O PSD voltou para os braços do governo Silval Barbosa, dois meses após entregar os cargos e anunciar postura de "independência", e agora se juntou a setores do PR, captaneado pelo presidente regional da legenda republicana Wellington Fagundes, para emplacar o nome do ex-deputado Ricardo Corrêa na pasta de Transporte e Pavimentação Urbana. O curioso é que Corrêa, já com respaldo do cacique do partido José Riva, pediu ajuda também a Wellington, com quem militou no antigo PL. Fez até compromisso de, em se tornando secretário, priorizá-los nos pleitos. Wellington e Corrêa são velhos aliados. O deputado o apoia na indicação, mesmo o ex-deputado sendo de uma outra legenda.
Já a bancada do PR na Assembleia passou a incentivar o deputado Ondanir Bortoline, o Nininho, a entrar na disputa pela secretaria, para contrapor as ações de Wellington e evitar que o PR perca o comando da pasta, hoje sob Arnaldo Alves, que tem atuação mais técnica e está filiado ao PR. A briga pela secretaria se acirrou porque o governador deu sinais de que deve trocar Arnaldo, possivelmente, remanejando-o para o Planejamento. Arnaldo está com a imagem desgastada, ainda mais após assumir publicamente que não atende a prefeitos e deputados, alegando possuir muitas atribuições internas que consomem o seu tempo.
Embora não admita publicamente, o PSD de Riva e do vice-governador Chico Daltro, tem cobrado espaço junto a Silval e recebeu garantia de que a agremiação terá direito ao menos a três pastas. A mais disputada é a de Transporte e Pavimentação Urbana, que cuida dos projetos de infraestrutura rodoviária e que se torna um grande trunfo político. Estão confirmadas para retornar aos sociais-democratas a Ciência e Tecnologia e também a secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar, hoje sob o técnico Luiz Milhomem, assim como a retomada do Cepromat.
Mesmo com nome entregue ao ostracismo político, Ricardo Corrêa tem buscado ajuda para se tornar secretário. Ele foi deputado estadual por 2 mandatos, secretário de Obras do governo Júlio Campos e diretor-geral do Dnit do então presidente Fernando Henrique. Só não está conseguindo "costurar" mais apoio porque Corrêa é "instável", ou seja, ora pertence a um grupo, ora pula para outro, guiado pela conveniência pessoal.
Acho que o Governador não vai arrepender de colocar o Ricardo Correa na Secretária de Transporte o Ricardo e uma pessoa de boa Indole Competente e Honesto e tem uma gestão muito boa, a Historia Politica do Ricardo sempre foi limpa e honesta nunca ouvi falar nada dele por onde ele passa sempre deixa amigos, e amigos verdadeiros a gente guarda no coração.Silval o Ricardo e o cara para ti ajudar administrar o estado de mato grosso.
É verdade, este Julio Campos (ex-Governador,ex-Senador,hoje novamente Deputado Federal),estará sempre mandando nos bastidores da politica de Mato Grosso. Um dos seus crias é o proprio Governador Silval(ex-PTB,hoje PMDB),agora poderá ver emplacado na Secretaria de Transporte e Pavimentação,o seu ex-secretário de Viação e Obras Publicas,e amigo do peito Ricardo José Santa Cecilia Corrêa(ex-Arena,ex-PDS,ex-PFL,ex-PL,ex-PSDB,e agora PSD).Ainda bem,que me dou bem com ele,pois mesmo "disque" sendo oposição (DEM)sempre tem amigos proximos comandando cargos,aqui em Mato Grosso e por incrivel que pareça lá em Brasilia,tambem e no Governo do PT. Esse Ricardão não é mole, e esse tal de Julio Campos,faz mais milagres que o Apostolo Valdomiro,da Igreja Mundial.é mole ou quer mais....
O Governador Silval vai começar dar padrao de gestao a Secretaria de Transporte, o Ricardo é competente tem transitopolitico historia politica e de Gestao geriu o DENIT, temficha limpa e tenho certeza vai salvar o governo silval de muitas ariranhado sistema. Só tem um detalhe ao que me consta não tem intereesse nenhum em assumir a secretaria. Não esta fazendo loby, porque basta a sua historia, e Vamos Orar pelo aceite se houver o conviute.....nininho ....coitado.......
Nininho secretario de infraestrutura!! o cara é dono de empreiteira. Essa é a cara desse governo, cada um no seu quadrado!!
Lógico que foi candidato em 2010
Pela primeira vez o governador Silval Barbosa (PMDB) reconheceu a existência de falhas, especialmente de planejamento por parte do secretário de Transporte e Pavimentação Urbana, Arnaldo Alves. “As vezes foi relapso da nossa secretaria deixar as estradas tão sucateadas como ficaram, mas já estamos com um programa de Governo para recuperá-las”, salientou Silval, logo após ouvir duras críticas dos prefeitos no 29º encontro realizado pela Associação Mato-Grossense dos Municípios.
As declarações do governador endossam o coro dos gestores e de parlamentares contra a atuação de Arnaldo e acontecem em meio à forte pressão para que ele seja substituído. Lideranças do PSD e do PR têm defendido, de forma sistemática, que seja feita uma ampla reforma.
Dentre os 22 secretários do Governo Silval, Arnaldo Alves é o mais criticado pela Assembleia. Quase todos os 24 deputados já subiram na tribuna para reclamar das estradas e de problemas nas pontes de madeira. Os que mais questionam a falta de ações efetivas são José Riva (PSD), Zeca Viana (PDT) e Dilmar Dal Bosco (DEM).
Pergunto ao Senhor Goveranador, cade o FETHAB, o que foi feito dele, a maior parte da divida de resto a pagar/2011 não foi pago, a Secretária de Fazenda não liberou até hoje os recursos do Fethab para pagamento. Muitos empreiteiros não sabem o que mais fazer para receber a divida, muitos estão quebrados. a maior parte do Orçamento desse ano foi bloqueado pelo Governador. Ja se passaram quatro meses do ano de 2012 e os recursos do FETHAB não apareceu, niguém quer fazer nada popis não tem garantia de pagamento. Tudo que se vai fazer tem que ter altorização do Governador e do ecretário de FAzenda. Para se ter uma ideia para Empenhar uma determinada despesas tem que ter aval do Governador e da Sefaz. Os prefeitos, Deputados, Tribunal de Contas, Ministerio Público, Associações dos Agricultores, todos sabem disso, sabem que o FETHAB não fica mais com a SINFRA, todos sabem que para gastar um centavo tem que ter autorização do Governador, todos sabem e ninguém faz nada e o Secretário que é relapso. Acorda, esta na hora de reagirem. e existe um culpado e o proprio Governador que não da condições de trabalho. A única fonte de investimento era o Fethab e acabaram com ele. Não existe recursos Orçamentario e financeiro, para Obras (Pavimentação, Restauração, Conservação, Projeto e outros). o POuco Orçamento que existe,mais não tem Garantia de PAGAMENTO. ACREDITEM TEM EMPREITEIRA COM DIVIDAS DE JUNHO, JULHO, AGOSTO, SETEMBRO, OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO SEM RECEBER (DIVIDA DO FETHAB)
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Esse governo Silval já nasceu velho, caolho e cansado. Silval já jogou a toalha faz tempo. Silval volta para o garimpo!

O asfalto da rua Rui Barbosa, no bairro Goiabeiras, em Cuiabá, cedeu com as chuvas intensas no início deste ano. Diante da demora da prefeitura, comandada Chico Galindo (PTB), de pavimentar o trecho, moradores colocaram um galho de árvore para evitar incidentes e o aumento da extensão do buraco em decorrência do tráfego de veículos. O trecho do asfalto que cedeu fica sobre o córrego 8 de abril. Nas proximidades, há outros locais com o mesmo problema.
Gostaria de esclarecer que meu partido atual é o PR e não o PMDB. Obrigado.
IPTU... IPVA ... NOTA EXTRAORDINÁRIA, O DINHEIRO FORAM INVESTIDOS NOS BURACOS DO BANCO DA SUIÇA ...
isso nao e nada perto do buraco aqui na rua rononopolis ao lado da creche municipal bairro jose pinto
he.he..he..deve ser o tal poeira zero que virou "buracos mil" chega de bla bla bla prefeito cara de pau !!!
A secretaria de Transporte e Pavimentação Urbana (Setpu), sob Arnaldo Alves, rebateu a denúncia feita pela Ong Moral sobre a qualidade do asfalto da MT 040, que liga Cuiabá a Santo Antônio do Leverger. A pasta garante que a duplicação é de boa qualidade e não se trata de "asfalto casca de ovo", como acusam membros da entidade. Ainda segundo Setpu, a obra ainda está em andamento e, por isso, não pode ser inspecionada com o mesmo rigor com que se submete uma pronta.
A pasta justificou ainda o surgimento de buracos, antes mesmo da inauguração da obra, e classificou o fato como normal, levando-se em conta as constantes chuvas e o tráfego intenso de caminhões. Ela garante que os defeitos estão sendo sanados paliativamente, visando a segurança dos motoristas e passageiros que viajarão para curtir o carnaval.
Os buracos teriam surgido, em alguns trechos, devido há existência de infiltração, e por conta do imprevisto, será refeita a drenagem logo após o feriado prolongado. A obra, segundo a Setpu, tem garantia de 5 anos. Nesta quarta (15), a Ong Moral fez uma denúncia junto ao Ministério Público e TCE, cobrando a abertura de inquérito para investigar a existência de falhas na duplicação.
Ong pede abertura de inquérito para apurar falhas em duplicação
A entidade chegou a veicular um video mostrando as condições atuais da rodovia e que a obra não atende às especificações técnicas necessárias. A Setpu garante que o Governo não aceitará obra inacabada e com falhas. Pontua que o asfalto tem 2 cm de espessura e cerca de 20 km. Um trecho com a metade da extensão tem previsão de ser entregue ainda em 2012.
Tem que ver o projeto aprovado. Se tiver como projetado, está tudo certo, já se não... cadê os fiscais?Cade o TCE e a Assembleia Legislativa?
Asfalto com 2 cm de espessura, pior do que isso só mesmo o feito com casca de ovo. Conta outra, Secretário. Mas, com respeito ao contribuinte e ao usuário da rodovia. Ainda bem que Deus existe!
Sr Secretário eu penso que o sr foi muito infeliz quando disse que "obra ainda está em andamento e, por isso, não pode ser inspecionada com o mesmo rigor com que se submete uma pronta." Então espera a obra terminar para ser fiscalizada no total. É brincadeira, a estrada está péssima e provavel que tenha acidente neste carnaval, se acontecer, espero que o acidentado processe o Estado e o Sr por não ter fiscalizado corretamente a obra e com isso ocasionado o acidente na pista.
A Comissão de Viação e Transportes da Câmara Federal realiza na próxima sexta (6) um mesa redonda para debater a ampliação das BRs 163 e 364, em Mato Grosso. Para a BR 163 o ministro Parlo Sérgio Passos já prometeu a liberação de R$ 177 milhões, a fim de quitar as dividas com as empreiteiras e dar andamento nos trabalhos na rodovia que liga Cuiabá a Santarém (PA), tida como uma das principais vias de escoamento da produção dos dois Estados.
Proposta pelo deputado federal Wellington Fagundes (PR), coordenador da bancada do Centro-Oeste no Legislativo, a mesa redonda tem o intuito de apresentar os projetos de duplicação e a aplicação dos recursos. “Só o percentual de 70% dos acidentes em rodovias federais terem ocorrido nessas duas BRs, sendo mais da metade com vitimas fatais, justificam a prioridade que deve ser dada para essa obra”, explica o parlamentar.
O governador Silval Barbosa (PMDB), o presidente da Assembleia, José Riva (PSD) e o prefeito de Cuiabá, Chico Galindo (PTB), já confirmaram presença no evento. Além do superintendente do Dnit em Mato Grosso, Luiz Antônio Garcia, representantes do ministério dos Transportes, os deputados federais Wellington Fagundes e Edson Ezequiel (PMDB-RJ) e empreiteiras envolvidas na obra.
Um grupo de empresários do Distrito Industrial de Várzea Grande buscou e conseguiu respaldo do prefeito Sebastião dos Reis, o Tião da Zaeli (PSD), e agora vai pedir socorro ao governador Silval Barbosa para recuperar a MT-251, rodovia que dá acesso ao distrito, onde concentram empresas que são decisivas para ostentar o município no ranking de segunda maior economia estadual.
O trecho de 2,5 km está praticamente intransitável. Em reunião no Paço Couto Magalhães, nesta terça, representantes dos setores ceramistas e arrozeiros lembraram que há muitos anos a rodovia estadual não recebe, sequer, serviço de recapeamento. Tião se comprometeu a agendar reunião no Palácio Paiaguás.
O empresário Nivaldo Caldas disse que a rodovia se transformou num caos. Observa que só o chamado tapa-buracos não resolve porque o tráfego de veículos pesados é intenso.
O prefeito reforçou que, como se trata de uma rodovia estadual, pedirá ajuda ao governo Silval.
Se comprometeu, por sua vez, a executar serviços de iluminação pública, regularização da coleta de lixo e a melhorar a segurança.
Do encontro participaram também os industriais Fábio Ferreira, Eduardo Moraes, Pedro Barboza Filho, Alan Fernandes de Melo, Ivo Fernandes, Ataíde da Silva, Diego Domingos, Carlos Godói e Lino Dorilos.
O prefeito de Cáceres Túlio Fontes (DEM) entra agora numa fase do "tudo ou nada". Aposta na ajuda do governo federal, com recursos do PAC 2, para viabilizar obras. Pretende buscar a reeleição e pontua bem nas pesquisas de intenção de voto, mas simplesmente porque até agora não enfrenta nome com boa visibilidade como pré-candidato do grupo de oposição. O ex-prefeito Ricardo Henry (PP), que poderia entrar no páreo, está com os direitos políticos cassados.
Túlio conduz um município em crise, com servidores na bronca, tanto que estão cruzando os braços. Isolado politicamente, não consegue cumprir as promessas de campanha, vive na "choradeira", atribuindo ônus administrativos a gestões passadas.
Como a receita permite mal pagar a folha do funcionalismo, faltam investimentos em setores essenciais. Isso traz uma série de consequências, como ruas e asfalto esburacados. A gestão Túlio convive também com críticas duras nas áreas da saúde e educação.
O prefeito, por sua vez, mira o turismo como forma de atrair investidores e gerar empregos, mas os projetos com os quais faz propaganda não saem do papel. A folha subiu para 59% de comprometimento com as receitas, depois do escândalo envolvendo os serviços terceirizados do Creatio, contratado pelo antecessor Ricardo Henry, forçando a prefeitura a incluir na folha direta centenas de servidores que atuavam na Saúde. Túlio diz ter conseguido reduzir o quadro para 53,9%, já dentro do limite máximo estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Esta é a segunda vez que o democrata administra Cáceres. Ele costuma dizer que "herdou" do ex-prefeito Ricardo Henry uma máquina inchada, endividada e com muitos problemas internos. Ficou até agora "arrumando a casa".
Infraestrutura
O prefeito promete investir R$ 18 milhões em áreas de revitalização, com drenagem e asfalto nos bairros, entre eles o Cavalhada. Lembra que os projetos precisam levar em consideração o lençol freático, com prioridade em drenagem, porque Cáceres congrega 58% do território do Pantanal com os seus rios Paraguai, Sepotuba, Cabaçal e Jauru. Túlio se gaba que esteve em audiência nos últimos três meses com o ex-presidente Lula e com a atual Dilma Rousseff e que, com assinatura para receber recursos do PAC, algo em torno de R$ 25 milhões, vai conseguir até o próximo ano executar 70% das obras previstas.
Garante pavimentar 28,5 km, incluindo drenagem; construir uma creche para atender 400 crianças; executar projetos na saúde e no plano diretor de saneamento para contemplar água, esgoto, resíduos sólidos e drenagem. O prefeito diz trabalhar quieto, sem alarde e acredita que, com as ações estruturantes, vai recuperar a popularidade. "Não quero ser mero pagador de folha. Estou correndo atrás de recursos em Brasília", diz Túlio.
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Romilson nesta matéria vc frisa bem a situação de nós cacerenses que estamos vivendo uma situação caótica, e que infelizmente temos uma Câmara de vereadores fraca, que estão todos no holerit da Prefeitura, por isso não agem, com as CPIs, que foram negadas por eles. É revoltante, mas com certeza nossa Câmara sera renovada totalmente em 2012, basta ver a indignção do povo. Aqui todos os servidores estão de greve e por isso foi decretada uma caça as bruxas para com os servidores, que desde o início desta administração vem sendo vitima de perseguições e maus tratos. Nosso administrador nem "Pre" ele tem ainda mais "feito". É revoltante...
cuidar da cidade e responsabilidade de todos os ocupantes de cargos publicos, se todos pagarem os votos que tiveram nas urnas em pavimentançãqo de obras, a nossa cidade estaria uma maravilha, prbens prefeito, tem que ir mesmo atras dos recursos para uma melhoria melhor da nossa cidade.......
Gostaria de dizer que o Prefeito Túlio está em um momento ruim, mas que com certeza vai melhorar, e tem algumas pessoas aproveitando desse momento para tirar proveito político, inclusive incentivando greve de servidores.O Túlio foi sempre o Prefeito que mais valorizou os servidores. Estão querendo colocar os servidores contra o Prefeito, mas aqueles que tiverem um pouco de conhecimento vão enxergar isso.
Caro editor: passei o dia refletindo se deveria ou não comentar sua matéria que, me perdoe, FOI INFELIZ e DESPORVIDA DE QUALQUER PROPÓSITO(onde o senhor quer chegar ou pretende?); assim, resolvi, escrever! Primeiramente, gostaria de lhe perguntar: o senhor acha que o Prefeito está errado (em buscar obras e investimentos no PAC)?! A realidade de Cáceres, CONHECEMOS NÓS! O senhor não precisa usar esse espaço (que era para ser um espaço nobre), para tripudiar sobre Cáceres (Túlio é NOSSO Prefeito! E exigimos respeito! No próximo ano, NOS o avaliaremos, caso ele se candidate à reeleição.) Será que quando o senhor vier para o FIP (no ano passado lhe vi - com toda sua família, no camarote da prefeitura), terá a mesma postura, SEM PROPÓSITO, de agora? Ou virá com o propósito de divertir e de aproveitar nossas belezas naturais e nossa hospitalidade? Quer ajudar???? Trabalhe por Cáceres!!! Se tiver como apoiar qualquer ação do Prefeito para Cáceres, nos ajude! Se não tiver, por favor, não atrapalhe com esse tipo de matéria (que o senhor sabe muito bem o quanto nos atinge e que NÃO LEVA A NADA - ou, será "que leva"???). Resolver os problemas de Cáceres - QUE NÃO SÃO DE HOJE, exige trabalho; muito trabalho e tempo! Não existe fórmula mágica ou qualquer tipo de atalho. Acho que o Prefeito tem que se apoiar no PAC, no Governo do Estado, em nós cacerenses (que, diga-se de passagem, precisamos cumprir com nossa obrigação, PAGANDO nossos impostos), com a Câmara de Vereadores, ... com todos! Merecemos respeito e um futuro melhor! Se o atual prefeito É O CARA, ao final do mandato (que NÓS CACERENSES concedemos a ele), NÓS o avaliaremos! NÓS, senhor editor ... E, se quiser vir ao FIP, senhor editor, venha! Venha com sua família, traga todos! Mas, por favor, venha com energia boa! Venha para somar! Venha para não atrapalhar! Venha para participar da construção do nosso futuro! E, a propósito: qual sua ligação com Cáceres? Porque o senhor SÓ PEGA NO PÉ DO NOSSO PREFEITO?! (dá para esclarecer ou explicar?). Será que nos demais municípios do estado está tudo bem? Nenhum tem problema? Todos os prefeitos "lhe agradam"??? Boa Páscoa para todos nós e para o Senhor também!
Uma das questões mais debatidas durante a visita do pré-candidato à Presidência da República, José Serra (PSDB), foi a relação entre infraestrutura e agronegócio. Apoiados na declaração que o presidenciável fez recentemente em visita a Santa Catarina, afirmando que é mais barato levar soja do Porto de Paranaguá até a China do que de Mato Grosso a Paranaguá, o senador Jayme Campos (DEM), o pré-candidato ao Senado Antero Paes de Barros (PSDB) e o pré-candidato ao governo, Wilson Santos (PSDB) fizeram críticas ao governo.
“Serra já conhece os problemas de Mato Grosso. A deficiências na infraestrutura, na logística intermodal. Por isso, faço um apelo. Nós temos algumas prioridades aqui, entre elas, a conclusão da ferrovia Alto Araguaia-Taquari”, disse logo no início de seu discurso o senador democrata.
Wilson foi mais incisivo. “A Ferronorte está há oito anos parada. Os atuais governos de Mato Grosso e do Brasil não aumentaram nenhum metro de trilhos. Falo em tom de brincadeira. Para ser justo, esta obra cresceu seis centímetros por causa da dilatação do asfalto devido ao calor que faz aqui”, disse.
Na chamada "Carta de Mato Grosso" entregue a Serra com a sugestão de 14 pontos para serem incluídos em seu plano de governo, a continuação da Ferronorte até a Capital é o primeiro deles. Os candidatos ainda pediram atenção às obras da BR-163 e incremento às hidrovias, a fim de possibilitar o escoamento da produção.
O ex-prefeito de Cuiabá ainda chamou a atenção de Serra para uma afirmação de sua concorrente Dilma Rousseff (PT). “A pré-candidata petista disse que o governo federal não tem mais que negociar com os produtores rurais”, discursou.
Serra, que logo depois da coletiva à imprensa teve reunião com representantes do agronegócio, mostrou abertura para o diálogo. Aproveitando o reconhecimento que o presidenciável obteve como "melhor ministro da Saúde do mundo", as lideranças também incluíram a área na pauta de prioridades. Wilson ainda pediu que, se eleito presidente, Serra compre briga com o governo boliviano no combate ao narcotráfico e reforce a segurança de Mato Grosso na região de fronteira.
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Clique no play e veja discurso de Wilson Santos
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É ISSO WILSON VOCÊ VAI MOSTRAR PARA ESSES CORRUPTOS DE PLANTÃO QUANDO QUEREMOS NÓS PODEMOS,COM CERTEZA FARA MUITO POR MATO GROSSO,TORÇO MUITO PARA TU FAZER UM GOVERNO EXEMPLAR,NÃO IGUAL ESSES QUE ESTÃO NOS ENVERGONHANDO NO MOMENTO BOA SORTE ATÉ A VITÓRIA WILSON 45.
ACHO QUE OS TEMPOS RUINS DE MATO GROSSO E DO BRASIL,ESTA TERMINANDO EM BREVE,O POVO VAI VOTAR PARA MUDAR ISSO QUE DEUS ILUMINE A MENTE DOS ELEITORES BRASILEIROS,COLOQUE ALGUEM COMPETENTE DE VERDADEAUI EM MATO GROSSO E EM BRASILIA.
Wilson e Serra são certeza de desenvolvimento honesto para Mato Grosso.
Maggi e silval sao contra o desenvolvimento amplo para o agronegocio, por isso nada de ferronorte em sete anos
O pecuarista e prefeito de segundo mandato de Água Boa, Maurício Tonhá, o Maurição, é um dos cotados para comandar a secretaria estadual de Infraestrutura, em substituição a Vilceu Marchetti, que caiu na última sexta com o "estouro" do escândalo acerca do superfaturamento na aquisição de máquinas adquiridas pelo Estado e repassadas aos municípios. O nome de Maurição é uma indicação do PR ao governador Silval Barbosa, pré-candidato do PMDB à reeleição. Os republicanos reivindicam o cargo, já que Vilceu (ex-DEM) está filiado ao PR.
Há outros nomes cogitados nos bastidores para a Infraestrutura. Nilton de Brito, que já exerceu vários cargos na secretaria e hoje está atuando em Brasília na assessoria do Dnit, seria o nome de preferência do Palácio Paiaguás, mas vem perdendo espaço. Acontece que Nilton é ligado ao ex-secretário do governo Blairo Maggi, o trator Luiz Antonio Pagot, acusado de agir com conspiração sobre o nome de Silval e se mostrar, nos bastidores, mais simpático ao nome de Mauro Mendes para a disputa à sucessão estadual. Também se movimenta o ex-deputado estadual e ex-vice-prefeito de Várzea Grande, Nico Baracat, do mesmo PMDB de Silval.
Silval não decidiu ainda quem nomear para a pasta que cuida dos projetos e obras de infraestrutura do Estado. A decisão sai até quinta. Cada um dos nomes apresentados apresenta o que o Paiaguás classifica de "complicadores". Maurição, que chegou a ensaiar pré-candidatura a governador e depois a deputado federal, precisa renunciar ao mandato de prefeito para vir a integrar o primeiro escalão do governo. Nesse caso, só teria sete meses de gestão como secretário, pois o mandato do peemedebista se encerra em dezembro, a não ser que Silval conquiste a reeleição, o que o prolongaria no comando do Executivo por mais quatro anos. Como prefeito, o republicano segue até 2012.
Nilton de Brito começa a enfrentar resistência do grupo de Silval. Já Baracat, que integra a Executiva regional do PMDB, abriria as portas no governo para o cacique Carlos Bezerra, que enfrenta desgaste popular. Além disso, o ex-deputado tem como articulador um empreiteiro que fatura alto com contratos na própria secretaria de Infraestrutura.
O MELHOR NOME PARA ESSA SECRETARIA É O DO NICO BARACAT; TEM EXPERIENCIA E É DE CONFIANÇA E TEM MAIS UMA É DO PMDB E JÁ MAIS VAI SACANEAR VOCE SILVAL; INDICA NICO LOGO E LARGA MÃO DESSAS BOIPEVA BOCA DE SAPO QUE TÁ LOUCO PRA DAR O BOTE; VAI PELA LEALDADE SILVAL E HOMEN SERIO E COMPETENTE O NICO É.
Pelo amor de deus nico nao, o cara nunca trabalho na vida e ainda é aposentado como deputado estadual isso é brincadeira.
Quero com essa notícia deixar um alerta. Povo, vocês estão percebendo que quem manda é o Blairo! Silval não quer ou não tem coragem de indicar alguém de seu partido. Só o PR que faz e indica secretários. Conclusão o Blairo é o chefe de todos e sabe de tudo!
Que tal o Riva pro lugar do Vilceu?
NICO, é uma ótima opção. Foi deputado, foi vice prefeito, experiencia tem. É um homem sério, trabalhador, amigo, atende com muita atenção a população que o procura. SILVAL, pense, o Sr precisa na atualidade um GESTOR DE CONFIANÇA, como foi o Vilceu para o Blairo.
O anúncio do pedido de exoneração do secretário estadual de Infraestrutura, Vilceu Marchetti (PR), foi marcado por emoção e, até mesmo, lágrimas. “Tenho convicção de que faço e fiz o melhor em quase cinco anos de atuação no governo”, disse, sem conter o choro. Em coletiva nesta sexta (30), ele antecipou que vai trabalhar nas campanhas de Blairo Maggi, ao Senado, e Silval Barbosa à reeleição ao Palácio Paiaguás. “Entrego o cargo. A partir de segunda (3) já não estarei mais na pasta. Vou para a campanha com Maggi e Silval”.
O fato de Marchetti atuar na campanha eleitoral demonstra que o governo está respaldando ele e os demais secretários envolvidos no processo de licitação de maquinários distribuídos aos municípios. O secretário de Administração, Geraldo De Vitto, também é citado no escândalo que ganhou repercussão nacional. Marchetti fez questão de defender sua equipe de assessores e adjuntos. “Tenho certeza que minha equipe trabalhou em perfeita conformidade na compra destas máquinas”, disse, ao evitar apontar culpados.
Ao comentar o superfaturamento de R$ 26 milhões na compra de caminhões e máquinas para o programa “MT 100% Equipado”, ele reconheceu que o Estado foi onerado pelos empresários, mas ponderou que a culpa não foi dos gestores públicos. “O Estado foi onerado por não receber propostas vantajosas das empresas”, sustentou. Indagado sobre os culpados pelo sobrepreço, Marchetti disse que cabe à Justiça apontá-los.
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"O Estado foi onerado por não receber
propostas vantajosas das empresas"
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Segundo o secretário, apenas o Ministério Público pode dizer se houve ou não pagamento de propina. “Não tenho essa informação. Se houve, esse dinheiro não caiu na minha conta, nem conta da minha mãe, nem dos meus filhos”, defendeu-se. Ele também descarta a possibilidade de sobrepreço nas aquisições. “Eu não vejo sobrepreço. Todo o processo foi feito naturalmente, dentro do pregão presencial, com um termo de referência (relatório com preços de caminhões no mercado repassados pelas empresas).
Um dos responsáveis pelo processo licitatório de R$ 241 milhões para a compra das máquinas, Marchetti revelou que o cronograma do governo previa a liberação do pagamento pelo BNDES, via Banco do Brasil, em 180 dias. Ele não soube explicar o fato da instituição financeira disponibilizar o recurso antes do prazo previsto. “Não sei o porquê desse pagamento diferenciado, talvez seja pela credibilidade do governo”, ponderou.
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"Se houve propina, o dinheiro não caiu na
minha conta, nem na conta dos meus filhos"
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O demissionário também não soube explicar porque não se atentou à diferença de preços entre o cobrado pelas concessionárias e o negociado com as empresas. “O processo ocorreu normalmente. O pregão está ai para ser assistido por quem quiser. Faço um apelo para que as pessoas acompanhem as licitações”, declarou.
Briga com empresários
Segundo Marchetti, das nove empresas vencedoras do pregão, cinco já concordaram em devolver o valor sobreposto. Outras quatro não devolveram”. Diante da negativa das empresas, Marchetti entregou à Procuradoria-Geral do Estado um relatório com as informações de quem colaborou ou não com o Estado.
O empresário Pérsio Briante, proprietário da Extra Caminhões e do jornal semanário Circuito Mato Grosso, é um dos que não aceitaram devolver o dinheiro. Conforme Marchetti, primeiramente Pérsio se recusou a receber o ofício em que o governo solicitava o recurso referente ao superfaturamento. Diante disso, ele e o secretário-chefe da Casa Civil, Eder Moraes, procuraram o empresário. “Assim como procuramos as demais empresas para pedir o dinheiro”, admitiu.
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Clique no play e confira a entrevista de Marchetti à TVCA
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colocar um analfabeto deste numa secretaria tão importante so poderia dar nisto, cadeias neles
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O escândalo sobre compra superfaturada de 408 caminhões e quase 300 máquinas pesadas no governo Blairo Maggi, ao custo de R$ 241 milhões, deve levar o governador Silval Barbosa a exonerar todo o staff da secretaria de Infraestrutura, antes mesmo do desgaste complicar sua pré-campanha à reeleição. A tendência é que o secretário Vilceu Marchetti "caia" até a próxima semana, assim como o adjunto Alexandre Correa de Mello e o superintendente de Manutenção e Operação de Rodovias Valter Sampaio. Foi a pasta de Infraestrutura quem montou todo o processo, com discriminação de equipamentos, quantidades, marcas e valores. Coube à Administração, sob Geraldo de Vitto, promover o pregão, enquanto a Fazenda, então conduzida por Eder de Moraes, providenciar o pagamento, inclusive à vista.
Silval já conversou com Nilton de Brito, servidor de carreira e que já exerceu várias funções dentro da Infraestrutura, para vir a substituir Vilceu. Ex-diretor de Manutenção, Brito trabalha hoje na assessoria em Brasília do diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), Luiz Antonio Pagot. O Palácio Paiaguás está preocupado com o desgaste gerado pelos indícios de irregularidades do processo milionário conduzido por Vilceu e equipe. A denúncia de superfaturamento de maquinário ganhou destaque em todo país. O Jornal Nacional, da TV Globo, por exemplo, deu ênfase ao assunto no seu telejonal desta quarta (28). O Ministério Público já entrou nas investigações. Enquanto a oposição começa a propagar o escândalo como uma arma para desconstruir o governo Maggi e tentar atingir Silval, que busca a reeleição, o Paiaguás argumenta que o ex-governador já tinha acionado a Auditoria-Geral e a Procuradoria-Geral do Estado para apurar indícios de irregularidades e pedir apuração dos fatos ao MP.
Ex-prefeito de Primavera do Leste e ex-presidente da Associação Mato-Grossense dos Municípios, Vilceu se vê acuado. Busca justificativas, enquanto passou a ser visto com desconfiança tanto por Maggi, que o nomeou na época em substituição a Pagot, quanto por Silval, que o manteve por causa de um pedido pessoal do próprio ex-governador. O clima na Infraestrutura é de tensão.
O maquinário foi adquirido pelo Estado a partir de empréstimo de quase R$ 300 milhões junto ao BNDES. Depois, os equipamentos foram entregues todas as 141 prefeituras mato-grossenses. Para o MPE, os preços foram superfaturados. O que chamou atenção no documento da licitação, por exemplo, é que quatro fornecedores cobraram o mesmo preço por cada caminhão: R$ 246.315, mas, nas concessionárias, um caminhão do mesmo modelo custa bem menos. Numa outra loja, o preço é ainda mais baixo. A própria auditoria feita pelo governo estadual constatou que a diferença de preços ultrapassa os R$ 26 milhões. A Delegacia Fazendária também abriu inquérito para investigar os indícios de crimes de fraude à licitação e peculato.
Propina
Há denúncias de que as empresas vencedoras da concorrência pública teriam que aumentar o valor para compensar o que gastariam com suposto pagamento de propina. Eder de Moraes, agora na Casa Civil, admitiu que o valor que o Estado pagou a mais está sendo devolvido pelas empresas. Diz já ter sido recuperado aos cofres públicos mais de R$ 6 milhões.
Bem feito Vilseu, pra vc aprender que vc e o BM nao sao Deus que tudo podem, e quem ta fazendo suas casas cairem sao os proprios aliados seus que se debandaram para o lado do Mauro Mendes que dao valor a eles pq vcs nunca deram.
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VERGONHA NACIONAL, VERGONHA NACIONAL, VERGONHA NACIONAL, NÃO E A PRIMEIRA VEZ QUE COMPRAM MAQUINAS,SERA QUE DA OUTRA TAMBEM SUBEFATURARAM? CAIRAM NO MESMO ERRO, SO QUE AGORA A CASA CAIU, MATO GROSSO PASSA POR MAUS MOMENTOS,CADEIA NELES, ESSA EU QUERO VER..
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A secretaria de Infraestrutura de Cuiabá, sob Euclides Santos, inaugurou agora uma nova modalidade dentro da operação taba-buracos que, ao invés de trazer satisfação, vem provocando revolta aos moradores. A empresa responsável pela recuperação e manutenção de vias públicas está "pintando" buracos com piche ou só alguns pingos de lama asfáltica, ao invés de tampá-los antes. Com essa maquiagem, tenta esconde literalmente os buracos.
Um exemplo desse descaso está em algumas ruas do setor 2 do CPA 3. Na rua 6, quadra 3, por exemplo, existe um buraco enorme no meio do asfalto que vem trazendo transtorno a moradores e motoristas há aproximadamente quatro meses. O revoltante é que os operários a serviço da prefeitura fizeram o trabalho de manutenção na região e, naquele local específico, simplesmente jogaram piche no buraco.
No início da semana, vários funcionários entraram em ação junto com as máquinas. O recapeamento começou na avenida principal, entre o CPA 3 e o 4. Os moradores nem se importaram com o ronco das máquinas, final, tinham esperança de que as ruas seriam recuperadas. O que se constatou depois foi frustração. Os buracos pintados têm provocado revolta e, ao mesmo tempo, gozação à prefeitura por causa do serviço mal feito.

Buraco numa das ruas do CPA 3 recebe só pintura, um descaso da prefeitura que vem provocando revolta aos moradores
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moro no setor Centro Sul da Morada do Ouro. O Ex-prefeito Wilson promessa, elegeu os moradores do nosso Bairro, como seus inimigos número um,. Faz vergonha e causa preuízo aos donos de veiculos, transitar na Morada do ouro. aliás, nosso Bairro sempre foi infeliz com vereadores e prefeitos, e ola que lá residem vereadores , deputado, secetário Municipal e vários funcionários da Prefeitura de Cuiabá. Apelo ao Governador Silval que dê ordens para que a Sinfra, se é que pode, tapar os buracos do nosso Bairro, porque da Prefeitura não esperamos nada
E os vereadorea?? não fazem nada???????
O serviço de tapa buraco deve ser feito coreto, cortando no local a ser feito o serviço de tapa buraco para depois colocar a massa asfaltica, é um serviço que deve ser feito tecnicamente por empresa especializada da área.
Erinete Jr, nos aqui do alvorada só passamos a receber beneficio depois que o Sr. Euclides Santos assumiu a secretaria de infraestrutura, já recebos asfalto em varias ruas, obras de esgoto, reforma da praça e quadra de esporte, limpeza,etc., tanto que é verdade que mais uma vez a equipe de tapa buraco está em nosso bairro, isso já faz mais de semana. Agora você todos lhe conheçe, você é assessor do gabinete do vereador Antonio Fernades, conhecido aqui no bairro com TONHO MALA, que já foi secretario de finanças da secretaria de obras e nada fez pelo nosso bairro a não usar para se eleger vereador. Estava me esquecendo até a nossa igreja do bairro foi reformada pela secretaria de infraestrutura. Graças a Deus aqui nos temos presidente de Bairro que muito competente e não faz politicagem. Esse vereador está pior que o ex. vereador Poção. Vai mal mal ter um só mandato. Nos do bairro, alvorada estamos revoltado com ele, ninguem entende esse elemento
O RDNews e o blog passam a produzir uma série de matérias acerca do projeto do transporte intermunicipal. Vai revelar quais as vantagens e as teses favoráveis e contrárias. Hoje as empresas atuam de forma irregular, criaram monopólios e oferecem transporte de péssima qualidade e com tarifa elevada. Alguns deputados e empresários fazem boicote; pela 5ª vez, Ager tentará realizar audiência pública no dia 27
Fernando Ordakowski
Silval Barbosa assume "pepino" do governo Maggi, que, através da Casa Civil, engavetou o projeto sobre as licitações e agora deve efetivá-las, sob pena de ficar desmoralizado e o Estado pagar R$ 500 mil de multa por dia
O governador recém-empossado Silval Barbosa se depara com a primeira "bomba" administrativa: efetivar, através da Ager, as licitações para concessão do transporte intermunicipal em todo Mato Grosso. O Estado já está condenado pela Justiça por não fazê-lo por causa de pressão de políticos que expõem nas discussões interesses pessoais e ainda devido a alguns empresários do setor. Eles temem, na concorrência que deve atrair empresas do país, perder o direito de explorar linhas de ônibus. O prazo para regularizar o setor, conforme Termo de Ajustamento de Conduta sobre interferência do Ministério Público, venceu no último dia 31. Se o TAC não for prorrogado, o governo estadual, além de ficar desmoralizado, ainda terá de pagar, desde já, R$ 50 mil por dia por cada linha não licitada, o que somaria R$ 500 mil diariamente considerando que são 10 ações. Além disso, corre risco de arcar com mais R$ 30 mil referentes à multa por descumprir o TAC.
A diretoria da Agência de Regulação de Serviços Delegados do Estado (Ager) sofreu boicote nas quatro tentativas de realizar audiência pública. Antes, conseguiu promover consultas públicas junto com eventos do programa MT Regional, o que atingiu a 82 dos 141 municípios. Nem mesmo a Assembleia Legislativa se esforçou para realizá-la. A Agência agendou agora uma audiência para o próximo dia 27, no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá. Essa discussão é importante porque, primeiro, é uma exigência da lei para lançamento do edital, que é discussão ampla com a sociedade. Segundo, será oportunidade de todos conhecerem o projeto, que só pode ser aberto na audiência. Se assim não o fizer, a Ager estará privilegiando uma classe. Empresários e deputados fazem pressão porque querem saber, primeiro, as regras do jogo. Uma das exigências para participar da licitação é não ter inadimplência. Esse é um dos temores das empresas, que estão atoladas em dívidas milionárias.
Mercados
O projeto busca regularizar o transporte intermunicipal com a realização de novas concessões. Divide o Estado em 8 regiões, chamadas também de mercados. Pela proposta, a população será melhor atendida e com tarifa com menor custo. O governo Blairo Maggi acabou "segurando" o projeto, principalmente a Casa Civil. No TAC assinado com o Ministério Público, a Ager ficou responsável por elaborar o projeto num período de dois anos e de montar um cronograma. Assim o fez. Reformulou também todo o arcabouço jurídico. Duas propostas foram encaminhadas à Casa Civil, então sob Eumar Novacki, sendo a lei sobre restruturação da Ager e da lei de transporte. Para a Assembleia foi enviada uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) acerca das mudanças. O deputado Dilceu Dal Bosco (DEM), que se opõe ao projeto e que tem relações estreitas com a empresa Real Norte, uma das que exploram o transporte intermunicipal, se manifestou contra. Ele próprio é quem manteve o projeto engavetado.
A bomba agora está nas mãos do governador Silval, que tem se mostrado bom articulador político. Ele precisará ter habilidade para convencer os deputados e parte do empresariado do setor a dar respaldo para abertura da concorrência pública e efetivação das licitações. Para ser ideia, o monopólio é tão forte que hoje 20 empresas exploram as concessões. Elas estão "diluídas" em seis donos.
enviei ontem meus comentários sobre a matéria e os mesmos não foram incluidos. Somente os comentários que concordam com a matéria são publicados?
temos exemplos de epmresas que exploram o transporte,tut transportes,que precisou ir para recuperação judicial para continuar a funcionar. este deputado dal bosco é um imbecil ,pois so ele que acredita que estas empresas que trabalham 20 ,30 anos precisam ,ainda se organizarem para participar de concorrencia.jamais estaão aptas pois existem deputados que pensam somente com o teu bolso. essa assembleia é uma lastima
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A imprensa tem que mostrar à sociedade matogrossense, quem são estes parlamentares que estão contra o povo e apoiando estes empresários que só sabem levar vantagem em tudo. O transporte coletivo em Cuiabá e Várzea Grande é de péssima qualidade. O povo tem que acompanhar para depois nas urnas dar o troco que eles merecem.
A primeira? Engana quem pensa que o Blairo era santo, é a primeira de uma séria que ainda virão. Quem viver vai ter oportunidade de ver isso quee stamos falando. Coitado do Silval, coitado do Blairo, coitado de quem eencostar neles. Acha que dinheiro nesta vida é tudo? Que o diga o ex-prefeito de Rondonópolis na sua reeleição. E o que acontceu? Blairo, Blairo, poem as barbas de molho...
Fernando Ordakowski

Vilceu Marchetti está com os dias contados na secretaria estadual de Infraestrutura. Vai ser substituído por Nilton de Brito, servidor de carreira e que já exerceu várias funções dentro da pasta, entre elas de diretor de Manutenção. Hoje, Brito atua como assessor em Brasília do diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), Luiz Antonio Pagot. O comentário no Palácio Paiaguás é que Vilceu seja exonerado até o final deste mês. Sua permanência contraria o próprio governador Silval Barbosa (PMDB).
O ex-prefeito de Primavera do Leste e ex-presidente da Associação Mato-Grossense dos Municípios se "segurou" no cargo por causa de articulação dele próprio junto ao então governador Blairo Maggi. Para não criar conflitos, Silval decidiu mantê-lo no primeiro escalão por alguns dias. Nilton de Brito já fora comunicado que vai conduzir a Infraestrutura. Há um temor no âmbito do governo, principalmente nesta fase de pré-campanha eleitoral em que Silval se prepara para buscar a reeleição, sobre a quanto anda a gestão Vilceu. Há suspeitas de irregularidades na secretaria, inclusive na aquisição de maquinários. Houve, por exemplo, coincidências de preços em parte dos equipamentos. Para evitar confusão e crise, assessores preferem propagaram que Vilceu deve sair para ajudar na coordenação da campanha de Maggi ao Senado.
Conflitos antigos
Ademais, Vilceu já confrontou Silval em 2007. Na época, Maggi convidou o peemedebista e então vice-governador para assumir a Infraestrutura. Nos bastidores, Vilceu reagiu para não perder o cargo. Chegou a espalhar que, se "caisse", apresentaria espécie de dossiê contra Pagot, que conduziu a pasta por mais de quatro anos. Maggi recuou e ofereceu a Educação para Silval. Eis que surge o PT e, nas negociações para ampliação do arco de alianças, Blairo Maggi abre espaço para o partido e nomeia Ságuas Moraes, tirando de Silval a chance de virar supersecretário na época. Agora como chefe do Executivo, Silval decidiu esperar por alguns dias para exonerar Vilceu, antes que a oposição "estoure" alguma bomba para o lado da Infraestrutura, o que espalharia respingo em todo Palácio Paiaguás.
Amigos em vez de ficar falando barbaridades sobre o atual secretario de infraestrutura Vilceu vamos, nos preucupar com outros casos e deixar com o mesmo continue fazendo uma grande administração em sua secretaria ele sabe o que faz...
Nossa Senhora!! Ainda ninguem percebeu que onde o Pagot põe a mão significa $$$$. Se nao render ilicitamente ele nao se envolve.
Gente, sou engenheiro e sei do que estou falando! Vilceu é Técnico Agropecuário. Que vá para a SEDER então!! Esse tempo todo que esteve na SINFRA alguma coisa aconteceu por causa dos servidores de carreira do antigo DERMAT e DVOP, que são competentes. Dêem um pulo lá na SINFRA e perguntem a qualquer um qual o conceito do Sr. Vilceu? Abaixo de pau de traque, confiram pra ver. Imaginem alguem que tenta se segurar no cargo fazendo chantagenzinha emocional e usando o TODO-PODEROSO Novacki?? Silval, pelo amor de Deus, tira esse cara!!!
É isso aí vamos valorizar os servidores da casa que ja deram muito suor para que o Estado de MT tornasse forte como é hoje. Dr. Nilton , não esqueça de nós, seus colegas, e faça um Projeto para melhoria da qualidade de vida e da nossa tabela salarial que é uma vergonha, a pior do estado.
VÁ COM DEUS!!! E UM POUQUINHO TARDE kkkkkkk Pensa num homem fraco de servi;co, arrogante e despreparado. Silval só não deveria ficar fazendo as vontades do PR. Governador Silval acorda!!!! VOCÊ É DO PMDB!!!!! quando é que vai se desvencilhar do Blairo e sua turma???? ESTAMOS DE OLHO EM VOCÊ!
Num intervalo de cinco dias, entre sábado e terça (13 a 17), o governador Blairo Maggi vai visitar seis municípios para lançar e inaugurar obras e participar de reuniões políticas. Uma das mais importantes está prevista para domingo pela manhã, em Sapezal, quando Maggi vai receber diretores do Departamento Nacional de Infraestrutura (Dnit), inclusive com possibilidade de estar presente a ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à sucessão presidencial. Maggi está a 19 dias de renunciar ao mandato para concorrer ao Senado.
Será o primeiro encontro de líderes e assessores para, visando as eleições gerais, discutir plano de governo voltado à infraestrutura no Centro-Oeste e no restante do país. O grupo quer definir, durante almoço, projetos macro para rodovias, portos e ferrovias especialmente para a região, tudo com vistas a "municiar" discurso e a campanha de Dilma à sucessão do presidente Lula. A petista encontrou em Maggi, um dos maiores sojicultores do mundo, espécie de cabo eleitoral e porta-voz dos segmentos do agronegócio. A reunião está sendo articulada pelo diretor-geral do Dnit e ex-secretário de Maggi, Luiz Antonio Pagot.
Dilma segue a mesma estratégia de Lula no segundo turno em 2006, quando conseguiu cooprtar Maggi para o palanque. Até então anti-Lula, o governador chegou a percorrer alguns Estados em defesa da reeleição do petista. No começou, recebeu vaias e protesto dos empresários rurais. Maggi aguarda confirmação oficial de Dilma já no domingo em Sapezal, um dia antes da ministra visitar Lucas do Rio Verde para lançamento do projeto sobre construção de uma ferrovia que sai de Goiás e passará por solo mato-grossense.
Agenda
A intensa agenda do governador nesta fase de contagem regressiva para deixar o mandato começa no sábado cedo, em Jaciara, um dos municípios do Vale do São Lourenço. Maggi participa do lançamento das obras da Seara sobre um frigorífico de aves. Vão ser investidos cerca de R$ 100 milhões no projeto. No mesmo sábado, Maggi se desloca para Diamantino, onde inaugura o sistema de bioenergia, que consiste no uso da matéria orgânica das granjas de suíno. A energia vai ser utilizada nas granjas e nos frigoríficos da Marfrig. Uma das unidades será construída em Rosário Oeste.
Ainda no sábado, por volta de 16 horas, o governador segue para Campo Novo do Parecis, para lançar outro frigorífico de aves, também com R$ 100 milhões de investimentos e, desta vez, pela Frango Natura. Depois Maggi segue para Sapezal, município fundado por sua família para, no domingo, encarar uma reunião de trabalho com diretores do Dnit e, possivelmente, com Dilma, que deve chegar na região no sábado à noite. De Sapezal, Blairo Maggi se dirige para Lucas do Rio Verde, onde está programado grande ato para lançamento da obra da ferrovia.
Na segunda (15) à tarde, Maggi retorna ao Palácio Paiaguás. No dia seguinte, inaugura a nova sede do Procon na Capital e, às 11h, assina contrato de concessão de incentivos fiscais como condicionante para o Grupo Vicunha construir sua indústria têxtil na capital mato-grossense. O curioso é que no mesmo ato o prefeito Wilson Santos, que vem atacando o Paiaguás por causa da política de incentivos fiscais, também assinará termo de concessão de benefícios fiscais pela prefeitura para o grupo ajudar a consolidar Cuiabá como pólo têxtil e fechar parcerias para produção de confecções.
A Ferronorte que tem projeto desde principios da década de 1960, passando por presidentes arrojados que construiram Paulo Afonso, Rio-Niterói, Itaipu, Tucurui, Terminal do Tietê, Rodoviária de Cuiabá, milhões de casas pelo BNH, ponte Rodoferroviária SP/MS só chegou até Alto Araguaia, imaginem se o governo do PT vai construir ferrovia, se nunca construiu nenhuma obra, nem mesmo de pequeno porte. Só falácia de fome zero e aviltamento ao contribuinte (pagador de impostos) cada vez mais.
O Blairo deveria assumir o comando do PAC, pois para substituir a competente DILMA só uma pessoa do porte do nosso governador teria condição de dar sequencia em tão audacioso plano de crescimento.
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Ué, o Wilson Pinoquio vai dar incentivos fiscais pra uma empresa vir pra Cuiabá ? Ele não era o grande critico deste tipo de ação, ou será que era só uma "mentira" do nobre prefeito ?
ESSA DILMA ACHA QUE O POVO É BOBO, SE NEM A FERROVIA DA FERRO NORTE NÃO ANDA, ELA ACHA QUE VAMOS ACREDITAR QUE VAI SAIR OUTRA FERROVIA? ISSO É PURA PIADA PARA CALAR A BOCA DO POVO QUANTO AS RODOVIAS CHEIAS DE BURACOS. PARA DE BRINCAR COM O POVO. NÓS MERECEMOS SER TRATADOS COM MAIS SERIEDADE.
A obra para a construção do primeiro shopping de Várzea Grande deve ser lançada em 60 dias. O deputado Guilherme Maluf (PSDB) conseguiu articular, junto a empresários da segunda maior cidade do Estado e à prefeitura, mais rapidez para a construção do centro de comercialização e lazer. Trata-se de uma reivindicação antiga dos moradores.
O novo empreendimento terá quatro pavimentos (dois subsolos e dois pisos de lojas), praça de alimentação e cinco salas de cinema. O estacionamento coberto terá capacidade de abrigar 1,2 mil automóveis e 250 para motocicletas.
A construção será erguida próxima ao Aeroporto Internacional Marechal Rondon, tendo uma área total construída de aproximadamente 70 mil m².
Após o início das obras, a previsão é de que os trabalhos terminem em 30 meses. "Acredito que, no máximo em três anos, conseguiremos ter um shopping em Várzea Grande", avalia Maluf. Desde 2006 há a promessa de construção do shopping no município.
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EU SÓ VI FALAR QUE O SHOOPING DE VARZEA GRANDE SERIA CONSTRUIDO, MAS ATÉ AGORA NADA SO LIMPARAM O TERRENO DANDO ESPERANÇA AOS MORADORES DE VARZEA GRANDE PORQUE ESSE SHOOPING É UM SONHO PRA TODOS, E TAMBEM PRA QUEM MORA ALI PERTO PRA QUE VALORIZE O IMOVEL COM ESSE SHOOPING, MAS PARECE QUE É SOMENTE SONHO PORQUE REALIDADE NÃO ACONTECE NADA
Minha querida Varzea Grande, eis que agora surge (graças a Deus) uma nova esperança, em não termos que atravessar a ponte para poder ao menos passar algumas horas de lazer, e ver coisas belas, diferentes, mesmo que em época de Campanha. OBS: A ESPERANÇA NÃO PODE MORRER
Será???? Várzea Grande parece que enterraro uma cabeça de burro naquele lugar. Nada vai pra frente. Esse shop já virou piada, o MURILO dormindo já fez duas eleição em cima do tal do shop. Pra começar, o lugar já não ajuda. Parece que os caras que fizeram esse projeto, não fez nenhum estudo. Não é possivel. só cego enxerga um shop naquele lugar. Seria mais viavel, fazer um shop anexo ao aerporto, onde esta aquele estacionamento. Poderia vingar.
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O Ministério dos Transportes abriu 170 vagas para os cargos de agente administrativo e analista técnico. Do total, 5% delas são destinadas aos deficientes. Os salários variam de R$ 2 mil a R$ 2,6 mil para uma jornada de trabalho de 40 horas semanais. As inscrições devem ser feitas até o dia 8 de março, no site do Instituto Cetro, e custam R$ 35 para agente e R$ 45 para analista. Para ganhar isenção da taxa, os candidatos devem estar inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) ou pertencer a uma família de baixa renda.
As provas estão previstas para 18 de abril. Os candidatos de nível médio irão fazer o certame pela manhã, concorrerendo a 70 vagas de agente. Já os candidatos do nível superior irão disputar as 100 vagas para analista no período da tarde. Os aprovados vão atuar nas unidades do Ministério em Brasília (DF), Manaus (AM), Fortaleza (CE), Salvador (BA), São Paulo (SP), Curitiba (PR), Cuiabá (MT), Goiânia (GO), Florianópolis (SC), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), Paranaguá (PR), Santos (SP), Manaus (AM), Recife (PE), Itajai (SC) e Vitória (ES), de acordo com a vaga concorrida.
O empresário Ricardo Costa, gerente da Qualix Serviços Ambientais Ltda, que está com a concessão vencida, mas opera em Cuiabá com contrato emergencial, revelou que a empresa participará do novo processo licitatório cujo edital com mais de 70 páginas será lançado pela prefeitura com vistas a definir a concessionária dos serviços de coleta de lixo ensacado das residências e comércio. O setor hoje está irregular e, para piorar, há reclamação geral dos moradores devido a falhas no recolhimento do lixo. "Vamos participar e para ganhar. Temos equipes, homens treinados e now-how", assegura o empresário.
Ricardo admite que existe hoje uma situação conflitante entre o comando da empresa e o secretário municipal de Infraestrutura Euclides Santos, mas, por outro lado, assegura que relação é cordial com o prefeito Wilson Santos. Ele está na bronca porque Euclides afirmou que a Qualix não vem cumprindo as obrigações contratuais. O secretário acionou até o Ministério Público para impedí-la de participar do certame. "A Qualix é uma empresa mundial. No Brasil está presente nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Só no centro da capital de São Paulo temos duas mil pessoas no trabalho de varrição. Honramos, sim, com as obrigações contratuais", reage Ricardo Costa, em visita ao RDNews.
Ele admite que há falhas no trabalho de coleta de lixo, mas que, mesmo sob contrato provisório, a Qualix tem feito investimentos para ampliar a frota de caminhões e o número de funcionários. Alega que situações atípicas, como o período chuvoso, dificultam o trabalho. Pontua, por exemplo, que nos sete km de estrada de terra entre o perímetro urbano e o aterro sanitário existem quatro pontos de atoleiro. "Num só dia tivemos dois caminhões quebrados". A alternativa foi cortar pela estrada do Coxipó, que também é de difícil acesso. "Na época da seca a gente não enfrenta esse problema". Perguntado se a Qualix possui crédito de R$ 11,7 milhões junto à prefeitura, sendo R$ 7,2 milhões de pendências de 2008 e outros R$ 4,5 milhões de dívidas acumuladas ao longo de 2009, conforme o RDNews divulgou em 31 de dezembro - confira aqui -, Ricardo preferiu não entrar em detalhes e desconversou sobre o assunto. "Essa é uma questão que estamos resolvendo".
Segundo ele, existe uma tentativa, inclusive da secretaria conduzida por Euclides, de atribuir responsabilidades à Qualix por uma série de serviços que contraria as regras contratuais. Explica que cabe à empresa concessionária fazer apenas o serviço de coleta de lixo ensacado das residências e comércio. Já a prefeitura é responsável por varrição, poda, jardinagem, manutenção de logradouro e ensacamento de todo lixo e ainda da coleta dos chamados bolsões de lixo, como sofá e pneu velhos.
Ricardo Costa garante que a Qualix, que comprou a Interpa e possui sede em Buenos Aires, capital da Argentina, tem estrutura, experiência e condições de continuar explorando a concessão em Cuiabá. Em Mato Grosso, possui contratos na capital mato-grosense e na vizinha Várzea Grande. Opera com 30 caminhões e possui 300 funcionários. Em todo o país são 7,3 mil empregados. Explica que o contrato da prefeitura com a Qualix havia sido suspenso em 2005, com a chegada de Wilson Santos ao Palácio Alencastro e, depois, foi renovado de forma emergencial e, assim, vem atuando até hoje. Fatura mais de R$ 1 milhão mensal, com recolhimento de uma média diária de 450 toneladas de lixo. Deveria seguir uma rotina de recolhimento nos bairros e/ou regiões três vezes por semana, o que nem sempre acontece, levando moradores à revolta.
e tem que dar uns dois litros de oléo de peroba pra esse gerente, uma empresa que fatura mais de 1milhão nao tem coragem de patrolar 7km de estrada.. e falar que isso e motivo pra nao fazer coleta!! que acaba agravando os lixos nas portas que acabam indo pra terrenos baldios.. e Dengue matando gente.. nao tem responsabilidade social nenhuma e desqualificada para operar
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Com todo respeito ao Sr. Prefeito Wilson Santos, gostaria de dizer que Cuiabá não consegue se quer fazer a coleta tempestiva do lixo urbano, faz-se necessário que o gestor municipal tome providência, pois se esta situação se perdurar a copa do mundo vai ser um fiasco.....
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Isso já era esperado,é vai ganhar,porque? Para que aumente o valor do contrato legalmente, Wilson Santos não tinha como fazer isso por fora,simplismente vai fazer com que a Qualix ganha tranquilamente.
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