Sábado, 04 de Fevereiro de 2012, 11:31 h

DESCONTRAÇÃO | 31/05/2008 - 18:46

Paulinho Moska interpreta "Pensando em Você"

Romilson Dourado

  O carioca Paulinho Moska iniciou cedo na vida artística e sofreu as mais variadas influências. O pai era diretor de uma das mais badaladas casa noturna do Rio e passou a infância assistindo shows de Hermeto Pachoal, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Gal Costa, Paralamas, Kid Abelha, Titãs, Lobão, Ultraje e muitos outros. Formou-se pela Casa das Artes de Laranjeiras (RJ). Estudou e depois cinema. Autuou em alguns filmes (A Cor do seu Destino, Um Trem para as Estrelas, O Mistério do Colégio Brasil, Kuarup, PSW e
Ócio), mas foi a música que falou mais alto.

  Depois de cinco anos no grupo Inmigos do Rei, se dedicou a carreira solo. Nesta época os hits eram Nirvana, Pearl Jam, e Lenny Kravitz. E sob essa influência lançou o primeiro disco “Vontade”, totalmente rock’n roll. Só que o título de roqueiro o incomodava e em 95 lançou o disco “Pensar é fazer música” que é uma mistura do POP com MPB e foi assim que caiu no gosto do povo e vieram muitos outros discos. (Alline Marques)

  • Clique no play e confira o sucesso Pensando em Você com Paulinho Moska

LEGISLATIVO | 31/05/2008 - 16:45

27 já assinam a PEC que acaba com TCU e TCE

Romilson Dourado


Serys quer extinguir Tribunais de Contas e criar auditorias
Foto: Célio Azevedo

  Apresentada pela senadora Serys Marli (PT) no ano passado, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 090 que extingue Tribunais de Contas e cargos de ministros e conselheiros dos tribunais como a ganhar respaldo no Congresso Nacional. Já conta com 27 assinaturas, dentre elas dos parlamentares mato-grossenses Jaime Campos (DEM) e da própria Serys.

   A intenção é criar auditorias de contas subordinadas às casas legislativas como órgãos técnicos de controle externo. A proposta também define regras para a transição do modelo de Tribunais de Contas para o de Auditorias de Contas.

  Pela PEC 090/2007, o controle externo da Câmara Municipal será exercido com a ajuda da auditoria de Contas do Estado, no caso de município localizado em Estado; ou da União, se estiver situado em Território e fica proibida ainda a criação de auditorias de contas municipais. As contas do governo federal serão submetidas ao Congresso, com parecer prévio da Auditoria de Contas da União. Serys propõe ainda que as contas do Senado sejam analisadas pela Auditoria de Contas da União, que pertencerá ao próprio Congresso, ligada diretamente ao presidente da Casa.

  A PEC dá ainda plenos poderes à Auditoria de Contas da União para que esta realize por conta própria inspeções e auditorias nas unidades administrativas dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, e demais entidades. E terá ainda que prestar informações ao Congresso Nacional ou qualquer de suas Casas sobre a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial e sobre resultados de auditorias e inspeções realizadas.

  Além disso, o Senado irá aprovar a nomeação do auditor-geral, chefe da unidade, que será indicado pelo presidente do Senado. Entretanto, os demais funcionários terão que ser aprovados em concursos públicos e as funções de confiança e cargos em comissão da Auditoria de Contas da União serão exclusivos a servidores do quadro de pessoal.

   Despesas

   Em sua justificativa, a senadora mato-grossense alega que irá reduzir os gastos e que já é de autonomia do Congresso exercer a função de controle externo com o apoio do Tribunal de Contas, portanto, basta a ajuda de técnicos para que as Casas dos Legislativos façam a função de fiscalizar e avaliar as contas públicas.

  O texto de justificativa da PEC 090/2007 critica a forma de escolha dos ministros ou conselheiros dos Tribunais de Contas. “A verdade é que hoje temos, em vários casos, os cargos de ministro e de conselheiro dos Tribunais de Contas como prêmio para parlamentares que não mais possuem força eleitoral para se manter em cargos eletivos. Toda uma estrutura administrativa acaba sendo erigida para viabilizar esse verdadeiro benefício. Tal circunstância não mais é tolerada pela sociedade brasileira”, relata a proposta. (Alline Marques)

  • Conheça aqui a íntegra da PEC 090/2007
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MEIO AMBIENTE | 31/05/2008 - 09:44

Minc baixa portaria para "aliviar" restrição em MT

Romilson Dourado


Carlos Minc e Blairo Maggi se cumprimentam em encontro de governadores da Amazônia Legal
Foto: Edson Rodrigues

  O ministro de Meio Ambiente, Carlos Minc, começa a amenizar o discurso e apesar de garantir que não irá aliviar para os produtores rurais na lista do desmatamento ilegal, anunciou nesta sexta (30), durante o Fórum dos Governadores da Amazônia Legal, que deverá ser publicada nesta segunda (2) uma portaria para amenizar a resolução 3.545 do Banco Central que restringe o crédito para produtores que estão com as propriedade sem a regularização ambiental e que estão localizados dentro dos municípios que fazem parte do bioma da Amazônia. “A resolução não muda em nada, até porque uma portaria não tem o poder de fazer isso. Mas irá ajudar a alguns municípios que estão enquadrados pela resolução”, disse Minc.

  A portaria irá deixar mais claro para as instituições financeiras o que pode ou não ser feito. O que acontece é que muitos municípios possuem parte de seu território dentro do bioma, mas nem toda área produtora de grãos está localizada dentro do bioma, com isso fica livre da restrição. Só que na dúvida, o banco não libera o crédito para ninguém desse município.

  Para o governador Blairo Maggi e para o secretário de Meio Ambiente de Mato Grosso, Luiz Henrique Daldegan, a portaria ajuda, mas não resolve o problema. Segundo Daldegan, na próxima semana a Sema começa a fazer um levantamento dos municípios mato-grossenses que estão dentro dessa situação, já que serão as secretarias do Meio Ambiente de cada Estado as responsáveis pelas informações. Mas ele já adiantou que a medida não irá resolver o problema.

  De acordo com o diretor do Departamento de Políticas de Combate ao Desmatamento do Ministério do Meio Ambiente, André Lima, 529 municípios em todo o país pertencem ao bioma da Amazônia, mas pelo menos 100 deles possuem apenas parte do território na área da floresta.

  Para Maggi, a resolução deveria ser aplicada para aqueles que estão entrando agora no processo. Já os que produzem há muitos anos deveriam ter um prazo compatível para se adequar antes de ter o crédito restringido. “As atividades que estão em andamento produzindo alimentos, riqueza para o País, não podem ser paralisadas”, sustentou.

  “Em Mato Grosso, a regularização ambiental está acompanhada da regularização fundiária. Isso traz dificuldades. Temos que fazer com que esses processos sejam mais práticos. Da parte de Mato Grosso queremos o cumprimento da lei. O que precisamos é de tempo e de recursos para cumprir a resolução 3.545”, afirmou Maggi. “Quando houve a campanha do desarmamento, o cidadão que entregasse sua arma não era punido ao entregá-la. Hoje o produtor, ao se apresentar para regularizar sua propriedade já é punido com multa e processo por estar ilegal”, reclamou.

  Mato Grosso, assim como outros da Amazônia Legal, não têm condições de fazer de forma rápida o licenciamento. O secretário de Planejamento, Yênes Magalhães, explica que as secretarias de Meio Ambiente não possuem estrutura suficiente para dar conta da regularização dos processos num espaço de tempo tão curto.

  De acordo com o governador Blairo Maggi, a resolução do Banco Central pode trazer prejuízos ao País, causando uma quebra na safra nacional em torno de 8%. Segundo seus cálculos, a medida atinge uma região no Mato Grosso responsável por uma produção de 12 milhões de toneladas, das 26 milhões de toneladas estimadas no Estado. “As atividades que estão em andamento produzindo alimentos, riqueza para o País, não podem ser paralisadas”, afirma.

  Convite

  Em outro momento do discurso, Maggi diz que gostaria de expor ao ministro Carlos Minc assuntos sobre o Meio Ambiente. Ambos se cumprimentaram no início da cerimônia. “Mato Grosso está pronto para discutir, para sentar junto com o Ministério do Meio Ambiente e mostrar todos os avanços na área do meio ambiente”, afirmou. (Alline Marques com assessoria)

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JUÍNA | 31/05/2008 - 09:30

Batista é 1º para vereador; mulher de Ságuas, 2ª

Romilson Dourado

  Pesquisa Mark sobre intenções de voto para vereador em Juína mostra um cenário emblemático, com vários pré-candidatos "embolados" nas primeiras colocações, apesar de uma ligeira vantagem do petista João Batista, que busca um novo mandato. Batista aparece com 5,1%. Nesta amostragem espontânea, o eleitor escolhe o nome do seu pré-candidato sem ajuda de uma listagem. Em segundo lugar e tecnicamente empatada com João Batista está a também petista Josi Moraes, esposa do ex-prefeito de Juína por dois mandatos, deputado estadual licenciado e atual secretário de Estado de Educação, Ságuas Moraes. A margem de erro é de 4% para mais ou para menos. A Mark ouviu 390 eleitores juinenses entre 11 e 14 deste mês. Foi registrada na 35ª Zona Eleitoral de Juína sob número 909/2008.

  Pela amostragem, em terceiro lugar aparece Ailton Barbosa de Oliveira (PP), o Neguinho, com 3,1%, seguido de Zulmar Curzel (PTB), o Carequinha com 2,3%. O presidente da Câmara, Francisco de Assis Pedrozo (DEM), o Chicão, figura em quinto com 2,1%. Outro vereador que vai tentar a reeleição é Wilson Aparecido de Souza (PTB), que aparece na pesquisa com 1,8%. Jair do Detran está com 1,3%, acompanhado de José Oliveira da Costa, o Zezão, e de Antônio Munhoz Sanches, Tuna. O pré-candidato Eduardo da Verdan está empatado com Zé Diniz e Izabel Zaniolo, todos com 1%.

   Dalmo Machaqui aparece com 0,8% junto com o vereador Waldemar Teixeira (PP). A pesquisa da Mark traz ainda Paulão da Cemat, Dorildes, Pacheco, Marta e Nivaldo empatados com 0,5% nas intenções de voto. A suplente Salente Bergoni, Geraldo, Totó protético, Eliana da creche, Celso Nonato, Márcio Gardin, Sebastião Rodrigues, Zulmar Curzel, Aristóteles e Aílton dividem a condição de "lanternas", com 0,3%. Os indecisos somam 48,2%. Hoje, votariam em branco ou anulariam o voto 20%.

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PESQUISA MARK | 31/05/2008 - 09:05

Em Rondonópolis, Muniz é o 1º para governador

Romilson Dourado

 O ex-prefeito e hoje deputado estadual Percival Muniz (PPS) lidera a preferência dos rondopolitanos como pré-candidato a governador. Numa simulação com todos os virtuais candidatos ao pleito de 2010, o socialista aparece em primeiro lugar, com 35,3% das intenções de voto. Na segunda colocação, com 18,6%, está o senador Jaime Campos, cacique do DEM, conforme revela a última rodada da Mark feita nos dias 24 e 25 deste mês. A senadora Serys Marli (PT) detém 9,1% de preferência. O prefeito da Capital, Wilson Santos (PSDB), é lembrado por 4,8%.

   A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. O nome do diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit), Luiz Pagot (PR),  figura com 2,8%, empatado tecnicamente com o deputado estadual Otaviano Pivetta (PDT), que aparece com 1,2%. O universo de indecisos é de 23,7%. A pesquisa Mark foi feita nos dias 24 e 25 deste mês em 47 bairros de Rondonópolis. 

   Em outro cenário, em que sai o nome de Pagot e inclui-se o do prefeito de Rondonópolis Adilton Sachetti (PR), Muniz também aparece na liderança com 34,8%. Nesse caso, Jaime teria 18,7% dos votos. Serys aparece com 9,4%, seguida de Santos (4,4%), de Sachetti (2%) e de Pivetta (1,4%). Dos entrevistados, 24,6% não souberam ou não quiseram responder.

   Rejeição

   Líder nas pesquisas de intenções de voto, Muniz ainda detém baixo índice de rejeição em Rondonópolis como alternativa à cadeira de governador. O socialista aparece com 3,4% de rejeição. Já o mais rejeitado é o prefeito Sachetti. Se as eleições fossem hoje, 13,8% não votariam no republicano. Já 10,7% rejeitam o nome do senador Jaime Campos, enquanto Serys não seria escolhida por 9,1%. Santos teve o nome rejeitado por 7,8%, Pagot por 5,1% e, Otaviano Pivetta, por 2,9%. (Pollyana Araújo)

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RONDONÓPOLIS | 31/05/2008 - 08:55

36% votam em Maggi à senatória; Fagundes é 2º

Romilson Dourado

  Se dependesse somente dos eleitores de Rondonópolis, o governador Blairo Maggi (PR) seria conduzido a uma cadeira de senador. Seu nome detém 36,8% das intenções de voto como opção ao Senado para o pleito de 2010, enquanto o segundo colocado, o deputado federal Wellington Fagundes (PR), aparece com 21,2%. O senador Antero Paes de Barros (PSDB) figura em terceiro lugar, com 5,9%. Empatado tecnicamente figuram os Carlos Abicalil (3,1%) e Serys Marli (3%).

  Realizada nos últimos dias 24 e 25, a pesquisa Mark foi registrada junto à 45ª Zona Eleitoral sob número 036/2008. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. De acordo com a amostragem, o deputado José Riva (PP) é lembrado por 0,4% para a senatória. Dos pesquisados, 26,6% se dizem indecisos.

   Rejeição

   Na amostragem, os pesquisadores da Mark fizeram a seguinte pergunta aos 1.069 eleitores entrevistados em Rondonópolis: "Em quem o senhor não votaria de jeito nenhum para senador se as eleições fossem hoje?".

   O nome mais rejeitado é o do deputado Riva, com 12,1%. Já 10,1% não votariam de jeito nenhum em Antero, enquanto 9,1% resistem ao nome de Serys. Já Abicalil detém rejeição de 8%, enquanto Maggi aparece com 5,1%, seguido do deputado federal de cinco mandatos Wellington Fagundes (5%). (Pollyana Araújo)

COMUNICAÇÃO | 31/05/2008 - 08:43

Pré-candidato, Rabello estréia na Record News

Romilson Dourado

  Dois meses após sua demissão da TV Cidade Verde (afiliada do SBT), onde apresentava o "Olho Vivo na Cidade", Walter Rabello, pré-candidato a prefeito de Cuiabá pelo PP, estréia um novo programa e em outra emissora. Será o Ação Geral, na Record News (a cabo e também em sinal aberto no canal 47). Do grupo do bispo Edir Macedo, esse novo canal foi lançado no país em setembro do ano passado, como primeiro com dedicação exclusivamente à transmissão de notícias na televisão aberta. O programa de Rabello fugirá essa regra.

  Rabello fará sua estréia no próximo dia 6 (uma sexta-feira). Terá na equipe os mesmos que saíram junto com ele da TV Cidade Verde, entre eles o locutor Moacir Ribeiro. A linha do programa muda pouco. Rabello quer manter a mesma estratégia do assistencialismo, transformando a emissora num palanque eletrônico. Ele ficará no ar pelos próximos dois meses. Depois vai ter de se desincompatibilizar para poder concorrer ao Palácio Alencastro.

   O progressista tenta recuperar o prestígio. Ele perdeu pontos nas pesquisas de intenção de voto na corrida à Prefeitura de Cuiabá, após perder o programa no SBT que mantinha com forte apelo popular, mas ainda oscila entre o primeiro e segundo lugar, num embate direto com o prefeito Wilson Santos (PSDB). Para piorar, Rabello teve o mandato de deputado estadual cassado pelo TRE por infidelidade partidária (trocou o PMDB, pelo qual foi eleito, pelo PP).

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INVESTIGAÇÃO | 31/05/2008 - 07:43

Gestões da Câmara de Cuiabá viram escândalos

Romilson Dourado


A exemplo de Chica, a gestão Lutero se vê no olho do furacão

  A presidência da Câmara Municipal de Cuiabá, hoje sob Lutero Ponce (PMDB), se tornou "símbolo" de corrupção. Denúncias formuladas junto ao Ministério Público e à Delegacia Fazendária revelam que atos de improbidade administrativa vêm sendo praticados desde a gestão de Wilson Celso Teixeira, o Dentinho, passando pela do hoje deputado João Malheiros (PR) até chegar no atual presidente Lutero Ponce (PMDB).

   A situação mais grave se deu na administração Chica Nunes, de 2005 a 2006. Ela é acusada até de formação de quadrilha. O rombo ao erário por meio de fraudes em notas e em licitações no período chega a R$ 6,6 milhões. O marido de Chica, ex-vereador Marcelo Ribeiro (PP), foi indiciado, assim como os irmãos da deputada, Benedito Elson e Elson Benedito Santana.

   Algumas empresas que aparecem na lista de fraudes nos processos licitatórios também eram "fornecedoras" da Câmara nas gestões João Malheiros e Luiz Marinho, que também estão sob investigação. O atual presidente Lutero Ponce, que busca à reeleição, é outro que se vê no olho do furacão. A Delegacia Fazendária e o MPE já iniciaram uma devassa em suas contas. Com 19 vereadores e mais de 500 servidores, a Câmara da Capital recebe hoje um duodécimo de R$ 1,6 milhão.

   Durante o período em que Chica presidiu o legislativo cuiabano, Lutero era o primeiro-secretário. Mesmo na condição de ordenador de despesas, ele usou o argumento de que todos os procedimentos concentram-se na figura do presidente e, com isso, conseguiu convencer o Tribunal de Contas do Estado de que "nada tinha a ver com as improbidades de Chica".

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CULTURA | 30/05/2008 - 19:05

Conselho aprova R$ 40 mil para Festa do Queijo

Romilson Dourado


Secretário Paulo Pitaluga enfrenta críticas devido a projetos
Foto: Edson Rodrigues

  As aprovações de projetos culturais que pleiteiam recursos do Conselho Estadual de Cultura tiveram início na semana passada e já vêm causando polêmica. Um tópico com o nome “Os ratos irão ou estão fazendo a festa!!” publicado na corrente de discussão do Fórum Permanente de Cultura - grupo fechado que reúne vários artistas e produtores culturais de Mato Grosso -, manifesta o repúdio pela aprovação do projeto “Festa do Queijo – Riquezas do Campo”, proposto pela Prefeitura de Curvelândia, no valor de R$ 40 mil.

  O autor do manifesto prefere não se identificar, mas destaca que o secretário de Estado de Cultura, Paulo Pitaluga, “alegou a vários produtores culturais que estiveram reunidos em seu gabinete que ´este ano a bagunça acabou!!´, mas pelo que estamos vendo ´acabou de começar´, diz a declaração apócrifa.

   No começo de seu mandato, Pitaluga radicalizou o discurso e disse que iria moralizar o Conselho e só aprovar projetos que tivessem cunhos culturais. Criticou duramente as festas das prefeituras, que não fomentam a cultura mato-grossense e ainda trazem artistas de outros Estados para se apresentarem.

  Fato curioso é que a Festa do Queijo terá na sua programação o show da dupla sertaneja César e Paulinho, artistas do interior de São Paulo, e conta ainda com cavalgadas, a final da copa do queijo, maratona do queijo, concurso gastronômico, degustação do queijo gigante, além de outros shows e apresentações culturais.

  O manifesto ainda cobra uma justificativa organizacional do conselho e do secretário, já que é o presidente da instituição, que é composta por 10 conselheiros, 5 representantes eleito pela própria classe artística e outros 5 membros do governo nomeados pelo governador Blairo Maggi, com exceção de Pitaluga e do secretário de Estado de Fazenda, Éder Moraes, que possuem cargos permanentes.

  Em outro trecho do protesto, ele questiona as atitudes dos conselheiros: “Se os nossos representantes da cultura escolhidos para lutar pela ética, conforme discursos no dia da eleição, não tiverem critérios além dos eleitoreiros e do manda e desmanda do alto escalão do governo, continuaremos a ver o grande balcão de negócios da cultura, no que se diz respeito à aprovação de projetos”.

  • Leia aqui o manifesto apresentado no Fórum Permanente de Cultura. 

  Até agora foram gastos mais de R$ 659 mil em 12 projetos aprovados neste mês, sendo que os projetos “Cultura & Tradição Pantaneira” e o “Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá” foram os de maiores valores. Ficaram, respectivamente, com R$ 150 mil e R$ 146 mil.

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VÁRZEA GRANDE | 30/05/2008 - 17:24

Jaime critica panfletos apócrifos e defende irmão

Romilson Dourado

  O senador Jaime Campos disse nesta sexta que, apesar da distribuição de panfletos apócrifos com ataques pessoais e denúncias contra o deputado Maksuês Leite (PP), o vice-prefeito Nico Baracat PMDB) e os irmãos Murilo e Toninho Domingos (PR), o clima neste período de pré-campanha eleitoral em Várzea Grande "é de tranquilidade". Jaime garante, numa referência às panfletagens, que o seu irmão Júlio Campos, pré-candidato a prefeito, jamais seria capaz de partir para tamanha baixaria. "Queremos uma campanha de alto nível. A sociedade não aceita essas baixarias. Não é Júlio Campos quem fez isso. Não partiu dele, não!", diz o parlamentar, que estava em Brasília. Segundo o senador, "a população não aprova esse tipo de atitude" e prevê um clima tranquilo para as eleições no segundo maior município de Mato Grosso, apesar de, na prática, as tensões já terem tomado conta dos pré-candidatos.

    "As pessoas podem ter problemas partidários, mas nunca partirem para a agressão ou ataques pessoais. Isso, não!", enfatiza Jaime Campos, prefeito de Várzea Grande por três mandatos e governador entre 91 e 94. Ele observa que já disputou 5 eleições e nunca conviveu com clima de animosidade em Várzea Grande e garante que no pleito deste ano não será diferente. "Esse papelzinho vai e vem, mas não tem clima tenso", diz Jaime, referindo-se aos panfletos apócrifos. Diz que vai ajudar na eleição do irmão e conclui que Júlio reúne todas as condições para voltar a comandar a Prefeitura de Várzea Grande.

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JUÍNA | 30/05/2008 - 17:15

Ex-prefeito Altir impõe frente ampla sobre Hilton

Romilson Dourado

 O ex-prefeito de Juína, Altir Peruzzo (PT), seria eleito hoje para o comando do município se as eleições fossem hoje. É o que revela a pesquisa estimulada Mark, feita entre 11 e 14 deste mês. Numa simulação com todos os possíveis candidatos, o petista figura com 43,1%. Em segundo lugar está o prefeito Hilton Campos, que se elegeu em 2004 pelo PP e hoje busca a reeleição pelo PR. O instituto ouviu 390 eleitores junto a 16 bairros. A margem de erro é de 4% para mais ou para menos. A pesquisa está registrada na 35ª Zona Eleitoral de Juína, sob número 909/2008.

   O terceiro colocado na corrida sucessória é o empresário e ex-vereador Clodionor Antônio Ferreira, o Mano da Jumbo (PDT), com 14,4% das intenções de voto. Ele aparece à frente do peemedebista Hermes Bergamini, que detém 8,7% da preferência. Mano foi eleito o vereador mais votado em 2000 com 496 votos. Nesse cenário com Altir, Hilton, Mano e Hermes, o número de eleitores indecisos chega a 9,2%. Votariam em branco ou anulariam o voto 5,1%.

 Trabalho de Campo

  O Instituto Mark realizou o trabalho de campo em 16 bairros de Juína durante 4 dias. Dos 390 entrevistados, 23,8% são da zona rural e, 76,2%, da zona urbana. Destes, 55,1% são do sexo masculino e, 44,9%, do feminino. Quanto à faixa etária dos entrevistados, 3,8% têm entre 16 e 17 anos; 20,5% de 18 a 24; 26,9% de 25 a 34 anos; 21% de 35 a 44 anos, 18,7% entre 45 a 59 e, 9%, estão acima de 60 anos.

  Já em relação à renda familiar, 16,9% ganham até um salário mínimo, 64,6% de um a cinco salários mínimos; 11% de cinco a 10 salários; 3,3% acumulam de 10 a 20 salários e, 4,1%, recebem acima de 20 salários.

  Sobre o nível escolar, 38,5% dos que opinaram são analfabetos ou não completaram o ensino primário; 31,3% fizeram até 4ª série ou não concluíram o ensino fundamental; 12,3% disseram que cursaram o ensino fundamental ou não completaram o ensino médio, enquanto 15,1% concluíram o ensino médio ou têm o superior incompleto e 2,8% possuem superior completo. (Alline Marques)

JUÍNA | 30/05/2008 - 17:10

Com 23%, petista lidera também na espontânea

Romilson Dourado

    Na pesquisa espontânea realizada em Juína, o ex-prefeito Altir Peruzzo lidera a corrida à sucessão municipal com 23,6% das intenções de voto. Em segundo vem o prefeito Hilton Campos (PR) com 10,5%. Os entrevistados citam também o vice-prefeito Genésio Böer (PTB) com 5,9%. Na amostragem espontânea, o eleitor define o pré-candidato preferido sem ajuda de uma listagem. A margem de erro é de 4% para mais ou para menos.

   O nome do ex-vereador Mano da Jumbo (PDT) aparece tecnicamente empatado com Genésio com 5,1%. O atual secretário de Estado de Educação, deputado Ságuas Moraes (PT), que já foi prefeito de Juína por dois mandatos, é lembrado. Seu nome aparece com 1,3% das intenções de voto. Ságuas está fora do páreo. Seu candidato é Altir. Também aparece na pesquisa espontânea a esposa de Ságuas, vereadora Josi Moraes, com 1% de preferência.

  O pré-candidato a prefeito pelo PMDB, Hermes Bergamini, detém 0,5%, seguido do vereador Chicão (DEM) que tem 0,3% e de Benjamin, também com 0,3%. O percentual de eleitores indecisos em Juína ainda é considerável: 36,9%. Se as eleições fossem hoje, nada menos que 14,6% disseram que votariam nulo ou em branco. A pesquisa foi registrada sob o número 909/2008 na 35ª Zona Eleitoral de Juína. (Alline Marques)

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JUÍNA | 30/05/2008 - 17:09

Em todos os confrontos, petista está na liderança

Romilson Dourado

  O petista Altir Peruzzo, que administrou Juína por dois anos, aparece na frente em todos os cenários, revela a pesquisa Mark realizada de 11 a 14 deste mês. Numa disputa entre Altir, o prefeito Hilton Campos (PR) e o ex-vereador Mano da Jumbo (PDT), o pré-candidato do PT aparece 46,2%, contra 20,8% do republicano e, 16,2%, do pedetista. (estimulada 01)

  Em um segundo confronto sem o nome de Mano, Altir amplia a vantagem para 49,7%, enquanto o prefeito fica com 21% e, Hermes Bergamini (PMDB), com 10,8%. (cenário 2). O petista diminui a diferença numa simulação sem a presença de Hilton Campos. Com 41%, Peruzzo fica na frente de Mano da Jumbo que tem 22,6% das intenções de voto, contra 12,6% de Hermes Bergamini. (quadro 4)

  O prefeito Hilton Campos não lidera nem mesmo quando o petista Altir sai de cena. Nesse caso, Mano da Jumbo é que fica na frente com 29,7%, ao passo que o o republicano registra 22,6%. Em terceiro vem Hermes Bergamini, com 15,9% (estimulada 3).

   Confronto direto

   Na disputa direta entre Altir Peruzzo e Hilton Campos, o petista impõe uma frente "elástica": 53,1% a 22,3%. (quadro 5). No confronto entre o ex-prefeito e Mano da Jumbo, Altir fica com 45,4% (estimulada 8). Na briga contra Hermes Bergamini, o ex-prefeito detém 51,8% contra 16,2% do peemedebista (estimulada 9)

  O prefeito Hilton Campos tem dificuldade para vencer qualquer um dos adversários. Contra Hermes, ele aparece tecnicamente empatado: 25,4% a 23,6% (estimulada 7). Na disputa contra Mano, o prefeito perde com uma diferença de 12,4 pontos percentuais (estimulada 6). Na simulação entre Mano da Jumbo e Hermes Bergamini, o empresário pedetista lidera com 36,2%, enquanto seu adversário peemedebista tem 20,5% das intenções de voto (estimulada 10). A pesquisa foi registrada sob o número 909/2008 na 35ª Zona Eleitoral. (Alline Marques)

JUÍNA | 30/05/2008 - 17:09

Rejeição a prefeito é de 39%; Altir detém 12%

Romilson Dourado

  Hilton Campos (PR) terá trabalho para se reeleger nas urnas de 5 de outubro. Hoje, o seu nome é o mais rejeitado, segundo revela o instituto Mark, em trabalho de campo feito entre 11 e 14 deste mês. Se as eleições fossem hoje, 39,2% dos entrevistados disseram qe não votariam no republicano de jeito nenhum. Em segundo lugar aparece o nome de Hermes Bergamini (PMDB) com 15,1%. Já o ex-prefeito Altir Peruzzo (PT) é o terceiro mais rejeitado. Enfrenta resistência de 12,3% dos eleitores de Juína, enquanto o empresário Mano da Jumbo (PDT) detém o menor percentual de rejeição: 5,1%. Não souberam responderam ou preferiram não emitir opinião 19%. Votariam em branco ou anulariam o voto 9,2%. (Alline Marques)

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VARIEDADES | 30/05/2008 - 17:02

Júlio fica numa "saia-justa" em agência bancária

Romilson Dourado

  O pré-candidato a prefeito de Várzea Grande, Júlio Campos (DEM), se viu numa saia-justa nesta sexta, às 12h, na agência central do Banco do Brasil, em Cuiabá. Ele foi ao banco para uma conversa com a gerência. Há menos de uma semana Júlio fechou uma negociação política com o então adversário, deputado Maksuês Leite (PP). O acordão está gerando muito repercussão e revolta por parte de alguns eleitores várzea-grandenses.

   Maksuês era líder nas pesquisas de intenção de voto e estava atuando numa linha dura, marcada por denúncias contra Júlio. Eis que o deputado do PP resolve desistir da pré-campanha e, de quebra, ainda passa a ser aliado de Júlio, com direito à indicação da esposa Mara Rúbia de vice da chapa. Tanto Júlio quanto Maksuês buscam argumentos para convencer o eleitor.

   Assim que entrou na agência do BB, situada na avenida Barão de Megalço, esquina com Getúlio Vargas, o ex-governador começou a ouvir "gozações". A agência estava lotada. Uma pessoa na fila gritou: "Eh!, Júlio, já vai passar o dinheiro pra conta do Maksuês, né!. Um outro emendou: "Quanto custou a negociação?". Em princípio, Júlio Campos encarou de forma cortês os comentários feitos em voz alta pelos clientes do BB. Depois que as perguntas e questionamentos ganharam corpo ele "fechou a cara" e saiu de fininho.

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DESCONTRAÇÃO | 30/05/2008 - 17:00

Referência da MPB, Milton se junta a Buarque

Romilson Dourado

   Se Milton Nascimento por si só já é um espetáculo musical, imagina o cantor em um dueto com nada menos que Chico Buarque. Em 1976, os dois se juntaram para interpretar a cança "O que será?", de autoria de Buarque. Carioca, Milton foi criado em Três Pontas, interior de Minas Gerais, onde começou a dedilhar um acordeom. Logo passou para o violão e para o piano. Bituca, como era chamado por causa do bico que costumava fazer quando era contrariado. Hoje, se tornou referência mundial da música popular brasileira. (Pollyana Araújo)

   Confira a doce melodia de "O que será?"

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ANÁLISE | 30/05/2008 - 14:37

Em artigo, historiador pede respeito aos partidos

Romilson Dourado

   Em artigo, o professor e historiador Alex Rufino da Silva discorre sobre a importância das agremiações partidárias. "(...) É no partido político que se discute os programas de governo com a sociedade organizada e que determina as diretrizes a serem traçadas pelos agentes políticos". Na sua avaliação, o respeito à sigla partidária e a seus programas é fundamental, para alcançar a finalidade que é garantir políticas públicas voltadas para o bem comum da sociedade. Na prática, o que se vê, porém, são ações de desrepeitos às linhas ideológicas apregoadas pelos partidos.

   O artigo de Alex intitulado "Partidos políticos: breves considerações" está postado na seção Artigos, logo acima, à esquerda.

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ERRATA | 30/05/2008 - 14:25

Nome de Guedes também pontua na pesquisa

Romilson Dourado

  A pesquisa espontânea Mark feita nos últimos dias 24 e 25 em 47 bairros de Rondonópolis traz também o nome do vereador José Márcio Guedes (PDT) como 0,5% das intenções de voto. Por falha técnica, o seu nome acabou sendo omitido na pesquisa divulgada nesta quinta no RDNews. Reparada a falha, a relação completa dos melhores colocados na amostragem espontânea está no quadro ao lado - confira.

  Nesta nova rodada, o nome do presidente da Câmara, Ananias Filho (PR) continua na frente, com 2% das intenções de voto. O percentual de eleitores de Rondonópolis que ainda estão indecisos é considerável. Chega a 77,8%, segundo detecta o instituto Mark. O presidente do PT de Rondonópolis, Aparecido Soares, o Cidão, que antes aparecia empatado tecnicamente com Ananias - veja aqui -, agora só aparece com 0,3%. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. O apresentador de TV e suplente de vereador João Gomes (PR) é lembrado por 1,5%. Já o ex-vereador Milton Luiz Araújo, o Milton Mutum, é citado por 1,3% dos entrevistados. A pesquisa foi registrada na 45ª Zona Eleitoral, sob número 036/2008. O resultado não traz segurança quanto à eleição para vereador. Serve apenas de "termômetro" para medir o grau de aceitação dos possíveis candidatos. O nome do vereador e empresário Mohamed Zaher figura com 1,1% das intenções de voto, assim como o vereador peemedebista Adonias Fernandes (1,1%). Em seguida, aparece o vereador Lourisvaldo Manoel de Oliveira, o Fulô (PMDB), mencionado por 1%. Vilma Moreira (PSB), que renunciou ao mandato de vereadora e nesta quinta (29) tomou posse como deputada estadual no lugar do titular Chico Galindo (PTB), é lembrada por 0,8% dos rondonopolitanos.

  Com o mesmo percentual de Vilma figuram os vereadores Mariúva Valentin (PMDB) e Olímpio Alves (PR). Foram citados por 0,5% o ex-vereador Ailton das Neves, o vereador José Márcio Guedes (PDT) e Emanoel Flor. Já Valdir Clemente, que teve o mandato cassado pelo TRE por infidelidade partidária, o suplente de deputado e ex-prefeito Jota Barreto (PR) e o vereador Hélio Pichone são lembrados por 0,4% do eleitorado, seguidos de Cidão do PT, Juca Lemos e Aparecido Silva. Os três aparecem com 0,3%.

  Com 0,2% são lembrados o vereador Aristóteles Cadidé (PR), Faisal e Valdir da Galiléia. Na lanterna, com 0,1% das intenções de voto figuram padre Lother, Manoel Laboreiro, Lindinalva, Abel, Guto Graça, pastor Valdemar, Acácio, Zé Teodoro, Pimentel, Reginaldo, João Bosco, João Veloso e Valmir Araújo. (Pollyana Araújo)

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