Sexta, 25 de Maio de 2012, 13:27 h

AGECOPA | 30/11/2011 - 20:33

Edivá diz que são necessários 5 anos para a conclusão do VLT

Nayara Araújo

Edivá Alves     O presidente da Comissão Especial de Fiscalização de Acompanhamento das obras da Copa na Câmara de Cuiabá, vereador Edivá Alves (PSD), dispara que são necessários 5 anos para construir um percurso de 10 km de um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) com capacidade para transportar 150 mil passageiros por dia. “De modo geral, é 1 ano para projeto base, 1 ano para financiamento, 1 ano para projeto executivo e 2 anos para execução. No total, a obra vai custar R$ 40 milhões por km e, só em Cuiabá, são 23 km. Isso significa que a o custo será de R$ 900 milhões”, dispara.

     Revoltado com a falta de planejamento da Capital com relação ao tempo que foi determinado às obras para a Copa, o vereador aponta a necessidade de um estudo de viabilidade econômica para, só então, a Capital não perder os recursos do VLT. “Ninguém sabe informar se a passagem continuará R$ 2,50 ou se o estudante vai continuar na gratuidade”, destaca Edivá.

     Ele também lembra que a avenida Prainha não passa por vistoria há mais de 40 anos e que desconhece qualquer atitude para adequar o local às mudanças necessárias. “O VLT vai passar em cima de um canal que acelera a corrosão do concreto. Ouço dizer que foram feitas supervisões, mas não tenho acesso a informações e não vejo resultados”, protesta.

     Para finalizar, o social-democrata defende a ideia do promotor de Justiça Clóvis Almeida, que sugere que o governo tire o VLT como projeto de Copa para fazer de forma independente. “Já que não temos mais tempo, essa é a solução. Se nenhuma atitude for tomada, vamos receber os jogos do Mundial com a Prainha esburacada”, assegura.
 

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AGECOPA | 25/09/2011 - 16:00

Preciso trabalhar, reclama Eder

Valérya Próspero

     O presidente da Agecopa e futuro secretário da Secopa, Eder Moraes, reclama que se fosse responder a todos os requerimentos que chegam à autarquia não conseguiria trabalhar, pois passaria o dia replicando os documentos. Mas quando o assunto são as solicitações feitas pela Comissão de Acompanhamento das Obras da Copa da Assembleia, ele garante que respondeu a todas. “Todos os documentos que eu recebi foram respondidos. O que precisam é oficializar as coisas. Os que não foram respondidos eu pedi dilação de prazo. Eu preciso trabalhar”.

     Eder também rebateu as críticas do deputado estadual Walter Rabello (PP), que ameaçou pedir vistas do projeto de criação da Secopa alegando que chegou a propor em outro momento a implantação da secretaria, mas o governo havia argumentado não ser possível. “Não é que não podia. O entendimento naquele momento foi que o regime presidencial era o melhor, mas o modelo não funcionou na prática”, explica o presidente.

     Quanto às críticas do diretor de Comunicação e Marketing da Agecopa, Roberto França, que responsabilizou o fim da autarquia à falta de apoio do governador no Legislativo para demitir o diretor de Infraestrutura Carlos Brito, Eder não quis polemizar as declarações. “O Roberto tem uma opinião pessoal, são várias as interpretações. Meu entendimento é que o governo aproveitou o momento para fazer toda e qualquer mudança como derradeira”.

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AGECOPA | 18/09/2011 - 08:00

Agecopa gasta R$ 2 mi com vídeo para divulgar Pantanal

Laura Nabuco e Glaucia Colognesi

     Enquanto a Agecopa se preocupa em fazer propaganda do Pantanal Mato-grossense para o Mundo, as obras de mobilidade urbana continuam atrasadas em Cuiabá e Várzea Grande. A Agecopa irá gastar R$ 2 milhões para gravar documentário sobre o Pantanal e veiculá-lo no canal por assinatura National Geographic.

     Além do documentário que terá três episódios, será traduzido para 27 idiomas e exibido à 164 países, a agência fará ainda três vídeos institucionais para o Governo e confeccionará mais um livro editado pela editora abril. Esses vídeos vão mostrar o centro histórico de Cuiabá, de Chapada dos Guimarães e de Nobres.

     O diretor de Turismo da Agecopa, Yuri Bastos, justificou o atraso nas obras de mobilidade urbana e os gastos em propaganda, exaltando a possibilidade de fomentar a economia de Mato Grosso por outros meios. "Temos o compromisso de com o passar da Copa saber que pessoas passaram a viver efetivamente do turismo", salientou.

     A perspectiva é de que o documentário seja concluído daqui um ano e os vídeos até o mês de maio de 2012. "A partir do ano que vem queremos colocar Cuiabá como a porta de entrada do Pantanal", afirmou.
 

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AGECOPA | 17/09/2011 - 17:45

Barreto desconhece relatório de Wagner sobre atraso em obras

Glaucia Colognesi

Hermínio Jota Barreto      Mesmo sendo membro da Comissão de Acompanhamento das Obras da Copa na Assembleia, Hermínio Jota Barreto (PR) alega desconhecer o conteúdo e a existência do relatório anunciado pelo presidente da comissão, Wagner Ramos (PR), em meio às críticas do deputado Percival Muniz (PPS).

     Na última semana, o socialista reclamou que a Casa não tinha informações sobre as obras da Agecopa. Ele chegou dizer que a Assembleia tem uma “Comissão de Faz de Conta” em referência aos trabalhos do grupo presidido por Wagner. Em resposta, o republicano anunciou a existência do relatório que apontava obras não realizadas pela autarquia, mas optou por não detalhar o teor.

     Wagner disse que vai encaminhar cópia do documento ao governador Silval Barbosa (PMDB) e ao presidente da Agecopa, Eder Moraes, de quem promete cobrar providências em relação aos trabalhos não executados.

     Nos bastidores, questiona-se a existência do relatório. O deputado e a assessoria garantem, por outro lado, que as informações foram repassadas ao presidente da Assembleia, José Riva. Porém, as declarações de Barreto de que não viu o documento aumentam os rumores de que a Casa não estaria recebendo os dados.

AGECOPA | 16/09/2011 - 13:17

Silval participa de lançamento do cronômetro da Copa do Mundo

Kamila Arruda

     O governador Silval Barbosa (PMDB) prestigia nesta sexta (16) a cerimônia de lançamento do cronômetro oficial para o início da Copa do Mundo de 2014. Na oportunidade, diretores da Agecopa também vão lançar a série produzida por dois documentaristas brasileiros intitulada de Trilogia do Pantanal.

     O cronometro começou a marcar a partir das 12h quantos dias faltam para chegada dos jogos. Além de Silval, o diretor-presidente da Agecopa, Eder Moraes, e produtores do documentário, Lawrence Wahba e Haroldo Palo Junior, participam do evento.

     Cuiabá é uma das 12 cidades-sede que vão sediar partidas do Mundial de 2014. Para tanto, precisam ser cumpridas exigências da Fifa, entre elas a construção de um novo estádio, com capacidade mínima de 40 mil pessoas, a reforma do Aeroporto Internacional de Várzea Grande, as obras de mobilidade urbana para desafogar o trânsito da cidade e a implantação de um novo modal de transporte. Porém, somente a obra do estádio e de desbloqueio estão em andamento.

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AGECOPA | 14/09/2011 - 19:55

Eder diz em Brasília que quase 20 projetos serão licitados já

Romilson Dourado


Ao lado do governador Silval Barbosa, o presidente da Agecopa Eder de Moraes, apresenta projeto do VLT, na CEF de Brasília
Foto: Josi Pettengill

    O presidente da Agecopa Eder de Moraes acompanhou o governador Silval Barbosa em Brasília na assinatura da matriz para implantação do modal VLT em Cuiabá e Várzea Grande. Na reunião tanto na Caixa Econômica quanto com representantes das 12 cidades-sedes do Mundial de Futebol de 2014, lá estava ele, apresentando balanço dos projetos de mobilidade urbana, mesmo com quase todos por iniciar a execução.

    Eder discorreu sobre a arena do novo estádio Verdão, em Cuiabá, e citou que a avenida Mário Andreazza, em Várzea Grande, será duplicada. Garantiu que a ordem de serviço sai em 15 dias. Ao todo, são aproximadamente 20 projetos prontos para serem licitados. Aqueles que seriam tocados pelo Dnit foram transferidos para o governo estadual, como os que abrangem toda avenida Miguel Sutil, incluindo viaduto do bairro Despraiado, e trincheiras nos trevos da Gráfica Atalaia, do Santa Rosa, do Santa Izabel e da Mário Andreazza, e ainda obras da Fernando Corrêa da Costa, com viaduto em frente à entrada para o complexo da UFMT, e pontes sobre o rio Coxipó e avenida da Feb. Destacou que estão prontas as ordens de serviços com vistas à construção de 4 pontes.

   "Aqueles impacientes de plantão vão assistir as obras serem concluídas". Eder pede trégua a população ao ressaltar que "é tudo muito complexo" e que "as coisas não acontecem da noite para o dia". Disse se tratar de obras de mobilidade urbana que vão representar avanços de 100 anos para a Grande Cuiabá. O presidente da Agecopa assegura que tem agido com cuidado e cautela para os serviços saírem bem feitos. Revela que não utiliza nas obras o que denominou de Tratamento Superficial Duplo (TSD), o chamado asfalto casca de ovo, mas sim o CBVQ, que traz maior volume de espessura do asfalto.

   Efeito disco-voador

   Polêmico, Eder de Moraes reagiu aos comentários irônicos feitos pelo senador Pedro Taques (PDT), em entrevista ao vivo na última sexta ao RDTV, a tv na web do RDNews. Taques disse que as obras da Agecopa estão iguais a disco voadores, pois ninguém as vê. Eder, por sua vez, afirmou que os discos voadores começam a pousar e, segundo ele, quem não está enxergando isso é porque tem interesse em outras questões ou está com deficiência de visão.

    Segundo o presidente da Agecopa, basta as pessoas andarem pelo centro de Cuiabá que perceberão obras de mobilidade urbana, feitas com os R$ 20 milhões transferidos pela autarquia à prefeitura. Disse que toda malha viária foi recapeada com esses recursos, especialmente no bairro Quilombo, na avenida Coronel Escolástico e na rua Barão de Melgaço.

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AGECOPA | 27/07/2011 - 08:35

Ex-presidente da MT Fomento vai à Agecopa sem "função definida"

Valérya Próspero

     O ex-presidente da Agência MT Fomento, Arcleyde Dias Pereira, entregou seu cargo nesta segunda (25) em cerimônia de posse realizada na própria instituição.

     Ele sai da coordenação do órgão depois de três anos, deixando a vaga para ser gerida por Mário Milton Mendes, e entra para colaborar nas questões financeiras da Agecopa. Ele vai ser assessor do presidente Eder Moraes, mas ressalta que sua função não tem atributos definidos e que nesse momento está cuidando da parte financeira do estádio, junto ao BNDES e da mobilidade urbana, com a Caixa Econômica.

     Arcleyde também vai ficar encarregado de administrar as finanças do novo transporte urbano de Cuiabá, que está em processo de aprovação pelo governador Silval Barbosa e aguarda a posição do Ministério das cidades para saber se vai liberar ou não verba para a implantação do VLT.

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AGECOPA | 22/07/2011 - 14:45

Diretor recorre, mas terá que arcar com "prejuízo" de R$ 72

Valérya Próspero

     O ex-presidente e diretor de Planejamento da Agecopa, Yênes Magalhães, bem que tentou se livrar da multa de R$ 72 determinada pelo TCE. Ele recorreu da decisão, mas não conseguiu reverter o débito. Ele deixou de enviar, em fevereiro deste ano, as informações sobre as obras, em andamento na agência, para o sistema Geo Obras, vinculado ao tribunal.

     O sistema permite que não só o TCE, mas toda sociedade acompanhe os trâmites de empreendimentos de órgãos das esferas estadual e municipais. O abastecimento do Geo Obras é obrigatório pelas unidades jurisdicionadas que estejam executando os serviços. O ex-diretor descumpriu essa determinação, tendo conhecimento do dever, segundo informações do TCE.

     No recurso, Yênes alegou que foi uma falha administrativa e colocou a culpa em um de seus subordinados, que não teria publicado os documentos. No entanto, de acordo com relatórios do TCE, a diretoria da Agecopa já havia sido comunicada das lacunas e o caso foi considerado reincidência.

     No parecer do conselheiro Antônio Joaquim, ele analisa que “o gestor tem o dever de controlar a atuação dos subordinados de modo a garantir que as normas gerais e as ordens específicas sejam obedecidas, verificando e fiscalizando os atos praticados pelos servidores, especialmente daqueles por ele designados”.

     Yênes ocupou interinamente o cargo de diretor-presidente da Agecopa, após a renúncia de Adilton Sachetti, mas continua à frente da diretoria de Planejamento. Para o comando da agência, o governador Silval Barbosa (PMDB) nomeou Eder Moraes, ex-secretário-chefe da Casa Civil.

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AGECOPA | 20/06/2011 - 10:49

Para definir modal, Eder fica em MT e Yuri vai até a África do Sul

Sissy Cambuim

     Após confirmar a viagem à África do Sul na missão coordenada pelo Ministério dos Esportes, o diretor-presidente da Agecopa, Eder Moraes, cancelou a agenda na última sede da Copa do Mundo a pedido do governador Silval Barbosa (PMDB) e passou ao diretor de Assuntos Estratégicos da agência, Yuri Bastos, a responsabilidade de representar o Estado no intercâmbio.

     Eder tinha planos de aproveitar a viagem para estreitar as relações com o ministro dos Esportes, Orlando Silva, colocando-o a par do andamento das obras em Cuiabá, que ele julga ser a cidade-sede mais adiantada do Brasil, com 25% das obras da Arena Pantanal já executadas e a duplicação de duas rodovias e da ponte Mário Andreazza em andamento.

      No Estado, Eder deve finalizar os trabalhos para a definição do modelo de transporte que será implementado na região metropolitana. A escolha entre Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e Bus Rapid Transit (BRT) vem sendo adiada desde 20 de maio, após a viagem da comitiva integrada pelo governador, o diretor-presidente e os deputados estaduais José Geraldo Riva (PP), Sérgio Ricardo (PR) e Guilherme Maluf (PSDB) à Europa.

      Já Yuri, que embarca nesta segunda (20) e permanece até a próxima quinta (23) no país, representará o Estado na Missão Internacional, composta pelo ministro, responsáveis pelas demais cidades-sede do Mundial e empresários, e participará de workshops, visitas ao Soccer City, ao aeroporto de Johannesburgo e à estrada que dá acesso ao local, além de verificar, in loco, o legado deixado após a Copa.

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AGECOPA | 05/06/2011 - 11:45

Copa Verde é lançado nesta 2ª

Sissy Cambuim

     Para diminuir os impactos negativos relacionados às obras que visam estruturar o Estado para receber os jogos do Mundial da Fifa, em 2014, a Agecopa e o Instituto Ação Verde lançam, nesta segunda (6), o programa Copa Verde. A medida deve neutralizar a emissão de todo o carbono emitido na construção da Arena Pantanal.

     Pelo menos três mil famílias ribeirinhas, que vivem em comunidades de nove municípios às margens dos rios Cuiabá, Paraguai e São Lourenço, deverão plantar 1,4 milhão de árvores em pontos de degradação nestes locais. Depois, a Agecopa comprará o crédito do carbono gerado pelas novas árvores como formo de compensar os efeitos do gás carbônico emitido pelas obras da Arena.

     De acordo com o diretor-presidente da Agecopa, Eder Moraes, devem ser destinados R$ 710 mil para os moradores que participarem do programa. Além de receber pelo plantio de árvores, as famílias terão a oportunidade de se adequar às leis de proteção ambiental.

     Estima-se que a construção da Arena gere uma emissão de 711 mil toneladas de carbono. Para cada tonelada, são necessárias sete árvores a fim de neutralizar os efeitos. Para ser realmente beneficiada, a família se compromete junto ao Ministério Público Estadual (MP), por meio da assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), a se responsabilizar pelo acompanhamento das árvores.

     O pagamento pela venda do carbono será repassado em parcelas anuais para as comunidades ou individualmente aos criadores. O grupo pode também apresentar um projeto de utilidade pública ao MP para liberação do montante total.

     Durante o lançamento do Copa Verde serão plantadas 500 árvores na comunidade de Barranco Alto, em Santo Antônio do Leverger. Também participarão do programa os municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Barão de Melgaço, Nobres, Rosário Oeste, Acorizal, Jangada e Poconé. Ao todo, a iniciativa vai custar R$ 3,5 milhões.

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AGECOPA | 04/06/2011 - 07:36

Político da velha safra, Lacerda quer balões como meio de transporte

Flávia Borges

José Lacerda       Enquanto as principais lideranças do Estado "brigam" para implantar o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ou Bus Rapid Transit (BRT), modelos de transporte tecnológicos e que viabilizem maior mordernidade em Cuiabá e Várzea Grande rumo à Copa de 2014, o novo secretário-chefe da Casa Civil, José Lacerda, quer que a população da Baixada Cuiabana tenha à disposição dirigíveis, ou os famosos balões, como meio de transporte.

     Pertencente à velha safra de políticos mato-grossenses, o ex-deputado Lacerda, que assumiu a cadeira de Eder Moraes na Casa Civil, considerado um dos braços fortes do governo, alega que a indústria aeroespacial desenvolveu aeronaves modernas, mais leves do que ar, capazes de revolucionar o transporte de cargas volumosas.

     "Dessa forma, o sistema de transporte de cargas deve voltar sua atenção para os dirigíveis, uma vez que eles consomem a quarta parte do combustível de um jato de carga. Isso porque, os jatos superam a velocidade, mas como o transporte não termina no aeroporto, o dirigível ganha a corrida", defende o novo secretário.

     O governador Silval Barbosa (PMDB) foi à Europa com uma comitiva e voltou praticamente decidido pelo VLT. Assim como ele, outras lideranças defendem a implantação do sistema, como o presidente da Assembleia, deputado José Riva, e o próprio Eder Moraes, que deixou a Casa Civil para comandar a Agecopa.

     De outro lado estão os diretores da agência Yênes Magalhães (Planejamento), que chegou a atuar como presidente da Agecopa após a saída de Adilton Sachetti do cargo, e Carlos Brito (Infraestrutura), que acreditam que o BRT atenderia melhor as necessidades dos mato-grossenses e turistas rumo à Copa.

     Agora, surge Lacerda, que leva os pensamentos "nas nuvens" e defende a volta dos balões, comuns durante a primeira guerra mundial. "No Brasil, os dirigíveis são utilizados com fins publicitários e para transmissão de eventos esportivos pela televisão. Além disso, eles também são importantes para regiões com pouca infraestrutura. No país, o sistema dirigível ganhou destaque nas empresas, visto que os empresários estão desenvolvendo esses aparelhos para transporte de grandes cargas", afirmou o secretário.

     Ainda segundo ele, é importante que os transportadores e os usuários de Mato Grosso estudem este meio de transporte como forma de completar o transporte intermodal. "Dirigível é um modelo de transporte do futuro", conclui Lacerda.

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AGECOPA | 01/05/2011 - 10:20

Eder transfere poder para um ex-guerrilheiro contratado pelos EUA

Romilson Dourado

Eder de Moraes e Jefferson de Castro   Jefferson Carlos de Castro Ferreira Junior, diretor de Orçamento e Finanças da Agecopa, passou a ser o homem de confiança do novo presidente da Agecopa, executivo Eder de Moraes. Na mesma semana em que assumiu o comando da autarquia responsável pelos projetos preparativos de Cuiabá para o Mundial de Futebol de 2014, Eder destacou Jefferson para responder interinamente pela presidência pelo período de 8 dias, enquanto segue em viagem ao exterior com o governador Silval Barbosa. A comitiva passa por Portugal e Inglaterra e retorna a Cuiabá na próxima quarta (4).

    Eder escolheu Jefferson como braço-direito dentro da Agecopa, que detém orçamento de R$ 1,6 bilhão para este ano, após ter em mãos vários documentos e dossiês que mostram, na prática, como esteve agindo até agora cada um dos diretores, sendo eles Roberto França (Comunicação e Marketing), Yuri Bastos Jorge (Assuntos Estratégicos), Carlos Brito (Infraestrutura), Agripino Bonilha (Articulação Interinstitucional), Yênes Magalhães (Planejamento) e o próprio Jefferson. Constatou casos graves na condução de licitações, obras e outras "amarrações". O assunto chegou ao Palácio Paiaguás e Eder só aceitou assumir a Agecopa com autonomia para, se necessário, substituir até alguns diretores. O clima entre eles é de insegurança. Com temor de Eder, eles cessaram até as brigas internas.

     Ao invés de escolher Yênes, que respondeu cumulativamente pela presidência por praticamente um ano, Eder optou por Jefferson para substituí-lo. Mas, afinal, quem é Jefferson de Castro? Trata-se de um ex-guerrilheiro que chegou a ser contratado pelos Estados Unidos para o combate contra rebeldes das Forças Revolucionárias da Colômbia.  Natural do Rio de Janeiro, Jefferson cursou Ciências da Economia e formou-se em Ciências Militares pela Universidade do Kansas (USA) e possui pós-graduação em Logística pela mesma universidade americana.

    Guerrilha

    Foi nesta época que aceitou entrar no Exército americano para combate a guerrilhas e traficantes na Colômbia, maior produtor mundial de cocaína. Nesse caso, o hoje diretor da Agecopa não agiu pela Pátria, como legítimo representante do Exército Brasileiro, já que foi contratado, mas sim como mercenário. Depois de um certo período, voltou para o Brasil, formou-se em Direito pela Universidade Cândido Rondon e, na iniciativa privada, foi gerente de Exportação, Relações Públicas e Finanças de várias empresas. Conheceu Cloves Vettorato (já falecido), secretário de Projetos Estratégicos,  e Luiz Antonio Pagot, o então supersecretário do governo Blairo Maggi.

   Jefferson era um simples professor de Língua Inglesa. Como domina alguns idiomas, entre eles inglês, guarani e castelhano, foi contratado pelo governo mato-grossense para ser o intérprete da comitiva de Maggi que, em fevereiro de 2005, com cerca de 120 pessoas, realizou a Expedição Estradeiro Internacional. Por duas semanas, percorreu os países andinos Bolívia, Peru e Chile. Jefferson caiu nas graças da chamada turma da botina, grupo político ligado a Maggi. Se tornou assessor da secretaria de Assuntos e Projetos Estrátegicos, secretário-adjunto da Casa Civil e representante do Escritório de Mato Grosso em Brasília. Sob indicação de Maggi, Jefferson se tornou diretor da Agecopa. Detalhe: sua passagem pelo exercício americano não consta no currículo.

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AGECOPA | 28/04/2011 - 17:06

Eder lista as ações em 48 horas

Sissy Cambuim

Eder Moraes     O presidente da Agecopa, Eder Moraes, que foi empossado oficialmente na última segunda (25), já contabiliza as obras de sua gestão. “Em 48 horas eu já liberei seis editais de licitação, implantamos o sistema de três turnos nas obras da Arena Pantanal e fizemos um mutirão com os diretores para dar celeridade às questões de meio ambiente e outras”, elencou em entrevista ao programa Chamada Geral, da rádio Mega FM, nesta quinta (28). Desde que Eder asusmiu o comando da agência, os demais diretores vem fazendo questão de rebater as acusações de morosidade nos trabalhos da Agecopa e com frequência destacam que o órgão está cumprindo seu papel. Primeiro foi o diretor de Planejamento, Yênes Magalhães, que ao transmitir o cargo fez questão de frisar que o ex-secretário-chefe da Casa Civil chegava num local onde havia planejamento.

      No dia seguinte, durante visita às obras de início do levantamento dos pilares da Arena Pantanal, na terça (26), foi a vez do diretor de Infraestrutura, Carlos Brito, dar a sua alfinetada. “A Agecopa fez o dever de casa”, disse.

    Eder lançou editais das obras de desbloqueio nas vias de Cuiabá e Várzea Grande para que, a partir de então, comecem a ser feitas as obras de mobilidade urbana, uma das mais esperadas pela população da região metropolitana. Na oportunidade, anunciou que estão sendo preparados mais 12 editais para serem lançados nos próximos dias e garantiu que as obras terão início nos próximos 70 dias.

     Indicado com o objetivo de melhorar a imagem da Agecopa junto à sociedade, que reclama de, até agora, não ter visto as obras saírem do papel, Eder começa nesta sexta (29) a explorar o primeiro grande desafio à frente da Agência. Em meio à cobrança por celeridade, ele terá que decidir, em até um mês, como prometido, pelo modelo de transporte que será implantado como modal principal para estruturar o Estado para a Copa de 2014.

     De um lado, existe a pressão da agência que tem o aval do senador Blairo Maggi (PR), pela escolha do Bus Rapid Transit (BRT), de outro, o presidente da Assembleia, José Geraldo Rova (PP), faz ampla campanha a favor do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Acompanhado do governador Silval Barbosa (PMDB), que enquanto era vice de Maggi defendia o BRT e agora fica em cima do muro diante da pressão de Riva; do próprio presidente da Assembleia e dos deputados estaduais Sérgio Ricardo (PR) e Guilherme Maluf (PSDB), Eder vai à Europa conhecer de perto os modais.

     Ele garante que, assim que voltar, deve propor uma audiência pública para apresentar os resultados da viagem. “Temos que compartilhar e dividir a responsabilidade dessa decisão com todos os interessados”, esclarece.

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AGECOPA | 20/04/2011 - 15:26

Rabello diz que não houve sabatina e quer fiscalizar Eder

Sissy Cambuim

     Uma das prerrogativas para que Eder Moraes assumisse definitivamente a presidência da Agecopa era passar pela sabatina da Assembleia, onde foi aprovado por unanimidade nesta terça (19). Contudo, para o deputado Walter Rabello (PP), um dos parlamentares que defendeu a aprovação do ex-secretário-chefe da Casa Civil, acredita que o que aconteceu na sessão não foi propriamente uma sabatina.

     “Não houve sabatina, o que houve foi a confirmação de um consenso firmado no início desta semana no gabinete do governador Silval Barbosa (PMDB)”, destacou o deputado, revelando que, na ocasião, o peemedebista foi o único a se manter neutro em relação à indicação de Eder para o comando da Agecopa.

     Eder respondeu a uma série de questionamentos sobre as mais diversas áreas do governo, inclusive, foi questionado por Rabello, sobre a segurança pública. O progressista destaca que foi um dos únicos a provocar o novo diretor-presidente da Agecopa e garante que vai ser o principal fiscal de seu trabalho.

     “Serei o fiscalizador número um das ações do presidente, mas como um dos autores da mudança nesta lei, não posso deixar de desejar ao Eder boa sorte, até porque se ele for bem, todos ganhamos, já que queremos fazer bonito na Copa, mas se ele vier a ser um fiasco, ficará ruim para todos nós”, ressaltou o deputado.

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AGECOPA | 20/04/2011 - 08:10

Eder impõe regras e deve enfrentar "conflitos" com parte dos diretores

Flávia Borges


Agora do comando da Agecopa, Eder coordena diretores Jefferson, Brito, Bonilha, Yênes, Yuri e França

     Novo presidente da Agecopa, Eder Moraes chega afoito para comandar a autarquia, que é responsável por cuidar dos projetos macro preparativos da Capital mato-grossense para o Mundial de futebol. Como é cobrado pela sociedade e pelo governador Silval Barbosa para dar uma resposta acerca das obras, Eder já prevê uma série de ações e providências.

     Pretende, por exemplo, reduzir o quadro de funcionários da Agecopa, que hoje é de cerca de 120, e impor regras para os diretores Roberto França (Comunicação e Marketing), Yuri Bastos Jorge (Assuntos Estratégicos), Agripino Bonilha (Articulação Interinstitucional), Jefferson de Castro (Orçamento e Finanças) e Carlos Brito (Infraestrutura) e Yênes Magalhães (Planejamento).

     A exemplo do ex-presidente Adilton Sachetti, que não suportou as pressões e pediu exoneração do cargo, Eder deve trombar especialmente com Yuri e Brito. No governo Blairo Maggi, qando os três respondiam como secretários de Estado, as divergências eram evidentes. Se a vaidade persistir, os três vão enfrentar os mesmos problemas, agora na autarquia.

     Eder quer ajustar o orçamento de R$ 1,2 bilhão para dar celeridade aos projetos e obras que estão atrasadas. Na próxima semana, pretende se reunir com vereadores cuiabanos e varzea-grandenses para discutir obras nas duas cidades. Também adiantou que fará audiências públicas com a participação da Assembleia Legislativa para discutir modelos de transportes a ser adotado, se Bus Rapid Transit (BRT) e do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). O ex-presidente Yênes Magalhães, que volta a responder apenas pela diretoria de Planejamento, defendia o BRT.

     Caberá a Eder destravar os projetos de mobilidade urbana e construir unidade entre todos da diretoria e manter canal direto com governador, que, com a mudança na forma de gestão de colegiada para presidencialista, passou a ter autonomia plena sobre a Agecopa.

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AGECOPA | 19/04/2011 - 20:54

Aprovado pela AL, Eder assume o cargo e quer "enxugar" Agecopa

Patrícia Sanches

Eder Moraes      Após mais de duas horas de sabatina, por unanimidade, os deputados estaduais aprovaram a ida do ex-secretário-chefe da Casa Civil Eder Moraes para a presidência da Agecopa. Durante este período, os parlamentares fizeram questionamentos, mas não houve nenhum momento tenso ou saia-justa. Desde modo, eles demonstraram que o nome de Eder foi bem aceito pelo Legislativo, que nos últimos dias teceu duras críticas à condução da agência, que estava sob Yênes Magalhães.

     O ex-secretário-chefe da Casa Civil assume o comando da agência querendo rever o quadro de funcionários e já promete até fazer “cortes”. Eder entende que é necessário impedir que a autarquia comece a atuar como espécie de mini-secretarias, replicando a estrutura do Estado. “Não adianta dar o passo maior que a perna. Não precisamos ter uma nova Sinfra, acho que tem que ser reduzido o número de servidores da Agecopa”, enfatizou. Hoje existem 120 funcionários.

     Eder também demonstrou preocupação com as questões técnicas que envolvem a agência, por isso, garantiu que vai se ater à legislação para que editais não sejam cancelados, protelando ainda mais a execução das obras em Cuiabá e Várzea Grande. Neste sentido, reforçou que vai executar tudo o que for possível para preparar as suas cidades.

     Ele reforçou que pretende manter diálogo com os prefeitos de Cuiabá Chico Galindo e de Várzea Grande Tião da Zaeli, assim como com os vereadores das duas cidades, em que ocorrerão as obras necessárias para preparar a Capital. Outro tema bastante debatido foi a escolha do novo modelo de transporte coletivo. Em meio aos questionamentos, Eder ponderou que se o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) for a melhor opção, ele não vê problemas em declinar da implementação do Bus Rapid Transit (BRT). “Não haverá paixão nesta escolha”, pontua.

Confira aqui como foi a sabatina de Eder na Assembleia

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AGECOPA | 07/04/2011 - 14:23

Yênes deve continuar presidente?

Romilson Dourado

  Está no ar uma nova enquete. O RDNews pergunta agora acerca da permanência ou não de Yênes Magalhães na presidência da Agecopa, autarquia criada pelo governo estadual para conduzir os projetos preparativos de Cuiabá para a Copa do Mundo de 2014. Alguns deputados, após mudarem regras sobre a gestão da Agecopa, querem agora que o governador Silval Barbosa nomeie um novo presidente. Argumentam que Yênes está sendo incompetente para conduzí-la. Ele ainda acumula o cargo de diretor de Planejamento.

    Afinal, Yênes deve ou não seguir na presidência? Dê o seu voto na enquete logo acima, do lado esquerdo. E faça o seu comentário aqui, logo abaixo.

    A enquete anterior trouxe a seguinte pergunta: "Você já está com saudades do governo Maggi?". Em uma semana no ar, recebeu 2.032 votos - o sistema só permite um voto por IP de computador. Votaram "não" 52,5% (1.067 votos). Já os que optaram pelo "sim", ou seja, que queriam Maggi no comando do Estado, foram 38,5% (784 votos). Veja abaixo o resultado completo.

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AGECOPA | 30/03/2011 - 09:55

Brunetto defende mudança, mas vota contra projeto de Emanuel

Laura Nabuco

Ademir Brunetto     Mesmo garantindo ser a favor de mudanças no modelo de gestão da Agecopa, o deputado estadual Ademir Brunetto (PT), adianta que vai apresentar um parecer contrário ao projeto do colega de parlamento Emanuel Pinheiro (PR) durante a próxima sessão da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), da qual é presidente. "Em mérito a proposta é válida, mas do ponto de vista legal é inconstitucional", explica.

     Segundo Brunetto, o problema está no fato da lei que cria a Agecopa ter sido elaborada pelo Executivo, durante a gestão Blairo Maggi (PR) em 2009, e o projeto de modificação estar sendo apresentado pelo Legislativo. "Há um vício de iniciativa. Como presidente da comissão tenho que avaliar o que a constituição determina", pontua. Apesar disso, o petista diz acreditar que o próprio governo fará as alterações.

     Esta, inclusive, foi a conclusão a que o governador Silval Barbosa (PMDB) e 20 parlamentares da Assembleia chegaram após uma reunião nesta terça (29). No encontro, que durou cerca de três horas, ficou definido que a Agecopa deixará de ser colegiada para ser presidencialista. Na prática, a agência passará a ter um "comandante" responsável por tomar as decisões, contando com o auxílio dos seis diretores que já atuam. Todos ficarão vinculados ao gabinete do governador e terão um mandato único, com duração até 31 de dezembro de 2014.

AL vota mudança na Agecopa; diretoria vai prestar contas

     Brunetto não esteve na reunião. O deputado alegou que estava em Alta Floresta no momento do encontro. "Não consegui chegar a tempo", se justifica.

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