Quinta, 17 de Maio de 2012, 18:47 h

VARIEDADES | 31/12/2007 - 18:17

Empresa procura contratar gari fora de Cuiabá

Romilson Dourado

    A Qualix, que há três anos explora a concessão da coleta de lixo em Cuiabá, começou a adotar uma estratégia curiosa e surpreendente. Está batendo a porta de municípios vizinhos à procura de pessoas que queiram trabalhar como gari. Há 20 dias, a empresa tenta preencher o número de vagas para atender a demanda nos três turnos do trabalho de coleta junto aos 181 bairros da Capital. Mesmo com a oferta de R$ 800 mensais, muitos trabalhadores, mesmo desempregos, se recusam a enfrentar o desafio. Uns alegam sentir-se envergonhados e, outros, fora de forma, argumentam que não conseguem cumprir os itinerários correndo atrás dos caminhões.

    O secretário municipal de Infra-Estrutura, Euclides Santos, admite que, às vezes, a empresa alega que não consegue atender a demanda, que é coletar o lixo três vezes por semana em cada bairro, por falta de funcionários. Há casos também de funcionários que desviam a rota e deixam os moradores mais de uma semana com lixo na porta das casas.

   A Qualix ganha conforme a quantidade de lixo coletado. Hoje, são cerca de 450 toneladas por dia (12,6 milhões de toneladas/mês), o que rende à empresa um faturamento mensal de R$ 1,1 milhão. Conta com 14 caminhões coletores e um quadro com aproximadamente 100 garis, que se dividem nos três turnos.

   A concessão vence no próximo mês. Cerca de 20 empresas de todo o país estão participando da licitação. De acordo com Euclides Santos, a vencedora, conforme estipula o edital, terá de pavimentar o trecho de 6 km entre o Novo Paraíso até a usina de reciclagem, apresenta nova frota de caminhões coletores e construir um novo aterro sanitário.

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DESCONTRAÇÃO | 31/12/2007 - 18:00

RDNews completa 1 ano e deseja um Feliz 2008

Romilson Dourado

   A equipe RDNews deseja a todos um Feliz Ano Novo e que 2008 seja repleto de paz, justiça social, saúde e harmonia. Nesta data, comemoramos  também juntamente com nossos leitores, colaboradores, parceiros e amigos um ano no ar, e já na liderança em número de acesso em Mato Grosso. É motivo de orgulho informar que são em média 7,5 mil ips únicos por dia, o que representa quase 30 mil leitores do blog-site que se informam sobre os bastidores nos Poderes. 

    Para fechar 2007 e no pique do Ano Novo, fica aqui um poema do eterno cronista, tradutor, contista e poeta Carlos Drummond de Andrade, intitulado "Cortar o tempo".

Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente 

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SAÚDE PÚBLICA | 31/12/2007 - 13:20

Sindimed denuncia Soares e tenta impedir posse

Romilson Dourado

O Sindicato dos Médicos (Sindimed) e um grupo de servidores começam a bater duro contra a nomeação de Luiz Soares na secretaria de Saúde de Cuiabá. A posse já está confirmada pelo prefeito Wilson Santos para o dia 13 ou 14 de janeiro. Soares já conduziu a pasta por quatro anos, entre 2001 e 2004, no último ano da administração Roberto França, de quem era vice-prefeito. Ele é polêmico, tido como linha dura e comprou briga com a categoria dos médicos enquanto esteve à frente da pasta, que detém cerca de 5 mil servidores e um orçamento já aprovado para 2008 de R$ 210 milhões.

   Revoltado com a notícia de que Luiz Soares estará de volta, o Sindimed se mobilizou. Além de emitir nota se posicionando contra, já ingressou com ação no Ministério Público, a quem pede interferência no sentido de barrar a nomeação na Justiça. Acusa Soares de ter cometido atos de improbidade administrativa. Entre as denúncias, o sindicato sustenta que o ex-secretário deu calote em cerca de R$ 4 milhões em hospitais e clínicas. Seriam pagamentos referentes aos meses de novembro e dezembro de 2000 e que Soares se recusou a equacioná-los. Também aponta supostos desvios em recursos de convênios e contratação irregular de servidores.

   Apesar das resistências, o prefeito Santos está determinado a nomear Luiz Soares, o sexto em três anos da gestão tucana. No início da semana Santos aproveitou uma confraternização e confirmou Soares na pasta da Saúde - clique aqui e confira. Depois, em entrevista ao RDNews, o prefeito reafirmou o convite a Soares e enfatizou até que o novo secretário assinará contrato de gestão no dia da posse - veja aqui.

(Às 16h05) - Queremos transparência, cobra diretor

   O médico Luiz Carlos de Alvarenga, diretor de Assuntos Jurídicos do Sindicato dos Médicos, disse que falta transparência na gestão Wilson Santos, principalmente na condução da pasta da Saúde. Segundo ele, o nome de Luiz Soares encontra, sim, resistência não apenas do Sindmed, mas também dos demais sindicatos, inclusive dos servidores. Alvarenga lembra que Soares responde na Justiça por atos de improbidade do período em que foi secretário de Saúde da Capital. Cita que no episódio em que três pacientes que estavam na UTI do Hospital e Pronto-Socorro Municipal morreram por causa de defeito e do desligamento de um motor Luiz Soares foi denunciado por omissão. Também lembrou que o ex-secretário foi acusado de nomear estagiários para atuar como médicos tanto no HPSMC quanto nas policlínicas.

    "Não somos contra nome de ninguém. Queremos que as coisas tenham transparência e que o secretário seja justo. E, infelizmente, todos que passaram por lá não tiveram autonomia porque o prefeito não deixa. É uma questão de gestão. Não tem transparência", emenda Alvarenga.

    Segundo ele, o prefeito prometeu e não cumpriu quanto à implantação de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCs) digno. Reclama também que faltam medicamentos e estrutura de modo geral. "Faltam condições de trabalho e esse problema não é de hoje. Esse história de dizer que o Luiz Soares fazia médicos trabalhar não é verdade. Todo médico trabalha. O que falta é condições para trabalhar com dignidade".

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EXECUTIVO | 31/12/2007 - 10:55

Caldart é contra projeto que extingue Ceprotec

Romilson Dourado


Luiz Caldart observa que a única vantagem será para o secretário Chico Daltro, que terá mais autonomia

   O presidente do Centro Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (Ceprotec), Luiz Fernando Caldart resolveu comprar uma briga interna e declara publicamente ser contra o projeto já aprovado pelos deputados que transforma a autarquia em superintendência vinculada à secretaria de Ciência e Tecnologia, hoje sob Chico Daltro. "Independente de ser autarquia ou superintendência a possibilidade de captar recursos é a mesma, se essa for a idéia", afirma. 

   O projeto de lei deve ser sancionado pelo governador Blairo Maggi (PR) dentro de 15 dias, assim que este retornar de férias de Balneário Camboriú (SC). Caldart observa que vai aguardar o governador para uma conversa, já que até agora não sabe ao certo a real intenção da idéia da mudança do Ceprotec. "Até agora não fui comunicado de nada, nem pelo governador e nem pelo secretário (Daltro)", disse.

    Para o presidente do Ceprotec, esse projeto fará com que a instituição de ensino perca a autonomia e identidade própria. A grande diferença está no aumento do poder atribuído ao secretário Daltro, autor da idéia. "Os recursos que vão diretamente do Fundo Educação Profissional, agora terá de passar pela Secitec e depois o secretário que resolverá em quais áreas os recursos serão investidos", explica.

  Caldart defende a permanência do Ceprotec como autarquia, já que, segundo ele, possui um trabalho eficaz, tanto na formação profissional e tecnológica dos servidores quanto daqueles que atuam na iniciativa privada. A instituição funciona em 7 pólos do Estado. São eles: Cuiabá, Alta Floresta, Rondonópolis, Sinop, Barra do Garças, Diamantino e Tangará da Serra. Em 2007, o Centro realizou cerca de 7,9 mil atendimentos gratuitos.

   Apoio

   O presidente da Assembléia, deputado Sérgio Ricardo (PR), disse nesta segunda (31) que votou a favor do projeto sob determinação do governador. Observa que concorda com a mudança. "Isso vai deixar os trabalhos do Ceprotec mais ágeis e assim dará mais resposta à sociedade". (Pollyana Araújo)

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Artigo | 31/12/2007 - 09:12

Publicitário detona candidatos e prega voto nulo

Romilson Dourado

  O ex-diretor-financeiro da extinta Fundação Estadual do Meio Ambiente (hoje Sema) no governo Dante de Oliveira, publicitário Dejair Soares, "viaja" em meios às conjecturas sobre como serão as próximas eleições e já avisa que fará campanha pelo voto nulo. Sugere que todos sigam o seu exemplo. O ex-assessor do ex-senador Antero Paes de Barros se mostra indignado com os desmandos no poder público. Para ele, a briga entre os candidatos é falsa e serve apenas para enganar os cidadãos. "Optar pelo voto nulo é saudável como protesto contra todo um sistema". 

 Dejair demonstra preocupação principalmente quanto ao futuro prefeito da Capital. "Seria lindo observar uma população unida e majoritária dizer, através da imensa maioria de votos nulos, que ela não é idiota, que não é ingênua, que sabe que entre esses candidatos praticamente não existem diferenças e que nada poderão atuar no melhoria da nossa cidade".

    A análise em defesa do voto nulo do polêmico Dejair Soares está postada na seção Artigos, logo acima à esquerda, com título "De quem é a culpa?". Confira.

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Artigo | 31/12/2007 - 08:37

De quem é a culpa?

Romilson Dourado

    Amigos, mas um ano vai se iniciar, e teremos a mesma lengalenga eleitoral, temos uma eleição pela frente e vários candidatos estão colocados para governar a nossa Capital.

    Não importa qual candidato vença o sistema político e injusto, a única mudança é de um novo gestor, que irá administrar a nossa Cuiabá, como se você tivesse escolhido um personagem diferente para jogar um jogo de videogame, mas que possui exatamente as mesmas habilidades e funções, que no caso é um boneco manipulado por poderes externos.

    A democracia virou um espetáculo de televisão que emerge apenas durante a época de eleições, o cidadão renunciou a sua consciência crítica e migrou para uma posição de opinião pública, que é forjada pela televisão, votar nulo não serve para eliminar corruptos da política, mas pode funcionar como uma crítica generalizada. Optar pelo voto nulo é saudável como protesto contra todo um sistema.

    Anular também parece uma boa para quem não se contenta, ou não vê diferença entre os candidatos? Política é escolha. E o voto nulo é uma escolha como qualquer outra.

    Votar é um ato heróico. Hoje o eleitor esta escolhendo os candidatos como produtos. É preciso negar esse sistema. Os candidatos são cada vez mais parecidos. A briga entre eles é falsa e serve apenas para enganar os cidadãos, e para que continuem no poder.

   Se o eleitor não está contente com nenhum candidato? Tem o direito de anular. É uma escolha. Política não é só voto, também é pressão e participação.

   A motivação para o voto vem do cidadão, têm aqueles que só vota em candidatos com maior possibilidade de ser o vencedor, possibilidade esta que averiguamos através das controversas pesquisas eleitorais. Votar apenas nos que são considerados concorrentes de peso limita a eleição à escolha prévia pela mídia, afinal, ela é quem cria a maior parte do terreno para os candidatos.

    Ao divulgar meu ideal não estou querendo tirar votos de nenhum candidato, quem sou eu? Mas sei que se alguém levar a sério o que estou dizendo, alguma coisa acontecerá. Eu não me importo, pois o efeito que quero causar é mais profundo, é nas pessoas, é em longo prazo, gradualmente. As crianças param pra pensar muitas vezes, os jovens bem menos, os adultos, quase nunca. É algum tipo de estupidez natural que herdamos em nossa desastrosa, controversas e invertidas evolução.

     O voto nulo não seria somente um voto contra os candidatos, mas sim uma forma de protesto organizado pacífico contra o sistema injusto vigente. Seria lindo observar uma população unida e majoritária dizer, através da imensa maioria de votos nulos, que ela não é idiota, que não é ingênua, que sabe que esses candidatos praticamente não existem diferenças, e que nada poderão atuar no melhorando da nossa cidade.

  O meu voto nulo já está garantido, pois me recuso a escolher entre "bosta e merda". Se pudermos dizer não pra “bosta” e pra “merda”, mesmo que nosso “não” seja desprovido de poder de mudança, pois a “merda” ou a “bosta” será eleito de qualquer jeito, pelo menos minha moral ficará menos encardida e mal cheirosa.

Dejair Soares é publicitário, pós-graduado em gestão pública, gestão de estado e cidades e gestão ambiental.

ARTICULAÇÃO | 31/12/2007 - 07:34

Por reeleição, Santos oferece 2 cargos ao PMDB

Romilson Dourado

   Em busca do apoio do PMDB a sua reeleição, o prefeito de Cuiabá Wilson Santos resolveu pedir benção ao seu velho aliado, o deputado federal Carlos Bezerra, presidente da legenda peemedebista no Estado. Em reunião na semana passada, o tucano ofereceu ao cacique o comando da Companhia de Saneamento (Sanecap) e também a condução da secretaria de Infra-Estrutura.

   Bezerra sinalizou com a possibilidade, sim, de uma aliança PSDB-PMDB para o pleito de 2008, mas levantou uma condição que deixou o prefeito um tanto preocupado. Disse que o Palácio do Planalto vem monitorando todos os passos das negociações políticas na Capital. Como o PMDB oficialmente integra a base do governo Lula, exige-se que o partido esteja coligação com o PT ou com alguma legenda que venha representar esse arco. Dessa forma, por interferência do poder central, o PSDB de Santos pode ficar impedido de ter apoio do PMDB, que perdeu força na corrida sucessória com a desfiliação de Walter Rabello, hoje no PP e líder nas pesquisas de intenções de voto.

    Bezerra e Santos conversaram até em nomes tanto para substituir o atual presidente da Sanecap, José Antonio Rosa, que ficará somente na Procuradoria-Geral do Munincípio, quanto para suceder Euclides Santos, um peemedebista que conduz a Infra-Estrutura, mas que deixará a administração para tentar a Prefeitura de Poconé. Osvaldo Cabral, que foi assessor na Casa Civil no governo Bezerra, em 87, seria uma opção à Infra-Estrutura. O prefeito garante, porém, que a indicação já está descartada. Líderes peemedebistas, como o vereador Domingos Sávio, também resistem a uma aliança com o tucanato.

   Eleito em 2004 com apoio apenas de quatro partidos (PSDB, PSB, PTB e PDT), Wilson Santos vem se esforçando em busca de novos aliados. Alguns que passaram a ter filiados na gestão não admitem alianças formais, como o DEM (ex-PFL), PDT e PMDB. No caso do PSB, já houve até ruptura. Os pedetistas também se distanciaram da administração, apesar de comandar o Procon Municipal com o advogado Ricardo Siqueira. O PPS e o PTB, por outro lado, assumiram a condição de governistas, após conquista de cargos no primeiro escalão.

    "Prefeituráveis"

    Presidente do PSDB em Mato Grosso, Wilson Santos está consciente de que terá uma campanha dura pela frente. O cenário aponta para uma disputa de dois turnos. O tucano não terá apoio do governador Blairo Maggi (PR) e muito menos do presidente Lula (PT). Entre seus prováveis adversários estariam quatro deputados: Carlos Abicalil (PT), Valtenir Pereira (PSB), Walter Rabello (PP) e Sérgio Ricardo (PR). Correm por fora o empresário Célio Fernandes (PTB) e a ex-vice-governadora Iraci França (DEM).

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ARTICULAÇÃO | 30/12/2007 - 23:45

Bosaipo leva ex-deputado; Teis opta por adjunto

Romilson Dourado

Ex-deputado Juliano Jorge vira assessor de Bosaipo no TCEJúnior Bezerra deixará Sefaz e vai para TCE    Os novos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado, Waldir Teis e Humberto Bosaipo, têm direito a nomear em média 20 assessores cada no gabinete. Eles já começaram a definir as pessoas que os acompanharão à cadeira vitalícia. No caso de Teis, um que ele decidiu levar consigo para o TCE é o atual secretário-adjunto de Gestão da pasta da Fazenda, Emanoel Gomes Bezerra Júnior. Ele é sobrinho do deputado federal Carlos Bezerra e já foi secretário da Prefeitura de Rondonópolis na administração do peemedebista Alberto de Carvalho.

    Desde o início do governo Blairo Maggi, em janeiro de 2003, Júnior Bezerra integra o segundo escalão. Aos poucos ele se tornou pessoa de extrema confiança do então secretário de Fazenda, Waldir Teis. Júnior Bezerra recebeu convite do novo conselheiro e agora trocará a Sefaz pelo TCE. Seu salário ficará em torno de R$ 8 mil mensais. Atuará como consultor.

   Já entre os novos assessores de Bosaipo no TCE estará o ex-deputado estadual Juliano Jorge Borackzunski. Ele é irmão do também ex-deputado e ex-prefeito de Alta Floresta, Romoaldo Júnior, que, aliás, é pré-candidato a prefeito nas urnas de 2008. Nas eleições de 2002, Juliano ficou na primeira suplência de deputado, ao alcançar a 17.977 votos, pelo PL (hoje PR, após a fusão com o Prona). Depois, por meio de rodízio entre titulares, virou deputado por alguns meses.

   """"Estrutura

   Ao todo, o TCE emprega quase 600 servidores. Conta com um duodécimo de R$ 108,1 milhões por ano. Cada um dos sete conselheiro recebe R$ 22,1 mil mensais de salário. Já os servidores ganham de R$ 300 a R$ 8 mil.

    Entre os serviços a que os conselheiros com status e prerrogativas de desembargadores do Tribunal de Justuça têm direito estão motorista, segurança, assistente, mensageiro, chefe de serviços e assistente de plenário. Eles têm a missão de exercer o controle externo, por meio da fiscalização da gestão dos recursos do Estado e dos municípios. São fiscalizados cerca de R$ 10 bilhões por ano.

   O lotacionograma do TCE é distribuído da seguinte forma: 10 cargos no gabinete da Presidência, 3 no da Vice, 4 na Corregedoria-Geral, 130 nos sete gabinetes dos conselheiros, 8 na Ouvidoria, 177 divididos em cinco relatorias de controle externo, 8 na secretaria de Gestão, 8 na procuradoria Consultiva, 12 na consultoria técnica, 20 na secretaria-geral do Tribunal Pleno, 5 como secretários-adjuntos técnicos, 3 na assessoria especial de Comunicação, 5 na execução de programas de modernização externo entre Estados e municípios.

   Ainda fazem parte do quadro de pessoal 8 na Escola Superior de Contas, 11 na gestão de pessoal, 3 no orçamento e finanças, 21 na administração, 4 na coordenadoria de segurança, 31 no expediente, 10 na tecnologia da informação, 15 no apoio humano, 21 no controle de obras e serviços de engenharia, 15 no controle de ato de pessoal, 6 no cerimonial, 7 na Procuradaria de Justiça junto ao TCE. Ainda integram a lista servidores a disposição de outros órgãos.

COBRANÇA | 30/12/2007 - 20:43

Novo secretário terá metas a cumprir, diz Santos

Romilson Dourado

Luiz Soares terá metas a serem cumpridas enquanto secretário de Saúde  Além de Luiz Soares na pasta da Saúde, os demais integrantes do 1º escalão vão assinar um contrato de gestão para cumprir várias tarefas em 2008, sob pena de exoneração

   No dia em que tomará posse como secretário de Saúde - 13 ou 14 de janeiro -, Luiz Soares vai assinar um contrato de gestão, se comprometendo a cumprir 10 metas durante período de um ano. Segundo o prefeito Wilson Santos, os demais secretários também serão obrigados a atingir metas. Esse alerta já foi feito na reunião da última sexta (28). Serão de 5 a 6 para os demais a serem cumpridas durante o exercício de 2008. "São metas que fazem parte do princípio da administração privada e, quando aplicadas na pública, se chama gestão gerencial", explica o prefeito.

     Santos adianta que o não-cumprimento das tarefas resultará em punição e até em exoneração. Ele preferiu desconversar sobre o assunto, mas, por coincidência, anunciou contrato de gestão extensivo a todo o staff no momento em que seu secretariado vem sendo bombardeado por críticas. Quase todos têm atuação pífia, não defendem a gestão, ignoram os mutirões feitos nos bairros e demoram a tomar providências, até mesmo naquelas demandas emergenciais.

    De acordo com o prefeito, Luiz Soares, que já conduziu a pasta da Saúde por ano anos na gestão Roberto França, concordou em assinar o contrato de gestão. Ele conduzirá um orçamento de R$ 210 milhões e uma pasta complexa e com mais de 5 mil servidores.

     Metas

    Entre as metas já definidas para o novo secretário, que substituirá Guilherme Maluf, estão a de chegar o final de 2008 com 58 Programas de Saúde da Família (PSFs) implantados (hoje são 35 equipes), criar o Pronto-Socorro da Criança, informatizar e interligar numa linguagem única todas as unidades de saúde, restruturar a Central de Regulação e revitalizar a Saúde Mental do Município. Também fazem parte do contrato de gestão a implantação de duas farmácias populares e construção de uma policlínica no bairro Pedra 90.

Algumas metas a serem cumpridas por Luiz Soares

1) Elevar de 35 para 58 equipes do Programa Saúde da Família
2) Criar o Pronto-Socorro da Criança
3) Informatizar e interligar todas as unidades de saúde
4) Restruturar a Central de Regulação
5) Revitalizar a Saúde Mental
6) Implantar mais de duas farmácias populares
7) Construir uma policlínica no Pedra 90

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DESCONTRAÇÃO | 30/12/2007 - 18:00

Rei Roberto Carlos interpreta canção Emoções

Romilson Dourado

     A canção Emoções do rei Roberto Carlos marca o último domingo de 2007. Com uma carreira eternamente estável, Roberto Carlos é do tipo que nunca sai do gosto popular, ou seja, sem a mínima chance de cair no esquecimento. Em parceria com o amigo Erasmo Carlos, suas músicas estiveram presentes nos romances de boa parte da juventude brasileira da década de 60, 70 e 80. Com Erasmo, compôs músicas que já foram regravadas por vários artistas, como Splish Splash, O Calhambeque, É Proibido Fumar, e outras que visavam ao filão juventude transviada, criando o primeiro movimento de rock feito no Brasil.

     Ouça abaixo Emoções na voz do rei Roberto Carlos. 

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ARTICULAÇÃO | 30/12/2007 - 12:12

Thelma se licencia pela 2ª vez; Saturnino assume

Romilson Dourado

   Thelma de Oliveira, reeleita em 2006 com 76.770 votos, se licencia de novo da cadeira de deputada federal a partir de 12 de fevereiro. Desta vez, ela abre espaço para o segundo suplente Saturnino Masson legislar em Brasília por quatro meses. Ele ficará na Câmara até maio. O cargo servirá de trampolim com vistas a projetá-lo como candidato a prefeito de Tangará da Serra. Se as eleições fossem hoje, segundo revelam as pesquisas, o tucano se elegeria como sucessor do prefeito Júlio César Ladeia (PR).

    A alegação de Thelma para a nova licença, segundo seus assessores, é de que estará honrando um pedido feito pelo ex-marido, o ex-governador Dante de Oliveira, que faleceu em julho de 2006. Em abril deste ano, Thelma saiu de licença. Contemplou o primeiro suplente, empresário rural Neri Geller (PSDB), um dos representantes do agronegócio.

    Residente em Lucas do Rio Verde, onde já foi vereador por dois mandatos (1997/2004), Geller teve 38.297 votos nas urnas de 2006 e ficou na cadeira de Thelma por quatro meses.  Agora será a vez de Saturnino Masson, que teve 30.295 votos.

RONDONÓPOLIS | 30/12/2007 - 08:29

Pátio e Muniz brigam e podem rachar a oposição

Romilson Dourado

Deputados não se entendem sobre estratégias e uma ruptura facilitará a reeleição do prefeito Sachetti  

   Os deputados estaduais Zé Carlos do Pátio (PMDB) e Percival Muniz (PPS), que começaram a unir as oposições em Rondonópolis rumo às eleições de 2008, agora estão prestes a decretar ruptura. Começam a se digladiar. Um racha entre os dois, que apresentam perfil mais político e com identificação com as massas, benefica o prefeito Adilton Sachetti (PR), que está em desvantagem nas pesquisas e, mesmo assim, vai encarar a disputa à reeleição.

   Pátio e Muniz fizeram um pacto para um apoiar o que apresentar melhor visibilidade eleitoral. Como o peemedebista lidera todas as pesquisas de intenções de voto para prefeito, Muniz recuou e virou cabo eleitoral do colega parlamentar. Agora, ambos começam a enfrentar divergências. Ex-prefeito por dois mandatos, Percival Muniz cobra maior presença do pré-candidato em Rondonópolis e uma posição mais dura contra a administração Sachetti. Pátio faz espécie de corpo mole. Entende que essa investida deveria ocorrer a partir de abril.

    Como seu nome começou também a melhorar nas pesquisas, Muniz pretende entrar na disputa, o que vem trazendo preocupação a Zé do Pátio, que concorreu em 2004 e ficou em terceiro lugar, apesar da pequena diferença de votos sobre o segundo colocado Wellington Fagundes (PR) e o hoje prefeito Sachetti.

    Os oposicionistas já perderam a esperança do apoio do ex-prefeito Rogério Salles (PSDB) que, a exemplo de 2004, deve apoiar o amigo Sachetti. Dessa forma, não há mais chance da sonha tríplice-aliança (PMDB-PPS-PSDB) em Rondonópolis.

   Mesmo em conflitos, os dois deputados sabem que um racha facilitará a reeleição de Sachetti, que não só tem a favor o peso da máquina administrativa, mas também o governador Blairo Maggi e o grupo de Fagundes, todos no palanque.

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INVESTIGAÇÃO | 30/12/2007 - 02:04

Na AL, Bosaipo mandou pagar pessoa já falecida

Romilson Dourado

   O ex-deputado estadual por cinco mandatos Humberto Bosaipo, mesmo já efetivado no cargo vitalício de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, tem acerto a fazer com a Justiça sobre o seu passado e corre risco até de ser destituído do posto. Contra ele há 50 ações movidas por atos de improbidade administrativa de quando foi presidente da Assembléia Legislativa.

Ex-deputado e agora conselheiro do TCE, Humberto Bosaipo   O Ministério Público tenta destituí-lo do cargo, sob alegação de que não estaria apto a ser conselheiro porque a função exige algúém com idoneidade moral e reputação ilibada. A ONG Moral também ingressou na Justiça contra a nomeação de Bosaipo, que perde a imunidade parlamentar por não ser mais deputado, mas conquista prerrogativa de desembargador do Tribunal de Justiça e foro privilegiado. Empossado no TCE no último dia 14, Humberto Bosaipo responde ainda a 15 processos por peculato e formação de quadrilha. Ao todo, são mais de 100 inquéritos em andamento contra o agora conselheiro do TCE. Em um dos processos, o ex-deputado é acusado de pagar, enquanto dirigente da AL, R$ 3,7 milhões à L.M. Gomes Gráfica, empresa aberta no nome de um falecido.

     O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado e o MP, com base nos 66 cheques nominais da Assembléia à empresa L. M. Gomes e Gráfica, fez a checagem do endereço. Descobriu que na travessa do Tubarão, 701, bairro Lixeira, em Cuiabá, não existia a tal empresa.

   Constatou-se também que, embora cadastrada no Sistema Integrado de Administração Tributária de Cuiabá, a L. M. Gomes jamais efetuou lançamentos de ISS a favor do município, existindo dívida ativa da empresa em relação às taxas de funcionamento que nunca foram pagas. Numa nova investida do MP, uma outra surpresa: O proprietário da empresa, Lucas Marques Gomes, faleceu em 30 de agosto de 99, vítima de um acidente de trabalho, conforme Certidão de Óbito fornecido pela secretaria municipal de Saúde

    Esse assunto ganhou destaque em duas notas na coluna eletrônica do jornalista de Brasília, Cláudio Humberto, deste domingo.

   Clique aqui e confira.

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ARTICULAÇÃO | 30/12/2007 - 01:26

Lutero sonha com reeleição e com cadeira na AL

Romilson Dourado

  Outros ex-presidentes da Câmara conquistaram cadeira de deputado, como Malheiros, Chica e Dentinho

    O presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Lutero Ponce, está disposto a encarar uma candidatura de deputado estadual em 2010, caso supere a crise e garanta sua reeleição nas urnas do próximo ano. Ele quer seguir exemplo de outros presidentes do legislativo cuiabano que deram um salto na trajetória política e chegaram à Assembléia. Hoje, há dois deputados que presidiram a Câmara de Cuiabá: João Malheiros (PR), licenciado para conduzir a Casa Civil do governo Blairo Maggi, e Chica Nunes (PSDB), que se mantém no cargo, mesmo cassada pelo TRE, por força de uma liminar concedida pelo TSE.

    Outros também conquistaram vaga na AL após conduzir a Câmara, entre eles o ex-deputado Wilson Celso Teixeira, o Dentinho (PP). Dos quatro últimos dirigentes da Câmara de Cuiabá somente Luiz Marinho (DEM) não tentou cadeira de deputado. Preferiu continuar vereador.

   Lutero Ponce deixou o PP e foi para o PMDB por razões estratégicas. Ocorre que, com a desfiliação do partido do deputado Walter Rabello, pré-candidato a prefeito, o presidente da Câmara se articula para preencher o espaço e se tornar uma das principais lideranças do PMDB na Baixada Cuiabana. Ele passa agora a comandar o partido na Capital. Para a reeleição em 2008, seu nome aparece entre os primeiros colocados, conforme as últimas pesquisas.

   Além disso, Lutero Ponce, eleito em 2004 com 3.520 votos, conta com boa estrutura para enfrentar a campanha. O que pode complicá-lo, porém, são a crise política, devido a denúncias de irregularidades na gestão de Chica Nunes, da qual foi primeiro-secretário da Mesa Diretora, e também por causa do risco de perder o mandato em função da infidelidade partidária.

CONVENÇÃO DO PR | 30/12/2007 - 00:05

5 parlamentares recuam e 7 querem ser prefeito

Romilson Dourado


Deputados peemedebistas Zé do Pátio (à esq.) disputa em Rondonópolis, Juarez Costa é candidato em Sinop e Adalto de Freitas não desiste da Prefeitura de Barra do Garças

   De uma expectativa inicial de 12, o número de deputados estaduais que devem concorrer a prefeito nas urnas de 2008 já foi reduzido a sete. A nove meses do pleito, não são mais "prefeituráveis" Dilceu Dal Bosco (DEM), que estava de olho na Prefeitura de Sinop, Wagner Ramos (PR), de Tangará da Serra, Percival Muniz (PPS), que resiste à idéia de concorrer em Rondonópolis, e Wallace Guimarães (DEM), que foi engolido em Várzea Grande pelo conselheiro aposentado do TCE Júlio Campos. Outro que também deve recuar é o presidente da Assembléia, Sérgio Ricardo (PR), apesar deste assegurar que continuará no páreo. A tendência é de apoiar o colega Walter Rabello, que trocou o PMDB pelo PP.

   Agora, restam como pré-candidatos os deputados peemedebistas Juarez Costa, em Sinop, Adalto de Freitas, o Daltinho, em Barra do Garças, e Zé do Pátio, em Rondonópolis, além de Maksuês Leite (PP), em Várzea Grande; Walter Rabello (PMDB), em Cuiabá; e José Domingos (DEM), em Sorriso. O petista Admir Brunetto não descarta concorrer de novo em Alta Floresta. Ele disputou em 2004 e levou uma "surra" nas urnas da hoje prefeita Maria Izaura Alfonso (PDT), que desistiu da reeleição.

    Experiência

    Destes sete, cinco já viveram experiência de disputa eleitoral para prefeito. Pátio perdeu em Rondonópolis para o hoje prefeito Adilton Sachetti em 2004. Daltinho também amargou derrota para o comunista Zózimo Chaparral, assim como Maksuês para Murilo Domingos em Várzea Grande e Brunetto para Izaura em Alta Floresta. Domingos foi prefeito. Já Rabello tende a experimentar a primeira corrida à sucessão municipal.

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CONVENÇÃO DO PR | 29/12/2007 - 23:00

Deputado Domingos resolve disputar em Sorriso

Romilson Dourado

    O deputado José Domingos (DEM) decidiu que concorrerá à Prefeitura de Sorriso em 2008. Ex-prefeito do município por três mandatos, ele se vê motivado a entrar no páreo por duas razões. Primeiro, porque não se adaptou bem no Poder Legislativo. Sente-se impotente diante das demandas que recaem sobre o cargo de parlamentar e se mostra frustrado depois que descobriu que, na prática, na Assembléia quem não compõe a Mesa Diretora "pouco representa". Segundo, o democrata é o único nome do grupo oposicionista capaz de contrapor o projeto de reeleição do prefeito Dilceu Rossato (PR).

   Diante disso, José Domingos se prepara para o embate das urnas. Ele se mostra mais animado ainda com a pré-candidatura porque até mesmo o empresário Chicão Bedin (PMDB), que em 2004 perdeu para Rossato por apenas 50 votos, admite recuar de uma nova disputa para apoiá-lo.

    No último pleito, Sorriso teve três candidatos a prefeito. Então no PPS, Rossato ganhou com 11.121 votos, numa aliança com 9 partidos (PPS, PP, PDT, PTB, PL, PSDC, PSB e PSDB). Bedin ficou em segundo com 11.071 votos, enquanto o petista Nelson Koch obteve 2.432 votos. Agora, as eleições locais caminham para a polarização entre Rossato e Domingos, oportunizando o debate do comparativo das administrações entre antes e hoje.

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DESCONTRAÇÃO | 29/12/2007 - 18:00

Skank está nas paradas de sucesso desde 1991

Romilson Dourado

   Nos palcos brasileiros desde 1991, a banda Skank nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Ao centro da harmonia de um e a energia de outro, o grupo começou movido pelo interesse em transportar o clima do dancehall jamaicano para a tradição pop brasileira. A banda já somou vários sucessos como Garota Nacional e a versão para a música de Roberto Carlos É Proibido Fumar. Porém, somente em 2003, com as canções Dois Rios e Vou Deixar, o grupo marcou presença nas paradas de sucessos.

    Confira abaixo Dois Rios de Skank.

RONDONÓPOLIS | 29/12/2007 - 12:13

Efeito eleições leva Sachetti a trocar 4 secretários

Romilson Dourado

  Devido ao efeito das eleições de 2008, o prefeito de Rondonópolis, Adilton Sachetti (PR), que concorrerá a um novo mandato, programa quatro mudanças entre os seus 15 secretários. Ele substituirá Hussein Daud, que hoje conduz a pasta do Meio Ambiente. Hussein, que já disputou, sem êxito, cadeira de vereador no pleito de 2004, quando teve menos de mil votos, será candidato novamente. Por força disso, se vê obrigado a se desincompatibilizar do cargo seis meses antes, ou seja, a partir do início de abril.

   Outro do staff que também já está em pré-campanha a vereador é o vice-prefeito Manoel Machado, o Maneco. Ele agora milita no PR, mesmo partido do prefeito. Começou sua trajetória no PSC e teve passagem também pelo PSL. Dois ex-vereadores e que fazem parte do primeiro escalão da Prefeitura de Rondonópolis também vão deixar a administração. Tratam-se de Ailton das Neves e Milton Araújo, o Mutum, ambos do PR. O primeiro é secretário de Transporte e Trânsito, Mutum, presidente da Companhia de Desenvolvimento (Coder).

   A chapa do PR, que nasceu da fusão do PL com Prona, é tida como a "mais pesada". O prefeito fez um trabalho forte de cooptação e trouxe para o seu partido, com as bênçãos do governado Blairo Maggi, nada menos que 8 dos 12 vereadores rondonopolitanos. Todos os parlamentares republicanos vão à reeleição. São eles: o presidente da Câmara, Ananias Filho, Zé Márcio Guedes, Valdir Clemente, Hélio Picchioni,  Aristóteles Cadidé, Olímpio Alves, Mohamed Zaher e o suplente João Gomes.



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