Terça, 22 de Maio de 2012, 15:35 h
MEIO AMBIENTE | 29/02/2008 - 23:01

Dados equivocados do Inpe agora são corrigidos

Romilson Dourado

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Comentários:
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  • Carlos Magno | 03/03/2008 23:24
    Alta Floresta

    As ONGs estrangeiras usam laranjas para participar de leilões e comprar terras na Amazônia - diz o General de Brigada Durval Antunes Ner.

    Entidade ligada às Forças Armadas, o Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos (Cebres) alerta que, se o governo quiser identificar e mapear o poderio das Organizações Não-Governamentais (ONGs) de atuação suspeita na Amazônia, terá de colocar uma lupa potente no crescimento das transações fundiárias na região. A entidade aponta que está em curso um forte processo de transferência e concentração de terras em nome de pessoas físicas e empresas estrangeiras e que se utilizam de brasileiros como fachada para comprar áreas na região.

    - coordenador de estudos e pesquisas da Cebres, que esteve várias vezes na região e garante ter confirmado pessoalmente o que antes apenas se suspeitava.

    Segundo Nery, ONGs estrangeiras como a inglesa WWF estimulam invasões de terras no Sul do Pará para forçar a saída de fazendeiros e, assim, forçar revisão de processos de propriedade fundiária. O general explica que uma lei aprovada pelo governo do Pará, há cerca de 10 anos, sob o pretexto de recadastrar propriedades, acabou retirando os títulos de fazendeiros que não se apresentaram para fazer a revisão. A irregularidade aparece sempre que o dono da área invadida por supostos movimentos sociais entra na Justiça com pedido de reintegração.

    - Quem não revalidou o título perde a terra, que acaba nas mãos de empresas estrangeiras depois que os invasores deixam as propriedades. Os estrangeiros compram propriedades oferecendo preços acima do mercado - afirma o general.

    Transações milionárias

    A transferência a estrangeiros ocorre também através de transações normais de mercado, como a bancada pelo milionário sueco-americano Johan Eliasch, que comprou cerca de 190 mil hectares entre os municípios de Manicoré e Itacoatiara.

    - Na recente reunião do grupo do G-20, Eliasch declarou que vai enriquecer ainda mais com a exploração e venda da madeira, da biodiversidade e dos ricos minerais da região. Ele recomendou que outros ricos adquiram terras na região e chegou a afirmar que com US$ 50 bilhões dá para comprar a Amazônia inteira - afirma Nery.

    Há uma infinidade de entidades estabelecidas na região, mas o general garante que os grandes riscos detectados pelos levantamentos militares é o crescimento da influência estrangeira, segundo ele, uma ameaça permanente à soberania do país.

    - O risco não é o ensinamento de rituais místicos aos índios. É a presença estrangeira representada pelas ONGs - provoca o militar, numa crítica a um dos objetivos da devassa que o Ministério da Justiça planeja sobre as ONGs que atuam na região.

    Ele afirma que as principais entidades exercem influência em extensas áreas situadas entre o polo mineral do Carajás, no Sul do Pará, e em Roraima, onde o governo brasileiro demarcou cerca de 11 milhões de hectares de terras indígenas nas reservas Yanomami e Raposa/Serra do Sol. Nessa região, segundo o general, estão as maiores jazidas de ouro, diamantes, urânio e nióbio, minério valioso e estratégico que concentra 98% das reservas mundiais no Brasil.

    As ONGs estrangeiras com mais influência na região, segundo o Cebres, são a USAID (United States Agency for International Development), WWF (World Wild Foundation) FINRAT (Former International Reserve of Amazon Florest) e grupos missionários subsidiados pela Fundação Rockfeller.

    O levantamento da entidade aponta que muitas ONGs são fachadas para espionagem sobre recursos naturais à biopirataria, mas atuam também no tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. O risco de perda de soberania brasileira começou no governo do ex-presidente Fernando Collor, mas agravou-se nas gestões seguintes.

  • Mirtis Rodrigues De Rezende | 01/03/2008 14:00
    cuiabá

    É estranho essa matéria do rdnews, que também deveria divulgar o editorial de ontem da folha de são paulo, que detona o governador blairo maggi e sua pseudo politica ambiental, questionando o papel do Estado que ao contrário de criticar os dados do inpe (instituição de grande credibilidade) deveria era assumir os seus erros históricos, e admitir que mesmo que os focos de desmatamento não tenham ocorrido ano passado, no entanto, o desmatamento aconteceu e a sema não tomou nenhuma ação em relação aos infratores. Leiam o editorial de ontem da folha de são paulo, ali sim reflete a realidade sobre a questão do desmatamento em mato grosso.

  • Sentinela | 02/03/2008 00:56

    É muito importante tambem destacar que estas equipes da SEMA que estão em campo pertencem a SUAD (superintendencia de açãoes descentralizadas da Sema), que é comandada por um policial militar, onde mais de 80% dos tecnicos não são tecnicos de carreira da SEMA, mas sim comissionados e terceirizados, que não tem experiencia nem habilitação necessaria para esta tarefa, muitos tem apenas o segundo grau ou formações fora da área ambiental.

    Qual a confiabilidade destes trabalhos???

    O importante a se destacar é que na maioria destas área existe sim um impacto ambiental, seja ele desmatamento corte raso, ou queimada, ou desmatamento ocorrido em outro periodo, este sim deve ser o fator mais importante.

  • Luiz Florentino | 02/03/2008 08:31
    Comodoro - MT

    Mirtis Rodrigues de Rezende - vc já leu os artigos escritos sobre o tema por Onofre Ribeiro? É preciso admitir que todo o aparelho do Estado é no mínimo insuficiente para a fiscalização do desmatamento e de outros problemas ambientais.
    - Ou será que despechar centenas de toneladas de esgoto in-natura por dia nas águas do Rio Cuiabá não é um gravíssimo problema ambiental?
    - A proposta de compensar produtores por área não desmatada parece ser um instrumento moderno e eficáz. No entando as autoridades brasileiras, especialmente a ministra Marina Silva, não tem tido a visão necessária para debater soluções que contemplem a pressão econômica sobre a floresta.
    - Outro ponto. Empresas como Amaggi, Cargil e outras não compram mais soja plantada em aréas de desmate.
    - Então, o governador Blairo Maggi tem conseguido avançar sim, e muito nessa questão. De resto o que há é muita desinformação alimentando artigos radicais de quem nunca pisou no interior de MT ou na Amazônia

  • Arlindo Peres Fontana | 02/03/2008 11:40
    cuiabá

    Luiz fernando, acho que o desinformado és tu. O editorial do jornal da folha de são paulo coloca o dedo na ferida, colocando a necessidade do governador blairo maggi assumir os erros, inclusive a falta de uma politica ambiental no estado, e não tentar escamotear os dados com contrainformação infantil, dizendo que o inpe tinha assumido os erros no cálculo da área desflorestada. Ora, alguém precisa dizer ao governador que queimada é tão ou até mais grave que desmatamento, causando sérios impactos ao ecossistema florestal. Luiz fernando, você deveria saber que o jornalista rodrigo vargas, da folha de são paulo, morou muitos anos em cuiabá e conhece o norte de mato grosso muito bem, portanto, não procede sua informação quanto a escrever artigos radicais (depende do ponto de vista que você esteja defendendo) e muito menos, de que quem escreveu a matéria não conhece mato grosso e nem a amazônia. luiz fernando, não seja cabeça dura e teimoso como o governador blairo maggi, que não quer ver ou não admite a verdade e coloca os seus negócios acima dos interesses coletivos da sociedade que deseja a preservação e o uso sustentado dos recursos florestais.

  • Carlos águia | 03/03/2008 07:39
    matupa

    Istó ate parece verdade, que vão fiscalizar, se quem manda e camara municipal, vcs dao parecer negativo e a camara aprova igual, e ainda mais quem esta fazendo parte do conselho do tribunal merece toda esta confiança??? porque ultimamente a gente so vê o troca troca, e creu no povo, e más o o que interessa e o salário e por sinal não é baixo, ainda quem vai fazer julgamento das contas rsrsrs. até e piada...isto e brasil......



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