Cuiabá, 29 de Agosto de 2016
  • Alexandra Lopes

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  • Bárbara Sá

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  • Patrícia Sanches

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  • Valérya Próspero

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ENQUETE | 18/05/2011, 21h:50 - Atualizado: 18/05/2011, 22h:07

Quem foi melhor prefeito para Cuiabá?

Quem foi o melhor dos últimos 5 prefeitos de Cuiabá?

   Está no ar uma nova enquete. A pergunta agora é a seguinte: "Na sua opinião, quem é ou foi o melhor dos 5 últimos prefeitos de Cuiabá?". O período vem de Dante de Oliveira (já falecido) até a gestão do petebista Chico Galindo, que assumiu a condição de titular com a renúncia, no ano passado, do tucano Wilson Santos, derrotado para governador. Então, dê o seu voto no alto da página do portal, do lado esquerdo. E comente aqui, logo abaixo, sobre o assunto.

     A enquete anterior recebeu 1.436 votos durante os 7 dias em que esteve no ar, com a pergunta "STF diz que casal homossexual é formador de uma família com os mesmos direitos e deveres de casal heterossexual. O que acha disso? A maioria (67,9% - 976 votos) se posicionou contra. Por outro lado, 26,5% disseram, através do voto, que estão de acordo. Veja abaixo o resultado completo

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Comentários (12)

  • Carlos | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2011, 15h42
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    penso que o melhor tenha sido o Dante, esteve o local certo na hora certa. Wilson não ruim, só foi penalizado pelos que o Odiavam, por questões puramente politiqueiras. já o Roberto fez sim tambem, porém quebrou a prefeitura. no mais, vamos aguardar os próximos capitulos.

  • Rose Santos | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 16h08
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    Sem duvida nenhuma Dante de Oliveira foi o melhor. O WS não foi t~ao ruim, mas a midia detonou com ele e aquilo que se diz toda hora acaba virando verdade.Agora a tal da Joelma dizer que Roberto França pagou salario em dia, Ta brincando né? O cara mais P. para mim é ele que foi péssimo prefeito e ainda tem coragem de falar mal dos outros. Eu teria vergonha.

  • sara reis | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 14h27
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    pelo que meus irmãos que residem em MT o melhor mesmo foi Frederico Campos HUMANO E DIGNO ECARATER IMBATÍVEL

  • Joelma | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 14h18
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    Para mim omelhoe prefeito sem dúvida foi o Roberto França,cuidava da aparencia da cidade,os postos de saúde,policlinicas,dentistas funcionavam bem,folha de pagamento era paga em dia e a cidade não tinha tantos buracos.

  • margarete | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 10h32
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    OS TRES ULTIMOS POR MAIS QUE NÃO TIVERAM GRANDE EXITO, NUNCA A CIDADE FICOU TÃO DEGRADANTE COMO NA GESTÃO DE WILSON 1ª GESTÃO ATÉ SAIR E GALINDO QUE EU NÃO SEI O PORQUE AINDA ESTÁ OCUPANDO O CARGO, PORQUE ESTE TA SACANEANDO, FAZENDO DE CUIABA A PIOR CIDADE DO BRASIL, ELE NÃO GOSTA DAQUI E QUER VER ESTE LUGAR HUMILHADO E DETONADO, APESAR DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS SEREM PARA O ANO, O POVO DEVERIA COLOCAR ELE PARA CORRER DAQUI, PORQUE QUEM VAI FICAR COM A PIOR PARTE É O POVO.

  • jota junior | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 09h46
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    Quem foi o melhor eu não sei, mas o pior é, disparado, esse atual chico galindo. Esse Cuiabá não merecia. Vai ser incompetente e sem noção lá em Prudente.....

  • orlando antunes | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 09h00
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    Roberto fez obras, mas não pagou funcionário. Dante foi o melhor na primeira gestão. Wilson também. Aliás, todos foram bem, quando na primeira gestão.

  • JOÃO DE DEUS | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 08h59
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    SE ANALISARMOS PELOS RESULTADOS DAS URNAS, O PIOR PREFEITO FOI ROBERTO FRANÇA, GOVERNOU CUIABÁ POR 8 ANOS E NÃO CONSEGUIU SE ELEGER PARA DEPUTADO ESTADUAL, O WILSON SANTOS TAMBÉM PERDEU UMA ELEIÇÃO, SÓ QUE FOI PARA GOVERNADOR TENDO COMO ADVERSÁRIO UM CANDIDATO APOIADO PELA MÁQUINA ESTADUAL, ESSA É A MINHA OPINIÃO!!!

  • luiz antonio | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 07h42
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    essa enquete poderia ser tambem de quem foi o pior prefeito, ai não teria pra ninguem... seria o pinoquio com certeza! mas desses que estão ai acho que roberto frança foi o melhor, o dante nem terminou o mandato e deixou o meireles na prefeitura cheia de problemas.

  • Carlos R. cardoso | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011, 07h02
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    Wilson Santos foi o menos ruim.

Comando da Assembleia | 29/08/2016, 11h:18 - Atualizado: 02h atrás

Chapa Botelho-Maluf quer incluir Nininho para ganhar com folga de votos Mesa à AL


Gilberto Leite

nininho mesa

Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), não aceita ser excluído da chapa à Mesa Diretora e cobra espaço

A chapa encabeçada por Eduardo Botelho à presidência da Assembleia, com Guilherme Maluf (PSDB) de primeiro-secretário, será eleita na quinta, 1º de setembro, com ao menos 16 dos 24 votos. Este Blog apurou que o grupo tende a conquistar novos apoios, mas hoje o processo está "travado" por causa de Ondanir Bortolini, o Nininho, que não aceita ficar fora da Mesa Diretora.

Para tentar resolver o imbróglio, deputados governistas abriram negociação com Max Russi (PSB), que fora definido como segundo-secretário da futura Mesa. Tentam convencê-lo a abrir mão desse cargo para contemplar Nininho, hoje ordenador de despesas da Assembleia, que recebe mensalmente duodécimo de R$ 36,7 milhões (R$ 441,4 milhões/ano) e conta com 24 deputados, cada um deles com salário de R$ 24 mil e mais verba indenizatória de R$ 65 mil.

Para a primeira-vice-presidência, o PSD do vice-governador Carlos Fávaro avançou nos entendimentos com o nome de Gilmar Fabris. Dos cinco cargos da Mesa, por enquanto, três estão definidos, sendo a presidência com Botelho, a primeira-secretaria com Maluf e a primeira-vice-presidência com Fabris. No caso da 2ª secretaria, pode haver troca de Max por Nininho, embora o deputado do PSD só aceite entrar se for para assumir a primeira-vice-presidência. Nesta chapa Botelho-Maluf estão ainda indefinidos nomes daqueles que vão ocupar postos de segundo-vice e também de terceiro-secretário.

O mandato é de dois anos. O voto é secreto. Na reunião de quarta do Colégio de Líderes serão definidos os encaminhamentos para a eleição na sessão da próxima quinta. Maluf, que hoje preside a Casa, passará a ser ordenador de despesas da próxima Mesa. Botelho, por sua vez, sairá de primeiro-vice para presidente.

Enquanto governistas apostam na vitória e propagam ter respaldo do governador Pedro Taques, parlamentares de oposição estão usando argumento de que o Palácio Paiaguás pouco importa com o Legislativo, tanto que suspendeu a liberação das emendas parlamentares, para tentar formar uma chapa pelo comando da AL. Esse grupo é liderado por Janaína Riva (PMDB) e Zeca Viana (PDT).

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| 29/08/2016, 09h:10 - Atualizado: 04h atrás

Taques nega racha do MT Muito Mais e afirma que Percival que mudou de grupo


Eleito governador do Estado em 2014 pelo mesmo arco de alianças formado no início de sua trajetória política em 2010, quando saiu vitorioso do pleito para o Senado Federal, Pedro Taques (PSDB) discorda do posicionamento do prefeito de Rondonópolis e candidato a reeleição, Percival Muniz (PPS), de que a coligação MT Muito Mais teve seu último ato há dois anos.

Em 2014, o bloco que até então era formado pelo PDT, PSB, PPS e PV teve a adesão de mais oito siglas e para Percival, o MT Muito Mais cumpriu seu papel e cada partido seguiu caminhos distintos.

“Percival é meu amigo só que os partidos que estão com ele não são partidos do nosso arco político, nós estamos no mesmo grupo de 2010, mesmo grupo de 2014, o Percival que não está. Está com o PT e PMDB”, respondeu Pedro Taques, ao discordar do ex-aliado.

Em Rondonópolis, Percival segue para a reeleição pela coligação Seguindo em Frente, em uma composição de quatorze partidos (PPS, PMDB, PRB, PDT, PT, PSL, PSC, PR, PTC, PV, PRP, PPL, PCdoB, PTdoB). Enquanto o PSDB, de Taques, lançou Rogério Salles (PSDB) para a disputa pela coligação Rondonópolis Merece Mais com seis siglas (PSDB, PSB, DEM, PROS, PSD, PP).

Secom/MT

percival muniz e pedro taques.jpg

Pedro Taques garante que grupo que caminha junto desde 2010 não rachou, mas Percival que saiu

Outro indicativo do enfraquecimento do MT Muito Mais foi a recente decisão do prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), de não disputar a reeleição. O grupo que foi criado no início da trajetória política de Taques foi o mesmo arco de alianças que elegeu Mauro.

Em 2012, o então senador Pedro Taques (PSDB) apoiou Mauro Mendes a prefeito de Cuiabá e Otaviano Pivetta (PDT) em Lucas do Rio Verde. Percival deixou a Assembleia para concorrer à Prefeitura de Rondonópolis, também sob adesão de Taques. Todos conseguiram êxito.

Diferente de Cuiabá e Rondonópolis, em Lucas do Rio Verde o MT Muito Mais manteve a composição dos quatro partidos iniciais e ampliou a aliança com mais oito siglas e Taques conseguiu manter o apoio ao prefeito e candidato à reeleição Otaviano Pivetta, mesmo tendo deixado o PDT no ano passado, mas Pivetta segue em grupo contrário ao do vice-governador Carlos Fávaro (PSD). “Em Lucas é Pivetta, o PSDB está com Pivetta”, garantiu o líder tucano.

A ideia era tentar unificar as candidaturas de Pivetta e Floris Luis Binotti (PSD), já que o governador e o vice vinham mantenho as siglas unidas para as eleições municipais, porém em Lucas não foi possível, o que tem sido encarado com naturalidade até pelo presidente do PSD no Estado.

“Eventualmente não conseguimos fazer essa coligação caminhar junto em todos os municípios. Temos que ter sabedoria e deixar os candidatos trabalhar e cada um apoia o candidato do seu partido e após a eleição é da base aliada, abraçamos e seguimos com mandato”, considerou Fávaro.

Tempo diluiu coligação MT Muito Mais que elegeu Percival, Mauro, Pivetta e Taques

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  • Nilma | Segunda-Feira, 29 de Agosto de 2016, 10h51
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    Esse primo de Taques é cria do Humberto Bosaipo e com ele aprendeu muita coisa, menos como fazer política.

| 29/08/2016, 00h:00 - Atualizado: 28/08/2016, 16h:49

Impeachment, o último ato

Sandra Alves articulista texto e capa

Sandra Cristina Alves

Diversas frases impactaram os primeiros dias do julgamento do impeachment de Dilma Rousseff: a) “Julgamento tem prazo para começar, mas não tem prazo para terminar”; b) “O sujo falando do mal lavado, a lata e o lixo”; c) “Nós não vamos transformar o Senado numa feira do passarinho”; d) “Não empurra, que baixaria”; e) “Tinha uma cracolândia dentro do seu gabinete”; f) “Ladrão, Lava-Jato”; g) “O Senado da República não pode ser uma casa de doidos”; h) “A burrice é infinita”.

O difícil é concluir se se trata de um verdadeiro julgamento político jurídico ou de um teatro previamente orquestrado para uma população inocente.

A ansiedade pelo depoimento desta segunda (29) é inevitável. Dilma discursa: “eu vou ao Senado na segunda, eu vou defender a democracia, o projeto político que eu represento”.

Mais uma vez a fala é intrigante e relembramos alguns discursos da presidente que se referem ao seu projeto político: 1) estoque de ar citado na cúpula da ONU; 2) Plano Safra que atenda os bodes (Bolsa Bode no Ceará nas complicações da seca de 2014); 3) Outra parte da maioria nos crimes de feminicídio (“as mulheres eram a maioria, mas a outra parte, a outra parte da maioria, era integrada por homens, todos eles provenientes de uma mulher”); 4) Saudando a mandioca; 5) Mulheres sapiens; 6) Roraimada; 7) Dobrar a meta, etc. Pode-se esperar de tudo nesta segunda.

E, ao olhar friamente para o julgamento, existe um teatro completo e montado. Os personagens seguem o script. Um jogo jogado com posições demarcadas. A senadora Gleisi Hoffmann afirma que o Senado não tem moral para julgar uma presidente porque é investigado por crimes na Operação Lava-Jato.

A gota d’água para o presidente do Senado, que figura como uma única pessoa que mantinha diálogo com os grupos formados, tomar o microfone e criticar a senadora Gleisi dizendo “que o presidente do Senado conseguiu no Supremo desfazer seu indiciamento feito pela Polícia Federal”. Trata-se de um triste espetáculo com reprises na seara internacional. Sem falar, claro, nas cenas protagonizadas para os documentários que estão sendo produzidos durante o julgamento.

Afora o espetáculo que será o depoimento desta segunda (29), com direito a posições emotivas, choro e muita baixaria, possivelmente tudo se desenrole no sentido do afastamento definitivo de Dilma Rousseff. Restará ao país um Michel Temer, um presidente da República que não tem aprovação popular (pesquisas de opinião recentes); que não tem uma solução para a economia e que possui uma base parlamentar numerosa, mas não tão disposta a aprovar questões polêmicas (pacote fiscal, previdência social e reforma trabalhista).

Mas nem tudo é ruim. Existe um som fúnebre que preocupa os artistas do show, são os acordes da Operação Lava-Jato. A investigação que começou em 17/03/2014 levou a descoberta de desvios milionários (Petrobrás). Até agora, são 666 buscas e apreensões; 181 conduções de suspeitos para oitiva; 92 prisões temporárias; 76 prisões preventivas, 61 acordos de delação premiada; e nomes de empresários, políticos e agentes públicos de todas as Cortes. Uma doce melodia para cada cidadão honesto deste país.

Que este julgamento que não tem prazo para acabar termine logo, o espetáculo é chato e deprimente. Que os senadores se afastem dos convenientes episódios de loucura, da casa de doidos e da burrice infinita. Que os documentários estejam bem produzidos com tanto material, talvez até para a utilização em futuras etapas da Operação Lava-Jato. Vamos ao show.

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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  • Carlos Nunes | Segunda-Feira, 29 de Agosto de 2016, 10h25
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    Tomara que a história do Impeachment seja contada, daqui a uns 200 anos, tal como aconteceu realmente. Tudo começa quando um brasileiro patriota, com mais de 90 anos, não aguentou mais ver tanta barbaridade, e começa a formular intelectualmente o pedido do Impeachment. Afinal de contas ele era corajoso a beça, havia enfrentado o esquadrão da morte, foi um dos fundadores do PT, aonde ficou filiado por mais de 20 anos...nem ele aguentou mais o partido e esse governo. O midianews publicou na parte Politica, a Opinião de um ex-presidente do Supremo, Dr. Sydney Sanches, 83 anos, que em 92 dirigiu o Impeachment do Collor. Diz esse Jurista: "eu acho que há crime de responsabilidade. Dilma violou a Constituição, violou a Lei de Responsabilidade Fiscal, violou a lei orçamentária. Ela usou de expedientes maliciosos para manipular informações de interesse geral, e criou uma crise econômica dessa ordem.", opinou o ex-presidente do Supremo. A opinião desse senhor de 83 anos, bateu com a opinião do senhor de mais de 90 anos, que formulou intelectualmente o pedido de Impeachment, desenvolvidos pela Miguel Reale Jr. e Janaina Paschoal...o Dr. HÉLIO BICUDO. Tinha que fazer entrevistas, matérias, reportagens, com o Dr. BICUDO, para ele contar um pouco da história do Brasil...e mostrar em que momento ele viu que, para salvar o Brasil, só com o Impeachment mesmo.

| 28/08/2016, 10h:39 - Atualizado: 28/08/2016, 12h:56

PSDB é o partido com mais candidatos em MT, seguido de PSD e PMDB veja quadro


Empurrado pelo governador Pedro Taques, o PSDB é a sigla que mais tem candidatos a prefeitos no Estado. Nos 141 municípios, 74 candidatos vão disputar as prefeituras, o que representa um percentual de 52,5%. No total, a legenda possui  1.159 candidatos, divididos entre prefeitos,  vice-prefeitos vereadores. 

 Destaque para Cuiabá, uma vez que a sigla tem como cabeça de chapa Wilson Santos, que disputa o Palácio Alencastro pela terceira vez. A capital tem 414.461 eleitores. A legenda também se destaca nos municípios de  Rondonópolis, com a candidatura do vice prefeito e ex-governador Rogério Salles (PSDB) e Tangará da Serra, onde Vander Masson (PSDB) – filho do deputado estadual Saturnino Masson - disputa o pleito. Nas cidades de Jaciara, Cáceres, Chapada dos Guimarães e Nobres também têm tucanos na disputa. 

A sigla tucana não terá um representante  no segundo maior colégio eleitoral de Mato Grosso, Várzea Grande, por conta do recuo de Willian Cardoso, que desistiu após falta de apoio político e, segundo William, por exigência do próprio governador, este nega interferência

Em segundo lugar aparece o PSD que tem a maior bancada da Assembleia  com 6 deputados e conta com a liderança do vice-governador Carlos Fávaro. A legenda tem 56 candidatos a prefeito. O partido possui 823 candidatos, contando com os vereadores.  A principal cidade com representante do partido é Sinop,  que tem Roberto Dorner como cabeça de chapa. 

Mário Okamura/Rdnews

prefeitospartidos.jpg

 

Em terceiro lugar, aparece o PMDB com 49 candidaturas. O partido do ex-governador Silval Barbosa tem 4 deputados na Assembleia, empatando com o PSDB e PSB.  A sigla tem candidato em Cuiabá, com Emanuel Pinheiro, que conta com o apoio dos servidores públicos do Executivo, por conta do imbróglio com da Revisão Geral Anual (RGA).

Outras cidades em que PMDB tem candidato são Primavera do Leste, com o doutor Paulo Bersch, que  concorre contra Getúlio Viana (PSB). A dupla já disputou a prefeitura do município  há 12 anos. Á época, o eleito pela população foi o irmão do deputado estadual Zeca Viana (PDT).  O município de Alta Floresta tem o peemedebista, doutor Azeil  na disputa a reeleição. Em Barra do Garças tem Roberto Farias, também pela reeleição. 

Já o PSB, partido do prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, tem 44 candidaturas. Atualmente, a sigla tem 4 parlamentares no Legislativo estadual.  Depois vem o DEM com 25 candidatos a prefeitos, PR com 20, PDT  19,  PV 14, PSC 13, PP 11.

São 10.168 mil candidatos em todo o estado. Prefeitos somam 382, vice-prefeitos 383 e 9.403, tentam uma vaga como vereador.

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Salles e wilson candidatos do PSDB

 PSDB é o partido com mais candidatos e tem enre os cabeça de chapa Wilson Santos e Rogério Salles

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| 28/08/2016, 00h:00 - Atualizado: 27/08/2016, 11h:41

Importância da primeira consulta

jackelyne_artigo_domingo

Jackelyne Pontes

Quando você visita o seu dentista, ele te enche de perguntas sobre a sua saúde, seus hábitos e sua história pregressa? Pois deveria. O exame clínico, ou anamnese (do grego ana, trazer de novo e mnesis, memória), é de extrema importância, pois é através dessa conversa inicial onde o vínculo entre o profissional e o paciente é iniciado, e o sucesso do tratamento depende e muito dessa primeira consulta.

É nesse momento que as informações de saúde geral são levadas em consideração e as doenças são identificadas através de sinais e sintomas citados.

Além de seus dados como nome, endereço, profissão, idade, estado civil, gênero, e queixa principal, saber sobre a sua história pregressa de doenças já instaladas, ou alergias, podem interferir na prescrição de alguns medicamentos.

O sedentarismo, alcoolismo, tabagismo, pode ser fator de predisposição para determinadas doenças.

Após esse exame clínico, o exame físico deve ser feito de maneira cuidadosa. Uma inspeção visual, seguida de palpação e ausculta , precedida de exames complementares como raio x, tomografia, fotografias, trazem uma visão global do paciente.

Alguns cuidados devem ser tomados pelo profissional, para, por exemplo, não direcionar a resposta do paciente. As perguntas devem ser simples e diretas, e se for possível o vocabulário deve ser adaptado ao paciente, que tem as suas particularidades como por exemplo nível de cultura e educacional, regionalismos, e até tradições.

Outro detalhe é escolher um ambiente privado para que essa entrevista seja feita, e que não haja interrupções. Algumas pessoas sentem-se constrangidas em relatar a sua vida em ambientes onde outras pessoas circulam, que não seja o profissional que os atendem.

Procedimentos realizados sem uma anamnese bem feita podem provocar alterações no estado sistêmico dos pacientes ou que podem agravar doenças pré-existentes. É um perigo iminente. A primeira consulta é importante pois o acolhimento e a empatia faz com que o paciente sinta-se a vontade, isso diminui a tensão natural e a ansiedade que  uma consulta ao dentista pode trazer. 

O ideal seria ter um ambiente propício para a primeira consulta: uma poltrona confortável, ambiente com cores acolhedoras, sem a interferência de outros sons, e com tempo suficiente para escutar. E mais uma vez insisto na importância da escuta qualificada. Ouvir é simplesmente perceber o som, escutar é dar um significado ao som, prestar atenção, interpreta-lo.

Uma grande discussão é criada em torno da cobrança ou não da primeira consulta. Eu particularmente penso que esta nunca deve ser gratuita, pois o profissional dedica-se e investe em sua formação e isso deve ser valorizado. Além disso, a não cobrança avilta a profissão e fere as normas estabelecidas pelo código de Ética Profissional.

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, mestre em Saúde Coletiva, filiada ao Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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| 27/08/2016, 21h:00 - Atualizado: 27/08/2016, 21h:13

Desafios aos futuros prefeitos

juacy silva artigo

Juacy da Silva

As eleições deste ano, como já demonstrado em artigo anterior, deverão acontecer em um contexto totalmente diferente do que foram as eleições de 2012. Naquela época a aliança capitaneada nacionalmente pelo Governo Dilma tinha como núcleo central o PT, PMDB, PP, PSD, PR, PDT, PC do B, PSOL e quase duas dezenas de partidos que compartilhavam/mamavam nas tetas do governo petista.
Atualmente, com o PT,  Dilma/Lula e seus principais financiadores de campanha em desgraça, com exceção do PDT, PC do B, PSOL e Rede, todos lhes viraram as costas e os deixaram como ratos que abandonam o barco quando o mesmo começa afundar, razão pela qual o PT deverá minguar de tamanho e terá que enfrentar inúmeros problemas futuros.
Outro aspecto que marca essas eleições municipais é que as mesmas devem ocorrer balizadas pela nova legislação que proibiu o financiamento empresarial de campanha, para, segundo o espírito da lei, evitar caixa dois, que sempre foi crime, mas era tratado com vistas  grossas; e também, evitar ou pelo menos reduzir a corrupção e acertos que sempre são cobrados após os eleitos tomarem posse, tudo na forma de propina e superfaturamento de contratos e obras, licitados de forma fraudulenta.
Além disso, todos os candidatos a prefeito, tanto os que não querem deixar o osso para continuarem roendo os recursos minguados das prefeituras, quanto os novatos, que imaginam que o Brasil ainda está em um período de bonança e que as prefeituras têm recursos humanos, técnicos, orçamentários e financeiros para “resolverem” todos os problemas que a população enfrenta.
A primeira coisa que um candidato deve ou deveria fazer, antes mesmo de apresentar seu “plano” de governo, que geralmente é um amontoado de ideias gerais, muitas totalmente irrealizáveis, sem condições financeiras para serem iniciadas e concluidas, como acontece com milhares de obras públicas, federais, estaduais e municipais paralizadas, mal feitas ou realizadas em total desrespeito às normas técnicas e legais, volto a dizer, a primeira coisa que um candidato deveria fazer é uma análise da conjuntura brasileira, da conjuntura de seus estados e, aí sim, uma análise da conjuntura política, econômica, orçamentária e financeira de seu município.
Nesta análise não pode esquecer que os municípios são os primos pobres, quase miseráveis do país, a prova disso são as “marchas” de prefeitos, ultimamente também imitadas pelos governadores, quando os alcaides, numa demonstração de quase subserviência aos parlamentares federais, senadores e deputados federais  e ministros, tentam conseguir algumas migalhas de recursos oriundos de convênios ou de políticas públicas que o governo federal tenta realizar.
Neste contexto também essas marchas tentam sensibilizar o governo federal para liberar as emendas parlamentares, espécie de moeda de troca entre o apoio que o Executivo federal precisa e que os  parlamentares utilizam como moeda de troca ou numa linguagem mais direta, compra e venda de votos no Congresso.
Normalmente as eleições municipais servem para debates entre os candidatos, mas a maior parte do tempo, tanto nas manifestações dos mesmos nos meios de comunicação, principalmente na TV, nas rádios, nos jornais, na internet e também nos comícios servem mais para atacar os adversários, acusações, muitas das quais totalmente descabidas, sem fundamentos ou provas concretas, enfim, muito fuxico, baixarias que banalizam as eleições.
Em lugar dessas demonstrações de baixo nível caberia aos candidatos, partidos e coligações apresentarem suas propostas, demonstrarem conhecimento da cidade ou do município que pretendem administrar e, mais importante, apresentarem planos viáveis  com dimensionamento de políticas públicas que são realmente de competência dos municípios, planos setoriais com objetivos, metas  de curto prazo, ou seja, que possam e devem ser realizadas dentro dos quatro anos do mandato do futuro prefeito e o que deve  ser feito a médio e longo prazo para a continuidade das ações em curso.
Mais importante ainda, esses planos precisam demonstrar quanto vão custar tais ações e de onde virão os recursos, a começar pelos parcos e minguados recursos da fonte 100; os chamados recursos próprios, oriundos dos tributos de responsabilidade dos municípios: IPTU, ITBI  e ISS. Os demais são transferências dos Estados, como quota parte do ICMS ou da União, do FPM e convênios. Empréstimos nem pensar, pois praticamente todos os municípios estão falidos.
Portanto, se os candidatos e futuros prefeitos querem a compreensão e participação da população e também dos servidores públicos municipais para enfrentarem dias mais difíceis, precisam jogar limpo, com transparência, sem mentiras e demagogia e mais do que isto, terem competência e estarem rodeados de gente com competência e zelo pela coisa pública, jamais de ratos e corruptos  como aconteceu com o Governo Dilma/Temer que levou o Brasil a este caos em que nos encontramos!
Juacy da Silva é professor universitário aposentado pela UFMT, mestre em sociologia e articulista. E-mail: professor.juacy@yahoo.com.br

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| 27/08/2016, 11h:00 - Atualizado: 27/08/2016, 11h:03

Candidatos apostam nos apelidos para conquistar votos; cientista vê equívoco


Mário Okamura/Rdnews

candidatos_apelidos.jpg

Todos os anos pessoas investem na divulgação de apelidos diferentes para buscar voto da população

Como em todos os anos, candidatos com apelidos engraçados vão se apresentar aos  eleitores apostando no inusitado para conquistar votos. Alguns já são conhecidos por ter disputado eleições anteriores enquanto outros tentam pela primeira vez obter vaga na Câmara de Cuiabá. 

Entre os conhecidos estão o Break Prateado e o Compadre Banga. Ambos foram candidatos em 2012, mas foram reprovados nas urnas. 

Neste ano, também não faltam Djs e MCs querendo legislar na Capital, o que  inclui DJ Saci, MC Banana Pedro 90, amboso do PTB,  e MC Dentinho (PTdoB). Ainda relacionados à música disputam o Dito Lambada, Derica Flash Back e Zezinho Stilus ex-Erre Som. 

Representando os desportistas estão o goleiro Heverton Perereca e o Edson Lutador de Boxe. Também estão na disputa figuras como Koringa, Cenoura, Elias Veneno e Evaneide, a Gata. 

O cientista político João Edisom Souza lembra que os candidatos com  apelidos engraçados surgiram na década de 1980, como protesto contra a ditadura militar, que permitia a realização de eleições proporcionais, mas nomeava os ocupantes de cargos majoritários como prefeitos, governadores e o presidente da República. “No Rio de Janeiro, o candidato foi o Macaco Tião, que teve votação histórica devido ao momento que o país estava passando”, explica.

Na atualidade, segundo João Edisom, houve o fenômeno do Tiririca. O palhaço conseguiu capitalizar a insatisfação popular usando o bordão “pior que tá não fica” e obteve votações consagradoras para deputado federal. 

 “Em Mato Grosso, este tipo de postura serve apenas para chacota. Denigre a democracia e descaracteriza o processo democrático no momento em que a população deve exercer a cidadania com máxima seriedade. São candidatos fora de época e fora de propósito”, conclui João Edisom.

Mário Okamura/Rdnews

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Em Cuiabá em todas as eleições a vereador existem apelidos estranhos, alguns chegam a ser eleitos a exemplo de 2012, quando Juca do Guaraná, Chico 200, Wilson Kero Kero tiveram aprovação nas urnas

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| 27/08/2016, 08h:44 - Atualizado: 27/08/2016, 08h:57

Legal ou moral?

akio materia estreia colunista

Akio Maluf Sasaki

Em ápice eleitoral, no auge do calor, a Lei da Ficha Limpa tem impactado a candidatura de muitos políticos, situação que obrigou o Supremo Tribunal Federal a se manifestar sobre a possibilidade das decisões dos Tribunais de Contas impedirem a candidatura ou não de alguém.

Em decisão histórica, relatada pelo ministro Gilmar Mendes, entendeu a corte que o Tribunal de Contas apenas emite parecer de caráter opinativo e que cabe as Câmaras e Assembleias a decisão final quanto ao assunto, pois somente eles poderiam dar a estes pareceres força jurídica.

O Tribunal de Contas é, por determinação na Constituição, um órgão auxiliar do Poder Legislativo, ou seja, pode apenas auxiliar seus trabalhos e não deliberar por eles, retirando desta maneira o caráter jurídico de suas decisões.

Tanto não são jurídicos que no Estado, isso mesmo, no “nosso TCE”, um dos conselheiros já disse em sessão e em entrevistas que os julgamentos são políticos e não jurídicos, motivo pelo qual muitas vezes se aprovam contas com certas irregularidades.

Tanto é que o próprio STF reconheceu a natureza precária do parecer, passível de aprovação ou rejeição, em decisão definitiva. Situação esta que pode alterar toda uma situação política.

É legal toda essa situação? 

Sim, é totalmente legal, reconhecida pela mais alta corte do país, pode até ser controverso, mas é totalmente cabível e legal.

É moral?

Talvez sim, talvez não, mas só o tempo poderá dizer, mas é preciso lembrar que a lei e a moral nem sempre caminham juntas e que até que se digam o contrário a lei é o que deve vigorar.

Mas e quanto a omissão do Poder Legislativo? Isso não gera força ao parecer?

Não, pois o parecer é apenas técnico/opinativo e não vincula nada, não proíbe nada e, por isso, não pode restringir a candidatura de ninguém. Com isso, é possível concordar com o STF quando diz que quem tem competência para analisar é o Legislativo e não seu auxiliar.

Mas o que acontece quando existe uma grande omissão por parte da casa?

Bem, basta que nosso amado Ministério Público intervenha e pugne pela efetiva análise das contas em atraso.

Sim, o Ministério Público tem um grande papel neste caso, desde para evitar a prescrição tanto quanto para obrigar que os presidentes das casas legislativas a colocar em votação as contas públicas, a fim de que sejam efetivamente julgadas e possam afetar a carreira política de alguém.

Por fim, que cobremos do Ministério Público, seja ele Estadual ou Federal, para que cobre do Legislativo a votação das contas e que, apesar de atualmente ilegal, alguém edite uma lei para que os pareceres possam impossibilitar alguém de se candidatar.

Assim como entendo ser legal a não aplicação da lei da Ficha Limpa, mas, ao mesmo tempo, entendo ser imoral a sua não aplicação, pois normalmente o TCE demonstra desvios e erros de gestão, situação que não queremos e não esperamos de nossos governantes.

Akio Maluf Sasaki é acadêmico de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), atua em cooperação internacional do turismo e escreve neste Blog todo sábado - akio@pontodeapoioturismo.com.br

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História | 26/08/2016, 14h:00 - Atualizado: 26/08/2016, 14h:19

Leonardo minimiza dia em que Wilson teria feito ex-governador Dante chorar


Com o início da campanha eleitoral, começou a circular nas redes sociais o artigo de autoria do jornalista Auro Ida (já falecido) denominado O dia em que Dante Chorou. O texto publicado em 25 de julho de 2010 afirma que o ex-governador, morto em 2006, chorou após ter sido humilhado e desprezado por Wilson Santos (PSDB) quando disputou a Prefeitura de Cuiabá pela primeira vez, ainda em 2004. (leia aqui

 

Arquivo

wilson Dante

 Wilson ao lado do túmulo do ex-governador Dante de Oliveira, um dos maiores líderes do PSDB 

O artigo de Auro Ida relata que  diferente dos dias de hoje, quando Wilson tenta retornar à chefia do Executivo através da coligação denominada Dante de Oliveira e tendo o vereador Leonardo Oliveira (PSB), sobrinho do ex-governador como vice, em 2004 o tucano foi impedido de subir no seu palanque por ter sido derrotado ao disputar o Senado. A promoter Carlina Jacob foi  a responsável direta pelo episódio.  

"O pessoal acha bom o senhor não subir, porque será vaiado", avisou a promoter, completando: "é melhor o senhor ficar fora da campanha, porque só vai prejudicar a candidatura de Wilson Santos". O fato ocorreu antes do comício realizado no CPA. 

Hoje candidato a vice de Wilson, Leonardo presenciou a cena. Ele estava acompanhando o tio que pretendia ter usado o espaço para se defender das críticas que estava sofrendo do então governador Blairo Maggi (PP), que o sucedeu no Palácio Paiaguás. No entanto, o próprio familiar minimiza o episódio. 

Rodinei Crescêncio/Rdnews

Leonardo de Oliveira

Leonardo diz que amizade entre Dante e Wilson jamais foi abalada pelo episódio

Leonardo atribui o episódio a algo de momento que não foi iniciativa de Wilson. Além disso, afirma que não influenciou a relação do hoje candidato com Dante.  “Isso acontece entre amigos e Wilson cresceu dentro de casa, tanto que em 2008 usou o nome de Dante em sua coligação, com as bençãos da família e hoje repete o fato, inclusive tendo eu como candidato a vice em sua chapa", pontuou. 

 De acordo com Leonardo, o episódio também não abalou a relação de Wilson com a família de Dante.”Wilson é muito querido por toda família, que fez questão de prestigiar a nossa convenção e tem atuado firmemente na busca de votos para o bem da nossa querida Cuiabá”, completou.

 O relato de Auro Ida ainda diz que Dante deixou o local com os olhos lacrimejando. Foi para um barzinho, tomar seus conhaques,  resignado. 

 No artigo, o próprio Leonardo Oliveira conta que foi a única vez que viu o tio chorar por causa da política. “Sem dizer mais nada, ele entendeu que não era mais considerado a liderança do grupo. Estadista, com curriculo invejável, aceitou com parcimônia a decisão de seus liderados e foi embora sem reclamar”, relatou Auro Ida. 

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Comentários (6)

  • Edson Junior | Segunda-Feira, 29 de Agosto de 2016, 07h42
    0
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    Tudo pelo poder, tudo pelo dinheiro, afinal o cara já está morto e não pode chorar novamente.

  • Gilmar | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 22h00
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    Dante morreu, mas assim como Taques, era um peso negativo. Saiu do governo e perdeu o senado. Taques segue a trajetória de seu mestre.

  • Tabita Kina | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 19h34
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    0

    Difícil saber quem é mais sem vergonha e sem caráter...o titular, ou o vice!

  • renato@hotmail.com | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 17h08
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    10

    Nao falta mais nada mesmo... ressuscitaram o Auro, que era funcionario da casa civil para falar que Wilson brigou com Dante. Todo mundo sabe que Dante e Wilson sempre foram unha e carne.

  • alexandre | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 17h07
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    Pode se contar o acontecido, mas não se muda a História.... WS fez Dante de Oliveira chorar isso é fato...agora usa o nome dele....

  • alexandre | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 15h24
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    Agora WS fala de dante.... é pra acabar...

| 26/08/2016, 00h:01 - Atualizado: 26/08/2016, 00h:09

Não vote em golpistas

ceara artigo sexta 400 padrao

Antonio Cavalcante

A nossa jovem Constituição Federal, documento que encerra o acordo celebrado entre as pessoas que habitam este continente chamado Brasil, de promover a convivência pacífica entre os divergentes, o respeito ao estado democrático de direito, e que veicula a regra de que todo poder emana do povo, nos traz uma série de princípios e normas de natureza objetiva. É o nosso contrato social, instrumento abstrato que obriga a cada um de nós a renunciar um pouco da nossa individualidade e destinarmos nossos esforços para o bem comum.

Infelizmente, essa nossa Constituição está sendo rasgada e a democracia assassinada por uma conspiração de politicoides canalhocratas que se uniram num conluio para tomar o poder, de assalto, ao imporem um golpe midiático-parlamentar-judicial contra a presidenta legitimamente eleita. E aí, me parece bastante contraditória, a postura de alguns setores da política em acreditar que uma nova eleição, ou uma eleição municipal, possa juntar os cacos quebrados de nossa democracia.

Sempre acreditei que o voto nulo é uma das formas mais legítimas de protesto, ainda que não tenha efetividade em mudar a direção da política ou escolher as melhores pessoas por meio do processo de eleição. O voto nulo seria uma espécie de não-eleição. O voto nulo é uma forma eficiente do eleitor dizer que, os partidos políticos que negligenciaram em seu papel de escolher os melhores candidatos e candidatas não foram dignos da missão que lhes foi dada.

É claro que ao me verem pregando o voto nulo, muitos me acusarão de agir contra a democracia, e que tal postura desmotivaria as pessoas (eleitores) a contribuírem para a melhoria do processo eleitoral, mas isso não tem fundamento. Aos partidos políticos e candidatos é dado o poder de mudar o estado de coisas, de oferecer alternativas por meio de projetos de governo e cujo processo de aprovação é uma eleição. Se os legitimados negligenciam, cabe ao povo dizer “não, não aceito esse estado de coisas, não aceito esses projetos, não aceito esses candidatos, a eles nego o voto que legitimaria a farsa”.

Bem isso.

E nas eleições de 2016 há um novo e grave componente: o golpe! O golpe contra a democracia, o golpe contra as conquistas sociais, enfim, o golpe contra a maioria dos brasileiros e dos verdadeiros interesses da soberania nacional.

O Eduardo Cunha (vulgo Caranguejo), deputado ídolo da bancada federal de Mato Grosso, deu um tremendo golpe ao ingressar na presidência da Câmara Federal e direcionar a pauta das votações aos projetos de seu interesse. Entre eles esse remendo na lei eleitoral (Lei 9.504/97), que somente agora começa a ser criticada pelos setores envolvidos.

Então, essa eleição ruim (de 2016) está sendo regida por regras ruins. A única boa notícia é o fim do patrocínio de campanhas por empresas, o que ocorre graças à decisão do Supremo Tribunal Federal, a partir de processo proposto pelo Conselho Federal da OAB.

No entanto, por outro lado, continua em curso o criminoso golpe contra a jovem democracia com o endosso de diversos partidos políticos, que desde 2014, vêm gerando um caos no país, se valendo de processos judiciais e de denúncias fantasiosas bancadas por setores da mídia, impedindo assim que a gestão pública caminhasse livremente.

Nesse momento, o Brasil é refém de ações golpistas que estão acabando com o programa nuclear, negando o pré-sal que destinaria 100% dos recursos paras as áreas de educação e saúde pública e avançam, com celeridade, contra os projetos de programas sociais de distribuição de renda, de moradia e de geração de empregos.

Os partidos políticos que estão patrocinando o golpe, e os candidatos que se apresentam por essas legendas estão cometendo uma heresia contra a democracia e os trabalhadores: ora, se estão a cassar uma presidenta eleita pela maioria dos eleitores, sem que ela tenha cometido crime algum, por que razão estariam agora pedindo os nossos votos por meio de um sistema (eleitoral), se nem eles mesmos respeitam as regras do tal “jogo democrático”?

Sinceramente, os golpistas estão nos lançando em um longo e tenebroso inverno cinzento, do qual sairemos em data não prevista, causando danos irreparáveis (e permanentes) ao povo brasileiro.

Assim, aos inúmeros amigos que tenho deixo dois recados: primeiramente, um “Fora Temer”, e que não votem em candidatos e partidos golpistas de modo algum, eles fazem um mal terrível ao processo democrático. E, em segundo lugar, avaliem a possibilidade de anular o voto, se nenhum candidato e nenhum partido político lhes apresentarem confiáveis e dignos de falarem em nome do eleitor.

Não votem em golpistas!

Antonio Cavalcante Filho, cidadão, escreve às sextas feiras neste Blog. E-mail: antoniocavalcantefilho@outlook.com

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Comentários (11)

  • Willian | Sábado, 27 de Agosto de 2016, 00h36
    1
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    Não sei porque defendem partido "Y" ou "Z". A verdade é só uma, o partido que estiver, sempre alguém irá querer tirar vantagem. Não se enganem que é só PT que quer isso. Acham que com o PMDB, ou como é em nosso Estado, o PSDB, ninguém está tirando vantagem de ficar "relativamente encostado"? Por favor, são todos farinha do mesmo saco, cada um quer puxar a sardinha para sua brasa. Deixem de ser b.....

  • Quintino | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 17h05
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    Só não é um idiota perfeito porque ninguém é perfeito.

  • joao cuiabano | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 16h41
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    Dá até dó de gente como o senhor. Dó!

  • João Santos | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 14h24
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    Esse aí tá num desespero. Sabe ele que, com a extinção do PT e seus puxadinhos, vai acabar o aparelhamento do Estado, Chupins com ele, terá que arrumar um trabalho para sobreviver, não mais poderá viver 'as custas de sindicatos e ONGs que só serve mesmo é para empobrecer cada vez mais o povo brasileiro, que paga a mais carga tributaria do mundo e o retorno é praticamente zero. Esses comunistas que vivem pendurados em empregos e cargos públicos não sabem o que é plantar um pé de alface.

  • Charlles | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 13h07
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    Concordo em gênero, número e grau. Mas não há excludentes para o PT, nem para o PMDB e PSDB. São todos ladrões, enganadores. Os políticos de hoje fazem Bertolt Brech se revirar no caixão e se arrepender do texto "O Analfabeto Político". Defensores do PT estão equivocados, o PT se prostituiu. E os direitistas de plantão, ainda estão delirando, embriagados com essa falsa vitória estúpida que abalou os alicerces da Democracia. Não voto. Não ouço argumentos de candidatos, já são culpados só por estar concorrendo a uma cargo eletivo. Não importa o partido, o sistema é podre, e eles querem manter assim. Quem, em sã consciência, acredita que um candidato (ou partido) gaste milhões numa campanha e não vai querer tirar de volta com lucros astronômicos? Só os idiotas...

  • Sebastião A. Dias | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 12h03
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    Oh seu bosta fascista, coxinha, PSDBIsta, Aecista, Cunhista,Temerista, Morista, integrante DA CAMBADA CORRUPTA DOS GOVERNOS QUE ASSALTARAM O PAÍS E VENDERAM ESTATAIS A PREÇOS DE BANANA DURANTE OS DESGOVERNOS DO FHC, do PSDBosta, CALA A SUA BOCA SEU TROUXINHA CAFAJESTE ! O Ceará é gente que merece todo o nosso respeito.

  • LUIZ CARLOS | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 10h47
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    Esse Ceará é um fanfarrão!!! Sempre viveu às custas do PT e às sombras do poder que o partido tinha até então. Rapaz acorda, acabou a mamata, vai trabalhar. Criança que perde a mamadeira, não se conforma... chora o tempo todo. Pior, é que essa figurinha carimbada é do "movimento de combate à corrupção" e nunca vi ou ouvi ele escrever uma linha sobre operação lava jato ou qualquer outra corrupção do PT. É um fisiologista descarado. Não tem credibilidade, infelizmente!!! MATEUS 23: "1 Jesus falou às multidões e aos seus discípulos: 2 «Os doutores da Lei e os fariseus têm autoridade para interpretar a Lei de Moisés. 3 Por isso, vocês devem fazer e observar tudo o que eles dizem. Mas não imitem suas ações, pois eles falam e não praticam. 4 Amarram pesados fardos e os colocam no ombro dos outros, mas eles mesmos não estão dispostos a movê-los, nem sequer com um dedo. "

  • Dener Além | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 10h02
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    Lamentável que o RDNews abra espaço para essa "ladainha" de golpe. Todos os lulo-petistas, inclusive o infeliz articulista, votaram no Temer; a maioria dos membros do STF foi indicada pelo PT; a Dilma, ao contrário dos adversários de Fidel e Maduro, está tendo amplo direito de defesa. Vá fazer algo de útil cidadão!

  • Carlos Nunes | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 09h19
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    Pois é, o midianews publicou uma matéria sobre a Opinião do ex-presidente do Supremo, Dr. Sydney Saches, que presidiu o Impeachment do Collor em 92. Qual é a sua opinião sobre o Impeachment da Dilma? Esse senhor, hoje com 83 anos de idade, diz: Eu acho que há crime de responsabilidade. Dilma violou a Constituição, violou a Lei de Responsabilidade Fiscal, violou a lei orçamentária. Usou de expedientes maliciosos para manipular informações de interesse geral, e criou uma crise econômica dessa ordem. Ih! Igualzinho o que pensa o Dr. HÉLIO BICUDO, autor intelectual do Impeachment, que tem mais de 90 anos de idade. É, a velha guarda não aceitava, um pingo fora dos is; não aceitava inversão de valores. O Brasil ficou anarquizado do jeito que está, porque esculhambaram tudo, trocaram alhos por bugalhos. Aceitaram até o cara chamar o presidente do Senado e da Câmara de f...; e os membros do Supremo de acovardados. No mínimo o Supremo era para ter chamado o cara, e lhe dado um puxão de orelha, por querer desmoralizar as duas Instituições Democráticas do Brasil: o Congresso Nacional e o Supremo.

  • alberto | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 08h49
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    Primeiro Sr. Não existe o cognominado GOLPE que vcs BRADAM aos ventos, segundo para o bom português também não existe PRESIDENTA... o sr. com todo o respeito, quando fala midiático é uma forma subliminar de desmerecer a DEMOCRACIA e o contraditório. Outra buscam sensibilizar os menos afortunados políticos e de conhecimento de que existem realmente o tal golpe, que sabemos que não existe. A constituição prevê o IMPEDIMENTO, como o PT e seus o fizeram no evento de COLLOR não é mesmo? fico em minha intimidade pensando o porquê que continuam nessa ladainha...mas estamos em uma democracia e faz parte.

| 26/08/2016, 00h:00 - Atualizado: 25/08/2016, 21h:31

Uma decisão equivocada

edesio do carmo artigo 400

Edésio Adorno

Lideranças do movimento comunitário de Cuiabá hipotecaram apoio ao candidato a prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB). O evento foi anunciado com alardes. Uma decisão equivocada. O peemedebista não tem histórico de atuação junto aos bairros e a Capital que ele conhece é a que fica da banca de cá da perimetral.

Cuiabá experimentou, nas décadas de 1980 e início dos anos de 1990, intensa luta pela moradia. Diante ao enorme déficit habitacional então existente, dezenas de bairros surgiram da mobilização popular.

Dante de Oliveira e Wilson Santos enfrentaram a fúria de latifundiários urbanos e apoiaram diversas ocupações. Citar os bairros que surgiram deste movimento é desnecessário. Quem conhece Cuiabá, conhece sua história.

Emanuel Pinheiro, então jovem vereador do extinto PFL, se mantinha à distância e não se envolvia com as lutas populares. Ele sempre representou a fina flor da burguesia cuiabana. Na Assembleia ou nos cargos que já ocupou nunca dialogou com o movimento comunitário.

Estranhamente e sem debater com as comunidades, alguns presidentes e ex-presidentes de associações de moradores, capitaneados por dirigentes da Femab, manifestam apoio a uma candidatura que nasceu sob o signo da traição e da incoerência política.

Emanuel Pinheiro, ao amanhecer, rasga elogios ao prefeito Mauro Mendes; ao anoitecer, detona pesas criticas. Incoerência? Não. Incoerência é apoiar um incoerente.

O movimento comunitário que defendeu renovação e moralização na política; que foi as ruas e combateu o governo Dilma Rousseff agora, ao abraçar o mais fervoroso e apaixonado aliado do presidiário Silval Barbosa, perde legitimidade, se torna mero instrumento político e avança rumo ao descrédito popular. Uma decisão equivocada.

As associações de moradores de bairros são importantes instrumentos de luta e de reivindicação de obras, serviços e melhorias na qualidade de vida da população. Quando seus dirigentes se tornam meros cabos eleitorais e se lançam em campanhas políticas de candidatos divorciados com os reais interesses dos bairros periféricos comete um grave erro e um gritante desvio de rotas.

O líder comunitário precisa reconquistar seu protagonismo social e essa conquista passa longe do servilismo a candidatos como Emanuel Pinheiro que sempre desprezou ou tratou com indiferença as lutas travadas pelo movimento comunitário.

Apoiar Emanuel Pinheiro é desmerecer a profícua gestão Mauro Mendes, é favorecer o retrocesso e aceitar passivamente os desmandos perpetrados pelo ex-governador Silval Barbosa. Certo fizeram as lideranças que não embarcaram nesta canoa que conduz ao passado de triste memória de Barbosa e seus pupilos. 

Edésio Adorno é advogado em MT, reside em Tangará da Serra e escreve exclusivamente para este Blog toda sexta-feira. E-mail: edesioadorno@gmail.com

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Comentários (13)

  • Chico Spinelli | Sábado, 27 de Agosto de 2016, 10h48
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    Interessante a opinião do advogado tangaraense Edésio Adorno, falar sobre deficit de moradia. habitação e invasão de terra. Quem mais incentivou a GRILAGEM de terra,as invassões, na Grande Cuiabá, a troco de demagogia politica e votos foram justamente os falecidos politicos Dante de Oliveira, Gilson de Barros, e outros menos falados. Quem se preocupou realmente pra valer em resolver o problema habitacional da Grande-Cuiabá, e do interior de Mato Grosso, foram os Governos de Frederico Campos (1979-83), do Dr.Julio Campos, de 1983-a-87, e do seu irmão Jaime Campos,de 1991-94, todos do antigo PFL,hoje DEM, tido como politico de centro-direita. Frederico ,construiu o CPA I e II e iniciou o Tijucal e a Morada do Ouro, obras que foram concluidas e inauguradas pelo JULIO, e que fez ainda o CPA 3 e 4, bem como o Santa Amália, o Loteamento Popular Osmar Cabral, 4 conjuntos habitacionais em V.Grande, o Projeto João de Barro(feito pela PROSOL sob comando da falecida dona Isabel Campos).,além disso mais de 10.000 casas populares no interior. Já o Governador Jaime, alem construir casas populares em todo estado, adquiriu e loteou para o povo o PEDRA 90, Jardim Florianopolis, ets. O resto é e só foi demagogia e conversa fiada pra boi dormir, e voce sabe disso, pois acompanhava sempre o trabalho dos CAMPOS lá de Tangará da Serra. Faça-se Justiça.

  • Carlos Nunes | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 14h40
    1
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    Tá difícil escolher em quem votar para prefeito...se o voto não fosse obrigatório, fosse facultativo, provavelmente 50% dos eleitores não iam votar, era melhor pescar. Alguns candidatos representam só Grupos Políticos, que só estão de olho nas próximas eleições para Governador, Senador, etc, em 2018; sabem que, quem ganhar nos grandes Centros, como Cuiabá, Várzea Grande, etc, conseguem dar uma arrancada de votos, pois estarão tomando contas das máquinas públicas municipais. Então, sobraram para a gente escolher: Serys, procurador Mauro e Renato Santtana. Vamos examinar bem de perto as propostas da Serys (PRB); parece que agora o Celso Russomanno do mesmo partido, agora vai ser eleito prefeito de São Paulo. Cuiabá nunca teve uma mulher como prefeita, apesar que quase 52% dos Eleitores são Mulheres. Quais seriam as propostas para as Mulheres da Serys? Alguém sabe? Outro dia estava conversando com um Ginecologista, sobre Mioma de Útero; e ele dizia: enquanto ainda estão fazendo uma cirurgia muito agressiva, para retirar o mioma, inclusive muitas vezes até retirando o útero; já existe em São Paulo, uma nova tecnologia, um aparelho, que faz só um furinho, introduz e suga todo mioma - precisaria que esse método fosse utilizado, detectando o problema quando ele estivesse aparecendo, ou bem no início. Aí indaguei: mas Dr. por que o SUS não tem ainda esse aparelho? Resposta: porque Saúde não é prioridade coisa alguma. Quantas mulheres em Cuiabá, em MT, será que tem mioma no útero, e podia serem beneficiadas com uma tecnologia mais moderna como essa? Ninguém está preocupado com a Saúde coisa alguma? Estão mais preocupados em retomar a obra fracassada do Silval, o VLT, que vai consumir Milhões ou Bilhões de reais para fazer, e depois uma dinheirama para manter.

  • bobó cheira cheira | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 14h18
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    Engraçado este cidadão querer opinar sobre Cuiabá, sua gente e sua história. Dante de Oliveira e Wilson Santos foram os grandes incentivadores da indústria da grilagem em nossa cidade, razão pela qual a cidade não se modernizou como pretendiam os seus dirigentes à época. A implantação do Projeto Cura, a estruturação de inúmeros loteamentos, o surgimento de vários conjuntos habitacionais, distante do velho centro são testemunhas dessa nova política que deveria ser implantada, no entanto, havia também aqueles que incentivavam as invasões, a fim de obter o voto para as próximas eleições. Os comunitários que deram apoio ao candidato Emanuel Pinheiro são aqueles que vivem em Cuiabá e conhecem as dificuldades do seu dia a dia, não esse cidadão quem nem conhece os nossos bairros periféricos, onde vive a grande maioria da população. Se ele é um grande cidadão por que não se candidata em sua cidade? Deixe de dar palpite onde não é chamado...

  • Debora Cristina | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 11h56
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    Como pode um cidadão de Tangará da Serra saber o que é melhor pra nós Cuiabano? Também não entendo ,pessoa que critica Dilma e apoia Wilson Santos.Movimento comunitário de bairro não está a serviço do que você acha cidadão, mas sim das causas sociais que tão de perto vivenciamo.

  • Debora Cristina | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 11h53
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    1

    Como pode um cidadão de Tangará da Serra saber o que é melhor pra nós Cuiabano? Também não entendo ,pessoa que critica Dilma e apoia Wilson Santos.Movimento comunitário de bairro não está a serviço do que você acha cidadão, mas sim das causas sociais que tão de perto vivenciam.

  • José Licubrino | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 10h00
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    Tem uma música de samba que diz "Se gritar pega ladrão não sobra um meu irmão". O melhor é escolher o Zero e confirma.

  • js@hotmail.com | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 09h35
    0
    2

    js@hotmail.com, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • alexandre | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 09h15
    3
    0

    movimentos comunitários são todos de esquerda, vão defender o governo que dá tudo de graça, quem paga a conta da festa (direita) que não concorda, o populismo tem um preço caro: 12 milhoes de desempregados e 10% de inflação...

  • Jose Cuiabano | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 08h33
    0
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    Na realidade, quem foi as ruas para manifestar contra o Governo Dilma, não foram os movimentos comunitários, e sim, a Direita Elitizada que nunca aceitaram as classes menos favorecidas terem oportunidades no Brasil.

  • Paulo | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 08h25
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    3

    Tendencioso demais esse texto.

Mesa Diretora | 25/08/2016, 14h:40 - Atualizado: 25/08/2016, 15h:02

Fávaro nega que Nininho tenha rompido com base e diz que 5 no PSD votam Fabris


 Presidente estadual do PSD, o vice-governador Carlos Fávaro rechaçou os boatos de que o deputado estadual Ondanir Bortolini, o Nininho, esteja deixando a base governista por descontentamento com a condução das articulações para a Mesa Diretora da Assembleia. Segundo ele, não existe a possibilidade do correligionário deixar de apoiar o governador Pedro Taques (PSDB) por conta de divergências relacionais com a eleição marcada para 1º de setembro. 

Reprodução

Fávaro e Nininho

 Nininho estaria descontente por ter sido preterido na chapa Botelho-Maluf, mas Fávaro nega ruptura

“Não procede essa conversa que Nininho saiu da base. Ontem, ele estava em Sinop junto com o governador Pedro Taques. Os deputados Pedro Satélite e Wagner Ramos também estavam no ato político”, declarou Fávaro se referindo ao ato de lançamento da candidaturao do empresário Roberto Dorner (PSD) à Prefeitura daquele município. 

Os rumores da ruptura de Nininho com a base governista surgiram após dialogar com os sete deputados estaduais da oposição sobre a possibilidade de formar chapa alternativa. Ainda hoje (25), o social-democrata deve se reunir com Zeca Viana (PDT), Janaína Riva (PMDB) e outros oposicionistas para tratar do assunto. 

Nininho está descontente por ter sido preterido na chapa que terá Eduardo Botelho (PSB) na presidência e o atual presidente da Assembleia Guilherme Maluf (PSDB) como primeiro-secretário. O PSD, que deve indicar o primeiro-vice, optou por Gilmar Fabris. 

Segundo Fávaro, o assunto foi tratado em jantar com a bancada do PSD e cinco dos seis integrantes decidiram pela indicação de Fabris. São eles  Wagner Ramos, Pedro Satélite, Zé Domingos Fraga, Leonardo Albuquerque e o próprio indicado.

Em campanha a Dorner, Taques cita alinhamento e o apoio de Temer 

O vice-governador também reafirmou o pedido para que os integrantes da bancada do PSD escolham candidatos da base aliada e mantenham a unidade. “Não acredito em racha. Conversando, que faz  parte da boa política, chegaremos ao entendimento. Tenho certeza que os seis deputados do PSD votarão unidos”, concluiu. 

Nininho racha com a base e deve disputar presidência com apoio da oposição 

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CUIABÁ | 25/08/2016, 09h:21 - Atualizado: 25/08/2016, 09h:40

Após defender retomada de Sanecap, Wilson recua e projeta nova concessão


Após discursar em defesa da saída da CAB e a volta da Sanecap, o candidato a prefeito de Cuiabá, deputado estadual Wilson Santos (PSDB), mudou o discurso novamente. Agora, após refletir sobre a declaração, admite a ideia de nova concessão, caso seja eleito. “Reconheço que Cuiabá não tem dinheiro para tocar um grande programa de saneamento que custa centenas de milhões. Cuiabá não tem dinheiro para isso”, afirma o tucano em visita à sede do .

No último dia 9, ao anunciar sua equipe de campanha, Wilson havia informado a intenção de retomar a distribuição de água tratada e o saneamento básico para o município, caso seja eleito. Ele acrescentou que, enquanto prefeito, de 2005 a março de 2010, quando saiu para disputar o governo, investiu na Sanecap. E por isso, tinha simpatia por manter os serviços públicos.

Wilson quer reativar Sanecap, elogia prefeito e promete concluir obras

Gilberto Leite

Wilson Santos

Wilson diz que ideia de retomar Sanecap é simpática e dá voto, mas que realidade de Cuiabá é outra

O tucano reforça ainda que o discurso da retomada da Sanecap é fácil, simpático e ganha voto, mas que a realidade do município é outra. “Precisa de R$ 400 milhões para fazer programa de saneamento. Então, admito, estou aberto e aceitando proposta à possibilidade de nova concessão a nível nacional”, reforça.

Atualmente, a concessão pertence à CAB Cuiabá que está sob intervenção da prefeitura, desde maio, devido ao não cumprimento das metas contratuais. Após a medida, a prefeitura pode decretar a caducidade do contrato de concessão. A ação será balizada pela incapacidade da CAB Cuiabá em cumprir os itens previstos.

Um dos principais argumentos para a intervenção foi a não universalização da água em três anos. Conforme relatório da Arsec, a empresa foi notificada por 50 vezes, teve 19 autos de infração e foi multada por sete vezes por não cumprir metas previstas em contrato.

 A concessão foi feita pelo ex-prefeito Chico Galindo (PTB, que assumiu o posto após o então prefeito Wilson Santos deixar o cargo para disputar o Palácio Paiaguás, em março de 2010. Na entrevista, o tucano afirma que não foi responsável pela iniciativa, uma vez que a concessão foi feita em 2012 por Galindo.

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Comentários (3)

  • Pedro | Quinta-Feira, 25 de Agosto de 2016, 13h23
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    Ainda tem gente que acredita em um cara como esse, Dante deve estar revirando na cova! Tristeza em!

  • elias | Quinta-Feira, 25 de Agosto de 2016, 10h55
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    ja vai vender de novo? tem que arrumar dindin pra capanha ne..

  • JEFERSON MATOS | Quinta-Feira, 25 de Agosto de 2016, 09h53
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    Políticos e suas politicalhas. Importantíssimo pra você eleitor acompanhar com vivo interesse essas eleições, prestar bastante atenção nas propostas e "pseudo propostas" dos postulantes ao cargo de prefeito. Política é coisa séria e seu voto é muito importante pra definir os rumos de sua cidade. Cuidado com a demagogia de alguns candidatos.

| 25/08/2016, 08h:18 - Atualizado: 25/08/2016, 08h:53

Cuide de você!

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Maria Rita Uemura

Eu tinha uma hora. Trabalhei, amamentei e me organizei para conseguir uma horinha para mim. Era segunda-feira, o dia oficial de começar alguma coisa e eu finalmente pude pedalar.

Gastei vinte minutos me vestindo, procurando luvas e tirando o pó do capacete e da bike. Mais 10 minutos fazendo recomendações aos que ficaram cuidando do baby.

Eu tinha meia hora. Abri o portão, montei na bike e sumi. Vento no rosto, a emoção de trocar as marchas nas subidas e escolher a melhor linha em meio aos buracos na estrada de terra. As pernas estavam moles.

Uma subidinha de nada demorou para ser vencida e quando eu cheguei ao topo dela quase não tive forças para manter uma velocidade mínima no plano. Tão sem preparo que a mente ficava me pedindo para parar em cada esquina. Era como se uma voz ficasse dentro da cabeça me dizendo “confira o relógio, pare para tomar água, veja se os pneus não estão murchos”.

Não ouvi dei ouvidos a esta voz, ignorei. Por mais que minhas pernas doessem também não parei de pedalar e tive a meia hora mais endorfinada dos últimos meses. Foram exatos 11 meses sem pedalar ou praticar qualquer esporte. Desde o início da gravidez tive algumas complicações e tive que ficar de molho.

Como se isso não bastasse, ainda havia o medo do vírus da Zica e isso contribui para ficar ainda mais em casa. O bebê nasceu e em seguida tive uma pneumonia. Sendo assim, ficou um pouco difícil realizar qualquer atividade em quase um ano.

Sou uma pessoa ativa. Inclusive organizar eventos esportivos é o que faço para viver e isso é uma escolha. Como poucas coisas na vida o esporte me toca profundamente. Acredito que a atividade física oportuniza focar no tempo presente, no agora, e isso é uma das melhores maneiras de se praticar a meditação. 

Fiquei tanto tempo de molho por conta do que elenquei acima que já estava me acostumando a permanecer sedentária. Aliás se não fizesse um grande esforço mental não sairia da inércia, pois com um filho pequeno não são poucos as tarefas a serem cumpridas. E esse é justamente o ponto que quero abordar: a pessoa mais importante da sua vida é você.

Pode soar egoísta o conselho acima, mas não é. Já dizia a sabedoria popular “ninguém dá o que não tem”. Como posso cuidar da saúde da minha família se não cultivar hábitos saudáveis e dar o exemplo? Se quero cobrar disciplina dos meus filhos e se quero ensinar a eles que com organização é possível realizar diversas tarefas eu tenho que mostrar que isso é possível. Por isso encaixar os treinos mesmo numa rotina intensa com um bebê em casa deve ser prioridade.

Cuide de você! Pare com as desculpas. Realmente a cama está quentinha de manhã e à noite estamos muito cansados para qualquer coisa. Motivos para o sofá te vencer nunca faltarão.

Mas se você não conseguir ser mais forte que esses bons motivos o seu corpo vai cobrar um preço caro uma hora dessas. Seja o exemplo da sua casa, ame-se e assim será possível dar amor aos que te cercam.

Maria Rita Ferreira Uemura é jornalista, empresária, diretora da empresa de eventos de aventura ULTRAMACHO e escreve exclusivamente toda quinta-feira neste Blog (www.ULTRAMACHO.com.br) - e-mail: ferreirauemura@gmail.com

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Comentários (2)

  • Willians Kauffmann | Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2016, 18h43
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    Parabéns pelo retorno, Atitude e o Artigo. Grande abraço

  • Paula | Quinta-Feira, 25 de Agosto de 2016, 11h35
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    Bem isso! Coragem!

| 24/08/2016, 11h:06 - Atualizado: 24/08/2016, 11h:28

Mauro atrai votos de protesto, ganha as redes e tira sono dos demais candidatos


Se antes a preocupação dos principais candidatos à sucessão em Cuiabá era com Mauro Mendes (PSB), então favorito absoluto à reeleição, agora o temor é por outro Mauro. O procurador da Fazenda Nacional Mauro César Lara de Barros, do radical Psol, é considerado hoje favorito na corrida ao Palácio Alencastro, deixando para trás nomes tradicionais da política e acostumados aos embates eleitorais, como os deputados Emanuel Pinheiro (PMDB) e Wilson Santos (PSDB).

procurador mauro 300

Mauro Lara (Psol) tem visibilidade eleitoral e sua candidatura, mesmo isolada, leva preocupação aos adversários na Capital

É dentro dessa expectativa que se desenha disputa de dois turnos. Uns acham que  Mauro pode até avançar para a segunda etapa, tirando do páreo Wilson ou Emanuel. Outros acreditam que, com o afunilamento da campanha, os indecisos vão diminuindo naturalmente.

Os vídeos com mensagem de Mauro, com 16 segundos, um dos menores tempo do horário eleitoral, registram mais curtidas e compartilhamento nas redes sociais. Desta vez, o candidato do Psol começa a tirar o sono dos demais concorrentes.

Mauro "arrebanha" os votos de protesto, em meio a onda nacional de revolta, crises e desilusões. E ainda tem a vantagem de ter como principais adversários figuras com certo desgaste por serem carreiristas e populistas, como Wilson e Emanuel.

O procurador, como gosta de ser chamado, pode não ser eleito, mas tende a obter votação expressiva, assim como foi para deputado federal, em 2014, quando conquistou 84.208 votos. Ficou em 7º lugar e só não está na bancada federal mato-grossense hoje porque a sua candidatura isolada não empurrou votos suficientes para atingir o quociente eleitoral.

O procurador Mauro, que já disputou, sem êxito, várias eleições, como de prefeito, de deputado, de senador e de governador -, não tem "rabo" na política. Rejeita coligações para sustentar a tese do "diferente". E esses argumentos lançados aos ouvidos de eleitores descrentes com a classe política começam a refletir positivamente na campanha do candidato do Psol.

 E a briga pelo Alencastro ainda conta com outro componente: o ex-juiz federal Julier Sebastião (PDT), sem desgaste, bom de oratória, com a "lingua afiada" e pronto para dar de ombros nos adversários. Enquanto o prefeito Mauro "torce" pelo ex-desafeto Wilson, assim como o governador Pedro Taques, Emanuel aglutina políticos rejeitados pelo Palácio Paiaguás e Julier corre por fora. O que eles não contavam é que o procurador Mauro fosse se tornar a "bola da vez".

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Comentários (17)

  • João | Quinta-Feira, 25 de Agosto de 2016, 21h59
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    Procurador Mauro vai vencer - PSOL 50, já pode se ver o desespero, dos políticos de carreira.

  • Marcos | Quinta-Feira, 25 de Agosto de 2016, 11h06
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    Meus caros, Se quiserem votar em forma de protesto, favor votar NULO. Olhem bem o programa de governo do partido PSOL , chega a ser assustador , é baseado em um programa separatista de classes , é como se eu estivesse lendo um livro de Marx, NÃO CONFIO em quem busca a separação e exclusão.Todos devem ser tratados iguais perante a lei , não se deve dar super poderes a ninguém.... A politica , infelizmente não apresentou nenhum nome a altura das nossas reais necessidades, que represente a realidade economica atual que estamos vivendo. A proposta desse senhor do PSOL está beirando a perigosa linha do totalitarismo comunista. ABRAM O OLHO. Meu voto é nulo.

  • alexandre | Quinta-Feira, 25 de Agosto de 2016, 09h13
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    Onda azul ? galo não voa direito nem nada direito, o arrogante prepotente vai entender a rejeição das urnas, junto com o toquinho de amarrar onça ...

  • juca cuiabano | Quinta-Feira, 25 de Agosto de 2016, 08h39
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    e procurador v so teve essa votação por duas razoes a primeira que recebeu ajuda boa de um dep estadual do nortão que vc sabe quem e foi boa a juda sera que colocou no tre essa contabilização, segundo e o voto de protesto, lembra da ana flavia do pc db na eleição de 2010 foi a federal teve 30000 votos foi a vereadora teve 1110 votos vc nao vai ao segundo turno vai ficar tocando lambadão se fosse esperto na~seria canditado cometa so aparaece a cada ..... anos kkkkkkk acorda povo es a onda azullllllllllllllllllllllll voltadando es wilson santos na cabeça e onofre junior na camara municipal

  • JEFERSON MATOS | Quinta-Feira, 25 de Agosto de 2016, 08h06
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    Sejamos honestos, ele pode ser viável como prefeito, basta o eleitor deixar o preconceito de lado e votar alguém que não é ligado a grandes grupos políticos. Ele é um voto de protesto sim, e se ele for eleito tomara que não decepcione o eleitor cuiabano.

  • Van Hausen | Quarta-Feira, 24 de Agosto de 2016, 21h52
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    Carlos Nunes e Antonia estão certos: a mudança de postura se dá de baixo para cima e não o contrário. Se Moro vier se candidatar contra o moLUsco em 2018, Cuiabá já estará dando o exemplo de HONESTIDADE ( favor não confundir com a tal "transformação"de bananinha de bolicho).

  • Oliveira | Quarta-Feira, 24 de Agosto de 2016, 19h33
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    Tatiane pro seu Goveno sou economista e Advogado formado pela antiga e gloriosa UFMT, não estou em teta alguma. Agora você não passa de uma alienada que não consegue enxergar a ponta do seu nariz vai estudar primeiro pra depois chamar alguém de louco.

  • Resposta a luca | Quarta-Feira, 24 de Agosto de 2016, 18h59
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    Luca, vc quer experiencia??? A experiência de Wilson santos??? Que é réu em processo de improbidade administrativa... Experiência de Emanuel pinheiro que por anos afim tem cargo eletivo e nunca fez nada prol do povo é que sempre foi da base aliada ao silval.barbosa... Experiência que ele não teve ao ser deputado e nao consegui realizar a real função dele, que é fiscalizar o executivo, ou seja, silval Barbosa... Essa experiência que você quer??? Eu voto sim Procurador Mauro 50...

  • luca | Quarta-Feira, 24 de Agosto de 2016, 17h23
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    Alex, vota-se em quem condição de argumentar e consolidar projetos, esse Candidato que quer o voto de protesto pode ser um órimo cidadão mais dai querer ser politico e administrador de uma capital precisa ter história. Vota-se em quem voce achar melhor , cuidado com aquele que acha que quer mudar sozinho , olha a cara dele e veras que nada a ver , procurador é um , gestor é outro. Vai trocar as bolas , vote para ver

  • tatiane | Quarta-Feira, 24 de Agosto de 2016, 16h49
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    Esse tal de oliveira, com certeza deve estar em uma das tetas da assembleia, a ponto de vir a publico meter o pau em quem não conhece... um papo furado de uma vez... quando assim vai votar no wilson santos... deve ser loko mesmo... voto 50 sem medo...

| 24/08/2016, 09h:59 - Atualizado: 24/08/2016, 10h:06

Uma nova esperança

nestor fidelis texto interno e capa

Nestor Fidelis

Ao mesmo tempo em que acompanhamos os primeiros passos desta campanha eleitoral municipal, voltamos a ver e ouvir amigos reclamarem dos candidatos que se apresentam.

Ora, como outras pessoas não se candidataram, é o que temos. Cada um com seu jeito, com suas ideias, com sua equipe de contratados e de apoiadores, partidários ou não.

A tarefa do eleitor é mais delicada e trabalhosa, pois o tempo é mais curto para escolher, desta vez. Já para os candidatos sérios, a missão é ainda mais grave, pois muitas são as restrições em relação ao que era costumeiro fazer quanto à propaganda eleitoral, e agir nos primeiros momentos das alterações de modelos sempre é desafiador, assim como é desafiador manter o nível elevado dos debates e esclarecer e responder e aos ataques sem se rebaixar, pois os eleitores não merecem isso.

Agora, falando em primeira pessoa, não me parece justo concluir que o candidato Emanuel Pinheiro não mereça o voto porque é do partido do ex-governador Silval. Aliás, isso é infantil, ou tentativa de menosprezar a inteligência do eleitor.

Trabalhei no governo Silval. 

Exerci o cargo de secretário de Justiça adjunto, lidando com as políticas sobre drogas, com a defesa do consumidor e com o sistema socioeducativo de adolescentes em conflito com a lei, numa pasta que ainda é responsável pelo sistema penitenciário e pelas ações de direitos humanos. 

Fiz tudo o que pude, graças à equipe de servidores sérios e abnegados, bem como às parceiras com outros órgãos governamentais e com o terceiro setor. Mas não pude fazer o que pretendia e entendia como possível, pois não dispúnhamos de dinheiro para tanto. Mas a consciência sabe que nos doamos ao máximo.

Após alguns meses nos deparamos com a prisão do ex-governador e de alguns de seus ex-secretários. Como ficar feliz com isso? Estou falando de mim. Como? 

Eles estão se defendendo e, se ficar comprovado que erraram, pagarão na medida de suas culpabilidades. E os processos ainda estão em tramitação.

Fui convidado a continuar trabalhando para o governo atual. Conversei com amigos e família e aceitei. Seria uma honra pode continuar servindo ao meu Estado. Dias após eu agradecer publicamente, fui desconvidado por ordem superior. Foi frustrante, é claro, já tínhamos planos. Mas pouco tempo depois me senti aliviado em alguns aspectos.

O governo atual é avesso à democracia, com arrogância mal disfarçada, aumentou exponencialmente os gastos com propaganda (apelativas e em horário nobre) em momento de crise, e, pelo que se ouve e conclui, está politiqueiramente deixando para mostrar serviço no último ano para se perpetuar, como fazem os apaixonados pelo poder. São muitas as áreas com erros graves.

A insatisfação é generalizada. O que se fez com os idosos não é humano, na questão da chamada carreta da transformação, em total desobediência às normas de vigilância sanitária, conforme é reconhecido por deputados e secretários de estado, que aconselharam a buscar a imprensa e a Justiça, pois estavam de mãos atadas diante da ordem do "gabinete".

O tratamento dado aos servidores públicos no que tange aos seus direitos com previsão constitucional e legal é lastimável, sobretudo com o aumento de gastos em áreas não-sensíveis.

Isso significa que todos que trabalham no governo ou com o atual governo sejam pessoas prepotentes, arrogantes, más, ou incapazes? Não, claro que não. Ao contrário. Vemos pessoas ótimas em todos os sentidos.

Da mesma forma, se mostra como muito simplista a tentativa de dizer que quem trabalhou com Silval está contaminado, não é uma pessoa de bem, ou incapaz. Na política partidária todos são, já foram, ou serão parceiros. Impossível obter governabilidade de outra forma no modelo atual.

Por isso e por outros tantos motivos, sou admirador confesso do Emanuel Pinheiro, com base no que vejo hoje. Ele tem sido parceiro da comissão que presido na OAB (ações antidrogas); nos auxiliou muito nas questões da saúde pública como presidente de comissão na Assembleia; está montando uma equipe jovem aliada a pessoas experientes.

E dá gosto de ver o reconhecimento por diversos setores da sociedade. Pessoas com esperança de contribuírem neste momento, sob a liderança democrática do professor de direito Emanuel Pinheiro, reconhecendo os êxitos alcançados, mas apresentando propostas de melhoria em relação ao que não foi tão bem sucedido no governo municipal, que teve ele, Emanuel, como coordenador de campanha eleitoral.

Ainda que a cada dois anos nós, eleitores, tenhamos a tarefa de eleger, nada obstante vivamos num mundo com tantos equívocos, também podemos ter as esperanças renovadas, pois, com todo respeito aos que pensem de modo diverso, é preciso participar para poder contribuir.

Nestor Fernandes Fidelis é advogado e escreve exclusivamente para este Blog toda quarta-feira - nestor@nestorfidelis.adv.br

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Comentários (3)

  • Van Hausen | Quarta-Feira, 24 de Agosto de 2016, 22h39
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    O desconvite calou fundo não é Nestor? Mas agora, assessor jurídico do Emanuel fica mais fácil "rasgar seda" desinteressadamente e ainda "estilingar" a outra vidraça que o desconvidou...Mui confortável .

  • WANDER | Quarta-Feira, 24 de Agosto de 2016, 17h34
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    Pensei em escrever tanta coisa, teria tantas palavras para tanto, mas a tristeza só de pensar no período em a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos foi gerida pelos asseclas do PMDB já me consumiu.

  • sonia | Quarta-Feira, 24 de Agosto de 2016, 14h58
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    Hummm Fácil de ler nas entrelinhas a mágoa de ter sido dispensado. Sorte a nossa não te-lo.

| 24/08/2016, 08h:12 - Atualizado: 24/08/2016, 08h:20

A desimportância de Dilma

roberto freire artigo professor 400

Roberto Freire

Independentemente do resultado do julgamento do Senado do caso Dilma, ela já está condenada pelos seus atos e pela grande maioria ao ostracismo. Ainda que não exista a figura do ostracismo no direito, ele existe de fato na política. Nada mata mais a autoridade e o poder do que o riso ou a indiferença; como a Dilma não é caso de rir, mas de chorar ou se envergonhar, ela se torna cada vez mais alguém indiferente para a maioria.

É fato que desde o princípio do segundo mandato da Dilma ela pouco ou nenhum poder teve. Ainda que eleita para o cargo de presidente, o mesmo nunca lhe coube de fato, pois adquirido com falsas promessas, quando do contato com a realidade ela nada sabia do que fazer. Responsável única e exclusiva pela situação catastrófica da economia em que nos encontramos, acabou por ser responsável pela catástrofe política da qual vai acabar como a vitima principal.

Irresoluta, fraca, frágil e sem visão política e econômica, seus dizeres e suas falas acabaram por ser uma triste repetição do mesmo mantra: golpe! Quanto aos problemas nacionais, esses simplesmente desapareceram da sua fala ressentida; tudo de sério que ocorre no país para ela se resume ao suposto “golpe” que sofre. De resto, nada mais importa ou é importante.

Ela simplesmente desapareceu dos noticiários. Seus movimentos políticos, seus encontros, seus discursos estão restritos aos seus aduladores, e o pouco que aparece na imprensa é para relatar suas tentativas frustradas de tentar criar uma discussão, que ninguém, nem seu partido, está interessado em debater, pelo menos, não com ela. A proposta do plebiscito é simplesmente uma atitude desesperada de tentar angariar as graças do povo. Mesmo aqueles que, como eu, gosta de plebiscitos e referendos, e considera importante a ocorrência dos mesmos em questões chaves da nação (decisões sobre processo eleitoral, aumento de impostos, mudanças constitucionais, etc.), percebe que além de utópica, ela não tem nem pé, nem cabeça, nem traz qualquer reflexão mais aprofundada subjacente, apenas por falta do que propor de razoável e realizável, assaca de uma proposta populista na vã esperança que as pessoas abraçarão essa “questão” só porque é apelativa.

Ninguém está interessado mais no que ela pensa sobre o Brasil, sobre economia ou sobre política. Ela não apenas perdeu o poder, perdeu qualquer autoridade sobre as questões nacionais. Sem grandeza, sem clareza, sem virtudes, sem capacidades, sem inteligência Dilma hoje é um cadáver insepulto. Sua biografia será breve e irrelevante, sendo apenas mais uma curiosidade histórica nacional, isso, é claro, não sejam revelados mais escândalos envolvendo a presidente, pois daí sua biografia sairá da política e irá para a polícia, e, talvez, se estenda por inúmeras páginas de uma ficha corrida gigante.

 

Agora, resta pouco o que fazer para a Dilma. A renúncia que seria um gesto de grandeza já passou o tempo. Há o suicídio, mas creio que ela seria capaz de matar por uma causa, mas não creio que seja capaz de morrer por uma. Ficará apenas esperando agonizando o seu fim fatídico. Enquanto isso encarece cada dia mais a vida de todos nós com gastos ostentativos das mordomias estatais; até o último dia será para nós um ônus que teremos que carregar (e pagar), uma mala inútil que toma tempo e dinheiro de todos nós, sem consciência culpada por gastar o bem público para os seus interesses privados: manter-se no poder, nem que para isso tenha que falir ainda mais o país.

No mais, em questão de uma ou duas semanas deixaremos de ter que pagar e ouvir relatos de uma pessoa pequena, e passaremos a ter alguma normalidade política. Naturalmente, que os problemas políticos e econômicos continuarão, mas agora sem uma locomotiva que puxe o trem no sentido contrário do seu destino. Ao menos, economizaremos com o palácio da Alvorada, com salários dela e de assessores, com gastos com segurança, translado, enfim, não teremos mais que pagar suas despesas. E ela, após tantos anos vivendo à custa do Estado, terá que finalmente procurar um emprego honesto.

A única coisa boa de tudo isso que está acontecendo é que se pode tirar lições e crescermos politicamente. Mas, ainda que possível, isso não é certo. De fato, só a maturidade política pode evitar que continuemos a fazer péssimas escolhas políticas, e percebermos que é o legislativo quem dá a palavra final, o que significa que é melhor se preocupar com a participação de deputados e senadores do que com o presidente, que pode pouco sem que o Congresso concorde com ele.

Roberto de Barros Freire é professor do Departamento de Filosofia da UFMT. E-mail: rdefreire@uol.com.br

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Comentários (8)

  • alexandre | Quinta-Feira, 25 de Agosto de 2016, 13h24
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    o PT só vai responsável por 12 milhoes de desempregados e 11 % de inflação...

  • APARECIDA FATIMA SANTANA | Quinta-Feira, 25 de Agosto de 2016, 07h57
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    TENHO QUE ANOTAR PRA RESPONDER A CONTENTO ; É MUITA PRESUNÇÃO, CUMPADRE ROBERTO!

  • Hobes | Quinta-Feira, 25 de Agosto de 2016, 00h19
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    Esse professor mora mesmo no Brasil ou foi pago para publicar tamanha inverdade?

  • Cris | Quarta-Feira, 24 de Agosto de 2016, 21h40
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    Que bom que a "verdade" só é absoluta na cabeça de alguns.... é deprimente saber que a mídia tem a capacidade de manipular até a cabeça de alguns intelectuais... lamentável sua visão, prof. Roberto.... Como cidadão, como pai, como trabalhador (também professor), DISCORDO completamente de vc!!! Talvez essa seja a "verdade" também relativa na minha cabeça, mas, acho que com o tempo, a história nos mostrará a verdade absoluta. (Talvez estejamos todos no Caverna de Platão, ou querendo voltar pra ela).

  • Carlos Nunes | Quarta-Feira, 24 de Agosto de 2016, 17h19
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    O Collor, lá da Tribuna do Senado, já deu o conselho pra Dilma faz tempo: RENUNCIAR. E comparou a estória do seu Impeachment com o dela...disse: quando foi acusado, recorreu à Advogacia Geral; disseram que não tratavam de Impeachment, aí ele teve que contratar advogado particular; enquanto isso o Advogado Geral defendeu a Dilma com unhas e dentes...será que o próximo presidente impichado terá todo esse apoio que teve a Dilma, ou vai ficar como o Collor, não trata de Impeachment? Dois anos depois do Impeachment, o Collor foi inocentado de todas as acusações pelo Supremo, mas não adiantava mais nada, já tinha perdido o mandato e já estava inelegível por 8 anos. Ainda bem que os políticos passam, e o Brasil, que é muito mais importante, fica. Tomara que a História do Brasil, daqui a 200 anos, relate os fatos históricos tais como aconteceram realmente; não vão dizer que quem fez o Impeachment foi a Elite, ou o Eduardo Cunha...o autor intelectual do Impeachment foi um senhor com mais de 90 anos, patriota, corajoso, que enfrentou o esquadrão da morte; um dos fundadores do PT, aonde ficou filiado há mais de 20 anos...nem ele aguentou mais o governo e tanta irregularidade...o Dr. HÉLIO BICUDO.

  • ROBSON JOSÉ | Quarta-Feira, 24 de Agosto de 2016, 17h05
    3
    6

    Fico imaginando o que alguns acadêmicos da UFMT tem aprendido, vendo isso que esse professor escreveu, achar que a Dilma é a única responsável pela crise econômica do país, ou é uma forma de fazer política ou é desconhecimento do sistema presidencialista, talvez ele não acompanhou o que o Congresso fez (ou deixou de fazer) para atrapalhar o governo da presidenta Dilma. Sendo ele um professor universitário, me preocupa tal desconhecimento. Está não hora desse cidadão reciclar seus conhecimentos.

  • Evandro | Quarta-Feira, 24 de Agosto de 2016, 15h10
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    Roberto Freire envergonha a UFMT. Um simpatizante do neoliberalismo no ICHS.

  • tito lampreia | Quarta-Feira, 24 de Agosto de 2016, 14h09
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    8

    Então o nobre professor acha que Dilma deveria sucumbir aos achaques do PMDB, a fisiologismo do Eduardo Cunha, fica de cócoras ao congresso conservador 2015/2018. O tal isolamento professor, é promovido por quem manipula sua mente !

Mesa Diretora | 23/08/2016, 15h:24 - Atualizado: 23/08/2016, 15h:40

Deputado não teme chapa da oposição e garante que está pronto para a disputa


JL Siqueira

Capa Eduardo Botelho

 Deputado socialista afirma que considera legítimo que a oposição se organize, mas não  se intimida

O deputado Eduardo Botelho (PSB), que almeja conquistar a presidência da Assembleia nas eleições da Mesa Diretora marcadas para 1º de setembro, afirma que não teme disputar contra a chapa que está sendo articulada pela oposição. “Sou candidato a presidente da Assembleia e não recuo. Estou pronto para disputar no voto. É legítimo que a oposição se organize, mas nenhuma articulação me intimida”, declarou o socialista em entrevista ao

Botelho será candidato à presidência da Assembleia na chapa que apresentará o atual presidente Guilherme Maluf (PSDB) como primeiro-secretário. A primeira-vice será ocupada pelo PSD, que deve indicar Gilmar Fabris para o cargo. A composição conta com aval do Palácio Paiaguás. 

O restante da chapa, que ainda deve contar com  segundo-vice, segundo-secretário, terceiro-secretário é Max Russi (PSB) e quarto-secretário, ainda não está definido. “Não temos pressa. Essa definição pode acontecer no Plenário, momentos antes da votação”, completa Botelho. 

Preterido pelo PSD para permanecer na Mesa Diretora, o atual primeiro-secretário Ondanir Bortolini, o Ninhinho, se articula para compor chapa com os sete integrantes da oposição. O social-democrata articula nos bastidores, mas oficialmente, nega qualquer movimentação para conquistar a presidência do Parlamento. 

O racha no PSD resultou em manifestação do vice-governador Carlos Fávaro, que preside a sigla no Estado. O dirigente afirmou que não interfere nas eleições da Mesa, mas pediu que os seis integrantes da bancada mantenham a unidade e os acordos firmados durante jantar na residência de Fabris. 

Além de Fabris e Nininho, a bancada do PSD conta com Leonardo Albuquerque, Pedro Satélite, Zé Domingos Fraga e Wagner Ramos. 

 Oposição 

 A oposição é formada por sete deputados. São eles Zeca Viana (PDT), Janaina Riva (PMDB), Emanuel Pinheiro (PMDB), Sebastião Rezende (PSC), Silvano Amaral (PMDB) , Zé Carlos do Pátio (Solidariedade) e Pery Taborelli (PV).

  Nininho racha com a base e deve disputar presidência com apoio da oposição

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