Sexta, 25 de Maio de 2012, 13:46 h

Debate | 22/02/2012 - 10:00

Dilmar critica Silval e Teté por omissão nas políticas a turismo

Nayara Araújo

Dilmar Dal Bosco      O deputado Dilmar Dal Bosco (DEM) critica o governador Silval Barbosa (PMDB) e a secretaria de Estado de Desenvolvimento do Turismo (Sedtur), comandada por Teté Bezerra (PMDB), por considerar que ambos se mantêm “estáticos” sobre as promoções de políticas específicas para o turismo, principalmente quanto à divulgação das áreas do Estado para o mercado internacional. “Até agora o governo não acordou para o problema. Não existem investimentos em infraestrutura nos pontos, tão pouco projetos de divulgação das potencialidades,” cobra.

     Para aquecer o debate, Dilmar propôs que a Assembleia crie um centro de estudo e discussões sobre o desenvolvimento do potencial turístico no Estado. A solicitação foi acatada pelo Legislativo, que formará uma Câmara Setorial Temática (CST) e discutirá ações para os segmentos. “O turismo é o nosso único legado da Copa de 2014, cujas obras estão sendo promovidas com o sacrifício de municípios do interior ao custo de bilhões aos cofres estaduais”, diz.

     Ele explica que a câmara zelará pelo sucesso das medidas adotadas pelo governo em áreas afins. Ele também defende uma abertura maior na mídia nacional e internacional, como forma de mostrar que o Estado possui produtos turísticos de qualidade, a exemplo do Pantanal, de Nobres e da Amazônia. “Temos 4 biomas em um só Estado, o que pode e deve ser amplamente vendido para o mundo. Se bem trabalhado, o turismo será um grande gerador de divisas para Mato Grosso”, avalia.

     A implantação da CST ainda não foi definida, mas a estimativa é que os estudos aconteçam quinzenalmente. Também estão inclusos nos assuntos para a qualificação do setor temas como a saúde, segurança, meio ambiente, sustentabilidade, estádios, cultura e educação.

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Debate | 02/12/2011 - 16:30

Fórum irá debater proposta de "divisão territorial" do Estado

Nayara Araújo

     Acontece neste sábado (3), em Porto Alegre do Norte, (a 1,1 mil quilômetros de Cuiabá), o 1º Fórum Dividir para Crescer; um Araguaia Sustentável. O deputado e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, José Riva (PP), e o Deputado Federal Nilson Leitão (PSDB), já confirmaram presença no encontro que irá debater a proposta de nova divisão territorial de Mato Grosso e criação dos Estados Araguaia, Mato Grosso do Norte, Tapajós e Carajás.

     Nos bastidores, há rumores de que o deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), seja favorável à divisão territorial. O debate em torno do assunto é grande, culminando inclusive num racha no PMDB. O ex-deputado estadual e pré-candidato à Prefeitura de Barra do Garças, Adalto de Freitas, o Daltinho, defende os interesses de sua região e se coloca como defensor da divisão. Como consequência, ele enfrenta inúmeros conflitos com o colega de partido e governador, Silval Barbosa. Daltinho já insinuou que existe interesse pessoal por trás da mudança de opinião de Silval, que defendia a divisão do Estado na época em que foi deputado. Para Daltinho, o governador acabou desistindo da ideia depois que chegou ao Palácio Paiaguás.

     Mesmo que o movimento cresça, a proposta teria que passar por aprovação popular para ser aprovada. Tendo em vista que a maioria dos habitantes de Mato Grosso se concentra em Cuiabá e Várzea Grande, o número de votos na região do Araguaia não seria satisfatória para que a divisão se concretize.

     A polêmica da divisão do Estado voltou à tona depois que uma corrente política passou a propagar a ideia nas redes socias e divulgar fotos de mapas mostrando como ficaria Mato Grosso depois do novo traçado. Um estudo de viabilidade técnica elaborado pelo Poder Legislativo apontou que para criar as duas unidades federativas, seriam necessários R$ 1 bilhão.

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Debate | 27/10/2011 - 15:34

Encontro de TCEs discute obras da Copa e a concessão de água

Valérya Próspero

     Representantes de Tribunais de Contas do país participam em Cuiabá do evento voltado à discussão do novo regime de licitações para as obras da Copa do Mundo de 2014. O tema será abordado no XIV Simpósio Nacional de Auditoria de Obras Públicas (Sinaop), que será realizado pela primeira vez na Capital, de 7 a 11 de novembro, no Centro de Eventos Pantanal. São esperados 600 profissionais. A edição de 2011 tem o tema “O Planejamento de Obras Públicas e a Sustentabilidade como base para as Políticas Públicas”.

     Um dos pontos polêmicos que será abordado é a concessão do abastecimento de água e tratamento de esgoto à iniciativa privada. No terceiro dia do simpósito, os profissionais abordarão as obras de mobilidade urbana previstas para que cidades do país, incluindo Cuiabá, sediem partidas do Mundial de 2014.

     A organização do evento promete reunir representantes de órgãos que atuam no controle e fiscalização de obras públicas com o intuito de aperfeiçoar as atividades e melhorar a gestão dos empreendimentos. “O Sinaop é reconhecido no cenário nacional pelo fomento às discussões envolvendo obras públicas e por sua contribuição no apontamento de soluções aos gargalos do setor. É uma honra para o Tribunal de Contas de Mato Grosso ser o anfitrião de um evento tão importante à gestão pública e aos cidadãos”, declara o secretário de Gestão do TCE-MT, Flávio Vieira.

Debate | 18/10/2011 - 12:49

Diretores do MT Saúde deixam de comparecer à audiência na AL

Sissy Cambuim e Andréa Haddad

     A ausência de representantes do MT Saúde marcou nesta terça (18) a audiência pública convocada pela Assembleia para discutir alternativas ao modelo de gestão do instituto. O presidente, Bruno Sá Freire Martins, pediu demissão nesta segunda (17) alegando motivos pessoais. Os deputados já avaliam nomes para substitui-lo. “A Assembleia precisa estar atenta e sugerir um nome, mas não podemos nos restringir a achar alguém, precisamos encontrar uma solução para o problema”, defende Ademir Brunetto (PT), presidente da CCJ e autor do requerimento da audiência pública.

Presidente não resiste à pressão e pede para "abandonar" cargo

     Durante os debates, os deputados conheceram o modelo implementado pela Caixa de Assistência dos Servidores de Mato Grosso do Sul (Cassems), que tem gestão autônoma, com estrutura hospitar e ambulância próprias. A explanação foi feita pelos servidores do estado vizinho, Lauro Davi, Ricardo Ayache e Ademir Cerri.

     Brunetto descarta a possibilidade de extinção do MT Saúde, mas pondera o instituto não tem condições de continuar funcionando sem as adequações necessárias. “Pior do que o MT Saúde acabar é continuar funcionando neste sistema precário”, alerta. O plano conta com 55 mil usuários, sendo 17 mil titulares, ao custo de R$ 9 milhões ao mês. A arrecadação própria, porém, é de R$ 6,5 milhões. O Estado repassa contrapartida de R$ 2,5 milhões.

     Representante do governo na audiência, o secretário adjunto de Administação, José Cordeiro, garante que o pagamento aos fornecedores está regularizado. O TCE determinou que o MT Saúde deixe de receber aporte de recursos públicos para ser um plano auto-sustentável, sem necessidade do auxílio do governo. Caso contrário, Executivo não pode restringuir o acesso ao MT Saúde a apenas servidores por ferir o princípio da igualdade de direitos a todos os moradores.

Zílio nega desvio de recursos do MT Saúde e afirma cortar gastos

Debate | 03/09/2011 - 08:21

Nova enquete pergunta sobre o trabalho da diretoria da Agecopa

Romilson Dourado

   Está no ar uma nova enquete. A pergunta agora é acerca do desempenho da diretoria da Agecopa, composta pelo presidente Eder de Moraes e por 6 diretores, sendo eles Roberto França (Comunicação e Marketing), Carlos Brito (Infraestrutura), Jefferson de Castro (Orçamento e Finanças), Agripino Bonilha Filho (Mobilização Social e Voluntariado), Yuri Bastos Jorge (Assuntos Estratégicos) e Yênes Magalhães (Planejamento e Articulação Interinstitucional).

   Dê o seu voto no link do lado esquerdo e, aqui logo abaixo, comente sobre o assunto.

   A pergunta anterior foi a seguinte: "Qual deveria ser o destino da gestão da água e esgoto de Cuiabá?"  Em uma semana no ar, a enquete recebeu 832 votos. Votaram na opção "continuar com a Sanecap" 41,4% (345 votos), enquanto 25,3% (211 votos) defendem a privatização. O prefeito Chico Galindo acabou sancionando o novo projeto que permite ao município fazer a concessão dos serviços de saneamento. Veja abaixo no quadro como ficou o resultado final.

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Debate | 09/06/2011 - 07:45

Domingos ameaça abandonar gestão Silval por falta de estrutura

Andréa Haddad

José Domingos     Há menos de três meses no cargo, o secretário estadual de Desenvolvimento Rural (Sedraf ) José Domingos Fraga (DEM) já ameaça “chutar o balde” e abandonar a pasta caso o governador Silval Barbosa (PMDB) não libere mais recursos para que o democrata faça um trabalho considerado satisfatório com vistas às eleições de 2012.

     Ex-prefeito de Sorriso por três mandatos, o democrata articula o lançamento de candidatura para retornar ao comando do município.

     Para tanto, precisa mostrar serviço à frente de uma das principais secretarias do Estado, que tem a economia impulsionada pela produção agrícola.

     Um dos desafios de Zé Domingos é a reestruturação da Empresa Mato-Grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer), que atualmente só conta com recurso para custear a folha de pagamento dos servidores, estipulada em R$ 1 milhão. Com escritórios nos 141 municípios, a Empaer precisaria de R$ 15 milhões e mais 600 profissionais para atender ao menos 50% da demanda. A empresa desenvolve o trabalho de pesquisa e acompanhamento dos pequenos produtores rurais, que têm força política num município como Sorriso.

     Além da Empaer, Zé Domingos gerencia o MT Regional, que agrega o Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) e Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat).

     Desde o início das negociações para assumir o cargo, que duraram quatro meses, o democrata brigou para ter autonomia sobre a pasta e secretarias vinculadas. Silval vetou novas nomeações na própria pasta, mas abriu espaço para as indicações do secretário nos órgãos vinculados. Servidores, porém, batem à porta de Zé Domingos para garantir orçamento e cobrar a implementação de recomposição salarial.

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Debate | 08/06/2011 - 20:40

Advogado José Patrocínio passa a integrar o time de articulistas

Romilson Dourado

José Patrocínio    O advogado e professor universitário José Patrocínio de Brito Júnior, um dos mais conceituados e respeitados profissionais do meio acadêmico e jurídico do Estado, é o novo articulalista exclusivo deste blog. O contrato foi assinado nesta quarta (8). Ele passa a escrever artigos toda quinta-feira.

    Patrocínio é coordenador do Núcleo de Práticas Jurídicas da Universidade de Cuiabá (Unic). Ele nasceu em Andradina, na época em que o Estado não tinha sido dividido territoralmente e, por isso, se considera mato-grossense nato, tanto que foi criado na região da Grande Cáceres. Está com 55 anos, é casado, possui 4 filhos e 2 netos. Atua como advogado desde 1994. Antes, foi funcionário de carreira do Banco do Brasil.

   Ele integrou a diretoria da OAB-MT como conselheiro na gestão Francisco Faiad. É autor de vários artigos. Mestre e fazendo doutorado, Patrocínio adianta que vai discorrer sobre temas focados no direito e também no direito público em sintonia com a realidade do país.

   José Patrocínio se junta a uma seleção de articulistas do Blog do Romilson. A página já traz toda segunda-feira o artigo do professor universitário Vinicius de Carvalho. Na terça, o espaço é reservado à cerimonialista e acadêmica de Ciências Sociais Olga Lustosa. O publicitário Dejair Soares escreve às quartas. Patrocínio entra na equipe com artigo na quinta e, na sexta, é a vez da professora da rede pública Rosângela Cadidé. Os leitores ganham com esses profissionais com perfis variados e que buscam fomentar ideias e debate.

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Debate | 13/04/2011 - 18:53

Deputados divergem sobre acúmulo de cargos por Eder

Andréa Haddad

     O deputado estadual Gilmar Fábris (DEM) defende a nomeação do secretário-chefe da Casa Civil, Eder Moraes, na presidência da Agecopa, agência responsável por preparar Cuiabá para receber jogos da Copa de 2014. Na avaliação do democrata, Eder deve acumular os dois cargos pelo período de seis meses e depois se desincompatibilizar da secretaria ou Agecopa. “É igual treinador interino. Se o time estiver ganhando, não se mexe, caso o resultado seja negativo, vamos procurador outro nome”, avalia.

     Fabris acredita que a nomeação de Eder vai evitar novas especulações sobre quem vai assumir a presidência da agência. “Hoje li no jornal que o Mauro Mendes será indicado. Vejo isso com dificuldades em todos os aspectos, não pelas qualidades que o empresário tem, mas pelo fato dele ter projeto político e não ser do grupo do governo”, avalia.

     Segundo o parlamentar, o governador Silval Barbosa (PMDB) deve indicar uma pessoa de confiança para viabilizar as obras exigidas pela Fifa. “É sobre os ombros do governador que vai ficar o ônus do sucesso ou do fracasso dos jogos da Copa, principalmente do fracasso, pois o sucesso é dividido entre todos”.

     Fabris considera que Eder deve comandar a Agecopa e permanecer à frente da Casa Civil por seis meses até prestar contas na Assembleia. “Defendo que ele assuma interinamente e, depois de seis meses, preste contas na Casa para decidirmos se ele deve continuar ou não. O que não podemos é continuar com essa incerteza”.

     Líder do governo na Assembleia, o deputado Romoaldo Júnior (PMDB) declarou ser contrário ao acúmulo dos dois cargos por Eder. “Sou absolutamente contra, mas a indicação do presidente é competência do governador e vamos respeitar”.

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Debate | 25/03/2011 - 16:18

Governador não descarta veto à mudança na gestão da Agecopa

Andréa Haddad e Laura Nabuco

Silval Barbosa   O governador Silval Barbosa (PMDB) vai se reunir na próxima terça (29) com deputados estaduais para discutir o projeto que prevê mudanças na estrutura administrativa da Agecopa.

   Ele não descarta a possibilidade de vetar o projeto, aprovado em primeira votação pela Casa. “Se eu perceber que o projeto é bom, vou sancionar. Da mesma forma que vou vetar, caso tenha algum artigo que precise ser vetado”, disse Silval nesta sexta (25), durante a solenidade de posse do deputado estadual licenciado José Domingos Fraga (DEM) na secretaria estadual de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar.

   Ele também adiantou que não pretende tirar Yênes Magalhães da presidência da agência. “Entendo que a Agecopa deve ter autonomia para definir todo o planejamento. Os diretores são altamente qualificados e não tenho intenção de mudar o Yênes”.

   Silval elogia o trabalho da Agecopa e reafirma que não há atraso nas obras. “Acredito que a Agecopa está desempenhando bem seu papel, dentro da estrutura que tem. Até 8 de abril recebo todos os projetos de desbloqueio”, apontou.

   Questionado sobre as notícias negativas envolvendo a agência, Silval disse não ter conhecimento por estar focado no cumprimento das metas. “Não estou preso a notícias, estou preocupado em cumprir o cronograma. Os trabalhos estão sendo executados com agilidade”, avaliou Silval.

   O governador evitou avaliar o projeto do deputado Emanuel Pinheiro, que reformula o modelo administrativo da Agecopa com a transformação da direção colegiada em executiva, com um presidente responsável pela gestão administrativa, financeira e de pessoal. “A Assembleia é independente e tem o direito de apresentar as propostas. Não li o projeto porque ainda está em fase de votação”, despistou.

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Debate | 09/08/2010 - 21:30

O Estado do medo

Otaviano Pivetta

Otaviano Pivetta  Um Estado desgovernado como está Mato Grosso hoje gera aflição e medo nos mato-grossenses. Medo da violência, estampada na criminalidade que cresce num espaço desocupado pelo estado cujo governo se mostra fraco e omisso.

  Medo na Educação, pois os pais trabalhadores e desempregados estão aflitos em ver seus filhos frequentando a escola pública que, com raras exceções, continua de mal a pior: maltratando nossas crianças, jovens, professores e servidores. Têm medo de ficar doente e precisar se servir da saúde pública, porque o sistema é bruto e não cura.

   Medo da carga tributária: os pequenos empresários e comerciantes vivem aflitos pelo modelo arrecadatório, perverso, da Sefaz, que com sua truculência impõe o medo no setor que mais emprega no estado.

   E os produtores de alimentos e riquezas vivem aflitos pela falta de clareza sobre as leis ambientais – são mais de 10 mil - e não sabem a quem se dirigir: se à Sema ou ao Ibama. Nossos produtores vivem trabalhando com medo de multas e repressão.

   O mais novo medo de quem pensa no futuro de Mato Grosso é o desarranjo das contas públicas, causado pela corrupção e a farra dos precatórios, que parecem não ter limites e nem fim.

   E os prefeitos de Mato Grosso - com poucas exceções - têm medo de declarar apoio a qualquer outro candidato que não seja o Governador, que está se aproveitando como pode desses meses à frente do poder.

   Elegendo um bom governador podemos mudar tudo isso. Precisamos de um Estado servidor, com um governo eficiente e comprometido com as necessidades dos mato-grossenses. A sociedade vai usar mais do que nunca o voto sem medo, porque é secreto. Viva a democracia!

  Otaviano Pivetta foi prefeito de Lucas do Rio Verde por dois mandatos, é empresário, deputado estadual licenciado e candidato a vice-governador da coligação "Mato Grosso Melhor Pra Você", que tem Mauro Mendes como cabeça-de-chapa

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Debate | 09/08/2010 - 21:30

Wilson é o melhor para MT

Mário Olimpio

Ex-secretário de Cultura Mário Olimpio  É impossível opinião isenta quando a gente está no calor de uma disputa eleitoral. A rigor, eu acredito que não há opinião isenta em quaisquer circunstâncias, mas na eleição a coisa aflora, os ânimos esquentam e é muito fácil perder a razão. Eu sempre digo que na mesma proporção de que política se faz com o coração, eleição se faz com estômago, fígado e músculos.

    Falar de Wilson Santos é fácil para mim. Eu o conheço há 30 anos. Foi meu professor no Anglo. Temos quase a mesma idade, mas ele sempre foi mais afoito do que eu. Pelo menos nessas coisas de eleições. Depois nos encontramos em lados opostos na política estudantil na UFMT. Ele era da chapa Banda e eu da chapa Reflexão e Luta, nos idos de 1.984, na disputa pelo DCE. Ironia do destino, o Mauro Mendes, que antes a gente chamava de “Maurinho” era da minha chapa. Ganhamos. Deste período me lembro do Heitor Rocha, Benedito Brunka, Luciene Carvalho, Cobrinha, Afrânio (Verinha) e Alba Regina, entre outros.

   De lá para cá minha vida cruzou sempre com a do Wilson. Ambos sempre militando na área pública, comunitária, coletiva, socialista, por assim dizer.
Depois, fui secretário de cultura no mandato dele, como prefeito de Cuiabá. Wilson foi “louco” ao ponto de me deixar voar. Tanto que aumentamos em 600% o orçamento da cultura no município. Quando nós entramos, em 2005 a prefeitura investia algo em torno de 1.5 milhões/ano em cultura. Em 2.010 o orçamento é de 6.8 milhões. Isto possibilitou o fortalecimento de políticas públicas construídas a partir das necessidades e articulações da sociedade, como foi o caso do Festival Cururu Siriri, Carnaval Descentralizado, Festivais de Rasqueado e Lambadão.

    Porque estou com Wilson? Porque Wilson é o melhor para Mato Grosso? Simples.

    Wilson está na lide pública há 22 anos. Enquanto o Mauro desistiu da política e foi enriquecer, Wilson trilhou o caminho mais complicado. Enquanto Wilson estava dando satisfações para associações, Tribunal de Contas, Ministério Público, imprensa, câmara de vereador, Mauro só prestava contas ao lucro e ao seu conselho executivo. Enquanto Wilson submetia seu nome para o sufrágio popular a cada 4 ou 2 anos, Mauro se encastelava no conforto da FIEMT.

     Quanto ao Silval, nada sei a não ser a história oficial. Aquela que foi escrita por ele e pelos assessores. Blairo Maggi fez um governo de pai para os privilegiados e padrasto para os necessitados, distribuindo migalhas as estes e soberba àqueles. Mas, de Silval nada se pode perceber. Ele é um completo enigma. Vejo em Mauro Mendes um homem de valor, mas privatista. Ele precisa caminhar o caminho da coisa pública, que é diferente da privada. Ele precisa se dedicar mais à sua cidade, ao seu estado para recuperar o tempo que perdeu enriquecendo.

    Por fim, o perfil sempre publicista de Wilson Santos, francamente exposto ao debate, ao enfrentamento dos temas e problemas das políticas públicas de habitação, saúde, educação, cultura, segurança pública, meio ambiente, assistência social e desenvolvimento humano, me asseguram de que é o candidato melhor preparado para a gestão pública.

   Mario Olimpio é advogado especialista em planejamento e gestão cultural, foi secretário de Cultura da Capital e coordena as mídias sociais do candidato Wilson Santos
 

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Debate | 09/08/2010 - 21:30

MT em 1º lugar pela coragem do nosso povo

Eder de Moraes

Eder de Moraes, secretário-chefe da Casa Civil  Quem se lembra de Mato Grosso há 8 anos sabe porque o slogan Mato Grosso em primeiro lugar é tão atual e verdadeiro. Estamos com a força do povo e dos empreendedores deste Estado, construindo um novo Mato Grosso, rico em oportunidades e que permite a nossa gente poder sonhar e transformar seus sonhos em realidade. Esse é o Mato Grosso da coragem, do ressurgimento, que saiu do caos a um Estado de destaque em nível nacional.

   Na educação progredimos especialmente nos Ensinos Fundamental e Médio, como base para a melhoria da Educação Superior. Isso foi conquistado com planejamento de médio e longo prazos e agora começamos a colher bons resultados. Melhoramos a rede física das escolas e proporcionamos condições dignas de trabalho aos nossos professores, com respeito a esses profissionais.

    Avançamos muito na questão remuneratória e queremos avançar mais. Para tanto, estabelecemos um diálogo constante com os Sindicatos representativos de classe e compartilhamos as conquistas, atendendo sobremaneira suas reivindicações. Da mesma forma conduzimos a relação com os servidores de todas as áreas e pagamos o salário dentro do mês trabalhado. Alguns dizem que é obrigação do Estado, mas esqueceram disso quando governavam. Respeito e valorização dos nossos servidores é prioridade de governo.

   Transformamos Mato Grosso num Estado forte e presente na vida do cidadão, de mero exportador de matéria-prima para um Estado que agrega valor a sua produção e gera trabalho, emprego e renda. Hoje somos campeões na geração de emprego, campeões na redução de carga tributária, campeões na produção de grãos, campeões na atração de novos investimentos, campeões na redução da pobreza.

   Os micro e pequenos empreendedores tiveram redução em mais de 50% da carga tributária e, o comércio, indústria e serviços possuem ambiente negocial mais competitivo do Brasil, sem contar que tiveram recentemente as regras de fiscalização tributárias flexibilizadas por reivindicação do setor empresarial. Isso é respeito e valorização da classe empresarial, que por si própria deseja extirpar os sonegadores que praticam a concorrência desleal.

    Mato grosso é terra de homens e mulheres de coragem. Não há espaço para mediocridade, nem tão pouco para falácias que, em muitos casos, são ditas por quem não está credenciado pela verdade e utiliza-se da mentira para ocupar espaço com o único intuito de causar tormenta e lamear a honra das pessoas.

   Quem chama Mato Grosso de fraco e omisso desrespeita nosso povo e, sobretudo, desconhece os avanços tão importantes que o governo e a nossa valorosa gente conquistaram. O mais lamentável e que agora ‘cospem no prato que comeram’. Mamaram nas ‘tetas’ do governo por longos anos e por interesses pessoais traem seus companheiros e aviltam a inteligência do povo mato-grossense.

   Mato Grosso pela coragem do seu povo não vai retroagir, pela honra da sua gente não servirá de cobaia para experimentos de aventureiros.

    Eder de Moraes é ex-gerente de banco, ex-presidente do MT Fomento, ex-secretário de Estado de Fazenda e hoje atual como secretário-chefe da Casa Civil de Mato Grosso

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Debate | 25/07/2010 - 08:27

Deus sabe o quanto fiz por Cuiabá, diz Wilson e critica rolando-leros

Romilson Dourado

    Os quatro candidatos a governador se apresentaram por um minuto. Silval Barbosa (PMDB) agradeceu a Deus e à rádio Difusora pela iniciativa. "Quero tentar, de forma transparente, comunicar de que forma pretendemos continuar na condução do Estado". Wilson Santos cumprimentou a todos os concorrentes, demonstrando, ao menos por enquanto, cordialidade.

    Disse que todos devem focar nas propostas, suplicou a Deus, enfatizou a importância da Grande Cáceres, composta de 22 municípios e disse que o debate é fundamental para o confronto de ideias. Mauro Mendes também fez agradecimentos e disse que o debate é fundamental para o eleitor fazer comparativos e analisar o perfil de cada candidato.

(Às 8h40) - Silval diz que governo "fez muito"; Wilson e Mendes contestam

   Silval elencou o que chamou de benfeitorais. Destacou que o governo do Estado, a partir da gestão Blairo Maggi, viabilizou vários projetos para a Grande Cáceres. Apresentou números e destacou investimentos, por exemplo, na Unemat. Prometeu priorizar a região. Wilson Santos, por sua vez, disse que a realidade é outra. Conta que percorreu 11 municípios neste final de semana e o que mais ouviu foram duas palavras: "abandono" e "esquecimento". Segundo o tucano, o hospital regional foi construído e equipado no governo Dante de Oliveira e hoje, na ótica de Wilson, funcionando precariamente. O candidato tucano prometeu, se eleito governador, construir um novo hospital regional em Pontes e Lacerda para atender o Vale do Jauru e do Guaporé. Prometeu também asfalto, ligando Jauru a Pontes e Lacerda.

    Mauro Mendes disse que também percorreu a região e constatou abandono por parte do poder público. Disse que a mesma denominação que se deu para o Araguaia de "Vale dos Esquecidos", pode ser constada também na região Oeste. "Isso me deixa triste". Em seguida, Mendes enfatizou que é necessário falar das soluções e alternativas e não dos problemas. Disse que, se eleito, fará planejamento em região, como Cáceres, para avançar no desenvolvimento com planejamento em vários setores, um deles no turismo. Disse que pretende também viabilizar a ZPE de Cáceres. Marcos Magno disse que seus concorrentes só ficam na promessa e pediu votos.


Candidatos a governador Mauro Mendes, Silval Barbosa e Wilson Santos, no estúdio da Difusora, neste domingo

Às 9h - Debate esquenta com troca de farpas; Mendes dispara para todo lado

  Silval questionou Wilson por causa das obras do PAC empacadas no período em que foi prefeito da Capital. Disse que o tucano teve uma "difícil gestão". Afirmou que houve abandono da Saúde e perguntou como Wilson, se eleito, pretende administrar um Estado que precisa de bom gestor. Criticou também o ex-prefeito que, por ingerência, não conseguiu executar recursos de uma emenda da então deputada federal Teté Bezerra para a área da Saúde. Segundo o governador peemedebista, o dinheiro ficou na conta da prefeitura e o município acabou perdendo o recurso por incompetência da gestão Wilson.

    O tucano disse que Silval estava mentindo. Wilson admitiu que, de fato, enfrentou problemas mas que poderiam ser solucionados se o governo estadual ajudasse Cuiabá na área da saúde. Lamentou o fato da Capital não possuir hospital regional sob a tutela do Estado e enalteceu feitos, como melhoria nas policlínicas e no pronto-socorro.

   Mauro Mendes, por sua vez, bateu em Wilson. Disse que, de 10 pessoas em Cuiabá, 7 não votam em Wilson porque este, segundo o candidato do PSB, não foi um bom gestor. "A população de Cuiabá não tem uma boa avaliação do senhor!", comentou Mendes, se dirigindo para Wilson, no estádio da rádio Difusora. O tucano pediu direito de resposta e, após bate-boca, respondeu que foi eleito com 53% dos votos e, reeleito, com 61%. Segundo ele, a saúde em Cuiabá só vai melhorar quando os municípios do interior receberem atenção melhor do Estado.

9h20 - Silval é o que mais cobra direito de resposta; Wilson provoca e vê nervosismo

   Silval disse que Wilson está falando mentiras e a cada pergunta ou questionamento cobra direito de resposta. O tucano disse que o governador está nervoso. Silval alegou que não admitia mentiras e que, por isso, precisa de espaço para rebatê-las. Mendes pediu respeito aos adversários porque estão intervindo em alguns momentos, o que terá gerado um certo tumulto. O mediador Luiz Garcia está "suando" para controlar o tempo e a língua dos candidatos. Marcos Magno disse que seus três adversários são "ruins" e representam a mesma moeda do capitalismo.

9h30 - Peemedebista promete ZPE; tucano diz que governo não leva projeto a sério

   O governador Silval provocou um debate acirrado ao dizer que vai implantar a ZPE de Cáceres. Disse que antes de assumir o posto de chefe do Executivo, em 31 de março, participou de uma audiência pública na Assembleia para discutir o assunto e, assim que tomou posse, destacou secretários para tomar providências. Disse que a área onde será implantada a Zona de Processamento de Exportação tem problema de invasão e anunciou para 5 de agosto abertura do processo licitatório para construir casas com vistas a abrigar as famílias em outra área. Prometeu realizar a rede física a partir do dia 13. Disse ainda que vai construir 3 acessos pavimentados à ZPE.

   Wilson reagiu contra o peemedebista. Disse que "o governo nunca levou a sério a ZPE". Lembrou que, em março, participou da audiência pública na AL e, naquele momento, houve promessa da administração estadual de liberar R$ 500 mil para o projeto, o que não aconteceu até hoje. Disse ainda que no Festival Internacional de Pesca, o governo prometeu R$ 1,5 milhão e, de novo, não houve liberação de recurso. Lembrou que ocorreram outras promessas. Segundo o tucano, a prefeitura teve de intervir e fazer as obras de abertura de ruas. Disse que visitou o local com o prefeito Túlio Fontes e que o governo "enrolar" para construir as 30 casas e ainda perdeu o prazo para iniciar o projeto.

    Mendes prometeu também viabilizar a ZPE e se viu em saia-justa quando Silval perguntou sobre qual a participação do ex-procurador da República Pedro Taques, candidato a senador pelo bloco de Mendes, sobre projeto de hidrovia. A pergunta foi capciosa porque Taques, enquanto membro do MPF, se opôs a construção de hidrovias em meio a debates sobre questões ambientais. O candidato do PSB não entrou na discussão. Disse que iria debater enquanto candidato a governador e que Taques concorre ao Senado. Disse que as hidrovias são importantes e que, se eleito, vai priorizá-las.

Às 9h42 - Candidatos prometem implantar curso de Medicina na Unemat

   Mendes, Wilson e Silval foram unânimes em prometer implantar o curso de Medicina em Cáceres. Segundo eles, é preciso formar profissionais médicos para atender a demanda da região Oeste, composta de 22 municípios. O candidato do PSB disse que é preciso gerar empregos e o campus da Unemat é importante nesse processo e precisa receber outros cursos.

    Já o tucano disse que, se eleito, também vai implantar Medicina na universidade estadual e que não aceita a hipótese de transferência da sede de Cáceres para outra cidade. Disse que no segundo ano de gestão terá condições de viabilizar o curso, nem que tenha que remanejar recursos e criticou Marcos Magnon que o questionou sobre orçamento. "Falta um pouco de experiência a você. Eu sou um gestor experiente. O governo de MT gastou no primeiro semestre R$ 40 milhões em publicidade. O remanejamento do orçamento é possível e posso fazer isso para implantar o curso de Medicina".

   Silval declarou que, enquanto governador, vai implantar o curso no próximo ano e que, para tanto, já elevou o orçamento da Unemat para cerca de R$ 200 milhões.

10h10 - Wilson lembra Cuiabanco; Silval vê banco como quebrado e cita MT Fomento

   Wilson disse ter implantado em Cuiabá, enquanto prefeito, o Cuiabanco e que conseguiu liberação de quase R$ 3 mil para muitas famílias iniciar o próprio negócio e chegou a dizer que isso foi importante para muitos "mudarem de vida". Disse que, se eleito governador, implantará o Banco da Juventude, nos moldes do Cuiabanco. Silval retrucou: "Parece que o Cuiabanco está quebrado". Em seguida, enfatizou o MT Fomento, que integra a estrutura do governo estadual. Segundo o governador, os empréstimos pela Agência de Fomento têm "juro zero" para ajudar os pequenos na busca de viabilizar seus negócios.

Às 10h20 - Termina 1º bloco após 2 horas; concorrentes disparam para todo lado

   Os candidatos tomam água, conversam com assessores e aliviam a tensão, após duas horas de debate pela rádio Difusora de Cáceres. Em alguns momentos neste primeiro round, houve troca de farpas. Wilson, Mendes, Silval e Marcos Magno estão disparando críticas para todos os lados. Ora Mendes critica Wilson, carimbando-o como incompetente, tendo como parâmetro a gestão do tucano em Cuiabá, ora critica o governo estadual, com foco a Silval, principalmente quanto à falta de investimentos em setores como saúde e segurança e sobre a demora para início das obras da ZPE de Cáceres.

    Wilson se apega aos números, contrapõe críticas a seu mandato no Palácio Alencastro, questiona o governo estadual, faz comparativo com a gestão Dante (1996/2002) para enaltecer o governo do PSDB e elenca uma série de promessas. Apresenta solução e alternativa para todos os setores. Silval também se "debruça" nos dados acerca de feitos da administração, que começou com Maggi em 2003 e prossegue com o peemedebista desde 31 de março deste ano. Marcos Magnon, com dificuldades de dicção, provoca a todos, com questionamentos e entende que os adversários são "farinha do mesmo saco".

Às 10h30 - No 2º bloco, mediador lança pergunta aos candidatos ao Paiaguás

  Luiz Garcia, mediador do debate, começa a fazer pergunta aos candidatos encaminhadas pelos ouvintes. O primeiro questionou o fato de Silval ter sido deputado estadual e, durante o período em que esteve na Assembleia, não deu atenção para a região de Cáceres. O peemedebista disse que está priorizando a região nas áreas da saúde. Prometeu fechar o ano com construção de mais de mil casas. Disse que conduz governo em parceria com governo Lula e diz ter construído 52 km de asfalto em Cáceres. "Somos um governo diferente e que está presente nesta região. Olhamos, sim, com carinho para o pólo de Cáceres".

 

10h35 - Mendes vê Wilson sem credibilidade; tucano diz que Deus sabe o quanto fez

  Mauro Mendes bateu duro no ex-prefeito da Capital. Disse que uma das coisas que os agentes públicos precisam conquistar e preservar é a credibilidade e considera que o tucano não a tem por causa do fracasso administrativo. "Como o senhor vai convencer que foi bom prefeito e quer ser governador?, perguntou Mendes.

   Wilson repetiu que foi eleito com 53% dos votos e, reeleito, com 61%. Afirmou que pegou uma Capital com três folhas atrasadas e diz que deixou a administração, tendo a Capital como a terceira do país com melhor salário e na condição de segunda em IDH de Mato Grosso, só perdendo para Lucas do Rio Verde. Afirmou também que houve avanço na educação. Em seguida, ponderou: "vou deixar para a população avaliar isso. Em sempre comecei atrás nas pesquisas e, ao final, venço", diz o ex-prefeito, ao lembrar das duas eleições para o Palácio Alencastro.

    O tucano partiu para a religiosidade. "Deus sabe e é testemunha do que fiz por Cuiabá. Muitos torceram contra e vibraram com alguns momentos de insucesso", comentou Wilson. Segundo ele, a cidade não tinha perspectiva de futuro e hoje está na Copa do Mundo de 2014, detém o terceiro melhor investimento do país e tem a educação como a terceira que mais avançou no Brasil. "O povo vai saber diferenciar quem são os rolando-leros, que não têm propostas e só fazem promessas", reagiu o candidato do PSDB.

Às 12h10 - Termina confronto entre concorrentes ao Paiaguás; Silval sai em carreata

   O primeiro debate entre os quatro candidatos a governador terminou ao meio-dia, com recado final de cada um. Wilson bateu duro no governo estadual. Disse que o Paiaguás está fazendo investimento alto para construção do aeroporto de Matupá, onde reside o governador Silval, e ignora o de Cáceres. Seu principal alvo, no geral, foi o peemedebista. Mais ponderado e na defensiva, Silval elencou ações da administração na região Oeste e, em alguns momentos, criticou Wilson, para quem foi um "pésismo gestor". Mendes também fez promessas.

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Debate | 10/06/2010 - 19:49

Mendes manterá candidatura até fim?

Romilson Dourado

  Em nova enquete no ar, o portal pergunta agora acerca da pré-candidatura de Mauro Mendes (PSB) à sucessão estadual. Há um impasse criado em torno disso porque o empresário encontra dificuldades internas, marcadas por brigas com o presidente estadual Valtenir Pereira, que deseja levar o partido para aliança com Silval Barbosa (PMDB), e confusão também nos partidos que fazem parte do bloco, como PPS, PDT e PV. Além disso, Mendes figura em terceiro e último lugar, enquanto a pré-campanha segue polarizada entre Silval e o tucano Wilson Santos.

    Então, vote na enquete postada no alto da página, à esquerda, e faça aqui o seu comentário, logo abaixo.

    A pergunta anterior foi a seguinte: "Senadora Serys diz realizar bom mandato. O que você acha disso?". Em cinco dias no ar, a enquete recebeu 1.804 votos. A maioria (52,6%), o que representa 949 votos, votou na opção "discordo", ou seja, questiona a senadora petista, por entender que o seu mandato prestes a ser concluído deixou a desejar. Já 37,7% (681 votos) votou em "corcordo". Veja abaixo como ficou o resultado.

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Debate | 28/05/2010 - 08:26

Nova enquete pergunta se Stábile deve sair do comando do TRE

Romilson Dourado

   Tem nova enquete no ar. O RDNews traz agora uma pergunta acerca da permanência ou não de Evandro Stábile na presidência do TRE-MT. A quatro meses das eleições gerais, cuja responsabilidade pela organização é do órgão, o magistrado se vê numa situação delicada por causa de denúncias sobre suposto envolvimento em negociação de decisões judiciais. O processo tramita no Superior Tribunal de Justiça, a quem cabe investigar desembargador.

    Então, dê o seu voto na enquete postada no alto da página do lado esquerdo e, comente o assunto aqui, logo abaixo.

   A pergunta anterior foi a seguinte: "Afinal, em quem você mais tem confiança em MT?". Em cinco dias no ar, a enquete recebeu 1.576 votos por IP de computador (o sistema não aceita mais de um voto por máquina), distribuídos em 9 opções. Nenhuma das instituições se despontou em votação. A descrença é tanta que 46,8% votaram na alternativa "nenhum". O Ministério Público recebeu 307 votos, o que representa 19,4%. Em seguida vieram a imprensa, com 9,2%, e a OAB, com 7,8%. O Judiciário que, em tese deveria ser o primeiro colocado, aparece com 3,6%. Os dados não têm valor jurídico. Serve somente de "termômetro" para medir a opinião dos leitores do portal e do blog. Veja abaixo como ficou a votação final.

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Debate | 24/05/2010 - 16:57

Afinal, em quem confiar em MT?

Romilson Dourado

  Tem nova enquete no ar. Agora, o RDNews pergunta sobre a atuação e o grau de confiança nas instituições e nos Poderes constituídos. Afinal, em quem se confia mais em Mato Grosso, diante de tantas denúncias e escândalos? No Judiciário, Legislativo, Executivo ou nos órgãos vinculados como Ministério Público e Tribunal de Contas? Entram como opções a imprensa e a OAB.

   Então, não deixe de votar na enquete postada no alto do portal, do lado esquerdo, e expresse sua opinião aqui logo abaixo.

    A pergunta anterior foi a seguinte: "O eleitor de MT sabe escolher bem candidatos? Em cinco dias no ar, a enquete recebeu 11.70 votos. A maioria 970,6% entende que o eleitor não consegue fazer boa escolha dos representantes políticos. Foram 827 votos na opção "não". Por outro lado, 15,5% entendem que "sim". Confira abaixo o resultado final.

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Debate | 20/04/2010 - 18:37

Quem PT deveria apoiar ao governo?

Romilson Dourado

   Tem nova enquete no ar. O RDNews pergunta agora sobre qual deveria ser o destino do PT na composição majoritária deste ano. Hoje, como o deputado Carlos Abicalil venceu a senadora Serys Marly nas prévias para o Senado e detém apoio da maioria, ele deve conduzir a legenda para aliança com o governador Silval Barbosa (PMDB), que tentará a reeleição. Já o grupo de Serys iniciou um movimento em defesa do nome de Mauro Mendes (PSB) para o Paiaguás. Há petistas também que defendem aliança com o tucano Wilson Santos.

    Então, dê o seu voto na enquete postada do lado esquerdo do portal e faça o seu comentário aqui, logo abaixo.

    A pergunta anterior foi sobre o futuro político do cacique do PMDB, deputado Carlos Bezerra, que comanda o partido há praticamente duas décadas. Foi a seguinte: "Qual deveria ser o futuro político de Bezerra?". Em uma semana no ar, votaram 2.891 pessoas. A maioria (86,1%) escolheram a alternativa "ir para casa". Apenas 9,7% defenderam que o peemedebista deveria concorrer à reeleição. Veja abaixo como ficou o resultado final, que não tem valor científico.

Debate | 11/04/2010 - 10:40

Nova enquete pergunta sobre futuro político de Bezerra

Romilson Dourado

   Tem nova enquete no ar. O RDNews pergunta agora acerca da situação do cacique político do PMDB, deputado federal Carlos Bezerra. Ele está em pré-campanha à reeleição para o terceiro mandato à Câmara Federal. Já foi prefeito de Rondonópolis por três vezes, deputado estadual, governador e senador. A permanência de Bezerra há quase duas décadas como presidente regional da agremiação peemedebista divide opiniões. Uns criticam-no por impedir surgimento de novas lideranças, enquanto outros o tem como grande líder.

    Então, vote na enquete no link do lado esquerdo do portal e dê sua opinião logo abaixo desta matéria.

    A pergunta anterior foi sobre o conflito no PT por causa da candidatura ao Senado. Em uma semana no ar, a enquete que trouxe a pergunta "Quem deve disputar o Senado pelo PT?" registrou 1.936 votos (pelo controle de IP, não é possível votar mais de uma vez em cada computador). O nome de Serys levou ligeira vantagem. Ficou com 36,4%, enquanto 33.3% votaram em Abicalil. O resultado não tem valor científico. Serve apenas de termômetro para medir o grau de preferência dos internautas. Veja no quadro abaixo como ficou o resultado completo.

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