A secretaria estadual de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema) multou o Sanear, em Rondonópolis, em R$ 25 milhões por jogar esgoto in natura no rio Vermelho, fonte de abastecimento de água. Especialistas avaliam que este é o maior crime ambiental da história do município. A situação tem gerado preocupação na população porque muitos vivem da pesca e peixes já são encontrados mortos. A secretaria municipal de Meio Ambiente também emitiu outra punição em de R$ 2 milhões. A informação é do site Gazeta MT.
A penalidade foi aplicada depois de uma fiscalização na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), numa ação em conjunto entre o Ministério Público, a pasta de Meio Ambiente, a Justiça Volante Ambiental (Juvam) e Polícia Militar Ambiental. Na ocasião, foi constatada a liberação irregular de esgoto no rio, sem passar pelo devido tratamento.
Esta não é a primeira vez que isso ocorre. A Sanear já havia sido notificado pelo MP e pela Justiça para que cessasse o despejo dos dejetos. Na época, foi feito até um pedido de prisão preventiva contra o diretor técnico do Sanear, Júlio Goulart, mas foi negado. Em vez de atender as determinações, a Sanear apenas transferiu o despejo para outro local.
Sanear causa o maior crime ambiental da história da cidade; MPE quer prisões de responsáveis
Recebi mensagens de amigos residentes no México, Canadá, Japão, França, Estados Unidos e Inglaterra procurando já estão presos os responsáveis desde do prefeito por este dano ao meio ambiente. Quero saber se as autoridades do nosso município, estadual e federal já comunicou a ONU.
Com o intuito de dar mais celeridade aos licenciamentos referentes a manejo florestal, o governador Silval Barbosa (PMDB) decidiu criar uma superintendência na secretaria estadual de Meio Ambiente, em reunião realizada nesta terça (24) com representantes de sindicatos do setor. De acordo com o secretário da Sema Vicente Falcão com a criação da superintendência todos os processos vão tramitar separadamente. A decisão vem após reivindicação dos sindicatos patronais e diretores do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira, que apontou falhas e cobrou a criação de uma pasta.
Sindicato aponta falhas e cobra que Silval crie pasta de Florestas
Também ficou definido que será composto um grupo de trabalho para discutir alternativas e estabelecer políticas, a fim de impulsionar o segmento no Estado. Segundo o deputado Percival Muniz (PPS), que solicitou audiência pública na semana passada, a criação da superintendência tem a missão de destravar o segmento que é responsável por 6% do PIB do Estado, com área de manejo correspondente a 2,6 milhões de hectares e que gera cerca de 160 mil empregos diretos e indiretos.
Para o socialista, a morosidade nos serviços da Sema, que autoriza e fiscaliza ao mesmo tempo, está emperrando o andamento do setor. “Com esta superintendência, a secretaria pode começar a ganhar mais agilidade, pois estará limitando o excesso burocrático que é praticado em várias situações”.
Também participaram da reunião o presidente da Assembleia, deputados José Riva (PSD), Luciane Bezerra (PSB), Zeca Viana (PDT), bem como representantes da Associação Mato-grossense de Engenheiros Florestais, do Centro das Indústrias Produtoras e Exportação de Madeiras, da Associação dos Reflorestamentos de Mato Grosso, do CREA, da Federação das Indústrias e UFMT.
o que me deixa estarrecido é a falta de compromisso com o meio ambiente por parte de um dirigente da associação matogrossense dos engenheiros florestais, que na audiência na semana passada na assembléia legislativa chegou a dizer o descalabro de que plantar grãos e produzir carne é mais importante do que o meio ambiente. dizem que se pode medir o nivel do caráter de uma pessoa pela ansia em defender os seus próprios interesses pessoais, em detrimento do bem estar coletivo, uma vez que a sociedade brasileira e matogrossense exige a preservação das nossas florestas, e a associação dos engenheiros florestais de mato grosso, AMEF, deveria estar ao lado daqueles que protegem o meio ambiente e não ao lado dos destruidores, não é mesmo?
Esse nosso (des)governo só tem ideia brilhantes, óbvio, se determinado departamento não funciona a contento da população, a solução mais esperta é mudar o nome, criar mais cargos e pronto tudo se resolve!!.
Mato Grosso reduziu em 21,7% a sua área desmatada entre agosto de 2009 a julho de 2010 em relação ao mesmo ao mesmo período entre 2008 e 2009. O feito foi comemorado nesta quarta, 1º de dezembro, pelo secretário de Estado de Meio Ambiente, Alexander Maia, logo após deixar o Palácio do Planalto. Ele participou da cerimônia de anúncio dos novos números de desmatamento na Amazônia Legal, feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Alexander Torres Maia comemorou ainda o fato do percentual alcançado por Mato Grosso ter sido elogiado pelo próprio presidente Lula e a ministra. “Foi um reconhecimento público que corou um trabalho em que poucos acreditavam, mas nós tínhamos a certeza que conseguiríamos”, afirmou, numa referência às críticas que vinham recebendo o governo e a Sema. “O resultado está aí”, acrescentou.
O secretário lembrou os investimentos que o governo do Estado e a secretaria de Meio Ambiente vêm fazendo não apenas no combate ao desmatamento, como em todas as áreas da sua pasta. “Um exemplo é o orçamento da Sema, que saltou de R$ 13 milhões em 2005 para R$ 63 milhões em 2009”, exemplificou. Dessa forma, acrescenta ele, foi possível contratar mais agentes e comprar imagens de satélite. “Ou seja, a fiscalização melhorou bastante”, emendou.
Mas é aos investimentos na conscientização do homem do campo que o secretário mais credita o sucesso da meta atingida por Mato Grosso. “Estamos conseguindo convencer os proprietários rurais que não vale a pena desmatar. Além das sanções que ele vai ter com a ilegalidade, terá prejuízos a médio e longo prazos. Então não compensa e eles estão entendendo isso”, explicou.
Para se ter uma ideia do avanço de Mato Grosso, em 2004 o Estado registrou 11,7 mil quilômetros quadrados de área desmatada. Em cinco anos esse número caiu drasticamente para 826 quilômetros quadrados. Os dados são do Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Além de Mato Grosso, houve redução de desmatamento em outros sete Estados da Amazônia Legal. Somente dois Estados ficaram fora desse balanço positivo: Acre e Amazonas. O Acre aumentou de 216 km² para 273 km² a área desmatada; e o Amazonas de 405 km² para 474 km².
Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
Que coincidencia!!! Eta cara de sorte, os outros trabalham e ele leva a fama...kkkkk
Maia tem curso de que?? na PM por lei ele deveria ser apenas capitão, ele não tem CFO, e outras PMs do País não aceitaram sua turma fazer o CAO. Como pode ele ter dado aulas para 1 curso superior se ele não tem esse curso SUPERIOR. A Justiça Militar bem que poderia ver isso. Comemorou o desmatamento??? a análise não foi de sua gestão. Oportunista heeimmmmm
essa ana flavia não deve entender nada de meio ambiente ou deve ser alguma puxa saco do ex-presidiário luis daldegan, que foi denunciado por falcatruas na sema, além de perseguir técnicos de carreira. já o atual secretário maia, é prudente, sério, equilibrado, e esses números se devem muito ao esforço dele, desde a época da casa militar ele ajudava nas ações na sema. daldegan e malandros que usar cargos públicos para benefício próprrio NUNCA MAIS!!!!
A interdição provisória do complexo da Salgadeira foi derminada pela Justiça, que acatou o pedido do Ministério Público Estadual (MPE). A Prefeitura de Cuiabá deverá afixar placas no local, com o intuito de informar sobre o assunto, impedindo o acesso de turistas ao local. A Salgadeira está legalmente sob a responsabilidade do Estado de Mato Grosso, que tem como dever apresentar um plano de readequação e revitalização do ambiente. Segundo a decisão judicial, o projeto deve abranger as áreas em degradação, o ornamento territorial, a regularização das atividades e o uso racional dos espaços pelos turistas.
Caso a liminar, que foi concedida ao MP na tarde desta segunda (13) pelo juiz da Vara Especializada de Defesa do Meio Ambiente, José Zunquim Nogueira, seja descumprida, o Estado e o município terão de arcar com uma multa de R$ 3 mil. O prazo para a entrega do projeto é de 60 dias. Várias irregularidades foram apontadas durante a ação, como problemas referentes à disposição de resíduos a céu aberto, sistema de tratamento de esgoto tomado pela vegetação, ausência de gerenciamento de resíduos, presença de processos erosivos no estacionamento, ausência de licença ambiental, equipamentos de segurança e certificado do Corpo de Bombeiros vencidos e tubulações de esgoto de pia de cozinha em drenagem pluvial. O turismo desordenado foi o destaque, tendo em vista que todos os empreedimentos presentes no local estão em área de preservação permanente.
Para a promotora de Justiça autora da ação, Ana Luíza Peterlini, mesmo que a Salgadeira seja um local público pertencente ao Estado, não existe nenhum contrato de concessão de uso do espaço para os restaurantes explorarem a área. “O Apis Restaurante e Turismo Ltda chegou a firmar, em 1989, um contrato de concessão com a antiga Turimat para explorar o local pelo período de 20 anos. A referida avença já se encontra vencida, não havendo qualquer renovação contratual”, explicou. Ainda de acordo com a promotora, o poder público não recebeu em momento algum o pagamento dos valores estabelacidos inicialmente no contrato com a Turimat, em relação ao títutulo de contraprestação pelo uso da área pública.
Outra revelação feita foi que não existe uma escritura pública que comprove a doação do local feita pelo Estado à Prefeitura de Cuiabá. Segundo a representante do MPE, apesar do Estado ser o proprietário da área, quem fez o termo de parceria com a Aderco para gerenciamento do Complexo Turístico foi o município de Cuiabá. “Ocorre, entretanto, que a Aderco não preenche os requisitos legais, vez que, no momento de sua contratação, pelo município, em abril de 2005, sequer possuía estatuto social, que somente veio a ser criado e registrado no ano de 2009”, disse. Por fim, a promotora de Justiça questionou o fato da Aderco se apropriar de recursos públicos vindos da cobrança de taxa dos visitantes para o estacionamento de veículos. “Esses recursos deveriam ser destinados para a proteção ambiental da área”, concluiu.
Sr. Souza de Chapada o Senhor não sabe que a Salgadeira está localizada no município de Cuiabá. É reponsabilidade da Prefeitura Municipal de Cuiabá tomar as devidas providencias, no entanto o então candidado ao governo do estado WS cedeu a Salgadeira para Aderco não sabemos como e nem de que forma se foi licitação ou alguma parceria.... Entendo que alguém (estado ou município)tem que fazer alguma coisa pela Salgadeira que até agora não fizeram.
Parabens Promotora,Chapada Agradece,Mato Grosso agradece, O Brasil Agradece e o Mundo tambem. Infelismente ja se passaram muito tempo com essa balhaçada toda,mais enfim,vamos lá,lutar pela proteção da Belissima Chapada.....FORA ADERGO,que nem sei se existe mesmo de dereito, pq de fato,tem um cidadao,de caracter duvido,com maquina na mao, e sempre com jovens,servindo de porteiros,vigias e guarda-costa.
Sr. Secretário Municipal de meio-ambiente, o patrimônio público que se encontra lá será recolhido? E o fiscal do município, que está lá e não faz nada?? É estranho, uma vez que reclamam da ausência de fiscais da Prefeitura de Cuiabá...
Com os focos de queimada no Estado avançando de tal modo que pode vir a ultrapassar a marca de 2007, quando Mato Grosso registrou o maior índice desde que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) inciou o monitoramento, em 2005, a secretaria estadual de Meio Ambiente, sob o coronel PM Alexander Maia, começa a ser alvo de críticas dos candidatos ao Palácio Paiaguás devido à falta de planejamento e falhas no combate ao desmatamento. O tucano Wilson Santos afirma que “a Sema está mal administrada, tem muito escândalo e que se tornou uma caixinha de surpresas". Mauro Mendes (PSB) aproveitou a tragédia em Marcelândia, onde um incêndio destruiu dezenas de empresas e casas, para culpar o governo do Estado pela falta de investimentos em estrutura de combate às queimadas.
A Sema e a Defesa Civil, que é vinculada à Casa Militar, fizeram barulho ao anunciar que estavam preparadas para trazer tranquilidade à população neste período de baixa umidade do ar, mas, na prática, o que se constata é falta de estrutura para atuar. O avanço das queimadas traz poluição do ar, trazendo risco de doenças respiratórias e cardiovasculares e temor de mortes prematuras àquelas pessoas de grupos sensíveis (crianças e idosos).
No ano passado, o juiz federal Julier Sebastião da Silva chegou a encaminhar ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) um pedido de investigação contra o então secretário de Meio Ambiente Luís Henrique Daldegan e o ex-governador Blairo Maggi. Isso porque dois anos antes, quando o Estado enfrentou o período mais crítico de queimadas de sua história, o magistrado havia determinado instauração de inquérito pela Polícia Federal para apurar possíveis crimes ambientais e responsabilidades sobre as queimadas ocorridas entre os meses de setembro e outubro daquele ano. A Sema teria autorizado, segundo o relatório, queimadas em plena situação de risco e calamidade ambiental, indicando que o governador, o secretário, o superintendente da Defesa Civil, Abadio José da Cunha e o analista ambiental Willian Barros foram omissos nas análises dos processos de autorização de queimadas, liberando um número superior ao permitido no período de seca, conforme estabelecido em lei.
A bronca parece ter chamado a atenção dos responsáveis na época, já que depois do pedido o levantamento de focos de seca em Mato Grosso registrou seus melhores índices. De acordo com os dados do Inpe, os pontos de queimada registrados pelo satélite neste mês já são 420% superiores ao do mesmo período de 2009. A situação mais crítica foi vivida pelo município de Marclêndia no início deste mês, quando um incêndio iniciado no lixão da cidade se alastrou e queimou cerca de 100 residências e várias empresas.
Diante da catástrofe, o Estado teve de remanejar o Corpo de Bombeiros de Sinop para controlar o fogo, já que em Marcelândia não tinha estrutura para fazê-lo. Mesmo liderando, ano após ano, o ranking de queimadas, Mato Grosso, que é o terceiro maior Estado em extensão territorial do país, sofre para lidar com o fogo nas cidades mais distantes, já que não conta com um avião preparado para tal finalidade.
Em maio do ano passado, Daldegan, que teve em suas mãos um orçamento de cerca de R$ 4,5 milhões para investir no combate às queimadas, preferiu manter a estratégia de locar aeronaves para atuar somente nos três meses mais secos do ano, alegando que a compra de tal equipamento para incrementar a estrutura dos Bombeiros era inviável. No ano anterior, ele teria gasto R$ 438,3 mil no contrato emergencial com a Tucano Aviação Agrícola Ltda. num trabalho que durou 135 horas, divididas em 15 dias. A mesma empresa foi contratada agora para ajudar a combater o incêndio de Marcelândia, custando mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos.
Infelizmente a maioria dos comentários ruins podemos sentir alguma dor de cotovelo, em relação a "Ginástica Laboral" esta é uma obrigação de qualquer empresa privada e a mesma é aplicada por uma empresa privada que presta serviço a Secretaria, ja em relação as queimadas, realmente esta uma calamidade, tenho viajado todo o estado e visto de perto o que esta ocorrendo, como tambem tenho visto os esforços dos funcionários das unidades regionais em concientizar a população sobre o problema, infelizmente, nós como povo brasileiro achamos mais fácil criticar que fazer algo em pró, se cada um de nós fizesse a sua parte isso não ocorreria, se fizessemos deuncias, não jogássemos nada pela janela de nossos carros nas ruas e estradas, telvez o que hoje é uma tragedia no estado não estaria acontescendo, portanto, vamos nos conscientizar e fazer a nossa parte, assim estaremos de consciencia tranquila com a natureza e com a vida.
O afrouxar da fiscalização vêm desde o inicio do governo maggi, que tirou as atribuições dos técnicos de carreira de fazer autuações contra aqueles que venham cometer crimes ambientais. para que vocês tenha uma idéia, apenas um setor da sema pode lavrar autos de infração, trata-se da coordenadoria de fiscalização, composta por poucos servidores, muitos destes contratados, ou seja, colocados por indicações politicas, sem compromisso com o meio ambiente. Infelizmente, se retirou uma atribuição que é de todos os técnicos efetivos da sema para apenas uma meia dúzia fiscalizar, e por isso a situação de mato grosso é este caos ambiental. O governo blairo maggi/silval quiseram afrouxar a fiscalização, retirando dos técnicos de carreira uma atribuição constitucional, o que caberia uma ação judicial por parte do sindicato dos servidores, no entanto, este age como capacho do governo, submisso e corre atrás apenas de migalhas do governo. o resultado está aí!!!
Dizem que uma equipe de personal treiners (profissionais de educação fisica) estão promovendo exercícios fisicos em pleno horário de expediente nos diversos setores da sema. o mais estranho nisso aí, é que quem estaria contratando tais profissionais seria ninguém mais do uma parente muito próxima do coronel maia.
Está disponível no site da SEMA a publicação de termo de referência, nº003/2010 e 004/2010. A não ser que retiraram do site, tal a aberração das referidas aquisição dos gestores atuais da SEMA. Ambos os termos de referência são assinados pelo coordenador de gestão de pessoas, superintendente de planejamento e diretor do fundo estadual do meio ambiente, e é lógico, com a autorização do secretário maia. Será que os servidores estão sabendo disso? o termo de referência 003/2010 propõe a aquisição de sistema de monitoramento através de circuito fechado de televisão, com aquisição de câmeras de rede fixa e móveis; e o termo de referência 004/2010 trata de aquisição de sistema de controle de acesso de pessoas e veículos, através de catracas eletrônicas e chacelas motorizadas, além de controle de assiduidade dos servidores do órgão por leitores biométricos de geometria da mão. Ou seja, a SEMA, além de virar um verdadeiro cabide de emprego, com mais de 70% de técnicos contratados, prepara agora a instrumentalização do órgão para monitorar, vigiar e cercear os atos dos servidores, quanto a ir e vir do cidadão, que para produzir não necessariamente precisa estar em uma prisão. Essa é a total inversão de valores num órgão público, controlado por um coronel, que acredita ser a sema um verdadeiro quartel de policia para alguns (os técnicos efetivos) e um paraíso para turismo para outros (os contratados por tempo determinado). Será que não existe coisa mais séria para o coronel se preocupar do que ficar vigiando e monitorando os técnicos?
O que se pode esperar de um governo que se protagonizou nestes últimos 8 anos em promover e incentivar crimes ambientais? diante de tantas ações e atos ilegais promovidos por essa turma está a famigerada portaria nº032, de 19/03/2010, assinada pelo ex-secretário e presidiário luis daldegan. essa portaria, que não foi publicada ou divulgada por nenhum órgão de imprensa deste estado (de imprensa séria!!!!) perdoa todos aqueles que desmataram até dezembro de 2007, numa afronta a legalidade e ao respeito ao meio ambiente. essa portaria representa a real proporção do interesse desse governo pelo meio ambiente, ou seja, absolutamente nada.
Fernando Ordakowski

Coronel PM e secretário Alexander Maia acompanha procedimentos e tenta mudar a imagem arranhada da Sema
As ações do Ministério Público, da Polícia Federal e da Justiça para coibir crimes ambientais, aliadas à linha dura adotada pelo secretário estadual de Meio Ambiente, acabaram por fechar o cerco contra os chamados cupins da floresta em um Estado que figura nas estatísticas como um dos que mais desmatam e queimam ilegalmente na Amazônia Legal. Maia tenta agora separar o que chama de joio do trigo e recuperar a imagem da Sema. O clima ainda é de tensão entre os servidores.
No governo Blairo Maggi, que começou em 2003 e terminou em março deste ano, ocorreram diversas denúncias sobre crimes ambientais. Maggi teve a imagem arranhada mundialmente, com o troféu de "Moto-Serra de Ouro". A administração tomou uma série de medidas administrativas e promoveu alterações em lei, em meio às operações policiais, e hoje, com Silval Barbosa, não "explodiu" nenhuma bomba no setor.
Em todas as sete operações da PF havia algum servidor do Estado envolvido em denúncias de irregularidades nos processos de licenciamento ambiental. Assim que Maia passou a comandar a pasta, há quatro meses, baixou uma série de normas e portarias e só faltou instalar uma delegacia dentro da secretaria. Com a patente de coronel da PM, ele acompanha todos os procedimentos. Conseguiu acabar com o tráfico de influência, exercido principalmente por deputados. A ordem é coibir, punir e não deixar "estourar" escândalo, principalmente neste período de campanha eleitoral, em que o candidato da situação, governador Silval Barbosa (PMDB), busca a reeleição.
Nas operações da PF, deflagradas com nomes diferentes, servidores foram alvos por causa da cooptação de madeireiros e produtores na base da propina para fraudar o complexo do sistema. Na Jurupari, por exemplo, realizada em março, foram presos o então secretário Luís Daldegan, o adjunto Afrânio Migliari e outros servidores. Antes, a Sema passou pelas operações Curupira I, Curupira II, Mapinguari, Arco de Fogo, Termes e Caipora.
No geral, as investigações têm apontado extração clandestina de madeira de uma rede envolvendo engenheiros florestais, advogados, madeireiros, empresários e servidores da Sema e do Ibama, que cometiam diferentes crimes ambientais e ainda facilitavam as fraudes ao sistema, principalmente na liberação de créditos para a extração de madeira e emissão de Licença Ambiental Única (LAU).
Coloca o Coronel Maia e o Julier para apagar o fogo que consome mato grosso...alguem tem que trabalhar né...em vez de ficar ouvindo escuta de telefone e mandando prender pessoas inocentes...bando de desocupados....
O governo da turma da botina definitivamente não se interessa com o meio ambiente. todos sabem que lugar de coronel é na policia!!!meio ambiente é coisa séria, o mundo todo está de olho e monitorando o que o brasil e mato grosso está fazendo com a floresta amazônica. precisamos ser mais responsáveis no trato da questão ambiental, e infelizmente, este governo estadual, que felizmente está com os dias contados para acabar, ainda não deu a devida importãncia para o meio ambiente, e a prova esta aí, nomear um coronel como secretario de meio ambiente. parece deboche ou brincadeira heim!!!
Tá difícil de melhorar a imagem hein??? Em S. A. do levereger a degradação ambiental é estarrecedora. São dragas trabalhando de forma irregular e empresários que se acham os "verdadeiros coronéis", pois retiram ilegalmente cascalhos de pés de morros e dizem que tem autorização dos secretários municipais. Ora, como se esses pudessem autorizar alguma coisa no que se refere a meio ambiente. Praia??? esta já não existe faz tempo. Quem é que que se arrisca a dar um mergulho no Rio Cuiabá??? Só não vê quem não quer.
inveja dói, eita dor de cotovelo... peguem uma enxada e parem de ficar a toa.
A SEMA é um caso de polícia, por isso que é preciso colocar secretário com esse perfil lá. Concordo que ele deveria instalar uma delegacia no órgão; não são todos os funcionários de carreira que são bandidos. Alguns trabalham, outros fazem de conta que trabalham e os demais fazem tráfico de influência. Ah, e tem o grupinho de fofoqueiros que ficam fumando no corredor para falar mal da vida alheia e do secretário. Esses deveriam ser exonerados a bem do serviço público.

Cerca de 250 índios da nação Enawenê-Nawê estão acampados no Centro de Tradições Gaúcha (CTG) de Sapezal (a 480 km a Noroeste de Cuiabá) desde esta segunda (22) no início da noite. Eles estão revoltados por causa da contaminação do rio Juruena, que corta a aldeia. A água que era cristalina agora está suja e até imprópria para beber. É resultado do impacto da instalação de pequenas centrais hidrelétricas. Contatados pela primeira vez na década de 1970, os enawenê-nawês se alimentam exclusivamente de peixes da bacia do rio Juruena. Eles afirmam que as obras afetaram os cardumes.
Alguns índios estão pintados para a guerra e usam apetrechos para o enfrentamento. O clima é tenso. Argumentam que não aceitam mais a destruição do rio e querem reunião, em busca de alternativa, com representantes do Juruena Participações S.A., que reune a Linear Participação e Incorporações e MCA Energia e Barragens. O grupo detém licenças para construção de cinco usinas do complexo. Um dos sócios dos empreendimentos é o empreiteiro Carlos Avalone, ex-secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia do governo Dante de Oliveira e pré-candidato a deputado estaual pelo PSDB. Foram construídos 11 hidrelétricas ao longo de apenas 130 km do rio que, do seu lado esquerdo pertence a Sapezal e, do lado direito, corre por Campos de Júlio, Comodoro e Juína. As outras 6 PCHs são construídas pela Maggi Energia, do ex-governador Blairo Maggi e pré-candidato ao Senado.
Briga jurídica
A Justiça Federal de Mato Grosso até já havia determinado suspensão do licenciamento da usina hidrelétrica Juruena, a segunda maior entre as 11 previstas no trecho de 130 km do rio. Os embates jurídicos continuam. A obra tinha sido autorizada pela secretaria estadual de Meio Ambiente, a pedido do consórcio formado pela Maggi Energia, do grupo de Blairo Maggi, e das empresas Linear Participações e MCA Energia. O Ministério Público Federal sustenta que o processo foi irregular porque o consórcio obteve a licença com base em informação inverídica sobre a capacidade de geração prevista no empreendimento: 25 megawatts. O MPF se baseia em dados da Agência Nacional de Energia Elétrica, que aponta capacidade para gerar 46 megawatts, potencial que obrigaria o consórcio a produzir um estudo de impacto ambiental (EIA-Rima). Devido à extensão dos impactos diretos e indiretos, apenas o Ibama teria competência para licenciar as usinas do complexo, segundo avalia o MPF.
A bacia do Juruena abriga 11 terras indígenas de cinco etnias (enawenê-nawê, menku, nambiquara, paresi e rikbaktsa) e cerca de 88 aldeias. Em 2008, cerca de 120 índios enawenês-nawês invadiram e incendiaram o canteiro de obras da PCH Telegráfica, que pertence à Juruena Participações. Há risco dos índios voltar a radicalizar, na busca por mais estudos de impacto ambiental e compensação às cinco etnias que são atingidas e não querem continuidade das obras.
Caros brasileiros, pensen, a energia eletrica e a base de tudo ...sem ela todos teremos que ser transformados em indios...e comecaria uma guerra indigena de rodos os tipos lutando pela energia principal que existe em todo o mundo. A fome sera muito maior sem energia eletrica.
Se isso for verdade cabe ao Ministerio Publico Federal verificar, e punir os responsaveis e os eleitores o jugamento nas urnas.
e a parceria do grupo amaggi energia e a bimetal na parte de linhas de transmissão????está claro que estão usando o poder público para manter certos interesses de grupos econômicos. é preciso avaliar quanto estão ganhando, e porque certa empresa foi contratada. como se não bastasse as pseudo licitações do senhor de vitto na sad. A cada dia aparece mais sujeira desse governo e do seu plano b para continuar se perpetuando no poder, e usando a abusando do meio ambiente conforme a conviência desse povo que só pensa em dinheiro.
Essas licenças ambientais liberadas pela sema para usinas hidrelétricas mereceria maior atenção por parte do ministério público federal e justiça federal. recentemente, em uma outra usina hidrelétrica foi detectada que a formação de um lago não ocorreu a retirada de madeira, causando sérios problemas na qualidade da água além do não aproveitamento econômico de milhares de metros cúbicos de madeira, que poderiam ser aproveitadas para construçaõ de moradias. em alguns rios de mato grosso está sendo contruído usinas hidrelétricas em cascata descaracterizando totalmente o regime hidrológico de tais rios, e o mais grave, sem elaboração do estudo de impacto ambiental. mato grosso está com seus rios sendo detonados pelas construções em série de tais usinas e ninguém fala ou faz nada, um absurdo.
eu achava que era so na motoserra nas aguas o homem regasa tambem
Pré-candidato à reeleição, o governador Silval Barbosa (PMDB) participa pela primeira vez do "Abrace o Rio Cuiabá" que é realizado neste domingo (6) pelo sexto ano consecutivo. Promovido pela Assembleia, o projeto reúne a população na ponte Júlio Muller em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado neste sábado. “Moro em Mato Grosso há 32 anos, sendo 12 aqui em Cuiabá e esta é a primeira vez que caminho na ponte observando o rio”, destacou Silval. De acordo com ele, o importante da atitude é chamar a atenção para a importância da conscientização ambiental.
Ele ainda aproveitou a oportunidade para falar de projetos de governo. “Investir no saneamento é um projeto que a gente tem que ter”. O idealizador do evento, deputado estadual Sérgio Ricardo (PR), aproveitou para pedir o compromisso do governador. “Peço que no período que estiver à frente do governo, invista em saneamento básico”.
Ele ainda destacou a importância da participação do chefe do Executivo estadual na manifestação. “A presença do governador mostra a preocupação que sua administração tem com o meio ambiente”, disse. O deputado Flávio Gomes (PT), que também participa pela primeira vez do evento, reforçou a ideia do colega parlamentar. “É muito importante pra ver de perto as coisas que estão acontecendo no rio Cuiabá e tomar as providências necessárias”. Silval chegou à ponte por volta das 8h45 e caminhou ao lado dos parlamentares cumprimentando e tirando fotografias com as pessoas que compareceram ao ato.
Eta homem sem graça, como pode um governador de Estado com essas declarações bestas, não tem o que falar fala essas besteiras.
É Silval, perdeu boa chance de ficar quieto..... Se não conhece a Ponte, imagine se está preocupado com o Rio Cuiabá.... é pácabá...... Dá licença
Parabens governador Silval Barbosa,o Sr.demonstrou humildade e sinseridade ao fazer este comentario, pois aposto que tem politicos que até moram ha muito mais tempo em cuiabá ,mas neste momento garanto que prefere mentir para opovo, e que so conhece o rio quando sobrevoa com destino Brasilia.Conquistou o meu voto governador..................
é antero o que diriaantonio carlos magalhaes q o senhor batia no peito q nao valia nada ese povo do antigo
isso é para o povo ver o quanto silval estar preoculpado com o Velho Rio Cuiabá, o seja com nossa cidade verde e o meio ambiente.
Depois de reunir cerca de 15 mil pessoas no ano passado, o idealizador do evento "Abrace o Rio Cuiabá", presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia, deputado Sérgio Ricardo, disse que é preciso conter a participação das pessoas no evento. “Hoje a gente tem que limitar o número de pessoas, senão nem cabe aqui em cima da ponte”, afirmou.
Apesar disso, mesmo durante o ato na manhã deste domingo (6), o parlamentar aproveitava cada oportunidade para convidar a população para ir até a ponte, onde também estavam sendo realizadas apresentações culturais e musicais. Participaram do evento cerca de 130 escolas públicas e privadas, entidades, associações e ONGs diversas.
De acordo com o deputado, a atitude é pra chamar a atenção para a importância dos investimentos na área de saneamento básico. “Nosso objetivo é salvar esse rio da população de Cuiabá e Várzea Grande”, disse, ressaltando que mais de 80% dos esgotos dos dois maiores municípios são despejados no local.
“Se nós estivéssemos aqui há 80 anos, quase não conseguiríamos ver suas águas por causa do monte de navios que atracavam no porto. A gente quer voltar a ser o que era”, explicou Sérgio Ricardo.
Chega de demagogia Dep.Sergio Ricardo, sou cidadão cuiabano a mas de 40 anos e a ponte esta do mesmo jeito nunca houve uma reforma se quer nela. Poe a mão na massa. Quanto alarde e nada de mudança.
Esse deputado sergio ricardo é um engodo, pois o que vale mesmo são as suas atitudes no parlamento estadual, com uma atuação apagadissima e pior, nunca defendeu o meio ambiente quando foi votado o zoneamento, nunca defendeu o meio ambiente quando desmatamento corre solto e quando o governo discutiu sobre os números do inpe; esse deputado nunca defendeu o meio ambiente quando as obras do PAC foram paralisadas, ele nunca reclamou da discriminação que cuiabá vêm sofrendo do governo estadual, esse deputado é um contador de história e um vendedor de carro velhos, só isso. de meio ambiente, não entende nada, quer é usar essa causa em benefício próprio.
Falar mal e muito facil, mais vai fazer o que o Dep. Sergio Ricardo faz, se pelo menos um terço dos politicos ou empresarios fizessem o que ele faz, garanto que o Rio Cuiaba seria muita mais limpo. ou seja, nao prescisa ser nen um candidado ou politico, qualquer cidadão que ama esta Cidade ou melhor este Estado igual ao Sergio, fazerião um evento como este para chamar a atenção de outras cidades na preservaçao do meio ambiente, e nada melhor começar atraves de escolas onde e a base da educação de futuros cidadães, enfim foi um Grandioso Evento, ''Eu Abracei o Rio Cuiaba e vou continuar abraçando ele porque eu amo esta Cidade'' e o Dep. Sergio Ricardo esta de Parabens e todos aqueles que abraçaram o nosso Rio Cuiaba o Rio da Copa do Mundo de 2014.
Esse deputado só faz barulho. Aqui, nem china fará nada em prol do nosso rio Cuiabá. É lamentável que o povo ainda caia nessa falácia demagógica. O nosso porto poderia ser um espaço belíssimo, caso houvesse política pública seria em nosso estado e, obviamente a preservação do rio que ainda recebe esgoto in natura diariamente das 11 cidades que margeiam o rio, salvo engano. Esse mesmo político, que já foi inclusive presidente da assembléia legislativa, prometeu como sempre faz em seu programa diário, que o cais do porto seria um espaço cultural. Se não estou equivocado, levou até cantores cuiabanos pra fazer sua politicagem. Depois de eleito, nada! O negocio dele é distribuir óculos e dentaduras e coletar papeis diante dos holofotes de suas câmeras. Porque de meio ambiente o cara não entende nada. Um professor de biologia disse-me, inclusive, que é prejudicial ao ecossistema soltura de alevinos nos rios. Cadê o ministério público? Cadê a justiça eleitoral que não enquadra essa turma que fazem desses programas televisivos verdadeiro horário político eleitoral extemporânea. Ai não dá pra entender como funciona a justiça eleitoral. O Lula é multado até quando sonho com a Dilma, pois, segundo a justiça eleitoral, ele faz campanha fora de época. Romilson, proponho que RDWENS faça uma matéria nesse sentido ouvindo os membros do TRE, se esta semana tiver alguém por lá, porque tudo indica que haverá renuncia coletiva.
CHEGA DE DEMAGOGIA BARATA DEPUTADO SERGIO RICARDO, TODO OS ANOS MESMA COISA CHEGA DE MEIO AMBIENTE E LUTE POR UM INTEIRO AMBIENTE, NÃO É SOMENTE DIA 05 DE JUNHO QUE O NOSSO RIO CUIABÁ PRECISA DE LIMPEZA E SIM O ANO INTEIRO DE UMA POLITICA DE PRESERVAÇÃO DESSE RIO, O POVO NÃO É BESTA E ESTA DE OLHO EM VC DEPUTADO POPULISTA.
A jornalista Mirian Leitão, especialista em economia, "detona" o governador Blairo Maggi, que comandou Mato Grosso de 2003 até março deste ano e que está em pré-campanha ao Senado. Com o título "O insustentável", ela escreve um artigo discorrendo sobre a operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal e que resultou em dezenas de prisões. Disse que, diante do que se constatou, usando as armas do monitoramento telefônico e perícia de imagens de satélite e ainda a quebra do sigilo bancário e fiscal dos suspeitos, levanta dúvida se, de fato, Maggi tinha mesmo mudado para se tornar um ambientalista.
Destaca a prisão do ex-secretário de Meio Ambiente Luís Daldegan e do ex-adjunto Afrânio Migliari (ambos devem deixar a cadeia nesta quarta à noite diante da decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região de conceder habeas corpus a todos acusados). Para Mirian, na questão ambiental houve dois Blairo Maggi nos últimos anos. "O primeiro disse que destruir 24 mil km de floresta num ano era pouco perto do tamanho da Amazônia". Recorda ainda da declaração do ex-governador de que "o país não podia ficar catando coquinho na floresta". Lembra também no artigo que fez entrevista com Maggi e esteve declarou que este contou que tinha feito uma inflexão e realiado suas posições. Por fim, a jornalista, cita que o ex-governador aparece no inquérito pressionando para apressar a liberação de licenças que favoreciam políticos e dispara: "É assim que se desmata na Amazônia com o conluio de gente muito fina. E que fica por aí usando em vão a palavra sustentabilidade".
Eis, abaixo, o artigo de Mirian Leitão acerca de crimes ambientais e da postura de Maggi - se preferir confira aqui
"A Polícia Federal trabalhou mais de dois anos usando duas armas: monitoramento telefônico e perícia de imagens de satélite. Depois, foi usada uma terceira arma: a quebra do sigilo bancário e fiscal dos suspeitos. Isso levou dezenas de pessoas à prisão na Operação Jurupari, em Mato Grosso, e levantou uma dúvida: o ex-governador Blairo Maggi não tinha mudado?
Seu ex-secretário de Meio Ambiente Luiz Henrique Daldegan era o chefe da operação limpeza de reputação de Blairo, que no passado era o maior antiambientalista e depois passou a dizer que era um defensor do meio ambiente. Daldegan hoje está preso como suspeito de fazer parte de um esquema de esquentamento de madeira retirada ilegalmente de terras públicas. O ex-secretário de Mudanças Climáticas Afrânio Migliari também está no mesmo processo, como chefe de inúmeros ilícitos. Ao todo, foram expedidas ordens de prisão de 91 pessoas entre políticos, servidores, autoridades da Secretaria de Meio Ambiente, empresários.
Na questão ambiental houve dois Blairo Maggi nos últimos anos. O primeiro disse que destruir 24 mil km de floresta num ano era pouco perto do tamanho da Amazônia; afirmou que o país não podia ficar catando coquinho na floresta; hostilizou ministros do Meio Ambiente e acusou o Inpe de erro técnico. Um segundo Blairo Maggi disse que tinha se convencido de que estava errado.
Numa entrevista que me concedeu em agosto de 2009, Blairo disse:
— Tive que fazer uma inflexão, reavaliar as minhas posições. Não só minhas, como as dos demais componentes do agronegócio do meu estado. Tive que chamá-los e dizer que o caminho que estávamos seguindo não era o mais correto.
O que o delegado da PF Franco Perazzoni, que comandou a investigação, conta é que foi flagrado um grande conluio entre empresas, funcionários públicos, políticos e autoridades com poder para liberar os “planos de manejo”.
— As grandes fraudes acontecem no inventário da madeira. Pelo plano de manejo é preciso dividir a terra em 30 talhões, ir explorando um a cada ano, de tal forma que só no final do trigésimo ano se volte ao primeiro talhão. Com planos assim é que se consegue a emissão do guia florestal, documento exigido para se transportar madeira e vendê-la no mercado legal. A fraude consiste em pôr no inventário o que não tem. Isso gera um registro fictício que é usado, depois, para legalizar madeira retirada ilegalmente de área pública. O registro falso esquenta a madeira ilegal — diz.
A diferença de preço entre a madeira ilegal e a supostamente legal é imensa:
— Numa tora, numa árvore em pé, em área que não pode ser explorada, não se dá mais que R$ 50,00. Se ela for apresentada como retirada de plano de manejo, pode chegar a R$ 1.400 o m. Nem tráfico de drogas dá lucro tão grande.
Pelo monitoramento telefônico foi possível acompanhar o tráfico de influências para conseguir licenças falsas. Com as imagens de satélite era possível verificar, por exemplo, que a terra da qual se pedia licença para retirar madeira já estava degradada há muito tempo. O que os proprietários conseguiam eram relatórios de vistoria feitos por técnicos atestando haver a madeira que não havia no local. Depois, era só ir numa área pública, muitas vezes indígena, tirar a madeira e usar a guia falsa para esquentar aquela madeira. Tudo passava pela Secretaria de Meio Ambiente.
O curioso é que o braço direito de Maggi, para provar que o estado do Mato Grosso tinha virado exemplo de sustentabilidade, era justamente o secretário Daldegan. Com ele, e grande comitiva, o governador foi a Copenhague participar de debates sobre créditos pelo desmatamento evitado. Alegava ter desenvolvido ferramentas modernas para detectar, prevenir e combater o desmatamento. Enquanto isso, a Polícia Federal investigava:
— O monitoramento telefônico não é usado como elemento de prova, mas como orientação para conduzir as investigações que ganharam consistência com os laudos periciais — diz Perazzoni.
Inúmeras falsas licenças foram assinadas exatamente pelo subsecretário de gestão de florestas, e depois secretário de Mudanças Climáticas, Afrânio Cesar Migliari. Existem indícios, diz o relatório da Polícia Federal, de que Migliari era dono de fato de empresas investigadas e inclusive madeireiras.
As propriedades investigadas ficavam perto de áreas indígenas ou protegidas. Em geral, já estavam desmatadas, mesmo assim conseguiam licenças de exploração que tinham indícios eloquentes de fraude. Por exemplo, segundo o delegado, houve um inventário que registrava que uma determinada terra estava 60% ocupada pela mesma espécie nobre. Com a diversidade da floresta nativa é difícil acreditar em tal percentual de uma mesma espécie.
Há uma licença espantosa dada pela Secretaria de Meio Ambiente: plantar eucalipto na Chapada dos Guimarães, uma Área de Preservação Permanente onde era proibido plantar espécies exóticas.
Blairo, candidato ao Senado e líder nas pesquisas, aparece no inquérito pressionando para apressar a liberação de licenças que favoreciam políticos. É assim que se desmata na Amazônia com o conluio de gente muito fina. E que fica por aí usando em vão a palavra sustentabilidade."
Mirian Leitão é jornalista
VC SE LEMBRA EM 2002 ELA, COM APOIO DA IMPRESSA, (GLOBO E CBN) ERA A PROFETA DA DESGRAÇA? GRAÇAS A DEUS QUE ELA ERROU TUDO !!!!!
O decipsionante de tudo não é ter tantos crápulas nos poderes instituidos de Mato Grosso, pior é ter um a nível de supremo alguem que concede habeas corpus para colocá-los em liberdade.
Vejam só a atuação da nobre jornalista: "A CBN, a rádio que troca a notícia, entrevistou Dilma Rousseff. O PiG (Partido da Imprensa ) omitirá o ponto mais interessante da entrevista: a Dilma triturou a urubóloga Miriam Leitão. “Deu dó”, como se diz em Minas (as duas são mineiras)." Pelo visto ela vem tendo grande credibilidade política!
Será que vai sobrar um secretário do Maggi que não esteja envolvido em escandalos? E timao, hein. Falando em secretário, e o Eder, já se foi? Ta esperando o que? Mais uma super compra de maquinas?
EXCELENTE ARTIGO...NÃO ESQUECENDO MÍRIAM DAS DEMAIS OBRAS QUE USOU O EX GOVERNADOR EM BENEFÍCIO PRÓPRIO, TENDO COMO EXEMPLO AS OBRAS ASFÁLTICAS DAS ESTRADAS QUE SE ESTEDERAM ATÉ A "PORTA" DAS FAZENDAS DO SR. EX GOVERNADOR. SERÁ QUE ESSAS OBRAS FORAM PELO INTERESSE DA POPULAÇÃO OU POR INTERESSE PRÓPRIO???
O coronel PM Alexander Maia, que comanda a secretaria estadual de Meio Ambiente, tem pela frente um grande desafio: separar o joio do trigo e recuperar a imagem da Sema, já combalida com sete operações da Polícia Federal por causa de denúncias de irregularidades em processos de licenciamento ambiental. Apesar de ter nomes diferentes, todas as ações da PF tiveram como alvo esse tipo de prática que, em geral, tiveram apoio de alguns servidores cooptados na base da propina para fraudar o complexo do sistema. A última investida da PF se deu na sexta (21), com a operação Jurupari, uma bomba relógio que caiu no colo de Maia. Ele saiu da Casa Militar no final de março para assumir o Meio Ambiente, em substituição a Luís Daldegan, que está preso. Agora, o coronel tem a missão de identificar e punir os servidores envolvidos no suposto esquema.
Numa reunião interna, logo após dizer à imprensa que todos os servidores serão investigados administrativamente, Maia enfatizou que será duro na apuração das denúncias. Por outro lado, tranquilizou aqueles que estavam se sentindo acuados e tensos por causa das constantes operações policiais na secretaria, ao dizer que vai separar o "joio do trigo". Nos últimos cinco anos, a Sema foi alvo de investigação em sete operações: Curupira I, Curupira II, Mapinguari, Arco de Fogo, Termes e Caipora e, agora, a Jurupari. Em todas essas investigações, diversos servidores, políticos, madeireiros e ocupantes de cargos comissionados foram presos. Quando o assunto "esfria", eis que surge nova ação policial contra crimes ambientais num Estado que figura entre os campeões de desmate ilegal.
Maia quer mudar a imagem da Sema para salvar do desgaste o governador Silval Barbosa, que busca a reeleição. Recebeu respaldo do Paiaguás para agir e evitar tantos danos ambientais. Em 2005, a PF realizou a operação Curupira I. Na época foi desarticulada uma das maiores organizações criminosas do país, que praticavam crimes ambientais há pelo menos 14 anos. Foram presos madeireiros, despachantes especializados na extração e transporte ilegal de madeira, servidores do Ibama e da extinta Fema (hoje Sema). Eles teriam causado prejuízos de R$ 890 milhões. No mesmo ano, "estoura" a Curupira II. Dois anos depois, em 2007, a PF combate extração ilegal de madeira no Parque Indígena do Xingu, com a operação Mapinguari.
Em 2008 o alvo dos agentes federais foram pessoas que realizavam extração clandestina de madeira na Amazônia Legal. A operação foi batizada de Arco de Fogo. No mesmo ano ocorreu a Termes , com prisão de servidores da Sema e do Ibama, que facilitavam as fraudes ao sistema e crimes ambientais. Ainda em 2008, a PF desarticulou uma quadrilha que promovia a extração ilegal de madeira no Vale do Guaporé, durante a operação Caipora. Já a Jurupari desta sexta prendeu advogados, engenheiros florestais, madeireiros, empresários e servidores do Executivo estadual que fraudavam principalmente o sistema de liberação de créditos para a extração de madeira e emissão de Licença Ambiental Única (LAU).
Sr Maia sema vai ter tecnico pra fazer vistoria em todos projetos , na praticas as coisas é diferente . quem vai na mata fazer projeto ou vistoria sabe disso
é estranho o papel do ministério público estadual, que é quem deveria estar fiscalizando as ações da sema. aplausos ao ministério público federal e a justiça federal, que devem continuar atentos para outros setores da sema, e principalmente os indicados de "confiança" do ex-secretário daldegan.
existe um outro coloio muito forte existente na sema envolvendo grupos empresariais, politicos, consultores e alguns técnicos. é só pegar alguns projetos e estudos mais complexos e que envolve alta soma financeira, a coisa é escancarada.
, senão vejamos: toda o pessoal de confiança do daldegan continuam dando as cartas na sema; o tráfico de influência politica corre solto, inclusive com pessoas do gabinete fazendo o papel de pressionar técnicos para aprovar projetos; a quantidade de contratados, em torno de 500 tira a autonomia do órgão de seguir regidamente a legislação ambiental; a relação de dependencia tecnologicamente da sema com a empresa tecnomapas, que muitas vezes parece ter mais poder no órgao, inclusive para nomear pessoas para cargos estratégicos e até parentes dentro da sema; enfim, fechar o cerco na sema só pode significar monitorar, perseguir pessoas que não participam dessa verdadeira pornochanchada ambiental. infelizmente, o atual secretário parece seguir o mesmo rumo do anterior, que hoje está preso, para o bem do meio ambiente de mato grosso.
Já deu tempo do novo Secretario limpar todos os apadrinhados do ex-governador e dele proprio por que ele ja estava a frente da Sema a mais de dois anos que o ex-secretario só fazia o que ele mandava foi ele quem fez o mega evento Katumba era ele quem dava as ordem.
Os deputados estaduais Mauro Savi (PR), Dilceu Dal Bosco (DEM) e José Riva (PP) e o federal Eliene Lima (PP) são acusados de agir com troca de favores e com forte influência na secretaria estadual de Meio Ambiente em defesa de madeireiros e fazendeiros para liberação de processo sobre manejo florestal e/ou licenças ambientais. O principal elo deles na pasta era o adjunto Afrânio Cesar Migliari, que está preso junto com outras 70 pessoas, incluindo empresários, engenheiros florestais, advogados, servidores públicos, o ex-secretário de Meio Ambiente Luís Daldegan, assessores diretos do governador Silval Barbosa, a coordenadora da Sala da Mulher da Assembleia Janete Riva e o conselheiro aposentado do TCE Ubiratan Spinelli.
Fernando Ordakowski

PF flagra os deputados Mauro Savi, Eliene Lima, Dilceu Dal Bosco e José Riva fazendo pressão para conseguir LAU
Nas gravações interceptadas pela Polícia Federal, as quais o blog teve acesso, fica demonstrado o interesse pessoal dos parlamentares nas questões ambientais. O novo escândalo sobre exploração ilegal de áreas dentro e fora de terras indígenas e em áreas de preservação ambiental estourou na sexta (21), com expedição pela Justiça de quase 100 mandados de prisão, quase dois anos após a Assembleia investigar e apresentar relatório da CPI que tratou das problemáticas no setor. A Comissão apresentou várias sugestões ao governo estadual.
O líder do governo na Assembleia, Mauro Savi, interessado em resolver, na base da "articulação", pendências apontadas no processo administrativo das fazendas Itauba e Mosquito I, chega a chamar no seu gabinete o adjunto da Sema Afrânio. Queria, por tudo, que fosse liberado logo os processos de exploração florestal nas duas áreas. Em 22 de fevereiro deste ano, Afrânio, dentro do gabinete de Savi, telefona para Adelino Bedin, dono da fazenda Mosquito, e pergunta em quais cidades o fazendeiro iria apoiar o projeto de reeleição do deputado. Seria espécie de condicionante para liberar a LAU.
Presidente da Assembleia, Riva deixou dois recados registrados no celular de Afrânio. Um deles se deu em 12 de agosto do ano passado. O deputado pede que o adjunto verifique como está a LAU do processo da Camifra Industrial Ltda, da fazenda Tupã, em Santa Carmem. Afrânio, por sua vez, pede para uma servidora identificada por Luciana avaliar o processo e deixa claro que a solicitação partira de Riva. Ela alerta que o processo "está com meio digital aprovado, mas com a dinâmica de desmatamento reprovado. Afrânio dá retorno ao parlamentar, informando o andamento. Riva reforça o apoio ao adjunto. Dias depois, a LAU foi emitida.
Dilceu Dal Bosco também exerceu pressão política sobre Afrânio, acusado de cometer diversas irregularidades na Sema. Nas gravações, ficam evidentes o interesse do parlamentar democrata na autorização de exploração florestal para a fazenda São Jorge. O atropelo para atendimento de intesse pessoal foi tanto que o requerimento administrativo foi protocolado antes que o licenciamento ambiental se findasse. Em 12 de janeiro deste ano, Dal Bosco e Alex Sandro Marega, então adjunto de Mudanças Climáticas da Sema, trocam telefonema. Alex diz: "Agora, aquele do Beto tá impresso já. Só tô esperando a Sueli, que é superintendente e tá fora, voltar para assinar (sic). Mas ele já vai levar isso amanhã cedo já. Em uma das respostas, o deputado pressiona: "Vê se consegue, cara, esse negócio aí pra mim essa semana porque tá, eu vou te falar viu..."
No caso de Eliene, ex-deputado estadual e hoje exercendo mandato na Câmara Federal, o tráfico de influência foi feito às claras. Em 3 de março de 2009, ele mantem contato por telefone com Afrânio Migliari e pede agilidade no processo de sua própria fazenda, a Santa Rita, em Chapada dos Guimarães, para plantio de pés de eucaliptos, mesmo sob veto de uma lei. Houve mudança até na legislação, tudo para conceder a LAU ao parlamentar.
acho rídiculo o site postar anúncios tão ofensivos sendo que não pode-se provar nada em tribunal em anos políticos fica claro a perseguição prega-se um desenvolvimento sustentável que não existe pois se existe os projetos de manejos é óbvio que pra desenvolver terá que ser aprovado !! ridículo mesmo estou indignada pois não podemos acusar sem provas ou melhor sem que podemos provar no tribunal. porque a divida exsterna do Brasil com certeza se vcs analisassem o valor a Amazônia jah não é nossa a muito tempo o que esper do Brasil JUSTIÇA PARA UM MUNDO NOVO o de desenvolver com sustentabilidade e para isso o bon senso da política e da sociedade com projetos de manejos bem elaborados e pra extração existir tem sim que ser aprovados.
Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
NÃO CONSIGO CONFIAR NESTE DEPUTADO MAURO SAVI!
até estourar mais esse escandalo nesse governo sem responsabilidade ambiental, o senhor coronel secretário maia propalava fã nº1 de daldegan, e que sua tarefa na sema seria dar continuidade a gestão de daldegan. bem, se isso acontecer, teremos mais pessoas presas nos próximos dias. de olho nele policia federal, dr avelar e dr. julier. a sema corre riscos.
Acusado de tráfico de influência junto à secretaria estadual de Meio Ambiente, o deputado federal Eliene Lima (PP), pré-candidato à reeleição, negou qualquer irregularidade e uso do cargo para conseguir liberação de licença ambiental para plantar eucalipto em sua fazenda, em Chapada dos Guimarães. Duas de suas ligações telefônicas para o então adjunto da Sema, Afrânio Cézar Migliari, que está preso, foram monitoradas pela Polícia Federal. Eliene é dono da fazenda Santa Rita e foi flagrado fazendo pressão para conseguir autorização da atividade de reflorestamento numa região de proteção ambiental.
A primeira conversa foi gravada em 3 de março do ano passado. Eliene telefona para Afrânio Migliari e pede agilidade no processo. A autorização de reflorestamento foi assinada mesmo com existência de uma portaria que impedia o plantio de pés de eucaliptos na região de Chapada dos Guimarães, já que algumas plantas provocam desequilíbrio ambiental - saiba mais aqui.
Em nota divulgada neste sábado, um dia após a operação da Polícia Federal batizada de Jurupari, que resultou em mais de 70 prisões de acusados de cometer crimes ambientais, Eliene Lima confirma que, de fato, é dono da Santa Rita, adquirida no final de 2008. Segundo ele, a área já estava desmatada desde 1999, com pastagem degradada e o solo com sinais de erosão. Diante disso, conta o deputado, procurou fazer um reflorestamento na área através do cultivo de eucalipto e solicitou na Sema a Licença Ambiental Única (LAU).
Ele afirma que esperou por vários meses pelo deferimento. Revela que seu funcionário foi na secretaria em busca de informações e recebia sempre a mesma resposta, a de que o processo estava sob análise. "Eu não entendia tamanha demora e isso ficou claro nas gravações da Polícia Federal, quando eu reclamo ao então secretário-adjunto Afrânio Migliari, que eu já estava ‘desistindo de requerer a LAU porque o trem não anda’", enfatiza o parlamentar para, em seguida, menda: "eu tinha pressa na resposta da LAU porque, caso fosse dado resposta positiva, eu aproveitaria o período de chuvas para iniciar o plantio de eucaliptos". Eliene alega que, por causa da demora, decidiu telefonar para Afrânio para questioná-lo. Afirma que poucos dias depois foi informado do parecer técnico que recusava a emissão da LAU por se tratar de área localizada dentro do perímetro da área de preservação ambiental.
De acordo com o deputado, a Lei 7804/2002, que criou a área de preservação, não proíbe o exercício de atividades econômicas naquela região. Explica que as áreas que não podem servir de uso para fins econômicos são Reserva Legal (RL), Área de Preservação Permanente (APP) e área para regeneração. Já a APA, destaca, pode ser utilizada economicamente respeitando seus objetivos estabelecidos em lei. "Em Chapada dos Guimarães existem diversas fazendas em áreas de APA sendo utilizadas para a pecuária e agricultura".
O problema é que a Procuradoria do Estado se manifestou contra o plantio de eucalipto. Mesmo assim, Eliene entende que entraria como atividade a ser analisada pela Sema, podendo ser aprovado caso não fossem incompatíveis com o objetivo da APA. Segundo o deputado, a Sema fez análise e entendeu que a plantação de eucaliptos seria positiva ao meio ambiente, visto que a área já estava aberta, a pastagem degradada, imprestável para a criação de gado, o solo com sinais de erosão e, com base nesse cenário, a plantação viria para recuperar o solo".
Bom dia, caros ... É uma pena que no Brasil só se lamententa em época de eleição! Pois, já se sabe que o ano só começa depois do carnanal, ou seja, essa é uma fala popular, agora dá pra se imaginar que em época de política a justiça começa a levantar muitas situações cabulosas. Porém, não é só no Brasil, que as pessoas agem como estão sendo citadas, logo, é deprimente como são levantadas a suspeitas. O certo é que muitos que hoje lutam pela justiça, um dia poderá como outros atropelar o processo, como a mídia tem mostrado. É importante ressaltar, que muitos lutam pelo bem comum, ainda que sejam incomum, mas aí do povo faminto se não fossem algumas pessoas que infelizmente cometem atos que os disvirtuam da verdade. Bondade e dignidade caminham juntas, entretanto, vem aí mais um ano político, porém, pergunte aos canditados que defenderam a justiça e que estão aí em busca de votos, como serão suas campanhas? Será que irão receber os votos pelo trabalho realizado em prol da sociedade? Quando terminar a eleição, será que vão ter o mesmo pensamento de hoje quanto ao voto popular? Sou brasileiro, acredito na justiça, lamento as mazelas de todas as camadas da sociedade, mas quando se fala em política não acredito na maioria dos eleitores que votam no quanto pior melhor, ou seja, muitos dizem: Só voto pra quem me pagar X, logo, não culpo somente os políticos pela prevaricação e sim todos aqueles que não zelam pela justiça e depois ficam criticando os outros. Todo cidadão deve ter consciência ética, buscando sempre zelar pelo bem comum. Sabemos que se não fosse tanto dinheiro jogado pelo ralo nosso país seria exemplo em educação, saúde, moradia, assim como em todas as áreas sociais. Portanto, isso tudo é possível, basta cada um ter dignidade.
Engraçado, o cidadão comum, que não tem um mandato de deputado, pode ficar indefinidamente esperando um; dois, tres anos aguaarando a boa vontade da SEMA em liberar a LAU, mas o engraçadinho não, ao inves de procurar o que emperra essa ação e buscar solução para todos, legisla em causa propria, livrando o meu, os tontos que pagam a farra desses pseudos representantes, que se lixem. O eleitor matogrossense tem que banir esses oportunistas da politica matogrossense, nas proximas eleições, o povo tem que tomar consciencia da força que tem e usa-la de forma consciente.
Sr eliene (com minúscula mesmo), em primeiro lugar: Qual a origem do dinheiro para comprar a fazenda? Segundo: Ou o senhor acha que todo munto é burro que não entende nada? Explorar econônicamente, não significa plantar eucalipto, existe enes maneiras de se explorar uma área sem afeta-la. A proibição do plantio de eucalipto se deve ao fato desta espécie ser oriunda de outro bioma (austrália), podendo por em risco a natureza do bioma da sua fazenda comprada com dinheiro não sei da onde... Lá no Carumbé as celas estão cheias de inocentes, pergunte ao Anildo Lima Barros. Julier manda esse também pra lá!
O Deputado Eliene Lima, não está mentindo, realmente o que causa surpresa é a sensibilidade das autoridades federais que estão impendindo o livre acesso do parlamentar a problemas de solução especifica da SEMA. Vejo aqui, um contracenso nas investigações: O Deputado então não pode solicitar agilização dos tramites legais? O parlamentar não pode questionar demora, ou impropriedades administrativas na visão do ente publico? Tenho que dar razão ao Deputado José Riva, de que "a viés politico nas investigações", pois vão colocar sobre suspeição um outro Deputado, neste caso Federal e do PP- Partido Progressista. Apresento ao Deputado Eliene Lima o meu apreço e o repudio ante ação tão mesquinha e realmente politiqueira.
O Deputado Eliene usou de toda sua força política para conseguir a licença pra fazer um reflorestamento de eucalipto na APA Chapada dos Guimarães. Ele tem uma outra propriedade na APA Cabeceiras do Rio Cuiabá e desmatou ela inteira, na Serra Azul e agora ta desmatando um área na APA Chapada dos Guimaraes. Infelizmente as denuncias nunca chegam a tempo.
O ex-governador Blairo Maggi assegura, em nota, que jamais fez lobby em favor do deputado estadual Mauro Savi junto à secretaria estadual de Meio Ambiente. Ele contrapõe interpretação dada na matéria "Ex-governador Maggi faz lobby para Savi na Sema" - confira aqui.
Na escuta telefônica que faz parte do inquérito da Polícia Federal que resultou na Operação Jurupari, Maggi conversa, em duas ocasiões, em janeiro deste ano, com um servidor identificado pelo prenome de Alex. Solicita que este anote o número de dois processos e pede para checar porque ambos estão paralisados. Observa que é preciso dar uma atenção para Savi, líder do Executivo na Assembleia, quando este o procurar. Em resposta, Alex promete prioridade para o caso.
No dia seguinte, o servidor da Sema avisa ter tomado providências quanto aos trâmites dos dois processos de interesse do deputado Savi. Pondera, em contato com o então governador, que o processo de Licenciamento Ambiental Único (LAU) exige que se cumpra uma lista de pendências, mas que o manejo referente à fazenda Mosquito "é um pouco mais complexo". Alex informa ainda que a "área já foi explorada com uma autorização do Ibama e que a legislação determina que só após transcorrido um período de 25 anos é que se poderá receber autorização para nova exploração". Por fim, alerta Maggi que o pedido de Savi "é uma das coisas que dá cadeia". Maggi não se compromete nos dois telefonemas.
Na nota, o ex-governador destaca que "em momento algum durante os sete anos e três meses em que governou Mato Grosso, fez uso de sua função para conseguir quaisquer benefícios para si ou para terceiros". Enfatiza também que em nenhum momento, a escuta telefônica configura lobby ou solicitação de privilégios ao deputado Savi. Considera que, na conversa, ao ser informado sobre impedimentos legais para a concessão de licença ambiental junto à Sema, encerrou o diálogo sem fazer nenhum pedido de favorecimento a Mauro Savi. Destaca que a própria transcrição da escuta telefônica é prova disso.
SERA QUE O GRAMPO ERA DO BLAIROMOLE KKK E BRINCADEIRA EM NAO SABIA DAS MAQUINAS NAO SABIA DOS ONIBUS NAO SABIA DA SEMA NAO SABIA DAS MARMITAS NAO SABIA DOS COMBUSTIVEIS GENTE ESSE CARA TEM DESTURBIO MENTAL
Calma gente, eu sei que voces estão certos, falar dos nossos administradores com certo rancor, pois os mesmos deram lugar. Agora acredito que a PF deve ter mais gravações, será que é somente aquela? Acredito que não, e acho até que isto é somente o começo. Vamos aguardar.
Sou ambientalista, e o que me deixa indignado é que ninguém falava em meio ambiente em outras gestões, no governo de Blairo mta coisa mudou, e conseguir lincencimento não é do dia pra noite, existe uma análise criteriosa e por isso ficou mais demorado. Mas infelizmente sempre tem pessoas que se vendem e fazem maracutaia, e sujam todo o resto. Ele mudou a cara de como as pessoas viam o meio ambiente no Estado, mudou o próprio perfil e o relacionamento e engajamento dele com o meio ambiente tornaram o Estado referencia em âmbito internacional. Será que é difícil enxergar isso?
TÁ NA PAUMA DA MÃO, TÁ NA MÃO DE QUEM SABE! sabe o que?
Esquisito o Sr. Marcio Pitanga...se fosse um processo seu e alguem pedisse para que o funcionario verificasse por que nao estava andando, o senhor acharia tambem que era exploracao de prestigio?Queria ver se i interesse fosse seu se sua opiniao seria a mesma.
Um mês depois de ser remanejado da Casa Militar para o comando do Meio Ambiente do governo estadual, o coronel PM Alexander Maia começa a fechar o cerco nas ações internas da pasta para evitar qualquer tipo de irregularidade. Ele baixou a Portaria 055, que cria uma comissão permanente de processo administrativo disciplinar e, de imediato, determinou correições em todos os setores da secretaria. Quer um "pente fino". Essa investida típica de atuação policial tem deixado os servidores apreensivos.
No documento, Maia argumenta que a intenção é preservar os princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência nos atos da gestão. Enfatiza também que é preciso agir com proteção e defesa do interesse público. O novo secretário adotou medidas similares às do promotor de Justiça Marcos Machado, quando assumiu o Meio Ambiente há cerca de três anos. Na época, ele estabeleceu novo organograma do quadro de pessoal e estruturou praticamente toda a secretaria. Num Estado que figura como um dos que mais desmatam e queimam ilegalmente na Amazônia, o meio ambiente é uma das áreas mais complexas e problemáticas da administração pública. São constantes, por exemplo, denúncias de irregularidades nos processos de licença ambiental envolvendo servidores. A gestão Blairo Maggi, que durou sete anos e quatro meses e prossegue com Silval Barbosa, já enfrentou esse tipo de situação.
Maia ordenou que a presidente da Comissão, servidora efetiva Nadja Naira Barros Monteiro Pinheiro, que será auxiliada nos trabalhos por Benedita Sebastiana e Luís Benedito Barreto, também funcionários de carreira, verifique a regularidade de todas atividades desenvolvidas pelos setores e pelo quadro de pessoal. A comissão está subordinada diretamente ao secretário e qualquer decisão precisa, primeiro, ter o seu carimbo.
Quem não se lembra do céu de nosso Estado encoberto por uma camada de poluição e das unidades de saúde repletas de crianças e idosos com problemas respiratórios!!!!...Pois é,os anos se passam,mas a memória é viva!!!Então,o Sr.Cel.Maia poderia mostrar à população matogrossense,os resultados das investigações sobre a liberação das queimadas no período mais crítico de nosso clima,onde na época,a SEMA e a Defesa Civil foram alvos das irregularidades...Esperamos respostas....
nenhuma comissão pode ser séria com a presença de um tal barretinho. sujeito arrogante, petulante, e que não gosta de trabalhar na função que deveria.
Parabens secretário, pela atitude... sugiro que as investigações administrativas comecem pela CUCO.. olho no pessoal da fiscalização....
concordo com o Sandro.Comece pelo Moacir Couto e descobrirás a verdade sobre os fatos
POIS É CORONEL....Sabe o que é pior...criam um monte de empecilhos para os licenciamentos ambientais, depois, temos que CONTRATAR ADVOGADO DE PORTA DE SEMA para se defender e ter o licenciamento regularizado...É TUDO UMA VERGONHA...SÓ SAI A REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL COM O POVO DO ESQUEMA.
Cuiabá será uma das 19 Capitais e 72 cidades brasileiras a aderir à campanha “Hora do Planeta”, articulada pela rede de ongs WWF em todo o mundo. O evento é um manifesto em preocupação ao aquecimento global e consiste no apagar das luzes dos principais monumentos de cada localidade por uma hora entre 20h30 e 21h30 (horário de Brasília). Na Capital mato-grossense serão apagadas as luzes do Palácio Dante Martins de Oliveira, da praça Rachid Jaudy, do Museu do Morro da Caixa d´Água Velha e o Centro Geodésico da América do Sul.
Todos os Estados da Amazônia Legal também vão aderir, deixando às escuras alguns cartões-postais que são referência na região, como o Mercado Ver-o-Peso, em Belém. Dados da Empresa de Pesquisa Energética dão conta de que a demanda por energia cresce a cada ano nesta parte do país. Em 2008, só a região Norte consumiu 23.873 GW / hora de energia. Os Estados do Maranhão e de Mato Grosso, que compõem a Amazônia Legal, consumiram juntos 16.190 GW / hora de energia no mesmo ano.
Além de monumentos, a Ong pede também que cada cidadão, governo e empresa apague as luzes contra as mudanças climáticas. A "Hora do Planeta" surgiu em 2007 na Austrália e conta neste ano com a participação de125 países. Desde então, a iniciativa conseguiu mobilizar governos a apagarem as luzes de monumentos importantes, como a Torre Eiffel, na França, a Times Square, em Nova York, e o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.
A secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano de Cuiabá baixou uma instrução normativa no dia 24 de novembro e publicada em 27 do mesmo mês para adequar o funcionamento dos postos de combustíveis. Com as novas normas, segundo o secretário da pasta Archimedes Pereira Lima Neto, a meta é fazer voltar a funcionar 88 estabelecimentos que hoje estão com suas atividades paralisadas desde 2006 por problemas em seus projetos, sendo o principal deles a falta de habite-se.
A demanda para adequação dos postos paralisados é antiga. Hoje, nada menos que 40% do total de estabelecimentos de combustível estão fechados. De acordo com Archimedes, essa paralisação foi necessária porque a lei é muito rígida. “Ou trabalhavam do jeito correto ou não poderiam funcionar”. Com isso, a cidade perdia em impostos e a economia acaba encolhendo. O Ministério Público determinou assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta com a prefeitura para que os postos reabram em até 12 meses, mas dessa vez de forma ambiental e socialmente mais correta.
Entre os principais requisitos que precisam ser observados estão licenciamento do Corpo de Bombeiros e da secretaria estadual de Meio Ambiente, acessibilidade para Portadores de Necessidades Especiais (PNE) e o tamanho da área permeável do posto para que não haja vazamento para o lençol freático. Uma observação importante sobre a Instrução, segundo o secretário, é que o empresário do ramo terá de apresentar um Estudo e um Relatório de Impacto de Vizinhança (EIV/RIV), o que significa que, quando este não puder se adequar às normas, terá de demonstrar por laudo técnico e apresentar medidas para diminuir o impacto de seu empreendimento.
Para dar agilidade a análise dos processos parados, a Smades nomeou também um grupo de funcionários de carreira que farão o trabalho junto aos empresários e sindicatos do segmento. A meta é regularizar todos os postos até começo de 2011. (Adriana Nascimento)
Sec de meioambiente Sr se possivel dar uma olhada na situação das ruas de Cuiaba. Tem mesas de butecos espalahadas nas calçadas,material de construção como telhas , tijolos,areia,entulho de construção,carro estacionados nas calçadas ,lixo pra todos os lados , caminhão desgarregando mercadorias usando calçada . Um exemplo na água zum na av do cpa tres caminhão encosta niguem consegue passar na calçada . calçada pertece aos pedestre OLHA MEHOR ESSAS COISAS SECRETARIO
essa fiscalização nos postos de combustíveis de cuiabá já vinha sendo feita desde a época do secretário leve levi. até parece que o atual secretário não tem o que apresentar e ficar requentando ações de outros secretários. o que cuiabá precisa é de um secretário que tenha conhecimento sobre a área ambiental e experiência em gestão, a cidade está abandonada, as áreas verdes tomadas pelo mato ou invadidas, o parque tia nair virou um matagal que mal dá para fazer caminhada, assim como também o horto florestal, jogada as moscas, os nossos córregos viraram esgoto a céu aberto, a poluição sonora virou caso de policia, pois os fiscais se negam a trabalhar com um secretário que não cumpre o que promete e não tem pulso para tomar decisões. só parabeniza o atual secretário que têm cargos de DAS na smades ou é do PV.
Já está na hora do prefeito wilson santos trocar de secretário na smades, falta iniciativa e capacidade de gestão. cuiabá está rumo na área ambiental.
não vejo benefício nenhum em fechar postos de gasolina, o prejudicado somos todos nós. a secretaria de meio ambiente de cuiabá deveria era limpar os terrenos baldios da cidade, que são milhares, notificar proprietários de terrenos em áreas nobres a fazer calçadas, limpar as áreas verdes (está um lixo só), recuperar os nossos córregos que viraram depositários de esgotos. enquanto isso, o secretário arquimedes quer mostrar serviço em cima de postos de combustível, é brincadeira. Enfim, cuiabá não tem gestor ambiental, por isso a cidade está feia e suja.
Parabéns Secretário, tem apresentado um belo trabalho, esta na hora de apresenta-lo.

Secretários Daldegan (Sema), Alexander Maia (Casa Militar) e Eumar Novacki (Casa Civil), em Copenhague
O secretário estadual de Meio Ambiente, Luís Henrique Daldegan, revelou nesta terça, em entrevista ao RDNews por telefone, que o governador Blairo Maggi já fez quatro intervenções na 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), em Copenhague (Dinamarca), em defesa do mecanismo de REDD e diz considerar Mato Grosso "um dos Estados mais preparados para receber recursos provenientes desse tipo de incentivo à preservação florestal". Daldegan e Maggi integram a delegação mato-grossense, que contam ainda com as presenças em Copenhague dos secretários Eumar Novacki (Comunicação e Casa Civil), Alexander Maia (Casa Militar), Terezinha Maggi (Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social) e Flávia Nogueira (Políticas Educacionais), além do presidente da Famato, Rui Prado, e de representantes da Acrimat e Aprosoja. Entre porta-voz dos municípios está Luciana Copetti, secretário de Meio Ambiente de Lucas do Rio Verde.
Sob um clima de 3 graus negativos em Copenhague, Daldegan afirma que, no contexto geral, o REDD trará, na prática, proteção à floresta. Admite, porém, que negociadores de mais de 190 países enfrentam a difícil missão de chegar a um consenso sobre o novo acordo climático para complementar o Protocolo de Kyoto depois de 2012. Observa que há uma grande expectativa para a chegada do presidente Lula nesta quarta. O petista fará pronunciamento na quinta, um dia antes da chegada do presidente dos Estados Unidos Barack Obama.
De acordo com Daldegan, o REDD está praticamente finalizado, mas há uma propositura diferente da Colômbia, que tem uma sintonia mais forte com os EUA. "O Brasil vai buscar enquadrar a Colômbia. Eles querem propor algo diferente e vamos avaliar para chegar a um acordo", diz o secretário.
Maggi se apresenta em Copenhague como alguém que conseguiu superar a pecha de desmatador da floresta num Estado com altas taxas de desmatamento. Um dos acionistas do Grupo Amaggi, gigante mundial na produção de soja, Maggi demonstra ter percebido na sustentabilidade mais uma forma de atrair recursos financeiros. Ele defende que o desflorestamento mato-grossense caiu de 2 mil Km² em 2005 para mil km² atualmente. O valor ainda é alto, mas a redução precisa ser considerada. “Agricultores e pecuaristas vêm fazendo uma conta simples do custo de oportunidade de preservar a floresta”, diz o governador para, em seguida, emendar: “Temos a expectativa de que a floresta em pé valerá mais”.
Mato Grosso figura no ranking de maior produtor de soja e algodão do país e está em segundo na produção de milho. Utiliza apenas 8% de seu território para a agricultura e mais 25% para a pecuária. Maggi reforça que a área de conservação do Estado é de 64% e que o mecanismo de REDD seria uma maneira de incentivar que os agricultores que podem desmatar os 20% de suas terras, permitidos pela legislação brasileira, não o façam. Afirma que áreas indígenas e unidades de conservação também seriam beneficiadas com os recursos. Sua intenção, diz ele, é deixar pronta, antes de sua saída do governo em abril, uma legislação subnacional que dê condições para que o REDD possa funcionar.
Programa
Maggi apresentou o programa de Redução das Emissões do Desmatamento e Degradação da Floresta (REDD) no Fórum dos Governadores da Amazônia, em reunião com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e com chefe da delegação brasileira em Copenhague. Trata-se de um serviço que busca valorizar financeiramente o carbono não emitido da floresta amazônica. Seria forma de compensação que poderá dar valor à floresta em pé. O programa inclui o desenvolvimento de legislação e de políticas de contenção do desmatamento e um projeto-piloto na região Noroeste de Mato Grosso. Assim, reduz-se a emissão dos gases do efeito estufa. (Romilson Dourado)

Em Copenhague, Blairo Maggi se une ao ministro Carlos Minc em discussões acerca de questões ambientais
Fotos: Ednilson Aguiar
Romilson
Gostaria que vocês mencionassem que tabem está em Copenhague o Secretário de Meio Ambiente de Cuiabá Arquimedes Pereira Neto, que é do Partido Verde PV.
Não entendo o porque do Governador andar com essa tropa toda.
E pior é que daqui a uns dias esses secretários poderão estarem fora da administração Estadual.
O Governador deveria ter bom senso e levar para um evento desta envergadura técnicos estatutários.
o TC e o MP tem a obrigação de olhar melhor para essas despezas. Uma verdadeira farra com o nosso dinheiro.
O nosso governador Bla-bla-blario Mágico depois de desmatar e comprar quase metade do Mato Grosso (ou Mato Grosso do Sul, como disse a ilustre Dilma), agora vem, com esse discurso politicamente e ecologicamente correto, dizendo das ações de controle do desmatamento, da redução de área desmatada, mecanismos, políticas, bla, bla, bla... Se ele está disposto, mesmo, em melhorar a qualidade de vida no mundo, reduzir as áreas desmatadas, porque então ele não diminui as áreas desmatadas e usadas para o plantio de soja, algodão, etc. reflorestando estas com árvores nativas ou mesmo de árvores de reflorestamento? Fez-me lembrar agora de uma passagem bíblica no evangelho, quando um mancebo muito rico aproxima-se de Jesus e pergunta-lhe: Mestre como faço para pertencer ao Teu reino? E Jesus lhe diz: Guarda os meus mandamentos! Imediatamente o mancebo rico responde-lhe: Mas isto tenho feito desde criança!! Não mato, não roubo, não adultero, não desmato (essa foi por minha conta)... E Jesus vendo o coração daquele pobre jovem lhe diz: Vai então, vende tudo o que tens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu. Aquele jovem então sai entristecido, decepcionado, porque era dono de muitas propriedades. Assim é nosso governador querendo entrar no reino das pessoas e organizações que há muito tempo pregam o fim do desmatamento. Agora resta aos pequenos produtores não desmatar mais 1cm², nem que seja pra fazer a horta.
Abraços!!!
Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
Prosa para trochas: Depois que o governador (um dos homens mais poderosos do mundo) fez visitas (com dinheiro público) à Africa do Sul, acompanhado de dezena de pessoas (com dinheiro público), agora vai ele visitar a Dinamarca (com dinheiro público) com outras dezenas de pessoas (com dinheiro público), sendo que metade destas não sabem nem o que é efeito estufa.
Gostaria de saber o que esta fazendo em Copenhague o Secretário da Casa Militar, os outro até entendo, afinal dinheiro público indo pro ralo, brincadeira né...
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