Quinta, 17 de Maio de 2012, 18:47 h

Perfil | 31/01/2011 - 20:54

Assembleia partida na idade, voto, origem, bens, bancada e profissão

Romilson Dourado

  A composição da 17ª Legislatura, que passa a valer com a posse de seus 24 deputados nesta terça, 1º de fevereiro, traz algumas características raras e/ou inéditas. Veja o levantamento curioso feito pelo blog do perfil que chega à AL:
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1) Naturalidade - Somente 8 dos 24 deputados nasceram em Mato Grosso. Seis são do Estado de São Paulo, cinco do Paraná, dois de Santa Catarina e outros dois do Espírito Santo. Um veio do Rio Grande do Sul e outro de Mato Grosso do Sul. Os naturais de MT são os republicanos Sebastião Rezende e Jota Barreto, que nasceram em Rondonópolis; José Domingos (DEM), em Nortelândia; Percival Muniz (PPS), em Guiratinga; Guilherme Maluf (PSDB) e João Malheiros (PR), os dois em Cuiabá; Luiz Marinho (DEM), em Várzea Grande; e Antonio Azambuja (PP), em Pontes e Lacerda. São paulistas Wagner Ramos, Baiano Filho, Ezequiel Fonseca, Teté Bezerra, Walter Rabello e Luciane Bezerra. Os capixabas são José Riva e Walace Guimarães (PMDB). Sérgio Ricardo e Dilmar Dal Bosco (DEM) são catarinenses, enquanto quatro são paranaenses (Mauro Savi, Romoaldo Júnior, Nilson Santos e Zeca Viana). O petista Ademir Brunetto é gaúcho de Paim Filho; enquanto Airton Rondina, o Português (PP), é sul-mato-grossense de Dourados.

2) Idade -  O mais velho é o cuiabano João Malheiros, que está com 62 anos. Jota Barreto, ex-prefeito de Rondonópolis, vem em seguida, com 61 anos e, depois, Luiz Marinho, com 55. A mais jovem é a pecuarista Luciane Bezerra, que tem 36 anos.

3) Votação - O campeão de votos é José Geraldo Riva, eleito para o quarto mandato com 93.594.

4) Bancada - O PR, que surgiu com a fusão do PL com o Prona, terá a maior bancada, com 6 parlamentares, seguido do PP e do PMDB, ambos com 5 representantes.

 5) Patrimônio - Os que reúnem os maiores patrimônios declarados são a estreante Luciane Bezerra, com bens superiores a R$ 15 milhões; o ex-prefeito rondonopolitano Percival Muniz, com R$ 6,1 milhões; e a ex-deputada federal Teté, com R$ 3,3 milhões. Ela não vai legislar. Pedirá licença para continuar secretária de Estado. O mais "pobre" é Rabello, que diz possuir bens avaliados em apenas R$ 12 mil.

6) Profissão - A nova safra de parlamentares apresentam profissões variadas, como de médico, de corretor de imóveis, de empresários e de servidor público. A maioria, porém, prefere se identificar como político.

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CONJECTURAS | 31/01/2011 - 19:20

Após 8 anos, Abicalil e Thelma deixam Câmara; Ságuas estreia

Patrícia Sanches

    Após legislarem por oito anos na Câmara Federal, Thelma de Oliveira (PSDB) e Carlos Abicalil (PT) ficam sem mandato nesta segunda (31). Neste período, a tucana e o petista receberam R$ 1,4 milhão em salários e também tiveram acesso a outras regalias como verba indenizatória e de gabinete.

   Enquanto a viúva do ex-governador Dante de Oliveira, buscou a reeleição, o petista tentou, sem êxito, uma vaga no Senado. Ela obteve 65.523 votos e acabou amargando a derrota. Conseguiu apenas a 2ª suplência pela coligação Jonas Pinheiro, que elegeu somente Júlio Campos (DEM). O ex-conselheiro e ex-governador voltará a atuar como deputado federal, fortalecendo a legenda que, assim como o PSDB, saiu menor das eleições do ano passado.

   Thelma, por sua vez, se articula para assumir o comando do diretório do PSDB de Cuiabá. Assim, sonha em voltar a disputar um cargo eletivo em 2012, provavelmente como vice do chefe do Palácio Alencastro Chico Galindo (PTB).

   Carlos Abicalil (PT) assume um cargo de 2º escalão no governo Dilma Rousseff (PT). Ele ficará à frente da secretaria de Articulação de Sistemas Institucionais, no MEC, responsável pelas relações entre união, estados e municípios. No ano passado, após uma dura queda-de-braço com a colega de partido Serys Marly, Abicalil ganhou o direito de disputar o Senado, mas não conseguiu emplacar o seu nome. Teve 533.280 votos.

    Já Serys, que disputou uma cadeira na Câmara Federal, também não obteve êxito. Assim, em meio as brigas internas, os dois petistas “morreram abraçados”. Mas o PT não sofreu apenas derrotas, conseguiu emplacar Ságuas Moraes na Câmara Federal. Ele é um dos que estreiam como deputado federal. Os suplentes progressistas Roberto Dorner e Neri Geller também conseguirão legislar. Ainda nesta semana eles vão começar a atuar no lugar de Eliene Lima e Pedro Henry, que são secretários de Ciência e Tecnologia e de Saúde, respectivamente. Os dois foram exonerados dos cargos para serem empossados nesta terça, 1º de fevereiro, mas, logo em seguida, vão se licenciar e retornar as suas atividades no Paiaguás.

Exclusivo | 31/01/2011 - 18:30

Riva fecha chapa única e vai ter na Mesa deputados de 5 partidos

Romilson Dourado

   Em uma nova reunião nesta segunda, os deputados fecharam oficialmente os 7 nomes que comporão a chapa única para eleição da Mesa Diretora da Assembleia, que acontece nesta terça, após a sessão solene de posse dos 24 deputados. As últimas novidades foram a alternância de função dos estreantes Luiz Marinho (PTB) e Dilmar Dal Bosco (DEM) e a entrada de Airton Rondina, o Português (PP), como quarto-secretário.

   José Riva, deputado cassado e que se elegeu para o quinto mandato, volta a presidir o Legislativo mato-grossense. Ele terá pelos próximos dois anos o peemedebista Romoaldo Júnior como primeiro-vice-presidente. Marinho entra como segundo-vice. Até então, o petebista estava cotado para o cargo de terceiro-secretário, que ficou com o democrata Dilmar, irmão de Dilceu Dal Bosco, que deixa o cargo de deputado. Nas eleições do ano passado, Dilceu amargou derrota como candidato a vice-governador na chapa de Wilson Santos (PSDB).

    Sérgio Ricardo, reeleito para o terceiro mandato, continua na Primeira-Secretaria. Trata-se do segundo cargo mais importante da Mesa. Junto com Riva, ele conduzirá o duodécimo da Assembleia, próximo de R$ 20 milhões mensais. O hoje presidente Mauro Savi (PR) fará parte da nova Mesa como segundo-secretário. A chapa única se completa com Dilmar como terceiro-secretário e Português no posto de quarto-secretário.

    É a Mesa quem conduz os trabalhos legislativos, mas o foco maior fica com o presidente e com o primeiro-secretários. Quem ocupa os dois cargos conta com um quadro maior de assessores e maior poder de barganha.

    A expectativa de Riva, que não encontrou nenhum adversário pela frente, é de obter unanimidade dos seus 23 colegas parlamentares. Seus membros argumentam que conseguiram fechar uma chapa eclética, com deputados do PP, PMDB, PTB, PR e DEM.

Quem será eleito nesta terça para Mesa Diretora
José Riva (PP) - presidente
Romoaldo Júnior (PMDB) - primeiro-vice-presidente
Luiz Marinho (PTB) - segundo-vice-presidente
Sérgio Ricardo (PR) - primeiro-secretário
Mauro Savi (PR) - segundo-secretário
Dilmar Dal Bosco (DEM) - terceiro-secretário
Airton Rondina, o Português (PP) - quarto-secretário

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Descontração | 31/01/2011 - 17:12

Fernandinho garante sucesso cantando Nada Além do Sangue

Ana Adélia Jácomo

   Fernandinho é um dos cantores, do cenário cristão, mais populares da atualidade. É membro da igreja Batista de Campos e além disso é líder de uma banda, denominada Ministério Faz Chover. Seu nome é Fernando Jerônimo dos Santos Junior, ele nasceu em Aracaju e com menos de 15 anos mudou-se para Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.

   Fez parte de um grupo onde recebeu suas instruções musicais e aprendeu técnicas de canto, criou um grupo em que cantava e tocava bateria. Chegou a fazer parte do Grupo Hágios. Casado com Paula Santos, que participa no vocal de todos os seus CDs, é pai de Asafe, Abner e Mariah.

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Clique no Play e confira parte do DVD de Fernandinho

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ANÁLISE | 31/01/2011 - 16:44

Estudo pode evitar catástrofe

Laice Souza

 No RDTV desta 2ª, o jornalista Romilson Dourado comenta sobre o risco que a população de Cuiabá está correndo de um possível desastre ambiental, pela falta de um estudo sobre o estado erosivo do córrego da Prainha, que foi canalizado há mais de 30 anos. Para o jornalista, a situação é preocupante, pois milhares de trabalhadores circulam diariamente nesse trecho. Além disso, ele destaca que as obras da Copa do Mundo, como o sistema de transporte público BRT, serão realizadas em cima do córrego. Assista ao comentário e dê sua opinião.

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Rumo à Copa de 2014 | 31/01/2011 - 13:30

Agecopa faz a 1ª reunião com conselho de acompanhamento

Sissy Cambuim e Laura Nabuco

   Depois de mais de um ano de atividades, os diretores da Agecopa se reuniram pela primeira vez com o Conselho de Acompanhamento da Copa do Mundo de 2014, que é presidido pelo governador Silval Barbosa (PMDB). O encontro ocorreu na sede da Agência, em Cuiabá, na manhã desta segunda (31). Na ocasião foram debatidas as obras de mobilidade urbana que serão implantadas na Capital e em Várzea Grande e o projeto do Bus Rapid Transit (BRT), ou "Ônibus Rápido".  A reunião, contudo, apresentou algumas falhas.

   Os conselheiros reclamaram por não terem recebido uma pauta com os assuntos que seriam tratados na reunião e por terem sido covocados em cima da hora. A falta de um assunto específico para ser debatido também foi alvo de críticas. Para eles, o encontro abordou temas muito genéricos.

   Após as reclamações, Silval anunciou que os encontros se repetirão trimestralmente. O governador também pontuou que vários temas ficaram de fora das discussões, como a duplicação das estradas que ligam Cuiabá a Chapada dos Guimarães, a Santo Antônio do Leverger e que dão acesso ao pantanal.

   Silval ressaltou também que, além da infraestrutura para a Copa, há outros assuntos que também precisam de uma atenção maior do Estado. Entre eles está a situação das pessoas que residem em áreas de risco. "Eu mesmo fui visitar centenas de famílias que vivem em locais assim", ressaltou o governador.

    Também fazem parte do Conselho, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Mauro Savi (PR), os prefeitos de Cuiabá, Chico Galindo (PTB), e de Várzea Grande, Murilo Domingos (PR), o presidente da Agecopa, Yênes Magalhães, e outros 14 representantes de instituições públicas e privadas.

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PLANALTO DA SERRA | 31/01/2011 - 09:30

Com contas rejeitadas pelo TCE, Dênio é afastado; vice assume

Laura Nabuco

Dênio Peixoto   O prefeito de Planalto da Serra, Dênio Peixoto (DEM), está afastado do cargo desde sábado (29). A denúncia encaminhada pelo Ministério Público tem como base a reprovação do balancete da prefeitura referente ao exercício de 2009 pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). O democrata tem 15 dias para recorrer da decisão. Em seu lugar tomou posse o vice-prefeito Edimilson Xavier.

   Para o procurador-geral do município, Plínio Siqueira, a decisão foi uma arbitrariedade, já que o MP não aguardou o resultado do recurso que Dênio havia impetrado junto ao TCE. "Eles atropelaram etapas do processo", afirmou. O advogado alega ainda que para que fosse feita a denúncia também deveria ter sido aguardado o julgamento feito pelos vereadores sobre o balancete.

   O TCE é responsável por avaliar as contas de gestão (referentes à aplicação do dinheiro público) e de governo (referentes à distribuição dos recursos para áreas como a saúde e educação) de todas as 141 prefeituras do Estado. Enquanto a primeira é julgada pelo próprio Pleno do Tribunal, a segunda recebe apenas um parecer pela aprovação ou rejeição e posteriormente passa pelo crivo do Legislativo municipal.

   De acordo com Plínio, as contas ainda não passaram pelos vereadores, etapa necessária para que pudesse ser iniciada alguma ação penal. Apesar de pontuar as supostas falhas no procedimento de afastamento, ele ressalta que não está respondendo pelo caso, já que é funcionário da prefeitura. Um outro advogado já foi contratado para assumir a defesa do prefeito.

   Dênio está no comando da administração de Planalto da Serra há dois mandatos. Em 2009 ele tentou, inclusive, se eleger presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), mas foi derrotado pelo prefeito de Jauru, Pedro Ferreira (PP). Na época, a eleição foi tumultuada porque Dênio foi o único dos pré-candidatos a não apoiar Pedro na última hora. O democrata obteve apenas 12 votos, enquanto seu adversário ficou com 83 do total de 95.

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Congresso | 31/01/2011 - 09:11

Após 8 anos, Serys deixa o Senado

Romilson Dourado

  Fernando Ordakowski

Serys Marly deixa a cadeira de senadora e, derrotada à Câmara, fica à espera de alguma vaga em função pública

   Serys Marly Slhessarenko conclui nesta segunda (31) o mandato de 8 anos como senadora. Sai junto com Gilberto Goellner (DEM), que desde 2008 virou titular com a morte de Jonas Pinheiro. Entram nas vagas Blairo Maggi (PR) e Pedro Taques (PDT). Ambos se juntam a Jayme Campos (DEM), que permanece senador até 2014.

    Aos 65 anos, a ser completados em 2 de abril e divorciada, a petista mudou o perfil político assim que chegou no Congresso Nacional. Não é mais aquela parlamentar combativa de quando ocupou cadeira de deputada estadual por três mandatos consecutivos. Na época, liderava as massas junto aos movimentos populares, em defesa de direitos junto às organizações de sem-terra, sem-teto, mulheres, negros, minorias, sindicatos de trabalhadores, profissionais da educação e dos trabalhadores rurais. Se destacou também na luta contra a corrupção e o crime organizado. Da tribuna na Assembleia, ela denunciava o governo do Estado, apresentava dossiê, cobrava reivindicações da classe operária e partia para o ataque a qualquer crítica que recebesse.

   Em 2003 chegava ao Senado a primeira mulher eleita à cadeira por Mato Grosso, com 574.563 votos. Começava ali uma nova fase política da petista. Passou a usar Marly no sobrenome e se distanciou das bases. Se juntou mais à burguesia, expressão muito utilizada nos movimentos de esquerda quando se referiam aos abastados.

    Enquanto esteve senadora, Serys concorreu a duas eleições e foi derrotada. Primeiro, em 2006, quando disputou o governo estadual. Depois, no ano passado, tentou cadeira na Câmara dos Deputados e ficou como suplente. Sua expectativa agora é que a coligação PT/PMDB//PR abra espaço, dentro do esquema de rodízio, para vir a atuar como deputada. Houve até avanço nas negociações com o governador Silval Barbosa (PMDB) para ter Wellington Fagundes (PR) como secretário de Infraestrutura e Pavimentação Urbana, o que contemplaria Serys com cargo em Brasília. Mas Wellington pediu uma trégua.

    Serys começou na vida pública como secretária de Educação de Cuiabá, em 1986. Dois anos depois, assumiu a pasta da Educação do Estado no governo Carlos Bezerra. Teve passagem "relâmpago". Em 1990, ela se elege estadual e permanece com cadeira na Assembleia até 2002, quando sai para estrear no Senado. Serys teve o nome envolvimento da máfia das ambulâncias e, mesmo sendo absolvida pelo Conselho de Ética do Senado, o que salvou o seu mandato, enfrentou desgaste sem precedentes, tanto que teve votação pífia como candidata a governadora. Ficou em terceiro lugar.

     Contraponto

     A petista enfatiza que fez jus ao cargo. Elenca vários projetos apresentados como deputada e senadora. Em Brasília, assegura que suas principais bandeiras foram incentivo à educação, à preservação do meio ambiente, o direito das minorias e das mulheres, a questão agrária, o combate ao trabalho escravo, infantil e à pedofilia.

Enquete
Como você avalia o mandato de Serys como senadora?
  • Excelente
  • Bom
  • Razoável
  • Ruim
  • Péssimo
  • Sei lá!
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Não se trata de pesquisa eleitoral, mas de mero levantamento de opiniões de leitores do RDNews e do Blog do Romilson, com participação espontânea dos internautas. Resultado sem valor científico.

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Descontração | 30/01/2011 - 16:00

Rita Ribeiro levanta platéia ao cantar "Cavaleiro de Aruanda"

Laura Nabuco

   A cantora e compositora maranhense Rita Ribeiro começou a se dedicar a música aos 15 anos de idade, quando iniciou aulas de canto. Tempos mais tarde, por volta do início da década de 1980, estreou como cantora no grupo vocal Vira Canto. Mas foi ao mudar-se para São Paulo que Rita, se profissionalizou. Lá retomou as aulas de canto e passou a fazer shows em bares e casas noturnas.

   Durante quase oito anos trabalhando na noite paulistana, Rita testou vários tipos de repertório e arranjos. Sua identidade e estilo próprios acabaram resultando no primeiro disco, "Rita Ribeiro", lançado em 1997. O álbum contou com a produção do conterrâneo Zeca Baleiro, que compôs cinco das 14 músicas gravadas. A primeira delas a emplacar foi "Lenha", que mais tarde foi regravada pela cantora Simone.

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Clique no play e confira o som de Rita Ribeiro

Articulação | 30/01/2011 - 11:30

Riva quer presidente da Ucmmat em seu gabinete na Assembleia

Sissy Cambuim

   O deputado estadual diplomado José Geraldo Riva (PP) convidou o presidente da União das Câmaras Municipais de Mato Grosso (Ucmmat), vereador por Salto do Céu Aluízio Lima (PR), para ajudá-lo em seu gabinete na Assembleia. Apesar da diferença de partidos, o deputado não esconde o estreito relacionamento político que mantém como republicano.

   Caso aceite o convite, Aluízio, que está em seu quarto mandato parlamentar, terá de renunciar ao cargo e vai perder quase dois anos no Legislativo de seu município. A parceria com Riva parece ser vantajosa, já que o apoio do progressista lhe ajudou a conquistar por trêz vezes a presidência da Ucmmat. Sem possibilidade de uma nova reeleição, o vereador deixa a Ucmmat no próximo mês, quando será realizada a eleição para nova diretoria.

   Nos bastidores, José Riva chegou a endossar o nome de Aluízio para um cargo de terceiro escalão no governo Silval Barbosa (PMDB), especialmente na secretaria de Transporte e Pavimentação Urbana, mas o vereador acabou vetado pela cúpula do PR. Perguntado sobre o assunto, Riva negou. "Só estou participando dessas discussões no âmbito do PP. Se teve alguma indicação foi do partido dele (de Aluízio)”, ponderou.

   Aluizio é hábil em conquistar a confiança de lideranças partidárias de outras siglas. Ele já foi filiado ao antigo PFL (hoje DEM) e mantém boa relação institucional tanto com o senador democrata Jayme Campos quanto com a petista Serys Marly (PT) e, de quebra, ainda é afilhado político de José Riva, que volta a comandar a Assembleia Legislativa pela quinta vez.

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Tucanato | 30/01/2011 - 10:54

Vereadores debatem a sucessão do diretório municipal nesta 2ª

Sissy Cambuim

   Depois de anunciar que existe um acordo entre os quatro vereadores eleitos em 2008 pelo PSDB para que um deles assuma a presidência do diretório municipal do partido, o vereador Antônio Fernandes revelou que o grupo se reúne na tarde desta segunda (31) para definir quem será o candidato.

   De acordo com ele, quando foi feito o acordo, em agosto do ano passado, teria ficado definido que ele disputaria a presidência ao lado do secretário municipal de Trânsito e Transporte (SMTU), Edivá Alves, como vice-presidente. Além deles, participam da reunião a vereadora Lueci Ramos e o secretário municipal de Infraestrutura, Paulo Borges.

   Fernandes criticou a gestão do diretório estadual, conduzido pela deputada federal Thelma de Oliveira, e chegou a responsabilizá-la pelo enfraquecimento da sigla no Estado. “Precisamos mudar os rumos e reorganizar a sigla em Cuiabá, que foi muito prejudicada pelas decisões tomadas apenas pela antiga cúpula, sem ouvir as bases”, ponderou.

   A eleição das novas diretorias das executivas municipal e estadual do PSDB ainda não têm data definida, mas devem ser realizadas a partir de março. As articulações para o comando do partido em Cuiabá se intensificam porque, apesar de a legenda ter perdido o comando da prefeitura da Capital, com a renúncia de Wilson Santos que disputou, sem êxito, o Palácio Paiaguás, o tucanato ainda conta com uma representatividade expressiva no município.

   O PSDB possui cinco secretarias municipais: Seminfe, sob o comando de Borges; SMTU, com Edivá; Assistência Social e Desenvolvimento Humano, comandada por Julieta Domingues; Educação e Finanças, com Permínio Pinto e Guilherme Muller, respectivamente. No Legislativo, são quatro representantes. Além de Fernandes e Lueci, tem Tiago Nunes e Roosivelt Coelho, que assumiram as vagas dos parlamentares que deixaram a Câmara para integrar o Executivo.

   A definição do presidente do diretório municipal também deve influenciar nas eleições para a sucessão de Thelma. Até agora, três nomes já são cotados: o do deputado estadual Guilherme Maluf, único representante do partido na Assembleia; do ex-prefeito de Sinop, Nilson Leitão e do ex-secretário de Saúde de Cuiabá, Luiz Soares. Caso Fernandes consiga concretizar seu projeto e conquistar a presidência do tucanato na Capital, ele já adiantou que apoiará Maluf.

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LEGISLATIVO | 30/01/2011 - 08:28

Romoaldo vence Nilson no PMDB e fica com 1ª vice-presidência da AL

Romilson Dourado

  Fernando Ordakowski

Deputados Mauro Savi (2º secretário), Dilmar Dal Bosco (2º-vice-presidente), José Riva (presidente), Romoaldo Júnior (1º-vice-presidente) e Sérgio Ricardo (1º secretário) integram a chapa única que conduzirá a Assembleia

  O deputado reeleito Nilson Santos, de Colíder, perdeu a queda-de-braço para o colega peemedebista e da mesma região Norte, ex-prefeito de Alta Floresta Romoaldo Júnior. Coube ao PMDB indicar um nome para a primeira-vice-presidência da nova Mesa da Assembleia, a ser presidida por José Riva (PP). Romoaldo se lançou primeiro ao posto. Na semana passada, Nilson passou a buscar apoio, tanto interno quanto externo, para ficar com a vaga dentro da chapa única. Mas já era tarde demais.

   Com respaldo de Riva e do seu velho amigo Humberto Bosaipo, hoje conselheiro do Tribunal de Contas, Romoaldo teve o nome confirmado como primeiro-vice. Na prática, conduzirá o Legislativo mato-grossense na ausência de Riva. Romoaldo já foi primeiro-secretário da Assembleia na época de uma das gestões de Bosaipo como presidente. Ele quer mais. Se articula para ser também o líder na AL do governo Silval Barbosa, do seu próprio partido.

    A futura Mesa está praticamente definida. Dos sete cargos, falta um nome, o que responderá pela Quarta-Secretaria. Os mais cobiçados são a presidência, que volta a ser ocupada por Riva, inclusive pela quinta vez, e a de primeiro-secretário, que continua sob Sérgio Ricardo (PR). O democrata Dilmar Dal Bosco, que estreia como deputado, entra como segundo-vice-presidente. Mauro Savi, que assumiu o comando da AL com a cassação de Riva, aceitou o cargo de segundo-secretário. Luiz Marinho (PTB) fica como terceiro-secretário.

   A expectativa do bloco é de obter votação unânime. A eleição da Mesa acontece na próxima terça, 1º de fevereiro, logo após a sessão solene que marca a posse dos 24 parlamentares. O mandato é de dois anos. Nenhum outro deputado, seja estreante, seja veterano, se arriscou a montar chapa para contrapor a de Riva que, mesmo sem mandato e sob investigação por atos de improbidade, mantém controle do Legislativo.

      Chapa única para nova Mesa da Assembleia
      Presidente: José Riva (PP)
      Primeiro-vice: Romoaldo Júnior (PMDB)
      Segundo-vice: Dilmar Dal Bosco (DEM)
      Primeiro-secretário: Sérgio Ricardo (PR)
      Segundo-secretário: Mauro Savi (PR)
      Terceiro-secretário: Luiz Marinho (PTB)
      Quarto-secretário:
indefinido

   A Assembleia recebe mensalmente R$ 18 milhões de duodécimo. Possui mais de 2 mil servidores. Seus parlamentares iniciam os trabalhos com salário mais "gordo", agora de R$ 20 mil. Eles possuem outros privilégios e ragalias, como verba indenizatória de até R$ 15 mil, têm veículo Corolla à disposição custeado pelo erário, até 30 assessores e controlam cerca de R$ 30 mil para despesas de manutenção de gabinete. Ganham para avaliar, apresentar e debater projetos e outras proposituras e fiscalizar os atos do Executivo. Na prática, porém, quase todos são governistas.

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PARANAÍTA | 30/01/2011 - 08:20

Consórcio apresenta projeto da usina Teles Pires para o Estado

Laura Nabuco

   O projeto da usina hidrelétrica Teles Pires, que será implantada entre Paranaíta, em Mato Grosso, e Jacareacanga, no Pará, foi apresentado ao governo. A usina será a maior do complexo que abrange outras cinco hidrelétricas, tendo capacidade para gerar 1820 megawattz . O empreendimento custará cerca de R$ 4 bilhões.

   As obras vão começar em julho e a partir de 2014 a usina já deve estar funcionando. O empreendimento é considerado um dos mais importantes do PAC para geração de energia e foi alvo de uma polêmica envolvendo os Ministérios Públicos Estadual e Federal.

   A promotora de Justiça Audrey Llity questionou o licenciamento ambiental do projeto. Para ela, o aval não deveria ter sido dado pela secretaria estadual de Meio Ambiente (Sema), mas sim pelo Ibama, já que a obra se estenderá por uma área que abrange dois Estados. MPF, por sua vez, argumentava que o licenciamento não poderia ser feito de forma individual, porque as outras cinco hidrelétricas também serão instaladas no mesmo rio. De acordo com o órgão, o Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) exige que seja avaliado o impacto sobre toda a bacia do Teles Pires.

   A usina terá um reservatório de aproximadamente 152 km² e uma linha de transmissão com sete quilômetros de extensão na margem esquerda do rio. O empreendimento compreende ainda uma rede semelhante, que tem sido chamada de "linhão" e será construída entre Paranaíta e a divisa com São Paulo, e eclusas, que vão possibilitar a navegação no leito do rio.

   A previsão é que pelo menos 7 mil empregos sejam gerados na região. Até março o consórcio que vai administrar as obras deve iniciar um programa de treinamento para capacitar a mão de obra local. Depois de pronta, a hidrelétrica deve gerar entre impostos e royalties cerca de R$ 30 milhões por ano. Além da usina Teles Pires, fazem parte do complexo a usina Nova Canaã, que vai gerar 300 MW, a de São Manoel, com potência para 764 MW, a Foz do Apiacás, de 174 MW e a de Sinop, que terá a capacidade de 646 MW. O conjunto das obras deve custar mais de R$ 20 bilhões.

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Vale a Pena Acessar | 29/01/2011 - 21:00

Blog aborda solidariedade em MT

Ana Adélia Jácomo

   Esta semana o RDNews indica o blog 10 por Hora, que entre outros assuntos voltados à preservação ambiental, aborda temas de convívio social como, por exemplo, o hábito de dar caronas. Os blogueiros inclusive gravaram um vídeo na estrada que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães e permaneceram pedindo carona até que alguém parasse, o que demorou para acontecer. O intuito é demonstrar que a sociedade precisa reatar os laços de amizade e solidariedade que foram perdidos com o aumento da violência.

   São diversas críticas sociais abordadas no 10 por Hora. Uma delas é em relação aos excessivos folders distribuídos nas ruas para divulgação de eventos, que segundo os blogueiros só aumenta a poluição nas cidades. O tema central do blog é a sustentabilidade. Vale a pena conferir e assistir os vídeos gravados por pessoas ligadas ao blog, que vivem em diversos Estados, como Mato Grosso, São Paulo, Minas Gerais, Pará e na Capital Federal.

   Clique aqui e confira a página que passa a fazer parte da seção Vale a Pena Acessar.

   O RDNews recomenda sites e blogs. Mandem sugestões para contato@rdnews.com.br. Desde já agradecemos pela colaboração.

Artigo | 29/01/2011 - 19:12

As marcas da Câmara Municipal II

Dejair Soares

 Dejair Soares  Quando escrevi o primeiro artigo, com o titulo acima, fui abortado por alguns leitores comentando o fato da Câmara ter sido assaltada em pleno horário de expediente, e, por coincidência, no dia em que meu artigo foi publicado. Era uma tarde chuvosa, e seis amigos conversavam sobre o assalto na Câmara e da política de MT. Todos eram unânimes em dizer que era uma armação e que neste angu tem queijo e muito mistério.

   Fábio da uma olhada para Rafael, baixa a cabeça, e solta o verbo: "Puts! Não aguento mais ver tantas brigas nesta Câmara. Não resolvem absolutamente nada e ainda por cima custa caro aos cofres públicos. Aliás, nosso suado dinheirinho e o que mais me intriga é saber que o presidente viajou no dia em que a Câmara foi assaltada. É... tem razão, Fábio. Ele defende que a Delegacia Fazendária e o Ministério Público deveriam entrar e apurar os fatos que vêm ocorrendo dentro da Câmara Municipal, ainda que tudo termine em pizza.

   Concordo com ele, mas já que vão torrar nosso dinheiro novamente com outra auditoria, deveriam pelo menos punir severamente esses maus carateres, arrematou Ricardo. Calma gente: os vereadores foram eleitos para defender o direito do povo, mas como o município é muito grande, eles têm dificuldades em criar projetos, leis e fiscalizar o Executivo, pois a carga de trabalho é exaustiva, enfatizou Fernando.

     Isso não justifica. Então para que serve ter uma Câmara, questionou Rafael. E assim, prosseguiram durante algum tempo, alternando perguntas e respostas com grande entusiasmo. Sentados estavam o Luiz, calado e observando o bate-boca dos amigos. Não era de interromper qualquer debate. E você Luiz, qual é a sua opinião, perguntei!: Bem, nesse assalto da Câmara eu incluo o contribuinte, que me lembra da história do rato gordo e do gato faminto. Como assim, o que tem a ver?, perguntaram juntos Fábio e Fernando.

     Bom, nossa história acontece no antigo prédio no Campo Durique. Lá moravam várias personalidades que tinham como único passatempo alimentar um rato gordo. Ali também morava um inquilino que, além de não pagar aluguel, era de fato indesejável por ser inimigo do rato gordo. O gato faminto, como todos os seres, necessita se alimentar. Sendo assim, louco de fome, partiu à procura de comida. Sabia que sua vida estava em risco e, mesmo assim, resolveu correr o risco do rato gordo pegá-lo. O gato faminto foi pego e tomou uma surra do rato gordo. Interessante, mas o que essa história tem a ver com o assalto da Câmara?, perguntou Fábio! Eu acho, Luiz, que o rato da história simboliza o político e o poder constituído, enquantob o gato simboliza o povo, respondeu Fernando, tentando explicar a história a Fábio. Então, é esse mesmo o significado da história, perguntou Ricardo ao Luiz. Exatamente, respondeu.

   As personalidades com suas gordas contas bancárias são simbolizadas pelo rato gordo. O povo esta simbolizado pelo gato faminto na história, passando de brinquedo na mão dessas personalidades, com a falta de serviços públicos, como saúde, saneamento básico e infraestrutura, etc. Quando cansam da brincadeira de rato e gato com o povo, eles, já empanturrados com o dinheiro dos cofres públicos, saem de cena.

   Então, nesse caso nossa única esperança é de um dia soltarmos os cachorros em cima deles!, ponderou Fernando. Luiz!...Moral da história: Tem que se produzir fatos e culpados para que os grupos de personalidades lutem entre si. Assim terão meios de se justificar os gastos da casa, para que se mantenha o rato gordo.

   Dejair Soares é publicitário em Cuiabá

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Descontração | 29/01/2011 - 16:00

Negra Li contagia lual na praia

Ana Adélia Jácomo

   Negra Li sempre foi interessada pela música, desde a infância e a paixão pela "black music" surgiu na adolescência. Dona de um rosto e corpo muito bonitos, pretendia seguir a carreira de modelo, mas acabou virando atriz, cantora e dançarina.

   Além de já ter gravado com nomes importantes da MPB, como Caetano Veloso e Nando Reis, a cantora já trabalhou ao lado do ícone internacional do hip-hop, Akon. Negra Li também já participou de filmes e seriados, inclusive com o papel de protagonista. Este ano, ela participou da gravação do longa-metragem 400 contra 1, que conta a história do Comando Vermelho, sob direção de Caco Souza.

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Clique aqui e veja o dueto de Negra Li e Nando Reis

DNIT | 29/01/2011 - 14:00

Pagot deve assumir Rodoanel; Galindo quer apuração do caso

João Negrão, de Brasília

    O prefeito de Cuiabá, Chico Galindo, reuniu-se nesta sexta-(28) com o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), Luiz Antonio Pagot, e o superintendente do órgão em Mato Grosso, Nilton de Brito. Na reunião ele solicitou que o Dnit requeira junto à Controladoria Geral da União (CGU) uma tomada de contas especial sobre as obras já executadas do Rodoanel na Capital mato-grossense. Na prática, isso significa uma investigação mais apurada sobre as supostas irregularidades na prestação de contas apresentada pela prefeitura.

   Galindo se antecipou ao superintendente e ele próprio levou o relatório de prestação de contas, sobre o qual Brito lançou suspeitas. Para que não pairasse dúvidas, ele solicitou a tomada de contas especial. A primeira etapa das obras do Rodoanel de Cuiabá já foi concluída e consumiu cerca de R$ 20 milhões. Como a construção foi paralisada, levantou-se a possibilidade de fraudes. Como a obra é delegada, toda a responsabilidade pela contratação do executor e prestação de contas, entre outras atribuições, é da prefeitura.

   Agora, para a segunda etapa, o Dnit abriu a possibilidade de não mais delegar a obra e assumi-la inteiramente. Para tanto, Pagot afirmou que o órgão deverá abrir uma licitação para a segunda etapa, o que na prática retira a delegação da Prefeitura de Cuiabá. Todo o processo de licenciamento ambiental, por exemplo, já será encaminhado pelo Dnit.

Comunicação | 29/01/2011 - 10:39

IstoÉ traz disputa entre PT e PMDB em Brasília

Laura Nabuco

   A revista IstoÉ, que chega às bancas de Mato Grosso a partir deste domingo (30), destaca na capa a história do pastor Valdemiro Santiago de Oliveira, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus. A reportagem revela o "fenômeno" em que ele se tornou pela quantidade de fiés que consegue converter e revela detalhes do tipo de abordagem que ele utiliza. O carisma do evangélico já colocou a igreja no topo da ordem das neopentecostais do país. Na editoria de política, IstoÉ revela detalhes da disputa entre o PT e o PMDB para comandar o setor elétrico brasileiro, que terá um orçamento aproximado de R$ 100 bilhões.

   Já na área comportamental, a revista mostra como os pais são influenciados pelos acontecimentos de grande repercussão para dar nomes aos seus filhos. A reportagem mostra que em 2010 o nome Marina acabou sendo dado a centenas de meninas recém-nascidas por causa da candidata à Presidência da República Marina Silva (PV), que acabou ficando em terceiro lugar no pleito. A edição destaca também as novas ameças que Chernobyl, na Ucrânia, tem enfrentado nos últimos tempo. A cidade foi vítima de um acidente nuclear há 25 anos. Nos últimos tempos a radiação voltou a vazar e põe em risco a vida dos habitantes. A solução para o problema pode custar mais de R$ 4,6 bilhões.



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