Cuiabá, 27 de Fevereiro de 2017
  • Alexandra Lopes

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Retrospectiva 2014 | 31/12/2014, 13h:06 - Atualizado: 31/12/2014, 13h:25

Taques mantém tradição de MT e derrota adversários no 1º turno; eleito fez 57,25%


Assessoria

Taques votando retro

 Em 5 de outubro, Taques faz sinal de positivo para os jornalistas após votar no Aecim Tocantins

Nas eleições de 2014, Pedro Taques (PDT) manteve a tradição do Estado e  foi eleito governador em primeiro turno com 57,25% dos votos válidos. O percentual conquistado pelo pedetista representa o apoio de 833.788 eleitores

Com apoio de 13 partidos, Taques derrotou o médico Lúdio Cabral (PT), que tentou levar as eleições para o segundo turno atacando o pedetista e seus aliados. Entretanto, conquistou somente 472.507 votos, o que representa 32,45%.

Outra adversária derrotada por Taques foi a pecuarista Janete Riva (PSD). A esposa do deputado estadual José Riva (PSD), que entrou na disputa para substituí-lo após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmar o indeferimento da candidatura com base na Lei da Ficha Limpa, obteve apenas 9,92% na preferência do eleitorado, ou seja, 144.440 votos.

Dois candidatos tiveram votações inexpressivas. José Roberto (PSOL) obteve 5.570 votos, que totalizam 0,38%. O jornalista José Marcondes, o Mucuva (PHS), acabou indeferido por falta de quitação eleitoral e a votação sequer foi contabilizada.

Na eleição que garantiu a vitória de Taques no primeiro turno, os votos brancos e nulos chegaram a 5,41%. Os 91.340 votos superaram de longe os números obtidos por José Roberto e Muvuca.  

Davi Valle

Taques eleitores retro

 Popular entre os eleitores, Pedro Taques posou para diversos selfis durante a campanha eleitoral

O percentual conquistado por Taques só não é maior do que o alcançado por Blairo Maggi (PR) nas eleições de 2006. O republicano obteve 922,7 mil votos,  totalizando 65,39% da preferência. 

Taques também conseguiu superar a quantidade de votos que o atual governador teve no pleito de 2010 e que Maggi atingiu em 2002. À época, Silval Barbosa (PMDB) teve 51,21% dos votos, o que representou o apoio de 759,8 mil eleitores. No processo eleitoral de 2002, 50,7% dos votos foram para Blairo Maggi, eleito por 618,5 mil pessoas.

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| 27/02/2017, 00h:00 - Atualizado: 26/02/2017, 13h:38

Hipócritas

Sandra Alves articulista texto e capa

Sandra Alves

Nas reuniões de trabalho ou de lazer, os hipócritas são os maiores detentores da razão. Persistem no julgamento e aconselhamento impondo as penas mais cruéis aos transgressores das regras que, internamente, é o maior pecador. E nesse sentido a frase que mais chocou o mundo na última semana foi do Papa Francisco “é melhor ser ateu do que católico hipócrita”. 

O hipócrita é aquele que finge agir de forma lídima, correta, virtuosa. É o que denuncia uma conduta condenando-a, enquanto realiza a mesma ação. A palavra deriva do latim hypocrisis e do grego hupokrisis ambos significando a representação de um ator, atuação, fingimento (no sentido artístico). E se os atores gregos usavam máscaras para representar, os seres humanos se apresentam hoje com enorme desenvoltura nesta arte, sem precisar de qualquer disfarce. 

No lar, um dos cônjuges passa a tarde no motel com sua amante enquanto exige da companheira conduta ilibada. Nesse sentido diria Abraham Lincoln: “se você tivesse duas caras, estaria usando esta?”. Pudera o ser humano sobreviver sem a hipocrisia, manter a capacidade de indignação ante as hipocrisias do mundo, revigorar diuturnamente a energia necessária para o combate a este mal. 

Milhões são destinados às folias carnavalescas enquanto postos de saúde fecham; escolas seguem um sistema falido, com bibliotecas sucateadas; trabalhos efetivos em memória da cultura se perdem por falta de publicação. Isso sem falar no absurdo valor orçamentário gasto para o convencimento do trabalhador que para ele será melhor pagar uma contribuição maior e aposentar-se mais tarde. Hipócrita! 

Hipócritas os que não se importam com os investimentos em festejos ou ausente sua capacidade de compreender os fatos, uma questão que gera inquietude. Em pesquisa realizada pelo Ibope, a Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil (4ª edição, 2016), houve aumento dos percentuais de leitura no país em relação à última edição. Entretanto, 44% da população brasileira não lê e 30% nunca comprou um livro. Daqueles que leem, a média anual é de 4,96 livros por ano – desses, 2,43 foram terminados e 2,53 lidos em partes. 

Vale pensar sobre a existência de relação entre esta falta de interesse com a leitura e as opções que denomino exemplos de hipocrisia. Hipócrita o que condena a falta de saúde e educação, mas compactua com gastos efusivos em festejos de carnaval. Hipócrita aquele que reclama os vícios e corrupção na classe política, mas que vende seu voto “religiosamente” a cada dois anos. 

E de volta ao ponto religioso, aqui, inicial. Chocou a sociedade o enunciado do Papa Francisco pois, buscando a Igreja Católica a reconquista de seus fiéis, como conceber sua manifestação para afastar uma série deles. Por certo o fortalecimento de qualquer instituição necessita volume humanitário, mas não desguarnecido de essência, da vivência da fé. Assim, de que serviriam católicos hipócritas?! 

Emanuel Wertheimer, filósofo Alemão (10 de maio de 1846 // 24 de agosto de 1916), defendia que “a hipocrisia pode conseguir tudo, excepto ser moderada”. Desta forma, na segunda-feira de carnaval onde as leituras são fortemente abandonas, deixo a provocação aos que se julgaram hipócritas na medida necessária à manutenção da sociedade: lembrem-se da frase de Wertheimer!

  Sandra Cristina Alves é defensora pública do Estado, escritora e escreve exclusivamente neste Blog toda segunda (sandrac.alves@terra.com.br)

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| 26/02/2017, 12h:25 - Atualizado: 26/02/2017, 14h:08

Por falta de verba à saúde, prefeitos vão ficar sem paciência e parar, diz Neurilan


Gilberto Leite

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Presidente da AMM Neurilan Fraga diz que prefeitos podem perder a paciência com a falta de repasse

O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga (PSD), espera que o governo estadual encontre de forma rápida a solução dos atrasos do repasse da saúde aos municípios, que em alguns casos chegam a seis meses. “Acredito que se isso não for resolvido nos próximos dias, pelo menos parte ser paga, dificilmente vamos conseguir com que os prefeitos tenham calma e paciência”, explica o social-democrata.

O montante a ser quitado apenas da saúde básica, segundo Neurilan, atinge R$ 23 milhões. Se acrescentar alta e médica complexidade o valor sobe para R$ 150 milhões. O governo está fazendo o levantamento desses atrasos para elaborar um cronograma de pagamento dos débitos com os municípios.

Para Neurilan, os prefeitos ainda compreendem a crise financeira que atravessa o Estado, no entanto, pontua que é impossível realizar políticas públicas voltada à saúde sem recursos em caixa. “Mas precisamos encontrar caminho logo porque daqui a pouco será inviável e os prefeitos vão ter que cruzar os braços. Sem recurso financeiro não tem como tocar a saúde”, sustenta.

Uma das saídas que o governo estuda para quitar com municípios é destinar o recurso do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) para a saúde. O governo afirma, no entanto, que essa possibilidade ainda está em fase embrionária e que será discutida com os setores envolvidos, diga-se o agronegócio, antes de tomar qualquer medida.

Apesar da iminência dos gestores perderem a paciência com o governo, Neurilan ressalta que o governador Pedro Taques tem tratado com transparência quando o assunto é saúde. “O governador tem a vantagem de ser transparente, tem conversado com prefeitos e AMM falando da situação grave que o Estado passa”, reforça.

Cuiabá 

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PMDB) se reuniu com Taques, na última quinta (23), para tratar dos repasses da saúde. Na ocasião, pactuaram o cronograma para o governo concluir o repasse dos R$ 50 milhões, incluindo os R$ 15 milhões já repassados, que serão investidos no novo pronto-socorro.

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| 26/02/2017, 08h:18 - Atualizado: 26/02/2017, 12h:43

Não tenho por quê puxar saco, diz Ezequiel sobre relação turbulenta com governador


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 Deputado federal Ezequiel Fonseca com o governador Pedro Taques

O deputado federal Ezequiel Fonseca, que causou polêmica ao se reunir com a oposição liderada por PMDB e PR, ainda aguarda convite do governador Pedro Taques (PSDB) para dialogar e “acertar os ponteiros” após ter declarado que o Governo do Estado fracassou em diversas áreas.  Segundo o progressista, é prudente que o chefe do Executivo o chame para conversar. 

 “O governador ainda não me chamou, mas estou à disposição. Acho prudente que o governador faça isso. O que vou dizer para ele, com todo respeito, é o que escuto quando ando pelo Estado. Não tenho por quê puxar saco”, declarou Ezequiel  em entrevista ao

 A intenção de conversar em separado com Ezequiel Fonseca foi anunciada pelo  presidente estadual do PSDB, deputado federal Nilson Leitão, após reunião das 12 siglas que sustentam Taques. O PP, que acabou não participando do encontro, ainda está sendo contabilizado como aliado pelo dirigente tucano. 

Presidente do PP em Mato Grosso, Ezequiel também nega que pretende levar a sigla à oposição. Explica que o partido ajudou a eleger Taques em 2014, inclusive indicando o vice Carlos Fávaro, que acabou migrando para o PSD no ano seguinte,  da mesma forma que apoiou Emanuel Pinheiro (PMDB) para prefeito de Cuiabá.

“Como deputado federal e amigo, preciso dizer a verdade para o governador Pedro Taques.  Não vejo nada de errado nisso e não se discute oposição ou situação. O PP só tem um lado, que é o lado de Mato Grosso e dos municípios”, completou o progressista. 

  Além disso, Ezequiel também considera como naturais as declarações do ministro da Agricultura Blairo Maggi e do sojicultor Eraí Maggi em relação ao Governo Taques. Os correligionários se colocaram à disposição para ajudar e sinalizaram a possibilidade de apoiar a reeleição em 2018. “O PP é um partido de diálogo e não tem dono. Conversamos quase todo dia. Eu, Blairo, Eraí, e também Neri Geller.   Todos expõem suas ideias e sãos respeitados”, concluiu. 

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Comentários (3)

  • José Antônio | Domingo, 26 de Fevereiro de 2017, 13h21
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    Os maggi não receberam que gastou na campanha e tem medo de perderem os insentivos fiscais, e Pedrinho não vai pagar sendo assim ficam amarrados !

  • Carlos Nunes | Domingo, 26 de Fevereiro de 2017, 10h57
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    Já dizia lá na Grécia o velho filósofo Plutarco: "os inimigos tem uma utilidade, mostram-nos os defeitos e nos dizem verdades...são mestres a que não pagamos". Pobre do Governante que vai na conversa dos puxa-sacos. Puxa-saco sempre vai dizer que tudo está uma beleza. Congelar o salário dos servidores é uma maravilha; tirar direito adquirido do trabalhador é sensacional; mexer na Previdência e nos direitos trabalhistas então é espetacular. Aí, tem eleição, e o Governante não ganha, e ele fica procurando chifre na cabeça de cavalo, para ver o que aconteceu. Medidas Impopulares tem um preço caríssimo - VAI PERDER A ELEIÇÃO.

  • joaoderondonopolis | Domingo, 26 de Fevereiro de 2017, 09h41
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    Iraí disse que o partido PP não tem dono, mas acabou de confirmar que as decisões que são respeitadas, são dele, Blário e Neri Geller, então tem dono.

| 26/02/2017, 00h:00 - Atualizado: 26/02/2017, 13h:26

O beijo no carnaval

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Jackelyne Pontes

Indubitavelmente o carnaval é a minha época preferida do ano. Gosto de tudo: da folia, das fantasias, das músicas. Tive uma infância recheada de lindas fantasias e matinês no clube social da cidade.

Noto que, neste ano em especial, o movimento do carnaval de rua está voltando com tudo em nossa Capital. Inúmeros blocos se organizando e programando desfilar pelas ruas. A parte boêmia, como a Praça da Mandioca, torna-se palco da maior festa popular do planeta.

Diante deste preâmbulo alerto para o beijo na boca durante o carnaval. Devemos zelar do nosso corpo durante o ano todo, mas em época de folias de Momo sabemos todos que os hormônios afloram, e o beijo na boca é prática quase que obrigatória, principalmente nas micaretas, as pessoas beijam desenfreadamente e sem critérios, aleatoriamente.

Beijar na boca é bom, mas temos que lembrar que durante o beijo são trocados mais de 250 tipos de microorganismos - entre eles bactérias, vírus e fungos - e que você pode transmitir ou contrair doenças.

A boca é povoada de bactérias, tanto da flora normal quanto as que podem trazer enfermidades, e temos que levar em consideração que durante os dias de festa o folião fica sem uma rotina de descanso, com a alimentação desregrada, desidratado, portando com a imunidade baixa, com o organismo debilitado e suscetível a agravos.

O beijo pode transmitir cárie, herpes, mononucleose, gengivite, candidíase, tuberculose, hepatite, sífilis, gonorréia, meningite, HPV, gripe A, entre outras. O risco é maior em pessoas que usam piercing como acessório na língua ou lábios e não houve cicatrização ou há sangramento no local da inserção, e o mesmo se aplica quem usa aparelho ortodôntico pois a mucosa da boca pode sofrer pequenos ferimentos.

A mononucleose é conhecida como a “doença do beijo” transmitida pelo vírus Epstein-Barr e muitas vezes as pessoas tem o vírus mas não sabem, e transmitem a doença para outras.

O vírus pode ficar incubado no organismo de 30 a 45 dias e não tem cura, uma vez contaminado carrega-se o vírus para o resto da vida, e quando há sintomas os principais são fadiga, dor de garganta, tosse e inchaço dos gânglios.

Já a herpes é transmitida mesmo que o parceiro não tenha nenhum sinal da doença na boca ou em outras partes do corpo, que são facilmente identificados, pois se manifestam em forma de pequenas bolhas que quando se rompem formam uma ferida, e esta tem um ciclo de cura de aproximadamente 7 dias. Porém a exemplo da mononucleose, herpes também não tem cura.

Uma vez contaminada a pessoa carrega a doença para o resto da vida, e que se manifesta geralmente em períodos de baixa imunidade e alto estresse.

Recomenda-se então a prática de higiene diária, fazendo a escovação após cada refeição, sem esquecer o uso do fio dental.

Os bochechos com colutórios bucais, que são líquidos anti-sépticos bacteriológicos, coadjuvantes na limpeza da boca, mas que de forma alguma substituem a ação da escova e do fio dental, são apenas um complemento. Fique atento aos sinais de doenças como: boca seca, com gosto amargo e sangramento.Todos têm o direito à diversão, o que importa é ser responsável e prudente.

Jackelyne Pontes é cirurgiã-dentista, mestre em Saúde Coletiva, diretora do Sinodonto-MT (Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso) e escreve exclusivamente para este blog todo domingo - jackelynepontes@gmail.com

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| 25/02/2017, 12h:29 - Atualizado: 26/02/2017, 08h:29

Vice diz entender busca da base por cargo, mas antecipar 2018 é papel da oposição


  O vice-governador Carlos Fávaro (PSD) considera prematuro o debate sobre as candidaturas da base aliada do governador Pedro Taques (PSDB) em 2018. O social-democrata afirma que o momento é propício para  trabalhar e cumprir os compromissos assumidos com a população em 2014, o que vai garantir o fortalecimento do grupo político para as próximas eleições. 

“Estamos governando Mato Grosso. Então,  eleições e candidaturas serão discutidas em 2018. A certeza é que estamos juntos para fazer o melhor pelo Estado e cumprir os compromissos que fizemos em 2014 com a população. Feito isso, nos  credencia esse grupo a disputar a reeleição e o governador Pedro Taques a pleitear novo mandato. Momento não é de discutir e sim, de trabalhar”, declarou o vice-governador.  

 Presidente estadual do PSB, Fávaro também evitou polemizar com o deputado estadual Oscar Bezerra (PSB). Ontem (23), o socialista declarou que a sigla vai pleitear espaço na majoritária na chapa governista, que pode ser a vice-governadoria ou o Senado, já que o grupo político considera natural a candidatura de Taques à reeleição. 

“É legitima a presença dos partidos aliados como PSB, PSDB, PSD e Democratas e todos os outros na majoritária, mas  vamos discutir política em 2018. A base tem mais de 100 prefeitos, ampla maioria na Assembleia e na bancada de Mato Grosso no Congresso Nacional. No momento certo, vamos fazer essa discussão”, completou Fávaro. 

Além  disso, Fávaro alerta que antecipar o debate eleitoral é papel da oposição. Em sua opinião, a base governista deve concentrar esforços em governar o Estado da melhor maneira possível. “Antecipar debate é fazer o que a oposição quer. Fazer o debate sobre 2018 agora é papel da oposição. Nós temos que trabalhar. Estamos no mandato, com muitas realizações já acontecendo”, concluiu.  

Bloco dos 9 diz que gestão Taques é fracassada e tem 3 nomes para 2018 

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Comentários (1)

  • Carlos Nunes | Sábado, 25 de Fevereiro de 2017, 16h32
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    Ih! Outubro de 2018 já está bem aí...já vai terminar fevereiro de 2017 e o tempo voa. Depois do carnaval virá as MEDIDAS IMPOPULARES do Temer e de todos os Governadores dos Estados - é uma coisa só. Reforma da Previdência, mexida em direitos trabalhistas, que retiram vários direitos adquiridos; congelamento do salário dos servidores públicos por dois anos; e muitas outras surpresas desagradáveis para o povo, mas ótimas pro Governo que pode encher o seu caixa vazio. Enche o caixa esvaziando o bolso do povo? Ih! Essa estória é velha, sempre foi assim; depois de arregaçarem a Economia, causarem o desemprego de 13 Milhões de Trabalhadores, tem que arrumar um pato para pagar a conta.

| 25/02/2017, 12h:14 - Atualizado: 25/02/2017, 12h:17

Caminhoneiros atolados na BR-163 devem receber mantimentos domingo, diz Blairo


Os caminhoneiros que estão atolados há quase um mês na BR-163, no Pará, devem receber mantimentos até amanhã (26). A meta do governo federal é isolar a área, retirar os caminhões e liberar o fluxo de carga até a próxima sexta (3).  A extensão de 50 km, onde o problema está ocorrendo, não é asfaltada e deverá receber manutenção por três dias.

O anúncio foi feito nesta sexta (24) pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, pelo Facebook. Cerca de cinco mil caminhões estão parados no local. Grande parte dos veículos é originária de Mato Grosso e estão transportando soja. 

O ministro explica que as ações foram definidas após uma reunião de emergência no Palácio do Planalto. O já tinha informado sobre isso ontem e os trabalhos terão apoio, inclusive, de homens do Exército. 

“O excesso de chuvas travou o escoamento de soja de MT para porto de Miritituba (PA). Tive informações de que a região está intransitável. Do município de Guarantã do Norte até os terminais de Miritituba são cerca de 700 km. Desse total, 150 km ainda está sem asfalto. Outro problema é que onde tem asfalto, tem pontes de madeira, que estão caindo. O atoleiro já é de 35 km, a fila está com mais de 50 km entre 3 Boeiros e o Caracol”, pontua Blairo em sua postagem.

Facebook

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Ministro da Agricultura Blairo Maggi afirma que caminhoneiros atolados receberão ajuda

A publicação ainda afirma que os caminhoneiros estão sem “dinheiro, comida e coletando água da chuva para beber e para banho”, situação que foi relatada também por Gilson Baitaca, líder do movimento dos caminhoneiros de Mato Grosso. Por causa disso, as mobilizações devem começar a partir de hoje.

Por nota, o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit), órgão responsável pela manutenção da BR-163, na região, informou que um efetivo extra foi enviado ao local para trabalhar em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Exército. O objetivo dessas primeiras ações será ordenar o trânsito para que os equipamentos possam executar o serviço de manutenção para que a liberação do tráfego seja permitida.

Dnit culpa caminhoneiros

O Dnit justificou os atrasos na obra de pavimentação dizendo que os próprios caminhoneiros, além das condições climáticas, têm afetado os trabalhos. “Além do alto índice pluviométrico, as equipes de conservação não vêm podendo executar de forma plena seus trabalhos devido à ação dos caminhoneiros, que formam fila dupla e, antes mesmo da finalização dos serviços, avançam sobre os segmentos inconclusos, destruindo prematuramente os serviços realizados”, diz trecho da nota à imprensa.

Por fim, a instituição afirma que será criado um grupo local de monitoramento e operação do tráfego envolvendo o próprio Dnit, a PRF, transportadoras e embarcadoras para que as decisões sejam tomadas em conjunto, para que a movimentação na região seja controlada e para que as atividades de manutenção possam acontecer. 

Situação

Os aproximadamente cinco mil caminhões que estão atolados há cerca de um mês em uma extensão de 50 km da BR-163 utilizam o trecho para chegar ao Porto de Miritituba, um dos principais locais de escoamento da produção de grãos mato-grossenses.  

Os trabalhadores estão atolados na região por causa das más-condições das pistas na rodovia, que não são asfaltadas e viraram lama com as recentes chuvas. A fila de veículos alcança 50 km e começa a partir da região próxima ao município de Novo Progresso (PA).

A situação, chamada de caótica por pelo líder do movimento dos caminhoneiros, provavelmente irá gerar perdas para a cadeia produtiva. Em nota publicada em seu site, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) informou que “caso a BR-163 se mantenha intransitável, os danos serão irrecuperáveis para o Brasil”.

A entidade também disse que, de acordo com cálculos dela e da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), a cada dia em que os portos ficam impedidos de embarcar mercadorias o prejuízo para as empresas é de 400 mil dólares diários (R$ 1,2 milhão). “Além desse ônus, há prejuízos incalculáveis com descumprimento de contratos, riscos financeiros com produtores e armazéns e, sem dúvida, riscos para a imagem do Brasil”, complementa.

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| 25/02/2017, 00h:00 - Atualizado: 25/02/2017, 09h:16

La La Land e as disparidades no Oscar

caio moussalem artigo 400

Caio Moussalem

Todo ano a cena se repete...

Ao nos prepararmos para a cerimônia da entrega do Oscar podemos dividir nossas apostas em duas listas: em primeiro lugar os filmes - assim como atores, diretores, técnicos, etc - que gostaríamos que ganhassem os prêmios e, em seguida, uma outra lista com os nomes que  podemos apostar que a Academia vai acabar premiando. O mais frustrante é perceber a frequente disparidade entre essas duas listas.

Sim, Hollywood é mais frequentemente pautada pelos ideais de entretenimento do que por ideais verdadeiramente artísticos. Mas podemos reconhecer com uma alegria cautelosa que, nos últimos anos, apesar de termos visto mais filmes pequenos e alternativos marcarem presença entre os indicados a Melhor Filme, desde o nem um pouco unânime "Crash: No Limite" - que levou a estatueta para casa em 2006 - eles não ganham o prêmio principal.

Essa talvez seja a consequência mais perversa trazida, no Oscar, pelo atual sistema de voto preferencial, estabelecido em 2009 e que substituiu o voto direto. Esse novo sistema não é tão fácil de explicar, mas vamos arriscar. Cada voto preferencial consiste, na verdade, de um ranqueamento dos filmes na ordem de preferência do votante. Na contagem final, os votos são separados de acordo com os filmes que mais receberam a atribuição de primeiro colocado. A partir daí, cada voto pertencente ao último filme no ranking é redistribuído de acordo com a segunda escolha de cada votante. Isso é feito de forma progressiva até que um filme atinja a marca de 50% + 1 voto.

É bem provável que você não tenha entendido nada - assim como é altamente possível que não tenhamos conseguido explicar de forma convincente. Se quiser entender melhor esse sistema, sugerimos dois vídeos, o primeiro (https://youtu.be/GY0BWI9L3eI) é bem melhor e mais objetivo, porém, está disponível apenas em Inglês; o segundo (https://youtu.be/TZvEdsY__8g) está em Português e, apesar de ser um pouco tolo, transmite a mensagem necessária.

No fim das contas, o resultado é bem simples: filmes medianos tendem a receber o Oscar de Melhor Filme. Sei que não é assim para todo mundo, mas são muitos os que preferem - e até respeitam mais - os filmes que arriscam, que inovam, que polarizam a crítica e que, no fim do dia, foram os mais audaciosos. Sei que muitos irão discordar, mas é necessário confessarmos que não existe em “La La Land: Cantando Estações” atributos suficientes que justifiquem entregarmos a estatueta de Melhor Filme nas mãos de seu diretor, Damien Chazelle, no domingo. Tal afirmação não deve ser entendida como um ataque a Chazelle, muito pelo contrário, ele é um diretor muito habilidoso e foi dele um dos melhores filmes de 2015, o contagiante “Whiplash: Em Busca da Perfeição”.

La La Land passa muito longe de ser um filme ruim. É plenamente possível se divertir muito durante as mais de duas horas de projeção... boas atuações, roteiro redondo, fotografia primorosa, direção competente. Mas a questão é que, no fim da sessão, não se pode evitar a sensação de já termos visto, inúmeras vezes, essa história em outros filmes. Fica, ainda, a convicção de que, sem dúvida, acabamos de ver um bom filme, mas não uma obra-prima como alguns nos fizeram crer que veríamos.

No ano passado, testemunhamos sem nenhuma surpresa um dos filmes favoritos do ano, “O Quarto de Jack”, ser atropelado pelo frio - porém competente – “Spotlight: Segredos Revelados”.

Nesse domingo, tenho a convicção de que veremos, novamente, vários corações serem despedaçados quando o mais singular e audacioso filme entre os nove indicados, “Moonlight: Sob a Luz do Luar”, perder para “La La Land”. Até porque o musical de Damien Chazelle conta com uma poderosa vantagem - além da sua mediocridade – por ser uma história hollywoodiana clássica, que presta a maior quantidade de homenagens por película quadrada dos últimos anos à capital do cinema... e se a história do Oscar nos prova alguma coisa é que Hollywood adora uma boa e velha massagem no ego. Game over!

Caio Moussalem é sociólogo, cinéfilo, cantor e mora em Lisboa (Portugal). E-mail: caiomoussalem@gmail.com. Artigo exclusivo para o Rdnews alusivo à maior premiação do cinema mundial, que acontece no domingo, em Los Angeles. 

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| 25/02/2017, 00h:00 - Atualizado: 24/02/2017, 18h:14

Goleiro Bruno volta a jogar?

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Akio Maluf

Apesar de ser alvo de severas “criticas” em vários tabloides pelo Brasil, o “goleiro Bruno” deixou hoje o complexo prisional e retoma sua “liberdade”, mesmo que provisória, pois “esperou demais para ser julgado”.

A revolta com tal situação foi notória, pois o “crime cometido” foi muito sério, muito grave, muito tudo, menos julgado com a velocidade que deveria ser julgado, situação que hoje permitiu a sua saída do complexo.

O ministro Marco Aurélio (STF) considerou que o clamor social surge como elemento neutro, insuficiente a respaldar a prisão preventiva, pior, diz que o Juízo, ao negar o direito de recorrer em liberdade, considerou a gravidade concreta da imputação e que o STF entende ser impossível potencializar-se a infração versada no processo.

Traduzindo, o STF entende que enquanto não for julgado não pode ser preso, detalhe, julgado por um órgão colegiado em segundo grau no mínimo (Conforme jurisprudência da corte), melhor, que todos são inocentes até que se esgotem os meios de recursos, além de considerar abusiva a prisão por 7 anos sem solução do caso.

Quer dizer que ele vai usar tornozeleira? Como a galera da “Lava Jato” ou da “Sodoma”?

Não, pois o ministro decidiu que ele deverá apenas manter seu endereço atualizado e comparecer a todos os atos processuais que for intimado, em suma, deve responder o processo de forma normal e poderá até mesmo trabalhar, jogar bola, viajar pelo Brasil (Internacional somente mediante autorização) e realizar todos os atos da vida civil normalmente.

Quer dizer que ele vai poder agir como se nunca tivesse cometido crime algum?

Sim, ele poderá agir, votar nas eleições, até mesmo ser eleito, pois não foi condenado em segunda instância por nada, pode até parecer estranho, mas é a lei e ela garante aos não condenados de forma definitiva a realização de todos estes atos.

Apesar de ser um “absurdo”, não podemos deixar de cumprir a lei, afinal, manter alguém preso sem estar com condenação definitiva é um abuso, beira um crime, pois os presídios são terríveis, insalubres e, apesar de muitos merecerem estar lá, não podemos nos esquecer que todos merecem ser tratados com dignidade, afinal estão lá para ser recuperados para a sociedade, não para ser segregado e morrer.

Por fim, não caia no conto da injustiça, no conto do absurdo, pois o maior absurdo foi o judiciário não julgar o processo dele, deixar ele preso esperando por uma solução, esperando por uma luz ou por uma condenação. O maior abuso é com certeza a demora do Judiciário.

Akio Maluf Sasaki é acadêmico de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), preside a comissão dos Estagiários da OAB/MT, atua em cooperação internacional do turismo e escreve neste Blog todo sábado - akio@pontodeapoioturismo.com.br 

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Comentários (1)

  • Branco | Sábado, 25 de Fevereiro de 2017, 08h18
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    MUITO BEM EXPLICADO DE FORMA SIMPLES E OBJETIVA..PARABENS AO ADVOGADO.

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