
Gestão de João Virgílio, ex-procurador-geral do Estado no governo Blairo Maggi, foi quem deu aval jurídico às cartas de créditos
Sem alarde e pedindo sigilo dos nomes, três deputados saíram de férias prometendo, no retorno do recesso parlamentar, propor uma CPI para investigar denúncias de que a Delegacia Fazendária teria cometido erros, procedimentos e ações suspeitas nas investigações sobre operações de cartas de créditos, inclusive envolvendo certidões de procuradores do Estado. Um desses parlamentares tem em mãos vários documentos, que ele classifica-os de "Dossiê da Fazendária".
A reação vem após a operação Cartas Marcadas, que resultou na prisão de 6 pessoas, entre elas do concunhado do deputado Gilmar Fabris (PSD), Ocimar de Campos, por ligação com esquema com 290 funcionários da secretaria da Fazenda na prática de fraudes em cartas de crédito emitidas pelo Governo. O rombo supera a R$ 250 milhões. Além das prisões, houve busca e apreensão de documentos, inclusive na casa de Fabris.
Os procedimentos foram feitos pelas pastas da Administração, Fazenda e Procuradoria-Geral do Estado entre 2008 e 2010, no governo Blairo Maggi. A Sefaz, então sob Eder de Moraes, apresentou os cálculos e homologação, enquanto a Administração, que era conduzida por Geraldo de Vitto, a emissão. A PGE, comandada na época por João Virgílio, deu o aval jurídico. Algumas autoridades, como ex-secretários, ainda serão interrogados pelos delegados fazendários.
Segundo os deputados que defendem CPI, as certidões de crédito envolveram também membros do Ministério Público e, pelas informações iniciais, podem colocar sob suspeição todas as ações da Delegacia Fazendária. Eles vêem, inclusive, cunho político e, por isso, defendem investigação. A Comissão, se instituída, terá como epicentro a Fazendária e pode ter seus sustentáculos, com "pente fino" em todas as áreas da segurança pública, inclusive com investigação contra coronéis, secretários-adjuntos e delegados. Comenta-se até em escutas telefônicas ilegais e na obtenção de provas sem respaldo jurídico.
Esse sujeito não merece confiança alguma. Falo por que conheço. Eta Mato Grosso
Sempre será assim. Atirar contra o poderio dos politicos, tem de ter armamento com a culatra bem reforçada. O tiro sempre sai para traz. Que se cuidem os homens da imprensa. Logo,logo o governo estará forçando uma mudança na lei da imprensa para calar as vozes que ainda , pelo menos, divulgam as barbaridades cometidas pelos senhores do poder. Valha-nos DEUS.
TÁ NA PALMA DA MÃO. TÁ NA MÃO DE QUEM SABE!! O DINHEIRO SUMIU!!!! E AGORA BLAIRO MAGGI??
Nossa, que pressão ferreneaaa essaaa....... socorroooooooooo
Vcs sabiam q a Loja City Lar aquela genuinamente Matogrossense famosa, aquela q contruiu a tal Citilandia, foi a maior trocadora das famosas cartas de credito... se nao sabem fiquem sabendo tenho um grande amigo q la trabalha e ta se borrando de medo de sobrar p o coitado. Eu avisei mas ele teve q obedecer o patrao da nisso.
Apesar de num primeiro momento o nome de várias pessoas terem figurado como responsáveis pelo superfaturamento de R$ 44 milhões do escândalo do maquinário, a bomba acabou estourando somente no colo do ex-secretário Vilceu Marchetti, que comandava a pasta de Infraestrutura, transformada depois na gestão Silval Barbosa em secretaria estadual de Transporte e Pavimentação Urbana. Inabilitado para o serviço na administração pública pelos próximos 5 anos pelo TCE, Vilceu se tornou o “bode expiatório” do processo referente à aquisição de 705 máquinas e caminhões pelo Estado no último ato de gestão de Blairo Maggi (PR), hoje no Senado, que acabou se transformando no maior escândalo de seu governo, entre 1ª de janeiro de 2003 e 31 de março de 2010.
A divulgação do prejuízo provocou a queda de Vilceu e do então secretário de Administração, Geraldo de Vitto. Ambos deixaram o staff com a pecha de corruptos. Eder Moraes, à época responsável pela pasta da Fazenda, sobreviveu no cargo, após parecer técnico e jurídico do próprio governo inocentá-lo do envolvimento no esquema. O então procurador-geral do Estado João Virgílio, os ex-secretários Bruno Sá Martins (Administração) e Edmilson dos Santos (Fazenda) também caíram no esquecimento. Maggi chegou a ser mencionado, mas também foi excluído porque, na ótica do próprio Ministério Público, tomou as providências para apurar os fatos.
Sobrou Marchetti, que corre risco até de ser preso. Primeiro, os conselheiros do TCE apontaram indícios de enriquecimento ilícito que pode chegar a R$ 1,3 milhão. O episódio chama a atenção pelo fato dele ter ter declarado o salário de secretário como única fonte de renda entre 2004 a 2009, ao passo em que teve os bens multiplicados em mais de 8 vezes neste período, sem que propriedade alguma fosse vendida. Pelo contrário. Enquanto esteve no governo, Vilceu admite ter adquirido 4 fazendas, sendo 2 com participação de 20% e as demais de 100%. O ex-secretário sofreu novo "baque" quando o juiz federal Julier Sebastião da Silva determinou o bloqueio individual dos bens dele e de Geraldo de Vitto, em maio deste ano. Ambos ainda são alvos da ação civil pública proposta pelo MPE e acatada pelo juiz Luís Aparecido Bertolucci Júnior, da Vara de Ação Civil Pública.
O ex-secretário de Infraestrutura voltou a ser notícia neste mês. O TCE julgou irregular a prestação de contas de sua gestão, referente ao período de 1º de janeiro a 30 de abril de 2010, quando deixou o cargo em meio ao escândalo dos maquinários. A equipe de técnicos do tribunal detectou "gravíssimas irregularidades e danos ao erário", segundo o relator Luiz Henrique, auditor-substituto de conselheiro, que alertou para o aumento no custo das obras após a entrada de Marchetti no governo.
Complacência
Na defesa, o próprio ex-secretário parece reconhecer a condição de “bode expiatório”. Mesmo tendo escrito a defesa ao TCE em terceira pessoa, ele assume a responsabilidade ao admitir que “o gestor da época (Marchetti) avocou para si a responsabilidade de efetuar várias atividades administrativas que a luz do bom-senso administrativo deveriam ser descentralizadas”. A postura do ex-secretário endossa os indícios de que ele teve que arcar com todo o ônus do escândalo. Tanto que chega a relatar a existência das irregularidades e, mesmo assim, pedir que que as ponderações fossem aceitas pelo tribunal. “Senhor conselheiro, solicitamos que sejam consideradas as nossas argumentações, pois apesar das irregularidades e as aplicações serem incontestáveis, esta secretaria possui um moderno sistema de acompanhamento e controle, que são desenvolvidos e aperfeiçoados pela Sinfra ao longo de décadas”, escreveu Marchetti, na defesa lida pelo retalor com semblante atônito. O ex-secretário acabou multado em R$ 11 mil. Desde a saída do governo em meio ao escândalo, Marchetti se mantém recluso, em silêncio incomum diante da avalanche de denúncias que pairam sobre sua gestão à frente da extinta pasta da Infraestrutura.
Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
Ei ..... Alguem ai acha que vai dar alguma coisa ? Quando chegar na hora do aperto final o Vilceu vai ameacar de abrir a boca e levar com ele muita gente pro buraco e ai coisa vai ser abafada. Promotor Mauro Zaque, o Sr. Esta no dever de cumprir as suas obrigacoes, mas nao chega uma hora que cansa em investivar, denunciar e ver que toda vez nao da em nada ??? Gostaria que o Sr. Citasse em uma resposta a este comentario alguma denuncia feita pelo MPE cobtra gente grande que tenha dado em alguma coisa !! Sinto muito, elogio o MPE, mas na hora que cai no TJMT nao vra nada !! E nao eh so no TJMT, veja o caso tambem no TCEMT !! Ex: o que virou da prestacao de contas do ex-prefeito de Cuiaba , Roberto Franca, quando o mesmo deixou o mandato com 06 folhas em atraso. O que virou isso ?? Uma vergonha !
O Vilceu Marquetti é um desclassificado e seu Blairo Maggi todo o tempo sabia disso,então a culpa e a responsabilidade é toda do ex-Governador.A mídia precisa colocar a verdade para os leitores:Superfaturamento dos "Maquinários",pagamento ilegal das cartas de crédito e outras bandalheiras tem nome:Blairo Maggi.
Meu caro Benedito Furlan !! Voce me vem com essa historis do Riva pregar a Moralidade no estado ? Ah... Fala serio !!!
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Presidente do TC Valter Albano recebe denúncias sobre uso indevido de nomes de conselheiros em esquema para aprovar contas
Foto: Marcos Bergamasco
Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado negociam vantagens financeiras ou políticas para aprovar balancetes dos gestores? Pergunta como esta é feita constantemente, principalmente por alguns prefeitos, diante de pressão e de propostas indecorosas. Elas partem de pessoas que se identificam como emissárias de conselheiros. Há muitos comentários nos bastidores nesse sentido. Cria-se um ambiente tenso. Um gestor com conta reprovada acaba por enfrentar embaraços políticos e jurídicos. Corre risco de ter registro de candidatura indeferido por causa disso, pode ser acionado na Justiça pelo Ministério Público por atos de improbidade ou crimes, está sujeito ao pagamento de multa com valor elevado e até de levar o município pelo qual responde a sofrer bloqueio de verbas e convênios.
Seguro de que seus membros cumprem o papel de fiscais e que prezam pela decência, honestidade e transparência, o presidente do TCE, conselheiro Valter Albano, decidiu fazer um alerta às autoridades políticas e gestoras. Ele enfatiza que "nenhuma pessoa está autorizada a usar nomes dos conselheiros ou da instituição para obter vantagens pessoais". Ele tomou essa iniciativa porque, pela segunda vez, o Tribunal recebeu denúncias de que pessoas estão procurando órgãos públicos, principalmente prefeituras, para pedir vantagens indevidas em nome de conselheiros e até da Presidência para, em moeda de troca, terem balancetes aprovados.
Albano destaca que ninguém deve entrar no "jogo sujo" e destaca que é preciso denunciar qualquer tentativa nesse sentido. O TCE-MT fará comunicado oficial aos gestores públicos, alertando que ninguém do Tribunal ou fora dele possui autorização para agir com intenção de obter vantagens pessoais. O TCE promete apurar denúncia no âmbito da Corregedoria-Geral da instituição ou mesmo junto aos órgãos policiais.
O Pleno do TCE é composto por 7 conselheiros, sendo eles hoje Antonio Joaquim, José Carlos Novelli, Alencar Soares, Waldir Teis, Campos Neto e Luiz Henrique Lima, que substitui Humberto Bosaipo, que está afastado, além de Albano. Eles possuem prerrogativas de desembargador do Tribunal de Justiça. Ganham R$ 22 mil mensais, fora uma série de outras vantagens.
Conselheiro Albano responda-me....Voce fez concurso publico para assumir seu cargo efetivo...quando foi esse concurso???? Pois todos efetivos que ingressam em carreira pública enfrentaram essa prova de fogo. Quando foi a inscriçao ou publicação de edital no qual o Campos Filho concorreu ao cargo???? eu vou dar risada de voces falou!!!!! kkkkshuashuashuashshuarsrsrsrs (todos os tipos de risada para voces flw)
Tenho um amigo que é delegado do DEM. Esse meu amigo me fez um desafio. Com cerca de 45 dias antes, me falou o nome do novo conselheiro do TCE. Na vaga do Ari. Não deu outra. Foi na mosca. Ari teve uma conversa com Blairo, o maggico. Blairo não “conseguiu” cumprir certo acordo. Moral da historia, perdi a aposta e paguei o churrasco. Não deu outra, o pai, passou para o filho, o cetro da capitania hereditária. Agora vem o Valter nos contar que Cuca, Saci e Minhocão existem. Conselheiro, acorda!
Um tribunal formado por figuras como o Valter Albano, Bosaipo, Antonio Joaquim, Noveli, Alencar e Campos Neto, não tem a mínima credibilidade ou moral para julgar as contas municipais e estaduais. É um tribunal de faz de contas, uma corte mordômica, um balcão de negócios envolvendo todos os conselheiros. Ouça um bom conselho, que eu lhe dou de graça, seu Albano: fecha esse Tribunal de faz de contas e o Estado contrata (licita) uma auditoria independente.
kkkkk.....esse presidente acha qua a gente é idioata....kkkkk Conselho de Honestidade.....kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Valter Albano, vocé está fazendo de besta, de falar que isto nao é verdade, pois todos sabemos que existe conselheiro que ameaa municipio, pede voto fara parente, tem conselheiro que tem processo para responder a vida inteira por improbidade, agora julga pessoas decente e quer coloca-lo no mal caminho. Para entrar no TCE como conselheiro, nao existe criterio algum, pode até ser analfabeto. Já pensou o TUT ser conselheiro, e o que inpedi. Acho que o TCE tinha que acabar, ser transferido para auditoria do estado.

Meraldo Sá, presidente da AMM que congrega os prefeitos, mobiliza colegas e quer celeridade nas investigações
O assassinato de 2 prefeitos em menos de 15 dias e nas mesmas circunstâncias está causando pânico nos demais. Eles resolveram se mobilizar por mais segurança. Sob liderança de Meraldo Sá, presidente da Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM), os gestores vão realizar um ato na terça, na sede da própria entidade, em Cuiabá. Entendem que a execução de Valdemir da Silva, o Quatro Olhos, de Novo Santo Antonio, na região do Araguaia, e de Antonio Luiz de Castro, o Luizão, de Nova Canaã do Norte, no Nortão, são recados duros acerca do estado de insegurança. Cobram investigação firme e célere para identificar não apenas os assassinos, mas os possíveis mandantes.
O que mais preocupa as autoridades é a possibilidade de ganhar mais proporção o crime sob encomenda. Um gestor, que controla orçamento elevado, acaba por contrariar a muitos interesses e, se de um lado tem chances de conquistar novos aliados em sua trajetória na vida pública, de outro acumula inimizades. Na briga pelo poder, as negociações de bastidores, se mal conduzidas, contribuem para haver mais intrigas, conspirações e ameaças.
Se prefeitos, principais autoridades de seus municípios, se sentem inseguros, imagine, então, o cidadão comum! Com a integridade física sob ameaças, muitos já evitam frequentar certos ambientes, circular a sós e preferem a angústia de ficarem "presos" em casa, a correr risco de morte nas vias públicas. Três dos 141 prefeitos do Estado estão hoje sob proteção de policiais cedidos pelo Estado. Outros procuraram a AMM, alegando que também se sentem ameaçados.
As forças de segurança pública precisam cumprir o seu papel, que é de resguardar a população. Se isso não acontece na prática, está na hora do governo e outras vozes de comando rever conceitos. Mato Grosso não pode voltar a ter governo paralelo tocado pelo crime organizado.
SIM, CONCORDO QUE PRECISAMOS DE MAIS INVERTIMENTO EM NOSSOS POLÍCIAIS, PRINCIPALMENTE EM REGUALIFICAÇÂO NO QUE SE REFERE NA PRENVENÇÃO AO CRIME, E TAMBÉM NA PONIÇÂO DE MAL POCILÍCIAS POR EX; UM SARGENTO DA CIDADE VIZINHA DE RONDONÓPOLIS QUE VEM EM GUIRATINGA PARA VENDER CIGARRO DO PARAGUAI , USANDO SEU PODER DE POLÍCIA PARA PRATICA DE COISAS ERRADA. E MUITO MAIS IRREGULARIDADE QUE VEM ACONTECENDO...
Atenção Senhores PREFEITOS de Todo o Estado de Mato Grosso; É, muito bom os Srs, se mobilizem diante dessa Insegurança que esta acontecendo em nosso Estado.E, só apos os Prefeitos terem sidos atingidos Pessoalmente por essa Violencia que assola Mato Grosso,Agora vem falar em Mobilização. Enquanto as vitimas eram só Pessoas do povo, Pobres Eleitores, nunca foram vistos tão nobres preocupações, como essas. Criaram uma Associação dos Municipios, com sede na Capital, para fazer suas Reivendiçãos junto ao Poder Executivo Estadual. Reivendicações essas, que sempre visam, OBRAS E SUS FUTUROS ADITIVOS E, Garantir um Proximo pleitos, em seu Municipio ou em outro Poder. Digo isso; Por está indignado, e, por ver esta situação de Falencia da Segurança Publica, neste Estado , quem pode fazer alguma coisa não se interessavam.Srs. Prefeitos,o Discaso nessa area de Segurança, é tamanha que, A Lei Comp. Nº 31 de 11 de Outubro de 1977, que dividiu Mato Grosso e Criou Mato Grosso do Sul, já Previa que o EFRTIVO DA PMMT, no ano 2000, era estar com 11 Mil Homens; e, hoje Cade esse Efetivo? Pasme! A PMMT, Hoje em 2011 não Tem 7 Mil Homens. Pergunto; os Senhores Prefeitos sabiam do tamanho do DISCASO?. Quando vejo hoje o Cáos, fico indignado, pois, sou testemunha ocular desta Historia, Sou SGT PM em Rondonópolis,Mt. E, Estou na PMMT desde de 16 de Maio de 1977. Nunca vi Prefeito alguns Preocupados com o Cáos que a Segurança Publica que herdou apos a divisão deste Estado que Cresceu em População e Riquesas. Enquanto isso, a Segurança Publica, Proporcionalmente ANIQUILOU. O País,não é 7ª Economia do Mundo?, o Nosso ESTADO NÃO ESTA CRESCENDO IGUAL CHINA?, ENTÃO; CADE O DINHEIRO?, É SÓ PARA OS ADITIVOS E LADRÕES LEVAREM DOS CAIXAS ELETRONICOS?.É, BOM QUE OS PREFEITOS ACORDEM PARA O PROBLEMA, QUE É GRAVE, POIS OS SENHORES TAMBEM, SÃO RESPONSAVEIS NÃO COM VERBAS, MAS, COBRANDO DO GOVERNADOR E SEUS REPRESENTANTES POLÍTICOS, OU NÃO SÃO?. 2º SGT PM rr Brito Dantas/Rondonópolis/MT.
Infelizmente os Prefeitos vivem uma total insegurança, e tudo isso se deve a falta de apoio da nossa justiça, as perseguições dos grupos derrotados e o apoio que os mesmo recebem da justiça, levam a um grande embate que acaba nisso estamos vendo. é dificil até este tipo de comentário mas hoje 50% dos municípios vivem este tipo de perseguições/embate. temos visto nos noticiários coisas parecida, 4 marcos João Ferlim sofre Perseguições Politicas, Figueiropolis Lair Mota, Vano Batista Araputanga, Mirassol Donizete, Pontes e Lacerda Miotto, Porto Esperidião cada dia o Prefeito Martins é atacado pelos adversários de forma diferente, e muitos outros e não sabem até quando vivera isto e a justiça espera pra ver mais um caso acontecer. Enquanto isso os prefeitos já não conseguem ter paz nem sono.
As investigações sobre a morte do jornalista Auro Ida continuam sendo acompanhadas de perto pela imprensa nacional. Nesta terça (26) a Folha de S. Paulo destaca a prisão e soltura de um jovem de 19 anos, suspeito de ter executado Auro. Ele foi liberado pela polícia após negar qualquer envolvimento com o crime e não ter sido reconhecido pela namorada da vítima, Bianca Nayara. O rapaz tem três passagens pela polícia e continua sendo investigado.
O crime chocou jornalistas e a população de Mato Grosso devido à maneira como Auro foi assassinado, sendo alvejado por tiros, inclusive na boca. Apesar da polícia trabalhar com a tese de crime passional, não descarta que tenha a ver com a atuação profissional do jornalista.
Nesta segunda (25) o presidente do Sindicato dos Jornalistas no Estado (Sindjor), Téo Menezes, e o presidente da OAB-MT, Cláudio Stábile, se reuniram com membros da Polícia Federal para que ajudem na apuração do caso. “Os fatos são muito graves. Precisamos realmente saber se o motivo foi passional ou o jornalista foi morto em decorrência do exercício da profissão”, defendeu Cláudio Stábile.
O superintendente da PF Cezar Augusto Martinez, afirmou que não vê empecilhos para que a instituição colabore e se comprometeu em entrar em contato com o secretário de Segurança Pública Diógenes Curado. “Podemos não só apoiar, mas investigar se for preciso”, ressaltou Cezar.
A morte do Auro foi encomendada porque ele tava investigando as mar/acuta/ias do pagamento dos precatórios para algumas empreiteiras, alguns deputados e outros políticos do executivo estão incomodados, é coisa muito grande, os 50 milhões dos maquinários é fichinha perto desse novo escândalo.
Que vergonha agora todos querem investigar, pede pro GAECO, P2, EB, IPC ZILO e o IPC ZÉ PROMESSA, entre outros órgãos, pois o que o governo faz sempre é jogar a responsabilidade para os outros órgão, não cumpri com o seu papel institucional.
Conheci o meu amigo Aureo IDA, qdo eu trabalhava como cinegrafista na TV CENTRO AMÉRICA e mais tarde nos encontramos nas atividades politicas qdo fui candidato a prefeito de ´VÁRZEA GRANDE EM 1988. Ele fazia a cobertura politica de todos os candidatos. Era impressionante a visão que ele tinha dos acontecimentos que pulsava no momento no mundo. Ele me dizia que a coragem é uma das virtudes mais bela que existe num ser humano. Ele me dizia que eu e o Pedro meu irmão são dois diamante da comunicação social. Mas a dois meses atras encontrei com ele e o Marcão jornalista da Gazeta no shoping pantanal, ele tava almoçando e me convidou pra chegar a mesa e ai prato predileto foi a política. E falamos de Várzea Grande, Ele me disse que a cidade tem que sair dessa politica de compadrinho e dar um salto pro futuro, tornando luma grande metropóle, afinal a copa do mundo vem pra cá. E o Marcão é testemunho desse bate papo agradavel. Foi a ultima vez que nós entramos. Sem duvida vc era um dos jornalista que possuia um grande arsenal de informação sobre tudo. Vá com Deus e que o arquiteto do universo ti receba de braços abertos . Ate breve amigo. EDSON RIBEIRO - HISTORIADOR
Olha infelizmente isto não vai dar em nada....Como lidar com a máfia instituida???? Todo a população sabe o que esta por trás disto, mas ninguém vai fazer nada,....Esta tudo e todos corrompidos......Infelizmente............
O superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso, Cesar Augusto Martinez, garante que vai colaborar nas investigações sobre a morte do jornalista Auro Ida, baleado na noite da última quinta (21), no bairro Jardim Fortaleza, em Cuiabá. A informação é do presidente do Sindicato dos Jornalistas no Estado (Sindjor), Téo Menezes, que se reuniu nesta segunda (25) com o representante da PF, em conjunto com o presidente da OAB-MT, Cláudio Stábile. “No mínimo, a Polícia Federal vai fornecer estrutura física, material e humana”, aponta o jornalista.
Segundo Téo, o superintendente vai analisar a possibilidade da PF instaurar um inquérito paralelo ao da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP). O Sindjor alega que se trata de crime relacionado à liberdade de imprensa. César, por sua vez, comprometeu-se a entrar em contato ainda nesta segunda com o secretário estadual de Segurança Pública, Diógenes Curado, para avaliar se é mais viável auxiliar nas investigações da DHPP ou instaurar o inquérito no âmbito federal.
Após discutir o assunto com Curado, o superintendente da PF vai emitir uma resposta ao presidente do Sindjor nesta terça (26). Um representante da OAB-MT também será escalado para acompanhar as investigações. A expectativa é que o ex-presidente da entidade, Ussiel Tavares, seja escolhido para a atribuição. Ele comanda o Tribunal de Ética e Disciplina e é membro honorário da OAB-MT.
Lideranças cobram investigação de assassinato contra jornalista
16h20min - O vice-prefeito Geraldo de Freitas, o Negão, não foi visto na pequena Novo Santo Antonio neste domingo. Ele será ouvido pela polícia. Era um dos inimigos do prefeito assassinado Quatro Olhos. Há um comentário geral na cidade de que o prefeito fora vítima de crime político.
16h10min - O prefeito Quatro Olhos era casado com Raimunda da Silva. Deixa órfãos quatro filhos, com idades entre 8 e 12 anos. As duas filhas menores se desesperaram quando viram o pai dentro do caixão. Gritaram "pai, pai...". Foi uma comoção geral a chegada do corpo para ser velado na residência da família. Quatro Olhos recebeu 3 tiros a queima-roupa neste sábado, por volta de 20 horas. Ele havia chegado da zona rural e esperava pela esposa para, juntos com os filhos, saírem para uma festa na localidade de Barreira Amarela. Quando abriu a porta, foi interceptado por um homem, que fez os disparos. O assassino fugiu numa moto.
16h - O presidente da AMM, Meraldo de Sá, que está em Novo Santo Antonio, disse, por telefone, não ter dúvidas de que o prefeito Quatro Olhos fora executado por pistoleiro. Ele vai decretar luto oficial e suspender expediente na AMM nesta segunda (25). Meraldo já conversou, por telefone, com o secretário de Segurança Pública Diógenes Curado e pediu empenho do Estado para dar uma resposta rápida à sociedade, com revelação da autoria do assassinato e de supostos mandantes. Terá uma audiência com Curado nesta segunda para conversar sobre o assunto. Disse que vai conversar também com o governador Silval Barbosa, do mesmo PMDB do prefeito executado, para reforçar pedidos de providências.
14h54min - O assassinato do prefeito peemedebista Valdemir Antonio da Silva, o Quatro Olhos, gerou uma comoção geral em Novo Santo Antônio, município de 2,5 habitantes cravado na região do Araguaia. Suspeita-se de que fora alvejado por pistoleiro profissional, que invadiu a casa e fez vários disparos. Quatro Olhos morreu minutos depois. O vereador Marcos Antonio Marques (PPS), que mora em frente à casa do prefeito, escutou os disparos e foi um dos primeiros a chegar no local para socorrê-lo, quando o viu agonizando, já nos últimos suspiros. São fortes os rumores de que a morte possa ter viés político. Quatro Olhos enfrentava uma oposição dura. O clima já era tenso. No ano passado, ele foi afastado por 90 dias por decisão da Câmara Municipal para apurar denúncias de corrupção, entre elas do aluguel de uma camionete particular por parte da prefeitura por R$ 8 mil mensais. O vice Geraldo Vitor de Freitas, o Negão (PTB), assumiu o comando do município no período. Agora, com a morte do titular, ele se efetivará no cargo.
O corpo foi levado para exame de autópsia em Água Boa e, de lá, para uma funerária em São Félix do Araguaia. Seguiu depois de avião para ser velado na casa onde morava o prefeito, a pedido de família, embora os vereadores tivessem sugerido o espaço da Câmara Municipal. Lideranças políticas e populares acompanharam a chegada do corpo desde o aeorporto.
O sepultamento acontece nesta segunda. Assim que soube do crime, o presidente da Associação Mato-Grossense dos Municípios, Meraldo Sá, se deslocou para Novo Santo Antônio, assim como alguns prefeitos da região, como Filemon Limoeiro (São Félix do Araguaia), Parassu Souza Freitas (Luciara), Valdivino do Carmo, o Nenezão (Serra Nova Dourada), e Adário Carneiro Filho (Ribeirão Cascalheira).
Terra sem lei. Não esqueçamos tambem do assassinato do Agente Ambiental da Sema. Que até hoje continua impune. É preciso urgente que isso mude, cade a Segurança Publica, seu Governador.
infelismente é com pesar que nós da Assessoria do Prefeito de Rondonópolis recebemos a notícia. O "quatro olhos" como gostava de ser chamado era nosso companheiro e estava sempre presente no gabinete do então deputado Zé Carlos do Pátio. Sempre buscando melhorias para sua cidade e região... A você companheiro, resta o descanso e a saudosa memória de todos... As autoridades, a elucidação deste terrível fato... Merecemos que esta cruel morte seja esclarecida.
Que Deus possa dar forcas a familia neste momento de dor, e dizer que eles nao estao sozinhos para buscar a justica, e que os mandantes sem punidos !
que Deus de conforto e paz a familia, pois as crianças são as que mais sofrem, e que as pessoas que foram responsavéis por isso pague, poia a justiça tarda mais não falha... que o senhor abençõe esta familia... amém
Enquanto os prefeitos da região estão indo para Novo santo Antônio prestar solidariedade aos parentes do prefeito assassinado quatro olhos, o Prefeito de Canabrava do Norte, Pastor Lourival martins, reuniu todos os funcionários municipais e foram festar durante 5 dias em uma chacara em Novo Santo Antonio. Um verdadeiro absurdo e descaso com a vida do próximo. além disso, deixou a população sem serviços essenciais, como água e coleta de lixo.
Um dos acusados de encabeçar um esquema de venda de carteiras de habilitação falsas, Ramão Ederson Cacho, foi solto nesta quinta (21). Seus advogados Ivan Costa dos Reis e Jesuíno de Farias ingressaram com pedido de habeas corpus, alegando ilegalidade da permanência do acusado na prisão. Segundo Ivan, seu cliente já estava na cadeia há 97 dias, 16 além do prazo permitido por lei, considerando que trata-se de caso em que a instrução criminal está com trâmite paralisado.
Uma das condições para a libertação de Ramão é o cumprimento de medidas cautelares. Ele não pode se fazer presente à sede do Detran, em Cuiabá, ter contato com pessoas do órgão, entre testemunhas e acusados, e também está impedido de sair da cidade. Ivan disse que a instrução criminal, que apura a existência, espécie, circunstâncias do crime e sua autoria, ainda não começou, por isso seu cliente vai responder em liberdade.
Ramão é dono da autoescola Modelo, em Cuiabá. Foi preso em abril deste ano durante a Operação Contramão, executada pela delegacia de Jaciara. Segundo denúncias, as habilitações eram comercializadas sem que o comprador precisasse passar pelos cursos de formação de condutores e realização de testes de aptidão. O bando cobrava R$ 1,7 mil pelas categorias A e B e R$ 2 mil pelas C e D. De acordo com a investigação, o então gerente de Habilitação do Detran, João Vitor Oliveira Nunes, também encabeçava o esquema, disponibilizando o papel original da CNH para ser confeccionada a carteira falsa. Ele foi solto após ficar 10 dias detido.

Prefeito Chico Galindo se diz surpreso com compra excessiva de cimento e aterro pela Sanecap e quer explicações
Foto: Kamila Arruda
O prefeito Chico Galindo disse que, diante da matéria publicada no blog, com informações sobre compra de materiais excessivos de cimento e aterro pela Sanecap a uma semana do fechamento do exercício de 2010, vai determinar abertura de sindicância. "Quero passar isso a limpo. Vou atrás para saber como foi feita essa compra e se existem ou não irregularidades nesse procedimento", declarou o petebista, por telefone, enquanto se dirigia ao gabinete do governador Silval Barbosa, com quem se reuniu nesta quarta.
Ele disse que endossa o questionamento que todos estão fazendo e espera ver os fatos apurados nos próximos dias. Perguntado se havia mantido contado com alguém da diretoria da Companhia de Saneamento da Capital para saber detalhes da compra de 2,5 mil sacos de cimento e de 6.250 m3 de aterro, ao custo de R$ 162,3 mil, Galindo ponderou que nem fazia questão de antecipar qualquer conversar por telefone com os diretores. Afirmou que já iria determinar para o presidente Aray da Fonseca abrir sindicância de imediato.
Chico Galindo evitou estender o assunto. Ponderou apenas que ficou surpreso com a compra feita no apagar das luzes do ano passado, mas que não pode fazer qualquer juízo de valor antes de haver uma investigação para saber se as aquisições foram legais ou não.
A matéria caiu como uma bomba, principalmente na Sanecap. Há indícios de irregularidades nas compras. Em média, a Sanecap, que caminha para a extinção, primeiro passo para o município fazer a concessão dos serviços de saneamento, consome 200 sacos de cimento por mês. Mas, em dezembro, "torrou" 2,5 mil sacos. A nota foi paga à vista e a uma semana de encerrar o ano. Essa diferença discrepante deve chamar atenção também do Ministério Público.

Pelos 2,5 mil sacos de cimento a Sanecap pagou à vista R$ 59,2 mil e mais R$ 102,1 mil por 6,2 mil m3 de aterro
República
O prefeito da Capital contestou a matéria intitulada "Em dezembro, Sanecap pagou R$ 162 mil só em cimento e aterro" quanto à informação de que a diretoria na época das compras elevadas de cimento e aterro era composta pela República de Presidente Prudente. Explica que dos diretores somente Jacyrio Maia Roque, diretor-técnico, é oriundo da cidade paulista, onde Galindo morou antes de se mudar para Cuiabá.
No caso do então presidente da Companhia, Antonio Carlos Ventura Ribeiro, destaca que este não é de Prudente como afirma a matéria. Explica também que a Prudenco, da qual foi presidente entre 93 e 94, não cuida dos serviços de saneamento de Presidente Prudente, mas de pavimentação asfáltica.
CRISE SANECAP - ENTENDA MELHOR 1 TROCA-SE TODA A GERENCIA ATENDIMENTO, COLOCA-SE UMA PESSOA ÓTIMA PARA O SETOR DE CORTE COMO GERENTE "VALÉRIA" QUE NÃO TEM O FINO TRATO PARA COM OS CONSUMIDORES, ELEVANDO AS RECLAMAÇÕES NO PROCON 2 DEMITE TODA A EQUIPE DO CORTE PARA QUE ASSIM FIZESSE A CONTRATAÇÃO DE UMA EMPREITEIRA, QUE JÁ HÁ MUITO TEMPO O CONSUMIDOR ERÁ OBRIGADO A PAGAR A TAXA DE RELIGAÇÃO PARA QUE ASSIM A EMPRESA PAGASSE A MESMA PELO SERVIÇO, COMO NÃO HOUVE A CONTRATAÇÃO DA EMPREITEIRA A ARRECADAÇÃO CAIU, MELHOR DESPENCOU E NADA FOI FEITO, OS CONCURSADOS NÃO DERAM CONTA DO SERVIÇO, DEIXANDO A POPULAÇÃO NA MÃO, MAIS RECLAMAÇÕES NO PROCON. 3 QUANDO DO GERENCIAMENTO DO ERICK QUE É UM FUNCIONARIO DE CARREIRA OCORREU UM DOS MAIORES ROMBOS NA HISTORIA DA EMPRESA, COM A COMPRA DE 7.000 SACAS DE CIMENTO QUE DEPOIS A NOTA FISCAL FOI SUBSTITUIDA POR 2,500 SACAS, ENQUANTO QUE O CONSUMO PARA 3 MESES NÃO PASSAVA DE 400 SACAS ISSO QUANDO EM OBRAS E GRANDES OBRAS, MAS EM DEZEMBRO NÃO EXISTIU TAIS OBRAS, E OUTRA COISA O PREGAO/REGISTRO DE PREÇO, INDICADO NA NOTA FISCAL ESTAVA VENCIDO DESDE DE O FINAL DE NOVEMBRO. AI ERICK MOTIVO PELO QUAL VOCE NECESSITAVA DO CARGO, BONITO PRÁ XA CARA
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WILSON SANTOS REVOLTADO COM A DERROTA NAS ELEIÇÕES DE 2010, NÃO REASSUMIU A PREFEITURA, E POR VINGANÇA NOS DEIXOU SEU PRESENTE DE GREGO(QUE NÃO VEIO DA GRÉCIA, MAS DE PRES PRUDENTE-SP), QUE DE BRINDE TROUXE NAS COSTAS 22 PROCESSOS ADMINISTRATIVOS, E UM ENORME CABIDE COM AS MAIS FEIAS E REMENDADAS ROUPAS E O DEIXOU NA COMPANHIA, ESTRAGANDO AINDA MAIS O QUE JÁ NÃO ERA BOM. CHICO GALINDO ASSUMIU QUE NÃO É COMPETENTE PARA GERIR A SANECAP, PORÉM SABEMOS QUE "PREFEITO QUE ENTRA, NÃO PENSANDO EM REELEIÇÃO, BOA COISA NÃO É".SE HOJE A SANECAP ESTÁ DO JEITO EM QUE ESTÁ, É PORQUE A GESTÃO SANTOS/GALINDO "FEZ ACONTECER". ABRA O OLHO MP, ABRA O OLHO TCE, ABRA O OLHO POVO, GALINDO QUER EXTINGUIR A SANECAP E JOGAR A SUJEIRA DEBAIXO DO TAPETE. PRIVATIZAÇÃO NÃO, MAS SIM INVESTIGAÇÃO!
o galindo ainda pensa que engana kkkkk temos net em csa seu moço e se vc n sabe entao pior ainda PEDE PRA SAIR RAPAZ ... O POVO NÃO É BOBO.......
O que esse prefeito pensa que a população é, BURRA, ele viajou vendeu a SANECAP, agora ele quer conversa com a população depois do PETISTA, falou publicamente como ele tinha que ter feito agora vem ele com essa conversa pra boi dorme, acorda Galindo não somos burros....o troco vira nas eleições....
Luiz Pagot, que está de férias, mas já foi avisado que será exonerado da direção-geral do Dnit assim que pisar os pés no órgão, em Brasília, é alvo de outra denúncia. A Folha de S. Paulo desta segunda, traz uma matéria com o título "Empresário acusa Pagot de negociar benefícios em MT". Segundo a Folha, Hélio Moraga afirmou em depoimento que Pagot teria pedido uma casa para o prefeito de Lucas do Rio Verde Marino Franz em troca de obras. Na época da acusação, em 2008, o então secretário do governo Blairo Maggi não foi denunciado, pois as autoridades municipais eram o foco do inquérito que gerou denúncia de 24 pessoas por improbidade administrativa.
Eis, abaixo, a matéria na íntegra da Folha sobre denúncia envolvendo Pagot em Lucas do Rio Verde
Empresário acusa Pagot de negociar benefícios em MT
Um empresário acusa o diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, de cobrar e obter do prefeito de Lucas do Rio Verde (MT), Marino Franz (PPS), uma casa em troca de obras e outros benefícios para o município. A acusação foi feita em 2008 por Hélio Moraga, 37, depois de um acordo de delação premiada proposto pelo Ministério Público de Mato Grosso em um inquérito que gerou a denúncia de 24 pessoas por improbidade administrativa.
Pagot não era investigado e não foi denunciado já que o foco do inquérito eram irregularidades cometidas por autoridades do município. A Folha obteve trechos do inquérito. Em depoimento prestado à Polícia Civil e ao Ministério Público em julho de 2008, Moraga afirma que houve "um acerto" entre ele, a prefeitura e Pagot. Moraga era sócio do secretário municipal de Obras, Rafael Balizardo, um dos denunciados."Em 2005, Rafael Balizardo procurou o depoente [Moraga] dizendo que Luiz Antônio Pagot traria alguns benefícios para Lucas e em troca eles teriam que ajudar João Pagot a construir uma casa", diz o depoimento.
João Pagot é tio do diretor-geral do Dnit e ainda mora na casa que, segundo Moraga, tem cerca de 200 m2. À Folha Moraga confirmou o teor do depoimento e do suposto acordo entre Pagot e autoridades municipais. O empresário diz ter recebido cerca de R$ 130 mil do prefeito e da prefeitura para a construção da casa. Moraga entregou aos investigadores recibos e notas fiscais que comprovariam os repasses de dinheiro.
Em julho de 2006, o município fechou um convênio com o Dnit, no valor de R$ 5,5 milhões, para a construção de um viaduto no município.Na época, Pagot ainda não era o diretor-geral do órgão -era chefe da Casa Civil do governo Blairo Maggi-, mas o PR, seu partido, já comandava o Ministério dos Transportes. O TCU mandou interromper o convênio em 2007, após verificar "graves irregularidades" na licitação feita pela prefeitura.
Ex-secretário do município nega as acusações
O ex-secretário de Obras de Lucas do Rio Verde Rafael Balizardo, acusado pelo ex-sócio Hélio Moraga de ter feito acordo com Luiz Antônio Pagot, negou as acusações. Ele buscou desqualificar Moraga. "Ele é um doido, um psicopata", disse Balizardo, réu no processo que analisa suposto esquema de fraudes.
Ele confirma que João Pagot, tio do diretor-geral do Dnit, construiu uma casa na cidade, mas que a obra foi paga com dinheiro próprio.
A Folha deixou dois recados nos celulares de Luiz Antonio Pagot, mas não obteve resposta até a conclusão desta edição. O prefeito Marino Franz também não retornou recados. João Pagot não foi localizado. (Bruno Costa, Folha de S. Paulo)
E quem, de bom senso, daria crédito ao que o Sr. Rafael diz. Pelo que eu saiba, até "ontem" era um cidadão comum, aliás, bem comum, e agora quer ser o centro da atenção de alguns desavisados. Pois bem, o dia que a justiça obrigar quem denuncia a provar o que diz, 80% das denuncias acabam. Curioso como nós Brasileiros damos crédito ao acusador esperando sempre pelo pior. Então, prove-se ou cale-se.
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Toninho de Souza é um belo degredado!
os grandes homens que estiveram junto de deus ocuparam seus lugares de destaque conforme fala a biblia sagrada,foi porque andaram conforme os mandamentos diante dos olhos do mestre, tiveram condutas exemplares porque gostaria de estar do lado do pai,porque que nossos representantes não faz o mesmo,tem poderes elevados de alto nivel são constituidos por deus esses poderes e emano do povo,nós ficamos tristes com essas situaçoes imagina deus, a sociedade acredita e espera sempre coisas boas,mas infelismente nós estamos desacreditando não só eu quanto muitos brasileiros,devido tantos problemas na saude ,educaçao,desigualdade social enfin são inumeras de coisas que poderiam esta melhor mas vamos pedir a deus que de mais conteudo espiritual nós sentimos que só deus pode nos ajudar e se são inocentes que são inocentados mais se deve tem que pagar por aquilo que vc cometeu´não adianta esconde a biblia relata em um certo capitulo que não a nada escondido que não venha ser revelado então pode se apreparar que deus vai te cobrar
Dá nojo de tanto esquemas, desvios, negociatas, currupção, etc, infelizmente a prisão não foram feitas pra "RICOS" ou "LADRÃO" de dinheiro público.
O senador republicano Blairo Maggi, megaempresário e ex-governador por dois mandatos, se mostra revoltado com o vazamento à imprensa de informações da época do regime militar (64-85) que expõe e denuncia tanto a sua família quanto a do afilhado político Luiz Antonio Pagot acerca de supostos crimes praticados no Oeste do Paraná. Ele disse a aliados mais próximos que o acesso a documentos sigilosos, como teve o jornal Correio Braziliense, que publicou reportagem no domingo intitulada "Famílias de Pagot e Maggi estavam em grupo investigado pela PF nos anos 70", só pode ter dedo de alguém do governo Dilma Rousseff, de quem se considera forte aliado.
Maggi sabe que o cerco se fechou contra ele por ter sido convidado para assumir a pasta dos Transportes, que tem sido alvo de escândalos e que, inclusive, já levou o Palácio do Planalto a afastar 7 pessoas tanto do ministério quanto dos órgãos vinculados. O próximo a cair é Luiz Pagot, hoje de férias do cargo de diretor-geral do Dnit. O ex-governador foi informado sobre a reportagem do Correio quando estava comemorando o aniversário de sua mãe, na mansão da família no Lago de Manso, região de Chapada dos Guimarães. Ficou na bronca. Acha que são pessoas do Planalto que estão tentando "queimá-lo moralmente e politicamente" e, por isso, pretende ter uma conversa com a presidente Dilma.
Por enquanto, Maggi não admite a tese da ruptura, mas pode engrossar o discurso da bancada do PR no Congresso Nacional. Com a saída de Alfredo Nascimento e a nomeação para o Transportes de Paulo Passos, indicação mais pessoal da presidente Dilma, a legenda perdeu espaço na administração central. Seria um trunfo para, em resposta, se distanciar do governo.
Maggi se elegeu governador em 2002 com o slogan "Na Palma da Mão" e com promessa de quebrar paradigma, apresentando um novo jeito de se fazer política, com transparência e honestidade. Hoje, 9 anos depois e com a experiência de ter comando o Estado por 7 anos e já na cadeira de senador, ele se vê no olho do furacão. Contra ele pipocaram denúncias graves, que envolvem também o seu principal afilhado político. Pagot se tornou pivô de escândalos do ministério e no Dnit e até prestou depoimento no Senado e na Câmara. Passou a ser chamado de homem-bomba.
Contra Maggi, a notícia que mais o deixou baqueado foi a divulgada pelo Correio Braziliense ne domingo (17). Revela que nos anos 70, o Serviço de Informação da Polícia Federal investigou a família dele e também de Pagot em São Miguel do Iguaçu (PR). Classifica as duas famílias como organização que roubava terras de pequenos agricultores, comprava vereadores e se envolvia com o tráfico de drogas. Segundo o jornal, documentos revelam que a relação entre Maggi e Pagot é de longa data e foi reforçada na militância política, tanto que André Maggi, pai do parlamentar, foi vereador e presidente da Câmara Municipal e, Ferdinando Felice Pagot, pai de Luiz Pagot, atuou como prefeito.
Leia mais aqui sobre a matéria que liga as famílias Maggi e Pagot a máfias
É sr. Altair 3 ha essa gauchada não gosta mesmo não! Pois é muito pouca. Eles gostam de muitas terras. RRRRR
Trabalhei com sr maggi desde o ano de 1969 e permaneci 39 anos, e' incrivel as inverdades da reportagem, as FAZENDAS do meu pai, que eram apenas 3 ha. Nunca foram tomadas pelo maggi, ele vendeu a terceiros. Essas pessoas mencionadas na reportagem, sera' porque nunca foram condenadas????????, fica facil falar mal de pessoas que nao tem mais como se defender
Jbosco, o Blairo deve ser bom para você... Porque o que ele e sua família fez conforme os jornais, se é em um País sério estaria na cadeia... como é Brasil... não acontece nada... Agora gostaria que vc estudasse parra que não seja massa de manobra... Pra vc vai a música do Zé Ramalho: "Vida de Gado"...
Eu acredito que a maioria aqui tem cunho politico p/ criticar. O que acontece é que tudo isso é manipulação, eles vao bater em blairo ate o pagot cair, quando ele cair será como se nao tivesse acontecido. é o sistema ingolindo os bons, em poucos anos o mesmo sistema estará engolindo taxi e outros mais que vem por ai, a politica expira os bons politicos para que o sistema se mantenha sujo.
QUE DIFERENÇA FAZ TUDO ISSO? COM TODAS ESSAS DENÚNCIAS , ALGUEM AQUI ME FALA O QUE VAI MUDAR?QUEM É BOBO DE ACREDITAR QUE ALGUEM NESSE PAÍS FICA RICO TRABALHANDO HONESTAMENTE, É CLARO QUE ISSO NÃO ACONTECE NÉ.PORQUE QUE SÓ AGORA APARECEU TAIS DENUNCIAS É PACABAR COM O PIQUI DO GOIAS
Jornal faz referências, em reportagem, a contratação de jagunços, a roubo de terras no Paraná, a compra de vereadores e a tráfico de drogas
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Uma reportagem de quase meia página do Correio Braziliense deste domingo mostra a trajetória das famílias Maggi e Pagot, que teriam construído suas riquezas cometendo uma série de crimes. Com base numa investigação do Serviço de Informações da Polícia Federal nas décadas de 60 e 70, a matéria descreve os familiares do senador Blairo Maggi (PR) e do diretor-geral afastado do Dnit, Luiz Antonio Pagot, como uma organização criminosa.
Entre os crimes apontados estava roubo de terras de pequenos agricultores, “compra” de vereadores e até tráfico de drogas. “Os documentos, obtidos com exclusividade pelo Correio, revelam que a relação entre o senador mato-grossense e o diretor afastado é de longa data. É hereditária”, informa a reportagem.
O jornal diz que “o grupo investigado pela PF era capitaneado por André Maggi, pai do parlamentar e já falecido, e pelo ex-prefeito de São Miguel do Iguaçu, Ferdinando Felice Pagot, pai de Luiz Pagot, que protagonizou a crise instalada nas últimas semanas no Ministério dos Transportes”. A cidade foi para onde migraram as duas famílias (Maggi e Pagot), no início dos anos 60. A matéria menciona vários despachos da Polícia Federal. Num deles informa: “O grupo Maggi é formado por capitalistas que continuam fazendo reuniões secretas onde são vinculados (sic) que os mesmos já dispõem de 800 mil cruzeiros para comprar oito vereadores através do voto”.
Mais adiante, ainda conforme o Correio Braziliense, outro informe sobre André Maggi e suas atividades no oeste do Paraná: “Conseguiu ficar rico e ludibriar tomando terras do cidadão Joes Fabris”. O pai de Blairo, segundo o Correio, “virou vereador e presidente da Câmara de Municipal de São Miguel Iguaçu. O segundo prefeito da cidade foi seu primo, Nadir Maggi”.
Ex-governador mato-grossense por dois mandatos e senador desde fevereiro deste ano, Blairo Maggi não foi localizado neste domingo para comentar a denúncia, assim como Luiz Pagot.
Eis, abaixo, a reprodução na íntegra da matéria do Correio Braziliense deste domingo sobre as famílias Maggi e Pagot
Famílias de Pagot e Maggi estavam em grupo investigado pela PF nos anos 70
No início da década de 1970, o Serviço de Informação da Polícia Federal demonstrava preocupação com um grupo que definia como criminoso no oeste do Paraná. Mais precisamente em São Miguel do Iguaçu, a poucos quilômetros de Foz do Iguaçu. A organização, segundo registros da época, roubava terras de pequenos agricultores, comprava vereadores e se envolvia com o tráfico de drogas.
Os documentos, obtidos com exclusividade pelo Correio, revelam que a relação entre o senador Blairo Maggi (PR-MT) e o diretor afastado do Departamento Nacional de Infraestrutura (Dnit) é de longa data. É hereditária. O grupo investigado pela PF era capitaneado por André Maggi, pai do parlamentar, e pelo ex-prefeito da cidade Ferdinando Felice Pagot, pai do funcionário do Dnit que protagonizou a crise instalada nas últimas semanas no Ministério dos Transportes.
“O grupo Maggi é formado por capitalistas que continuam fazendo reuniões secretas onde são vinculados (sic) que os mesmos já dispõem de 800 mil cruzeiros para comprarem oito vereadores através do voto, pois um já é deles, João Batista de Lima, que é despachante do Detran e foi eleito anteriormente usando documentos do Detran e outras promessas”, revelam os despachos dos agentes do serviço de informação, que acompanharam de perto a rotina dos políticos e dos empresários da cidade entre 1969 e 1979.
Os documentos narram ainda a aprovação de uma lei na Câmara de São Miguel do Iguaçu em março de 1976, com a finalidade de atualizar o sistema tributário do município. Os únicos beneficiários seriam André Maggi, Arlindo Cavalca, Ferdinando Felice e mais seis moradores. Cavalca é fundador da empreiteira Cavalca, que aumentou em mais de 1.000% o valor dos contratos com o Dnit entre 2009 e 2010, conforme revelou o Correio.
Segundo a PF, a organização era composta por membros do extinto PTB gaúcho e contava com a colaboração do vereador eleito João Batista de Lima. “Há fontes que dizem que João Batista participa de reuniões secretas realizadas na casa de Ferdinado Felice Pagot e André Antonio Maggi”, dizem os agentes, completando que o parlamentar recebia propina. “Esse dinheiro é para derrubar projetos que o prefeito apresentar à Câmara e tentar comprar votos dos demais vereadores.” Os agentes reforçam, ainda, ligações de Batista com o trafico de drogas.
Jagunços
A informação nº 00229 de 1977 define o pai de Blairo como um elemento político integrante dos ex-partidos PTB e PSD, vereador pelo PTB, com Francisco Kontorski e Arlindo Cavalca. Durante as atividades em uma serraria, logo que chegou à cidade, teria contratado o serviço de jagunços. “Conseguiu ficar rico e ludibriar tomando terras do cidadão Joes Fabris.” Em 1963, teria procurado um falsário, pegado dinheiro falso e distribuído na Argentina. No ano seguinte, acabou preso após tomar terras de algumas famílias. Chegou a mandar incendiar a casa de uma delas.
Já Ferdinando Felice Pagot, ex-prefeito, é tido como agitador político. Depois de pedir o afastamento da Arena, teria comandado adeptos contrários ao partido. Maggi e Pagot têm origem no Rio Grande do Sul, mas ambos participaram do processo de interiorização e migraram para o oeste do Parana. André Maggi chegou com os filhos — Blairo ainda bebê — sem dinheiro. Virou vereador e presidente da Câmara Municipal de São Miguel do Iguaçu. O segundo prefeito da cidade foi seu primo Nadir Maggi.
A relação entre os filhos não foi diferente. Luiz Pagot foi secretario de governo de Blairo Maggi, coordenador de campanhas eleitorais e só conseguiu o cargo no Dnit pelo apoio do amigo. Pagot chegou a ingressar na carreira militar, mas pediu desligamento em 1982. A Marinha nega que ele tenha atuado em órgãos de repressão ou no serviço de inteligência. Procurados pela reportagem do Correio, nem Blairo Maggi nem Luiz Antonio Pagot retornaram as ligações. (Alan Rizzo, Correio Braziliense)
fui enganado por varias vezes votando nesse cidadao BLAIRO, entao como fala o jornal. ele tem toda essa riqueza inlicitamente, ai 'e vergonha para metro. to fora sr BLAIRO, nao voto no senhor mais nunca mais.
E...com a palavra a sra Edna Araujo...defensora mor de Blairo Maggi;Pagot, pela sua desonestidade a sra tambem deve ser de sao miguel...conhecidos antigos, ne .Que quadrilha competente
ESTES SÃO O POVO CHAMADO DE DESBRAVADOR E TRABALHADOR. É MESMO DE CHORAR E DESCRER DE VEZ DA CLASSE POLITICA. AGORA ACABO DE CONFIRMAR A FRASE DO LIVRO DE "LEO HUBERMAN" DE QUE O CAPITALISMO NÃO TEM HONRA NENHUMA NA ACUMULAÇAO DE RIQUEZA E SIM MUITA PIRATARIA, ROUBO, DISSIMULAÇOES E POR AÍ EM DIANTE. MAS COMO DIZ A PARABOLA QUE O TEMPO É O SENHOR DA VERDADE, EIS AÍ UM EXEMPLO VERDADEIRO DA FRASE. E AGORA ACREDITAR EM QUEM? SOMENTE EM DEUS QUE É A PUREZA DO PENSAMENTO DOS JUSTOS E INOCENTES. SOMENTE ELE SABE O QUE TUDO ACONTECE, como dizia Davi no SALMO 139: 1-6. Senhor, tu me sondas, e me conheces. 2 Tu conheces o meu sentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. 3 Esquadrinhas o meu andar, e o meu deitar, e conheces todos os meus caminhos. 4 Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo conheces. 5 Tu me cercaste em volta, e puseste sobre mim a tua mão. 6 Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim; elevado é, não o posso atingir. E AINDA:Senhor, tu me sondas, e me conheces. 2 Tu conheces o meu sentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. 3 Esquadrinhas o meu andar, e o meu deitar, e conheces todos os meus caminhos. 4 Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo conheces. 5 Tu me cercaste em volta, e puseste sobre mim a tua mão. 6 Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim; elevado é, não o posso atingir. E AINDA EM Mateus 10:30 que diz: E até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temos mais em quem acreditar como humano, em especial, na politica. Este era o homem diferente. Agora entendemos o porque de não querer em eu Governo pessoas com honestidade. Foram buscar tudo quanto é bagaceira prá seu Governo. Ressucitou um bocado deles.
A casa caiu!
Na verdade, nem culpo esse cara de pau do Pop. Esses demagogos do Toninho de Souza, Maggi, Pedrão H, Júlio Pinheiro. Os Walters Rabelos e rivas da vida. O grande culpado disso tudo é o povão, que ainda não sabe votar. Que de dois em dois anos,votam pessimamente mal e da nisso ai. Isso na verdade não vai ter fim nunca. Educação pública de qualidade nunca teremos. Vamos sempre ficar em um eterno circulo vicioso. 50 faz muita diferença!
Sob a tutela de Luiz Pagot (PR), a Lotufo Engenharia, do empresário mato-grossense Mauro Carvalho, também filiado ao PR, assinou contrato de R$ 206,4 milhões com o Ministério dos Transportes, no ano passado. Na eleição de Blairo Maggi à reeleição ao governo do Estado em 2006, Carvalho coordenou a campanha, ao lado de Pagot.
A ligação entre o diretor-geral do Dnit, em férias forçadas, o empreiteiro e o senador republicano cotado para assumir o Ministério dos Transportes ganhou destaque na edição do jornal Folha de S. Paulo, em circulação nesta sexta (8).
Considerado a “sombra” do empresário Mauro Mendes, ex-filiado ao PR e hoje no PSB, que já foi o “menino dos olhos” de Maggi, Carvalho nunca havia ganho licitações federais com a Lotufo antes de Pagot assumir o Dnit. Segundo a Folha de S. Paulo, em abril de 2010, um consórcio que reunia as empreiteiras Lotufo, Agrimat e Cavalga venceu concorrência do Dnit para “implantação, pavimentação e restauração” da BR-163 no Pará, tendo o contrato assinado em junho. Passados três meses, a Lotufo doou R$ 250 mil à campanha de Maggi.
Curiosamente, em outubro, após a eleição do senador, a Lotufo recebeu o primeiro pagamento da autarquia, de R$ 128,5 mil. No total, o governo federal já liberou R$ 5 milhões à empresa e mais R$ 4 milhões para as outras participantes do consórcio. Em 2007, relatório da Assembleia revelou que os repasses do governo mato-grossense à Lotufo cresceram aproximadamente 2.637% durante a gestão de Pagot à frente da secretaria estadual de Infraestrutura.
Contraponto
Procurados pela reportagem da Folha, Maggi alegou ser amigo de Carvalho e negou interferência no comando do Dnit. Pagot, por sua vez, disse não participar das licitações da autarquia e que o consórcio da Lotufo foi escolhido em concorrência singular. Já Mauro Carvalho não retornou às ligações.
Estou morrendo de rir, mui amigo este Pagot, entra no Dnit em 2007 e só em 2010 a Lotufo vence uma licitação ainda mais com dois sócios a Cavalca e a Agrimat ele é um grande amigo da onça, porque varios empreiteiros de MT tem obra no Dnit a muito tempo.
Eu ate agora não entendi porque o ministério publico e a policia federal ainda não se manifestaram nestes problemas todos. isso é só a ponta do estrago que este povo que dizia ser homem sério fizeram com MT. Pena que o brasil é um país sem lei se não este povo tudo tava na cadeia.
vai vendo a vergonha que é VAMOS MINISTERIO PUBLICO E POLICIA FEDERAL E GAECO atras desses vigaristas , esse cara nao pagou o que deve desde a campanha de 2008 desse MAURO CAGOT
Porém, se ficar comprovado algo contra o diretor-geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot e outros, irá de certa forma atingir o senador Blairo Maggi. Afinal Pagot fez parte do governo de Blairo Maggi e os demais são amigos. Conforme Maquiavel: Os governantes serão bons ou maus, de acordo com a prudência que o governante demonstrar. A primeira impressão que se tem de um governante e de sua inteligência é dada pelos homens que o cercam. Quando estes são eficientes e fiéis pode-se sempre considerar o governente sábio, pois foi capaz de reconhecer a capacidade e de manter fidelidade. Mas quando a situação é oposta pode-se sempre fazer dele mau juízo, porque seu primeiro erro terá sido cometido ao escolher os assessores". O senador conhece bem o livro O Príncipe - Maquiavel é não vai querer ser odiado pela massa popular.
ESTRANHO ISSO. MAURO CARVALHO FOI COORDENADOR DE CAMPANHA E FINANCEIRO DO MAURO MENDES. PRA MIM ISSO TÁ CHEIRANDO MUITO MAL,MUITO MAL MESMO. TUDO FARINHA DO MESMO SACO. PENA QUE O SENADOR PEDRO TAQUES ESTEJA METIDO NO MEIO DESTA CANBADA!
Fernando Ordakowski

Blairo Maggi está preocupado em "levar pau" da imprensa nacional devido a escândalos de quando foi governador e também por causa de sua vinculação com Luiz Pagot, que caiu do Dnit após as denúncias sobre mensalão do PR
Ao invés de viver "um sonho" com o convite da presidente Dilma Rousseff para vir a assumir o Ministério dos Transportes, o senador mato-grossense e empresário Blairo Maggi passou a viver "um pesadelo". Acontece que seus interesses políticos se misturam com o privado. Está numa linha tênua. Acionista do Grupo Amaggi, detentor de um conglomerado de empresas, Maggi possui contratos milionários com o governo federal, envolvendo especialmente a Marinha e o BNDES. Se aceitar a cadeira de ministro, futuros financiamentos ficarão impedidos de ser realizados por suas empresas por força de lei. Essa é uma questão que pesa na avaliação do ex-governador quanto ao convite do Palácio do Planalto.
Ademais, o ex-governador por 7 anos e 4 meses teme bombardeio da imprensa nacional, a partir da descoberta de escândalos de seu governo que ficaram limitados ao território mato-grossense, como o superfaturamento em R$ 44 milhões na compra de maquinário, benefícios fiscais a empresas concedidos supostamente com interesses políticos, e denúncia de que teria pago R$ 2 milhões aos empresários Darci e Luiz Antônio Vedoim para ver incluído nomes de adversários políticos na lista de sanguessugas. Pesa ainda contra Blairo Maggi uma investigação no Supremo Tribunal Federal por crimes ambientais cometidos em 2007, quando era governador. Ele é réu ainda numa ação civil aberta em 2008 e que corre na 5ª Vara da Justiça Federal no Distrito Federal por suposta omissão diante de concessão de licenças ambientais ilegais e das queimadas que consumiram parques e reservas em Mato Grosso.
O senador deve satisfação também quanto à acusação que cai sobre os ombros do afilhado político Luiz Antonio Pagot, que perdeu o cargo de diretor-geral do Dnit, após a revista Veja divulgar que o seu partido, o PR, estaria recebendo mensalão, a partir de um esquema montado dentro do Ministério dos Transportes e em órgãos vinculados. Pagot foi pilhado também recebendo salários do Senado sem trabalhar. Foi funcionário fantasma entre 1995 e 2002.
Essas implicâncias têm deixado o senador republicano um tanto receoso. Ele sabe que, a partir de agora, sua vida privada e pública passará por devassa. Apesar disso, possui bom trânsito com a presidente Dilma, que o deseja no cargo de ministro, mas quer ver afastado também uma banda do PR, aquela que agrega políticos com o deputado Valdemar Costa Neto, que esteve envolvido no mensalão e agora no esquema de propina no ministério conduzido pela legenda republicana. Maggi ficou de dar uma resposta ao Palácio do Planalto na próxima semana. É provável que recue. Sente que o lombo já está doendo.
Mané-gaúcho-porrete, você já tá afogado no chimarrão, saias e bombachas da gaúchada... Resta você agora, brincar de peteca, pular corda e dançar balé...
Além do CINÍSMO,também uma alta dose de digamos "viúvez". Não houve da minha parte comparações,mesmo porque ,respeito a individualidade de cada qual. Relatei apenas o "fato", da demissão por telefone e por quem de direito. E vou além; a Dilma afagou o ego não só do principe,que boquiaberto revelou-se um Narciso emplumado,e de leva, surta com os súditos. A Presidenta além de dar uma surra no o bócos ainda os dividiu!!! O que era pouco esta acabando.
Esse tal de Maneporrete, deve usar bom bacho cor de rosa, tomar chimarrão e brincar de peteca... e praticar balé... tentar comparar o saudoso Dante Martins de Oliveira com o tal Blairo Mágico... É tentar comparar o Amazonas com O mar... Dante É DANTE E NÃO SE DISCUTI...!!!
Porém, se ficar comprovado algo contra o diretor-geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot irá de certa forma atingir o senador Blairo Maggi. Afinal, Pagot fez parte do governo de Blairo Maggi. Conforme Maquiavel: Os governantes serão bons ou maus, de acordo com a prudência que o governante demonstrar. A primeira impressão que se tem de um governante e de sua inteligência é dada pelos homens que o cercam. Quando estes são eficientes e fiéis pode-se sempre considerar o governente sábio, pois foi capaz de reconhecer a capacidade e de manter fidelidade. Mas quando a situação é oposta pode-se sempre fazer dele mau juízo, porque seu primeiro erro terá sido cometido ao escolher os assessores". O senador conhece bem o livro O Príncipe - Maquiavel é não vai querer ser odiado pela massa popular.
E o cinismo hem? Quanto cinismo! Dante ,que Deus o tenha,é uma trste lembrança,êle ,Fernando o Henrique, Antero,Wilson... Cinismo escancarado!!! Bastou a Dilma afagar o ego do Principe, para que se ouvisse; nossa ela está surpreendendo!!! Nossa como ela é firme,tem pulso!!! De repente,não mais que de repente estampa-se na Veja, e ai pronto,o Bolinha de papel(Serra), o Bebim(Aecio), o Picolé de xuxu(Alquimim),vão prá escanteio. Ó abôrto,a guerrilheira, a marionete virou SANTA!!! QUANTO C I N I S M O!!! Blairo sabiamente,não aceitou. Ponto !!! Não foi no conto da Sereia como Dante, que não se esqueçam; DEMITIDO POR TELEFONE, e pior.por Sarney!!!
Luiz Antonio Pagot, que antes de ocupar cargo público atuou na Marinha, está agora furioso. Mesmo sob forte desgaste político devido às acusações de suposto envolvimento em irregularidades e do seu afastamento imediato da direção-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura, ele não aceita essa decisão do Palácio do Planalto de mandar o ministro Alfredo Nascimento tirá-lo do cargo temporariamente.
Em conversa com parlamentares do PR, o seu partido que, inclusive, o indicou para o cargo vinculado ao Ministério do Transportes, Pagot disse que está sendo injustiçado e esbravejou: "Ou a presidente (Dilma) me exonera ou me mantém no cargo definitivamente".
O ex-secretário de três pastas da gestão Blairo Maggi parece ignorar que Dilma não o quer mais no Dnit. Pagot já arrumou confusão demais para o governo e, de quebra, está no centro de um escândalo revelado pela revista Veja desta semana e que levou a presidente a determinar afastamento de quatro altos funcionários do ministério e de autarquias. Pagot se queixou também com o seu padrinho político, o ex-governador e senador Maggi, de quem recebeu respaldo. Maggi, aliás, o tranquilizou. Garantiu que a crise será contornada é que seu indicado reassumirá o Dnit, autarquia detentora de um orçamento de R$ 15,5 bilhões por ano.
Para fugir do tiroteio e do constrangimento de não poder dar expediente no órgão, o próprio Pagot protocolou pedido de férias. O curioso é que foi ele mesmo quem despachou o pedido, encaminhado nesta terça para o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS). Se ofereceu também para ser ouvido no Congresso Nacional, mas assim que terminar suas férias.
Pagot conta que, na conversa com o ministro Nascimento, no último sábado, este não comentou sobre o seu afastamento. Irritado, disse que não é assim que se tira uma pessoa, sem haver provas de supostas irregularidades. Avisou que não aceita nem a acusação e nem o afastamento para investigação.
Também foram afastados o chefe de gabinete do ministro, Mauro Barbosa da Silva; o assessor do gabinete, Luís Tito Bonvini; e o diretor-presidente da Valec, José Francisco das Neves. A decisão foi tomada após reportagem da revista Veja, que aponta suposta cobrança de propina por integrantes do PR para liberar aditivos de contratos e viciar licitações.
Injustiça é ele ainda estar solto, isso sim.
COM ISSO TERMINAM OS SONHOS DA CANDIDATURA DE PAGOT AO GOVERNO DO ESTADO, INVIABILIZADO ESTÁ O RETORNO DE MAURO MENDES AO PR E O PMDB GOVERNANTE E OUTROS EXCLUIDOS PODEM JÁ PENSAR COM MAIS CALMA NUM PROJETO DE FUTURO. ERAM SÓ ELES OS HOMENS DE CONFIANÇA DE BLAIRO (DE EXPRESSÃO). ISSO TUDO NO ANO ANTERIOR À ELEIÇÃO MUNICIPAL. ETA MUNDÃO QUE DÁ VOLTA
"Pagot informou que soube do seu afastamento pela imprensa, no sábado. "O ministro me ligou e disse que a presidenta Dilma exigiu que ele tomasse uma providência, mas não me falou de afastamento"...vc..cagott é um estranho no NINHO,hoje ou amanha ,a sua cabeça iria rola.....PEDE PRA SAIR PEDE!!!!!
Zé bobó, la de Poconé, me contou que Dante quando ficou sabendo das maledicencias apontadas pela veja no sabado, seus ossos remexeram, juntaram-se, ressuscitou...mas quando Dom ali babá Blairo, disse que pagott não sabia de nada e era inocente, o ex governador suicidou-se. Ele não aguentou, não acreditou que estes senhores Ungidos, probos, retelineos, ricos, que não precisam roubar, esses senhores que colocaram seu nome no lamaçal, agora são...deixa pra.
seja forte e durão pagot ,não era assim que te chamavam de trator, pois aqui fora do poder na iniciativa privada seu cara de......... não tem lugar pra DODÓI presta atenção hein seu...................................
Luiz Pagot estava presente na reunião do último dia 24, no Palácio do Planalto, quando a presidente Dilma Rousseff cobrou explicações sobre a explosão dos valores dos empreendimentos vinculados ao PAC, reclamou das aumentos sucessivos dos custos das obras em rodovias e ferrovias e criticou o descontrole nos aditivos realizados em contratos firmados com empreiteiras pelo Ministério dos Transportes e pelo Dnit. O encontro durou quatro horas, informa Veja desta semana em denúncia de 6 páginas e que levou o Planalto a determinar afastamento de Pagot e de outros integrantes da cúpula do Dnit por causa de denúncias de irregularidades.
A revista assegura ter levantado informações sobre existência de uma gestão paralela nada republicana em Brasília, envolvendo dirigentes do Dnit e do PR, que estariam cobrando propina de seus fornecedores em troca de sucesso em licitações. Daria também garantia de superfaturamento de preços e permitindo aditivos.
Os empresários entram como pagadores de pedágio político de 4% sobre o valor das faturas recebidas. "A maior parte dos recursos é destinada aos cofres da direção nacional do PR, sigla comandada pelo ministro dos Transportes Alfredo Nascimento e pelo deputado Valdemar Costa Neto. O restante agracia parlamentares dos estados nos quais as obras são realizadas", escreve o repórter de Veja, Daniel Pereira, que compara o esquema ao mensalão que abateu sobre o governo Lula, há 6 anos.
Na sala de Pagot
Valdemar, que está no sexto mandato de deputado federal e chegou a renunciar em 2005 por causa do seu envolvimento no mensalão, é quem manda no PR. Segundo Veja, em 4 de maio, ele se reuniu com representantes de 15 empresas de consultoria na sala de Pagot. Discutiu obras para 12 mil km de rodovias federais, algo em torno de R$ 7 bilhões. A revista enfatiza que os membros do PR alertaram na reunião que as obras só sairiam do papel se as consultorias aperfeiçoassem os projetos, adequando as propostas às exigências do TCU. Em seguida, Pagot avisou que estava em jogo não apenas uma questão técnica, mas uma missão partidária. Afirmou que o PR teria de deixar como legado de sua passagem pelo ministério uma efetiva e perceptível melhoria no estado de conservação das rodovias brasileiras.
Segundo a revista, por traz desse do discurso de Pagot, está uma sombria realidade dos negócios, que seria cobrança de 5% das consultorias, um ponto percentual maior do que o pedido às empreiteiras. Destaca também que, para ter o controle absoluto do processo, o PR atua e cobra nas duas pontas. "Acerta" os detalhes técnicos com as consultorias e, depois, mantém uma parceria informal com a Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias (Aneor), presidida por José Alberto Ribeiro. O deputado Valdemar seria quem direciona o esquema.
Na prática, os inadiministráveis do PR, conforme a revista Veja, são o deputado Valdemar, presidente de honra da legenda e o ministro Alfredo Nascimento, que comanda a legenda no país. Empresas de consultoria participam para elevar os custos, assim como a Aneor para combinar valores e quais empresas devem vencer as licitações. Entrariam também Pagot, que conduz orçamento de R$ 15,5 milhões; José Francisco, da Valec, estatal que cuida da malha ferroviária e detentora de R$ 2,2 bilhões, e ainda Mauro Barbosa, chefe de gabinete do ministro Alfredo e o arrecadador-geral Luiz Tito para "abastecer" o PR e as bancadas estaduais - Confira mais detalhes no quadro acima divulgado por Veja sobre a relação sobria no Ministério dos Transportes.
É qdo agente falava em rodas de conversas políticas, PÔ WS é boa gente, dante trabalhou muito, antero é honesto MT e Brasil perdeu qdo ele não foi eleito ao senado, FUI MOTIVO de chacotas por várias pessoas, a verdade que o povo gosta mesmo é de esquema, PAGOT saia candidato a prefeito de Cuiabá e posteriormente ao governo de MT QUE O POVO GOSTA!!!
Pagot vai ser Secretário de Murilo Dormindo em VG.
Taí a explicação porque que o PR tem a maior bancada de políticos em MT e porque Blairo e silval foram eleitos no 1º turno com o nosso dinheiro é realmente uma quadrilha.
Por essas e outras que devemos privatizar tudo nesse pais
Rodrigo Monteiro, vc esqueceu o prefeito de Tangará da Serra, LADEIA, só gente boa....kkkkkkkkkkkk.
Fernando Ordakowski

Luiz Pagot, que foi o trator do governo Maggi, agora "atola" no Dnit por causa de escândalo e é afastado do cargo
O afastamento de Luiz Antonio Pagot da direção-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes por causa de esquema de propina do PR, escândalo revelado pela revista Veja desta semana, deforma todo o conceito de boa gestão propagado pelo grupo do hoje senador Blairo Maggi, que conquistou a cadeira de governador por duas vezes dentro do foco da transparência, honestidade e quebra de paradigma.
Maggi priorizou e teve como principal bandeira a infraestrutura. Avançou bem no setor, com construção de novas rodovias. E teve Pagot como supersecretário, um trator batizado de tocador de obras e que, por isso, ganhou espaço nos governos petistas de Lula e Dilma. O ex-governador foi o avalista do nome do seu afilhado político para vir a conduzir uma das autarquias mais cobiçadas do governo federal, com orçamento de R$ 14 bilhões anuais. Agora, com a denúncia que levou a presidente a mandar afastar os principais dirigentes do Dnit, entre eles Pagot, a turma da botina vê uma de suas pernas quebradas.
O curioso é que foi esse grupo da turma da botina, quem, ainda em 2002, assim que Maggi se elegeu governador, escalou Pagot para denunciar a caixa preta do governo Dante de Oliveira, o que trouxe desgaste ao tucano. Agora, Pagot é denunciado.
Os ataques à imagem do diretor-geral do Dnit afastado devem ganhar força na oposição, tanto em âmbito estadual quanto no Congresso Nacional, mesmo que negue participação ou conivência em um esquema no Ministério dos Transportes, o qual o Dnit é vinculado. Segundo a denúncia, dirigentes do PR, partido de Maggi, Pagot e presidido em Mato Grosso pelo deputado Wellington Fagundes, estariam cobrando propina de fornecedores em troca de sucesso em licitações, dando garantia de superfaturamento de preços.
O esquema seria comandado pelo ministro Alfredo Nascimento e pelo deputado Valdemar Costa Neto, que em 2005 foi obrigado a renunciar ao mandato na Câmara, por causa do escândalo do mensalão.
O assunto deve ser mantido na pauta por alguns dias. Desde já, fica a impressão de que Pagot não soube honrar a oportunidade de representar Mato Grosso num dos cargos mais importantes da União. Seu afastamento temporário e, consequentemente, a exoneração, prejudica o Estado, que espera a conclusão de obras vitais para o seu desenvolvimento.
Histórico
Muita confusão gera em torno da figura de Pagot. Seu processo de nomeação no Dnit demorou 6 meses. Passou todo esse período bombardeado de críticas por ter sido fantasma do gabinete do ex-senador Jonas Pinheiro (já falecido). Depois, perdeu o direito à primeira-suplência do senador Jayme Campos, que pediu licença, forçando-o a optar entre a vaga provisória no Senado ou a saída do Dnit. Escolheu a autarquia.
Há dois meses, em discurso, Pagot incentivou um grupo de gestores públicos e empresários paranaenses a atear fogo numa praça de pedágio se a construtora não concluísse obra de duplicação de uma BR. A incitação à violência deixou a presidente Dilma preocupada. Agora, o Palácio do Planalto não foi complacente. Bastou estourar o escândalo que se convencionou chamar de mensalão do PR que Dilma mandou logo afastar Pagot e também o chefe de gabinete do Ministério, Mauro Barbosa da Silva, o assessor Luís Tito Bonvini, e o presidente da Valec, José Francisco das Neves.
Não se trata de pesquisa eleitoral, mas de mero levantamento de opiniões de leitores do RDNews e do Blog do Romilson, com participação espontânea dos internautas. Resultado sem valor científico.
Gaucho, Paranaense e Catarinense que presta não sai do sul, o que aqui estão são: Vilceu Marcheti(Sinfra), Luiz Antonio Pagot(Dnit), etc..... João MT...
Sem duvidas que toda essa relação como squema de menslão so mudaria de lugar mas continuaria no governo lula, no Brasil e assim mesmo o povo paga a conta por essa classe de gestores oprtunista e infiéis do povo.
Ainda bem que a imprensa nacional vem mostrar o que todos já sabiam, montaram um esquema para enriquecimento de cumprades, que vai desde a área de energia com PCHs até empreiteiras para construção de estradas, já está acabando em menos de 01 ano os asfaltos que construiram de Cuiabá Chapada e Santo Antonio Barão não passa de uma pincelada com tinta preta, e o que PAGOT fez por MT, nada terminou, somente quem sai do estado sabe que basta entrar em MS o asfalto é de outro mundo, já reformaram várias vezes e com qualidade, e na BR 163 de Cuiabá a SINOP só remendo mau feito, o que o pessoal do Pará vem denunciando faz tempo, só os MATO GROSSENSES apoiam aplaudem essa vergonha ainda dão voto para essa turma que posam de empresários bem sucedidos, mas desviando dinheiro do povo é AMAGIca de sumir com dinheiro público e aparecer no bolso da turma de cumprades, VERGONHA PARA MATO GROSSO.
Muito bem lembrado Josué Ribeiro, a policia do PT"zinho" deveria agoooooooora tambem, prender e depois investigar, porque nao colocaram algemas no Ali baba Pagot, porque sera em PF do Pt.
armacoes da turma da botina 'PAGOT MAGGI' campanha de 2002 "cheque do waldir serquera " (2) caixa preta (3) o PAC contra o WILSON uma farça (4)docie contra SERYS ANTERO (5) cheque do MAUROde 1.100 mil (6) inquerito do josino pra enganar a justiça (7) MENSALÃO DO PR (8) MAGGICA do maquinario (9) comprando eleições pelo MT
O Ministério Público Eleitoral protocolou 326 representações contra empresas e pessoas físicas de Mato Grosso que efetuaram doações acima do limite legal para candidatos nas eleições de 2010. São 100 empresas e 226 doadores individuais. Todos foram acionados pelo procurador regional eleitoral, Thiago Lemos de Andrade, sob sigilo.
As irregularidades foram identificadas a partir do cruzamento dos dados fornecidos pelos candidatos ao TRE e as declarações de Imposto de Renda dos doadores, fornecidas pela Receita Federal.
Os doadores acionados estão sujeitos ao pagamento de multas no valor de cinco a 10 vezes a quantia doada em excesso. No caso das pessoas jurídicas, além de multadas, elas ficam proibidas de participar de licitações públicas e de celebrar contratos com o poder público pelo prazo de cinco anos.
A Lei 9.504/97 fixa o limite de doações para candidatos ou partidos políticos em 10% dos rendimentos brutos auferidos por pessoas físicas no ano anterior à eleição, e 2% do faturamento bruto, no caso de pessoas jurídicas. A regra foi estabelecida pela Lei das Eleições para combater o abuso de poder econômico.
ISSO MESMO MUITO BEM MP, AGORA SIM , VAI ESTAS PESSOAS SE ACHANDO QUE NADA FICA CERTO , VAMOS PEGAR E JOGAR FORA OS GATUNOS
Não é possivel que algum contador cometa um erro tão elementar, primário e medíocre como este.Vai prejudicar o candidato/eleito.
2012:
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