Quinta, 09 de Fevereiro de 2012, 06:29 h

VALE A PENA ACESSAR | 30/04/2009 - 21:00

Site Museu da Imprensa Nacional relembra história

Romilson Dourado

   O site do Museu da Imprensa Nacional, que está no ar desde 2005, traz para o internauta desde a data que o museu foi criado até obras, peças e documentos raros que fazem parte da história nacional. O local foi inaugurado em 13 de maio de 1982 e o prédio possui cerca de 680 metros quadrados. Entre as seções, a página online presta homenagem ao célebre escritor Machado de Assis, que antes de escrever seus clássicos, foi o primeiro a se arriscar na arte da tipografia.

   Outros links que o site possui são "Concursos", abordando as artes em geral, como desenho, poesia e redação, a seção de "Downloads", onde o visitante pode baixar imagens históricas e que fizeram parte da imprensa brasileira. (Lisânia Ghisi)

   Clique aqui e confira a página que passa a fazer parte da seção Vale a Pena Acessar, postada logo acima, à esquerda.

   O RDNews recomenda sites e blogs. Mandem suas sugestões para contato@rdnews.com.br. Desde já agradecemos a sua colaboração.

CONFUSÃO | 30/04/2009 - 20:03

Diretor da Empaer é exonerado e critica Leôncio e Neldo

Romilson Dourado

  O engenheiro agrônomo Antonimar Marinho dos Santos foi exonerado nesta quinta (30) do cargo de diretor de Pesquisas da Empaer, após uma briga com assessores do presidente Leôncio Pinheiro, principalmente com o chefe de gabinete Gabriel Miranda dos Santos. Antonimar ocupava o posto desde janeiro de 2003, inclusive com respaldo do governador Blairo Maggi, que tomou posse naquela época. A saída do técnico da diretoria gerou revolta entre os servidores, que consideram Antonimar um profissional competente e que se preocupa em recuperar a estrutura e o prestígio da Empresa Mato-Grossense de Pesquisa e Extensão Rural e, com isso, acabou "trombando" contra alguns da velha safra do quadro e que demonstram, na prática, comodismo.

  No lugar de Antonimar, assume o servidor de carreira Norival Tiago, irmão do radialista e apresentador de TV Osmair Tiago. A confusão se formou porque o grupo do presidente Leôncio Pinheiro cobrou substituição de Antonimar, considerando que, conforme estabelece o Conselho de Administração, deve haver eleição para diretoria a cada três anos, com direito à reeleição. No caso de Antonimar, este já havia superado os seis anos no cargo de diretor. Apesar disso, existe o componente político. Acontece que o governador é o acionista majoritário no Conselho da Empaer e, como tal, tem autonomia para tomar decisão unilateral. Antonimar esperava respaldo do Palácio Paiaguás para continuar na diretoria. Ele é ligado ao secretário extraordinário de Projetos Estratégicos, José Aparecido dos Santos, o Cidinho, que entrou na articulação para mantê-lo no cargo. Por enquanto, não conseguiu.

   Perguntado pelo RDNews sobre a queda-de-braço que resultou na sua exoneração, Antonimar se mostrou descontente com as conspirações e disparou críticas. "Existem uns senhores na Empaer que não querem avanço da empresa. São aposentados que não fazem nada", disse o ex-diretor, numa referência ao chefe de gabinete do presidente Leôncio, Gabriel Miranda dos Reis, a Osvaldo Ferreira e a Antonio Jesuíno de Oliveira, que está com 37 anos na Empaer e prestes a se aposentar. "Tratam-se de pessoas da época da pedra lascada que são assessores do presidente e dificultam tudo".

    Para Antonimar, Leôncio não tem autonomia, ou seja, é controlado pelos assessores. Disparou também críticas ao secretário de Desenvolvimento Rural, Neldo Egon, que preside o Conselho e se mostra omisso ao desmonte da Empaer, que "foi despejada" do prédio do complexo do CPA e está com a estrutura dividida entre o espaço de um laboratório em Várzea Grande e uma casa no Boa Esperança. "Eu falo a verdade porque não sou de mandar recado. Eles trancam as coisas para não deixar a Empaer andar e evoluir e aí eu os denunciei. Aí reuniram o Conselho é me tiraram", reclama o ex-diretor de Pesquisa.

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CURIOSIDADE NA NET | 30/04/2009 - 18:00

Junto com "Os Trapalhões", Dedé Santana fez carreira

Romilson Dourado

  Ator e humorista, Dedé Santana começou na carreira artística ainda menino. Criado entre artistas de circo, sua primeira apresentação foi com seu irmão Dino Santana. Juntos formavam a dupla "Maloca e Bonitão". Mas sua carreira ingrenou depois que Dedé conheceu Renato Aragão, na extinta TV Tupi. Dedé e Didi deram início ao grupo humorístico mais famoso do país, "Os Trapalhões". Mais tarde chegaram "Mussum" e "Zacarias", que assim completaram a turma.

  Durante décadas, os jovens humoristas fizeram a alegria de fãs de todas as idades, mas com a morte de Zacarias em 1990 e depois e 1994 o falecimento de Mussum, o grupo teve seu fim. Dedé continuou a carreira de humorista e em 1999 passou a comandar o programa "Escolinha do Barulho", exibido pela TV Record. Em 2005, voltou para TV com o programa "Dedé e o Comando Maluco", o projeto era uma assossiação com o empresário e comediante Beto Carrero. Hoje, Dedé trabalha junto de seu parceiro de piadas, Didi Mocó. (Lisânia Ghisi)

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e se divirta com Dedé Santana

ELEIÇÃO | 30/04/2009 - 17:34

Oposição se reúne, critica Faiad e lança nomes à sucessão

Romilson Dourado


Grupo de oposição à gestão Faiad: Paulo Taques, Renato Nery, José Vitor, Eduardo Mahon e João Celestino

  O terceiro encontro do Movimento pela OAB Democrática, grupo opositor à gestão Francisco Faiad, foi marcado por discursos fervorosos e algumas presenças inusitadas como a do deputado estadual Alexandre César (PT). A reunião aconteceu em um badalado restaurante da Capital. O ex-aliado de Faiad, advogado Eduardo Mahon, chegou a compará-lo com o presidente da Venezuela Hugo Chavez. “Ele quer ir para o terceiro mandato, está fazendo igual ao Hugo Chaves”, disparou. Já um dos pré-candidatos à presidência da OAB, ex-juiz do TRE João Celestino Correia da Costa, acusou Faiad de utilizar a instituição para promover os seus candidatos.

   Celestino reclama ainda do fato de Faiad se posicionar pelo fechamento das comarcas. “Nunca vi um presidente da OAB ser favorável ao fechamento de comarcas. Não podemos fechar. Temos que planejar. O dinheiro existe, o que falta é gerenciamento”, dispara. Na mesma linha de raciocínio o também virtual candidato à presidência da entidade, Paulo Taques, que concorreu sem êxito ao cargo em 2006, também “detonou” Faiad. Segundo ele, o presidente usou a OAB como comitê de campanha. “Pelo levantamento que temos, naquela época os gastos com telefones quase quadruplicaram", disparou.

  Entre as lideranças que marcaram presença está o defensor-público-geral do Estado, Djalma Sabo Mendes, o ex-presidente da OAB, Renato Nery, o ex-candidato à presidência da OAB e procurador do Estado José Vitor Gargaglione. “Na última eleição apoiei o Paulo (Taques). Sou amigo do doutor João (Celestino) e acho importante este tipo de discussão”, afirma o defensor-público-geral.


Deputado Alexandre Cesar leva apoio a João Celestino e critica gestão do presidente Francisco Faiad

    A eleição do novo presidente da OAB ocorrerá em 19 de novembro. Em Mato Grosso existem cerca de nove mil advogados. Faiad articula sua terceira candidatura. Estuda ainda eleger alguém de seu grupo. Entre eles estão João Vicente Scaravelli, presidente da Caixa de Assistência da Ordem, José Patrocínio, do Conselho Estadual, Cláudio Stábile, vice-presidente da Escola Superior da Advocacia e Francisco Sgaib, do Conselho Federal.
 
  A plataforma de propostas da oposição prevê votação direta do 5º Constitucional e a reestruturação da instituição para auxiliar os advogados. “Precisamos reavaliar as políticas mato-grossenses, criar condições para que os advogados trabalhem”, conta João Celestino. Ele pondera que as propostas ainda estão sendo discutidas. “Já estamos fazendo nossa plataforma para que possamos apresentar aos advogados”, ressalta.

  Num discurso “afinado”, João Celestino e Taques se apresentam como pré-candidatos, mas avisam que ainda não sabem qual dos dois encabeçará a disputa. “O importante é manter o grupo unido. Aqui estão os descontentes com a administração de Faiad”, rechaça Paulo Taques. 

(17h40) - Faiad ameaça processar oposição e nega usar OAB como trampolim político

Francisco Faiad, presidente da OAB  O presidente da OAB, Francisco Faiad, classificou como difamatórias as declarações feitas pela ala opositora e ameaça processar os advogados. “Eles terão que provar. Não vou aceitar acusações levianas, difamantes. Vamos ter que discutir isso na Justiça”, ameaça. Sobre as afirmações de que teria usado a OAB como trampolim político, Faiad nega e afirma ser filiado a um partido político desde 1982. “Milito na política antes da OAB. Ao contrário do que dizem, foi essa militância que me levou para a Ordem”, assevera. Sobre as acusações de que teria utilizado a OAB como seu comitê durante sua campanha de recondução à presidência, Faiad argumenta que durante a campanha ele se afastou do cargo. “Não utilizei a sede como comitê. Durante as eleições eu me afastei do cargo e quem comandou a OAB foi a Comissão Eleitoral”.

   Já em relação às declarações do advogado Eduardo Mahon, de que ele seria uma espécie de Hugo Chavez, Faiad “soltou” um sonoro “jamais”. Ele rebateu dizendo que foi eleito pelo voto dos advogados, sempre com respeito. “Até porque são eleitores diferenciados, extremamente inteligentes”. O presidente, que está em seu segundo mandato consecutivo, disse que “prefere” não ser candidato, mesmo sendo legal um terceiro mandato, entretanto não descarta a possibilidade.  (Patrícia Sanches e Sandra Costa)

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CINE TEATRO | 30/04/2009 - 17:17

Empresário diz que Pitaluga mentiu e o culpa por atrasos

Romilson Dourado

   Após 13 anos sem a conclusão das obras de revitalização do Cine Teatro de Cuiabá, patrimônio histórico e tombado em 1984, as controvérsias em torno do assunto ainda continuam. Desta vez, a polêmica parte novamente do secretário estadual de Cultura, Paulo Pitaluga, que assumiu a pasta em fevereiro do ano passado e desde então vem acumulando uma série de “tropeços” no comando do órgão. Ao conceder uma entrevista ao jornal A Gazeta, na edição do último dia 26, disparando críticas para todo lado, o secretário provocou, inclusive, irritação do setor empresarial. Inconformado, José Mura, dono da empresa Geosolo, do ramo de construção civil e terraplanagem, declarou que Pitaluga mentiu ao afirmar que em 2006 os recursos gastos na obra de revitalização do Cine Teatro estavam em torno de R$ 4,5 milhões. “Isso é uma inverdade. Esse valor era para entregar o Cine Teatro pronto”, aponta Mura, argumentando que, se o valor utilizado fosse este, a obra já teria sido concluída.

   O empresário vai além e diz que Pitaluga não desconhece nenhuma fase do processo, uma vez que antes de ser secretário, participou das reuniões do andamento das obras como assessor especial da Casa Civil. “De repente esse senhor (Pitaluga) se torna secretário e como é que ele poderia ignorar qualquer fato? Qual era o intuito? Tinha outra intenção de atacar esse ou aquele? Tinha vontade de trazer as luzes do sucesso para ele?”, indaga Mura, fazendo referência à declaração de Pitaluga, que diz ter exigido a retirada da empreiteira que estava tocando a obra. “Fica uma situação difícil. Essa agressão do doutor Paulo é uma coisa que não cabe ao secretário de Cultura, que deveria considerar que educação também é cultura. Ele ofendeu várias pessoas sem precisar”. O empresário chegou a insinuar que Pitaluga não teria o interesse de terminar a obra enquanto não se tornasse secretário.

   De acordo com Mura, a Geosolo ganhou a primeira etapa da licitação das obras do Cine Teatro e foi contratada em setembro de 2005 para fazer a reforma de revestimentos e telhado. Somente após uma reunião em novembro daquele mesmo ano, a empreiteira foi autorizada a executar os projetos complementares necessários ao funcionamento do espaco, como o cenotécnico, sonorização e imagem, sistema de refrigeração e isolamento acústico. “Mesmo com as dificuldades e atrasos nos pagamentos, a Geosolo ajudou na captação de recursos da obra”, afirma. Segundo Mura, a empresa fez vários serviços autorizados ao governo do Estado, como os plano de trabalho e, inclusive, a sala que é o gabinete do próprio Paulo Pitaluga. “Mandamos uma carta ao governo dizendo que não tínhamos interesse de participar daquela obra porque a ramificação dos serviços sem um coordenador poderia gerar atrasos, além da má qualidade. Logo, nos recusamos a participar”, salienta, alegando que o maior empecilho que “emperrou” o andamento das obras foi o fato de várias empresas serem responsáveis para executar o projeto, sem um coordenador. 

   Desde o início, a revitalização do Cine Teatro, sonho da classe cultural mato-grossense, foi uma obra problemática, rodeada de escândalos como os relacionados à Ong Fundação Nativa, responsável por gerenciar o espaço na década de 1990. A organização recebeu cerca de R$ 250 mil de uma empresa incentivadora cultural em Cuiabá e deveria ter o valor deduzido do imposto em função da Lei de Incentivo à Cultura. Posteriormente, foi feita uma complementação de R$ 50 mil. A construtora contratada para realizar a obra acabou interrompendo o trabalho por falta de pagamento. Além do desvio de verba, o Ministério Público encontrou sete irregularidades na obra. Na época, o então secretário Elismar Bezerra foi acusado de ter se beneficiado com o desvio. O MP o denunciou por malversação de dinheiro público e outros crimes. (Sandra Costa)

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Clique no play e confira as declarações do empresário a respeito de Pitaluga

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INFRAESTRUTURA | 30/04/2009 - 17:01

Má conservação de estrada custará R$ 37 mil ao erário

Romilson Dourado

   O governo do Estado terá que pagar indenização de R$ 37 mil devido à má conservação das estradas e pontes. A decisão foi proferida nesta semana pelo Tribunal de Justiça. No julgamento, o Estado foi condenado a indenizar um motorista de caminhão que sofreu acidente sobre uma ponte do município de Primavera do Leste (231 km ao sul de Cuiabá) devido à falta de conservação da estrada. No momento em que o condutor passava pelo local, a ponte desabou. O relator do recurso, desembargador Jurandir Florêncio de Castilho, estipulou multa de R$ 37,3 mil por danos materiais e prejuízos ao motorista.

   A defesa do Estado alegou que o acidente foi causado por imprudência da vítima, que transportava carga excessiva e dirigia fora do traçado, sobrecarregando o peso do veículo para um lado da ponte. Entretanto, o desembargador Jurandir de Castilho avaliou que a defesa não conseguiu contestar as provas da acusação. Segundo ele, a perícia apontou falta de sinalização na estrada, má conservação e precariedade da ponte de madeira que, inclusive, já desabou em outra ocasião.

   O desembargador sustentou que o Estado deixou de cumprir o dever legal de prestar serviços públicos prioritários, como é o caso da preservação de estradas e pontes. Também participaram da votação o desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho (revisor) e o juiz convocado Paulo Sérgio Carreira de Souza (vogal). (Andréa Haddad)

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PESQUISA MARK | 30/04/2009 - 16:45

Serra lidera à Presidência; Heloísa é a mais rejeitada

Romilson Dourado

  Se as eleições para a Presidência da República fossem hoje, o tucano José Serra seria o mais votado em Rondonópolis. Ao menos é o que detectou o instituto Mark, em pesquisa feita nos dias 25 e 26 deste mês. Numa simulação com quatro possíveis candidatos ao Palácio do Planalto, o nome do governador de São Paulo aparece como o preferido por 41,7% dos rondonopolitanos. Em segundo lugar está a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata à sucessão do presidente Lula pelo PT. Ela figura com 16,2%. O ex-ministro da Fazenda e da Integração Nacional e hoje deputado federal Ciro Gomes (PSB) aparece com 11,6%. Ciro não disputou e perdeu para presidente.

   Outro nome que já entrou na corrida ao Palácio do Planalto e sofreu derrota é o da ex-senadora alagoana Heloísa Helena (Psol). Em Rondonópolis, seu nome é lembrado por 5,5%. Nesse cenário com os quatro virtuais candidatos, 22,3% se mostram indecisos, enquanto 2,7% adiantaram que votariam em branco.

   A margem de erro é de cinco pontos percentuais para mais ou para menos. Num outro cenário, em que o PSDB teria o governador mineiro Aécio Neves como candidato à sucessão presidencial, em substituição a José Serra, a apertada liderança ficaria com a petista Dilma, em que pese aparecer empatada tecnicamente com Ciro Gomes. A petista é lembrada por 20,3% dos eleitores de Rondonópolis, enquanto Ciro detém 19,8%. Já Heloísa Helena e Aécio contam com 9,8% e 8,9%, respectivamente. O número de indecisos aumenta para 34,2%, assim como os que dizem votar em branco ou nulo, que salta para 7,1%.

   Rejeição

   Pesquisadores do instituto Mark fizeram ainda a seguinte pergunta: "Se as eleições fossem hoje e os candidatos fossem estes, em quem o sr(a) não votaria para presidente?". Na simulação com os nomes de Heloísa, Ciro, Dilma e Serra, a pré-candidata do Psol aparece como a mais rejeitada. O percentual atribuído a ela chega a 16,4%, embora fique empatada tecnicamente com Ciro Gomes e Dilma, ambos com 15%. Serra detém a menor rejeição: 13,2%. Se mostram indecisos 35,5%, enquanto 4,8% votariam em branco ou nulo.

   Já num segundo cenário, sem Serra e com Aécio, a maior rejeição cai sobre Ciro Gomes, com 15,9%, seguido de Dilma (15,5%), de Heloísa Helena (14,4%) e de Aécio Neves (7,3%). Os indecisos somam 42,4% e os que disseram votar em branco/nulo, 4,6%. (Flávia Borges)

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PESQUISA MARK | 30/04/2009 - 16:03

Fagundes é o mais lembrado para federal; Salles, o 2º

Romilson Dourado

  O deputado federal de quinto mandato consecutivo Wellington Fagundes (PR) é hoje o mais cotado em Rondonópolis entre os virtuais concorrentes à Câmara Federal, principalmente pela região Sul do Estado. Seu nome detém 31% de preferência nas intenções de voto, aponta o instituto Mark. A pesquisa foi feita no sábado e domingo últimos (dias 25 e 26). O trabalho de campo abrangiu 53 bairros com 439 entrevistas. A margem de erro é de 5% para mais ou para menos.

  Com a desistência do governador Blairo Maggi da pré-candidatura ao Senado, Fagundes, que até então fazia campanha pela reeleição, agora se animou para concorrer ao cargo majoritário. Serão abertas duas vagas ao Senado no pleito de 2010. Ele já disputou, sem êxito, duas vezes a cadeira de prefeito de Rondonópolis.

   O segundo nome preferido pelos rondonopolitanos para deputado federal, de acordo com a Mark, é do ex-prefeito e ex-governador Rogério Salles (PSDB). Ele é lembrado por 13,4%. Em seguida surge a deputada federal de segundo mandato Thelma de Oliveira, também do PSDB, com 8,2%. O também deputado federal Carlos Bezerra, que já comandou a Prefeitura de Rondonópolis por dois mandatos, detém 5% das intenções de voto.

    Parlamentares com base eleitoral em outras regiões figuram na amostragem feita em Rondonópolis. Os deputados federais com base na Baixada Cuiabana, Valtenir Pereira (PSB) e Carlos Abicalil (PT), por exemplo, aparecem com 4,6% e 3,6%, respectivamente, de preferência junto ao eleitorado rondonopolitano. A pesquisa detecta também intenções de votos para os também federais pela Grande Cuiabá, Eliene Lima (PP) e Homero Pereira (PR), com 3% e 2,3%, respectivamente.

   A pesquisa é estimulada, ou seja, os entrevistadores apresentaram nomes de possíveis concorrentes a federal. Aparece com 0,5% o secretário-executivo do Ministério das Cidades Rodrigo Figueiredo (PP), em que pese este declarar que não será candidato. O nome do federal de terceiro mandato Pedro Henry (PP), cuja principal base é Cáceres (Oeste), é lembrado por 0,2% dos rondonopolitanos. Quanto aos 10 nomes de virtuais candidatos listados, 0,7% declarou que prefere anular o voto ou votar em branco, enquanto 27,6% se mostram indecisos.

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DESCONTRAÇÃO | 30/04/2009 - 16:00

Hit dos anos 80, Vinícius Cantuária canta "Só Você"

Romilson Dourado

   Vinícius Cantuária iniciou-se na carreira musical aos 12 anos. Nessa época, junto com seus amigos de colégio, montou a banda "Os Medievais", onde tocava bateria. Nos anos 1960 passou a integrar o grupo de rock progressivo "O Terço". Depois de 12 anos de carreira, desligou-se da banda e passou a trabalhar com Jorge Mautner, Luiz Melodia, Gilberto Gil e Caetano Veloso. Porém seu primeiro disco solo foi lançado apenas em 1983, "Vinícius Cantuária", onde a principal canção foi "Coisa Linda".

   Além de ótimo cantor, como compositor Vinícius se consagrou com os hits "Só Você" e "Na Canção", músicas que fizeram sucesso na voz de Fábio Jr. Entre suas andanças artísticas, excursionou com Chico Buarque por diversos países fazendo shows. Além de Chico, Gilberto, Jorge e Luiz, Vinícius trabalhou com Marcos Valle, Muri Costa, João Donato, Paulo Braga, Jamil Joanes, Antonio Adolfo, Ricardo Silveira, Chico Batera. Hoje continua atuando na música e se matém popular na Europa e Estados Unidos. (Lisânia Ghisi)

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e veja o Vinícius Cantuária

PESQUISA MARK | 30/04/2009 - 15:24

Gestão Maggi tem 80% de aprovação; Lula chega a 88%

Romilson Dourado

  O governador Blairo Maggi (PR), que está em seu sétimo ano a frente do Palácio Paiaguás e a um para concluir a gestão, tem um índice de aprovação de 80,6% em Rondonópolis, onde se concentra sua principal base eleitoral. Conforme pesquisa realizada pelo instituto Mark nos dias 25 e 26 de abril em 53 bairros, apenas 14,8% da população rondonopolitana não aprovam a gestão do republicano. Os pesquisadores da Mark ouviram 439 pessoas na zona urbana, sendo 50,1% mulheres e 49,9% homens. A margem de erro é de cinco pontos percentuais para mais ou para menos.

   O instituto fez a seguinte pergunta: "O sr(a) aprova a administração do governador Blairo Maggi?". Somente 4,6% dos moradores entrevistados se mostraram indecisos ou preferiram não responder. Maggi é acionista do Grupo André Maggi, maior produtor de soja do mundo e que está mudando a sua sede de Rondonópolis para Cuiabá. Ele começou sua trajetória como suplente de senador e, em 1999, atuou no Congresso Nacional por quatro meses em substituição ao então titular Jonas Pinheiro (já falecido). Em 2002, ganhou para governador no primeiro turno e, quatro anos depois, reconquistou o mandato, também no primeiro turno.

   Governo Lula

   Em Rondonópolis, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também encontra respaldo popular. Segundo o instituto Mark, 88,8% dos entrevistados disseram "sim" ao mandato do petista. Apenas 8,4% dos rondonopolitanos reprovam o governo Lula, que também caminha para a reta final dos oito anos de administração. Preferiram não emitir opinião ou não responder 2,7% dos eleitores abordados pelos entrevistadores. Os percentuais positivos ao governo Lula são sinais de que a população rondonopolitana está de acordo com as ações da administração central, que lançou programas para atender a várias áreas, principalmente social, habitação, saúde e infraestrutura. (Flávia Borges)

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PALÁCIO ALENCASTRO | 30/04/2009 - 15:11

Rosa concede gratificação "abusiva" e depois cancela

Romilson Dourado

   A Procuradoria-Geral de Cuiabá, comandada por José Antônio Rosa, regulamentou a gratificação por desempenho dos procuradores, conforme previsto no Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) dos servidores municipais. O curioso é que o autor da Portaria nº 2/2009, o próprio procurador Antônio Rosa, ao qual o cargo confere a idéia de elevado saber jurídico, mandou cancelar a norma sob o argumento de que o ato é ilegal, portanto, passível de questionamentos jurídicos nas instâncias superiores. "A portaria chegou a ser publicada, mas mandei cancelar porque a lei que instituiu o PCCS prevê que a gratificação seja geral, concedida a todas as categorias profissionais de servidores, e não especificamente apenas à Procuradoria", justificou ao RDNews.

   Ele ponderou que uma nova portaria, que prevê gratificação a todos os servidores da prefeitura, deverá ser publicada ainda este ano. "O PCCS apenas estabelece o benefício, mas as normas e especificações de como será concedido deverão estar contidas na portaria", disse o procurador. Segundo Rosa, o vice-prefeito e secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão, Chico Galindo (PTB), vai formar uma comissão especial para elaborar as normas de concessão do benefício. 

   De acordo com a portaria publicada e depois vetada por Rosa, a gratificação por desempenho seria calculada com base em um sistema de pontuação que leva em conta o desempenho individual e coletivo do servidor. Também seria proporcional ao salário de cada categoria. O artigo 1º dispõe que a avaliação do desempenho dos procuradores seja  semestral, sendo que a primeira ocorrerá no prazo de 15 dias, a partir da publicação. Dentre os critérios de avaliação, há itens como comportamento no ambiente de trabalho, qualidade do serviço prestado, iniciativa, eficiência e responsabilidade. O artigo 2º estabelece que cada um destes critérios seja pontuado numa escala de zero a 10. A soma de todos os critérios perfaz o máximo de 100 pontos, conforme a escala de pontuação estipulada.

   A avaliação e definição dos pontos será feita por uma comissão formada por quatro membros: procurador-geral adjunto, corregedor-geral, procurador-chefe imediato e um procurador municipal efetivo eleitos para mandato de um ano.  (Andréa Haddad)

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PESQUISA MARK | 30/04/2009 - 15:01

Jayme é o nome mais rejeitado pelos rondonopolitanos

Romilson Dourado

Senador Jayme Campos, do DEM  O nome do senador Jayme Campos, pré-candidato do DEM à sucessão estadual, é o mais rejeitado pelos eleitores de Rondonópolis, terceiro maior município do Estado. Jayme foi prefeito de Várzea Grande por três mandatos e ocupou a cadeira de governador de 91 a 94. De acordo com a pesquisa Mark dos dias 25 e 26 deste mês, 18,2% adiantaram que não votariam no democrata de jeito nenhum para o Palácio Paiaguás. O segundo mais rejeitado é o empresário Mauro Mendes (PR), presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiemt) e candidato derrotado à Prefeitura da Capital nas urnas de 2008. No caso de Mendes, 13,4% dos rondonopolitanos rejeitam-no como opção ao governo do Estado.

  O secretário estadual de Fazenda, Éder de Moraes, que pode vir a ser opção do PR na corrida à sucessão do governador Blairo Maggi, já conta com resistência de 10,7% em Rondonópolis. O nome do prefeito cuiabano Wilson Santos, principal nome do tucanato para a disputa majoritária, tem rejeição de 9,8%, numa situação de empate técnico com o vice-governador Silval Barbosa (PMDB), que aparece com 9,3%.

   O instituto entrevistou 439 eleitores de 53 bairros durante dois dias. A margem de erro é de 5 pontos percentuais para mais ou para menos. O universo de indecisos chega a 33,3%. Se as eleições fossem hoje, 5,2% disseram que votariam em branco.

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PESQUISA MARK | 30/04/2009 - 14:46

Em Rondonópolis, tucano Santos lidera para governador

Romilson Dourado

Wilson Santos, pré-candidato tucano ao governo estadual O tucano Wilson Santos lidera hoje todos os cenários em Rondonópolis como pré-candidato a governador, independente de quem seja o virtual adversário. Pesquisa do instituto Mark, realizada nos dias 25 e 26 deste mês, revela que o prefeito da Capital aparece com percentuais que variam de 33% a 49% das intenções de voto. A Mark ouviu 439 eleitores em 53 bairros. A margem de erro é de 5% para mais ou para menos.

  Numa simulação em que foram projetados como possíveis candidatos Santos, Jayme Campos (DEM), Silval Barbosa (PMDB), Mauro Mendes e Éder de Moras (ambos do PR), o nome do tucano desponta com 33,3% das intenções de voto entre os rondonopolitanos. O senador democrata vem em segundo lugar, com 26%. O vice-governador Silval divide a terceira posição com o empresário Mauro Mendes. Ambos surgem na casa dos 7%.  Éder é o lanterna, com 3%. O percentual de indecisos é considerável: 21.6%.

   Num outro cenário (simulação 2) com Santos, Jayme e Mendes, o prefeito da Capital também impõe liderança com 39%, enquanto o senador fica com 26,2% e, Mendes, com 8,7%. Se a corrida ao Palácio Paiaguás fosse entre Santos, Silval e Éder (quadro 3), a vantagem do tucano seria ainda maior. Chegaria hoje a 46% das intenções de voto junto aos eleitores de Rondonópolis, ao passo que o peemedebista alcançaria somente 7,5%.

  Numa eventual "briga" eleitoral entre Santos, Jayme e o secretário de Estado de Fazenda Éder Moraes, o prefeito teria 40,5% (confira no cenário 4). Nesse caso, Jayme conquistaria 26,2% e, Éder, só 4,3%. O instituto Mark projetou também simulação de segundo turno. Numa briga entre Santos e Jayme, o tucano se elegeria governador por um placar de 41,2% a 29,2%. Com esses dois no páreo, nada menos que 26% do eleitorado de Rondonópolis se mostram indecisos. Entre Santos e Mauro Mendes que, aliás, disputaram o segundo turno na corrida pela Prefeitura de Cuiabá no ano passado, o pré-candidato do PSDB ganharia de novo: 46% a 11,2% (cenário 6). Contra Éder, Santos o "massacraria" nas urnas por um placar de 49,2% a 5,7%.

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LEGISLATIVO | 30/04/2009 - 13:08

Em pré-feriado, parlamentares se ausentam das sessões

Romilson Dourado

  Na véspera do feriado de 1º de maio, Dia do Trabalhador, a maioria dos deputados estaduais e vereadores de Cuiabá resolveram “folgar” já nesta quinta (30). A “debandada” causou  o fim precoce das sessões nos parlamentos que, por falta de quórum, não foi possível votar as propostas. Na AL, a sessão foi aberta às 9h, entretanto, segundo o deputado Dilceu Dal Bosco (DEM), os trabalhos foram suspensos para discussão de projetos da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Logo em seguida, o parlamentar se ausentou porque já havia programado viagem e estava atrasado para seu vôo. Já o presidente da Mesa Diretora, José Riva (PP), confessou que a sessão terminou mais cedo porque não tinha quórum. “Não tinha matérias para serem aprovadas porque foram deliberadas na sessão de quarta (29)”, argumenta.   

  No início da sessão estavam presentes os deputados Sebastião Rezende (PR), Chica Nunes (PSDB), Wagner Ramos (PR), Ademir Brunetto (PT), Antônio Brito (PMDB), Airton Português (PP) e Roberto França (sem partido).

  Já na Câmara de Cuiabá a sessão foi aberta as 9h e se estendeu até as 11h. “Infelizmente não poderemos dar continuidade aos trabalhos porque não há quórum”, anunciou o vereador Adevair Cabral (PDT), que presidia os trabalhos. O presidente da Câmara Deucimar Silva (PP) não participou da sessão. Quando os trabalhos foram suspensos, estavam presentes, além de Adevair, os parlamentares Toninho de Souza (PDT), Washington Barbosa (PRB), Roosivelt Coelho e Antônio Fernandes, ambos PSDB. (Patrícia Sanches e Sandra Costa)

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CÂMARA DE CUIABÁ | 30/04/2009 - 11:15

Paulo Borges culpa Maggi pelo caos na saúde de Cuiabá

Romilson Dourado

   O líder do prefeito na Câmara, Paulo Borges (PSDB), usou o grande expediente da sessão desta quinta (30) para criticar a atuação da secretaria estadual de Saúde. Segundo ele, o governo comprou três hospitais, mas não deu continuidade aos trabalhos prestados. Alega ainda que os prédios estariam abandonados. “Precisamos de mais leitos, principalmente agora com a epidemia da dengue e até mesmo a chegada da gripe suína. O Estado tem que cumprir a sua parte. Não pode comprar hospitais para deixá-los desativados”, disparou.

    O vereador tucano disse ainda que está tentando uma audiência pública com o secretário estadual de Saúde, Augostinho Moro. “Vamos propor uma parceria com o Estado. Precisamos que esses hospitais voltem a funcionar”, argumentou, numa referência aos hospitais Modelo, São Tomé e das Clínicas. “Do jeito que está não pode ficar. Em Rondonópolis já foi instalado o caos”, apontou, em referência à restrição do atendimento do Hospital Regional do terceiro maior município do Estado – confira mais aqui.

   O vereador Toninho de Souza aproveitou a deixa e também “disparou farpas” contra o governo. “Eles (governo) ficam jogando dinheiro público no ralo. O matagal tomou conta do Hospital Regional porque não há atendimento. O governador é um irresponsável”, rechaçou.

  Em contrapartida, o vereador Lúdio Cabral, do PT, partido que compõe a base aliada do governo, defendeu o Estado. Segundo ele, a construção do Hospital Universitário irá suprir as necessidades da Capital. “A solução para este problema já existe. Em 2011 o Hospital Universitário estará pronto para suprir esta demanda”, defende. (Patrícia Sanches)

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LEGISLATIVO | 30/04/2009 - 10:58

PEC dos Vereadores vai ter impacto em 41 municípios

Romilson Dourado

   Os 7.343 suplentes que devem ser beneficiados com cadeira nos legislativos municipais graças à Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que amplia o número de vagas, terão de esperar passar a “ressaca” do escândalo da "farra" das passagens aéreas. Enquanto os congressistas não superarem o desgaste, não devem votar a chamada PEC dos Vereadores. Somente em Mato Grosso, 200 suplentes serão beneficiados. Segundo levantamento feito pela União das Câmaras Municipais do Estado (Ucemmat), 41 municípios terão aumento no quadro de vagas. Varia conforme o número de habitantes.

   Após idas-e-vindas, a PEC acabou aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal. Agora, cabe ao presidente da Mesa Diretora, deputado Michel Temer (PMDB-SP), autorizar a promulgação.

   Entre os municípios que terão mudanças está Cuiabá, que abriria mais 6 cadeiras, elevando o número de vereadores dos atuais 19 para 25. Em Rondonópolis serão 9 novas vagas, saltando de 12 para 21. Em Várzea Grande, a PEC criaria mais 8 cadeiras, levando o segundo maior município do Estado a sair de 13 para 21 parlamentares. Sinop e Cáceres teriam que convocar mais 7 suplentes cada. Hoje essas duas câmaras possuem 10 vereadores e, sob égide da PEC, ficariam com 17.

    Sorriso, Tangará da Serra e Barra do Garças ganhariam mais 5 vereadores. Hoje cada câmara possui 10 parlamentares e, nesse caso, iria para 15. Em Guarantã do Norte, Barra do Bugres, Juara, Juína, Poconé, Lucas do Rio Verde, Pontes de Lacerda e Primavera do Leste seriam mais 4 cadeiras, elevando o quadro de vereadores de 9 para 13. Em Alta Floresta, três novas vagas devem ser abertas, subindo de 10 para 13. Já em Santo Antônio do Leverger, Campo Verde, Diamantino, Chapada dos Guimarães, Colniza, Jaciara e Nova Olímpia, o aumento seria de 2 vagas. Assim, essas câmaras, que hoje contam com 9 vereadores, passariam a ter 11. 
 
   A PEC dos Vereadores foi aprovada no ano final do ano passado na Câmara. No Senado, os parlamentares retiraram o artigo que determinava a redução do repasse de recursos das prefeituras para os legislativos e, em meio à polêmica, a proposta foi barrada. O Senado, por sua vez, ingressou com mandado de segurança junto ao Supremo Tribunal de Justiça para reverter a decisão, mas acabou desistindo. O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) entrou com recurso na CCJ para que o projeto entre em vigor de imediato – saiba mais aqui.
  
    Mudanças

    Como trata-se de uma emenda à constituição, a PEC dos Vereadores passa a vigorar no momento em que for promulgada. Após a sanção iniciará um longo ritual até que todos os suplentes sejam acomodados. O TRE, por exemplo, deverá realizar as novas diplomações para validar o ingresso dos parlamentares. As câmaras, por sua vez, terão de adequar literalmente o número de cadeiras e até reduzir salário dos parlamentares, já que a nova lei não prevê incremento no duodécimo. Quem já estiver no limite terá que “cortar” gastos. (Patrícia Sanches)

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MÚSICA | 30/04/2009 - 10:30

Ícone da MPB, Djavan solta voz em Lambada de Serpente

Romilson Dourado

  Nascido em Maceió, com mãe afro-brasileira e pai neerlando-brasileiro, Djavan Caetano Viana aprendeu violão sozinho na adolescência. Sua mãe, lavadeira, entoava canções de Ângela Maria e Nelson Gonçalves.

  Ele sempre gostou de jogar futebol. Aos 18 anos, formou o conjunto Luz, Som, Dimensão (LSD), que tocava em bailes de clubes, praias e igrejas de Maceió. No ano seguinte, Djavan largou o futebol e passou a dedicar-se apenas à música. Em 73, foi para o Rio de Janeiro e começou a gravar músicas de outros artistas para novelas da Rede Globo.

  O reconhecimento veio mesmo em 1975 quando participou do Festival Abertura e conquistou o segundo lugar com a música "Fato Consumado". Seu primeiro LP foi em 1976 tendo a faixa "Flor de lis" um de seus grandes sucessos. Em 81 o artista lançou o disco Seduzir, no qual é consagrado com dois hits: Seduzir e Faltando um Pedaço. Djavan é reconhecido pelo público por sua originalidade tanto na música quanto na poesia. É autor, cantor e compositor.

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Confira aqui a letra e no link abaixo para ouvir "Lambada de Serpente"

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA | 30/04/2009 - 10:25

Sessão é suspensa para análise de projetos pela CCJ

Romilson Dourado

   A sessão ordinária desta quinta (30) da Assembleia, em véspera de feriado, foi aberta às 9h e, logo em seguida, suspensa. De acordo com o deputado Dilceu Dal Bosco (DEM), que abriu a sessão, os colegas parlamentares concordaram em priorizar a discussão de alguns projetos junto à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para, em seguida, a Mesa Diretora poder colocá-lo em votação em plenário. "Por isso suspendemos temporariamente a sessão para reunimos com a CCJ, mas devemos reinicia-la em instantes", diz o democrata. Perguntado sobre quais projetos estão na pauta, Dal Bosco preferiu não entrar em detalhes. Alegou que se tratava de diversas mensagens. (Sandra Costa)

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