Blog do Romilson

| 06/01/2017, 12h:16 - Atualizado: 06/01/2017, 12h:44

Cadê o MBL e seus congêneres?

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Antonio Cavalcante

Muitas pessoas respiraram aliviadas nestes últimos dias, dando graças a Deus pelo fim do ano velho, com muita esperança de que algo de diferente apareça neste novo ano, e que as angústias pelas dores e incertezas sejam “coisa do passado”. Vejo muita ingenuidade nessa conclusão, principalmente porque não é o tempo que muda a realidade, e sim as pessoas, com a adoção de novos valores, novos projetos, novas esperanças, isso de fato gera mudanças.

O ano que passou não foi ruim. Ruim foram as pessoas em 2016. E são elas que devem mudar, trocar suas atitudes, suas visões de mundo, na busca de luz, solidariedade, justiça e esperança.

A primeira semana do ano de 2017 está bastante calma em Mato Grosso, sem escândalos, ninguém se apropriando da “res pública” (ao menos por enquanto ninguém assim foi flagrado), e talvez seja porque a “alta cúpula” do poder está fora, desde o Executivo, passando pelo Legislativo, curtindo as belas paisagens praianas de Floripa.

O Estado está sendo tocado por servidores de carreira, e isso faz a diferença. Há os comentários jocosos de que o governador, seu vice e o presidente da Assembleia deveriam continuar fora de Mato Grosso, pelo menos esse “restinho” de mandato, assim as coisas funcionariam bem por aqui.

Mas isso não quer dizer que nossos problemas se acabaram. No “fechar” do ano foram publicadas diversas leis que tratam da mudança do Fundo Estadual de Habitação (Fethab), o que onera mais a produção e destina seus recursos para algumas finalidades que não ficaram bem claras. Posso deduzir que setores privilegiados foram ainda mais contemplados.

Houve a publicação de diversos decretos orçamentários, aumentando o cipoal tributário do Estado, prática que era combatida pelo governador quando era apenas e tão somente um candidato.

Isso se chama “pedalada”?

Por onde andam os coxinhas militontos “camisa amarela” do MBL (Movimento Brasil Livre), os midiotas do “Vem Pra Rua”, do “Muda Brasil, e os nazi-doidos dos Revoltados On Line e tantos outros fascistas que se esgoelavam nas ruas contra Dilma Roussef, pedindo o impeachment sem crime, dizendo que era só ela sair da cadeira presidencial que “jorraria leite e mel”? Onde estão aqueles golpistas que diziam que o “impechment” acabaria o desemprego, abaixariam os juros, a gasolina e a corrupção???...

Pois bem.

Por aqui em Mato Grosso o roubo da Seduc ainda não está esclarecido, e é bem provável que o “beiço” em R$ 56 milhões vá ficar sem nenhuma punição. Os caras estão fazendo confissões “meia-boca” e de imediato saem da cadeia, são sustados os processos e a “lista de santos” a serem canonizados aumenta, para desespero de quem defende de verdade a ética na administração pública e na política.

Me lembro que dirigentes de uma entidade que representa o comércio foi conduzido coercitivamente na Delegacia de Polícia para tratar dos rolos em incentivos fiscais que mantém um ex-governador encarcerado. Era amigo do MBL nas ações contra Dilma, e do mesmo modo contra ele (o “revoltado” pantaneiro) o processo não foi deflagrado, e não vimos o MBL e os demais “revoltados” se manifestarem publicamente.

Confesso que sinto curiosidade em saber o que os caras de “camisa amarela, estão fazendo, e principalmente quando é que vão reunir a galerinha ali na praça do Chopão em Cuiabá para protestar contra o absurdo que o Detran pratica contra os cidadãos, com longas filas e péssimo atendimento, justamente porque falta capacidade de gestão.

O que pensa o MBL e seus congêneres em saber que o agronegócio não recolhe impostos no Estado, e que a categoria que engloba o maior número de contribuintes é a dos servidores públicos, massacrados pelo governo Taques? Por que os “camisa-amarelas” criticavam os crimes eleitorais, mas se calam diante da notícia veiculada em processos penais, em documentos de delação premiada, de que houve caixa dois na campanha eleitoral de 2014, e um só “doador” de R$ 10 milhões na campanha eleitoral montou um bunker dentro do governo de Mato Grosso para fraudar licitações e contratos e assim recuperar o investimento?

Ô moçada do MBL e seus parceiros dos “Movimentos Nas Ruas”: por que não protestam contra a derrubada de direitos dos trabalhadores garantidos há décadas pela CLT? Por que não se mobilizam contra a entrega das nossas riquezas às multinacionais, inclusive na área do petróleo, que esse governo usurpador e lesa-pátria vem fazendo contra os interesses nacionais?

Afinal, de que lado vocês estão, do lado do Brasil, ou dos seus achacadores? 

Antonio Cavalcante Filho, cidadão, escreve às sextas feiras neste Blog. E-mail: antoniocavalcantefilho@outlook.com

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Comentários (4)

  • Ricardo Anzil | Domingo, 08 de Janeiro de 2017, 11h51
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    MBL ? Camisa da CBF ? Panelaços ? Só se for contra o PT. Os outros partidos podem quebrar esse país 3 vezes, pode ver mais de 300 pessoas morrerem de fome por causa da miséria e da fome, isso diariamente. Esse é o Brasil onde fazer politicas sociais gera ódio naqueles que não sabem o que é precisar de um prato de comida para se alimentar e não ter. HIPÓCRITAS !

  • Paulo Mattos | Sábado, 07 de Janeiro de 2017, 18h23
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    Seu"" Antonio é um daqueles homens inconformados com a perda de suas benesses registradas durante todo o desgoverno petista, que o mantinha, juntamente com outros companheiros, na crista da onda do amor desmedido às falcatruas que resultaram na quebradeira generalizada do Brasil. Desapareceu solenemente com a derrocada dos seus patrões, a grande maioria presos ou devidamente processados por terem armado o maior golpe institucional, político e econômico contra a sociedade brasileira. (Por falar em sociedade, os cofres públicos que os mantinham secaram e parece até mesmo que ele se apartou de seu inseparável amigo Vilson Nery e agora, civicamentem, não querem nem mais sabed o MCCE, por exemplo. Aliás, os dois umiram também nestas últimas eleições. Seria em razão da derrocada,da falta de subvenção para defender seus "grandes ideais" ?). Como todo ser de seu quilate, serviçal das anomalias deflagradas pelo PT e seus asseclas associados, "seu" Antonio atualmente só guarda ódio e muita revolta. Como todos de sua "arraigasa concepção político/ideológica" não está sentido e nem se importando com a crise que afeta o país. Está preocupado com a ausência de recursos para dar continuidade ao seu projeto de "defender a democracia". Não quer o bem do Brasil.,Quer o bem do PT, já em fase de extinção e muito próximo das grades, e para ele, o maior golpe que se poderia dar contra a sociedade brasileira, foi uma pequena parte da Justiça brasileira desmoronar as ações de criminosos travestidos de políticos e empresários que corroeram as entranhas da economia nacional e levaram o país à beira do abismo."Seu" Antonio não está preocupado com a inflação os desmandos, as práticas criminosas que arrancam o dinheiro da sociedade em benefício de alguns larápios. Nada disso. "Seu" Antonio gostaria muito que os "seus" larápios permanecessem no poder, subtraindo os bens públicos e alimentando alguns comparsas que hoje fingem de revoltados. Questão de sobrevivência. Nada a ver com patriotismo, civismo, ideologia...

  • Teófanes L. Ibarra | Sábado, 07 de Janeiro de 2017, 09h57
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    Antônio! será que ainda não sabe que os movimentos "vem pra rua", "tarifa zero" e MBL foram criados em comum acordo com o PSDB do Aécio, o PMDB do Jucá e outros partidos, com o única fim de tirar a Dilma do governo, tentar acabar com o PT e colocar um fantoche na presidência para que eles, os golpistas, pudessem governar ao seu modo e por um fim na Lava Jato, para não serem atingidos? Como vê, hoje não há movimentos contra o aumento da gasolina, contra a reforma da previdência, contra a situação do sistema penitenciário, contra a reforma trabalhista e contra a destruição da PETROBRAS, e nem contra o aumento da tarifas de ônibus. Os integrantes dos MBLs da vida estão todos satisfeitos com o status quo, pois receberam uma grana para fazerem os protestos na época e inclusive, muitos deles arranjaram empregos na mídia golpista ou nos governos corruptos e alguns chegaram a ser eletos

  • LERO LERO | Sexta-Feira, 06 de Janeiro de 2017, 13h32
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    PEDALADA??? Piada, mas esperar o que de um PTonto? Pedalada é quando existe uma instituição financeira pública, gerida por um ente público, onde o controlador toma "emprestado" recursos dessa entidade financeira...tal qual o Dilma e Lularápio fizeram com o BANCO DO BRASIL, CAIXA e BNDES...MATO GROSSO não tem banco público. Entendeu ou quer que desenhe??? Agora, que o baixinho é ruim de serviço, isso nós concordamos. Agora, sobre a SEDUC, espera chegar (e tá chegando) nos descalabros do ano de 2003 em diante...não sobra um vermelhinho em MT...até tu corre da briga...chega de lero lero...tá na hora de trabalhar!

| 24/07/2017, 00h:00 - Atualizado: 09h atrás

Deduções do IRRF para cultura


sandra alves articulista perfil

Sandra Alves

Desde 1991 é possível destinar uma parcela do IRRF devido para projetos específicos de fomente à cultura. É a previsão da lei n. 8.313/91, mais conhecida por Lei Rouanet, em razão de seu criador, o então secretário nacional de Cultura, o diplomata Sérgio Paulo Rouanet. Um dos mecanismos previstos pela lei é o incentivo fiscal, objeto principal deste artigo.

O incentivo é um mecanismo em que a União faculta às pessoas físicas ou jurídicas a opção pela aplicação de parcelas do Imposto sobre a Renda, a título de doações ou patrocínios, no apoio direto a projetos culturais aprovados pelo Ministério da Cultura.

A forma doação é a transferência definitiva e irreversível de dinheiro ou bens em favor de pessoas físicas ou jurídicas de natureza cultural, sem fins lucrativos. Importante informar que a pessoa que fizer o investimento/doação não pode utilizar publicidade nem exigir gratuitamente parte do produto cultural.

O patrocínio é a transferência definitiva e irreversível de dinheiro ou serviços, ou a cobertura de gastos ou a utilização de bens móveis ou imóveis do patrocinador. Pode ser dado a pessoas físicas, ou jurídicas de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos. O objetivo geral do patrocinador é divulgar sua marca (publicidade).

Projetos culturais de qualquer pessoa podem se beneficiar desta lei, desde que apresente uma proposta que cumpra determinadas condições. Podem fazer propostas (a) pessoas físicas com atuação comprovada na área cultural; (b) pessoas jurídicas de natureza cultural com, no mínimo, dois anos de atividade, podendo ser: (1) pessoas jurídicas públicas da administração indireta (autarquias, fundações culturais etc.); (2) pessoas jurídicas privadas com ou sem fins lucrativos (empresas, cooperativas, fundações, ONGs, organizações culturais etc.)

Hoje, a apresentação de uma proposta para captação de recursos de renúncia fiscal é feita em um sistema disponibilizada na internet, denominado Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (SALIC).

Em seu sítio eletrônico, o Ministério da Cultura possui uma série de vídeos tutoriais sobre o Salic. Em cinco etapas, existe orientação do proponente para inscrever o seu projeto cultural de acordo com as novas regras da Instrução Normativa nº 1/2017 .

Quando o projeto se referir aos segmentos previstos no artigo 18 da lei, o apoiador poderá deduzir 100% do valor investido, desde que respeitado o limite de 4% do imposto devido para pessoa jurídica e 6% para pessoa física.

São eles: a) artes cênicas; b) livros de valor artístico, literário ou humanístico; c) música erudita ou instrumental; d) exposições de artes visuais; e) doações de acervos para bibliotecas públicas, museus, arquivos públicos e cinematecas, bem como treinamento de pessoal e aquisição de equipamentos para a manutenção desses acervos; f) produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual; g) preservação do patrimônio cultural material e imaterial; h) construção e manutenção de salas de cinema e teatro, que poderão funcionar também como centros culturais comunitários, em municípios com menos de cem mil habitantes.

Tudo que não estiver previsto no artigo 18, terá um percentual de dedução no imposto de renda de 30% (no caso de patrocínio) ou 40% (no caso de doação), para pessoa jurídica; e 60% (no caso de patrocínio) ou 80% (no caso de doação), para pessoa física.

A Cultura precisa da atenção social e a utilização da Lei Rouanet é um mecanismo que permite à população decidir em quais projetos deseja ver investido o valor de seus impostos pagos. Não desperdice a oportunidade de incentivar projetos de artes cênicas, livros, músicas, exposições entre outros. Seja um cidadão ativo!

Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, jornalista, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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ERA SILVAL | 23/07/2017, 16h:57 - Atualizado: 09h atrás

Confissões naturais de ex-governador "de arrepiar"


Arquivo RDnews

Silval

Revelações de Silval Barbosa sobre corrupção reforçam a tese segunda a qual se gastava 80% do tempo como governador para negociatas e só 20% para tocar o Estado

É chocante e fere de morte os bons princípios a forma tranquila com que Silval Barbosa revela para a Justiça, após quase dois anos atrás das grades, como buscou se enriquecer ilicitamente na cadeira de governador, permitindo ainda que fizessem igual os demais do núcleo da administração. O seu péssimo exemplo de gestor deu munição para se criar uma quadrilha. Conta detalhes de arrepiar dos esquemas de corrupção. Por praticamente cinco anos, de 2010 a 2014, transformou o Palácio Paiaguás num balcão de negócios.

Silval ganhou dinheiro como dono de garimpo no Nortão, mas ampliou e muito o patrimônio quando entrou na vida pública, ocupando, por mais de 20 anos seguidos, os cargos de prefeito de Matupá, de deputado estadual, de vice governador e de governador.

O ex-governador argumenta que tinha várias dívidas, a maioria de campanha eleitoral. E, para saná-las, encontrou “alternativa” nos cofres públicos. Pediu, segundo o próprio Silval, que os então secretários Pedro Nadaf e Cézar Zílio resolveram o problema das dívidas. A cada rodada de reunião, definia-se um novo esquema milimetricamente engendrado, envolvendo fraudes, desvios e cobrança de propina.

Silval revelou, em juízo, que queria apenas resolver o seu problema e deixou a sua “equipe” à vontade para ampliar as negociatas e faturar mais. E o resultado foi ter deixado um governo quebrado e afundado em um mar de lama. Está explicada a tese muito forte na época da gestão Silval em meio às crises financeira e política que tinham sido estabelecidas, a de que ele dedicava 80% do tempo para fazer negócios e somente 20% para trabalhar pelo Estado.

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No Senado | 23/07/2017, 09h:01 - Atualizado: 23/07/2017, 09h:03

Medeiros gastou R$ 252 mil em cota parlamentar no 1º semestre; republicanos, R$ 180 mil confira


O senador José Medeiros (PSD) gastou R$ 252,2 mil de cota parlamentar neste primeiro semestre. A maior parte do recurso foi utilizada para divulgação de atividade parlamentar, quando  aplicou mais de R$ 70 mil. Em janeiro, quando os parlamentares estão de recesso, o social-democrata teve despesa de R$ 45 mil  com divulgação das suas atividades. As informações constam no Portal Transparência do Senado e podem ser acessadas por qualquer cidadão.

Mário Okamura

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  Gastos dos senadores Medeiros, Wellington e Cidinho estão disponíveis no Portal Transparência do Senado 

Atrás de Medeiros estão os senadores do PR Wellington Fagundes (PR), que utilizou R$ 182 mil, e Cidinho Santos, com gasto de  R$ 179 mil.

Wellington tem suas principais despesas nas passagens aéreas, totalizando R$ 45,9 mil, sendo o mês de fevereiro o mais elevado, com quase R$ 17 mil.  

Cidinho, por sua vez, foi na mesma linha de Medeiros, sendo a principal despesa com a divulgação dos trabalhos. O mês passado o gasto chegou R$ 16 mil. Em passagem aérea o republicano gastou R$ 24,7 mil. Em fevereiro, o parlamentar gastou R$ 6,9 mil. Uma passagem de Cuiabá a Campinas custou R$ 1,1 mil na Azul Linhas Aéreas.

Com viagens, Medeiros utilizou da cota parlamentar R$ 44 mil. Em abril, o social-democrata fez 18 viagens ao custo de R$ 13,2 mil. A mais cara foi de Cuiabá a Brasília que saiu por R$ 1,7 mil.

Para locomoção, hospedagem, alimentação e combustíveis,  Medeiros é o que mais gasta também. O social-democrata utilizou até julho R$ 45,9 mil. Deste valor, R$ 18 mil foram gastos em junho. Chama atenção uma hospedagem no hotel de luxo Gran Odara que saiu por R$ 1,2 mil. E um jantar/almoço na Lélis Peixaria não saiu por menos de R$ 800 reais.

Wellington, por sua vez, utilizou R$ 38,5 mil de janeiro a junho. Assim como Medeiros, o mês passado foi onde o republicou gastou mais, num total de R$ 9,2 mil. Para abastecer aeronave, foi utilizado R$ 2,3 mil.

Se os colegas gastaram aproximadamente R$1 mil, por outro lado, Cidinho utilizou apenas R$ 42, sendo R$ 13 em março e R$ 29 em abril. Todas essas despesas foram com táxi.

Salário e cotas

Cada um dos 81 senadores têm recebem de salário R$ 33,7 mil. Além dos vencimentos, os parlamentares têm direito ao auxílio moradia de R$ 4,2 mil e cotas, como a parlamentar de R$ 15 mil (despesas com funcionários, aluguel de escritório de apoio, material de consumo, combustível, entre outras coisas).

As despesas extras, como custo de gráficas e telefonia fixa pode gastar até R$ 9 mil. Com passagens os senadores têm direito a cinco trechos de passagens aéreas entre a capital do Estado do senador e Brasília. Já os cargos de confiança o parlamentar tem direito de R$ 15 mil.

Caso todo valor seja utilizado em sua totalidade, um senador em Brasília não custa menos de R$ 102,8 mil mensais.

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| 23/07/2017, 08h:40 - Atualizado: 23/07/2017, 08h:55

Constituição Patronal e o fim do sistema sindical


ricardo bertolini artigo

Ricardo Bertolini

Pasmem! Estamos assistindo ao surgimento de uma constituição patronal. Nesta semana o sindicato que dirigimos (que não depende da contribuição sindical) completa 27 anos de lutas, mas poucos resistirão por muito tempo.

Com a aprovação da "Reforma Trabalhista" veio também o ataque aos sindicatos, federações, confederações e centrais de trabalhadores. O movimento é conhecido. Eliminar, deixar à míngua por falta de recursos! Ora, a contribuição sindical, garantida na Constituição Federal, é fonte para os sindicados e organizações viabilizarem os meios de proteção dos direitos sociais dos trabalhadores.

A contribuição sindical no valor de um dia de trabalho é descontada de todos os trabalhadores em atividade para custear o sistema sindical (Centrais, Confederações, Federações, sindicatos e FAT). Tem caráter de imposto e seus administradores se sujeitam à fiscalização e respondem criminalmente no caso de desvio de finalidade.

O sistema “S”, composto por Senai, Sebrae e Senac, financiado pelo trabalhador, arrecada muito mais que o imposto sindical, mas ninguém se atreveu a discutir o assunto. O sistema "S" nem de longe foi atingido.

Vamos aos números: em 2016, a arrecadação do sistema “S” foi de quase R$ 16 bilhões, dinheiro que não tem transparência e é cobrado diretamente dos contribuintes, SEM fiscalização federal, portanto, financiamento público. Este número é 4,5 vezes maior do que o obtido com o imposto sindical, que arrecadou R$ 3,5 bilhões no ano passado, dinheiro quem vem dos trabalhadores, sujeito à fiscalização do Ministério Público Federal.

O próprio governo federal fica com o dinheiro do trabalhador (Fundo de Amparo ao Trabalhador - FAT), mas não fiscaliza o sistema "S". Alguém tem dúvidas que essas contribuições integram os custos dos produtos e serviços das empresas?

O STF decidiu em processo com repercussão geral pelo impedimento da fixação da Contribuição Confederativa em instrumentos coletivos, contrariando preceito constitucional (art. 7º, XXVI, da CF/88) e pretendendo o enfraquecimento dos direitos sociais e das instituições sindicais, arrancando-lhes sua autonomia, enfraquecendo a arrecadação sindical e dificultando a mobilização e conscientização dos trabalhadores.

Trata-se de um ataque à própria atividade sindical, merecedora de denúncia à Organização Internacional do Trabalho - OIT. A estrutura sindical é fundamental para a mobilização dos trabalhadores. Sua atuação política, jurídica, econômica e social permite o enfrentamento de empresas e organizações patronais. Sua ausência deixaria os trabalhadores à mercê dos interesses do poder econômico.

Uma estrutura sindical é essencial para dar base aos anseios dos movimentos sociais que podem ser engolidos pela força dos capitalistas e seus instrumentos de dominação, como a terceirização, trabalho intermitente, condições degradantes de trabalho. Os programas de demissão voluntária já estão aparecendo, um convite para o trabalhador se retirar com dignidade, pois os empresários estão focados no aumento da produtividade e da jornada de trabalho, redução do descanso e lógico, maximização de lucros.

O financiamento dos sindicatos, federações, confederações e centrais é justo e indispensável para o equilíbrio social. Podemos caminhar com nossas próprias pernas, pois somos mais de 90 milhões de trabalhadores e 16 milhões de servidores públicos.

Vamos mudar essa realidade em 2018! Elejamos nossos verdadeiros representantes!

Ricardo Bertolini é presidente do Sindicato dos Fiscais de Tributos Estaduais de Mato Grosso (SINDIFISCO-MT)

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| 23/07/2017, 00h:00 - Atualizado: 22/07/2017, 09h:00

Que pena, Diolena!


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Jackelyne Pontes

Tenho vontade de iniciar este texto com um trecho de um poema chamado José, do querido poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade: “e agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? E agora, Você?”, e parafraseá-lo: “e agora, odontologia?”

Afinal, para onde estamos caminhando? A sensação que tenho é que a cada dia perdemos mais espaço, que os nossos profissionais estão mais desvalorizados, e que a gestão não se preocupa com o coletivo, e sim com os seus.

E você, caro leitor, deve estar se perguntando quem é Diolena. Eu explico: é uma trabalhadora da rede municipal de saúde, profissional de carreira, competente, honesta e dedicada, que é atuante na saúde pública seja como membro do Fórum Permanente da Odontologia ou na presidência da Comissão de Políticas Públicas de Saúde do CRO-MT (Conselho Regional de Odontologia), e que assumiu a coordenação de saúde bucal de Cuiabá, sob a indicação de seus colegas, através de uma lista quadrupla.

Acontece que ninguém é capaz de desenvolver um bom trabalho apenas com boa vontade e muito menos sem uma equipe técnica qualificada para que possa atender as demandas da coordenação, que diga-se de passagem não são poucas.

Ao longo dos três meses que ficou à frente do cargo, de acordo com a sua carta aberta onde explica os motivos de seu pedido de exoneração, ela frisa a falta de autonomia tanto na tomada de decisões quanto para a contratação ou remanejamento de pessoal para a formação de uma equipe.

Triste, porque absolutamente ninguém é capaz de desenvolver um bom trabalho sozinho, isolado e principalmente sem respaldo da gestão, que por sua vez deve entender que quando a indicação de alguém para um cargo tão importante nasce da escolha do trabalhador, significa que este nome é forte.

Em momento algum trabalhou-se em prol do sindicato da categoria, e muito menos para o seu conselho regional, como aventou-se nos bastidores. Aliás estas instituições, que tem atribuições distintas, mantém um estreito e harmônico relacionamento, já que o que defendem é a categoria e não os seus interesses particulares.

Este é um daqueles momentos de repensar a gestão. A saúde do município vai tomando um caminho preocupante, e a inércia do gestor municipal nos aflige. Uma pasta tão importante merece mais atenção e cuidado, e a tal humanização tão exigida tem que ser colocada em prática com urgência.

A decisão de publicar uma carta aberta ao solicitar a sua exoneração foi acertada, assim evita-se que sejam aventadas causas que não sejam reais. Sabemos do enorme desafio que é estar à frente de uma secretaria, principalmente esta que é um ponto crítico da administração, porém o que é inadmissível é administrar para um seleto grupo, e muito menos decidir importantes coisas com base em depoimentos de pessoas que se sentiram lesadas pela indicação da colega.

Popularmente chamamos isso de “engravidar pelo ouvido”. Autonomia e isenção são características primordiais para o sucesso.

Diariamente os sites publicam notícias sobre a saúde municipal, e os feedbacks recebidos em forma de comentários são assustadores e deveriam servir para que uma luz de alerta seja acionada, porque a situação é cada vez mais desanimadora. Tenho a impressão que ao longo dos anos só piora.
Enfim, é uma pena, Diolena! É uma pena, odontologia!

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, mestre em Saúde Coletiva, diretora do Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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Comentários (1)

  • Eu | Domingo, 23 de Julho de 2017, 09h36
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    É isso que anda acontecendo na Saúde com essa nova gestão. São pessoas competentes sendo trocadas por outras para satisfazer esse ou aquele vereador. Pesssoas estão sendo mandadas embora porque tem irmão ou outro parente qualquer agora com a desculpa de enxugar a máquina ou por causa do TC. Mas, como sabemos é simplesmente para colocar aqueles a quem os srs vereadores fizeram contrato entre sr Prefeito e Vereadores. Mandam 20 contratados com salario mínimo e contratam 200 com prêmios exorbitantes em relação aqueles que já estão há tempos esperando uma oportunidade. Parece que alguns funcionários são donos da secretaria porque só eles mandam. Hoje os fu cionáruos contratados vivem numa situação de desesperos com medo de serem os próximos a ter o contrato cancelado.

Dança das cadeiras | 22/07/2017, 09h:45 - Atualizado: 23/07/2017, 09h:05

Em dois anos e meio, Taques faz 27 mudanças no secretariado; Ricardo e Lesco são últimos a sair


Arquivo

Lesco e Ricardo

Coronel Evandro Lesco e Ricardo Tomczyk foram os últimos a deixar o Governo Taques

O governador Pedro Taques (PSDB) fez 27 mudanças no secretariado em dois anos e meio de gestão. As mudanças foram feitas por necessidades administrativas, arranjos políticos ou pelo envolvimento dos titulares em escândalos.

A última mudança foi anunciada quando Ricardo Tomczyk deixou a pasta de Desenvolvimento Econômico e foi substituído por Carlos Avalone (PSDB). Seneri Paludo havia passado pelo cargo no inicio da gestão.

Antes, o coronel da PM Evandro Lesco acabou exonerado da chefia da Casa Militar após ser preso por envolvimento no escândalo dos grampos ilegais. Agora em liberdade, aguarda decisão de Taques sobre possível retorno ao cargo. Em meio ao escândalo, o coronel Wesney de Castro Sodré foi o escolhido para substituí-lo. Nos primeiros meses da gestão,  o posto foi ocupado pelo coronel Antônio Ribeiro Leite.

O escândalo dos grampos ilegais também derrubou o ex-chefe da Casa Civil Paulo Taques, que é primo e homem de confiança do governador. Deixou a pasta antes da denúncia ser exibida pelo Fantástico e foi substituído pelo então adjunto José Adolpho.

Outro que saiu por envolvimento em escândalos de corrupção foi Permínio Pinto (PSDB). Substituído na secretaria estadual de Educação (Seduc) por Marco Marrafon quando eclodiu a Operação Rêmora, que investiga fraudes em licitações da pasta, chegou a ser preso e atualmente cumpre prisão domiciliar.

A pasta com mais mudanças no comando é a Saúde. Começou com Marcos Bertúlio e passou por Eduardo Bermudez e João Batista. Agora, está sob a direção de Luiz Soares.

Em seguida, vem a Segurança Pública com três trocas de secretário. O promotor de Justiça Mauro Zaque foi substituído pelo então colega de profissão Fábio Galindo, que foi exonerado após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) proibindo membros do Ministério Público de ocupar cargos no Executivo. O delegado Rogers Jarbas, que presidia o Detran, está na titularidade da pasta.

A decisão do Supremo também resultou na exoneração da promotora de Justiça Ana Luiza Peterlini da pasta de Meio Ambiente. Quem assumiu o cargo foi o vice-governador Carlos Fávaro (PSD).

A Fazenda teve Paulo Brustolin como primeiro secretário na Gestão Taques. Depois Seneri Paludo, que foi remanejado do Desenvolvimento Econômico para a pasta, retornou para a iniciativa privada e Gustavo Oliveira o substituiu.

José Medeiros

Taques secretariado

   Taques mantém diversos membros na equipe desde o inicio da gestão; alguns trocaram de pasta nas  adequações

Até chegar na Fazenda, Gustavo Oliveira passou pelo Gabinete de Assuntos Estratégicos e pela secretária estadual de Planejamento. Na segunda pasta, ocupou o lugar deixado por Marco Marrafon quando foi remanejado para a Seduc e foi substituído por Guilherme Müller.

Hoje, o Gabinete de Assuntos Estratégicos é dirigido pelo jornalista Jean Campos. Ele começou a gestão no Gabinete de Comunicação (Gcom) e foi substituído pelo também jornalista Kleber Lima.

No Gabinete de Transparência e Combate à Corrupção (GTCC) Adriana Vandoni (PSDB) cedeu o cargo ao delegado Fausto Freitas. Já no Gabinete de Articulação e Desenvolvimento Regional, Eduardo Moura (PSD), atual diretor presidente da Agência Reguladora dos Serviços Delegados (Ager), foi substituído por Antônio Carlos Paz.

O coronel Airton Siqueira respondia pela Casa Militar e depois assumiu a pasta de Justiça e Direitos Humanos que era comandada pelo defensor público Márcio Dorileo. Domingos Sávio (PSD) passou a comandar a Ciência, Tecnologia e Inovação quando a professora Luzia Trovo foi exonerada.

Dois deputados estaduais estão no Governo Taques. Max Russi (PSB) comanda a pasta de Trabalho e Assistência Social e Wilson Santos (PSDB), a secretaria estadual de Cidades. Substituem Valdiney Arruda e Eduardo Chiletto, respectivamente.

Na Procuradoria-Geral do Estado (PGE) houve uma troca. Patrick Ayala foi substituído por Rogério Gallo. Ambos são procuradores de carreira.

Os secretários que estão no cargo desde 1º de janeiro de 2015 são Júlio Modesto (Gestão), Leandro Carvalho (Cultura), Suelme Evangelista (Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários), Marcelo Duarte (Infraestrutura e Logística), Ciro Gonçalves (Controladoria) e José Arlindo (Gabinete de Governo). O último acompanha Taques desde o Ministério Público Federal (MPF).

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| 22/07/2017, 07h:52 - Atualizado: 22/07/2017, 07h:58

Preparar, apontar e férias de verão


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Akio Maluf Sasaki

As férias de inverno (julho) já estão indo embora e esse é o melhor momento para começar a planejar as férias de verão (dezembro e janeiro), pois quem sai na frente sempre consegue o melhor assento.

O melhor momento para planejar suas férias de verão é agora pois os preços ainda não estão “super turbinados” e ainda existem vagas nos voos e hotéis, situação que irá mudar drasticamente a partir do mês de setembro.

O mês de julho é ótimo para fechar sua viagem, agosto ainda é um ótimo período, mas posterior a isso será um tanto complicado viajar, seja por preço ou por disponibilidade de hotéis.

Além da possibilidade de preços melhores, é possível garantir que o seu bolso irá respirar mais aliviado, pois comprar um pacote agora lhe permitirá parcelar e pagá-lo antes mesmo de viajar.

Pagar uma viagem antes de voar significa que, durante a viagem, você terá uma disponibilidade maior de crédito para uma lembrança, restaurante ou até mesmo para um imprevisto.

Ainda é possível (apesar de um tanto complicado) encontrar tarifas promocionais para o fim de ano, seja para dezembro ou para janeiro, e essa situação lhe permitirá conhecer destinos que ainda estão em seus sonhos.

Inclusive, graças as recentes alterações tributárias brasileiras, não se paga mais imposto em bilhetes internacionais e também no combustível utilizado nas aeronaves, situação que, se atento, poderá mudar o destino “praia no Nordeste” para “vinho na Argentina”.

Viajar pela América Latina está sendo muito atrativo por conta da diferença cambial, o Real tem se tornado uma moeda forte em relação aos países vizinhos e isso te permite um conforto maior nos vizinhos do que dentro de nossa pátria.

Com isso, aproveite este final de julho para escolher sua próxima aventura pelo mundo, utilize agosto para começar a pagá-la e vá gastar seu dinheiro da melhor forma possível: adquirindo experiência.

É imperioso lembrar que uma viagem é muito mais do que uma passagem aérea ou de um hotel, se trata de todo um momento de felicidade familiar que pode se transformar em uma total catástrofe se mal planejado.

Por isso, planeje sua viagem, conte sempre com seu agente de viagens para não permitir que nada de errado ocorra durante seu planejamento, compre tudo o que for necessário e vá se divertir ganhando boas memórias.

Akio Maluf Sasaki é acadêmico de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), preside a comissão dos Estagiários da OAB/MT, atua em cooperação internacional do turismo e escreve neste Blog todo sábado - akio_maluf@hotmail.com

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polêmica tucana | 21/07/2017, 14h:15 - Atualizado: 21/07/2017, 14h:35

Partido político não é igual camisa que se muda todo dia, diz Taques sobre ala rebelde do PSDB


Maria Anffe

Taques PSDB

 Pedro Taques aguarda reunião em agosto para discutir situação dos correligionários 

O governador Pedro Taques (PSDB) deve reunir com a cúpula do PSDB, no inicio de agosto, para debater o posicionamento da ala rebelde chamada “cabeças pretas” que ameaça sair do partido caso os tucanos não desembarquem do Governo Michel Temer (PMDB). No entanto, deixa claro seu posicionamento contrário à saída dos correligionários.

“Partido político não é igual camisa que se muda todo dia. Vamos fazer essa discussão e a avaliação será feita em conjunto. É importante saber que partido recebe esse nome porque não existe posição única. Vejam o PT, que tem umas 10 tendências”, disse Taques, nesta sexta (21), durante evento na Arena Pantanal .

A ala dos “cabeças pretas” é formada por 10 deputados federais jovens, na faixa etária abaixo dos 40 anos, que tem se destacado na defesa do desembarque do PSDB do governo federal. O grupo está atraindo os holofotes após o desgaste de lideranças tradicionais tucanas como o senador Aécio Neves (MG), afastado da presidência nacional da sigla por envolvimento em escândalo de corrupção.

O desembarque do Governo Temer é discutido pelos tucanos desde o inicio do mês. Em reunião realizada em São Paulo, no último dia 10, com a presença de Taques e das principais lideranças do país, os tucanos adiaram a saída do governo e liberaram a bancada na Câmara dos Deputados para se posicionar sobre o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que recomendava o prosseguimento da denúncia por corrupção passiva formulada pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra o presidente da República.

Atualmente, o PSDB mantém quatro ministros. São eles Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Bruno Araújo (Cidades) e Luislinda Vallois (Direitos Humanos).

Mudança 

O próprio Taques, que iniciou a vida política em 2010 quando se elegeu senador, já trocou de partido. Migrou do PDT para o PSDB em agosto de 2015, menos de um ano após ter sido eleito governador pela sigla pedetista. 

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Comentários (1)

  • Air Francisco Costa | Sexta-Feira, 21 de Julho de 2017, 18h19
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    Será que, o governador utilizou recursos públicos para ir a São Paulo, tratar de assuntos partidários? Se fez isso precisa o Ministério Público acioná-lo para devolver o valor gasto aos cofres públicos. Pois reunião do partido é interesse pessoal e não governista.

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