Cuiabá, 25 de Junho de 2016
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ENQUETE | 18/05/2011, 21h:50 - Atualizado: 18/05/2011, 22h:07

Quem foi melhor prefeito para Cuiabá?

Quem foi o melhor dos últimos 5 prefeitos de Cuiabá?

   Está no ar uma nova enquete. A pergunta agora é a seguinte: "Na sua opinião, quem é ou foi o melhor dos 5 últimos prefeitos de Cuiabá?". O período vem de Dante de Oliveira (já falecido) até a gestão do petebista Chico Galindo, que assumiu a condição de titular com a renúncia, no ano passado, do tucano Wilson Santos, derrotado para governador. Então, dê o seu voto no alto da página do portal, do lado esquerdo. E comente aqui, logo abaixo, sobre o assunto.

     A enquete anterior recebeu 1.436 votos durante os 7 dias em que esteve no ar, com a pergunta "STF diz que casal homossexual é formador de uma família com os mesmos direitos e deveres de casal heterossexual. O que acha disso? A maioria (67,9% - 976 votos) se posicionou contra. Por outro lado, 26,5% disseram, através do voto, que estão de acordo. Veja abaixo o resultado completo

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Comentários (12)

  • Carlos | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2011, 15h42
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    penso que o melhor tenha sido o Dante, esteve o local certo na hora certa. Wilson não ruim, só foi penalizado pelos que o Odiavam, por questões puramente politiqueiras. já o Roberto fez sim tambem, porém quebrou a prefeitura. no mais, vamos aguardar os próximos capitulos.

  • Rose Santos | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 16h08
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    Sem duvida nenhuma Dante de Oliveira foi o melhor. O WS não foi t~ao ruim, mas a midia detonou com ele e aquilo que se diz toda hora acaba virando verdade.Agora a tal da Joelma dizer que Roberto França pagou salario em dia, Ta brincando né? O cara mais P. para mim é ele que foi péssimo prefeito e ainda tem coragem de falar mal dos outros. Eu teria vergonha.

  • sara reis | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 14h27
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    pelo que meus irmãos que residem em MT o melhor mesmo foi Frederico Campos HUMANO E DIGNO ECARATER IMBATÍVEL

  • Joelma | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 14h18
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    Para mim omelhoe prefeito sem dúvida foi o Roberto França,cuidava da aparencia da cidade,os postos de saúde,policlinicas,dentistas funcionavam bem,folha de pagamento era paga em dia e a cidade não tinha tantos buracos.

  • margarete | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 10h32
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    OS TRES ULTIMOS POR MAIS QUE NÃO TIVERAM GRANDE EXITO, NUNCA A CIDADE FICOU TÃO DEGRADANTE COMO NA GESTÃO DE WILSON 1ª GESTÃO ATÉ SAIR E GALINDO QUE EU NÃO SEI O PORQUE AINDA ESTÁ OCUPANDO O CARGO, PORQUE ESTE TA SACANEANDO, FAZENDO DE CUIABA A PIOR CIDADE DO BRASIL, ELE NÃO GOSTA DAQUI E QUER VER ESTE LUGAR HUMILHADO E DETONADO, APESAR DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS SEREM PARA O ANO, O POVO DEVERIA COLOCAR ELE PARA CORRER DAQUI, PORQUE QUEM VAI FICAR COM A PIOR PARTE É O POVO.

  • jota junior | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 09h46
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    Quem foi o melhor eu não sei, mas o pior é, disparado, esse atual chico galindo. Esse Cuiabá não merecia. Vai ser incompetente e sem noção lá em Prudente.....

  • orlando antunes | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 09h00
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    Roberto fez obras, mas não pagou funcionário. Dante foi o melhor na primeira gestão. Wilson também. Aliás, todos foram bem, quando na primeira gestão.

  • JOÃO DE DEUS | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 08h59
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    SE ANALISARMOS PELOS RESULTADOS DAS URNAS, O PIOR PREFEITO FOI ROBERTO FRANÇA, GOVERNOU CUIABÁ POR 8 ANOS E NÃO CONSEGUIU SE ELEGER PARA DEPUTADO ESTADUAL, O WILSON SANTOS TAMBÉM PERDEU UMA ELEIÇÃO, SÓ QUE FOI PARA GOVERNADOR TENDO COMO ADVERSÁRIO UM CANDIDATO APOIADO PELA MÁQUINA ESTADUAL, ESSA É A MINHA OPINIÃO!!!

  • luiz antonio | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 07h42
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    essa enquete poderia ser tambem de quem foi o pior prefeito, ai não teria pra ninguem... seria o pinoquio com certeza! mas desses que estão ai acho que roberto frança foi o melhor, o dante nem terminou o mandato e deixou o meireles na prefeitura cheia de problemas.

  • Carlos R. cardoso | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 07h02
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    Wilson Santos foi o menos ruim.

| 25/06/2016, 02h:47 - Atualizado: 05h atrás

A ex-União Europeia

akio materia estreia colunista

Akio Maluf Sasaki

Era uma vez a União Europeia, um lugar onde todos conviviam de forma harmônica, respeitavam-se mutuamente e concordavam em suprimir interesses menores em prol da saúde de um grande bloco.

Era uma vez aquela terra de sonhos, onde tudo parecia caminhar para a formação de um novo projeto de ideal, sonhos, terras e um novo conceito de união mundial.

O que será que pode ter motivado a grande população do interior da Inglaterra a ter votado desta maneira?

Bem, os próprios tabloides londrinos dizem a respeito do conservadorismo inglês no interior, da critica severa aos processos migratórios e situações derivadas do “conservadorismo”.

Pode parecer besteira, mas imagine a mesma noticia nos principais tabloides brasileiros caso nós fossemos os ingleses, como será que seria retratado?

Talvez um: brasileiros votam pela saída da UE por motivos xenofóbicos. Quem sabe um: brasileiros do interior atuam de forma preconceituosa e racista. Nos mais radicais: até quando racistas e xenofóbicos poderão agir indiscriminadamente?

Mas são os Ingleses, os senhores da ética, das boas políticas e dos bons modos, ops, da família tradicional e dos bons costumes.

Os ingleses não votaram pela saída do bloco por razões econômicas, tão pouco por conta das medidas impostas pela União Europeia, mas sim por situações de xenofobia. Pode parecer louco, mas basta uma rápida consulta ao Google que você verá o discurso do David Cameron dizendo que reduziria os movimentos migratórios para a Inglaterra na metade o ano que vem, tudo para agradar o eleitorado Inglês.

Pera, até o primeiro ministro tentava reduzir os movimentos migratórios? 

Sim, grande parte da população inglesa não quer conviver com estrangeiros “roubando” seus empregos ou “ganhando benefícios educacionais” que deveriam ser de “seus filhos”. Pode parecer estranho, mas infelizmente o preconceito e a xenofobia não são restritos apenas a nossa nação, muito pelo contrário, somos exemplo em combate ao preconceito e xenofobia no mundo.

Infelizmente, tenho que escrever um artigo durante a minha vida onde critico os bons modos ingleses, me desapontaram ao deixar o “conservadorismo” falar mais alto e optarem sair da União Europeia, uma lástima frente a todo trabalho desempenhado por grandes mentes para unir os povos.

Por fim, torçamos para que tudo isso não passe de um susto, que o povo inglês se retrate num futuro próximo e não vejamos a União Europeia ruir país a país, seria uma perda inestimável para a união do mundo, para o turismo e, principalmente, para a economia.

Akio Maluf Sasaki é acadêmico de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), atua em cooperação internacional do turismo e escreve neste Blog todo sábado - akio@pontodeapoioturismo.com.br

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CRISE FINANCEIRA | 24/06/2016, 14h:26 - Atualizado: 24/06/2016, 14h:42

Neurilan faz alerta para risco de prefeitos atrasarem salários a partir do 2º semestre


Mesmo com a queda de receita, não apenas na arrecadação do ICMS mas também no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) que já chega a cerca de 20%, as prefeituras em Mato Grosso ainda estão mantendo pagamento do salário em dia. A informação é do presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga (PSD), prefeito de Nortelândia, durante entrevista em visita ao e RDTV.

Gilberto Leite

neurilan amm

 Neurilan diz que a AMM vai orientar prefeitos para que cortem todos os empenhos a partir de agosto

Por outro lado, ainda não há garantia de que este cenário permaneça no segundo semestre. Vai depender tanto da questão econômica nacional, quanto da postura de cada gestor. A AMM irá orientá-los, inclusive, para que suspendam todos os empenhos a partir de agosto e com isto garantam que não deixem restos a pagar.

Outra orientação já havia sido feita desde o fim do ano passado, referente ao enxugamento da máquina, com a necessidade de cortar gastos. Com isso, algumas prefeituras reduziram o horário do expediente, corte de hora extra, além de reduzir número de contratados e comissionados.

Vale ressaltar que em alguns municípios o funcionalismo público é o maior empregador, portanto, com as demissões isto também gera problemas sociais. Neurilan destaca, no entanto, que houve uma compreensão dos prefeitos sobre a necessidade de tomar medidas impopulares para evitar processos relacionados à LRF.

O impacto financeiro está relacionado principalmente à redução do repasse do FPM. Segundo Neurilan, a receita dos municípios pequenos, muitas vezes, depende basicamente deste repasse. Houve outros cortes gerados pelos programas do governo Federal, o que acaba por causar uma crise generalizada.

A situação é ainda mais complicada este ano, porque para garantir o pagamento da folha salarial, alguns prefeitos têm deixado de pagar fornecedores e por ser o último ano de mandato, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) penaliza o gestor que deixar restos a pagar.

Renúncia

Mesmo diante da crise e ameaças de prefeitos que prometiam renunciar ao cargo, Neurilan relata que apenas um deixou o comando do Executivo, por estar insatisfeito com a situação financeira do município. É Gercino Caetano Rosa (PSD), prefeito de Nova Xavantina, que passou o cargo para o vice, João Cebola, do PMDB.

Gercino deixou o cargo em setembro do ano passado e fez críticas à falta de apoio por parte do governo Federal, além de ressaltar o agravamento da crise por conta da queda no repasse do FPM.

Neurilan pondera e diz que o gestor também já havia feito um acordo com o vice para que este assumisse. Portanto, a motivação não teria sido apenas a crise. O presidente da AMM também conta que conseguiu convencer outros dois prefeitos a desistir da renúncia.

RGA

Neurilan informou ainda que os municípios conseguiram honrar com o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA), se não em sua totalidade, mas em parte. Porém, ele considera a situação diferente da do governo do Estado, pois os prefeitos já vêm de três anos de mandato e tiveram condições de iniciar os ajustes antes. Enquanto o governador Pedro Taques (PSDB) assumiu o estado com problemas herdados de gestão anterior e está com pouco mais de um ano no comando.

 “Mas é bom ressaltar que isto causou transtorno nas contas, porque não é apenas RGA. Teve aumento do piso dos professores, além do aumento vegetativo da folha por causa dos PCCS de  cada prefeitura, o que gera gasto com progressão de carreira”. 

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| 24/06/2016, 08h:51 - Atualizado: 24/06/2016, 09h:13

Verde, amarelo ou vermelho?

ceara artigo sexta 400 padrao

Antonio Cavalcante

Há coisa de uns dias li algo sobre o governador de Mato Grosso, que teria reclamado das pessoas “que usam vermelho”, e que estas não deveriam impor os seus pensamentos, falando desse assunto a uma seletiva plateia. Achei estranho, pelo contexto e pela qualificação do político: discursava para pessoas do agronegócio (em Campo Novo do Parecis, creio), logo não eram ouvintes com muita preocupação com as cores das roupas usadas pelas pessoas, e nem o governador seria “expert” em moda.

Até entendo que a cor preferencial do "nosso imperador" possa ser o azul, a cor do seu partido, o PSDB. Mas seria bom que ele entendesse e respeitasse o fato de que em nenhuma parte de Mato Grosso ou do Brasil as pessoas pensam igual. Aqui, ou em qualquer parte do mundo, os cidadãos jamais serão totalmente azul ou vermelho.

Mas por curiosidade fui pesquisar sobre a origem das cores das roupas, e o fiz com razoável rigor científico para não ser injusto com as cores, porque não tenho preferências e nem desamores por nenhuma.

O antropólogo Claude Lévi-Strauss é uma das maiores autoridades científicas sobre comportamento humano, viveu 100 anos, nasceu na Bélgica e morreu na França (2009).

Mas sobre o assunto aqui tratado menciono Michel Pastoreau, historiador e antropólogo francês, sobrinho e seguidor dos passos de Claude Lévi-Strauss. Se dedicou ao estudo das cores, é uma das maiores autoridades mundiais no assunto. Escreveu “Le petit livre descouleurs” (“Pequeno livro das cores”), e nele Pastoreau conta a história das cores mais conhecidas por nós, entre elas o azul, o amarelo, o verde, o preto, o branco e o vermelho.

Segundo o estudo, o sistema cromático girava em torno da tríade preto, branco e vermelho. Logo, o branco representava o que não tinha cor, o preto o que era sujo, e o vermelho era considerado a única cor.

Desde a Antiguidade o vermelho recebia atributos de poder, tanto na religião quanto na guerra, basta dizer que o deus Marte, os centuriões romanos e até mesmo certos sacerdotes se vestiam nesta cor. Desde então o vermelho se relaciona com o sangue e o fogo. Para o Cristianismo o fogo vermelho é o símbolo de Vida, e lembremos da simbologia das línguas de fogo descendo sobre as cabeças dos apóstolos no dia de Pentecostes.

Logo, creio ser injusta a crítica que o governador tucano faz ao vermelho.

Busquei saber a origem do verde e do amarelo como “cores” simbólicas do Brasil e me envergonhei com as informações que obtive. Nas aulas de Educação Moral e Cívica (EMC), disciplina defendida pelos tais “pensadores” da “Escola Sem Partido” (o “professor “ Alexandre Frota e outros), nos ensinaram o significado da bandeira do Brasil. O verde representaria as matas; o amarelo, o ouro; e o azul o céu.

Errado.

A fase do Império no Brasil durou entre 1822 e 1889, e as cores verde e amarelo foram inspiradas nas roupas do Imperador e inseridas no “Pavilhão imperial do Príncipe Real”. Isso dura até hoje, apenas o Brasão do Império saiu da bandeira, dando lugar ao círculo com a frase positivista “Ordem e Progresso”.

A bandeira imperial possuía formato retangular, fundo verde, no centro um losango amarelo-ouro, e nele o brasão nacional (imperial). Tratava-se de um escudo verde, ao centro a esfera de armas e a Cruz da Ordem de Cristo em vermelho. Havia um aro de fundo azul com 20 estrelas brancas representando as províncias. Sobre o escudo a coroa imperial ladeados por um ramo de café e um de tabaco.

Assim há razoável certeza de que as cores da bandeira brasileira são na verdade as cores das roupas do imperador e toda vez que a pessoa se enrola em uma bandeira nacional ou usa uma camisa da “honesta” CBF para participar de uma manifestação bradando “minhas cores são o verde e o amarelo”, estão se ornando com as roupas imperiais.

Sinto muito pelos descrentes, mas o vermelho ainda é a cor mais original e a sua fonte de poder e influência na história das civilizações demonstra que temos muito o que aprender e melhorar. Inclusive nos quesitos "humildade",  “respeito ao próximo” e “tolerância com os diferentes”. Além do mais, não pega bem para um governador, mesmo que seja ele a personificação do "Rei Sol", sair por aí plantando preconceitos. Quem planta a erva daninha do preconceito, ainda que seja contra uma cor, estará sujeito a colher os frutos amargos da intolerância e do ódio. E isso não seria bom para ninguém.

Antonio Cavalcante Filho, cidadão, escreve às sextas-feiras neste blog. E-mail: antoniocavalcantefilho@outlook.com

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Comentários (7)

  • Carlos Nunes | Sexta-Feira, 24 de Junho de 2016, 17h17
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    Sobre o vermelho mesmo tem a seguinte história (e não estória)...nos Segredos de Fátima que nunca foram realmente revelados pelos Igreja Católica - o papa Francisco podia revelar agora (se quiser)...Nossa Senhora, em 1917, teria passado várias mensagens às 3 crianças, para serem transmitidas à Igreja, entre elas tinham duas: "Cuidado com a Onda Vermelha"; e mandou a Igreja consagrar a nascente União Soviética ao seu Imaculado Coração. Nesse ano o Lênin manda fuzilar o Czar Nicolau e toda a sua família, incluindo as crianças, e instala o Comunismo na Rússia. Será que foi porque tanto na União Soviética, como na China, na Alemanha, e outros países comunistas...foram mortos MILHÕES DE PESSOAS que não apoiavam o regime? Na China o Mao escreve o seu Livro Vermelho, e começa o regime do terror, idêntico ao Nazismo; determina que nas escolas os filhos denunciem os pais, que não obedeçam o que está escrito no seu Livro Vermelho. Invade o Tibet, mata vários sacerdotes budistas, fazendo o Dalai Lama fugir, e diz: a religião é o ópio do povo. Se calcularmos, ou somarmos quantos pessoas foram mortos pelo Comunismo...suplanta todos os cálculos de terror que já tenham ocorrido no mundo. Alguém calcula quantas pessoas o Fidel Casto matou covardemente, em Cuba, nos 50 anos de governo? Só temos uma pista...há pouco tempo cubanos foram presos porque disseram que não havia Democracia em Cuba; aí na prisão fizeram greve de fome e preferiram morrer do que aguentar o regime - deve ser bom a beça, aonde é preferível a morte. Para finalizar, dizem que a Igreja Católica não divulgou Os Segredos de Fátima (que inclusive falam do fim do mundo) porque Nossa Senhora puxou a orelha da Igreja, mostrando que está errada em diversos dogmas, pontos de vistas, etc. Bem, um dos dogmas o papa Francisco já quebrou: o da infalibilidade do papa...disse que é um simples pecador, falível a beça, que depende de DEUS. Esse papa veio para fazer sérias reformas na Igreja; deixou o trono de ouro, os palácios, mora num lugar bem humilde.

  • Cuiabanomesmo | Sexta-Feira, 24 de Junho de 2016, 16h14
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    texto para reflexão, embora não sirva pra coxinha, pois não aceitam nada que não venha da "grobu" e da "revista OIA". Parabéns Ceará. Sempre lúcido e com o olhar crítico por sobre os desmandos e os desvios do poder.

  • alexandre | Sexta-Feira, 24 de Junho de 2016, 16h01
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    vermelho é cor de sangue, cor do comunismo, de milhares de vidas que foram tiradas em nome de uma ideologia, desde a revolução Russa de 1917, tanto que na dualidade bem x mal: o vermelho simboliza o tártaro, o fogo ardente e quente dos pecadores, todos os países em regime de ditadura tem o vermelho em sua bandeira e o socialismo como ideologia e estão quebrados com o populismo..

  • Thiago Batistella | Sexta-Feira, 24 de Junho de 2016, 15h10
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    Trecho extraído do próprio texto, "Mas por curiosidade fui pesquisar sobre a origem das cores das roupas, e o fiz com razoável rigor científico para não ser injusto com as cores, porque não tenho preferências e nem desamores por nenhuma". Tá com tempo heim, Cavalcanti. A parte do "por curiosidade", pode ser trocada por, já que não tenho mais o que fazer. Mermão, aposenta a caneta, o lápis, o teclado; melhor, se aposenta.

  • Julia | Sexta-Feira, 24 de Junho de 2016, 15h02
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    Que magnífica aula de História! Que magnífica lição de moral! Parabéns. O senhor tratou com delicadeza e profundidade de um tema que incita paixões. Seu texto é aplicável ao estudo de "mamandos a caducandos". Muito obrigada.

  • Sandra Moraess | Sexta-Feira, 24 de Junho de 2016, 12h24
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    Parabéns Antonio Cavalcante, excelente texto para reflexão para todos nós cidadãos e cidadãs brasileiros!!!

  • VERMELHO DA CORRUPÇÃO | Sexta-Feira, 24 de Junho de 2016, 11h54
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    O ARTICULISTA FAZ UM DISCURSO "SURDO"....O VERMELHO É SÍMBOLO DA CORRUPÇÃO, VEJA O QUE VEM SENDO DESCOBERTO NO BRASIL!

| 24/06/2016, 07h:03 - Atualizado: 24/06/2016, 07h:08

Ocultação de contrato

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Elga Figueiredo

O crédito consignado sempre foi apontado como a forma mais atraente de empréstimo, em decorrência da menor taxa de juros, entre outras vantagens. É uma modalidade tão atraente que, mesmo se o consumidor estiver negativado, a instituição financeira considera a liberação do empréstimo.

Isto porque, neste tipo de crédito, o banco desconta diretamente do salário do consumidor ou da aposentadoria. Assim, o salário mal cai na conta e já é debitada a prestação, junto com os demais encargos decorrentes do vinculo empregatício.

O crédito consignado foi, e ainda é a primeira opção de quem necessita de dinheiro rápido, na medida em que, embora o débito implacável, é uma modalidade de empréstimo que tem os juros mais baixos comparado a outras linhas de crédito oferecidas pelos bancos.

A segurança para instituições financeiras nesta linha de crédito é tanta, que se o trabalhador for desligado da empresa durante o pagamento das prestações do crédito consignado, o empregador reterá até 30% do valor da rescisão do contrato. Ou seja, é bastante atraente para as financeiras realizar esse tipo de empréstimo.

Dito isto, aborda o fato de que devido a esta sensação de segurança, as contratações de tais empréstimos são feitas sem qualquer formalidade, na maioria das vezes por telefone, ou mediante um único click no caixa eletrônico, sem qualquer formalidade.

Contudo, diante dessa ausência de pormenores na contratação do empréstimo consignado o consumidor tem sido vítima de uma prática comumente adotada da pelas instituições financeiras, que é a de sonegar o contrato pactuado entre as partes.

Muitos consumidores reclamam que após firmarem empréstimo consignado junto ao banco, tentam reiteradamente obter o contrato de tal empréstimo, sem sucesso. Geralmente, a financeira faz diversas exigências para enviar a cópia do contrato como, pedido por escrito, entre outras exigências, porem nunca envia.

As reclamações são diversas, muitos consumidores não têm conhecimento nem do quanto devem ao certo ao banco, quantas prestações ainda faltam para a quitação do contrato, muito menos se estão pagando algo abusivo. A contratação de empréstimo consignado sem o fornecimento de contrato escrito e assinado pelo consumidor no ato da celebração, incluindo os contratos firmados por meio eletrônico, é uma prática abusiva.

O artigo 46 do Código de Defesa do Consumidor prevê que "os contratos que regulam as relações de consumo não obrigarão os consumidores, se não lhes for dada à oportunidade de tomar conhecimento prévio do seu conteúdo, ou se os respectivos instrumentos forem redigidos de modo a dificultar a compreensão de seu sentido e alcance".

Portanto, denota-se que a sonegação do contrato ao consumidor fere as normas da lei consumerista, sendo uma prática abusiva, autorizando o consumidor no caso da falta de êxito em sede administrativa, socorrer-se do judiciário para que este tutele seus direitos.

Elga Figueiredo é empresária e advogada, especialista em direito do consumidor e escreve exclusivamente neste Blog toda sexta - e-mail: elgafigueiredo@hotmail.com

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Comentários (2)

  • Caio Cesar de Oliveira Pereira | Sexta-Feira, 24 de Junho de 2016, 15h01
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    Dra. Elga, venho aqui relatar uma outra violação ao direito do consumidor. Represento alguns clientes que, assim como a sra. informou, não receberam seu contrato, e mais: apenas anos demais dos descontos, em valores módicos, é que souberam que não se tratava de emprestimo consignado, mas sim de cartão de crédito consignado e que o valor descontado se tratava do mínimo. Entretanto, assim como não informados, meus clientes também não receberam cartão de crédito. O direito do consumidor é vilipendiado e, mesmo recorrendo ao judiciário que não vê ilegalidade (PASMEM!),vejo as reclamações de meus clientes não serem ouvidas, apenas por mim!

  • Roberto | Sexta-Feira, 24 de Junho de 2016, 10h09
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    Parabéns pela matéria...

RACHA NA BASE | 23/06/2016, 17h:22 - Atualizado: 23/06/2016, 18h:11

Leonardo entrega o cargo de vice-líder do Governo, após votar contra projeto da RGA


Assessoria

Leonardo Albuquerque e Pedro Taques

Leoanrdo quer formalizar a entrega do cargo nesta sexta, às 7h, assim que abrirem o Palácio Paiaguás

O deputado estadual Leonardo Albuquerque (PSD) decidiu deixar a vice-liderança do Governo na Assembleia. Ele está entre os sete integrantes da base governista que votaram contra a Mensagem 45, que fixa o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) em três parcelas de 2% mais a diferença de 5,28%, condicionada ao cumprimento do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).  A entrega do cargo será formaliza nesta sexta (24), às 7h, assim que abrirem as portas do Palácio Paiaguás. 

“Eu continuo acreditando na continuidade do diálogo com os servidores, mas infelizmente a maioria dos deputados preferiu votar a matéria daquela maneira que todos assistiram. Por isso, entrego a  vice-liderança por lealdade ao Governo que continuarei apoiando e dando sustentação”, declarou Leonardo em entrevista ao .

 Leonardo também afirma que votou de acordo com a própria consciência na questão da RGA sem incorrer em deslealdade ao Governo e ao PSD. “Comuniquei meu desconforto ao chefe da Casa Civil Paulo Taques e ao vice-governador Carlos Fávaro, que preside meu partido. O líder do Governo, Wilson Santos, também não foi pego de surpresa. Agi com toda correção”, completou. 

A decisão de entregar a vice-liderança do Governo deve surpreender Paulo Taques. Ao , o chefe da Casa Civil disse que pretende chamar Leonardo para ouvir a explicação sobre seu posicionamento na votação da Mensagem 45. “O objetivo da conversa não é fazer cobranças ou enquadrá-lo. Preciso compreender suas razões de ter votado contra o Governo para realinhar nossa atuação”, pontuou. 

Além de Leonardo, o deputado estadual do PSD, Wagner Ramos, também votou contra o Executivo. Entretanto,  Fávaro  afirma que os correligionários não sofrerão nenhum tipo de retaliação na organização partidária e que está trabalhando para convencê-los da necessidade de manter a base governista unida também nos momentos de dificuldade. “Governo é Governo e base é base. Então, vamos em frente”, completou

A bancada do PSD na Assembleia conta com seis integrantes. Gilmar Fabris, Zé Domingos Fraga e Ondanir Bortolini, o Nininho, não contrariam as expectativas e votaram favoráveis à mensagem do Executivo. Já Pedro Satélite se  ausentou da sessão. 

Ainda existe a expectativa que os dois social-democratas revejam os posicionamentos e votem favoráveis ao Governo na  sessão extraordinária da próxima segunda (27), quando a Mensagem 45 será apreciada em 2ª votação. A reversão dos votos garante placar mais favorável ao Executivo que conseguiu aprová-la em primeiro turno por 12 votos a 10.   

Deputados concluirão a votação da RGA em sessão extraordinária na 2ª

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Comentários (12)

  • ANTONIETA /CÁCERES | Sexta-Feira, 24 de Junho de 2016, 11h26
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    O POVO JÁ ESTA CANSADO DE TANTA POLITICAGEM E OPORTUNISMO.GOSTARIA DE FAZER UMA PERGUNTA AO DEPUTADO LEONARDO SEU IRMÃO ENTREGARÁ TAMBÉM A FUNÇÃO DE SECRETÁRIO ADJUNTO INDICADO PELO SENHOR? POIS ISSO SIM SERIA SER COERENTE,É MUITO FÁCIL JOGAR A CULPA NOS OUTROS DEPUTADOS,MAS E O SEU DEVER DE CASA NOBRE DEPUTADO SERÁ QUE O SENHOR ESTA FAZENDO? ATÉ AGORA EM CÁCERES POR SUA AÇÃO SÓ ESTAMOS VENDO FESTA E POLITICAGEM,BASE É BASE NOS MOMENTOS BONS E NOS RUINS TÁMBEM POIS É FACIL FALAR PARA O POVO QUE NÃO CONCORDA COM O GOVERNO PEDRO TAQUES MAS CONTINUA COM SEUS GRUPO OCUPANDO VÁRIOS CARGOS NO GOVERNO,SEMA ,AGRICULTURA E OUTROS ,UMA VERGONHA PARA O POVO DE CÁCERES.

  • Luiz Mário | Sexta-Feira, 24 de Junho de 2016, 10h58
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    Muito bem... A pergunta agora é a seguinte: seu irmão vai enregar o cargo de secretário adjunto? Os indicados por ele vão entregar os cargos? DUVIDO........

  • Raphaela | Sexta-Feira, 24 de Junho de 2016, 09h35
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    Único da base do governo que é coerente. Parabéns

  • Gilstinho | Sexta-Feira, 24 de Junho de 2016, 09h16
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    Parabéns ao Deputado Leonardo. O Pedro Taques já declarou que não visa mais eleição a cargo politico e sim a segurar um bom futuro as gerações de MT.Para um bom entendedor, ele declara que não precisa mais dos votos nas urnas , dos eleitores. Já os Deputados, de carreira precisa e lembramos as vossas senhorias, cada servidores tem em sua casa cerca de três votos, votos estes que Pedro Taques não valoriza. Então que segui o Pedro Taques vai afundar politicamente falando.

  • Ricardo | Sexta-Feira, 24 de Junho de 2016, 08h09
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    Atendendo ao pedido do comentário da SERVIDORA podemos dizer que está atitude é de ditador.

  • Davi Cáceres | Quinta-Feira, 23 de Junho de 2016, 23h56
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    Parabéns Dep Leonardo pela coerência. Nós servidores estaduais faremos campanha gratuita contra Francis em Cáceres em retaliação ao descaso do seu partido (PSDB) contra todas as categorias. Como prefeito de uma importante cidade como Cáceres, que vive as custas dos servidores estaduais deveria ter intermediado uma solução, mas preferiu achacar os manifestantes.

  • Davi Cáceres | Quinta-Feira, 23 de Junho de 2016, 23h53
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    Parabéns Dep Leonardo pela coerência. Nós servidores estaduais faremos campanha gratuita contra Francis em Cáceres em retaliação ao descaso do seu partido (PSDB) contra todas as categorias.

  • servidora | Quinta-Feira, 23 de Junho de 2016, 22h21
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    Parabéns Deputado agiu com coerência, não estamos reivindicando aumento apenas direito previsto em Lei , infelizmente estamos sendo taxados de baderneiros , agora que nome se dá a um governador que usa dois pesos e duas medidas para tratar os servidores que trabalham para manter este Estado???? alguma sugestão??

  • Guiomar | Quinta-Feira, 23 de Junho de 2016, 20h04
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    Graças a Deus Leonardo acordou gente desceu do muro Parabéns doutor honra o teu povo e a tua terra e não nos decepcione.

  • Myriam | Quinta-Feira, 23 de Junho de 2016, 19h51
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    Parabens dr leonardo vc escolheu o lado certo vc foi eleito por nos. E nao e certo nos trair. O governador encerra sua carreira politica assim que acabar seu mandato. Se antes nao for cassado.e vc tem um futuro lindo desde que haja sempre afavor dos seus eleitores.

| 23/06/2016, 06h:37 - Atualizado: 23/06/2016, 06h:45

A condição de igualdade na canoagem

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Maria Rita Uemura

Imagine a seguinte situação: você sofre um acidente que afeta a coluna e passa a depender de uma cadeira de rodas para a locomoção. Tudo o que era feito com total independência, passa a necessitar da ajuda das pessoas mais próximas.

Ajuda para um banho ou trocar a roupa do próprio filho, deslocamentos de carro ou de ônibus. Amigos se afastando como se a nova condição fosse contagiosa. Dificuldade para exercer a profissão por conta do ambiente de trabalho nada amigável, sem banheiro para deficientes e etc.

Com o tempo, você é capaz de se adequar. Adapta a casa com rampas, alarga algumas portas para a cadeira passar. Coloca a mesa de jantar numa altura mais cômoda. Barras no banheiro te facilitam o banho com total autonomia.

O chefe organiza o escritório para te receber adequadamente. Você aprende, fica criativo e percebe até que era mais limitado na maneira de conceber as coisas antes do acidente.

Mas nem tudo com o tempo vai mudar. Muitos amigos o tempo mostra que não eram realmente amigos. As pessoas nas ruas continuam a te olhar com estranheza e achando que a deficiência é uma doença contagiosa. Aliás, o simples olhar delas de cima para baixo por conta da cadeira já cria uma certa barreira. Fora do ambiente controlado a vida do cadeirante brasileiro é um caos.

O meio fio das esquinas quase não tem rampa e quando tem é muito fácil achar um motorista que estacionou bem em frente a ela. Muitos restaurantes, bares e outras opções de entretenimentos simplesmente não enxergam que você existe. Sim, apesar de uma pessoa na cadeira de rodas ser difícil de ignorar ainda há muita gente que nem percebe que coabita com planeta com elas. Colocou-se no lugar de um deles? Difícil né?

Acredito que um dos únicos espaços onde os cadeirantes se sentem estar em condição de igualdade é na água, dentro de um caiaque. Pois a liberdade de movimentos é a mesma. O desempenho do praticante está diretamente ligado a habilidade de remar e a capacidade física do tronco e dos braços do atleta.

A canoagem, ou melhor a paracanoagem, além de atividade física em si que propicia melhor qualidade de vida, eleva horrores a auto estima do praticante. Todos estão no mesmo nível e com a própria capacidade e autonomia pode se deslocar para o mesmo lugar com autonomia total. Neste ambiente cria-se um clima muito favorável para diminuir o preconceito que os cadeirantes enfrentam. 

Neste último Ultramacho inauguramos uma nova modalidade dentro da prova multiesportiva: o quarteto inclusivo. Nele quatro atletas sendo um deles uma Pessoa com Deficiência (PcD) que realizam o mesmo trajeto dos demais.

Sem mimimi e com o apoio da equipe para transpor os obstáculos naturais em trilhas e rios, os atletas deram um show aos demais competidores.

Mostraram que as barreiras podem ser transpostas e que a deficiência muitas vezes está em quem a enxerga. Todos somos iguais, somos humanos e capazes, basta incluir, dar oportunidade e se deslumbrar com esses humanos mais que especiais!

Maria Rita Ferreira Uemura é jornalista, empresária, diretora da empresa de eventos de aventura ULTRAMACHO e escreve exclusivamente toda quinta-feira neste Blog (www.ULTRAMACHO.com.br) - e-mail: ferreirauemura@gmail.com

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MUDANÇA IDEOLÓGICA | 22/06/2016, 17h:14 - Atualizado: 22/06/2016, 17h:24

Após militar no PT e apoiar Dilma, Serys tenta mudar imagem e quer nova eleição


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 Serys rejeita a tese de golpe, quer nova eleição no país e afirma que o impeachment é constitucional

Após militar por décadas no Partido dos Trabalhadores (PT), a ex-senadora Serys Slhessarenko (PRB), pré-candidata à prefeitura de Cuiabá, faz questão de se desvincular da imagem associada à sigla. Ela reforça que é “republicana” e seu vínculo é com o PRB, partido ao qual se filiou ano passado. Atualmente, Serys nem mesmo mantém posição de defesa para a presidente Dilma Rousseff (PT), pra quem fez campanha em 2014, e se manifesta a favor de uma nova eleição no país.

Serys rejeita a tese de golpe e afirma que o impeachment é um processo constitucional. Ela prefere ainda não emitir opinião a respeito das denúncias que pesam contra Dilma e diz que o processo será julgado pelo Senado e pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Sobre a legitimidade do governo de Michel Temer (PMDB), presidente interino, a ex-senadora alega que é o que diz a Constituição, portanto, ele está legalmente ocupando o cargo que lhe cabe como vice. Porém, adianta que para fazer a análise da dobradinha PT e PMDB que há anos vem ocorrendo, o melhor seria uma nova eleição. “Diante do contexto das trapalhadas, o ideal seria a cassação da chapa no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). É difícil ver diferença. O Brasil precisa do resgate da credibilidade da política neste país. A alta estima do povo é necessária para que o país dê certo”, afirma em entrevista ao .

Apesar de defender a nova eleição, Serys admite que não sabe se um novo Governo será melhor ou pior, mas acredita que, ao menos, a população terá uma nova chance de ir às urnas e fazer as escolhas que entender melhor. 

 Serys ressalta que o PT começou a "patinar" no começo do escândalo do Mensalão em 2005 e diz que se desfiliou porque percebeu que tinha muita coisa errada acontecendo na agremiação partidária. Porém, ela faz a ressalva de que existem pessoas sérias no PT, destaca a militância em Mato Grosso, mas reforça que, mesmo sem mensurar todas as irregularidades na sigla, resolveu deixar o partido, que já havia tentado expulsá-la por duas vezes. 

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Comentários (3)

  • Brasília Martins Santana | Sexta-Feira, 24 de Junho de 2016, 17h11
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    Decepcionada!É assim que me sinto em relação a senhora após ler seus comentários. Professora, após ouvirmos o áudio do Romero Juca´, Renan e Sarn ey não paira nenhuma dúvida que o que rege o Brasil hoje,É GOLPE. Em relação ao PT a senhora tem todo o direito de e sentir magoada, porém, como mulher conhecedora dos meandros da política, eu não posso concordar que a senhora apoie a situação que aí está. Sempre fui eleitora da senhora, de agora em diante vou procurar acompanhá-la mais de perto, caso não aja mudança de postura da sua parte, só lamento, mas não mais serei. Ainda continuo acreditando em sua honestidade.

  • ozeas lima veras | Quinta-Feira, 23 de Junho de 2016, 13h50
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    DIGNÍSSIMA SENADORA SERYS Quem tem na sua história de vida pública, um currículo farto de serviços prestados à sociedade, com honradez, decência, respeito e zelo com a coisa pública, além de contribuições imensuráveis ao Estado brasileiro (criação da Lei da "Delação Premiada"), neste país, a meu ver, merece nosso respeito! Ainda. Se após a sua longa trajetória política, tendo que transitar nesse meio doentio que passamos a conhecer pós "LAVAJATO", fores capaz de levantar-se e afirmar que não tem contas a prestar com a justiça, saibas que és digna de honrarias e admiração e tens a minha oferta de amizade e apoio nos próximos projetos políticos em que estiveres.

  • dito | Quinta-Feira, 23 de Junho de 2016, 08h53
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    quem te viu e quem ti ve serys nossa ate chora, para quem foi do pv pmdb, pt e agora prb, minha nossa e vem falar que nao tem saudades desse partido mesquinho do pt aposenta vai cuidar da vida abre olho povo

Sinop | 22/06/2016, 10h:56 - Atualizado: 22/06/2016, 10h:58

Deputado se diz surpreso com racha do irmão e reafirma apoio a nome do PSDB


de Sinop

O  presidente do DEM em Mato Grosso, deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), se disse surpreso com a notícia da derrocada de seu irmão Dilceu Dal Bosco (PSDB) da aliança PSDB/DEM para apoiar a pré-candidatura de Dalton Martini (PP). Diante disso, o democrata garantiu que segue ao lado dos tucanos, que tem como pré-candidato o vereador Fernando Assunção (PSDB).

Dilceu apoia a pré-candidatura de Dalton e grupo do PSDB "racha"

Dilmar Dal Bosco disse que ficou sabendo da decisão do irmão pela imprensa, pois há mais de um mês não se reúne pessoalmente com Dilceu. “Fernando Assunção (...) concentra todas as autoridades políticas dos partidos citados em torno do seu nome, tendo como único dissidente o ex-deputado estadual Dilceu Dal Bosco”, diz trecho de nota enviada por Dilmar.

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dilceu e dilmar dal bosco.jpg

Irmãos Dilceu e Dilmar Dal Bosco devem caminhar em lados opostos na eleição deste ano em Sinop

Racha tucano

Em setembro do ano passado, Dilceu anunciou sua saída do DEM para retornar ao PSDB, o objetivo era uma pré-candidatura a prefeito, que foi frustrada por problemas de saúde. Ao comunicar seu recuo da disputa eleitoral, o ex-deputado chegou a afirmar que contribuiria com o grupo.

Com a ascensão de Dalton Martini, o tucano se manifestou a favor da terceira via. “Entendemos que essa terceira via é mais interessante para Sinop”.

A decisão expôs o racha entre os tucanos, já que, além de Dilceu, seguem em apoio ao PP o ex-prefeito de Sinop Antônio Contini (PSDB), o ex-secretário do Saúde Mauri Rodrigues (PP), o advogado Claudio Alves (DEM), e o ex-prefeito Adenir Barbosa (PP). 

Com isso, os irmãos Dal Bosco mantêm aliados com os três principais pré-candidatos em Sinop, porque enquanto Dilmar segue na aliança PSDB/DEM e Dilceu apoiará o PP, o empresário Billy Dal Bosco é pré-candidato a vereador pelo PR, que terá como cabeça de chapa a vice-prefeita Rosana Martinelli (PR), com aval do prefeito Juarez Costa (PMDB).

Nota de esclarecimento 

Em resposta a nota “Leitão racha oposição em Sinop”, publicada pelo site RDNews, e  matéria publicada posteriormente pelo mesmo site com o título: “Dilceu anuncia apoio à pré-candidatura de Dalton e grupo do PSDB racha”, o presidente do partido Democratas Mato Grosso, deputado estadual Dilmar Dal’ Bosco, traz a público a verdade dos fatos:

01 – O vereador Fernando Assunção, escolhido como pré-candidato pelo grupo PSDB/DEM, cuja aliança histórica já se consolidou como a única oposição ao PMDB de Sinop (liderado pelo prefeito Juarez Costa), concentra todas as autoridades políticas dos partidos citados em torno do seu nome, tendo como único dissidente o ex-deputado estadual Dilceu Dal’ Bosco;

02 – As alianças em torno da candidatura de Fernando Assunção estão fortalecidas em nível federal e estadual, sendo que serão repetidas em vários municípios de Mato Grosso.

03 - Neste cenário, foi surpreendido com a notícia da derrocada de seu irmão da aliança PSDB/DEM, assim como do apoio manifestado a candidatura de Dalton Martini (PP). Ressalta ainda que tomou ciência da situação por meio da imprensa, uma vez que os dois não mantiveram contato nesse final de semana e estão há mais de um mês sem se encontrar pessoalmente devido a divergências de agenda.

04 - Por final, destaca que em nenhum momento posicionou-se favorável a pré-candidatura do empresário Dalton Martini (PP) em Sinop, e que manterá sua palavra e compromisso com o vereador Fernando Assunção.

Deputado Dilmar Dal Bosco

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Comentários (1)

  • marcos | Quarta-Feira, 22 de Junho de 2016, 14h04
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    Esses irmaos metralhas acham que o povo é bobó cheira cheira, cada um estás apoiando uma candidatura diferente, alguem tem que ter um cargo para negociar para os outros.

| 22/06/2016, 09h:27 - Atualizado: 22/06/2016, 09h:37

Cirurgia de nariz é 6ª mais pedida no Brasil

benedito figueiredo cirurgiao

Benedito Figueiredo

Quando olhamos no espelho em geral a primeira parte do rosto que vislumbramos é o nariz que, dependendo do formato, contribui para a harmonia ou desarmonia do rosto. Por isso, muitas pessoas buscam o cirurgião plástico para fazer a rinoplastia, ou seja, a cirurgia para remodelar o nariz. Essa já é a 6ª cirurgia plástica mais pedida no Brasil, conforme pesquisa de 2013 da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Com a  rinoplastia é possível aumentar ou diminuir o nariz, arrebitar a ponta, afinar as asas nasais e, por fim, aquela saliência óssea conhecida como "nariz de tucano", fazendo a raspagem e o fratura do nariz que é feita para compensar a raspagem óssea, que diminui a massa óssea do local, estimulando a formação óssea e para afinar o nariz de pessoas que têm a base muito larga. Quem sofreu alguma fratura prévia, que deixou o nariz torto, também pode precisar da fratura nasal para ajustá-lo.

Em alguns casos é feita também a retirada de parte dos cornetos nasais, a popular carne esponjosa, que costuma aumentar na presença de alergias, como a rinite. A rinoplastia é indicada a partir dos 15 anos de idade, quando a formação óssea da face já está concluída.

Pode ser feita a técnica fechada, com pequena incisão na parte interna do nariz indicada para pequenas intervenções estéticas. E também a técnica aberta que é mais indicada nos casos em que há a necessidade de grandes alterações na ponta do nariz com corte na parte interna e também na base do nariz. Tanto um como o outro a cicatriz é interna e não aparente.

Seja qual for a técnica, a rinoplastia exige qualificação do profissional para que o resultado seja o esperado pelo paciente.

A cirurgia é como qualquer outra. O paciente precisa de exames de imagem, passar pelos testes de risco cirúrgico(avaliação cardiológica, dosagem de sódio, potássio, ureia e creatinina e coagulograma), pois o procedimento é feito com anestesia em centro cirúrgico e o paciente deve estar em jejum há pelo menos 8 horas. O paciente pode ficar internado por um período de 12 a 24 horas.

A rinoplastia pode ser realizada com a correção do septo nasal e a turbinectomia( retirada de carne esponjosa). Neste caso, é recomendado que a cirurgia seja realizada pelo cirurgião plástico e o otorrinolaringologista.

Após o procedimento pode ocorrer sangramento e dificuldade respiratória no pós-operatório e há riscos de infecção. O paciente sai com um plástico enrijecido para que o nariz fique imóvel por mais tempo. Este plástico também se molda de maneira mais eficiente ao nariz e pode ser molhado. Os curativos são mantidos por 15 dias, sendo sete dias com plástico enrijecido e sete somente com fita adesiva porosa. Os tampões internos, quando necessários, ficam por um dia.

A alimentação deve ser mais pastosa por 7 dias para evitar mastigação mais forte e o repouso também. Exercícios físicos são recomendados por dois a três meses. A dor é tratada com analgésicos e a posição ao dormir barriga para cima e cabeça elevada com travesseiros. Deve ser evitado assuar o nariz.

Os resultados já podem começar a serem  vistos com 30 dias, mas o resultado final somente será visto de 6 a 1 ano. Em caso do resultado não ser perfeito, é possível uma intervenção secundária para corrigir a cirurgia.

Benedito Figueiredo Junior é cirurgião plástico na Angiodermoplastic - drbeneplastica@gmail.com

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| 22/06/2016, 08h:33 - Atualizado: 22/06/2016, 08h:59

A ciência e o perdão

nestor fidelis texto interno e capa

Nestor Fernandes Fidelis

Há pessoas ligadas à ciência que rechaçam qualquer pensamento, conduta ou escolhas que estejam arrimadas na crença, ou certeza, da existência de Deus e de seu labor constante e influente em todas coisas e para com todos os seres.

Por outro lado, existem aqueles que se apegam tão fanaticamente aos seus ideais religiosos que deixam de perceber a importância das conquistas científicas, inclusive as que cada vez mais comprovam as teorias trazidas pelos textos ditos sagrados, demonstrando, também, que estamos envoltos num mar de energias que nos interligam a todos, independentemente de assumirmos uma religião definitiva ou não.

Na semana passada, o portal jornalístico na internet Veja.com apresentou uma matéria interessante sobre uma questão comportamental e muito trabalhada por diversas religiões, sob o enfoque da científico-moderno, merecendo, por isso, nossa atenção.

A manchete é muito sugestiva: “Perdoar faz (muito) bem à saúde”. Segundo a reportagem, um estudo publicado recentemente no boletim científico “Psychology Journal of Health” comprova que as pessoas que conseguem perdoar seus próprios equívocos, e também perdoar aos outros, logram se proteger dos malefícios do stress.

E pelo que informa a revista Time, a mais tradicional do mundo ocidental, estudiosos da Luther College e da Universidade da Califórnia, ambas norte-americanas, recolherem 148 questionários que foram entregues para jovens adultos para avaliarem o nível de stress de cada um em suas vidas, bem como a aptidão para perdoar e sua relação com a saúde física e mental.

A conclusão foi fantástica. Embora todos relatassem as experiências-desafio que lhes ensejaram alcançar altos níveis de stress, “entre os indulgentes os problemas físicos e mentais decorrentes da vida estressante desapareciam. Exatamente. Desapareciam”.

Por conseguinte, também restou comprovado que as pessoas que não conseguem perdoar, ou que sofrem mais para perdoar a si mesmas ou a outrem, sentem um peso emocional que, somatizado, gera problemas físicos maiores em comparação àqueles menores efeitos pelos quais passam quem perdoam com mais facilidade.

O principal pesquisador deste tema, o professor de psicologia Loren Toussaint, também concluiu: que as pessoas que já desenvolveram a virtude chamada “tolerância” tem mais habilidade para lidar com as adversidades da vida ou ter uma atitude mais proativa e suave perante os desafios; e que é plenamente possível aprender a perdoar, trabalhando-se intimamente ou em sessões de terapia.

Claro que o mencionado estudo não faz referência alguma a uma religião, mas a ação de quem perdoa é uma conduta de religiosidade incontestável. Aliás, o trabalho científico em alusão nos remete, naturalmente, a alguns dos convites de Jesus, como aquele que nos chama a perdoar setenta vezes sete vezes; aquele que nos convoca a não julgar para não sermos julgados; ou quando nos chama a ir até Ele, tomar sobre nós o seu direcionamento - as Leis Divinas -e aprender com Ele (inclusive a perdoar), tornando suave o fardo.

Ora, é justamente isso que a ciência está ratificando. Qualquer peso, qualquer dor ou sofrimento se torna menos estressante se nos entregamos àquilo que se encontra em nossas consciências. 

No mesmo sentido é a lição do Budismo ao estabelecer que perdoar também é quebrar o ciclo da vingança, exatamente em sintonia com a proposta cristã que nos concita, perante uma ofensa, a oferecer a outra face: a face do amor, da razão, do bom senso, da atitude de quem se trabalha para se tornar uma pessoa melhor e logra, com esforço perseverante e paciente, perdoar.

Enfim, o primeiro pressuposto para o perdão é a existência de uma mágoa, de uma dor, e só quem passa por ela sabe o quanto é desagradável vivenciar tal situação. Realmente, não é nada fácil perdoar a quem nos tenha agredido, da mesma forma que perdoar-se é desafiador.

Porém, a vida, essa professora das virtudes por excelência, nos faculta um dia de cada vez (e no meio uma noite de oração e alívio) para o exercício do perdão e da compaixão, tornando a vida mais leve e saudável, cabendo a cada um o dever de eleger entre o stress e a saúde, e se esta última for a opção, restará o caminho íntimo do empenho para vencer-se a si mesmo.

Nestor Fernandes Fidelis é advogado e escreve exclusivamente para este Blog toda quarta-feira - nestor@nestorfidelis.adv.br

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  • Kesia Barra-Garcense | Quarta-Feira, 22 de Junho de 2016, 09h01
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    Nestor, estou torcendo por sua seleção junto ao TRE. Você é competente e merece o cargo.

REFORMA | 21/06/2016, 17h:10 - Atualizado: 21/06/2016, 17h:21

DEM "engrossa" fila de partidos aliados que cobram abertura política de Taques


 

Marcos Lopes/ALMT

dilmar dal bosco.jpg

 Presidente do DEM-MT, Dilmar defende perfil político e momento de flexibilizar ações no Governo

Presidente do DEM em Mato Grosso, o deputado estadual Dilmar Dal Bosco também defende que a segunda etapa da reforma administrativa seja concretizada com a mudança de comando em algumas pastas para fortalecer a articulação política do Governo do Estado. Entretanto, nega que os democratas estejam exigindo cargos para permanecer na base aliada. 

“Não estamos cobrando nenhum cargo, mas se precisar de pessoas que tenham conhecimento técnico e político, o diretório estadual do DEM pode indicar. Só depende do governador Pedro Taques solicitar”, declarou.  

Dilmar também lembra que o DEM apoia o governador Pedro Taques (PSDB) desde as eleições de 2014 e avalia que a sigla contribuiu para vitória da coligação Coragem e Atitude Pra Mudar. Além disso, afirma que aceitou o acordo que o Governo teria perfil técnico, conforme o formato desejado pelo chefe do Executivo. 

  “Agora, o momento é de se discutir. Acredito que é hora de retirar um pouco do perfil técnico e fortalecer o político porque é preciso flexibilizar algumas ações de Governo”, completou. 

  Embora evite citar nomes, Dilmar ressalta que o DEM possui quadros experientes no cenário político do Estado. Como exemplos, cita os irmãos Jayme e Júlio Campos que já foram prefeitos de Várzea Grande, governadores e senadores. “O Governo precisa sim de uma presença de quem sabe lidar com  a Assembleia Legislativa, com os deputados federais. Podemos ajudar a fortalecer a articulação política para ajudar neste momento de dificuldades”, pontuou. 

Cotado para assumir a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), após a conclusão da segunda etapa da reforma administrativa, Dilmar nega qualquer conversação neste sentido. “Não tive nenhum convite. Fico feliz por meu nome ter sido citado talvez pela minha seriedade”, concluiu.   

 PSD e o PSB, que também  integram a base de sustentação, fazem coro na defesa de  mudanças no secretariado para fortalecer a interlocução política do Executivo. As siglas  seguem se  articulando  para assumir o comando de secretarias após a segunda etapa da reforma administrativa.

PSD e PSB cobram abertura política no secretariado do Governo Taques

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Comentários (2)

  • Carlos | Quarta-Feira, 22 de Junho de 2016, 07h06
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    Todos sabem para onde esse rio vai dar.

  • Semense | Quarta-Feira, 22 de Junho de 2016, 05h13
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    Este deputado na Sema é o fim do meio ambiente em Mato Grosso. As entidades ambientais e funcionários já disseram em outra oportunidade que não aceita este cidadão a frente do órgão ambiental. Basta recorrer a trajetória dele e ver como ele pensa a trata os assuntos da área ambiental.

| 21/06/2016, 11h:14 - Atualizado: 21/06/2016, 11h:19

O Rei Carlos Magno em Poconé?

leandro carvalho artigo 400

Leandro Carvalho

Aconteceu no último final de semana em Poconé a tradicional Cavalhada, um grande espetáculo que integra a Festa de São Benedito, juntamente com o baile dos cavaleiros, a dança dos Mascarados, a festa da Iluminação e ainda apresentações de diversos grupos de siriri e cururu. O evento tem o apoio da Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso.

Mas o que Poconé, em pleno século XXI, tem a ver com as conquistas do imperador Carlo Magno, mais de 1.200 anos depois de suas batalhas que ‘unificaram’ a Europa medieval?

Acredita-se que Charlemagne, ou Carlos Magno, nasceu em 742 em Jupille-sur-Meuse, França, e morreu 71 anos depois em 814. Foi um grande monarca, político habilidoso e guerreiro incansável. Seus feitos marcaram o mundo contemporâneo, entrando definitivamente para o imaginário europeu e além-mar.

É fascinante a forma com que as suas batalhas, juntamente com seus 'fiéis escudeiros', os doze pares de França, chegaram ao Brasil e constituíram parte fundamental da nossa formação. Carlos Magno na sua dimensão mítica já habitava o imaginário europeu, especialmente o ibérico, desde o século IX.

Os poemas épicos, as canções de gesta e os romances, descreviam com liberdade artística as batalhas contra os árabes na Península Ibérica e o ‘achamento’ do túmulo de São Tiago. A lenda cresceu e circulou por toda Europa, especialmente no caminho de Santiago, onde o vai-e-vem dos peregrinos assegurou a permanência e disseminação da lenda.

Estavam impregnados desse imaginário os ibéricos que aqui chegaram em mil e quinhentos. Nas fazendas e nos sertões que se abriam aos colonizadores, cantava-se estes romances como referência de coragem e bravura. A tradição oral se cristalizou em palavras escritas no século XIX quando a “A História de Carlos Magno e dos Doze Pares de França” se tornou o livro mais conhecido pelo ‘povo brasileiro do interior’, segundo o escritor e folclorista brasileiro Luís da Câmara Cascudo.

Ele dizia que “raríssima no sertão seria a casa sem ‘A História de Carlos Magno’, nas velhas edições portuguesas. Nenhum sertanejo ignorava as façanhas dos Pares ou a imponência do Imperador de barba florida. Em Currais Novos, um cego, cantando o agradecimento da esmola na feira, desejou-me coragem como Deus deu a Roldão”.

No século XX, alguns cordéis se tornaram célebres ao narrar estas estórias como “A Batalha de Oliveiros com Ferrabraz” e “A Prisão de Oliveiros”, do meu xará Leandro Gomes de Barros, grande cordelista brasileiro nascido em 1865,  “O Cavaleiro Roldão”, do também grande Antônio Eugênio da Silva, e “A História de Carlos Magno e dos Doze Pares de França”, de João Lopes Freire.

E assim, até hoje, continuamos correndo nas cavalhadas de norte a sul do país, como em Pirenópolis, Franca, São Luís do Paraitinga e nas Alagoas, onde cada cavaleiro veste uma faixa com um dos nomes dos doze pares. Em Poconé, sempre nesta época do ano, cavaleiros ricamente ornamentados representam os exércitos Mouros e Cristãos. São doze pares que entram na arena para travar batalhas ao som do repique da "caixa" e o tilintar dos guizos dos cavalos.

Espetáculos populares como a Cavalhada de Poconé deveriam ser vistos por todos os brasileiros ao menos uma vez na vida, tanto pela beleza como para fortalecer o sentido de identidade e pertencimento. A Cavalhada, e todo seu contexto, forma um espaço cultural criado por nosso próprio povo no qual é capaz de expressar, sem maiores deformações e imposições, aquilo que temos de mais nobre e especial.

Leandro Carvalho é secretário de Estado de Cultura

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| 21/06/2016, 06h:48 - Atualizado: 21/06/2016, 06h:56

Tempestade perfeita

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Olga Lustosa

Não há um modelo clássico de maldade que dure. O extremismo é eclético, elaborado estrategicamente nas suas teorias e ações com objetivo de causar mortes e furor, para instigar reações ainda mais violentas.

Pode ser a questão da homofobia, da falta de controle da venda de armas, questão política, étnica religião, ou falta desta. Pode-se dar o rótulo que quiser, mas o que precede o ato de violência é ódio e terror. Ademais, a brutalidade tem sido concebida para ser espetacular. 

Diante de tantas atitudes disfuncionais, fico a pensar quantos homens deverão morrer até que objetivamente o poder político tenha debelado as falsas bandeiras, os grupos ou lobos solitários que atacam nossos ideais de liberdade e confiança no ser humano.

Quando se lida com assassino ou história de assassinato, muitas pessoas, a maior parte do tempo, fala de um momento pavoroso, narra cenas cruéis, mas trata o fato como algo momentâneo. E não tem sido assim.  

As tragédias têm se repetido, aqui, nos Estados Unidos, na Inglaterra, em toda parte. O que significa é que vamos ter de viver com esses atos horríveis acontecendo o tempo todo, em todos os lugares. 

Não podemos esquecer que ao longo da história humana o mundo tem sido dividido em culturas, etnias, religiões e política. Esse tempero variado que deveria tornar o mundo um lugar interessante, não foi absorvido além das fronteiras da ignorância, então, matam-se homens em nome de revoluções religiosas e guerras.

Assim, instala-se a política da divisão e do medo, o que remonta aos acontecimentos violentos que vimos noticiar nos últimos dias.  

Proteção e segurança nunca há o bastante em lugar algum e isso faz o medo prosperar. Porém, a tempestade seria perfeita para nos mover em solidariedade contra o ódio pois, onde existe o ódio, encontramos divisão e ignorância e grupos de pessoas são demonizados pelo falso moralismo que cobre o rosto de homens dissimulados, cujos vícios a própria família desconhece.

Embora saibamos que a retórica tem consequências, não devemos nos manter insensíveis diante de acontecimentos brutais nem tampouco nos derreter com argumentos emocionais, ou ainda pior, banalizar os atos violentos cometidos em nome de preconceito de qualquer natureza.

O revés é que os melhores valores que podemos expressar são compaixão, solidariedade e colocar nossas convicções para trabalhar contra a violência e injustiça em todo lugar.

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olgaborgeslustosa@gmail.com e www.olgalustosa.com  

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Comentários (1)

  • Edval da Silva Campos | Terça-Feira, 21 de Junho de 2016, 08h44
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    É vdd, concordo em gênero, número e grau. É preciso haver mudanças de paradigmas ........bj.abraço.

enxugamento | 20/06/2016, 17h:46 - Atualizado: 20/06/2016, 18h:14

Reforma não atinge cota de indicações políticas de deputados da base aliada


 

Marcos Lopes

AL Servidores 3

Deputados estaduais que apoiaram Taques na campanha eleitoral indicaram 20 comissionados cada

A segunda etapa da reforma administrativa do Estado, que prevê a redução de gastos e o enxugamento da máquina, não reduzirá o número de cargos comissionados preenchidos por indicação dos 21 deputados estaduais que integram a base governista na Assembleia. Pelo acordo firmado no inicio da gestão do governador Pedro Taques (PSDB), cada parlamentar aliado tem direito a até 20 indicações. 

Os deputados estaduais que apoiaram Taques durante a campanha eleitoral em 2014 indicaram 20 comissionados cada. Os que passaram a compor a base governista somente após o início do mandato, conseguiram fazer apenas 10 indicações. 

Entretanto, o acerto entre Taques e os aliados contempla apenas cargos DGA-4 para baixo, excluindo secretários de Estado, adjuntos e coordenadores. Neste caso, os indicados políticos podem receber salários brutos que vão de R$ 1,75 mil a R$ 5 mil dependendo o cargo que ocupam.   

O líder do Governo Wilson Santos (PSDB) afirma que as movimentações para aprimorar a articulação política do Governo não resultarão na ampliação do número de indicados pelos deputados estaduais. Segundo o tucano, o assunto sequer foi debatido com Taques e os representantes do Executivo. “Todos entendem que o momento é de cortar gastos. O número de comissionados será reduzido, mas o acordo firmado no início da gestão continuará em vigor”, garantiu em entrevista ao

 Wilson ainda mantém na estrutura do Governo, o irmão Elias Santos, presidente da Companhia Mato-Grossense de Mineração (Metamat). O cunhado José Bussiki foi nomeado interino na Secretaria Estadual de Planejamento (Seplan) com o remanejamento de Marco Marrafon para pasta da Educação, mas o líder do Governo nega qualquer ingerência na escolha. “Não fui consultado pelo governador e nem quero opinar sobre esse assunto. Minha cota está preenchida e tenho o mesmo número de indicados que todos os deputados da base governista”, garantiu. 

A segunda etapa da reforma administrativa, que deve ser enviada à Assembleia nos próximos dias, prevê a extinção da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia (Secitec) e dos Gabinetes de Assuntos Estratégicos e Desenvolvimento Regional. Serão extintos 30 dos 57 fundos existentes em Mato Grosso.

Reforma prevê a extinção de gabinetes, secretaria e 30 fundos

 

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| 20/06/2016, 09h:03 - Atualizado: 20/06/2016, 09h:18

Antes de inovar, faça o óbvio

maria augusta artigo 400

Maria augusta Ribeiro

Todos desejamos inovar. E a corrida pela produção de conteúdo, produtos, ou da próxima grande ideia do milênio nos faz esquecer o básico: antes de inovar é necessário fazer o óbvio, certificar você.

Há alguns anos assumi um cargo numa empresa de consultoria. Não entendia nada sobre a área que iria trabalhar, mas a vontade de aprender era tão grande que na primeira semana mal conversava, apenas observava a rotina dos meus colegas, anotava minhas dúvidas, e prestava atenção nas atitudes dos líderes que ali circulavam.

Naquela época as conexões não eram tão boas quanto hoje, e em vez de perguntar ao Google o caminho era mais longo. Assim ia a bibliotecas, comprava livros sobre consultoria, e lia tudo o que encontrava. A oportunidade era grande e não podia desperdiçar aquela chance. O processo foi longo, exaustivo, e antes que pudesse propor algo novo, tinha que fazer o dever de casa e melhorar a própria rotina de trabalho.

Fazendo uma correlação com esta experiência, não adianta ser o melhor profissional em rede sociais se não interage com as pessoas e empresas que lhe contratarem. Precisamos de inspiração para inovar, mas necessitamos de bons exemplos para começar. Se assume uma postura de dono da verdade, já era! Jamais dará chance as pessoas de chegarem perto de você e tampouco aprenderem com você.

A vida moderna incentiva todos a sermos tecnológicos, digitais e inovadores, mas estamos perdendo a habilidade de fazer o básico: compartilhar. Somos cheios de diplomas, informados e conectados. Mas escassos de afetos, companheirismo e sensibilidade para entender o outro. Isso tudo é clichê, mas se encaixa perfeitamente no ambiente de trabalho e no nosso lar. Do profissional que limpa o chão da sua casa ao fundador de uma grande empresa, todos tiveram ajuda de alguém para chegar aonde estão. E inovação tem tudo a ver com colaboração.

Merecemos nossas posições no mercado de trabalho ou ao lado das pessoas que amamos, por meritocracia, já que primeiro conquistamos e depois inovamos. Afinal não adianta propor uma posição do Kama Sutra se você ainda nem beijou o pretendente. Se cerque de gente boa, com vontade de vencer e responsável. As vezes vale mais uma pessoa disposta a estar ao seu lado, do que alguém altamente qualificado que sequer tem seu superior  como inspiração.

Na posição de líder, não tem jeito: uma hora vamos errar e precisaremos ser humildes para reconhecer os erros, repensar atitudes e seguir em frente antes de ter a próxima grande ideia. Aprender é um processo contínuo, exaustivo e deve começar pelo óbvio: primeiro você aprende a ler, e depois escreve o livro.

Maria Augusta Ribeiro é  especialista em Netnografia e coordenadora de Comunicação da BPW América Latina - belicosa555@gmail.com

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| 20/06/2016, 08h:38 - Atualizado: 20/06/2016, 08h:58

"Mulheres laranjas" na política

lauro da mata artigo 400

Lauro José da Mata

O procurador regional eleitoral Douglas Fernandes recomendou aos promotores eleitorais de todo o Estado para que fiscalizem condutas vedadas, abuso de poder e mulheres "laranjas". A presente manifestação se aterá ao tema "Mulheres na Política" e desde já reconhecendo o acerto do procurador regional em, do alto da sua autoridade no processo eleitoral e experiência, não obstante sua juventude, inclusive pela forma bem incisiva que trouxe o tema. Presta ele um excelente serviço ao avanço político da sociedade e, especialmente às mulheres que precisam cada vez mais ocupar o espaço que lhes é de direito. Não porque os homens vão lhes fazer o favor de assim permitirem ou porque a lei fez a reserva de 30% de gênero.

Não se pode dizer que a maioria das mulheres que integram as chapas das candidaturas sejam mulheres "laranja", especialmente aquelas de cargos proporcionais (caso de vereadores no pleito de 2016). Ao contrário, vê-se, a cada eleição, mulheres se expondo no processo eleitoral, apesar das dificuldades de toda ordem desde o fato de que encontram-se em partidos cujas direções estão nas mãos de homens (nem todos com o espírito aberto à participação feminina) até aquelas  naturais da condição de mães, esposas, com duas ou três jornadas de trabalho.

Essa presença da mulher é ainda muito pequena. Por exemplo, na Câmara Federal, são apenas 52 de um total de 513 deputados. Como exemplo local na AL/MT conta-se apenas uma alma feminina num universo de 24 parlamentares estaduais (deputada Janaína Riva). Na Câmara de Várzea Grande parece só se conta uma vereadora (Mirian Pinheiro). Cuiabá, com 25 legisladores municipais, tem apenas a vereadora Lueci Ramos representando a bancada feminina - bancada do eu sozinha, a exemplo de sua colega de Várzea Grande. A exemplo da Assembleia, em Cuiabá não se tem nem 5% da presença de mulheres no Parlamento. Vinte prefeitas foram eleitas no Estado em 2012 de um total de 141 municípios.

A cada reflexão sobre o tema só se confirma o acerto do alerta do procurador regional eleitoral. E o que disse aquela autoridade? Segundo o que foi publicado, ele disse que "Normalmente temos muitos problemas com a cota de gênero nas chapas e a utilização de mulhres laranja. Normalmente colocam mulheres como candidatas só para preencher o número, mas ela acaba não participando da campanha, não presta contas, sofre muito prejuízo por causa disso. Então, queremos que os promotores fiscalizem efetivamente se essas mulheres vão concorrer, ou se são só laranja".

Esta é a previsão legal da Lei 9.504/97, com alteração introduzida pela Lei 12.034/2009 e que também consta da Resolução TSE 23.455/2015 que regula às eleições vindouras. Art. 10 - ... "§ 3o - Do número de vagas resultante das regras previstas neste artigo, cada partido ou coligação preencherá o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo. (Redação dada pela Lei nº 12.034, de 2009)".

A Resolução mencionada, no seu Artigo 20, parágrafo 5º, que se observe com rigor a regra, ou seja, o percentual de candidatos para cada sexo terá como base o número de candidaturas efetivamente requeridas pelo partido ou colicação, devendo ser observado até nos casos de vagas remanescentes ou de substituição. Não se poderá "fazer de conta" de mulheres inscritas.

As mulheres devem ficar atentas para não se prestarem ao papel de serem "laranjas" das organizações políticas e para atender interesses menos nobres e que estarão sob intensa fiscalização. Já se registrou casos como o de um determinado político numa cidade do interior que, candidato, registrou suas duas irmãs e estas, em licença prevista pela lei nada mais foram do que "cabos eleitorais" em sua campanha.

Lauro José da Mata é advogado em Cuiabá - advmata@hotmail.com

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QUEDA DE BRAÇO | 19/06/2016, 12h:14 - Atualizado: 19/06/2016, 12h:17

Taques aponta conotação partidária na greve e diz que "Fora Temer" é em Brasília


Gilberto Leite/Rdnews

Governador Pedro Taques no RDTV

 Não posso ser responsabilizado por ter sido o 1 governador a defender o afastamento da presidente

O governador Pedro Taques (PSDB) aponta conotação partidária na greve dos servidores do Estado que reivindicam o pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA) de 11,28%.  Afirma que alguns manifestantes   aproveitam a mobilização para gritar “Fora Temer” e “Volta Dilma” nas passeatas realizadas no Centro Político Administrativo (CPA). 

“Não posso ser responsabilizado por ter sido o primeiro governador a defender o afastamento da presidente Dilma Rousseff em razão da sua incompetência”, declarou em entrevista ao RDTV. (veja vídeo)  

Taques reconhece o direito constitucional à livre manifestação. Entretanto, afirma que os manifestantes devem atacar o presidente interino Michel Temer (PMDB) e defender o retorno da petista  Dilma à presidência da República nos atos que ocorrem em Brasília. 

De acordo com Taques, os manifestantes precisam entender que a decisão de afastar Dilma foi tomada pelo Congresso Nacional sem participação direta de nenhum governador. “Não posso ser responsabilidade porque a Câmara dos Deputados  e o Senado  tomaram a decisão de afastá-la”, completou. 

Além disso, Taques reclama que tem sido atacado pelo ranço político e ideológico dos petistas que participam do movimento pela RGA dos servidores do Estado. O governador ainda afirma que os militantes do PT o atacam por ser filiado ao PSDB, tentando responsabilizá-lo por estragos feitos no passado pelo governo federal.  

“A União, neste ano, já deixou de repassar a Mato Grosso 140 milhões. A União é caloteira e cobra juros absurdos”, reclamou Taques, se referindo ao atraso nos repasses do  Auxílio Financeiro de Apoio às Exportações (FEX)  e aos R$ 1,1 bilhão pagos em 2015 referentes à dívida pública. 

 LRF 

Em entrevista ao RDTV, Taques também reafirmou a proposta do Executivo que pretende pagar 6% da RGA em três parcelas. O pagamento dos outros 5,28% em 2017 está vinculado à redução do gasto com pessoal para os 49% do limite prudencial previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Atualmente, o gasto está em 50,20%.

A proposta foi encaminhada à Assembleia em forma de projeto de lei. Agora, o Governo conta com a base aliada formada por 21 deputados estaduais para garantir a aprovação da mensagem já rechaçada pelo Fórum Sindical. 

Além de defender o parcelamento da RGA, Taques garante não temer desgaste pelo posicionamento. “Como governador, não posso ser responsabilizado por querer cumprir a lei. Vou cumprir a LRF. Aliás,  nesta semana, o TCE aprovou nossas contas por unanimidade com algumas ressalvas, entre elas,  que nós estouramos a LRF”, concluiu. 

Confira, abaixo, a íntegra da entrevista: 

 

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Comentários (30)

  • wender alaor melo aguiar | Quarta-Feira, 22 de Junho de 2016, 07h57
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    essa greve tem que acabar

  • Marco | Terça-Feira, 21 de Junho de 2016, 20h46
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    O governo de MT teria que ter abrido o olho era na hora da Elaboração do Orçamento de 2016-2019 com previsão de gasto com pessoal + RGA para não comprometer o limite da LRF. No entanto, contrata servidores desordenadamente. Neste sentido, não precisa parecer TCE para avaliar o que aconteceu. É preciso, fazer cumprir a Lei do RGA primeiramente pagando os servidores integralmente conforme a Lei, pois o problema agora não é o dinheiro, não e a crise mundial e não é a crise do Brasil é rever os erros das contratações, investigação da Seduc. Portanto, se não fizer a lição de casa não adianta passa a bola para AL. Enfim, se não conseguir cumprir a LRF é um erro gravíssimo por parte do Gestor que em 1 ano e 5 meses passaram batidos no Balanço de 100 dias.

  • Marco Antonio de Almeida | Terça-Feira, 21 de Junho de 2016, 20h39
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    O governo de MT teria que ter abrido o olho era na hora da Elaboração do Orçamento de 2016-2019 com previsão de gasto com pessoal + RGA para não comprometer o limite da LRF. No entanto, contrata servidores desordenadamente. Neste sentido, não precisa parecer TCE para avaliar o que aconteceu. É preciso, fazer cumprir a Lei do RGA primeiramente pagando os servidores integralmente conforme a Lei, pois o problema agora não é o dinheiro, não e a crise mundial e não é a crise do Brasil é rever os erros das contratações, investigação da Seduc. Portanto, se não fizer a lição de casa não adianta passa a bola para AL. Enfim, se não conseguir cumprir a LRF é um erro gravíssimo por parte do Gestor que em 1 ano e 5 meses passaram batidos no Balanço de 100 dias.

  • Julio | Terça-Feira, 21 de Junho de 2016, 09h29
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    Dilma foi um DESASTRE por isso sou a favor do FORA DILMA FORA PT, entretanto, Taques cometeu os mesmos erros, CORRUPÇÃO NA SEDUC, investigação do abastecimento dos veículos do estado; contratação desordenada de servidores (polícia civil e militar; bombeiro) comprometendo os limites da LRF e provocando o calote premeditado da RGA, deixande de cumprir a lei e ofendendo a Lei de Responsabilidade Fiscal. Do ponto de vista político mandou o seu vice pro PSD pra tomar o partido do Riva, com isso Janaína Riva somou-se a Carlos Bezerra no PMDB - partido do atual Presidente da República, criando um mal estar com o partido de Temer. Sua obstinação em enfrentar os deputados, ao invés de ouvir suas reinvindicações criou um desentendimento entre Executivo e Legislativo; suas opções de calote da RGA; manutenção de privilégios em incentivos fiscais para o agronegócio, mal escolha de secretário de segurança pública deram origem a ataques do PCC na capital (pela primeira vez na história).

  • Felipe | Terça-Feira, 21 de Junho de 2016, 09h17
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    Oportunismo afirmar que a greve tem cunho político partidário, quando o governo mantem a desoneração do setor que obteve melhores resultados em MT: o agronegócio; quando o governado gasta 70 milhões em propaganda e falta bloqueadores de celular nos presídios; quando o Estado supera a arrecadação prevista e mesmo assim se nega a pagar pelo menos os 7% previstos na LOA para o RGA.

  • MARCOS | Segunda-Feira, 20 de Junho de 2016, 10h01
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    Realmente em Brasília é fora Temer, aqui tem que ser FORA TAQUES

  • Marcos Paulo | Segunda-Feira, 20 de Junho de 2016, 09h49
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    Corta o ponto dos grevistas, Governador!!! A população está com o Senhor!!! Servidores Públicos nao equivalem nem mesmo 1% dos seus eleitores!!!

  • flaviascicotti | Segunda-Feira, 20 de Junho de 2016, 09h10
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    Fora Temer é em todo país. Quer governo mais incompetente e recheado de investigados que o de Temer? Três ministros já caíram, senhor governador. Não continue defendendo essa corja, tirando foto ao lado de Temer e Aécio que fica feio

  • Celso | Segunda-Feira, 20 de Junho de 2016, 08h30
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    "Fora Temer" é em Brasília" e fora Taques é em MT!!! Taques não paga o RGA porque ele está de picuinha! Não há crise em MT, ele mesmo disse isso nos EUA, quando foi gastar nosso dinheiro lá!!!

  • TODEOLHO | Segunda-Feira, 20 de Junho de 2016, 08h13
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    Os que fomentam a greve são militantes do PT de Lula e Dilma, os dois ladrões que deixaram o Brasil nessa merda que está. Oportunistas de primeira hora que não querem ver os problemas pelos quais passa o nosso Estado. Vão trabalhar, que é o melhor a fazer. Se este fosse um país sério vocês já estavam na rua. Maldita estabilidade que criou essa corja de preguiçosos.

RUMO ÀS ELEIÇÕES | 19/06/2016, 10h:30 - Atualizado: 19/06/2016, 10h:49

PSD deve apoiar reeleições de Lucimar e Mauro e quer "brigar" por Rondonópolis

Sigla está disposta a apoiar aliados onde não tiver candidato e espera reciprocidade nas cidades em que encabeçar a chapa


 

Gilberto Leite

Carlos Fávaro

Fávaro vê perspectiva de lançar até 60 candidatos a prefeito em arco de aliança da base de Taques

Presidente do PSD em Mato Grosso, o vice-governador Carlos Fávaro afirma que a sigla deve apoiar a reeleição do prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) e da prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos (DEM) caso os gestores confirmem as pré-candidaturas. Em Rondonópolis, buscam viabilizar o vereador Ibrahim Zaher como alternativa à prefeitura. 

  Fávaro lembra que existe a orientação para o PSD, que tem perspectiva de apresentar até 60 candidatos a prefeito, trabalhar nos municípios pela unidade do arco de alianças que sustenta politicamente o governador Pedro Taques (PSDB).   “Seremos aliados em todos os municípios? Difícil. Temos é que ter maturidade para fazer o máximo possível pela manutenção da aliança. Em alguns lugares que não conseguirmos unificar os aliados, que possamos ter duas candidaturas com responsabilidade e fazendo o debate no campo de ideias. Passando a eleição, vamos nos juntar novamente e trabalhar pela sociedade”, declarou em entrevista ao

De acordo com Fávaro, o PSD está disposto a apoiar os aliados onde não apresentará pré-candidato a prefeito. Entretanto, lembra que a sigla espera reciprocidade nas cidades em que pretende encabeçar a chapa. “Temos 49 prefeitos do PSD, que são da base aliada do governador Pedro Taques. Alguns devem disputar a reeleição e acreditamos  na reciprocidade do apoio que garantiremos em diversos municípios. Em muitos, ofereceremos o vice e em outros disputaremos  só com a chapa de vereadores. Teremos um grande número de candidatos a prefeito e também queremos apoio”, completou o dirigente. 

Sobre Cuiabá, Fávaro diz que ainda não conversou com Mauro sobre o processo eleitoral. Garante, no entanto, que com a oficialização da pré-candidatura à reeleição, fará todo o esforço para conduzir o PSD à coligação do prefeito com objetivo de ajudá-lo a vencer as eleições. 

Mauro posterga decisão sobre reeleição e diz que será rigoroso na escolha do vice

 Em relação a Várzea Grande, Fávaro assegura que Lucimar terá apoio do PSD caso decida disputar a reeleição. Declara ainda que considera legítimo o vice-prefeito Arilson Arruda, que é do PSD, manter o diálogo com a oposição buscando se viabilizar como pré-candidato a prefeito enquanto a democrata não se posiciona sobre as eleições de outubro. 

Vice de Lucimar articula pré-candidatura a prefeito pela oposição e propõe renovação

“Já falei com o ex-senador Jayme Campos, com a prefeita Lucimar e com o vice Arilson. É legitimo ele pleitear a pré-candidatura. Porque em nenhum momento, dona Lucimar garantiu que é pré-candidata. Sendo pré-candidata, como está no mandato, o PSD e o próprio  Arilson entendem  que devem caminhar juntos”, pontuou Fávaro.

Rondonópolis 

Em Rondonópolis, Fávaro destaca a pré-candidatura de Ibrahim a prefeito. Segundo ele, a viabilidade já será discutida com líderes de partidos aliados como o deputado federal Adilton Sachetti (PSB), o vice-prefeito Rogério Salles (PSDB) e o próprio prefeito Percival Muniz (PPS) que tem sinalizado que não vai à reeleição.  “O vereador Ibrahim é uma grande revelação política, um jovem de bom caráter que tem muito a contribuir com a cidade. O PSD é muito forte em Rondonópolis, onde têm dois  deputados estaduais, um senador e quatro vereadores. Tem direito de pleitear candidatura a prefeito”, concluiu.  

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Comentários (2)

  • A VERDADE | Segunda-Feira, 20 de Junho de 2016, 15h51
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    Esse cara é uma piada. Pegou o espolio do RIVA e acha que é lider. Não tem um voto... kkkkkkkkkkk

  • MAURO SERGIO | Segunda-Feira, 20 de Junho de 2016, 12h40
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    POR ISSO QUE QUERIAM LEVAR O DEPUTADO VITORIO GALLI PARA LA PARA VENDER ELE EMBALADO EM PAPEL DE PRESENTE PARA O MAURO , ESTE PSD NÃO TEM NADINHA DE DIFERENTE DO ANTIGO.

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