Números telefônicos de políticos, principalmente de Rondonópolis, foram encontrados nas agendas de Gilberto Luiz Rezende, o Gilbertão, apreendidas quando ele foi preso pela Polícia Federal. Por meio das anotações, os investigadores conseguiram angariar provas de que o grileiro pagava propina a policiais militares, pistoleiros e outros envolvidos no esquema de grilagem de terras na região do Vale do Araguaia - saiba mais aqui.
Apenas em uma das agendas, a PF encontrou anotações com números de telefones dos vereadores rondopolitanos Mohamed Zaher (PR), ex-presidente da Câmara, Lourisval Manoel de Oliveira, o Fulô (PMDB), e Milton Mutum (PR), vice-presidente do Conselho de Ética. O nome do colunista Manoel Ormond também figura nas anotações de Gilbertão, bem como o de militares e advogados.
Apesar dos telefones aparecerem na agenda de um dos principais responsáveis pela desocupação violenta de imóveis rurais, homicídios, ameaças e outros crimes relacionados à grilagem de terra, não há indícios de envolvimento dos vereadores e do colunista com a organização criminosa, conforme a denúncia do MPF. Eles não são sequer citados no relatório.
Porém, a polícia suspeita que membros da quadrilha usavam nomes de outros políticos, como os do deputado Wellington Fagundes (PR), do vice-presidente da República José Alencar e até mesmo do Grupo Amaggi, para se passar por pessoas influentes e causar temor aos pequenos produtores que resistiam em abandonar as terras. “Levantamento informa que (Gilbertão) é financiado por Wellington Fagundes, José Alencar e Vander Carlos de Souza, prefeito de Acreúna (GO), que é apontado como sócio de José Alencar, maior produtor individual do mundo e principal fornecedor para a Coteminas”, aponta o MPF na página 29 da denúncia oferecida à Justiça Federal - leia mais aqui.
Conforme a procuradoria, Gilbertão estimulava grileiros a invadir áreas da terra indígena Marãiwatsede e da União e, depois, expulsava as famílias por meio de força física e ameaças ou comprando os lotes a preço inferior ao de mercado. Quando necessária, a expulsão era feita por policiais militares ou jagunços - veja mais aqui. Gilbertão providenciava a emissão de títulos falsos para a comercialização dos lotes a médicos e grandes fazendeiros e grupos empresariais.
Com a prática criminosa, ele e o irmão, Admilson Luiz de Rezende, movimentaram quase R$ 18 milhões entre 2003 e 2005 - leia mais aqui. Além de determinar a prisão deles, o juiz da 1ª Vara Federal, Julier Sebastião da Silva, determinou o sequestro dos bens. (Andréa Haddad)
O trem está pegando, o RDNEWS está de parabéns por fazer noticiário importante para a população, que servirá inclusive para a eleição do ano de 2010.
O nome do deputado federal vem de novo a tona, pois segundo o site que pelo levantamento da polícia federal o deputado Wellington Fagundes, José Alencar e Vander são financiadores de Gilbertão.
E agora deputado como fica a sua campanha para o senado para 2010?
Ehhh gauchinho teu nome tá na lista meu caro!!!se não bastasse o latifundio em santo antonio do leverger, onde planta abacaxi para exportação, agora está ampliando suas áreas para o araguaia??? vai plantar o que lá? soja? vai virar botinudo??
A casa caiu Mohamed Zaher! sua sociedade
com o gilbertinho vai vir a tona.
O fulô declarou a justiça eleitoral não possuir
nada de bens, imagina gente!!!
o nobre vereador têm quatro (04) mandatos
está no quinto, ainda que na marra! com
um salário de R$5000,00, das duas uma ou é
um péssimo administrador ou um mentiroso,
seja qual for a razão faz dele inapto com
o cargo que exerce, uma coisa é certa
todo mundo sabe que o a fazenda que ele
têm no nome de outra pessoa é fruto dos
negócios que ele têm com o GILBETINHO,
eta FULô.
A ligação do Vereador Mohamed c/ o Gilbertinho é longa, na concessionaria Zaher que é do Mohamed o Gilbertinho compra,vende, negocia ,veiculos , é amigo pessoal de BIdu irmão de Mohamed, muita negociação de veneno agricola, anabolizante p/ gado, os capangas do Gilbertinho foram presos em Agua Boa acusados de roubarem uma aeronave !! O colunista sempre ganhou dinheiro do Gilbertinho para coloca-lo nas colunas sociais, junto c/ sua mulher !! E o cunhado do Gilbertinho é Cabo da PM, vamos puxar esse novelo, M.P. e M.P.F. Tem mais rolo ai , tem caroço no angú !!
Quase R$ 18 milhões foram movimentados pelos irmãos Admilson e Gilberto Luiz Rezende, o Gilbertão, entre 2003 e 2005, apontados como chefes do esquema de grilagem de terras na região do Vale do Araguaia. Ao expedir o mandado de prisão dos acusados na Operação Pluma, o juiz Julier Sebastião da Silva também determinou o sequestro dos bens dos irmãos. “Autorizo a atuação no sentido de possibilitar provável ressarcimento dos danos decorrentes do loteamento e venda de terras da União e promovidos ao meio ambiente”, aponta o magistrado.
No despacho, o juiz também sustenta que há evidências de que Gilbertão e Admilson adquiriram o montante por meio da exploração da Terra Indígena Marãwaitsede, também conhecida por Fazenda Suiá Missú. Conforme o relato do MPF datado de 23 de junho de 2004 e anexado à denúncia, Gilbertão liderava um esquema de pistolagem e venda ilegal de terras. “Ambos encontram-se promovendo a venda e a escrituração de parcelas na área indígena perante o cartório de registro de imóveis de São Félix do Araguaia”.
Os procuradores relatam que o esquema consiste em remover posseiros de pequenas propriedades, de solo infértil, para assentar pessoas ligadas a latifundiários, dentre eles políticos. “A área indígena vem sofrendo um processo fortíssimo de desmatamento e destruição de seus recursos naturais. (..) Existem diversas madeireiras e se faz necessária, de imediato, a realização de fiscalização do local”, denunciam. Conforme o então coordenador da área indígena, Denivaldo Roberto da Rocha, 60% da área indígena já foi desmatada.
Segundo o bispo emérito de São Félix do Araguaia, Pedro Casaldáliga, Gilbertão tinha escritório na cidade até o final de 2004 e se apresentava como uma espécie de corretor de imóveis rurais. “Mas, na verdade, possuía negócios escusos vinculados a pistolagem e grilagem de terras”, relatou.
Além do município, as atividades do grupo abrangiam Bom Jesus do Araguaia, Confresa e Vila Rica. “Gilbertão fugiu de São Félix do Araguaia após ter conhecimento da existência de um mandado de prisão que seria expedido em seu desfavor". Ao revelar que recebia, em função do cargo, denúncias de homicídios relacionados à grilagem de terras, o Bispo enfatiza o temor dos pequenos agricultores de serem repreendidos pelo grupo de Gilbertão, composto por militares de alta patente. "Muitos dos informantes não se identificavam por medo de represálias”, denunciou o bispo, que chegou a receber ameaças de morte. Apesar disso, continua morando em São Félix do Araguaia. (Andréa Haddad)
Depoimentos de assentados a promotores do Gaeco revelam que há dois grupos armados na região do Vale do Araguaia, sendo um comandado pelo bioquímico de Confresa, Camilo de Lelis Brasileiro Pereira, o Camilão. Ele atuaria junto com o ex-prefeito de Porto Alegre do Norte, Luiz Carlos Machado, o Luiz Bang, que já ocupou o posto de 5º pistoleiro mais perigoso do país. “O outro (grupo) é dirigido pelo doutor Iron e Lourival, cunhado de Iron. Gilbertão (Gilberto Luiz Rezende) é ligado ao grupo de Camilo”, aponta um dos promotores.
Camilão figura no relatório como um dos responsáveis pela contratação de pistoleiros para a facção do subtenente Moreira, além de atuar no tráfico de drogas. Também seria o intermediário entre os comandantes da Polícia Militar e os proprietários das fazendas invadidas. De acordo com os promotores, Camilão atuava como “ponte” entre o coronel Elierson Metello de Siqueira e fazendeiros. Também contrataria desempregados do Nordeste para atuar como pistoleiros, que invadiram pequenas propriedades rurais. Em seguida, Camilo forçaria, por meio de ameaças, a venda do lote por preço inferior ao de mercado.
Depoimento de Aparecida Barbosa da Silva revela que Camilão e Luiz Bang ameaçam juízes da região. Um dos promotores relata indícios de que o então presidente da Câmara de Vila Rica, Cláudio Estrada, ex-policial militar, tenha ligação com Luiz Bang e Camilo. “Grandes escritórios de advocacia de Goiânia atuam em processos de liminares e possessórios e o escritório Bertim de Cuiabá. Juízes sérios estão atuando e recebendo ameaças e o Dr. Roman (delegado) concluiu que Luiz Bang e Camilo são os autores das ameaças”. O bioquímico atuaria na contratação dos militares que invadiam e, depois, eram contratados para fazer a segurança das fazendas.(Andréa Haddad)
será que este oficias citados tem algum previlegio com o comando geral PORQUE SÃO AS MESMA FIGURINHA DE SEMPRE APRONTANDO NO GOVERNO É NADA ACONTECE
é por isso que não sai do comando, se sai vai cair muitos cacíque,anos passdo ele era adjunto depois sumiu o geral era pra ficar dois anos não foi trocado, aí não mehora mesmo?o governado nesse mato tem coelho.parabéns rdnews.
Concordo com voce 1º comentarista, tem coronel que foi comandante daqui de Barra, foi comandante adjunto da PM, e está mais de 02 anos como comandante, não sabia de nada, e não tomou nenhuma providencia. NESSE MATO TEM CACHORRO.
E É DOS GRANDES, QUEM VIVER VERÁ. É POR ISSO QUE NÃO SAI, ESTÁ SEGURANDO BRONCA DE ALGUÉM MAIOR QUE ELE.
Esse metello já estava sendo investigado por grilagem de terra, e mesmo assim foi promovido por merecimento.
O irmão está sendo investigado por desvio de combustível de viaturas, e foi promovido ontem por merecimento.
Outro está sendo investigado por desvio de dinheiro do quartel, e já há articulação para ser promovido por merecimento.
Então concluo que o que devo FAZER PARA SER PROMOVIDO, E AINDA POR MERECIMENTO.
Por que será que os praças estão aposentado com 25 anos proporcionalmente de serviço perdendo dinheiro, e os oficiais estão aposentando com mais de 30 anos, mesmo perdendo dinheiro na ativa (porque o desconto previdenciário do aposentado é menor).
Uma simples pensada, BASTA.
C-F, L, J-R., F, B e F, reflitam nisso.
O fazendeiro da região do Vale do Araguaia, Romão Ribeiro Flor, foi denunciado pelo Ministérip Público Federal como responsável pelo pagamento de advogados que estariam dificultando o processo de desapropriação da Fazenda Suiá Missú, ocupada por posseiros e indígenas. Nomes de advogados também são aparecem em agendas de Gilberto Luiz Rezende, o Gilbertão, apontado como chefe do crime organizado e tráfico de drogas na região do Araguaia, em conluio com policias militares - saiba mais aqui.
No relato dos promotores do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o candidato a vereador por Ribeirão Cascalheira, Altamiro Scheneider, o nego Scheneider, que teve o registro cassado pela Justiça Eleitoral, contratou o advogado Deusiano Ferreira dos Santos para defendê-lo - leia mais aqui. Um dos promotores revela que Deusiano recorreu à influência do procurador Diasis dos Santos Filho ao ter o cliente denunciado. “Quando denunciei este último, tal advogado procurou Diasis, procurador do Estado de Mato Grosso, que já foi candidato a prefeito em Cascalheira”, relatou a promotoria.
Conforme o Gaeco, à época Diasis recebeu apoio político do subtenente Adalberto da Cunha de Oliveira, responsável pelo recebimento de propinas e preso na Operação Pluma, da PF, veja mais aqui-, do pistoleiro Nego Scheneider e do candidato derrotado à Prefeitura de Ribeirão Cascalheira em 2008, Adário Carneiro, conhecido na região por Comendador do Araguaia, numa referência a João Arcanjo Ribeiro - saiba mais aqui. Os três teriam subido no palanque de Diasis.
Afastada por corrupção, concussão e venda de sentença, a então juíza de Vila Rica, Daniele Amarilo também se beneficiou do esquema, segundo a promotoria. O marido dela, identificado como Henrique, teria advogado em favor de grileiros.
No relatório do Gaeco, o fazendeiro Romão também aparece como beneficiário do esquema que consistia na expulsão de pequenos posseiros da Fazenda Suiá Missú. Posteriormente, ele intermediava a emissão de títulos falsos em nome de grandes proprietários de terras. O fazendeiro também foi multado pelo Ministério Público do Trabalho, em 2004, em R$ 414 mil por manter trabalhores em situação análoga à de escravo. A fazenda Rio Preto, em Porto Alegre do Norte, foi alvo de ações civis propostas pelo MPT. Segundo uma delas, "o empregador havia determinado que os trabalhadores, que faziam a roçagem de pasto, refugiassem pelo meio do mato para esconder do grupo móvel (de promotores) as reais condições de trabalho. Eles só foram resgatados graças a informações colhidas durante os depoimentos de outros trabalhadores". (Andréa Haddad)
interessante essa reportagem;porem tem algumas inverdades oDIASSIS não assina FILLHO esse sobrenome é do ADARIO,e ele nunca subiu no palanque do DIÁ pois a mulher dele era vice do Dr JOSE ,portanto não subiria no palanque do adversario. Gostaria que quem cometeu esse erro retificasse porque isso prejudica a imagem de pesooas que é honesto e decente.
Meu caro Romilson, só qro fazer uma pergunta,, o Diá (procurador do estado MT) concorreu as eleições com o Adário... como é q vcs falam q estavam todos no mesmo palanque???????? gostaria q vcs fizessem as devidas investigações e posteriormente se retratasem nessa matéria.. obrigado.. ELES SÃO ADVERSÁRIOS, MEU CARO!!!
Prezadas Ana Lucia e Val,
apesar das observações contrapondo o fato do Adário ter subido no palanque de Diasis, a matéria foi feita com base na denúncia do Ministéio Publco Federal, que culminou na Operação Pluma. O relatório do MPF, conforme pode ser observado na reprodução acima da matéria, aponta que Adário subiu no palanque de Diassis. Agrdeço desde ja pelas obsrvações bastante pertinentes.
Atenciosamente,
Andéa Haddad
Eu sempre soube que esse quarteto (descoberto somente agora que tem um mentor maior: Dr. Diassis) vc Diassis por ser procurador do estado não esta imune e nem acima da verdade, viu. O MPF e a PF ja descobriram a sua mascara.
Uma perguntinha: com qual das caras Diassis você se apresentara agora na nossa cidade, a de falso humilde ou a de comparsa do grupo que vc faz parte conforme as investigações.
A querida Ana Lucia, agora que acertaram no calcanhar do imaculado Dia a Policia Federal juntamente com o Ministerio Publico Federal erraram, não era isso que vc vinha comentando anteriormente, seus comentarios eram que o processo era 100% justo. Agora vc tem a certeza que não houve investigação e sim acusações sem provas.
Muito interessante o seu choro, a mentira so doi se for em seus coreligonários, nos adversarios mesmo vc sabendo das acusações falsas, vc ri.
Espero que quando vcs estiverem sendo presos por acusações infundadas se lembrem dessa mensagem.
em primeiro lugar COMPANHEIRO da cidade de CUIABA,nunca comentei isso com vc nem em Cuiaba nem em lugar nenhum,pois não somos COMPANHEIROS de forma alguma, se fossemos vc seria da luta pela verdade,pela garantia dos direitos de todos os cidadãos, pela justiça ,enfimpor tudo que é correto e honesto à prova disso é que uso meu nome em tudo que faço não uso pseudonimo para nada e não chorei e muito menos estou triste com essa materia,isto não me atinge de forma alguma e jamais serei presa por esse tipo de coisa não pratico e nem defendo quem pratica independente de quem seja.UM ABRAÇO PRA VC E VEM PRA LUTA VC TBM.
Um grupo formado por quatro pessoas dava suporte técnico aos responsáveis pela grilagem de terras indígenas na região do Vale do Araguaia. É o que aponta a denúncia do Ministério Público Federal e as investigações da PF, que culminaram na prisão de 18 pessoas, entre fazendeiros, policiais militares, engenheiros e uma escriturária, na Operação Pluma, deflagrada pela PF em 3 de julho.
Na ocasião, a escrevente do Cartório de Registro de Imóveis de São Félix do Araguaia, Maria Elisabeth G. Carvalho, foi presa. Ela é apontada como uma das responsáveis pelo suporte técnico do grupo. Segundo a denúncia do MPF, a escrevente confeccionou matrículas e registros de lotes da Terra Indígena Marãwaitsede. Também é acusada de agir em conluio com os irmãos Admilson e Gilberto Luiz Rezende, o Gilbertão, apontado como chefe do grupo que grilava terras na região. A escrevente alega, por sua vez, que cumpriu uma determinação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF 1ª).
Segundo o coordenador da Terra Indígena, Denivaldo Roberto da Rocha, mais de 60% da área já foi desmatada. “Admilson e Gilberto afirmam ser proprietários de toda a reserva Marãwaitsede e, com a cumplicidade do cartório de São Félix do Araguaia, vem emitindo registros e escrituras de terras da União (...)”. Na denúncia, o nome da engenheira agrônoma Maristela Maranhão Fonseca, aparece como encarregada da planta e memorial descritivos da Fazenda Suiá Missú. Segundo a procuradoria, os limites da área foram demarcados dentro da Terra Indígena. A delimitação da área, incluindo parte da reserva, teria sido feita por Antônio César Rocha Felipe.
O técnico agrimensor Josemar Pereira dos Santos é citado pelo MPF como responsável pelos mapas e memoriais descritivos usados nos desmembramentos das fazendas Suiá Missú e Bridão Brasileiro mediante deslocamento de títulos. “Nota-se que Josemar Pereira dos Santos foi o engenheiro agrônomo responsável pela indicação dos limites da Fazenda Bridão Brasileiro, conforme consta das matrículas 73 a 88 do 1º Serviço Registral da Comarca de porto Alegre do Norte, informadas no laudo do Incra. A adulteração foi efetivada mediante concurso da cartorária Maria Elisabeth G. Carvalho”, apontou a procuradoria.
Em depoimento, um antigo proprietário de terras da região de Confresa, Abraão Alves Sobrinho, disse que a página 305 da perícia realizada pelo Incra, durante o processo de desapropriação da fazenda Bridão, revela que os documentos apresentados ao órgão eram de outra gleba. Segundo ele, Josemar fez o deslocamento da área para a Fazenda Bridão “para fins de gerar direito de posse ao então proprietário que receberia o dinheiro da desapropriação da terra”. (Andréa Haddad)
Aqui em juina acontece a mesma coisa desde 2003 até hoje.
De 2005 a 2007 que a coisa ficou pior, tinha coronel, deputado, fazendeiro, grileiros, e não deu em nada, até AGORA.
Aguarde Vald. sua hora chegará, pode esperar.
Eita nois.
Josemar, Nego Xinai, Sub Adalberto e Darin.
Tudo farinha do mesmo saco. ops! Farinha não que farinha lembra os cearenses e cearenses lembra Diá, daí vão falar que o Diá tem culpa nisso.
Eita nois, eu teria vergonha de sair na rua depois dessa acusações, mas no meu caso eu sou pessoa de bem. Desculpe não serve para vcs.
O Negão, tem a coragem de colocar no carro que é desespero, em alusão ao pessoal do Diá. Negão, desespero foi o seu na hora que a Policia Federal pegou vc e levou para Cuiabá. ka ka ka ka.
Agora o resto da turma esta quietinha, só o Peão Xinai que fica desfilando, vai peitar outra eleição para vereador?
Ou Darim, será que vc tem coragem de sair candidato a Prefeito novamente, será que a sua turma da grilagem vai de apoiar?
Ah! Dizem que o Alessandro que receber o dinheiro dele, viu Darim, ele tem que pagar os Adevogados.
ISSO NÃO VAI DA EM NADA. SÓ BARULHO.
Nao podemos esquecer do nosso nobre de sangue real o Coronel ELIERSON METELLO o intocavel, so tomar cuidado com o julier a caneta dele é pessada e justa, acho que o sem moral vai rodar dessa vez.
Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
O grileiro Jurandir de Souza Ribeiro aparece no inquérito da Política Federal como responsável pela venda de lotes da Terra Indígena Marãwaitsede mediante utilização de título dominal com limites sobrepostos. Ele adquiriu, em fevereiro de 2003, área remanescente de 157 mil hectares da Agip do Brasil. Um mês depois vendeu diversos lotes a Admilson Luiz Rezende, irmão de Gilberto Luiz Rezende, o Gilbertão, apontado como chefe do esquema de grilagem de terras na região do Vale do Araguaia.
O curioso é que o nome de Jurandir figura no inquérito no rol de financiadores do esquema, junto com Adário Carneiro Filho, o Darinho, candidato derrotado à Prefeitura de Ribeirão Cascalheira. A compra da terra da Agip foi registrada no memorial descritivo da escrevente do cartório de São Félix do Araguaia, Maria Elisabeth Carvalho, presa no início de julho pela PF na Operação Pluma. Os promotores destacaram que tanto Jurandir como Admilson sabiam que os lotes eram litigiosos ao adquirir as áreas e que, inclusive, podiam ser declarados como reserva indígena.
Os responsáveis técnicos pela delimitação da área, Antônio César Rocha Felipe e o técnico agrimensor Josemar Pereira dos Santos, também são apontados no inquérito da PF, assim como a engenheira agrônoma Maristela Maranhão Fonseca, supostamente encarregada da planta e memorial descritivos da Fazenda Suiá Missú. Os limites da área foram demarcados dentro da Terra Indígena, segundo o inquérito. (Andréa Haddad)
PF investigue tambem a máfia semelhante que atua em JUINA desde 2003.
Grande repercussão em 2006 2007.
A verba está aparecendo agora, cheque o Imposto de renda.
Preso há 31 dias por suposto envolvimento com crimes decorrentes da disputa por terras na região do Vale do Araguaia, o ex-comandante-adjunto do Bope, major José Carlos de Moraes, figura no inquérito como suspeito de ter recebido R$ 150 mil do proprietário da Fazenda Codeara, em Santa Terezinha (a 287 quilômetros de Cuiabá), para retirada de invasores em três oportunidades. A grilagem das terras, por outro lado, era estimulada pelos próprios PMs que integravam o esquema. “As invasões eram estimuladas pelo soldado Pereira”, diz um trecho do documento.
Um dos trechos do inquérito do Gaeco, anexado ao relatório do Ministério Público Federal e Polícia Federal, aponta indícios de pagamento de propina ao major Moraes pela desocupação da Fazenda Uirapuru, em Porto Alegre do Norte, junto com o ex-comandante-geral da Polícia Militar, coronel da reserva Adaildon Evaristo de Moares Costa, e o capitão Curi, que respondia pelo comando da Companhia do bairro Planalto, em Cuiabá. As investigações apontam que, numa das ocasiões, Adaildon cobrou R$ 30 mil para desocupar a fazenda - saiba mais aqui e aqui.
Além de Moraes, Adaildon e Curi, policiais federais prenderam, em 3 de julho deste ano, o ex-comandante regional da PM de Sinop e Tangará da Serra, Elierson Metello, o sub-tenente Adalberto da Cunha de Oliveira, o capitão Antonio de Moura Neto e o major Wlamir Luis da Gama Figueiredo.
Segundo informações da PF e do MP, os militares agiam em conluio com fazendeiros. Estimulavam a invasão de áreas da União por posseiros, inclusive reservas indígenas, para depois retirá-los por meio de violência física e moral. “A expulsão é feita por policiais militares e jagunços deste Estado e de outros. Esses agentes policiais ainda incentivam invasões com a finalidade de vender segurança aos proprietários das terras".
Os militares, segundo a PF, eram contratados por Gilberto Luiz Rezende, o Gilbertão, conhecido como um dos principais grileiros da região do Vale do Araguaia e um dos responsáveis pela falsificação de títulos para a venda dos lotes de áreas da União a médios e grandes fazendeiros e grupos empresariais. (Andréa Haddad)
Apurações gravíssimas estas e ninguém fala nada, ninguém opina nada, ninguém escreve nada. Será que estamos diante de um inconciente coletivo de que tudo isto está sendo normal?
Aqui em barra todo munda sabia do esquema e o chefe da quadrilha achava que ninguem sabia, coronel Elierson Metello o povo não é bobo nao e cego nem mudo,quero ver agora vc humilhar seus sobordinados, qualquer abuso da sua parte vai parar na imprensa ou quem sabe nos autos onde vc é indiciado por varios cirmes, fica esperto, não é so gripe que faz mal.
Esse major so tinha a cara de bobo, viviam so no esquema de grilagem, e cupicha do Elierson Metello, uma pessoa que nem vale a pena ser lembrada, pq é so sujeira e curupção . o povo ta cansado de vermes, chega de impunidade, espero que esse processo ande bem rapido,para nao ficar no ar a injustiça.
Sou tenente coronel da pm, gostaria de pedir ao SR. coronel Elierson Metello que aproveite a situação e aposenta antes da hora mesmo ,que tem mais chance de ficar recebendo aposentadoria e tambem o quadro ta meio apertado, to precisando de uma vaga pra ser promovido, não arrisca a sorte não a justiça federal não brinca de fazer grilagem, ela vai atuar mesmo.
É preciso que a Policia Militar de Mato Grosso aja com rigor com aqueles que desonram a farda, pois sabemos que na sua maioria os policiais de MT são honestos e trabalhadores. O Comando Geral da PM não pode deixar que alguns manchem a boa imagem que a sociedade tem desta importante instituição.
Investigações do Ministério Público e da Polícia Civil apontam que o soldado PM Alessandro Farias Lima é o autor de um homicídio relacionado à grilagem de terras na região do Vale do Araguaia. Segundo o relatório do Gaeco, Alessandro executou Rogério Farias de Lima a mando do pistoleiro Altamiro Schneider, o Nego Schneider, também envolvido com o tráfico de drogas na região - saiba mais aqui. “Em Ribeirão Cascalheira, houve a morte do jovem Rogério Farias de Lima, o Pébinha, onde há fortes indícios de que o soldado Alessandro foi o executor”, diz um trecho do relatório.
De acordo com as investigações, Alessandro, assim como Schneider, era um dos responsáveis pelo tráfico de armas e drogas no Vale do Araguaia. O PM comprava as drogas na avenida principal de Canarana para depois revendê-las, diz o Gaeco. “Fomos informados de que o soldado Alessandro traficava armas e drogas, sendo que o mesmo pegava as drogas na cidade de Canarana”.
O relatório revela ainda que Alexandro mantinha uma relação próxima com o candidato derrotado à Prefeitura de Ribeirão Cascalheira, Adário Carneiro Filho (DEM). O democrata é apontado pelo Gaeco como um dos chefes do crime organizado na região - veja mais aqui. Numa ocasião, o soldado teria emprestado dinheiro ao amigo. “(...) Alguns meses atrás o soldado Alessandro emprestou para o senhor Adário Carneiro Filho a importância de R$ 50 mil”. O valor gerou desconfiança por ser incompatível com o salário de soldado da PM.
Outro indício das atividades ilegais de Alessandro é o fato de todos os seus bens estarem registrados em nome da mãe, Maria de Jesus dos Santos Lima. Já Adário Carneiro, por sua vez, possui movimentação financeira incompatível com a renda declarada entre 2003 e 2005. (Andréa Haddad)
Conheço muitos militares e pelas conversas que ouço, esses bandidos são conhecidos de muitos anos, mas puxam saco, doam para os Comandantes, por isso que são bem vistos.
Coitados daqueles que só trabalham, não mancham a farda, e não são bem vistos, por que aquele aspirante bom de B Garças, o comando mandou transferir porque não queria entrar no esquema. INVERSÃO DE VALORES.
Por que quem tem mais de 30 anos não se aposentam, como a matéria acima dos POLÍTICOS.
Nesta PM são 09 CORONEIS que não querem ir embora, acordar mais tarde, não trocar mais tiro com bandidos, não fazer mais investigações, não cortar cabelo a cada 15 dias, e o que é melhor: Receber um pouco mais, por que o desconto da previdencia é menor para os aposentados.
POVO DE MT, DÁ OU NÃO DÁ PARA DESCONFIAR, PORQUE QUE SÓ OS PRAÇAS ESTÃO SE APOSENTANDO COM 25 PROPORCIONAL PERDENDO EM MÉDIA 350,00
SERÁ QUE NINGUÉM VE ISSO: GOVERNO, SEJUSP, PF, MP, tem gente contrariando até a lei, fica mesmo com a expulsória. Esquecendo que todos seus atos são nulos.
Qualquer PM expulso por esses oficiaIS podem entrar na justiça e retornar, por que o ato É NULO.
COM A PALAVRA O SR GOVERNADOR.
Romilson cuidado. Esse tal de Nêgo tá numa bôa aqui dizendo que não deve nada e que vai te processar. Porque tudo que está em RDNews é mentira sua. Cuidado que ele pode fazer uma visitinha aí na redação em Cuiabá. Vc não sabe com quem está mexendo.
É só um aviso. Não precisa publicar. Ele já calou todo mundo aqui.
Tá soltinho numa boa. Fazendo gosação com esse tal de Gaecco MP e tudo.
Pois é tudo isso aconteceu durante três comando inclusive campos Filho e ninguém cita ele e nem o Tenente Coronel Ávila que é sub Chefe da Casa Militar estes praças que estão nio crime eram subordinados deles em Água Boa e Barra do garças na Regional, porque não foram citados nestes relatórios com a Palavra o GAECO. Ou oGAECO, também sabe esconder nome de figurões que lhes interessa?
Ainda vai aparecer nome de gente importante nesta grilagem de terras.
esse soldado sempre aparecia aqui em barra e fazia reuniao com o Coronel Elierson Metello o que eles faziam ninguem sabe mas não e dificil de adivinhar, e foi caindo um a um so falta o veredito final. parabens Policia Federal por esse brilhante trabalho, a justiça federal poderia ajudar em amanter as prissões né, aposto que esse coronel Elierson ja mandou intimidar as testemunhas, de uma forma ou de outra, ele e bem mandraque.
O pedido de prisão de fazendeiros e militares do Vale do Araguaia, encaminhado pelo Ministério Público e Polícia Federal ao juiz federal Julier Sebastião da Silva, revela que um dos chefes do crime organizado na região é o candidato derrotado à Prefeitura de Ribeirão Cascalheira, Adário Carneiro Filho (DEM). Investigações do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), formado por promotores e policiais civis, apontam que a movimentação financeira de Adário é incompatível com a renda declarada entre 2003 e 2005.
Num dos trechos do relatório, os investigadores chamam atenção para o pagamento de R$ 25 mil efetuado por Adário ao subtenente Adalberto da Cunha e Oliveira, preso com outros cinco militares na Operação Pluma, da PF – saiba mais aqui. O montante seria referente à propina paga aos militares pela desocupação da Fazenda Noirumbá. “Há indícios de que outros servidores públicos (fiscais e oficiais de justiça) também se beneficiaram dos recursos do investigado Adário Carneiro (...), além de proximidade com outros notórios bandidos que agem na região como Gilberto Luiz Rezende, vulgo Gilbertão, Luiz Bang, Camilão, etc” – veja mais aqui.
Segundo o relatório, as investigações resultaram na prisão em flagrante de Adário por porte ilegal de arma de fogo, sendo que uma delas é de uso restrito. Entre os materiais apreendidos, há documentos que comprovariam pagamentos a policiais e outros servidores públicos. Também teria influência sobre os militares lotados na região. Na casa dele, os investigadores apreenderam um bilhete com a lista de integrantes da quadrilha que ficariam responsáveis pela segurança da Fazenda Esmeralda, em Porto Alegre do Norte. Adário também seria responsável pelas armas e pagamentos a militares que, por meio de ameaças e torturas, expulsavam grileiros das terras a mando de fazendeiros – leia mais aqui.
Outro trecho do relatório do Gaeco aponta que a família de Adário tinha uma relação próxima com o soldado PM Alexandro Farias Lima, investigado por tráfico de drogas e armas, e por homicídio. “(...) Alguns meses atrás o Sd PM Alessandro emprestou para o Sr Adário Carneiro a importância de R$ 50 mil”, diz o relatório.
Perseguição
“Estamos sofrendo uma perseguição política. Somos pessoas simples e honestas e, se meu marido não tivesse disputado a eleição, jamais haveria estas denúncias”, reagiu Maria Dantas Carneiro, esposa do candidato derrotado à prefeitura, Adário Carneiro. Segundo ela, a família é perseguida por Francisco de Assis dos Santos (PT), o Diá, que derrotou Adário por uma diferença de 470 votos, mas acabou sendo cassado por compra de votos e prestação de contas irregulares, além de ser multado em R$ 26 mil.
“Por ser procurador, o Diá usa o cargo para divulgar inverdades, mas temos consciência da nossa honestidade. Vamos processar o Diá por ingressar com uma representação em que cita meu marido como Comendador do Araguaia. Isso é uma acusação infundada de pessoas que não querem o desenvolvimento desta região. Eles (políticos supostamente ligados à Prelazia de São Félix do Araguaia) perseguem os novos moradores para que desistam e mudem de cidade”, sustentou.
Diá teve mais de 50% dos votos válidos nas eleições e, com a cassação, o presidente da Câmara de Ribeirão Cascalheira, Daniel Correia Beraldo (PDT), passou a responder interinamente pela prefeitura até que a Justiça Eleitoral determine nova eleição no município. Adário já antecipou que pretende disputar novamente o pleito - confira aqui. "Trabalhamos honestamente. Meu marido é corretor e trabalha com compra e venda de gado. Estou confiante de que vamos provar que nunca tivemos envolvimento com criminosos e grilagem de terras”, assegurou. (Andréa Haddad)
Este negócio de grilagem na região do Araguaia ainda vão descobrir coisa de pessoas muito influente do estado de MT.
Aguardem, cada dia novas descobertas.
Há pessoas que não estão nem dormindo direito. Eu confio na polícia federal.
Já havia escrito neste RDN que o candidato derrotado por Diá era suspeito de usar a polícia e a Justiça contra a vontade do povo de Ribeirão Casalheira.
Que dio o TJ vai investigar esse juiz de lá?
Ou será preciso que seja notificado o CNJ?
Abrao o olho do Mariano Travassos, senão vai sobra mais uma para o vossa administração.
Eo que nos diz o Procurador Eleitoral Federal sobre as falcatruas que resultaram na cassação de dia?
Com a palavra o Dr. Nogami...
Ano que vem é ano político. Quero ver a hora em que Gilbertão e Camilão resolverem abrir o bico contra quem quer que seja metido nesta lama e o respingo vir ao noticiário. Até gora as notícias envolvem gente do DEM, do PR, e do PT. Vamos aguardar os próximos capítulos.
Realmente Dona Maria, esse procurador do Estado conhecido ai como Diá é um verdadeiro mal perdedor, alem de comprar discaradamente votos para ser eleito, ainda tem a coragem de querer julgar o próximo.
Crie vergonha nessa sua cara Diá Prelazia, o que queremos e desenvolvimento e não persegui8ção, seu cara de pal
É Maria, tadinho do Darim, pessoa honesta, trabalha e anda só com pessoas de bem, nunca bateu em ninguem, não bateu no sócio da Antonio da Canãa por namorar a Luana... E tbm foi o Diá que colocou a arma escondido na sua casa para a polícia Federal encontrar, arma de uso restrito.
O Diá veio disputar as eleições em 2004 e a operação Pluma começou em 2002, Diá nem pensava em vir para |Cascalheira e realmente nós queremos sim, que pessoas iguais a vcs realmente saiam da nossa região, porque somos pessoas humildes e nossas vidas sao limpo, e a PF pode investigar qualquer coisa em nossas vidas.
Maria, pelo amor de Deus, vc é uma mulher inteligente, deixa que a PF leve o Darim e vc pode ter sua vida em Paz, sem apanhar dele, sem ele adulterar. Não diz mais nada e se puder contribua com a PF, assim será mais fácil para todos nós e Cascalheira, já deu um Não, bem sonoro nas urnas contra a essa bandidagem...
Os prefeitos de São Félix do Araguaia, Filemon Limoneiro (PPS), e de Alto Boa Vista, Aldecides Milhomens (DEM), afirmaram nesta sexta (24) que vão processar a Prelazia de São Félix do Araguaia e o juiz federal Julier Sebastião da Silva por calúnia e difamação. Eles foram denunciados pelo bispo emérito de São Félix do Araguaia, Dom Pedro Casaldáliga, por suposto envolvimento com o homem apontado pela Polícia Federal como um dos responsáveis pelo esquema de grilagem de terras na região do Vale do Araguaia, Gilberto Luiz Rezende, o Gilbertão. “Estou abismado com estas afirmações inverídicas sobre a minha pessoa. Nunca me envolvi em grilagem de terras, apenas temos posicionamento político em defesa dos trabalhadores da Suiá-Missú”, disse Filemon ao RDNews.
O socialista sustentou que há pessoas interessadas na desapropriação da fazenda e consequente expulsão dos trabalhadores da área. Também argumentou que teve o nome envolvido na denúncia, assim como os do prefeito de Alto Boa Vista e do ex-prefeito de Porto Alegre do Norte, Luiz Carlos Machado (PRP), o Luiz Bang, por ter um posicionamento político contrário ao defendido por Casaldáliga. “Usaram os nomes de políticos que disputaram eleição contra candidatos apoiados pela Prelazia. Eles querem forçar uma desocupação da Fazenda Suiá-Missú e nós defendemos os trabalhadores. Nunca me envolvi em grilagem de terras, não se pode acusar pessoas sem provas”, defendeu. Ele ressaltou que mora na região há 45 anos e há 25 é funcionário da Justiça.
O prefeito teceu críticas ao juiz Julier e alegou que não existe grilagem de terras na região, mas sim pessoas mal-intencionadas e com interesse na desapropriação da fazenda. “Acredito que o juiz não tenha lido o processo, pois não há grilagem de terras na região. Ele está equivocado e isto vai ser provado pelo nosso advogado. Acreditamos que a Justiça Federal seja um órgão sério, mas está deixando a desejar. Se o juiz continuar proferindo sentenças desta forma, daqui uns dias todos os cidadãos de bem poderão ser presos de uma hora para outra”, alegou Filemon.
Milhomens, por sua vez, assegurou que as denúncias não têm veracidade e que a Justiça Federal agiu de forma irresponsável. “Estão distorcendo os fatos para pressionar a Justiça a determinar a desapropriação da fazenda. Nunca vendi um palmo de terra e também nunca comprei. Ninguém grilou terras aqui”. Segundo ele, cerca de 10 mil pessoas moram na região da Fazenda Suiá-Missú e o processo de desapropriação da área está no Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região. “A Funasa tem interesse em criar uma reserva indígena no local e nós defendemos a permanência dos trabalhadores na fazenda. Tudo que o bispo disse é mentira”.
Ele também defendeu a idoneidade da escrevente do cartório de São Félix do Araguaia, Maria Elisabeth Carvalho, presa no início do mês pela Polícia Federal na Operação Pluma, por suposta confecção irregular de registro de lotes na Terra Indígena Marãwaitsede. “A cartorária não fez nada de errado, ela agiu dentro da lei ao cumprir uma determinação judicial. Os documentos, que a Polícia Federal diz que são falsificados, na verdade foram emitidos pelo governo do Estado”, disse.
O advogado dos prefeitos, Romes da Mota, reforçou que não há ligação entre os gestores públicos e os crimes praticados por grileiros e militares. “Eles (Filemon e Milhomens) apenas defendem os produtores rurais. Tudo que o bispo disse, de ponta a ponta, é mentira”, sustentou. (Andréa Haddad)
Gente nao podemos esquecer que o deputado federal Welinton Fagundes esta sendo investigado no caso de grilagem de terras. ok?
Tem gente que pensa que o povo é bobo. Moro aqui em São Félix do Araguaia há muito tempo. Não só eu, como quase toda a população aqui consou de ver o Filemon junto com o Gilbertão ali naquele escritóriozinho ao lado da defensoria pública, comprando as terras dos posseiros da Suiá-Missú. Lembram-se como aquele quarteirão ficava forrado de caminhonetes e gente andando do escritório pro cartório. do cartório pro escritório. Agora vem dizer que não tem nada com isso...ah...dá licença!
ta todo mundo careca de saber que o lider da quadrilha e o coronel elierson metello , o sem moral
lançamento da nova dupla, lutero e elierson metello, não é batmam e robim nem dupla certaneja,mas vao ser amigos na prisao
O Bispo está nesta região há anos -luz. Ele conhece tudo e todos. Muitos poderosos acham que as suas atrocidades permanecerão impunes para sempre, aí quando o parafuso aperta vem aquela velha máxima de sou inocente, sou um anjo, não fiz nada, è perseguição política, é tudo mentira e daí em diante. A federal e a justiça tem de ir fundo sim nestas investigações. O Brasileiro não aguenta mais viver em tempos de faroeste e banditismo. Tomara que tudo isto seja escancarado em rede nacional.
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