O desembargador Luiz Ferreira da Silva tomou posse nesta sexta (4), como juiz-membro substituto do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) na vaga antes ocupada pelo desembargador Juvenal Pereira da Silva, que deixou a Justiça Eleitoral para assumir o cargo de vice-presidente do Tribunal de Justiça na última terça, 1º de março. A posse ocorreu no gabinete da presidência do TRE e foi conduzida pelo presidente, desembargador Rui Ramos.
Ferreira da Silva atua como desembargador desde outubro de 2008. É oriundo do quinto constitucional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Apesar do recesso do Carnaval, que tem início neste sábado e só deve terminar na próxima quarta (9) após o meio dia, o magistrado garantiu que não vai descansar durante este tempo. Ele solicitou cópias do regimento interno do TRE e das resoluções do Tribunal Superior Eleitoral e prometeu estudar todos os processos durante o período de folga. "Espero corresponder à expectativa dos meus pares e da população”, afirmou.
O TRE condenou o governador Silval Barbosa (PMDB) e seu vice Chico Daltro (PP) a pagarem R$ 5 mil de multa pelo fato da coligação “Mato Grosso Em Primeiro Lugar” supostamente ter se beneficiado ao distribuir, para alguns sites de notícias, vídeos trazendo as realizações do governo estadual para o município de Cuiabá.
A decisão foi unânime e o pleno julgou procedente a representação eleitoral movida pela coligação “Mato Grosso Melhor pra Você”, do então candidato ao governo Mauro Mendes Ferreira (PSB). O fato é que a veiculação dos vídeos na internet se deu em período vedado pela legislação eleitoral, ou seja, em agosto de 2010.
'Sou Ari Pargendler, presidente do STJ. Você está demitido' A frase acima revela parte da humilhação vivida por um estagiário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) após um momento de fúria do presidente da Corte, Ari Pargendler (na foto). O episódio foi registrado na 5a delegacia da Polícia Civil do Distrito Federal às 21h05 de ontem, quinta-feira (20). O boletim de ocorrência (BO) que tem como motivo "injúria real", recebeu o número 5019/10. Ele é assinado pelo delegado Laércio Rossetto. O blog procurou o presidente do STJ, mas foi informado pela assessoria do Tribunal que ele estava no Rio Grande do Sul e que não seria possível entrevistá-lo por telefone. O autor do BO e alvo da demissão: Marco Paulo dos Santos, 24 anos, até então estagiário do curso de administração na Coordenadoria de Pagamento do STJ. O motivo da demissão? Marco estava imediatamente atrás do presidente do Tribunal no momento em que o ministro usava um caixa rápido, localizado no interior da Corte. A explosão do presidente do STJ ocorreu na tarde da última terça-feira (19) quando fazia uma transação em uma das máquinas do Banco do Brasil. No mesmo momento, Marco se encaminhou a outro caixa - próximo de Pargendler - para depositar um cheque de uma colega de trabalho. Ao ver uma mensagem de erro na tela da máquina, o estagiário foi informado por um funcionário da agência, que o único caixa disponível para depósito era exatamente o que o ministro estava usando. Segundo Marco, ele deslocou-se até a linha marcada no chão, atrás do ministro, local indicado para o próximo cliente. Incomodado com a proximidade de Marco, Pargendler teria disparado: "Você quer sair daqui porque estou fazendo uma transação pessoal." Marco: "Mas estou atrás da linha de espera". O ministro: "Sai daqui. Vai fazer o que você tem quer fazer em outro lugar". Marco tentou explicar ao ministro que o único caixa para depósito disponível era aquele e que por isso aguardaria no local. Diante da resposta, Pargendler perdeu a calma e disse: "Sou Ari Pargendler, presidente do STJ, e você está demitido, está fora daqui". Até o anúncio do ministro, Marco diz que não sabia quem ele era. Fabiane Cadete, estudante do nono semestre de Direito do Instituto de Educação Superior de Brasília, uma das testemunhas citadas no boletim de ocorrência, confirmou ao blog o que Marco disse ter ouvido do ministro. "Ele [Ari Pargendler] ficou olhando para o lado e para o outro e começou a gritar com o rapaz. Avançou sobre ele e puxou várias vezes o crachá que ele carregava no pescoço. E disse: "Você já era! Você já era! Você já era!", conta Fabiane. "Fiquei horrorizada. Foi uma violência gratuita", acrescentou. Segundo Fabiane, no momento em que o ministro partiu para cima de Marco disposto a arrancar seu crachá, ele não reagiu. "O menino ficou parado, não teve reação nenhuma". De acordo com colegas de trabalho de Marco, apenas uma hora depois do episódio, a carta de dispensa estava em cima da mesa do chefe do setor onde ele trabalhava. Demitido, Marco ainda foi informado por funcionários da Seção de Movimentação de Pessoas do Tribunal, responsável pela contratação de estagiários, para ficar tranqüilo porque "nada constaria a respeito do ocorrido nos registros funcionais". O delegado Laercio Rossetto disse ao blog que o caso será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) porque a Polícia Civil não tem "competência legal" para investigar ocorrências que envolvam ministros sujeitos a foro privilegiado." Pargendler é presidente do STJ desde o último dia três de agosto. Tem 63 anos, é gaúcho de Passo Fundo e integra o tribunal desde 1995. Foi também ministro do Tribunal Superior Eleitoral. - - - Viu só? Agora você quer saber QUEM é o estagiário demitido? Ok, isso também saiu no blog do Noblat. Quem é Marco, o estagiário demitido pelo presidente do STJ Alvo de momento de fúria do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ari Pargendler, o estudante Marco Paulo dos Santos, 24 anos, nasceu na Grécia, filho de mãe brasileira e pai africano (Cabo Verde). Aos dois anos de idade, após a separação dos pais, Marco veio para o Brasil com a mãe e o irmão mais velho. Antes de começar a estagiar no Tribunal fazia bicos dando aulas de violão. Segundo ele, a oportunidade de estagiar no Tribunal surgiu no início do ano, 2010. O estágio foi seu primeiro emprego. "Não sei bem se foi em fevereiro ou março. Mas passei entre os 10 primeiros colocados e fui convocado para a entrevista final. O meu ex-chefe foi quem me entrevistou", relembra. Marco passou a receber uma bolsa mensal de R$ 600 e mais auxílio transporte de R$ 8 por dia. "Trabalhava das 13h às 19h. Tinha função administrativa. Trabalhava com processos, com arquivos, com informações da área de pagamentos", explica. No período da manhã, ele freqüenta a Escola de Choro Raphael Rabello, onde aprende violão desde 2008. À noite, atravessa de ônibus os 32km que separam a cidade de Valparaíso de Goías, onde mora, da faculdade, em Brasília, onde cursa o quinto semestre de Administração. Sobre sua demissão do STJ, parece atônito: "Ainda estou meio sem saber o que fazer. Tudo aconteceu muito rápido. Mas já tinha planos de montar uma escola de música na minha região onde moro". Repasse, talvez chegue até ao Ministro e ele saiba que muita gente sabe da sua prepotência...
como diz vossa musica de posse "excelentissimo Governado" De um estupendo grito, De uma tristeza louca, Serena... Como uma raiva de amar, Alegria! é assim que o povo deve se sentir né? vai tudo pro buraco mas "Alegria"
o duro é que o maggi tem muita roça.
Fernando Ordakowski

O promotor de Justiça Marcos Machado e a juíza Maria Erotides devem integrar o Pleno do TJ-MT nos próximos dias
O Tribunal de Justiça aguarda uma definição do CNJ quanto ao processo envolvendo o juiz Fernando Miranda, possivelmente no final deste mês, para poder retomar às promoções à cadeira de desembargador. Hoje existe vacância de 7 vagas para magistrado e de 1 para membro do Ministério Público. Miranda chegou a ser promovido há exatamente um ano, mas houve contestação antes deste tomar posse. O Conselho Nacional de Justiça solicitou que o corregedor-geral do TJ, desembargador Manoel Ornellas, investigue a suposta devolução de cheques emitidos pelo magistrado para o pagamento de empréstimos feitos por um ex-servidor junto ao Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob).
Ornellas se manifestou contra a promoção. No CNJ o processo deve voltar à pauta já na primeira sessão deste ano Judiciário, a partir do próximo dia 25. Dificilmente Miranda será promovido. Pesa contra ele acusações de falta de urbanidade, corrupção, negligência, ação de despejo por falta de pagamento de aluguel, parcialidade em julgamento e ação de cobrança.
Como Miranda é o mais antigo dos juízes de entrância especial, sua promoção, por antiguidade, estaria assegurada não fosse essas pendências jurídicas. Somente após uma definição desse caso é que o Pleno do TJ retomará análise para os próximos da fila. O voto do conselheiro-relator do CNJ, ministro Luiz Felipe Locke, é pela não-promoção. Se for confirmado pelos demais conselheiros, Miranda permanece juiz e entra Maria Erotides, da 1ª Vara Criminal de Várzea Grande. Um desembargador ganha mais de R$ 22 mil mensais e usufrui de uma série de privilégios e regalias. A composição do TJ é para 30 cadeiras, mas hoje há vacância de 8.
Cotas
O blog levantou junto a três desembargadores os nomes mais cotados para as próximas promoções. Devem conquistar cadeiras no Pleno do TJ, pelo critério de merecimento, os juízes Sebastião Faria, Dirceu dos Santos e João Ferreira Filho. Círio Miotto que poderia entrar com chances reais de ser escolhido, está afastado por decisão do Superior Tribunal de Justiça. Por antiguidade, vivem expectativa de virar desembargadores. Já por antiguidade, depois de Maria Erotides, aparecem os juízes Luis Carlos, Maria Aparecida Ribeiro e Adilson Polegatto.
Já sob indicação do Ministério Público, com a aposentadoria de Leônidas Monteiro, o nome mais cotado de uma lista sêxtupla é do promotor de Justiça Marcos Henrique Machado. Os demais são os procuradores Mauro Delfino, Silvana Corrêa Viana, Eunice Helena de Barros e Eliana Maranhão e a promotora Márcia Furlan. Após o TJ escolher três nomes, caberá ao governador Silval Barbosa a nomeação de um deles.
Essas vagas estão abertas com as aposentadorias de Díocles Figueiredo, Paulo Lessa, Jurandir Castilho, Antonio Bittar e Donato Fortunato Ojeda, além de Leônidas.
Nomes mais cotados para as próximos
promoções de desembargador no TJ
Por antiguidade...
Fernando Miranda (*)
Maria Erotides
Luiz Carlos
Maria Aparecida Ribeiro
Adilson Polegatto
...por merecimento...
Sebastião Faria
Dirceu dos Santos
Círio Miotto (**)
João Ferreira Filho
...e pelo MPE...
(***)Marcos Machado
-------------------------
(*) Aguarda julgamento no CNJ
(**) Está afastado por determinação do STJ
(***) Integra lista sêxtupla
Até que enfim a sociedade patriarcal dentro do TJ elegerão a mais célere dos juizes para a vaga de desembargadora, ela já era para entrar por merecimento, massss pq tem marido com tatuagem e religião distinta, e outras coisitas mais(coisas de preconceito maçônico), que ela não tinha entrado por merecimento, preconceito esdrúxulo, e ridículo, vai entender o pq dessa máfia chamada maçonaria, e toda essa cultura patriarcal a qual o TJ esta parcialmente envolvido, a sociedade perdeu muito no passado, mas agora soa o ar de felicidade datado no sentimento impar de justiça ao qual eu referendo nessa pessoa, a conheci na Águas Quentes, informalmente, e em palestras formais sem contato na academia, sendo sempre uma pessoa humilde e eficiente... quiçá a mais eficiente de todo poder judiciário...Parabéns você merece Nobre julgadora! Continue assim sempre eficiente....agora deu até vontade de Tirar OAB! o Tribunal se renovaaa, com ar da verdadeira e cristalina justiça! ConvocoUma salma de palmas para Dra. Erotides, ela merece! Eu nunca tive tanta emoção e prazer de tecer um comentário a favor de alguem no site RDnews como eu faço nesse momento! aaaaaa tem mais uma o Marco machado tem muitoooo pra aprender para chegar no Degrau e no nível que galga a douta Nobre Julgadora Maria Erotides! Nem se compara!
até no TJ tem promoção por antiguidade. parabéns. na PM só por merecimento, e que merecimento: Formação de quadrilha, peculato, corrupção, tortura, pistolagem, grilagem de terras..... esses crimes são bem vistos pelo critério de MERECIMENTO. No TJ pequeno desvio de conduta, já não é promovido, e mesmo assim foram afastados vários magistrados, imaginem se fossem promovidos com vários processos??? aprende PM, por isso que está desacreditada e desmoralizada.
Quem sabe agora o Tribunal de Justiça volte a ser um lugar pra fazer JUSTIÇA. Parabéns dotora Erotildes
Sr. Milton Ribeiro discordo da sua opinião pejorativa e equivocada ao associar o exercício do cargo de confiança no Executivo com "jeitinho político". Sou funcionário público de carreira no Executivo, logo irei aposentar, e já ocupei diversos cargos de confiança ao longo de minha carreira; e lhe asseguro que nunca usei esse 'jeitinho' na condução do meu trabalho. De fato, é praxe ocorrer indicação política para exercer cargos de confiança ou comissionado, mas antes de tudo é necessário ter no mínimo formação, competência técnica e ética. Portanto, não generalize, pois no Judiciário e Legislativo também existem indicações. Com relação ao Promotor de Justiça é sabido que sua formação precípua deve ser imperativamente jurídica. Além disso, no assunto em tela, acredito que a experiência de um membro do Ministério Público no Poder Executivo é extremamente relevante, pois o mesmo não ficará restrito a uma visão unilateral às demandas que tiver que decidir.
estou na torcida Dra. erotildes acho que é indiscutivelmente merecido , pareabéns excelentissima.
A inspeção no Tribunal de Justiça não possui qualquer relação com as investigações que culminaram no afastamento de 10 magistrados neste ano. A afirmação foi feita pelo juiz-auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ), Nicolau Lupianhes, que juntamente com outros quatro juízes e 18 assessores realizam uma operação “pente-fino” em todos os gabinetes dos desembargadores, nos setores administrativo, de recursos humanos e de informática. Também será verificado como o orçamento do TJ está sendo aplicado.
Apesar disso, ele pondera que se novas informações relativas a irregularidades chegarem ao CNJ, um novo procedimento poderá ser instaurado. “Não estamos aqui para fazer uma caça às bruxas, mas, sim, para saber quais são os pontos positivos e negativos do Tribunal de Justiça de Mato Grosso”, pontuou o magistrado.
Mato Grosso é o 19º Estado a ser inspecionado pelo CNJ. Desta vez, a correição ocorrerá apenas na Capital, abrangendo o TJ e algumas varas. Conforme Nicolau, o interior não receberá a visita do conselho, ao menos por enquanto, devido ao fato do calendário estar bastante apertado. O recesso no Poder Judiciário inicia no próximo dia 20. “Não teríamos tempo para lançar equipes no interior”, ponderou o magistrado.
De todo modo, as pessoas de todo o Estado podem vir à Capital para apresentar denúncias, sugestões ou reclamações relativas a atuação do Poder Judiciário no estado. O atendimento aos mato-grossenses começa nesta terça (14) e se estende até quarta (15), quando será realizada uma audiência pública no TJ. Os debates ocorrem a partir das 13h no próprio TJ. Para participar, as entidades legalmente constituídas e pessoas físicas precisam se inscrever no saguão da entrada principal do TJ a partir das 10h desta terça.
Os trabalhos serão conduzidos pela corregedora nacional, ministra Eliana Calmon, e pelo juiz Ricardo Chimenti. A tendência é que documentos sejam levados para o CNJ, onde serão melhor analisados pelo conselho. Posteriormente, um relatório será emitido e submetido a votação do pleno. “Não há prazo para a conclusão do relatório dada a complexidade de uma inspeção. Não podemos confundir celeridade com atropelo”, pontuou Nicolau.
Cinco juízes e 14 assessores, juntamente com a corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, e com o juiz Ricardo Chimenti, iniciam nesta segunda (13) a realização de uma inspeção no Tribunal de Justiça do Estado, que é o 19º a ser inspecionado pelos membros do Conselho Nacional de Justiça no país.
A correição acontece nas unidades administrativas (judiciais e extrajudiciais) e judiciárias de 1ª e 2ª instâncias. A correição prosseguirá até quarta (15). A expectativa, segundo o presidente do TJ José Silvério Gomes, é de que os trabalhos do CNJ auxiliem o Judiciário mato-grossense a aperfeiçoar os seus mecanismos e eliminar possíveis falhas e fragilidades.
Após a realização da inspeção, o CNJ realiza a segunda etapa da visita, que consiste na realização de audiência pública para ouvir o que a população pensa do Poder Judiciário. Os debates ocorrem nesta quarta (15) às 13h no próprio TJ. Para participar, as entidades legalmente constituídas e pessoas físicas precisam se inscrever no saguão da entrada principal do TJ a partir das 10h desta terça (14). Há uma expectativa quanto à realização da audiência, porque o CNJ poderá receber denúncias relativas a ingerências no Poder Judiciário, que neste ano foi colocado em "xeque" após à aposentadoria compulsória de 4 desembargadores e 7 juízes, que após liminares, voltaram ao trabalho.

Uma investigação que tramita sob sigilo no Tribunal Regional Eleitoral pode resultar na suspensão da diplomação do governador reeleito Silval Barbosa (PMDB), do seu vice Chico Daltro (PP) e ainda de candidatos proporcionais que obtiveram êxito nas urnas, como o deputado federal reeleito Carlos Bezerra e de sua esposa Teté, que garantiu vaga de deputada estadual. Trata-se do processo que apura uso indevido da máquina pública, por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Empaer), na campanha no primeiro turno. A denúncia foi feita pela coligação do candidato Mauro Mendes (PSB), segundo colocado nas urnas.
Se, de fato, a Justiça decretar essas punições, a tendência é de haver eleição suplementar. Nesse caso, quem assumiria a cadeira de governador seria o presidente da Assembleia, deputado Mauro Savi (PR). Nas vagas de Bezerra e Teté entrariam, respectivamente, a hoje senadora e que ficou na primeira-suplência Serys Marly e o empreiteiro Ondanir Bortolini, o Nininho.

Esse processo está tirando o sono do Palácio Paiaguás. É tido como o mais grave de todos os que foram abertos para apurar denúncias sobre compra de votos e utilização da máquina em campanha. O governador se mostra preocupado, assim como assessores e a banca de advogados. Enquanto isso, a oposição tem feito até reunião para, desde já, discutir estratégias pensando numa eleição fora de época. Mauro Mendes debateu o assunto na semana passada com seus advogados, num encontro com as presenças do seu candidato a vice Otaviano Pivetta e com Percival Muniz, deputado estadual reeleito e presidente do PPS.
O relator do processo é o desembargador Márcio Vidal, um dos membros do Pleno do TRE. Ele já ouviu alguns implicados no caso, como o presidente da Empaer Enock Alves dos Santos, responsável por convocar a reunião de 5 de agosto, à noite, no QG da campanha majoritária, montado à avenida Agrícola Paes de Barros, ao lado do ginásio Aecim Tocantins, em Cuiabá. O procurador regional eleitoral Thiago Lemos juntou ao processo um farto material que configura crime eleitoral, como fotografias, áudio com alguns discursos e documentos sobre a reunião.
O sindicalista Enock foi motivado a convocar o encontro pelo cacique do PMDB Carlos Bezerra, para quem fez campanha escandarada. Ele assinou o Ofício 140, com papel timbrado da Empaer e datado de 29 de julho, para convocar servidores da empresa à reunião de trabalho com o governador e então candidato à reeleição. Alguns vieram de outros municípios, com carros oficiais e ainda tiveram diárias e outras despesas pagas pelo erário. No documento, Enock escreve que a reunião seria para discutir readequação salarial, Plano de Cargos, Carreira e Salários, concurso público e o projeto de construção de uma sede para a Empaer. O que se viu na prática, porém, foi pedido de votos para os candidatos da situação.
Estavam presentes na reunião com o grupo de aproximadamente 50 funcionários da Empaer o governador Silval, o casal Teté e Carlos Bezerra, os então candidatos a senador Carlos Abicalil (PT) e à primeira-suplência ao Senado da chapa de Blairo Maggi, José Aparecido, o Cidinho (PR), além de Enock e do secretário Jilson Francisco da Silva, do Desenvolvimento Rural, pasta da qual a Empaer é vinculada. Todos serão interrogados pela Justiça Eleitoral, que pretende concluir os trabalhos e decidir por punição ou absolvição dos acusados dentro dos próximos 20 dias, antes do período da diplomação dos eleitos.
As aspirações do dever no exercicio de cidadania maculado por cada brasileiro matogrossense sobre o Juizo da Justiça que a mesma compete o Julgamento ao desrespeito a LEI no parato eleitoral nas ultimas eleições conforme assunto em tela, "doa em quem doer", neste momento só a Justiça que tanto a sociedade ainda acredita poderá assumir o seu verdadeiro papel mostrando ao povo do estado de mato grosso que politica não se pode fazer abuzando dos cidadãos, sendo que em sua maioria nem se quer conhecem a legislação eleitoral e tem apenas o poder do voto... Espero que Justiça seja feita, claro não tenho nada contra qualquer parte, sou em favor da plena Justiça. Tal situação não se pode esperar para o proximo pleito eleitoral simplesmente com a decisão as urnas. O maior onus é a impunidade e a descrença da sociedade perante a Justiça, isso não poderá acontecer.
Se tal processo resultar em perda de mandato,ou cancelamento de diplomação,terá sido por unica e exclusiva culpa do duble de governador e candidato,Silval.Em todas as ocasiões em que aqui se apresentou,veio como Governador,com direito a escolta militar,carro de bombeiro pra fazer segurança,servidores em pleno horário de expediente,assim como o chefe.Usou e abusou da máquina pública,numa concorrência desleal nunca vista neste Estado.Só espero que o tribunal não espere acabar o mandato, pra depois julgar.
Silval USOU E ABUSOU da máquina do Estado para ganhar as eleições, vejam só: 1. Fez governo itinerante. 2. Distribuiu máquinas depois de Maggi já ter entregue em Cuiabá para todos os municípios. 3. Durante a campanha, seu governo instalou "vários" out-doors nas estradas de Mato Grosso falando das ações do governo estadual (lógico que sem citar o nome Silval, mas que deixa claro a intenção). 4. Uso das estruturas dos órgãos do Estado pelo interior (exemplo: carros da empaer, sema, hospital regional, etc) 5. Uso da Agecopa para pagar determinadas despesas que favorecia o Silval. 6. E tantos outros...
Tem gente que precisa ir para escola de verdade, pois deve ter matado aula, esse um que faz comentário e escreve peço com ss "pesso", tá querendo pedir o que? Existe outro pensando que estamos em pleno periodo de campanha, pedindo Wilson Santos, esquecendo que a eleição acabou em 3 de outubro às l7 h e até agora WS não encontrou nem o rumo de casa, deixando também, seus eleitores perdidos com o terceiro lugar. Aceitar a derrota, faz parte da democracia. Preparem outro time para 2014, é melhor do que ficar ai chorando, mas arrume um time menos ruim para não chorar novamente e lembre-se que em Mato Grosso não existe muro das lamentações. Agora, deixem o homem trabalhar.
REPITO "O SILVAL SABE DE TUDO QUE OCORRE NO GOVERNO" - BLAIRO MAGGI.
O recurso interposto pelo presidente afastado do TRE Evandro Stábile foi indeferido pela ministra o Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia, que decidiu manter o seu afastamento do Tribunal de Justiça e da Justiça Eleitoral. A ministra negou o retorno de Stábile ao julgar um pedido liminar (provisório) impetrado por ele com base num habeas corpus. Deste modo, o mérito do recurso, onde o magistrado também requer a anulação de toda a operação Asafe, deflagrada pela Polícia Federal em maio deste ano a pedido do Superior Tribunal de Justiça ainda será julgado. Todos os advogados, juízes, desembargadores e filhos de magistrados são acusados de participar num esquema de venda de sentenças – veja mais aqui.
Ao indeferir o pedido de Stábile, Cármen Lúcia argumenta que no recurso não há os requisitos necessários para a concessão de liminar. Esta foi a primeira derrota jurídica de Stábile, que também aguarda o julgamento de um mandado de segurança em que ele tenta anular o afastamento no STF. Tanto no HC como no mandado de segurança, o advogado de Stábile, Valber Melo, argumenta que o afastamento determinado pelo STJ após pedido da ministra Nancy Andrighi é ilegal. Além de Stábile, deixaram de exercer as funções os juízes Eduardo Jacob e Círio Miotto e o desembargador José Luiz de Carvalho.
O Ministério Público Estadual (MPE) empossa nesta sexta (10) seis novos promotores de Justiça substitutos, passando a contar com um quadro de 171 profissionais atuando no cargo. “Ainda não é o ideal, mas temos ouvido a sociedade e priorizado áreas de atuação para conseguirmos cumprir a nossa missão, em defesa da sociedade”, ressaltou o procurador-geral de Justiça Marcelo Ferra.
A cerimônia de posse acontece na nova sede do MP, localizada ao lado do Fórum da Capital e que, a partir do próximo dia 15, abrigará todas as promotorias de Cuiabá. Passam a integrar o quadro de promotores Daniel Carvalho Mariano, Fernando Daher Rodrigues Ferreira, Mário Anthero Silveira de Souza, Rodrigo Ribeiro Domingues, Jair Cortez Montovani Filho e Marcelo Domingos Mansour.
Na próxima semana, os novos membros do MP participam de um treinamento na Procuradoria Geral de Justiça, incluindo discussões sobre os desafios institucionais, exigências e expectativas acerca da função do promotor de Justiça, normativos da Corregedoria, Conselho Superior do MP e Colégio de Procuradores de Justiça, atuação das procuradorias especializadas, planejamento institucional, atuação na área criminal, entre outros temas.
Fernando Ordakowski

Orlando Perri teria desistido de disputar a cadeira de presidente e Rubens de Oliveira é o mais cotado para vaga
O desembargador Orlando Perri, que já foi um dos favoritos na corrida pela Presidência do Tribunal de Justiça, teria decidido abrir mão de seu sonho após a volta dos 10 magistrados aposentados compulsoriamente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Perri virou alvo da "ira" dos colegas após denunciá-los por desvio de dinheiro, já que na época ocupava a cadeira de corregedor-geral do TJ. Ele cedeu espaço a Rubens de Oliveira, que já tem o apoio da maioria e deve ser eleito presidente do Judiciário do Estado. Cogita-se nos corredores do TJ que a chapa será composta por Rubens, Manoel Ornellas como vice-presidente e Paulo da Cunha como corregedor, mas os nomes ainda podem ser alterados.
Tudo estava bem e seus planos de comandar o Judiciário mato-grossense já estavam praticamente concretizados, mas o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, colocou fim à expectativa do magistrado, reconduzindo ao cargo os desembargadores José Ferreira Leite, Mariano Travassos e José Tadeu Cury, além dos juízes Marcelo Souza de Barros, Irênio Lima Fernandes, Antônio Horácio da Silva Neto, ex-presidente da Associação de Magistrados do Estado (Amam-MT), Marcos Aurélio dos Reis Ferreira, filho de Ferreira Leite, Juanita Cruz Clait Duarte (filha do ex-presidente do TJ, desembargador Wandir Clait Duarte - já falecido), Maria Cristina de Oliveira Simões e Graciema Caravellas.
Assim, o chamado "grupão", que era capitaneado por Perri e pelo ex-presidente Paulo Lessa, acabou esfacelado e as chances do desembargador se tornar o próximo presidente do TJ também. Outro fato que culminou no fim do grupão foi o afastamento de Evandro Stábile, investigado pelo Superior Tribunal de Justiça por suspeita de participação num esquema de venda de sentenças no Estado. Até então, o "grupão" contava com a participação de Paulo Lessa, Rui Ramos Ribeiro, Guiomar Teodoro Borges, Márcio Vidal, Clarice Claudino, Evandro Stábile, Jurandir Florêncio de Castilho, Orlando Perri, Donato Fortunato Ojeda, Sebastião Filho, Gerson Paes, Carlos Alberto da Rocha, Juvenal Pereira da Silva e Maria Helena Povoas.
Os dez magistrados saíram de forma nada honrosa em fevereiro deste ano, mas agora que conseguiram retornar, ainda que provisoriamente, já que se sustentam em liminares, parecem querer "vingança". Eles foram denunciados em 2008 por Perri, pelo desvio de cerca de R$ 1,5 milhão dos cofres do Judiciário mato-grossense. Ferreira Leite era o Grão-Mestre da entidade maçonica em 2003, período em que também era o presidente do TJ. Naquele ano, a maçonaria montou uma cooperativa de crédito em parceria com a Cooperativa de Crédito Rural do Pantanal Sicoob Pantanal. A Cooperativa quebrou em novembro de 2004, quando teria surgido o esquema. Os créditos eram concedidos aos juízes, que os repassavam à Grande Oriente.
Agora entendo pq o pedro taques saiu do poder judiciario o legislativo deve ser menos podre!!
Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
Confesso, apesar de crítico, que tenho especial respeito pela Justiça Pública do Estado de Mato Grosso, muito embora este posicionamento não signifique compactuar com os desmandos administrativos, funcionais, financeiros e de caráter moral que vicejaram naquela Corte e a colocaram sob o manto indelével do descrédito da opinião pública e dos trabalhadores do Direito. Embora crítico, tenho especial apreço por Magistrados da categoria do Dr. Paulo Lessa, José Ferreira Leite (muito mais por ter sido meu Mestre na UFMT, onde, infelizmente, não cheguei a formar-me), Dra. Graciema Caravellas, e alguns outros, envolvidos ou não em questões apuradas pelo CNJ. O meu apreço por todos eles não significa também compactuar com eventuais transgressões por eles praticadas. Dito isto, sou de opinião de que deve-se haver uma reforma no quadro organizacional da Magistratura de Mato Grosso, permitindo-se que juizes novos assumam postos relevantes e, dotados de capacidade jurídica, integridade, honestidade e amôr completo e irrestrito ao Poder, retomem a autonômia, independência e imparcialidade da instituição, trazendo novamente à lume o respeito irrestrito da sociedade matogrossense em relação a esse Poder. Assim, nesse diapasão, na esperança de novos dias, novos horizontes para a Justiça Pública do Estado, contemplando com a aplicação da lei os seus necessitados jurisdicionados, entendo como positiva a possível eleição de Rubens de Oliveira, um Desembargador quase que desconhecido da mídia, por não se achar na categoria dos grandes astros, mas que possui saber, experiência e competência para patrocinar novos rumos ao nosso Poder Judiciário.
É UMA VERGONHA A VOLTA DESSES 10 CORRUPTOS QUE SAQUEARAM O COFRE PÚBLICO DO TJ E VENDERAM SENTENÇA COMO ÁGUA. ATÉ NO BANHEIRO FAZIAM NEGOCIAÇÕES. ESSE MARCELO SOUZA DE BARROS RECEBEU UMA BOLADA PARA CONCEDER UMA LIMINAR REFERENTE A UMA CHÁCARA EM SANTO ANTONIO DE LEVERGER, ONDE A ADVOGADA DA PARTE REQUERIDA É ESPOSA DE UM DESEMBARGADOR.
só tem pedro malazarte nesse colegiado!!! o bom é que todos "inspiram confiança".

O juiz Sebastião Barbosa, do Juizado Especial de Pequenas Causas, mandou arquivar a ação em que o ex-prefeito de Cuiabá e candidato a governador Wilson Santos movia por calúnia contra três petistas. Ele tomou a decisão depois do tucano não comparecer à audiência convocada para quinta (2). Estiveram presentes apenas os acusados. Em 23 de julho do ano passado, eles foram flagrados pichando muros com frases agressivas ao então prefeito, como "Wilson Santos Mentiroso" e "Wilson Santos Mentiro e Safado". Wilson havia pedido uma indenização de R$ 18 mil a cada um dos réus. Na primeira audiência realizada em setembro, Jair Francisco dos Santos, 39; Cleber Lopes Silva, 25; e Paulo Ricardo Xavier de Souza, 19, instigados a produzir provas, apresentaram espécie de dossiê para sustentar a acusação cravada nos muros contra o tucano.
Eles mostraram reportagens com promessas de Wilson e que não tinham sido cumpridas, fotografias e documentos. Wilson acabou ficando numa situação constrangedora. Um ano depois, ele decide não mais comparecer à audiência. A Justiça deu, então, o caso por encerrado.
Na mesma semana de setembro de 2009, época em que o trio foi pego em flagrante pela polícia, surgiram várias pichações. Duas frases estavam no muro do cemitério no bairro Paschoal Ramos. A partir de denúncias, a polícia começou a fechar o cerco e prendeu em flagrante os três rapazes que são filiados ao PT no instante em que se preparavam para deixar pichadas em muro novas frases contra o hoje candidato ao Palácio Paiaguás.
Não comparecendo à audiência e ficando mudo aceitou o estigma? Diz um ditado que: - "Quem cala consente".
Será que ele concordou com os xingamentos e admtiu que é um mentiroso e safado?! senao ele teria comparecido a audiencia para defender sua honra. kkkkkk

Pedro Henry (PP) é o quarto político patrolado pelo efeito "caça as bruxas" do Tribunal Regional Eleitoral, cujos juízes-membros passaram a ser mais duros em suas decisões para superar a imagem manchada por causa de acusações sobre venda de sentença e que resultou até no afastamento de dois integrantes do Pleno, o então presidente Evandro Stábile e Eduardo Jacob, que havia sido nomeado para o posto há menos de um ano. O deputado teve os direitos políticos cassados. Não poderá concorrer a novas eleições pelos próximos três anos, o que o tira do projeto à reeleição. Acusado de cometer abuso de poder econômico em 2008, Henry nega crime eleitoral e se mostra inconformado. Vai recorrer da decisão junto ao TSE. Henry já enfrenta desgaste por causa do envolvimento do seu nome em escândalos, como do mensalão e das sanguessugas. Como faltam menos de 3 meses para o pleito, ele entra agora na contagem regressiva. Seus advogados garantem que o parlamentar conseguirá uma liminar para ao menos ter direito à disputa à reeleição. Outros analistas, mas céticos, acham que não haverá mais tempo para isso.
Com parte de seu quadro de juízes-membros renovado, o TRE, sob o desembargador Rui Ramos, já provocou novas reviravoltas nos últimos 30 dias em três municípios. Há uma corrente entre eles no sentido de agir com maior rigor e condenar agentes públicos nos processos em que perceberem qualquer brecha. Até os assessores jurídicos daqueles que estão na berlinda se mostram preocupados sobre o que pode acontecer nos próximos julgamentos.
O processo eleitoral em Alto Paraguai foi o pivô da nova crise no Judiciário por causa de negociações suspeitas junto a membros do TRE do casal Alcenor Alves de Souza e Diane Alves, ex-prefeito e segunda colocada nas eleições de 2008, respectivamente, na tentativa de voltar ao poder. E foi justamente no município onde o prefeito eleito Adair José da Silva (PMDB) "dançou" esta semana. Foi cassado pela segunda vez. Diane está de volta à administração municipal. O TRE devolveu o processo à primeira instância, que decidiu pela "queda" do peemedebista.
Em Diamantino, Erival Capistrano (PDT) foi reconduzido ao posto de prefeito, com a decisão do Tribunal de derrubar liminar de Stábile, afastado do comando do TRE sob suspeita de envolvimento num esquema de venda de sentenças no Estado. Houve também reviravolta em Campos de Júlio. O Pleno cassou, por unanimidade, o mandato de Claídes Lazaretti Massuti (PMDB) e de seu vice Francisco Caldas Dutra. O município terá agora eleição suplementar, assim como em Santo Antônio de Leverger.
Nessa onda de cassações, o Pleno "abateu" Pedro Henry, que está cassado há praticamente três anos e, mesmo assim, se mantem no cargo por força de liminar obtida junto ao TSE. Ele foi condenado no processo em que é acusado de prática de abuso de poder econômico junto com o irmão, o então prefeito reeleito e que foi cassado Ricardo Henry, tornando-os inelegíveis por três anos. Enquanto Henry prepara recurso, outros acusados de crimes eleitorais vivem pesadelo, sob temor de também serem cassados em pleno período de campanha.
Não se trata de pesquisa eleitoral, mas de mero levantamento de opiniões de leitores do RDNews e do Blog do Romilson, com participação espontânea dos internautas. Resultado sem valor científico.
Acredito ser quase impossível uma reviravolta nesse caso do Pedro Henry. Dificilmente ele consegue LIMINAR no TSE, uma vez que essa decisão foi por unanimidade e ficou claro sua intenção de favorecer seu irmão na campanha à reeleição. É para o Pedro aprender que ninguém é bobo. Ele tava acostumado a falar e o povo aceitar tudo que ele falava. Ele não é mais o "governador da região" como gostava de ser chamado. Ontem na cerimônia de abertura da 45ª Expoagro de Cáceres, PH estava no meio do povo e quando o cerimonial anunciava cada presença das autoridades o povo aplaudia. O deputado Homero Pereira foi mais aplaudido que Henry. A popularidade dele caiu bastante.
Se a Justiça não condena, o povo reclama que ela é morosa e não faz nada. Se a Justiça CONDENA alguém, o mesmo povo (pelo menos os puxa-sacos) reclama que foi injusta e teve alguém como culpado. É brincadeira esse nosso povo. PARABÉNS TRE-MT PELA DECISÃO DE DECLARAR INELEGÍVEIS OS IRMÃOS HENRY´S. Chega de sermos bobos em pensar que é melhor termos políticos que rouba mas faz. Fora Pedro Henry. Fora Riva. Fora todos aqueles que rouba mas faz.
Encontramos comentários a favor e contra o PH. Muitos desses, seja a favor ou contra, é notório que são feitos pela mesma pessoa com nomes diversos. O que eu quero dizer é que: DIFERENTE DOS DEMAIS COMENTÁRIOS, CONSIDERO QUE A JUSTIÇA ESTÁ SENDO FEITA EM MATO GROSSO. ISSO É UM EXEMPLO PARA O RESTO DOS ESTADOS BRASILEIROS. PEDRO HENRY, INFELIZMENTE SEU TEMPO DE PARLAMENTAR JÁ PASSOU, O QUE VC FEZ FICARÁ NA MEMÓRIA DO POVO. PORTANTO, SEJA FELIZ COM SUA CLÍNICA QUE CONSTRUIU AO LADO DO HOSPITAL SANTA ROSA. VC JÁ FEZ SUA CAMA E TEM FUTURO GARANTIDO. O POVO SABE DISSO.
Fico pensando nas sacanagens do TRE contra o povo de Cáceres; Colocam um aloprado de prefeito, e agora dois anos depois da última eleição querem condenar o homem que masi trabalhou por Cáceres e Região. Pedro Henry vai surpreender mais uma vez e ser o mais votado. Fora TRE , fora Túlio enganador Fontes
Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
Fernando Ordakowski

Há menos de 2 meses no cargo, desembargador Rui Ramos começa a mudar imagem do TRE
O desembargador Rui Ramos, há menos de 2 meses no comando do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), demonstra que quer mesmo mudar a imagem do órgão após os escândalos protagonizados pelos membros do Pleno Evandro Stábile, presidente afastado, e Eduardo Jacob. Ambos estão afastados por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ) por suposto envolvimento num esquema de venda de sentenças no Estado.
Sem alarde, o presidente em exercício, responsável pela condução das eleições gerais em Mato Grosso neste ano, está reavaliando as decisões de Stábile que provocaram reviravolta nos municípios, com cassações ou retorno dos eleitos em 2008. A investida de Rui tem o objetivo não só de mudar a imagem do TRE, mas também de abrir caminho a ele próprio com vistas a ser reconduzido à Presidência do órgão.
Somente nesta terça (13), Rui determinou que Erival Capistrano, que teve mandato cassado logo após ser eleito nas urnas no último pleito, reassuma o cargo. Juviano Lincoln, ligado ao grupo do ex-prefeito Chico Mendes, se mantinha no comando da prefeitura "agarrado" numa liminar concedida por Stábile.
Em Santo Antônio do Leverger também houve celeridade no julgamento do Pleno para decidir sobre nova eleição. Havia, até então, impasse sobre essa situação enquanto o então presidenteda Câmara, vereador Harrison Benedito, permanecia como prefeito tampão há quase 2 anos.
Essa posição corajosa do desembargador Rui Ramos começa a provocar temor sobre o resultado eleitoral em outros municípios onde eleitos e derrotados travam embates jurídicos, como é o caso de General Carneiro, onde a segunda colocada Magali Vilela está na prefeitura desde que Juracy Rezende, o Buchudo, foi cassado.
Parabens senhor Desembargador, já que esta mexendo nas partes exclusas deste Tribunal, por amor aos sentido patrio verifica as decisões escandalosas relativo ao nosso caso da compra de votos nas eleições de 2008. Onde este TRE/MT não reconheceu as provas irrefutáveis apresentadas pelo Ministério Público.
Parabéns Des. Rui Ramos, o povo de Diamantino está mais confiante na justiça eleitoral do Mato Grosso. Estamos felizes com o retorno do prefeito eleito, isso fortaleçe a democracia.
PARABENS Dr. Rui pela coragem, a justiça matogrossense esta precisando de homens dignos e capazes de tomar decisões corajosas e acertadas para que a sociedade volte a acreditar neste orgão que deveria ser a ultima trincheira de defesa dos direitos do cidadão.
Agora o TRE parece estar nas mãos de pessoa séria. Parabéns Dr. Rui.
PARABENS dr Rui Ramos, estamos orgulhosos de sua coragem e pulso firme, mostra que ainda vale a pena ter esperança, e nao esqueça do maior escandalos de mato grosso ou talves do Brasil, a vergonha ocorreu na eleiçao da Cidade de Curvelandia, onde foi comprovado pela policia federal o esquema de compra de votos em troco 11 motos...e que por incrivel que pareça o TRE condeceu liminar para o prefeito das motos continuar no poder...detalhe o Juiz de Mirassol D Oeste Emerson Cajango, pediu a cassaçao do prefeito e do vice, entretanto do "honestissimo" juiz Samir Hamud concedeu liminar...e contamos com sua honestidade e que a jusitça tambem seja feita em Curvelandia.
Por 7 votos a 1, o Tribunal de Justiça não acatou o recurso interposto pela OAB, sob Cláudio Stábile, que tentava anular a liminar obtida pelo Sindicato dos Servidores do Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que mantém a suspensão do corte de ponto dos grevistas. Na prática, os magistrados do TJ reconheceram a legalidade da paralisação.
Apenas o desembargador Orlando Perri votou a favor do recurso. Em seu entendimento, é ilegal que os servidores continuem recebendo salários sem trabalhar. O relator, desembargador Juracy Persiani, afirmou que o julgamento do recurso se restringia à legalidade ou ilegalidade da portaria e não da greve, uma vez que o julgamento da mobilização dos servidores extrapolaria os limites da discussão travada no mandado de segurança.
Com todo respeito faço das palavras do Olímpio as minhas, e a OAB deve marchar ao lado de uma solução negociada que atenda os direitos dos servidores, da classe, e da sociedade. É importante salientar que os servidores fazem parte da sociedade e tem os mesmos direitos que os demais. Parabéns Des. Juraci por reconhecer que os servidores são legítimos para exercer o seu direito de greve, pois, se os megistrados podem receber verbas indenizatórias imorais, vender sentenças, nada mais justo que os servidores receberem seus salários. E quanto à OAB, cabe, diante da decisão prolatada, uma reflexão sobre a sua conduta parcial.
Xiiiiii será que o advogado da OAB passou no exame da ordem, ou será que é daquela leva que adquiriu o pacote da CESPE??
foram oito votos. resultado 6 a favor da greve e dois contra e não 7 a 1 como cita na matéria. grata...
RAZÃO O NOBRE TEM, SÓ NÃO TEM COERÊNCIA. MAS, HOJE, ISSO É LUXO. Está certo o des. Orlando de Almeida Perri. Há outras prioridades para o Judiciário de Mto Grosso qual não sejam seus servidores, tais como, construir prédios suntuosos e mobiliá-los nas condições mais próximas possíveis das mansões do Manso: afinal, como se habituar a conviver em tendas quando se conviveu no Palacio do Sultão? Construir túnel de acesso rápido entre o TJ e o Foro Cível e depois até o Foro Criminal.Afinal com viver respirando o ar que reles mortais ? O ínclito Magistrado tem toda a razão. Falta-lhe apenas o bom senso, o espírito de solidaridade, um pequeno tempero de humanidade e, essencialmente, falta-lhe coerência com a sua própria história. Mas, respeito o voto do eminente Desembargador.É melhor se manifestar à frente de todos que bater e esconder a mão, sem um mínimo de chance do ofendido se defender !
O desembargador José Silvério já começou a se movimentar nos bastidores pela reeleição à presidência do Tribunal de Justiça.
Em meio a uma série de escândalos que abala o Judiciário estadual e que tem levado o Conselho Nacional de Justiça a "punir" com afastamento e aposentadoria compulsória juízes e desembargadores, enquanto outros se apressam para entrar para a inatividade, o Pleno vai escolher, em novembro deste ano, quem conduzirá a Justiça por mandato de dois anos.
De acordo com a Lei da Magistratura Nacional (Loman), devem concorrer os três desembargadores mais antigos. Nesse caso, estão no páreo Rubens de Oliveira, Orlando de Almeida Perri e Manoel Ornellas.
Destes, Rubens é o que reune mais chance de êxito. Se mostra bem articulado e possui menos rejeição junto aos colegas do Pleno. O detalhe é que Silvério tomou gosto pelo poder e tem direito a, se assim entender, buscar a reeleição porque ele não foi corregedor-geral e nem vice-presidente e o seu mandato tampão de presidente não passará de um ano. Silvério assumiu o comando do TJ com a "queda" de Mariano Travassos, aposentado compulsoriamente sob determinação do CNJ por causa de envolvimento em escândalos. Silvério é um dos magistrados contra o qual não pesa qualquer tipo de acusação. Isso o coloca em vantagem na eleição interna num momento em que o Judiciário necessita reconquistar a credibilidade. Os últimos quatro ex-presidentes se aposentaram após citação em denúncias de irregularidades, sendo eles José Ferreira Leite, José Jurandir de Lima e Travassos, punidos pelo CNJ, e Paulo Lessa, que entrou voluntariamente para a compulsória.
Pleno
Ao todo são 30 vagas de desembargadores, que ganham quase R$ 30 mil mensais, fora uma série de privilégios e regalias. Devido aos desfalques, estão sobrando 12 cadeiras no Pleno. Foram afastados nesta semana sob determinação do CNJ Evandro Stábile e José Luiz de Carvalho. Eles se juntam a outros quatro punidos pelo Conselho: Ferreira Leite, José Tadeu Cury, Travassos e Jurandir de Lima. Saíram do Pleno Lessa e, de quebra, também se aposentaram Díocles Figueiredo, Donato Fortunato Ojeda e Leônida Duarte Monteiro. Desse modo, o Pleno, com mais de 50% renovado, vai escolher seu novo presidente daqui a quatro meses para vir a tomar posse em março de 2011, com a missão de conduzir o Judiciário estadual até 2013.
Não se trata de pesquisa eleitoral, mas de mero levantamento de opiniões de leitores do RDNews e do Blog do Romilson, com participação espontânea dos internautas. Resultado sem valor científico.
Deus, me livre de todos eles. Ali não sobra nenhum bom. O que se diz melhorzinho, gosta de 007, adora Armação Ilimitada e sonha com escuta telefonicas, vê crime em todos os lados, arma grandes flagrantes com direito a desfile pelos corredores do Forúm da Capital,de servidores. Enquanto que nem os presos podem passar algemados nos corredores. E então esse é o melhorzinho ? CRUZ- CREDO. VOTÊ, sai de retro satanas.
Que piada mais sem graça é essa, gente! o MOA quer ser presidente? Só se for na China. É substemar demais, né? kkkkkkkk E o Rubens? Ah não conta outra..
Estamos esperando com muita ansiedade o Desembargador Orlando Perri na Presidência/TJ. HOMEM de pulso firme e corajoso!!!!!!Perri nós aqui estamos rogando a Deus por você!!!!!!
Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
José Silvério, homem digno, de carater,honesto e tudo que um homem pode ter, se eu pudesse votar meu voto seria dele.
Em meio clima tenso que paira sobre o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) desde a deflagração da Operação Asafe, o presidente em exercício, desembargador Rui Ramos, empossa nesta quinta (17) o novo juiz-titular do órgão. Trata-se do advogado Samuel Franco Dália Júnior, tido como um profissional de conduta ilibada. A solenidade está marcada para as 18h, na sede do TRE, em Cuiabá.
A posse de Samuel é considerada um importante passo para a recuperação da imagem do órgão por tratar-se de um dos advogados mais antigos da Capital, sem atos que desabonem sua conduta. Ele assume a cadeira em um momento extremamente delicado devido aos desdobramentos da Operação Asafe, deflagrada pela Polícia Federal, para apurar a venda de sentenças no órgão. Diante das investigações, o presidente do órgão, Evandro Stábile, e do juiz-membro Eduardo Jacob solicitaram afastamento voluntário. Nesta quarta (16), Stábile teve que deixar provisoriamente o Tribunal de Justiça por determinação do STJ, onde tramita o inquérito sobre a venda de sentenças no Judiciário mato-grossense.
Samuel Dália vai integrar um Pleno composto por sete juizes-membros, sendo dois desembargadores, um juiz federal, dois juizes de direito e dois juristas. Ele ocupará a vaga de Renato Viana por dois anos. Como a cadeira estava vaga, o suplente Samir Hammoud vinha atuando nas reuniões do Pleno. Ele permanece como substituto. Na eleição realizada pelo TJ, Samuel recebeu o maior número de votos. Além dele, integraram a lista tríplice enviada ao Palácio do Planalto os advogados João Batista Beneti e Marden Elvis Fernandes Tortorelli. A escolha foi feita pelo presidente Lula e a nomeação saiu no Diário Oficial da União em 07 de junho.
Advogando há 40 anos, Samul Dália atuou na vida pública, na década de 70, nos governos de José Fragelli e José Garcia Neto. Em 1976, foi nomeado chefe do Departamento Jurídico da Secretaria de Viação e Obras, ao lado de Frederico Carlos Soares de Campos, então titular da pasta. Mais recentemente, lecionou na Universidade de Cuiabá entre 1994 e 2003. Desde de 1988, ocupa cargos na OAB, Seccional Mato Grosso, onde permanece há 12 anos no Tribunal de Ética.
O TRE/MT está de parabéns. O dr. SAMUEL é probo; é de conduta ilibada e é de Ficha-Limpa.Boa sorte para o Dr. Samuel.
O TRE/MT está de parabéns.
Ganha muito o Judiciário, nesse momento tão difícil, com a indicação de uma pessoa que advoga a quanrenta anos no estado e a doze pertence ao conselho de ética da OAB. Parabéns Dr. Samuel, é de profissionais com a competência e reputação do senhor que o Judiciário necessita para dar a volta por cima e inspirar à população credibilidade.
Embora o blog já tenha divulgado que a representação feita pelo ex-sócio da Faculdade Afirmativo, empresário Cecílio Francisco, contra a juíza Rita Soraya Tolentino de Barros tenha sido arquivada - clique aqui e confira -, segue abaixo uma Nota de Esclarecimento, seguindo determinação do juiz Pedro Sakamoto, da 5ª Vara Cível da Comarca de Cuiabá, acerca dos fatos envolvendo o nome da magistrada numa ação civil.
Nota de Esclarecimento

A Ong Moral protocolou um requerimento no Ministério Público Eleitoral (MPE) solicitando revisão dos processos de cassação de prefeitos de Mato Grosso relatados por Eduardo Jacob, Evandro Stábile, Maria Abadia Aguiar e Renato Viana no Tribunal Regional Eleitoral. Os dois primeiros solicitaram afastamento do pleno do TRE porque são investigados num suposto esquema de venda de sentenças. Já Maria Abadia e Renato deixaram o Tribunal após o vencimento de seus mandatos.
Em resposta aos integrantes, o procurador-eleitoral substituto, Gustavo Nogami disse que dará encaminhamento ao pedido, mas já adiantou que não possui provas formais das acusações que envolvem os magistrados. Quanto ao pedido de revisão, Nogami fará uma consulta à Procuradoria Geral da República.
Ficha limpa
Para impedir que políticos que respondem processos na Justiça participem das eleições deste ano, a Ong Moral pediu ainda que o MPE recomende a todos os juízes estaduais e federais a preferência e urgência nos processos em curso que tenham como parte o governador, o vice-governador, os deputados estaduais, federais e os senadores, cargos que serão disputados nas eleições deste ano.
A nova lei, intitulada como “Ficha Limpa” deve barrar os candidatos que respondem processos na Justiça. A regra vale também para os processos não-concluídos, ou transitado e julgado. Se a Justiça não vendar os olhos desta vez, estão fora de cena os deputados estaduais Chica Nunes (DEM), Gilmar Fabris (DEM), Percival Muniz (PPS) e o deputado federal Pedro Henry (PP). Aliás, a Moral pede que o Tribunal Superior Eleitoral os julguem com urgência.
Os parlamentares foram cassados pelo TRE, mas recorrem das decisões no Tribunal Superior Eleitoral. “Esses políticos estão nos cargos há alguns anos só por força de liminar, causando indignação na nossa sociedade”, ponderou Gilmar Brunetto, representante da Ong.
oi pessoal desta ONG não esqueçam que o PPref. de Sinop, teve alguns despachos favoráveis dado por esses Juizes.
2012:
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2011:
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2010:
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2009:
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2008:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
2007:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
2006:
Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez
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