Fernando Ordakowski

Irmãos Júlio e Jayme Campos atuarão no Senado e na Câmara, assim como casal Bezerra, no Congresso e na AL
As famílias Campos e Bezerra voltam a reconquistar poder, agora com maior força no Legislativo. O cacique Carlos Bezerra, que controla há praticamente duas décadas o PMDB, se reelegeu deputado federal e garantiu a esposa Teté em cadeira na Assembleia. O outro cacique, senador Jayme Campos (DEM), ajudou o irmão Júlio a voltar ao posto de deputado federal, cargo já ocupado nos anos 1980. Amados por uns e odiados por outros, eles vão passar os próximos quatro anos legislando. Além do mais, controlam em Mato Grosso o rumo de peemedebistas e democratas.
Os partidos mantêm o discurso da renovação, mas seus próprios líderes boicotam aqueles que sonham em dar uma cara nova às legendas. A principal barreira surge com a falta de apoio logístico nas candidaturas a cargo eletivo. Sem respaldo das urnas não se consegue impor liderança. É por isso que os irmãos Campos e o casal Bezerra investem pesado no processo eleitoral. Usam o pretexto da força dos votos para continuar ditando as regras.
Nenhuma composição é feita, por exemplo, no PMDB, sem antes se submeter à análise de Bezerra. O governador reeleito Silval Barbosa passou apurado nas mãos do cacique. Só não sofreu mais boicote porque ganhou força política rapidamente, ao sair da condição de vice para o posto de chefe do Executivo, e evitou conflitos com o deputado. Bezerra fez uma dobradinha eleitoral com a esposa Teté, assim como em campanhas passadas, quando se elegeram e legislaram juntos, sendo ele no Senado e ela na Câmara Federal. Na campanha deste ano, Bezerra dizia nas reuniões que Teté só havia entrado na disputa para reconquistar espaço perdido pelo partido na AL e que seria a "puxadora de votos". As urnas mostraram, porém, que Teté ficou longe de ser a mais votada. Foi a quinta do partido. Só entrou por causa do empurrão da legenda. Obteve 22.964 votos. Ficou atrás de Nilson Santos, Walace Guimarães, Baiano Filho e Romoaldo Júnior.
Até 2014, o casal Bezerra vai ter voz na bancada federal mato-grossense, na Assembleia e ainda uma certa influência no Palácio Paiaguás, já que o reeleito Silval é da mesma agremiação partidária.
Com a volta de Júlio à vida pública, os irmãos também se fortalecem, com um no Senado e outro na Câmara. Júlio e Jayme já foram prefeitos de Várzea Grande e governadores. Bezerra já atuou como deputado estadual, governador, prefeito de Rondonópolis, senador e vai ocupar o terceiro mandato de federal. Daqui a dois anos, é provável que eles não só estejam comandando o destino das candidaturas nos municípios em nome de seus partidos, como também se colocando como candidatos a prefeito, tudo para manter viva a familiocracia.
EM QUALQUER MOMENTO NA VIDA NOSSA O QUE VALE E A EXPERIENCIA E ISSO O DEPUTADO FERDERAL ELEITO JULIO CAMPOS E SENADOR JAYME CAMPOS TEM DE SOBRA, NÃO VEJO NADA DE MAIS PORQUE ELES FORAM ELEITOS PELO VOTO POPULAR E QUEM ESCOLHEU SABE O VALOR QUE ELES TEM PARA MATO GROSSO, EU PARTICULARMENTE ADMIRO JULIO, JAYME E CARLOS BEZERRA PELA SUAS '
Faço desta mensagem o transporte do meu abraço ao meu querido amigo Julio Campos, que retorna à faina política. Julinho, lembra-se do JJ? Abraços a voce e a todo os matogrossenses.
Dá lhe julinho o nosso futuro governador. O político que mais fez na história de Mato Grosso. Em 2014 não em praninguém é Júlio Campos para governador!
depois dizem que o brasileiro sabe votar, campos e bezerras são um retorcesso na politica.
julinho?????????? sai pra governador na proxima q to co ce de novo!!!!!!!!!! é nóis na fita mano!!!!!!! aí eu saio ate pra estadual pra te ajudar!!!!
Eles são candidatos a deputado explorando a imagem e o espólio político de membros da família que foram lideranças e ocuparam vários mandatos. Leôncio Pinheiro (DEM) e Thelma de Oliveira (PSDB) tinham como irmão e esposo, respectivamente, o ex-senador Jonas Pinheiro e o ex-governador Dante de Oliveira (ambos já falecidos). Nos discursos, a deputada federal que busca o terceiro mandato chega a dizer que aprendeu com Dante o fazer política voltado às causas sociais e sempre recorda a trajetória do ex-líder tucano, que foi prefeito de Cuiabá, deputado federal constituinte, ministro da Reforma Agrária e governador por dois mandatos e que ganhou notoriedade nacional por causa da emenda das Diretas Já.
Leôncio, que presidiu a Empaer por cerca de dois anos, enfatiza no horário eleiotoral ser irmão do ex-senador Jonas e que está disposto a trabalhar "pelo campo e pela cidade", frase muito utilizada por Jonas, que foi deputado federal e senador por dois mandatos. Thelma e Leôncio estão numa coligação "pesada" e que exigirá votação expressiva para garantir vaga de federal. Presidente regional do PSDB, a deputada dispõe de maior estrutura e visibilidade eleitoral. Tem como principais concorrentes da coligação que congrega PSDB, DEM e PTB os ex-governadores Júlio Campos e Rogério Salles e o ex-prefeito de Sinop Nilson Leitão. No caso de Leôncio, sua participação no processo eleitoral é mais para ajudar nos votos de legenda.
Não são apenas Thelma e Jonas que recorrem a familiares para tentar conquistar eleitores. Marcinho Lacerda, candidato a deputado estadual pelo PSDB, lembra ser filho do ex-vice-governador e ex-deputado Márcio Lacerda e se coloca como porta-voz da região de Cáceres. No fundo, quer "ressuscitar" na política a família Lacerda. Seu tio, José Lacerda, também ocupou mandato de deputado. O filho do ex-deputado federal nos anos 80 Mário Juruna (já falecido), Onézio Juruna, é candidato pelo PDT. Ele é da reserva indígena São Marcos, situada em Barra do Garças. O empresário Roberto Farias (PP), filho do ex-prefeito e ex-governador Wilmar Peres de Farias (já falecido), também está no páreo para federal.
Leandro Soares (PP), filho do ex-deputado e conselheiro do TCE Alencar Soares, é candidato a deputado estadual, assim como Dilmar Dal Bosco (DEM), empresário em Sinop. Dilmar lembra na propaganda na TV que é irmão do deputado Dilceu Dal Bosco, candidato a vice-governador da chapa do tucano Wilson Santos. Glauco Ninomya (PV) é candidato a estadual e pontua ser filho do ex-parlamentar cacerense Ninomya Miguel.
O ex-vereador por Cuiabá e ex-deputado estadual Emanuel Pinheiro (PR) busca reconquistar cadeira na Assembleia. Ele é filho de Emanuel Pinheiro da Silva, que marcou posição na vida pública em Mato Grosso nas décadas de 1960 e 1970, quando mlitou no antigo PSD e foi um dos maiores defensores do governo Pedro Pedrossian (66/71) enquanto deputado por dois mandatos e chegou a presidir a Assembleia de 67 a 68. Exerceu também mandato de federal. Políticos de carreira como os ex-governadores Jayme Campos e Carlos Bezerra, hoje nas cadeiras de senador e de deputado federal, respectivamente, estão empenhados na eleição do irmão Júlio Campos e da esposa Teté Bezerra, respectivamente. Júlio concorre à Câmara e, Teté, à vaga na AL. De quebra, Bezerra ainda quer a reeleição. E, assim, os grupos tentam conquistar espaço na vida pública, de preferência, ostentando a familiocracia.
O povo de Cuiabá errou em 1985 ao eleger Dante. Tinhamos melhores candidatos, como o ex-reitor da UFMT Gabriel Novis e seu vice, Silva Freire. E o professor da UFMT, Pignati, um homem honesto e probo. Dante, logo que assumiu, renunciou, porque não sabia governar. Fez a mesma coisa em 1992, quando foi eleito. Ele não respeitou a cuiabania.
dante sim Dante já o fituro prefeito de cuiaba, lembram dessa musica de campanha....tempos bons....
Esses pefelistas da UFMT precisam começar a dar aula, isso sim...Elias Andrade, Leoncio, etc...
Fernando Ordakowski

Wallace busca novo mandato e lança a esposa Jaqueline à federal, enquanto Bezerra faz o contrário com a esposa Teté e Dilceu Dal Bosco, candidato a vice-governador, aposta no irmão Dilmar como concorrer à vaga na Assembleia
A exemplo dos casais Oliveira e Pinheiro em eleições passadas, os Bezerra e Guimarães mantiveram a tradição no pleito deste ano. O deputado estadual Wallace Guimarães, que trocou o DEM pelo PMDB, busca a reeleição e lançou a esposa Jaqueline para deputada federal pelo nanico PHS. Já o deputado federal Carlos Bezerra, cacique da legenda peemedebista, faz dobradinha com a esposa Teté, que concorre à deputada estadual. A família Dal Bosco, de Sinop, também tenta ampliar espaço na vida pública. O deputado Dilceu Dal Bosco (DEM) aceitou entrar na chapa como vice do tucano Wilson Santos na disputa ao governo estadual, com a condição do irmão Dilmar disputar vaga na Assembleia.
Não é de hoje que em Mato Grosso familiares tentam "abocanhar" cargos diferentes na mesma eleição. Bezerra foi senador com a esposa Teté na Câmara Federal. O então senador Jonas Pinheiro (já falecido) fez igual com Celcita Pinheiro. O ex-governador Dante de Oliveira (já falecido) foi quem "elegeu" a esposa Thelma deputada federal. Agora, ela busca o terceiro mandato na Câmara. Percival Muniz foi prefeito de Rondonópolis, enquanto a esposa Ana Carlos Muniz ocupou cadeira na Assembleia, embora por poucos meses.
Esse tipo de dobradinha eleitoral de casais e de irmãos provoca crise nos partidos e coligações. No PMDB, por exemplo, os candidatos proporcionais estão na bronca com Bezerra porque este, enquanto presidente da legenda, prioriza o nome de Teté em detrimento dos demais. Na hora de montar estrutura, de "investir" recursos oriundos do próprio partido e de definir tempo do horário eleitoral, dar ênfase nos discursos em palanque e nas reuniões, Teté vem sempre em primeiro lugar. Ademais, outros nomes que poderiam estar no páreo se viram forçados a recuar para apoiá-la. Por conta disso, ela se transformou em espécie de "puxadora" de votos de um partido que conta como principais concorrentes os deputados Adalto de Freitas e Nilson Santos e o ex-secretário Baiano Filho.
No caso de Wallace, a entrada de sua esposa Jaqueline é mais uma estratégia para divulgar o PHS e cumprir a cota do universo de mulheres candidatas. O quociente eleitoral para a Câmara é de aproximadamente 200 mil votos por partido e/ou coligação. Jaqueline concorre por uma coligação que tem 6 partidos (PP, PHS, PTC, PRP e PTN), já que o PRB teve registro de seus candidatos cassados. Desse bloco, os nomes mais cotados são dos progressistas Eliene Lima, Roberto Dorner e Neri Geller. O deputado Pedro Henry, que detém maior visibilidade da coligação, teve registro indeferido e, se não conseguir reverter a situação junto ao TSE, ficará de fora da disputa.
Dilceu tenta transferir toda a sua estrutura e base eleitoral para o irmão Dilmar, que disputa cargo eletivo pela primeira vez. Para ele se eleger na coligação que reune PSDB e DEM, serão necessários aos menos 30 mil votos. Os mais cotados do grupo são os já deputados Guilherme Maluf (PSDB), Gilmar Fabris, Chica Nunes e José Domingos (os três do DEM) e ainda os tucanos Carlos Carlão e Carlos Avalone.
Realmente esse Cartunista é muito bom. Olha a cara do Bezerra!!! KKK
Dr jaqueline e walacE usa a máquina em beneficio próprio q nos sabemos , agentes de saúde e tudo mais....
Esses homens da politica estão certissimos em colocar as mulheres p/a comandar a politica matogrossense, porque a cabeça das mulheres são mais pensantes do que dos homens e com isso quem ganha é MT.Voto p/a as mulheres.
é sempre assim casal de pessoas despreparda para representar o povo, a exemplo disso hoje o Dep. Estadual Dr Wallace foi indicado para ser presidente da CPI da Sáúde na ocasião que sua Esposa Drª Jackeline Guimarães era Secretária de Saúde de Várzea Grande, pior Secretaria de Saúde que Várzea Grande, atendendo não os anceios do povo de nossa Cidade mais um grupo de pessoas de interesse do Marido " Dep. Wallce " agora o povo de Várzea Gde vai votar certo, expurgando de vez esses casais q não compromisso com povo e sim com si proprio.
Este cartunista é muito bom...parabéns!!!
Vinte anos depois, os irmãos Jayme e Júlio Campos querem repetir em 2010 uma "dobradinha familiar" nas urnas, assim como fizeram em 1990, quando concorreram e ganharam para governador e senador, respectivamente. Mesmo com mandato de senador até 2014, Jayme não se vê por contente. Quer voltar à cadeira de governador. Já foi prefeito de Várzea Grande três vezes (duas consecutivas). O irmão Júlio desta vez concorrerá a deputado federal. É outro que acumula diversos cargos eletivos, como de prefeito, de governador, de federal e senador e, de quebra, antecipou a aposentadoria de conselheiro do TCE para concorrer a prefeito de Várzea Grande. Foi derrotado.
Fernando Ordakowski

Júlio e Jayme Campos, eleitos, respectivamente, senador e governador em 90, disputam de novo em 2010
Jayme e Júlio foram governador e senador, respectivamente, numa época em que Mato Grosso, mesmo pós-divisão territorial, era completamente diferente em todos os aspectos. A maioria da população dependia do serviço público e se via refém dos coronéis políticos, que ditavam as regras explorando o empreguismo e o clientelismo. Numa época em que ninguém nem sonhava com a Lei de Responsabilidade Fiscal, que veio a ser implantada praticamente na década de 2000 para controlar os gastos públicos, os gestores inchavam a máquina com nomeação de cabos eleitorais na estrutura do governo, que contava com diversos órgãos, empresas e autarquias e que hoje estão extintas, como Lemat, Casemat, Bemat e Ipemat.
Naquele pleito de 90, Jayme conquistou o Paiaguás numa disputa eleitoral contra o economista Agripino Bonilha Filho (PMDB), hoje um dos diretores da recém-criada Agecopa, e contra o petista Luiz Scaloppe, procurador de Justiça do Estado. Júlio garantiu vaga no Senado num embate contra Carlos Bezerra (PMDB), hoje deputado federal.
Os irmãos Campos acompanharam a extinção de seus dois partidos (PDS e PFL) e, mesmo assim, continuam na ativa no Democratas. O discurso e o estilo são os mesmos. Já Mato Grosso é outro, com a economia movida pelo agronegócio, com a tecnologia e com eleitorado mais crítico e consciente.
Concordo com o comentário acima, nínguem atira pedras em ladrão morto......
Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
vou votar nos DOIS SE ELES REALEMNTE FOR CANDIDATO, O NOSSO ESTADO ESTÁ PRECISANDO DE CUIABANIA, NÃO DESSA CANBADA QUE ESTÁ AI NO PODER BENEFICIANDO GRANDES EMPRESARIOS.COMO POR EX. NA ÁREA DE MOVEIS,AGRICULTORES,METALURGICA.
Se esse povo voltar pro poder em Mato Grosso, eu pego minha mala e tchau. Ai realmente o povo eles se merecem.
Acorda Mato Grosso!!!!!!!
LENDO OS COMENTARIOS ACIMA VARIAS PESSOAS COMENTANDO SOBRE CORONEIS NA POLITICA DE MT , PERGUNTO EM QUAL ESTADO DO BRASIL NÃO EXISTE CORONEIS, SÃO PAULO, RIO, BAHIA ETC TODOS POLITICOS SÃO CONTINUIDADES DE POLITICOS ANTIGOS SENDO PARENTES OU AFILHADOS, BLAIRO MAGGI SOMENTE FOI ELEITO GOVERNADOR DO ESTADO DE MT COM APOIO DOS CAMPOS, QUERAM OU NÃO ELES PESAM NA BALANÇA, NENHUM DESSES CANDIDATOS A GOVERNADOR, WILSON, SINVAL OU MAURO NECESSITAM DO APOIO DOS CAMPOS, EU SEMPRE VOTEI E VOTO NO JULIO E JAYME E SOU UMA PESSOA ESCLARECIDA E ALFABETIZADA COM GRAU DE INSTRUÇÃO ELEVADO.
Alguns políticos continuam adotando ainda a familiocracia como forma de se perpetuarem no poder e outros, aliados à prática do compadrio e do nepotismo, se juntam e investem pesado financeiramente na esperança de obterem êxito nas urnas.
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Mesmo taxado de má gestor, já que não consegue conduzir a Empaer a contento, Leôncio Pinheiro, irmão de Jonas Pinheiro (já falecido), aposta na conquista do espólio político do ex-senador por dois mandatos e ex-deputado federal também por duas vezes, principalmente diante da decisão da viúva de Jonas, ex-deputada Celcita Pinheiro, de não concorrer mais a cargo eletivo. Filiado ao DEM (ex-PFL), Leôncio está em pré-campanha para deputado federal. Ele não é o único da família que pleiteia candidatura rumo às urnas de 2010. O ex-vereador e ex-deputado Emanuel Pinheiro (PR) busca novo mandato na Assembleia. Thelma de Oliveira, viúva do ex-governador Dante de Oliveira, vai tentar conquistar o terceiro mandato de deputada federal. Na sua primeira eleição, em 2002, ela fez "dobradinha" com o marido, que concorreu e perdeu para senador. No pleito de 2006, em meio à comoção da morte prematura de Dante, que seria candidato a federal, Thelma acabou concorrendo a reeleição e chegou a 76.770 votos. Agora, está no páreo de novo.
Em 98, o então senador Carlos Bezerra perdeu na corrida à reeleição, mas elegeu a esposa Teté deputada federal, assim como Jonas Pinheiro em relação à Celcita. Em 2002, os casais tentaram garantir outro mandato às esposas mas, desta vez, só Celcita conseguiu. Agora, visando 2010, Bezerra vai concorrer à reeleição para federal, enquanto Teté será candidata a deputada estadual.
Outras famílias tomaram gosto pelo poder. O governador Blairo Maggi resolveu entrar na briga para senador, enquanto o primo e prefeito de Sapezal César Maggi vai disputar cadeira na Assembleia. O senador Jayme Campos é pré-candidato a governador, enquanto o irmão Júlio está de olho na Câmara Federal. E, assim, os chamados líderes mantêm a tal familiocracia num Mato Grosso onde, na vida pública, manda o caciquismo político.
Estive na inauguração da MT 235 em Sapezal e, após 06 anos de uma visita anterior, aproveitei para visitar o municipio. Posso falar de boca cheia que em Mato Grosso poucos lugares possuem uma estrutura como a de Sapezal, foram 06 anos que mais parecem 100, de tão grande que foi o desenvolvimento economico, social e urbano. Conversei com alguns comerciantes do local e estão muito animados com a chegada do asfalto e com a administração do Pref. Cesar. Sapezal está de parabéns. Mesmo morando em Cuiabá, vou apoiar o Prefeito Cesar para o Legislativo e é claro o Governador Blairo para o Senado. Aproveito para pedir para que a região dos Parecis, de Comodoro e de Lacerda que apóiem o nome do Pref. Cesar, para fortalecer a economia regional e do Estado como consequência.
É de Politicos que precisamos. Não, de politiqueiros.
Em se tratando de uma administração séria e honesta, sou muito a favor que nosso Governador Blairo Maggi ir para o senado federal para moralisar aquele departamento, hoje nos deixa muito preocupado com os fatos que a midia anda comentando sobre nossos senadores que lá estão, e tambem sou a favor do mesmo colocar o seu primo Cesar Maggi para a Assembléia Legislativa pois e um departamento que estamos precisando també de gente com muita seriedade e transparencia,sendo que os que la estão ainda não nos apresentaram nada de importancia para nosso povo, e pelo o que fui na cidade de Sapezal e vi de obras e as mudanças de melhorias na cidade me deixou muito surpreso, por isso digo é desse tipo de Politico que Mato Grosso precisa.
É impossível melhorar a estrutura da Empaer se não existe interesse do executivo em faze-lo.
O problema dessa empresa não será resolvida nem pelo atual presidente (Leoncio Pinheiro), nem por qualquer outro que o suceda, sem que haja disponibilidade do Sr. Governador do Estado, o que não ocorre desde o início de seu mandato.
É interessante ressaltar que desde de o governo do saudoso Dante de Oliveira a Empaer vem sofrendo inúmeras desilusões na parte estrutural, sendo sucateada e jogada às traças, prova disso é a sua atual sede.
Essa empresa ainda tem muito a contribuir com nosso Estado, e é de sua importância que volte aos aureos tempos em que seus servidores eram valorizados e trabalhavam em prol do desenvolvimento agrícola, como ocorre em outras unidades da federação.
Para que isso ocorra é indispensável que o Governador queira..... mas pelo visto, o que foi falado em campanha não se cumprirá... por isso está na hora de dar um basta nessa mesmice e elegermos alguém que também olhe pelo pequeno agricultor que necessita de um trabalho de assistência técnica condizente com a realidade economica do nosso Estado.
pela ma qualidade dos desenhos,o leoncio não parece com nada,ate nisso não tem sorte,a deputada sem nenhuma semelhança,pessimo trabalho,.
aqueta homi....tomara q ele entra mesmo esse tal cezar maggi...nois vamos da pra ele aq 50% dos votos da cidade e vamos morrer na praia...sucega homi...é o povo q quer ou é vc q quer...entra pra vc ver....vc nao tem calculadora em casa nao...vai somando quem sabe vc alcança 25000 votos em 2035 ai sim vai ser eleito....aqueta homi acorda nao sonha nao
Fernando Ordakowski

Deputado e apresentador de TV Sérgio Ricardo (PR) articula vaga de conselheiro do TCE, cuja nomeação deve sair neste ano, enquanto Gisele Almeida está sendo preparada para substituí-lo na carreira política
O deputado Sérgio Ricardo (PR) se organiza para deixar a vida pública neste ano e prepara a irmã, a publicitária e apresentadora de TV Gisele Almeida, para ficar com seu "espólio político". As negociações avançaram e Sérgio será o próximo a ser nomeado conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, um cargo vitalício que rende mais de R$ 20 mil mensais de subsídio, privilégios, regalias e poder. Gisele está disposta a concorrer a cargo eletivo no pleito de 2010. Com estilo similar ao do irmão, ela mudou até o nome do seu programa de TV, tudo para ganhar popularidade. De "Tarde no Shopping", passou a se chamar "Programa Gisele Almeida". É apresentado diariamente na TV Rondon (Rede TV!) e no canal 20, arrendado pelo próprio deputado.
Sérgio registra uma carreira política "meteórica". Jornalista, formado em Direito e apresentador de um programa na TV Cidade Verde (Band) batizado com o seu próprio nome e mais com o propósito de transformá-lo em palanque eletrônico, ele começou como vereador por Cuiabá. A TV é sua vitrine, mas conta com uma estrutura paralela, como um ônibus transformado em gabinete itinerante. Assim, chegou à cadeira de deputado, garantiu novo mandato e já presidiu a Assembleia. Hoje é o primeiro-secretário da Mesa Diretora da AL. Já militou no PMN, no extinto PFL (hoje DEM), PPS e hoje está no PR. Sérgio foi candidato a prefeito de Cuiabá em 2004 e, por pouco, não disputou de novo as eleições do ano passado ao mesmo posto. Desde 2008, lançou pré-candidatura a governador rumo a 2010, mas, como enfrentou resistência da turma da botina ligado a Blairo Maggi, nem comenta mais o assunto com tanto ânimo como antes.
O deputado "costura" agora nos bastidores para virar conselheiro. A tendência é que até novembro deste ano venha a ocupar a cadeira de Alencar Soares, que deve se aposentar prematuramente. Assim, Sérgio sai de cena na vida pública e vai se juntar a outros seis conselheiros, entre os quais os recém-empossados Campos Neto, Humberto Bosaipo e Waldir Teis. A partir daí, ele não poderá mais "fazer política". Por isso, tenta transferir sua base eleitoral à irmã Gisele.
(Às 12h15) - Em nota, deputado garante que articulação pró-TCE é especulação
O primeiros-secretário da Assembleia, deputado Sérgio Ricardo, garante que não está articulando ingresso no TCE como conselheiro, apesar da movimentação de bastidores apontar o contrário. Ele assegura ainda que continua firme no PR, inclusive, na condição de pré-candidato a governador. Adianta ainda que, assim que deixar a vida pública, não pretende transferir espólio político a ninguém da família.
Eis a nota na íntegra de Sérgio acerca de sua eventual saída da vida pública
"Em função da matéria sob o título “Sérgio vai para TC e irmã que ficar com espólio político”, cabe os seguintes esclarecimentos:
1) Não procede a informação de que teria definido minha ida para o Tribunal de Contas do Estado. Continuo a disposição do meu partido, o PR, para uma disputa majoritária nas eleições de 2010, seja como candidato a senador ou a governador. Qualquer notícia diferente desta realidade apresentada não passa de mera especulação;
2) O dia em que passar a não disputar mais cargo eletivo – e espero que isso demore bastante, nenhum outro membro de minha família irá ocupar quaisquer tipo de “espólio político” que tenha eventualmente deixado. Informo isso porque não há na família ninguém interessado em disputar cargo eletivo em qualquer esfera."
Atenciosamente,
Cuiabá, 22 de junho de 2009.
Sérgio Ricardo - deputado estadual
(Às 15h15) - Gisele afirma que não vai ser candidata e diz que projeto é continuar na TV
A publicitária e apresentadora de TV Gisele Almeida disse que, apesar dos rumores, não tem pretensão de concorrer a cargo eletivo. "Nenhum membro de minha família herdaria qualquer tipo de espólio político do Sérgio", afirma a irmã do deputado Sérgio Ricardo que, apesar de negar, se movimenta nos bastidores para ser nomeado este ano conselheiro do TCE. “Meu projeto é continuar cuidando do meu programa, do meu filho, da minha família. Nada mais”, destaca Gisele.
ah coitado dos eleitores que aqui estão AFIRMANDO
bem....nos corredores da assembleia ja esta confirmado a presença de sergio no tce, questao de tempo, asssim como o campos neto, será rápido e indolor, depois a populacao esquece pois nao temos poder nenhum, a populacao nao e nada, apenas paga imosto e engorda os bolsos dos politicos...já é certo filhos, sergio vai mesmo para o tce.....obrigada
Tribunal do Faz de Conta! Essa foi boa!VAMOS DAR UM EFUSIVO Viva Ao Brasil! Viva a Copa do pantanal!Viva Cuiabá 2014!Viva Brairo Maggi e a devastação na Amazônia, viva Wirso Santos e o PAC empacado!Viva Sarney e os atos secretos do Senado! Viva a Senadora Serys e sua secretária que vive nos Estados Unidos!VIVA a POLÍCIA FEDERAL QUE PRENDE E OS TRIBUNAIS SUPERIORES QUE SOLTAM!VIVA A DENGUE E A CORRUPÇÃO!! VIVA O POVO QUE SABE QUE ROUBA MAS MESMO ASSIM VOTA NOS HOMES!Viva a esculhambação Geral da NAÇÃO!
Meu pai faz uns comentários inteligente, fez para min e meus amigos uma analise correnta. O que vejamos.
E fala, que se o Comendador Arcanjo não fosse preso, ela já CONSELHEIRO DO TRIBUNAL DE CONTAS DE MATO GROSSO OXALAR PRESIDENTE DA CORTE.
É BOM QUE O SERGIO RICARDO CORRE COM SUA INDICAÇÃO PORQUE NA FILA, ESTÁ - UEMURA, DARCI VEDOIN, DE POLÍTICO, PEDRO HENRI, LUTERO PONCE, É UMA VERGONHA LÊ UMA REPORTAGEM DESSA. SERÁ QUE OS DEPUTADOS QUE INDICAM E O GOVERNADOR QUE APROVA NÃO CONHECE OLEO DE PERÓBA PARA PASSAR NA CARA.
Coitado dos eleitores que aqui estão AFIRMANDO que o Senhor Deputado não vai os deixarem para ir ao TCE... vão ficar tão decepcionados...
Você acha que ele ta preocupado com vcs ??? agora dequeeee??!!!
Ah coitado!!
Num trâmite tão célere que causa inveja àqueles que estão na fila do INSS para se aposentar ou aguardando efetivação em cargo após ser aprovado em concurso público, o processo que transforma Campos Neto no mais novo conselheiro de Tribunal de Contas do país não demorou uma semana. Após sua indicação, sabatina e aprovação pela Assembleia, o governador Blairo Maggi o nomeou ao posto vitalício. Agora com o ato de nomeação 11.256, de 2009, com data desta segunda (25), o ex-deputado pode se apresentar ao Pleno do TCE para ocupar a cadeira. Ele fará isso já nesta terça.
A indicação de Campos Neto para o Tribunal de Contas do Estado ganhou repercussão nacional porque, aos 35 anos, passa a ocupar o lugar do pai, o ex-deputado Ary Leite de Campos, que se aposentou na semana passada. Ele integrava o Pleno desde maio de 1986.
Na segunda (18), Ary protocolou pedido de aposentadoria. No dia seguinte já estava aposentado. Enquanto isso, Neto tinha seu nome indicado pela Mesa Diretora da Assembleia na reunião do Colégio de Líderes na quarta (20) e, no mesmo dia, foi sabatinado e teve o nome aprovado em plenário por 19 votos e apenas um contrário, o do ex-prefeito de Cuiabá e deputado Roberto França (sem partido), que tentou manobra de última hora para ser indicado, mas não obteve respaldo dos colegas parlamentares. O trâmite dos processos de aposentadoria de Ary e a nomeação de Neto foi tão rápido, assim como aconteceu com as chegadas no TCE de Humberto Bosaipo e de Waldir Teis nos lugares, respectivamente, de Ubiratan Spinelli e Júlio Campos.
Com a missão de exercer o controle externo das contas públicas de prefeituras, câmaras municipais, do governo estadual e suas secretarias, órgãos e autarquias, Campos Neto deixa de receber próximo de R$ 15 mil como deputado, além de outros privilégios, entre eles verba indenizatória, para continuar com outras regalias e mais dinheiro no bolso. Seu subsídio agora sobe para R$ 22,1 mil, mas, no geral, supera a R$ 60 mil. Ele receberá mensalmente mais R$ 15 mil da chamada verba indenizatória e tem direito a auxílios moradia e saúde, com reembolso de despesas médicas-odontológicas, automóvel oficial com motorista particular 24 horas por dia, passagem áerea e despesas variadas, como com ligações telefônicas, e indicação de quase 30 assessores. Até se aposentar compulsoriamente, aos 70 anos, Campos Neto terá permanecido nada menos que 35 anos como membro do Pleno do TCE. Vai ocupar a cadeira até 2.044. (Romilson Dourado)

Em poder do ato de nomeação, Campos Neto toma posse nesta 3ª no cargo vitalício de conselheiro do TCE
(19h) - Campos Neto adia posse para evitar comentários de que teme ser "barrado"
Mesmo com a nomeação publicada nesta terça (26) no Diário Oficial, Campos Neto optou por não tomar posse no cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado na sessão desta terça (26). Ele quer evitar comentários de que tem pressa para assumir o cargo, já que teme uma ação da Justiça para barrar sua nomeação pela suposta prática de nepotismo. Campos Neto tem 30 dias, prorrogáveis por mais um mês, para assumir a cadeira deixada pelo próprio pai, o ex-conselheiro Ary Leite de Campos, que teve sua aposentaria publicada na semana passada. Trata-se de um caso inédito no país.
A assessoria de Campos Neto disse que a data da posse ainda não foi definida. No entanto, o regimento do TCE permite que ele seja empossado em uma das sessões ordinárias do órgão, sem a necessidade de solenidade festiva. Basta que ele compareça a uma das sessões e manifeste o interesse de tomar posse. Neste caso, o presidente do TCE, Antonio Joaquim, deve suspender a sessão e iniciar uma sessão especial de posse. (Andréa Haddad)
È uma vergonha sermos fiscalizados por pessoas que não tem o mínimo de moral para faze-lo. Mas não podemos esqueçer que no TCE tem alguns conselheiros competentes e que mereçem estar alí, mas alguns.........Alguns prefeitos por melhor que fazem sempre sofrem pressão...É difícil, mas não podemos deixar de acreditar que um dia isto mudará......espero poder ver.....
CAMPOS NETO COM CERTEZA JÁ ESTA ACERTANDO, QUANDO DE SUA MERECIDA APOSENTARIA, DEIXAR O CARGO PARA SEU FILHO. ELE ESTA CERTO, ERRADO É EU! QUE DESDE DO DIA 1 DE JANEIRO ATÉ O DIA DE HOJE, TRABALHEI SÓ PARA PAGAR IMPOSTOS! PARA PAGAR ESTES TIPOS DE ABSURDOS! ESTE TRIBUNAL DE FAZ DE CONTAS, APROVA TUDO. QUE MORAL TEM HOJE A CÂMARA DE CUIABÁ? RIVA MANDA E DESMANDA NA AL. OLHA QUE O RAPAZ TEM NAS COSTAS 110 PROCESSOS! SO TENHO QUE DAR UM VIVA A ESTA NOVA CAPITANIA HEREDITÁRIA!
BEM QUE ALFREDO MOTA MENEZES FALOU
NO PROGRAMA DO LINO ROSSI, VAI DAR UMA CHIADEIRA PELO FATO DO NETO SER FILHO DO ARY. MAIS NAO TEM NADA DE ILEGAL. OLHA A CHIADEIRA, AI AI AI.
A INVEJA EH UM SENTIMENTO MUITO RUIM.
VAO REZAR, PARA QUE VCS TENHAM A MESMA SORTE QUE TEVE O DEPUTADO CAMPOS NETO. TRABALHEM, LUTEM QUE VCS TAMBEM VENCERAM NA VIDA.
QUANDO VEMOS O CIDADÃO JULIO NETO VIR NOS HONRAR COM O SEU COMENTÁRIO , E COMPARTINHAR SUAS REFLEXÕES NOS ACENDE A VONTADE E O ALERTA DA LEITURA DOS SEUS PENSAMENTOS.
ELE NÓS REVELA QUE O JOVEM AINDA NÃO POSSUI O SENSO DE MORAL E ÉTICA , O QUAL ADQUIRIMOS NA VIVÊNCIA NO LAR E NAS RELAÇÕES FRATERNAS DO DIA A DIA , DIZER QUE É PRECISO TESE PROFUNDA PARA EXPRESSAR O QUE É MORAL , VÊ-SE A AUSÊNCIA DOS CONCEITOS NO JOVEM RAPAZ , POIS ESSES CONCEITOS DE VALORES SÃO ADQUIRIDOS COMO JÁ DISSE NA VIVÊNCIA EXEMPLAR DAS PESSOAS QUE NOS SERVEM DE TUTORES , SE ELES AS POSSUEM SÃO REFERÊNCIAS IMPORTANTES , SE NÃO AS POSSUI TALVEZ SEUS ALUNOS NUNCA AS POSSUIRÃO.
TALVEZ SEJA ESSA A DIFICULDADE DO JOVEM ENTENDER COMO NORMAL E LEGAL , O FATO DO PAI APOSENTAR E NA SUA VAGA ACENDER SEU FILHO , ISSO É COISA DO EGITO ANTIGO DE RAMSÉS , TUTANKAMON, HOJE NÃO É MORAL , COMO NÃO FOI ÉTICA A UNIÃO DE JULIO E BEZERRA NO PASSADO E O POVO REPROVOU , TALVEZ SEU PAI NÃO ENTENDEU O OCORRIDO E TALVEZ NÃO AVALIOU DO PONTO DE VISTA DA ÉTICA E DA MORAL.
MAS VOCÊ NÃO SABE O QUE É ÉTICA E MORAL, POIS A INDICAÇÃO E NOMEAÇÃO DO SEU PRIMO FERIRÁ ATÉ MESMO O SEU TIO JAIME , PORQUE , O POVO NÃO VAI DISTANCIÁ-LO DESSA IMORALIDADE, AGUARDE A ELEIÇÃO , MEU JOVEM .
EMBORA ACREDITO QUE O JAIME NADA TEM A VER COM ISSO , OU TEM...
Fernando Ordakowski

Numa decisão polêmica, Ary Leite de Campos deixa o TCE após 21 anos e abre vaga ao filho Campos Neto
Sem alarde, o conselheiro Ary Leite de Campos, aos 70 anos, protocola esta semana o seu pedido de aposentadoria compulsória do Tribunal de Contas do Estado e, numa decisão inédita no Brasil, cederá a cadeira vitalícia ao próprio filho, o deputado estadual Campos Neto. As articulações estão amarradas nesse sentido, tanto junto à Assembleia Legislativa, a quem cabe indicar, promover sabatina e levar seus deputados a votar em plenário para escolha do futuro conselheiro, quanto ao Palácio Paiaguás, com a atribuição de fazer a nomeação. Ary já apresentou o pedido de aposentadoria junto ao presidente do TCE, Antonio Joaquim. O ato será publicado no Diário Oficial. Em seguida, comunica a vacância do cargo à Mesa Diretora da AL.
Alguns deputados demonstram interesse explicitamente na vaga de conselheiro, como José Domingos (DEM), Roberto França (sem partido) e Sérgio Ricardo (PR). Para ajudá-lo a chegar no TCE, Campos Neto recorreu ao presidente da AL, José Riva, do mesmo partido. Em princípio, houve resistência mas, com o trabalho de bastidores nos últimos dois anos junto a cada parlamentar, hoje todos aprovariam a indicação de Neto ao posto de conselheiro, que possui prerrogativa de desembargador do Tribunal de Justiça.
Os maiores questionamentos são quanto ao fato do pai abrir vaga ao filho. Além de imoral, uns entendem que isso configura nepotismo. Outros sustentam que não seria prática nepotista, considerando que as autoridades nomeantes são do Parlamento e do Executivo, em que pese Ary pertencer hoje ao Pleno de um órgão vinculado ao Poder Legislativo. Os aliados de Neto destacam ainda que este possui competência para tal e que essa decisão está amparada no "princípio da impessoalidade", disposto no Artigo 37 da Constituição Federal.
Ary Leite, que enfrenta problemas de saúde, deixa o TCE após 21 anos de atuação no Pleno. Ele só não se aposentou ainda porque aguardou o filho chegar aos 37 anos para, assim, poder sucedê-lo. Primo dos irmãos e ex-governadores Júlio e Jayme Campos, Ary Leite está no TCE desde maio de 86. Antes, foi prefeito de Várzea Grande (69) e deputado estadual por três legislaturas (74 a 82). Antes de se tornar deputado, Campos Neto foi vereador por Várzea Grande e chegou a presidir a Câmara Municipal.
O TCE tem no Pleno 7 conselheiros. Cada um ganha R$ 22 mil mensais e tem coo principal missão exercer o controle externo, por meio da fiscalização da gestão dos recursos do Estado e dos municípios. O Tribunal, que recebe duodécimo anual superior a R$ 120 milhões e fiscaliza algo em torno de R$ 13 bilhões. Hoje, o Pleno é composto por José Carlos Novelli, Humberto Bosaipo, Valter Albano, Antonio Joaquim, Alencar Soares, Waldir Teis e Ary. Os últimos nomeados foram Bosaipo e Teis nas vagas, respectivamente, de Ubiratan Spinelli e Júlio Campos.
(Às 10h50) - Em nota, deputado admite a pretensão de virar conselheiro do TCE
Em nota ao RDNews acerca da matéria acima, a assessoria jurídica do deputado estadual Campos Neto (PP) confirma que, de fato, o parlamentar tem interesse na vaga, mas que ainda não está definida a sua possível indicação. A nota reforça o aspecto de legalidade numa eventual indicação de Neto.
Eis, abaixo, a íntegra da nota assinada pela assessoria jurídica de Campos Neto
"Certo é que o parlamentar preenche todos os requisitos para o cargo. Primeiro porque não há nepotismo, uma vez que não compete ao conselheiro Ary Campos a sua nomeação mas, sim, aos Poderes Executivo e Legislativo do Estado. Segundo, porque Campos Neto é parlamentar em quarto mandato e possui idade exigida em Lei. Terceiro, porque não se pode ignorar o princípio da impessoalidade, que acena no sentido de que o deputado não pode ser penalizado por possuir parentesco de consanguinidade com um ex-conselheiro. O caso é realmente polêmico, mas a análise fundamental é de ordem técnica e legal."
Assessoria Jurídica do deputado Campos Neto
(Às 12h45) - Conselheiro Ary Campos já oficializa seu pedido de aposentadoria
O conselheiro Ary Leite de Campos agiu rápido. Ele oficializou nesta segunda (18), junto à Gerência de Protocolo do TCE, o seu pedido de aposentadoria. O documento deu entrada às 8h44. Depois de passar pela Coordenadoria de Gestão de Pessoal, o pedido já se encontra na Procuradoria Consultiva para emitir parecer. Na sessão desta terça, a Mesa Diretora da Assembleia já será comunicada sobre a vacância do cargo. Em seguida, o deputado Campos Neto será inscrito como "único interessado" na vaga vitalícia do pai. Numa corrida contra o tempo, a AL deve sabatiná-lo nesta semana e já aprovar a indicação do nome. Em seguida, vai para o governador Blairo Maggi assinar a nomeação.

Documento acima comprova protocolo feito já nesta 2ª pelo conselheiro Ary acerca de sua aposentadoria
(Às 13h) - Decisão é prerrogativa do Executivo e Legislativo; TCE não pode nem opinar
Neste processo sobre aposentadoria de Ary Leite de Campos e a articulação para emplacar na sua própria vaga o filho e deputado Campos Neto, o Tribunal de Contas está levando "pau" dos leitores, em comentários postados nesta matéria, de uma forma um tanto injusta. Acontece que, conforme o artigo 49, a escolha e nomeação de conselheiro, que é um cargo vitalício, é privativo dos Poderes Legislativo e Executivo. Nesse caso, não se compete ao TCE nem se pronunciar acerca do assunto, principalmente nesta fase de trâmite dos processos, um referente ao pedido de Ary para entrar para a inatividade e, o outro, sobre a indicação de Campos Neto. Mesmo assim, muitos leitores passaram a cobrar um posicionamento do presidente do TCE, conselheiro Antonio Joaquim. A informação é de que ele não pode se pronunciar oficialmente.
O povo não pode apoiar um ato desse.tem que ter votação decisão de todos não de uma pessoa só, como ele pode sair e achar que seu filho e o melhor para o TCE.
Fica difícil para saber quem é o menos pior se é Sérgio Ricardo ou Campos Neto.
Este cargo de conselheiro TCE deveria ter um concurso e escolher os mais conpetentes em contabilidade, Administração, e 100% honesto e justo, só assim poderiamos ver inúmeros prefeitos corruptos com seus bens confiscados e presos. Dos 141 municípios que temos em MT, voces conhecem algum prefeito preso?
Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
Oi a todos,,, ! Sou Jurista, e professor da Faculdade UFtMSP..
Esta é uma questao a qual nao cabe a nós a opinarmos !
è uma coisa inedita no PAIS...
mas pelo que pude analizar é uma nomeação LEGAL,,, o pretendente é Homem de Moral e Virtude serena, a vaga é da Assembleia ai do Estado de Mato Grosso, caso ele seje o escolhido Otimo,,, e situação da aposentadoria do Conselheiro que no caso é Pai dele pelo que lí, nao descaracteriza em nenhum momento a nomeação do Filho ,, Isso nao é NEPOTISMO NUNCA ! e sim uma pura COINCIDENCIA,,.... INTERRESANTE .
É isso ai... ele é o CARA....
Fernando Ordakowski clique na imagem para ampliá-la
Seis políticos que tentaram eleger familiares ou parentes no ano passado fracassaram com a resposta das urnas. Por outro lado, 11 conseguiram mais um passo para perpetuação no poder dentro da chamada familiocracia. Um dos que mais sentiram a derrota foi o senador Jayme Campos. Os seus irmãos Júlio, em Várzea Grande, e Dito Paulo, em Jangada, perderam na disputa a prefeito. Dito, aliás, buscava a reeleição. Para piorar, a irmã e então vereadora por Cuiabá, Márcia Campos, desistiu da reeleição de última hora. Todos os quatro Campos são do DEM.
Em Rondonópolis, o deputado federal Wellington Fagundes (PR), que perdeu duas vezes para prefeito (2000 e 2004), não conseguiu êxito com o filho João Antonio, derrotado a vice-prefeito na chapa pura encabeçada por Adilton Sachetti. A também deputada Thelma de Oliveira (PSDB) não teve força política suficiente para eleger vereador em Cuiabá o sobrinho Leonardo de Oliveira. A deputada estadual Chica Nunes (PSDB) não garantiu cadeira de vereador ao sobrinho Tiago Nunes na Capital, mas contribuiu com a vitória do marido Marcelo Ribeiro (PP) a prefeito de Barão de Melgaço. O problema é que Marcelo foi cassado por compra de votos. É a mesma situação dos irmãos Henry em Cáceres. O deputado federal Pedro Henry até se licenciou da Câmara Federal para assegurar a vitória do irmão Ricardo, que acabou cassado por crimes eleitorais.
Em Diamantino, o empresário Amarildo Monteiro (PTN) exagerou. Concorreu a prefeito com a esposa Sandra Castro Monteiro de vice da chapa. O casal "morreu abraçado" nas urnas. O vereador cuiabano Lúdio Cabral (PT) fez campanha também para vereador do irmão Frank Mendes Cabral em Cáceres, que foi derrotado. O ex-prefeito e deputado estadual Percival Muniz (PPS) também fez barulho com o nome do sobrinho Tiago Muniz para vereador em Rondonópolis, mas os eleitores disseram "não".
Vitoriosos
Em Chapada dos Guimarães, o secretário estadual de Ciência e Tecnologia e ex-deputado Chico Daltro (PP) tem agora o irmão Flávio Daltro como prefeito. O vice Elias Santos (PMDB) é irmão do prefeito da Capital Wilson Santos (PSDB). O cacique político do Araguaia, Wanderlei Farias (PR) não só voltou ao comando da prefeitura, como ajudou na eleição do sobrinho Leonardo Farias, prefeito de Novo São Joaquim, e do primo Walter Farias (PR), que passou a comandar Canarana. Numa situação inusitada, o governador Blairo Maggi (PR) assistiu a reeleição do primo-prefeito César Maggi, em Sapezal, inclusive sem adversário.
O ex-prefeito de dois mandatos de Alto Araguaia, Maia Neto (PR), elegeu à vereadora a sobrinha Sylvia Maia Santos (PTB). O ex-governador Rogério Salles (PSDB) tem agora a mulher Marília Salles no cargo de vice-prefeita de Rondonópolis. O ex-vereador por Lucas do Rio Verde e ex-deputado federal Neri Geller (PSDB) conseguiu eleger o irmão Milton Geller para prefeito de Tapurah. O ex-prefeito de Santo Antonio do Leverger, Eduardo Belmiro, o professor Edu (PSDB), possui hoje três membros da família na Câmara Municipal: o filho Wagner Belmiro da Silva (então suplente e agora vereador) e os sobrinhos tucanos Flankin Belmiro e Edson Batista. O deputado estadual José Domingos (DEM) consegue eleger o irmão Neurilan Fraga (PR) prefeito de Nortelândia.

SOU ENFERMEIRA NA SANTA CASA EM RONDONOPOLIS, E QUEIRO PARABELIZAR O POSICIONAMENTO COERENTE DO VEREADOR REGINALDO, CONFESSO QUE NÃO VOTEI NELE MAIS OU VOTAR PARA VEREADOR NA PRÓXIMA, ESTOU VENDO O PARTIDO DELE QUERENDO QUE ELE TOME POSIÇÃO, POREM O PARTIDO DELE NÃO APOIOU NINGUEM E AGORA QUER CRITICAR, ACHO COVARDIA ESTA ATITUDE, ESTÃO QUERENDO INSUNUAR E LANÇAR ELE PARA DEPUTADO, REGINALDO NÃO ACREDITA NISTO, FIQUE COMO VEREADOR, NÃO DE A VAGA PARA OUTRO, VOCÊ GANHOU UMA ESCUDEIRA, APRENDI TE ADIMIRAR PELA HUMILDADE, COERENCIA E DETERMINAÇÃO
que bom seria se telma entrasse na campanha de leonardo de corpo e alma ..
e em tabapora o irmao do Riva
Olha João neto ou será claudio? se ameta fosse eleger thiago o percival elegeria sim.
bastava puxar o freio do reginaldo, bastava nao ter enfiado 100.000 reais no reginaldo. E mais o Thiago nao é sobrinho do percival nao seu desinformado, pode ser pai, mae, primo seja la o que for, mas sobrinho nao é, pois conheço todos os sobrinhos do percival.
mas gostei o percival socou dinheiro no reginaldo, vivia dando entrevista prestigiando o reginaldo, e o reginaldo meteu os pés no peito dele. percival ganhou mas nao levou o vereador é do PMDB e seus assessores não perdem oportunidade para falarem mal do Percival e dizer que Reginaldo foi injustiçado na eleição, injustiçado foram os outros candidatos. mas isso vc nao ve né jõão neto.
Esses políticos fracassados
tem que sair da política, fora neles
estão fracassados e quer continuar
no poder através dos parentes.
chega!!!!, Mato Grosso não aguenta
mais tanto descasos de currupção
que afinal a nossa justiça é só pra Pobre
rico faz o que quer.
fora neles.
Fernando Ordakowski

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O Tribunal de Contas do Estado, que não assistiu a chegada do seu novo conselheiro Humberto Bosaipo, ex-deputado de cinco mandatos que carrega "um caminhão" de processos na Justiça, registrará entre abril e maio do próximo ano algo mais inédito ainda: a saída do pai do Pleno e a entrada do filho para exercer o cargo vitalício. Trata-se do conselheiro Ary Leite de Campos, que completa 70 anos daqui a 6 meses, e do filho, o deputado estadual Campos Neto (PP). Os acordos já estão amarrados nos bastidores junto à maioria dos deputados.
A indicação para o posto é da Assembléia. Sob "costura" do deputado José Riva, cacique político do PP, mesmo partido de Campos Neto, os parlamentares já sinalizaram que, no Legislativo, não haverá nenhum impedimento para aprovar o nome do filho do conselheiro. No caso do governador, só caberá a este a homologação do ato. Essa indicação já foi levada por Ary Leite a Maggi há dois anos. À época o governador não foi receptivo.
Ponderou que não teria como assinar o ato de nomeação de Neto porque a transferência do cargo de pai para filho não pegaria bem diante da sociedade e isso iria gerar muito desgaste. Diante disso, Campos Neto concordou em adiar o sonho de virar conselheiro com menos de 35 anos de idade. Assim, adiou o processo para 2009, quando já estará com 37. Agora, Maggi já está de acordo.
A caminho dos 70 anos, dos quais 21 no TCE, Ary Leite enfrenta problemas de saúde. Ele só não se aposentou ainda porque aguarda o filho superar os 36 anos para, assim, poder sucedê-lo. O presidente da Assembléia, deputado Sérgio Ricardo (PR), que estava de olho na vaga de conselheiro, terá de aguardar abertura da próxima cadeira.
Primo dos irmãos e ex-governadores Júlio e Jaime Campos, Ary Leite está no TCE desde maio de 86. Antes, foi prefeito de Várzea Grande (69) e deputado estadual por três legislaturas (74 a 82). Antes de virar deputado, Campos Neto foi vereador por Várzea Grande e até presidiu a Câmara Municipal.
O TCE tem no Pleno 7 conselheiros, com salários e privilégios de desembargadores do TJ. Ganham cerca de R$ 22 mil mensais. Eles têm como principal missão exercer o controle externo, por meio da fiscalização da gestão dos recursos do Estado e dos municípios. O Tribunal, que recebe duodécimo anual superior a R$ 110 milhões, fiscaliza algo em torno de R$ 12 bilhões.
Hoje, o Pleno é composto por José Carlos Novelli, Humberto Bosaipo, Valter Albano, Antonio Joaquim, Ary Leite de Campos, Alencar Soares e Waldir Teis. A cadeira é vitalícia. No ano passado, de uma só vez foram empossados Bosaipo e Teis nas vagas, respectivamente, de Ubiratan Spinelli e Júlio Campos.
(13h) - Ida tem amparo legal, diz assessoria de Neto
A assessoria jurídica do deputado Campos Neto (PP) emitiu nota acerca da matéria acima. Afirma que "a possibilidade dele vir a ocupar uma cadeira de conselheiro no TCE está absolutamente amparada na legalidade”. “O deputado está legitimado pela sociedade, que o elegeu, para admitir a possibilidade de ir para o TCE-MT”. Argumenta que "há que se atentar para o princípio da impessoalidade, disposto no Artigo 37 da Constituição Federal.
"O parlamentar cumpre todos os requisitos para pleitear a vaga, e tem que ser respeitado por isso. Ele não é mais ou menos brasileiro, ou mais ou menos capaz, por ser filho de Ary Leite Campos. Em nenhum aspecto a possível ida de Neto para o TCE-MT se configuraria nepotismo. Sobretudo porque as autoridades nomeantes são o Parlamento e o Executivo", conclui a nota emitida pelos advogados do deputado Neto.
MAIS É UMA POUCA VERGONHA MESMO!! ERA SÓ O QUE FALTAVA!! ESTAMOS RETROCEDENDO !!!! ANDANDO CADA DIA PARA TRÁS!!!
TRIBUNAL FAZ DE CONTA
Se a Lei permite, entao é Legal, se a competencia (dele) nao esta em dúvida, etao é legal. O TCE, por lógica, precisa de Conselheiros capacitados a desenvoover o trabalho com competencia e responsabilida, assim sendo, entao acredito que o Dep. Campos ////nete, está apto para tal, digo isto pq nunca ouvi comentarios a respeito de seu envolvimento em esquemas politicos. Acho que sempre devemos analizar com razao, nunca com a emoçao.
Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
lista dos futuros conselheiros do tce:
Bosaipo filho
campos bisneto
Valter albano filho
valdir teis filho
alencar soares filho
jose c. noveli filho
antonio jaoquim filho
ja pensou .
Há pouco tempo atrás, fiz um comentário a respeito do Deputado ROBERTO FRANÇA, que na tribuna da AL rasgou um projeto de sua autoria que foi vetado por inconstitucionalidade e na ocasião o referido deputado insinuou ter sido FRANCISCO MONTEIRO culpado para que o referido projeto não fosse aprovado. Na ocasião lembro-me quando disse se o senhor Deputado ROBERTO FRANÇA iria votar contra a indicação do Deputado CAMPOS NETO a Conselheiro do TCE, pois tenha certeza que certamente ROBERTO FRANÇA como os demais Parlamentares irão votar a favor da indicação de CAMPOS NETO ao TCE pois apesar de ser uma imoralidade a indicação pela AL se torna legal.Com isso quero dizer que todos esses deputados estão ai não para defender o povo e sim os interesses de cada um e o resto que se exploda para não dizer outra frase pois caso contrário serei vetado em meu comentário. Senhor leiotres assiduos do RD NEWS estamos há dois anos da próxima eleição para Deputados, Senador e Governador além de Presidente da República, vamos ter em mente os nome de todos esse Deputados tantos Estaduais como Federal e Senador para que na próxima eleição nós não reelegemos aqueles que nada fazem para a população e ficam somente no tom da demagogia barata.
Fernando Ordakowski

Wilson se reelege em Cuiabá e o irmão vira vice em Chapada dos Guimarães, enquanto Wanderlei Farias volta à Prefeitura de Barra do Garças e o sobrinho comanda Novo São Joaquim
Os irmãos Wilson e Elias Santos e Wanderlei e o seu sobrinho Leonardo Farias se elegeram em chapas majoritárias nas eleições deste ano em Mato Grosso. Em Cuiabá, o prefeito Wilson Santos (PSDB) assegurou a reeleição no segundo turno com 60,47% dos votos válidos (175.038 votos) sobre o republicano Mauro Mendes (PR), que atingiu a 39,53% dos válidos (114.432 votos).
Já o irmão do prefeito cuiabano, Elias Santos, que trocou o PDT pelo PMDB, venceu o pleito na vizinha Chapada dos Guimarães como vice-prefeito de Flávio Daltro (PP). A chapa teve 56,03% dos válidos (6.085 votos) contra o prefeito Gilberto Mello (PR).
O ex-prefeito de Barra do Garças, Wanderlei Farias (PR) está de volta. Ele ganhou com 50,64% dos votos válidos (14.849 votos) num embate contra o prefeito Zózimo Chaparral (PC do B) e Maria do Mercado (PMDB). O seu sobrinho Leonardo Farias conquistou a Prefeitura de Novo São Joaquim com 2.845 votos (66,71% dos válidos), enquanto o único concorrente Antonio Augusto Jordão (PMDB) ficou com 1.420 votos (33,29%).
Clã
E assim as famílias Santos e Farias vão ampliando suas bases de poder na vida pública, a exemplo do que ocorreu com os irmãos Pivetta em Lucas do Rio Verde, com o hoje deputado Otaviano Pivetta, e em Nova Mutum, com Adriano Pivetta no exercício de 2000 a 2004. Fora esses casos de irmãos e primos candidatos ao mesmo tempo e com resposta positiva nas urnas, há várias situações de políticos que já ocupam mandatos e que elegeram membros da família, como a deputada Chica Nunes (PSDB), que terá agora o marido Marcelo Ribeiro (PP) prefeito de Barão de Melgaço; e o também deputado José Riva (PP), com o concunhado Alcir Paulino (PP) na Prefeitura de Juara.
(Às 12h15) - Farias tem também um primo prefeito
Wanderlei Farias, eleito prefeito de Barra do Garças e tido como um dos coronéis da política na região do Araguaia, não elegeu somente o sobrinho Leonardo Farias prefeito de Novo São Joaquim, mas também reelegeu o primo Walter Farias (PR) em Canarana, conforme enfatiza o leitor João Lara, em comentário postado nesta matéria. Walter ganhou com 52,14% dos votos válidos (5.138 votos) do progressista Evaldo Diehl, que chegou a 47,86% dos válidos (4.716 votos).
Quero deixar minha simples contribuição,esses cargos são eletivos, e so o povo pode mudar essa historia, agora vamos falar dos cargos de confiança(nomeação) por exemplo de nossa Primeira dama do estado?no caso de varzea grande, mal foi eleito, o dono da ZAELI quer cargo pra sua esposa,vou deixa aqui uma sugestão pq esses politicos que tanto falam que sao empresarios bem sucedidos, nao empregam suas esposas em suas empresas??(Blairo,tiao Zaeli,Mauro Mendes) será que sao mesmos e nao querem colocar b...ta em suas empresas, e sim na estrutura publica?..abraços
A bem da verdade o Deputado Otaviano Piveta não elegeu nenhum vereador em Lucas do Rio Verde, alem de ter deixado falando sozinhos , Isaura de Alta Floresta e Capistrano de Diamantino.
Que performace hem deputado !!!??
Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
Wilson será cassado, Ralf Leite comprou voto pra ele !
ta com falta de assunto? vai puxá o saco dos PR. o que vc tem contra as famílias farias e santos? só inveja? vai caça assunto.

A ex-presidente da Câmara Municipal de Cuiabá e hoje deputada Chica Nunes (PSDB) teve o marido Marcelo Ribeiro (PP) eleito prefeito de Barão de Melgaço (a 128 km de Cuiabá). Ex-vereador pela Capital, progressista levou a melhor na disputa contra os adversários Antonio Ribeiro Torres (PSB), Dário Orlando Júnior (PR) e Carlos Eduardo Silva (PMN). Dos 5.916 votos apurados, Marcelo obteve 2.098.
O mesmo êxito não aconteceu com o sobrinho de Chica, Tiago Nunes (PSDB), que tentou uma vaga de vereador por Cuiabá nestas eleições. O rapaz ficou com 2.511 votos, insuficientes para elegê-lo. O casal Nunes enfrenta desgaste político por causa de denúncias de envolvimento num rombo de R$ 6 milhões na Câmara Municipal no período em que Chica foi presidente, de 2005 a 2006.
Os dois foram denunciados por vários crimes. Mesmo assim, Marcelo conseguiu conquistar a cadeira de prefeito de Barão, transformando a esposa Chica em primeira-dama do município a partir de janeiro do próximo ano.
Os Oliveira
A tentativa da deputada federal Telma de Oliveira, viúva do ex-governador Dante de Oliveira (já falecido), de eleger o sobrinho Leonardo de Oliveira vereador por Cuiabá fracassou mais uma vez. Ocorre que o candidato do PSDB, que já havia concorrido ao cargo de vereador por Cuiabá em 2000, quando obteve 2.587 votos, ficou de fora de novo. Desta vez registrou 2.351 votos. (Andressa Boa Sorte)
EU GOSTARIA DE PEDIR A ALEXANDRA QUE POR VAVOR NÃO ENVOLVA A FAMILIA GONÇALVES E TAQUES NO MEIO, PORQUE TEMOS UMA HISTÓRIA A ZELAR E NÃO QUERO SER ENVOLVIDO NA SUJEIRA. E QUANTO A ULTIMO COMENTARIO DE PAULO GOSTARIA DE SABER DA ONDE TIROU A IDEIA DE QUE MARCELO É MELGACENSSE, QUE EU SAIBA ELE NASCEU E FOI REGISTRADO EM CUIABÁ.
O POVO DE BARÃO MERCE VOCÊ MARCELO, VOCÊ MOSTROU SUAS RAÍZES, SUA SIMPLICIDADE DE SUA MAE E A PRESEVERANÇA DE SEU PAI. HOJE BARÃO COMEMORA A SUA VITÓRIA.
DESEJAMOS PARA VOCÊ SUCESSO NESTE SEU NOVO DESAFIO
PAULO COSTA
Todos sabem que nem Telma, nem Avalone, nem ninguèm do PSDB tentou eleger o sobrinho do Dante. O rapaz foi sozinho e fez bonito ao obter mais de dois mil votos.
O BRASIL COPIA TUDO QUE OS AMERICANOS FAZEM, DEVERIA COPIAR TAMBEM O MODO DE FAZER JUSTIÇA, AI SIM, MUITAS GANGUES ESTARIAM NA CADEIA.
SOU CONTRA TODOS ESSES COMENTÁRIOS,
POIS A VITORIA DE MARCELO RIBEIRO COMO PREFEITO DE BARAO DEMONSTROU A HONRA E O CARATER DO TRABALHO DESSA FAMILIA.

Fagundes carrega o filho João Antonio, candidato a vice em Rondonópolis, enquanto Henry, o irmão-prefeito em Cáceres
Os deputados federais Wellington Fagundes (PR) e Pedro Henry (PP) se esforçam como nunca pela eleição de membros da família no pleito de 5 de outubro. O primeiro carrega o filho João Antônio Fagundes, vice da chapa do prefeito de Rondonópolis, Adilton Sachetti (PR), que busca novo mandato. Henry está até licenciado da Câmara, tudo na esperança de ajudar a reeleger o irmão e prefeito de Cáceres, Ricardo Henry.
O curioso é que os dois candidatos majoritários estão em chapas que hoje enfrentam desvantagem, segundo as pesquisas sobre intenção de voto. Sachetti perderia hoje para o peemedebista Zé do Pátio. Henry seria "engolido" pelo ex-prefeito Túlio Fontes (DEM). Há outra coincidência sobre os dois líderes nas pesquisas, Túlio em Cáceres e Pátio em Rondonópolis: ambos foram candidatos a prefeito em 2004 e perderam por pequena diferença.
Fagundes levou "surra" nas urnas duas vezes consecutivas à Prefeitura de Rondonópolis (2000 e 2004). Desta vez resolveu testar o filho João Antonio numa chapa de um prefeito que foi seu adversário ferrenho. Henry também era aliado de Túlio e viraram inimigos políticos a partir de 2003.
Dos deputados federais mato-grossenses, não são apenas Henry e Fagundes que tentam eleger membros da família em cargo eletivo. A deputada Thelma de Oliveira (PSDB) virou a principal cabo eleitoral do sobrinho Leonardo de Oliveira, candidato a vereador por Cuiabá. Dois federais disputam para prefeito: Rogério Silva (PP), que substitui Henry na Câmara, concorre em Alta Floresta e, Valtenir Pereira (PSB), em Cuiabá. Na Assembléia Legislativa, seis deputados com o mesmo propósito de se perpetuarem no poder, com eleição de membros da família - saiba mais aqui.
Tem gente que é tolo mesmo. É daqueles que acredita que só o Henry é capaz. O PH só confia no seu irmão e ponto final? Oras! tenham dó, né? Como podemos nos curvar em um sobrenome?
Pobre internautas que defendem a familia Henry, então, Cáceres não existe outro político capaz de administrar a sua cidade? Então, depois de Ricardo (que não poderia ser reeleito), o povo cacerense teria que eleger a broaca da dona Ortência? ou ressuscitar o velho Mário Henry?
ACORDA povo Cacerense!!!!!
Não se curve os HENRYquecidos pelos Mensalões e Sanguessugas.
Na prefeitura, tem secretário que tá ficando rico às custas do dinheiro público. Esse secretário, dizem, tá comprando muitas reses lá palas badas da divisa com a Bolívia.
Acorda povo Cacerense!!!!!
VOLTA TÚLIO, VOLTA TÚLIO.
No dia 05 de outubro, NÃO se ESQUEÇA, VOTE 25
ao cidadão de Peixoto que apoia os Henry.
Cáceres não pode parar, parar de sofrer, foram três anos de espera por promessas. Não esqueçamos que o governador e o deputado em 2004 prometeram em palanque que Cáceres no início do mandato do Ricardo Henry, iria virar um canteiro de obras. Demorou muito, passamos por um alagamento em 2007 que comoveu a cidade, pela falta de administração. Pois todos os canais de escoamentos ficaram entupidos de capim e detritos.
A cidade até o mês de maio deste ano era um canteiro sim de buracos e poeira.Quase não se via o prefeito.
A midia dominada, calada, a presença dos irmãos no Geraldão em jogos do cacerense eram motivo de vaias e questionamentos. E outras coisas a mais.
A você de Peixoto de Azevedo, que foi embora de Cáceres, e
Colega Marcelo, moro em Peixoto de Azevedo, mas voto em Cáceres, e vou vir especialmente para votar em Ricardo Henry, porque pretendo retornar para Cáceres, quero fazer parte deste crescimento, quero crescer junto com esta cidade.
tudo de bom pra vc.
O amigo aí de Peixoto de Azevedo deve ser daqueles adeptos do rouba mas faz. O pior é que o que elez fazem é de uma qualidade sofrível, deve ser para sobrar mais, pois trinta é trinta, não é dez. Lá em Peixoto você pode fazer o que quizer, mas não venha dar seu pitaco aqui, pois nós cacerenses é que sabemos o quanto temos sofrido nas mãos dessa família Henryquecida. Contra a pressão, o povão. Contra o dinheiro (que não é deles), o apoio popular. Contra a perseguição, a libertação. VOLTA, TÚLIO!!!!!!
Só para lembrar na última eleição em Rondonópolis, o Dep Wellington ficou em segundo, derrotando assim, o Dep Zé Carlos do Pátio. Depois falam que o povo brasileiro não tem memória!!!!

Ao menos 14 políticos ocupantes de cargos eletivos começam a se empenhar para eleger membros da família em cargos de prefeito, vice e vereador nas eleições deste ano. O senador Jaime Campos (DEM), que já está em pré-campanha para governador rumo a 2010, por exemplo, se desdobra para manter no poder 3 irmãos: Márcia, vereadora e candidata à reeleição em Cuiabá; Dito Paulo, que busca novo mandato de prefeito em Jangada; e Júlio Campos, que concorre também a prefeito em Várzea Grande.
Mesmo no olho do furacão, a deputada estadual Chica Nunes (PSDB) aposta na eleição do sobrinho Tiago Nunes, candidato a vereador na Capital, e do marido Marcelo Ribeiro (PP), que disputa a Prefeitura de Barão de Melgaço. Chica está com mandato cassado, mas se mantém no cargo por força de liminar do TSE. Para piorar, a Delegacia Fazendária pediu a sua prisão preventiva por suposto envolvimento num rombo de R$ 6 milhões na Câmara Municipal no período em que era presidente (2005/2006). Chica tem foro privilegiado.
Também em Cuiabá, a deputada federal Thelma de Oliveira (PSDB) trabalha a candidatura a vereador do sobrinho e advogado Leonardo Oliveira. Da mesma forma, a ex-deputada federal Celcita Pinheiro tenta "emplacar" o filho Giorgio (DEM) como vereador na Capital. O governador Blairo Maggi virou cabo eleitoral do primo Cesar Maggi, prefeito de Sapezal e candidato à reeleição pelo PR.
O ex-deputado e secretário de Estado de Ciência e Tecnologia, Chico Daltro (PP) se empenha na campanha do irmão Flávio Daltro à Prefeitura de Chapada dos Guimarães, assim como o prefeito cuiabano Wilson Santos (PSDB), que está com um olho na reeleição e o outro na candidatura do irmão Elias Santos (PMDB) como vice-prefeito de Flávio Daltro, em Chapada.
Em Rondonópolis, o deputado de 5 mandatos Wellington Fagundes tenta eleger o filho João Antonio, de 22 anos, como vice-prefeito de Adilton Sachetti (PR). No mesmo município, o ex-prefeito e deputado estadual Percival Muniz se esforça pela candidatura do sobrinho Thiago, que concorre a vereador pelo PPS. Também em Rondonópolis, o ex-governador Rogério Salles lançou a esposa Marília como candidata à vice-prefeita da chapa do peemedebista Zé do Pátio. O prefeito de Jaciara, Max Russi (PR), vai à reeleição e, de quebra, ainda tentar empurrar o irmão Alexandre Russi, na disputa pela prefeitura da cidade vizinha, São Pedro da Cipa.
O deputado federal Pedro Henry (PP) até se licenciou do cargo para ajudar na busca da reeleição do irmão e prefeito de Cáceres, Ricardo Henry. Em Diamantino, o empresário Amarildo Monteiro (PTN) foi audacioso. Ele se lançou a prefeito e ainda colocou a mulher Sandra Castro Monteiro, também do PTN, como vice de sua chapa.
O suplente de deputado federal Neri Geller (PSDB) está convicto da eleição do irmão Milton Geller a prefeito de Tapurah. Até o vereador cuiabano e postulante a um novo mandato Lúdio Cabral (PT) entrou na lista da familiocracia, ao incentivar o irmão James Frank Mendes Cabral na disputa por cadeira de vereador em Cáceres.
Outros políticos ensaiaram candidaturas de membros da família neste pleito, mas acabaram recuando, como o deputado federal Homero Pereira, que apostava no irmão Américo como candidato a prefeito de Alto Araguaia, e a senadora Serys Marly, que queria a filha Natacha vereadora por Cuiabá,
Familiocracia
A familiocracia ganha espaço no Estado desde os anos 30. Primeiro com o ex-senador Filinto Muller. Depois vieram os Bezerra, os Oliveira, os Pivetta, os Riva, os Lhessarenko, os Campos, os Pinheiro, os Henry, os Nunes, os Vuolo, os Malheiros, os Maggi, os Fagundes, os Palma e os Pereira, entre outros.
Nas eleições deste ano estão de volta os Oliveira, os Muniz, os Fagundes, os Maggi, os Nunes, os Daltro, os Santos, os Campos, os Salles, os Geller, os Henry, os Cabral e os Monteiro. Agora, mantê-los ou não no poder, é uma decisão sua, caro leitor!
(10h45) - Prefeito Max diz que irmão não é candidato
O prefeito de Jaciara, Max Joel Russi, candidato à reeleição pelo PR, informa, em comentário encaminhado ao RDNews, que o seu irmão Alexandre Russi não vai mais disputar a sucessão municipal em São Pedro da Cipa. Alexandre chegou a deflagrar a pré-campanha mas, de última hora, preferiu jogar a toalha. Temia trazer desgaste para o irmão-candidato da cidade vizinha.
A justiça é feita! Graças a Deus não teremos em união na politica dois irmãos corruptos, e desonestos... Max você ainda tem coragem de se reeleger, vc trabalha em Jaciara só em anos de eleições, e ainda por cima queria colocar em nossa cidade vizinha, um de seus aliados, o próprio irmão, o bom censo do seu irmão poderia recair sobre sua pessoa, e vc enchergar que o povo de Jaciara não aguenta mais o seu mandato.
Cuidado eleitores de BARÃO DE MELGAÇO com o golpe que a família da Chica Nunes quer dar, emplacando o seu marido MARCELO RIBEIRO ALVES como prefeito municipal (indiciado por formação de quadrilha, falsidade ideológica, falsificação de documento público e coação de testemunha). Será que merece o nosso respeito para ocupar tal posto no nosso município tão carente de recursos?
O PSOL REPRENTA O NOVO ??? O POVO DE P. E LACERDA QUE O DIGA.!
CARO LEITOR, BENY LIMA, SE ESTA TENTANDO ME DESTABILIZAR, NÃO DEU CERTO, EM PRIMEIRO LUGAR, TENHO UMA IRMÃ QUE SE CHAMA SHUÊ, E TEM DUPLA NACIONALIDADE, MORA EM LONDRES, OUTRA É ADVOGADA, E MORA EM S. PAULO, O UNICO IRMÃO QUE EU TINHA MORAVA EM CUIABA, E MORREU A NOVE ANOS, DE CANÇER, O NOME DELE ERA ROBERTO CARLOS, PORTANTO INVENTE OUTRA, E DIGA PARA QUEM VOÇÊ TRABALHA QUE NÃO DEU CERTO O SEUS PLANOS.
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Chica Nunes tem o marido Marcelo Ribeiro pré-candidato em Barão de Melgaço, enquanto Ademir Brunetto quer a esposa Lucimara no comando de Alta Floresta e Otaviano Pivetta busca eleger a mulher Mari em Lucas do Rio Verde
Alguns deputados estão preparando para concorrer às eleições deste ano não apenas irmãos, sobrinhos e primos, mas também as esposas e maridos. O petista Ademir Brunetto (PT), por exemplo, vem se esforçando para ter a mulher Lucimara Brunetto como candidata à prefeita de Alta Floresta. Em 2004, o próprio deputado e empresário disputou e perdeu para a pedetista Izaura Alfonso.
Outro deputado-empresário que "empurra" a mulher para as eleições é Otaviano Pivetta (PDT). Ele transferiu o título de eleitor para Cuiabá, mas, estrategicamente, conservou o da esposa Mari em Lucas do Rio Verde. Pivetta foi prefeito por duas vezes. O seu grupo continua no poder há mais de uma década, apesar de hoje o prefeito Marino Franz (PPS) sinalizar para ruptura.
A deputada Chica Nunes (PSDB) também quer a família se perpetuando no poder. Depois de reconquistar o mandato junto ao TSE, pois tinha sido cassada pelo TRE-MT por suposta compra de votos, ela lançou o marido Marcelo Ribeiro à Prefeitura de Barão de Melgaço. Marcelo é ex-vereador por Cuiabá e está filiado ao PP.
Fora a situação desses casais, outros deputados se esforçam para ter irmãos como prefeitos, como são os casos de José Domingos, que tem o irmão Neurilan Fraga como "prefeiturável" de Nortelândia, e os federais Homero Pereira (PR), com o irmão Américo (PDT) em Alto Araguaia e, Pedro Henry (PP), com o mano-prefeito Ricardo, pré-candidato à reeleição em Cáceres.
A lista ganha dimensão quando se incluem políticos detentores de mandatos e outros membros da família na corrida eleitoral. Veja alguns exemplos abaixo.

(13/4 - Às 14h35) - Pivetta nega apoio e condena casal político
O deputado Otaviano Pivetta assegura que, por mais que Mari seja motivada por um grupo de pessoas para concorrer à Prefeitura de Lucas do Rio Verde, não a apóia por entender que casais não podem fazer carreira na política. "Tenho uma posição partidária e ideológica de não apoiar esse tipo de situação", diz o parlamentar. Segundo ele, independente de sua posição, Mari não deve ser candidata.
Na avaliação de Pivetta, essa fase de maridos lançarem esposas para cargos eletivos faz parte do passado. "Todas as histórias de marido e mulher em cargos eletivos trouxeram prejuízos para a sociedade, além de espelhar um cenário provinciano", enfatiza o parlamentar.
Ele não citou nomes, mas os últimos casais com cargos eletivos foram o ex-governador Dante de Oliveira (já falecido), que "elegeu" Thelma deputada federal, em 2002. Ela se reelegeu em 2006. O ex-senador Jonas Pinheiro, que faleceu este ano, também "fez" da esposa Celcita uma deputada federal, assim como o ex-governador Carlos Bezerra, que também ajudou a transformar Teté Bezerra em deputada federal.
Jangada, esta passando por grandes dificuldade administrativa, todo por vaidade politica da familia Capmpos tem não está enchergando o mau que estão fazemdo com esta sociedad,com a administração do Prefeito Dito Paulo o Ditinho Campos com e conhecido. Senhor Senador Jaime Campos será que o senhor não esta enchergando a situação que seu irmão esta deixando Jangada como terra de niguem. A cidade esta um nojo tem a santa paciencia Senador tira este cidadão de jangada por que se não o povo tira, o politico que coloca o nome e perde para Edinho Meira na Pesqisa e muito ruim de serviço o sr não acha, ainda e tempo de pensar.
Uma empresa quando é boa, paga bem, é normal que os funcionários busquem emplacar seus parentes e aderentes no quadro funcional da mesma, na politica todos reclamam dos salários baixos, mas todos sem excessão buscam trazer os seus parentes mais proximos e em cargos inferiores aos que ocupam, será que é para montar uma escada dentro da própria familia?
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O ELIAS SANTOS VAI LEVAR UMA SURRA DE VOTOS DO ATUAL PREFEITO DE CHAPADA GILBERTO MELO, É QUE PELO O QUE EU OUÇO EM CHAPADA, O POVO DE LA NÃO QUER CORRER O RISCO DE TER UM PREFEITO PARA-QUEDISTA, E SEM NENHUM COMPROMISSO COM O MUNICIPIO. JA EM BARÃO A COISA PODE SE COMPLICAR MAIS DO QUE JA ESTA, COM A PÉSSIMA ADIMINISTRAÇÃO DO PREFEITO IBSON P LEITE, JA PENSOU SE O MARIDO DA CHICA GANHAR EM BARÃO ?? SÓ DEUS PRA DAR JEITO, EU HEIN.!!!
O senador Jaime Campos (DEM), que sonha com o retorno à cadeira de governador em 2010, é um dos poucos caciques políticos que ainda insistem no velho projeto da familiocracia. Somente este ano ele deve ter três irmãos candidatos, cada um em município diferente. O ex-conselheiro aposentado do TCE, Júlio Campos, tende a ser o candidato do DEM à sucessão em Várzea Grande. O prefeito de Jangada, Dito Paulo, outro irmão de Jaime, concorrerá à reeleição. De quebra, o senador ainda conta com a irmã Márcia Campos como candidata de novo à vereadora por Cuiabá. Jaime Campos ainda tem outros políticos na família, como o primo Campos Neto (PP), deputado estadual e já em pré-campanha para deputado federal no pleito de 2010. O senador prepara ainda o filho Dudu Campos para ser o seu "herdeiro" político, lançando-o deputado estadual no próximo pleito.
Outros caciques até conseguiram, num passado recente, "emplacar" esposas e demais membros da família em cargos eletivos. O momento agora parece ser outro, com o eleitor para crítico e resistente a essas tentativas de perpetuação de famílias no poder.
Exemplos
Os líderes políticos que lançaram esposas, fazendo espécie de "dobradinha" nas eleições, enfrentaram uma série de desgaste depois. O então senador Jonas Pinheiro, falecido semana passada, conseguiu eleger a esposa Celcita Pinheiro deputada federal em 2002. Já no projeto à reeleição, ela foi reprovada e ainda saiu da Câmara sob forte desgaste por ter sido denunciada como uma das envolvidas na máfia das sanguessugas - esquema de propina patrocinado pela Planam, dos Vedoins, a partir de apresentação de emendas junto ao OGU para compra superfaturada de ambulâncias às prefeituras.
Outra que também saiu de cena sob acusação de ligação com o esquema sanguessugas foi a ex-deputada federal Teté Bezerra, esposa do ex-governador, ex-senador e hoje deputado federal Carlos Bezerra (PMDB). Ela havia sido eleita em 98, perdeu à reeleição em 2002, ficando na suplência. Com a cassação de Rogério Silva, Teté voltou à cadeira de deputada e acabou "encerrando" a carreira em 2006, também sob acusação de irregularidades, apesar de negá-las.
O ex-governador Dante de Oliveira (já falecido) foi o principal cabo eleitoral da eleição da esposa Thelma de Oliveira (PSDB) à Câmara Federal, em 2002. Por outro lado, ele não se elegeu senador na nesma campanha eleitoral.
Sera que o povo principalmente os funcionários publico, professores teria coragem de votar num cidadão como Julio Campos que deu uma banana em vez de um salário digno e em dias quando ficaram 8 meses sem receber salarios. Acho que juluio quer morrer no marco da istório politica por que condiçoes de administrar Varzea Grande não tem os tempo mudaram e os pucha saco ja morreram, os jovem não sabem quem foi julio no governo a ditadura ja se voi a 50anos, todos que o atende não vivem vegetam pois vivem com pé na garganta todos que acompanha estão mortos politicamente veja JANGDA, EX prefeito MARCÃO esta vivendo de esmola com dito paulo recebe uma merreca de salário para defender DITO paulo dita passa e Jangada vai vira distrito de Acorizal se continuar com esses administradores morando em Cuiabá e querem Fazer careira em Jangada por esse Dito Paulo e munito idesiso não tem nem postura de prefeito.
Acho q não tem nada de errado....só pq o Jaime é senador ninguém mais da famnília pode partir para a área da política?
acho q vcs poderiam pensar um pouco mais...todos temos direito de ser e fazer o que quizermos...ok...
ele não tem como impedir um irmão ou parente de ser o q quer..pensem...
obrigado...abraços
A Familia Campos acha que a sociedade e ignorante igual nos temos de tropeiro que jaime era comerciante, os tempos mudaram e a população evoluiu politicamente. Acho que esse projeto do Jaime vai intera-lo politicamente. Vai perder em Jangada por que seu irmão Dito Paulo esta com reijeição de 75%, e não consegui limpar a cidade. Mas consegui paragar suas contas com O banco BMG de Minas Gerais de 1.300.000,00 com erario publico de jangada, se eles estiverem pensando que dinheiro compra eleição estão redondamente enganados nem os seus vereadores que dão sustentação vai apoia-lo imagina o seu secretariado que não tem um gota de altonomia vivem pedido esmola para trabalharem.
Troca o prefeito de Xigu pelo prefeto de Juscimeneira, menos pelo prefeito de Jnagada este ruim prefeito e mais corrupto de todos. Quando passo por Jangada falo comigo mesmo coitado desse povo.
Longe de querer ofender quem quer que seja, ofereço aos comentadores deste blog um pequeno guia pratico para o entendimento da politicagem que se pratica abertamente em nosso país, e em particular em nosso estado.
Não quero fazer nenhuma ofensa pessoal a ninguém, mas simplesmente interpretar com sinceridade, a essência do comportamento dos politicalões profissionais carreiristas, dos seus cúmplices e capachos.
Parte I
GUIA PARA ENTENDER UM MELIANTE DA POLÍTICA:
Oligarquia: organização criminosa que assume o poder público-privado para praticar atos de corrupção e manipular o Estado no interesse maior dos meliantes filiados a uma base política prostituída de valores morais e éticos, e dos cúmplices dos seus atos espúrios.
Estelionatário: político que através de um discurso mentiroso e fraudulento induz o povo a acreditar nas suas promessas com o intuito de obter poder e vantagens ilícitas para si e para o seu grupo, burlando a confiança depositada pelos seus eleitores que tinham a esperança de serem felizes novamente.
Clientelismo: ação de políticos espúrios que privilegiam uma clientela dependente de favores do Estado em troca de votos, induzindo a sistemática reciprocidade eleitoreira entre o poder público e as vítimas de exclusão social, contrariando frontalmente os princípios da democracia.
Assistencialismo: prática política que representa uma hedionda versão espúria da assistência social, que enfatiza ajuda aos pobres e aos menos favorecidos da sociedade para manipular sua falta de consciência crítica, colocando em último plano uma ação de governo que permite a eliminação de sua condição de carentes ou necessitados, transformando-os em dependentes do Estado, contrariando frontalmente os princípios da democracia, com o objetivo de transformar o país em um curral eleitoral para a perpetuação de políticos estelionatários no poder.
Hipócrita: político que de forma leviana demonstra um sentimento, quando sente ou pensa outra coisa, e que dissimula sua condição humana de assumir sua verdadeira natureza corrupta, que é disfarçada em sentimentos ou qualidades que absolutamente não possui.
Sub-reptício: político que obtém promessas de votos por meios ilícitos e fraudulentos, conforme agressões cometidas aos ditames dos princípios da honestidade política e que atentam frontalmente contra a ética e a moral públicas.
Com sinceridade, digam-me vocês: essa carapuça não cabe perfeitamente na cabeça de todos esses falsos políticos oligarcas, familiocrátas e coronelista que há décadas vem se perpetuando no pode?
TEM UMA COISAS QUE ACABARAM E NÃO VOLTAM MAIS... SÓ O JULIO E JAIME NÃO CONSEGUEM VER.
A TAL DE FAMILIOCRACIA, CORONELISMO, ETC., JÁ MORREU GRAÇAS A DEUS.
MATO GROSSO EVOLUIU, NASCERAM MATOGROSSENSES NOVOS, ESTUDARAM E CONVIVEM COM PESSOAS VINDAS DE TODA PARTE DESSE IMENSO PAIS.
JULIO, JAIME E OUTROS CAMPOS,,, VICHI... TO FORA.
QUEREMOS AREJAMENTO, MUDANÇAS, COPISAS NOVAS.
NÃO GANHA NEM NA JANGADA.

Onze políticos com experiência de um ou mais cargos eletivos estão dispostos a ampliar o poder familiar a partir das eleições municipais deste ano. São filhos, sobrinhos, irmãos e primos escalados com a missão de perpetuar no poder famílias como Slhessarenko, Fagundes, Bezerra, Maggi, Campos, Henry, Santos, Daltro, Pereira e Domingos.
A ex-deputada estadual por três mandatos e senadora Serys Marly (PT), por exemplo, trabalha o nome da filha Larissa Slhessarenko para disputar cadeira de vereadora por Cuiabá. Em Rondonópolis, é o deputado federal Wellington Fagundes que tenta eleger vereador o filho João Antonio Fagundes. O também deputado federal Homero Pereira (PR) motiva o irmão Américo Pereira a entrar na corrida para prefeito em Alto Araguaia.
De todos, os Campos são os que mais apostam na familiocracia. O senador Jaime Campos (DEM) deve ter três irmãos na disputa: Júlio Campos, como candidato a prefeito de Várzea Grande, o já prefeito Benedito (Dito) Paulo de Campos, que vai à reeleição em Jangada, e Márcia Campos, que concorrerá, de novo, a vereadora pela Capital.
O deputado federal Carlos Bezerra (PMDB) terá a prima Ana Maria Bezerra como candidata em Cuiabá. Ela é do PP. O governador Blairo Maggi estará no palanque do primo e prefeito Cesar Maggi, candidato à reeleição em Sapezal. Também deputado federal, Pedro Henry, que está com mandato cassado, mas se mantém no cargo por força de uma liminar do TSE, é o principal cabo eleitoral do irmão-prefeito Ricardo Henry, em Cáceres.
O prefeito Wilson Santos (PSDB) concorrerá à reeleição em Cuiabá, mas vai estar com as atenções voltadas para Chapada dos Guimarães, onde o irmão Elias Santos será candidato à sucessão municipal pelo PMDB. Também em Chapada concorre a prefeito Flávio Daltro, irmão do ex-deputado e hoje secretário de Estado de Ciência e Tecnologia, Chico Daltro, presidente regional do PP. O deputado estadual José Domingos (DEM) empurra o irmão Neurilan Fraga na corrida pela Prefeitura de Nortelândia.
Familiocracia
O clã na política está enraizado na política em Mato Grosso. Antes, a estratégia era lançar casais para cargos eletivos, como foram os casos de Carlos e Teté Bezerra, Dante e Thelma de Oliveira e Jonas e Celcita Pinheiro. Bezerra e Jonas foram senadores com as esposas na cadeira de deputadas federais. Agora Bezerra passou a exercer mandato de deputado, o que tirou de Teté a chance de tentar a reeleição em 2006. Jonas continua no Senado e só não tem Celcita na Câmara porque ela foi rejeitada nas urnas. Dante (já falecido) era governador e elegeu a esposa Thelma deputada. Ela reconquistou o mandato no ano passado.
Políticos com mandatos e os parentes candidatos
Senadora Serys Marly (PT)
Trabalha a pré-candidatura a filha Larissa Slhessarenko para vereadora por Cuiabá
Senador Jaime Campos (DEM)
Terá 3 irmãos na disputa: Júlio Campos (Várzea Grande), Dito Paulo (Jangada) e Márcia Campos (Cuiabá)
Deputado federal Homero Pereira (PR)
Incentiva o irmão Américo Pereira a concorrer a prefeito de Alto Araguaia
Governador Blairo Maggi (PR)
Tem o primo e prefeito César Maggi como candidato à reeleição em Sapezal
Deputado federal Pedro Henry (PP)
Aposta na reeleição do irmão-prefeito Ricardo Henry em Cáceres
Prefeito de Cuiabá Wilson Santos (PSDB)
O irmão Elias Santos é pré-candidato a prefeito de Chapada dos Guimarães
Ex-deputado e secretário de Estado de Ciência e Tecnologia, Chico Daltro
O irmão Flávio Daltro (PP) será candidato a prefeito de Chapada dos Guimarães
Deputado federal Carlos Bezerra
A prima Ana Maria Bezerra concorrerá a vereadora por Cuiabá pelo PP
Deputado estadual José Domingos (DEM)
É cabo eleitoral do irmão Neurilan Fraga, pré-candidato a prefeito de Nortelândia
Deputado federal Wellington Fagundes
Lança o filho João Antonio Fagundes como candidato a vereador por Rondonópolis
ESSE ELIAS É BEM CARA DE PAU MESMO. DEPOIS DE SER FUNCIONÁRIO FANTASMA DO TRIBUNAL DE CONTAS, AGORA QUER SER PREFEITO FANTASMA DE CHAPADA. ELIAS, O PESSOAL DAQUI DE CHAPADA JÁ TE CONHECE, POIS TU FOSTE O PIOR SECRETÁRIO DE TURISMO QUE ESSA CIDADE JÁ TEVE. VAI PROCURAR OUTRA CIDADE QUE NINGUÉM TE CONHECE, AÍ QUEM SABE...
Chapada tem um burro enterrado na cidade mesmo, prá nada ir pra frente no municipio. Se não bastasse um parente querer ser o prefeito aparece agora dois. Inclusive são parentes de politicos que nada tem a ver com o chapadense e nunca trouxeram nada de bom para nós chapadenses. XÔ DALTRO E ELIAS SANTOS, vocês não tem nada a ver com chapada dos guimarães.
Infelismente, a má qualidade de nossa educação, levam ao poder, pessoas que ocupam o espaço da comunicação para uso da pura demagogia e exploração das carencias humanas.
Lembro do Raul e da Bia Spinelli, dos Pinheiros, inclusive o Mané, do Vicente Vuolo, do Paulo Lúcio. Tudo gente boa, mas não acredito em familiocrácia, não adianta eu lançar parentes para manter o clã como diz a matéria, o pretenso candidato deve ter o discernimento necessário de que quem decide é o povo e estamos escaldados de maus políticos. Então vai ser assim: O pretenso candidato coloca seu nome nas convenções, se aprovado faz sua campanha naturalmente e no dia do pleito eu avalio se voto ou não, certo?, prá mim não vai interessar se o candidato é parente desse ou aquele outro, só quero saber se ele presta. Se ele fizer propaganda eleitoral fazendo referencia ao seu parente para ganhar voto e seu parente não prestar, voto em outro, afinal o político pensa que o povo é bobo e na realidade o povo também pensa o mesmo do político.
Várias pessoas me perguntam sobre a questão de ser candidata a vereadora,se possível te solicito qdo puder exclarecer que existe 2 pessoas com os nomes bem parecidos ou iguais.Eu sou Engenheira Agronoma,empresária de uma franquia Nacional de Locação de automóveis e Diretora de Eventos e Markting da Fundação Abrigo do Bom Jesus.E eu não sou candidata a nada.Certa de estar auxiliando ,agradeço muitissimo.

A decisão de Júlio Campos de retomar à militância político-partidária e já disputar a Prefeitura de Várzea Grande em 2008 enfrenta resistência do irmão, senador Jaime Campos. Mesmo que o pai dos dois, o patriarca Júlio Domingos de Campos, o seu Fiote, falecido há três meses, tenha dado aval, motivando o acordão em família, Jaime se vê agora numa saia-justa.
Primeiro, a reinserção de Júlio à vida pública volta a carimbar os Campos junto à opinião pública de grupo que procura se perpetuar no poder, situação que contribui para desgaste político num período em que o eleitor se mostra mais críticos e "vingativo" nas urnas. Trata-se de um novo momento, diferente das décadas de 80 e 90, quando Júlio e Jaime chegaram a fazer dobradinha na campanha eleitoral, um como candidato a deputado federal e outro como governador.
Segundo, a retomada de Júlio na política atrapalha os planos de Jaime de disputar o governo do Estado, em 2010. Em meio a tantas conjecturas, comenta-se nos bastidores que, se o hoje conselheiro do Tribunal de Contas vier a ganhar a prefeitura, voltará com força na eleição seguinte para concorrer a uma candidatura de deputado federal ou até mesmo ao Palácio Paiaguás. Se perder, o desgaste cairá também sobre os ombros do próprio Jaime porque representaria não só resistência do eleitorado, mas o "fim" dos Campos em Várzea Grande.
Terceiro, Jaime se vê preocupado com a pecha de familiocracia Campos, o que complica a imagem de quem pretende reconquistar a cadeira de governador. Ocorre que, fora Júlio, ele já terá dois irmãos candidatos no próximo ano: Dito Paulo (DEM), prefeito de Jangada e candidato à reeleição, e a suplente de vereadora Márcia Campos (DEM), que também disputará o pleito em Cuiabá.
Quarto, Jaime se mostra acuado por causa da crise criada em Várzea Grande com a volta do irmão à militância política. O DEM (antigo PFL), no qual Júlio Campos militou por mais de duas décadas, está rachado. O deputado Wallace Guimarães não desiste de sua pré-candidatura e avisa que vai para a convenção, numa disputa interna com Júlio.
Mesmo com essas ponderações de Jaime, Júlio não recua. Ele já foi prefeito, governador, deputado federal e senador a agora deixa a cadeira de conselheiro do TCE já na próxima quarta, numa sessão que marcará sua despedida do cargo vitalício, junto com Ubiratan Tom Spinelli, para reiniciar sua trajetória política.
Jaime Campos, que reclama do irmão, é outro que adotou a política como profissão. Foi prefeito por três mandatos, governador, tem mais 7 anos de mandato de senador e está de olho, de novo, na cadeira ocupada hoje por Blairo Maggi.
Parabéns Júlio Campos pela decisão acertada, pois nossa cidade não pode continuar do jeito que está, parece que dorme há quatro anos, nós precisamos de um executivo com o perfil do Senhor! Parabéns!
Será que esse homem quer ser lembrado como prefeito,deputado,governador senador,conselheiro ou prefeito de novo.Pela idade do caboclo sem querer desmerecer a tuarma da terceira idade ou melhor idade, já tá na hora de aposentar e ir cuidar dos netos e de seu patrimonio que não é pequeno e de suas recheadas aposentadorias.
Eu realmente sou da geração que não votou no Júlio Campos !
Estudei sobre ele na escola. Mas minha família sempre falou Bem dos Campos.
A cidade está acabada, a minha escola está sem pintura e as cadeiras destruídas.
Eu não confio nesse Maksues. Ele tem cara de malandro e é um demagogo !!
Menti muito na TV !!
Eu Vou votar no Júlio !!
E acho que esses comentários contra o Júlio Campos são as mesma demagogias que o Maksues fala na TV !!
INCRIVEL...
INCRIVEL, COMO ALGUNS VARZEAGRANDENSSES NÃO APRENDERAM COM AS POLITICAGENS DOS SENHORES FEUDAIS(CAMPOS), A ELES NÃO INTERESSA O BOA ADMINSTRAÇÃO E NEM O POVO E SIM O STATUS E SEREM ETERNOS SOBERANOS, O POVO VARZEAGRANDENSE TEM QUE DIZER BASTA. AQUI JA NÃO MAIS E O TEMPO DAS ANTIGAS O TEMPOS DOS SENHORES FEUDAIS E SIM O TEMPO DA MUDANÇA E DA DEMOCRACIA, E OS SOBERAMOS CAMPOS JA DERAM NO QUE TINHAM QUE DAR..
EU PEÇO AOS VARZEAGRANDENSES VÃO AS URNAS E MOSTREM QUE VOCÊS SÃO INTELIGENTES E SÃO CIDADÃOS E NÃO UM SIMPLES "POVO HUMILDES" , COMO SE REFEREM OS QUEREM CHEGAR AO PODER, ABRAÇOS AOS VARZEAGRANDENSES E RUMO A VITORIA CONTRA OS SENHORES FEUDAIS DO SECULO 21...
se for pra voltar e deixar a mesma herança que o JAIME deixou para o MURILO,uma cidade sucateada,devendo o mundo e o fundo ,pode continuar no TCE que o senhor ganha mais.SE o senhor perder as eleiçoes nao sera culpa sua mas sim da pessima gestao do seu irmao
2012:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
2011:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
2010:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
2009:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
2008:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
2007:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
2006:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
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