Nestor, deixa de ser alienado rapaz, por isto é que o comentarista está certo, por causa de pessoas como você que a educação no Brasil fica deste jeito, vai estudar rapaz. Estudar que eu digo é: Vai pesquisar de verdade e de fato para ver se você começa a pensar melhor e deixar de ser preconceituoso e sem fundamento em suas indagações, por que indagações deste tipo só faz quem tem baixo nível, senão você teceria opinião balizada de fato!!!
É uma vergonha para Mato Grosso, o que tem de diploma paraguaio, boliviano e argentino circulando na praça chega a ser constrangedor. A grande maioria desses cursos de pós graduação funcionam uma vez por mes e olhe lá...Alguns deles não são aceitos nem por instituições sérias dos seus países de origem
Quando se trata de educação no Brasil, este é um dos assuntos mais relevantes da atualidade, pois o governo brasileiro ainda não acordou para necessidade de se investir nos profissionais de educação de forma que tenham possibilidades de fazerem cursos de pós-graduação como mestrado e doutorado. Seria muito importante que o MEC, através da CAPES ampliasse os cursos, ora citados, de forma que todos os professores pudessem fazê-los. Não dá pra entender o por quê de se criar tantos obstáculos para autorizarem mais cursos. Não é fácil ser educador em um país como o Brasil, o certo é que os governantes, na maioria das vezes, não tem compromisso com a educação, assim como os representantes de classe também, às vezes, não se atentam para algumas leis que são aprovadas... Conforme, a LDB e os próprios Planos de Carreira a valorização do profissional se dará com piso salarial profissional e valorização mediante formação continuada, porém, não se paga mediante apresentação do título de conclusão de curso, assim como só se assume o concurso com a graduação, só depois de três em três anos é que se consegue a mudança de cada nível, essa aberração está nos Planos de Carreira e asistidos por determinados Sindicados... Tudo seria perfeito, se o que colocassem no papel fosse cumprido, é uma pena, mas o papel aceita tudo!... Mas tudo bem, vamos finalizar acreditando que o governo não está segurando a criação de mais cursos de pós-graduação, a fim de que não se aumente o salário dos profissionais de educação. A qualidade do ensino pasa pela qualidade de quem é o gestor, pois sem investimento não há mudança. O que vc faria se tivesse que administrar as despesas de sua casa sem recursos... Assim é na educação, só promessa!...
Quando se trata de educação no Brasil, este é um dos assuntos mais relevantes da atualidade, pois o governo brasileiro ainda não acordou para necessidade de se investir nos profissionais de educação de forma que tenham possibilidades de fazerem cursos de pós-graduação como mestrado e doutorado. Seria muito importante que o MEC, através da CAPES ampliasse os cursos, ora citados, de forma que todos os professores pudessem fazê-los. Não dá pra entender o por quê de se criar tantos obstáculos para autorizarem mais cursos. Não é fácil ser educador em um país como o Brasil, o certo é que os governantes, na maioria das vezes, não tem compromisso com a educação, assim como os representantes de classe também, às vezes, não se atentam para algumas leis que são aprovadas... Conforme, a LDB e os próprios Planos de Carreira a valorização do profissional se dará com piso salarial profissional e valorização mediante formação continuada, porém, não se paga mediante apresentação do título de conclusão de curso, assim como só se assume o concurso com a graduação, só depois de três em três anos é que se consegue a mudança de cada nível, essa aberração está nos Planos de Carreira e asistidos por determinados Sindicados... Tudo seria perfeito, se o que colocassem no papel fosse cumprido, é uma pena, mas o papel aceita tudo!... Mas tudo bem, vamos finalizar acreditando que o governo não está segurando a criação de mais cursos de pós-graduação, a fim de que não se aumente o salário dos profissionais de educação. A qualidade do ensino pasa pela qualidade de quem é o gestor, pois sem investimento não há mudança. O que vc faria se tivesse que administrar as despesas de sua casa sem recursos... Assim é na educação, só promessa!...
Aqui do meu cantinho , parabenizo este grande cidadão josé Patrocínio , que visão fantástica do mundo globalizada, pois conheço muitos jovens aqui do meu pequeno estado que arranjaram bolças de estudo em boas universidades da Rússia, ralaram bastante, pois medicina já é um curso muito difícil em português, imagine a pessoa ter que aprender várias linguas , inclusive o russo para receber seu diploma.
Com tantas pós-graduações stricto sensu no país, de ótima qualidade por sinal, tem muita gente que vai se aventurar na Argentina, Paraguai etc em instituições de qualidade duvidosa. É que muitos querem o título apenas para adornar seus escritórios, clínicas ou conseguir aumento salarial no setor público (nesse caso não conseguem, pois o diploma acaba não sendo reconhecido no Brasil para fins de enquadramento), sem, entretanto, se preocuparem com a pesquisa. Vão atrás de pós-graduações que tem aulas em temporadas de férias etc. Existem instituições no mercosul que conferem título de mestre e doutor em 2 anos, quando no Brasil o mestrado se obtém em 2 anos e o doutorado em 4, no total 6 anos. Mestrado e Doutorado, como a graduação, não é para qualquer um. Não é como o ensino básico. Tem que ser feito por quem tem aspirações acadêmicas. Não podemos transformar as pós-graduações stricto sensu no que viraram as especializações. É claro que existem instituições de ensino no Mercosul de qualidade reconhecida. Para essas sim poderia haver uma revalidação automática, desde que a avaliação da qualidade fosse feita com critérios científicos, acadêmicos e não de mercado.
Parabenizo o colega colunista pelo tema. Só é necessário ter cuidado com a manutenção da qualidade dos cursos, o que nem sempre acontece nos demais países do Mercosul. O sistema Capes, com todos os seus defeitos, tem gerado bons resultados em termos qualitativos. O Brasil é referência internacional em pós-graduação, ocupando posição de liderança nos países emergentes. Algumas alternativas são a criação de uma "Capes do Mercosul", como comentado pelo Patrocínio, ou um rito sumário para a convalidação dos diplomas.
Parabéns ao sempre criterioso Professor Patrocínio, a problemática da convalidação dos título, deve-se registrar, tem ainda um senão de reserva de mercado da Tchurma da CAPES, que nem diz sim nem diz não aos processos, apenas "senta em cima" dos pedidos para evitar, inclusive, a discussão judicial, vez que não há negativa aos pedidos. A integração do cone sul é boa para o Brasil que se fortalece cada vez mais neste bloco, isso sem contar que, por exemplo, na Argentina há muito mais livrarias, bibliotecas, e índices de formação no 3º grau e pós graduação que no nosso País, apenas para se iniciar a discussão. Devemos olhar no horizonte da integração e mirar na liderança deste bloco, e essas idas e vindas da informação nos colocam na linha de frente dessa corrida.
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