Quinta, 17 de Maio de 2012, 19:23 h

VALE A PENA ACESSAR | 12/04/2009 - 19:00

Em site, o Exército Brasileiro conta sua história

Romilson Dourado

   O site do Exército Brasileiro traz para o visitante toda a história e missão daqueles que se formam para defender o país. O intenauta fica sabendo que tipo de operações a tropa realiza, além de ouvir com exclusividade a emissora do excército nacional, a rádio Verde Oliva.

   A página online traz também informações sobre educação e cultura, meio ambiente, símbolos nacionais e links para as missões de paz. Além disso, esclarece dúvidas, como quais serviços militares são ou não obrigatórios, o ingresso da mulher no Exército e concursos realizados pela Força Nacional. (Lisânia Ghisi)

   Clique aqui e confira a página que passa a fazer parte da seção Vale a Pena Acessar, postada logo acima, à esquerda.

   O RDNews recomenda sites e blogs. Mandem suas sugestões para contato@rdnews.com.br. Desde já agradecemos a sua colaboração.

CURIOSIDADE NA NET | 12/04/2009 - 15:00

Páscoa é momento de reflexão e de prosperidade

Romilson Dourado

   Festa cristã, a Páscoa celebra a ressurreição de Jesus Cristo, que depois de morrer na cruz, foi sepultado e ali permaneceu até o dia em que seu corpo e espírito foram reunificados. Diversos costumes fazem parte do período pascoal, mas a imagem associada ao dia é a do coelho, que é o símbolo da fertilidade, além dos ovos, que representam a luz solar e são dados de presente.

   Além dos significados simbólicos, tem-se também o chocolate. A iguaria surgiu com os povos Maias e Astecas que o consideravam sagrado, mas foi somente no século XX que os ovos da páscoa foram criados. (Lisânia Ghisi)

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Clique no play
e tenha uma Feliz Páscoa

DADOS | 15/10/2007 - 18:29

Estados também inflam carga tributária e gastos

Romilson Dourado

Levantamento mostra que orçamentos pelo país acompanham inchaço da União

Mesmo São Paulo e Minas Gerais, vitrines do "choque de gestão", não apresentam resultados muito diferentes dos obtidos pela gestão Lula

GUSTAVO PATU
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

      Levantamento feito pela Folha mostra que a idéia de aproveitar o bom momento econômico para inflar a carga tributária e a máquina administrativa não é exclusividade do governo Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 17 Estados e no Distrito Federal, a arrecadação tributária cresceu, a partir de 2003, a taxas superiores às comemoradas pela Receita Federal. E em só quatro Estados, justamente os mais poderosos economicamente, os gastos com pessoal do Executivo registraram aumento inferior ao da União.
Na combinação dos dois indicadores, um grupo suprapartidário de 20 governadores superou Lula -em alguns casos, por larga margem- na política de expansão do setor público ao longo do governo passado, segundo dados fornecidos pelos governos ao Tesouro Nacional.

    Na lista estão referências da oposição como o ex-governador goiano Marconi Perillo (PSDB), que fez seu sucessor e se elegeu senador, e o baiano Paulo Souto, cuja derrota em 2006 encerrou 16 anos de domínio do DEM (PFL) no Estado. Também aparecem os três eleitos pelo PT no Acre, no Piauí e em Mato Grosso do Sul.

   Os Estados menores e mais pobres ostentam as taxas de crescimento mais impressionantes tanto da arrecadação como dos gastos com pessoal. No Amapá, líder em ambos, e em Rondônia, Mato Grosso do Sul e Tocantins, por exemplo, os números fazem Lula parecer um modelo neoliberal para o já célebre "choque de gestão".

     As cifras indicam que a expansão da máquina do Estado não decorre simplesmente da teoria e prática da esquerda -ou do PT. As comparações, porém, devem ser ponderadas pelas disparidades regionais e econômicas. Nos Estados mais pobres, qualquer ganho de arrecadação produz percentuais mais impressionantes de alta.

      Os dados apontam que o crescimento econômico tem sido mais vigoroso no Norte e no Nordeste, tornando natural um aumento superior da arrecadação tributária. O principal tributo cobrado pelos Estados é o ICMS, que incide sobre a venda de mercadorias e serviços.

      Unidades da Federação mais recentes, como Tocantins, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, gastam menos com o funcionalismo e têm maior potencial de aumento desses gastos, pois suas despesas com servidores inativos são menores. Já os Estados mais ricos têm endividamento maior e menor margem para expandir gastos.

      Tudo somado, as diferenças dos indicadores dos Estados e da União são menores do que parecem, e a tendência ao aumento dos gastos e da carga tributária é generalizada. Mesmo São Paulo e Minas Gerais, vitrines do "choque de gestão" tucano, não apresentam resultados tão diferentes. Em Minas, a arrecadação cresceu 77,1% de 2002 a 2006, mais que os 69% da União. Em São Paulo, o índice de 55,5% é ligeiramente inferior à expansão do PIB nacional no período, mas, como o Estado tem perdido participação na renda nacional, é provável que seja apontado um aumento da carga tributária quando sair o PIB local.

     A carga tributária tem crescido continuamente desde a década passada e atingiu novo recorde em 2006, quando os R$ 795 bilhões arrecadados por União, Estados e municípios alcançaram 34,23% do PIB. Até o Plano Real, o setor público não consumia mais de um quarto da renda dos contribuintes.

     A maior parte do aumento ocorreu na gestão de Fernando Henrique Cardoso (95-02). A administração petista descumpriu a promessa de manter a arrecadação estável como proporção da economia. Embora a União seja mais cobrada pela carga mais alta dos emergentes, o aumento da arrecadação nos Estados não é menos vigoroso.

     No primeiro governo Lula, a carga cresceu 7,6%, de 22,08% para 23,75% do PIB. Nos Estados e no DF, o índice foi praticamente igual, de 7,4%, com o aumento da carga de 8,4% para 9,02% do produto no período. Juntos, os governadores elevaram os gastos com pessoal um pouco mais do que Lula. No primeiro caso, as despesas do Executivo passaram de R$ 63,4 bilhões para R$ 95,1 bilhões, ou exatos 50%. No Executivo federal, a taxa ficou em 46,5%.

MÚSICA | 11/04/2009 - 09:08

Pery Ribeiro canta nos passos de "Garota de Ipanema"

Romilson Dourado

Pery Ribeiro é filho da cantora Dalva de Oliveira e do compositor Herivelto Martins. Nasceu em 1937, no Rio de Janeiro. O nome artístico foi sugerido e adotado pelo apresentador César de Alencar nos anos 50.

  O primeiro disco foi gravado em 1960. Em 1961 foi o intérprete de "Manhã de Carnaval" e "Samba de Orfeu", ambas de Luiz Bonfá e Antônio Maria. Com Luiz Bonfá gravou o LP "Pery Ribeiro e Seu Mundo de Canções Românticas", um estilo sempre presente em sua carreira.

  Cantor profissional desde a infância, passou a adotar o nome artístico de Pery Ribeiro nos anos 50, por sugestão do radialista César de Alencar. O primeiro disco foi gravado em 1960, mesmo ano em que estreou como compositor, com a música "Não Devo Insistir", com Dora Lopes. Pery gravou a primeira versão comercial da canção Garota de Ipanema, sucesso em todo o mundo, além de 12 discos dedicados à Bossa Nova.

  Uma das canções gravadas por Pery Ribeiro é "Garota de Ipanema" , composta por Antonio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes, em 1962, e que se tornou a verdadeira "cara" do Brasil. Virou sucesso mundial a partir da gravação em inglês (letra de Norman Gimbel), pela cantora Astrud Gilberto, em 1963, com a versão The Girl from Ipanema. Trata-se de uma das músicas mais famosas da bosa nova e da MPB

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Confira aqui a letra e abaixo curta "Garota de Ipanema na voz de Pery Ribeiro

CUIABÁ | 15/10/2007 - 15:35

Lutero articula e tenta superar 2 infernos astrais

Romilson Dourado

   O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Lutero Ponce, vice dois infernos astrais e se articula para superá-los. Ambos ameaçam o seu mandato. Primeiro, enfrenta desgaste por segurar nas mãos a bomba em relação às contas da antecessora Chica Nunes, hoje deputada estadual. Segundo, porque mudou de partido recentemente e entrou na lista de parlamentares infiéis.

    Pela decisão do Supremo Tribunal Federal, que considera que o mandato pertence ao partido e não ao candidato eleito, Lutero deve ser cassado. A regra do Supremo vale a partir de 27 de março. Lutero trocou o PP pelo PMDB há menos de um mês. Ele se mostra indignado com a decisão. Considera que o STF não agiu com transparência por complicar a situação de parlamentares que mudaram de sigla na reta final do prazo permitido pelo TSE para quem desejar ser candidato em 2008 e, por outro lado, afrouxou para os que fizeram mesmo, só que antes de março. Vê dois pesos e duas medidas.

     Sobre as finanças do legislativo cuiabano, Lutero está pagando caro pela lealdade à ex-presidente Chica. A bomba pode explodir em suas mãos. Até mesmo o resultado de uma auditoria ele não divulga, tudo para não expôr a ex-colega e também se preservar, já que foi primeiro-secretário da Mesa Diretora anterior. Por conta disso, o atual presidente da Câmara, que controla um duodécimo mensal de R$ 1,4 milhão, enfrenta processo judicial e até ameaça de CPI.

SAPEZAL | 15/10/2007 - 16:30

César Maggi já se anima e deve ir à reeleição

Romilson Dourado

Prefeito César Maggi concorrerá a um novo mandato  O prefeito de Sapezal (a 480 km de Cuiabá), César Maggi (PR), primo do governador Blairo Maggi (PR), já está disposto a buscar sua reeleição. Ele chegou a anunciar à imprensa que não tinha interesse em concorrer em 2008, mas mudou de idéia. O republicano afirma que sua candidatura vai depender das pesquisas de intenções de voto.  "Estou no meu primeiro mandato e ainda tenho pouco mais de um ano para trabalhar, por isso evito falar em pré-candidatura, mas se for o desejo do povo, assim farei", disse o gestor.

    O republicano se referiu ao resultado da pesquisa Mark, divulgada no RDNews em maio deste ano. Os dados apontavam que bateria qualquer adversário - clique aqui e confira.

   Ao ser perguntado sobre a posição de seu partido em relação aos outros prováveis "prefeitáveis", César Maggi preferiu desconversar sobre o assunto. O fato de, até então, o prefeito demonstrar ceticismo quanto ao projeto de reeleição, acabou criando expectativa para lançamento de outras candidaturas dentro do PR. Entre os que sonhavam com a chance de disputa estavam Ilma Grisoste, secretária-adjunta de Ciência e Tecnologia do Estado, e Augustinho Moro, secretário estadual de Saúde. Fora os nomes do PR, aparecem como principais adversários de César Maggi o ex-prefeito Aldir Schineider (PSDB) e até Fernando Maggi (PSB), irmão de Eray Maggi, outro primo do governador Blairo. (Simone Alves)

VARIEDADES | 15/10/2007 - 05:58

Proposta de Emenda Constitucional n.º 333/ 2004

Romilson Dourado

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO N.º  333, DE 2004

(De Deputado Pompeo de Mattos)

“Modifica a redação do art. 29A e acrescenta art. 29B à
Constituição Federal para dispor sobre o limite de
despesas e a composição das Câmaras de Vereadores e
dá outras providência.”
AS MESAS DA CÂMARA DOS DEPUTADOS E DO SENADO
FEDERAL, nos termos do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte
Emenda ao texto constitucional:
Art. 1º O art. 29A da Constituição Federal passa a vigorar com a
seguinte redação:
“Art. 29A
........................................................................................................................................
I – 7,5% (sete inteiros e cinco décimos por cento) para Municípios com
população de até 100.000 (cem mil) habitantes;
II – 6,5% (seis inteiros e cinco décimos por cento) para municípios com
população de mais de 100.000 (cem mil) e de até 250.000 (duzentos e cinqüenta mil)
habitantes;
III – 5,5% (cinco inteiros e cinco décimos por cento) para Municípios
com população de mais de 250.000 (duzentos e cinqüenta mil) e de até 500.000
(quinhentos mil) habitantes;
IV – 5% (cinco por cento) para Municípios com população de mais de
500.000 (quinhentos mil) e de até 1.500.000 (um milhão e quinhentos mil) habitantes;
V – 4,5% (quatro inteiros e cinco décimos por cento) para Municípios
com população de mais de1.500.000 (um milhão e quinhentos mil) e de até 3.000.000
(três milhões)de habitantes;
VI – 4% (quatro por cento) para Municípios com população acima de
3.000.000 (três milhões) de habitantes;
...............................................................................................................................................
Art. 2º A Constituição Federal passa a vigorar acrescida do seguinte
art. 29B;
“Art. 29B. Para a composição das Câmaras Municipais em todo o
Brasil, serão observados os seguintes limites:
I – 7 (sete) Vereadores, nos Municípios de até 5.000 (cinco mil)
habitantes;
II – 9 (nove) Vereadores, nos Municípios de mais de 5.000 (cinco mil) e
de até 15.000 (quinze mil) habitantes;
III – 11 (onze) Vereadores, nos Municípios de mais de 15.000 (quinze
mil) e de até 25.000 (vinte e cinco mil) habitantes;
IV – 13 (treze) Vereadores, nos Municípios de mais de 25.000 (vinte e
cinco mil) e de até 45.000 (quarenta e cinco mil) habitantes;
V – 15 (quinze) Vereadores, nos Municípios de mais de 45.000
(quarenta e cinco mil) e de até 70.000 (setenta mil) habitantes;
VI – 17 (dezessete) Vereadores, nos Municípios de mais de 70.000
(setenta mil) e de até 100.000 (cem mil) habitantes;
VII – 19 (dezenove) Vereadores, nos Municípios de mais de 100.000
(cem mil) e de até 250.000 (duzentos e cinqüenta mil) habitantes;
VIII – 21 (vinte e um) Vereadores, nos Municípios de mais de 250.000
(duzentos e cinqüenta mil) e de até 500.000 (quinhentos mil) habitantes;
IX – 23 Vereadores, nos Municípios de mais de 500.000 (quinhentos
mil) e de até 600.000 (seiscentos mil) habitantes;
X – 25 (vinte e cinco) Vereadores, nos Municípios de mais de 600.000
(seiscentos mil) e de até 700.000 (setecentos mil) habitantes;
XI – 27 (vinte e sete) Vereadores, nos Municípios de mais de 700.000
(setecentos mil) e de até 800.000 (oitocentos mil) habitantes;
XII – 29 (vinte e nove) Vereadores, nos Municípios de mais de 800.000
(oitocentos mil) e de até 900.000 (novecentos mil) habitantes;
XIII – 31 (trinta e um) Vereadores, nos Municípios de mais de 900.000
(novecentos mil) e de até 1.000.000 (um milhão) habitantes;
XIV – 33 (trinta e três) Vereadores, nos Municípios de mais de
1.000.000 (um milhão) e de até 1.200.000 (um milhão e duzentos mil) habitantes;
XV – 35 (trinta e cinco) Vereadores, nos Municípios de mais de
1.200.000 (um milhão e duzentos mil) e de até 1.600.000 (um milhão e seiscentos mil)
habitantes;
XVI – 37 (trinta e sete) Vereadores, nos Municípios de mais de
1.600.000 (um milhão e seiscentos mil) e de até 2.000.000 (dois milhões) de habitantes;
XVII – 39 (trinta e nove) Vereadores, nos Municípios de mais de
2.000.000 (dois milhões) e de até 3.000.000 (três milhões) de habitantes;
XVIII – 41 (quarenta e um) Vereadores, nos Municípios de mais de
3.000.000 (três milhões) e de até 4.000.000 (quatro milhões) de habitantes;
XIX – 43 (quarenta e três) Vereadores, nos Municípios de mais de
4.000.000 (quatro milhões) e de até 5.000.000 (cinco milhões) de habitantes;
XX – 45 (quarenta e cinco) Vereadores, nos Municípios de mais de
5.000.000 (cinco milhões) e de até 6.000.000 (seis milhões) de habitantes;
XXI – 47 (quarenta e sete) Vereadores, nos Municípios de mais de
6.000.000 (seis milhões) e de até 7.000.000 (sete milhões) de habitantes;
XXII – 49 (quarenta e nove) Vereadores, nos Municípios de mais de
7.000.000 (sete milhões) e de até 8.000.000 (oito milhões) de habitantes;
XXIII – 51 (cinqüenta e um) Vereadores, nos Municípios de mais de
8.000.000 (oito milhões) e de até 9.000.000 (nove milhões) de habitantes;
XXIV – 53 (cinqüenta e três) Vereadores, nos Municípios de mais de
9.000.000 (nove milhões) e de até 10.000.000 (dez milhões) de habitantes;
XXV – 55 (cinqüenta e cinco) Vereadores, nos Municípios de
população acima de 10.000.000 (dez milhões) de habitantes.”
Art. 3º A população de cada Município, para os fins do art. 29B da
Constituição Federal, será a constante da estimativa mais atualizada do órgão oficial de
estatística.
Art. 4º Revoga-se o inciso IV do art. 29 da Constituição Federal.
Art. 5º Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua
promulgação, com efeitos para a Legislatura à iniciar-se em 1º de janeiro de 2009.
JUSTIFICATIVA
A nossa Proposta de Emenda à Constituição tem por escopo alterar a
redação do art. 29A, bem como inserir o art. 29B, da Constituição Federal, de forma a
fixar os limites máximos de Vereadores para os Municípios, observando a
proporcionalidade populacional.
Ainda que o legislador constituinte originário tenha concebido os limites mínimo e
máximo de acordo com a proporcionalidade à população do Município, atribuiu às leis
orgânicas dos Municípios, observada a autonomia municipal, a definição do seu número
de vereadores, observados os limites constitucionais.
Com a autonomia Municipal, constitucionalmente prevista, os Muncípios
passaram a definir os seus mínimos e máximos, gerando distorções que ferem o princípio
da proporcionalidade. Assim proliferaram Ações Civis Públicas questionando o número
de vereadores em Municípios em todo o território nacional.
Foram tantas as Ações que o Tribunal Superior Eleitoral, num primeiro
pronunciamento sobre a matéria, tendo como Relator o Ministro Maurício Correa,
declarou a inconstitucionalidade de dispositivo de Lei Orgânica (Município de Mira
Estrela), por considerar que a redação constitucional estabelece um critério de
proporcionalidade aritmética para o cálculo do número de Vereadores, não cabendo aos
Municípios alterá-lo. Concomitantemente ao entendimento na lide supra, editou a
Resolução nº 21 702, em 02 de abril de 2004, fixando faixas populacionais com número
exato de vereadores para cada faixa, a partir de Município com 47.619 habitantes.
Tal Resolução suscitou, não obstante a necessidade entendida pelo Pretório
Excelso, dúvidas quanto à constitucionalidade do ato, muito embora contivesse, no seu
bojo, dispondo, in verbis:
“Art. 3º. Sobrevindo emenda constitucional que altere
o art. 29, IV, da Constituição, de modo a modificar os
critérios referidos no art. 1º, o Tribunal Superior
Eleitoral promoverá a observância das novas
regras.”
Assim, diante de todo o histórico precedente, de fato torna-se imperativo que o
dispositivo constitucional despose nova redação estabelecendo de maneira irrefutável os
limites para o número de vereadores municipais.
A nossa proposta deve ser interpretada como sendo uma forma de reduzir as
despesas com o Poder Legislativo local. Essa afirmação é ainda mais relevante se
considerarmos que está alterando a redação dada pela PEC nº 574, de 2002, que alterou a
redação dada ao art. 29A da Constituição Federal.
A definição do número de Vereadores, em função do número de habitantes do
Município, diz respeito à representavidade da população dentro da Câmara de
Vereadores, em face do referido princípio da democracia representativa.
Com a nossa proposta aplica-se o princípio da isonomia, absolutamente necessária
para evitar-se as desigualdades econômicas também na representação municipal em
decorrência da receita auferida. São 5.554 municípios e, por certo, grandes desigualdades
que, se não ajustadas constitucionalmente, agravarão os desequilíbrios regionais e de
representatividade. Tampouco essa representatividade pode ser tratada ao pé da letra, uma
vez que o disparate pela aplicação da proporcionalidade aumentaria desmesuradamente as
Câmaras Municipais.
Assim optamos por estabelecer 25 faixas, com números exatos, cada faixa por um
número ímpar de vereadores para facilitar o processo de deliberação local. Assim,
atendidos os pressupostos, esperamos merecer a acolhida dos nobres Pares deste Poder
para a aprovação de nossa Proposta, sem comprometer a representatividade e a
determinação constitucional.
Sala das Sessões, 20 de outubro de 2004
POMPEO DE MATTOS
DEPUTADO FEDERAL
VICE-LÍDER -PDT

Artigo | 15/09/2007 - 10:15

E viva o Senado

Romilson Dourado

Por André Petry

     "Ora, com todo esse comportamento de confundir-se com o Senado, de misturar sua pequenez à grandeza da Casa, Renan Calheiros e seus 40 querem, além de tudo, roubar uma instituição da nação"

     Desde que os números da vergonha apareceram no placar já se bateu todo o tipo de bumbo contra o Senado. Já se disse que ficou menor e desmoralizado. Que está maculado, diminuído. Que sai do episódio lanhado e podre. Até já voltaram a aparecer propostas para extingui-lo, deixando o Parlamento reduzido à Câmara dos Deputados. O Senado, ao se deixar estuprar por Renan Calheiros e seus 40, passou a ser a melhor expressão do lixo institucional de Brasília.

     Mas que nada. Que injustiça. E que equívoco.

     O Senado é nosso. O Senado, essa instituição de 180 anos, está onde sempre esteve, funciona no mesmo endereço, com a mesma missão, com os mesmos poderes e prerrogativas. E é nosso, pertence aos cidadãos brasileiros. Neste momento, quem demoniza o Senado faz, mesmo sem querer, mesmo com a mais nobre das intenções, o jogo obscuro de Renan Calheiros e seus 40. Explico-me.

     Desde o início de tudo, desde quando sua vida clandestina começou a ser revelada ao país, o senador Renan Calheiros agarrou-se ao Senado – e o uso da expressão "vida clandestina" aqui se refere aos negócios escusos da sala de jantar, e não aos ardores solares da alcova. Renan Calheiros agarrou-se ao Senado como se fosse propriedade sua, como se fosse uma de suas fazendas no interior de Alagoas. Com a ajuda patética de seus 40, agarrou-se à cadeira de presidente do Senado, recusando-se a abandoná-la, como se fosse um banco de praça de Murici. Defendeu-se sentado ao centro da mesa do Senado como se fosse balcão de sua cozinha. Homiziado no Senado, Renan Calheiros fez tudo isso para misturar sua pequenez à grandeza da Casa. Quem não lembra da passagem pedestre em que disse que qualquer ataque contra ele era um ataque contra o Senado?

    Pois bem. É por isso, para manter-se homiziado no Senado, que Renan Calheiros já disse inclusive que ninguém é mais apropriado para presidir a instituição do que ele mesmo. "Se eu não tiver condição de presidir o Senado, quem vai ter?", indagou em entrevista à Rádio Gaúcha. Ora, com todo esse comportamento de confundir-se com o Senado, Renan Calheiros e seus 40 querem, além de tudo, roubar uma instituição da nação. Uma instituição que pertence a nós, cidadãos brasileiros. E não podemos, bestificados, entregar o Senado a Renan Calheiros e seus 40.

     Renan Calheiros vai passar. Certamente vai passar mais tarde do que cedo, mas vai passar. Seu cardápio de opções políticas, neste momento, oferece só coisas como afastamento, licença, férias prolongadas, renúncia. É lamentável que seja assim, na medida em que deveria incluir apenas cassação, e ponto. Mas Renan está liquidado. É o sorriso do cadáver. Deixemos que se vá. Porque uma hora Renan vai embora. Mas fiquemos com o Senado. O Senado é nosso. Quem está pequeno e desmoralizado, maculado e diminuído, lanhado e podre são os senadores. Renan Calheiros e seus 40. O Senado, não. Viva o Senado!

Artigo | 15/10/2007 - 08:45

Não se é professor por acaso!

Romilson Dourado

     O que temos de mais sagrado em nossas vidas?
     Nossa família, nosso berço.
     Infeliz daquele que dispensou, por motivos outros e fúteis, a alavanca e o alicerce que o regaço miliar nos oferece, sem nada cobrar, somente nos fornecendo bases sólidas para enfrentar o mundo.
     E esta, que é a maior e a mais importante célula da sociedade, somente conta com um profissional que tem a legitimidade e a dignidade suficientes para complementar e enriquecer a tarefa árdua de educar: o professor.
     Dá pra imaginar o tamanho desta responsabilidade?
     Este professor tem que se misturar à educação fornecida pelos pais e por toda a família de seu aluno, que possuem uma história de gerações passadas, com características individuais e diversas.
     Esta responsabilidade não é esforço a mais para ele porque ele exerce sua profissão com entrega total, e os pesos se tornam diminutos diante da vocação.
     Saibamos todos, principalmente os professores iniciantes, que se o trabalho em qualquer área se tornar um fardo, urgirá a revisão de nossa vida, para que diretrizes sejam repensadas.
     Muito mais isto é válido para um professor.
     O professor, se não estiver encharcado da vontade de ensinar, de educar, de se doar, não conseguirá o respeito de seus alunos, de seus pares, muito menos de toda a sociedade.
     Não se é professor por acaso!
     Quando meio que corajosamente, este cronista lançou seus dois livros, além de seus familiares e alguns amigos mais profundos, quem mais se orgulhou deste fato?
     Seus ex- professores; todos que ficaram sabendo se revelaram  recompensados e orgulhosos de um de seus alunos ter  lançado dois livros.
     Aí está a grande obra de um professor.
     Acolher seu aluno dentro de seu coração com total paixão, fazendo dele parte de sua própria existência.
     Isto é para poucos e bons!
     Se condoer com as desgraças alheias é fácil.
     A lágrima é gratuita.
     Eu quero ver é rir e se alegrar com as conquistas alheias.
     Como já escrevi: a alegria é esterilizada, a dor contamina.
     No caso dos nossos mestres, a nossa vitória se transforma na alegria deles também, porque vocês, professores, nos amam de verdade.
     Aos professores que já exercem esta profissão há um médio tempo, é hora de se fazer um balanço das atitudes tomadas até agora.
     Há de se fazer dos acertos, missões, e dos erros, lições.
     Triste é a nação que não privilegia o ensino.
     O grande exemplo são os E.U.A.
     A página negra do destrato com os professores está sendo virada.
     Então, você, professor que já lecionou por alguns anos, tenha certeza que sua luta valeu e valerá a pena.
     A visão histórica jamais poderá ser esquecida por causa de motivos imediatistas, principalmente por um professor.
     É líquido e certo que as reivindicações, os protestos, as greves, não foram em vão e, sim, servirão para a grande arrancada que o Brasil sofrerá a partir da valorização da educação e do educador.
     Você, professor mais antigo, que já viveu dias melhores, é justo o desânimo, mas não o suficiente para derrubá-lo.
     Apesar de tudo, eu tenho a certeza que Piaget e Freire sempre foram os seus guias.
     Mas talvez a maior homenagem que um professor possa receber esteja num fato corriqueiro que acontece no nosso dia a dia e que ilustra bem o significado desta profissão.
     Quando queremos elogiar alguém de maneira superlativa, grandiosa, mesmo que esta pessoa não seja formada, como é que nós a chamamos: "ei mestre", ou então, "ei professor!"
     É o maior elogio que se faz a alguém.

Marcondes Serotini Filho

VARIEDADES | 15/10/2007 - 09:09

Contrato da Sedtur com o Sebrae/MT

Romilson Dourado

VARIEDADES | 16/10/2007 - 10:37

Listas de presença mostram participação de Valdebran em reunião do PT

Romilson Dourado

MEIO AMBIENTE | 15/10/2007 - 10:00

Sema multa em R$ 13,7 mil parlamentar do PR

Romilson Dourado

   O deputado federal paranaense Odílio Balbinotti (PMDB), que desde 1988 possui propriedades rurais em Rondonópolis (a 210 km ao Sul de Cuiabá), foi multado pela secretaria estadual de Meio Ambiente (Sema). Ele chegou a recorrer da multa de 501 Unidades Padrão Fiscal (UPFs/MT), algo em torno de R$ 13,7 mil. Os membros da 3ª Junta de Julgamento de Recursos da Sema negaram o pedido de cancelamento do auto de infração. Dessa forma, não resta outra alternativa para o empresário senão pagar a multa.

   Em março, Balbinotti chegou a ser convidado pelo presidente Lula para assumir o Ministério da Agricultura. A indicação teve aval do governador Blairo Maggi, de quem o deputado é amigo pessoal. O problema é que um processo no Supremo Tribunal Federal o derrubou antes de chegar à cadeira de ministro.

     Maior produtor individual de sementes de soja do Brasil, Balbinotti é acusado de usar ex-empregados de sua empresa em Mato Grosso como laranjas numa operação financeira. O documento foi produzido em 2004 para que o funcionário do escritório Sidney Rodrigues da Silva declarasse o seu Imposto de Renda. Ao recebê-lo, Sidney descobriu que figurava, juntamente com outras 13 pessoas, na lista de sócios da empresa para a qual trabalhava. Segundo as investigações, Balbinotti teria usado de seus empregados para conseguir alongar uma dívida de sua empresa. A inclusão de novos sócios teria o objetivo de driblar uma cláusula que estabelece limites para renegociações, calculados por cada proprietário.

    Odílio Balbinotti trocou Maringá por Rondonópolis em 1980 em busca de terras cultiváveis. Numa das cidades símbolos do agrobusiness brasileiro, tornou-se um dos maiores produtores do país. Está no terceiro mandato como deputado federal, sempre pelo seu estado de origem.

CUIABÁ | 16/09/2007 - 10:34

Poção tem pé direito no PP e o esquerdo no PT

Romilson Dourado

     O vereador por Cuiabá, Luiz Poção (sem partido), está com o pé direito no PP e o esquerdo no PT. Segundo ele, a conversa com os pepistas está bem avançada. Mas, nos bastidores, muitos de seus colegas parlamentares afirmam que ele pode estar reservando uma surpresa, que seria a filiação no PT. Poção argumenta que está avaliando os dois partidos. Sua decisão oficial sai no decorrer desta semana. Ir para o PP pode dificultar sua reeleição em 2008, já que, com a troca de partido do pré-candidato a prefeito Walter Rabello (ex-PMDB), a sigla pode sofrer um inchaço.

     Já no PT, Poção terá de ao menos igualar em potencial de votos o vereador Lúdio Cabral, que pontua bem nas pesquisas de intenções de voto. A exemplo de outras legendas, o PT também enfrenta desgaste político, apesar de deter maior controle das ações de seus parlamentares, situação que Poção deve estranhar. “Estou preocupado com minha origem. Quero ir para um partido para concorrer de igual para igual, quero ter estrutura para isso. Mas não adianta ter uma grande estrutura e ao mesmo tempo com pouco espaço”. Vereador de primeiro mandato, Poção já esteve em dois partidos. Começou no PMN, pulou para o PSDB e chegou a ser interlocutor do prefeito Wilson Santos na Câmara Municipal. Agora atua como opositor.

    O vereador Dilemário Alencar deixou o PSB e se filiará no PTB. Ex-secretário de Governo da gestão Wilson Santos, ele assumiu a vaga de Éden Capistrano que, por sua vez , virou secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Humano.

    A composição pode sofrer novas alterações com os vereadores Marcus Fabrício e Lutero Ponce, que ameaçam deixar o PP. Primeiro, eles citaram três partidos: PSDB, PPS e DEM. Mas já cogitam ir para o PR. O prazo para mudança partidária para quem deseja ser candidato nas urnas de 2008 encerra no próximo dia 5. Por enquanto, o PSDB do prefeito Santos continua dono da maior bancada, com quatro vereadores. (Simone Alves - RDNews)

MEIO AMBIENTE | 15/10/2007 - 13:00

AL define novos prazos de licenças ambientais

Romilson Dourado

   Na tentativa de dar maior agilidade à área ambiental, uma das mais criticadas do governo Blairo Maggi, a Assembléia Legislativa aprovou um novo cronograma de prazos sobre licenças ambientais. Agora, de acordo com o novo Código Estadual do Meio Ambiente, já em vigor, os técnicos da Sema terão mais tempo para monitoramento.

    Segundo o superintendente de Infra-Estrutura, Mineração e Serviços da secretaria estadual de Meio Ambiente, Salatiel Alves Araújo, "a Sema tem um quadro de funcionários muito pequeno e por isso não estavam dando conta dos serviços". Anteriormente, os técnicos estabeleciam o prazo mínimo da licença ambiental, já que a Lei Complementar 232, de 2005, só definia o limite máximo de autorização.

   Para resolver esse impasse, a AL propôs e o governo acatou a idéia de promover algumas alterações. A licença prévia, por exemplo, que antes era de quatro anos, passa a ter o prazo mínimo de três. No caso de licença de Instalação, o tempo mínimo fica em três anos e o máximo de cinco. Foram estabelecidos ainda prazos para licenças de operação e de operação provisória, além de licença ambiental única, que já tinha prazo mínimo já fixado e agora se estende para até 10 anos. O superintendente Salatiel explica que o prazo de oito anos serve para as atividades de exploração florestal ou desmatamento e, de 10 anos, para atividades agrícolas e pecuárias, desde que não haja alteração na área de posse ou propriedade. (Pollyana Araújo)

DESCONTRAÇÃO | 13/10/2007 - 18:08

Alcione apresenta uma das tocadas nas rádios

Romilson Dourado

     Cantora e trompetista, aprendeu música com o pai, maestro de banda no Maranhão. Aos 20 anos foi para o Rio de Janeiro, onde trabalhou na TV Excelsior. Fez excursões pela Argentina e Chile e voltou para o Brasil, radicando-se em São Paulo até seguir em turnê pela Europa, onde permaneceu por dois anos. Voltou para o Brasil em 1972 e três anos depois ganhou o primeiro disco de ouro pelo disco "A Voz do Samba". 

     Mangueirense desde que chegou ao Rio, Alcione foi enredo da escola de samba Unidos da Ponte no carnaval de 1994. Ao longo de sua carreira, foi premiada com dezenove discos de ouro, dois de platina e um duplo de platina. Recebeu por dois anos consecutivos o "Prêmio Tim " na categoria "Melhor Cantora de Samba", nas edições de 2004 e 2005.

      Consolidou mais um sucesso nas rádios com a música "Você Me Vira a Cabeça". Realmente a canção encanta. Clique no vídeo e confira.  Clique no play e assista ao vídeo.

SUPREMO | 07/08/2010 - 20:11

Ministros pedem 14,7% de aumento; Senado analisa

Jéssica Benitez

   Um projeto de lei que aumenta o salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para R$ 30,6 mil será enviado na próxima semana ao Senado. Atualmente a remuneração chega a R$ 27,7 mil. Não satisfeitos, na última quinta (5) os componentes do Pleno decidiram o reajuste do piso, argumentando reposição de "perdas inflacionárias". A assessoria do STF informou que o aumento de 14,7% foi calculado com base no Índice de Preços ao Comsumidor Amplo (IPCA) de 2009 e de 2010. Nos cálculos também foram inclusos o percentual suprimido pelo Congresso no ano passado.

   Essa não é a primeira tentativa de aumento. Em 2008, o STF encaminhou ao Legislativo uma proposta para aumentar os salários dos ministros. Se a nova medida for aprovada, o reajuste adicionará R$ 2 milhões por ano no orçamento do Supremo. O salário dos ministros do STF serve como base para os salários de juízes e outras carreiras do Judiciário, o que representará um gasto de R$ 450 milhões anuais para a Justiça, além de servir como teto do funcionalismo público.

   Atualmente, ganham menos que os magistrados da Suprema Corte os ministros de Estado, o presidente da República, os deputados, os senadores, os governadores e os prefeitos. Nenhum servidor pode ganhar mais do que isso. O salário do procurador-geral da República é sempre igual ao dos ministros do STF.

Eleições 2010 | 10/08/2010 - 09:04

TRE sorteia nesta 3ª ordem da propaganda no rádio e na TV

Laura Nabuco

   O sorteio para definir a escolha da ordem de divulgação da propaganda eleitoral em televisão e rádio de cada partido político ou coligação será realizado nesta terça (10) pelo juiz coordenador da propaganda eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Lídio Modesto Filho. O sorteio será feito numa reunião com os partidos políticos, as coligações e as emissoras de rádio e televisão do Estado. O plano de mídia referente à parcela do horário eleitoral também deve ser definido. As medidas estão de acordo com a Resolução 23.089 de 2009, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

   A propaganda eleitoral gratuita será exibida a partir de 17 de agosto pelos próximos 45 dias. Nas terças, quintas e sábados os 50 minutos da propaganda serão divididos igualmente entre as candidaturas à Presidência da República e a deputado federal. Já às segundas, quartas e sextas os 50 minutos serão distribuídos entre os candidatos a senador, deputado estadual e governador. A propaganda eleitoral na televisão será exibida duas vezes por dia, das 12h às 12h50 e das 20h às 20h50 e deverá conter a tradução para a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) ou recursos de legenda. Já no rádio a propaganda eleitoral será veiculada das 7h às 7h50.

AGENDA | 06/08/2010 - 19:05

Agenda dos candidatos para sábado (07/08)

Jéssica Benitez

Mauro Mendes (PSB)
8h - Arrastão em Jauru
10h30 - Visita a Figueirópolis
11h30 - Visita a Indiavaí
12h00 - Araputanga – reunião com empresários
13h30 - Entrevista rádio Jornal de Quatro Marcos
20h - Mirassol D´Oeste - reunião com empresários

Wilson Santos (PSDB)
7h - Entrevista na rádio de Vila Rica
8h30 - Visita a Santa Terezinha
12h30 - Visita ao Distrito de Araguaia
15h - Visita a Porto Alegre do Norte
19h - Lançamento da candidatura do senador Edio Brunetta

Silval Barbosa (PMDB)
8h – Programação com o candidato ao Senado Blairo Maggi (PR) e parlamentares de Rondonópolis
17h40 – Reunião com apoiadores do vereador Francisco Vuolo (PR)
19h30 – Lançamento da candidatura do deputado estadual Maksuês Leite (PP)

Marcos Magno (Psol)
Candidato não forneceu agenda

 



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