Cuiabá, 31 de Outubro de 2014
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VÁRZEA GRANDE | 22/09/2013, 19h:49 - Atualizado: 23/09/2013, 07h:34

Quem trabalha incomoda, afirma Waldir sobre possível destituição

Quem trabalha incomoda, diz Waldir a colegas que querem destituí-lo

   -- Presidente da Câmara de VG, Waldir Bento O presidente da Câmara de Várzea Grande, Waldir Bento (PMDB), tem sido tachado de autoritário e ditador por alguns vereadores, que preferem manter o anonimato. Há rumores até de que alguns parlamentares tentam, de alguma forma, tirá-lo da presidência, por conta da conduta adotada durante as sessões semanais. Contrário aos burburinhos políticos, o peemedebista diz que o clima é harmonioso e que é apenas sério. “É diferente ter seriedade e ter autoritarismo”, justifica.

   Em tom calmo, mas inquieto, Waldir diz que pelo fato dos vereadores não conhecerem bem o Regimento Interno acham que ele está sendo radical na forma de se expressar ou de agir. Como que com um “tapa de luva”, o presidente diz que recebe elogios pelo serviço prestado, diferente dos colegas de mandato.

   Quanto a possibilidade de complô para ser retirado da presidência, o peemedebista diz não acreditar nos boatos, que ele mesmo confessa ter conhecimento. Isso porque acredita ter um bom relacionamento com os vereadores e se os rumores forem reais, alguns parlamentares devem estar agindo com falsidade.

   O presidente da Câmara diz que só vai dar credibilidade aos rumores quando o assunto for levado ao seu gabinete, onde questionaria os parlamentares e funcionários. “Primeira coisa que vou fazer com minha diretoria: você está alegando o quê? Descontentamento? De quê? De regimento? Eu sigo o regimento”. Waldir ainda alfineta os colegas dizendo que quem trabalha incomoda.

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| 30/10/2014, 18h:20 - Atualizado: 30/10/2014, 18h:34

Ao vivo, deputado federal reeleito Valtenir


Davi Valle/RDNews

Valtenir Pereira-04-08-2014-Davi Valle (28).JPG

Deputado federal reeleito Valtenir Pereira (PROS) participa ao vivo do RDTV nesta 6ª - veja e participe

O deputado federal reeleito Valtenir Pereira (PROS) é o convidado ao vivo do RDTV nesta sexta (31) para repercutir o resultado das eleições-2014, quando conquistou 62.923 votos, o que representou 4,33%. Como presidente do PROS em MT, o parlamentar também vai fazer um balanço da atuação da sigla neste pleito.

Para participar desse bate-papo, basta acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br, a partir das 8h30 ou clicar no botão RDTV disponível no topo do portal RDNews. Ainda é possível acompanhar a programação em tempo real por meio da TV Mato Grosso (canal 27).

Além disso, os detalhes da última audiência pública na Câmara de Cuiabá para debater a construção do Projeto de Lei Anual (LOA) para 2015.

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| 30/10/2014, 17h:27 - Atualizado: 30/10/2014, 18h:22

Neri se antecipa aos oposicionistas e já divulga explicação cobrada por Comissão


Davi Valle

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Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Neri Geller (PMDB)

O ministro da Agricultura Neri Geller (PMDB), que foi convocado para prestar esclarecimentos na Comissão de Agricultura da Câmara Federal sobre decisão da pasta de transferir a responsabilidade pela realização de provas de controle de qualidade em vacinas contra a febre aftosa, já respondeu os questionamentos dos deputados oposicionistas, liderados por Ronaldo Caiado (DEM-GO). 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou nota, nesta quinta (30), afirmando que o Laboratório Nacional Agropecuário de Minas Gerais (Lanagro/MG) está sendo capacitado a realizar o controle de vacinas contra febre aftosa, como estratégia para auxiliar o Lanagro/RS, sempre que necessário e para ampliação da capacidade operacional da Rede Oficial de Laboratórios.

Segundo o Mapa, essa estratégia é parte da política da Coordenação Geral de Apoio Laboratorial da secretaria de Defesa Agropecuária, que estabelece que haja pelo menos duas unidades laboratoriais com capacidade para executar uma mesma análise na Rede Oficial de Laboratórios. Isso porque em eventual dificuldade operacional de um laboratório, para que não haja descontinuidade no serviço público oferecido, exista outra unidade igualmente confiável e rastreável.

Outro fator que demonstra a importância da estratégia, conforme o Mapa, é o crescente aumento na demanda por análises laboratoriais junto à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários, da qual fazem parte os Lanagros, para a certificação de produtos e insumos agropecuários e para a garantia da sanidade animal e da segurança alimentar.

O Lanagro/RS é o responsável por realizar o controle de 100% das vacinas anti-aftosa do país, que são utilizadas na imunização do rebanho bovino brasileiro em atendimento ao Plano Nacional de Erradicação de Febre Aftosa. A vacinação contra aftosa é compulsória no Brasil, a exceção de Santa Catarina. Por isso, a garantia da qualidade da vacina produzida é ainda mais necessária, uma vez que o governo federal testa 100% das destinadas à comercialização.

Dessa forma, o Mapa ressalta que o controle de vacinas contra febre aftosa continuará sendo realizado pelo Lanagro/RS, sendo este referência para este escopo de análise. E por sua vez, o Lanagro/MG está sendo capacitado para realizar, em conjunto e apoio ao Lanagro/RS. O requerimento para convocação foi apresentado por Caiado como demonstração de força dos oposicionistas e Neri Geller entrou na mira, porque foi um dos principais articuladores da campanha de Dilma em Mato Grosso.

No discurso, o democrata acusou Dilma e o PT de terem plantado “a discórdia e o separatismo” e disse que a campanha da reeleição foi a mais “suja e sórdida” da história. Além disso, afirmou que os ministros serão levados ao Congresso “debaixo de vara”. Além de Neri, a Comissão de Agricultura também conseguiu aprovar, nesta quarta (29), a convocação do ministro de Minas de Energia Edson Lobão (PMDB-MA), para tratar da venda de parte da Centrais Elétricas de Goiás à Eletrobras. A convocação do ministro da Integração Nacional Francisco Coelho Teixeira ainda está sob análise. (Com Assessoria)

Ministro é convocado pela Câmara para explicar alteração em prova

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Legislativo | 30/10/2014, 15h:40 - Atualizado: 30/10/2014, 15h:43

Dilmar defende renovação na AL e diz que Riva deu credibilidade devido aos serviços

Deputado avalia ações de Riva durante os 20 anos em que atuou na vida pública e diz que social-democrata teve trabalho brilhante


O deputado estadual reeleito, Dilmar Dal Bosco (DEM), lamenta a saída do colega José Riva (PSD), que deixa a política após 20 anos na Assembleia. Para o democrata, Riva é a grande referência do Legislativo nos últimos anos, mesmo que tenha passado por vários enfrentamentos jurídicos que o afastou, bem como o recolocou, por diversas vezes, na presidência. “Teve um trabalho brilhante. Hoje a Assembleia tem credibilidade”, ressalta Dilmar em entrevista ao RDTV, nesta quinta (30). Para assistir, clique aqui.

Com mais de cinco mandatos, Riva sempre ocupou a Mesa Diretora do Legislativo, alternando entre a presidência e a primeira secretaria, que é responsável pela ordenação de despesas da Assembleia. Apesar de lamentar a saída do social-democrata, Dilmar acredita que a “aposentadoria” de Riva fará com que o parlamento ganhe uma “oxigenada”, uma vez que isso possibilitará o surgimento de novas lideranças. “Mas temos que dar a mão à palmatória pelo o que Riva fez”, sustenta.

No último dia 5, a renovação da Assembleia foi de 45,8%, ou seja, em 11 das 24 cadeiras serão ocupadas, a partir de 1º de fevereiro, por deputados estaduais eleitos. Os demais, 13 parlamentares, foram reeleitos. “Agora vem novos deputados, o que irá ajudar na renovação”.

Gilberto Leite/Rdnews

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Deputado estadual reeleito Dilmar Dal Bosco (DEM) em entrevista à jornalista Talita Ormond, nesta 5ª

Desde o resultado da eleição, o chamado grupo dos 11 deputados, que forma a base governista do governador eleito, Pedro Taques (PDT) da qual Dilmar faz parte, articula uma chapa para disputar à Mesa Diretora da Assembleia. A maior tese deles para conseguir o feito, é que o Legislativo precisa de renovação administrativa. Os mais cotados pelo bloco são o próprio Dilmar, Guilherme Maluf (PSDB), Zeca Viana (PDT) e Eduardo Botelho (PSB).

Renovação da AL é de 45,8%, Savi é campeão de votos - confira detalhes

Mesa Diretora

Na reunião da última terça (28), entre o bloco situacionista da próxima legislatura, Dilmar disse que ficou definida a escolha dos quatro nomes. A partir daí, os candidatos postulantes à presidência se reunirão para escolher o melhor caminho, a fim de obter vitória contra a chapa de oposição, articulada pelos deputados Mauro Savi (PR) e Romoaldo Junior (PMDB), que hoje ocupam a primeira secretaria e a presidência, respectivamente.

Ainda há indefinição, contudo, acerca da forma que se dará a escolha do candidato da situação. Para Dilmar, a seleção por meio de votos, que é pretendido por alguns do bloco, o prejudica em razão de ser o único representante do DEM, enquanto o PSDB e o PSB têm três deputados e o PDT tem dois, sendo o partido de Taques. “Desta forma eu estarei fora. Mas se for a vontade da maioria, não tem problema”, conclui.

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Comentários (1)

  • tulio marcos | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 18h05
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    Se tem que renovar a casa tem que colocar uma pessoa neutra no poder, tem que sair este caciques que a tempos ficam mandando na casa de leis.

| 30/10/2014, 10h:38 - Atualizado: 30/10/2014, 15h:43

Suplente de Taboreli avisa que vai adotar postura de oposição ao prefeito Walace


Gilberto Leite/Rdnews

suplente de pery taboreli a vereador por Varzea Grande Nilo Campos PV

Suplente de vereador por VG Nilo Campos (PV) vai adotar postura de oposição

O suplente de vereador por Várzea Grande, Nilo Campos (PV), que vai assumir o lugar do vereador coronel Pery Taboreli (PV), em fevereiro, quando for empossado na Assembleia, deve manter a linha de "ataques" e oposição do militar na Câmara. Em entrevista concedida ao Rdnews, Nilo classificou a gestão do prefeito Walace Guimarães (PMDB) como péssima e deu nota cinco à sua administração.

O vereador está atuando na Câmara devido ao pedido de licença de Taboreli para concorrer à vaga de deputado estadual. O deputado eleito volta ao cargo na próxima semana para terminar a legislatura de 2014.

Nilo, que é líder comunitário, disse que as denúncias contra a gestão do peemedebista irão continuar, por se tratar de demanda pública. Como exemplo, citou a investigação no Pronto-Socorro que recebeu a visita do juiz da 3ª Vara de Fazenda Pública, Alexandre Elias Filho, devido à precariedade do local.

O magistrado concedeu o prazo de 10 dias para que a Vigilância Sanitária, o Corpo de Bombeiros e os conselhos de Medicina e de Enfermagem apresentem relatórios circunstanciados a respeito do hospital. A interdição foi mencionada, mas serão aguardados os relatórios para sair a decisão judicial.

Ainda sobre a gestão, Nilo explica que a cidade não pode reviver dias tumultuados como no passado, quando teve três prefeitos em um só dia. Na ocasião Murilo Domingos (PR) que era prefeito foi afastado pela manhã, o vice Tião da Zaeli (PSD) assumiu, porém também foi afastado em seguida. “E Várzea Grande amanheceu com o presidente da Câmara da época, João Madureira (PSC), como novo gestor”, lembra.

O vereador assegura que, caso a gestão Walace continue pífia, recheada de denúncias, corre o risco de viver os mesmos problemas e quem perde com todas as mazelas administrativas são os munícipes.

Interesse

Apesar do “aviso” sobre a postura de oposição, Nilo afirma que seu posicionamento será menos ofensivo e mais criterioso em relação às ações do peemedebista. O intuito é conseguir recíproca do Executivo para viabilizar projetos.

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Comentários (2)

  • maria alves | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 23h01
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    tem briga no ar dos dois....aposto....

  • Pery Taborelli da Silva Filho Cel RR PM | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 18h35
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    O Vereador suplente Nilo Campos, é pessoa que goza de muito prestígio junto à sociedade da Cidade de Várzea Grande e, tem que orientar-se em suas ações e fala nas necessidades de nossa sociedade, assim como um NORTE e, estará sendo acompanhado e apoiado por mim, hoje Vereador Coronel Taborelli e Deputado Eleito contudo, deve deixar sempre claro qual o lado em que se encontra e, empregar melhor suas colocações quanto às comparações ditas. Uma vez que menos ou mais ofensivo (que ofende, ataca) jé ó é contrário à Lei, e mais criterioso implica na ausência desse comportamento nesse item ao comparado; e ainda, ser menos ofensivo e mais criteriosos para barganhar Projetos, aí, nesse caso pode configurar delito. Portanto, com todo o merecido respeito, vejo que nossa sociedade merece muito mais de um Vereador, lisura, respeito para com o grupo social para quem trabalha, além de razoável uso da fala. Grato pela oportunidade!

| 30/10/2014, 08h:43 - Atualizado: 30/10/2014, 09h:14

Rondonópolis resgata Adilton à Câmara


Fernando Ordakowski

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Deputado federal Adilton Sachetti obteve votação expressiva em Rondonópolis e chega à Câmara

Embora sustentada eleitoralmente pelo setor produtivo, a candidatura vitoriosa à Câmara Federal de Adilton Sachetti (PSB) teve peso fundamental do eleitorado rondonopolitano. Nesse município em que foi prefeito e perdeu a reeleição, Adilton, que hoje mora em Cuiabá, teve 47.866 dos 112.722 votos. Isso o colocou na segunda colocação dos mais votados no Estado. Só perdeu para Nilson Leitão (PSDB), que obteve 127.745 votos e foi reeleito. O próprio Adilton avalia que a conquista de vaga na Câmara Federal representa o resgate da credibilidade e confiança dos eleitores, principalmente dos de Rondonópolis.

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Comentários (4)

  • Ruth | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 23h04
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    Adilton mora em Rondonópolis, na Rua ari coelho ao lado do CESUR, tem residencia em Cuiabá assim como tem em Sapezal onde tem propriedade, porém seu domicilio é Rondonópolis onde inclusive vota.

  • joaoderondonopolis | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 15h29
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    joaoderondonopolis, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Marcio | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 14h10
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    Para o senhor Anderson, o Deputado Federal trabalha pelo Estado representa o Mato grosso em Brasilia, se o senhor não sabe, não é só para Rondonopolis que ele tem que trabalhar.

  • Anderson | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 09h56
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    É isso ai Rondonópolis como bem diz o texto acima HOJE MORA EM CUIABÁ.......quero ver como os eleitores de Rondonópolis irão conseguir aproximação com alguém que nem da cidade é.Rondonópolis sem representatividade federal agora quero ver, antigamente tinha o Fagundes a gente quase não o vi mas estava presente em Rondonópolis, tem o Bezerra mas esse nem conta também.....O cara perdeu a prefeitura de Roo sumiu ficou magoado e desapareceu e se antes ninguém o vi nesse período como as pessoas irão cobrar ações de uma pessoa que não reside lá??Essa eu quero ver de camarote se eu pagar minha língua bem mas a história nunca se provou ao contrário!Rondonópolis sempre elegendo pessoas que não moram lá Parabéns!

| 30/10/2014, 07h:42 - Atualizado: 30/10/2014, 08h:56

A primeira Meia Maratona de MT

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Maria Rita

Este domingo foi histórico para o esporte do Estado com a realização da Meia Maratona Desafio Senta a Púa. Pela primeira vez foi realizada uma prova com distância tão longa. Foram 21 quilômetros de um trajeto bastante difícil com estradões de terra, trilhas, paredões, riachos e uma das mais belas vistas de Chapada dos Guimarães. Ao todo, 300 atletas participaram. Para muitos, a primeira experiência em tal distância.

A largada ocorreu no horário. Após uma breve oração, para que todos os corredores se sentissem protegidos, eles saíram em disparada. Cada um com um foco. Completar, conhecer uma nova modalidade de corrida, baixar o tempo ou simplesmente debulhar o caminho, como fez o vencedor da categoria solo masculino Alison Vinicios. O rapaz de apenas 19 anos veio de Dom Aquino para competir e completou o percurso em 1h 32min.

No feminino a vitória foi da atleta de Sinop, Ivone Bassegio, que fechou o percurso em 1h52 min. Apesar de haver premiação em dinheiro, o nível da prova foi excelente. Inclusive com a estreia nas trilhas da corredora Nadir Sabino, que já venceu cinco vezes a Corrida de Reis. Além da prova solo, havia a disputa das duplas. Subiram ao topo do pódio no masculino os atletas Fernando  Góis e Gilmar Oliveira de Souza. No feminino Patricia Emilino e Giulliana  Targa. Já no misto os vencedores foram Valdemi Delmondes e Lucilene Farias.

Mais o mais bacana desta prova é que não parecia uma corrida comum. A atmosfera foi muito diferente. Os atletas que não estavam em busca de pódio se ajudavam, davam as mãos, seguiam próximos e trocavam muitas palavras de incentivo. Talvez a dificuldade dos terrenos, talvez o cansaço, o momento histórico ou simplesmente a beleza das paisagens. É difícil explicar, mas é notório que os participantes sentiram uma grande emoção. Muitos se dirigiram a nós, os organizadores, para agradecer pela oportunidade de viver esta experiência. Um momento muito marcante foi a chegada do competidor que fechou a prova, Edinaldo Lemos. Já no final da prova ele foi escoltado pelos oficiais da Aeronáutica e juntos cruzaram a linha de chegada.

A nós da organização fica o muito obrigado a todos que participaram de alguma forma do evento. Os que trabalharam nele deram com certeza o melhor de si. Os competidores toparam o desafio e não desistiram de completar. E os patrocinadores mostraram que acreditam no esporte de Mato Grosso. Obrigado a marca esportiva Salomon, a empresa de eventos FGS e a PrintPress pelo incentivo.

Que venha 2015 e com ele a segunda edição do Desafio. Se você não está preparado tem um ano para treinar e participar da mais longa corrida de Mato Grosso. Se você já participou programe-se para voltar a Chapada no próximo ano e reviver esta grande emoção.

Maria Rita Ferreira Uemura é jornalista, empresária, diretora da empresa de eventos de aventura ULTRAMACHO e escreve exclusivamente toda quinta-feira neste Blog (www.ULTRAMACHO.com.br) - e-mail: ferreirauemura@gmail.com

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Comentários (2)

  • Zé Poxoréo | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 11h01
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    A ideia da prova é ótima, mas penso que a organização poderia e deveria aproveitar o evento para cobrar das "autoridades" historicamente inertes sobre a aplicação de medidas de proteção do meio ambiente. Na sexta-feira, por exemplo, quem passava pela rodovia era possivel enxergar um cinturão de fogo nos morros da Chapada. E o que fizeram as autoridades? Como sempre nada! Aliás, existe um jogo de empurra entre ICMBIO e o Estado e no fim todo ano tudo fica como sempre foi, ou seja, em chamas e nunca ninguém é punido.

  • Victor Gabriel Bueno Duarte | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 11h00
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    Prova muito linda! Ano que vem voltaremos com uma grande equipe. Parabéns pela organização impecável.

Judiciário | 29/10/2014, 17h:29 - Atualizado: 30/10/2014, 10h:49

Silval e secretários já recorrem da decisão; governador teve R$155 mil "congelados"


O governador Silval Barbosa (PMDB) apresentou recurso no Tribunal de Justiça contra a decisão do juiz Luís Aparecido Bertolucci Júnior, da Vara Especializada de Ação Civil Pública e Popular, que atendeu pedido do Ministério Público Estadual determinando o bloqueio de R$ 73 milhões das contas do peemedebista. O despacho em caráter liminar também atinge os secretários Pedro Nadaf, da Casa Civil, e Marcel de Cursi, da Fazenda, o ex-secretário do MT Par Edmilson dos Santos, o economista Valdir Boni e a empresa JBS Friboi. O grupo foi acionado por supostas irregularidades em benefícios fiscais concedidos ao frigorífico.

Todos os envolvidos, com exceção da JBS Friboi, já recorreram da decisão. Os agravos de instrumentos foram impetrados, nesta terça (28), e estão sob responsabilidade da desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho. A magistrada é irmã do secretário estadual de Justiça e Direitos Humanos, Luiz Antônio Pôssas de Carvalho, e deve se declarar suspeita para julgar os recursos.

A denúncia do MP aponta criação fictícia de crédito tributário visando beneficiar a JBS. Por isso, a ação civil pública apura atos de improbidade administrativa. Conforme a decisão, a Divisão de Operações Imobiliárias da Receita Federal deve informar se os réus da ação apresentaram evolução patrimonial, sem receita justificada, nos últimos cinco anos.

Reprodução

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 Governador Silval, secretários Marcel de Cursi e Pedro Nadaf, e ex-secretário Edmilson dos Santos

Além do bloqueio de R$ 73 milhões, o magistrado impôs a transferência do sigilo fiscal dos réus referentes aos exercícios de 2008, 2009, 2010, 2011 e 2012. Os cartórios de registros de imóveis de Cuiabá e Várzea Grande foram oficiados para averbação em todas as matrículas de imóveis pertencentes a Silval, Nadaf, Marcel, Edmilson, Valdir e a JBS na cláusula de indisponibilidade de bens. O magistrado também solicitou pesquisa e inserção de restrição de indisponibilidade, através do sistema Renajud, nos registros de veículos cadastrados em nome dos réus da ação. A Receita Federal, por sua vez, deve fornecer cópia do dossiê integrado CPF e declaração de imposto de renda dos réus.

O juiz ainda decretou que o processo trâmite em segredo de Justiça. “A fim de resguardar o acesso das informações oriundas da transferência de sigilo fiscal e da exibição de documentos por pessoas com fins espúrios e destituídos da finalidade probatória para a qual será permitido o seu uso”.

Valores

A Justiça já bloqueou R$ 73 milhões das contas da JSB Friboi, enquanto Silval teve pouco mais de R$ 155 mil congelados em conta corrente no Banco Bradesco. Das contas de Marcel foram bloqueados R$ 1,6 milhão e Nadaf sofreu bloqueio de R$ 282 mil. Já Edmilson Santos teve apenas R$ 1,6 mil sequestrados pela Justiça e Valdir Boni R$ 543 mil.

Justiça bloqueia contas e determina quebra de sigilo do governador - veja

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Câmara Federal | 29/10/2014, 17h:25 - Atualizado: 29/10/2014, 17h:41

Ministro é convocado pela Câmara para explicar alteração na realização de prova


 O ministro da Agricultura Neri Geller (PMDB), um dos principais apoiadores da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) em Mato Grosso, está na mira da oposição na Câmara Federal. O peemedebista foi convocado para prestar esclarecimentos sobre decisão da pasta de transferir a responsabilidade pela realização de provas de controle de qualidade em vacinas contra a febre aftosa.

Marcela Machado

neri geller.JPG

Ministro Neri é convocado por Câmara

Além de Neri Geller, a Comissão de Agricultura também conseguiu aprovar, nesta quarta (29), a convocação do ministro de Minas de Energia Edson Lobão (PMDB-MA). Neste caso, o tema é a venda de parte da Centrais Elétricas de Goiás à Eletrobras. Os requerimentos apresentados pelo senador eleito Ronaldo Caiado (DEM-GO) serviram como demonstração de força dos oposicionistas. No discurso, o democrata acusou Dilma e o PT de terem plantado “a discórdia e o separatismo” e disse que a campanha da reeleição foi a mais “suja e sórdida” da história. Além disso, afirmou que os ministros serão levados ao Congresso “debaixo de vara”. 

Neri Geller esteve na linha de frente da campanha de Dilma no Estado e chegou a se licenciar do cargo para articular apoio no setor produtivo. Caiado, apesar de manter base política em Goiás, também interveio em Mato Grosso durante o segundo turno para rebater críticas do senador Blairo Maggi (PR) ao candidato oposicionista Aécio Neves (PSDB-MG). 

A Comissão de Agricultura ainda analisa a convocação do ministro da Integração Nacional Francisco Coelho Teixeira. Os parlamentares cobram explicações sobre processos de situação de emergência no país. Na terça (29) à noite, a oposição já havia imposto a primeira derrota de Dilma após a reeleição. Com apoio do PMDB, conseguiram derrubar o decreto do governo federal que criava a Política Nacional de Participação Social.

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Comentários (2)

  • VICENTE TRINDADE | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 09h16
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    esse Ronaldo Caiado e nada é uma coisa só, não admite derrota mas ta sempre apanhando e vai apanhar por mais doze anos, a tucanada vai comer mamão e ovo noutra freguesia..

  • benedita | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 21h20
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    Prestigiado pelo Planalto, fritado na Câmara, e ainda se sente preparado para manter-se na pasta no segundo mandato da presidente, vai pedalar muito.

| 29/10/2014, 11h:00 - Atualizado: 29/10/2014, 17h:33

MP abre investigação contra funcionários do MT-PAR devido recebimento de propina


Rdnews

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Presidente Cesar Zílio afirma que MT Par nunca fez contratos e denúncia é falsa

O Ministério Público instaurou um inquérito civil para apurar denúncias referentes a recebimento de pagamento de propina por funcionários do MT-PAR, autarquia estadual. Conforme portaria assinada pelo promotor Wagner Cezar Fachone, da 13ª Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa de Cuiabá, o procedimento criado ainda deve investiga possível existência de “outras irregularidades perpetradas pela empresa”. 

No documento, o promotor destaca a necessidade de instruir os autos com mais informações a fim de subsidiar as medidas judiciais ou extrajudiciais por ventura cabíveis à proteção do patrimônio e da probidade administrativa. A investigação encontra-se na fase de inquérito e, por conta disso, o MP não divulgará nomes para que a apuração do caso não seja prejudicada.

O presidente do órgão, Cesar Zílio, afirma que teve conhecimento da denúncia, mas garante que as informações prestadas ao MP não procedem. “Nunca tivemos contratos aqui, então essa é uma informação de quem só quer causar um constrangimento à empresa”, assegura. Atualmente o MP-PAR atua na elaboração de projetos internos para a realização de negócios futuros, de acordo com Zílio.

O MT-PAR foi criado em 2012 por meio de decreto assinado pelo governador Silval Barbosa (PMDB) com a finalidade de promover a geração de investimento em Mato Grosso, colaborar, apoiar e viabilizar a operacionalização do Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas sob as diretrizes do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas; comprar e vender participações acionárias, podendo constituir empresas com ou sem propósito específico, firmar parcerias e participar do capital de empresas públicas ou privadas; gerir os ativos patrimoniais e financeiros a ela transferidos pelo Estado, por meio da administração direta ou indireta, ou que tenham sido adquiridos a qualquer título; a exploração de concessões de rodovias, ferrovias, aeroportos, portos fluviais, bens e serviços públicos; desenvolver e gerenciar programas e projetos estratégicos de Governo.

Transição acompanha obras da Copa, MT Saúde, MT Prev e MT Par - veja

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Comentários (2)

  • Jose carlos | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 15h20
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    Taca lhe pau marco véio

  • marta | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 12h48
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    esse ai tem cara de quem trabalha igual a tartaruga....

| 29/10/2014, 10h:55 - Atualizado: 29/10/2014, 11h:06

Eraí vê as portas do Paiaguás e Planalto se abrirem, mas tem José Riva no encalço


Fernando Ordakowski

erai_maggi_500

CPI da Cooamat, proposta por José Riva (PSD), tem atormentado a vida do rei da soja Eraí Maggi (PP)

Ele foi importante e fundamental, principalmente no apoio financeiro para a eleição de Pedro Taques ao Governo e à reeleição da presidente Dilma. De um lado, terá portas abertas no Palácio Paiaguás e no Planalto, mas, momentaneamente, se vê acuado. O mega empresário Eraí Maggi (PP) foi o que mais investiu na campanha de Taques e, em âmbito nacional, anunciou apoio à Dilma como voz forte do agronegócio. Saiu vitorioso nas duas investidas. Mas, Eraí tem o deputado José Riva (PSD) no seu encalço. Na bronca com o mega empresário, Riva conseguiu emplacar uma CPI na Assembleia que está tirando o sono de Eraí. Ele é acusado de usar a Cooamat para cometer fraudes. Nos bastidores, a articulação é forte para que a comissão vá em frente. O sossego de Eraí só vai recomeçar quando Riva deixa a Assembleia. Faltam 90 dias.

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  • Rodolfo | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 16h13
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    Acho muito engraçado esta legislatura inventar CPI baseada em magoas eleitorais. o senhores Deputados tiveram 48 meses para criar CPI e investigar quem quer que seja com todo tempo do mundo. Agora vejamos a 3 meses do final do mandato os Ilustres deputados inventam 3 CPI s paciência. Os senhores deputados tinham que ter era muita vergonha na cara de propor uma palhaçada desta, aos que vão saindo da Assembleia já vão tarde, aos que chegam novos por favor direcione os interesses do povo que elegeram os Senhores.

| 29/10/2014, 09h:11 - Atualizado: 29/10/2014, 09h:26

Bolsa Bobagem

Promotor propõe acabar com a "bolsa propina e bolsa pirataria"

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Ari Madeira

Se a onda é falar bobagem, vamos criar um Brasil somente para os que votaram em 2014 motivados pelo programa Bolsa Família e eu vou morar lá. Explico: Eu vou morar lá porque a presidente da República será a Dilma, em quem eu não votei, mas que foi escolhida pela maioria do povo brasileiro. Lamentavelmente, sem a participação de milhões de pessoas que se furtaram ao compromisso do exercício da cidadania, para quem talvez tenhamos que criar outro Brasil. 

Eu vou morar lá porque o Presidente da República também será o Aécio, em quem eu votei sim convicto de que fiz o melhor para a economia brasileira, embora não estivesse contente com a promessa dele de não acabar (mesmo que fosse de forma gradual) com o Bolsa Família.

Essa política social me parece equivocada, aliás, parece-me nada cristã e a mais desavergonhada compra de votos institucionalizada no Brasil, disfarçada de política de inclusão social. Pois bem, como diria minha esposa, não tenho medo nem da fome, portanto, nesse Brasil, Bolsa Família até que passa. 

Entretanto, algumas coisas, que estão ao meu alcance, eu mesmo vou mudar. E estou à procura de partidários para o seguinte compromisso: “Vamos acabar com o bolsa propina, bolsa pirataria, bolsa software craqueado, bolsa cola escolar, bolsa amante, bolsa skygato, bolsa eletrogato, bolsa atestado médico, bolsa pornografia, bolsa tirar vantagem em tudo, bolsa sonegação, bolsa rouba mas faz, bolsa fura fila, bolsa jeitinho, bolsa-omissão, bolsa vendi meu voto...”

 No meu Brasil, isso não valerá.

Tenho a maior esperança de que esse meu novo Brasil será maravilhoso, belo, forte, impávido colosso!

Ari Madeira Costa é promotor de Justiça de Rondonópolis

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Comentários (26)

  • Percilio Barreto Monteiro | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 20h30
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    Promotor esqueceu de um detalhe, a bolsa farinha kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • José Carlos Fanaia Teixeira | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 10h56
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    José Carlos Fanaia Teixeira, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • robertão | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 10h51
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    robertão, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Gilston | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 09h59
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    Parabéns ao internauta Heleno | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 16h50. Eles recebem tantas bolsas que só mudaram os nomes pra auxílios. É auxílio livro, auxilio palitô, auxilio gabinete, auxílio cartão, auxílio passagens, auxílio moradias e por ai vai. Dois peso e duas medida. Pelo amor de Deus não estou aqui ofendendo ninguém já que promotor escreveu seu pensamento, temos direito de expor o nosso.

  • Gilston | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 09h39
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    Promotor Ari Madeira me responda alias, não precisa responder: qual é a diferença entre doação de brinquedos e sacolão que geralmente são feita por primeiras damas para as famílias e crianças pobre no natal, com esta bolsa ai que o senhor demonstra ser contra? Ambas são em caráter social, mas lá no fundo tem caracteres politiqueiros ja que elas chama e imprensa e faz aquele barulho filmando pessoas com sacolão nos ombros.Então tem que acabar com estas doações e fomentar outras coisas que não seja doações.

  • sidinei de conti | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 21h26
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    sidinei de conti, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • olhodeaguia | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 19h01
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    ate que emfim alguém começa a ver que o bolsa família nada mais é do que compra de voto antecipado e com dinheiro do povo, alguém tem fazer alguma coisa.

  • edson | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 18h46
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    Quem é esse promotor? Ministerio publico é mero palpiteiro. Chora nenem, chora. O povo vence de novo.

  • JOSÉ CARLOS | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 18h10
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    ...PORQUE AO INVÉS DA BOLSA FAMÍLIA NÃO SE CRIA UMA BOLSA TRABALHO? PARA QUE O POVO BRASILEIRO COMECE A VIVER COM DIGNIDADE NECESSÁRIA E NÃO MAIS VIVER DE ESMOLAS E MIGÁLIAS E REFÉM DE POLITÍCOS???

  • Jesus | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 17h59
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    Mto bem Heleno....esse Promotor nem parece que estudou, e ocupa uma posição importante na sociedade. Com essa postura e possível perceber qual é a sua visão retrÓgrada sobre assuntos importantes. Senhor Promotor a nossa Presidenta teve mais de 50 milhões de votos, dos quais aproximadamente 30 milhões foram nas regiões sul, sudeste e centro oeste. Com certeza não são votos apenas de quem recebe benefícios oficiais. tem muita gente que votou por opção entre o avanço(LULA) e o atraso(FHC) .Aprenda a fazer contas, leia um pouco mais sobre politicas, sociedades e principalmente historia do Brasil para não escrever bobagens. O senhor com esse discurso e mais um representante da Elite que ainda não entendeu o que é Democracia.

| 29/10/2014, 07h:38 - Atualizado: 29/10/2014, 07h:53

Para entender o resultado (I)

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Vinicius de Carvalho

Terminada a eleição, é chegada a hora de analisarmos os resultados. O resultado na disputa pelo 2º turno da eleição presidencial entre Dilma Rousseff e Aécio Neves foi o mais apertado da história republicana, com cerca de 3 milhões e meio de votos num colégio eleitoral de 142 milhões. Aécio Neves venceu em 11 Estados e no Distrito Federal. Repetiu-se a geografia do voto que vem marcando as últimas eleições presidenciais desde 2006. A votação em Minas Gerais tem sido apontada como decisiva para o resultado nacional, uma vez que esperava-se uma vitória de Aécio Neves em seu Estado por uma margem de pelo menos 1 milhão e meio de votos a mais que Dilma.

Sempre procuro analisar padrões históricos, ao invés de seguir matrizes explicativas que enfocam as pessoas e não as estruturas socioeconômicas e políticas. Nesta perspectiva, relembramos que Minas Gerais sempre segue a tendência nacional, acompanhando a votação alcançada no Brasil ou ditando-a, como preferirem.  A última vez que isto aconteceu foi em 1950, quando o brigadeiro Eduardo Gomes venceu Getúlio Vargas em Minas Gerais por menos de 2% dos votos válidos e perdeu em nível nacional. Isto aconteceria pelo fato de Minas Gerais ser um Estado síntese do Brasil, por sua posição centralizada, as fronteiras com quase todas as regiões e a presença em seu território de municípios com características do Sul/Sudeste, Nordeste, Centro Oeste e Norte. A diferença de cerca de 5% na votação final ficou muito um pouco maior apenas do que a nacional.

Portanto, a despeito das expectativas criadas antes da campanha de que uma chapa composta por Minas Gerais e São Paulo poderia vencer nos dois principais colégios eleitorais do Brasil e abrir uma boa vantagem nacional, o resultado não traz tanta surpresa. Nos cabe até conjecturar se um candidato de outro Estado não fizesse uma votação inferior, como Serra que perdeu em 2010 por quase 1 milhão e 800 mil votos.

Mas, isto não nos dispensa de examinar os erros de Aécio Neves em Minas Gerais. Um fato muito destacado pela imprensa foi a vitória da oposição com o candidato do PT Fernando Pimentel. Desta forma, o principal erro de Aécio Neves teria sido sua dificuldade na formação de um sucessor no próprio PSDB. O estilo de política adotado aproximou-se dos padrões oligárquicos tradicionais quando Aécio optou por não criar rivais fortes dentro do próprio partido.

Nas duas eleições para o Senado acabou colocando os candidatos quase octagenários Eliseu Rezende e Itamar Franco. Não por acaso ambos morreram no exercício do mandato, deixando o Estado com dois suplentes naquela casa legislativa. Como sabemos, os senadores são pré-candidatos a Governador, já que passam por uma eleição majoritária. Para seu sucessor, Aécio escolheu seu vice-governador Antonio Anastasia, alguém sem expressão política própria e que nunca passara por nenhuma eleição anterior. Seria um político mais fácil de tutelar na disputa partidária interna. Já o ex-governador Eduardo Azeredo, outra liderança do PSDB de Minas Gerais, acabou sendo alvejado pelo escândalo do chamado “mensalão tucano-mineiro” e retirou-se do cenário político.

Os principais sucessores formados por Aécio Neves estão em outros partidos, como o atual prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda e o ex-prefeito Fernando Pimentel. Isto fazia parte da estratégia de “abrir pontes” com outras siglas visando o eleitorado de Belo Horizonte e região Metropolitana, bem como a futura candidatura presidencial. Sempre foi uma estratégia de risco, como demonstrado no último domingo. Continuo na próxima semana.

Vinicius de Carvalho Araújo é gestor governamental do Estado, mestre em História Política, professor universitário e escreve neste Blog toda quarta-feira vcaraujo@terra.com.br www.professorviniciusaraujo.blogspot.com

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Comentários (1)

  • Josilene | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 22h31
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    Excelente artigo Professor! Concordo com sua análise. Parabéns!

| 28/10/2014, 18h:04 - Atualizado: 28/10/2014, 18h:18

Devido às fortes chuvas, prefeitura lança operação para a prevenção de enchentes


Reprodução

enchente_carmindo_campos.jpg

A avenida Carmindo de Campos é exemplo de local que fica inundado em Cuiabá após fortes chuvas

A fim de evitar transtornos ocasionados pelas fortes chuvas que caem em dezembro e janeiro no Estado, a Prefeitura de Cuiabá lança a operação “Guarda Chuva”, que tem como objetivo prevenir enchentes em córregos e desalojamentos de famílias. O projeto será de conscientização para os moradores de locais de riscos e que, na maioria das vezes, depositam lixo em lugares inapropriados. Por isso, o programa deverá ser voltado à limpeza de córregos, o que evitará problemas mais graves quando as chuvas tornarem-se mais constantes e intensas.

A campanha será feita com a divulgação de anúncios explicativos e orientativos na mídia, afixação de cartazes, além de folders e panfletos, que serão distribuídos à população. O material distribuído dará orientações básicas de como se prevenir antes e depois das chuvas, além de como proceder durante uma possível enchente.

Um dos locais mais atingidos pelas chuvas é o córrego do Barbado, localizado próximo a avenida Fernando Correa, além do Campos Elísio e Parque Atalaia que costumam deixar desabrigados. Outro fator predominante é o nível do rio Cuiabá, que geralmente sobe e afeta os moradores ribeirinhos. Por isso, a precaução de limpar telhados e calhas para evitar entupimentos, bem como não jogar lixo em bueiros (bocas de lobo), ruas ou em terrenos baldios.

A Defesa Civil ainda recomenda quanto ao uso da água, após as chuvas. A orientação é que não se beba água oriunda de inundação ou enchente, nem coma alimentos que tiverem contato com o líquido, com a finalidade de prevenir doenças como leptospirose e hepatites. (Com Assessoria)

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Comentários (3)

  • Jailson Aleixo | Quinta-Feira, 30 de Outubro de 2014, 12h17
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    Não tem que colocar lixeira na rua, cada um leva seu lixo para sua casa. Nos Países desenvolvido é aassim.

  • eduardo | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 09h39
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    E também que tal realizar coleta do lixo, para que seu povo sem educação não jogue o lixo nos corregos e rio. Me admira o Senhor prefeito em realizar tal procedimento, pois aposto o que for que Cuiabá terá seus bairros inundados,,,não existe rede pluviométrica suficiente para escoar a quantidade de chuva que despeja no período......INCAPACIDADE TOTAL

  • Ademir | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 07h25
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    E que tal lixeiras para uma cidade que não tem e o povo mal educado e complacente com a falta de gestão de uma Prefeitura joga mesmo o lixo no chão, temos de ter lixeiras e muitas, em inúmeros locais, tem ruas e avenidas que pasmem você anda centenas de metros e nenhuma lixeira, algumas ruas são quilômetros sem lixeira, acorda Prefeito Mauro Mendes, lixeiras JÁ para Cuiabá!!!

| 28/10/2014, 17h:45 - Atualizado: 28/10/2014, 20h:20

Deputado Brunetto no RDTV nesta 4ª


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ademir_brunetto.jpg

Deputado estadual Ademir Brunetto (PT) participa ao vivo do RDTV desta 4ª - veja e mande sua pergunta

O RDTV desta quarta (29) conta com a participação ao vivo do deputado estadual Ademir Brunetto (PT) para falar sobre os trabalhos que está desenvolvendo na Assembleia Legislativa, assim como repercutir o desempenho do partido em Mato Grosso nestas eleições, que conquistou apenas uma vaga na Câmara Federal com a reeleição de Ságuas Moraes (PT).

Os internautas interessados em participar desse bate-papo devem acessar o endereço www.tv.rdnews.com.br, a partir das 8h30 ou clicar no botão RDTV disponível no topo do portal RDNews. Ainda é possível acompanhar a programação em tempo real por meio da TV Mato Grosso (canal 27).

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Senado | 28/10/2014, 15h:30 - Atualizado: 28/10/2014, 19h:42

Cabo eleitoral de Dilma, Blairo vê país dividido, mas crê num mandato melhor


Assessoria

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Senador Blairo Maggi avalia que Dilma fará um mandato melhor que o primeiro

O senador Blairo Maggi (PR), que preside a Comissão de Meio Ambiente do Senado (CMA), aproveitou a sessão realizada na manhã desta terça (28) para parabenizar a presidente Dilma Rousseff (PT) pela reeleição. O republicano também disse acreditar que o segundo mandato será melhor do que o primeiro. 

Segundo Blairo, no seu primeiro discurso, após reeleita Dilma pregou o diálogo como forma de fazer o país avançar. “Considero isso muito importante, principalmente neste momento em que o Brasil está dividido entre os que votaram e os que não votaram”.

  Blairo, que governou Mato Grosso entre 2003 e 2010 teve atuação discreta na campanha durante o primeiro turno. Apesar da política de alianças do PR, se recusou a pedir votos ao candidato a governador derrotado Lúdio Cabral (PT) e somente gravou depoimento para o correligionário e senador eleito Wellington Fagundes.

No segundo turno, Blairo participou mais ativamente da campanha em defesa da reeleição de Dilma. O senador também polemizou com representantes do setor produtivo de Mato Grosso que apoiavam Aécio Neves (PSDB) à presidência ao dizer que a eleição do tucano será negativa para o agronegócio e que os produtores seriam "patrolados".

MP 651

Depois, ainda em discurso nesta terça (28), Blairo falou sobre a apreciação da Medida Provisória 651, de 9 de julho de 2014, que contém uma emenda do suplente  Cidinho Santos (PR), que ocupou a vaga do republicano durante seis meses. O texto prevê zerar a alíquota da contribuição do PIS/PASEP e COFINS devidas pelas empresas que prestam serviços de reforma de pneus usados.

Para Blairo, a MP 651 privilegia questões ambientais por gerar menos demanda por pneus novos. “A reforma de pneus reduz a emissão de gases do efeito estufa proporcionando economia no consumo de petróleo, além de diminuir os custos com o transporte de cargas e passageiros”, salientou. De acordo com Blairo, a reforma de pneus também posterga a destinação final da carcaça, reduzindo os impactos ambientais. O senador ainda lembra que não é uma atividade poluidora e seus resíduos são reciclados por outras atividades, como fornos de cimenteiras, agregados à mistura e à composição para artefatos emborrachados, asfaltos ecológicos e outros insumos.

 Além dos ganhos para o meio ambiente, Blairo lembra que a atividade que gera mais de 250 mil postos de trabalho, entre unidades reformadoras, vendedores, borracharias e fornecedores de matéria-prima.  “O estímulo beneficiará toda a cadeia, cenário este, que movimento hoje quatro bilhões de reais por ano no Brasil”, ponderou o senador. O prazo de validade da MP é até 6 de novembro. Se for aprovada pelo Plenário do Senado, segue direto para sanção ou veto da presidente Dilma. (Com Assessoria)

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Comentários (12)

  • wagner Jr. | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 10h40
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    O Pais esta dividido; Os Vitoriosos e os DERROTADOS!!! kkkk...

  • Solange | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 08h30
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    Ainda bem que ele não vai precisar da ajuda da esposa do Mauro Mendes.

  • PAULO F. COSTA | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 08h19
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    NÃO VI EMPENHO NENHUM DESSE CIDADÃO PELA REELEIÇÃO DA PRESIDENTA DILMA , DEU UMA DECLARAÇÃO PORQUE FOI PRESSIONADO. VAMOS PERGUNTAR PARA O LÚDIO O QUE QUE ELE ACHA DESSE CABO ELEITORAL.

  • maria | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 08h11
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    É isso ai Rebeca. Aos derrotados a DERROTA!!!

  • Rebeca Cantarini | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 06h17
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    A maioria governa a minoria, nem que seja por um voto. Não há divisão. Isso interessa apenas aos fisiológicos.

  • Antonio Marcos | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 00h29
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    Blairo Maggi (PR) votou a favor da Medida Provisória MP 650 que dispõe sobre a restruturação da carreira Policial Federal que foi aprovada ontem (28), aquela que a presidente nomeia o diretor geral da Policia Federal......impressionante como pode ser tão amarrado.

  • dora | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 23h51
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    Hum....só observando..., não vi emprenho desse senhor, achei que pelo que ele conquistou no governo do PT deveria trabalhar dia e noite pela reeleição da Dilma, foi omisso. Ficou encima do muro. Onde o agronegócios domina o PT perdeu feio. Mal agradecido isso sim.

  • Rubens | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 22h30
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    Esse cidadão quando foi governador do estado, a sua fortuna era pequena, Em 2014, possui a 5º maior foturna pessoal do Brasil, é impressionante como a politica enriquece.... Fora Blairo interesseiro..

  • Amarildo | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 20h00
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    Depois desse discurso desse Senador pode se ver sua visão politica falar que o segundo mandato da Dilma vai ser melhor. ele próprio reconhecendo que o primeiro foi péssimo. como falou Ronaldo Caiado ele só olha para seu umbigo.

  • CESAR AUGUSTO | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 18h58
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    BLAIRO MAGGI QUEM DIRIA VOTA NO PT SERA QUE ELE TEM BOLSA AGRONEGÓCIO

| 28/10/2014, 12h:27 - Atualizado: 28/10/2014, 12h:37

Grupos de Jayme e Walace travam guerra


Fernando Ordakowski

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Jayme e Wallace se "estranham" nos bastidores. Cabe ao Judiciário colocar um ponto final na situação

Numa jogada de bastidores, marcada pela esperança de reconquistar o Poder, o senador Jayme Campos (DEM) se articula para tirar Walace Guimarães do comando da Prefeitura de Várzea Grande. Se conseguir tal façanha até dezembro, quem assumiria a cadeira de prefeita seria a esposa do senador, Lucimar Campos, segunda colocada nas urnas. Por outro lado, se eventualmente Wallace for cassado a partir de janeiro de 2015, o destino do município seria outro. Lucimar não mais poderia assumir e caberia ao presidente da Câmara do próximo biênio, Jânio Calistro (PMDB), a missão de assumir o Executivo e conduzir a realização de eleição indireta na segunda maior cidade do Estado. O clima em Várzea Grande é de guerra entre “Jaimistas e Walacistas”. De um lado, o senador, prestes encerrar o mandato, acusa o prefeito de ter feito "caixa dois" em 2012. De outro, Walace reclama de perseguição política. Caberá a Justiça pôr fim a essa briga, após análise dos dados referentes à quebra dos sigilos fiscais e bancários de Walace e aliados.

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  • Antonio | Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014, 08h18
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    Deixemos a Justiça analisar os dados e prover o julgamento.

  • Lourival Batista | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 19h12
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    Lourival Batista , Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Ricardo | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 15h18
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    Esse Jaime Campos é um ridiculo! VG não quis você na urna e caso o juiz acate essa pressão que o senhor esta fazendo vamos as ruas protestar! NÃO VAMOS ACEITAR CAMPOS NUNCA MAIS!

  • Rebeca Cantarini | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 14h49
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    Rebeca Cantarini, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Pedro Lucas | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 14h07
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    Pedro Lucas, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Pedro Lucas | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 13h56
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    Pedro Lucas, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

| 28/10/2014, 10h:24 - Atualizado: 28/10/2014, 16h:29

Eraí diz que MT precisa da União e quer ser o interlocutor entre Taques e a presidente


Júlio Cruz/Rdnews

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Erai Maggi, junto com o ministro da Agricultura Neri Geller, quer ser interlocutor do governador eleito Pedro Taques com a presidente reeleita Dilma Rousseff

O rei da soja Eraí Maggi (PP) promete ser interlocutor entre o governador eleito Pedro Taques (PDT) e a presidente Dilma Rousseff (PT), reeleita neste domingo (26). O governador eleito fez campanha para o adversário de Dilma, Aécio Neves (PSDB). “Sempre foi esse o objetivo. Mato Grosso precisa do governo federal. Precisamos que Mato Grosso e a União estejam juntos”. Taques chegou ao comando do Governo com o apoio do PP, tendo, inclusive, Carlos Fávaro (PP) como vice.

Fávaro, no primeiro turno, pediu votos para Dilma, mas na segunda etapa também se posicionou em favor de Aécio. Apesar disso, Eraí pondera que Taques não fez dura campanha contra a petista, o que facilita a aproximação. "Declarou o apoio e fez uma viagem", pondera, numa referência ao fato do governador eleito ter viajado por uma semana, após se consagrar eleito. Depois, entretanto, Taques participou de atos pró-Aécio.

Para o progressista, que foi um dos cabos eleitorais de Dilma no Estado, Mato Grosso, campeão na produção de grãos, melhorou muito nos últimos anos, mas ainda é preciso avançar mais, especialmente em relação à infraestrutura. “Mato Grosso tem muito a ganhar com Dilma”, avalia.

Nesta linha, pondera que, nos últimos anos, a produção no Estado cresceu exponencialmente graças às políticas da União, especialmente no que se refere à biotecnologia, linhas de crédito e juros praticados. 

Eraí vê no ministro da Agricultura Neri Geller (PMDB) o elo necessário para o Estado conseguir mais melhorias. O rei da soja, que vai a Brasília pelo menos 3 vezes por mês para, segundo ele, pedir benefícios ao Estado, ressalta que Neri é bem articulado e que conquistou força para atuar em várias áreas. “Embaixador de Mato Grosso em todos os ministérios”.

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  • Rebeca Cantarini | Terça-Feira, 28 de Outubro de 2014, 11h17
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    Ditado popular: NÃO SE SERVE À DOIS SENHORES.

| 28/10/2014, 00h:00 - Atualizado: 28/10/2014, 07h:21

Convergências entre desiguais

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Olga Lustosa

Depois de uma campanha tão áspera, considerada pelos analistas, as eleições mais disputadas dos últimos anos, marcada por debates mal humorados,  acusações de corrupção e intolerância de ambos os lados, finalmente neste domingo, diante de um batalhão de diplomatas estrangeiros, cerca de 100, representando vários países, que acompanharam  a votação e o processo de totalização, a presidente Dilma Rousseff (PT) foi reeleita. 

Dilma contou apoio de cerca de 9 partidos, embora nem todos unidos na sua base para pedir votos para a candidata. Reeleita, manteve a maioria no Congresso para votações que exigem maioria simples, porém terá que ampliar o arco de alianças no caso de fazer reformas mais profundas, as quais exigem votação favorável de no mínimo três quintos da Câmara e do Senado. No meio de toda alegria e incerteza, muitos se perguntam o que esta eleição especificamente significou para o Brasil, num contexto político e econômico mais amplo. Em suma, o que podemos esperar do Brasil nesses quatro anos? 

Mesmo que não estejamos vivendo o boom, quando, empurrada pelas exportações de commodities, a economia brasileira crescia mais de 5 por cento ao ano, 30 milhões de pessoas saíram da pobreza e o desemprego está perto de bater um recorde de baixa e isso reforça muito a popularidade da presidente Dilma, em função também da extensão dos programas: Prouni,  Fies e o Pronatec. Os programas sociais serão mantidos e ampliados, baseando-me na lógica do que tem sido o governo de Dilma Rousseff até aqui. Suas prioridades devem permanecer nos mesmos países onde hoje concentra os negócios brasileiros, na América Latina, África e Ásia. Porém espero que a presidente conduza a política externa com menos pragmatismo e mais idealismo, colocando-se objetivamente contra os conflitos na Síria e no Iraque e também na Ucrânia.  

Havemos de cobrar do governo melhor desempenho desta que é considerada a sétima economia do mundo; punição exemplar para se encerrar o ciclo de corrupção na Petrobrás, onde não basta o inquérito parlamentar já instaurado. 

Os ganhos sócio-econômicos dos últimos 12 anos foram suficientes para que os eleitores a escolhessem em detrimento da candidatura de uma ambientalista mundialmente conhecida  e de um senador social-democrata, que prometia impulsionar a economia.  Agora é hora do que o sociólogo Fernando Henrique Cardoso chama de convergência entre desiguais. Diz ele que as alianças são feitas somente entre os desiguais, pois do contrário não seria preciso fazer alianças; os que são iguais em termos de objetivos, que pensam e querem as mesmas coisas, já estão juntos, e não precisam se aliar. 

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olga@terra.com.br

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