O prefeito de Juína (a 735 km a Noroeste de Cuiabá), Hilton Campos (PP), se juntou aos vereadores e a fazendeiros para escurraçar jornalistas franceses, membros do Greenpeace e da Organização Amazônia Nativa (Opan). A demonstração de poder sobre o município começou com a chegada do grupo no último dia 19. Com a divulgação de um vídeo, a situação começa a ganhar repercussão internacional. Os membros da expedição foram impedidos de conhecer e documentar áreas recém-desmatadas, além de mostrar a convivência do povo indígena Enawene-Nawe, que vivem basicamente da agricultura e da pesca.
No último dia 19, fazendeiros abordaram integrantes das duas organizações no hotel onde estavam hospedados, querendo saber quem eram e o que estavam fazendo na terra "deles". Na manhã seguinte, o local foi cercado por dezenas de fazendeiros e o presidente da Câmara Municipal, vereador Francisco Pedroso, o Chicão (DEM), que exigiam esclarecimentos sobre os objetivos dos visitantes. O grupo foi levado à Câmara Municipal, onde uma sessão especial foi rapidamente organizada.
Estavam presentes o prefeito Hilton Campos, o presidente da Câmara, o presidente da OAB local, o presidente da Associação dos Produtores Rurais da região do Rio Preto (Aprur), Aderval Bento, vários vereadores e pelos menos 50 fazendeiros. A polícia, inerte, acompanhou tudo. A sessão durou seis horas e os fazendeiros, juntamente com o prefeito, em tom de ameaça repetiam que o grupo não era bem-vindo. Hilton foi intensamente aplaudido quando reafirmou que a viagem dos visitantes não poderia continuar e que nem a polícia poderia interferir na decisão. Escoltados pelos fazendeiros e pela polícia, o grupo, então avisou aos índios sobre o cancelamento da expedição.
A área é motivo de disputa entre os Enawene-Nawe e os fazendeiros. O conflito para expansão agrícola sobre áreas protegidas e territórios de povos indígenas se arrasta há décadas. E, agora, os fazendeiros já afirmam que os índios são propriedades deles. Já os pesquisadores, saíram da região com o conceito de que Juína é uma terra sem leis.
Confira no vídeo abaixo a investida de fazendeiros e políticos contra a equipe do Greenpeace.
Esse prefeito destruidor da floresta e grileiro de terras da união esta pensando que Mato Grosso ainda esta no sistema feudal e na epoca do coronelismo nao respeita o direito de ir e vir das pessoas e nem quer respeitar o direito a propriedade que os indios possuem antes mesmo dele nascer. Qual é o partido desse crapula, so podia ser o PFL, hoje DEMonios. POLICIA FEDERAL NELE e na sua tropa de choque.
É por isso que digo aos meus filhos ...a Justiça é lenta quase parando. Melhor não confiar nela
Essa area é a mesma que o Intermat Expediu uma
Certidão Administrativa em nome de Nelso antonio Melhorine daqui de Juina. eo Presidente daquele Orgão falou que essa região não tem pretenção de aumentar á reserva Indigina; fato esse
vinculado na IMPRENSA.
Entendemos que o Brasil é um país SOBERANO, logo, não precisa da interferência de vândalos internacionais para a solução de seus problemas internos. FORA GREENPEACE!
Um tapa na cara... Após assistir ao vídeo, senti, mais uma vez, vergonha de ser brasilieiro. Chega às raias do absurdo a reação de políticos e fazendeiros da região, verdadeiros coronéis que, através da truculência, tomaram para si o papel do Estado. Isso é um atentado à liberdade e uma prova inconteste de que vivemos numa selva. E, nesse caso, os “selvagens” somos nós.
"Como é que Nossa Senhora pode ser mãe de Deus, que é o pai, se ela é mãe de Jesus, que é o filho de Deus?". Se eu fosse voluntário numa sala de catequese de uma Igreja Católica e estivesse ensinando crianças a rezar a "Ave Maria", imagino que teria dificuldades em responder a essa pergunta, caso alguma criança a fizesse, pois seria um questionamento coerente.
A frase com esta afirmação está presente no início da segunda parte da oração: "Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós...". Eu poderia tentar esclarecer esta criança, com explicações sobre a Santíssima Trindade, citando informações sobre a história da igreja, especificamente sobre a origem da frase.
Na verdade, eu poderia explicar, mas não me sinto à vontade em pronunciar este trecho. Como jornalista, tenho ímpetos de corrigi-lo mentalmente. Acredito que ficaria mais bem esclarecedor se fosse "mãe do Deus filho", "mãe de Jesus", "mãe de um Deus" (o Deus filho) ou ainda "Santa Maria, nossa mãe...". O problema é que o jornalista, por mais incomodado que fique, terá que dar espaço à pessoa que aceita pela fé, pois dificilmente o trecho irá mudar.
O termo "mãe de Deus" provocou muita controvérsia nos primórdios da Igreja Católica. Tanto que foi necessária a convocação de um Concílio para pôr fim à polêmica, no ano de 431. Convocado pelo papa Celestino I, o Concílio reuniu os bispos em Éfeso, na Ásia Menor (hoje, Turquia). A cidade foi escolhida porque se acredita que Nossa Senhora tenha vivido ali. A polêmica foi causada pelo bispo Nestório, patriarca de Constantinopla, que defendia ser Maria a mãe de Jesus e não de Deus, sob o argumento: "Então, Deus tem uma mãe?". As idéias de Nestório foram derrotadas. Os bispos declararam que Maria seria sim a mãe de Deus, "porque seu filho, Cristo, é Deus". Nestório não acatou a decisão e acabou excomungado.
Mas, voltando à Ave Maria, esta nasceu, na primeira parte, da junção de frases consideradas de inspiração divina (Novo Testamento). As duas primeiras frases "Ave Maria, cheia de graça. O Senhor é convosco", foram ditas pelo arcanjo Gabriel a Maria, durante o anúncio da concepção. A frase seguinte, "Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre", é uma saudação da prima de Maria, Isabel, quando Nossa Senhora foi visitá-la, no final de sua gravidez.
Curiosamente, minha implicância é com o trecho de inspiração humana da oração. O trecho final da Ave Maria tem origem no mesmo Concílio. Lá, o santo Padre Celestino fez uma saudação à virgem Maria, diante da assembléia, nos seguintes termos: "Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém". Mais tarde surgiu a oração, com a junção de todos os trechos citados.
Bem, Maria não é mãe do pai de seu filho. É mãe do filho. O problema semântico é que os dois (Pai e Filho) são aspectos da mesma divindade, na qual também se inclui o Espírito Santo (a Divina Trindade).
Não sei se vou ser considerado a reencarnação das idéias de Nestório, mas defendo um texto mais esclarecedor. E mudanças não são uma heresia ao longo da história da igreja. Até os anos 60, o Pai Nosso era rezado da seguinte forma: "Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores" (Mateus). Porém, hoje, rezamos outro trecho (Lucas): "Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos têm ofendido".
Depois de séculos sem mudanças, as missas, que até o Concílio Vaticano II (década de 60) eram celebradas em latim, com o padre de costas para os fiéis, hoje são bem diferentes, rezadas nas línguas nacionais. Ou seja, nem tudo é imutável nas preces e liturgias da Igreja.
A mudança proposta não alteraria o status de Maria, apenas o deixaria mais claro, certamente, para as crianças na catequese e para jornalistas implicantes.
Sergio Luiz Fernandes é jornalista em Cuiabá (fernamorim@brturbo.com.br )

O assessor jurídico da MTM Construções, Leonardo Maluf, contesta a ação popular impetrada na Justiça por João Batista Benevides da Rocha, o Tito, do bairro Terra Nova, que tenta barrar a construção do condomínio vertical Parque Pantanal, sob acusação de irregularidades - clique aqui e leia mais. "A obra segue na mais perfeita regularidade e não podemos dar crédito a alguém equivocado, que nem mesmo pode ser considerado presidente do bairro, agindo de má-fé", disse.
Em entrevista ao RDNews, o advogado Maluf explicou que o emprendimento já recebeu a visita do Ministério Público Estadual, representado pelo promotor Gerson Barbosa, e que após uma vistoria técnica foi elaborado um Termo de Ajustamento de Conduta, em que a construtora se comprometeu a ajustar todas as situações conflitantes. "Portanto, temos tudo dentro da lei, tudo foi resolvido, compensado ou indenizado. Todas as obrigações assumidas no termo foram cumpridas. Chegamos (a MTM e as outras compromissárias) a pagar mais de R$ 500 mil pela implantação do sistema de água e esgoto para a Sanecap", afirmou Maluf.
Quanto à ação popular, o advogado enfatiza que a MTM ainda não recebeu nenhuma notificação, mas contra o empreendimento já houve uma situação no sentido de parar a obra e, segundo Maluf, o procedimento preliminar foi arquivado perante a Promotoria de Defesa do Meio Ambiente em 27 de outubro do ano passado, face ao cumprimento das obrigações. Disse ainda que o arquivamento foi apreciado pelo Conselho Superior do Ministério Público. "O arquivamento foi aprovado por unamidade em 04 de abril de 2007, como mostra o documento".
Em relação à acusação de danos ambientais que o empreendimento estaria causando, principalmente em relação ao córrego do Barbado, Maluf explica "que todo e qualquer suposto dano ambiental, ventilado por João Batista, foi efetivamente contemplado pelo TAC e consequentemente reparado pela MTM e demais compromissárias por força das exigências do MP". Ele fez questão de considerar que a São Benedito atua apenas como intermediadora da compra e venda dos apartamentos. "A São Benedito não pode responder nessa irresponsabilidade de Benevides", enfatizou Maluf.
Contraponto
Aldo Marques Peres, que estava presente durante a entrevista, trouxe consigo o diploma de presidente da Associação dos Moradores do bairro Terra Nova. Ao lado de Maluf, ele reafirmou que Tito se identificou irregularmente como sendo o presidente do bairro. "O Tito está agindo de má-fé. Ele trata como se fosse uma questão política na tentativa de se promover, mas ele não registrou sua candidatura para presidente. Por quê? Simplesmente porque ele estava preso quando deveria se registrar. Portanto, não comungamos com a decisão dele", relatou Aldo.
Os dois argumentaram que o motivo do encontro é devido terem o mesmo interesse em mover uma ação judicial contra Tito. "Queremos ser reparados materialmente e moralmente. Esse é o nosso objetivo. Aldo é o verdadeiro presidente do bairro e eu represento a empresa que com certeza sofrerá danos", afirmou Maluf. (Simone Alves - RDNews)
Clique aqui e leia a íntegra da Nota de Esclarecimento das empresas MTM e São Benedito.
Sou servidora do Depto de obras da Prefeitura e todos nós sabiamos que cedo ou tarde essa obra seria embargada, nós sempre comentávamos que tinhamos pena de quem estava comprando esses imóveis na planta, pois o Grupo Maluf não vai ter como restituir todos os valores já recebidos dos aptos vendidos. O Poder Público tem que proibir a continuação da venda desses imóveis...realmente é uma pena para quem já pagou !!!
A que ponto os Promotores de Justiça de Mato Grosso chegaram? Avalistas de interesses econômicos. Agora basta um empreendimento apropriar-se de uma rua, de um córrego, de um manancial, e, dá-lhe termo de ajustamento de conduta. Dane-se o interesse da patuléia, coisa miúda que atrapalha o desenvolvimento e o progresso dos grandes desta terra. Danem-se as regras escritas em nome do coletivo. Dane-se o Meio Ambiente. Pensando bem, qual é o custo ambiental de cada apartamento destes? Qual é o custo social que um morador desses apartamentos paga?
SENHOR LEONARDO MALUF,
Senhor Leonardo, vc esta de brincadeira com a população Cuiabana HEIN!!
O TITO ESTA DEVIDAMENTE REGISTRADO NO CARTORIO DO 1º OFICIO COMO PRESIDENTE DO BAIRRO TERRA NOVA, SENHOR E ADVOGADO SABE PARA QUE SERVE O CARTORIO DO 1º E PARA REGISTRO DE DOCUMENTOS NAO E!!...
TAC nossa ta na moda nem, TA ATE SUBSTITUINDO A LEI??? E ESSA HISTORIA DE 500 MIL REAIS FICOU CARO LEONARDO!! PELO QUE SEI VCS FORAM SIM NOTIFICADOS O POBLEMA E QUE VCS NAO RECEBEM NADA AI NO SEU ESCRITORIO NEM PAI DE SANTO....
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Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
O que as pessoas não fazem para defender interesses econômicos dos poderosos heim!! Papel aceita tudo, até mesmo construir prédios em área público que deveria ser preservada por exigência legal, então, pairam sérias dúvidas sobre a legitimidade desse termo de ajustamento de conduta e o que está por trás dele. A verdade é que o TITO está agindo por boa fé, movido por interesse público, ao contrário da prefeitura e de certos atores que atuaram por puro interesse pessoal, financeiro. A sociedade cuiabana já condenou essa obra desde o seu primeiro embargo, que foi derrubado de forma muita estranha e duvidosa, e agora tentarão fazer o mesmo, negar o óbvio, não entendem que o patrimônio natural de uma área protegida pertence a todos nós, e não pode ser apoderado por gente que só pensa em ganhar dinheiro, comprar pessoas e ignorar a aplicação correta da legislação ambiental. Acho que o tito, nosso lider nessa luta, poderia dar encaminhamento nessa ação junto ao ministério público federal, ao drº avelar, e aí quero ver a atitude dessa turma que acha que é dona de cuiabá.

* Processo de aposentadoria está parado na SAD
* Jorge e Victor Hugo também deveriam se aposentar
O secretário-chefe da Polícia Militar, coronel Orestes Teodoro de Oliveira, está com o processo de aposentadoria engavetado na secretaria de Administração. Assim, evita a reserva e, como oficial da ativa, se mantém no primeiro escalão do governo Blairo Maggi. A situação é similar em relação aos coronéis Jorge Roberto Ferreira da Cruz, secretário-adjunto de Segurança Pública, e Victor Hugo Metello, diretor do Centro de Capacitação de Desenvolvimento e Pesquisa (CCDP).
Oliveira, Jorge e Victor Hugo estão com 30 anos de serviços prestados e 8 anos de patente de coronel, portanto, já deveriam estar na reserva, com exceção de Victor Hugo, que completa os 30 anos nesta quarta, 5 de setembro, informa a diretoria-adjunta de Recursos Humanos (Darh). O novo estatuto da PM, aprovado em dezembro, reza em seus artigos que o coronel, ao completar 30 anos de serviços e 5 de coronel no posto, deve ir para a reserva remunerada.
Como o quadro de 18 coronéis está completo, novas promoções só serão possíveis a partir de aposentadorias. Com os processos "amarrados", o próprio governo fica impedido de escolher novos coronéis. Outro que está prestes a se aposentar é o ex-comandante-geral Leovaldo Salles, que também já completou o tempo de serviço. Em sua campanha vitoriosa à presidência da Associação dos Oficiais de Mato Grosso, que congrega oficiais da PM e bombeiros militares, Salles prometeu, se eleito, já ingressar com processo para a reserva remunerada. Resta saber se cumprirá a promessa.
De todo modo, há possibilidade de, em dezembro, período da próxima promoção, tenha sido abertos quatro assentos de coronéis. Isso já deveria ter ocorrido este mês.
O interesse nunca é público, neste caso do Cel. Oliveira as questões contra ele são meramente oportunistas, estão querendo tomar seu lugar, quer dizer, querem ser Coronel a qualquer custo. Entendo que aposentadoria deve ser dada para quem quer se aposentar, ou precisa e não para aqueles que querem trabalhar. Este coronel Orestes é uma das pessoas que mais trabalha neste governo. Tenho acompanhado o seu trabalho junto as entidades de Base da sociedade, ele esta fazendo um belo trabalho, agora ele tem que deixar de trabalhar somente para aumentar uma vaga para outro e inchar a folha de pagamento com mais um na reserva?
Coisa para se pensar.....
Êste assunto é o tal de chover no molhado, pois se existe lei regulando o afastamento aposentatorio, e, cumpridos os intersticios legais do tempo de serviço e da investidura na patente maior de coronel,
pode o governo, se fôr do interesse, determinar ex-oficio a passagem dos oficiais para a reserva remunerada, e com a vacância a promoção de outros oficiais dentro da carreira. Mas no caso como é de interesse do mandante maior e da administração pública, os oficiais podem continuar nos cargos, pois não há prejuizo ao erário publico a permanência, e em não havendo prejuizo, não há ilegalidade.
MARIO AVELINO, se não sabes cofmo funciona o Processo de aposentadoria na PM, o melhor que tendes a fazer é abster-se de comentar. Lei é Lei... Tem que ser cumprida. Porque a Lei foi cumprida com o Cel Sales e não foi cumprida com o Cel Oliveira? ja que não é pra cumprir então o melhor é que a vevogue de vez.
O novo estatuto da PM, aprovado em dezembro, reza em seus artigos que o coronel, ao completar 30 anos de serviços e 5 de coronel no posto, deve ir para a reserva remunerada.
pergunto? um estatuto ele é superior a lei federal? Não foi aprovado no governo LULA com os mensaleiros que o homem so pode se aposentar ao 60 anos independete do tempo de serviço
Silvia, você é mais uma que perdeu a oportunidade de ficar calada. O Estatuto da PM é lei complementar a Constiruição do Estado de Mato Grosso. Regula a situação dos servidores publicos Militares de MT. A Lei que você refere regula a situação dos funcionarios públicos civis da União. Por acaso você já ouviu falar em "cada macaco no seu galho"? Para você dou o mesmo conselho que dei para o MARIO AVELINO: "se não sabes cofmo funciona o Processo de aposentadoria na PM, o melhor que tendes a fazer é abster-se de comentar".

Bom dia... Fico feliz pela menssagem e espero que as pessoas peçam a DEUS, paz e tranquilidade, esqueçam o "poder" e bens materiais, só assim teremos um mundo melhor.
BOM DIA, A RDNEWS ESTÁ DE PARABENS, POR MAIS ESSA INICIATIVA, PARABENS A TODA EQUIPE E PODE TER CERTEZA QUE ESSA MENSAGEM TRAZ MUITA PAZ EM NOSSO CORRAÇÃO............., E NAS PESSOAS QUE QDO FALAR COM DEUS PENSE BEM.
Muitas vezes relegamos a importância de Deus em nossas vidas. E só descobrimos na dor seus designios. Msg belíssima. Parabéns à equipe por incorporar mensagens do gênero, pois temos sim que ter a consciência de que existe uma força superior regendo nossos passos.
Linnnnnnnnnnnnnnnnnnda esta mensagem,adorei.
Sou leitora assidua das materias do rdnews e esta iniciativa é ótima, até porque os meios de comunicação não primam pelas coisas que possam ajudar o ser humano a refletir, a crescer interiormente. Apenas mostram o lado negativo da vida, sem mostrar que existe um outro lado muito mais significativo. Parabéns! Continue!
Enquadrado pelo presidente Lula, o PT ensaiou um recuo tático, amenizou seu discurso sobre a candidatura própria em 2010 e fez um gesto na direção dos aliados. Depois de muitas negociações entre as tendências, o 3º Congresso do partido, encerrado neste domingo, em São Paulo, aprovou resolução política ambígua, que defende um concorrente petista à sucessão de Lula, mas, ao mesmo tempo, abre caminho para a construção de candidatura dentro da coalizão governista. De Mato Grosso, participaram oito delegados, cinco delegados ligados ao grupo de Serys Marly e de Jairo Rocha, presidentes do diretório estadual e do municipal de Cuiabá, respectivamente.
O primeiro texto aprovado por unanimidade no encontro diz que o PT deve se colocar como "dirigente da condução do processo sucessório presidencial" e fala em preservar a coalizão, mas " sem esquecer a defesa intransigente" dos interesses do partido. Uma hora depois, porém, o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), pôs em votação um "adendo" à resolução, desidratando o teor de confronto com a base de apoio ao governo.
A pedido do Palácio do Planalto e na tentativa de evitar um racha na aliança governista, os petistas encaixaram novo trecho na resolução sobre tática eleitoral. Apesar de manter o enunciado sobre a defesa da candidatura própria tanto nas eleições municipais de 2008 como na disputa presidencial, em 2010, o PT afirma agora que a decisão será submetida aos aliados como Lula queria.
"O PT apresentará uma candidatura a presidente a ser construída com outros partidos e, assim, formar uma aliança programática, partidária e social capaz de ser vitoriosa nas eleições de 2010 e impedir o retorno do neoliberalismo", diz o documento, que recebeu sinal verde do 3º Congresso.
Lula havia pedido ao PT para não incluir a defesa da candidatura própria na resolução por avaliar que isso poderia desgastar ainda mais a relação com os aliados. Motivo: há, na base de apoio ao governo, outros pré-candidatos à sua cadeira, como o deputado Ciro Gomes (PSB-CE). Filiado ao PMDB, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, também pode entrar no páreo.
Desobediência
Apesar de ter cedido ao desejo do Planalto em relação à candidatura própria, o PT também deu estocadas em Lula Aprovou, por exemplo, o apoio ao plebiscito que discutirá a reestatização da Vale do Rio Doce. A companhia foi privatizada em 1997, no governo Fernando Henrique Cardoso, e Lula não queria que o partido se envolvesse na campanha pela anulação de sua venda. Do ponto de vista prático, a consulta não terá qualquer efeito. Trata-se, no entanto, de importante sinal político.
Além disso, o PT também aprovou, a contragosto de Lula, resolução que apóia a descriminalização do aborto. O presidente já disse várias vezes que é contra o aborto. Embora o estoque de divergências entre Lula e o PT esteja abarrotado, um outro assunto que passou pelo crivo do 3º Congresso deixou o presidente animado: o apoio dado ao partido à proposta de Constituinte exclusiva para votar a reforma política. (Com Agência Estado)
Servidores da Procuradoria-Geral de Cuiabá, da Ouvidoria-Geral e da Auditoria podem ser despejados nos próximos dias. Acontece que há cerca de 10 meses a prefeitura não paga o aluguel do prédio que abriga os três órgãos. São R$ 11 mil mensais. O proprietário do imóvel, empresário Altamiro Galindo, já acumula um crédito de R$ 110 mil.
Apesar dos esforços do procurador-geral do município, José Antonio Rosa, que inclusive providenciou os empenhos para o pagamento das parcelas acumulados, a pendência não foi quitada ainda. Esbarra no secretário de Finanças, José Carlos de Souza, o Zé do Nordeste, o homem que controla o caixa do Prefeitura da Capital.
Esse imbróglio quase levou aos tapas os dois Zés (Zé do Nordeste e Zé Rosa). Na última quinta, ambos começaram a discutir no gabinete do secretário de Finanças e só foi terminar no gabinete do prefeito Wilson Santos, no sétimo andar do Palácio Alencastro. Após as discussões, que quase chegaram as vias de fato, segundo contam pessoas que estavam presentes, Zé Rosa disse que estava constrangido em enfrentar o dono da Unic, numa referência a Altamiro Galindo, reitor da universidade e proprietário do imóvel, por causa do calote do aluguel.
O prefeito Santos determinou que o pagamento fosse feito. Até a última sexta, porém, a pendência persistia. Detalhe: Zé do Nordeste é ex-professor da Unic.
Olha esse Zé do Nordeste vai terminar fazendo o Wilson Santos perder a reeleição, esse moço acha que é ele que é o Prefeito da Capital.
O calote não é só neste caso, são vários, deve passar dos milhoes. será que já pagaram o moço da grafica MABE? não chega a dez mil a divida? ele não é mais nem recebido por ninguem na Prefitura...será que o Prefeito sabe disso???
Kd o prefeito embrulhão e arrotador grosso que diz que todos os fornecedores da prefeitura estão rigorosamente em dias??? 10 meses de atraso é estar em dia?? Só enganação de Wilson Santos, e os puxa-sacos vem aqui nesse espaço defendê-lo e xingar quem fala a verdade. Taí.. como se explica esses 10 meses de atraso se ele rota grosso e fala que não deve fornecerdor??
Wilson Santos, estes Zes e outro Vivaldo Lopes, esta e vai atrapalhar a sua reeleição.
Pagar salarios em dias não passa mais que obrigaçao do Bom Gestor.
Sua administração que se diz Moderna, tem que apresentar um diferencial.
Eu ja vi este novela de Secretarios ser 1° Ministro da administração na gestão RF e deu no que deu!!
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Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
Romilson
O Zé do Nordeste é uma pessoa muito problemática, vários episódios confirmam isto. Na época de aluno na UFMT aconteceu um fato que ficou conhecido em todo o Estado e naquele momento nos falávamos que era coisa da ditadura, mas, na verdade foi para salva-lo. Recentemente ele apanha em um Bairro da cidade. Há poucos dias foi visto com Marcos Valério e agora com mais esta, onde será que vai parar? O Wilson tem que entender que o clube dos amigos tem limite.
A recuperação de 175,9 km da rodovia BR-070 (Cuiabá-Campo Verde-Primavera do Leste), no trecho compreendido entre o entroncamento com a MT-453 e o entroncamento com a BR-163/364 (Serra de São Vicente), não vai acontecer mais em caráter emergencial, conforme estava previsto. A decisão por excluir esse trecho das obras rodoviárias emergenciais partiu do Congresso Nacional e já transformou em decreto assinado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, com data do último dia 28.
Com isso, fica suspenso o contrato assinado em fevereiro deste ano entre o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) com a Construtora Agrimat Engenharia Indústria Ltda, vencedora da licitação e então responsável pelas obras do km 345,4 ao km 421,3. Com a palavra a bancada federal de Mato Grosso, principalmente os três senadores: Serys Marly (PT), Jonas Pinheiro (DEM) e Jaime Campos.
Autoridades de todos os Poderes estiveram presentes na cerimônia de casamento da filha do governador Blairo Maggi, neste sábado à noite, em Rondonópolis. Ticiane Souza Maggi, filha do casal Blairo-Terezinha, casou-se com Eduardo Tatesuzi Souza. A festa reuniu cerca de 800 pessoas na mansão do governador, na Vila Birigui. Uma barracão com cobertura de plástico foi improvisado sobre um campo de futebol para receber os convidados, além de uma passarela, num ambiente marcado pela sofisticação.
O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Paulo Lessa, prestigiou a cerimônia, assim como o conselheiro do Tribunal de Contas, Tom Spinelli, o procurador-geral de Justiça, Paulo Prado, e o promotor de Justiça, Alexandre de Matos Guedes, e a defendora-pública-geral Karol Rotini. O secretário-executivo do Ministério das Cidades, Rodrigo Figueiredo, e o vice-governador Silval Barbosa (PMDB) também se fizeram presentes.
Dos senadores, somente Jonas Pinheiro foi ao casamento. Jaime Campos alegou que no mesmo dia e horário tinha compromisso em outro evento em Várzea Grande. A senadora petista Serys Marly foi uma das ausentes, assim como os deputados federais Carlos Bezerra (PMDB) e Pedro Henry (PP). Dos oito federais, só estavam presentes Valtenir Pereira (PSB) e os dois republicanos Wellington Fagundes e Homero Pereira. Os vereadores cuiabanos Francisco Vuolo e Helny de Paula também foram ao evento, assim como os prefeitos de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB) e de Várzea Grande, Murilo Domingos (PR). Também os prefeitos, de Água Boa, Maurício Tonhá, o Maurição (PR), de Pedra Preta, Augustinho de Freitas, e de Sapezal, Cézar Maggi (PR) que é primo do governador.
A maioria dos deputados estaduais, em que pese todos terem recebido convite dos noivos, só estiveram presentes Percival Muniz (PPS), Adalto de Freitas, o Daltinho (PMDB) e Mauro Savi (PR).
Secretariado
Doze dos 22 secretários foram à festa, sendo eles: Alexandre Furlan (Indústria), Carlos Brito (Justiça e Segurança Pública), Pedro Nadaf (Turismo), Vilceu Marchetti (Infra-Estrutura), Augustinho Moro (Saúde), João Carlos Vicente Ferreira (Cultura), Waldir Teis (Fazenda), José Carlos Dias (Comunicação), Orestes Oliveira (Casa Militar), João Malheiros (Casa Civil), Cloves Vettorato (Projetos Estratégicos) e Terezinha Maggi (Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social).
Entre outros políticos estavam o suplente de deputado federal Eduardo Moura, o prefeito rondonopolitano Adilton Sachetti e o empresário Eraí Maggi, que trabalha nos bastidores e sonha com candidatura majoritária para 2010.
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Como os poderes podem ser independentes, se ficam nessa lambeção e no puxasaquismo ?
Calma gente todos tem o direito de casar, seja rico ou pobre, cada um faz a festa de acordo com as suas amizades. Ele e o nosso Governador, quem tem que participar???? Os amigos da casa!!! Desejo boas festas, que sejam felizes para sempre.
Desejo ao casal de jovens muita saúde, paz e prosperidade. E, também, muito trabalho. Cá estamos, nós brasileiros deste amado pedaço de chão Mato Grosso vivendo com toda a disposição que o Criador nos deu, lado a lado com gente decente e trabalhadora e com a satisfação de ter homens-bons, como o senhor Blairo, nos ajudando a corrigir algumas barbaridades e encaminhando esta terra para a próxima geração, de ticianinhas, eduardinhos, enfim, de tudo o que temos de melhor: nossos sonhos e filhos.
KA,KA,KA,KA,KA,KA,.............O QUE VAI SAIR DE "ACORDOS" NESSE "ENLACE MATRIMONIAL" NÃO VAI ESTAR NO GIBI.
O senador Jaime Campos (DEM) revelou neste domingo que o seu filho Carlos Eduardo Sacre de Campos, o Dudu, 26, não será candidato no próximo ano, mas vai ser preparado para concorrer ou a deputado ou a prefeito nas eleições seguintes. "Vou preparar ele (Dudu) para ser o meu substituto (na política). Sou operário dele para o trabalho que ele pleitear", enfatiza o parlamentar.
Perguntado sobre rumores de que Dudu poderia ser indicado pelo DEM para vice da chapa do prefeito Murilo Domingos (PR), que deve concorrer à reeleição, o senador desconversou: "É difícil. Dudu não disputa (eleição) no ano que vem. Até que seria um bom candidato, inclusive a prefeito". Jaime Campos afirma que Dudu se tornou um de seus braços nos negócios empresariais. Cuida das ações de campo, principalmente nas fazendas do senador. Já Michelli, outra filha de Jaime, é quem toca as questões administrativas. De acordo com o parlamentar, Dudu não teria como concorrer por agora a cargo eletivo porque está ajudando-o nas empresas. "Hoje, é o Dudu quem responde por mim nos negócios, enquanto estou em Brasília".
Sobre uma composição do DEM com o PR do prefeito Murilo, o senador Jaime Campos, ex-prefeito por três mandatos e ex-governador, considera complicada. Segundo ele, os democratas vão concorrer ao Paço Couto Magalhães com candidatura própria e enfatiza que há vários "prefeitáveis". "Temos vários pré-candidatos. Várzea Grande é o segundo maior colégio eleitoral do Estado e não podemos abrir mão de projeto próprio".
Entre os postulantes a candidatura a prefeito pelo DEM estão o deputado estadual Wallace Guimarães, o secretário municipal de Saúde, Arilson Arruda, e o empresário Wilson Oliveira, dono da Papelaria Grafite. Uma regra interna acertada entre os três define a escolha do nome até o final do próximo mês.
Acredito que o Dudu seja um excelente vice para o Dep. Walace e uma otima oportunidade para iniciar sua carreira politica e ser o sucessor da familia Campos na politica.
Agora o complicado e confiar no Senador Jaime Campos que não vai tentar patrolar o Dep. Walace nas proximas eleições para lançar seu irmão Júlio Campos que esta semana discurssou como candidato por ocasião da audiência pública realizada esta semana na Câmara Municipal de Várzea Grande.
Vou dar um conselho ao Dr. Walace fique atento pois vão tentar te derrubar para que voçe não seja o proximo prefeito de V.G. mas não desista vá em frente seja candidato no DEM ou fora dele Várzea Grande precisa de um prefeito com uma visão moderma pois estamos pagando um preço muito alto com esta admistração que ai esta.
Cuidado fique atento este Júlio Campos é uma raposa e as raposas são traiçoeiras.
Puxa-sacos,capachos,bajuladores,aduladores e afins,ouviram bem o que o rei da província bradou? O filho é o herdeiro do seus votos,e da sua servidão,e subserviencia. Viva o novo rei!!! Vassalos eternamente vassalos.
iNFELISMENTE OS VARZEAGRANDENSE TOMARAM AGUA DE LAVAGEM DE CUECA DO PATRIARCA QUE NINGUEM CONSEGUE SAIR DO CABRESTO.
Os Campos possuem uma forma de gestão que pra nós j´é ultrapassada...Chega de familiocracia!
Só nos resta pedir a misericordia de Deus. Mais um Campos para governar minha querida Varzea Grande, só pode ser o fim. Uma coisa é válida, se o tal Dudu for do bem, basta olhar para o que o pai dele fez e fazer tudo diferente, porque o senador é com toda a certeza do mundo um homem do mal. Deus salve minha Varzea Grande.
Acusados de crimes ambientais, os 39 madeireiros e fazendeiros presos em Colniza (a 1.170 km de Cuiabá, na divisão de Rondônia e do Amazonas), vão ser investigados também por homicídios. Eles teriam se associado a pistoleiros para matar e tentar expulsar posseiros da região. Alguns mataram trabalhadores na frente de testemunhas, tudo para espalhar pânico e medo entre os posseiros.
Os trabalhadores denunciam que sofreram todo tipo de humilhação, desde andarem nus a terem braços, costelas e pernas quebradas, além de surrados. Com ajuda de testemunhas, a polícia já localizou até um cemitério clandestino. Em um ano, 8 pistoleiros foram mortos pela ação dos madeireiros assassinos. Tudo isso vinha acontecendo em Mato Grosso, onde há regiões que ainda prevalece a velha "Lei do 44".
Deputados populistas e apresentadores de TV, Walter Rabello e Sérgio Ricardo, pré-candidatos a prefeito de Cuiabá, devem trocar de partido até o final deste mês. Tanto Rabello no PMDB quanto Sérgio no PR encontram resistências internas. Ambos temem ser excluídos de última hora e por isso abriram conversações com outras legendas. Apesar de negar, Rabello deve mesmo deixar a legenda peemedebista e migrar para o PP, dos deputados José Riva e Pedro Henry. Ele já obteve dos progressistas a garantia de que não terá concorrente na convenção do partido. Além disso, vai contar com maior estrutura lojística. No PMDB, o deputado se sente "fritado" pelo presidente regional, deputado Carlos Bezerra, que sinaliza para uma aliança em apoio à reeleição do prefeito Wilson Santos (PSDB).
Já Sérgio, que acabou ganhando força nas articulações por ser presidente da Assembléia Legislativa, sinaliza para ingresso no DEM dos caciques Jaime Campos e Jonas Pinheiro. Ele já esteve no partido (antigo PFL), em 2004, onde ficou por alguns meses. À época, queria ser candidato a prefeito, mas não encontrou respaldo e, diante de uma queda-de-braço com o então pré-candidato Jorge Pires, deixou a sigla e migrou para o PPS. No início deste ano filiou-se no PR, após obter do governador Blairo Maggi a garantia de que seria o candidato do grupo à sucessão na Capital.
Alguns acham que Sérgio está blefando. Consideram que, no fundo, o deputado estaria mesmo disposto a levar algum tipo de vantagem política para retirar a pré-candidtura, o que facilitaria uma nova composição em torno do arco de alianças do governo Maggi. Em moeda de troca, Sérgio estaria barganhando junto ao governador apoio para ser o próximo primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembléia. O deputado nega. Diz sentir-se mais maduro e experiente politicamente e, por isso, é incentivado a concorrer a prefeitura de novo. Em 2004, concorreu e ficou em terceiro lugar.
Para os que pretendem disputar as eleições municipais de 2008, o prazo para mudança de domicílio eleitoral ou de partido encerra no próximo dia 5. A legislação só permite esse tipo de mudança até um ano antes do pleito.
Esses dois, Sérgio Ricardo e Walter Rabello estão presos a interesses políticos que prejudicarão a candidaturas deles em 2008. Isso prejudicará cuiabá em seu progresso, o que aconteceu com Wilson Santos, que não consegue administrar devido aos acordos feitos com os grupos que dominam Cuiabá, os verdadeiros prefeitos, que fazem o que querem e o Wilson apenas cumpre... Prefeito para 2008 tem que ser alguém sem conchavos... Esse é o Deputado Federal Valtenir Pereira, que tem condições morais para colocar Cuiabá rumo ao progresso...
Quando se fala de Valtenir Pereira, tem que para, para pensar sabe, pós ele não sabe o que quer, ou talvez sabe sim ser um lindo carreirista.
Quando se fala de Valtenir Pereira, tem que para, para pensar sabe, pós ele não sabe o que quer, ou talvez sabe sim ser um lindo carreirista.
Afinal ele nem bem foi Vereador se candidatou parar Dep. Fed. olha temos mesmo é que pensar muito ele não sabe o que quer.
CUIABANOS TENHAM MUITO CUIDADO.
"XÔ" LINOS ROSSI DA VIDA.
CUIABÁ ESTAR CADA VEZ MAIS SEM VISÃO PARA UM BOM CANDIDATO A PREFEITO, ESSE AI SÓ VAI REPETIR OS MESMOS ERROS DE SEMPRES PROMESAS NUNCA SERAM CUMPRIDAS, TEM UM SIM, MAS SEI NÃO...

Os irmãos Henry, que ganharam espaço na vida pública mais graças ao forte poder de articulação, agora começam a morrer abraçados politicamente. O deputado federal Pedro Henry foi líder do PP na Câmara, chegou a ser convidado para ser ministro do presidente Lula e agora se vê no olho do furação. Está na lista dos 40 mensaleiros, transformados em réus pelo Supremo Tribunal Federal. O prefeito de Cáceres, Ricardo Henry, realiza uma administração pífia e a tendência, a considerar o quadro de hoje, é ser derrotado nas urnas à reeleição.
Ricardo e Pedro Henry enfrentam vários processos e denúncias. O hoje prefeito foi secretário de Desenvolvimento de Turismo no primeiro mandato do governo Blairo Maggi. Foi acusado de envolvimento com rede de exploração sexual de adolescentes.
Pedro Henry foi investigado por nove meses por uma CPI sob acusação de ligação com o esquema do mensalão. Acabou absolvido em plenário. Ele escapou da punição política, mas vê sua situação se complicar na esfera jurídica. Foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República por supostamente operar o esquema de propina junto à bancada do PP para votar com o governo Lula. Virou réu nos processos de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Também está na lista das sanguessugas.
Ricardo e Henry ainda enfrentam embates jurídicos por suposto abuso de poder econômico e propaganda irregular durante a campanha eleitoral tanto de 2004 quanto do ano passado. Mesmo com tantas denúncias e desgaste político, ambos tentam sobreviver politicamente. Resta saber se ambos terão respaldo nas urnas nas próximas eleições.
SIMPLES QUESTÃO DE IRMANDADE "UNIDOS ATÉ O FIM"
Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
O povo de Mato Grosso acompanha com muita atençao o desenrolar desse processo do deputado Pedro Henry, que embora sendo absolvido pelos seus colegas de mandato se deverá escapar do julgamento jurídico e eleitoral do nosso povo. Quanto ao atual prefeito de Cáceres, Ricardo Henry - não é surpresa pra ninguem a sua lamnentável atuação naquele município. Os cacerenses vivem os piores momentos daquela cidade. Sem medo de errar Ricardo Henry faz uma das piores administraçoes de Cáceres dos ultimos 20 anos. Sorte dele é que o irmão Federal é dono de quase todos os veiculos de comunicação da cidade e com isso conseguem ludigriar o povo e a cidade nao vê a real situação de calamidade que vive o município. È isso, políticos donos de veiculos de comunicação é uma tragédia para o povo. mas nao tem problemas nao, eles esquecem que terão de serem submetidos novamentes, egraças a Deus de quatro em quatro anos, se o povo lhes dará o que eles merecem, aliás cadeia seria o mais merecido.
hahahahahahahahahahahahahahaha
eu so tenho que rir desses dois!
aqui se faz, aqui se paga!
Pedro Henry é mais um dos que poderia ter sido um grande politico e com projeção nacional, mas prefere agir nas piores formas de poder e da politica!
preferiu agir sempre pelo nado negativo da vida publica colocando sempre seus interesses pessoais!
E os Henry nao se diferem mto de todos os seus correligionarios de partido!!!
alias que partido....
se for falar deles... perderia horas e horas dizendo o que nao fazer na politica, MAS ELES FAZEM!
enfim, o castelo de cartas, começa a defintivamente ruir!!!
As denúncias sobre um suposto novo esquema de lavagem e desvio de dinheiro público envolvendo integrantes do PMDB para beneficiar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foram destaques nos telejornais principalmente no Jornal Nacional deste sábado, que dedicou 3 minutos para o assunto. O deputado mato-grossense Carlos Bezerra é um dos acusados.
O advogado Bruno de Miranda Lins, ex-marido de Flávia Garcia, assessora parlamentar de Renan, disse que o empresário Luiz Carlos Garcia Coelho (pai de Flávia) teria atuado junto a ministérios controlados pelo PMDB (Previdência e Saúde) para, supostamente, coletar recursos para o presidente do Senado. Afirmou que ele próprio foi buscar pessoalmente em pelo menos seis ocasiões o dinheiro da suposta propina. E, em uma das ocasiões, teria pego R$ 3 milhões no BMG.
As denúncias envolvem o senador Romero Jucá (PMDB-RR) e o deputado Carlos Bezerra, que já foi presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo Bruno, que fez as denúncias, Bezerra teria atuado para beneficiar o BMG na concessão do crédito consignado. O deputado nega. Garante que nunca esteve com o advogado Bruno e que não beneficiou o banco BMG enquanto esteve à frente do INSS.
Na bronca com o secretário de Trânsito e Transporte Urbano de Cuiabá, Oscar Soares Martins, taxistas começaram a distribuir um panfleto com os títulos "Secretário quer desempregar trabalhadores taxistas" e "Prefeito, deixa o taxista trabalhar". Eles afirmam que estão sofrendo perseguição de Oscar, principalmente os que trabalham como arrendatários, modalidade já permitida há 10 anos. São 604 permissões de alvarás, que possibilitam cerca de 1,5 mil taxistas rodarem pela Capital.
Representantes do sindicato e da associação dos taxistas vão ser recebidos pelo prefeito Wilson Santos, às 17h30, no Palácio Alencastro. A categoria está decidida a desencadear uma série de manifestações, caso o alvará para arrendatários seja suspenso, conforme prometeu Oscar. "O secretário (Oscar) não nos atende. Ele é radical", protesta Abel Arruda, presidente da Associação Mato-Grossense dos Taxistas (Amat). Segundo ele, o presidente do Sindicato dos Taxistas, Antonio Dodnar, chegou a ser expulso de uma reunião pelo secretário.
Abel observa que nenhum outro prefeito, seja Dante de Oliveira, seja Roberto França, agiu com perseguição aos taxistas. Lembra que na campanha de 2004 o prefeito teve apoio dos taxistas quando prometeu que não perseguirá a categoria. Para o sindicalista, a maior resistência em manter o alvará para permissionários e arrendatários é do secretário e nem tanto do prefeito. Ele reclama também que Oscar Soares quer acabar com os pontos rotativos que funcionam há muito tempo na Capital.
Clique aqui e veja o panfleto.
Para os puxa-sacos do senhor Wilson Nepotista Farao dos Santos eu digo: Contra fatos não há argumentos. Bem que os estudantes de cuiabá tinham razão quando comparam esse ditador ao Adolfo Hitler, o que podemos esperar de um prefeito que tem na sua gestão um secretario acusado de genocidio... além de sanguessugas e mensaleiros. Taxistas vão a luta... vcs são brasileiros, sofrem, mas não podem desistir jamais.
Apesar de tudo, difícil ter simpatia por essa categoria. Primeiro por que são os que mais cometem barbaridades no trânsito. Segundo por que cobram valores altos para prestarem seus serviços e, alguns possuem a malandragem de cobrar indevidamente. Terceiro por que contam com isenções fiscais que outros trabalhadores não dispõem. Finalmente, por que são um sintoma de uma sociedade que cultiva mais o particular (o táxi) que o coletivo (o ônibus). Desse modo, o governo pode descer o malho na categoria que o povão não estará nem aí com a paçoca. Povo não anda de táxi.
Oscar Soares ja mostrou sua incompetência na iniciativa privada e agora mantendo coerencia ele mostra ao povo cuiabano sua incompetência na administração publica. Não tem Humildade e trta mau os mas pobres.Abra o olho Prefeito Eleição é ano que vem...
Não acho nada difícil ser soilidária com os taxistas, são "trabalhadores" querendo ganhar honestamente seu sustento, não querem tirar nada de ninguém, só querem o direito de trabalhar. Deixe os taxistas trabalhar prefeito.
Aumento da passagem de ônibus e agora desrespeito e perseguições aos taxistas são duas excelentes bandeiras para Wilson defender ano que vem na sua candidatura a reeleição. Não demite ele não Wilson! vc esta no caminho certo para perder as próximas eleições.
Barra do Garças (a 510 km de Cuiabá) se destaca pelos pontos turísticos. Nasceu às margens do Rio Garças e Araguaia. As cachoeiras são as principais atrações. O município abriga praias fluviais e fontes termais. A região possui um dos maiores mananciais de quedas d´água, a maioria delas de fácil acesso, através das trilhas. As mais conhecidas são a Cristal e Bateia.
Vislumbre o paraíso das águas no vídeo abaixo.
Uma grande prova de que Deus criou a naravilha que é o planeta terra, e o homen tem que ter a conciência de respeitar e proteje-lo.
Com tantas maravilhas pra se mostra no nosso estado e o governo só pensa na amaggi!!!!!
Com tanta beleza...aqui o que tá tendo e queimadas não está escrito... Realmente é lindo..mas falta cosnciencia para cuidar
O homem que, "armado" com uma pá, correu atrás do secretário de Finanças de Cuiabá, José Carlos de Souza, o Zé do Nordeste, é o advogado Oswaldo Cardoso Filho, genro de Robério Garcia, o Berinho, ex-diretor da Eletronorte no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. A briga entre Oswaldo e Zé do Nordeste, carregada de humor, foi registrada há uma semana, mas só veio a público nesta sexta no RDNews - clique aqui e saiba mais. Havia espécie de acordo entre as partes para que o assunto não fosse divulgado. O caso foi parar na polícia.
Ex-conselheiro do OAB/MT, Oswaldo já ingressou com uma ação contra a Prefeitura de Cuiabá. Ele se diz proprietário de um imóvel da avenida Carmindo de Campos, onde a construtora vencedora da licitação já começou a fazer nivelamento do terreno para erguer a obra que sediará a Loja de Atendimento ao Contribuinte (LAC). Uma escritura também atesta que o mesmo imóvel pertence a prefeitura.
Foi para checar in loco essa situação que Zé do Nordeste foi ao local. Acabou entrando em discussão com o advogado, que se aponderou de uma pá e saiu correndo atrás do secretário pela Carmindo de Campos afora. Inconformado, Zé do Nordeste registrou queixa na polícia.
KKKKKKKKKK...UÉ ..DIZEM QUE O "ZÉ DO NORDESTE" É METIDO A VALENTE, PELO MENOS NAS REUNIÕES QUE FAZ COM A SUA SECRETARIA SE AUTO TITULANDO COMO PALADINO DA CORAGEM E DA HONESTIDADE....É PRÁ RIR OU PRÁ CHORAR ???
Seria bom que investigassem também a licitação para construções das LACs do Ze do Nordeste. A empresa vencedora seria de SINOP! Gostaria de saber por que as construtoras cuiabanas não conseguiram vencer essa licitação.... Como Romilson pratica jornalismo investigativo, com ele e o Ministério Publico, a palavra!
Nesse local passa um corrego, é uma Area de Preservação Permanente, portanto naõ se pode construir nada nesse local. O culpado de tudo isso é o MP que não faz nada para garantir a preservação dos nossos mananciais... A todimo, a gerencial, a Const. Sao benedito, A plaenge tem mania de construir em area de prservação permanente e depois fazem um TAC e fica por isso mesmo. Enquanto alguns ganham milhoes, o meio ambiente sofre com o descaso do poder publico municipal e do MPMT.
Esse tal de zé do nordeste só é valente com as mulheres de sua secretaria. Quando encontra um macho de verdade, não usa a boca prá gritar, mas sim prá correr. Quanta covardia...
Lula se queixa de uma torcida contra seu governo. Pode até haver críticas injustas a ações governamentais, principalmente de adversários políticos, mas não há como negar que certos projetos exibem traços eleitoreiros. E que continua no palanque, como denota sua fala no encerramento da Marcha das Margaridas, em Brasília. O mandatário-mor passa boa parte do dia usando o verbo e prometendo verbas. A liturgia eleitoreira impregna a alma lulista. E ela é responsável por exageros e generalizações. Possivelmente o perfil de Lula como eterno candidato passe despercebido das platéias que o ouvem, principalmente quando se trata de multidões em praças públicas. A massa deixa escapar o senso crítico. Diante dela, o sentimento do líder em relação à sua própria multiplicação ganha força. Em se tratando de Lula, a hipótese chega às alturas. O ex-metalúrgico tem obsessiva necessidade de lembrar que é o maior, o melhor, o único capaz de conduzir o povo à Terra Prometida. Lembra João Agripino, ex-ministro e ex-governador da Paraíba, montanha de vaidade, que costumava dizer: "Deus estava com mania de grandeza quando me criou".
Críticas aos programas sociais do governo apontam o caráter mercadológico e assistencialista que favorece a cultura da acomodação. Quem não se lembra do espalhafatoso Fome Zero, que se perdeu no baú do esquecimento? O Bolsa Família beneficia 46 milhões de pessoas com uma injeção de R$ 72 mensais para as famílias. Alguns técnicos o consideram um bom programa de transferência de renda. Mas é distributivismo em forma pura, descolado do compromisso com avanços. Joga as pessoas na sacola da mesada mensal. Basta anotar que, em vez de diminuir, o programa se expande. Que lógica é esta? A pobreza, então, aumenta? É criminoso constatar que a maternidade se transforma em commodity. Meninas de 12, 14 ou 16 anos engravidam só para terem direito ao auxílio-maternidade e abrirem uma conta no açougue, na bodega, na padaria ou na loja de celulares. Dessa forma, o governo apenas joga cimento fresco na carcomida base que Sérgio Buarque de Holanda descreve: "O gosto maior pelo ócio do que pelo negócio; certa frouxidão e anarquismo, falta de coesão, desordem, indisciplina e indolência".
Outra recorrência no dicionário de S. Exa. é a afirmação de que governa mais para os pobres. Aplausos. O arremate, porém, merece reparos. É quando confunde elite com rico perdulário e grupos da velha política. Nesse caso, mistura joio com trigo. A crítica às elites é recorrência na tradição política. Tem sido a bengala oportunista que políticos e governantes adotam para recriminar adversários e quem não comunga de seu ideário. O sociólogo Fernando Henrique, vale lembrar, usava outra designação: "Catastrofistas e fracassomaníacos". Que, agora, Lula tenta também resgatar.
O viés maniqueísta de atribuir à elite o sinônimo de maldade, compartilhado por segmentos que se proclamam de esquerda e presente no aparelho vocal do nosso presidente, acaba de ser desmontado por pesquisa efetuada pelo sociólogo Alberto Carlos Almeida e que resultou no livro A Cabeça do Brasileiro. A fotografia de um país mais violento, mais corrupto, mais patrimonialista, menos ético, mais preconceituoso, mais estatizante - um Brasil com jeito de mais do mesmo - enche mais os olhos de estratos da base da pirâmide social do que os do meio ou do topo, que detêm maior escolaridade. Para 80% dos que não sabem ler e escrever, um contrato arrumado no governo para um favorecido político não é corrupção, mas um favor, um jeitinho. Coisa que pode ser perdoada. Já para 72% dos formados em curso superior, trata-se de um ilícito. A violência policial, a incúria, o uso do cargo público em benefício próprio, a ajuda do governo às empresas, o assistencialismo, ou seja, o Brasil ortodoxo encaixa-se melhor na cachola de dois terços da população, que forma a base menos escolarizada.
Os beneficiados com o Bolsa Família - um em cada quatro brasileiros - fecharam contrato de apoio irremovível à figura de Lula. Já as elites aplaudem e vaiam quando há motivos. Veja-se o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (o que seria segurança sem cidadania, algo como matança indiscriminada?) que acaba de ser lançado. O combate à criminalidade é uma demanda prioritária. O que é necessário para dar certo? A combinação de inteligência, estrutura, armamento, quadros policiais preparados. Uma polpuda verba - R$ 6,707 bilhões até o fim de 2012 - foi prometida. Neste ponto, floresce a desconfiança. Como garantir uma coisa que dependerá de outro governante? A descontinuidade administrativa é uma característica dos nossos governos e esse fato é percebido (e denunciado) e não digerido pelo paladar das elites.
Por último, resta ao ministro Luiz Dulci, conselheiro do discurso, cochichar no ouvido presidencial: "O acordo que fizemos com a elite política é o mais amplo da História recente deste país".
Gaudêncio Torquato é jornalista, professor titular da USP, consultor político e escreve em A Gazeta aos sábados
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