Sexta, 25 de Maio de 2012, 13:39 h

COBRANÇA | 26/04/2012 - 09:07

Nilson cobra recuperação da MT-320 e mais segurança para o Nortão

Romilson Dourado

   O deputado Nilson Santos (PMDB), com base na região de Cólider, no Nortão, cobrou, na sessão de quarta (25), uma atenção maior do governo estadual à rodovia MT-320, principalmente no trecho entre Santa Helena e Alta Floresta. Segundo o parlamentar, a estrada precisa de reparos urgentes, pois está ficando intrafegável. “A rodovia está cheia de buracos e defeitos e isso tem causado diversos acidentes na região. Muitas pessoas já perderam a vida”, ressalta Nilson Santos. O governo garantiu que fará em breve reparos emergenciais.

    De acordo com o deputado, é necessário fazer uma recuperação dos 180 quilômetros da rodovia. Ele conta que apresentou um requerimento pedindo uma audiência com o governador e os prefeitos da região afetada pelas más condições da rodovia e cobra uma posição concreta do chefe do Executivo para viabilizar o funcionamento da rodovia.

    Durante a sessão, o deputado peemedebista apresentou ainda um requerimento pedindo aumento de efetivo das polícias Civil e Militar para Alta Floresta e Colíder. Defende que se tenha garantia de segurança nesses municípios, onde houve aumento do número de crimes. Um dos motivos, diz Nilson Santos, é a construção de duas usinas hidrelétricas, uma em Paranaíta e outra em Nova Canaã, que tem levado muitas pessoas para essa região. “Estamos falando de quase quatro mil habitantes a mais e, com isso, precisamos garantir a segurança de todos”, enfatiza.

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COBRANÇA | 10/12/2009 - 15:16

Sinfra vai licitar cobrança de pedágio em 7 rodovias de MT

Romilson Dourado

   Quem trafegar pelas rodovias mato-grossenses em 2010 terá que colocar a mão no bolso. Sete rodovias cujas cobranças de pedágio hoje são administradas pela secretaria estadual de Infraestrutura (Sinfra), passarão às mãos de empresas privadas. Nesta terça (9), o governador Blairo Maggi (PR) publicou no Diário Oficial o Decreto 2279/2009, que autoriza a abertura de licitação para a concessão deste tipo de serviço. O valor da cobrança ainda está em análise, mas o pagamento já é efetuado nas localidades e variam de R$ 3,50 a R$ 31,50, dependendo do tipo de veículo.  Os recursos serão utilizados para a conservação dessas rodovias.

   Conforme informações da Sinfra, a primeira praça de pedágio foi inaugurada em dezembro de 2006 na MT-242, entre Sorriso e Ipiranga do Norte, num trecho de 65,5 quilômetros, cuja responsabilidade está a cargo do consórcio rodoviário gerido pela Associação dos Beneficiários da Rodovia de Integração Leste/Oeste. A segunda praça foi instalada na MT-449, na rodovia da Mudança, num trecho de 97,13 km, entre Lucas do Rio Verde e Tapurah. Outra está na MT-242, entre Sorriso, Nova Ubiratã e Boa Esperança (trecho de 83 km) e a última na MT-235, entre Nova Mutum e Santa Rita do Trivelato (trecho de 61 km administrado pela Associação dos Beneficiários da Rodovia da Produção).

   Conforme o edital de concessão que deve ser lançado ainda este ano, a empresa vencedora da licitação terá 20 anos para gerir cada trecho. O edital será aberto a empresas de todo o Brasil. Fora estas praças, há ainda cobrança de valor no trecho na MT-235, em Sapezal, no sudoeste de Mato Grosso, sem intervenção de administração do governo do Estado e feita pelos índios da reserva indígena Pareci com autorização da Fundação Nacional do Índio (Funai). Neste trecho, os valores são R$ 30,00 (caminhões, carretas e ônibus), R$ 20,00 (para carros de passeio) e R$ 10,00 (motos). (Adriana Nascimento)

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COBRANÇA | 06/11/2009 - 10:59

Holerite de Ralf Leite que comprova desconto em folha de pagamento

Romilson Dourado

COBRANÇA | 17/05/2009 - 11:16

Motoristas de ônibus cobram reajuste e já falam em greve

Romilson Dourado

   Motivados pelo reajuste da tarifa do transporte coletivo de Cuiabá, anunciado no último dia 4 pelo Conselho Municipal de Trânsito, saiba mais aqui -, motoristas e cobradores de ônibus já pressionam as empresas que exploram o serviço por reajuste salarial. Em assembleia realizada neste sábado (16), eles votaram a favor da deflagração de greve, por tempo indeterminado, ainda este mês. A data de paralisação das atividades ainda não foi definida. Segundo informações do Sindicato dos Motoristas Profissionais e Trabalhadores em Empresas de Transportes Terrestres de Cuiabá e Região (STETT/CR), a categoria está revoltada com a ausência de recomposição salarial, enquanto os patrões lucraram com sucessivas majoração no preço da tarifa.

   Atualmente, os cobradores recebem R$ 750 ao mês para trabalhar sete horas e vinte minutos por dia. Os motoristas, por sua vez, cumprem a mesma jornada e ganham R$ 1,2 mil mensais. "É muito pouco para um chefe de família. Se houve inflação e os preços dos insumos aumentaram, significa que também estamos pagando mais caro com comida, roupa e remédios", reclamou neste domingo (17) uma cobradora, que não quis ser identificada. 

  Enquanto trabalhadores ameaçam parar os ônibus, proprietários das empresas de transporte oferecem, em contrapartida, reajuste de apenas 2%, com redução simultânea da carga horária para quatro horas e cinquenta minutos ao dia. Na avaliação de cobradores e motoristas, contudo, a medida reduzirá ainda mais a remuneração mensal da categoria, pois a diminuição de horas trabalhadas terá impacto nos salários. "Se a proposta patronal for aprovada, haverá necessidade de mais contratações, porém os funcionários vão ganhar menos em função da redução da carga horária. Para as empresas não muda nada, mas haverá perdas para os próprios funcionários", apontou um motorista. Ele destacou ainda que não haverá possibilidade dos trabalhadores recorrerem à hora-extra. "Como o salário é baixo, há cobradores e motoristas que fazem questão de fazer hora-extra para poder ganhar um pouco mais no final do mês", relatou.         

   Conforme a decisão do Conselho Municipal de Trânsito, a tarifa, atualmente fixada em R$ 2,05, subirá para R$ 2,43. Este é o limite a que pode chegar o reajuste. Para a decisão do conselho ser efetivada, basta o prefeito Wilson Santos (PSDB) assinar um decreto tornando-a pública. Empresários da Associação Mato-Grossense dos Transportadores Urbanos (MTU) alegam que há pelo menos dois anos a passagem de ônibus em Cuiabá não tem aumento, em detrimento dos custos operacionais, como manutenção dos veículos, pagamento de salários, despesas com combustíveis, peças etc. Entidades e ONGs, no entanto, entraram na Justiça na tentativa de barrar o reajuste da passagem - veja mais aqui.

   Caso os motoristas e cobradores paralisem as atividades, cerca de 250 mil usuários que utilizam diariamente o transporte coletivo em Cuiabá serão prejudicados. Atualmente a frota de coletivos é composta por 356 ônibus. (Andréa Haddad)

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COBRANÇA | 16/03/2009 - 08:18

Alexandre paga dívida de campanha "por fora"

Romilson Dourado

   Acionado na Justiça por supostos débitos de campanha não declarados que chegariam a quase R$ 3 milhões, o deputado e ex-presidente regional do PT Alexandre César começou a quitar a dívida. Segundo fontes petistas, depois de "embolsar" o dinheiro, empresários que antes reclamavam do suposto "calote", agora resolveram "aliviar a barra" do parlamentar nos depoimentos prestados na última quinta (12), na 1ª Zona Eleitoral, no processo instaurado a partir de denúncia do Ministério Público para apurar suposta prática de caixa 2 na campanha do próprio Cesar, derrotado a prefeito da Capital em 2004. A denúncia foi feita depois que empresários entraram na Justiça para garantir o pagamento dos serviços prestados ao petista durante a campanha e não registrados na prestação de contas fornecida à Justiça Eleitoral.

   O curioso é que o dinheiro para a quitação dos débitos não está saindo dos cofres do partido, fato que configuraria a prática inédita, até onde se tem conhecimento, de "caixa 2 do caixa 2". O pagamento da dívida também chama a atenção devido ao "surgimento" de mais credores que, tal como os demais, prestaram serviço à campanha petista sem que os débitos fossem declarados ao Tribunal Regional Eleitoral.

   Um dos credores é Carlos Roberto Pinto, da CBC Suprema, empresa de propaganda e publicidade. Ele recebera R$ 93 mil das mãos do petista. O valor é referente a três notas fiscais emitidas em 22 de outubro de 2004 e autenticadas no 4º Serviço Notarial de Várzea Grande no dia 14 de dezembro do mesmo ano. Carlos Roberto chegou a receber a folha de cheque nº 850492, emitida por Antonio Humberto Cesar Filho, irmão de Alexandre, mas não conseguiu descontá-la no Banco do Brasil por falta de fundo. O cheque foi devolvido em duas ocasiões, em 22 e 25 de novembro de 2004. Segundo uma fonte próxima ao petista, Alexandre conseguiu reaver a folha de cheque depois de quitar o débito.

   Outros empresários que também teriam recebido recentemente pelos serviços prestados na campanha de Alexandre são Júlio César de Oliveira, representante da banda Stillo Pop Som; Leonir Rodrigues da Silva, proprietário das gráficas Atalaia e Maior; Rodrigo Piovezan, sócio-proprietário da Beta Vídeo; Dalmi Defanti Júnior, dono da Gráfica Print; e a responsável pela prestação de contas da campanha do petista Kátia Auxiliadora Xavier. "O salário do Alexandre não chega a R$ 12 mil, não temos idéia de onde ele está tirando dinheiro para pagar estes empresários", comentou, intrigrado, um membro da Executiva do PT.

   Apesar de assumir na Justiça somente dívidas no valor de R$ 964 mil, Alexandre foi cobrado judicialmente em quase R$ 3 milhões. Conforme o petista, os débitos são de responsabilidade do diretório estadual do PT e foram contraídos mediante autorização da cúpula da direção nacional, à época presidido pelo então deputado federal José Genoíno (CE), com Delúbio Soares no cargo de tesoureiro.

  Perguntado pelo RDNews se chegou a pagar dívidas de campanha, fora do caixa do PT, Alexandre Cesar se mostrou irritado. "Isso é um factóide", reagiu o deputado. (Andréa Haddad)

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COBRANÇA | 11/03/2009 - 08:25

Corpo de Bombeiros faz "contrato verbal" com buffet

Romilson Dourado

  Mesmo sem licitação e muito menos contrato, a empresa Fast Fest Locações e Buffet Ltda espera  embolsar R$ 1,7 mil dos cofres estaduais para organizar a "6ª Semana do Museu", promovida pelo Corpo de Bombeiros, entre 14 e 18 de maio do ano passado. O pagamento será efetuado mediante liberação de verba indenizatória pela secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), comandada por delegado federal licenciado Diógenes Curado.

   Conforme informações encaminhadas pelo comando do Corpo de Bombeiros à Sejusp, a empresa prestou o serviço mediante "contrato verbal". O secretário Curado ficou desconfiado dessa negociação. Instaurou uma comissão de processo administrativo para descobrir o responsável pela autorização do tal "contrato verbal" sem a devida licitação, mesmo que seja inferior aos R$ 8 mil, valor máximo permitido em lei para aquisições e pagamentos emergenciais pelo poder público.

   Apenas depois de concluído o processo administrativo, o pagamento será "liberado" para a empresa. Fazem parte da comissão de investigação os servidores o delegado Geraldo Magela de Araujo, além de Álvaro Martins e Maria Marcedes de Oliveira. (Andréa Haddad)

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COBRANÇA | 26/08/2008 - 09:17

Moral e MCCE cobram concurso público na AL

Romilson Dourado

   A Ong Moral e o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) ingressaram com representação junto ao Ministério Público do Trabalho contra o presidente da Assembléia, deputado Sérgio Ricardo (PR), para que sejam investigadas as contratações de servidores permanentes no órgão sem a promoção de concurso público. As entidades avaliam que não há emergência, tão menos excepcionalidade de interesse público para que haja a necessidade dessas contratações sem concurso.

   Na representação, a Ong e o MCCE avaliam que é desleal a maneira como são feitas as contratações, ou seja, por apadrinhamento político, segundo eles, a exemplo do que ocorreu na TV Assembléia. "Para a implantação da TV Assembléia, o legislativo estadual não realizou concurso público, mesmo necessitando contratar dezenas de profissionais. Mais uma vez, os cargos foram ocupados na base do favorecimento e do apadrinhamento".

   Com base nessas argumentações, solicitam que o MPT instaure um procedimento administrativo investigatório para que supostas irregularidades sejam cessadas. "Que a investigação possa colher provas a fim de subsidiar possível medida judicial visando à responsabilização", diz trecho do documento. (Pollyana Araújo)

  • Confira aqui a íntegra da representação
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COBRANÇA | 11/08/2008 - 17:12

Deputado cobra mais transparência da Sejusp

Romilson Dourado

   O deputado Maksuês Leite (PP), que resolveu virar opositor ferrenho do governo Blairo Maggi após desistir de disputar a eleição em Várzea Grande, cobra mais transparência dos gastos da secretaria de Justiça e Segurança Pública, sob Diógenes Curado, com policiamento. Ele questionou ainda a aplicação dos cerca de R$ 50 milhões do orçamento da política no combate à criminalidade principalmente em Cuiabá e Várzea Grande. "O que está ocorrendo é uma verdadeira carnificina, um festival de crimes onde nem policiais escapam".

   O progressista enfatiza que está preocupado com a "onda" de crimes que atinge Várzea Grande, para quem se tornou o município mais violento do Estado. "Várzea Grande já ultrapassou, em número de crimes, até Colniza, cidade citada recentemente como a mais violenta do país". Maksuês pediu ao Ministério Público e ao governo do Estado que atuem em parceria na elaboração de um plano para reduzir a violência no município.

    Ele criticou ainda a inércia das prefeituras, tanto de  Cuiabá e Várzea Grande, em relação à fiscalização dos grandes shows que ocorrem nos dois municípios. Segundo ele, esses eventos têm sido promovidos sem que seja levado em consideração evar em conta a segurança do público. A crítica é baseada no show ocorrido neste final de semana no Centro Universitário de Várzea Grande, onde houve dois assassinatos. (Pollyana Araújo)

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COBRANÇA | 21/05/2008 - 18:07

7 prefeituras e 3 câmaras são multadas pelo TCE

Romilson Dourado

  O Tribunal de Contas do Estado (TCE), sob o conselheiro Antônio Joaquim, multou as prefeituras de Cuiabá, Terra Nova do Norte, Alta Floresta, Apiacás, Novo Mundo, União do Sul e Guarantã do Norte. Todas foram notificadas por não encaminharem ao TCE informações por meio do sistema Aplic dentro do prazo exigido. Por causa disso, o prefeito da Capital, Wilson Santos (PSDB), pagará R$ 1,4 mil, assim como as prefeitas de Alta Floresta, Maria Izaura Dias Alfonso (PDT), e a de Apiacás, Silda Kochemborger.

   Ocorre que essas prefeituras deixaram de repassar ao Tribunal relatório sobre o orçamento e a carga inicial orçamentária referente ao mês de janeiro deste ano. A multa deve ser paga em 15 dias. As verbas serão destinadas ao Fundo do TCE (Fundecontas). Pelo fato de ter encaminhado parte da documentação, as prefeituras de Terra Nova do Norte, Novo Mundo, União do Sul e Guarantã do Norte foram multadas em 40 UPF´s, o que representa R$ 1,1 mil.

   Além da prefeitura, o TCE também multou em R$ 1,1 mil a Câmara Municipal de Guarantã do Norte. Também entraram na lista de "multadas" as câmaras de Cláudia e de Novo Mundo, que pagará R$ 863,1, pois cumpriu parte das exigências do Tribunal. No geral, as essas câmaras municipais não cumpriram também o prazo para o envio das informações do Aplic. (Pollyana Araújo)

COBRANÇA | 16/05/2008 - 08:40

Lutero entrega relatório de auditoria incompleto

Romilson Dourado

Antônio Cavalcante Filho, o Ceará   O presidente da Câmara de Cuiabá, Lutero Ponce (PMDB), em cumprimento à deterrminação do juiz Alberto Ferreira de Souza, encaminhou nesta quinta (15) ao Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) cópia da auditoria das contas referentes ao exercício 2005-2006 do Legislativo cuiabano. O coordenador do MCCE, Antônio Cavalcante Filho, o Ceará, adianta, porém, que o documento não será válido, já que faltam a documentação auditada, ou seja, a que deu origem ao relatório final.

   Agora, Ceará conta que o próximo passo será encaminhar aos auditores que colaboram com o Movimento para que sejam analisadas se atende ou não o exigido pelo MCCE. Caso não seja suficiente, diz que vai até o juiz Alberto e dirá que a sentença não foi cumprida, pois, segundo Ceará, nesse caso, prevalece a opinião do ex-conselheiro do Tribunal de Contas, Júlio Campos, que classificou o relatório de fajuto. "Vamos dizer ao juiz que a sentença não foi cumprida". Fará isso até a próxima terça. (Pollyana Araújo)

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COBRANÇA | 25/04/2008 - 12:36

Estado não repassa recursos federais a hospitais

Romilson Dourado

 Atraso no repasse de recursos federais aos hospitais, via Estado, vem causando protesto em razão da precariedade pela qual vem passando as unidades. De acordo com denúncias, os 97 hospitais do interior estão sem receber a verba oriunda do Ministério da Saúde que totaliza R$ 9 milhões referente a fevereiro deste ano. O montante é distribuído pela secretaria estadual de Saúde, sob Augustinho Moro, conforme o número de atendimentos realizados pelas unidades hospitalares. O faturamento fecha no dia 15 de cada mês e, após essa data, o governo federal deposita o valor na conta da secretaria. Até agora, porém, o repasse não foi feito.

  Outro lado

  Questionado sobre a postergação do pagamento, o secretário Augustinho Moro alega que não tinha conhecimento do atraso e sugeriu que a suposta falha fosse verificada com o superintendente de Planejamento e Finanças da pasta, Donizette Vilas Boas. O superintendente, por sua vez, garante que os pagamentos referente aos meses de janeiro e fevereiro já foram devidamente efetuados. Segundo ele, o vencimento de março foi depositado. Chegou a citar que o crédito tenha ocorrido no dia 20. Detalhe: deu num domingo.  Por causa disso pode não ter sido creditado ainda na conta dos hospitais.

    "Cumprimos rigorosamente o calendário do Ministério da Saúde", disse. Donizette conta que há uma demora, pois após o fechamento do mês, a secretaria recebe os relatórios e os confere. Só depois disso o dinheiro é liberado. (Pollyana Araújo)

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COBRANÇA | 24/03/2008 - 19:35

Governador exige redução de gasto e núcleos já

Romilson Dourado

  Em reunião com o secretariado nesta segunda (24), o governador Blairo Maggi cobrou maior redução de gastos, agilidade na implantação dos núcleos sistêmicos, planejamento e divulgação das ações do governo. O vice-governador Silval Barbosa (PMDB) assegura que a cobrança não surgiu como uma espécie de puxão de orelha e, sim, “como um pedido natural” do gestor.

   Maggi quer que as ações desenvolvidas pelo Estado sejam mostradas e sugeriu aos secretários que dêem mais atenção à imprensa. Ao mesmo tempo em que visa economia, o chefe do Executivo enfatiza a necessidade de se aumentar a arrecadação. “De maneira alguma podemos afrouxar a execução do orçamento”, disse, durante reunião. Segundo Silval, a apresentação dos resultados dos núcleos sistêmicos já implantados mostram dados positivos, mas falta agilidade nos demais.

   Já foram implantados os núcleos de Administração (Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social, Escola de Governo e MT Saúde), Saúde (secretaria de Saúde) e Segurança Pública (Justiça e Segurança Pública, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Polícia Judiciária Civil).  Estão em processo de transição os núcleos da Governadoria, Planejamento e Tecnologia, Cultura, Ciência, Lazer e Turismo, Socioeconômico, Educação e Jurídico, Fazendário, Agro-ambiental, Trânsito e Transporte e Educação Superior.

    Imagem    
 
   O governo vem sofrendo grande pressão e críticas, principalmente quanto ao meio ambiente com repercussão negativa dos números sobre o desmatamento no Nortão. Ele repassou essa preocupação aos secretários, principalmente ao de Meio Ambiente, Luis Henrique Daldegan. O governador pretende alavancar uma boa imagem do Estado e extinguir o rótulo negativo. Para tanto, pediu apoio de todo o secretariado.

  Maggi também pretende viajar mais para o interior, dando seguimento a sua promessa de não abandonar o setor produtivo. Ele quer evitar ao máximo que haja intervenção federal em outros setores, como vem ocorrendo com o madeireiro a partir da Operação Arco de Fogo no nortão do Estado. (Simone Alves)

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COBRANÇA | 31/01/2008 - 20:00

Entidades acionam prefeito no MP por omissão

Romilson Dourado

  O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e a Ong Moral ingressaram nesta quinta (31) com representação junto ao Ministério Público Estadual contra o prefeito de Santo Antônio do Leverger, Faustino Dias Neto (DEM). Ele é acusado de sonegar informações requeridas pelas entidades sobre diversas obras públicas realizadas pelo município. No ano passado, a Ong Moral e o MCCE protocolaram por duas vezes pedidos de informações ao prefeito. Nenhum dos pedidos foi atendido.

Empreiteiro Valdebran Padilha, ligado ao PT   De acordo com os requerentes, entre as obras que estão abandonadas está a de esgotamento sanitário do bairro Cohab, orçada em R$ 700 mil. Uma outra trata-se da estação de bombeamento de água. As duas obras foram construídas pelas empresas de Valdebran Padilha, aquele petista que foi chamado pelo presidente Lula de aloprado em meio à confusão sobre o dossiê anti-tucanos. A Ong e o MCCE também denunciam que há indícios de superfaturamento no portal de entrada da cidade. A obra custou R$ 206 mil.

    "Existem também graves denúncias de nepotismo e empreguismo e o prefeito se nega a fornecer o lotacionograma da prefeitura", alega as organizações, na representação. As entidades querem que o Ministério Público solicite informações e tome as devidas providências sobre as irregularidades. (Pollyana Araújo)

  • Clique aqui e leia a íntegra da representação
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COBRANÇA | 30/12/2007 - 20:43

Novo secretário terá metas a cumprir, diz Santos

Romilson Dourado

Luiz Soares terá metas a serem cumpridas enquanto secretário de Saúde  Além de Luiz Soares na pasta da Saúde, os demais integrantes do 1º escalão vão assinar um contrato de gestão para cumprir várias tarefas em 2008, sob pena de exoneração

   No dia em que tomará posse como secretário de Saúde - 13 ou 14 de janeiro -, Luiz Soares vai assinar um contrato de gestão, se comprometendo a cumprir 10 metas durante período de um ano. Segundo o prefeito Wilson Santos, os demais secretários também serão obrigados a atingir metas. Esse alerta já foi feito na reunião da última sexta (28). Serão de 5 a 6 para os demais a serem cumpridas durante o exercício de 2008. "São metas que fazem parte do princípio da administração privada e, quando aplicadas na pública, se chama gestão gerencial", explica o prefeito.

     Santos adianta que o não-cumprimento das tarefas resultará em punição e até em exoneração. Ele preferiu desconversar sobre o assunto, mas, por coincidência, anunciou contrato de gestão extensivo a todo o staff no momento em que seu secretariado vem sendo bombardeado por críticas. Quase todos têm atuação pífia, não defendem a gestão, ignoram os mutirões feitos nos bairros e demoram a tomar providências, até mesmo naquelas demandas emergenciais.

    De acordo com o prefeito, Luiz Soares, que já conduziu a pasta da Saúde por ano anos na gestão Roberto França, concordou em assinar o contrato de gestão. Ele conduzirá um orçamento de R$ 210 milhões e uma pasta complexa e com mais de 5 mil servidores.

     Metas

    Entre as metas já definidas para o novo secretário, que substituirá Guilherme Maluf, estão a de chegar o final de 2008 com 58 Programas de Saúde da Família (PSFs) implantados (hoje são 35 equipes), criar o Pronto-Socorro da Criança, informatizar e interligar numa linguagem única todas as unidades de saúde, restruturar a Central de Regulação e revitalizar a Saúde Mental do Município. Também fazem parte do contrato de gestão a implantação de duas farmácias populares e construção de uma policlínica no bairro Pedra 90.

Algumas metas a serem cumpridas por Luiz Soares

1) Elevar de 35 para 58 equipes do Programa Saúde da Família
2) Criar o Pronto-Socorro da Criança
3) Informatizar e interligar todas as unidades de saúde
4) Restruturar a Central de Regulação
5) Revitalizar a Saúde Mental
6) Implantar mais de duas farmácias populares
7) Construir uma policlínica no Pedra 90

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COBRANÇA | 25/12/2007 - 02:01

PT nacional sofre bloqueio por dívidas em MT

Romilson Dourado


* 3 promissórias assinadas por Delúbio e Alexandre revelam caixa 2 de campanha e resulta em conta bloqueada 

* Empresário de MT que prestou serviços como produtor do programa do petista na TV em 2004 vai receber R$ 1 mi

   Três anos depois, o empresário mato-grossense Rodrigo Stabille Piovezan, da Beta Vídeo, que fez a produção da campanha eleitoral na TV de Alexandre Cesar à Prefeitura de Cuiabá em 2004, consegue êxito na Justiça e vai receber praticamente R$ 1 milhão da direção nacional do PT. Por decisão judicial, o caixa do partido presidido pelo deputado Ricardo Berzoini está bloqueado. Ficará nessa penhora on line até que o partido reúna todo o dinheiro para quitar a dívida.

    O pior é que esse débito faz parte do esquema do caixa 2. O próprio Alexandre, então presidente regional do PT e hoje deputado estadual, e Delúbio Soares, que era tesoureiro da Nacional, foram quem assinaram três notas promissórias, totalizando R$ 916.887,00. Delúbio foi o pivô de uma das maiores crises políticas do país. Ele atuava junto com o publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza no chamado valerioduto, com captação de recursos para o PT e no mensalão supostamente pago a parlamentares da base aliada do governo Lula.

Rodrigo Piovezan consegue bloqueio das contas do PT para receber R$ 1 milhão    Rodrigo Piovezan foi um dos poucos credores do PT no país que conseguiram confissão de dívida assinada por Delúbio de uma contabilidade parelela. Em poder das duplicadas, o jovem empresário recorreu à Justiça, após tentativas inúteis de receber o dinheiro tanto junto ao diretório estadual quanto ao nacional. Conforme as promissórias assinadas por Delúbio e Alexandre em nome das direções nacional e estadual, o PT se comprometeu a liquidar os R$ 916,8 mil em três parcelas.

     A primeira duplicata (001/003) apresenta valor de R$ 295.732,00. Venceu em 28 de março de 2005, três meses antes de estourar a crise política por conta do caixa 2 e do mensalão. Os escândalos nocautearam o PT, afundaram o governo Lula, provocaram queda de ministro e renúncia e cassação de deputados.

    A segunda duplicada (002/003) com valor de R$ 305.521,00 teve vencimento em 28 de abril. A terceira (003/003), de R$ 315.634,00 deveria ter sido paga até 28 de maio do mesmo ano. Como nenhuma delas foi liquidada, Piovezan bateu a porta da Justiça com ação por Quantia Certa Contra Devedor Solvente, citando os diretórios estadual e nacional petista. Sob número 277/2005, o processo tramitou na 21ª Vara Cível de Cuiabá desde 22 de agosto de 2005.

   A ação proposta por Piovezan, por meio de seus advogados Pedro Sylvio Sano Ltvay e Wagner Moreira Garcia, relata que "por inúmeras vezes e de forma amigável, o exequente buscou a satisfação do seu crédito, o que resultou infrutíferas tais tentativas, não restando a ele outra alternativa senão socorrer-se à ação executória". Piovezan é sócio-proprietário da Beta Vídeo, produtora que realizou vários trabalhos para o PT na campanha eleitoral de 2004, principalmente em Cuiabá.

    Há vários credores do PT na fila para receber. O partido, em nome de alguns dirigentes, emitiu até cheques sem fundos, nove deles, que totalizam R$ 351,6 mil, foram assinados como crédito para a Gráfica Print Indústria e Editora Ltda. A empresa ingressou com três ações na Justiça, já que também foi vítima de calote.
Confira abaixo reprodução das 3 promissórias assinadas por Delúbio Soares e Alexandre Cesar.

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COBRANÇA | 24/12/2007 - 13:20

Contabilidade do PT revela um bloqueio judicial

Romilson Dourado

  A senadora Serys Marly revela, na contabilidade do PT referente a sua gestão de dois anos no comando regional, que há um bloqueio judicial de R$ 16,5 mil referentes a dívidas que o deputado estadual e então candidato a prefeito de Cuiabá, Alexandre Cesar, fez entre 2004 e 2005. A prestação de contas de Serys e da secretária de Finanças, vereadora Enelinda Scala, revela que as receitas de 2007 alcançaram a R$ 120,3 mil, ao passo que as despesas foram de R$ 113,1 mil.

     Até o dia 21 deste mês o PT tinha um saldo de R$ 1,3 mil. Segundo Enelinda, o PT só sobreviveu à crise financeira devido às doações, pois o bloqueio ocorre toda quinzena. Esse é o motivo da maior irritação de Serys: um saldo devedor de quase R$ 1 milhão deixado pelo antecessor Alexandre Cesar. Sua insatisfação é tanta que, quando foi passar o cargo de presidente ao deputado federal Carlos Abicalil, no último sábado (22), a senadora disparou críticas à ingerência no partido e ao rombo nas contas. (Simone Alves)  

COBRANÇA | 23/11/2007 - 16:06

Maggi não está cumprindo promessas, diz Iraci

Romilson Dourado

     Ex-vice-governadora cutuca secretária Terezinha, vê atuação pífia e alerta que ainda há muitas pessoas passando fome no Estado

    A ex-vice-governadora e nova pré-candidata do DEM à Prefeitura de Cuiabá, Iraci França, adota discussão de oposição ao governo do qual fez parte no primeiro mandato (2003/2006). Segundo ela, Maggi não está cumprindo promessas de campanha. "Nas eleições, o governador sempre apresentou propostas voltadas para a área social, mas até agora não vimos nenhum avanço. Ele (Maggi) deve dar mais ênfase aos programas sociais", critica.

    "Há uma secretaria para cuidar disso, mas percebemos que não está dando a importância ao social como deveria", diz, referindo-se à secretaria estadual de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social, sob a primeira-dama Terezinha Maggi. "Temos um contingente de pessoas que ainda passam fome em nosso Estado e não podemos fechar os olhos para essa situação", enfatiza Iraci, que foi ovacionada pelos democratas como pré-candidata ao Palácio Alencastro, durante a primeira convenção do DEM, nesta sexta, no plenário da Assembléia.

    A esposa do ex-prefeito e deputado Roberto França destaca que a assistência social está em segundo plano no governo Maggi. Conta que teve várias conversas com o governador e reivindicou a viabilização de ações que beneficiem a população carente. "O governador sempre me deu respaldo durante as reuniões, mas não executava projetos", reclama.  Por outro lado, Iraci admite que o governador tem projetado grandes obras, porém, em outros setores.  Confessa que ganhou muita experiência ao exercer o posto de vice-governadora de Maggi. "Acompanhei as questões de perto. Por isso, hoje tenho noção das reais necessidades do Estado".

    A democrata, que levanta a bandeira das políticas sociais para o pleito de 2008, se esquiva quando perguntada sobre a avaliação que faz da gestão do seu futuro adversário nas urnas, prefeito Wilson Santos (PSDB). Mas, afirma que está contente porque o prefeito tucano deu continuidade aos programas que desenvolveu na época em que foi primeira-dama e secretária de Bem-Estar Social da Capital, na então gestão do marido França. (Pollyana Araújo)

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COBRANÇA | 19/11/2007 - 16:08

Riva contrapõe governo e quer ajuda aos clubes

Romilson Dourado

José Riva apresenta projeto para manter ajuda financeira aos times de futebol   O primeiro-secretário da Assembléia, deputado José Riva (PP), decidiu enfrentar mais uma queda-de-braço com o governador Blairo Maggi (PR). Contrariando a decisão do Palácio Paiaguás, que cortou R$ 1,2 milhão para os clubes que disputam o campeonato mato-grossense de futebol, Riva vai apresentar um projeto para não só manter a ajuda financeiro, como dobrar o valor.

   O R$ 1,2 milhão vinha sendo rateado nos últimos dois anos entre 12 times, uma contribuição de R$ 100 mil a cada um. Agora que o número de participantes aumentou para 20 com vistas a temporada de 2008, o governo comunicou que não manterá mais a ajuda - leia mais aqui.

    Riva adianta que vai apresentar um projeto em conjunto com o presidente da Assembléia, deputado Sérgio Ricardo (PR) para o Estado contribuir com os clubes, mas desta vez com mecanismos de controle da aplicação dos recursos. Até então, os dirigentes esportivos não precisavam prestar contas da premiação. Como é bem articulado politicamente, o primeiro-secretário deve obter apoio da maioria dos 24 parlamentares, o que forçará o governo a sancionar o novo projeto para "salvar" os clubes. Muitos deles, inclusive articulado por políticos, só confirmaram presença no campeonato de olho na contribuição financeira do Estado.

   Times

   O campeonato começa a partir de 19 de janeiro. Por enquanto, 20 times confirmaram presenças. São eles: Mixto, Palmeirinhas do Porto e Dom Bosco (os 3 de Cuiabá), Operário (Várzea Grande), União, Vila Aurora e Rondonópolis Esporte Clube (os 3 de Rondonópolis), Grêmio (Jaciara), Campo Novo do Parecis, Juventude (Primavera do Leste), Luverdense (Lucas do Rio Verde), Cacerense (Cáceres), Tangará da Serra, Nova Ubiratan, Sorriso, Sinop, Alto Araguaia, Nova Xavantina e Campo Verde.

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