

Museu do Rio, um dos pontos turísticos de Cuiabá, é reformado para atrair visitantes
A reforma do Museu do Rio, um dos principais pontos turísticos de Cuiabá, será entregue na próxima quinta (18). Localizado no bairro do Porto, um dos mais tradicionais da Capital, o local é revitalizado por 10 homens, que correm contra o tempo para entregar a obra na data estabelecida. Segundo o secretário de Cultura, Sérgio Cintra, os trabalhos são executados numa parceria entre a prefeitura e Oxigênio Cuiabá, tendo como objetivo mudar a “cara” do local para atrair mais visitantes.
Ele reforçou que o espaço encontrava-se com aspecto de abandonado, por isso, os turistas achavam que o museu não funcionava. Fundado em 1999, o Museu do Rio faz parte de um complexo que inclui o Aquário Municipal e a reurbanização da avenida Beira Rio. O local conta a história da Capital expondo fotografias e peças de artesanato.
O museu está instalado no prédio do antigo Mercado do Peixe, construído em 1899. A construção, inclusive, foi tombada pelo governo em 1983, sendo que o local foi recuperado para abrigar o espaço em 1999. A ideia era resgatar a memória local, mantendo viva a cultura. O local conta com 10 salas com exposições de quadros, imagens sacras, maquetes da região, artesanatos, dentre outras opções culturais.
Ainda conforme o secretário, após a reforma outros espaços devem passar por reformulações. Ele pondera que vem se reunindo com professores e coordenadores de escolas municipais para fomentar e incentivar os alunos a visitarem o local.
PARABÉNS PELA REFORMA! MUSEO RESGATA A HISTÓRIA.
O analista político PhD em História da América Latina pela Tulane University, EUA, Alfredo da Mota Menezes, lançou mais um livro e deve provocar tórridos debates por todo o país. Menezes usou toda a sua vivência e análises feitas durante o período em que viveu e lecionou nos Estados Unidos para, de forma bastante crítica, demonstrar como os americanos veem os países da América Latina, em especial o Brasil.
Para tanto, elaborou o livro com base em questões religiosas, teorias raciais e reflete até como o “clima” teria influência no perfil dos latino-americanos. “Quero demonstrar neste livro como os norte-americanos nos veem. Eles acreditam que somos assim por causa da religião católica e que o protestantismo é superior”, pontua Menezes.
Segundo o estudioso, existem até formulações teóricas ou intelectuais nos EUA, baseadas nas crenças históricas existentes na América Latina, que justificam a atuação diplomática do governo com os povos abaixo do Rio Grande.
“Também a mídia e o cinema atuam de acordo com essa visão histórica. Para eles, por exemplo, não há nenhuma diferença entre a Bolívia e o Brasil”, pondera. Este é o oitavo livro lançado pelo estudioso por meio de uma editora nacional. Os exemplares já estão disponíveis nas melhores livrarias de Cuiabá.
Acaba de ser lançado em Brasília o livro "Imprensa Negra no Brasil do Século XIX". A autora é Ana Flávia Magalhães Pinto, jornalista e historiadora do Distrito Federal. O lançamento aconteceu na quinta (14) à noite, na Livraria Cultura. A dissertação de mestrado defendida por Ana Flávia em 2008 é o resultado de um trabalho de pesquisa.
Ela pesquisou oito veículos lançados entre setembro de 1833 a agosto de 1899: “O Homem de Cor ou O Mulato, Brasileiro, Pardo”, “O Cabrito” e “O Lafuente”, do Rio de Janeiro (RJ), em 1833; “O Homem: Realidade Constitucional ou Dissolução Social”, de Recife (PE), em 1876; “A Pátria – Órgão dos Homens de Cor”, de São Paulo (SP), em 1889; “O Exemplo”, de Porto Alegre (RS), de 1892; e “O Progresso - Órgão dos Homens de Cor”, também de São Paulo (SP), em 1899.
O resultado é um apanhado que revela a história dos veículos de comunicação da imprensa negra e os esforços dos negros letrados daquele período em manter os jornais e propagar as ideias em defesa dos homens de cor e contra a escravidão e os direitos dos homens livre. Mas também expõe situações e costumes da época, como o hábito de leitura entre letrados e iletrados, um dos pontos que Ana Flávia Magalhães Pinto aborda nesta entrevista para o RDNews.
O livro "Imprensa Negra no Brasil do século XIX" faz parte da “Coleção Consciência em Debate”, da Selo Negro Editora, de São Paulo. Há outros volumes: “Relações raciais e desigualdade no Brasil”, “Políticas públicas e ações afirmativas”, “História da África e afro-brasileira” e “Literatura negro-brasileira”. Ana Flávia Magalhães Pinto nasceu em Planaltina (DF), em 1979. Graduou-se em Comunicação Social/Jornalismo pelo Centro Universitário de Brasília (2001), concluiu o mestrado em História pela Universidade de Brasília (2006) e atualmente é doutoranda também em História pela Universidade Estadual de Campinas. Ela desenvolve pesquisa sobre experiências de intelectuais negros na imprensa brasileira do século XIX. É colunista do jornal “Ìrohìn”. Eis, abaixo, os principais trechos da entrevista.
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RDNews - Como eram organizados esses veículos?
Ana Flávia Magalhães Pinto - Esses jornais foram frutos de pessoas que uma vez vivenciado algumas turbulências, alguns problemas que diziam respeito a discriminação racial, ao preconceito de cor. Decidiram criar esses veículos para tratar dessas questões. E foram também pessoas que já vinham de uma experiência na imprensa e decidiram criar veículos específicos para abordar esses assuntos. As experiências foram diferentes. Embora as abordagens tenha sido semelhantes, as experiências de cada uma dessas pessoas e desses veículos foram diferentes.
RDNews - Quais eram as dificuldades para imprimir e fazer circular esses jornais?
Ana Flávia - Olha, dificuldade sobre isso não fica revelado a partir da leitura dos jornais. Pela leitura dos jornais, as dificuldades eram sobre os meios para mantê-los. Todos foram jornais de vida curta, com exceção do jornal “O Exemplo”, fundado em Porto Alegre (RS) em 1892 e que percorreu até 1930. E era fruto de um grupo maior e com uma experiência mais fortalecida na imprensa e em outros espaços da intelectualidade de Porto Alegre, o que de certa forma pode explicar a duração dessa experiência por tanto tempo. Mas de um modo geral os jornais tinham a proposta de serem mantidos a partir de assinaturas ou da venda avulsa. Não havia um acúmulo financeiro prévio que garantisse a sobrevivência deles, o que talvez tenha dificultado a existência deles por mais tempo. Outro fato é que eles lidavam com um público que tinha dificuldades financeiras, que era especialmente o público negro.
RDNews – Qual era o perfil dessas pessoas que editavam esses jornais?
Ana Flávia – Eram pessoas que de uma forma e de outra tinha uma experiência de imprensa e já havia se estabelecido nesse mundo letrado e que garantiram além de um espaço convencional, asseguraram espaço para publicar seus próprios jornais. Eram jornalistas, tipógrafos, colaboradores frequentes, pessoas que a duras penas conseguiram frequentar uma universidade, formarem-se em Direito. Foram pessoas que lutaram para conquistar espaços na imprensa e uma vez conquistados não abriram mão de tratar das questões específicas, do preconceito de cor, da luta pela abolição, da incorporação do negro no mercado de trabalho pós-abolição.
RDNews – Mesmo ainda no período escravista, no século XIX, havia homens negros livres e organizados. Isso é consequência da luta antiescravista que já vinha de longe. Mas como era possível essa organização na época?
Ana Flávia – Esse é um tema que bastante caro à historiografia nos últimos tempos, porque quando chegamos em 1888, a maior parte dos negros já se encontrava na situação de livres e libertos. Esses jornais iluminam algumas experiências de pessoas que já vinham de uma segunda geração de famílias negras livres. Eram pessoas que vivenciaram a situação de liberdade ainda no século XVIII. Desde o século XVIII e no decorrer do século XIX aumentou bastante a ocorrência de pessoas livres. Eu entendo que uma das motivações desses jornais sejam os entraves à cidadania desses negros durante o século XIX. Porque eles não só enfrentavam a escravidão como tinha que enfrentar uma série de preconceito à condição de ser negro, estar associado à escravidão e terem tolhido uma série de direito dessas pessoas como seres humanos e como cidadãos desse país.
RDNews - Como era a repercussão do trabalho do negros letrados com os negros iletrados? Como os iletrados absorviam as informações desses jornais editados pelos negros letrados?
Ana Flávia – Tanto é preciso reconhecer que a experiência de letramento entre os negros, apesar de limitada, é maior do que a gente pensa, quanto é preciso também registrar as estratégias de emissão e recepção dessas idéias apresentadas por meio da palavra escrita entre os iletrados. Porque, por exemplo, no século XIX que os negros letrados lessem em voz alta os textos para os iletrados. Era comum isso. O Antonio Cândido chama isso de “tradição de auditório”. A literatura produzida no século XIX era bastante consumida a parte desse contexto: os letrados lendo para os iletrados. E reuniam grandes públicos. E isso acontecia em casa, em salões, em auditórios, na praça pública. Não foram poucas essas experiências. Podemos dizer que elas foram menos do que poderiam ser e mais do que a gente imagina.
RDNews – Como avalia a imprensa negra nos dias de hoje, com as facilidades tecnológicas e de acesso aos veículos e com a redução do analfabetismo?
Ana Flávia – Com todas essas facilidades de hoje você pode fazer uma enquete entre os órgãos da imprensa negra hoje no Brasil e você vai descobrir que vivemos uma dificuldade muito semelhante. Garantir a estabilidade dos jornais da imprensa negra hoje ainda está sendo um problema, apesar de todos os avanços em relação ao século XIX.

Jornalista João Negrão, do RDNews, em entrevista à historiadora Ana Flávia, na Livraria Cultura, em Brasília
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parabens João, sempre admirei sua postura. sucesso nessa nova tarefa.
Cáceres (a 215 km de Cuiabá) sedia o 1º Festival Internacional de Folclore. O evento, que teve início nesta quinta (22), é realizado pelo grupo de arte e cultura "Chalana" em parcerias com a secretaria de Estado de Cultura (SEC), secretaria estadual do Desenvolvimento do Turismo (Sedtur) , da prefeitura, além de empresas privadas.
Seis países participam do festival: Eslováquia, Bolívia, Peru, Paraguai, Equador e Brasil. Dançarinos, músicos e folcloristas completam a cultura a fazem dela seu instrumento de trabalho, reunindo dois continentes por meio de tradições diferentes. A secretária de Turismo de Mato Grosso, Vanice Marques, vê no evento uma grande oportunidade para Mato Grosso mostrar suas belezas. "É uma troca de informações turísticas e culturais que atraem mais pessoas dispostas a conhecer a riqueza de nosso Estado", disse.
O grupo anfitrião usa a cultura regional como base de seu trabalho, destacando o rasqueado, chamamé, polca e siriri em seu repertório. O Chalana é composto por 40 pessoas, entre cantores, dançarinos, músicos e produção. A direção geral e coreógrafa fica por conta de Luiz Tolotti. O festival é realizado na praça de eventos da Samatur, a população pode conferir a programação no via internet - veja aqui.
Neste caso a desinformação é de Jéssica Benitez que escreveu a matéria. No próprio cartaz do evento não tem o número do festival, e os outros meios de comunicação que fizeram a divulgação, registram os anos de 1994 e 1997 e os prefeitos que apoiaram o 1º e 2º Festivais.
Este não é o primeiro festival internacional de folclore, que foi realizado graças ao saudoso ex-prefeito Dr. António Fontes, no ano de1994. E nem é o segundo, que foi feito em 1997 por Aloísio Barros. Este é o terceiro festival. A falta de informação é própria de quem não procura saber ou quer ser inventora do evento, posando com pioneirismo reprovável.
A secretaria de Estado de Cultura, sob Paulo Pitaluga, e o Conselho Estadual de Cultura, sob o cantor e produtor cultural Johnny Everson, aprovaram 10 novos projetos, somando R$ 242 mil em verba liberada. Entre os beneficiados, o que recebeu maior incentivo foi o "5º Figueirópolis Art Show". O prefeito Layr Mota da Silva (PR), eleito com mais e 2 mil votos, recebeu R$ 50 mil para garantir a realização do evento. Entre os projetos que receberam grandes verbas verba do Estado neste mês, os que empataram em segundo lugar foram "Catalogar e Expor Artistas Juinenes", proposto por Lenir Mendes da Silva, e "Artes Para Todos", que teve como proponente Odília Rêgo Flores Garcia. Ambos receberam auxílio de R$ 35 mil. Já para a "Montagem do Espetáculo: Criadouro", Juliana Capilé recebeu do governo R$ 30 mil.
Os projetos que receberam menor verba do Estado foram a "Mostra Cultural - Cultura Ribeirinha" e o "X JINS - Jogos Indígenas de Sapezal 2009", prpostos por Cristiane de Arruda e Maria Margarete Noronha Valentim respectivamente, que contaram com apenas R$ 10 mil cada. As outras propostas culturais que foram contempladas foram "Sons, Tons, Serestas de Mato Grosso", sob responsabilidade de Moises Mendes Martins Júnior, "Trilogia - Destino: Vanessa, Vivian e Karen", proposta por Maria Christina Monteiro Vieira, "O Amor Acabou", do proponente Marcelo dos Santos, e o projeto de Alexandre Tarelow, "Kuatrin", que apanharam R$ 18 mil cada um. A secretaria de Cultura recebe cerca de R$ 14 milhões, dos quais R$ 7 milhões são destinados ao caixa do Conselho Estadual, que tem como propósito contemplar projetos culturais, individuais, apresentados por pessoas físicas ou jurídicas. (Lislaine dos Anjos)
Novos projetos aprovados pelo Conselho de Cultura:
Catalogar e Expor Artistas Juinenes - R$ 35 mil
Montagem do espetáculo: Criadouro - R$ 30 mil
5º Figueirópolis - R$ 50 mil
Sons, Tons, Serestas de Mato Grosso - R$ 18 mil
Trilogia - Destino: Vanessa, Vivian e Karen - R$ 18 mil
Kuatrin - R$ 18 mil
Artes Para Todos - R$ 35 mil
Mostra Cultural - Cultura Ribeirinha - R$ 10 mil
X JINS - Jogos Indígenas de Sapezal 2009 - R$ 10 mil
O Amor Acabou - R$ 18 mil
ROMILSON CÁ PRA NÓS ETA LUGAR DE GENTE ATOA É ESSA SECRETARIA NÉ.

O saxofonista Ademir Junior, os irmãos Eduardo e Roberto Taufic e Celso Pixinga são referências no jazz
Nos dias 13 e 14 de novembro, a partir das 20 horas, Chapada dos Guimarães (a 61 Km de Cuiabá) será palco de um encontro entre músicos de jazz de todos as partes do país. O festival será gratuito e acontece na rua dos Restaurantes. Com o nome de Chapada in Jazz, o evento é organizado pelo músico Ebinho Cardoso. Segundo ele, grandes nomes do jazz nacional estão vindo a Mato Grosso para participar da festa.
Entre os artistas mais esperados estão o baixista Celso Pixinga (SP), considerado o melhor do Brasil, e os irmãos Eduardo e Roberto Taufic (RN), que irão se apresentar juntos. O primeiro é considerado um mestre no piano e o segundo, o rei do violão. Além deles, irão se apresentar também o violinista carioca Nelson Faria, que há 25 anos inova o estilo Bossa Nova, o saxofonista Ademir Junior (DF), a banda Galinha Caipira Completa (DF), o pianista David Feldman e a banda mato-grossense "Quarteto", única representante do Estado.
O Chapada in Jazz é resultado de uma parceria entre a Casa de Guimarães e a secretaria municipal de Turismo, Cultura e Meio Ambeinte de Chapada dos Guimarães, juntamente com a secretaria de Estado de Desenvolvimento (Sedtur), a secretaria de Estado de Cultura (SEC) e o governo de Mato Grosso. (Lislaine dos Anjos)
Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
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Parabens Prefeito, a saída para o desenvolvimento começa por ai, jah que Chapada o forte é o turismo com suas beleza natural, dessa forma atraí o turista e o município ganha com a renda. Aproveite esse começo e começe a fazer mais e mais evento para o Calendário de Chapada, existem muitos municípios brasileiros que começaram a mostrar a diferência com as belezas naturais, como Lenções na Bahia, Festival de Inverno,São João etc, Caldas Novas Goias Caldas Folia, Sertanejo Caldas etc... fazem calendário da cidade.... esse é o caminho, e o povo agradece. Parabens pela iniciativa
Até que enfim uma notícia para o MT se orgulhar antes que o estado fique conhecido somente por queimadas e corrupção. Não vou me surpreender se de repente suspenderem o Concurso Público do estado porque descobriram algum esquemão de fraudes em cáceres.
Parabéns ao prefeito Daltinho e a secretária Telma pela iniciativa.

Imagens da entrada, interior e do jardim do Espaço Cultural Liu Arruda, que conta com 170 lugares
Fotos: Marcos Bergamasco
Como último ato de incentivo à cultura em sua gestão, o presidente do Tribunal de Contas do Estado, Antônio Joaquim, irá inaugurar na noite desta quinta (5) o Espaço Cultural Liu Arruda, que servirá como um anfiteatro aberto ao público. Foram investidos cerca de R$ 800 mil no local, que possui 170 lugares e será palco de peças teatrais, mostras de cinema e espetáculos musicais. O valor foi integralmente custeado pelo Banco do Brasil, por meio de um convênio firmado com o TCE no ano passado.
Desde que assumiu a presidência do Tribunal em 2006, Antônio Joaquim tem viabilizado ações de incentivo à produção cultural no Estado. Segundo ele, consta na Constituição Federal a obrigação do poder público de investir em cultura. Joaquim chegou a trocar a festa de posse pela implantação de uma biblioteca e gravações musicais da Orquestra de Mato Grosso.
Durante as modificações do antigo plenário, que deu origem ao Espaço Cultural, uma parte do restaurante dos servidores também foi reformado, ganhando acesso direto ao anfiteatro. Porém, o uso do espaço deverá ser regulamentado somente no início do próximo ano, já sob a gestão do conselheiro Valter Albano, eleito para comandar o TCE durante o biênio 2010/2011. Albano já promete ouvir as entidades culturais antes de elaborar as regras de uso.
O Espaço Cultural Liu Arruda recebeu esse nome em homenagem ao popular ator mato-grossense, Elonil Arruda, que faleceu em 1999. O artista tornou-se conhecido por sua irreverência e criatividade. Foram quase 40 personagens criados ao longo da carreira. Entre os mais lembrados, está a Comadre Nhara, famosa entre a população cuiabana.
O projeto técnico do espaço levou a assinatura do escritório paulista de arquitetura Harmonia Acústica e compõe o pequeno quadro de espaços públicos presentes na Capital, ao lado do Cineteatro e do Teatro da UFMT, uma vez que o Sesc Arsenal é um espaço público-privado.
Parabens ao Trinunal de Contas ateh que enfim soube valorizar a nossa gente,m e se fez jus com o nosso dinheiro. Afinal esse Tribunal ai.........
800 mil reais gastos com um palco??? é uma vergonha!!!! o povo quer é clinicas médicas, salas de aulas, bibliotecas..etc. ciosas que atendam a populaçao carente de atendimento público. onde o pobre possa ir. este palco só vai servir pra eles mesmos frequentarem, se esbaldarem em festas. duvido que um pobre vai adentrar neste local. se for, a policia vai ser chamada!!! estes elementos que compoem este chamado TCE são uns incompetentes. È UMA VERGONHA!
Tenho certeza absoluta que, com 200 mil faria tudo isso.
DEPOIS, QUER COBRAR OU FISCALIZAR QUEM?
É...Para se referir ao TCE/MT só mesmo assim como lêmos acima: muita,muuuita ironia com a benfeitoria(?) de Antonio Joaquim na saidinha do Tribunal...
Parabéns pela homenagem ao LIU ARRUDA!
ótimo espaço cultural para a elite cuiabana divertir e descontair-se,esquecendo da violência urbana que mata quase 400 jovens por ano na grande cuiabá ou das centenas de miseráveis que morrem por falta de atendimento médico na nossa cidade!
A secretaria estadual de Cultura, temporariamente sob o adjunto Oscemário Daltro, e o Conselho Estadual de Cultura, comandado pelo apresentador e locutor de rádio Johnny Éverson, aprovaram outros cinco projetos culturais. Desta vez, o montante liberado foi de R$ 101 mil. O objetivo é proporcionar suporte financeiro às atividades do segmento, que tenham por finalidade estimular as políticas e o desenvolvimento artístico do Estado.
Dos projetos, o que recebeu maior verba foi a "Mostra de Dança Contemporânea", que tem como proponente Luciente Rodrigues de Oliveira. No total, foram R$ 35 mil destinados à mostra cultural. Outra proposta que "abocanhou" parte da verba estadual foi a "Amigas da Praça - Arte e Cultura na Passagem da Conceição". Foram destinados R$ 20 mil ao projeto que tem como autora Christina de Oliveira.
Das propostas que menos receberam a verba estão "Dos Muros que Construí", de Miriam Lúcia Gomes da Silva, "Livro de Poesias - Chapada dos Guimarães Império da Neblina", do cantor de rasqueado João Eloy de Souza Neto. Ambas receberam R$ 18 mil. Já o "II Canta João Paulo", de autoria do presidente do Conselho Deliberativo da Escola Estadual João Paulo I, José Maria Pereira Luz, foi contemplado com R$ 10 mil para realização da apresentação cultural. (Lisânia Ghisi)
esse presidente do conselho tem ser investigado,qdo o presidente éra o próprio secretário,não acontecia esses desmandos com o dinheiro publico.fóra jhônhe eversom.
Cadê os projetos para o Araguaia? Barra e região continua a ver navios!
É uma pouca vergonha, continuarmos sendo o Vale dos Esquecidos
Está muito claro que tudo não passa de articulação . Que pouca vergonha.
O Conselho Estadual de Cultura, sob Johnny Evérson, anunciou a liberação de R$ 649,5 mil que serão divididos entre 16 projetos aprovados nesta quarta etapa. Entre os municípios que receberão as propostas culturais estão Cuiabá, Rondonópolis, Brasnorte, Sorriso, Alto Araguaia, Alta Floresta, Cáceres, Água Boa, Barra do Garças, Nova Xavantina, Poxoréu e Juína.
O projeto que mais recebeu verba foi o de Sernon Sebastião de Sousa Cordeiro, intitulado "Assalto - Curta Digital", contemplado na categoria Cinema, Vídeo e Fotografia com R$ 70 mil. Em segundo lugar na lista dos que receberam maior verba está a "Coletânea Rômulo Carvalho Netto", que conta com R$ 60 mil. Rômulo Carvalho, que assina o projeto, foi o único contemplado nesta 4ª etapa na categoria Literatura.
Outros dez projetos recebem R$ 40 mil cada. São eles: "Popular Mato-grossense", "Independente", "Urbana", "Teatro Infantil - Ações Integradas FESTIN e MITI" e os festivais "Pagode Pantaneiro", "Música Livre-Liberta Canção", "Canção das Águas", "Canção de Alta Floresta", "Gastronomia Regional" e "Consciência Hip-Hop - A Cultura que Mistura".
Já entre as propostas culturais que receberam valores que variam de R$ 24,5 mil e R$ 35 mil estão a "1ª Mostra Exótica de Desenho e Aquarela do Curso de Extensão de Desenho e Pintura de Nova Xavantina", "Mostra Individual as Cores das Minhas Imagens", "Teatro Mosaico Cia. de Repertório" e "Dançando para Nossa Gente", contemplados nas categorias Artes Integradas e Artes Cênicas. (Lisânia Ghisi)
Confira os projetos aprovados e valores liberados
Assalto - Curta Digital - R$ 70 mil
Coletânea Rômulo Carvalho Netto - R$ 60 mil
Mostra de Música Mato-grossense - R$ 40 mil
Mostra de Música Independente - R$ 40 mil
Festival de Pagode Pantaneiro - R$ 40 mil
Festival de Música Livre-Liberta Canção - R$ 40 mil
Festival da Canção das Águas - R$ 40 mil
Festival da Canção de Alta Floresta - R$ 40 mil
Mostra Urbana - R$ 40 mil
Festival de Gastronomia Regional - R$ 40 mil
Festival Consciência Hip-hop: A Cultura que Mistura - 5ª Edição - R$ 40 mil
Mostra Integral de Teatro Infantil - Ações Integradas FESTIN e MITI - R$ 40 mil
1ª Mostra Individual Exótica de Desenho e Aquarela - R$ 35 mil
Mostra Individual as Cores das Minhas Imagens - R$ 30 mil
Teatro Mosaico Cia. de Repertório - R$ 30 mil
Dançando para Nossa Gente - R$ 24,5 mil
Atenção Classe Artistica!
Aproveitando o espaço, quero informar aos companheiros que fontes Palaciana diz que Paulo Pitaluga está fora da Secretária Estadual de Cultura, as férias é só uma desculpa para disfarçar o embate que teve som Sua Santidade Blairo Magg. Fico feliz por isso, depois que ele pintou os artistas como farristas, sai logo após a FARRA da Feira do Livros INDIGINA!
A fonte relatou também que o secretário será Osemário Dalton e a escolha do adjunto poderá ser uma mulher!!
E ai a galera que a SEC contratou para Produzir a feira aprenderam a trabalhar na CULTURA??? Não! Trabalhar na cultura e com cultura é previlégio de poucos... Cultura é coisa séria e não cabide de emprego.
Cuiabá e Várzea Grande serão invadidas por grafiteiros na primeira quinzena de novembro. A partir da próxima quinta (5), eles estarão pelas ruas dos dois maiores municípios do Estado realizando o que chamam de "Intervenções Urbanas a partir do Grafite". A atividade faz parte da Agenda do Novembro Negro, que acontece em Cuiabá até o dia 21. A proposta é uma homenagem ao dia da consciência negra e visa também promover uma reflexão sobre a questão racial no país.
A ação acontece desde 2007, com oficinas de grafite. Segundo representantes do movimento, as produções a partir desta técnica proporcionam uma visão crítica, consciente e solidária, estimulando a reflexão sobre vários temas do cotidiano.
Os artistas produzirão telas de grafite no Morro da Luz, na pista de skate do ginásio Verdinho, no bairro CPA 1, na UFMT, no Ponto de Cultura Mão Amiga, no bairro Tijucal, na Praça da República, na Praça Ipiranga e nas pistas de skate do Pedra 90 e do Ipase em Várzea Grande. O Novembro Negro conta com vários apoiadores, entre eles a secretaria de Estado de Cultura através do Conselho de Cultura e do Programa de Intercâmbio Cultural. (Flávia Borges)
Dias e locais de cada atividade
05 – Morro da Luz (Prainha)
06 – Pista de skate Verdinho – CPA I
07 – UFMT
08 - Ponto de Cultura – Mandala Mão Amiga -Tijucal
13 – Praça da República
14 - Praça Ipiranga
15 – Pista skate Pedra 90
16 – Pista skate Ipase – Várzea Grande
O Conselho Estadual de Cultura, sob o cantor e locutor de rádio Johnny Everson, publicou a lista dos 10 projetos que foram arquivados devido às falhas cometidas pelos autores no processo de elaboração. Entre os municípios que obtiveram mais propostas "rejeitadas" está a cidade de Juína, com 4 projetos. As outras cidades são Água Boa, Nova Olímpia, São José do Rio Claro, Nova Mutum, Rondonópolis e Sinop.
Três das 10 propostas estavam inscritas na categoria Artes Cênicas, quatro em Música, um em Artes Integradas, outro em Artes Visuais e uma proposta na categoria Cinema, Vídeo e Fotografia. Dos projetos que não receberão verbas do governo estão a "Companhia de Teatro Império do Sol - O Julgamento do Amor", de autoria de Juscilea Sabrina Rambo, "Tearte", de Shirley Aparecida Moreno, e o "Festival Mato Grosso em Cena", que tem como responsável a Associação dos Produtores Culturais de Nova Olímpia (APCNOL).
Dos reprovados na categoria Música estão a "Mostra de Música Rio-Clarense", de Gianne Carolline Milandi, o "1º Encontro de Dj´s e Violeiros do Nordeste de Mato Grosso", de Ângela Maria Arrias de Souza, a "Mostra Cultural Livre", de Zizele Ferreira dos Santos, e o "Encontro de Música em Pedra Preta", que tem como proponente Leonildo Rogério da Silva. Já em relação aos desclassificados das categorias Artes Integradas, Artes Visuais e Cinema, Vídeo e Fotografia estão os projetos "1ª Mostra Artístico-Cultural em Juína", "Misturando Tintas e Cores - Mostra Individual" e "Rio Teles Pires: Beleza de Mato Grosso", respectivamente. (Lisânia Ghisi)
Projetos arquivados pelo Conselho Estadual de Cultura
Artes Cênicas
Companhia de Teatro Império do Sol: O Julgamento do Amor
Tearte
Festival Mato Grosso em Cena
Música
Mostra de Música Rio-Clarense
1º Encontro de Dj´s e Violeiros do Nordeste de Mato Grosso
Mostra Cultural Livre
Encontro da Música em Pedra Preta
Artes Integradas
1ª Mostra Artístico-Cultural em Juína
Artes Visuais
Misturando Tintas e Cores: Mostra Individual
Cinema, Vídeo e Fotografia
Rio Teles Pires: Beleza de Mato Grosso
Termina neste domingo, 1º de novembro, a sétima edição do Festival Calango, um dos principais eventos culturais da Capital. Neste ano, o festival começou na sexta (30) e atraiu mais de 2,5 mil pessoas. A expectativa, segundo Pablo Capité, um dos organizadores, é que o ponto alto ocorra neste sábado (31). “Esperamos que pelo menos quatro mil pessoas participem hoje”, disse Pablo.
O Festival Calango acontece neste sábado (31) no Centro de Eventos Pantanal. Já no domingo, os cantores vão se apresentar na Praça das Bandeiras. A entrada é gratuita. Mais de mais de 16 bandas passarão pelos dois palcos montados. Além dos shows, estão previstos outros atrativos com a feira mix, uma convenção de moda, tatuagem, jogos eletrônicos e uma Praça de Alimentação. “No primeiro dia não tivemos nenhum incidente. A população pode vir sem medo”, ressalta Pablo.
Segundo ele, foram gastos R$ 600 mil na organização do festival. Além do Conselho, o projeto é patrocinado pela Prefeitura de Cuiabá, Ministério da Cultura e Petrobrás. Também conta com respaldo de empresas privadas. Mais de 80% dos recursos vêm de outras instituições. As principais bandas deste sábado são Devotos, de Pernambuco, Jonas Sá, do Rio de Janeiro e Line Box, do Amapá. (Patrícia Sanches)
Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
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A secretaria de Cultura, sob Paulo Pitaluga, e o Conselho Estadual de Cultura, presidido pelo cantor e locutor de rádio Johnny Everson, aprovaram mais 10 projetos. O total liberado para as propostas desta vez somam R$ 272,5 mil. Desse pacote, o projeto com maior verba é a restauração da Catedral São Luiz, em Cáceres (a 211 km de Cuiabá), que "abocanhou" R$ 80 mil. A diocese, que foi desmembrada da Arquidiocese de Cuiabá, foi construída em abril de 1910, pelo Papa Pio X. O autor do projeto é o padre Adão Francisco.
Outras duas propostas conseguiram a liberação de R$ 40 mil cada. Tratam-se do "1º Festival Cultural de Ribeirãozinho" e do "Festival Itinerante Mato Grosso de Sula a Norte", de autoria de Arlan Soares Cautelé Filho e Sérgio José Machado, respectivamente. Já os projetos que vão poder contar com verbas de R$ 20 mil a R$ 25 mil, estão a "11ª Feiarte: Feira de Artes, Gastronomia e Folclore", que tem como proponente o prefeito de Reserva do Cabaçal, Nivaldo Coelho (PP), o "Espetáculo Circense: Nequinho do Picadeiro", que foi contemplado com R$ 22,5 mil, e o evento "Primarte", que tem como autor José Gilberto Rodrigues da Silva.
As propostas culturais que menos receberam a verba estadual foram o projeto "Arte em Especial", que terá R$ 15 mil, a "Festa de São Sebastião do Mutum", onde será comemorado os 110 anos da tradição pantaneira, no município de Barão de Melgaço, a "Festa em Homenagem a Nossa Senhora Aparecida" e o "Festival Mato Grosso de Talentos", que teve como proponente Daniel Dessot. Cada um recebeu R$ 10 mil para colocar em prática suas propostas. (Lisânia Ghisi)
Eis os projetos que receberão os recursos
Restauração da Catedral de São Luiz - R$ 80 mil
Festival Itinerante Mato Grosso Sula a Norte - R$ 40 mil
1º Festival Cultural de Ribeirãozinho - R$ 40 mil
11ª Feiarte: Feira de Artes, Gastronomia e Folclore - R$ 25 mil
Espetáculo Circense: Nequinho do Picadeiro - R$ 22,5 mil.
Primarte - R$ 20 mil
Arte em Especial - R$ 15 mil
Festa de São Sebastião do Mutum - R$ 10 mil
Festa em Homenagem a Nossa Senhora Aparecida - R$ 10 mil
Festival Mato Grosso de Talentos - R$ 10 mil
A POLULAÇÃO FICA ATÉ DESACREDITADA DESSAS APROVAÇÕES DE PROJETOS,POIS ATÉ PAOLA REIS, JÁ RECEBEU VERBAS REFERENTE A UM PROJETO.AONDE FUNCIONA ESTE PROJETO?VOCÊS SABEM SENHORES?
QUE MAIS O QUE..................
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
As igrejas evangélicas tirando uma ou duas, elas
são beneficiadas com doações dos seus fiéis, que
diga de passagem, são depenados pelos seus
pastores dizendo que o dinheiro será para obras
diversas, incluindo manuntenção do prédio da
igreja. E este comentário não é difamação, se o
rdnews quiser comprovar, basta frenquentar uma
dessas igrejas. Não vão vetar..........
Obs: Sugiro visita a igreja Universal e a Igreja Mundial etc.........
kkkkkkkkkkk..esse presidente do Conselho não ganha nem p/vereador..pois é tão incompetente qto o secretário de cultura...faço campanha contra ele e essa corja da cultura....acredito muito no adjunto..quem sabe esse pode mudar o rumo da nossa cultura matogrossense...peço a Deus que ilumone ele.....que só por Deus mesmo..que a cultura não tome o mesmo rumo que a casa cuiabana tomou..salve a nossa cultura..fora presidente do conselho junto com Paulo Pitaluga.....
Não há necessidade de alguém da secretaria de cultura responder a pergunta do internauta acima. Eu mesmo posso responder. A secretaria não ajuda as igrejas evangélicas simplesmente porque elas não têm história pra contar. Os templos católicos são os mais antigos de Cuiabá e alguns deles remontam à colonização do estado. Pela importância política, social e cultural exercida pela Igreja Católica ela sempre será beneficiada na restauração e preservação do seu patrimônio. Agora se você for em um país de maioria evangélica, são as igrejas evangélicas que são beneficiadas com tais verbas.
Imagina, os projetos que são aprovados até agora, nós do segmento evangélico não recebemos nenhuma aprovação, nessa eleição vamos ter que avaliar pra quem nós iremos conduzir nossos votos, no dia do evento da Marcha pra Jesus subiu la dois possiveis candidatos, mas na a cultura municipal nem a estadual aprova projetos evangélicos, bom eu to anotando tudo pra nas eleições mostrar pra nosso povo inclusive o presidente do conselho que ta ensaiando candidatura. Chega de discriminação.
O coordenador do Espaço Cubo e autor do Festival Calango, Pablo Capilé, reage aos comentários de alguns artistas mato-grossenses, segundo os quais o projeto está sendo privilegiado pelo Conselho Estadual de Cultura, sob Everson da Silva Jesus, o Johnny Everson. Capilé contesta. Afirma que são afirmações falsas e que partem de pessoas invejosas. "O Conselho é soberano em suas decisões. O festival já está em sua sétima edição e sempre prestamos contas ao Estado. Todas elas foram aprovadas por unanimidade", assegura. Para este ano, o Festival Calango foi contemplado com R$ 70 mil de recursos do Estado.
Segundo Capilé, para a realização do festival são necessários R$ 600 mil. Além do Conselho, o projeto é patrocinado pela Prefeitura de Cuiabá, pelo Ministério da Cultura e Petrobrás e conta com respaldo de empresas privadas. Mais de 80% dos recursos vêm de outras instituições. "Se não fôssemos sérios o bastante, jamais teríamos apoio da Petrobrás. Sem a credibilidade que temos, jamais seríamos um dos sete projetos patrocinados pela empresa", destaca Capilé.
O Festival Calango deste ano apresenta programação principal no período de 30 outubro e 1º de novembro, mas os debates e apresentações em escolas começaram desde agosto. Nos dias das apresentações musicais, o Calango reúne bandas regionais, mas não deixa de contemplar atrações nacionais e internacionais. Nos dois primeiros dias, a programação se concentra no Centro de Eventos do Pantanal. Até às 20 horas a entrada é gratuita. Após este horário será cobrado ingresso com valor fixo de R$ 5. No último dia, a apresentação será na Praça das Bandeiras, que faz parte do complexo do CPA. (Lisânia Ghisi)
Bobinhos...recebem um monte de dinheiro público e ainda vão cobrar ingressos...MAGAVILHA...!!!!
Eita queria saber como que Secretaria de Cultura esta libertando dinheiro para o espaço cubo , sendo que eles ( Srta Lenissa e Pablo respondem varios processos judiciais, inclusive por despejos , alugueres atrasados, cheques sem fundos .......
Ah, não!Tem mais. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK (UFA!Esse Capilé é cansativo ... KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!
Quero deixar meu testemunho,
Nunca um Conselho foi como este atual.
Aprovou os eventos importantes do Estado e ao mesmo tempo aprovou projetos de muitos produtores que nunca foram beneficiados.
Estão de parabéns.
Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
Acontece na Capital, em 12 e 13 de novembro, o Seminário do Sistema Nacional de Cultura, com o objetivo de apresentar aos dirigentes municipais a proposta de estruturação do sistema, por meio de debates sobre as políticas culturais nos níveis federal, estadual e municipal. Assim, o seminário pretende fortalecer a articulação e pactuação das relações intergovernamentais no âmbito da cultura.
O evento será no Hotel Fazenda Mato Grosso e os custos de hospedagem, com café da manhã e almoço inclusos, para um representante de cada município será arcado pelo Ministério da Cultura (Minc). O seminário é direcionado aos gestores públicos de Cultura, estaduais e municipais, gestores de equipamentos privados do segmento de interese em público, além dos membros de conselhos municipais e estaduais. As inscrições podem ser feitas no site da secretaria estadual de Cultura - veja aqui.
Representantes de festivais de cinema dos Estados de Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, e o diretor da Secretaria do Centro-Oeste do Ministério da Integração Nacional, Frederico Valente, irão se reunir no 3º Fórum de Festivais de Políticas de Audiovisuais para o Centro-Oeste. O evento, que acontece em Chapada dos Guimarães neste fim de semada (10 e 11 de outubro, das 11h às 16h), faz parte das atividades do 16º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá, que se encerrará no domingo.
O Fórum é uma sugestão do Instituto Cultural América (Inca) e visa encontrar soluções para os principais problemas no setor de produção audiovisual da região, de maneira a melhorar e ampliar os próximos festivais. A proposta é aumentar o lazer do público e melhorar a economia das cidades que irão abrigar esses mesmos eventos no futuro. Dessa maneira, o Fórum pretende promover e fortalecer a produção audiovisual em todas as suas etapas, desde a pré-produção até a sua exibição, além de gerar mais empregos na área.
Segundo o curador e idealizador do Festival, Luiz Carlos de Oliveira Borges, as pautas principais dos grupos de discussão serão os paradigmas do desenvolvimento da difusão audiovisual no país e na região; a organização do Fórum e a representação do Centro-Oeste; políticas e ações estruturantes para o desenvolvimento do setor na região; e fomento à produção e difusão do audiovisual brasileiro.
Outros convidados já confirmaram presença no evento, entre eles Tetê Mota (vice-presidente do Fórum de Cinema Nacional), Karla Viegas (Festival de Campo Grande e Vídeo Índio Brasil), Agostinho Bizinoto (Festival de Alta Floresta), Danielle Bertolinni (Festival Tudo Sobre Mulheres - MT); Carol Araújo (Guará Festival de Cinema Ambiental - MT); Moacir Santana (Mostra do Cinema Universitário UFMT – MT); Tiago Dezan (Festival Seda - MT); Débora Avelar (Festcine Goiânia); Vasconcelos Neto (Perro Loco); Cândido Alberto (Associação Brasileira de Documentaristas – ABD – de Mato Grosso do Sul); Vivian Louise (ABDGO); e Leonardo Santana (ABDMT).
Para se despedir, o Festival fará uma festa de encerramento neste sábado (10), às 22h, após a última sessão do Festival, no bar Paralelo 15, em frente ao condomínio Serras Azuis, em Chapada dos Guimarães. Apenas 250 ingressos foram disponibilizados. Custam R$ 20,00 e podem ser adquiridos no Cine Teatro Cuiabá. Mais informações pelos númeors 9241-0559, 9613-5853 e 8119-9570.
Esta edição do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá foi resultado de uma parceria entre a Petrobrás, Governo do Estado, Ministério da Cultura, Ministério da Integração Nacional, Sebrae, Eletronorte e Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), ABD, Canal Brasil, FoneFácil, Quanta, UFMT e Assembleia Legislativa.
Achei este festival muito fraco, e muito amador a começar pela organização, fui na terça-feira o filme Aroe Jari começou atrasado e não acertavam o inicio do filme começando do meio. A qualidade dos filmes apresentados são de péssimo gosto e ao meu ver não atraíram o grande publico que deixou a sala de exibição vazia. Por ser um festival que está na 16 edição já devia estar na hora de ter filmes com mais qualidade.
Auditório da secretaria de Cultura fica lotado durante posse de Adevair, que fala de suas prioridades sob olhares de Paulo Borges, Santos, Adriana, Osvaldo Sobrinho, Olímpio Alves e pastor Washington
Fotos: Josinei Moreira
Adevair Cabral (PDT), vereador licenciado, mal assumiu a secretaria municipal de Cultura e já anunciou o troca-troca de servidores em cargos de confiança. Apesar de dizer que suas prioridades são as do prefeito Wilson Santos (PSDB), ele cobrou que o orçamento de R$ 6,8 milhões, previsto para 2010, salte para R$ 12,1 milhões. “Vou debater todos estes pontos com o prefeito durante uma reunião nesta segunda (5) no início da tarde", adiantou Adevair, durante a posse na sede da secretaria. Questionado sobre o pleito do novo secretário por mais recursos orçamentários, Santos se limitou a dizer que “o assunto será analisado”.
Adevair diz também que vai apresentar uma lista com quatro nomes para compor sua equipe, durante a reunião com o prefeito. Em princípio, não trocará o secretário-adjunto Moisés Martins. “Por enquanto ele fica, mas logo nomearei uma outra pessoa”. A permanência de Martins havia sido um pedido do próprio presidente municipal do PDT, vereador Toninho de Souza. “Ele (Martins) não é mais do PDT e deve sair”, avisou o secretário.
Mesmo com a presença de Santos, Adevair Cabral fez questão de frisar no discurso que tinha preferência pela secretaria de Infraestrutura.”Nós pedimos a pasta de Infraestrutura, mas o prefeito nos ofereceu a de Cultura e aceitamos o desafio”. Hoje o comando da Infraestrutura está sob o também pedetista Josué de Souza, que abrirá vaga para o ex-prefeito de Poconé Euclides Santos, que volta ao staff do Palácio Alencastro. “Ele (Euclides) deve assumir até sexta”, destacou o prefeito.
Após falar sobre a sua atuação na vida pública, Adevair reconheceu que não tem “raízes” na área cultural, mas prometeu se esforçar. “Sei que não sou cantor, músico, mas vou administrar com sinceridade. Aqui não vai ter enrolação ou burocracia. Se for bom (o projeto) vou autorizar, se não já vou dizer que não vamos fazer”, discursou para uma plateia composta de artistas, vereadores, secretários municipais e membros do primeiro escalão. Aline Figueredo, crítica de arte e idealizadora do Museu de Arte e Cultura Popular da UFMT, prestigiou o ato.
Prevendo que Adevair sofrerá uma certa resistência por parte dos representantes de entidades ligadas à pasta, o prefeito alertou o pedetista: “você tem de se preparar para ouvir críticas, mas tem que ficar firme no taco para não correr para a saia da mamãe”, avisou Santos. O tucano completou que não precisa ser unânime, mas tem que agradar a maioria. “Vivemos em uma democracia, por isso, você não precisa agradar a todos, mas sim a maioria”.
Estrutura
Adevair vai administrar uma pasta com 61 servidores. Destes, 49 são efetivos e, 12, comissionados. O orçamento previsto para 2010 é de R$ 6,8 milhões. Entre os projetos idealizados por Adevair está a profissionalização dos carnavalescos de Cuiabá, por meio de oficinas dirigidas por especialistas do Rio de Janeiro e a descentralização da festa do Reveillon. A comemoração se restringe hoje apenas ao Porto. “Quero que aconteça no CPA também”, destaca o secretário, que possui base eleitoral na região. A primeira missão do pedetista é a realização do primeiro festival de Lambadão, que acontece em novembro. Outro desafio é a escolha dos projetos culturais que vão ratear os R$ 400 mil destinados ao apoio à cultura. (Patrícia Sanches)
Companheiro Adevir, parabéns e que vc esteja muito forte para enfrentar o ranço de pessoas que não vem ao encontro dos interesses da sociedade. Que as suas experiências só venham a contribuir para o teu crescimento pessoal, e cada vez mais afirmar tua inclinação e compromisso com os anseios popular
Wilson voce ta bebendo agua suja, não e pocivio tira um cara que conhece a cutura cuibana como mario olinpido,pra colocar ese babaca dese vereador que não deu conta do seu proprio gabinete e bricadeira (eu protesto)roberto pereira 92040133
O ADVAIR É APENAS MAIS UM CASO DE POLÍTICO NOVO COM TÁTICAS VELHAS...
ACHO BOM A IMPRENSA REGISTRAR O QUE ESTE HOME TEM HOJE E O QUE TERÁ DAQUÍ UNS 5 ANOS...
ESTE VEIO BABANDO PELO POTE DE MEL!!
Prefeito Wilson Santos parabens por ter colocado uma pessoa com pontencial tão grande como Adevair..pode não saber muito de cultura..mais é um grande ADM...prova disso é a Aspe..Boa sorte Adevair
Um adendo a acrescentar a esta materia, envolve o assesor deste secretario , chamado de olinto das dores magalhães é acusado de grilo de terras , inclusive esta grilando uma area na regiao da ponte de ferro ,olinto das dores magalhaes é lotado no gabinete de advair cabral ,é só da uma conferida né,capiste!!!
Após ser reinaugurado com pompa pelo governador Blairo Maggi (PR) e voltar a ser fechado por dois meses, o Cine Teatro Cuiabá terá as portas reabertas novamente. A “novela” envolvendo o local parece ter chegado ao fim com a publicação do termo de parceria entre o governo do Estado e a entidade que administrará a casa de espetáculos pelos próximos cinco anos, o Instituto Mato-grossense de Desenvolvimento Humano (IMTDH), uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip).
Para gerenciar o cine teatro, o instituto terá mais de R$ 477 mil à disposição no primeiro ano, retroativo a setembro de 2009. Nos outros quatro anos, o Estado vai arcar com R$ 420 mil, conforme o cronograma de desembolso previsto no termo de parceria.
Devido à burocracia envolvendo a Oscip, incluindo ajustes no termo de parceria, que precisou do aval da secretaria de Infraestrutura, responsável pela execução das obras do prédio, o Cine Teatro foi fechado novamente em agosto deste ano, dois meses após ser reinaugurado por Maggi. Agora, deverá voltar a sediar os principais espetáculos culturais da cidade, já que cabe ao instituto realizar pelo menos 260 apresentações artísticas, sendo 40% delas selecionadas por meio de edital.
Além de gerenciar a casa pelos próximos cinco anos ou mais, já que o contrato prevê opção de renovação, o IMDH deve manter um sistema de estrutura organizacional, administrativo e operacional, como também de recursos humanos, controle de patrimônio, comunicação, contratações, plano de cargos e salários e controle de custos.
O secretário estadual de Cultura, Paulo Pitaluga, assinou em 29 de setembro o termo de parceria com o presidente do IMTDH, Plínio Alexandre Amorim Marques. A reforma do Cine Teatro começou no governo Dante de Oliveira (1995/2002). Naquela época, a pasta da Cultura era comandada por Elismar Bezerra. Dos R$ 4 milhões destinados ao projeto, R$ 1,8 milhão foi financiado pelo Fundo de Desenvolvimento Social e Estrutural do Estado (Fundesmat). A partir de um convênio com a CEF, outros R$ 2,2 milhões foram viabilizados.
Apesar disso, em 1996 as obras acabaram interrompidas. O projeto só foi retomado no governo Blairo Maggi, que reinaugurou o prédio em maio deste ano, quase uma década depois. (Andréa Haddad)
Muita gente ganhou dinheiro com a citada reforma
E o píor que ficou nisso mesmo, ninguém foi puni-
do!! Cadê o MPE....
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