José Riva, presidente da Assembleia, ao trocar farpas com Emanuel Pinheiro em sessão
Até os 8 anos de idade, Lenine era obrigado a frequentar as missas todos os domingos. A mãe era uma católica fervorosa. Porém, depois que seus filhos cresceram, deixava-os por conta do pai, fanático pelo comunismo. As crianças eram obrigadas a ler as obras de Marx. A influência paterna trouxe bons frutos, pois outra forma de passar o tempo era ouvindo músicas de todos os tipos, canções napolitanas, música alemã, folclórica russa, Glenn Miller, Tchaikovsky, Chopin, Gil Evans, e mais tarde, Hermeto Pascoal e os tropicalistas.
Talvez seja por isso que definir o gênero musical composto por Lenine não é uma tarefa fácil. Segundo o cantor, ele procura mesmo fazer uma agregação das manifestações musicais brasileiras com outras do mundo afora. Lenine saiu de sua terra natal, Recife, no final dos anos 70, quando mudou para o Rio de Janeiro a fim de desenvolver seu talento musical. O resultado são composições interpretadas por diversas vozes conhecidas no cenário musical.
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Após quase 2 mil quilômetros, a Rota Integração chegou ao fim, com um ato político em Santarém, no Pará. Na oportunidade, Silval adiantou a agenda prevista para esta terça (6), com visitas ao porto, devido aos compromissos em Mato Grosso, entre eles, uma reunião com o secretário da Casa Civil para tratar da possível demissão do diretor de Infraestrutura da Agecopa, Carlos Brito. Em audiência pública na Assembleia, o ex-deputado criticou a implementação do VLT, entrando em confronto com o presidente da Agecopa, Eder Moraes.
De todo modo, Silval avaliou como positiva a Rota da Integração. Segundo ele, a viagem foi fundamental para alavancar a união entre os Estados, na busca por melhorias do sistema de logística. A visita final no porto se deve ao fato dos chineses quererem se certificar da viabilidade do projeto de construção da ferrovia, tendo em vista que hoje o local não teria capacidade para escoar toda a produção de grãos.
O representante da companhia Doca, José Rodrigo Santana, que administra o local, entretanto, garantiu que até 2014 serão viabilizadas umas série de reformas para que o porto exporte mais de 20 toneladas de grãos por ano. Hoje saem do local 2,1 milhão apenas. Aproximadamente 1,5 mil navios atracam no local que, após as melhorias, aliadas às obras na BR 163 e da ferrovia Cuiabá-Santarém, deve ser o principal destino da produção mato-grossense. “Fiquei entusiasmado com no ritmo das obras da BR- 163”, frisou Silval, reforçando a existência de uma demanda de 34 toneladas de grãos.
Logo em seguida, ele ponderou que, além do apoio do governador do Pará, Simão Jatene (PSDB), a presidente Dilma Rousseff também sinalizou favoravelmente aos esforços do grupo. A partir de agora, devem ser iniciados os estudos de viabilidade econômica.

Governadores do Pará e de Mato Grosso, Simão Jatene (PSDB) e Silval Barbosa (PMDB), no ato de encerramento em Santarém
Foto: Marcos Negrini
Esta semana, peço licença aos leitores para falar um pouco de política externa. Tive a oportunidade de participar do 3° Encontro da Associação Brasileira de Relações Internacionais (ABRI), realizado na última semana na Universidade de São Paulo. Apresentei uma proposta de pesquisa que pretendo desenvolver mais adiante sobre a relação entre o Brasil e Bolívia/Paraguai.
Identifiquei a emergência do Brasil na arena internacional como global player ou Estado intermediário e que, como tal, o país precisa definir com clareza sua “zona de influência” e como reformular sua política externa para cada região do planeta. Cabe destaque aqui para os países da América do Sul de forma geral e aqueles associados ao Mercosul em particular.
Uma das exigências para atingir tal condição é ampliar a estabilidade política da região. Bolívia e Paraguai são os dois países mais pobres e instáveis do subcontinente, com fortes clivagens internas, elevada incidência de guerras na região, golpes de Estado, rupturas institucionais, tendência para o populismo e regimes autoritários.
Uma vez definido o papel do Brasil, será necessário distribuir as competências na Federação. Estados como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul podem contribuir na cooperação para o desenvolvimento nos países vizinhos da Bolívia e Paraguai. Pude observar alguns temas com impacto global algumas áreas que podem ser objeto de cooperação:
Segurança - Destaque para temas como contrabando, cultivo de drogas ilícitas, crime organizado transnacional, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, Forças Armadas, inteligência, internacionalização da Amazônia, “securitização” de recursos naturais estratégicos e o terrorismo.
Energia. Reservas de gás e petróleo na Bolívia e a Usina Binacional de Itaipu no Paraguai. Ambos influenciam a oferta global de energia e merecem atenção da comunidade internacional.
Agropecuária - Vale lembrar que a região centro-oeste do Brasil é hoje um dos maiores celeiros do mundo, em função de sua produção de grãos e pelo rebanho bovino. O Brasil tem o maior rebanho bovino comercial do planeta e Mato Grosso e Mato Grosso do Sul lideram neste segmento. Aqui cabe destaque para a defesa animal contra zoonoses como a febre aftosa.
Meio ambiente - Os países em questão compartilham uma das maiores reservas da biosfera, chamada de planície do Pantanal no Brasil e Chaco na Bolívia e Paraguai.
Recursos hídricos - A presença do Aquífero Guarani na região e a possível escassez de água que se projeta para muitas regiões do planeta ao longo do século XXI a colocam no centro das atenções das grandes potências. A montagem de bases militares norte-americanas na tríplice fronteira desde 2006 não teria relação apenas com informações sobre atividade terrorista da Al Quaeda, mas também com interesse sobre os recursos hídricos.
Migração - A situação dos “brasiguaios” e dos trabalhadores bolivianos e paraguaios em condições de escravidão no Brasil. Há também os sojicultores e pecuaristas nas regiões de fronteira, que de vez em quando se vêem ameaçados por invasões de terra e retaliações.
Em sua caminhada por maior inserção no cenário internacional, o Brasil será cobrado pelos outros países acerca destes temas de impacto global em sua “zona de influência” e sobre o tipo de integração praticado com Bolívia e Paraguai. No front interno, tendem a se aprofundar as cobranças dos Estados e grandes municípios por maior participação na política externa, por meio da criação de órgãos especializados na paradiplomacia ou diplomacia federativa. Devemos superar o ufanismo presente em alguns discursos oficiais e enfrentar os encargos de buscar a condição de potência regional.
Vinicius de Carvalho Araújo é gestor governamental do Estado, mestre em História Política, professor universitário e escreve exclusivamente para este blog toda segunda-feira - www.professorvinicius.com.br
* Por antiguidade, estão praticamente garantidas as promoções de Luiz Carlos e Sakamoto
* Por merecimento, a escolha é por votação em todos 15 concorrentes e em vários quesitos
Os desembargadores estão tendo muito dificuldades para seguir à risca a pontuação, que agora é obrigada a ser atribuída aos juízes que são candidatos à promoção por merecimento. Na próxima segunda (29), o Pleno fará uma sessão extraordinária para escolher quatro futuros desembargadores, sendo dois pelo critério de merecimento e dois por antiguidade.
São 15 concorrentes às cadeiras por merecimento e cada um precisa receber pontuação em diversos itens. O blog apurou que, por antiguidade, já é tida como certa a escolha dos juízes Luiz Carlos da Costa e Pedro Sakamoto. Eles foram inscritos e não receberam impugnações.
De acordo com a Resolução 106 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece critérios mais objetivos para a aferição de magistrados e acesso aos tribunais de 2º grau, as promoções serão realizadas em sessão pública e por meio de votação nominal, aberta e fundamentada. Devem ser considerados aspectos como o desempenho, a produtividade, a presteza no exercício das funções, o aperfeiçoamento técnico e a conduta pública e privada do magistrado, de acordo com o Código de Ética da Magistratura Nacional. A ideia é conferir maior objetividade ao processo de promoção, evitando critérios políticos e padronizando-se as regras em todos os tribunais de Justiça.
Os magistrados que desejarem concorrer à promoção e ao acesso aos tribunais de 2º grau devem comprovar dois anos de efetivo exercício no cargo ou na entrância e integrar a primeira quinta parte da lista de antiguidade aprovada pelo tribunal. Além disso, não podem reter injustificadamente autos além do prazo legal e ter sido punido, nos últimos 12 meses, em processo disciplinar com pena igual ou superior à de censura. Na avaliação da produtividade do magistrado, a resolução considera parâmetros como estrutura de trabalho e volume de produção. Em relação à presteza do magistrado, foram estabelecidos aspectos como dedicação e celeridade na prestação jurisdicional.
A Corregedoria-Geral do TJ é responsável pela centralização da coleta de dados para a avaliação de desempenho. Precisa fornecer também as informações para os concorrentes às vagas.
Há 30 cadeiras de desembargador. Na sessão de segunda, somente 24 vão votar. É que dois estão afastados das atividades, sendo eles Evandro Stábile e José Luiz de Carvalho, e as outras 4 vagas estão abertas para promoção. Com a missão de dirimir os conflitos que surgem na sociedade, cada desembargador ganha R$ 22 mil mensais.
O cantor Milton Nascimento é um dos grandes nomes da música no Brasil e também tem o talento reconhecido no exterior. No início da carreira, ele foi criticado e desdenhado pela crítica nacional. Só conseguiu prestígio no meio depois que teve seu disco elogiado internacionalmente. O álbum virou disco de cabeceira de profissionais da área no mundo inteiro, tornando-se referência estilística e estética da música contemporânea. Com a fama, Milton foi convidado por Wayne Shorter a gravar um disco com ele, em 1975, que se transformou num sucesso nos Estados Unidos.
O carioca de nascimento e mineiro de coração foi criado por uma família rica. Sua mãe biológica era empregada doméstica e, por não ter condições de cuidar do filho, entregou-o aos patrões com muito sofrimento. A mãe adotiva era professora de música e o pai dono de uma estação de rádio, o que colaborou consideravelmente para despertar seu gosto pelo meio musical.
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Numa série de artigos publicada aqui no Blog do Romilson, intitulada “Vazio na política cuiabana” busquei analisar as razões econômicas para a atual situação da Capital. Ao observar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado e alguns de seus principais municípios, pude identificar que Cuiabá está evoluindo num ritmo muito inferior à média.
Após um período em que o PIB municipal cresceu acima do estadual, nas décadas de 1970 e 1980, Cuiabá desacelerou e reduziu sua participação em Mato Grosso de 35,79% em 1996 para 17% em 2008. O crescimento aconteceu num momento em que havia projeto estratégico para o município, elaborado e implantado pelo regime militar. Sem problematizar aqui o conteúdo de tal projeto, vale dizer que ele reservava para Cuiabá a função de grande centro logístico, comercial, financeiro e de serviços não apenas de Mato Grosso, mas de toda a Amazônia Ocidental. Além disto, havia também a produção fabril a ser concentrada no maior distrito industrial do Estado.
Este projeto, entretanto, está esgotado. Para acompanhar o crescimento do Estado, é preciso que Cuiabá defina um novo rumo estratégico, centrado nas mesmas funções de outrora, só que num patamar tecnológico e de qualidade bem mais elevado. Vale lembrar que Mato Grosso apresenta altos índices de produtividade na pecuária e em várias culturas agrícolas, como algodão e soja. Isto acontece porque as unidades de produção adotam tecnologia de vanguarda em nível global, gerando vantagens competitivas que compensam os custos com a logística e crédito, por exemplo.
Uma hipótese é que, com a globalização cada vez mais acentuada, os consumidores do Estado estejam comprando bens e serviços em outras regiões do país ou mesmo importando do exterior. De outro lado, o interior continua enviando usuários de serviços públicos para a Capital sem a devida engenharia financeira e de políticas públicas que possam absorvê-los com a eficácia esperada. Esta inequação, cujo resultado é negativo, está na raiz de boa parte dos problemas atuais enfrentados por Cuiabá.
Houve algumas tentativas recentes de formulação de planos estratégicos para a Capital, como o “Pró-Cuiabá 300 anos”. Entretanto, eles não tiveram a devida repercussão e influência na orientação das políticas públicas dos três níveis da federação no município. Uma referência nesta matéria é o recém lançado Plano Estratégico da Prefeitura do Rio de Janeiro, intitulado “Pós 2016: Rio mais integrado e competitivo”. Cuiabá e Rio de Janeiro têm muitas semelhanças e vínculos históricos, pela condição de Capitais, forte presença da igreja, exército e o envio de estudantes universitários. Num período mais próximo, ambas sediarão megaeventos, como a Copa 2014 e as Olimpíadas de 2016.
O referido documento traz oito objetivos centrais do Governo, detalhados em 10 áreas de resultado e 37 iniciativas estratégicas. O que me chamou a atenção foi o destaque dado na área de emprego e renda para iniciativas como ambiente de negócios, indústria criativa, moda e design, audiovisual e turismo. Há também iniciativas na área de ordem pública, esporte, lazer, cultura, gestão e finanças públicas.
São caminhos que Cuiabá deve buscar para harmonizar suas relações e retomar o desenvolvimento apresentado outrora. É preciso um novo pacote de investimentos para que ela torne-se referência nas áreas que já lhe são reservadas, como saúde, educação, administração pública, bancos, indústria de alimentos, comércio e serviços de forma geral. Estes são apenas alguns dos desafios que Cuiabá terá que enfrentar em breve, caso queira manter seu papel de destaque no cenário regional.
Vinicius de Carvalho Araújo é gestor governamental do Estado, mestre em História Política, professor universitário escreve neste blog toda segunda-feira - vcaraujo@terra.com.br www.professorviniciusaraujo.blogspot.com
"Nunca há um ano sem crises humanitárias e onde há pessoas em necessidade, há bons homens e mulheres se unindo para aliviar o sofrimento e trazer esperança," observa o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. O trabalho voluntário é a oportunidade de fazer a diferença na vida das crianças carentes e adultos, transmitindo solidariedade e conhecimentos sobre saúde, nutrição, educação e cidadania para as comunidades mais pobres. A ação voluntária emana valores de solidariedade e de iniciativa em favor de outros.
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O voluntário atua como agente de transformação
social, com forte inserção na comunidade
e tem papel fundamental de integração
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O voluntariado brasileiro teve início em 1543, quando foi fundada a primeira Santa Casa de Misericórdia no estado de São Paulo. A noção de voluntariado era bastante ligada as atividades religiosas, coordenadas pela Igreja Católica. Tempos depois surgiu a Rede Feminina de Combate ao Câncer, uma organização filantrópica de âmbito nacional, que existe desde 1946.
No início dos anos 1980, o voluntariado ganhou popularidade e em 1983 a doutora Zilda Arns Neumann e o então arcebispo de Londrina, Dom Geraldo Majella fundaram a Pastoral da Criança, com o objetivo de combater a alta taxa de mortalidade infantil. Foi então que desenvolveu a metodologia comunitária de multiplicação do conhecimento e da solidariedade entre as famílias mais pobres. Os líderes comunitários eram capacitados e transmitiam às mães ensinamentos para combater grande parte das doenças e a marginalidade das crianças. Consolidada, após 28 anos, a Pastoral acompanha 1.256.079 famílias, sendo 1.598.804 crianças e 85.617 gestantes.
Está presente em 4.000 municípios brasileiros e em 20 países. A doutora Zilda Arns, médica pediatra e sanitarista, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança e Pastoral da Pessoa Idosa, organismos de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), enveredou pelos caminhos da saúde pública e dedicou-se a salvar vidas com medidas simples, educativas, preventivas e acima de tudo, eficazes. Em 2006, ela foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz.
Morreu tragicamente no terremoto que devastou o Haiti dia 12 de janeiro de 2010, em Porto Príncipe quando acabara de fazer um pronunciamento sobre seus métodos e hidratar e alimentar as crianças pobres. Se viva, estaria completando 77 anos de idade, dia 25 de agosto próximo.
Mais recentemente, a antropóloga Ruth Cardoso fundou em 1995 a Comunidade Solidária que, através da ação de voluntários, fortaleceu as ações sociais no Brasil, estimulando a criação de mais de 40 Centros de Voluntários nas principais cidades brasileiras. Ruth Cardoso disse em entrevista que o brasileiro é solidário e enfatizou que o gesto de solidariedade faz parte da nossa cultura. Confirmou o que as pesquisas indicavam, que 1 em cada 5 adultos exercia atividade voluntária. Ou seja, grande número de pessoas doam tempo, trabalho e talento para ajudar quem precisa. Dra Ruth Cardoso pontuou que cada problema social é uma oportunidade de ação cidadã. Voluntariado é um hábito do coração e uma virtude cívica.
Outro momento importante para a disseminação do voluntariado foi em 1996, quando a Fundação Abrinq e o conselho da Comunidade Solidária lançaram o “Programa de Estímulo ao Trabalho Voluntário no Brasil”. Desde então, quase todas as capitais brasileiras fundaram organizações para captar e capacitar entidades e voluntários.
Em março passado Mato Grosso sediou a Confraternização das ‘Campanhas de Fraternidade Auta de Souza –Promoção Social Espírita’ (Concafras), no município de Campo Verde,onde reuniu cerca de 5 mil pessoas que foram treinadas e capacitadas para atuarem como voluntários nas atividades assistenciais nas casas espíritas de todo país.
Segundo dados do Portal do Voluntário, os voluntários brasileiros têm alto nível de escolaridade; a maioria são mulheres; doam em média 74 horas de trabalho por ano. No Brasil o serviço voluntário é regulamentado pela lei 9.608/98, que esclarece que o serviço voluntário não gera vínculo empregatício e nenhuma obrigação de natureza trabalhista. Mesmo as organizações humanitárias famosas, como a Cruz Vermelha, Save the Children e Médicos Sem Fronteiras também são dependentes de voluntários.
O voluntário atua como agente de transformação social, com forte inserção na comunidade, tendo um importante papel integrador. Através da participação voluntária, as pessoas encontram espaço para o crescimento pessoal e auto-realização. O primeiro passo pode ser dado dia 27 de agosto, quando a Associação dos Amigos da Criança com Cancer - AACC estará transformando sanduiches em esperança, com o tradicional MC Dia.
No dia seguinte, 28 de agosto comemora-se o dia Nacional do Voluntariado. Ruth Cardoso acreditava que quando solicitados a doar, a tendência é doarmos o melhor que temos dentro de nós, a tendência é termos uma reação generosa.
Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e acadêmica de Ciências Sociais pela UFMT e escreve exclusivamente neste blog toda terça - olga@terra.com.br
O talento do cantor Tim Maia é algo inquestionável. Ele foi um dos pioneiros do estilo soul no país e sua voz rouca, sempre grave e carregada, conquistou o público brasileiro. A vida de Tim foi marcada por escândalos. O primeiro, protagonizado em 1974, foi sua conversão a uma seita, Universo em Desencanto. Em um programa de TV, ele disse que não cantaria os antigos sucessos, mas uma nova leva de composições escritas por uma dimensão mística revelada a ele.
Depois de um ano, o surto passou e o cantor renegou até a morte, em 1998, as produções da época. Ele chegou pregar em favelas, mas depois classificou a doutrina da seita de vírus da mente. No final de sua vida, Tim sofreu com patologias relacionadas à obesidade, diabetes e problemas respiratórios. Durante a gravação de um espetáculo no Teatro Municipal na cidade de Niterói (RJ), ele não conseguiu cantar. Tim teve que ser levado às pressas para o hospital e faleceu uma semana depois, aos 55 anos e 140 quilos.
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Clique no play e confira Tim Maia
Para os espartanos, no século VII aC, o casamento era o único meio de produzir guerreiros. Homens fisicamente mais fracos procuravam mulheres mais fortes para possibilitar o nascimento de guerreiros vigorosos. O povo Viking realizava seus casamentos ao ar livre em uma sexta-feira, num tributo a "Frigg", a deusa do casamento. O ritual envolvia a troca de espadas entre as família. A esposa mantinha a espada ancestral de seu marido até que seu filho primogênito atingisse a idade de lutar.
As alianças eram trocadas na ponta das espadas e os juramentos, trocados sobre a ponta da espada do noivo. No ano de 1.400, na Rússia, antes do casamento, num ritual íntimo, a noiva recebia um banho e um pouco da água era guardada para o marido beber após a cerimônia de casamento.
A celebração do casamento turco dura vários dias e a noiva retorna a casa dos pais no dia seguinte a celebração para rever a família e os amigos. Sobre o vestido branco de seda, a noiva usa uma capa de veludo vermelho. Noivas gregas usavam véus amarelos ou vermelhos, que representavam o fogo. Estes véus coloridos eram supostamente para proteger as noivas dos maus espíritos e demônios.
Nos Emirados Emirados Árabes, as autoridades encorajam jovens casais a contrair matrimônio com ajuda financeira, emprego e até apoio psicológico. A França contribuiu com os aspectos da etiqueta e ar solene que caracterizam a cerimônia de casamento, o vestido branco, o uso do bouquet e os toques de sino.
Sábado passado inacreditáveis 1.610 casais desfilaram pela passarela vermelha estendida ao lado do estádio de Sinop, para terem suas bodas celebradas no melhor estilo do que prega a etiqueta francesa, Entraram ao som da tradicional Marcha Nupcial de Mendelssohn, executada pela Orquestra Jovem de Mato Grosso. Ouvia-se história de casais que estão juntos há tanto tempo que os filhos também já constituiram famílias e todos, pais e filhos, procuravam naquele ato legalizarem as suas uniões. Embora no Código Civil Brasileiro, no artigo que trata da união estável, diz que a mesma “é reconhecida como entidade familiar entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família”.
Apesar dos avanços e dos direitos comuns, com ou sem união formal, o casamento continua sendo a base para a maioria das famílias e a idade média do primeiro casamento tem subido continuamente; as noivas com idade média de 31 anos e os noivos com 34,3. A mesma estatística apresenta o fato de que as uniões não formalizadas tendem a terminar mais cedo que as uniões concebidas através do juiz de paz e de benção religiosa.
Algumas preocupações sociais que rondam os casamentos são apontadas num relatório da ONU, como sendo, a formação da família, respeito a cultura do outro, divisão de tarefas, condições mínimas de garantir saúde, educação, moradia e respeito as leis e regras de convivência. Mas uma nuvem negra paira sobre a instituição do casamento em muitos países. Há aproximadamente 60 milhões de crianças noivas no mundo, com idades que variam de 7 a 14 anos. Isso equivale ao raciocínio matemático de que a cada 3 segundos uma criança é prometida em casamento.
Há agências especializadas em programa de aconselhamento pré-nupcial, propondo estratégias para manter o relacionamento saudável e vencer os desafios, incluindo a gerência de dinheiro e relação com parentes.
Contradizendo o espírito festivo e semblantes felizes que presenciamos, Michel de Montaigne, filósofo francês disse que: "O casamento é como uma gaiola “encantada”, vê-se as aves fora desesperadas para entrar, e as que estão dentro igualmente desesperadas para sair."
Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e acadêmica de Ciências Sociais pela UFMT e escreve exclusivamente neste blog toda terça-feira - olga@terra.com.br
Certa vez li a seguinte parábola:
Um membro de determinado grupo, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar de suas atividades. Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visita-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor.
Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando. O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada. No silêncio sério que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das achas de lenha, que ardiam. Ao cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram e cuidadosamente selecionou a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado. Voltou a sentar-se, permanecendo em silencio e imóvel.
O anfitrião prestava atenção em tudo, fascinado e quieto. Aos poucos, a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo se apagou de vez. Em pouco tempo, o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada. Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos. O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo. Quase que imediatamente ele tornou-se incandescente, alimentado pela luz e calor dos outros carvões ardentes em torno dele. Quando o líder alcançou a porta para partir-se, o anfitrião disse:
- Obrigado. Por sua visita e pelo belíssimo sermão. Estou voltando ao convívio do grupo.
Não é incomum em nossas vidas nos afastarmos de pessoas que de alguma maneira haviam nos ajudado a ser o que nos tornamos. Também não é incomum, como lideres, deixarmos as pessoas partirem. Dale Carnegie dizia que você precisa aprender a dramatizar as suas ideias. Não para se aproveitar das outras pessoas, mas para acessá-las de uma maneira capaz de fazer com que elas passem a cooperar com o grupo novamente. A maioria dos funcionários ou colaboradores que por algum motivo não estão produzindo como antes perderam o seu entusiasmo em relação à empresa ou ao gestor.
Cabe a nós como lideres ajuda-los a encontrar esse entusiasmo, cabe a nós aquece-los novamente e despertar a chama interna que existe em cada um deles. Todas as vezes que uma pessoa se desliga da nossa empresa todos perdemos. Até porque é menos uma pessoa para lutar pelo nosso ideal. Durante essa semana olhe para os seus colaboradores, pessoas de sua igreja, família ou comunidade. E se puder, dedique algum tempo a trazê-los de volta ao convívio do grupo. Quem sabe assim, conseguiremos devolver a vida e o entusiasmo a pessoas que só querem uma nova chance para se sentir parte da equipe.
André Luiz Bellucci é empresário, trainer da Dale Carnegie Training em Cuiabá e escreve neste blog todo sábado - engbellucci@uol.com.br
O coronel Líbio Muammar Kadafi, ditador que teve a morte anunciada, aos 69 anos, em 20 de outubro, deve ter cumprido as três etapas de uma vida plena na terra; teve vários filhos, deve, em algum momento da vida ter plantado uma árvore e pasmem: escreveu um livro! Uma obra conhecida como “O Livro Verde”, traduzido para 90 idiomas detalha com requintes de hipocrisia suas insanas teorias políticas. Lançado em 1975, o livro, que seria leitura obrigatória, explana o pensamento político irracional do ditador líbio, que fez o povo viver por 42 anos sob o jugo dos preceitos subtitulados como “A solução para os problemas da democracia; a base social para a Terceira teoria Universal”, teoria que rejeita o capitalismo e igualmente o socialismo.
Entre tantas pérolas há que se destacar o reconhecimento iluminado de que as mulheres são seres humanos e diferentes dos homens porque menstruam e que os ciclos de dominação das raças aponta agora para a supremacia da raça negra; concede a todos o direito de se expressar através de qualquer meio, até para expressar sua própria insanidade; critica a educação obrigatória porque a vê como forma de coerção e o emprego de material didático é entendido com um ato ditatorial; colocar uma criança na creche é igualmente tirânico e viola a liberdade natural da criança; amontoá-las numa creche seria um processo semelhante ao de se engordar pintos num aviário; trabalhar em troca de salários seria algo indecente, pois a nenhum trabalhador seria dado o direito de ganhar mais do que o necessário para satisfazer suas necessidades; quanto as práticas culturais, o Livro Verde ensina que nenhum beduíno tem interesse na representação, no teatro ou cinema porque são homens inteiros.
O ditador Kadafi assumiu o governo da Líbia em 1º de setembro 1969, em meio a um golpe de estado, quando derrubou do poder o rei Idris, que visitava a Grécia. Assumiu a Presidência do Conselho de Comando da Revolução prometendo a unidade do mundo árabe. Buscou alianças e fusões efêmeras com o Egito, Tunísia, Argélia e Marrocos. Em 1971, criou a União Socialista Árabe, único partido no país.
A ditadura tem ligação com sociedades abaladas por grandes transformações e instala-se geralmente em sociedade de baixo grau de modernização econômica e social, utilizando-se da mobilização de grande parte da população, para subjugar a outra parte. Segundo o Dicionário de Política, do filósofo Italiano Norberto Bobbio, a ditadura caracteriza-se sobretudo pelo poder ilimitado concedido ao ditador e pela precariedade das regras de sucessão do poder político.
Ademais, o Governo ditatorial não é freado pelas leis, porque coloca-se sempre, acima delas e transforma em lei,suas vontades pessoais. As normas jurídicas são frágeis e ineficazes e quase sempre ignoradas de forma discreta ou acintosa. Não há limites concretos para regular a conduta do ditador ou do grupo que o assiste. No caso da Líbia, a figura do Coronel,com seus traços psicológicos alterados se tornou a mais fiel personificação do poder.
A ditadura, negação do processo democrático, contrasta com as condições políticas claras e objetivas, daí porque sua continuidade não pode ser garantida de modo ordenado ou regular. O povo explode,mais cedo ou mais tarde, como explodiram os jovens no Egito e na Tunísia e agora na Síria.
Para o presidente da OTAN Anders Fogh Rasmussen, o reino do medo do coronel Kadafi chegou ao fim, após 42 anos e a Líbia pode pôr um ponto final em um longo e sombrio capítulo de sua história, e virar a página.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse em entrevista que este dia marca uma transição histórica para a Líbia e que isso é apenas o começo de um caminho que vai ser difícil e cheio de desafios. Os Líbios só podem cumprir a promessa de futuro melhor através da reconciliação, considerando o momento um tempo de cura, onde a inclusão e o pluralismo devem nortear as ações do Conselho Nacional Transitório. Cidadãos que há oito meses empunhavam armas,carregam agora a bandeira da liberdade e a queda do ditador deve abrir caminho para a construção da democracia no país e deixar a era de opressão e terror para trás.
Entretanto, segundo a revista foreignpolicy,em agosto de 2010 havia 40 ditadores no mundo, governando cerca de 1.9 bilhões de pessoas. Apesar de todos os ditadores serem maus em suas próprias essências, há um aspecto insidioso que os identifica; são revolucionários que se tornaram tiranos.
Eis aqui, segundo a revista, os cinco piores ditadores do mundo:
1 - Kim Jong II, da Coréia do Norte, no poder desde 1994;
2 - Than Shwe, da Birmânia, no poder desde 1992;
3 - Hu Jintao, China, no poder desde 2002;
4 - Robert Mugabe, Zimbábue, no poder desde 1980;
5 - Principe Abdullah, Arábia Saudita, no poder desde 1995.
Olga Borges Lustosa é cerimonialista pública e acadêmica de Ciências Sociais pela UFMT e escreve exclusivamente neste blog toda terça-feira - olga@terra.com.br
Embora tenha encaminhado um projeto de lei solicitando a criação de mais cargos na Defensoria Pública, o defensor-geral do Estado, André Luiz Prieto, afirma que não tem interesse em nomear profissionais para ocupá-los. "Até porque não temos condições de dar provimento a todos eles", ressalta. A medida serviria como uma alternativa caso o governador Silval Barbosa (PMDB) resista em conceder o incremento orçamentário que ele julga necessário para convocar os aprovados no último concurso para as 61 vagas de defensor.
Prieto aproveitou o convite da Assembleia, para participar da reunião ordinária da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) desta terça (23), para iniciar uma "campanha" visando aumentar o quadro de funcionários da Defensoria e, desse modo, estender o atendimento jurídico gratuito a todo o Estado. Ele classificou como calamitosa a situação do órgão em alguns municípios. "Onde não há defensor, o juiz precisa pedir que advogados aceitem casos de pessoas carentes. Numa situação dessa o profissional fica sem alternativa, até para não se indispor com o magistrado", conta.
Conforme Prieto, os cargos comissionados que serão criados visam a contratação de auxiliares administrativos e bacharéis em direito. Os primeiros seriam destinados a atuar na sede do órgão, uma vez que a Defensoria é uma instituição independente do restante da estrutura do Governo do Estado, responsável por gerir seu próprio orçamento, fazer contratações e exonerações e elaborar sua própria folha de pagamento.
Os bacharéis, por sua vez, fariam um trabalho de apoio aos defensores que atuam em mais de uma comarca. "A acumulação é algo muito desgastante, principalmente nos locais mais distantes", ressalta. A contratação desses profissionais, no entanto, representaria um gasto de aproximadamente R$ 8,7 milhões a mais do que o atual orçamento do órgão.
O apelo do defensor-geral vem dias após o deputado estadual Emanuel Pinheiro (PR) pedir vista do projeto que cria os novos cargos. O republicano utilizou como argumento o corte de gastos anunciado por Silval. Para ele, o momento que o Estado vivencia é incopatível com a proposta.
Emanuel pede vista e "paralisa" projeto que cria 65 novos cargos
Influenciada por Maysa, Roberto Carlos, Cauby Peixoto e grupos da Jovem Guarda e The Beatles, Fafá de Belém entrou no ramo musical na adolescência, entusiasmada com as canções dos músicos preferidos. Seu primeiro grande momento foi em 1975, quando Filho da Bahia emplacou nas rádios da época. A música foi gravada especialmente para ser trilha da novela Gabriela, transmitida pela Rede Globo e gerou polêmica por seu conteúdo sedutor.
Fafá nasceu em uma família de classe média alta em Belém do Pará, que possuia uma vida ativa no meio político da região. Ela era o centro das atenções quando cantava em reuniões de família. Ela cresceu e em seu primeiro disco selecionou um repertório eclético, mas ela não se desligou de suas raízes e valorizou as canções típicas nortistas. Sua marca registrada está nas apresentações de palco descalça e em sua animação. Seu maior sucesso foi a música de composição de Chico Buarque, chamada Sob Medida, que está presente em praticamente todos os discos de sua carreira.
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Clique no play e confira Fafá de Belém
Desejar a todos os leitores do RDNews e do Blog do Romilson, assim como do RDTV, um ano novo cheio de realizações, muita felicidade, saúde e paz é pouco. Parece está faltando algo. Assim, quero desejar um feliz 2012 com um texto de Carlos Drummond de Andrade, um dos brilhantes escritores da nossa Literatura Brasileira e de quem mais gosto.
“Feliz olhar novo
O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.
O grande lance é viver cada momento como se a receita de felicidade fosse o aqui e o agora.
Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais…, mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho?
Quero viver bem! Este ano que passou foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal. Às vezes a gente espera demais das pessoas. Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou. Normal.
O ano que vai entrar vai ser diferente. Muda o ano, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com o seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?
O que desejo para todos é sabedoria! E que todos saibamos transformar tudo em boa experiência! Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim… Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria 3. Ou mude-o de classe, transforme-o em colega. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém.
O nosso desejo não se realizou? Beleza, não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro): cuidado com seus desejos, eles podem se tornar realidade.
Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam bem diferentes.
Desejo para todo mundo esse olhar especial.
O ano que vai entrar pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro. O ano que vai entrar pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular… ou… Pode ser puro orgulho! Depende de mim, de você! Pode ser. E que seja!!!
Feliz olhar novo!!! Que o ano que se inicia seja do tamanho que você fizer.
Que a virada do ano não seja somente uma data, mas um momento para repensarmos tudo o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar realidade somente se fizermos jus e acreditarmos neles!”
(Carlos Drummond de Andrade)
Que o Ano Novo possa renovar nossos desejos, nossas esperanças e que possamos viver intensamente cada momento de 2012, pois a vida é uma dádiva e cada instante é uma benção de Deus. Feliz 2012!
Rosângela Fernandes Cadidé é professora há 10 anos das redes pública e particular, formada em Letras com Especialização em Recreação e Lazer pela Universidade Federação de MT, coordena o Centro de Estudos às Forças Armadas(CEAM) e escreve neste blog às sextas - rosangelacadide@hotmail.com
Promovido pelas comissões de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado e de Turismo e Desporto da Câmara Federal, o II Fórum Legislativo das Cidades-Sede da Copa de 2014 chega a Cuiabá nesta segunda (15). O evento já foi realizado em Brasília e Manaus, entre outras Capitais que receberão o Mundial da Fifa.
O Fórum tem início a partir das 9h no auditório Milton Figueiredo, na Assembleia, e deve contar com a participação do vice-presidente da comissão de Desporto e Turismo da Câmara, o ex-jogador da seleção Brasileira Romário (PSB). O craque desembarca no Aeroporto MArechal Rondon, em Várzea Grande, às 22h deste domingo (14), onde será recepcionado pelo colega de bancada, o deputado Valtenir Pereira.
Depois de discutir as obras previstas para o Mundial, os parlamentares realizam, no período da tarde, uma visita técnica às obras da Arena Pantanal e do aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande.
Aline de Lima ainda é pouco conhecida no cenário nacional. A cantora maranhense entrou nos comentários da crítica nacional depois que o jornal francês Le Monde fez uma reportagem destacando seu trabalho. Ela mora na Europa há 13 anos. Foi estudar design, mas a música falou mais alto e hoje está no terceiro CD.
Ela produziu o álbum sozinha e aos 32 anos de idade traz muitas experiências na bagagem. Aline pretende fazer uma turnê pelo Brasil no ano que vem. Ela encanta os parisienses com os ritmos nordestinos, a bossa nova, samba e poesia. Seu primeiro trabalho foi lançado em 2006 e fez parcerias com músicos de todo o continente.
Aline conta que pela crise fonográfica teve que criar o próprio selo, tocando instrumento por instrumento, fazendo todas as vozes, os arranjos e, por fim, a edição. Ela começou a cantar em bares de Paris e pouco tempo depois finalizou o projeto de composições pessoais que rendeu um contrato com a gravadora francesa Naïve.
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Clique no play e confira Aline
Uma vereadora por Vila Bela da Santíssima Trindade (521 km a Oeste) integra uma quadrilha que, segundo a Polícia Civil, sequestrou o filho de um fazendeiro na região. A parlamentar Janine Elizabeth foi presa neste final de semana, juntamente com outras 5 pessoas. Também foram parar na cadeia Valdir José da Silva, Edir Cambará da Silva, Rivaldo Surubi Rosália, Virgílio Pedraça Surubi, José Martinho Surubi.
Neste domingo a fazenda Brejo Alegre foi invadida por 5 pessoas que renderam a família e exigiram tudo o que estava no cofre. Como não obtiveram êxito, eles pegaram o filho do proprietário Marcos Antônio Neves Francisco como refém. Ele ficou três dias num cativeiro.
Após o sequestro, o grupo passou a exigir R$ 300 mil do pai da vítima, Acácio Português. A família chegou a sacar R$ 150 mil e só comunicou a polícia no começo da noite de segunda (26). “O caso foi solucionado após a identificação da voz de um dos sequestradores. A família não precisou pagar o dinheiro do resgate”, frisou o delegado titular do GCCO, Flávio Henrique Stringueta.
Conforme a polícia, Valmor Santos da Silva, que tem passagem pela polícia por roubo e receptação, encontra-se foragido. Ele articulou toda a ação juntamente com a vereadora Janine, que é sua amásia. Todos os presos foram encaminhados à cadeia de Pontes e Lacerda, já a vereadora para a de Araputanga.
Os hospitais privados de Cuiabá se veem acuados por causa da greve geral que atinge as unidades de saúde. Reclamam que não conseguem pagar os encargos e efetuar uma negociação porque entidades como a Unimed não reajustam o repasse há mais de 3 anos.
Apesar disso, aumentam o valor cobrado dos clientes. O problema não pára por aí. O MT Saúde, plano exclusivo para servidores públicos do Estado, não paga os prestadores de serviços há 2 meses.
A Unimed Cuiabá tem mais de 1,1 mil clientes e 228 estabelecimentos de saúde credenciados. Já o MT Saúde tem por objetivo possibilitar o acesso dos servidores a uma assistência médica de qualidade a um baixo custo. Por ser uma instituição sem fins lucrativos, não tem propósito de concorrência com o mercado particular de saúde.
Se por um lado os hospitais privados tentam abrir negociação com funcionários, por outro buscam sensibilizar a Unimed Cuiabá e o MT Saúde para que honrem os pagamentos e aumentem o repasse às unidades. O Hospital Santa Rosa, por exemplo, propôs um aumento de 6% para a categoria, que recusou a proposta. Os funcionários exigem um acréscimo de 30% nos
subsídios.
Além do Santa Rosa, a insatisfação atinge o Jardim Cuiabá, Hospital do Câncer e Geral. A greve é apoiada pelo sindicato dos Trabalhadores na Saúde Privada, que os representa, como o dos Profissionais de Enfermagem do Estado, sob Dejamir Soares.
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