A Associação dos Auditores do Estado (ASSAE) defendeu, por meio de nota, os servidores responsáveis pela auditoria das cartas de crédito emitidas à agentes fazendários. A análise técnica foi encomendada pelo governador Silval Barbosa (PMDB) e concluída pela AGE em novembro de 2011. O problema é que esse estudo apontou improbidades na emissão dos documentos. A dívida trabalhista do Estado com os servidores, que seria paga por meio das cartas de crédito, era de R$ 380 milhões, entretanto, devido a uma suposta fraude nos cálculos apresentados pelo sindicato, foram emitidos R$ 636 milhões, o que, segundo a AGE, teria causado um rombo de R$ 253 milhões ao erário.
Os cálculos da AGE, entretanto, são questionados pelo sindicato dos Agentes da Administração Fazendária (SAAFEMAT) e os procuradores do Estado se negam a avalizar os cálculos. A recusa criou uma crise institucional entre PGE e AGE que levou a Associação dos Procuradores de Mato Grosso (Apromat) a apoiar sua categoria. A Apromat chegou a declarar que o procurador que se recusar a defender em juízo teses que sejam duvidosas, terá todo o respaldo da associação.
Na nota, a associação dos Auditores garante que o trabalho de seus servidores foi minucioso e imparcial, amplamente sedimentado em contextualização fática e documental. Além disso, teria sido realizado de acordo com legislação aplicável, técnicas de auditoria governamental estabelecidas pelas normas vigentes e decisões judiciais sobre o assunto.
A instituição também argumenta que este apoio não se dá por questões meramente corporativistas. "O apoio afiançado está sustentado, calçado, consubstanciado nos aspectos eminentemente técnicos utilizados e evidências apuradas pela Comissão", diz trecho da nota.
Veja, abaixo, a nota na íntegra:
"A ASSAE – Associação dos Auditores da Auditoria Geral do Estado de Mato Grosso, representativa dos auditores do Estado, carreira típica de Estado, constitucionalmente responsável pelo controle interno do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso, vem publicamente registrar o apoio ao trabalho da comissão de auditores responsáveis pelo relatório conclusivo da auditoria especial das cartas de crédito, deflagrada pelo excelentíssimo governador, concluída em novembro de 2011 e repercutida nos veículos de comunicação desde dezembro passado.
Inicialmente, esclarecemos a toda sociedade que os auditores, que compõe os quadros da Auditoria Geral do Estado, cuja missão institucional é a de “buscar qualidade, legalidade e responsabilidade fiscal da gestão dos recursos públicos no Poder Executivo”, detém arraigado em seus DNA´s a dedicação incessante de esforços em buscar auxiliar o Governo estadual nas tomadas de decisões corretivas e preventivas, como a exarada no prudencial Decreto nº 766/2011, obcecadas em eliminar fissuras por onde potencialmente esteja esvaindo irregularmente o dinheiro público.
Por esse espírito é que esta categoria, além de atuar tempestiva e permanentemente sob uma perspectiva de orientação e prevenção junto aos gestores públicos, também é sempre alçada para os momentos e zonas críticas a atuarem, e de maneira contundente, nas denúncias de irregular aplicação do dinheiro público.
Em particular, quanto aos trabalhos dedicados na auditoria especial das cartas de crédito, o excelentíssimo senhor governador, no uso das atribuições inerentes ao líder do Poder Executivo e também zeloso pela austeridade pública esperada pela sociedade que a representa, confiando na qualificação técnica dos profissionais que dignificam a instituição Auditoria Geral do Estado, designou ao auditor-geral do Estado e equipe, a análise da legalidade e legitimidade da emissão das cartas de créditos decorrentes de direitos remuneratórios de servidores de determinadas carreiras.
Convocação prontamente atendida e correspondida, por uma comissão especial de auditores, através do minucioso e imparcial relatório conclusivo amplamente sedimentado em contextualização fática e documental, legislação aplicável, técnicas de auditoria governamental estabelecidas pelas normas vigentes e decisões judiciais exaradas sobre o objeto sub oculis.
As constatações de impropriedades apontadas pelo trabalho receberam, por parte da comissão de auditores, as devidas recomendações, exclusivamente técnicas, de reparos com vista a garantir maior segurança aos gestores públicos e aos servidores beneficiados nos procedimentos de emissões de cartas de créditos. Portanto, nunca foi objeto do trabalho questionar instituições, pessoas ou até mesmo carreiras com notáveis contribuições a administração pública do Estado.
Estas razões que transmitem segurança à toda categoria a apoiar o trabalho realizado. Esclarecemos que este apoio não se dá por questões meramente corporativistas, a qual repelimos. Portanto este apoio afiançado está sustentado, calçado, consubstanciado nos aspectos eminentemente técnicos utilizados e evidências apuradas pela comissão.
Nessa esteira, é que reiteramos à sociedade que este não é o primeiro trabalho, de relevante impacto na despesa pública e tampouco será o último, mesmo diante das tentativas de ser combalido por alguns.
A nossa obsessão em exercitarmos nossas atribuições constitucionais de vigilância e adequação do gasto público e enfrentadores do desafio da sustentabilidade do equilíbrio fiscal são perenes e se fortalecem com a qualidade do serviço entregue a sociedade no caso em tela"
Diretoria da ASSAE
Associação dos Auditores da Auditoria Geral do Estado
Meus parabéns para Associação dos Audotores. Que pena que o Conselho Regional de Contabilidade que deveria esta defendo a classe, não faz nada. Pelo contrário, só vive pra gastar as anuidades pagas dos coitados dos Contadores. Também, ninguém deve esperar muita coisa dessa tropa comandada pelo Sr. Ivan Bucheverria, todo mundo sabe que o seu passado lhe condena. Lamentavel, o Conselho de Contabilidade deveria já ter pronunciado a respeito. Queria ver se fosse alguma coisa ligado as Advogados, a OAB já tinha comprado essa briga. Como é os coitados dos contadores, tem que ficar vendo nota apenas dos bravos dessa pequena Associação, com o Bucheverria ninguém deve esperar nada, é dai para o pior.
Infelizmente, a nota pública de apoio nada vale porque não está assinada, logo, é apócrifa. Se fosse um processo oficial será invalidada e jogada no lixo. Qual é a vergonha dos auditores em colocar o nome da associação, os cargos, mas não assinar a nota? Aí tem, ah como tem!
A TV Centro América exibiu reportagem que revela indícios de envolvimento de servidores da Procuradoria Geral do Estado (PGE) no esquema de emissão irregular de cartas de crédito, escândalo que ficou conhecido a partir da deflagração da Operação Cartas Marcadas, pela Delegacia Fazendária.
Conforme a matéria, o que levou a polícia a suspeitar dos funcionários da PGE foi a velocidade com que foram emitidos os pareceres favoráveis à emissão das cartas para pagar juros e honorários advocatícios. Segundo a auditoria do governo, os valores das cartas emitidas a mais para pagar juros e advogados chegaram a R$ 33 milhões.
Nas investigações, a polícia identificou indícios de que a tramitação dos pareceres na PGE, quando se tratava de cartas de crédito, era rápida. No dia 9 de março, o então presidente do Sindicato dos Agentes de Administração Fazendária (SAAFEMT), João Vicente Picorelli, encaminhou ofício à secretaria estadual de Administração (SAD) pedindo a emissão de novas cartas para pagar juros. Dois dias depois, 11 de março, a pasta pediu um parecer da PGE.
No dia seguinte, os procuradores Dilmar Portilho Meira e Gerson Valério Pouso, se manifestaram sobre o pedido. "É necessário se fazer reconhecer que os juros moratórios são devidos aos servidores". Eles também sugeriram a emissão de certidões para pagamento de honorários de advogados que defendiam o sindicato.
Em outra reportagem, Pouso, um dos procuradores que assinou os pareceres questionados pela polícia, rebateu a informação de que os pareceres foram emitidos em tempo recorde. "Dois ou três dias para analisar um tópico do pleito adminsitrativo não é rápido, é aquela máxima: se anda rápido é suspeição, se anda devagar fala que é covardia, infelizmente no serviço público é assim", rebateu.
Pouso também defendeu a legalidade das manifestações jurídicas da PGE. "Um acordo dessa magnitude poderia trazer benefícios ao Estado, que evitaria desembolsar em precatórios para os servidores mais de R$ 1 bilhão e para os advogados dezenas de milhões de reais", afirmou.
Depois que surgiram suspeitas de irregularidades, o Governo mandou refazer os cálculos. O auditor geral do Estado, José Alves Pereira Filho, concluiu que o pagamento dos honorários e juros foram indevidos. Os juros já teriam sido previstos no primeiro cálculo feito e não seria necessário a emissão de mais cartas de créditos para cobrí-los. O Governo também teria proibido que o poder público pagasse honorários de advogados reconhecendo que isso caberia aos servidores. "Certamente os servidores serão chamados para fazer uma retificação dessas cartas de crédito. Quem recebeu a mais terão os valores corrigidos e terão que devolver o excedente", afirmou o auditor geral do estado.
O corregedor da PGE, José Vítor Garglione, decidiu abrir uma investigação para apurar o susposto envolvimento de servidores da Procuradoria no escândalo. Ele solicitou ao juiz do caso, todos os documentos do inquérito da Delegacia Fazendária. De acordo com o corregedor, se ficar comprovado a participação de algum servidor, haverá punição. "Não teremos dúvida em abrir o devido processo administrativo para apuração desses fatos que pode levar a demissão dos envolvidos", disse Garglione
A equipe da TVCA não conseguiu falar com o segundo procurador que emitiu parecer sobre emissão das cartas de créditos mostrados na reportagem. A informação é de que Dilmar Portilho Meira está de licença médica por 90 dias. Assista os vídeos relacionados ao caso na página da TVCA
Quanta imbecilidade, a polícia fazendária é quem investiga o pp governo. Será que ninguém terá coragem de abrir o saco podre?? É uma vergonha, os jornalistas não tem coragem , o judciário está junto, deputados de mãos dadas. E aí , vai ficar tudo assim... como está...é o fim. E ainda vão a igreja , oram e acreditam que estão com a passagem para o céu.
Tentam mastigar e cuspir este caroço... ta todo mundo entupido, e insistindo em dizer que nao comeu !!!!A policia fazendária tem que cumprir exemplarmente sua funçao, pos é muito , muito dinheiro roubado.
A imprensa finge que informa e a gente finge que acredita. É curioso como nenhum dos agentes fazendários que receberam as cartas crédito foram ouvidos por nenhum órgão da imprensa em Mato Grosso, nem mesmo por blogs que se dizem independentes. A verdade está explícita, mas não sai nos jornais. Duas centenas de servidores, a maioria do interior do Estado ganha uma ação judicial. O presidente do sindicato entrega procurações para assinarem, dizendo que o caso é complexo e precisa homologar um acordo. Um deputado espertalhão se oferece como intermediário. A partir dai, e de acordos de cúpula, as cartas são emitidas. Cada servidor deve possuir duas, no entanto, deputados, procuradores, advogados, e uma horda de oportunistas, receberam outras duas cartas, porém com valores milionarios, emitidas no nome desses mesmos servidores, Os servidores assinaram procurações de boa-fé, e foram ludibriados pela cupula do Estado, que agiu de má-fé e foi a única a receber. As cartas dos servidores estão lá, são papéis podres, que correm o risco de serem invalidadas, ao passo que os espertalhões já receberam e estão com mansões em Jurere internacional. Isso, até as pedras sabem, no entanto não sai nos meios de comunicação, não há um jornalismo investigativo ou minimamente comprometido em apurar a verdade dos fatos, com documentos. São ouvidos apenas os espertalhões que se beneficiaram de uma ação judicial ganha por uma categoria, que, paradoxalmente, não ganhou nada, e ainda corre o risco de ser criminalizada, por um Estado de instituições corrompidas. Tem coisas que só acontecem no Mato Grosso. "Certamente os servidores serão chamados para fazer uma retificação dessas cartas de crédito. Quem recebeu a mais terão os valores corrigidos e terão que devolver o excedente", afirmou o auditor geral do estado. Senhor Auditor, nenhum servidor recebeu a mais, porque nenhum servidor recebeu nada. Quem recebeu a mais foram os espertalhões e intermediários que compensaram cartas créditos em tempo record e por meios escusos, com procurações entregues de boa-fé por servidores honestos, isso sem falar em falsificações de procurações. Investigue e seja honesto senhor auditor, e imprensa de Mato Grosso. esse estado tem que estar a altura da maioria honesta que trabalha e faz dele um dos mais prósperos e produtivos da federação.
Não conheço os meandros do processo em questão, mas uma coisa posso afiançar: Gerson Valério Pouso é um Procurador extremamente ético, íntegro e competente.
Em telefonema no último dia 4 de novembro para o deputado e concunhado Gilmar Fabris, o advogado Ocimar Carneiro Campos, um dos presos na operação Cartas Marcadas, comenta que o auditor-geral do Estado, José Alves Pereira Filho, havia entregue para a Delegacia Fazendária o relatório que checou pagamentos de precatórios e de cartas de créditos aos servidores. Como o parecer contrariou interesses do parlamentar e do próprio Ocimar, este passa a dizer que o auditor está agindo de má fé ou se mostrando despreparado e que estaria a serviço de alguém.
Preocupado, Fabris reage: "Mas vem cá, ele encaminhou pra lá com a assinatura do governador?". Ocimar diz que o documento foi para a Fazendária sem assinatura de Silval Barbosa. Fabris insiste, demonstrando-se preocupado com o risco de Silval ter assinado o parecer. Ocimar pondera que o secretário (em gravações anteriores estava combinado que ele se reuniria com José Lacerda, da Casa Civil) falou que o documento não tinha assinatura do governador. Informa também que "o secretário disse que vai pegar agora e vai pedir pra Procuradoria-Geral do Estado (...) para se manifestar sobre os cálculos pra ver o que é correto".
Ocimar informa que o governador não tem como barrar o relatório. Gilmar lamenta: "Que coisa hein?" - confira abaixo detalhes da conversa entre Fabris e Ocimar.
Depois que a auditoria detectou irregularidades, encaminhou os dados para o governador e também para a Delegacia Fazendária, que deflagrou a operação Cartas Marcadas. O esquema de pagamento a mais de cartas de créditos a servidores, principalmente da Fazenda, trouxe prejuízos de mais de R$ 250 milhões ao Estado. Fabris nega irregularidades, mas assume que atuava nos bastidores como espécie de porta-voz dos servidores.

Caro internauta Marcos ou vc é B....ou não tá querendo entender os cálculos foi feito e o auditor viu coisa errada e mandou para a policia fazendária o policia prendeu alguns envolvidos,e o Fabiris voltou correndo para a AL pra não ser preso.E agora?Quem ta errado.o funcionário público ou o homem?
Meu povo, me fala uma coisa , se para passar em concurso para trabalhar nessa SEFAZ, o cara tem que ser PHD na PUC , principalmente em estatistica e contabilidade . Agora eu pergunto : como que a SEFAZ foi contratar ou aceitar e acreditar no cálculo de um funcionário municipal de Varzea Grsnde (LICO) , que ainda por cima está sendo investigado por suspeita de mutreta na folha de pagamento dos funcionarios daquela cidade ? Digo mais, será que foi só EDER que teve acesso à tal planilha de cálculo após sua chegada naquela SECRETARIA ? como contribuinte , exijo explicação, pois acho que vocês estão por demais injusto com o homem.
Gente, tem um problema aí. Os cálculos saíram do sindicato dos fiscais ( o que envolve até 20 pessoas ), foi para a Fazenda ( pelo menos mais 20 pessoas ), depois foi para a PGE ( mais 20 pessoas ), e para a SAD ( mais 20 pessoas ), ou seja, ao menos 80 pessoas tomaram conhecimento dos cálculos ainda em 2008. Vai me dizer que todos são tão amigos desde sempre? Impossível. Antes disso os mesmos cálculos passaram pela Justiça na 1ª instância, 2ª instância, 3ª instância ( quantos não viram os mesmos cálculos?). E chegamos em 2011 com apenas um auditor dizendo que não só o poder Executivo errou, como também o Legislativo e o Judiciário?
João Vicente Picorelli, ex-presidente do sindicato dos Agentes da Administração Fazendária, mantinha permanente contato com o deputado Gilmar Fabris (PSD) nas discussões sobre emissão de cartas de créditos. O primeiro foi preso neste mês, sob acusação de envolvimento no esquema ilegal que, por causa de pagamentos a mais, causou prejuízios de mais de R$ 250 milhões ao Estado. Fabris não chegou a ser detido, mas é investigado. Sua residência nos bairros Santa Rosa, em Cuiabá, e no Jardim São Luiz, em Ribeirão Preto (SP), assim como a fazenda também na cidade paulista, receberam "batida" da polícia para o trabalho de busca e apreensão de documentos e equipamentos. O concunhado do deputado, advogado Ocimar Carneiro Campos, foi parar na cadeia. Eles foram presos na operação Cartas Marcadas e, com menos de uma semana, ganharam a liberdade.
O blog teve acesso à conversa gravada entre João Vicente e Fabris feita em 8 de outubro deste ano, às 10h06min. A conversa interceptada pela Delegacia Fazendária durou quase quatro minutos. Em viagem para o Rio de Janeiro, o ex-sindicalista recebe telefonema do deputado, que comenta sobre alguns valores da tabela de cartas de crédito com valor em dobro.
João Vicente pondera que iria conversar sobre o assunto com Antonio Leite de Barros Neto, o Lico, servidor da Prefeitura de Várzea Grande e que responde a processo administrativo sobre fraude em folha de pagamento. Lico foi apresentado ao grupo de fiscais e agentes da Sefaz por Fabris como contador habilitado a efetuar uma "perícia" em todos os valores que o sindicato teria elaborado antes e que foi rechaçado pela Auditoria-Geral do Estado, que detectou o rombo aos cofres públicos.
Eis, abaixo, a conversa em que Fabris comenta sobre valor "dobrado" de cálculos de cartas de créditos

Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
Ainda bem que seu nome é giba!
Essa figura, iniciou o Dep. Riva nos mistérios da Augusta e Respeitável Casa das Leis de MT. Esses mistérios são guardados as 4 chaves. Existe um detalhe: O Dep. Gilmar está profanando.
Pelo que vejo, não há esquema nesta conversa, nem o deputado tava sabendo que as cartas de credito estava superfaturadas, pelo que vejo o que ocorreu foi erro nos calculos da s cartas de credito, se houvesse quaquer esquema a conversa seria outra e não um questionamento sobre os valores desta cartas emitida s pelo proprio governo, fique firme deputado existe um ditado no meio politico que aquele que não tem rabo(coisa errada) a gente poe.fique com Deus.
Cumpadri só em 10/10 cumpadri?. Precisou a mídia colocar a boca no trombone né...
O deputado Guilherme Maluf (PSDB) disse que vai acompanhar de perto os trabalhos da comissão criada pela Assembleia para fiscalizar a quitação dos débitos do governo com servidores mediante cartas de crédito. O tucano promete exigir da tribuna a responsabilização dos culpados. Maluf já antecipa que, se não ficar satisfeito com a condução dos trabalhos da comissão, irá acionar outras comissões e até mesmo convocar a Delegacia Fazendária para fornecer informações.
O parlamentar pondera que se, o trabalho for bem conduzido, não será necessário a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para verificar as supostas irregularidades. "Tudo vai depender de como essa comissão vai se portar, se vai chamar as pessoas para depor", frisa. Apesar disso, ele considera que o deputado Gilmar Fabris (PSD), que teve propriedades alvo de apreensões dos agentes da Delegacia Fazendária, demonstra interesse em esclarecer o assunto. "Tanto que mostrou documentos, não se ausentou", pontuou o tucano.
Apesar de mostrar confiança no colega, Maluf não atestou se houve ou não manobra de Fabris para voltar às pressas ao Parlamento e se beneficiar da imunidade parlamentar temendo as investigações da Delegacia Fazendária que resultaram na Operação Cartas Marcadas. Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão e 6 de prisão, um deles contra o concunhado de Fabris, Ocimar Carneiro, advogado que atuou na ação judicial envolvendo as cartas de crédito.
Será que tem peito pra enfrentar Gilmar, Bosaipo, Riva e Cia que há tempos vem praticando tais coisas?? Sabemos que é rico também Deputado, mas está disposto ao enforcamento político e físico em função de seus posicionamentos ideológicos?? Temos alguém no estado com estrutura e disposição para enfrentar essa galera aí?? Temos justiça aqui pra botar a mão neles?? O Tempo tem provado que não! Não ví ninguém na cadeia, pois o dinheiro que arrecadam é suficiente para pagar os melhores e mais perspicazes advogados, e outras coisas mais...Só o Arcanjo foi por não ter imunidade parlamentar etc, mas já já tá saindo!!!E tudo voltará a ser com d'antes no quartel de Abrantes...
Vai fundo Deputado.. mostre que o senhor zela pelo dinheiro público. ...investigue tudo que necessita em todos os angulos.. lembrando que esse dinheiro a saúde, segurança e educação precisam dele..
VÁ FUNDO DEPUTADO, DEMONSTRE QUE O SR. SE IMPORTA COM O DINHEIRO PÚBLICO. O QUE ELES ESTÂO FAZENDO É ROU... O DINHEIRO QUE FALTA NOS HOSPITAIS, NAS CRECHES E NO ENSINO DE BAIXA QUALIDADE
O secretário-chefe da Casa Civil, ex-deputado José Lacerda, reage, em nota com sete tópicos, que não cometeu qualquer irregularidade ou privilegiou o deputado Gilmar Fabris, que o procurou para saber detalhes de um parecer da Auditoria-Geral do Estado acerca de cartas de créditos. A conversa foi monitorada pela Delegacia Fazendária, que investiga prejuízos milionários ao Estado - saiba mais detalhes aqui.
Na nota, Lacerda alega que o telefonema naquele 3 de novembro se deu dias após a conclusão dos trabalhos da Auditoria-Geral. "Apenas confirmei por telefone, ao deputado Gilmar, o que o sindicato que ele representa já sabia, ou seja, de que o auditor-geral manteve o entendimento divergindo da posição do sindicato".
Eis, abaixo, a nota oficial do secretário José Lacerda sobre a conversa telefônica com o deputado Gilmar Fabris
Diante da publicação pelo site RDNews, oferecendo a interpretação de que o deputado Gilmar Fabris obteve, do secretário da Casa Civil José Lacerda, informações sobre o parecer das cartas de crédito, faz-se necessário vir a público e esclarecer o que se segue:
1 - De fato, na condição de secretário da Casa Civil atendi telefonemas do deputado Gilmar Fabris, que sempre se apresentou ao governo como sendo o parlamentar que apresentou leis buscando a equiparação salarial buscada pelos agentes da Administração Fazendária. Insta destacar que é dever do secretário da Casa Civil manter as relações com integrantes de outros poderes;
2 - A Casa Civil defende posições de governo. É do conhecimento de todos que foi determinação do governador Silval Barbosa, após conhecimento do relatório do Tribunal de Contas de Mato Grosso, suspender o pagamento e emissões das cartas de crédito, bem como de mandar auditar o que havia sido emitido e pago até agora.
3 - A Auditoria-Geral do Estado recebeu do governador e da secretaria da Casa Civil todo o apoio necessário para concluir, com a independência técnica indispensável ao parecer sobre as cartas de crédito.
4 - No início do mês de setembro, a auditoria notificou o sindicato dos agentes de administração fazendária (SAAFE-MT) para apresentar a memória dos cálculos do sindicato, o que foi feito em 25 de outubro.
5 - Mesmo após conhecer a argumentação do sindicato, a auditoria apresentou o entendimento, divergindo da posição sindical e encaminhando esses cálculos aos órgãos de controle interno e externo, como o próprio Tribunal de Contas de Mato Grosso. Importante destacar que essas providências já haviam sido publicizadas em 27 de outubro.
6 - A conversa telefônica que tive com o deputado Gilmar Fabris e publicada pelo RDNews data de 03 de novembro, portanto, ocorreu alguns dias após a conclusão dos trabalhos da auditoria geral do Estado. Apenas confirmei por telefone, ao deputado Gilmar, o que o sindicato que ele representa já sabia, ou seja, de que o auditor geral manteve o entendimento divergindo da posição do sindicato.
7 - Como secretário chefe da Casa Civil nunca pautei minha atuação para privilegiar grupos, ou detentores de cartas de crédito. Meu exclusivo interesse é apoiar os trabalhos que reconheçam os direitos dos trabalhadores, mas, ao mesmo tempo, protejam o erário de sangrias desnecessárias. Essa é a determinação que recebi do governador Silval Barbosa e a única verdade.
José Esteves de Lacerda Filho
Secretário-Chefe da Casa Civil do Governo do Estado de Mato Grosso
Zé Lacerda não foi um dos "sem votos", que generosamente foi acolhido na nossa amável AL? Com um cargo de secretario não sei de que?

Em telefonema, Gilmar Fabris pede ao secretário da Casa Civil José Lacerda acesso ao parecer da Auditoria-Geral sobre as cartas
O deputado Gilmar Fabris (PSD), investigado por lavagem de dinheiro e com nome citado em fraudes nas negociações de cartas de créditos de servidores, demonstra possuir forte influência no Palácio Paiaguás. Isso vem desde o governo Blairo Maggi e prosseguiu sob Silval Barbosa. Numa gravação telefônica feita em 3 de novembro deste ano, grampeada com autorização judicial, Fabris fala com o secretário-chefe da Casa Civil, ex-deputado José Lacerda. O blog teve acesso a parte das escutas.
No diálogo com Lacerda, Fabris busca de todas as formas "arrancar" informações sobre o parecer complementar da Auditoria-Geral do Estado da compensação de cartas de crédito do grupo de agentes e fiscais do Estado. Foi a Auditoria-Geral quem descobriu as fraudes milionárias, o que levou a Delegacia Fazendária a desencadear a operação Cartas Marcadas. Seis pessoas foram presas, entre elas o concunhado de Fabris, advogado Ocimar Carneiro Campos. O esquema trouxe prejuízos em emissão de cartas de créditos de mais de R$ 250 milhões. Houve busca e apreensão na casa do deputado.
Lacerda acabou passando algumas informações para Fabris. Pediu que ambos tivessem uma conversa pessoalmente ou que mandasse à Casa Civil um emissário, o mesmo de quando ambos estiveram reunidos pela última vez. Assim foi feito. O parlamentar acionou o concunhado Ocimar, que voltou a conversar com o secretário-chefe da Casa Civil.
Num dos trechos, reproduzidos abaixo, Fabris instiga Lacerda: "Mas eu te falo, deu diferença aí dele? Pra...". O secretário responde: "Manteve igual tá... é. Tá eu falo com o senhor na segunda então. Fabris insiste: "Mas manteve igual a do rapaz que foi contratado pra... pela". Lacerda emenda: "É, é". Em outro momento da conversa, o deputado pergunta: "Não mais só me fala. Ele manteve igual o de quem Zé?". O secretário diz: "Aquele cálculo dele". Fabris quer saber mais: "O dele de cento e pouco?". Lacerda confirma e se esquiva, ponderando que precisava falar com o deputado pessoalmente.
Veja abaixo como foi a conversa de Fabris e Lacerda acerca das cartas de créditos, do parecer da Auditoria e valores

Por suspeita de desvio de pouco mais de 2 milhões no Governo Federal cai Ministro e causa prisão de figurões, aqui no Estado de Mato Grosso o desvio de mais de 250 milhões causa uma nota de desagravo do Governo...... É bem Mato Grossoooo....
Isso tudo é muito nojento. É uma podridão atrá da outra. Quando é que que essas pessoas podres e asquerosas vão exalar suas fedentinas na cadeia ?
são todos honestos, só o telefone quem tem culpakkkkkkkkkkk, só esquema, corrupção corrupção, milionarios querem sempre mais......vão dar jeito nos hospitais , na segurança publica, en vez de tomarem o que é dos outros....pessoal do blairo nunca mais votos em vcs nem as heranças...
ATÉ TU BRUTUS......! MATO GROSSO NÃO MERECE ESSA TRAIÇÃO.
Até tu, "pequeno" José. E a educação de berço, como e onde fica!
Delegados da Fazendária convocaram para depor a jornalista Anglisey Battini Volcov, mulher do deputado Gilmar Fabris (PSD) e cunhada do advogado Ocimar Carneiro Campos, um dos presos na operação Cartas Marcadas, que identificou fraudes em emissão de R$ 253,7 milhões a mais em cartas de créditos de servidores junto ao Estado. Os valores deveriam chegar a R$ 382,5 milhões, mas foram elevados para R$ 636,2 milhões, causando prejuízos milionários aos cofres públicos.
Em reportagem nesta quinta à noite, a TV Centro América (afilhada da Globo) trouxe novas revelações. Destaca que a Delegacia Fazendária fez levantamento em cartório e descobriu cinco escrituras de sessão de crédito emitidas para Anglisey, totalizando R$ 48,7 milhões. Uma delas é de R$ 9, 4 milhões. A segunda soma R$ 10,1 milhões e, a terceira, R$ 9,2 milhões. A quarta carta chega a R$ 13, 2 milhões e, a quinta, a R$ 6,5 milhões.
Segundo a polícia, os papéis foram passados para Anglisey pelos servidores públicos que receberam as cartas de crédito do governo para pagar direitos trabalhistas, entre 28 e 30 de junho do ano passado. Um dos bens comprados por Anglisey foi uma fazenda em São Paulo, avaliada em cerca de R$ 15 milhões. Os cálculos, segundo as investigações, teriam sido feitos por contadores contratados por um advogado que chegou a ser preso, acusado de envolvimento na fraude, e depois essas planilhas foram apresentadas a integrantes do governo.
O então secretário da Fazenda, Eder Moraes, enviou um termo aditivo para o então secretário de Administração Geraldo de Vitto, solicitando a emissão de novas cartas de crédito. Alegou que deveria fazer tal procedimento "em razão de detectar um erro e inversão de valores". Segundo a Auditoria-Geral do Estado, que descobriu as fraudes, esses novos valores deveriam, porém, respeitar a tabela de cálculos que seguiam em anexo e com isso o governo emitiu R$ 480 milhões em cartas de crédito.
Na operação policial na semana passada, houve 6 prisões e 3 foram libertados depois. A polícia cumpriu mandados de busca e apreensão em um imóvel de Fabris, em Ribeirão Preto (SP). Nesta quarta, em entrevista coletiva, o deputado assegurou que as transações foram legais. Sobre os quase R$ 50 milhões emitidos em créditos à esposa, Fabris afirmou que "houve trabalho em família para receber honorário e que foi dinheiro suado".
Na reportagem, Geraldo Devito alega que, enquanto secretário de Administração, só emitiu as cartas porque havia uma lei que determinava que esse trabalho deveria ser feito pela pasta a qual comandava. Nesse caso, cabe à Fazenda fazer os cálculos e, à Procuradoria-Geral do Estado, dar o respaldo jurídico.
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Por "coisa" bem menor que isso ai, (precatórios) os probos deputados do PR, RO e ES rodaram. Aqui em Mato Grosso, a PF não faz nada???
PORQUE TANTA IINJUSTIÇA,PRENDERAM OS VERIADORES DE ALTO PARAGUAI POR CAUSA DE 500 REAIS,E NESTA OPERAÇÃO DE 48 MILHÕES SO PRENDERAM OS LARANJAS.TAMANHA DESCREPANCIA,SACANAGEM PURA.É UMA VERGONHA PARA MT.
a soma de Jaime + Julio Campos = Gilmar Fabris .... kkk ... Estamos todos ferrados ...
Isso é um descalabro total, inversão de valores, deturpação do bom senso, fico imaginando como tudo isso pode ainda ocorrer sem freio, mas também, com tanto dinheiro em jogo imagino que os corruptores vão disseminando qualquer possibilidade de resistência no caminho, pois vão "recrutando" pessoas na medida em que se torna necessário para o perfeito andamento dos "negócios". Como fica o Blairo com aquela idéia de QUEBRA DE PARADIGMAS, como fica este inoperante governador de plantão com sua cara de paisagem? Ora, vamos combinar... Esperar isso tudo de Riva, Fabris, De Vitto, Marchetti, Éder, e alguns servidores, se tornou mais que natural, mas convenhamos, quero ver o que vão fazer os poderes constituídos que envolve a Justiça, será que o MPE vai tomar alguma atitude que a sociedade espera? Vamos ver até onde vai isso, com um Judiciário PÔDRE como o de MT, acho difícil a sociedade respirar aliviada. Infelizmente o senhor Riva e seus caititus vão dormir em paz podendo cada vez mais pensar melhor em como usurpar os cofres do Estado cada vez mais... É de arrepiar o que acontece de escândalos e que não dão em NADA!!!

O deputado Gilmar Fabris, investigado por suposto envolvimento em operações ilegais de cartas de créditos de servidores junto ao Estado, e o deputado e secretário de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Urbano José Domingos, ambos do PSD, combinaram dar uma “batidinha” no secretário de Fazenda, Edmilson dos Santos, que estava "travando" liberação de recursos para a pasta de Domingos. A conversa foi por telefone e integra dezenas de transcrições de interceptações telefônicas feitas pela Delegacia Fazendária, com autorização judicial. As investigações resultaram na operação Cartas Marcadas, que investiga rombo ao Estado com emissão de cartas de crédito.
De acordo com a transcrição do telefonema, o secretário liga para Fabris, lembra de uma promessa de ajuda e, em seguida, relata um bloqueio de dotação orçamentária para compra de insumo de fortalecimento da agricultura familiar por parte do governo e, então, fala do secretário da Sefaz. “Eu queria que você desse uma batidinha no Edmilson”, pede. Gilmar, por sua vez, confirma que vai atender o pedido de Zé Domingos imediatamente, na conversa de 3 de novembro deste ano.
Edmilson vem sendo alvo de duras críticas por parte dos deputados há algum tempo, inclusive, do presidente da Assembleia, José Riva (PSD), também citado na ligação. Agora, começam a vir à tona às razões dos ataques.
Confira abaixo o que Gilmar Fabris e José Domingos combinam acerca do secretário de Fazenda

No diálogo de 3 de novembro, José Domingos pede para Fabris criticar o colega secretário de Fazenda Edmilson dos Santos
Olha o ze domingos estar mais que certo, tem que pedir apoio para quem pode dar, se deputado não poder fazer nem isso, então pra que serve deputado, orçamento é pra ser trabalhado e utilizado para atender a população, a comunidade, e os recursos tem que ser libarados e aplicados nos projetos de inclusão social, ze domingos esta de parabéns, bom trabalho secretario e que sua gestão faça a diferença neste periodo em que o senhor estiver a frente da pasta.
O EDMILSON PAGA MAQUINARIOS, CARTAS MARCADAS, PRECATORIO E NÀO LIBERA O DINHEIRO DA AGRICULTURA FAMILIAR. POIS É TUDO QUE ESTÁ APARECENDO É A PARTIR DE 2008, DEPOIS DO EDER MORAES E EDMILSON IREM PARA SEFAZ CONTROLAR O DINHEIRO. AI TRANCA O DINHEIRO DO POVAO PARA DAR AO POVINHO.
o que tem demais um secretario exigir que um deputado pressione um secretario p cumprir um acordo? ridículo como gostam de fazer sensacionalismo. Essa reportagem só comprova que o governo do silval ta parecendo ultimo ano de mandato depois de reeleição, o governador é um excelente articular, pois n é a toa que ocupa esse cargo, mas em compensação é um péssimo administrador
Isso não é nada, pelo que realmente acontece. É aamostragrátis...
VAMOS FECHAR A DELEGACIA FAZENDÁRIA .... NÃO SERVE PARA NADA, PRENDE OS QUE ESTÃO ENVOLVIDOS COM OS POLÍTICOS, MAS NÃO PRENDE O POLÍTICO MANDATÁRIOS. SIMPLESMENTE FALA, QUE OS POLÍTICOS TEM UM SUPOSTO ENVOLVIMENTO. O GOVERNADOR ARTICULA COM AS PROVAS NA MÃO DELEGACIA FAZENDÁRIA ... ABAFA O CASO ... E ASSIM CONTINUA A VIDA NESTE MUNDO DE PODER E CORRUPÇÃO ... PARA QUE OU PARA QUEM A DELEGACIA FAZENDÁRIA TRABALHA? ACREDITO QUE, QUEM TINHA QUE REALIZAR ESTE TRABALHO SERIA A POLICIA FEDERAL ... QUE NÃO TEM RABO PRESO COM O GOVERNADOR, SE O GOVERNADOR BRINCAR VAI PRESO JUNTO ... KKK VAMOS LANÇAR UM MOVIMENTO A SOCIEDADE MATO-GROSSENSE: ACORDA MATO GROSSO!
O líder do governador na Assembleia Romoaldo Júnior (PMDB) elogiou a postura do Palácio Paiaguás na apuração de possíveis irregularidades no pagamento das chamadas cartas de crédito. Para ele, foi importante o próprio Estado ter mandado investigar o caso e suspender a quitação dos valores. “A Assembleia vai acompanhar, estaremos de olho. Essa será nossa postura e quem errou terá que ser punido”, defende o peemedebista.
Na última quarta (14) a Delegacia Fazendária deflagrou a operação Cartas Marcadas para combater o pagamento irregular das cartas de crédito. Conforme os delegados fazendários, o rombo nos cofres no Palácio Paiaguás poderia ter ultrapassado R$ 250 milhões. Apesar da preocupação com a quitação dessas dívidas, Romoaldo lembra que o modelo foi criado justamente para resolver o problema do Estado. “Esse era um mecanismo muito bom, mas infelizmente no meio do caminho desviaram”, avalia.
Seis pessoas foram presas e 14 mandados de busca e apreensão foram cumpridos, sendo alguns em residências do deputado estadual Gilmar Fabris (PSD). O líder do governo, entretanto, prefere não fazer juízos de valores. Ele ressalta que, por enquanto, não há nenhuma prova contra o social-democrata.
Entre os que vão prestar informações nos próximos dias está o secretário da Secopa Eder Moraes, que comandava a pasta de Fazenda. “O Eder vai dar explicações para a Delegacia Fazendária e é isso que tem que ser feito”, pondera Romoaldo.
Isso é pura estratégia o gov.manda investigar para tirara o foco de si,esse filme eu já vi.Eu quero aqui dar um PARABÉNS aos grandes procuradores SIGER TUTIYA,EDMILSON DA COSTA PEREIRA,LUIZ EDUARDO JACOB e LUIZ SCALOPPE por seus votos serem favoráveis ao não arquivamento que investiga Blairo maggi,vcs são o trigo...........DEUS queira que um dia o joio(M;M;P) saia do meio do trigo.
Essa estratégia do "próprio governo mandar investigar" é a mesmissima utilizada pelo governo Blairo Maggi, no caso dos R$ 44.000.000,00 - a coisa funciona de forma bem simples, tipo assim: "o próprio governo" diz que está investigando o que já é público é notório e a coisa vai ficando por isso mesmo!!
Tem mais que elogiar mesmo. São todos iguais. Esse "novo" governo em nada difere ao do Blairo, o maggico. Aquele que veio e quebrou todos os paradigmas. Aproveitou e também quebrou Mato Grosso por inteiro!
Essa estratégia do "próprio governo mandar investigar" é a mesmissima utilizada pelo governo Blairo Maggi, no caso dos R$ 44.000.000,00 - a coisa funciona de forma bem simple, tipo assim: "o próprio governo" diz que está investigando o que já é público é notório e a coisa vai ficando por isso mesmo!!
Acusado de envolvimento no suposto esquema fraudulento de emissão de cartas de crédito pelo Estado, que resultou na operação “Caras Marcadas”, o deputado eGilmar Fabris (PSD) garante que sua participação foi apenas política. “Eu participai simplesmente como político, dizendo ao governo que o acordo era importante para o Estado e também para os servidores”, declarou nesta quinta (16), em entrevista ao MTTV 2° Edição, da TV Centro América.
Além de negar a participação efetiva no suposto esquema, Fabris chamou o auditor-geral do Estado, José Alves Pereiro Filho de “mentiroso”. De acordo com o deputado, os cálculos relativos às indenizações estão errados. “Ele (José Alves) é um irresponsável, mentiroso, fez o cálculo errado. Existia duas sentença, uma sentença e os precatórios. E, na verdade, ele calculou somente os precatórios (sic)”, disparou.
Segundo o chefe da auditoria foram detectadas irregularidades no levantamento do valor das indenizações a que cada servidor deveria receber por carta de credito. No total, segundo a auditoria, R$ 253 milhões teriam sido pagos a mais.
Além disso, José Alves declarou que documento algum relativo às cartas passou pela auditoria. “Não demos qualquer aval a essas cartas de crédito quando elas foram emitidas em 2009 e 2010. Elas sequer foram levadas ao conhecimento da Auditoria Geral do Estado. Este processo tramitou entre as secretarias de Fazenda, Administração e a Procuradoria-Geral do Estado”, defendeu-se.
Esse Gilmar Fabris veio do Paraná e vem aquí fazer de bôbo a todo mundo, é cria dos CAMPOS.
atuação polica faz me rir gilmar fica a maior parte de seu mandato licenciado tem que levantar o patrimonio dele baozinho esse cara
Fabris o onesto! Rssrr!
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