Cuiabá, 24 de Maio de 2016
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Judiciário | 27/09/2011, 12h:11 - Atualizado: 27/09/2011, 17h:44

Sinjusmat fica sem respaldo de greve; TJ espera TC sobre URV

Sinjusmat fracassa na tentativa de greve; Tribunal espera aval do TCE para pagar URV

Rubens de Oliveira   O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Rubens de Oliveira, aguarda a conclusão do relatório de uma comissão técnica do Tribunal de Contas do Estado para saber, de fato, o montante das diferenças salariais derivadas da transição da Unidade Real de Valor (URV) para moeda Real, em 1994. Somente depois disso é que o Judiciário vai disponibilizar, com precisão e segurança, o que cada servidor tem direito a receber. A previsão é de que o relatório do TCE seja concluído até sexta (30). A URV foi um indexador que passaria a corrigir diariamente preços, salários e serviços, como uma espécie de moeda. Teve validade de março a julho de 94.

    Enquanto o TJ se diz empenhado em resolver o impasse, Rosenwal Rodrigues, em campanha pela reeleição no Sinjusmat e para demostrar empenho e conquistar a simpatia dos servidores, passou a liderar movimento por nova greve, mesmo já tendo levado a categoria a paralisar as atividades por 128 dias e retornado ao trabalho sem resultado satisfatório.

    A articulação é para cruzar os braços a partir de 3 de outubro. Rosenwal tem feito assembleias e, estrategicamente, deixado para colocar em votação a proposta de greve quando a maioria dos servidores deixa a reunião, restando para votar os seus aliados, como aconteceu em Rondonópolis nesta segunda. O sindicalista dispara críticas ao que chama de intransigência do presidente Rubens, que administra um quadro de 5 mil servidores cuja folha anual chega a R$ 430 milhões.

    Uma estratégia da Mesa Diretora do TJ tem anulado as ações políticas de Rosenwal. Rubens resolveu encaminhar para cada servidor uma carta explicativa acerca do pagamento da URV. Ele destaca no documento, sem citar nome, que há informações infundadas e inconsistentes disseminadas para os servidores e observa que isso pode gerar dúvidas quanto às ações que estão sendo desenvolvidas pela administração, visando atender a reivindicação da categoria.

    Embates

    O Sinjusmat obteve no ano passado decisão judicial favorável ao pagamento da URV aos servidores sindicalizados. Depois, esse direito foi estendido aos demais, por decisão administrativa do Conselho de Magistratura, referendada pelo Tribunal Pleno. Nesse caso, os sindicalizados que subscreveram a ação judicial podem receber a URV tanto pela via judicial quanto pela administrativa. Já os servidores que não são vinculados ao sindicato podem ajuizar ação ou aguardar o pagamento pela via administrativa.

    A presidência do TJ assegura que se comprometeu em disponibilizar R$ 11 milhões dos recursos orçamentários para pagamento parcial da URV e aguarda uma decisão do governo quanto à proposta de ampliar esse valor com recursos do Tesouro Estadual. Assegura que está sendo negociado diretamente pelo presidente do Sinjusmat, buscando fazer uma programação de pagamentos parciais. O Tribunal destaca que só conseguirá avançar mesmo quando receber do TCE os cálculos das diferenças salariais. Adianta para possibilidade de duas formas de pagamento.

    Pela via administrativa, seriam utilizados os R$ 11 milhões, com contrapartida do governo, se vier a ser concretizada, ampliando a capacidade de pagamento. A outra seria a via judicial, por meio de Requisição de Pequeno Valor (RPV), pela qual, após executada a sentença, os detentores dos créditos até o limite de R$ 9,2 mil poderão recebê-los de uma só vez, num prazo de 120 dias. Busca-se também negociação via precatório na ordem cronológica. Nesse caso, os credores maiores de 60 anos ou portadores de doença grave podem receber até 3 vezes o valor da RPV, ou seja, R$ 27,6 mil, com prioridade na ordem de pagamento.

    Na carta, Rubens de Oliveira diz que a administração tem se empenhado para encontrar mecanismos que assegurem o pagamento da URV e outros direitos dos servidores, assim como já feito em relação à liberação de R$ 300 a título de auxílio-alimentação. Cita ainda aumento de 16% e mais 6,7% de reposição salarial.

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Comentários (4)

  • Ronaldo | Terça-Feira, 27 de Setembro de 2011, 18h04
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    Primeiro o comentário do Professor Antonio Fagundes: Não coloque mão na cumbuca alheia, se está satisfeito com o seu sálario não teria feito greve, e o seu sindicato fez. Se não tem vale alimentação você está perdendo tempo peça ao seu gestor ou então vai fazer novela. Segundo comentário do Afonso Melo: Você hoje já tomou tanta porrada na página do enoque e não aprende, deixa de ser baba ovo, se atirar no s... do patrão acerta a sua boca. Emprego não se conquista dessa forma, se não deu faça outro concurso.

  • Maria José | Terça-Feira, 27 de Setembro de 2011, 15h28
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    pelo amor de Deus senhor presidente, pague aos servidores aquilo q lhes é de direito,ñ é justo que servidores qeue se aposentaram a três anos ñ receberam até hoje ñ só a URV mais tambem seus direitos, com ferias , licênça premio e tc... conheço gente que esta no limite .

  • antonio fagundes | Terça-Feira, 27 de Setembro de 2011, 13h58
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    Não conheço pessoalmente esse Presidente do Tribunal de Justiça, mas tenho acompanhado as noticias do Poder Judiciário e há muito tempo não vejo, uma administração tão tranquila, serena e realizadora como essa, por exemplo, eu nunca vi o judiciário metendo a cumbuca em questões de drogas, queimadas e saúde como tenho visto nesta gestão. Esse projeto realizado hoje no porto de cuiabá, é prova disso, quando que se viu falar em uma ação dessa grandeza em nosso Estado. Outra questão que tenho observado é o tratamento com o servidor, e prova disso, conforme a reportagem, são os aumentos salariais e o auxilio alimentação. Só para registrar, sou professor da rede estadual de ensino e não recebo esse auxilio alimentação.

  • Afonso Melo | Terça-Feira, 27 de Setembro de 2011, 12h51
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    Primeiramente confio em Deus, que a solução deste problema da URV, está próximo de ser resolvido. Segundo acredito nos homens de boa vontade, que trabalham honestamente e fundamentalmente com a verdade, pois tenho certeza q sua Excelência, o Presidente do Tribunal, não tem motivos, nem necessidade de mentir a seus servidores, e mais ele não disputa reeleição p/presidência do TJ, ao contrário dos politicos q a todo custo querem se manter no poder, mesmo q seja preciso mentir, ameaçar, enganar, chantagear, achando que os servidores são idiotas. Temos q relembrar todos os fatos anti e pós greve, para tomarmos uma decisão consciente.

| 24/05/2016, 00h:00 - Atualizado: 23/05/2016, 15h:20

Quem fala o que quer

Olga_200_fora

Olga Lustosa

Eles nos querem quietos, ignorando convenientemente a realidade política, mas a omissão é um pecado que se comete não fazendo nada e a democracia prescinde de um estado de mobilização, inspirado para entrar em ação a qualquer momento. 

Somos ignorantes em muitas coisas e o interesse cegou muitos que se dedicaram as questões sutis e especulações remotas, por isso, nesse instante, as pessoas estão grosseiras, denegrindo a opinião de amigos para expor “suas opiniões claramente superiores", em todos os níveis de discussões, não apenas sobre política.

E o que acontece com os que não se sujeitam a seguir a manada? Ah! Estes seguem pressionados pelo patrulhamento, são agredidos pela violência verbal que tomou conta de quem milita em qualquer lado.   

Se algo nos foi ensinado pelos momentos de turbulência pelos quais passa o Brasil, foi que é nosso dever, é nossa obrigação, é nosso direito expressar o que pensamos sobre os fatos que ocorrem e que diretamente afetam nossas vidas. Porém, antes de falar qualquer coisa ponha-se no lugar de quem vai ouvir.

A mídia social é um lugar poderoso para fazer comentários e alimentar discussões, porém, com o equilíbrio necessário, pelo menos no meu círculo social, vamos um ajudando o outro, tentando entender um monte de acontecimentos que vão muitíssimo além da propaganda da oposição e da negatividade do cidadão zeloso.

Discutir contribui para a construção de um cenário em que se pode ver e aprender sobre os episódios que dizem respeito a nós todos.

Precisamos continuar conversando, movidos pela razão ou pela paixão, com civilidade política e flexibilidade ideológica. Podemos ser influenciados por argumentos de um lado e escutar os contra argumentos do outro lado e juntar tudo, porque ambos os lados de um debate são importantes em um processo de tomada de decisão séria; esta é a hora de crescer, dizem muitos. 

Outros dizem que estamos enfrentando época de instabilidade econômica, de toxicidade social, agressões e perigo eminente de estrangulamento econômico, sobretudo causado pelas grandes dívidas que os governos contraem com grandes corporações que bancam ascampanhas eleitorais milionárias, e quando as empresas apresentam a fatura, os políticos precisam meter a mão no caixa dos órgãos que administram, além devender a alma ao diabo para pagar.

Como saber onde está a verdade? A divergência, a desafinação de ideias, as discussões mesmo em tom mais áspero, são normais, são saudáveis, são construtivas. 

Como promover a mudança que queremos, as reformas que precisamos se nos melindramos com as críticas e tememos colocar nossas vozes acima da arrogância dos que pensam ter razão, sempre? Deixa que paire a leve opressão quando professar a fé, quando se posicionar politicamente, quando falar sobre amor e sexo. Uns entenderão, outros não. Os bons debates prescindem de unanimidade. 

Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e escreve exclusivamente neste Blog toda terça-feira - olgaborgeslustosa@gmail.com e www.olgalustosa.com

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Staff | 23/05/2016, 18h:31 - Atualizado: 06h atrás

Cunhado de deputado, Bussiki assume pasta de Planejamento e finaliza LDO-2017

Novo secretário é cunhado de Wilson Santos, que nega indicação


Arquivo

José Bussiki Seplan

 José Bussiki assume como interni na Seplan e finaliza a LDO

José Bussiki Figueiredo assumirá interinamente a Secretaria de Planejamento (Seplan). O anúncio foi feito pelo governador Pedro Taques (PSDB) na tarde desta segunda (23). 

Bussiki substitui Marco Marrafon, que foi remanejado para a Secretaria Estadual de Educação (Seduc). A pasta foi alvo de escândalo após o Gaeco deflagrar a Operação Rêmora, que desmantelou esquema de direcionamento de licitações e cobrança de propinas sobre obras orçadas em R$ 53 milhões. 

O novo secretário da Seplan é gestor governamental da Seplan desde 2001. Servidor de carreira, Bussiki ocupa atualmente o cargo de secretário adjunto de Planejamento. 

Entre 1995 e 1998 foi presidente do Cepromat , hoje MTI – Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação e de 2015 a 2016 foi secretário adjunto de Planejamento e Gestão de Políticas Públicas. Na prefeitura de Cuiabá foi secretário municipal de Finanças entre 2005 e 2006.

A prioridade de Bussiki é a finalização da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2017, que deve ser entegue até o dia 31 de maio na Assembleia  . A meta é dar continuidade ao trabalho que vinha sendo desenvolvido por Marco Marrafon na evolução da gestão estratégica de Mato Grosso, com o uso de novas tecnologias de planejamento estratégico, com ferramentas de monitoramento e indicadores para implantação da metodologia de gestão de resultados.  

O líder do Governo na Assembleia  Wilson Santos (PSDB), que é cunhado de Bussiki, nega ter influenciado na indicação. O tucano alega sua cota de indicações para cargos na equipe de Taques está preenchida desde o ano passado.

“Não fui consultado pelo governador e nem quero opinar sobre esse assunto. Minha cota está preenchida e tenho o mesmo número de indicados que todos os deputados da base governista”,  garante. 

Wilson diz que já preencheu cota e nega indicação do cunhado para Seplan

Pelo acordo firmado no inicio da gestão, cada deputado governista teria direito a 20 indicações. Entretanto, o acerto contempla apenas cargos DGA-4 para baixo, excluindo secretários, adjuntos e coordenadores. (Com Assessoria)

Taques oficializa escolha de Marrafon para Seduc; secretário cita 3 eixos

 

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Comentários (1)

  • Aroldo de Luna Cavalcanti | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 23h27
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    Gente nossa! Grande escolha. Competência chegou ai e parou. Parabéns, com certeza vai fazer um ótima gestão, conhece bem os atalhos.

NACIONAL | 23/05/2016, 13h:30 - Atualizado: 23/05/2016, 13h:42

Medeiros defende equipe de Temer e não acredita em pacto para barrar a Lava Jato


O senador José Medeiros (PSD),  ferrenho defensor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT),  adotou um discurso mais moderado com relação à gestão interina de Michel Temer (PMDB). A moderação do social-democrata também abrange as indicações polêmicas para os ministérios, além das informações de possíveis tentativas de barrar a Operação Lava Jato.

“O ideal é que o Governo começassem sem este atropelo, mas o questionamento que se faz é se neste presidencialismo de coalizão o Temer teria outra opção? É quase impossível governar sem o PMDB e o Temer era o presidente do partido antes de assumir o Governo”, ponderou ao ser questionado sobre a indicação de ministros investigados na Lava Jato e ainda sobre matéria veiculada nesta segunda (23), de uma suposta interferência do peemedebista, ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR ), nas investigações.

Gilberto Leite/Rdnews

Senador José Medeiros (PPS)

Senador José Medeiros minimiza vazamento do aúdio que indica possivel pacto para barrar Lava Jato

Medeiros ressalta ainda que a situação não é cômoda para o presidente e concorda, mesmo sendo da base aliada, que a indicação do líder do Governo na Câmara causou indignação entre os próprios aliados. Porém, afirma que Temer montou a equipe que lhe era possível. 

O líder de Governo André Moura (PSC-SE) responde a três processos no Supremo Tribunal Federal (STF). Além das ações penais relacionadas à Lava Jato, é réu por tentativa de homicídio. 

“E espero que possa fazer a travessia que deseja. Tem estas questões éticas que está atravessando, mas espero que possa mesmo com este time, fazer o Brasil ir para frente. Até porque o outro governo estava quase todo na Lava Jato”, completou. 

Quanto possíveis interferências na Lava Jato, Medeiros descarta que o novo governo barre as investigações por entender que os tempos são outros e a operação passa por três instituições autônomas: Polícia Federal, Ministério Público Federal e Judiciário. Para o parlamentar, que era membro da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e já trabalhou em investigações, atualmente é muito complicado que haja interferência do Executivo nestas instituições.

Entretanto, não descarta que algumas medidas podem ser adotadas no sentido de atrapalhar, como cortes nas diárias, facilitar alguns benefícios a investigados. Segundo Medeiros,  há muita tecnologia disponível que permite o andamento das apurações, independente da ação do governo.

 “Eu espero que a Lava Jato possa ser igual o trem quando sai da estação, passe por todas as fases e chegue sem interrupção ao seu destino final e entendo que será assim, porque não entendo que o Executivo possa interferir em instituições tão autônomas como MP, Polícia Federal e Judiciário”, finalizou.  

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Comentários (10)

  • alexandre | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 20h28
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    mimimi GOPE... mimimi ministro da cultura indicado pelo PT.... mas dois anos de dilma estariamos igual a venezuela, o PT ´só sabe gastar e fazer moagem pros movimentos sociais do lula, 170 bilhoes de rombo da dilma incompetente.

  • Ernando | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 18h23
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    Alexandre, você deve ter fumado maconha estragada! Como pode uma pessoa viajar tanto na maionese? Será que é esta a nova ordem do ninho tucano?????

  • Jessé | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 17h26
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    Cala a boca Medeiros. Vc envergonha esse estado. nem eleito foi...

  • alexandre | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 17h19
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    ISTO É UM GOLPE EM ANDAMENTO.. A pedido de dirigentes petistas, agentes da ABIN teriam, nos últimos seis meses, espionado o presidente Michel Temer, o juiz Sérgio Moro e o ministro Barroso, do STF “Fomos igualmente descuidados com a necessidade de reformar o Estado, o que implicaria impedir a sabotagem conservadora nas estruturas de mando da Polícia Federal e do Ministério Público Federal; modificar os currículos das academias militares; promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista; fortalecer a ala mais avançada do Itamaraty e redimensionar sensivelmente a distribuição das verbas publicitárias para os monopólios da informação.”

  • Bertold | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 17h00
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    Claro. Ajudou a colocar lá. E o Brasil já melhorou muito, não é mesmo? Acabaram as corrupções, o loteamento de cargos. Temos um governo recheado de notáveis. Inclusive do PSDB, que não queria cargos, não é mesmo senador?

  • jota | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 16h29
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    Inocente este senador, acho que ele também acredita no papai noel

  • ROBSON JOSÉ | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 16h27
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    Pode até não acontecer nada, pois o esquema é muito bem feito, mas depois das gravações divulgadas hoje ficou claro que tudo se tratava de um Golpe de Estado, seja o Medeiros ou qualquer outro político podem até falar o contrário, mas o povo já sabe de tudo. Se a presidente Dilma tivesse o mesmo pensamento, nenhum político do PT estaria na cadeia, eu prefiro um governo aberto para as investigações, como foi o caso de Dilma e Lula, do que um governo que esconde tudo por baixo do tapete, como sempre aconteceu no Brasil no passado, e infelizmente eles voltaram.

  • Suzana Reunner | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 16h00
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    A ignorância que que ouço nos últimos dias é: não importa a corrupção,menos que não seja o PT...o resto é liberado....fora jucá e todos corruptos juntos.......

  • Marcio Teles | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 15h40
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    CAPA DA VEJA DESSA EDIÇÃO: conspiração contra a lava jato...na mira: juca, psdb e outros blindados (NÃO!) A capa da revista vai ser sobre a ana hickman...porque se não eh sobre o lula não vem ao caso!

  • RENATO | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 14h00
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    " - Não adianta. Tem de ter Impeachment, não tem saída... - rapaz, a solução mais fácil é botar o Temer. Só o Renan está contra, porque o temer é do Cunha. - É um acordo, botar o Temer. Com Supremo e tudo. Aí parava tudo, delimitava onde está, pronto " _____ Essa gravação é a prova inconteste que HOUVE UM GOLPE NO PAÍS ! Fica claro que não teve nada a ver com "pedaladas", tiraram a mulher pra salvar todo mundo, tiraram a única honesta do pedaço, a única que nunca foi politica de carreira, pra salvar a quadrilha toda, inclusive os tucanos do PSDB : " - Querem pegar todos os políticos, todo mundo. Caiu a ficha de todos eles, Aloísio, Serra, Aécio, Tasso, todo mundo na bandeja pra ser comido. O primeiro vai ser o Aécio... ".

| 23/05/2016, 09h:12 - Atualizado: 23/05/2016, 09h:27

Hoje sem amanhã

Um povo que fica deprimido pelo 8º lugar no futebol e não se preocupa com 85º em termos educacionais não tem futuro mesmo

roberto freire artigo professor 400

Paulo de Barros Freire

Dizem que o Brasil é um país de futuro ou do futuro, quando na verdade somos um país de ontem, do passado, com um presente repleto de velhos e seculares vícios, e sem possibilidade de escapar de uma trajetória cultural onde a virtude é apenas um termo dos dicionários. A grandeza aqui é territorial ou natural, mas jamais humana. O brasileiro é antes de tudo rude, rústico, ignorante e estúpido. E esses termos não são valorativos ou depreciativos, mas descritivos da realidade nacional.

Naturalmente, quando analisamos nossa política e nossos políticos fica nítido a falta de grandeza, abnegação ou mesmo de reles honestidade, e se atribui aos mesmos todos os males que aqui ocorrem. Sem querer tirar a culpa dos mesmos, que a rigor não valem nada, mas custam bem caro a todos nós, o fato é que eles não fazem parte da solução, mas dos problemas, e esperar deles algo que cabe a sociedade civil (organizada ou não) realizar, e que por omissão, preguiça, falta de coragem ou mesmo de conhecimento nada faz, mostra o “desprendimento” dos brasileiros, ou seja a falta de responsabilização de todos, ou quase todos pelo destino do país: espera-se sempre que alguém apresente uma solução, enquanto cada um está tentando salvar a si mesmo, ainda que com isso possa prejudicar os demais.

É o povo que emporcalha as cidades e depois reclama das autoridades a falta de limpeza. É o povo que não se cuida e depois cobra das autoridades a falta de saúde. É o povo que não estuda e depois reclama das autoridades a falta de escolas. Enfim, o problema do Brasil está nos brasileiros, não nos políticos que são apenas mero reflexo da nossa sociedade. O brasileiro é eminentemente desonesto; se puderem sonegar, sonegam; se puderem comprar mais barato ainda que o produto seja de contrabando, ou pirata ou mesmo mercadoria roubada, ou fruto de sonegação, compram. Não é maldade, é ignorância mesmo, que resulta em males para todos, até mesmo aos próprios praticantes desses atos de “esperteza”.

O jeitinho brasileiro nada mais é que tentar o caminho mais fácil, mais rápido, com menos esforço, o que nunca é justo, certo ou honesto. O útil sempre toma o lugar do honesto no pensamento nacional. Ninguém quer abrir mão de direitos, mas ninguém se preocupa com seus deveres. Aqui ninguém se esforça para ser justo, apenas para não sofrer injustiça. E toda luta por direitos, na verdade é sempre uma busca por privilégios para uma categoria qualquer, pois que o bem comum é outro conceito da nossa linguagem sem significado algum.

Quando tudo caminha para o progresso econômico todos fazem vistas grossas sobre o que o governo faz, e quando a coisa desanda correm a buscar um culpado no governo. Mas, governos fazem apenas o que o povo deixa. E o povo apenas se preocupa em melhorar sua condição econômica, nunca em se melhorar enquanto pessoas.

Eis a razão por nos encontrarmos nessa condição deplorável em que vivemos atualmente. Um governo foi deposto (que no meu entender já foi tarde) e o governo que vai entrar será tão ruim quanto, senão pior. Não há luz no fim do túnel, mesmo porque não há túnel, apenas um buraco profundo, onde cada vez mais nos enterramos.

O povo escolhe os mesmos bandidos, digo candidatos, ainda que tenham uma ficha corrida extensa, pois aqui se vota com o estômago, com o fígado, com a genitália e com o bolso, nunca com o cérebro. Se o candidato beneficia um eleitor, ainda que prejudique aos demais, o beneficiado irá votar sempre nele. Não é lealdade, o que seria um tipo de virtude, apenas cumplicidade. Não é um acordo de cavalheiros, mas de canalhas.

Num país de pessoas honestas, pessoas como Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Fernando Collor, Paulo Maluf, Romero Jucá, Michel Temer, Lula e Dilma (sem citar centenas de outros nomes menos afamados) já teriam sido defenestrados da vida política. Se fôssemos pessoas decentes, se uma dessas pessoas entrassem no ambiente que estamos, todos se levantariam e iriam embora, para não compartilhar o mesmo espaço com pessoas desonestas. Quando um deles pedisse a palavra, todos se retirariam para não escutar mentiras. Enfim, em nações mais honestas, tais pessoas não estariam mais na política há muito tempo, jamais se reelegeriam.

O futuro será apenas uma triste repetição de um passado que vem desde a colonização. Não há mudanças à vista.

Nas próximas eleições, temo, veremos esses mesmos personagens se reelegerem, sem renovação, sem que as pessoas tenham a quem escolher, mesmo porque para adentrar na política profissional e partidária, tem que se vender a alma, entrar na jogatina, aderir ao sistema. Não porque isso é obrigatório ou inevitável, mas porque as pessoas estão mais preocupadas em se eleger do que defender ideias ou ideais; querem o poder a qualquer preço, aliás, todos têm um preço (o que significa que não tem valor), e não querem pagar o preço de denunciar as jogatinas, que pode ser inclusive com a própria vida. Podem matar por suas ideais, mas ninguém quer morrer por elas.

Um povo que fica deprimido por ficar em oitavo lugar no futebol e não se preocupa em estar no octogésimo quinto lugar em termos educacionais não tem muito futuro mesmo.

Se há algo que nunca se aplicou nesse país foi na educação do seu povo, e enquanto não tomarmos alguma atitude com relação a isso, promovendo educação integral para todos, jamais deixará de ser subdesenvolvido culturalmente, ainda que possa crescer economicamente. Mas esse crescimento econômico será sempre apenas um voo de galinha, breve e curto, como tem sido até o momento.

Roberto de Barros Freire é professor na UFMT - e-mail: rdefreire@uol.com.br

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Comentários (4)

  • Suzethe Almeida | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 17h23
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    Ai ai ai não bastava só aquele professor Roberto Baventura a destilar seu ódio e destempero contra os incultos, agora apareceu mais um, será que está faltando o que fazer? Vão trabalhar, ajudar a mudar essa realidade, porque não ministra aula grátis para pessoas analfabetas das periferias? Isso sim é prestar um bom serviço para ajudar diminuir o número de imbecis, otários.... a que você se refere.

  • Maria Eduarda de Campos Luz | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 17h12
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    Pois é, o que esperar de um Brasil em que um professor universitário apresenta uma análise a mais desonesta possível, sim, desonesta, porque você é nitidamente uma pessoa branca, de classe média, culta, portanto, fala a partir da sua zona de conforto, demonstra descompromisso com a vida do outro, pois não considerar que somos fruto da construção social de um país fruto de uma colonização de pessoas que não se importou com a liberdade cultural de seu povo, tem que ser desonesta. Você é um daqueles professores tidos como "anarquistas"... blá, blá blá... eu duvido que você abra mão de seu vinho, de sua comida macrobiótica, de suas viagens mesmo que produzido por industrias em que há trabalho escravo, por exemplo, qual a sua contribuição para um país mais justo e decente???? Eu tenho nojo de pessoas como você que se coloca acima de outras pessoas a ponto de tecer duras críticas, só porque é um professor universitário??? Como você usa as diárias que recebe pelos inúmeros projetos de pesquisa que realiza, você por acaso tem a decência de devolver, socializar o seu estudo para a população pesquisada? Menos, professor!!! De vez em quando calçar a sandália da humildade não faz mal a ninguém.

  • Pereira | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 13h32
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    Esta é realmente a grande verdade. Parabéns professor

  • Antonio Marcos | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 11h37
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    Professor, um povo desse só merece uma coisa(ou duas): Pão e circo! Um país em que o político ladrão é ovacionado e carregado nos braços, enquanto os professores são espancados e mortos, por esse político e, também, por pais e alunos... o que esperar?

| 23/05/2016, 00h:00 - Atualizado: 22/05/2016, 17h:39

Compactuando com crimes

Sandra Alves articulista texto e capa

Sandra Alves

O cenário político, com o julgamento do procedimento de impeachment, trouxe à tona o tema da falsidade de notícias divulgadas, especialmente nas redes sociais. Posts com imagens de deputados, senadores e todo o tipo de pessoas públicas, com manifestações que não foram por elas realizadas, mas que “viralizaram” nas redes sociais.

Atitudes imorais e criminosas não são novidade na história da humanidade, mas, com certeza, a velocidade e o grau que permitem isso no campo tecnológico é assustador. Com programas simples, em smartphones, é possível colocar a imagem de uma pessoa pública com uma afirmação preconceituosa ou simplesmente falsa, após cair na rede, multiplica-se em patamares absurdos em questão de minutos.

E o mundo criminoso é criativo. Hackers invadem redes sociais para roubaram suas informações pessoais ou pior, inserem em sua rede conteúdo pornográfico, relacionado ao tráfico de drogas, formação de quadrilha para roubar a coisa pública, fomento às ideologias de ódio. E não é só. O marketing desses criminosos é de excelente qualidade, com imagens bem definidas, frases de efeito, o que informa o investimento específico nesse tipo de conduta.

Dois questionamentos se delineiam a partir desse momento: a) a conduta criminosa atinge seus objetivos e se potencializa porque as pessoas compartilham indistintamente conteúdo na web, sem qualquer tipo de ponderação ou avaliação; b) Quais as medidas podem ser tomadas pelo Estado para combater o uso criminoso da rede.

Educação dos internautas é um dos aspectos fundamentais no referido problema. Não que a necessidade de investimento em educação seja alguma novidade em nosso país. Um povo sem juízo crítico, que não tem condições de ler e interpretar mensagens é facilmente conduzido ao entendimento que melhor convir aos detentores do poder. E nesse sentido, um bom investimento em marketing – ainda que ilegal e pautado em condutas criminosas – aliado ás novas tecnologias é um dos maiores poderes hoje, quiçá o maior.

Crie imagens irônicas e memis, adicione cores vibrantes, poste na rede social de uma pessoa pública através de um hacker e pronto! Os cliques em curtir e compartilhar farão o resto do trabalho por um número alarmante de usuários que não conseguem sequer compreender exatamente o conteúdo da mensagem, quanto mais considerar a hipótese de investigar a veracidade do afirmado.

Por outro lado, em 2014 foi aprovada a lei n. 12.965, denominada Marco Civil da Internet, que pouco contribuiu para a matéria, só contribuindo para as prestadoras de serviços de telefonia e internet resguardarem seus produtos. Tal fato levou à criação da CPI dos Crimes Cibernéticos, cujo relatório foi apresentado pelo Deputado Esperidião Amin.

Entre as sugestões do relator estão: alterar o Marco Civil da Internet (MCI - Lei 12.965/14) para facilitar a identificação de criminosos virtuais; tornar hediondos os crimes ligados à pedofilia; e criminalizar qualquer tipo de invasão de dispositivo informático (computadores, tablets, celulares e similares). Entretanto, as alterações não estão isentas de críticas, já que as mudanças em diversos aspectos ferem o direito de expressão. O bloqueio total de sites e a impossibilidade de páginas hospedadas fora do país são as medidas mais polêmicas.

Esses são apenas alguns ingredientes da apimentada discussão em torno do tema. Toda e qualquer medida, ainda que minimamente, afete o direito de expressão deve ser duramente repelida. A história social brasileira trilhou caminhos árduos para atingir este nível de liberdade de expressão e qualquer cerceio é retrocesso. Por outro lado, o aparelhamento do Estado (pela legislação) e especialmente o tecnológico das polícias é essencial.

Além da eterna esperança de consolidação dos ideais em torno de uma sociedade brasileira que tenha em seus alicerces uma boa dose de educação.

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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  • Antonio Marcos | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 11h46
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    Prezada Dra. Defensora, num país governado por criminosos, legislado por criminosos e às vezes jurisdicionado por alguns criminosos, o que devemos esperar do povo? ou dos outros profissionais? Engraçado que criam CPI dos Crimes Cibernéticos, mas não criam para os Crimes contra o Patrimônio Público, Contra a Corrupção no Legislativo/Executivo e alguns membros do Judiciário. Se a Sra. perceber verá que essa sua tese ninguém nunca "abordou/levantou". Porquê? Desconhecimento? ou interesse? Parabéns pelo texto!

Finanças | 22/05/2016, 08h:30 - Atualizado: 22/05/2016, 08h:41

Brustolin diz que moratória não beneficia MT e defende só a renegociação da dívida


 A maioria dos governadores reivindicam a moratória de 12 meses para o pagamento da dívida pública com a União. Entretanto, o secretário estadual de Fazenda, Paulo Brustolin, adianta que não defende a prorrogação, mas sim a revisão da renegociação da dívida.

Mato Grosso acumula em dívidas R$ 7,1 bilhões, sendo R$ 2,4 bilhões com a União. Em 2016, deveriam ser pagos R$ 285,6 milhões, sendo que R$ 97 milhões já foram pagos.

Gilberto Leite

taques_procuradoria

 Paulo Brustolin, que aparece junto com o governador Pedro Taques e o procurador-geral  do Estado Patrick Ayala, afirma que moratória não é vantajosa para Mato Grosso e defende só a renegociação

Segundo Brustolin, a proposta que o governo da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) havia feito causará um impacto muito pequeno em Mato Grosso. Isso porque só impacta na parte da dívida que foi renegociada pela Lei 9.496 de 1997, que representa aproximadamente 28% da dívida do Estado.

“Eu acredito que agora com o governo Temer, com o ministro Meireles à frente da Fazenda, nós poderemos revisar, renegociar toda a dívida do Estado, inclusive a dívida dolarizada, que representa em torno de 27% do total. Então é importante a gente alongar esse prazo, fazer uma rediscussão disso”, declarou Brustolin.

Mato Grosso tem uma particularidade porque vendeu parte da sua dívida para o Bank of America em dólar, sem uma cláusula de barreira  e com a alta da moeda,  acabou por dobrar o valor a ser pago, prejudicando as contas do Estado. Por isso, Brustolin tem a esperança de que o novo ministro da Fazenda esteja muito mais sensível à reivindicação de renegóciá-la.

"Hoje,  o Governo do Estado é um dos 11 estados brasileiros que tem a liminar, que suspende por 60 dias o pagamento da dívida. Teremos que voltar a fazer o enfrentamento da parcela a partir do mês de julho", completa Brustolin. .

A defesa da moratória é liderada pelo Rio de Janeiro, mas não é bem aceita pela equipe econômica do governo federal. O impacto seria de R$ 27 bilhões sobre o resultado fiscal deste ano e ainda se estenderia para 2017, já que seria por um ano. Para os técnicos da União, esta medida não resolve o problema dos governadores, uma vez que a principal despesa é com a folha de pessoal, aposentados e pensionistas.

Mato Grosso obtém liminar para reduzir juros da dívida com a União

O governo federal deve iniciar a rodada de negociação com os estados na próxima semana, mas a moratória é praticamente descarta. Porém, o ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB), adiantou que a União tem a consciência de que precisa apresentar uma solução aos estados.

Taques propõe moratória da dívida dos Estados com a União por 3 anos

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| 22/05/2016, 00h:00 - Atualizado: 22/05/2016, 05h:07

Mercado de trabalho na odontologia

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Jackelyne Pontes

Quando optei pela profissão de cirurgiã-dentista, em 1991, os tempos eram outros. Os profissionais trabalhavam (e muito) em seus consultórios, a única faculdade particular estava se estruturando, e quando digo isso não exagero, pois a estrutura física era precária e lembro-me de assistir aulas em um galpão no final da Avenida Beira Rio.

A primeira turma estava no primeiro ano de estudo e tudo era muito novo, com muitos erros e acertos, mas todos comprometidos com a escolha profissional  feita e com o futuro acadêmico.

Ainda nessa época o perfil do cirurgião-dentista era outro. Como não havia faculdades no Estado, os pais que queriam que o filho estudasse Odontologia tinham que transferi-los para outro Estado, geralmente Rio de Janeiro e São Paulo.

Os profissionais trabalhavam apenas nos seus consultórios particulares e, os que optavam pela carreira pública a tinham como um “bico”, um mero complemento de sua renda. As agendas eram lotadas e era possível ter um bom padrão de vida, trabalhando honestamente.

Hoje esse quadro mudou drasticamente, temos mais  faculdades de odontologia que formam inúmeros profissionais por ano, saturando o mercado de trabalho e por muitas vezes frustrando as expectativas do recém-formado.

Levando em consideração que o profissional não pode mais formar-se e trabalhar a vida toda sem se atualizar, os gastos com os cursos de atualização,  especialização, mestrado e doutorado devem ser contabilizados.  

Hoje o cirurgião-dentista não pode apenas abrir um consultório, tem que ter uma visão empresarial fazendo um estudo prévio do mercado, traçando um perfil de seus futuros pacientes e colocando metas a serem cumpridas, isso sem contar com o trabalho de marketing, principalmente o digital.

Aquela visão de que o mundinho do cirurgião-dentista eram as quatro paredes do seu consultório caiu por terra, até porque as normas de vigilância sanitária não preconizam consultórios com “quatro paredes”, a estrutura deve ser mais ampliada e devidamente adequada aos padrões de biossegurança, o que é mais que correto.

Hoje temos que fazer jornadas duplas e, por vezes, triplas para conseguirmos pagar as contas que são implacáveis no final do mês, e os boletos não perguntam que o seu consultório teve um bom movimento, ou se o seu gestor público, seja ele estadual ou municipal pagou o seu salário, que é baixo diga-se de passagem.

A carreira pública não é mais emprego, é profissão, e a concorrência para os concursos públicos é altíssima. Sinal de novos tempos.

Outras opções de carreiras na área da odontologia se mostram, além do consultório há a área acadêmica, a administrativa, a empresarial (responsável técnico), a carreira hospitalar, enfim, temos que ser empreendedores, criativos e ousados.

O caminho é inovar e enxergar a graduação não como o fim, mas como o início de tudo. E depois deste breve esclarecimento, concluo que,  o que não muda é o amor a profissão, disso eu tenho certeza, porque é o que nos estimula a optarmos pela odontologia, e a continuarmos nesta nobre profissão, um  sacerdócio voluntário.

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, mestre em Saúde Coletiva, filiada ao Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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| 22/05/2016, 00h:00 - Atualizado: 21/05/2016, 22h:35

A marcha dos vigaristas da cultura

edesio do carmo artigo 400

Edésio Adorno

Esquerdopatas e notórios órfãos do impeachment de Dilma Rousseff, por estupidez lógica ou na lógica da estupidez, pretendem a homogeneização de movimentos heterogêneos e na crista da insanidade ideológica e da delinquência intelectual cometem desatinos brutais sob o pretexto de defesa da cultura. Essa petezada não sabe de nada, não aprende nada e nem esquece de nada, como diria Reinaldo Azevedo.

Os esbirros do Lulopetismo incrustados em entidades representativas que nada representam, segundo leio no Rdnews, resolveram ocupar a sede do Iphan em Cuiabá para protestar contra a extinção do Ministério da Cultura. A coisa é de uma cretinice que extrapola os limites da cara de pau. O mote dos que mamavam nas tetas do extinto Minc para justificar a ocupação é a falácia da defesa da cultura. Nada mais falso!

Não sabe essa meia dúzia de cérebros amestrados que a cultura, enquanto criação, produção e manifestação do pensamento nacional não se resume aos contos e invencionices cariocas e paulistas; não sabe que a política de cultura deve contemplar o Norte, o Nordeste, o Centro Oeste e o Sul do país. Copacabana não é a meca cultural do Brasil.

O que os órfãos da era petista querem não é protestar pela fusão do Minc ao MEC. Na verdade, querem indicar um nome e manter a extinta pasta como feudo para os mesmos de sempre e como ponto de reabastecimento de suas felpudas contas bancárias por meio da Lei Rouanet e da sangria de estatais.

Para falar em nome da UNE – franja remunerada do petismo, emergiu das catacumbas do anonimato um ser de aspecto nosferatiano que foi logo afirmando não reconhecer legitimidade ao governo Temer. Em seguida, grunhiu não aceitar a fusão do Minc ao Mec.  E defendeu a revogação do decreto que estabeleceu a fusão das duas pastas.

 Ora, se o governo é ilegítimo e não aceito, como pretende que este mesmo governo altere uma decisão para satisfazer seus interesses? Se o governo é ilegítimo, a revogação do tal decreto de fusão seria legítimo? E essa sucia tem legitimidade para fazer o que faz?

Será que Lula, o Demiurgo decadente teria, como último gesto, antes de ser destronado aos apupos pelo povo, concedido legitimidade e autorização especial esses matusquelas com cara de caprino adiposo para invadir prédios públicos? Não! As viúvas do impeachment não foram eleitas, não foram escolhidas, ao contrário, foram banidas do governo.

Essa gente de postura assimétrica, contraditória e incoerente, fala besteira porque alimenta seu intelecto com besteira. Avessa aos estudos, desconhece o conceito sociológico de legitimidade e de filosofia decorou algumas frases soltas da decadente Marilena Chauí. Os fundamentos teóricos dos brucutus foram retirados das lições de Tico Santa Cruz.

Dilma Rousseff não teve nenhum voto a mais do que Michel Temer e o Congresso Nacional que a escorraçou da Presidência e deve cassar seu mandato não é biônico. Com o impeachment apenas operou-se o milagre do cumprimento das leis por meios legítimos. Os paladinos da causa cultural não sabem disso. Aliás, não sabem de nada.

O movimento contrário a fusão do Minc ao MEC é liderado pelo diretor do filme “Aquarius”, Kleber Mendonça Filho, que só produziu a merdícula porque contou com grana pública, embora a obra seja privada e na própria deveria ser lançada. O filme é de péssimo gosto. Boicotá-lo é dever de quem tem amor ao país e vergonha na cara!

Como a torneira do Minc se fechou para os vigaristas da “cultura”, a mamata acabou e a vida mansa chegou ao fim, então é preciso protestar, apesar do Governo Temer ter recuado e decidido manter o Ministério.

Protestar pela continuidade da boquinha. E o que é mais estupefaciente, o tal Kleber Mendonça é funcionário fantasma da Fundação Joaquim Nabuco, órgão vinculado ao Ministério da Educação e Cultura em Pernambuco. Isso explica a valentia do bravo petista desempregado que foi vomitar infâmias contra o Brasil no Festival de Cannes, em Paris. Isso inspira os petistas desempregados de Cuiabá. Isso é uma vergonha!

Edésio Adorno é advogado militante em Mato Grosso, mora em Tangará da Serra e escreve exclusivamente neste Blog aos domingos. E-mail: edesioadorno@gmail.com

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Comentários (10)

  • Dejaina M Silva | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 08h01
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    Engraçado, falta vacina para febre H1N1, falta dinheiro para educação, falta segurança pública, o povo esta desempregado, a inflação voltou forte e alguns bacanas vivendo no bem bom com o dinheiro da Cultura. Dinheiro esse que não chega em Cuiabá. Só para os bacanas do Rio de Janeiro e São Paulo. Vida mansa para essa gente, isso é uma zona e ainda tem cara de pau daqui que apoia essa patifaria. Gostei do artigo.

  • Kátia Rosana | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 04h43
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    Romeu Pinto, mesmo você não sendo da área, gostaria de saber sua opinião sobre o tema. O uso de clichê revela sua quase nenhuma familiaridade com o mundo cultural. Na incapacidade de produzir argumentos que justifiquem a pilhagem do erário pelos ratos que roem o dinheiro da cultura, você ataca o escritor. Coisas de petistas ou de membros da seita lulista.

  • Ademir | Domingo, 22 de Maio de 2016, 22h54
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    É a mamata acabou para os órfãos do dinheiro público, terão de trabalhar e viver honestamente de agora em diante, curral eleitoral acaba quando seca a fonte e os mesmos tem de aprender o que é uma carteira de trabalho e uma CLT!!

  • Angelo | Domingo, 22 de Maio de 2016, 22h23
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    Texto eivado de contradições ... a cultura deve ser ser uma política de Estado e não de governo ... mas os coxinhas não conseguem abstrair isso ... pra eles tudo é uma questão de "conseguir uma boquinha" ... são rasos intelectualmente ...

  • H.Romeu Pinto | Domingo, 22 de Maio de 2016, 19h14
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    Esse Edésio não cansa de passar vergonha. É o Pelé dos articulistas. Calado é um poeta...

  • José Roberto | Domingo, 22 de Maio de 2016, 18h56
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    Rasos ficaram os cofres da República depois da passagem desses artistas e intelectuais. Parabéns ao Edesio pela pertinente opinião. Assino em baixo

  • Edmar | Domingo, 22 de Maio de 2016, 14h36
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    Supondo que exista um cidadão com esse nome, vale informar que sua volúpia já está superada porque o golpista defendido já retrocedeu neste aspecto.

  • Aloisio | Domingo, 22 de Maio de 2016, 13h37
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    Só faltou falar que é a favor da volta à escravidão e ao toque de recolher. Não é hora de dar um basta na patrulha ideológica? Esse discurso não convence mais ...

  • Ondino Lima Neto | Domingo, 22 de Maio de 2016, 07h17
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    Parabéns pela forma sensata e direta sobre o assunto.

  • Adauto | Domingo, 22 de Maio de 2016, 00h29
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    Edésio, essa é uma reivindicação de um país não de um partido, seu discurso é tão quanto raso quanto o do partido que engendras seu discurso.

| 21/05/2016, 09h:52 - Atualizado: 21/05/2016, 10h:00

Odontologia estética: questão de saúde

elibel carvalho artigo

Elibel Carvalho

O curso de graduação em Odontologia prepara o aluno para ter uma visão generalista da profissão. Contudo, ao se formar, o profissional procura se especializar para obter destaque no mercado, para se tornar referência pela habilidade de executar procedimentos específicos, ou para se diferenciar pelo conhecimento técnico profundo em uma determinada área.

Em contrapartida, a especialização, a concentração em áreas específicas da profissão, por vezes leva o profissional a ignorar a importância de entregar ao paciente um tratamento completo, que alie saúde, funcionalidade e estética. Por isso, equipes multidisciplinares ou profissionais multiespecializados são cada vez mais procurados, principalmente para a resolução de casos complexos.

A reposição clínica de dentes naturais condenados por implantes dentais representou um dos maiores avanços na odontologia restauradora. A introdução dos implantes na prática odontológica tornou possível a reabilitação de pacientes desdentados, total ou parcialmente, de forma mais adequada e confortável. Porém, até bem pouco tempo, o enfoque principal era apenas a sobrevivência do implante e a manutenção da saúde. Não havia uma grande preocupação com a estética.

No entanto, atualmente, a Odontologia vem buscando a estética de uma maneira muito marcante. A última década representou um avanço muito grande da busca pelo sorriso perfeito. A qualidade estética passou a ser considerada quase tão importante para o sucesso da terapia quanto a obtenção da saúde. Tanto o é que a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a definir saúde como “um estado de bem-estar completo: físico, mental e social, não meramente a ausência de doença e enfermidade”.

Nessa tendência, cada vez mais os pacientes desejam resultados estéticos e funcionais. Quando se utiliza terapia envolvendo implantes, apresentar um resultado que corresponda ou supere as expectativas do paciente é a chave para o sucesso.

Para alcançar resultado estético ideal no tratamento reabilitador é necessário conhecer parâmetros de importância. Precisa-se ter em mente que a perfeição do sorriso depende diretamente da qualidade dos elementos dentais e gengivais que ele contém. A sua conformidade com as regras de beleza estrutural, com as relações existentes entre os dentes e os lábios durante o sorriso e a integração harmônica na composição facial, conjuntamente, são responsáveis pela obtenção do melhor resultado. É nesse ponto que o profissional multiespecializado obtém um resultado mais completo.

Entende-se que a instalação de implantes e próteses em zona estética é um procedimento especialmente desafiador. Contudo, amplamente controlado. Para isso, deve-se lançar mão de todos os recursos disponíveis, tais como, por exemplo: implantes instalados imediatamente após a extração, com coroas provisórias imediatas, evitando-se a contração dos tecidos que ocorreria no lapso temporal entre a extração e a confecção do implante definitivo; correção estética da margem gengival desnivelada; diminuição de faixa gengival excessiva, aumentando o tamanho dos dentes; gengiva de porcelana; enxertos gengivais; coroas de porcelana pura; e lentes de contato dentais de porcelana.

Portanto, quando se planeja a reabilitação de um paciente com uma visão holística, deve-se buscar a solução para seu problema por meio de um tratamento integrado, não fragmentado. Só é possível superar expectativas e, assim, alcançar um diferencial, quando se faz uso de todas as dimensões do conhecimento científico, combinando-se uma variedade de modalidades terapêuticas que devem ser consideradas para orientar uma reabilitação estética mais próxima possível da dentição natural.

Elibel Carvalho é dentista, mestre em periodontia, especialista em implantodontia e odontopediatria

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GOVERNO FEDERAL | 21/05/2016, 08h:20 - Atualizado: 21/05/2016, 08h:27

Leitão elogia Temer e minimiza polêmica sobre os 7 ministros citados na Lava Jato


  O deputado federal Nilson Leitão (PSDB), um dos principais articuladores do impeachment de Dilma Rousseff (PT) na Câmara dos Deputados, avalia como positivas as primeiras medidas adotadas pelo presidente da República interino Michel Temer (PMDB). Além disso, o tucano minimizou o fato de que sete ministros nomeados por Temer são citados na Operação Lava-Jato. 

“O presidente Michel Temer cumpriu seu papel constitucional montou uma excelente equipe para governar o Brasil. Os ministros são líderes políticos dos principais partidos com trânsito no Congresso. A citação na Lava Jato não significa culpa”, declarou Leitão em entrevista ao  Rdnews.

Davi Valle/Rdnews

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 Leitão diz que os ministros de Temer citados na Lava Jato são políticos hábeis e podem ajudar o Brasil

Leitão também considera a polêmica causada pela extinção do Ministério da Cultura (Minc) e outras oitos pastas como desnecessária. A medida gerou reações na classe artística,  que está promovendo ocupações nas Funarte e no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em diversos estados, incluindo Mato Grosso. 

“Desde a posse, o presidente Michel Temer deu demonstrações de responsabilidade perante o país e está fazendo gestão. O debate sobre o Minc é desnecessário. Não adianta ter ministério sem programa nem recursos. É isso que o novo governo precisa garantir”, completou o tucano. 

Além do Minc, a lista dos ministérios extintos inclui Secretaria de Portos da Presidência da República.  Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República,   Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Controladoria-Geral da União, Ministério das Comunicações, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério das Mulheres, Ministério da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos e Casa Militar da Presidência República. 

De acordo com Leitão, Temer foi obrigado a adotar medidas drásticas devido ao descontrole do governo federal no que diz respeito à administração da máquina pública. “Dilma brincava com país. O governo tinha se transformado em quintal do PT. A situação é mais grave do que imaginamos e vai aparecer na medida em que as reformas forem acontecendo”, concluiu. 

 Lava Jato 

Fora o próprio Temer, ao menos sete ministros do novo governo tiveram seus nomes citados nas investigações da Operação Lava Jato. Entre eles,  Romero Jucá (PMDB-RR) - Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) - Secretaria de Governo; e  Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) – Turismo. 

Já os deputados federais  Mendonça Filho (DEM-PE), Raul Jungmann (PPS-PE), Bruno Araújo (PSDB-PE) e Ricardo Barros (PP-PR), que assumiram os ministérios da Educação, Defesa, Cidades e Saúde, respectivamente, são citados na  lista da Odebrecht, apreendida pela Polícia Federal na sede da construtora, em março deste ano, durante a 23ª fase da Lava Jato.

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Comentários (4)

  • Angelo | Segunda-Feira, 23 de Maio de 2016, 10h48
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    Esse Leitão é investigado pelo STF, ele não tem moral e nem ética pra emitir opinião política sobre nada e ninguém ...

  • Zé França | Domingo, 22 de Maio de 2016, 08h30
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    O Presidente Interino Miclhel Temer para conseguir Governar não tem outro caminho que é distribuição dos Ministérios para os partidos que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff (PT) na Câmara dos Deputados e no Senado para aprovar o necessário para que o Brasil saia dessa terrível recessão. Tem que ter pulso firme para que as raízes de corrupções não permaneçam no Governo Federal, Governos Estaduais e Governos Municipais, só assim o Brasil ser um Pais Digno e com Povo Feliz.

  • Jorge | Sábado, 21 de Maio de 2016, 17h40
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    Jorge, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • Leo De Marco | Sábado, 21 de Maio de 2016, 08h39
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    Como é que seria chamada essa "montagem" de governo por Temer, se fosse realizada pelo PT? Aparelhamento político. Mas como não é PT pooooooode.

| 21/05/2016, 07h:10 - Atualizado: 21/05/2016, 14h:08

A terceirização do ensino

akio materia estreia colunista

Akio Maluf Sasaki

Muito se fala sobre a proposta do governo de terceirizar o ensino público, desde os colégios até os professores, mas pouco se discute as razões, benefícios e os malefícios. Não viso defender um certo ponto de vista, mas planejo hoje apresentar os dois lados de uma mesma moeda e permitir a você, isso mesmo, a você leitor, formar uma opinião tendo visto as duas visões.

Bem, vamos lá. Para o governo, a terceirização pode ter de benefício o seguinte:

  • 1- Toda a despesa de contratação de professores, pessoal, segurança e até merenda fica terceirizado, situação que desafoga a quota de pessoal da Lei de Responsabilidade Fiscal e permite a contratação de outros profissionais, como por exemplo policiais.
  • 2- Aumento de cargos efetivos “essenciais”.
  • 3- Permite ao Estado pagar para que alguém cuide e fiscalize a educação, dificultando desta maneira aqueles velhos batedores de ponto que não entram em sala de aula fazem anos. 
  • 4- A terceirização retira do Estado a responsabilidade direta do ensino e transfere para a inciativa privada, tornado-os imunes de qualquer “culpa” imputada por adversários políticos.

 

  • Como não poderia faltar, vamos aos contras:
  • 1-  Acaba com o concurso público para professores.
  • 2- É pouco provável que esse professor tenha direito ou consiga uma licença remunerada para realizar um mestrado ou doutorado, situação que o Estado proporciona.
  • 3- A educação vai ser “privatizada” (Se é que isso vai se tornar algo ruim).
  • 4- Ao invés de visar uma educação de ponta, as escolas visarão dar lucro com a verba repassada pelo governo federal/estadual.

 

Você deve ter observado que existem pontos positivos e negativos no que diz respeito a terceirização do ensino público, assim como que nenhum modelo irá agradar a todos, mas é necessário tomar uma decisão e apoiar algum deles, pois o futuro de nossos filhos e netos dependem desta decisão hoje.

Se cobrar pelo ensino básico já foi considerado ilegal por parte do Estado, resta a  nós pais e pessoas que estão construindo um novo “Brasil” lutar para que permaneçam assim e que o povo (independente da renda) possa ter uma educação de qualidade)

Por isso, após apresentar as situações possíveis, acredito que, apesar do “inferno” estar cheia de boas intenções, se não entregarmos a administração destas unidades de ensino à iniciativa privada, temo só piorar.

Por fim, espero que, independente da sua opinião, você respeite a dos outros e tente defender aquela que você acha mais justa e mais correta para o seu Estado/nação, afinal, você faz parte desta pátria verde e amarela ou da que se identifica e você tem todo o direito de se manifestar e ser ouvido.

 Akio Maluf Sasaki é acadêmico de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), atua em cooperação internacional do turismo e escreve neste Blog todo sábado - akio@pontodeapoioturismo.com.br

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exterior | 20/05/2016, 16h:22 - Atualizado: 20/05/2016, 16h:24

Medeiros diz sentir “vergonha alheia” por parlamentares que citam golpe no Brasil


Reprodução

senador_medeiros

     Senador Medeiros diz que a democracia está em ordem

O senador José Medeiros (PSD) afirma que sentiu “vergonha alheia” ao ver colegas parlamentares brasileiros usarem a reunião da Assembleia Parlamentar Euro-Latino Americana (EuroLat), ocorrida nesta semana em Portugal, para denunciar o suposto golpe que estaria acontecendo no Brasil, após o Senado abrir o processo de impeachment contra a presidente afastada Dilma Rousseff (PT).

O social-democrata disse: “Isso é apenas um desserviço ao país! Aqueles que saem do Brasil para defender a tese do golpe afugentam os investidores internacionais”. Medeiros, que também participou do Eurolat, ressalta que a maior parte dos parlamentares da Europa e da América Latina consideram que a democracia não está ameaçada. “Tirando os bolivarianos e os petistas que ali estiveram, ninguém está preocupado com essa história”.

O senador, ao criticar o uso da palavra “golpe” para definir o processo de impeachment, destacou que o impedimento de Dilma tem seguido todo o devido processo legal. “Estão criando um clima de vitimização. No Brasil, neste momento, tudo está em seu lugar. As instituições estão sólidas, a democracia não está em risco e não existe golpe”.

Embaixador

Durante o discurso, Medeiros citou a fala do embaixador dos EUA na OEA (Organização dos Estados Americanos), Michael Fitzpatrick, que rechaçou a afirmação de países membros da entidade, como Venezuela, Bolívia e Nicarágua, de que há um “golpe” em curso no Brasil.

“De forma muito lúcida e direta, como é próprio dos norte-americanos, o embaixador disse claramente para a imprensa mundial: no Brasil está correndo um processo legal, a democracia está normalmente acontecendo e as instituições estão fortes e sólidas”, concluiu. (Com Assessoria)

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Comentários (5)

  • Leo De Marco | Sábado, 21 de Maio de 2016, 08h44
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    Vergonha deveria ter quem, sem nenhum voto, está julgando e condenando alguém que obteve mais de 54 milhões de voto. Esta deveria ser a grande vergonha, entrou pela "terceira" janela e está se esbaldando na festa da hipocrisia.

  • Marcus Vinicius | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2016, 22h58
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    vergonha nois sentimos quando vc nos representa sem ao menos ter um unico Voto..deixa de ser falastrao...vc é o dono da verdade?

  • rondonopolitano | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2016, 21h32
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    Chora Senador sem voto.

  • Antonio | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2016, 18h50
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    Esse senador sem voto só fala asneiras. Envergonha o Mato Grosso com suas colocações imbecis.

  • joao soares | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2016, 17h26
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    2

    vergonha MT sente quando voce abre a boca, só sai besteira

| 20/05/2016, 06h:33 - Atualizado: 20/05/2016, 06h:41

Atenção as garantias dos produtos

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Elga Figueiredo

Quando adquirimos um produto, sabemos que ele encontra-se amparado por duas garantias, a do contrato estabelecido com o fornecedor e a do Código de Defesa do Consumidor. 

A garantia contratual é o prazo concedido pelo fornecedor ao consumidor, para reclamar dos defeitos do produto, e está disposto no manual do produto. Essa garantia trata-se de mera liberalidade do fornecedor de dar a seu cliente um prazo para que este possa reclamar sobre eventual defeito do produto adquirido, é estabelecida na avença entre as partes da relação de consumo.

Já a garantia legal de um produto trata-se de norma legal e, dessa forma, deve ser respeitada. Portanto, o consumidor tem o prazo de 90 (noventa dias) da compra, sem que nada possa ser cobrado do mesmo, ou seja, nesta garantia o consumidor não pode arcar com nenhum tipo de despesa referente a vicio no produto, ex: taxas de envio do aparelho para uma assistência técnica em outro estado, peças do aparelho, visita técnica, entre outros.

Assim tem-se que nada pode ser cobrado do consumidor no período da garantia legal, isto é valido para qualquer produto em seus 90 dias de garantia inicial, variando claro, o tempo de 90 dias para bens duráveis e 30 dias para bens não duráveis. 

Tendo em vista que o prazo de 90 noventa dias (produtos duráveis) e 30 dias (não duráveis) da garantia, também é o prazo que o consumidor tem para reclamar ao fornecedor sobre qualquer vicio ou defeito constatado, e ainda sendo tal prazo decadencial, importante falar sobre a questão que esta sendo bastante debatida, no que se refere ao aumento do prazo da garantia legal.

Existe uma mobilização, da qual compartilho o entendimento, que pugna pelo elastecimento do período da garantia legal para os produtos comercializados em nosso país. A garantia legal que é de três meses aqui no Brasil, em outros países como os da Europa, por exemplo, a garantia é de 02 anos.

Denota-se que esse aumento do prazo da garantia legal de 3 meses para 2 anos ofereceria mais conforto e segurança ao consumidor que é hipossuficiente e costumeiramente não se atenta aos prazos inerentes a relação, como também por obvio, serviria para melhoria dos produtos comercializados, sendo esse elastecimento valido.

Por fim, importante frisar que o prazo de decadência para a reclamação de defeitos surgidos no produto não se confunde com o prazo de garantia pela qualidade do produto, que pode ser convencional ou, em algumas situações, legal.

O Código de Defesa do Consumidor em seu artigo 26, não traz, exatamente, um prazo de garantia legal para o fornecedor responder pelos vícios do produto. Há apenas um prazo para que, tornando-se aparente o defeito, possa o consumidor reclamar a reparação.

Elga Figueiredo é empresária e advogada, especialista em direito do consumidor e escreve exclusivamente neste Blog toda sexta - e-mail: elgafigueiredo@hotmail.com

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| 20/05/2016, 00h:00 - Atualizado: 19/05/2016, 22h:03

O dia depois do golpe

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Antonio Cavalcanti Filho

As manifestações de rua ocorridas no ano de 2013 em todo o país, (antes de surgirem os movimentos golpistas dos coxinhas midiotizados e nazi-doidos), mostraram que a população estava cansada do modelo de estado, da precariedade na prestação de serviços, dos objetivos das políticas públicas, e deixava de confiar nos políticos e gestores de um modo geral, negando a política.

A leitura que os dirigentes dos partidos políticos fizeram daqueles fatos foi absolutamente equivocada, os “pacotes” votados às pressas no Congresso estavam bem aquém do desejo (ainda que não revelado) das pessoas que foram as ruas, e isso resultou numa apatia pelas urnas nas eleições gerais seguintes, em 2014.

Mas o pior nem foi isso. As pessoas deixaram de olhar para a Política “com ‘P’ maiúsculo” que de fato interessa, e muda a vida das pessoas.

A reforma política, mudando partidos, coligações, financiamento da campanha, cotas etc., a mais importante de todas, não foi realizada, e isso gerou um parlamento com muitos “Cunhas”, políticos feiosos, indecentes e que gostam de dólar (só para sacanear uma revista -panfleto que está à beira da falência).

Juntando a vontade desses “representantes do povo”, com a dos partidos políticos derrotados naquela eleição de 2014, mais os interesses da classe dominante, representada no pato amarelo da FIESP e alimentada pelo Partido da Mídia Golpista, o PIG, criou-se o golpe reacionário e anti-povo disfarçado de impeachment, tal qual vemos atualmente, com uma presidente da República deposta do cargo, sem fundamento legal, ainda que seus “juízes” tenham muita culpa no cartório e nas delegacias de polícia.

E o que isso interessa na vida das pessoas?

O Brasil reserva um trilhão de seu orçamento para pagar dívidas (e aí inclui os Estados e municípios) só que ninguém sabe onde foi investido esse dinheiro e nem sabemos se de fato devemos (é provável que tenha escorrido pelo ralo da corrupção).

Sob o argumento de manter “pagamentos da dívida em dia” estarão sendo surrupiados direitos dos trabalhadores e das famílias mais vulneráveis, diversas bolsas de apoio a estudantes de graduação e pós-graduação já foram cortadas, as prestações de casas populares serão reajustadas e os escassos programas de atendimento à saúde serão atacados (já começaram a treinar bombeiros militares para dirigir as ambulâncias do SAMU, que deverá ser extinto).

A Controladoria Geral da União (CGU), órgão reconhecido no mundo inteiro por sua expertise no controle interno, controle social e combate à corrupção já desapareceu com uma canetada golpista. O Sistema Único de Saúde (SUS) também já caminha para o mesmo malfadado fim.

E o que tudo isso impacta na sua vida?

Bom, a população de pedintes nas beiras de rodovias, semáforos e portas de condomínio chiques vai aumentar, as pontes de concreto e viadutos inacabados finalmente terão utilidade como moradia dos despejados do “Minha Casa Minha Vida” sem condições de arcar com as prestações.

E tudo isso serviu a que?

Para que uma turma de golpistas derrotados nas urnas em quatro eleições seguidas consiga se instalar nas entranhas do poder, abafar com as investigações contra corruptos, impor terror à população, suprimir direitos e continuarem se locupletando com dinheiro roubado do povo.

Reclamar a quem, se os 'ministros do Golpe' têm linha direta com o Supremo Tribunal Federal e são advogados do PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que manda nas cadeias que abrigam 700 mil presos em todo o país?

Antonio Cavalcante Filho, cidadão, escreve neste Blog toda sexta.
E-mail: antoniocavalcantefilho@outlook.com;
facebook.com/antoniocavalcantefilho.cavalcante
 e 
http://antoniocavalcantefilho.blogspot.com.br

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Comentários (7)

  • ROSA | Sábado, 21 de Maio de 2016, 01h37
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    Sempre mamou nas tetas do governo.

  • Costa Junior | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2016, 17h35
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    Só tenho três coisas pra dizer à este petista metido a escritor: Primeiro, a casa da vagabundagem caiu. Segundo, escolha um dentre dois países excelentes pra você viver, ainda te dou uma ideia, quem sabe Cuba ou Venezuela, lá eles coadunam com os mesmos ideais revolucionários que batem em seu peito. Terceiro, agora vocês terão que trabalhar cambada de vagabundos e desordeiros.

  • renatonb | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2016, 14h00
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    O problema dos petistas é que eles não gostam de trabalhar. Vai pegar uma enxada e carpir mato .

  • hercules sguarezi | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2016, 13h23
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    Ô o vecchio babon de textos rebuscados aí de novo....kkkkk, esse senhor é engraçado demais, até imagino ele sentado atrás do computador digitando e pensando "hehe, hoje vou detonar! hoje meu artigo tá supimpa, hehe"...

  • João | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2016, 13h12
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    Realmente é artigo cômico... Esse deve ser bolivariano! Vá pra Venezuela, fique uns tempos por lá e depois volte aqui e tente escrever as mesmas besteiras! Que falta de conhecimento... Tá pensando que engana quem?

  • JEFERSON MATOS | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2016, 06h45
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    Quero agradecer o RDNews por criarem esse espaço nas sextas feiras para pessoas comuns e medianas escreverem artigos cômicos. Eu compartilho no meu e-mail os artigos desse cidadão aí com meus amigos e eles riem até a barriga doer. Tenho pena do Cavalcante, só isso.

  • ADE | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2016, 06h38
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    SR;LEMBRA DO MAIOR GOLPE DA HISTORIA?ELEIÇOES 2014;NUNCA OUVI TANTA MENTIRA AO MESMO TEMPO COMO AS QUE SRA DILMA FALOU DURANTE TODA A CAMPANHA. PORTANTO SEU ANTONIO,VA PROCURAR SUA TURMA PRA ENSACAR VENTO.

nos bastidores | 19/05/2016, 19h:00 - Atualizado: 19/05/2016, 19h:01

Deputado afirma que já preencheu cota e nega indicação do cunhado para Seplan


AL

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  Deputado Wilson Santos nega indicar cunhado para comandar Seplan

O líder do Governo na Assembleia, deputado estadual Wilson Santos (PSDB), nega os rumores de que está articulando nos bastidores para emplacar o cunhado José Bussiki Figueiredo, como titular da secretaria estadual de Planejamento (Seplan) para substituir Marco Marrafon. Segundo o tucano, sua cota de indicações para cargos na equipe do governador Pedro Taques (PSDB) está preenchida desde o ano passado.

“Não fui consultado pelo governador e nem quero opinar sobre esse assunto. Minha cota está preenchida e tenho o mesmo número de indicados que todos os deputados da base governista”,  garante. Pelo acordo firmado no inicio da gestão, cada deputado governista teria direito a 20 indicações. Entretanto, o acerto contempla apenas cargos DGA-4 para baixo, excluindo secretários, adjuntos e coordenadores. 

Adjunto de Planejamento e Gestão da Seplan, Bussiki foi cotado para assumir a titularidade, porque Marrafon está sendo remanejado para assumir a secretaria estadual de Educação (Seduc). A mudança no staff será confirmada por Taques, que retorna dos Estados Unidos amanhã (20), nos próximos dias.

Marrafon assume a Seduc no lugar de José Arlindo, que retornará à função de secretário do Gabinete de Governo. As mudanças na pasta iniciaram no último dia 3, quando Permínio Pinto (PSDB) pediu demissão após o Gaeco deflagrar a Operação Rêmora, que desvendou esquema de direcionamento de licitações e cobrança de propina sobre reformas de escolas avaliadas em R$ 53 milhões. 

Apesar de negar a indicação, Wilson lembra que o cunhado é gestor governamental, servidor público há 20 anos e entrou no Governo por escolha do próprio governador. “O Bussiki até já assumiu a Seplan, quando Marrafon precisou se ausentar. Qualificação não falta”, conclui.

Bussiki foi secretário de Finanças de Cuiabá no período em que Wilson foi prefeito. Entre outras coisas, conseguiu regularizar a folha de pagamento em 60 dias. Quando o tucano assumiu em janeiro de 2005, a folha estava com três meses de atraso. 

Marrafon assume Seduc; governador deve nomeá-lo na próxima semana

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Comentários (4)

  • João Menna Neto | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2016, 11h40
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    Quem posa de "estadista" como o nobre deputado WS não passa mesmo de um clientelista contumaz. Esse é o caráter da maioria dos políticos do Estado e até mesmo de outras notáveis figuras instaladas nas três esferas de poder. "Não precisa ser competente, basta ser próximo ou possuir a mesma genética". E para o povo nada!!!!

  • Bertold | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2016, 11h01
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    Quando o Wilson Santos fala da sua cota e as dos demais deputados, fica claro que os partidos políticos são apenas veículos para o clientelismo.

  • Carlos | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2016, 06h51
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    Deputado você poderia indicar o seu mapa político dentro do governo estadual, com nome e cargos ocupados por sua indicação.

  • Marciel Sousa | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2016, 21h35
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    Dai se vê que tem interesse por trás de tudo o que menos importa é a competência e mto menos a honestidade, è uma vergonha

Inflação | 19/05/2016, 13h:50 - Atualizado: 19/05/2016, 17h:46

Botelho afirma que comissionados da AL receberão RGA, mas não garante os 9%


O vice-presidente da Assembleia, deputado estadual Eduardo Botelho (PSB), tranquiliza os servidores comissionados de que também terão recomposição salarial. Isso porque, os funcionários DAS estavam preocupados, uma vez que não serão beneficiados pelo Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS), que tramita no Legislativo  e o acordo que está sendo articulado  pela Mesa Diretora é de que o Reajuste Geral Anual (RGA) não será dado aos servidores efetivos caso o PCCS seja aprovado.

Atualmente na Assembleia, são cerca de 1,1 mil cargos DAS e 600 são efetivos. Os salários, segundo Botelho, vão de R$ 800 a R$ 18 mil, que é pago para cargos de secretários.

Maurício Barbant/ALMT

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 Deputado estadual Eduardo Botelho afirma que os comissionados também merecem receber RGA

Para Botelho, não é justo que os comissionados fiquem de fora do reajuste, uma vez que os funcionários exercem as mesmas funções de um efetivo. “Estamos estudando uma alternativa para eles, algo diferenciado porque eles também têm que ter recomposição. Acho que os efetivos têm direito, mas os DAS também têm. Eles trabalham tão quanto efetivos”, salienta o socialista ao Rdnews.

Apesar de defender o pagamento da recomposição aos servidores comissionados, Botelho declara que ainda não é possível prever se será pago 9% da correção da inflação. O percuntual é inferior aos 11,28% dos servidores dos demais Poderes porque a data-base é diferente, de abril a maio. 

Isso porque, segundo o parlamentar, é preciso analisar o limite constitucional que pode ser gasto com pessoal. “Assembleia está assumindo muito custo que não era dela, como os inativos. Isso tudo é computado no custo de pessoal para dimensionar a LRF, então tem que fazer essas contas para ver possível”, justifica.

Maluf desmente Sefaz e garante que não está no limite para contratações

Conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o limite máximo de gasto com pessoal é 1,77% da receita corrente líquida. Em novembro, segundo Botelho, o Legislativo tinha atingido 1,56%, abaixo do limite de alerta que é de 1,59% e do limite prudencial que é de 1,69%.

Acordo

 O presidente da Assembleia Guilherme Maluf (PSDB) já havia anunciado o acordo feito com servidores do Legislativo. O tucano afirmou que caso o PCCS dos servidores tramitassem, o RGA não seria pago. Acontece que o ganho real do Plano seria maior que a recomposição salarial de 11,28%.

PCCS dos servidores da AL começa tramitar; Maluf deve cancelar RGA

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  • Marcos | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2016, 17h01
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    É possível prever que não vão pagar 11,28% porque o valor da RGA da Assembleia não é isso, é de 9,83%, porque a data-base é diferente do Governo. Na assembleia é contado de janeiro a dezembro. Vamos prestar mais atenção, “imprensa”

| 19/05/2016, 10h:14 - Atualizado: 19/05/2016, 10h:28

Turismo e políticas públicas

fabio artigo

Fábio Rodrigues Pereira

O turismo pode ser analisado como uma ramificação das ciências sociais aplicadas que estuda as relações humanas no contexto ambiental, cultural, econômico e social.

Entende-se por políticas públicas o conjunto de iniciativas por parte do Estado que visam implementar ações nas áreas sociais, econômicas, entre outras, visando a melhora da qualidade de vida da população como um todo. Nesse contexto, destaca-se o turismo como uma atividade potencial para contribuir no aspecto de desenvolvimento da sociedade.

O segmento pode ser viabilizado como uma política pública estratégica para contribuir no processo de desenvolvimento social, por meio da elaboração de parcerias com organismos internacionais e entre os Entes da Federação no caso do Brasil, por exemplo.

O Brasil apresenta uma imensa diversidade cultural, miscigenação de etnias, culinária, gastronomia, recursos naturais, tais como: cavernas, cachoeiras, ilhas, lagos, montanhas, praias, rios e biomas diferenciados; enfim uma gama de atrativos culturais e naturais, serviços e variedades de promoções, comprovando a sua vocação turística por natureza.

Ao longo dos anos, aproximadamente numa trajetória de 40, 50 anos ou mais de história profissional e mercadológica no setor de turismo, contextualizam-se alguns avanços no país, advindos da elaboração de políticas públicas por meio da implementação de cursos de nível técnico e superior inseridos na estrutura educacional, descentralização de órgãos de turismo na esfera federal. Com isso, instituíram-se, autarquia (EMBRATUR), conselhos, departamentos, secretarias de Turismo nos Estados da Federação e nos municípios. Entretanto, nessa analogia é importante destacar uma análise aprofundada a respeito do papel dos agentes públicos no processo de aplicabilidade dos recursos financeiros sob a finalidade de gerir as iniciativas para fomentar e regular a atividade turística?

O Ministério do Turismo, como hierarquia maior do sistema brasileiro, e as secretarias de Estado e ou órgão responsável descentralizaram suas ações, executaram seus planos, atingiram suas metas e objetivos propostos, bem como na captação de capital financeiro, na formatação de produtos turísticos, no desenvolvimento de parcerias com universidades públicas, Prefeituras, iniciativa privada, dentre outros.

Qual o posicionamento da Associação Brasileira de Turismologos e profissionais de Turismo - ABBTUR (entidade civil sem fins lucrativos) e dos sindicatos do setor no sentido de questionar sobre os investimentos para a atividade e principalmente o aspecto de participação, envolvimento e mobilização dos guias e bacharéis em Turismo e dos demais profissionais da área?

Inserido nesse mercado, o Estado de Mato Grosso possui 141 municípios com a possibilidade de se trabalhar os valores potenciais culturais e turísticos se destacando por possuir bens naturais, culinária regional, danças típicas, ecossistemas distintos como: o Pantanal, o Cerrado, e o Amazônico, além das bacias hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Araguaia-Tocantins, dentre outros atrativos.

Com essas características potenciais a região se constitui em grande divisora de investimentos para o setor turístico, representando uma base significativa para a construção de uma oferta turística vasta e diversificada, com a finalidade de implantar produtos diversos e de qualidade com o foco de inserir de forma competitiva no mercado, aliada ao processo de desenvolvimento sustentável.

No Estado de Mato Grosso considera-se que qualquer forma de legislação, viabilização de capital, implementação e aplicabilidade das diretrizes políticas sobre o turismo passa pela ordem do Estado enquanto agente público regulador e fomentador das iniciativas sociais.

Com isso, almeja-se a inserção, participação e o envolvimento técnico da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) por meio do curso de bacharelado em Turismo com o objetivo de auxiliar na formatação dos trabalhos e projetos técnicos que vão nortear o desenvolvimento da atividade turística na região. Sendo assim, estabelecendo um beneficio social para a sociedade.

Considerando esse aspecto fundamental, a política de turismo deve ser viabilizada por meio de regras, regulamentações, objetivos, metas e estratégias de desenvolvimento e promoção (planejamento/marketing) que forneça uma estrutura na qual as decisões do poder público provoquem impactos positivos nas localidades potenciais.

Paralelamente, levando em consideração as facetas mercadológicas do turismo, torna-se fundamental avaliar e refletir sobre as questões de valorização profissional dos turismólogos, dos trabalhadores do setor, unificação de uma estrutura educacional, regulamentação do piso salarial, elaboração de uma legislação específica, participação em concursos públicos, entre outras temáticas e principalmente adquirir o reconhecimento por parte dos Entes da União, Estados e Municípios em prover o turismo como uma política pública importante, estratégica no combate as desigualdades sociais no processo de melhoria da qualidade de vida.

Fábio Rodrigues Pereira é turismólogo da Universidade do Estado de Mato Grosso e pós-gaduado em Educação Ambiental pela Faculdade Fênix de Ciências Humanas e Sociais do Brasil (GO). E-mail: fabioropereira@gmail.com

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Comentários (1)

  • Agente de Turismo | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2016, 15h38
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    Falou, falou e não falou nada! Falta um pouco de prática e menos teoria no teu texto, não? Até aquele garoto que escreve sobre turismo de vez em quando aqui fala umas coisas mais uteis e mais próximas de nós leitores.

| 19/05/2016, 09h:40 - Atualizado: 19/05/2016, 09h:48

Deixa o homem trabalhar

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Maria Rita

Tempos difíceis. Recém-saídos de um processo de votação de impeachment e olhando para um governo federal “pseudo neófito”. Está bem complicado formular uma opinião. Ministros investigados, sem perfil técnico e para coroar há não uma única mulher no primeiro escalão.

Não ajuda muito o fato de retirarem do ministério da Cultura o status de ministério e vinculá-lo à Educação. Michelzinho escolhe o novo slogan do Governo e algum criativo, por descuido, erra na quantidade de estrelas que deveriam representar cada Estado da União. 

Este é o olhar sobre o universo político nacional que a nova oposição esquerdista quer nos fazer enxergar. Acredito que, mesmo se todos os ministros fossem mulheres negras, nordestinas, pobres, anãs e gays as criticam viriam.

Mesmo que não topassem discutir o modelo de Previdência falido que temos, que diminuíssem para dois o número de ministérios e ainda aceitassem encarar uma reforma política e tributária séria desde o início do governo seriam criticados.

Tudo tem dois lados e esses dois lados não conseguem ver o lado bom um do outro. Até mesmo eu fico um pouco dividida. Tem que ter mulher em ministério?

Acredito que há muitas competentes. No mundo de hoje vejo como uma atitude natural escolher entre tantas opções uma que corresponda bem as expectativas de determinado cargo. Mas, ao mesmo tempo, penso que é muito cedo para começar a tecer críticas.

Da mesma forma, acho precipitado dizer que o pacote temporário de diminuição de ministérios, incluindo aí a Cultura, é um retrocesso. E para finalizar um descuido na produção e aprovação da logo do Governo pode ser apenas um descuido.

Pega mal? Pega. É o fim do mundo? O sinal dos tempos? Longe disso.

Vamos dar uma folga para o novo governo. Dilma precisou de anos para começar a ser criticada e agora com menos de uma semana Temer já levou várias saraivadas. Pois o PT e toda a esquerda acaba de voltar a fazer o que sabe de melhor: oposição.

Claro que o novo time do governo, formado às pressas, deixa a desejar. Mas, diferente de grande parte das pessoas intolerantes, acredito que temos que dar uma oportunidade ao novo presidente.

Vamos esperar o tempo necessário para que as mudanças recém-implantadas possam surtir algum efeito. Caso nada se mostre interessante de ser mantido neste pacote de medidas até bem ousadas teremos que intervir. Mas para isso é preciso antes confiar.

O mercado financeiro já deu sinal de melhora e precisamos de tempo para olhar o quadro nacional com certo de distanciamento e menos paixão. Hoje é muito difícil formular uma opinião, pois as opiniões estão muito extremadas e não aceitam uma discussão saudável.

Não há jornal, site noticioso, post de petralha ou coxinha com discurso pelo caminho do meio. Daqui um tempo posso dar minha opinião, mas não será hoje ou amanhã que conseguirei saber que a tentativa do novo presidente foi acertada. Até lá espero que todos deixem o homem trabalhar.

 Maria Rita Ferreira Uemura é jornalista, empresária, diretora da empresa de eventos de aventura ULTRAMACHO e escreve exclusivamente toda quinta-feira neste Blog (www.ULTRAMACHO.com.br) - e-mail: ferreirauemura@gmail.com

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Comentários (10)

  • Pedro | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2016, 20h17
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    Se o juiz Sérgio Moro fosse um juiz de fato, um juiz sério ou um juiz que quer combater a corrupção, e fizesse uma visita à esplanada dos ministérios, em Brasília, ele faria uma limpa naquele bando de ministros corruptos empossados pelo TRAIDOR, GOLPISTA e FICHA SUJA Michel Temer.

  • jose marcio moreira parente | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2016, 16h25
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    Não precisa ser gênio, para perceber que o governo de Dilma Roussef, foi um governo populista, preocupado exclusivamente com o seu partido e em ganhar popularidade distribuindo, sem critério, o dinheiro público. Foi administrativamente negligente e, quem sabe, conivente com os desmandos que findaram reconduzindo o Brasil para uma inflação grave de dois dígitos. Foi um governo em que o crime organizado, e o desorganizado também, passou a dominar o país e a ganhar as primeiras páginas dos jornais. as maiores empresas públicas foram roubadas e encontram-se em sérias dificuldades, mas há dificuldades para se chegar aos principais lideres dos assaltos. Espero que a operação LAVAJATO DA POLÍCIA FEDERAL encontre os principais e tome de volta o dinheiro público por eles roubado. Espero que o Dr. Sérgio Moro, , continue o seu trabalho e que tenha além da proteção do novo governo para trabalhar, também a proteção divina que o ilumina.

  • Gilston | Sexta-Feira, 20 de Maio de 2016, 06h49
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    Teria que ter deixado a Mulher trabalhar. O Temer,ajudou o Brasil afundar nesta crise.Ele e o PMDB dele, governou o país junto com Dilma. Fez também as pedaladas a qual derrubou Dilma da presidente. Eu concordo uma coisa: se o Temer convocar novas eleições no Brasil.Na verdade, eu não acredito no Impeachment de Dilma não. Se se houver; o Brasil terá um grande terremoto politico e econômico. Terá um efeito dominó a começando pelo Temer que fez também Decretos para as pedaladas, quando no cargo de presidente e teremos os impeachment direto jurisprudência, de 17 governadores incluindo o PEDRO TAQUES do MT. veja http://www.rdnews.com.br/orgaos/oab-so-se-posiciona-sobre-possiveis-pedaladas-de-taques-apos-denuncia/71174

  • João Lemos | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2016, 20h53
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    Outra coisa Dilma, levou "porrada" desde que estava na Petrobras, Casa Civil e depois como presidente, agora a crise acabou? Temos que trabalhar!!! Conversa fiada tá todo mundo trabalhando, respeite isso moça... tentando jogar a culpa no trabalhador pela crise. A crise começou qdo a camâra segurou tudo essa é a verdade sobre o comando de Cunha.

  • João | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2016, 20h50
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    O novo mantra, que se colocaram "trabalhar" e "trabalhar" antes era culpa do governo... agora nós trabalhadores pagamos o pato. Tendenciosa essa reportagem.

  • João | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2016, 20h49
    3
    0

    O novo mantra, que se colocaram "trabalhar" e "trabalhar" antes era culpa do governo... agora nós trabalhadores pagamos o pato. Tendenciosa essa reportagem.

  • Cesar Souza | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2016, 16h20
    2
    6

    Air petralhada txchega chora! kkkkk Só reclama. Tiveram mais de uma década e derrubaram o país. Espera um pouco e verá o crescimento! Bando de chorão!

  • Pedro | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2016, 15h31
    8
    2

    Qual o compromisso, com a população, de um governo plantado por meio um processo de impeachment sem crime de responsabilidade? De um governo composto de notáveis corruptos e fichas-sujas e, que, no primeiro ato extingue o Ministério da Cultura e a CGU, dentre outros órgãos e ministérios, não há muito o que esperar. Aliás, pelo que já pode ser visto, o povo vai pagar o pato! E se você que é pobre e bateu panelas contra a corrupção, é melhor parar de comemorar a queda de Dilma e começar a colocar as barbas de molho, porque já foi anunciado flexibilização da legislação trabalhista (terceirização) e aumento de tempo de contribuição para aposentadoria (provavelmente você morrerá antes de se aposentar).

  • Quintino | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2016, 13h33
    2
    5

    Apoiado.

  • Air | Quinta-Feira, 19 de Maio de 2016, 13h12
    5
    1

    Maria Rita, a neófita em jornalismo político deve ser vc. KKKKKKK

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