A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados deverá votar, nos próximos dias, pela aprovação do projeto de lei que perdoa as dívidas dos consumidores de energia elétrica contemplados pelo Programa de Eletrificação Rural Luz no Campo, instituído no governo Fernando Henrique Cardoso, em 1999.
O projeto já recebeu parecer favorável do relator. Pelo texto, esse perdão vale para os saldos devedores existentes quando a nova lei entrar em vigor. É justiça que se faz, já que outros brasileiros, beneficiados com o atual programa Luz para Todos, implantado pelo governo Lula, e que possui os mesmos objetivos sociais, não exige pagamento algum.
A universalização da energia elétrica em todo esse imenso Brasil representa mais que um direito – é cidadania e integração nacional. Não é justo virar as costas para uma situação que, por mais que tenha nascido de boas intenções, foi mal programada e instituída.
Se ambos os programas possuem objetivos semelhantes, é condenável a sentença de dois pesos e duas medidas: uma parte de brasileiros paga injustamente uma taxa de energia elétrica, enquanto outra fica isenta pelo mesmo benefício.
A anistia dessas dívidas, portanto, é uma questão de justiça. Uma justiça que não pode mais tardar, já que muitas famílias estão sendo enormemente prejudicadas, diante da situação de inadimplência. O governo federal não precisa disso. O acesso gratuito à energia elétrica no meio rural representa desenvolvimento com justiça social.
Seria até mesmo o caso de, junto a essa questão da energia elétrica rural, corrigirmos os vícios fundiários que ainda encontramos no país e implementarmos uma reforma agrária para valer, bem conduzida e orientada. São infelizes e equivocadas as resistências contra essa questão, e fazê-la avançar é um dever dos governos e das lideranças políticas.
Estarei me empenhando, junto à minha bancada do PMDB, para que esse projeto de anistia do Luz no Campo vá o mais rápido possível para votação em plenário e receba a devida aprovação. Entendo, até, que essa é uma questão suprapartidária, e devemos aproveitar a discussão para ampliarmos o debate sobre a questão energética no país.
Agora, é bom lembrar que o relator do projeto, enquanto encaminha favoravelmente para o perdão das dívidas do Luz no Campo, decidiu não acatar outra proposição apensada, que determina a devolução, aos usuários, de todos os valores que tiverem sido pagos como taxa do referido programa. Entende o relator que, tal providência, apesar de bem intencionada, seria inviável do ponto de vista prático.
Os argumentos do relator são os de que, desde que foi instituído, em 1999, muitos usuários do programa Luz no Campo, que pagaram as referidas taxas, venderam suas propriedades e mudaram-se ou faleceram e seus descendentes desmembraram a propriedade em outras menores ou venderam-nas.
Conclui o relator que, restituir os valores pagos exigiria um trabalho de investigação difícil, praticamente inviável e, certamente, extremamente oneroso, possivelmente mais oneroso do que os valores que seriam restituídos.
Mas o fundamental é o perdão da dívida, e que, definitivamente, a energia elétrica seja levada gratuitamente à população do meio rural. Viabilizar a pequena propriedade agrícola é fortalecer o interior do Brasil. Favorece a subsistência, freia a evasão para os grandes centros e, consequentemente, o inchamento das cidades. Reafirmo, assim, meu compromisso de luta, em plantar no campo brasileiro sementes de esperança e vida para milhares de famílias.
Carlos Bezerra é deputado federal do PMDB-MT. Governou Mato Grosso (1987/1990).
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Os deputados Zé Carlos do Pátio (PMDB), Percival Muniz (PPS) e Rogério Salles (PSDB) se transformaram no trio do barulho, estão infernizando a administração de Adilton Sachetti (PR) e ainda trazem ruídos aos ouvidos do governador Blairo Maggi, principal aliado do prefeito rondonopolitano. Eles anteciparam a sucessão municipal e, por interesse puramente eleitoreiro, começaram a "detonar" o governo Maggi. A estratégia e fechar o cerco na Assembléia e tirar proveito político em Rondonópolis.
Pátio e Muniz tentam se juntar com o ex-governador Salles (2002) para formação da tríplice aliança. A tendência é que o peemedebista seja o candidato do grupo a prefeito da cidade-pólo da região Sul. De um dos principais aliados de Sachetti e de Maggi, Muniz se tornou oposição ferrenha. Na Assembléia, defende até criação de CPI para apurar as razões do tamanho volume de concessão de incentivos fiscais às empresas. Antes, quando Maggi estava no PPS, Muniz não via defeitos no governo. Agora, na opinião dele, trata-se de uma administração que mudou o rumo e está decepcionante. Usa o mesmo argumento em relação ao ex-colega de partido, Adilton Sachetti.
Pátio sempre teve posição mais dura em relação à turma da botina, tanto que não apoiou à reeleição de Maggi no ano passado, mesmo o seu PMDB estando na chapa majoritário com o vice Silval Barbosa. O deputado é outro que ataca o governo. Salles, mas cauteloso, começa a comprar o discurso dos dois opositores, em que pese a amizade com Maggi e Sachetti.
As eleições municipais tendem a ser empolgante e acirrada na maioria dos 141 municípios mato-grossenses, mas a de Rondonópolis, onde reside o governador Maggi, reserva um capítulo a parte. O resultado terá influência na sucessão de 2010.
O prefeito ditador Adilton Sachetti não deverá ser o candidato a prefeito de Roo pelo PR devido a sua grande rejeição que chega a ser a segunda rejeição maior do estado segundo as pesquisas ficando atrás apenas de Chaparral de Barra do Garças, o prefeito dos ricos Adilton Sachetti está pagando o preço pela sua arrogância, estão comentando aqui em Roo que o candidato da soja deverá ser Welinton Fagundes.
Vocês não sabem quem é Adilton Sachet..Esse homem e a turma da botina acham que governar é com arrogância,prepotência.Nós os nativos somos burros preguiçosos,eles acham que tem a solução para os problemas da cidade.Os sulistas só cuidam dos interesses de outros sulistas.O Blairo faz a mesma coisa no governo do EstaDO..governa para ele mesmo e para os interesses dos amigos.A gente de bem de rondonópolis quer que verdadeiros matogrossenses,ou pessoas que pensem em toda a população,governem o estado e o municipio.Vocês verão os resultados das urnas.É pena que teremos que perder alguns anos para recuperar o estrago feito por essa turma.Um exemplo é o que vimos ontem denunciado nesse blog a farra com recursos do estado quando custeamos as despesas do governador e executivos do grupo nas andanças aéreas.E a farra com incentivos fiscais,e a SEMA que só serve para atender interesses deles.A saúde um ~´aos.E a educação que embora Verinha e Ságuas tenham boas intenções irão sair arrebentados dessa administração....E os Sachet que estavam falidos,depois que um foi para o DETRAN,orgão que deixou depois de alguns anos administrando,acabado,envolto em milhares de irregularidades,e o outro assumiu a nossa prefeitura,estão novamente em boa situ~ção financeira.que venha a triplice aliança para salvar o nosso municipio
Eu sou favorável que os três se unam mesmo para derrotar esse Sacheti que subiu o iptu em 100% e a água em 70.74% e não fez uma obra com o dinheiro arrecadado no município porque todo mundo sabe que as obras feitas aqui são de recursos federal e estadual, aí eu pergunto para onde está indo todo este dinheiro arrecadado com este aumento.
Apesar de não morar na querida Rondonópolis,acredito que o dep.José Carlos do Pátio têm muito mais a faZer por esta cidade que barulho,basta ver a sua firme e intransigente atuação no legislativo estadual em defesa dos interesses maiores do povo.Tive com este parlamentar idealista um breve contato quando numa madrugada estávamos em busca de tratamento médico no hospital São Mateus aqui em Cuiaba,duas coisas me causaram admiração:
-A primeira é que ele como poucos políticos olha nos olhos do povo e aceita críticas voltadas para um Estado melhor,mais justo e igualitário para todos os natos e os que aqui chegaram em busca de sonhos
-A segunda que apesar do adiantado da hora estava já pronto para ir cumprir o seu papel de legislador,pois sabia que como membro de uma importante comissão a sua presença era importante para debater com os seus pares assuntos de extrema importância para a sociedade naquela semana.
Pelos dois exemplos acima que acredito que este homem público de exemplar conduta será um prefeito a altura do povo ordeiro de Rondonópolis.
Isso é verdade, na época do Percival a água era baratinha e o IPTU também.. E ele ainda conseguiu fazer muitas obras, apesar do governo Dante não ter ajudado a cidade.. 90% das obras feitas em Rondonópolis são dinheiro do estado e do governo federal.. Esse Sachetti vai tomar é uma taca bonita na próxima eleição! Que a triplice aliança se una e faça com que Rondonópolis volte ao período de prosperidade dos bons tempos de Percival Muniz.
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