA VIDA DOS BRASILEIROS, ESPECIALMENTE POR AUTORIDADES FAVORÁVEIS AO GOLPE COM O AFASTAMENTO DA PRESIDENTA DILMA

  • Ricardo Barbosa Lopes | Quinta-Feira, 28 de Abril de 2016, 16h07
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    PRERROGATIVAS DA TRIBUNA SECRETÁRIO. OU O SENHOR ACHA QUE A DEPUTADA IRIA FALAR CARA A CARA E DEPOIS SER PROCESSADA? NESSE GOVERNO, QUE SÓ TEM MEMBROS DO JUDICIÁRIO EM TODOS OS SETORES, A GENTE TEM QUE PENSAR BEM ANTES DE SE PRONUNCIAR. A DEMOCRACIA ESTÁ SENDO RISCADA DA VIDA DOS BRASILEIROS, ESPECIALMENTE POR AUTORIDADES FAVORÁVEIS AO GOLPE COM O AFASTAMENTO DA PRESIDENTA DILMA

VG | 28/04/2016, 10h:21 - Atualizado: 29/04/2016, 08h:17

Jayme chama Taborelli de bipolar e diz que deputado usa a tribuna como palanque


O ex-senador Jayme Campos (DEM), correligionário e marido da prefeita de Várzea Grande Lucimar  Campos, rebateu as críticas do deputado estadual Pery Taborelli (PSC) contra a duplicação da Avenida Filinto Müller. Da  tribuna, o parlamentar, que pretende disputar a sucessão da democrata nas eleições de outubro, declarou que a obra provocará danos ao município levando à falência os empresários que ainda não se recuperaram  dos prejuízos causados pela implantação do VLT. 

 “Várzea Grande tem dois prefeitos, um de fato e outro de direito, que não se entendem nem têm projeto para cidade. Agora querem causar mais  danos  com a duplicação que não atende aos anseios da sociedade”, declarou Taborelli ainda na terça (26),  indicando que Jayme comanda a administração municipal. 

Gilberto Leite/Rdnews

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 Jayme Campos rebate Pery Taborelli e diz que só faz críticas destrutivas, sem compromisso com VG

Segundo Jayme, Taborelli faz críticas destrutivas porque não tem compromisso com a população de Várzea Grande. Além disso, afirma que a duplicação da Avenida Filinto  Müller inclui pista  de rolamento, ciclovia e iluminação com lâmpadas de LED ao custo de R$ 27 milhões, e realiza o sonho de melhorar a mobilidade urbana do município. 

“Taborelli, como sempre, age de maneira deselegante, antiética, desrespeitosa e  truculenta contra a população de Várzea  Grande. Esse tipo de crítica desrespeita as famílias daqueles que perderam a vida no trânsito”, dispara o ex-senador.  

Sobre a  insinuação  que não se entende com Lucimar, Jayme lembra que é casado há 42 anos com a mesma  esposa. “Não sei se o Taborelli mantém o relacionamento há tanto tempo. Só quero dizer que é difícil casal tão unido como o nosso. Não vou levar em conta essa fala porque  todo Mato Grosso sabe que o deputado  é bipolar. 

 Jayme também disse que Taborelli usa a tribuna da Assembleia como palanque eleitoral sem nunca ter apresentado projetos de relevância para  sociedade. “Fui  senador, governador e prefeito por três mandatos sem recorrer a esse tipo de prática. Taborelli quer ser prefeito, mas não mostrou nem a que veio como deputado estadual”, concluiu. 

Em lançamento de obra, Jayme diz que VG não aceitará mais picaretas

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Comentários (4)

  • LP | Sábado, 30 de Abril de 2016, 08h25
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    Aos senhores q.dizem q os campos não servem para comandar V.Grande, estes não cresceram em V.G., pois nos anos que a cidade cresceu foi em sua administração.

  • Ricardo | Sexta-Feira, 29 de Abril de 2016, 14h10
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    FORA CAMPOS! TUDO MENOS VOCÊS! CAMPOS NUNCA MAIS! QUEREMOS TIÃO DA ZAELI, TABORELLI, WALACE, JAQUELINE, QUALQUER COISA , MENOS LUCIMAR E JAIME!

  • Demétrio Santos | Sexta-Feira, 29 de Abril de 2016, 10h14
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    É a disputa da insignificância versos a coisa nenhuma, haja paciência!

  • willian | Quinta-Feira, 28 de Abril de 2016, 18h01
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    Meu Senhor. Quantos anos VG esteve nas mãos dos Campos? É o que é até hoje por isso. Não estou dizendo que o discurso em sua essência não tenha razão, mais gritar, fazer caretas, subir em palanque, será que o povo de VG ainda vai suportar isso (ladainha de Campos)? Ainda bem que não moro lá para viver isso.

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