Cuiabá, 19 de Fevereiro de 2017
  • Alexandra Lopes

    Alexandra Lopes

  • Anderson Hentgs

    Anderson Hentgs

  • Bárbara Sá

    Bárbara Sá

  • Camila Cervantes

    Camila Cervantes

  • Carlos Palmeira

    Carlos Palmeira

  • Danielly Tonin

    Danielly Tonin

  • Eduarda Fernandes

    Eduarda Fernandes

  • Francis Amorim

    Francis Amorim

  • Jacques Gosch

    Jacques Gosch

  • Lana Motta

    Lana Motta

  • Lídice Lannes

    Lídice Lannes

  • Patrícia Sanches

    Patrícia Sanches

  • Rodivaldo Ribeiro

    Rodivaldo Ribeiro

  • Tarso Nunes

    Tarso Nunes

  • Valérya Próspero

    Valérya Próspero

RONDONÓPOLIS | 05/11/2013, 10h:43 - Atualizado: 05/11/2013, 13h:43

Prefeitura faz cadastro para garantir isenção de pedágio


Foto: A Tribuna -- Praça de pedágio na MT-130 continua provocando polêmica  Os pequenos produtores da região Sul de Mato Grosso, que precisam utilizar a MT-130 para vender os produtos em Rondonópolis e não tem condições financeiras de arcar com o pedágio todos os dias, continuam a luta pela isenção da taxa. Em reunião com o vice-prefeito Rogério Salles (PSDB) ficou definido que eles terão de fazer uma ficha cadastral onde devem constar os dados da propriedade, o nome do morador, os dados do veículo e a quantidade de vezes que passa pela praça de pedágio por dia e mensalmente.

   Deve ser cadastrado um veículo por família, sem limite de tamanho de propriedade, englobando assentados, sitiantes, fazendeiros e moradores da região, que moram até 30 km da praça de pedágio. O prazo de entrega do cadastro será até 20 de novembro. A intenção é que os cadastrados sejam beneficiados com a gratuidade.

  A polêmica começou quando a concessionária Morro de Mesa instalou a praça de pedágio na MT-130 e passou a cobrar a taxa, tida como alta para os pequenos produtores da região. Eles reclamam que, se tiverem de pagar todos os dias, não terão mais lucratividade com os produtos vendidos na cidade.

   Há cerca de um ano, a Câmara de Rondonópolis fez uma indicação à Assembleia, pedindo que a lei aprovada pelos deputados estaduais, concedendo a concessão para à Morro de Mesa e estabelecendo o pedágio, fosse revisada e que os pequenos produtores ficassem isentos. Em troca, a concessionária receberia incentivos por parte do Estado. No entanto, a lei isentando os sitiantes da taxa de pedágio foi vetada pelo governador Silval Barbosa (PMDB).

   O pedágio entrou em operação em 2012. A MT-130 liga Rondonópolis e Primavera do Leste. A praça de pedágio fica a menos de 5 km de Rondonópolis, para quem segue para Primavera do Leste (213 km de Cuiabá). Automóveis e camionetes estão pagando R$ 6,50 cada vez que passam pelo local. Motocicletas pagam R$ 3,25. O pedágio também é cobrado na entrada de Primavera do Leste.

   Campo Limpo

   Enquanto uma solução não é encontrada para o assunto, os pequenos produtores tiveram que encontrar um caminho alternativo para seguir para Rondonópolis e vender os produtos. Eles estão utilizando a estrada vicinal do Campo Limpo, por isso, solicitaram ao vice-prefeito que fosse realizada a conservação da estrada.

Postar um novo comentário

Comentários (1)

  • Zé Poxoréo | Terça-Feira, 05 de Novembro de 2013, 11h34
    0
    0

    É certo aquele ditado "terra de cego quem te olho é rei"! Esse pedágio é mais um verdadeiro caso de policia em Mato Grosso. Deviam verificar os métodos dessa concessão e se a concessionária tem cumprido seus deveres. Enquanto já que ninguém enxerga, o povo paga!

| 19/02/2017, 08h:22 - Atualizado: 01h atrás

O que repor nas competições esportivas?

paulo salustiano artigo medico 400

Paulo Salustiano

Quem acompanha de perto os esportes, seja por praticar ou por admirar, tem percebido que o interesse e a participação em competições desportivas aumentaram significativamente nos últimos anos em Mato Grosso, principalmente em provas de longas disâancias e longas durações, seja qual for a modalidade esportiva.

Mas é preciso atenção entre os praticantes. Os atletas precisam despender atenção especial para a análise e acompanhamento de exames, com o programa alimentar, com a manutenção e reposição das reservas de glicogênio e com a hidratação na preparação e durante as provas.

Quero salientar que quanto maior o tempo de duração das competições, maiores são as necessidades metabólicas, fisiológicas e nutricionais. Nesse sentido, ressalto que a baixa ingestão energética está associada à fadiga crônica, infecções frequentes, alteração no ciclo menstrual em mulheres, exaustão mental e dificuldade para execução do treinamento planejado. Repor água, sais e energia na hora e quantidade certas é essencial ao bom desempenho do atleta.

Para entender melhor cada um desses itens, confira a importância de cada um.

Reposição hídrica: A água é o componente presente em maior abundância no organismo. O corpo humano possui cerca de 65% de água em homens adultos e 60% em mulheres adultas. Essa diferença se deve a maior porcentagem de gordura corporal (com menor conteúdo de água) e a menor porcentagem de massa muscular (com maior conteúdo de água) das mulheres em relação aos homens. A água é essencial para todas as reações metabólicas, por isso deve ser ofertada durante as 24 horas, respeitando-se sempre a individualidade biológica. Durante uma sessão de treino, essa oferta se torna maior pelo fato de perdermos água pelo processo de transpiração, podendo variar de acordo com sexo, idade, composição corporal e a forma de preparação.

Reposição eletrolítica: Está relacionada com a restituição de água e eletrólitos, principalmente sódio e potássio, perdidos pela sudorese durante um treinamento de intensidade moderada a alta. Nestas ocasiões, o desgaste e a perda destes elementos são maiores. Por isso, é necessária para restabelecer o equilíbrio hídrico do atleta. Durante o treino, através do suor, o corpo dissipa para o ambiente o calor produzido, regulando a temperatura do organismo. A transpiração gera perda de água e eletrólitos (sódio, potássio, magnésio e cloro). A média da taxa de sudorese é 500ml/hora e pode chegar até 2000ml/hora em climas quentes.

Reposição energética: A reposição da energia gasta durante a corrida é feita através da ingestão de macro nutrientes, como carboidratos, glicose, proteína e aminoácidos, entre outros, e varia de acordo com tipo, volume e intensidade ou treino. Em atividades de baixa intensidade e/ou curta duração, esta reposição é necessária apenas ao final do esforço. Em atividades moderadas de até uma hora, torna-se importante apenas após seu término; se for superior a uma hora, recomenda-se reposição durante o treino ou prova e no fim; em atividades de alta intensidade, deve ser feita a cada 30-40 minutos e no final do treino/corrida.

O suor e as cápsulas de sal: O princípio da individualidade está presente também na transpiração, cuja concentração de sais, especialmente sódio e potássio, varia entre os corredores. A perda de suor pode ser baixa, moderada ou alta. E é exatamente esta composição que vai determinar a necessidade do uso - e quantidade - de cápsulas ou sachês de sal durante provas mais longas. Cada 200ml de isotônico possui entre 110 e 150mg de sódio. Alguns indivíduos, mesmo fazendo a reposição eletrolítica com isotônico, não chegam a alcançar valores corretos. Nestes casos, utilizam-se as cápsulas de sal.

A individualidade é sempre o melhor caminho. Procure sempre a ajuda de profissionais capacitados.

Paulo Salustiano é médico é diretor da Clínica Longevittá

Postar um novo comentário

articulação | 19/02/2017, 06h:59 - Atualizado: 03h atrás

Fávaro diz que bancada do PSD na AL está coesa e votará 100% pelo teto dos gastos


Presidente estadual do PSD, o vice-governador Carlos Fávaro afirma que os seis integrantes da bancada da sigla, na Assembleia, votarão pela aprovação do Projeto de Lei Complementar do Teto dos Gastos Públicos. O texto, que prevê congelar salários e limitar investimentos por até dois anos, deverá ser enviado pelo Executivo somente após o Carnaval.

Apesar da possível resistência dos servidores públicos, o vice-governador sustenta que a bancada do PSD votará com responsabilidade. “A bancada está coesa, unida e sabe da responsabilidade. Não é nada contra o servidor. O Governo pode contar com o PSD. Impopular é não poder mais pagar salário”, diz Fávaro, se referindo à situação do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro que foram à bancarrota devido ao descontrole das finanças públicas.

Gilberto Leite

carlos favaro

 Carlos Fávaro diz que 6 da bancada do PSD vão votar com responsabilidade PLC do Teto dos Gastos

Em junho do ano passado, quando a Assembleia aprovou o não pagamento integral e o parcelamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos, a bancada do PSD sofreu dissidência. O deputado estadual Leonardo Albuquerque se posicionou favorável ao funcionalismo público, se alinhou com a oposição e acabou votando contra a orientação da base governista.

Botelho faz pacto para evitar confusão em debate do PLC do Teto dos Gastos

Os outros cinco integrantes da bancada do PSD seguiram a orientação do Palácio Paiaguás. São eles Gilmar Fabris, Zé Domingos Fraga, Pedro Satélite, Wagner Ramos e Ondanir Bortolini, o Nininho. 

No embate com os servidores que reivindicavam a integralidade da RGA, Fabris chegou a se exceder. Hostilizado por servidores, revidou chamando parte dos presentes de vagabundos e fazendo gesto obsceno.

Postar um novo comentário

Comentários (2)

  • Nilza | Domingo, 19 de Fevereiro de 2017, 09h19
    0
    0

    SENHOR VICE-GOVERNADOR E DEPUTADOS PSD, MATO-GROSSO É UM ESTADO PUJANTE TEM DE REALIZAR AS MUDANÇAS NECESSÁRIAS PARA RESOLVER O FLUXO DE CAIXA, MAIS NÃO VENHA PREJUDICAR OS SERVIDORES DO EXECUTIVO COM CONGELAMENTOS DE SALÁRIOS E AUMENTO DA PREVIDÊNCIA EM 14% POR CAUSA DO ROMBO DOS POLÍTICOS CORRUPTOS E AINDA MAIS AS LEIS DE CARREIRAS E A RGA NÃO TEM NADA A VER COM ATUAL CRISE NAS CONTAS DO ESTADO E SIM OS ESCÂNDALOS COMO DOS MAQUINÁRIOS DA COPA DO MUNDO E A MAIS RECENTE A DA SEDUC E TANTOS OUTROS ESCÂNDALOS.

  • Eleitor | Domingo, 19 de Fevereiro de 2017, 07h25
    1
    1

    Certo senhor Carlos Favaro isto era esperado quero te avisar que os servidores publicos do executivo espalhados em todos os municípios do Estado , parentes e amigos irão votar ano que vem em massa contra o Pedro Taques e os deputados PSD e demais que votam para agradar ao Governante de plantão é prejudicar inúmeros pais de família pode começar a acostumar com ideia de seus mandatos termina em 31/12/2018..

| 19/02/2017, 00h:00 - Atualizado: 18/02/2017, 09h:47

A realidade na odontologia

jackelyne_pontes_artigo_400

Jackelyne Pontes

Quando optei pela profissão de cirurgiã-dentista, em 1991, os tempos eram outros. Os profissionais trabalhavam (e muito) em seus consultórios, a única faculdade particular estava se estruturando, e quando digo isso não exagero, pois a estrutura física era precária e lembro-me de assistir aulas em um galpão no final da Avenida Beira Rio.

A primeira turma estava no primeiro ano de estudo, e tudo era muito novo, com muitos erros e acertos, mas todos comprometidos com a escolha profissional  feita.

Ainda nessa época o perfil do cirurgião-dentista era outro. Como não havia faculdades no Estado, os pais que queriam que o filho estudasse Odontologia tinham que transferí-los para outro Estado, geralmente Rio de Janeiro e São Paulo.

Os profissionais trabalhavam apenas nos seus consultórios particulares, e os que optavam pela carreira pública a tinham como um “bico”, um mero complemento de sua renda. As agendas eram lotadas, e era possível ter um bom padrão de vida, trabalhando honestamente.

Hoje esse quadro mudou drasticamente, temos mais  faculdades de Odontologia que formam inúmeros profissionais por ano, saturando o mercado de trabalho e, por muitas vezes, frustrando as expectativas do recém-formado. Levando em consideração que o profissional não pode mais formar-se e trabalhar a vida toda sem se atualizar, devemos levar em conta que os gastos com os cursos de atualização,  especialização, mestrado e doutorado devem ser contabilizados.

Hoje o cirurgião-dentista não pode apenas abrir um consultório, tem que ter uma visão empresarial fazendo um estudo prévio do mercado, traçando um perfil de seus futuros pacientes e colocando metas a serem cumpridas.

Aquela visão de que o mundinho do cirurgião-dentista eram as quatro paredes do seu consultório caiu por terra, até porque as normas de vigilância sanitária não preconizam consultórios com “quatro paredes”, a estrutura deve ser mais ampliada e devidamente adequada aos padrões de biossegurança, o que é mais que correto.

Hoje temos que fazer jornadas duplas e por vezes triplas para conseguirmos pagar as contas que são implacáveis no final do mês, e os boletos não perguntam que o seu consultório teve um bom movimento, ou se o seu gestor público, seja ele estadual ou municipal pagou o seu salário, que é baixo diga-se de passagem.

A carreira pública não é mais emprego, é profissão, e a concorrência para os concursos públicos é altíssima. Sinal de novos tempos.

Outras opções de carreiras na área da Odontologia se mostram, além do consultório há a área acadêmica, a administrativa, a empresarial (responsável técnico), a carreira hospitalar, enfim, temos que ser empreendedores, criativos e ousados.

O caminho é inovar e enxergar a graduação não como o fim, mas como o início de tudo, o “onde”. E, depois disso tudo, o que não muda é o amor a profissão, disso eu tenho certeza, porque é o que nos estimula a optarmos pela Odontologia, e a continuarmos nesta nobre profissão, neste sacerdócio voluntário.

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, mestre em Saúde Coletiva, diretora do Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

Postar um novo comentário

Comentários (1)

  • Francisco eudes | Domingo, 19 de Fevereiro de 2017, 07h53
    0
    0

    Doutora , parabéns pelo excelente artigo, eu na área da advocacia, passo as mesmas agruras, mas gosto da minha profissão. Mas com a ajuda de Deus, nos mantemos, um abraço

bancada de MT | 18/02/2017, 09h:04 - Atualizado: 18/02/2017, 09h:07

Bezerra afirma que maioria da bancada é oposição e vê falta de traquejo em Taques


O deputado federal Carlos Bezerra (PMDB) afirma que a maioria dos integrantes da bancada de Mato Grosso no Congresso Nacional já está oposição ao governador Pedro Taques (PSDB). Atribui a situação à falta de diálogo e traquejo político do chefe do Executivo estadual.

“A postura autoritária do governador atrapalha. Dizem que o bom político é o mineiro porque é humilde, educado e jeitoso. Essas são as credenciais do bom político. Hoje, Pedro Taques é a antítese disso”, diz Bezerra em entrevista ao

Reprodução

bezerra.jpg

Deputado Carlos Bezerra aponta oposição a Taques oriunda de falta de diálogo e traquejo do tucano

O parlamentar acredita que dos oito deputados federais, cinco estão na oposição. Lembra ainda que dos três senadores, dois também se posicionam contra Taques. Além do próprio Bezerra, os federais Ságuas Moraes (PT), Valtenir Pereira (PMDB), Ezequiel Fonseca (PP) e Victório Galli (PSC) estariam na oposição. Na base governista permanecem apenas Fabio Garcia (PSB), Adilton Sachetti (PSB) e Nilson Leitão (PSDB). 

Entre os senadores, Wellington Fagundes (PR) e Cidinho Santos (PR) são os oposicionistas. José Medeiros (PSD) é o único aliado de Taques. Embora Bezerra repute Ezequiel e Galli como oposicionistas, os parlamentares alegam que a situação não está definida. Apesar de admitir o diálogo com a oposição liderada por PMDB e PR, sustentam que as críticas ao Governo Pedro Taques são pontuais e reivindicam mais diálogo.

Postar um novo comentário

Comentários (2)

  • Davi | Sábado, 18 de Fevereiro de 2017, 17h32
    1
    2

    Disse tudo o sábio Carlos Bezerra.

  • Amanda | Sábado, 18 de Fevereiro de 2017, 12h28
    3
    3

    ESSE DEPUTADO DEVERIA ERA TER CUIDADO DO GOVERNO SILVAL PARA NÃO TER FEITO A CORRUPÇÃO QUE FEZ! DEIXA O GOVERNADOR TAQUES TRABALHAR!

| 18/02/2017, 08h:02 - Atualizado: 18/02/2017, 13h:46

Pingue-pongue em Habeas Corpus?

akio_artigo_400

Akio Maluf Sasaki

Apesar de novo no ramo, nunca li em nenhum livro de história ou contos populares sobre a prisão de um advogado apenas por ser advogado. Tal absurdo infelizmente ocorreu onde não deveria ocorrer: Na caneta de um magistrado.

O absurdo estava em todos os jornais, em todos os grupos de estudos jurídicos, em todos os grupos com advogados, mas não parecia ser um absurdo para o Judiciário, pois em algumas horas este poder entendeu que advogado não merece ser equiparado a magistratura e ter reconhecido seu direito e prerrogativa (Que também é lei, como disposto no Art. 7, V da Lei 8.906/1994) de ser recolhido em Sala do Estado Maior.

Tudo bem, contra qualquer abuso estatal que atente contra a liberdade cabe “Habeas Corpus”, medida de urgência que pode ser concedida de ofício assim que seja tomado conhecimento dos fatos, mas que parece estar perdendo seu valor.

O que fazer quando o famoso “HC” está perdendo seu valor? Quando ao invés de analisar os fatos se preocupam apenas em brincar de “batata-quente” ou pingue-pongue?

Em três dias foram três redistribuições, para três desembargadores, sendo que o um afirmou que não deveria ser dele o processo pois era impedido, o outro já havia dito que não era mais quem julgaria e o terceiro entende que o primeiro julgador fica com tudo.

A regra é clara, o Art. 80 do Regimento Interno do Tribunal de Justiça entende que o relator vencido entrega a prevenção para o revisor, mas será que a caneta é maior que aquilo decidido com o colégio de pares?

Pior, enquanto toda a “discussão” perdurar, como fica aquele que lá está preso por uma decisão abusiva? Como ficam seus clientes? Seus familiares? Vale lembrar que o maior bem de um advogado é sua imagem e sua credibilidade, não seu escritório. Será que irão o indenizar por todo o transtorno? Jamais.

É incoerente manter alguém preso para apenas “devolver” um processo para outro par quando ele já se declarou como não mais prevento para julgar a matéria (sendo que inclusive devolveu o HC para o aquele que não entendeu ser o julgador natural no mesmo dia, ao final do mesmo dia).

Tais atitudes fazem com que todos olhem com estranheza para o Judiciário, com temor, com insegurança e sem saber se continua a militar na defesa dos “figurões” sem ser confundido como um bandido pelo Judiciário.

É preciso que o Judiciário entenda a diferença entre prerrogativa e privilégio, pois prerrogativa é o direito que garante aos operadores do direito condições de trabalho e costumava garantir que não seriam presos no exercício de suas atividades.

Já o privilégio é como aquela “verba para livros”, o “auxílio-paletó”, a verba indenizatória, o “auxílio moradia”, pois são privilégios garantidos a alguns servidores públicos em detrimento de toda uma grande maioria, se tornando desta maneira um privilégio e não prerrogativa do funcionário público.

É preciso entender e não confundir nunca estes institutos, pois amanhã poderá ser você precisando fazer uso de suas prerrogativas enquanto advogado ou estará assistindo seu advogado sendo preso apenas por lhe defender em um processo, pior, quem irá te defender?

Por fim, é hora de aguardar a posição do judiciário, é hora de aguardar o fim da partida de pingue-pongue para descobrirmos o que acontecerá com Francisco Anis Faiad, um grande advogado, estimado professor que tive o prazer e a honra de ver ministrar aulas e “torcer” para que o Judiciário entenda a diferença de prerrogativa e privilégio.

Sendo que, em ato contínuo, espera-se a revogação da prisão de Faiad e concomitante reconheça suas prerrogativas como advogado.

Akio Maluf Sasaki é acadêmico de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), preside a comissão dos Estagiários da OAB/MT, atua em cooperação internacional do turismo e escreve neste Blog todo sábado - akio@pontodeapoioturismo.com.br 

 

Postar um novo comentário

Comentários (1)

  • Carlos Nunes | Sábado, 18 de Fevereiro de 2017, 09h20
    2
    1

    Puxa vida! Há algum tempo o Datena passou vários dias contando a seguinte estória: um brasileiro "pobre" furtou uma peça da bacalhau e ficou 2 ANOS PRESO, mas preso mesmo, no xilindró, sem choro nem vela. Cadê seu HC? Aí, a gente volta no tempo, e lembra da famosa frase atribuída ao Ulisses Guimarães: "cadeia no Brasil é só para POBRE, p... e p...". De lá pra cá, não mudou nada? Claro que mudou, agora vão pra cadeia, ex-governador, milionários, todos aqueles em que um delator premiado abriu o bico e disse: "esse? pegou propina também". A gente espera o resultado da delação premiada dos 77 Executivos da Odebrecht...quem será que eles apontaram? O Teori já morreu; ninguém vai saber nunca se foi conspiração ou não, num caso muito suspeito - deviam ter cuidado melhor da Segurança desse Ministro; não deviam ter deixado ele viajar para certos lugares, especialmente Paraty. Dizem que Corruptores e Corruptos são piores do que a Máfia...não perdoam, matam. Pois é, pro pobre homem que furtou uma peça de bacalhau, não jogaram nem pingue-pongue. Não teve nem o pingue nem o pongue...teve sim dois anos na cadeia. Quanto custa uma peça de bacalhau? Aí, o cara passa a mão em milhões...dá pra comprar uma fábrica inteira de bacalhau?

Rodoanel | 17/02/2017, 14h:13 - Atualizado: 17/02/2017, 16h:09

Em respeito a decreto sobre intervenções, obra paralisada é vistoriada com Emanuel


Assessoria

Emanuel Wellington Dnit Rodoanel

Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, senador Wellington e Dnit vistoriam obra parada do Rodoanel

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) entregou ao prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB), durante visita ao Rodoanel, na manhã desta sexta (17), uma minuta de um Termo de Cooperação Técnica, para que a Prefeitura possa acompanhar e fiscalizar as obras do contorno.  O termo será assinado em uma nova reunião, que ainda não tem data marcada. 

A visita do peemedebista à obra foi motivada por conta de um decreto, assinado por ele mesmo, que estabelece que qualquer intervenção em Cuiabá, deve ter acompanhamento e fiscalização do Executivo municipal. “Recebemos uma minuta de um termo de cooperação técnica  que ainda vamos analisar, no qual a Prefeitura vai fiscalizar, monitorar  e acompanhar as obras do Rodoanel”, disse Emanuel, durante visita ao Rodoanel.

Além disso, com o termo, a Prefeitura também realizará a limpeza do local que hoje é usado para descarte ilegal de lixo. “Portanto,  é um termo de cooperação que vai garantir a continuidade de uma obra paralisada e importantíssima para Cuiabá”, explica o prefeito.

Já há equipes do Dnit trabalhando no trecho de 9,6 km da rodovia Emanuel Pinheiro até o Distrito do Sucuri. O investimento é de R$ 5, 7 milhões, provenientes de recursos federais. “Nós vamos recuperar o pavimento que já foi feito há dez anos, vamos fazer toda a limpeza, retirar o lixo, o mato e vamos pavimentar os acessos que hoje não estão pavimentados”, disse Orlando Fanaia, superintendente do Dnit.

Orlando lembra, ainda, que já foi feito um convênio com a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), para retomada das obras de todos os  52 km do Rodoanel. “O contorno de Cuiabá, ele vai ser duplicado em pavimento de concreto”, disse. 

Dinheiro na conta

O senador Wellington Fagundes (PR) também visitou a obra. No local, o republicano destacou que orçamento de mais de R$ 90 milhões em convênio com o governo do Estado  já está na conta há mais de 3 anos. “O governo está atualizando os dados para fazer a licitação do projeto. Todo o contorno viário tem 52 km. É uma obra de aproximadamente R$ 600 a 700 milhões no total”, disse lembrando que o Rodoanel vai trazer mais desenvolvimento e melhorar o fluxo, evitando a trafegabilidade de caminhões no centro da cidade. 

A obra do Rodoanel, lançada há 10 anos como uma das soluções para aliviar o tráfego pesado em Cuiabá e Várzea Grande, foi paralisada devido à suspeita de rombo de R$ 9 milhões. Na administração Chico Galindo (PTB), a obra ficou a cargo do Dnit para que o município não ficasse com o nome no Cadin, o que impossibilitaria o recebimento de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Por fim, foi celebrada uma parceria com o governo estadual, que não conseguiu dar início aos trabalhos, ainda na administração do ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

Postar um novo comentário

| 17/02/2017, 00h:00 - Atualizado: 16/02/2017, 23h:06

Midiota

ceara artigo sexta 400 padrao

Antonio Cavalcante

A língua é um dos exemplos de que as mudanças ocorrem em nossa vida o tempo todo. As transformações acontecem e são vistas nas paisagens das ruas, nos prédios de grandes instituições, na linguagem dos sermões religiosos, nas palestras dos cientistas, nos discursos dos políticos e advogados...

Para o filósofo estadunidense, Daniel Cloud, pode-se entender a linguagem humana como os nossos cachorros e gatos, pois do mesmo modo que domesticamos os animais e selecionamos suas características para que se tornem bichos de estimação, escolhemos as palavras para que as línguas sejam exatamente o que queremos.

Na França, existem centenas de queijos, das mais variadas cores, diferentes sabores, misturas de produtos em sua formação, mas todas essas variedades de alimentos têm uma mesma qualidade: são conhecidas como queijo. Daniel Cloud entende que os conceitos do naturalista britânico, Charles Darwin (1809-1892), governam a origem e desenvolvimento de nossa linguagem, e a palavra (escrita e falada) se revela em mais uma ferramenta que nos ajuda a ter sucesso no ambiente em que vivemos.

Há alguns anos, quando percorria alguns Estados do Brasil, junto com militantes do MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral), e diversas cidades aqui de Mato Grosso, na busca de assinaturas para subscrever projeto e propor a Lei da Ficha-Limpa, me deparei com um fenômeno. O fato de a sociedade desejar candidato Ficha Limpa estava levando as raposas da politicalha a criarem formas de se manterem no poder por meio de interpostas pessoas (candidatos laranjas).

Era o caso do ex-tudo na política (senador, governador, prefeito) que, desgastado por escândalos e pelos processos judiciais que vinham trazendo condenação, resolve lançar a esposa (recatada e do lar) para sucessão na política. E consegue. Tal como o outro coronel, acossado por centenas de processos, de acusações das mais diversas, de “maus tratos” com a coisa pública. Emparedado, resolve lançar o genro e a filha para darem sequência ao reinado.

A esses “sucessores” de políticos ficha-suja, a esposa, o genro e a filha, dei classificações de ficha-encardida, ficha mal-lavada e ficha-desbotada, porque poderiam até não ter uma condenação a que lhe impedissem o registro de candidatos, mas também não eram ficha-limpa. Muitos perguntavam o que era o ficha-encardida, o mal-lavada, ou o desbotada, e eu explicava os conceitos, com prazer. Os eleitores entenderam, alguns herdeiros de ficha-suja foram expurgados da política, por falta de votos e abundância de consciência política da cidadania, mas outros ainda foram exitosos, prova de que precisamos evoluir muito.

Ultimamente, venho usando um termo que não é meu, mas que ajudo a popularizar, porque acredito ser pertinente para a época em que vivemos, mas o faço harmonizando com as teorias darwinianas, buscando melhorar a significação e a ressignificação do termo atualíssimo do pós-verdade: midiota.

É a corruptela de dois signos: mídia e idiota.

Segundo especialistas, a mídia é constituída pela indústria de comunicação, os profissionais interligados a ela, os sistemas de transmissão de rádio e televisão, jornais e revistas, internet, e outros canais de comunicação menos tradicionais (redes sociais).

Já a palavra “idiota” dispensa maiores apresentações. Trata-se de adjetivo e substantivo de dois gêneros, e de acordo com os dicionários é a pessoa que carece de inteligência, de discernimento; em suma: tolo, ignorante, estúpido. E pasmem: pode ser uma pessoa pretensiosa, vaidosa, tola.

O midiota é aquela pessoa que busca se informar pelos mesmos meios de comunicação de sempre, mídia tradicional, em que as opiniões e os editoriais geralmente defendem o interesse dos poderosos, da plutocracia e do sistema escravagista. O midiota não varia suas fontes, não lê livros, não busca formar a sua opinião após ler e ouvir os argumentos diversificados, costuma repetir o que diz o seu pastor sem quaisquer questionamentos. Por vezes, repete valores cristãos, mas jamais oferece auxílio a um drogadito, acha que as mulheres devem receber salários inferiores, e acredita ser “normal” que uma pessoa gaste no restaurante, no almoço, o que o garçom recebe em um mês de salário.

O grande defensor do status quo é exatamente o midiota.

Existe o midiota ativo e o midiota passivo. Este último recebe informações de programas televisivos “boca de lixo”, que repetem jargões discriminatórios e que atacam as minorias (índios, negros, sem-terra, estrangeiros, etc.). Detesta a pessoa que não é de sua religião, e nem reconhece aquela que faz a opção de não professar nenhuma igreja. Em resumo, o midiota passivo é aquele que recebe a “doutrina” feita por pessoas desqualificadas, assume como verdade, e as defende com unhas e dentes. Vários destes vibraram com a queda da presidenta Dilma, por suposta irregularidade na gestão, e agora se veem acuados com um governo golpista que solapa os direitos sociais todos os dias.

O midiota ativo é um capítulo à parte.

Para entendê-lo (e tentar explicar sua existência), recordo-me de um jornalista que trabalha em diversas mídias tradicionais, o qual eu costumava ler, ainda que em tom crítico. Numa tarde de domingo, ele publica em rede social que estava muito bravo com o Programa do Faustão (Rede Globo) pelas “atrações” que apresentava naquele dia.

Perguntei-me: eu leio esse cara? Ele escreve para jornais, as pessoas o reproduzem? Mas ele usa o tempo livre para ver esse tipo de lixo na televisão? Será que ele não tem melhores opções, tais como namorar, brincar com filhos, sobrinhos, jogar futebol, ler um livro, ou tomar uma “breja”? Será que se abebera desse lixo de informação para escrever seus textos?

Esse é o perfeito midiota ativo. O que é mal-formado (intelectual e moralmente), e tal qual um “capitão do mato” usa seus textos e falas para ampliar a discriminação contra empobrecidos e populações vulneráveis. Suas “fontes” são mídias do tipo Globo, Veja, Estadão, Folha e outras “vendedoras de opinião”. É desse jeito que se cria um midiota ativo, e que dissemina informações para criar midiotas passivos.

Se não eram apenas midiotas, ativos ou passivos, os “anticorruptos” de verde e amarelo, que antes batiam panelas contra o governo Dilma, se hoje os mesmos se calam contra os acusados do governo Temer? Se não são midiotas, por que não fazem panelaço e passeatas com bonecos infláveis vestidos de presidiários para combater a pobreza, as desigualdades sociais, os cortes de recursos para saúde, educação, contra a entrega das nossas riquezas às multinacionais e contra o roubo de direitos dos trabalhadores? Isso prova que os coxinhas são tão somente analfabetos políticos, pessoas carentes de inteligência, de discernimento, que são apenas tolos, ignorantes, estúpidos; em suma: midiota.

É triste, mas é assim!

Antonio Cavalcante Filho, cidadão, escreve às sextas feiras neste Blog. E-mail: antoniocavalcantefilho@outlook.com

Postar um novo comentário

Comentários (4)

  • marsofo | Sábado, 18 de Fevereiro de 2017, 17h35
    0
    1

    Então a midiotice vem do proprio articulador que está usando os meios midiáticos tradicionais para divulgar as suas ideias estapafúrdias.

  • Ademir | Sábado, 18 de Fevereiro de 2017, 17h08
    1
    1

    Resumindo todo texto, você Ceará é um midiota mor, o rei dos reis, provou isso nas sua palavras, fantoche de esquerdistas e comunistas!!!

  • JEFERSON MATOS | Sexta-Feira, 17 de Fevereiro de 2017, 11h31
    5
    2

    "Isso prova que os coxinhas são tão somente analfabetos políticos, pessoas carentes de inteligência..." quem apoia os mortadelas na sua opinião é mais inteligente? BLÁ-BLÁ-BLÁ

  • Carlos Nunes | Sexta-Feira, 17 de Fevereiro de 2017, 10h12
    6
    2

    Pois é, lá na China Comunista, onde não tem LIBERDADE DE EXPRESSÃO, o jovem Jia estava noivo, quando o governo desapropriou seu terreno, demoliu sua casa, e não pagou nada...Jia ficou desesperado, e mostrou o caso na internet...por causa disso, Jia recebeu PENA DE MORTE. Vote! Cruz Credo! E tem gente que ainda reclama do Brasil, o melhor país do mundo, onde existe liberdade de expressão, opinião, de reclamação, de chiadeira, de colocar a boca no trombone e contar pra todo mundo. Já, lá em Cuba, cidadãos cubanos, só porque disseram que não havia Democracia por lá, foram presos, fizeram greve de fome e preferiram morrer. Vote (de novo)! Cruz credo! Lá o Fidel Castro ficou 50 anos no Poder; aqui a gente não aguenta presidente ruim pra burro, nem 4 anos, fica louco para fazer Impeachment. Ainda bem que por aqui, os políticos passam, e a pátria amada Brasil, que é muito mais importante fica. Já vão tarde. Agora o cara que disse (tá na Internet), num discurso inflamado que fez, que..."nem a volta de JESUS vai impedi-lo de ser presidente em 2018", tá em primeiro lugar na pesquisa. Cuidado! Quando lançaram o Titanic, disseram: Nem Deus afunda esse navio. E o Titanic nem terminou a única viagem...afundou. Então, E VIVA A IMPRENSA BRASILEIRA! VIVA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO!

| 17/02/2017, 00h:00 - Atualizado: 16/02/2017, 19h:52

Pedro é o culpado!

edesio do carmo artigo 400

Edesio Adorno

As fortes chuvas de fevereiro lavaram a cara deslavada dos políticos de Campo Novo do Parecis, alagaram casas, destruíram plantações e desalojaram várias centenas de pessoas. Um problema antigo fazendo novas vítimas.

É preciso piorar para melhorar. Essa tem sido a regra na política. Os chamados homens públicos fabricam o inferno, amedrontam o povo e vendem a salvação a preço de ouro.

O alto índice acumulado de precipitação pluviométrica (média de 150 litros por metro quadrado ou 150 milímetros) inundou Campo Novo do Parecis, preocupa Barra do Bugres, Água Boa, assusta a Baixada Cuiabana e pode isolar mais uma vez o distante município de Apiacás do resto do Estado. É muita chuva! As estradas que já não eram boas, agora ficaram péssimas.

A chuva em si é uma benção dos céus, sem ela a vida perece e o verde desaparece. Sem as gotículas que caem e sobem num interminável ciclo de bilhões de anos não haveria produção no campo e nem alimento na cidade. A chuva também revela verdades e arrasta máscaras; desnuda gestores e denuncia abusos contra a administração pública.

A malha asfáltica construída no último ano de gestão do governo Silval Barbosa já não existe mais; fora levada pela enxurrada. Serviço sem qualidade, sem acompanhamento técnico e executado não para enfrentar a questão da logística, mas com o proposito único de abrir um dique nos cofres públicos e permitir a drenagem do dinheiro do contribuinte para o bolso de empreiteiros e apaniguados políticos.

A turma de Silval Barbosa saqueou o Estado, fez do tesouro público um butim a ser dividido entre comparsas. Pensavam que passariam incólumes aos trovões da Justiça; todos acreditavam na impunidade. Licenciosidade, tráfico de influência, corrupção, perversão moral e iniquidade toda natureza.

Essa gente ignóbil transformou Mato Grosso na cidade bíblica de Sodoma, onde a devassidão moral não encontrou paralelo e se tornou grande demais a ponto de despertar a ira de Deus. Não bato palmas e nem comemoro o infortúnio de criatura alguma. Aliás, no fundo da falência moral e material pode existir um tesouro sendo lapidado. Quem sabe?

Chove muito por todo o Estado, mas até aqui o único afogado é o PMDB. Aliás, boa parte de seus membros. A última precipitação da “Sodoma” arrastou Francisco Faiad e encharcou a legenda de detritos volúveis.

O donatário do partido, Carlos Bezerra, gritou as margens do rio: “Salve o Faiada, isso é injustiça”; a sempre falante Janaina Riva engoliu a língua a travou o músculo orbicular da boca como se atordoada fosse por uma descarga elétrica; o prefeito Emanuel Pinheiro se abrigou debaixo do guarda-chuva do Alencastro e ignorou a tempestade que devasta seu partido.

Ah, para terminar, uma observação: os tolos de plantão responsabilizam Pedro pelo avanço da Sodoma. Se for verdade, que a turma do antigo governo trate de se agarrar no sarã porque a previsão é de mais chuvas e trovoadas. E viva São Pedro!

Edésio Adorno é advogado em MT e escreve exclusivamente para este Blog toda sexta-feira. E-mail: edesioadorno@gmail.com

Postar um novo comentário

Comentários (3)

  • Trevisan | Sexta-Feira, 17 de Fevereiro de 2017, 16h26
    3
    1

    A nova fase da Operação Rêmora investigando o contrato emergencial da empresa Auto Posto Marmeleiro, se não houver alguma situação estranha (como um juiz plantonista decidir soltar o principal acusado antes de acordo de delação premiada, como aconteceu no caso Alan Maluf), pode ruir de vez com a administração Taques. Aguardemos cenas dos próximos capítulos.

  • Carlos Nunes | Sexta-Feira, 17 de Fevereiro de 2017, 10h26
    7
    1

    Como diz o velho ditado: "águas passadas não movem moinho". Traduzindo em miúdos para a gente entender: o passado ruim já passou; o que interessa agora é o presente e o futuro, pois o moinho tem que movimentar. Votei no Taques, porque acreditei que ele é honesto...ainda acredito nisso. Mas (ih! sempre tem um mas), acho sua equipe ruim pra burro. Em vez de cuidar da Saúde, da Segurança, da Educação, e de setores muito mais essenciais, dos 141 municípios de MT - cada um precisando de uma coisa; estão preocupados com VLT, onde vão torrar 1 Bilhão de Reais. Ora, se não fizeram VLT na época das vacas gordas, preocupar com VLT nessa época das vacas magras, do dinheiro curto, da pindaíba financeira, é um absurdo. Tem uma lista de prioridades muito mais importantes, e 1 Bilhão de Reais não vai dar nem pra começar, se for aplicado bem. Dá medo, dá pavor, deixarem abrir Cuiabá, de ponta a ponta, do Porto ao CPA, e do Centro além do Coxipó, para torrar 1 Bilhão. Todo o patrimônio que já existe, consolidado, tais como, asfalto de boa qualidade, avenidas, ruas, calçadas, canos, adutoras, rede de esgoto, de energia, telefônica, e muito mais, vai pro espaço, destruído por máquinas e tratores. Quanto custa todo esse patrimônio público existente? Quando vai custar para refazer tudo isso? Tudo o que estiver na frente, embaixo, e nas imediações, vai pro espaço, para construírem o Alicerce dos trilhos do VLT e as quase 40 Estações. VLT vai virar prioridade estadual? Às custas de que? Di congelamento dos salários dos servidores do Executivo?

  • Paulo | Sexta-Feira, 17 de Fevereiro de 2017, 09h02
    8
    2

    Puxa saco!!!! Tá maluco, pra vc o Taques é um Deus. Imparcilidade zero, deveria escrever sobre coisas relevantes, porém todos seus textos tem um só tema, um só objetivo que é o de defender Pedro Taques. Advogado se prestar a isso em blog público beira o desespero. Vergonhoso!!!

INíCIO
ANTERIOR
1 de 1962