Cuiabá, 27 de Maio de 2016
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ENQUETE | 18/05/2011, 21h:50 - Atualizado: 18/05/2011, 22h:07

Quem foi melhor prefeito para Cuiabá?

Quem foi o melhor dos últimos 5 prefeitos de Cuiabá?

   Está no ar uma nova enquete. A pergunta agora é a seguinte: "Na sua opinião, quem é ou foi o melhor dos 5 últimos prefeitos de Cuiabá?". O período vem de Dante de Oliveira (já falecido) até a gestão do petebista Chico Galindo, que assumiu a condição de titular com a renúncia, no ano passado, do tucano Wilson Santos, derrotado para governador. Então, dê o seu voto no alto da página do portal, do lado esquerdo. E comente aqui, logo abaixo, sobre o assunto.

     A enquete anterior recebeu 1.436 votos durante os 7 dias em que esteve no ar, com a pergunta "STF diz que casal homossexual é formador de uma família com os mesmos direitos e deveres de casal heterossexual. O que acha disso? A maioria (67,9% - 976 votos) se posicionou contra. Por outro lado, 26,5% disseram, através do voto, que estão de acordo. Veja abaixo o resultado completo

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Comentários (12)

  • Carlos | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2011, 15h42
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    penso que o melhor tenha sido o Dante, esteve o local certo na hora certa. Wilson não ruim, só foi penalizado pelos que o Odiavam, por questões puramente politiqueiras. já o Roberto fez sim tambem, porém quebrou a prefeitura. no mais, vamos aguardar os próximos capitulos.

  • Rose Santos | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 16h08
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    Sem duvida nenhuma Dante de Oliveira foi o melhor. O WS não foi t~ao ruim, mas a midia detonou com ele e aquilo que se diz toda hora acaba virando verdade.Agora a tal da Joelma dizer que Roberto França pagou salario em dia, Ta brincando né? O cara mais P. para mim é ele que foi péssimo prefeito e ainda tem coragem de falar mal dos outros. Eu teria vergonha.

  • sara reis | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 14h27
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    pelo que meus irmãos que residem em MT o melhor mesmo foi Frederico Campos HUMANO E DIGNO ECARATER IMBATÍVEL

  • Joelma | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 14h18
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    Para mim omelhoe prefeito sem dúvida foi o Roberto França,cuidava da aparencia da cidade,os postos de saúde,policlinicas,dentistas funcionavam bem,folha de pagamento era paga em dia e a cidade não tinha tantos buracos.

  • margarete | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 10h32
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    OS TRES ULTIMOS POR MAIS QUE NÃO TIVERAM GRANDE EXITO, NUNCA A CIDADE FICOU TÃO DEGRADANTE COMO NA GESTÃO DE WILSON 1ª GESTÃO ATÉ SAIR E GALINDO QUE EU NÃO SEI O PORQUE AINDA ESTÁ OCUPANDO O CARGO, PORQUE ESTE TA SACANEANDO, FAZENDO DE CUIABA A PIOR CIDADE DO BRASIL, ELE NÃO GOSTA DAQUI E QUER VER ESTE LUGAR HUMILHADO E DETONADO, APESAR DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS SEREM PARA O ANO, O POVO DEVERIA COLOCAR ELE PARA CORRER DAQUI, PORQUE QUEM VAI FICAR COM A PIOR PARTE É O POVO.

  • jota junior | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 09h46
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    Quem foi o melhor eu não sei, mas o pior é, disparado, esse atual chico galindo. Esse Cuiabá não merecia. Vai ser incompetente e sem noção lá em Prudente.....

  • orlando antunes | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 09h00
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    Roberto fez obras, mas não pagou funcionário. Dante foi o melhor na primeira gestão. Wilson também. Aliás, todos foram bem, quando na primeira gestão.

  • JOÃO DE DEUS | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 08h59
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    SE ANALISARMOS PELOS RESULTADOS DAS URNAS, O PIOR PREFEITO FOI ROBERTO FRANÇA, GOVERNOU CUIABÁ POR 8 ANOS E NÃO CONSEGUIU SE ELEGER PARA DEPUTADO ESTADUAL, O WILSON SANTOS TAMBÉM PERDEU UMA ELEIÇÃO, SÓ QUE FOI PARA GOVERNADOR TENDO COMO ADVERSÁRIO UM CANDIDATO APOIADO PELA MÁQUINA ESTADUAL, ESSA É A MINHA OPINIÃO!!!

  • luiz antonio | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 07h42
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    essa enquete poderia ser tambem de quem foi o pior prefeito, ai não teria pra ninguem... seria o pinoquio com certeza! mas desses que estão ai acho que roberto frança foi o melhor, o dante nem terminou o mandato e deixou o meireles na prefeitura cheia de problemas.

  • Carlos R. cardoso | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 07h02
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    Wilson Santos foi o menos ruim.

Articulação | 27/05/2016, 11h:00 - Atualizado: 27/05/2016, 11h:48

Wilson diz que ingresso de Leitão garante experiência e agilidade ao staff de Taques


O líder do Governo na Assembleia, deputado estadual Wilson Santos (PSDB), vê com entusiasmo a possível ida do correligionário e deputado federal  Nilson Leitão para compor o staff do governador Pedro Taques (PSDB). “Se o Nilson resolver ir eu não tenho dúvida que vai dar velocidade e qualidade ao Governo”, declara.

Wilson afirma que Leitão tem experiência como deputado federal, além de ter sido por dois mandatos prefeito de Sinop. Embor o Governo não admita oficialmente, o  deputado federal é cotado para assumir a chefia da Casa Civil no lugar de Paulo Taques que, nos bastidores, acumula diversos desgastes e estaria com “prazo de validade” vencido no primeiro escalão.

Arquivo

capa Wilson e Leitão

 Nilson Leitão e Wilson Santos, junto com Thelma de Oliveira e Guilherme Maluf,   militam no PSDB

Além disso, Wilson lembra também que a inclusão de secretários-políticos foi uma das reivindicações dos 16 deputados que estiveram presentes na reunião da última terça (24), com o governador e parte dos gestores. “Há consenso que a média de idade precisa aumentar, e colocar gente de cabeça branca e careca no governo”, exemplifica.

Para o deputado, os colegas defendem a inclusão de políticos e ex-prefeitos para dar velocidade nas decisões e agregar experiência. Segundo Wilson, há pessoas ocupando cargos públicos pela primeira vez na Gestão Taques. “Há muito receio de decidir, é um secretariado muito técnico”, pontua.

 O possível ingresso de Leitão  no primeiro escalão de Taques já foi tratado em diversas reuniões. Entretanto, o assunto é guardado "a sete chaves", com recomendação de evitar o vazamento para não comprometer a estratégia. O tucano, no entanto, não admite publicamente a possibilidade 

Partidos

Taques iniciou o mandato com três secretários filiados a partidos, mas sempre ressaltando que todas as nomeações seguiram critérios técnicos. Permínio, do PSDB, assumiu a Educação enquanto Suelme Evangelista, do PSB, ficou no comando da pasta de Agricultura Familiar e Regularização Fundiária. Já Adriana Vandoni, que era do PDT e acompanhou Taques na migração para o PSDB, foi a escolhida para o Gabinete de Transparência e Combate à Corrupção.

 Permínio caiu em 3 de maio, diante do escândalo de corrupção que eclodiu com a Operação Rêmora - que apura supostas fraudes em processos de licitação do estado. Suelme, por sua vez, segue firme com trabalho discreto, mas eficiente.  Ao contrário, Vandoni não foge das polêmicas e sempre contrapõe os adversários do governador.

Taques fortalece articulação política e deve nomear Pivetta e Leitão  

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Comentários (1)

  • José Pedro Dias | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 12h10
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    Nilson Leitão e um bom nome para assumir a articulação política na casa civil, seria um secretário com amplos poderes políticos nas demais secretarias, mas tem que acontecer ações de governo com resultados, tá passando da hora disso acontecer, caso contrário governo taques vai ser dos piores da história.

| 27/05/2016, 09h:09 - Atualizado: 27/05/2016, 09h:19

Dilmar alerta que proposta de taxação das commodities prejudica 255 mil empregos


 “O futuro econômico e social de Mato Grosso corre sério perigo caso o Governo decida interferir na economia e aumentar a tributação do agronegócio”. A afirmação é do deputado  Dilmar Dal  Bosco (DEM), que destacou que possíveis mudanças na cobrança dos impostos do setor colocam em risco  255,6 mil empregos gerados pelo segmento. 

 De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia da Agropecuária (Imea),  os salários do setor agropecuário somam R$ 5,5 bilhões anuais. Com isso,  movimentam a economia no interior e garantem o desenvolvimento do Estado.

Marcos Lopes/ALMT

dilmar dal bosco.jpg

 Dilmar Dal Bosco faz defesa do agronegócia e diz que taxação coloca em risco empregos no setor 

 Para o parlamentar, a economia tem sido ampliada graças a produção agrícola. “Temos municípios se transformando com o agronegócio, como é o caso de Poconé, uma cidade que via sua economia em situação delicada com o declínio do garimpo e agora volta a oferecer oportunidades para população. São estes empregos que estão sob ataque com novas tributações”, pontuou.  

 Dilmar  defendeu o perfil social do plantio de grãos, afirmando que existem dois Mato Grosso, sendo um deles um Estado pobre e dependente das grandes economias nacionais, e outro, que se consolidou nos últimos 30 anos com a entrada de grãos.“Temos um Estado produtor, competitivo e respeitado pelos mercados interno e externo. Cidades como Sinop, Sorriso e Lucas do Rio Verde, sem nenhuma expressão no cenário estadual no passado, hoje se destacam não só pelo fator econômico, mas também pela qualidade de vida  oferecida aos seus munícipes, possuem um Índice de Desenvolvimento Humano acima da média nacional, com educação e saúde pública exemplares”, afirmou.

 Tributação

Atualmente, 50% do Produto Interno Bruto (PIB) é originado na agropecuária, sendo que a atividade contribui com os mesmos 50% da arrecadação do ICMS, principal imposto do Estado. Pelos dados do Imea, dos R$ 7,9 bilhões arrecadados com ICMS em 2015, R$ 4 bilhões tiveram origem no agronegócio. 

 “Esta contribuição leva em conta apenas o ICMS, porém o agronegócio também traz receitas ao Estado por outras fontes, como o Fundo de Apoio das Exportações, o FEX. O Fisco está recebendo neste ano de 2016 o FEX de 2015, no valor de R$ 425 milhões. O agronegócio ainda paga o Fethab, que arrecadou R$ 860 milhões em 2015. Somando tudo o agronegócio pagou R$ 5,3 bilhões ao Fisco de Mato Grosso”, destacou Dilmar. 

 Para o democrata,  a sugestão em debate, ou seja, a limitação da quantidade que o produtor pode exportar,  é uma interferência direta no negócio e representa um sério risco a sustentabilidade da produção e crescimento do Estado.

 “Engana-se quem pensa que Mato Grosso oferece grandes vantagens para quem aqui produz. Existe limitação legal para exploração da área para o plantio, que é de 20% na floresta e 65% no cerrado, sem contar que nossa logística é bastante desfavorável,  pois estamos geograficamente mal situados. A ausência de portos, hidrovias,  estradas, ferrovias e outros meios para escoamento do grão aqui produzido nos coloca em uma situação difícil em relação aos outros estados produtores, o que ficaria ainda mais complicado com a taxação de commodities e a limitação da exportação”, argumentou. 

Em carta aberta, Famato e Aprosoja se posicionam contra novo imposto

 O possível aumento do taxação do agronegócio será debatido pelo deputado estadual junto ao governador   Pedro Taques (PSDB). “O governador já disse para imprensa ser contra este aumento. Vamos trabalhar para mostrar os números que o agronegócio adiciona a nossa economia, a geração de emprego e renda, e os riscos que mudanças representam”, concluiu.

Deputado defende tributação dos commodities para enfrentar crise econômica  

 

 

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Comentários (2)

  • Carlos Nunes | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 14h32
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    Complementando o comentário do Edu Brito...pois é, Goiás já taxou, com isso o custo de plantio aumentou, e o produto de Goiás passou a ser o mais caro do país. Não sei se essa cobrança aqui é MT é para agradar compadres (Goiás e MT são do PSDB); só para não deixar Goiás na mão, sozinho na enrascada. Agronegócio é a galinha dos ovos de ouro do Brasil...tem garantido até o superávit na balança de pagamentos nacional, às vezes. A estória infantil não acabou bem...nela o dono da galinha cresceu os olhos e quis saber da onde vinha o ouro; aí matou a galinha, quando abriu, verificou que era uma galinha comum - só que botava um ovo de ouro todo dia. Teria é que avaliar até que ponto o aumento do custo de plantio, motivado pelo taxação das commodities, vai atrapalhar a competitividade no mercado internacional...muito, pouco, mais ou menos? Tem aúfa de país louco para comercializar soja, e todos os produtos agrícolas de MT, no mercado internacional...só estão esperando uma oportunidade. Se inviabilizar o negócio, os próprios produtores de soja poderão até mudar de atividade e plantar outra coisa mais lucrativa.

  • Edu Brito | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 10h44
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    O governo de Goiás publicou um decreto no fim de janeiro criando limites para exportações de grãos e uma regra que permite cobrar ICMS sobre 30% das compras feitas por tradings e 40% sobre o que é processado pelas indústrias. Na prática, as tradings só poderão levar para fora do País volume equivalente a 70% do que comprarem dentro do Estado; os 30% sobre os quais deverão pagar ICMS terão de ser direcionados para o mercado goiano. Com isso a arrecadação do Estado será ampliada significativamente. Os grandes homens do agronegócio (não me refiro ao pequeno e médio produtor) possuem muitos representantes no Congresso e nas assemvleias legislativas e através desses representantes mantem desonerações do setor. Na prática o que contribuem não paga as rodovias, pontes e áreas degradadas. Só resta para a população a poluição e o achatamento salarial para a MANUTENÇÃO DE PRIVILÉGIOS. É isso que está acabando com Mato Grosso.

| 27/05/2016, 08h:35 - Atualizado: 27/05/2016, 08h:40

Queremos um governo de frases de efeito?

ceara artigo sexta 400 padrao

 Antonio Cavalcante

Creio que muito tardiamente o governador de Mato Grosso se afastou dos holofotes que o cegavam, desviou os olhos para a máquina administrativa emperrada e percebeu que há um caos no setor de segurança pública, com um grupo de policiais matando pessoas inocentes mediante pagamento, e a população indefesa escondida em suas casas, em face da insegurança que é pública e só não vê quem não quer (ou alguém que viaje o tempo todo).

Notou que os hospitais estão lotados, não há leitos de UTI, crianças e idosos sofrem com as ameaças de dengue e do tal vírus influenza que em alguns casos é fatal, e constatou que o “turismo de ambulância” como programa de saúde ainda impera em nosso estado. Prefeituras sucateadas despacham seus pacientes para as unidades de emergência em Cuiabá e Várzea Grande, por falta de recursos locais, e a compra de ambulância (“ambulancioterapia”) ainda é a grande “política pública” para este setor.

A situação dos servidores públicos também é caótica, o estado que cobra seus tributos de acordo com a inflação, que passou longe dos 11% oficiais, se recusa a fazer a recomposição do salário de acordo com as perdas verificadas no ano passado, que corroeu os vencimentos das categorias.

O governador finalmente toma contato com a realidade. E onde ele esteve neste período? O que andou fazendo durante todo esse tempo?

Ora, como ele próprio disse, foi o primeiro (e único) governador a apoiar publicamente o golpe contra a Constituição, para permitir a instauração de um “processo sem crime” contra a presidenta da república. E não é de hoje que venho chamando a atenção para o caráter fascista, reacionário, de extrema direita e criminoso desse golpe disfarçado de impeachment.

E enquanto o governador viajava país afora, fazendo propaganda e defesa do tal “impeachment”, que a mídia no mundo todo vem chamando de “complô de bandidos”, Mato Grosso ficava a deriva. E ao lado de quem o governador viajava? Ao lado de pessoas “inocentes” como Aécio Neves, aquele que será “devorado” pela Operação Lava Jato, como disse o mais recente delator à justiça (na verdade é o quinto réu que acusa o mesmo corréu).

Sabe-se que o plano do golpe começou a ser executado logo após a eleição de 2014.

Essa decisão de fomentar um golpe dos ricos contra os pobres, um “complô de criminosos” que querem se blindarem dos processos que terão que responder, é um carimbo que fica na testa de Pedro Taques, para tristeza de quem viu o político nascer como grande defensor do Estado Democrático de Direito e da Constituição Federal, a história lhe cobrará a coerência perdida. A sua credibilidade e capacidade até o momento ainda não foram posta à prova para resolver os dramas da educação pública, da cultura e da carência das pesquisas científicas em Mato Grosso. Somos 141 municípios, a maioria deles abaixo do aceitável em índices de desenvolvimento humano, todavia não existe nenhuma solução para esse drama e para a busca da igualdade.

O político Pedro Taques se deixou usar por grupos políticos descompromissados com o Estado Democrático de Direito, com o bem estar-social e coletivo, ou teve maus conselheiros. Querer combater a corrupção combatendo a democracia, além de um erro pra lá de grosseiro, é agir de má-fé.

A realidade bate à sua porta e o obriga a algumas decisões urgentes, a primeira delas é permitir a instauração de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a corrupção na Secretaria de Educação (SEDUC), e de outras unidades administrativas que já se apresentam como alvos do Grupo de Combate ao Crime Organizado (GAECO). Dizer que o roubo na SEDUC foi “menos do que disse o GAECO” em nada ajuda para recuperar a imagem arranhada.

Deve conceder o pagamento das perdas da inflação aos servidores estaduais, para isso exonerando os 3.000 cargos comissionados (pessoas indicadas por políticos) e extinguindo os cabides de emprego que criou (no estacionamento em frente ao palácio há vaga reservada até mesmo para um tal Gabinete de Articulação Internacional!!).

E por fim deixar de fazer política do jeitão tradicional, já condenado pela sociedade. Trazer aquele deputado federal para o governo, apenas para o sujeito “fugir” do julgamento do Supremo Tribunal Federal (que se aproxima) é usar a mesma tática adotada ao longo pelo tal “braço político do crime organizado”.

A realidade é dura, mas é melhor aceitá-la do que aos elogios dos vassalos. Não interessam os selfies do político comendo marmitex ou em passeatas dos coxinhas e militontos nazi-doidos contra a democracia. Sem frases de efeito, por favor, dizer que na próxima campanha eleitoral irá “dirigir carro de som e pregar cartaz em poste” não ajuda, e ainda revela um crime: usar patrimônio público (poste de iluminação pública) para colar propaganda eleitoral.

Por um governo com mais ação e menos frases de efeito.

Antonio Cavalcante Filho, cidadão de Mato Grosso, escreve às sextas-feiras neste blog. E-mail: antoniocavalcantefilho@outlook.com

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Comentários (3)

  • rutinha | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 13h32
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    vai ter que trabalhar cearáaaa

  • A MAMATA ACABOU | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 11h17
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    ACABOU A BOQUINHA, CEARÁ! E afundaram junto esse movimentosinho pelêgo que combate a corrupção seletiva e ESQUECE DO PT...que perpetrou o MAIOR ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DA HUMANIDADE! Agora, terão wue trabalhar!

  • Carlos Nunes | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 09h42
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    Os estados e municípios brasileiros, incluindo MT, agora somente sofrem os efeitos do governo do PT, que afundou a Economia Brasileira, viramos uma espécie de Grécia. Com isso a arrecadação caiu drasticamente...os primeiros sinais disso começaram no pujante estado do Rio Grande do Sul, ano passado quando o Sartori pegou o governo, descobriu que não tinha dinheiro: ou pagava funcionários e aposentados ou pagava a dívida do Estado - preferiu pagar os funcionários e dar o calote à dívida. Aí os 3 juristas entraram com o pedido de Impeachment pelo crime de responsabilidade...mas vendo o buraco em que o país afundou, principalmente pelo desemprego de 12 Milhões de brasileiros, houve foi crime de IrResponsabilidade. Mentiram descaradamente na última campanha eleitoral, só para ganhar a eleição. A Marina até que tentou, na campanha, nos debates, mostrar que o Brasil já estava afundando, mas era interrompida pela Dilma e pelo Aécio, que queriam ganhar a eleição de qualquer jeito. Foi a mais lúcida na campanha. Pois é, quando a Economia Nacional afunda, há um efeito cascata e afundam também a dos estados e municípios...o Taques é só vítima disso, como é qualquer governador ou prefeito. Só existe um conselho prá dar prá ele: pare de fazer promessas e mais promessas que não vai cumprir, porque NÃO TEM DINHEIRO...pegue tudo o que conseguir arrecadar e aplique só nas VERDADEIRAS PRIORIDADES. Já vivemos a época das vacas magras...ninguém sabe nem o tamanho dessa crise, nem quando tempo ela vai durar.

| 27/05/2016, 00h:00 - Atualizado: 26/05/2016, 20h:45

Faculdades e as taxas de serviços

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Elga Figueiredo

A cobrança de taxas pelas instituições de ensino é uma queixa recorrente dos alunos de unidades privadas e, em alguns casos, até públicas. As Instituições de Ensino Superior têm, nessas taxas, verdadeiras fontes de receita que, em muitas vezes, superam a própria mensalidade dos alunos, que deveria ser a única fonte de receita das instituições.

No caso das faculdades privadas, paira a premissa de que o vínculo celebrado destas com os alunos é, em sua essência, um contrato de direito privado, regulado pela Lei nº 9870/1999 e pelas regras contidas no Código Civil.

Desta feita, a relação entre as partes se encontra disciplinada no contrato celebrado entre as partes. Assim, se no contrato se encontra previsto a cobrança de taxas para os serviços ditos excepcionais, tal cobrança se mostra legal.

Portanto, escoradas nesta suposta relação particular e legal, as instituições de ensino privadas mantêm a cobrança de taxas em valores muito superiores ao efetivo custo dos serviços prestados, bem como a liberação de documentos.

De acordo com a Constituição brasileira e a lei 8.170/91, que rege o setor educacional, apesar de serem instituições privadas, as instituições de ensino superior prestam um serviço público e, portanto, estão proibidas de cobrar do cidadão quaisquer taxas para expedição de documentos necessários à defesa de direitos ou esclarecimento de situações de interesse pessoal. 

Além disso, o Conselho Nacional de Educação determina que as mensalidades são a única remuneração possível por todos os custos referentes à educação ministrada e pelos serviços diretamente vinculados. 

Entrementes, compartilho do entendimento de que, com exceção de diplomas, documentos necessários para transferência de alunos, ou por emissão, em primeira via, de quaisquer documentos destinados à informar ou comprovar a situação acadêmica dos alunos, as instituições particulares de ensino superior podem cobrar taxas para emissão, desde que a cobrança limite-se ao valor do custo do serviço.

Entendo dessa forma, na medida em que acredito que a cobrança de taxas específicas não pode incidir sobre os serviços considerados regulares, quais sejam, aqueles indissociavelmente ligados à atividade educacional e, desta forma, prestados de forma geral e indistinta a todos os estudantes da instituição, tais como, por exemplo, a emissão de histórico escolar uma vez em cada período letivo, ou do diploma de conclusão do curso, porquanto são documentos emitidos para todos os alunos, independentemente de solicitação individual.

De outra banda, aqueles serviços tidos como pessoais, atendendo a uma situação especifica, como: revisão de provas, fornecimento de grade curricular, atestados, requerimentos, isenção e dispensa de disciplinas, segunda chamada de provas, abono de faltas e emissão de segunda vias de documentos, a cobrança é legal,  desde que não abusiva, uma vez que é necessário para a manutenção das atividades educacionais.

Elga Figueiredo é empresária e advogada, especialista em direito do consumidor e escreve exclusivamente neste Blog toda sexta - e-mail: elgafigueiredo@hotmail.com

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  • James | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 03h22
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    Discordo. A cobrança só pode ser legal se estipulada antes da assinatura do contrato, ou seja em uma tabela e não posteriormente ser imposta ao alvedrio da instituição...

| 26/05/2016, 20h:20 - Atualizado: 26/05/2016, 20h:53

Professores denunciam manobra do Sintep-MT para defender volta de Dilma

Nota de Repúdio ao Governo Taques foi aprovada em assembleia-geral numa omissão da pauta petista da mobilização nacional


Rdnews/arquivo

Henrique Lopes

Henrique Lopes, presidente do Sintep-MT, que inclui pauta pela volta de Dilma

Professores da rede estadual de ensino de Mato Grosso denunciam o que chamam de manobra da direção do Sintep-MT, entidade que congrega a categoria e é presidida por Henrique Lopes do Nascimento, por utilizar a mobilização salarial no Estado para pedir o retorno de Dilma Rousseff (PT) à presidência do país.

Um grupo de professores que prefere não se identificar para não sofrer represálias apontam que os trabalhadores da educação aprovaram a “Moção de Repúdio ao Governador Pedro Taques”, nesta semana, com a omissão da pauta petista da mobilização nacional.

Uma das educadoras disse que o debate era sobre PPP e RGA, mas incluíram discussão em defesa do retorno da presidente petista afastada. Afirma ter se sentido usada. A professora, que leciona numa das escolas ocupadas por estudantes em Várzea Grande, assegura que "estão usando da tática do terrorismo para convencer alunos e pais de que o governo vai cobrar mensalidade nas escolas estaduais ainda neste ano", o que não procede. 

O documento contestado pelo grupo de professores foi aprovado em assembleia-geral, na última segunda (23), e está disponível no site do Sintep e na página do sindicato nas redes sociais. O manifesto não reconhece o governo do presidente Michel Temer (PMDB), classificando-o como “ilegítimo”.

“Nós, profissionais da educação, presentes na assembleia-geral do Sintep-MT, realizada no dia 23 de maio de 2016, posicionamos pelo reestabelecimento da democracia em nosso país, e em defesa dos direitos dos/as trabalhadores/as. Por isso, não reconhecemos o governo ilegítimo que assumiu o poder em âmbito federal em 12 de maio. Vamos nos empenhar na luta pela retomada da democracia, exigindo a volta da presidenta eleita democraticamente. Assim, faremos frente a qualquer ataque aos direitos dos/das trabalhadores/as e da sociedade em geral, conforme o anúncio do projeto político e econômico do governo que assumiu à revelia da democracia brasileira”, diz o documento.

No texto aprovado na assembleia, o Sintep também cobra do Governo de Mato Grosso o pagamento do RGA mais o ganho real da carreira. Acontece que, conforme anunciado em abril deste ano, o Estado já assegurou o pagamento dos 7% aos professores.

Vários professores do Estado repudiaram a atitude na página do Facebook do Sintep.  “Vocês nos enganaram e esconderam a verdade. E só através dessa moção de repúdio na internet que estamos tomando ciência. Sintep não tem que apoiar partido algum e sim os direitos dos servidores públicos”, disse uma professora. "Isso é um abuso do Sintep, falar em nome dos professores, o que não foi discutido. Nós não queremos a volta de Dilma”, afirmou outra professora na página.

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Comentários (30)

  • José da rocha filho | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 18h27
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    Sr. Homero, quando se fala em baixa qualidade da educação, eu tenho que concordar. Veja o seu caso, por exemplo. Não conseguiu extrair uma mensagem simples e clara de um texto de 3 linhas. Onde o senhor viu cunho homofóbico no meu comentário? A minha referência é ao cérebro do Alexandre Frota, a sua capacidade de contribuir com a educação brasileira. Parece-me que carapuça serviu, mas não tive a intenção. Até porque sou da opinião de que cada um tira o prazer de onde consegue e eu não tenho nada com isso. Parece-me que carapuça serviu, mas não tive a intenção.

  • Homero | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 14h55
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    Sr. José da Rocha Filho, usando do mesmo cunho homofóbico que vc citou, discriminando as opções de Alexandre Frota e a atenção do novo Ministro da Educação, que vc me diz das várias "mulheres" ao redor da Dilma, ela mesma do mesmo naipe ?

  • Marli | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 14h45
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    Na nota do Sintep, aprovada na assembléia geral da categoria, não consta a defesa de nenhum partido e sim da Democracia. Nesse contexto e presidente Dilma voltará sim porque só o seu governo é legítimo, foi eleita pela maioria do povo brasileiro.

  • José da rocha filho | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 13h35
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    Sra Marli, bela fala. A nossa luta é apartidária. Lutamos pelo que é nosso de direito. Ao sr. Roberto Renato, informo que os problemas citados estão com os dias contados. Afinal, Mendonça como ministro da Educação, seguindo as orientações de Alexandre Frota, logo seremos um Finlândia.

  • Mateus Lucas | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 13h17
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    Galera "esquerdóides", petistas que não gostam de trabalhar e sim em mamar eternamente nas tetas do Estado, que não produzem NADA para a sociedade, o processo contra sua presidANTA TAMBÉM foi por meio de VOTAÇÃO, sendo assegurado o CONTRADITÓRIA e a AMPLA DEFESA (devido processo legal), como muitos alienados comentaram em relação a mais uma baixaria do pseudo-sindicato chamado SINTEP....

  • Alberto | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 12h49
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    Isto é a maior fraude Sindical, o Sindicato não é e nem pode ser uma facção Politica Partidária, o Sindicato existe para defender os interesses da categoria, quando um Sindicato se envereda pelo campo da Politica partidária a tendência é o enfraquecimento, pois dentro de um Sindicato existem várias correntes e ideologia que devem ser respeitadas, é uma pena que os professores deixem seu Sindicato seguir neste direção...

  • Edna Bernardo | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 12h46
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    Covardes se omitem e pior se escondem como esses que denunciam a inverdade. Pior é a imprensa reproduzir a mentira!

  • olmedo | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 12h26
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    Estratagema da velha política do Wilson Santos e o comitê da maldade. Joga um contra o outro e acaba em nada a discussão. Esse PSDB, morto, ainda respira.

  • Neemias | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 11h29
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    Pessoal esse sitio eletrônico chamado RDNEWS faz parte do PIG - PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA. e não trará nenhuma informação de interesse dos trabalhadores, muito menos da educação. Nós de 116 municipios estávamos lá, participamos do conselho de representantes e assembleia geral em Cuiabá. Votamos conscientemente depois de muito debate sobre a pauta apresentada. Duvido muito se tem mesmo esses professores alienados que a reportagem falou aí que votou enganado. Se tem precisa ser politizados, participar do debate e defender suas convicções nas assembleias. Se querem continuar enganados pelo Ze Pedro aTaques que assuma isso.

  • João Bosco Rodrigues Paes | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 10h45
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    Um grupo de Professores??????? Quais "cara palida" ??????????? Só neste rdnews mesmo. kkkkkkkkkkkkkkkk

| 26/05/2016, 16h:18 - Atualizado: 26/05/2016, 16h:30

Servidores, façamos a diferença!

Luciano artigo

Luciano de Arruda

Inicio essas linhas com o significado de servidor: aquele que serve a alguém ou a uma instituição; servo, servente, empregado; obsequiador, serviçal. Servidor Público, funcionário do Estado.

Diante de tal palavra importante me veio à mente a Bíblia, mais precisamente o Evangelho de Mateus escrito por Mateus em Jerusalém para Comunidade de Judeus Cristãos (70 d.C). No Evangelho no capítulo 20, versículo 28, Mateus, fala sobre Jesus Cristo, as seguintes palavras: “Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos”. Que exemplo maravilhoso. Jesus Cristo viveu e morreu servindo às pessoas. Jesus Cristo fez a diferença no mundo.

Quero então compartilhar o ensinamento do Mestre Jesus Cristo que está no capítulo 7, versículo 12 de Mateus: “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas”. O Mestre ensina que devemos fazer o bem a todos, porque fazendo isso todos nós seremos beneficiados.

A seguir veremos como esse ensinamento é considerado na Teologia, na Psicologia e na Antropologia, vejamos: A palavra para esse ensinamento na Teologia é Ágape, palavra grega, amor sublime, mais alto, esta palavra descreve um amor desinteressado, de alguém que se dispõe a dar de si mesmo sem esperar receber nada em troca. É o amor que leva alguém a oferecer a sua própria vida para salvar a outros.

A palavra para esse ensinamento na Psicologia é empatia, capacidade para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. É tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que sente outro indivíduo. A empatia leva as pessoas a ajudarem umas às outras. Está intimamente ligada ao altruísmo – amor e interesse pelo próximo – e à capacidade de ajudar. Quando um indivíduo consegue sentir a dor ou o sofrimento do outro ao se colocar no seu lugar, desperta a vontade de ajudar e de agir seguindo princípios morais.

A palavra para esse ensinamento na Antropologia é alteridade, qualidade ou estado do que é outro ou do que é diferente. Um dos princípios fundamentais da alteridade é que o homem na sua vertente social tem uma relação de interação e dependência com o outro. Por esse motivo, o "eu" na sua forma individual só pode existir através de um contato com o "outro". Quando é possível verificar a alteridade, uma cultura não tem como objetivo a extinção de uma outra. Isto porque a alteridade implica que um indivíduo seja capaz de se colocar no lugar do outro, em uma relação baseada no diálogo e valorização das diferenças existentes.

O Mestre fala de lei. E acabo de ter uma súbita sensação de entendimento ou compreensão da essência da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. O servidor e a administração pública não vivem sem o Artigo 37, em que diz: “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”.

Tenho certeza que todos nós servidores podemos e queremos fazer a diferença no Estado. Pois nascemos e vivemos para servir as pessoas como a própria palavra analisada nos diz. Com amor ao serviço e a lei seguimos avante. Com essas linhas termino dizendo: servidores, façamos a diferença!

Luciano Souza de Arruda é analista de desenvolvimento econômico e social, advogado, filósofo e teólogo. E-mail: direitooabmt@gmail.com

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  • alexandre | Quinta-Feira, 26 de Maio de 2016, 18h12
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    na verdade nós servimos pra arrecadar e dar todo o dinheiro para os Poderes e MPE. enquanto o executivo passa fome, os bestas acordaram e vão pra guerra..., chega dos favaros enriquecer a nossas custas, greve geral

Assembleia | 26/05/2016, 08h:15 - Atualizado: 26/05/2016, 08h:22

Fabio diz que PSB não interfere na eleição da Mesa Diretora da AL, mas recomenda que bancada busque unidade governista


O presidente do PSB de Mato Grosso, deputado federal Fabio Garcia, garantiu que não pretende interferir nas eleições da Mesa Diretora da Assembleia.  Apesar de admitir que os quatro integrantes da bancada estão em lados opostos nas articulações, o dirigente só recomenda que mantenham a unidade da base do governador Pedro Taques (PSB). 

Rodinei Crescêncio

Fábio Garcia

 Fabio Garcia afirma que eleição da Mesa Diretora não é processo partidário e não pretende interferir

“É uma eleição interna da Assembleia e os deputados estaduais são os protagonistas. O diálogo deve ser para que o processo seja salutar para a base do governador Pedro Taques, que une a maioria dos parlamentares. O PSB não fará interferência,  não é um processo partidário”, explicou Fabio Garcia em entrevista ao Rdnews

Dos quatro integrantes da bancada do PSB, pelo menos dois podem ser adversários nas eleições da Mesa Diretora previstas para setembro. Enquanto o deputado estadual Eduardo Botelho tenta se viabilizar como candidato à presidente, Oscar Bezerra articula para ser primeiro-secretário na chapa que deverá ser presidida pelo oposicionista Emanuel Pinheiro (PMDB). 

Já Max Russi entrou no chamado Grupo dos Nanicos, formados por deputados estaduais dos partidos com menor representatividade na Assembleia. O bloco que ainda conta com Sebastião Rezende (PSC), Pery Taborelli (PSC), Wancley Carvalho (PV) e Zé Carlos do Pátio (Solidariedade) se unificou para debater com os virtuais candidatos e buscar espaço na Mesa Diretora. 

Mauro Savi, por enquanto, está afastado das articulações da Mesa Diretora. O parlamentar que migrou do PR na última janela já foi presidente e primeiro-secretário da Assembleia, mas deve ficar fora de qualquer composição neste ano. 

Deputados de partidos nanicos se unem para disputar espaço na Mesa

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Comentários (1)

  • Edu Brito | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 00h59
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    Fabio Garcia apoie a independência dos deputados do PSB, pois vc assim como o Mauro Mendes são nomes fortes na eleição para governador. Taques teve seu governo manchado pela corrupção na Seduc e Seges e pelo golpe contra o RGA dos servidores. Oriente os deputados do PSB para estar do lado dos servidores e para cobrar providências contra a corrupção no governo.

| 26/05/2016, 07h:15 - Atualizado: 26/05/2016, 12h:50

Se colocar no lugar do outro

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Maria Rita

A gravidez é um fenômeno que nos leva a viver novas experiências mesmo. Uma situação muito rica é a de pertencer temporariamente ao grupo dos que têm preferência em atendimento de filas e estacionamento. Antes, tal situação, para mim, era quase imperceptível, mas dada a necessidade de me deslocar bem acima do peso normal fiquei muito feliz em poder exercer este direito.

Por conta disso, chega a ser ainda mais natural me colocar no lugar dos que não apenas em caráter temporário necessitam de tais preferências. É muito importante as conquistas dos diversos direitos e benefícios que os idosos, portadores de necessidades especiais e gestantes possuem. 

Esta semana eu estava numa fila preferencial de uma loja de departamentos e ao chamarem o próximo cliente a ser atendido um rapaz me olhou e, sem a menor cerimônia, passou na minha frente. Fiquei até constrangida com a falta de educação do jovem, mas pouca coisa no Universo me tira do sério e achei melhor relevar.

A moça, que estava atrás do rapaz na fila normal, não pensou como eu. Em alto e bom som disse que havia uma gestante na fila preferencial com o direito a ser atendida primeiro e em dois segundos surgiu uma caixa para me atender.

Agradeci ao gesto da moça e ligeiramente constrangida fui pagar minhas compras. Constrangida do quê, né? Acho que de mim mesma, rs. Pois exercer um direito não é mendigar nada ou ainda transgredir alguma lei. É justamente o contrário, é exercer a cidadania.

Em outro momento estava eu estacionando o carro numa área destinada a este grupo preferencial quando vi um rapaz sozinho estacionando o carro. Enrolei um pouco para ver o porquê de ele estar ali. Não estava “grávido”, aparentemente não possuía nenhuma deficiência e era jovem para estar acima dos 60 anos.

Eu o julguei muito mal, se não fosse este meu constrangimento natural teria feito um barraco. Pois me senti indignada. Mas eis que rapidamente me arrependi do julgamento, pois já na calçada uma mulher grávida em estado adiantado o esperava para juntos entrarem no estabelecimento.

Poderia ser ainda pior o meu julgamento. O rapaz poderia sofrer de alguma deficiência mais difícil de diagnosticar fisicamente, como uma incontinência, e tivesse que estacionar correndo para ir ao banheiro. Afinal ninguém é obrigado a se explicar ao estacionar numa vaga preferencial.

Bom, este texto não tem caráter conclusivo. São pensamentos diversos que me surgiram neste contexto único. Uma situação que não é comum a grande maioria, mas que possibilita um exercício diferente e te ajuda se colocar no lugar dos outros. Muito enriquecedor vivê-la.

Talvez se outros passassem por isso ainda jovens e sem qualquer tipo de deficiência valorizariam mais o que direito alheio. Evitando estacionar onde não deve e também não julgando sem saber.

Maria Rita Ferreira Uemura é jornalista, empresária, diretora da empresa de eventos de aventura ULTRAMACHO e escreve exclusivamente toda quinta-feira neste Blog (www.ULTRAMACHO.com.br) - e-mail: ferreirauemura@gmail.com

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renúncia e sonegação | 25/05/2016, 19h:50 - Atualizado: 25/05/2016, 19h:54

Deputado nega recurso de presidente da JBS e exige presença em oitiva no dia 7

Wesley Batista faltou 2 vezes e pode ser conduzido coercitivamente


O presidente da CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal, Zé do Pátio (Solidariedade), nega o pedido feito pela defesa do proprietário da JBS, Wesley Batista, que pretendia responder aos questionamentos da Comissão por escrito, na oitiva marcada para o próximo dia 7.

Para Pátio, a presença do empresário é essencial a fim de que sejam confrontados todos os indícios de sonegação de impostos, supostamente, cometidos pela JBS, que é investigada pelo uso indevido de incentivos fiscais, concedidos pelo Prodeic. “Queremos que ele (Wesley) responda todas as perguntas para tirarmos as dúvidas a respeito das investigações”.

Gilberto Leite

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   Presidente da CPI, Zé do Pátio diz que se for preciso pedirá condução coercitiva de Wesley Batista

O deputado ainda ressalta que se Wesley faltar à reunião poderá solicitar a condução coercitiva. “Wesley faltou às oitivas marcadas, em abril e maio. Em uma delas, a defesa nos informou que o empresário não compareceu porque estava cumprindo ‘agenda’ em outros países da Europa e Ásia. Até entendemos, mas desta vez não vamos admitir uma nova falta”.

Pátio também lembra que em abril negou outro pedido da defesa de Wesley, no qual o documento determinava que a oitiva fosse realizada a portas fechadas. Neste sentido, o parlamentar explica que até poderia acatar o requerimento, contudo, a decisão teria que ser feita durante a reunião, com consentimento dos demais membros da CPI.

JBS

A convocação de Wesley Batista aconteceu após os membros da CPI ouvirem o diretor de Tributos da JBS, Valdir Boni, em fevereiro. Entretanto, Boni não prestou esclarecimentos necessários que atendessem à comissão. Além disso, Pátio afirma que o diretor entrou em contradição várias vezes. (Com Assessoria)

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| 25/05/2016, 10h:12 - Atualizado: 25/05/2016, 10h:23

Momento exato da decisão correta

rui prado artigo 400

Rui Prado

Mato Grosso é o Estado com a maior vocação rural da nação, o que deveria ser motivo de orgulho, sobretudo para a massa de trabalhadores que torna essa realidade possível. São 255,63 mil homens e mulheres que atuam no agronegócio do Estado com carteira assinada, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, o equivalente a 32% do universo de trabalhadores no Estado. Sendo assim, o maior produtor agropecuário do país é, ainda, um lugar de oportunidades advindas desse setor, hoje, ávido pelo reconhecimento de sua importância e, principalmente, por desmistificar teorias criadas em torno dele, de que apenas explora visando lucro incessante, sem retorno à sociedade.

Neste 25 de maio, Dia do Trabalhador Rural, convido à reflexão sobre o embate que o agronegócio está vivendo quanto à ventilada possibilidade de taxação das commodities, grande riqueza do Estado, responsável por 51% do seu PIB. Não há dúvida de que o setor é o grande promotor da alavancada de Mato Grosso nos últimos anos. A arrecadação de ICMS entre 2005 e 2015 cresceu proporcionalmente à área plantada no Estado, da casa dos R$ 3 bilhões para os R$ 7,9 bi, sobre uma extensão de 8,48 milhões de hectares para pouco mais de 13 milhões ha. O aumento do ICMS foi de 157% no período, mesmo com um crescimento populacional de apenas 30% (de 2,5 milhões para 3,27mi). E isso aconteceu durante a vigência da Lei Kandir, que desonera o montante da produção agropecuária voltada à exportação – 52% do que é produzido.

Essencial ao desenvolvimento de Mato Grosso nos últimos 20 anos, a importância dessa legislação persiste justamente por ser impensável, em qualquer país que vende ao mercado externo, exportar impostos. Quebrar sua vigência causaria a queda da competitividade e da oportunidade de mercado ao Brasil, além de atingir diretamente a única porção da balança comercial que ainda é superavitária. Como consequência, também diminuiria as oportunidades que o campo promove nocauteando diretamente os postos de trabalho criados a partir do setor.

Essa discussão sobre a Lei Kandir vem à tona a partir de inverdades alardeadas de que a agropecuária mato-grossense não paga ICMS e outros impostos. O agronegócio é responsável por contribuir com nada mais nada menos do que mais de 50% do ICMS de Mato Grosso. Novamente, recorro aos números, contra eles não há argumento.

Do total de R$ 7,9 bilhões em ICMS arrecadados por Mato Grosso em 2015, a produção agropecuária beneficiada, vendida e consumida no Estado gerou R$ 4 bilhões através dos recolhimentos direto, indireto e induzido, o equivalente a 50,6% do todo. Fora isso, de R$ 791 milhões arrecadados pelo Fethab no mesmo ano, o agro contribuiu com 71% deles (R$ 559,9 mi). E tem mais: a compensação da Lei Kandir foi de R$ 296,7 milhões já devolvidos pelo governo federal – ainda faltam recursos (R$ 124,5 mi) –, além de valores da ordem de R$ 900 mi que nossos produtores deixaram em outros estados quando adquiriram produtos necessários ao implemento da produção.

Ou seja, é essencial a Mato Grosso a arrecadação já feita pelo agronegócio aos seus cofres públicos – que, em tese, é revertida para garantir direitos à população em geral, como serviços de saúde e educação gratuitos e de qualidade.

Não se mexe em time que está ganhando. Essa é a reflexão deixada às autoridades estaduais, sejam elas de qual Poder forem, sob o risco de, se mudarem a regra do jogo, causarem estragos e um colapso no estado mais promitente do Brasil. Ao contrário, as autoridades precisam estar atentas às evasões ilegais praticadas em Mato Grosso, para devidamente coibir, punir e cobrar de quem de fato deixa de contribuir. E, nesse sentido, defendo toda e qualquer frente de investigação para apurar ilegalidades quanto à lesão ao erário, e a cobrança da conta. Isso, além da necessidade de enxugamento da máquina, com a efetiva reforma administrativa que o Estado urge.

É hora, portanto, de tomar as decisões corretas pensando o hoje para Mato Grosso, mas, principalmente, em um futuro ainda mais próspero para todos os seus habitantes. Posto isso, seguimos certos de medidas que, ao invés de inviabilizar o que é promissor, permitam o franco crescimento da produção agropecuária no Estado.

Rui Prado é médico veterinário, produtor rural e presidente do Sistema Famato/Senar

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Mesa Diretora | 25/05/2016, 08h:10 - Atualizado: 25/05/2016, 08h:28

Deputado diz que AL errou ao não votar fim da reeleição após escolha de Maluf


O deputado estadual Max Russi (PSB) defendeu o fim da reeleição para os integrantes da Mesa Diretora da Assembleia.  Segundo ele, a alternância e a renovação no comando são fundamentais para resgatar a imagem do Poder Legislativo perante à sociedade. 

A proposta era defendida pelo presidente da Assembleia Guilherme Maluf (PSDB) ainda em 2015, quando assumiu o posto. Entretanto, o próprio tucano deixou de lado o acordo feito com os demais deputados estaduais e se lançou à reeleição, afirmando que a reforma administrativa do Legislativo o credencia para buscar o segundo mandato na eleição, prevista para acontecer em setembro. 

Marcos Lopes/ALMT

deputado max russi Marcos Lopes ALMT.jpg

Max Russi defende que deputados não devem permitir que colegas se "perpetuem" no poder

 “A PEC que prevê o fim da reeleição deveria ter sido votada logo após Maluf ter assumido a presidência. O problema é que o presidente controla a pauta das sessões e não tem interesse na aprovação”, disse Max, em entrevista ao Rdnews nesta terça (24). 

A PEC foi apresentada pelo deputado estadual Gilmar Fabris (PSD) em março do ano passado. No entanto, continua tramitando nas comissões e ainda não foi remetida para votação em Plenário. 

 Apesar disso, para o socialista, não existe mais espaço para perpetuação de nenhum deputado no comando da Assembleia, como aconteceu no passado. Apesar de não ter citado nomes, o socialista se referiu ao ex-deputado estadual José Riva, que se alternou na presidência e primeira-secretaria durante 20 anos e acabou preso após deixar a vida pública por envolvimento em supostos esquemas de corrupção. 

 “A situação não é nem parecida com a do passado. Hoje temos três candidatos a presidente e um grupo que se articula para influenciar na disputa”, completa Max. 

 Além de Maluf, outro integrante da Mesa Diretora se articula para disputar a presidência: vice-presidente Eduardo Botelho (PSB). O deputado estadual Emanuel Pinheiro também é apontado como virtual candidato a presidente da Assembleia. 

 Grupo dos Nanicos

 Max Russi recebeu aval da bancada do PSB para participar do chamado Grupo dos Nanicos. O bloco é formado pelos deputados estaduais Sebastião Rezende (PSC), Pery Taborelli (PSC), Wancley Carvalho (PV) e Zé do Pátio (Solidariedade). 

  “Como ficamos de lado nas discussões sobre a Mesa Diretora, montamos o grupo. Não temos candidato a presidente. Não apoiamos nenhum dos três. Estamos abertos e vamos conversar com os três. Me aliei porque trabalhando juntos, podemos ser ouvidos”.    

Deputados de partidos nanicos se unem para disputar espaço na Mesa Diretora

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| 25/05/2016, 00h:00 - Atualizado: 25/05/2016, 11h:39

A síndrome de CDM

nestor fidelis texto interno e capa

Nestor Fidelis

Ela é mais comum do que se imagina. Está instalada em quase todos os lares. Toma conta da estrutura mental e comportamental de seu hospedeiro de tal modo que, somente por meio de um delicado e contínuo processo terapêutico, poderá se desinstalar da vida do doente, o que demandará, não raro, a busca por terapia séria e especializada.

Então, quando as pessoas questionam se a síndrome de CDM tem solução, podemos afirmar que a cura para esse mal foi encontrada há mais de dois mil anos.

Quantas vezes caímos em queixas sistemáticas a respeito de questões de grande ou pequena monta? Em quantas ocasiões agimos como se o nosso problema fosse maior do que as nossas forças e adotamos uma postura de incapacidade perante a menor experiência-desafio?

São incontáveis as oportunidades de aprendizado e evolução que desperdiçamos por demasiadamente querer chamar a atenção de alguns, ou de todos que pudermos, para as nossas dores, como se as outras pessoas também não passassem por situações desagradáveis e, possivelmente, mais graves do que as nossas.

Quem assim age está, nitidamente, acometido pela síndrome de CDM, cuja sigla significa: Coitadinho De Mim.

Quando agimos como “coitadinhos”, queremos atrair para nós a atenção que nós mesmos não nos damos, como se as pessoas tivessem a obrigação de sentirem dó de nós, os pseudohumildes.

O coitadinho, infelizmente, emocionalmente mal educado, eis que tal comportamento é aprendido e passa de gerações em gerações como um hábito nocivo, quer viver de aparência, sobretudo para dar a impressão de que seja uma pessoa humilde, ao passo que, em verdade, o que está por trás da máscara do coitadinho é o orgulho.

Ora, num mundo no qual ainda graça o orgulho que, juntamente com o egoísmo, são as chagas da humanidade, o desenvolvimento da vera humildade mostra-se como requisito indispensável para quem queira alcançar um estado de paz e gratidão de espírito.

Todavia, temos sido muito hábeis para tentar ludibriar a nós mesmos e permitir que humildade se torne apenas uma aparência de virtude em nossas vidas, e não uma conquista advinda do esforço pela autoiluminação.

Há ações e pensamentos sintomáticos do real desenvolvimento da humildade, cabendo a cada um observar em si mesmo: a capacidade de pedir perdão; se já sabe ouvir pacientemente, mesmo quando já se tem conhecimento do assunto; confessar que não sabe sobre outros temas; se está buscando conhecer os próprios limites e, em os conhecendo, não agredir-se a si mesmo.

Isso é importante porque a humildade é ativa e não passiva, pois, assim como as demais virtudes, se caracteriza por ser fruto de um processo de autoconhecimento, autodomínio e autotransformação.

Não convém confundir humildade com tentativa de ser “coitadinho”, ou “bonzinho”. Coitadinho é aquele sujeito que vive se lamentando: “ninguém gosta de mim!”, “tudo o que faço dá errado”. Já o bonzinho, que também assume a condição de coitadinho, sempre quer agradar aos outros e vive em busca de alguém com dificuldade para se mostrar como o bom samaritano, o herói da sociedade, conquanto não assuma os desafios íntimos e se empenho para domar suas más tendências.

Como visto, ambos o ego e o orgulho são marcantes em suas personalidades, razão pela qual sentem a necessidade de serem o centro das atenções, de serem admirados.

Chegam a passar por cima de necessidades pessoais com o fito de agradarem a outrem, somente para se sentirem amados, incluídos, não rejeitados, ou por não terem coragem de dizer “não”, tornando-se sérios candidatos a se enveredarem pelo mundo das drogas. 

A humildade é proativa, principalmente por ser a virtude que nos impele a colocar limites nas relações, cientes de nossas capacidades e, também, das deficiências que ainda trazemos. A pessoa humilde não assume compromissos em escala superior às suas próprias limitações.

A princípio, pela falta de costume em nos conhecer, “parece ser” tênue a linha que separa a humildade do orgulho. Muitas vezes, agimos orgulhosamente, pensando (ou fingindo) estarmos sendo humildes, e vice-versa.

Logo, em todas as circunstâncias, vale refletir: o que este sentimento quer me dizer? O que pretendo, verdadeiramente, com tal pensamento? Se tal fato se consumar, como me sentirei? Eventual satisfação é de ordem permanente ou se trata de uma fuga? Em que isso contribuirá com meu crescimento pessoal?

Também não há que se confundir humildade com simplicidade. Há pessoas de vida simples, mas com o orgulho exacerbado.

Geralmente, se dizem humildes, porém as atitudes denotam personalismo e prepotência. E o arrogante nada mais é do que uma pessoa frustrada, que se sente, no íntimo, inferior (mesmo sem sê-lo) e busca disfarçar sua insatisfação com atitudes que vão do deboche à agressão, conquanto mantenha um discurso de humilde.

O amor e a humildade são sentimentos que nos dão força para rejeitar os convites da “porta larga”, bem como as injustas imposições, à luz da lição de Joanna de Ângelis ao asseverar que “se equivoca aquele que diz ser quem não é, tanto quanto aquele que não diz ser quem é”.

Destarte, somos convidados a desenvolver o autoamor, por meio da autoaceitação, sem acomodação, agindo com flexibilidade perante os erros, que também são meios de aprendizado.

Jesus é nossa referência maior de humildade com autoridade moral. Suas lições foram vividas para que tivéssemos exemplos reais e possíveis de serem seguidos, por isso, somos convidados a conhecer o Evangelho por meio do estudo sério e reflexivo, a fim de que, sentindo as luzes da Boa Nova em nossos corações, na qualidade de orientação segura para a reforma íntima, possamos vivenciar o Espiritismo, ou seja, reviver o Cristianismo primitivo, simples e repleto de amor e fraternidade, aprendendo com aquele que é manso e humilde de coração, tomando as Leis Divinas como o direcionamento adequado para a conquista da felicidade.

Nestor Fernandes Fidelis é advogado, doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais e escreve exclusivamente para este Blog toda quarta-feira - nestor@nestorfidelis.adv.br

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Comentários (3)

  • julio | Quarta-Feira, 25 de Maio de 2016, 11h18
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    ze do pátio, leia isso.

  • Sonia Fátima | Quarta-Feira, 25 de Maio de 2016, 09h49
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    Parabéns Amigo Nestor... DEUS o abençoe, bela reflexão.... Continue com JESUS...

  • ANDRESSA | Quarta-Feira, 25 de Maio de 2016, 07h54
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    Excelente artigo. Nos reporta a refletir sobre nossos .

articulações | 24/05/2016, 16h:00 - Atualizado: 24/05/2016, 16h:05

Pivetta usa redes sociais e nega disposição para ingressar na equipe do governador


O prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PSB), usa o Facebook para dizer que não recebeu convite do governador Pedro Taques (PSDB) para assumir o comando da secretaria estadual de Saúde (SES). Além disso, afirma que não está à disposição para novos compromissos no momento. “Reforço minha confiança e estima pelo governador Pedro Taques, e torço para que seu governo seja exitoso”, assinala.

Apesar da negativa, circula nos bastidores a informação de que Pivetta está cotado para assumir a SES ou a secretaria estadual de Planejamento (Seplan). A possível nomeação teria objetivo de fortalecer a articulação política do Governo. 

Além de Pivetta, outro político cotado para reforçar a equipe de Taques é o deputado federal Nilson Leitão (PSDB). O tucano poderá assumir a chefia da Casa Civil.

As tratativas sobre possíveis mudanças no secretariado estão sendo mantidas em sigilo pelo grupo do governador. Para evitar alarde, devem ser concretizadas no prazo de 40 dias, na implementação da segunda etapa da reforma administrativa do Estado.

Taques fortalece articulação e deve escolher Pivetta e Leitão como gestores

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Comentários (1)

  • ariane | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 19h40
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    Pivetta deveria assumir o governo de MT. Perfeicao so em Cristo, mas os Pivettas fazem excelentes gestoes em Lucas e Mutum. Pede pra sair Pedro. Os cidadoes precisam de menos discursos e mais trabalhos, prestacoes de servicos

Articulação | 24/05/2016, 14h:30 - Atualizado: 25/05/2016, 00h:12

Taques se reúne com deputados em jantar; reforma administrativa no "cardápio"


O governador Pedro Taques (PSDB) se reúne com a base governista da Assembleia, na noite desta terça (24), com objetivo de pedir apoio para aprovação da segunda etapa da reforma administrativa. O local do encontro, que deve encerrar com jantar de confraternização, está sendo mantido sob sigilo justamente para evitar o assédio da imprensa. 

Os deputados estaduais se reunirão com Taques após a sessão em que devem apreciar o veto do Executivo ao Reajuste Geral Anual de 11,28% aos servidores do Poder Judiciário. Como o governador já liberou os integrantes da base governista para votarem da maneira que julgarem mais conveniente, a derrubada ou manutenção não influenciará no relacionamento entre o tucano e seus apoiadores. 

O veto, no entanto, ainda não chegou na Assembleia. A expectativa é que seja remetido ao Poder Legislativo ainda nesta tarde. 

A reunião com os deputados estaduais foi confirmada ontem (23) à noite e faz parte da estratégia para fortalecer a articulação política do governo. Além da reaproximação com os parlamentares, Taques ainda planeja substituir algumas peças do secretariado por políticos de expressão como o deputado federal Nilson Leitão (PSDB) e o prefeito de Lucas do Rio Verde Otaviano Pivetta (PSB). 

André Romeu

TAQUES E FAVARO.jpg

Governador Taques e vice Fávaro se reúnem com deputados para debater reforma administrativa

Taques espera receber 21 dos 24 deputados estaduais nesta noite. Somente Janaina Riva (PMDB), Emanuel Pinheiro (PMDB) e Zeca Viana (PDT), que fazem oposição sistemática no Parlamento, não foram convidados para dialogar com o governador. 

 Além de Taques, a reunião deve contar com a presença do vice-governador Carlos Fávaro (PSD). O social-democrata se tornou peça-chave na articulação com a Assembleia por presidir o PSD de Mato Grosso, que tem a maior bancada no Legislativo, formada por seis deputados estaduais. 

Reforma Administrativa 

A segunda etapa da reforma administrativa é finalizada pela equipe técnica de Taques, liderada por Marco Marrafon. Apesar de ter sido remanejado da secretaria Estadual de Planejamento (Seplan) para a pasta da Educação, ele se comprometeu em concluir essa tarefa antes da oficialização da mudança confirmada nessa segunda. 

O principal item da segunda etapa da reforma administrativa será a fusão da secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secitec) com o Gabinete de Projetos Estratégicos. Além disso, o Executivo avalia a extinção de autarquias como Fapemat, Metamat e MT-Gás. 

 Na primeira etapa da reforma administrativa, o governo extinguiu 1.130 cargos comissionados. A Loteria do Estado de Mato Grosso (Lemat) também foi extinta, assim como 40 cargos em comissão e funções de confiança da secretaria Extraordinária da Copa (Secopa).

Taques fortalece articulação política e deve nomear Pivetta e Leitão

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Comentários (2)

  • ana de campos | Quarta-Feira, 25 de Maio de 2016, 00h37
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    PEDRO TAQUES, o Governador QUE ORGULHA Mato Grosso! PEDRO TAQUES, o político A SERVIÇO DO CIDADÃO/SERVIDOR DE BEM! Chegou a hora, Mato Grosso. CORAGEM e ATITUDE para AVANÇAR! PEDRO TAQUES, É O NOSSO ORGULHO!

  • Edisantos Amorim Economista | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 15h56
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    Oportuno e necessário essa segunda etapa da reforma administrativa do estado o que dará folego para buscar o equilíbrio da Lei de Responsabilidade Fiscal do estado e o superavit nas contas.

| 24/05/2016, 14h:23 - Atualizado: 24/05/2016, 14h:45

Governador diz manter diálogo sobre RGA e apresenta proposta na próxima semana

Taques afirma que se der reajuste, o Estado não terá condições de pagar integralmente a folha de junho e cita que entre 2014 e 2015 autorizaram tantos benefícios que arrebentaram com o Estado


Mayke Toscano

pedro taques gabinete

Governador Pedro Taques, no Paiaguás, nesta 3ª

O governador Pedro Taques disse nesta terça, numa conversa numa sala ao lado do seu gabinete no Palácio Paiaguás, que, se conceder o RGA de 11,28% ao funcionalismo, não conseguirá pagar a folha de junho, algo em torno de R$ 630 milhões. Disse lamentar a crise econômica, que atinge a todos, e obriga o governo a repensar sobre o benefício, levando-o a optar ou pelo RGA ou pelo pagamento em dia da folha.

Observa que o governo já tem dinheiro em caixa para no próximo dia 30 pagar salário de maio. O Executivo conta com cerca de 100 mil servidores. As despesas com pessoal já superam os 49% das receitas correntes líquidas. Por conta do impasse, a categoria está decidida a entrar em greve geral.

Taques observa que 25 Estados não pagaram RGA este ano. No caso de Mato Grosso, o governador afirma que está aberto ao diálogo, espera avançar nas negociações com o Fórum Sindical, numa reunião nesta terça à tarde e acredita que possa surgir alternativa na próxima semana. Disse não ser autoritário e nem centralizador, tanto que o Executivo já promoveu 102 reuniões, todas elas registradas em ata, e que até agora não encontrou alternativa capaz de atender o pleito salarial do funcionalismo sem comprometer o caixa.

Ele diz que o governo não se fechou às negociações, estuda os números e acredita no surgimento de uma proposta capaz de fechar acordo na próxima semana.

O chefe do Executivo considera legítima a manifestação dos servidores, que paralisaram as atividades nesta terça, fizeram protesto em frente à secretaria estadual de Gestão e depois saíram em passeata até a praça das Bandeiras, no complexo do CPA. "Todos precisam ter clareza da crise. A colaboração é de todos. Vamos analisar a situação com tranquilidade para decidir. Fui eleito com a cara nas urnas para isso".

Possibilidades

Pedro Taques afirma que foram debatidas, inclusive com o Fórum Sindical, algumas possibilidades e todas descartadas. Avaliou-se demissão de comissionados, mas pondera que dos seis mil ocupantes de cargos DAS, apenas 1,5 mil não são de carreira, o que representaria uma economia mensal de R$ 5 milhões, o que traria pouco reflexo na "enxugamento" da folha..

Foi discutida também a hipótese de desligar os 8 mil servidores que estão em estágio proboatório, mas quase todos são da secretaria de Segurança Pública, o que também se torna impraticável. "O custeio da máquina já está no osso. Gastos com pessoal estão acima de 49%. Chegamos a essa situação porque entre 2014 e 2015 deram tantos benefícios (aos servidores) que arrebentaram o Estado", pontua Taques, que assumiu o comando do Estado em janeiro do ano passado.

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Comentários (23)

  • Edu Brito | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 10h46
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    O governo de Goiás publicou um decreto no fim de janeiro criando limites para exportações de grãos e uma regra que permite cobrar ICMS sobre 30% das compras feitas por tradings e 40% sobre o que é processado pelas indústrias. Na prática, as tradings só poderão levar para fora do País volume equivalente a 70% do que comprarem dentro do Estado; os 30% sobre os quais deverão pagar ICMS terão de ser direcionados para o mercado goiano. Com isso a arrecadação do Estado será ampliada significativamente. Os grandes homens do agronegócio (não me refiro ao pequeno e médio produtor) possuem muitos representantes no Congresso e nas assemvleias legislativas e através desses representantes mantem desonerações do setor. Na prática o que contribuem não paga as rodovias, pontes e áreas degradadas. Só resta para a população a poluição e o achatamento salarial para a MANUTENÇÃO DE PRIVILÉGIOS. É isso que está acabando com Mato Grosso.

  • alexandre | Quarta-Feira, 25 de Maio de 2016, 09h02
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    O Governo faz ouvidos moucos, só ouve o que fala ou que lhe convêm, quem errou em não provisionou o RGA foi o governo, quem planejou errado a perspectiva de inflação foi o Governo, em aumentar o orçamento em 20 % sem ter recursos, solução pra crise é clara: redução dos duodécimos, alterar a LDO, taxar o agronegócio, a lei kandir nunca falou em imposto zero, o governo não quer mudar nada, não quer taxar os financiadores e baroes do agronegócio, os Poderes querem continuar a construir Castelos e manter seus privilégios, a LRF não veda o RGA e sim aumentos pra carreira amigas que o Pedro Taxis concedeu e não poderia com o limite estourado, por este profundo desrespeito a lei do RGA e servidores greve geral, o Estado vai parar, a crise não pode ser paga com o suor dos servidores, não aceitaremos casas bahia em 24 X pra começar a pagar em 12/2016. vai aumentar a verba indenizatoria pros FTEs ?

  • ana de campos | Quarta-Feira, 25 de Maio de 2016, 00h34
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    PEDRO TAQUES, o Governador QUE ORGULHA Mato Grosso! PEDRO TAQUES, o político A SERVIÇO DO CIDADÃO/SERVIDOR DE BEM! Chegou a hora, Mato Grosso. CORAGEM e ATITUDE para AVANÇAR! PEDRO TAQUES, É O NOSSO ORGULHO!

  • Rosana | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 22h29
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    Eu nunca ouvi falar que pra cumprir uma lei tem que desrespeitar outra! Pra cumprir a LRF tem que deixar de pagar a lei de RGA? Ou só cumpre a lei que lhe convém? O governo lamenta a crise econômica? Ah é? Então pq não começa a economia pelo palácio? Pq ao meu ver doações pra eventos do PSDB em Nova York como teve em 2015 e neste ano, não trazem retorno e benefícios nenhum para o estado! Nem reforma de gabinete Sr governador! Ou esqueceu que estamos em tempo de crise?! E como pretende passar por cima da lei e "desligar" servidores em estágio probatório? Já que por lei eles têm direitos adquiridos e pra serem exonerados têm que passar por vários processos? Comece cortando folha no palácio Paiaguás das inúmeras nomeações muitas vezes desnecessárias de puxa-sacos como o Luiz Fernando do comentário abaixo... Pq se vc não sabe Luiz Fernando, sou servidora, não irei emendar o feriado, e se vc teve um atendimento com "serviço público de quinta categoria", pode ter ctz que a culpa não é do servidor. E sim do estado, pq o servidor só faz o que está em suas mãos fazer! Agora se vc está com inveja pq não conseguiu passar num concurso público, e ter os direitos que temos, paciência meu querido! Vá estudar ao invés de comentar asneira a respeito de algo que vc desconhece! Pq o servidor antes de tudo, pagou uma inscrição, fez uma prova, passou, esperou ser chamado e td santo dia aguenta merda de gente igual vc! E não é um governador que está passando pelo governo, que pode ACABAR com a carreira de um servidor assim...

  • Simão Bueno | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 21h51
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    Taques é adepto do quanto pior melhor. Acostumado a levar no grito vai levar o estado ao caos. Cuidado pra não sofrer IMPEACHMENT, está achando que ainda é promotor??

  • Funcionário Aposentado 78 anos | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 21h44
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    Podia pagar já em maio a RGA dos aposentados, homens e mulheres velhos, acima dos 70 anos, vários deles já muito doentes, no final da vida. Pense nisso, Sr. governador.

  • Julio Ferreira | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 21h43
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    Pedro Taques é centralizador e maquiavélico. Vive repetindo que o estado está em crise, quando a arrecadação ultrapassou 2 bilhões do previsto para tentar fazer que a coletividade internalize isso como verdade, com o propósito escuso de colocar a população contra os servidores; não impediu a corrupção na Seduc; contratou aproximadamente 1.500 servidores sem fonte de custeio desrespeitando a Lei de Responsabilidade Fiscal e pôs em sacrifício o servidor. Ou seja, é desconfiado, centralizador e desorganizado. É gestor de um único mandato. Tomara que o Leitão não vá pra esse desgoverno pra se tornar mais uma garota de recado pra assumir a impopularidade no lugar de Taques.

  • Marcos Rocha | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 18h37
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    É só lembrar um pouco, quem era o seu maior amigo, em quem se espelhava, o nosso pedro promessa , no Demostenes Torres, tambem procurador e que se dizia Honesto, e vejam o que aconteceu com ele,,,e era muito amigo do pedro promessa. Legalista

  • TARSO | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 18h21
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    DIFÍCIL DE ACEITAR ESSA HISTÓRIA DE NÃO CUMPRIR O RGA. NO MÍNIMO, DEVERIA CUMPRIR DE IMEDIATO O PREVISTO NA LOA E DEPOIS NEGOCIAR A DIFERENÇA. UM ANO PRA SE PLANEJAR E NADA!!!! GREVEEEEEEEEE!!!! B

  • gilstinho | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 18h21
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    Governador, esta crise senhor fala, foi criado por vocês mesmo ai do poder. Antão dê um jeito no corpo e vá buscar recursos pra pagar o direito ja trabalhado, e que foi corrido pela a inflação, que vocês gestores, também do governo fez crescer.Cade o FEX e outros que ta entrando no cx do Estado?

| 24/05/2016, 08h:12 - Atualizado: 24/05/2016, 08h:18

Vamos cuidar do que é nosso

glaucia amaral artigo 400

Glaucia Amaral

Sabe o cuidado que temos com aquilo que construímos a vida inteira: nossa casa, nossos bens, nosso patrimônio – pelos quais zelamos e buscamos sempre a melhor forma de defendê-los? Imaginemos então um patrimônio construído pela sociedade ao longo dos anos, que forma a nossa história, que é alicerçado no esforço coletivo e permeia o cotidiano de todos.

O conjunto do patrimônio público é inestimável, nessa expressão estão compreendidos nossos parques, hospitais, escolas, o meio-ambiente e, também, com outra natureza e mais visibilidade, o que se chama de dinheiro público. Todos esses valores são defendidos pelos Procuradores do Estado que, apesar das dificuldades que enfrentam, como a deficiência de estrutura e um quadro reduzido, não se deixam desviar do foco que tinham quando passaram neste concurso.

Ingressar nesta carreira significa encarar os desafios e responsabilidades do cotidiano e traz o dever de dialogar com o nosso representado, o povo – o dono desses bens, que tem o direito de conhecer a sua procuradoria.

Atualmente, somos 62 procuradores do Estado de Mato Grosso ativos. Todos compartilham a expectativa de uma PGE/MT mais bem estruturada. É imprescindível uma sede própria e a realização do tão esperado concurso público para preencher os cargos vagos.

Afinal, é da defesa do nosso erário que estamos falando, da estrutura de Estado que a sociedade precisa para ver defendidos os recursos e bens, fruto dos impostos, que formam o patrimônio que, afinal, é do povo mato-grossense.

O último sábado, 21 de maio, marcou o Dia do Procurador do Estado. E, em alusão a esta data, não poderia deixar de falar com a sociedade, titular dos interesses públicos que temos por dever defender, do que é necessário para avançar. É a sociedade quem espera e merece que os órgãos tenham estrutura  de modo que a proteção ao erário realmente aconteça.

A sociedade, estarrecida, assiste a corrupção, principalmente ligada à realização de obras públicas, alastrar-se por todo o país. É preciso fortalecer as instituições de defesa e proteção do patrimônio público.

Vamos continuar exercendo nosso papel de orientar, fiscalizar e defender o erário mas sabemos que juntamente com a sociedade, com  todos os donos desse patrimônio, poderemos fazer ainda mais. Não é demais lembrar das condições necessárias para o exercício da função. Condições que devem vir do Estado, afinal, como diz uma antiga frase sobre advocacia pública: governante honesto não tem medo da Procuradoria do Estado forte.

Glaucia Amaral é Procuradora do Estado e presidente da Associação dos Procuradores do Estado de Mato Grosso.

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Comentários (2)

  • telma | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 21h37
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    Gostaríamos de saber aonde estava a PGE nas omissões do Estado quando decorreram as corruções alegadas pela advogada e, ainda, quais as ações que poderiam impedir o caos vivido pela sociedade matogrossense. Interessante que a advogada não fala em RGA nem valorização dos servidores públicos em geral, mas dá uma indireta no Governador por uma sede nova e pela valorização dos próprios Procuradores, que têm o melhor subsídio do país. Será que tem algum Procurador envolvido em corrupção no Estado que não seja apenas obras?.

  • Eliane Ribeiro | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 14h24
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    Como sempre a PGE cuidando do que é SEU, nada do que é nosso. Falam em cuidar do patrimônio público mas exigem condições para trabalhar, Oras, já estão abrigados nos melhores prédios, ainda querem sede própria! Na verdade, querem mesmo é orçamento próprio, assessores próprios, mais verbas indenizatórias... Querem até empresa terceirizada para fazer seu próprio trabalho, basta lembrar que este governo estuda contratar empresa para cobrança da DÍVIDA ATIVA, obrigação dos Procuradores. Já recebem os melhores salários do Estado, são os responsáveis pela defesa nas ações judiciais que dão a eles próprios direitos que depois são negados aos demais servidores, como URV. São a casta, os encastelados do Poder Executivo, mas, como todos que possuem uma visão míope do que é público, querem mais, sempre mais... e ainda dizem que defendem o que é nosso!

Paiaguás | 24/05/2016, 08h:00 - Atualizado: 24/05/2016, 14h:53

Taques fortalece articulação política e deve escolher Pivetta e Leitão como secretários


 O governador Pedro Taques (PSDB) está convencido da necessidade de fortalecer a articulação política do governo do Estado. E foi buscar a solução junto aos principais apoiadores: o deputado federal Nilson Leitão (PSDB) e o prefeito de Lucas do Rio Verde Otaviano Pivetta (PSB).

O Rdnews apurou que, nos bastidores do Palácio Paiaguás, existe articulação já avançada para que Leitão assuma a chefia da Casa Civil. Já Pivetta poderá ser aproveitado no Planejamento ou na Saúde.

O possível ingresso de Leitão, ex-prefeito de Sinop, e Pivetta no primeiro escalão de Taques já foi tratado em diversas reuniões. Entretanto, o Palácio Paiaguás guarda o assunto "a sete chaves", com recomendação de evitar o vazamento para não comprometer a estratégia. Oficialmente, como o próprio governador gosta de falar, se necessário, a orientação é dizer que não passa de "fuxico" e "mexerico".

Caso sejam confirmadas, as nomeações devem acontecer no prazo de 40 dias. Isso porque Taques pretende aproveitar a segunda etapa da reforma administrativa, que está sendo finalizada pela equipe técnica do Executivo e sequer foi enviada à Assembleia, para promover as mudanças sem muito alarde.

Reprodução

pivetta_leitao

Aliados de 1ª hora de Pedro Taques, Otaviano Pivetta e Nilson Leitão podem se tornar secretários

A segunda etapa da reforma administrativa tem objetivo de avançar no enxugamento da máquina pública. Uma das medidas já confirmadas será a fusão da secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secitec) com o Gabinete de Assuntos Estratégicos (GAE).

Leitão está cotado para substituir o primo do governador, Paulo Taques, na Casa Civil.  Fonte do Palácio Paiaguás revela  que o secretário já acumula diversos desgastes e está com o "prazo de validade" vencido no primeiro escalão.

A possível nomeação de Leitão abriria espaço para o suplente José Augusto Curvo, o Tampinha (PSD) retornar à Câmara dos Deputados. Com isso, Taques ainda daria um "afago" no PSD, partido do vice-governador Carlos Fávaro, que tem seis integrantes na bancada da Assembleia, sendo fundamental para garantir a aprovação de projetos de interesse do Executivo.

Pivetta, que coordenou o processo de transição no final de 2014, poderá ser designado para substituir José Bussiki Figueiredo na Seplan ou Eduardo Bermudez na Saúde. O lugar do socialista no staff ainda não está definido.

A fama de gestor eficiente credenciou Pivetta, que recentemente trocou o PDT pelo PSB, perante Taques. Caso aceite integrar o secretariado, deverá renunciar, deixando a Prefeitura de Lucas do Rio Verde sob a responsabilidade do vice Miguel Vaz (PPS). Com isso, também abre mão da possibilidade de disputar a reeleição e fortalece o aliado.

Partidos

Taques iniciou o mandato com três secretários filiados a partidos, mas sempre ressaltando que todas as nomeações seguiram critérios técnicos. Permínio, do PSDB,  assumiu a Educação enquanto Suelme Evangelista, do PSB, ficou no comando da pasta de Agricultura Familiar e Regularização Fundiária. Já Adriana Vandoni, que era do PDT e acompanhou Taques na migração para o PSDB, foi a escolhida para o Gabinete de Transparência e Combate à Corrupção.

Permínio caiu em 3 de maio, diante do escândalo de corrupção que eclodiu com a Operação Rêmora - que apura supostas fraudes em processos de licitação do estado. Suelme, por sua vez, segue firme com trabalho discreto, mas eficiente.  Ao contrário, Vandoni não foge das polêmicas e sempre contrapõe os adversários do governador.

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Comentários (19)

  • José Pedro Dias | Sexta-Feira, 27 de Maio de 2016, 18h46
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    Pivetta não soma nesse momento,se considera estrela, celebridade, não tem humildade, agora leitão sim esse agrega iria somar no governo. Tem que vim com amplos poderes e de diálogo e de política q o governo tá carente.

  • Alexandre Beta | Quinta-Feira, 26 de Maio de 2016, 15h21
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    Pivetta não faça uma maluquice dessas. Mantenha independência desse DESGOVERNO. Como integrante do PSDB tenho convicção de que Taques foi uma decepção e que seu nome e o do Leitão podem formar uma chapa ao governo vitoriosa no interior do partido contra a ala do Wilson Santo e Taques.

  • Zé França | Quinta-Feira, 26 de Maio de 2016, 10h45
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    Vejo que o Piveta e o Leitão terão um melhor relacionamento com o Legislativo e os Executivos Municipais para buscar a solução dos problemas primordiais do Estado e Municípios.

  • roberto | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 18h17
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    Senhor JOSE FRANCISCO, franciscamente o senhor tem toda a razão em suas preocupações . Todavia , o que não se entende é como um governo sabidamente corrupto como o SILVAL pagava rigorosamente em dias , tantos os servidores bem como os fornecedores do estado. e ainda por cima fazia algumas obras, mesmo que mal acabadas;

  • Emerson Calcanhoto | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 16h48
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    Emerson Calcanhoto, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • joao do pedregal | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 16h15
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    joao do pedregal, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • José Francisco Capistrano de Pinho | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 14h58
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    Vejo que tem muita gente irada contra o Sr. Pedro Taques, será por causa da RGA? Povo tolo, não enxerga que o governo está tentando fazer o melhor! Antes tínhamos muita corrupção. A corrupção tira direitos, tira emprego, tira alunos da escola, tira pacientes de hospitais, pessoas morrem - O dinheiro desviado e não investido pelo governo, não circula no comércio, gerando menos emprego - o governo não investe na qualidade dos serviços da saúde, educação e segurança. Enfim, é uma cadeia de malefícios que prejudica a sociedade como um todo. Sob essa ótica, a população já está ganhando de forma direta com o combate a corrupção! Quanto a RGA, ela deve sair em algum momento, tem que ter paciência. O país está em crise, o PT quebrou o Brasil, vamos ter paciência! Será que o servidor preferiria continuar com o país tomado pela corrupção, tanto em nível de Brasil, quanto de estado, desde que recebesse a RGA? Claro que não, pois chegaríamos num ponto que além de ser impossível conceder a RGA seria impossível pagar os salários, pois o país estaria inviável economicamente.

  • José Francisco Capistrano de Pinho | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 14h54
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    Vejo que tem muita gente irada contra o Sr. Pedro Taques, será por causa da RGA? Povo tolo, não enxerga que o governo está tentando fazer o melhor! Antes tínhamos muita corrupção. A corrupção tira direitos, tira emprego, tira alunos da escola, tira pacientes de hospitais, pessoas morrem - O dinheiro desviado e não investido pelo governo, não circula no comércio, gerando menos emprego - o governo não investe na qualidade dos serviços da saúde, educação e segurança. Enfim, é uma cadeia de malefícios que prejudica a sociedade como um todo. Sob essa ótica, a população já está ganhando de forma direta com o combate a corrupção! Quanto a RGA, ela deve sair em algum momento, tem que ter paciência. O país está em crise, o PT quebrou o Brasil, vamos ter paciência! Será que o servidor preferiria continuar com o país tomado pela corrupção, tanto em nível de Brasil, quanto de estado, desde que recebesse a RGA? Claro que não, pois chegaríamos num ponto que além de ser impossível conceder a RGA seria impossível pagar os salários, pois o país estaria inviável economicamente.

  • Julio Ferreira | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 14h14
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    Senhores não se envolvam com este governo, Pedro Taques é centralizador e maquiavélico. Vive repetindo que o estado está em crise, quando a arrecadação ultrapassou 2 bilhões do previsto para tentar fazer que a coletividade internalize isso como verdade, com o propósito escuso de colocar a população contra os servidores; não impediu a corrupção na Seduc; contratou aproximadamente 1.500 servidores sem fonte de custeio desrespeitando a Lei de Responsabilidade Fiscal e pôs em sacrifício o servidor. Ou seja, é desconfiado, centralizador e desorganizado. É gestor de um único mandato. Espero vc Leitão pra governador. Sai fora desse governo pq ele não tem solução.

  • Cardosinho | Terça-Feira, 24 de Maio de 2016, 14h11
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    Agora termina de afundar de vez o governo.

| 24/05/2016, 00h:00 - Atualizado: 23/05/2016, 15h:20

Quem fala o que quer

Olga_200_fora

Olga Lustosa

Eles nos querem quietos, ignorando convenientemente a realidade política, mas a omissão é um pecado que se comete não fazendo nada e a democracia prescinde de um estado de mobilização, inspirado para entrar em ação a qualquer momento. 

Somos ignorantes em muitas coisas e o interesse cegou muitos que se dedicaram as questões sutis e especulações remotas, por isso, nesse instante, as pessoas estão grosseiras, denegrindo a opinião de amigos para expor “suas opiniões claramente superiores", em todos os níveis de discussões, não apenas sobre política.

E o que acontece com os que não se sujeitam a seguir a manada? Ah! Estes seguem pressionados pelo patrulhamento, são agredidos pela violência verbal que tomou conta de quem milita em qualquer lado.   

Se algo nos foi ensinado pelos momentos de turbulência pelos quais passa o Brasil, foi que é nosso dever, é nossa obrigação, é nosso direito expressar o que pensamos sobre os fatos que ocorrem e que diretamente afetam nossas vidas. Porém, antes de falar qualquer coisa ponha-se no lugar de quem vai ouvir.

A mídia social é um lugar poderoso para fazer comentários e alimentar discussões, porém, com o equilíbrio necessário, pelo menos no meu círculo social, vamos um ajudando o outro, tentando entender um monte de acontecimentos que vão muitíssimo além da propaganda da oposição e da negatividade do cidadão zeloso.

Discutir contribui para a construção de um cenário em que se pode ver e aprender sobre os episódios que dizem respeito a nós todos.

Precisamos continuar conversando, movidos pela razão ou pela paixão, com civilidade política e flexibilidade ideológica. Podemos ser influenciados por argumentos de um lado e escutar os contra argumentos do outro lado e juntar tudo, porque ambos os lados de um debate são importantes em um processo de tomada de decisão séria; esta é a hora de crescer, dizem muitos. 

Outros dizem que estamos enfrentando época de instabilidade econômica, de toxicidade social, agressões e perigo eminente de estrangulamento econômico, sobretudo causado pelas grandes dívidas que os governos contraem com grandes corporações que bancam ascampanhas eleitorais milionárias, e quando as empresas apresentam a fatura, os políticos precisam meter a mão no caixa dos órgãos que administram, além devender a alma ao diabo para pagar.

Como saber onde está a verdade? A divergência, a desafinação de ideias, as discussões mesmo em tom mais áspero, são normais, são saudáveis, são construtivas. 

Como promover a mudança que queremos, as reformas que precisamos se nos melindramos com as críticas e tememos colocar nossas vozes acima da arrogância dos que pensam ter razão, sempre? Deixa que paire a leve opressão quando professar a fé, quando se posicionar politicamente, quando falar sobre amor e sexo. Uns entenderão, outros não. Os bons debates prescindem de unanimidade. 

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olgaborgeslustosa@gmail.com e www.olgalustosa.com

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