Cuiabá, 30 de Março de 2015
  • Camila Cervantes

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  • Francis Amorim

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  • Gabriele Schimanoski

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  • Jacques Gosch

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  • Patrícia Sanches

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  • Talita Ormond

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  • Tarso Nunes

    Tarso Nunes

  • Valérya Próspero

    Valérya Próspero

ENQUETE | 18/05/2011, 21h:50 - Atualizado: 18/05/2011, 22h:07

Quem foi melhor prefeito para Cuiabá?

Quem foi o melhor dos últimos 5 prefeitos de Cuiabá?

   Está no ar uma nova enquete. A pergunta agora é a seguinte: "Na sua opinião, quem é ou foi o melhor dos 5 últimos prefeitos de Cuiabá?". O período vem de Dante de Oliveira (já falecido) até a gestão do petebista Chico Galindo, que assumiu a condição de titular com a renúncia, no ano passado, do tucano Wilson Santos, derrotado para governador. Então, dê o seu voto no alto da página do portal, do lado esquerdo. E comente aqui, logo abaixo, sobre o assunto.

     A enquete anterior recebeu 1.436 votos durante os 7 dias em que esteve no ar, com a pergunta "STF diz que casal homossexual é formador de uma família com os mesmos direitos e deveres de casal heterossexual. O que acha disso? A maioria (67,9% - 976 votos) se posicionou contra. Por outro lado, 26,5% disseram, através do voto, que estão de acordo. Veja abaixo o resultado completo

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Comentários (12)

  • Carlos | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2011, 15h42
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    penso que o melhor tenha sido o Dante, esteve o local certo na hora certa. Wilson não ruim, só foi penalizado pelos que o Odiavam, por questões puramente politiqueiras. já o Roberto fez sim tambem, porém quebrou a prefeitura. no mais, vamos aguardar os próximos capitulos.

  • Rose Santos | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 16h08
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    Sem duvida nenhuma Dante de Oliveira foi o melhor. O WS não foi t~ao ruim, mas a midia detonou com ele e aquilo que se diz toda hora acaba virando verdade.Agora a tal da Joelma dizer que Roberto França pagou salario em dia, Ta brincando né? O cara mais P. para mim é ele que foi péssimo prefeito e ainda tem coragem de falar mal dos outros. Eu teria vergonha.

  • sara reis | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 14h27
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    pelo que meus irmãos que residem em MT o melhor mesmo foi Frederico Campos HUMANO E DIGNO ECARATER IMBATÍVEL

  • Joelma | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 14h18
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    Para mim omelhoe prefeito sem dúvida foi o Roberto França,cuidava da aparencia da cidade,os postos de saúde,policlinicas,dentistas funcionavam bem,folha de pagamento era paga em dia e a cidade não tinha tantos buracos.

  • margarete | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 10h32
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    OS TRES ULTIMOS POR MAIS QUE NÃO TIVERAM GRANDE EXITO, NUNCA A CIDADE FICOU TÃO DEGRADANTE COMO NA GESTÃO DE WILSON 1ª GESTÃO ATÉ SAIR E GALINDO QUE EU NÃO SEI O PORQUE AINDA ESTÁ OCUPANDO O CARGO, PORQUE ESTE TA SACANEANDO, FAZENDO DE CUIABA A PIOR CIDADE DO BRASIL, ELE NÃO GOSTA DAQUI E QUER VER ESTE LUGAR HUMILHADO E DETONADO, APESAR DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS SEREM PARA O ANO, O POVO DEVERIA COLOCAR ELE PARA CORRER DAQUI, PORQUE QUEM VAI FICAR COM A PIOR PARTE É O POVO.

  • jota junior | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 09h46
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    Quem foi o melhor eu não sei, mas o pior é, disparado, esse atual chico galindo. Esse Cuiabá não merecia. Vai ser incompetente e sem noção lá em Prudente.....

  • orlando antunes | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 09h00
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    Roberto fez obras, mas não pagou funcionário. Dante foi o melhor na primeira gestão. Wilson também. Aliás, todos foram bem, quando na primeira gestão.

  • JOÃO DE DEUS | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 08h59
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    SE ANALISARMOS PELOS RESULTADOS DAS URNAS, O PIOR PREFEITO FOI ROBERTO FRANÇA, GOVERNOU CUIABÁ POR 8 ANOS E NÃO CONSEGUIU SE ELEGER PARA DEPUTADO ESTADUAL, O WILSON SANTOS TAMBÉM PERDEU UMA ELEIÇÃO, SÓ QUE FOI PARA GOVERNADOR TENDO COMO ADVERSÁRIO UM CANDIDATO APOIADO PELA MÁQUINA ESTADUAL, ESSA É A MINHA OPINIÃO!!!

  • luiz antonio | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 07h42
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    essa enquete poderia ser tambem de quem foi o pior prefeito, ai não teria pra ninguem... seria o pinoquio com certeza! mas desses que estão ai acho que roberto frança foi o melhor, o dante nem terminou o mandato e deixou o meireles na prefeitura cheia de problemas.

  • Carlos R. cardoso | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 07h02
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    Wilson Santos foi o menos ruim.

VÁRZEA GRANDE | 30/03/2015, 16h:58 - Atualizado: 03h atrás

A possibilidade de renunciar é zero, alega Walace sobre a situação política de VG

Defesa diz que não existem provas de compra de votos e caixa 2


O prefeito de Várzea Grande, Walace Guimarães (PMDB), nega a intenção de renunciar ao mandato, para evitar a cassação devido ao processo por suposta compra de votos e caixa 2 na campanha eleitoral de 2012. As alegações finais, elaboradas pelo advogado Elvis Klauk Júnior, foram protocoladas no Poder Judiciário hoje. “A possibilidade de renúncia é zero. As ilações não passam de falácias plantadas para desestabilizar a gestão. Tenho mandato legítimo, conquistado em eleição histórica e disputado voto a voto. Se quiserem me derrotar, esperem dois anos e venham para disputa”, declara em entrevista coletiva, realizada no Paço Couto Magalhães, na tarde desta segunda (30).

Walace afirma que a ação judicial interposta pelo DEM, que abriga o grupo político do ex-senador Jayme Campos, é uma tentativa de promover o “segundo turno” em Várzea Grande. O peemedebista também ressalta que os democratas desrespeitam a população, porque não aceitam a derrota e querem retomar o comando do Executivo a qualquer custo. “Parece criança que perde o doce e faz aquela choradeira. Quando perdi as eleições para o Murilo Domingos, aceitei o resultado e desejei boa sorte. Não sou apegado ao cargo, mas se querem me derrotar, disputem a eleição daqui a dois anos”.

Mário Okamura/Rdnews

walace-coletiva

Prefeito de VG Walace Guimarães ao lado do advogado Elvis Klauk Júnior diz que não vai renunciar

O advogado Elvis Klauk Júnior aproveitou para rebater as acusações sobre “gastos de campanha camuflados”, indicando que, apesar da prestação de contas no valor de R$ 1,4 milhão, o cruzamento de dados apontou gastos de R$ 4,3 milhões. Segundo o jurista, o processo tramita em “segredo de justiça” e os vazamentos de dados são ilegais. “Se não existisse o segredo de justiça, qualquer pessoa poderia comprovar que não existe relatada nos autos qualquer ilicitude do prefeito Walace. A advocacia na Justiça Eleitoral ensina a diferenciar as questões políticas das jurídicas e juridicamente não há nada de ilegal na conduta do meu cliente”, garante.

O processo contra Walace está sob responsabilidade do juiz eleitoral José Lindote. A tendência é que profira a decisão até 20 de abril. De acordo com Elvis, a ação ainda está em primeira instância e qualquer ilação sobre cassação do prefeito é precipitada. “Mesmo com condenação, ainda cabe recurso até no Superior Tribunal Eleitoral. O processo só acaba quando transitar em julgado”, conclui.

Contas de Governo

Walace protocolou, na última quinta (26), na Câmara Municipal, a defesa prévia referente às contas do Executivo, exercício 2013. O balanço recebeu parecer contrário à aprovação do Tribunal de Contas frente à existência de irregularidades consideradas gravíssimas, a exemplo de gastos com pessoal acima do limite constitucional e déficit financeiro e de execução orçamentária. O peemedebista considera que o Legislativo tem autonomia para julgar, mas lembra que as finanças de Várzea Grande apresentaram avanços significativos. “Espero que os vereadores considerem que as contas de gestão foram aprovadas pelo TCE”.

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| 30/03/2015, 16h:31 - Atualizado: 02h atrás

Um senador inexpressivo de MT que já começa ganhar espaço entre os notáveis


Pode-se dizer muita coisa do jovem senador José Medeiros, menos que ele seja do tipo que traz as opiniões na coleira. O conheço desde os bancos do Campus Universitário de Rondonópolis. Frequentamos a mesma sala em algumas disciplinas, nos anos 1990. Eu, no curso de Letras. Ele, de Matemática. Ali já se via, com posições convictas e coerentes, um rio-grandense do norte que chegara menino em Mato Grosso disposto a ocupar espaço. Ao mesmo tempo que fazia faculdade, passava no concurso para atuar como policial rodoviário federal. A militância política já corria na veia. Se filiou ao PPS. Virou presidente municipal. Concorreu, sem êxito, a deputado federal. Sob indicação de Percival Muniz, entrou na chapa de Pedro Taques ao Senado como primeiro-suplente, em 2010. Este ano torna-se senador com quatro anos de mandato pela frente.

Jefferson Rudy

jose medeiros

Em dois meses na cadeira de senador, José Medeiros (PPS) já presidiu sessão e fez vários pronunciamentos

No Congresso, para surpresa de muitos, Medeiros passou a marcar posição. Não falta a uma sessão. Fala grosso. Aos poucos, vai tirando dos céticos a pecha de inexpressivo. Sobe a tribuna com discurso afiado. É bom orador e está perdendo a timidez. Nesta segunda, por exemplo. disse que a coalizão de forças proposta pelo Executivo para tirar o país da crise somente será possível se houver confiança no governo. O problema, diz Medeiros, é que esta confiança está abalada pelas diversas frustrações geradas pelo próprio governo Dilma. Entende que houve quebra de confiança quando a petista anunciou diversos projetos e estes não saíram do papel ou não tiveram o resultado esperado. Como exemplos, ele citou o trem-bala e as mudanças no setor energético, o pré-sal, o programa da concessão de ferrovias, entre elas a Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), planejada para atravessar todo o Mato Grosso e garantir o escoamento da produção local pelo Oceano Pacífico.

Marcos Oliveira

jose medeiros blairo maggi

Assim como Blairo Maggi, José Medeiros tem base em...

Levanta problemáticas do país, especialmente de Mato Grosso. Se mostra aliado do governador Pedro Taques, sobre o qual discorre comentários acerca de feitos já realizados pela nova gestão. Já teve oportunidade de presidir a sessão do Senado. A ficha dele está caindo aos poucos. Trata-se de um sujeito simples que se torna autoridade carregando os traços da humildade. É honesto e trabalhador. Se abre ao diálogo com as lideranças e segmentos. Isso, na vída pública, deve ser elogiável. Em certo momento, Medeiros foi desprezado por Taques. Em outro, por Percival. Fingiu-se de morto. Deu a volta por isso e, nem por isso, carrega rusgas desses conflitos que quase eliminaram sua chance de ter estreado como senador.

Jefferson Rudy

jose medeiros wellington

...da mesma forma que o senador Wellington Fagundes

Em menos de dois meses de mandato, Medeiros já fez 11 pronunciamentos da tribuna. Apelou ao governo federal para atender as reivindicações sociais em MT e evitar bloqueio de rodovias, criticou a falta de infraestrutura logística, alertou para os entraves ao crescimento da indústria no Brasil, disparou sobre a crise na Petrobras, saiu em defesa da liberação do Fundo de Apoio às Exportações, forma de compensar perdas tributárias dos Estados exportadores, e reclamou da impossibilidade de parlamentar eleito em 2014, como é o seu caso, destinar recursos da Lei Orçamentária, ainda não aprovada, ao Estado de origem. Também se mostrou preocupado com a interdição de rodovia em MT por indígenas e conclamou à Funai por resolução. Cobrou pressa na apreciação do projeto de lei que institui o Fundo Nacional de Amparo a Mulheres Agredidas e defendeu a criação de universidade federal em Rondonópolis.

Ele pode encerrar o mandato daqui a quatro anos, entrando para a história como um dos que ocuparam cadeira de senador sem ter sido cabeça de chapa e sem o peso político de figuras que ocuparam outros mandatos, mas, por enquanto, está dando orgulho aqueles que acompanham a sua trajetória. Não se curva. Que a linha continue reta!

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| 30/03/2015, 11h:14 - Atualizado: 08h atrás

AL dá pontapé inicial em CPIs; missão é provar que não vão acabar em pizza


Maurício Barbant

Zé do Pátio

Deputado Zé do Pátio comanda CPI da Sonegação Fiscal. Instalação será hoje

Deputados estaduais dão o início aos trabalhos nas CPIs da Sonegação e do VLT, nesta segunda (30) e terça (31), respectivamente, com a árdua missão de reverter à imagem de que todas as investigações no Legislativo terminam em pizza. Vão investigar assuntos complexos e espinhosos que esbarram em interesses econômicos.

A de Sonegação e Renúncia Fiscal é investigação com o leque mais amplo e, justamente por isso, pode patinar. Ela nasce com o objetivo de apurar todo tipo de sonegação e, para tanto, terá até uma ouvidoria, utilizada para receber denúncias. Além disso, Zé do Pátio (Solidariedade), que vai comandar os trabalhos, já adiantou que pretende passar a limpo à concessão de incentivos fiscais no Estado.

A outra comissão, sob Oscar Bezerra (PSB), terá a missão de apurar as responsabilidades acerca do fiasco nas obras da Copa. Muitas não ficaram prontas e a maior parte das que foram entregues à população apresentam falhas graves.

 A situação mais preocupante se refere as intervenções referentes as intervenções relacionadas ao pacote de obras necessárias para a implantação do VLT. Todas as obras passaram por auditoria por meio da Controladoria. Os documentos devem ajudar a embasar os trabalhos no Parlamento. 

Outra situação que será alvo de investigação é gestão da Saúde e a administração feita pó OSSs nos hospitais estaduais. Neste caso, ainda não foi marcada data para a instalação dos trabalhos, que serão comandados por Leonardo Albuquerque (PDT).

Neste caso, o pedetista quer saber, especialmente, as motivações de atrasos nos repasses para os municípios, que foram regularizados por Pedro Taques (PDT), sucessor de Silval Barbosa (PMDB), e porque a gestão por meio de organizações sociais funcionou bem em cidades como Cáceres e Rondonópolis, mas foi um fiasco em outras como Alta Floresta, Colíder e Sinop, que estão com a gestão sob intervenção.

Histórico

Na legislatura passada, foram 6 CPIs, sendo que algumas patinaram e outras tiveram pouca efetividade. Os parlamentares  investigaram problemas na Saúde, que voltam a ser tema de investigação e a construção de pequenas hidrelétricas, a das PCHs. Também tramitaram as comissões da Telefonia Móvel, da Unemat e da Cooamat. A mais ineficiente foi a da Unemat que já nasceu morta. Já a do MT Saúde garantiu a revisão e a reestruturação do plano, mas o MT Saúde ainda é alvo de duras críticas.

A última foi a da Cooamat. O relatório foi apreciado em 6 de janeiro e foi encaminhado para investigação da Delegacia Especializada da Fazenda Pública Estadual (Defaz), Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público Estadual (MPE), Polícia Federal (PF) e Receita Federal. A Comissão investigou a suspeita de fraude e simulação de negócios na Cooperativa Agroindustrial de Mato Grosso (Cooamat), ligada ao empresário do agronegócio Eraí Maggi (PP).

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| 30/03/2015, 07h:35 - Atualizado: 30/03/2015, 07h:47

Amor

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Sandra Alves

Flávio Venturini e Jorge Vercilo compuseram a magnífica letra da música Fênix. Paralelo da lenda mística da fênix com o mais nobre sentimento, o Amor. As mais diversas etapas da vida conduzem por caminhos adjetivados por sentimentos. A confusão entre os sentidos físicos, os sentimentos, as escolhas da vida e as lendas mitológicas faz viajar em reflexões. 

Alguns dias, embora respirar seja uma necessidade vital, apesar da concentração de força para levar oxigênios aos pulmões, falta ar. Uma sensação de pressão sobre o peito faz sentir mais forte a batida do coração. A emoção incontida escapa do ser e se rompe na lágrima - marejar de olhos - e percorre de forma graciosa o rosto até chegar ao canto da boca. 

A saudade profunda de alguém. A dor de um sentimento porque este não pode se imortalizar no tempo. Contraponto ao êxtase de viver tanto amor. Quisera neste momento poder ser a Fênix mitológica, preparar a própria urna funerária com uma pira de ramos de canela, sálvia e mirra em cujas chamas morreria queimada. O pássaro que vive 500 anos, que transforma sua matéria em fogo até morrer. Mas renasce das cinzas. 

Alegoria da morte e do renascimento. A crença na ave lendária que renasce das próprias cinzas existiu em vários povos da Antiguidade como gregos, egípcios e chineses. Em todas as mitologias o significado é preservado: a perpetuação, a ressurreição, a esperança que nunca têm fim. 

Num encontro de pessoas com novos amigos, velhos amigos, alguns pais, outros filhos e tantos outros, é interessante observar o fenômeno do renascimento. Alguns momentos são permeados por uma intensa energia. Prova o reencontro de homem e mulher após duas décadas, dois casamentos, filhos e diversos acontecimentos até a separação, para, enfim, viver um amor no reencontro. Uma dezena de erros, caminhos e anos para o renascimento. 

Também a angústia nos olhos e no coração da mãe, que com a maturidade de tantos desafios enfrentados, anseia pelo reencontro de seu filho com um verdadeiro amor. Qual o caminho a seguir para encontrar a companheira que o auxilie na vida, no realinhamento das bases de uma família desfeita pela falta de afinidade dos cônjuges, constituída apenas no fulgor da paixão. 

Paixão! Os milhões de mensagens em apps, em qualquer horário do dia ou da noite, a necessidade do toque, do beijo, o frio no estômago, o arrepio na nuca, a inconveniência de mãos que se enlaçam sem limites. A Fênix em chamas traduz sutilmente o sentimento vivido eternamente. 

Eterno! Eterno o segundo que o adolescente sofre por amor; que os amigos falam sobre a devassidão das festas; que se concretiza a confiança quando o segredo é dividido com a mãe; na malandragem incentivada pelo pai; nos irmãos que se abraçam fraternamente; no pai, filho e neto em foto para a posteridade das gerações. Todos os desencontros necessários, cada morte da Fênix, para o renascimento no encontro destas pessoas.  

Quinhentos anos vividos pela Fênix, uma vida não se sabe de quantas possíveis na lenda. Todos os anos com intensa força, que lhe permitiu levar consigo fardos de grande peso e responsabilidade. Uma paixão, um amor, uma amizade, uma família, uma função social, um ciclo. 

A esperança nunca tem fim. Na paixão, na angústia, no encontro, na saudade, o desafio e a responsabilidade de ser Fênix. Na música diz o cantor: "Agoniza virgem Fênix// O amor!// entre cinzas, arco-íris// esplendor// por viver às juras// de satisfazer o ego mortal". Fogo, cinzas e renascer. Mais uma vez, a necessidade de respirar, o sentir bater o coração, a emoção, a lágrima a escorrer em todas essas situações...O amor!

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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Comentários (1)

  • Wilson Pereira | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 15h49
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    Oi, Sandra, se permite assim chama-la (no Brasil, considera-se mais o "dr", o ser fica em segundo plano), belo texto, às vezes, nós leitores simples mortais, sentimos falta de leituras como essa, que nos leve à reflexão, sobre o sentir, algo mais forte, incontrolável, o "amor". Parabéns!

| 29/03/2015, 20h:36 - Atualizado: 29/03/2015, 20h:58

Taques já coopta maioria e anula oposição na AL; enquanto adesistas entram, Zeca sai


O desafio está lançado: quem do grupo dos 13 ficará até o final da legislatura na oposição ao governo Pedro Taques, que detém o peso da caneta de um orçamento anual de R$ 13 bilhões. Provavelmente ninguém. Com menos de 100 dias de mandato, o governador já cooptou, de graça, a maioria. E isso porque agiu até com certo desprezo com os deputados aliados ao fechar as portas para indicação de cargos de primeiro escalão. Bastou uma boa conversa, diplomática e republicana, como diz o chefe do Executivo.

Nem Taques acreditava que poderia ser tão fácil reunir quase todos, governistas e “oposicionistas”, por mais que o histórico da relação entre os Poderes Executivo e Legislativo demonstre isso. Foi dessa forma com Júlio Campos no comando do Estado, com Carlos Bezerra, com Jayme Campos, com Dante de Oliveira, com Blairo Maggi e com Silval Barbosa. E com quem mais vier a ser governador.

Widson Maradona

pedro satelite

Pedro Satélite (PSD) é um dos eleitos pela oposição que viraram governistas de carteirinha, enquanto...

Quase todos deputados são adesistas por natureza.  Mesmo eleitos pela oposição, costumam recorrer ao vago discurso de que precisam da mão amiga do governo para emplacar reivindicações paroquiais. E, aos poucos, vão tomando chegada. Nas anotações entram cargos e outras contemplações. É audiência ali para encaminhar demanda, pedido aqui para nomear fulano e outro acolá para destravar processo em nome da boa relação.

Fiscalizar mesmo os atos do Executivo, (quase) nada. Por melhor e bem intencionado que seja o governador, sempre haverá o risco do excesso. O poder, como a prática tem demonstrado, na maioria das vezes, quando não seduz, corrompe. O que justifica a existência do Estado é o homem, quer na sua dimensão individual, quer na sua perspectiva coletiva e não o contrário, o que é, muitas vezes, confundido pelo chefe do Poder Executivo e seus auxiliares.

Não se nega a importância do Judiciário, do Ministério Público e de outros órgãos do controle do excesso praticado pelos governantes, mas o papel da oposição nesse sentido também é inegável e na maioria das vezes, preventiva. Deveria servir para cortar o mal pela cabeça. O debate com uma oposição forte é importante, pois, em face do que, ainda que não evite o mal, ao menos, pode amenizá-lo.

Mário Frieldlander

zeca viana

...Zeca Viana, do mesmo PDT do governador Pedro Taques, por causa de divergências, se torna opositor

Os adesistas já se declaram abertamente. Nem deram trégua de seis meses. Estão com Taques para o que der e vier Pedro Satélite e Gilmar Fabris (ambos do PSD), Ondanir Bortolini, o Nininho, Wagner Ramos e Emanuel Pinheiro (os três do PR), Dilmar Dal Bosco (DEM), Baiano Filho (PMDB) e Zé do Pátio (Solidariedade). Eles garantiram mandato fora do palanque do pedetista, mas encontram dificuldades para ser opor ao Executivo. Taques agradece. Deve contar com apoio de 21 dos 24 parlamentares.

O curioso é que enquanto a maioria está entrando, o deputado pedetista Zeca Viana arrumou as malas para sair, após divergências com o governador. Pode ser o único a levantar a voz como oposição a um governo que ele próprio ajudou a eleger. Então, ficará tudo em casa. Outros deputados, como Mauro Savi (PR) e Janaína Riva (PSD), vão fazer apenas críticas pontuais. Não passarão disso.

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Comentários (3)

  • Ilze | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 10h57
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    Por isso que há muito tempo, dou o meu desprezo a essa classe politica. Não conseguem fazer nada de novo, é o mesmo discurso de sempre que ainda pegam o desavisado eleitor ávido por achar um salvador da pátria.Para discursar eles são competentes, mas do discurso para a prática sempre existe uma distancia abissal.

  • Alexandre | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 10h24
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    o mesmo que a dilma fez cooptou... é arriscado, não é patrolamento é atropelamento mesmo...

  • ANTONIO CARLOS PINHEIRO | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 08h13
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    Como acreditar nos políticos? É por isso que o povo anda descontente com a classe

| 29/03/2015, 13h:01 - Atualizado: 29/03/2015, 13h:11

Autoengano político

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Marco Marrafon

A democracia vive de tensões. E as tensões são o fio condutor para o constante reconstruir das estruturas sociais e das instituições, levando ao desenvolvimento político saudável. No entanto, em um mundo de valores fragmentados, marcado pelas diferentes visões e modos de enxergar a realidade, é preciso maturidade para evitar o canto da sereia autoritária, seja no próprio Judiciário (os justiceiros estão a toda hora violando o devido processo legal, na tentativa de coibir ilegalidades a partir do cometimento de novas ilegalidades), seja no debate político. 

Uma democracia jovem precisa de tempo para que os cidadãos aprendam a viver com os conflitos e a respeitar o próximo. Do contrário, as sementes ditatoriais criarão raízes e florescerão. Analisando o contexto brasileiro atual, em que as lutas políticas vêm sendo marcadas por grave cegueira em relação ao direito à diferença (o que se nota nos discursos de ódio propalados de lado a lado), fiquei tentado a refletir sobre as raízes de tamanha intolerância.

Uma das explicações que nos ajudam a compreender esse quadro está na obra Auto-engano, de Eduardo Giannetti (São Paulo: Companhia das Letras, 1997). Nela, o autor procura responder uma instigante pergunta: como é possível que uma pessoa acredite nas mentiras que ela mesmo conta? 

A resposta surge a partir da investigação da arte do engano: impulsionados pela necessidade de sobreviver e reproduzir, o fenômeno do engano está presente no mundo natural (basta lembrar do mimetismo do camaleão), no social (pequenas mentiras inofensivas deixam a vida mais suave e evitam conflitos desnecessários) e até no individual, ou seja, a psique humana adota mecanismos de falseamento da realidade, aliviando o sentimento de culpa e tornando a vida mais colorida ante ao fato de sermos seres imperfeitos e cometermos erros. Este último revela o autoengano.

O autoengano, ensina Giannetti, não é um processo racional ou racionalizável, ele é involuntário e acontece quando o sujeito menos percebe. Também não diz respeito ao aspecto crítico ou questionador, mas antes à dogmática aceitação de convicções individuais como se fossem verdades absolutas. Daí a produção ensimesmada de sentidos: aquilo que para o sujeito pode ser a solução de todos os males do mundo, pode significar apenas uma idiotice para os outros. É o argumento do apaixonado que, de tão envolvido na causa (ou na pessoa), não consegue enxergar seus defeitos.

Mas por que é tão difícil mudar de opinião, mesmo quando há evidências de erro em seu próprio argumento? Como é possível que alguém continue acreditando em uma ideia pré-concebida ainda que haja fortes razões em sentido contrário? O fenômeno do autoengano se realiza na dinâmica entre três variáveis: desejo, conflito interno fomentado pelo sentimento de culpa e argumento salvador.

"O autoengano, ensina Giannetti, não é
um processo racional ou racionalizável,
ele é involuntário eacontece quando o
sujeito menos percebe", diz Marrafon

Um exemplo cotidiano pode explicar esse processo: quando se tem pressa, é comum que a pessoa sinta um súbito desejo de furar a fila (banco, correio etc.). Diante dessa situação, imediatamente seu aspecto racional, o lado apolíneo da psique humana, lhe causa um mal estar: furar a fila não é correto! Daí vem certo sentimento de culpa. Passo seguinte, em face do conflito “desejo X sentimento de culpa”, surge um argumento salvador, um motivo “superior” para justificar, naquele momento, a ação inadequada.

Mesmo sabendo que furar a fila não é correto, sempre se encontra um ou mais argumentos que dão “razão” para a atitude tomada, ainda que desrespeitando o direito do outro. Assim, por acreditar nesse novo argumento racional, a pessoa apaga o sentimento de ilicitude/inadequação do ato cometido, se autoenganando quanto à correção da ação realizada.

O mesmo ocorre com aqueles que bradam contra a corrupção e contra a classe política, mas forjam atestados médicos para faltar ao trabalho ou ainda tentam subornar policiais para não pagar multa. Esse fenômeno revela a parcialidade moral que pode atingir as ações humanas, parcialidade especialmente aguçada pela proximidade: maior valor é dado aos semelhantes (mesma classe social, mesmo sotaque, gíria, jeito de vestir), que recebem tratamento mais condescendente e perdão, enquanto que o estrangeiro, o diferente, é tratado de maneira mais dura, com maior exigência ética ou ainda desprezado. Deveres éticos para os outros, para os diferentes, não para mim e os meus – eis o lema fundamental da hipocrisia social.

 O agora é concebido como mais importante que o longo prazo, daí a dificuldade de se implantar uma consciência ambiental e de se planejar as políticas públicas, pois aquilo que não é imediato parece não ter valor ou importância. O autoengano revela aspectos individualistas – o eu centro do meu universo – que fazem sentido a partir da teoria dos círculos concêntricos. Essa teoria diz respeito aos códigos de identificação que posicionam o sujeito no mundo.

Quando perguntam “quem é você?”, a resposta expressa os códigos de identificação que te localizam perante a existência, perante o mundo, perante as demais pessoas. Começa pelo nome (indicativo de sua individualidade), passa pelo nome de família (te diferencia como parte de um primeiro agrupamento humano) e assim por diante: sua escola, sua religião, sua cidade natal e seu país são variáveis que te posicionam no mundo, impregnando sua condição existencial e, logo, sua subjetividade.  

Quanto mais códigos de identificação semelhantes, maior benevolência, afinidade e conforto. Quanto mais longe, mais fraco é o vínculo fraterno. Edgar Morin explica que desde um nível muito básico – o nível intracelular do ego computo – em que o sujeito não tem ainda a consciência de si, mas já trabalha com o código binário igual X diferente, é possível notar a existência de um código de sobrevivência em que o igual é protegido e o diferente aniquilado.  

 O ego cogito (o eu que pensa) também não escapa dessa lógica e ela é reproduzida nos vínculos de fraternidade. O diferente causa um certo estranhamento, por isso a cultura de viver em diversidade é tão difícil para o ser humano. O mesmo, o igual, traz uma simpatia “natural”, uma certa segurança, um certo conforto e isso influencia o julgamento. As pessoas mais inteligentes são aquelas que pensam como nós.

Oriundos da ação humana, o direito e a política não escapam desse fenômeno. Certamente a proximidade de códigos de identificação do réu com o magistrado, ainda que inconscientemente, pode gerar interpretações e decisões judiciais mais favoráveis ao réu. No limite, o autoengano legitima – em nome de uma boa causa e fomentado por um bom argumento salvador – a ação de justiceiros que violam a lei em nome da proteção da lei.

Na política, vislumbra-se a presença de diferentes níveis de autoengano. Ele pode ser percebido na inconsciência de classe no interior do Parlamento em que as leis originadas expressam fielmente soluções para os problemas imediatos da classe social ali dominante (o que, por si só, justificaria a necessidade de maior diversidade social entre os legisladores para que a lei pudesse se aproximar de interesses comuns da coletividade).

Mais grave, no entanto, é o hiperindividualismo e o autoengano em excesso dos sujeitos que, protegidos por um partido, grupo ou classe social, extrapolam toda sua parcialidade moral e adotam posições totalitárias, crendo que sempre estão com a razão. Não percebem o quanto se autoenganam e acreditam em vãs fabulações que confirmam sua concepção de mundo perfeito. Em nome de uma boa causa, matam e não percebem a ilicitude de seus atos. De direita ou de esquerda, esses germes levam ao autoritarismo e ao desprezo pelas conquistas civilizatórias que garantem os direitos fundamentais de todos – iguais e diferentes – à medida que não conseguem lidar com a diversidade e não suportam as tensões democráticas.

Por essa razão, ao assistir o crescimento desses germes autoritários e da intolerância nos discursos políticos, mais do que nunca é preciso serenidade e luta em prol do Estado Democrático de Direito, da Constituição que lhe serve como lei fundamental e de suas instituições. Todo debate deve estar circunscrito às regras do jogo, sem tentativas constituintes ou ditatoriais.

Se é certo que jovens democracias em países de pouca tradição democrática precisam de insistência para poder se sustentar e evitar o retrocesso, mais certo ainda é que essa é uma luta pela qual vale a pena lutar, pois sem liberdade e capacidade de ação política, sobra muito pouco para diferenciar a humanidade dos rebanhos bovinos.

Marco Marrafon é doutor e mestre em Direito do Estado, presidente da Academia Brasileira de Direito Constitucional, Professor de Direito e Pensamento Político na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e secretário de Planejamento de Mato Grosso.

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Comentários (9)

  • Alex | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 14h32
    2
    0

    Uma análise teórica e mais um diagnóstico. A ação e o pragmatismo da execução vem quando ?

  • Luis Silva | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 12h02
    1
    0

    Parabéns pelo coerente texto. Expressão de uma realidade vivenciada em todas as esferas de governos. Quanto, ainda, se padece por subordinação à pessoas (chefes) com DNA autoritário e inoperantes nos espaços públicos. Quiçá os incompetentes e bajuladores de superiores lessem este texto, entendessem e colocassem em prática.

  • Olavio Silva | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 11h44
    1
    0

    É salutar que sejam invocados debates desta envergadura para que possamos estar fomentando o instituto da democracia, a intolerância é a principal ameaça à democracia. Muito bom seu editorial. Parabêns

  • marco véio | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 11h16
    0
    1

    parabens!!!!!

  • adria muniz | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 10h56
    1
    1

    muito bom seu texto, parabéns

  • Soraia | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 07h13
    2
    1

    "Por essa razão, ao assistir o crescimento desses germes autoritários e da intolerância nos discursos políticos, mais do que nunca é preciso serenidade..." Marrafon, este parágrafo é para o Zeca Viana?

  • Zé Bolo Flo | Domingo, 29 de Março de 2015, 21h00
    5
    0

    Muito bom Marrafon. Conhecia sua capacidade de "ler" o ambiente interno e externo de uma organização. Só não sabia que você teria a coragem de expor com tamanha franqueza e isenção o "RX" desse "novo" governo que você faz parte. Parabéns pela coragem. Resta saber se o Pedro Taques vai entender o recado ou vai fazer de conta que não é com ele.

  • Olga | Domingo, 29 de Março de 2015, 19h53
    3
    0

    A obra citada de Giannetti é fantástica, exatamente por discutir a possibilidade de que estejamos sistematicamente enganados sobre nós mesmos e sobre as crenças, paixões e os valores que nos governam. Belo texto!

  • Justiça Emparedada | Domingo, 29 de Março de 2015, 17h41
    4
    1

    No momento em que a Justiça está emparedada pelos "justiceiros" midiáticos e a democracia e as leis afrontada por todo tipo de golpismo e golpistas esse texto é um grito de alerta!

| 29/03/2015, 10h:57 - Atualizado: 29/03/2015, 11h:15

Bezerra e Wellington tentam evitar que deputados do PR e PMDB "engrossem" base de Taques e fortaleçam o Governo


Os presidentes do PR e do PMDB, Wellington Fagundes (PR) e Carlos Bezerra (PMDB),  tentam “enquadrar” os deputados estaduais para evitar que a base aliada do Governo Pedro Taques (PDT) cresça ainda mais. 

Agência Câmara

bezerra e wellington blog

 Carlos Bezerra e Wellington Fagundes tentam impedir adesão do PMDB e PR à base do Governo

Wellington tem dito que o PR precisa apreender a ser oposição, mas liberou os correligionários a votarem conforme a sua consciência. Uma reunião para debater o assunto acontece amanhã (30).Já Bezerra ressalta que se tornar governista deixa a legenda com a ética e moral abalada, tendo em vista que a sigla não só apoiou a candidatura derrotada de Lúdio Cabral (PT) ao Palácio Paiaguás, como indicou a esposa de Bezerra, Teté Bezerra como vice. O cacique entende que não é o momento de se fazer uma oposição raivosa, mas que é de bom tom o PMDB se manter fora do grupo aliado de Taques. O problema é que tradicionalmente, o fisiologismo está nas entranhas dos presidentes e dos militantes.

 Apesar das orientações, a missão é praticamente impossível. Basta observar o perfil dos parlamentares para chegar a conclusão de que dificilmente vão entrar em confronto com o Palácio Paiaguás, especialmente se continuar a "lua de mel" do governador com a população. Entre os que já são Taques de carteirinha estão Wagner Ramos (PR) e Baiano Filho (PMDB), ambos já declararam abertamente que são governistas e que vão continuar dando respaldo à gestão do pedetista. Entendem que a proximidade será fundamental para viabilizar pedidos e, assim, atender aos clamores da base.

Outros que têm postura governista são os republicanos Ondanir Bortolini, o Nininho e Sebastião Rezende. Já os peemedebistas Romoaldo Júnior e Silvano do Amaral tentam adotar uma postura mais neutra, evitando se posicionar na oposição. O único das duas legendas que tem uma postura incisiva é Mauro Savi (PR). Já Emanuel Pinheiro (PR) se define como independente.Preterido durante o processo de formatação e definição da Mesa Diretora, Savi não esconde a mágoa e, por isso, integra a ala de parlamentares que estão na ala oposicionista.

 

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Comentários (1)

  • Rebeca | Domingo, 29 de Março de 2015, 12h53
    3
    2

    Bezerra foi ofendido pelo Governador, que o chamou de dinossauro. Os deputados estaduais do PMDB ao apoiarem Taques, praticamente endossas as críticas ao Bezerra. Fidelidade partidária já. Expulsão dos Deputados e posse dos suplentes.

| 29/03/2015, 00h:00 - Atualizado: 27/03/2015, 11h:04

A importância da saliva

jackelyne_artigo_domingo

Jackelyne Pontes

Muito falamos sobre os componentes do sistema mastigatório: dentes, músculos, periodonto (estruturas que sustentam os dentes: ossos e gengiva) e articulações, e pouco se discute sobre a saliva, que é um fluido corporal com inúmeras funções. Ela atua na deglutição, mastigação, gustação, facilita a digestão dos alimentos e ainda protege e umedece o meio bucal.

É um líquido claro e viscoso,  de PH alcalino (em torno de 7), em encontramos em sua composição o ar (que dá aquele aspecto bolhoso) e diversas outras substâncias como água, ptialina, nitrogênio, enxofre, potássio, sódio, cloro, cálcio, magnésio, ácido úrico, ácido cítrico e proteínas. Basicamente substâncias orgânicas e sais minerais. A enzima encontrada na saliva, chamada amilase, auxilia na digestão dos alimentos.

De uma pessoa para outra encontramos variações de volume e viscosidade da saliva, o que nos remete a associarmos a sua quantidade baixa a diferentes situações como trauma, stress, uso de medicamentos antidepressivos, antihistaminícos, antihipertensivos ou diuréticos, desordens autoimunes, terapia com radiação, diabetes, diálise renal e câncer.

Quando apresentamos pouca saliva é comum apresentarmos problemas na deglutição, a sensação de alimentos grudados nos dentes após as refeições, lábios secos, dificuldade para sentir o sabor das comidas, mastigar ou falar, ardência na gengiva e língua com mais saburra (acúmulo de placa bacteriana na região posterior da língua). Para casos extremos, existe no mercado um gel umectante de longa duração, cuja fórmula suaviza e alivia a sensação de ressecamento bucal.

Com importante papel de proteger os dentes contra a cárie, ela ajuda na limpeza dos dentes, e o seu PH neutraliza a acidez bucal minimizando a ação dos ácidos que resultam da fermentação dos restos de alimentos pelas bactérias bucais. Esses ácidos “amolecem” o esmalte dos dentes e pode dar início ao processo carioso. Ao dormirmos não produzimos saliva pois o nosso cérebro não recebe nenhum estímulo, e é por isso que todo cirurgião-dentista repete e repete aos pacientes que devemos fazer a escovação dos dentes antes de dormir. Claro que a saliva não cumpre seu papel de combate à cárie sozinha, uma exaustiva rotina de higiene e cuidados orais deve ser adotada. Uma das causas do mau hálito é a alteração da  composição, viscosidade e  fluxo da saliva, que alteram também seu odor.

Ao contrário da hora de dormir, quando sentimos um sabor ou cheiro, ou lembramos um alimento saboroso ficamos com água na boca, isso acontece porque o cérebro recebe estímulo e manda a informação para as glândulas salivares, estimulando-as.

Ao notarmos qualquer alteração, devemos visitar o cirurgião-dentista para pedirmos esclarecimentos. Um exame indolor e rápido chamado sialometria pode ser para detectar alterações, ele mede a quantidade de saliva produzida em um determinado espaço de tempo.

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, filiada ao Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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| 28/03/2015, 19h:44 - Atualizado: 30/03/2015, 08h:57

Assembleia nomeia 383 DAS e contempla ex-deputados Zilda e Pinto e ex-vereadores

Mais 400 serão contratados para recompor quadro comissionado


zilda pereira ex-deputada

A ex-deputada Zilda Pereira Leite, já aposentada, atua agora como assessora do deputado Wilson Santos

A nova Mesa da Assembleia nomeou oficialmente os primeiros 383 de um quadro que deve chegar a 600 ocupantes de cargos comissionados. Essa primeira relação sai publicada no Diário Oficial de segunda. Tratam-se de DAS que já estão trabalhando desde 1º de fevereiro, data do início desta Legislatura. Na mesma edição, a publicação oficial exonera 76, com data de 31 de janeiro, e que já estavam no pacote dos quase 900 demitidos há dois meses.

Com 24 deputados, a AL recebe R$ 32 milhões de duodécimo mensal. O quadro de servidores, entre efetivos e comissionados, deve ficar em 1,8 mil, o que representa cerca de 200 a menos se comparada à legislatura passada.

dito pinto

O ex-deputado Dito Pinto

Entre os 383 notáveis que entraram na folha da AL desde o mês passado e só agora conhecidos oficialmente estão os ex-deputados Dito Pinto, que retorna à Casa como ouvidor-geral, com salário de R$ 16 mil, e Zilda Pereira Leite, agora como assessora parlamentar do deputado Wilson Santos. Zilda exerceu outras funções, como de secretária de Educação de Várzea Grande, onde já concorreu e perdeu para prefeita. Zilda e Pinto, que até o mês passado presidia a Agência estadual de Desenvolvimento Metropolitano (Agem), já são aposentados. Ela como professora e, Pinto, pelo extinto FAP da Assembleia.

Também na equipe de Wilson está o velho aliado Andelson Gil do Amaral, que foi seu assessor na Câmara Federal e depois secretário de Cuiabá quando exerceu mandato de prefeito. Dois ex-vereadores por Cuiabá foram para o quadro do deputado Eduardo Botelho, sendo eles Caio Cesar de Andrade, em assessoria parlamentar, e Ricardo Adriane, como chefe de gabinete. 

O irmão da ex-deputada federal Thelma de Oliveira, Ronaldo Pimentel Figueiredo, do diretório do PSDB de Cuiabá, trabalha agora como assessor do deputado Saturnino Masson. Entre os nomeados pelo ex-prefeito jaciarense e parlamentar de primeiro mandato Max Russi está o empresário Marcelo Ivan Klein, da empresa Viva Publicidade.

 A recomposição dos cargos comissionados vem sob muita expectativa, após a reviravolta provocada pela nova Mesa, comandada pelo trio Guilherme Maluf (presidente), Botelho (primeiro-vice) e Ondanir Bortolini, o Nininho (primeiro-secretário). Assim que foi empossada, decidiu implementar choque de gestão. Suspendeu todos os contratos, que passam por auditorias, e pagamentos com fornecedores e ainda exonerou quase 900 DAS. Aos poucos, as equipes estão sendo recompostas.

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Comentários (14)

  • Junior | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 15h02
    1
    0

    Essa Assembleia Legislativa de MT é uma vergonha. É o único órgão público do Estado de MT que o número de servidores COMISSIONADOS é MAIS QUE O TRIPLO DE servidores CONCURSADOS. É o maior cabide de emprego de MT. Verdadeira farra com dinheiro público!!!

  • Zé Poxoréo | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 10h33
    1
    0

    Ou seja, depois de todo bafafá, só mudaram os mosquitos, pois o produto continua o mesmo!

  • Rafa | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 09h47
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    0

    PALHAÇADA HEIN SR. MALUF!!!!! Demitiu para contratar novamente, o povo não é bobo e sabe que existem aprovados no concurso público da Casa aguardando nomeação. Isso aí tem que ser denunciado no Fantástico.

  • Tina | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 09h46
    2
    0

    Tanta gente estuda pra passar em concurso e fica a ver navios, sem perspectiva de ser nomeado. Enquanto isso os cabos eleitorais e puxa-sacos de plantão ganham emprego. Esse mundo tá virado mesmo!

  • Tales | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 09h44
    1
    0

    Que há necessidade de alguns cargos comissionados, ninguém duvida. Mas será que precisa de tantos??? Comissionado é pra exercer função de chefia e assessoramento, APENAS. Mas na assembleia a gente vê comissionado exercendo funções técnicas, que deveriam ser exclusivas de servidores efetivos aprovados em concurso público! Isso é um absurdo! A prioridade deveria ser nomear os aprovados no concurso!

  • Kawana | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 09h41
    1
    0

    Choque de gestão para inglês ver, estão todos eles voltando, demitiram e recontrataram... só no Brasil, e o mais inacreditável, 157 pessoas aprovadas no concurso público e que não são apadrinhados políticos, estão desempregados aguardando nomeação... NOMEAÇÃO ESTA QUE PARECE QUE NUNCA VIRÁ.

  • Ednor fernandes | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 08h10
    4
    1

    Comissionado e da Ordem Parlamentar, são os cargos de confiança exclusiva dos Parlamentar. Eles coloca quem eles bem entenderem nos seus gabinetes. Os funcionários de carreiras e do parlamento. E cargo de comissão Existe, vai existir sempre em todas os Três Poderes ,Executivo, Judiciário e legislativo senhor ou senhora MT indignado. Uma lembrança não sou comissionado e nem funcionário Publico.

  • Paulo | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 07h55
    3
    0

    Oh sempre mais do mesmo....

  • Ilze | Domingo, 29 de Março de 2015, 13h04
    16
    2

    Oh oh nada mudou.. como diz a canção.musica de Leo Jaime. As mesmas figurinhas carimbadas de sempre que já estão até bicudas de tanto que mamam nas tetas da vaca gorda que é o erário público. Infelizmente é o mais do mesmo.

  • Pedro Henrique | Domingo, 29 de Março de 2015, 11h40
    21
    1

    Alguém acreditou que era séria a mudança? Volta a mesma situação de sempre. Os melhores salários para quem não faz nada. As mesma figurinhas de sempre...

ENQUETE | 28/03/2015, 10h:37 - Atualizado: 29/03/2015, 11h:20

Você acha que Riva, que comandou a AL por 20 anos, aceitaria delação premiada?


interrogacao enquete

 

No ar uma nova pergunta. Agora é sobre a situação do ex-presidente da Assembleia, José Riva, preso há mais de um mês na Casa de Custódia de Cuiabá, sob acusação de liderar uma quadrilha que teria desviado R$ 42,2 milhões, entre 2005 e 2009, por meio de contratos com cinco empresas que seriam de fachada. O ex-deputado comandou o Legislativo por duas décadas.

"Você acha que Riva, que logo deverá ser julgado pela Justiça, aceitaria acordo de delação premiada para, em benefício de redução da pena, falar tudo que sabe?". Então, vote na enquete na capa deste portal, na parte de baixo. E aqui deixe comentário sobre o assunto.

A enquente anterior trouxe a seguinte indagação: "O governo da presidente Dilma está perdido em meio ao turbilhão da crise. E você, o que acha? Ela deve ou não cair?"  Votaram 2.370 - o sistema só permite um voto por IP de computador. A maioria (1.828 votos - 66,9%) votou na alternativa "pela cassação do mandato". Já 30,4% (830 votos) defenderam que a presidente siga no mandato por considerá-lo legítimo. Veja o resultado final abaixo.

enquete dima

Resultado da enquete feita junto aos internautas sobre a situação da presidente Dilma, sem valor científico

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Comentários (6)

  • Benedito Eraldo da Silva | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 08h11
    2
    2

    jose geraldo riva nao e homen disso querem fazer justiça onde se tem que prender todo mundo ate alguns secretarios atuais por favor publiquem

  • JOSÉ | Domingo, 29 de Março de 2015, 14h24
    5
    2

    Enquanto tivermos o congresso que temos , nenhum outro presidente vai dar conta do recado.E por que não protestar contra também todo o congresso nacional? Eles deveriam fiscalizar os governos mas parece que só o ministério público que faz isso. E a oposição nem se fala anda mais tonta que barata envenenada , nisso a máfia no governo deita e rola.

  • junior | Domingo, 29 de Março de 2015, 12h08
    1
    2

    se o MP indiciou Jose Riva como mentor , articulador e beneficiario no esquema de lavagem de dinheiro e corrupcao ativa, o mesmo nao podera ter delacao premiada. entendo que o reu nao pode falar ou declarar provas contra si. diz a lei, a justica so vai acatar metiras e depoimentos falsos como fez Eder Morais, assim que recebeu beneficio delacao premiada vive mudando o depoimento, o todo reu eh assegurado o direito de nao falar a verdade

  • joaoderondonopolis | Domingo, 29 de Março de 2015, 10h53
    4
    2

    Na manifestação a favor de DILMA o PT conseguiu colocar nas ruas do país 33.000 pessoas, assim mesmo fiquei sabendo que foram pagas. Como disse o PMDB dia 12 será o divisor das águas. Vamos população para as ruas dia 12/04 e 21/04.

  • wilson | Sábado, 28 de Março de 2015, 22h34
    7
    11

    10 milhões contra DILMA. 150 milhões a favor da nossa presidente. DILMA. .

  • joaoderondonopolis | Sábado, 28 de Março de 2015, 15h47
    8
    9

    Dia 12 tem PROTESTO e deve chagar a casa dos 10.000.000 (dez milhões) de manifestantes. Já passou da hora da DILMA deixar o governo.

| 28/03/2015, 08h:30 - Atualizado: 28/03/2015, 09h:02

Alteração no horário das sessões facilita a aprovação das propostas "impopulares"


tira-comentario-500 

Sessões na Câmara de Cuiabá começam a ocorrer no período noturno a partir desta quinta (2) e a pergunta que fica é se, de fato, os vereadores vão trabalhar das 19h até às 23h? Afinal, em geral, os trabalhos sempre atrasam para ter início e, assim, no novo horário, muitas vezes, os parlamentares vão ter que legislar até mais tarde, entrando madrugada a dentro, especialmente, quando estiverem em pauta assuntos polêmicos ou técnicos como é o caso do orçamento.

Neste caso, podem também realizar sessões extraordinárias. De todo modo, a justificativa dos parlamentares é de que aumentará a participação popular, tomara que sim. E que o novo formato não sirva para reduzir a transparência e facilitar a aprovação de projetos que não são de interesse popular, como o aumento da verba indenizatória, literalmente, na calada da noite. 

Em sua defesa, os vereadores ponderam ainda que, assim, poderão dar mais atenção às bases. O fato é que vão poder também trabalhar mais em outros afazeres particulares durante os dia. Desde 2009 surgiu a ideia de mudar o horário dos trabalhos, mas, até este ano, o tema não havia sido levado ao plenário. O projeto foi apreciado no início do mês. Os vereadores Onofre Junior (PSB), Lueci Ramos (PSDB) e Faissal Kalil (PSB) se posicionaram contra a alteração. Já Dilemário Alencar (PTB) se absteve.

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Comentários (2)

  • Wagner | Sábado, 28 de Março de 2015, 09h52
    6
    0

    Esplosão de caixas-eletronicos calada da noite. Prostituição-calada da noite.Assaltos a mão armada-maior indíce calada da noite.Tráfico - principalmente calada da noite. Roubo de veículos calada da noite.Invasão de domicílios alada da noite. Sessões ....

  • joaoderondonopolis | Sábado, 28 de Março de 2015, 09h42
    5
    1

    Eu vou pedir para os vereadores da câmara de Rondonópolis mudar o horário das sessões: iniciar as 00:00 as 03:00 hs.

| 28/03/2015, 00h:00 - Atualizado: 27/03/2015, 22h:16

É preciso viajar...

akio materia estreia colunista

Akio Maluf

Foi com uma mochila nas costas, um passaporte no bolso, um mapa  e um moleskine nas mãos que aprendi o que significa para um jovem a experiência de viajar sozinho e explorar o mundo. Foi essa oportunidade que me ensinou qual é o tamanho do mundo, me ensinou a ver com olhos tolerantes diferentes culturas, me ensinou a  me adaptar a todos os locais pelos quais eu tive que passar e, mais importante, me mostrou o que fazer quando não saber o que fazer para seguir em frente.

A sensação de liberdade que viajar com a sua casa nas costas e a liberdade que as avenidas históricas lhe dão para conhecer e presenciar o passado como presente oportunizam a todos os jovens que lá se deslocarem a sensação do que a humanidade passou, passa e poderá passar, com isso verá a história viva em forma de ruínas ou monumentos, é nesse momento que aprendemos a maior lição, a de que somos apenas mais uma peça de um quebra cabeças interminável, estamos aqui apenas de passagem.

Nesse momento, você irá marcar no seu mapa um X no local já visitado e irá anotar em moleskine assim como fizeram Van Gogh, Picasso, Louis Celiné, irá se lembrar que em suas mãos estão mais de 1000 anos de avanço tecnológico em forma de bloco de notas, desde o papel na China, a caneta, o lápis, o elástico que trava suas folhas e passará a anotar as suas impressões que o mundo está lhe mostrando.

Akio Maluf

akio_viagem

Coloque sua mochila nas costas e vá conhecer os lugares que sonha

Passada a euforia, com as pernas já doendo de tanto andar, de barriga cheia com uma comida que você nunca viu na vida mas achou deliciosa, é hora de abrir a porta do hostel que se encontra e descer até as salas onde milhares de outros jovens de todas as partes do mundo deverão estar neste momento. Você nunca os viu na vida, mas estão conversando como se fossem amigos há anos, compartilhando as experiências da cidade, restaurantes tradicionais e baratos, melhores maneiras de deslocar pela cidade e combinando para explorar cada canto possível com aqueles que compartilham dos teus desejos e anseios de jovem explorador.

Passados alguns dias, semanas ou até meses, é hora de retornar para casa, por incrível que pareça a gente descobre que a nossa vida toda cabe em duas malas de 32kg, que o maior tesouro que construímos jamais conseguiríamos colocar na mala, pois são a liberdade que nossos olhos puderam vislumbrar, a sensação de leveza que as pernas experimentaram mesmo após longas caminhadas e as amizades que construímos em cada lugar que passamos. A juventude precisa pelo menos uma vez na vida vencer seus medos e conhecer tudo o que o planeta de uma forma geral tem para oferecer.

Toda vez que um jovem sai da sua zona de conforto e decide conhecer uma nova cultura, uma nova sociedade e um novo povo ele volta para casa diferente, ele aprende com o mundo, com as relações com o mundo e começa a se livrar das correntes do tradicionalismo, começa a caminhar em direção a construção de um mundo globalizado, sem fronteiras, sem vistos e sem restrições, o intercambio cultural é sempre importante para aprendermos uns com os outros a nos tolerarmos independente dos hábitos.

Por isso, coloque sua mochila nas costas, consiga seu moleskine, arrume uns mapas e vá conhecer os lugares que sonha. Não procure os melhores lugares para comprar algo, mas, sim, os melhores para conversar. Troque experiências, divida pensamentos, evolua em conjunto, a juventude foi feita para que nós jovens possamos aprender, evoluir e dar seguimento ou não ao legado deixado pela geração anterior, pois somente com o diálogo multilateral e comum entre todos os entes jovens deste poderemos construir um lugar melhor.

Akio Maluf Sasaki é acadêmico de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), atua em cooperação internacional do turismo e escreve neste Blog todo sábado - akio@pontodeapoioturismo.com.br

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Comentários (2)

  • Fernanda Vasconcelos Pinto | Segunda-Feira, 30 de Março de 2015, 15h30
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    Que emoção, foi exatamente assim quando mochilei pela europa, me senti 10 anos mais nova, voltei para a minha adolescência. Obrigada pela emoção que me proporcionou.

  • Fernando Calhaó M Buenos | Sábado, 28 de Março de 2015, 12h09
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    Belo texto. Nele a gente descobre o despertar de uma viagem, incluindo conhecimento cultural, histórico, prazer e aventura.

| 27/03/2015, 18h:20 - Atualizado: 27/03/2015, 18h:25

Taques enfrenta missão de finalizar obras da Copa com foco na conclusão do VLT


A três meses no comando do Palácio Paiaguás, o governador Pedro Taques (PDT) enumerou as obras ligadas à Copa de 2014 que precisam ser concluídas como prioridade em sua gestão. A que mais deu dor de cabeça é da do VLT, contratada por R$ 1,4 bilhão, será a primeira na fila para ser finalizada.

Taques, sem medir esforços, determinou ao procurador-geral do Estado, Patryck de Araújo Ayala, que busque a responsabilização civil pelos desmandos na execução da obra. Neste sentido, a primeira resposta foi uma ação em conjunto da PGE com o Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público Estadual.

Lenine Martins

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PedroTaques (PDT), que comanda o Governo há 3 meses, se vê em meio a um turbilhão de problemas deixados pela gestão anterior sob Silval Barbosa (PMDB). Só com o VLT foram gastos R$ 2,4 bilhões

No decorrer do processo, a juíza substituta da 1ª Vara da Justiça Federal, Vanessa Curti Perenha Gasques, deferiu o pedido de bloqueio dos valores das empresas que fazem parte do consórcio construtor do VLT. “Quem fez coisa errada terá que pagar. Pela primeira vez o Estado junto com o MPE e MPF ajuizou uma ação e conseguimos essa liminar. Foi uma determinação minha ao procurador e conseguimos a indisponibilidade deste valor”, disse Taques.

Para garantir que a maior obra de mobilidade urbana em Cuiabá e Várzea Grande seja concluída, o governador determinou auditorias no contrato, nos pagamentos e na execução do projeto milionário. Em audiência realizada no início da administração do pedetista, foram apresentados os dados que mostram o pagamento de R$ 1 bilhão, equivalente a 70% do valor.

Nos bastidores, estima-se que a disparidade entre o que foi pago pelo Governo e o que foi realmente entregue pelo consórcio supera a marca de R$ 200 milhões, conforme o levantamento. Além disso, comenta-se que este não será o único enfrentamento do governador. Taques pretende avançar sobre outras questões, não tirando o foco nas obras ligadas à Copa. (Com Assessoria)

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Comentários (2)

  • joao fernando | Sábado, 28 de Março de 2015, 18h21
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    Por favor finalize o muro de contenção da Av da guarita em frente ao condomínio terra nova. Esta com risco de desmoronamento. Já foram vários os pedidos e z obra continua parada

  • fabiola | Sexta-Feira, 27 de Março de 2015, 19h37
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    DURANTE A CAMPANHA ELEITORAL PEDRO TAQUES ESTAVA CIENTE DOS PROBLEMAS QUE IRIA ENFRENTAR, PRINCIPALMENTE COM RELAÇÃO AO VLT. AGORA MÃOS A OBRA. TRABALHO E TRABALHO É ISSO QUE QUEREMOS VER. CHEGA DE DISCURSO.

senado | 27/03/2015, 16h:46 - Atualizado: 27/03/2015, 16h:48

Medeiros e Blairo criticam governo Dilma; Wellington segue governista e pontual


O senador José Medeiros (PPS), da tribuna, reclamou que a presidente Dilma Rousseff (PT) precisa parar de jogar a culpa dos problemas do governo federal na oposição. O socialista ironizou ainda o fato da situação já ter virado até meme na internet: “A culpa não é do FHC”. O socialista, que se efetivou na cadeira de Pedro Taques (PDT), que assumiu o comando do Palácio Paiaguás, ressaltou ainda a necessidade de a presidente reorganizar a base e valorizar cada um dos que ainda defendem a gestão petista. “Oposição é o mínimo dos problemas. Governo tem que parar de ter preconceito com sua base e depois se preocupar com a oposição”.

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Senadores Blairo Maggi (PR) e José Medeiros (PPS) criticam governo da presidente Dilma Rousseff

Depois, completa que os oposicionistas estão até auxiliando o governo e que prova disso é que alguns parlamentares, incluindo ele, protocolaram ofício pedindo o veto da presidente ao aumento de quase 200% do valor destinado ao fundo partidário no Orçamento Geral da União para 2015. O documento foi entregue no gabinete do ministro de Relações Institucionais, Pepe Vargas.

As declarações de José Medeiros ocorrem em aparte na sessão matutina, desta sexta (27), que ele chegou a presidir. Na oportunidade, se pronunciou depois que o senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB) reclamou da existência de falhas no programa Mais Médicos e também sobre o atraso das verbas federais para os municípios e Estados.

Os questionamentos de Medeiros acontecem um dia após o senador Blairo Maggi (PR), que é aliado ao Governo Dilma, também disparar críticas contra a atuação da petista. Para o republicano, a presidente não dá sinais de que pretende ouvir a voz das ruas. “A figura do chefe da família quando quer sacrifício, tem que dar o exemplo de que o cinto está apertado e que é preciso fazer sacrifício também”, disparou Blairo, cobrando que Dilma “corte na própria carne” e reduza o tamanho da máquina administrativa.

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O senador Wellington Fagundes (PR), por sua vez, permanece neutro diante da postura dos colegas

Já o outro senador republicano, Wellington Fagundes, tem adotado uma política mais governista. Por enquanto, apesar da crise vivida pelo governo petista, ainda não fez nenhum pronunciamento mais incisivo. Wellington, que teve Dilma como uma das pessoas que financiaram a sua campanha vitoriosa, adota a política da boa vizinhança. Apesar disso, tem cobrado um posicionamento da União em relação às questões importantes como a liberação de recursos referentes à liberação urgente de R$ 470 milhões do programa ProConcreto, para a construção de 166 pontes em Mato Grosso e dos recursos provenientes da Lei Kandir.

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artigo | 27/03/2015, 13h:59 - Atualizado: 27/03/2015, 13h:59

Cadastro Ambiental Rural

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Senador Blairo 

Os agricultores de todo o país precisam estar alertas para o prazo do dia 5 de maio para registrarem suas propriedades ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), que é o instrumento de regularização fundiária previsto no Código Florestal.

É essencial que proprietários e posseiros de imóveis rurais façam a adesão ao CAR, pois isso permitirá a verificação do passivo ambiental do produtor, ou seja, a inadequação da propriedade à legislação ambiental. Uma vez inscrito, o produtor terá acesso ao Programa de Regularização Ambiental (PRA), que o ajudará a quitar esse passivo.

Para que esse programa tenha sucesso e eficácia, é muito importante o envolvimento das prefeituras no processo de cadastramento. Por isso, o Ministério da Agricultura já instituiu um prêmio para que os municípios ajudem seus produtores a se inscreverem no CAR.

Atualmente o Brasil possui 5,2 milhões de imóveis rurais passíveis de cadastro, de acordo com o Censo Agropecuário 2006 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Estes imóveis ocupam 60% da área total do país. O CAR, além dos fins estatísticos, irá ajudar estes proprietários no planejamento ambiental e produtivo de suas terras.

Este é um Brasil criando condições para o desenvolvimento agrícola responsável, pautado pela preservação ambiental. O Congresso Nacional também precisa trabalhar em prol deste cadastramento, que é de suma importância para o nosso desenvolvimento sustentável! E eu estou particularmente empenhado para que o CAR dê certo!

Segundo dados do Serviço Florestal Brasileiro, até a última segunda (23), foram cadastrados 700.457 imóveis, abrangendo uma área de cerca de 145 milhões de hectares. Os números são expressivos, mas ainda falta muito. O Censo Agropecuário IBGE 2006 estima uma área de 372 milhões de hectares passível de cadastro no Brasil.

Mato Grosso é um dos mais adiantados no Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (Sicar). De uma área de mais de 48 milhões de hectares passíveis de cadastro, já estão no Sicar aproximadamente 44 milhões de hectares, com cerca de 53 mil imóveis cadastrados. O total de imóveis passíveis de cadastro no Estado, segundo o Censo do IBGE 2006, é estimado em 112.987.

Se quisermos preservar o planeta, de verdade, precisamos transformar palavras em ações. O CAR, no momento, talvez seja a principal ação para essa preservação. Com ele, além do mapeamento da situação ambiental das propriedades rurais em todo o país, os produtores terão que atender aos novos parâmetros de preservação do meio ambiente, inclusive obrigando os proprietários a recuperar áreas degradadas nas propriedades.

O Código Florestal trouxe, e está trazendo, os produtores para a legalidade e para o desenvolvimento sustentável. Precisamos continuar trabalhando para combater a ilegalidade e o desmatamento cometido por aqueles que ficam à margem da lei! Faço um apelo aos proprietários rurais de todo Brasil, para que cadastrem suas propriedades no CAR até o dia 5 de maio e, dessa forma, fiquem dentro da legalidade! 

Blairo Maggi é senador por Mato Grosso, foi governador e é empresário do agronegócio

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  • Akio Sasaki | Sexta-Feira, 27 de Março de 2015, 17h16
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    Parabéns Senador Blairo, O Cadastro no CAR é realmente algo fantástico, uma pena que o principal benefício advindo dele que é o tributário ainda esteja sendo obtido através de liminares judiciais. Parabéns pela iniciativa.

| 27/03/2015, 07h:25 - Atualizado: 27/03/2015, 08h:31

Wellington se reúne com bancada e diz que PR deve aprender a ser oposição


Reprodução

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Wellington Fagundes quer evitar adesão de republicanos à base, mas libera votação consciente

O presidente estadual do PR, senador Wellington Fagundes (PR), cedeu à pressão do deputado estadual Wagner Ramos e marcou uma reunião para debater a possível adesão do partido à base do governador Pedro Taques (PDT) no Legislativo. O encontro será realizado na próxima segunda (30), às 18h, no gabinete do primeiro-secretário da Assembleia Ondanir Bortolini, o Nininho. Antes, entretanto, o presidente aproveitou esta quinta (26) para visitar gabinete por gabinete dos republicanos na Assembleia.

Entretanto, Wellington rechaça a adesão e afirma que o PR já participou de três governos sucessivos, contribuindo com o Executivo mato-grossense. "Agora é momento de aprender a ser oposição, que é salutar para democracia. Toda a unanimidade é ruim", declarou em entrevista ao Rdnews.

 Wellington também lembra que o PR não esteve no palanque de Taques e apoiou o candidato derrotado Lúdio Cabral (PT) nas eleições de 2014. Com isso, avalia que o resultado das urnas determine que o partido permaneça na oposição. "Oposição construtiva, não irresponsável. Podemos ajudar o Governo naquilo que for bom para Mato Grosso", completa.

De acordo com Wellington, o PR nunca foi convidado pelo governador para aderir à base. Para o senador, houve somente o convite do líder do Governo Wilson Santos (PSDB) para bancada tomar um "cafezinho" com o chefe da Casa Civil Paulo Taques. Wagner Ramos, por sua vez, já anunciou que faz parte da base de Taques e afirma que precisa do Executivo para atender as demandas da região de Tangará da Serra. "Eu sou governista e já assumi o posicionamento no primeiro dia da gestão", ponta.

Maurício Barbant

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Wagner Ramos declarou que é da base governista e "puxa" a fila de republicanos

Para Wellington, o apoio ao Governo é posição individual de Wagner e precisa ser respeitada. Conforme o senador, não existe questão fechada e o PR costuma dar liberdade para os parlamentares se posicionarem em relação às mensagens encaminhadas pelo Executivo. "Cada deputado tem a liberdade de votar conforme a consciência naquilo que o partido não fechar questão. Agora, a decisão partidária é coisa diferente. Para isso, tem que existir reunião e a maioria é que define", destaca o dirigente.

A posição de Wellington é compartilhada pelo líder da bancada do PR na Assembleia, Emanuel Pinheiro. O deputado afirma que o partido deve permanecer independente e contribuir com o Executivo aprovando projetos de interesse social. "Não podemos aderir à base em troca de 15 cargos. Isso é oportunismo e fisiologismo", ressalta.

Paulo Taques, por sua vez, garante que o convite para "tomar café" é para consolidar a aproximação institucional com os deputados do PR. O chefe da Casa Civil lembra que as reuniões com integrantes do Legislativo são rotineiras no atual Governo. "Já recebi 23 deputados, inclusive da oposição. O diálogo entre os Poderes é em beneficio do Estado", concluiu.

Além de Emanuel Pinheiro, Wagner Ramos e Nininho, a bancada do PR na Assembleia ainda conta com Sebastião Rezende e Mauro Savi. Sebastião já admitiu inclinação para aderir ao Governo enquanto Savi aguarda orientação do senador Blairo Maggi para se posicionar.

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  • sergio Simtra | Sexta-Feira, 27 de Março de 2015, 09h06
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    Esse wagner Ramos precisa ser expulso do nosso partido, o PR nao é sigla de oportunistas. Essa foi a melhor entrevista que Welington ja deu... parabens senador. Quanto a esse tal Sebastiao Rezende ele semlre foi obsecado pelo poder.

  • Angelica | Sexta-Feira, 27 de Março de 2015, 08h01
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    Trocando em miúdos..o partido não tem um posicionamento firme.. Não sabe se vai ou se fica.. Mas sabem que Taques vai tratar oposição como oposição..ou está com ele ou contra ele..e no caso do Deputado Wagner Ramos que de um 2010 para 2014 perdeu mais de 10 mil votos, manter se na oposição e sabendo que na base do governo Tga da Serra tem outro Deputado, que além do respeito, da experiencia será atendido pelo governo do estado, certamente deixa o nobre Deputado em uma encruzilhada.

| 27/03/2015, 00h:00 - Atualizado: 27/03/2015, 22h:12

Multa de cancelamento de contrato

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Elga Figueiredo

É de conhecimento geral que as empresas de telefonia ligam reiteradamente para seus clientes oferecendo inúmeros serviços, como pacote de dados, plano de tv por assinatura, internet, etc. Ocorre que tais vendas, realizadas via Call Center, carecem de informações detalhadas aos consumidores, principalmente sobre a fidelidelizaçao da compra e, assim, no caso de insatisfação do consumidor e consequente desistência do serviço, efetuam cobrança de multa por rescisão contratual. 

Desse modo, caso o consumidor queira romper o contrato, as operadoras impõem cobrança de multas rescisórias, que alegam estar estabelecidas no contrato firmado, contrato este que, na maioria das vezes, o consumidor não teve qualquer conhecimento, não leu, muito menos recebeu.

Importante fazer um alerta ao consumidor que existem requisitos para que as operadoras de telefonia, entre outras empresas, possam efetivar a cobrança da multa rescisória. Exemplo disso, se a operadora não entregar uma cópia do contrato ao consumidor, ou se no referido contrato não constar à cláusula de fidelização, o consumidor pode questionar a cobrança com base no direito à informação, previsto no Código de Defesa do Consumidor.

A regulamentação legal determina que as companhias sejam mais transparentes nos contratos e disponibilizem em seus sites informações completas sobre todos os planos oferecidos. Ao assinar um novo serviço, o usuário deve receber um informativo que descreva em detalhes exatamente aquilo que ele está comprando. O mesmo vale para promoções, nas quais as operadoras deverão informar qual é o desconto e o benefício, assim como o prazo de validade da oferta e qual será o valor do plano depois que o período promocional acabar.

O princípio da informação e da transparência nas relações de consumo são deveres dos prestadores de serviço e alçados à prioridade pelo CDC. “O princípio da transparência consagra que o consumidor tem o direito de ser informado sobre todos os aspectos de serviço ou produto exposto ao consumo, traduzindo assim no princípio da informação”.

De outra banda, cabe ainda alertar o consumidor que, no caso de insatisfação com o serviço, ou seja, o se o serviço ofertado não corresponder ao efetivamente ativo ao consumidor, ter algum defeito ou vício, este tem o direito de rescisão, na medida em que adquiriu um serviço via telefone, e na instalação verificou não corresponder ao serviço ofertado. Portanto, o cancelamento do serviço sem pagamento de qualquer multa ou taxa é direito do consumidor.

Por fim, tem-se que quando se adquire um produto via internet ou telefone, sendo a compra feita a distancia e não in loco, o consumidor tem sete dias de prazo para se arrepender da compra, independente do motivo, sem ter que dar qualquer explicação. Ế direito estabelecido no Código de Defesa do Consumidor.

Elga Figueiredo é empresária e advogada, especialista em direito do consumidor e escreve exclusivamente neste Blog toda sexta - e-mail: elgafigueiredo@hotmail.com

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| 26/03/2015, 17h:51 - Atualizado: 26/03/2015, 18h:04

Taques sinaliza com liberação de emendas; deputados se reúnem com Casa Civil na 2ª


A Casa Civil convocou o Poder Legislativo para debater a liberação das emendas parlamentares referentes ao exercício de 2015. Na próxima segunda (30), a comissão de deputados estaduais liderada por Baiano Filho (PMDB) se reúne com o chefe da Casa Civil Paulo Taques, a partir das 14h, para acertar os detalhes do pagamento.

O compromisso de liberar o pagamento das emendas com base na PEC do Orçamento Impositivo foi firmado durante o Almoço da Integração, promovido pelo governador Pedro Taques (PDT), na manhã desta quinta (26), no Palácio Paiaguás. A sinalização faz parte do esforço do Executivo para consolidar a base na Assembleia e aprovar o Projeto de Lei Complementar da Reforma Administrativa sem dificuldades.

A PEC do Orçamento Impositivo, de autoria do ex-deputado estadual José Riva (PSD), foi aprovada em dezembro do ano passado e sancionada pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB). O texto prevê que 1% da receita corrente líquida do Estado seja destinada às emendas parlamentares. O orçamento de Mato Grosso para 2015 chega a R$ 13,6 bilhões. Desta forma, o valor das emendas destinadas para cada um dos 24 deputados estaduais deve ser de aproximadamente R$ 4 milhões.

O Orçamento Impositivo faz com que a programação constante da Lei Orçamentária Anual passe a ser de execução obrigatória. Ou seja, as dotações constantes do orçamento do Estado só poderão ser canceladas ou contingenciadas com aprovação do Poder Legislativo, a partir de uma solicitação encaminhada pelo governador. O pedido deve ser acompanhado da justificativa pormenorizada das razões de natureza técnica, econômico-financeira, operacional ou jurídica.

Luiz Henrique Menezes

Paulo-Taques

Secretário estadual da Casa Civil Paulo Taques vai se reunir com deputados para acertar detalhes

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