Ana Carla Muniz deve concorrer em 2008 a uma cadeira de vereadora ou de prefeita de Rondonópolis, cidade-pólo da região sul mato-grossense. A revelação é do deputado estadual Percival Muniz, presidente regional do PPS e marido da ex-secretária de Estado de Educação. Percival atacou a gestão do seu sucessor, prefeito Adilton Sachetti, a quem ajudou a eleger, e disse que as oposições vão se unir. A idéia é formar espécie de um blocão, com PMDB, PPS e PSDB.
Ao mesmo tempo que defende o nome da esposa para prefeita, o dirigente socialista afirma que não há vaidade sobre quem será cabeça-de-chapa. "Ana Carla, se tiver que disputar, vai disputar a cabeça. Já falei para o Zé (do Pátio): ela não vai ser nem vice do Zé e nem vice do Adilton (Sachetti) porque ela tem liderança mais do que os dois. Então, como o maior vai ser vice do outro?", questiona Percival. Ele foi mais longe. Sugeriu que Pátio continue como deputado e que abra espaço para Ana Carla concorrer à prefeita com apoio do PMDB. "Ela pode ser candidata a prefeita, cabo eleitoral e pode até ser candidata a vereadora. Estamos discutindo essas possibilidades".
Numa insinuação indireta ao prefeito Sachetti, que deve concorrer a um novo mandato, Percival afirma que "compraram toda a chapa do PPS" de vereador. Disse que dos 12 vereadores rondonopolitanos, nove estão no PR de Sachetti.
Apesar da existência de uma "inflação" de "prefeitáveis" em Rondonópolis, a tendência e dos grupos se diluirem em dois. De um lado, Sachetti terá no palanque o governador Blairo Maggi e o deputado federal Wellington Fagundes, ex-adversário nas urnas de 2004, além dos petistas. Assim, deve nascer uma aliança PR-PT e vários partidos nanicos. De outro, estarão Muniz, o ex-governador Rogério Salles (PSDB) e peemedebistas como Zé do Pátio e Carlos Bezerra.
A Ana Carla seria uma boa candidata a prefeita, mas para vereadora parece que eles vao lançar um sobrinho, Thiago Muniz.
É isso ai ...Esta eleição será das mulheres , elas estão demonstrando que tem bom senso, delicadeza, inteligência, sabedoria e controle para administrar. Precisamos sim apoiar essas mulheres de fibra. Não foi sem motivo que Deus deu o poder as mulheres para "dar a Luz". Pense nas mulheres da sua vida elas são realmente um presente de Deus em tudo.
As pesquisas mostram que o PR (Partido dos Ricos) não tem candidato para disputar uma candidatura ao Paço Municipal.
Qualquer candidato do blocão: PMDB, PPS e PSDB ganha as eleições em Rondonópolis.
O governador Blairo Maggi autorizou a assinatura de um termo de cooperação para pavimentar diversas ruas no período urbano de Rondonópolis, onde reside. Serão investidos pelo Estado R$ 5,7 milhões. Desse montante, conforme o acordo assinado entre os secretários João Malheiros (Casa Civil) e Vilceu Marchetti (Infra-Estrutura), R$ 2,3 milhões devem ser repassados este ano.
Os outros R$ 3,4 milhões devem ser aplicados em 2008, ano em que o prefeito Adilton Sachetti (PR), compadre do governador, deve buscar a reeleição. Os recursos que vão para o caixa da Sinfra, a quem caberá executar as obras de asfaltamento em Rondonópolis, serão oriundos do Fundo de Desenvolvimento Estrutural e Social do Estado (Fundesmat).
O empresário e prefeito de Rondonópolis (a 210 km ao Sul de Cuiabá), Adilton Sachetti (PR), um dos grandes produtores do Estado, ingressou com um pedido de Exceção de Pré-Executividade, teve o pedido indeferido e, para piorar sua situação, foi condenado como litigante de má-fé. No embate jurídico, venceu a empresa Sipcam Agro S/A, contra a qual Sachetti moveu a ação no ano passado alegando ser credor. O juiz Luiz Antonio Sari, titular da 1ª Vara Cível, determinou que Sachetti pague à empresa o correspondente a 1% do valor da causa, a título de litigante de má-fé.
Sachetti acionou a Sipcam, alegando ser credor de Cédula de Produto Rural (CPR), portanto, título hábil a embasar processo executivo. "O requerente (...), após exaustivo requerimento, procura de todas as formas desmerecer o título de crédito, dizendo que a CPR teve sua finalidade legal totalmente desvirtuada. (...) Ora, os argumentos trazidos à liça pelo requerente não tem pertinência e totalmente alheios ao desate da questão, por isso, devem ser repelidos de plano e, em sendo assim só há um caminho a ser trilhado, qual seja, o indeferimento da pretensão", setencia o juiz Luiz Sari.
Ele determina, então, que Adilton Sachetti efetue o pagamento do percentual de 1% do valor da causa, a título de litigante de má-fé. O magistrado entendeu que o empresário e prefeito "se debruçou em pretensão ou defesa contra fato incontroverso, alterou a verdade dos fatos ao dizer que o título não se presta ao fim colimado, eis que o mesmo é evidentemente inexigível".
Clique aqui e confira o teor da condenação imposta a Sachetti.
NOTA 10 para o faro jornalístico do RDnews em detectar o fato e transforma-lo em notícia, já que o personagem central é um gestor público importante. Demonstra independência ao publicá-lo já que é notícia de interesse público. NOTA Três para o texto da notícia porque, apesar de não apresentar falhas ortográficas, exagera nas entre-aspas, com expressões jurídicas de difícil entendimento. O modelo aplicado atropelou a concisão, tornou o texto quase inelegível, na contra-mão do recomendável, principalmente por tratar-se de um material de notícia on-line.
O presidente da República Lula da Silva e a primeira-dama Marisa podem ser as surpresas na cerimônia de casamento de Ticiane Souza Maggi, filha do governador Blairo Maggi. A cerimônia reservada a 250 pessoas, entre familiares e outros convidados ilustres, será neste sábado, às 19h30, na residência do próprio governador, uma mansão localizada na Vila Birigui, em Rondonópolis. Lula recebeu o convite de Maggi e disse que faria o possível para estar presente, mesmo que fosse por duas horas em solo rondonopolitano.
A festa de casamento será restrita. Mesmo assim, parou Rondonópolis. Os principais hotéis estão lotados desde ontem. Ao invés de um clube, Ticiane e o noivo Eduardo Tatesuzi Sousa resolveram realizar a cerimônia na residência dos pais Blairo e Terezinha.
Os convidados receberam um lembrete com sugestão para "depositar" presente numa conta bancária da noiva numa agência do Bradesco. Como o assunto gerou polêmica, Ticiane veio a público para explicar que todo o dinheiro que entrar na conta será doado à Associação de Voluntários de Rondonópolis de Combate ao Câncer (AVROC), que atua há 20 anos.
(Atualização às 15h40) - Dezenas de policiais militares tomaram as ruas centrais de Rondonópolis. Um helicóptero sobrevoa o centro e a região do aeroporto. Alguns ruas começam a ser interditadas. São sinais de que o presidente Lula virá para o casamento da filha do governador Blairo Maggi. A colunista social Amélia Stefanini desconversa sobre o assunto. O prefeito Adilton Sachetti, amigo pessoal do governador, também preferiu dizer que nada sabe sobre a eventual presença surpresa de Lula e da primeira-dama Marisa à cerimônia.
Essa moça está dando um exemplo de solidariedade humana.
Que ela tenha um belo casamento e seja muito feliz ao lado do esposo.
O prefeito rondonopolitano Adilton Sachetti (PR) revela estar satisfeito com a contrapartida imposta pela União para o repasse de R$ 166 milhões por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Como conseguiu viabilizar os recursos por meio de financiamento, Sachetti assumiu compromisso de pagar 5% de contrapartida, mesmo percentual a que tem direito os demais gestores, entre eles Wilson Santos, de Cuiabá, e Murilo Domingos, de Várzea Grande. “Num primeiro momento, a contrapartida era de 15%, agora é de 5%, isso mostra que negociamos bem. Agora é investir”, disse Sachetti.
Caso o prefeito optasse por recursos do Orçamento Geral da União, que são a fundo perdido, teria que arcar com 20% de contrapartida. É na tentativa de reduzir esse percentual de contrapartida que o prefeito Santos entrou na briga com o Ministério da Casa Civil.
Os recursos do PAC para a Prefeitura Rondonópolis serão destinados a obras de saneamento básico. Sachetti afirma que já possui algumas obras de tratamento de água e esgoto em andamento. Afirma que pretende utilizar os novos recursos para fazer de Rondonópolis "a cidade com a melhor política de limpeza".
Sachetti estará presente em Cuiabá no próximo dia 31, quando o presidente Lula anunciará mais de R$ 500 milhões de recursos do PAC para os três maiores municípios mato-grossenses. Rondonópolis tem assegurado R$ 166 milhões e, Várzea Grande, R$ 174 milhões.
Já o prefeito cuiabano Wilson Santos negocia com o governo federal, por intermédio do governador Blairo Maggi, para garantir mais de R$ 200 milhões. O impasse está na questão da contrapartida dos recursos via OGU (a fundo perdido). Santos tem a garantia de uma contrapartida de 5% no caso de financiamento e luta para não haver contrapartida das verbas do OGU. (Simone Alves - RDNews)
Sachetti, não está falando toda a verdade. A verdadeira verdade é que o Blairo participou diretamente das negociações com a ministra e ixigiu para Rondonópolis e Varzea Grande 5% e para Cuiabá o Governador e a Ministra Dilma nem partiiparam da reunião. e Viva a Soja

Os vereadores rondonopolitanos Mohamed Zaher (PSB) e Lourisvaldo Manoel de Oliveira, o Fulô (PMDB) quase partiram para a agressão física, durante a sessão ordinária de quarta (4). A discussão entre os dois começou por causa das críticas feitas pelo ex-prefeito e hoje deputado estadual Percival Muniz (PPS). Ele disparou sua metralhadora verbal contra a Câmara Municipal porque a maioria dos parlamentares é aliada do prefeito Adilton Sachetti (PR). Ex-presidente da Câmara e empresário, Zaher reagiu aos ataques de Muniz. Afirmou que o deputado não tem moral para ofender a Câmara porque quando era prefeito de Rondonópolis contava com apoio da maioria, pois só quatro faziam oposição. Agora, resolve protestar pelo fato do seu sucessor também administrar com apoio da Câmara.
Fulô saiu em defesa de Muniz. Lembrou que Mohamed Zaher foi secretário do ex-prefeito Alberto de Carvalho (PMDB), num período em que o município ficou ingovernável. Alberto enfrentou tamanha crise que, ante ser cassado pela Câmara por indícios de corrupção, renunciou ao mandato. Fulô e Zaher bateram-boca por alguns minutos. O presidente da Câmara, vereador Ananias Martins de Souza Filho (PR), convocou uma reunião emergencial com todos os colegas em seu gabinete para acalmar os ânimos. Sob ameaça de suspender a sessão, Ananias conseguiu conter a briga.
Que vergonha, tanta coisa boa pra ser votado que inclusive vão trabalhar no recesso, dois vereadores de 3, 4 mandatos estão brigando por ciumes, que coisa feia gente, vamos ver os interesses do municipio....
A Câmara Municipal de Rondonópolis é uma das campeãs do Estado em troca-troca de partidos entre seus vereadores. Dos 12 eleitos ou reeleitos em 2004, nada menos que oito já mudaram de legenda. O recém-criado PR do prefeito Adilton Sachetti e do governador Blairo Maggi, que mora no município, já cooptou a maioria. Os republicanos reúnem uma bancada de seis vereadores e já abriram conversações para cooptar Mohamed Zaher, que já trocou de legenda três vezes (PMDB, PSDB e PSB).
Zé Márcio, por exemplo, era do PMDB, pulou para o PDT e agora está no PR. Valdir Clemente saiu do DEM (antigo PFL) e também se juntou aos republicanos, assim como o ex-petista Olímpio Alvis. O vereador Hélio Picchioni (ex-PPS) aderiu ao partido de Sachetti. O presidente da Câmara, Ananias Filho, migrou naturalmente para o PR, já que o seu PL se fundiu com o Prona.
Ex-presidente da Câmara, Zaher havia conquistado a reeleição pelo PSDB. Nas eleições majoritárias do ano passado enfrentou divergências com o presidente regional da legenda tucana, ex-senador Antero de Barros. Sob ameaça de expulsão por ter declarado apoio à reeleição de Maggi, Zaher optou por se desfiliar antes. Foi para o PSB. Agora é disputado pelo PR e também pelo seu partido de origem, o PMDB, que deve lançar à sucessão municipal o deputado Zé Carlos do Pátio. O vereador Márcio Bertoni, eleito pelo PTB, agora está filiado no DEM. Aristóteles Cadidé deixou o PPS.
Por enquanto, não mudaram de agremiação os três vereadores da bancada do PMDB (Adonias Fernandes de Souza, Mariúva Valentin Chaves e Lourisvaldo Manoel de Oliveira, o Fulô), além de Wilma Moreira (PSB).
O Vereador Ananias Filho nunca em sua vida mudou de Partido ...Alem do mais não houve migração como se diz nareportagem pq migra é mudar ..ele pernaneceu tanto é que não foi necessario fazer nova filiação digo isso pq sei de sua historia e tragetoria politica partidaria e nao vai mudar de novo
Não é um fenomeno Rondonopolitano esta dança dos partidos. Isso é um fenômeno nacional. Mas tem lá sua razão de ser:
1 - Todo partido tem o seu cacique e, ai daquele que o desobedecer (vide caso do vereador de Barra do Garças em matéia anexa),
2 - O cacique negocia e usa todo o resto como massa de manobra,
3 - O que pensam os partidos? Quem, no Brasil, sabe o que está escrito nos seus atos constitutivos?
4 - São contra o que, à favor do que? Pensam o que?
5 - Ainda que raramente saibamos, isso não é garantia para que eles cumpram o que está escrito. Vide FHC e Blairo!!
7 - Depois, ser oposição é terrível, depois que lançaram "agovernabilidade" todo mundo migra para o governo e, quem faz o papel de oposição é o Ministério Publico.
Assim, somente quendo os partidos disserem a que vieram é que dá pra cobrar. Até antão, vamos dançar...
Após duas derrotas seguidas à Prefeitura de Rondonópolis, segunda economia no ranking do Estado, o deputado federal Wellington Fagundes (PR) decidiu que não será mais candidato. Por outro lado, prepara a esposa, a empresária Mariene Fagundes, para entrar no páreo. Um pré-acordo com o atual prefeito Adilton Sachetti define a empresária como vice da chapa.
Fagundes nega o acordão, mas também não descarta a possibilidade de Mariene concorrer à sucessão municipal. Sua estratégia é dar uma trégua para saber se, de fato, Sachetti terá chance de reconquistar o mandato. Se as eleições fossem hoje, o prefeito levaria desvantagem em relação ao peemedebista Zé do Pátio e ao ex-prefeito Percival Muniz (PPS), ambos deputados estaduais.
No quinto mandato parlamentar, Wellington Fagundes conseguiu atrair para o seu partido o governador Blairo Maggi e toda a turma da botina. O entendimento passou pela sucessão em Rondonópolis. Agora, além de tentar emplacar a esposa para vice-prefeita, Fagundes sonha com uma candidatura de senador, em 2010.
ESSA E MAIS UMA QUERENDO ENTRAR NO TIME DA BOTINA????????
Essa atitude desse deputado só revela que ele é fisiologista, que imagina que política é um negócio de familia ou que só pode ser político se tiver laços de consaguidade. è uma prática em desuso, vejamos quem fez isso no passado recente estão muitos desgastados com a população. Político velho, arcaico e fisiologista quem usa familiar para perpetuar no poder ou aumentar a sua renda.
Participo a tempo no PL ....e nenhum momento vi ou ouvir dizer que ouve esse tipo de conversação o PR se constroi é com proposta e naum com nomes o imposição ....e tenho certeza que vai no rumo certo especulações se faz é com outras pessoas ...que diz pobre o com "misseros" salarios palamentar fez fortuna
É deputado! vai ter comprar muito pares de botinas,Não vai ser fácil fazer uma nova maquiagem no Adilton Sachetti.Com um índice tão alto de rejeição do Adilton vai ser muito complicado reverter a vantagem que o Zé do pátio tem hoje,segundo pesquisa realizado dias anteriores.Essa conversa do Blário ser amigo do prefeito tenho minhas dúvidas se vai transferir votos.Tanto é que o gov.Blário está com índice alto de aprovação em Rondonopolis,enquanto o Sachetti está com um índice elevado de rejeição que chega 35% segundo as pesquisas.
Se as eleições fossem hoje, o vereador Ananias Filho (PR), presidente da Câmara Municipal de Rondonópolis, e o também vereador Lourisvaldo Manoel de Oliveira, o Fulô (PMDB), seriam reeleitos como os mais votados. É o que detecta a pesquisa espontânea do instituto Mark, feita nos dias 02 e 03 desde mês. Foram entrevistados 416 eleitores em 42 bairros. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos.
O resultado não dá segurança absoluta quanto aos eventuais eleitos. Primeiro, porque ainda restam 15 meses para as eleições municipais. Segundo, porque o quadro sobre candidaturas é de completa indefinição. A pesquisa espontânea - situação em que a pessoa escolhe o nome preferido sem ajuda de uma listagem -, serve somente para constatar os nomes mais lembrados. O percentual de indecisos chega a 57,7% - confira os dados no quadro.
Dos rondonopolitanos entrevistados, 4,3% apontaram espontaneamente o nome de Ananias como o preferido. O segundo colocado, com 3,1%, é o vereador Fulô, um dos poucos opositores ao prefeito Adilton Sachetti (PR). O vereador Olympio Alves (sem partido) detém 2,9%.
Os entrevistados citaram nomes que não serão candidatos a vereador, como do deputado Zé Carlos do Pátio (PMDB), lembrado por 2,6%. Pátio, aliás, pretende concorrer de novo à prefeitura. O ex-presidente da Câmara, empresário Mohamed Zaher (PSB), figura com 2,6%, assim como os também vereadores Wilma Moreira (PSB) e Adonias Fernandes Souza (PMDB).
O patrulheiro rodoviário federal e vereador Aristóteles Cadidé (sem partido) é citado por 1,2%, seguido do vereador Márcio Guedes (PDT) e do ex-vereador Milton Mutum, ambos com 1%. A Câmara, que antes tinha 17 vereadores, agora conta com 12.
Entre outros 21 nomes lembrados na pesquisa Mark com menos de 1% das intenções de voto está o do padre Lothar Bauchrowitz, coordenador da Paróquia de Vila Operária.
O mandato do presidente Lula (PT) está com quase 90% de aprovação em Rondonópolis (a 210 km ao Sul de Cuiabá). Do total de 88,7% que se mostram satisfeitos, 13,7% entendem que o petista faz um ótimo mandato, 44% julgam-no como bom e 31% consideram-no regular positivo.
Em relação aos 8,9% que rejeitam o mandato do presidente petista, apenas 1% entende que a administração está regular negativa, 2,6% consideram ruim e 5,3% avaliam como péssimo o governo federal. Quanto a Lula, 64,7% dos rondonopolitanos disseram que confiam no seu trabalho. Já 28,1% foram categóricos em afirmar que não confiam no governo do presidente da República.
O prefeito de Rondonópolis, Adilton Sachetti (PR), detém aprovação popular de 60,6%. É o que mostra a segunda pesquisa Mark feita este ano, desta vez nos dias 02 e 03. Foram entrevistadas 416 pessoas em 42 bairros. Dos que opinaram, 4,1% consideram que Sachetti realiza uma ótima administração, ao passo que 26,2% avaliam-na como boa. Para 30,3%, o republicano e ex-filiado do PPS, a gestão está regular positiva.
Por outro lado, 37,2% desaprovam o mandato de Sachetti, eleito com 30.932 votos em 2004. Dos que emitiram opinião, 5% consideram a administração regular negativa e, 10,6%, entendem que está ruim. No julgamento de 21,6% o prefeito faz um péssimo trabalho e, 2,2%, não souberam responder.
A pesquisa Mark também levantou o índice de confiança da população quanto ao prefeito republicano. Foi feita a seguinte pergunta: "O sr(a) confia na administração de Adilton Sachetti? O resultado mostra que 57,2% dizem não confiar, enquanto 31,5% se mostram favoráveis, afirmando confiar na atual gestão.
Sou morador de Rondonopolis ;....e estou sempre de olho no noticiario...e estou vendo que a aprovação mostrada por esta pesquisa reflete claramente como esse prefeito e sua turma vem tratando a coisa pública ...com seriedade e austeridade ...mais agora naum da pra entende o populismo de alguns querendo voltar aos antigos malas de plantão
...é a turma da botina não dorme no ponto!!! só quero ver até quando vai cdontinuaqr agradando gregos e troianos !!! isso é um risco, e quanto isso ...Percival vai ganhando espaço nas pesquisas em Roo!!!
A exemplo da amostragem de março, a pesquisa feita pelo instituto Mark no sábado (2) e domingo (3) últimos aponta o deputado estadual Zé Carlos do Pátio na liderança de ponta-a-ponta. Se as eleições à Prefeitura de Rondonópolis fossem hoje, o peemedebista bateria qualquer adversário, entre eles o atual prefeito Adilton Sachetti (PR), o deputado estadual Percival Muniz (PPS), o ex-prefeito e ex-governador Rogério Salles (PSDB), o petista Juca Lemos e a comunista Janete Carvalho.
Segundo o instituto, numa eventual disputa contra Muniz e Sachetti, Pátio "abocanharia" 45,9% dos votos. Nesse caso, o socialista viria em segundo lugar, com 24% e, em último, o prefeito Sachetti, com 17,1% (ver estimulada 01).
Já contra Sachetti e Salles e sem Muniz, o percentual atribuído ao deputado peemedebista se ampliaria. Pátio conquistaria a prefeitura rondonopolitana com 54,3% (quadro 02). O prefeito ficaria na segunda posição, mas os 17,8% o deixaria bem atrás, assim como Salles, que teria 12,3%.
Numa eventual corrida sucessória contra o prefeito Sachetti e Janete e sem a participação de Muniz e Salles, Zé do Pátio imporia uma vantagem "elástica" (estimulada 03). Teria 62% das intenções de voto, enquanto o republicano só alcançaria 18,5% e, Janete, 1,7%. O placar em quase nada alteraria se na disputa fosse incluído o nome do ex-vereador Juca Lemos (quadro 04). Pátio venceria com 63,2%, enquanto Sachetti ficaria com 18,3% e, o petista, apenas 1,9%.
Trajetórias
Ex-opositor ferrenho, o petista Juca Lemos integra hoje a administração Sachetti. Ocupa cargo em Brasília, com status de secretário. Cuida do Escritório de Representação de Rondonópolis. Zé do Pátio está no terceiro mandato de deputado estadual. Foi secretário de Obras na gestão do ex-prefeito Carlos Bezerra. Em 2004, disputou a prefeitura e teve 26.133 votos (30,3% dos válidos). Ficou em terceiro lugar, mas com diferença de apenas 1.798 votos de Wellington Fagundes (PR), segundo colocado com 27.931 votos (32,4%), e 4.799 do vencedor Sachetti, que conquistou 30.932 votos (35,9%).
Janete já tentou, sem êxito, vários cargos eletivos. O último, no ano passado, foi de senadora. Já atuou como secretária de Cultura de Rondonópolis. Salles foi vice-prefeito de Carlos Bezerra e depois veio a ser prefeito (94). Depois foi vice-governador de Dante de Oliveira e, em 2002, comandou o Estado por oito meses. No ano passado, concorreu, sem chance, a uma vaga de senador pelo PSDB. Percival Muniz, hoje deputado estadual, já foi federal constituinte, vice-prefeito de Alberto de Carvalho e prefeito por dois mandatos.
| Em quem o sr(a) votaria para prefeito se as eleições fossem hoje? |
|||
| estimulada 01 | estimulada 02 | ||
| Zé Carlos do Pátio | 45,9% | Zé Carlos do Pátio | 54,3% |
| Percival Muniz | 24,0% | Adilton Sachetti | 17,8% |
| Adilton Sachetti | 17,1% | Rogério Salles | 12,3% |
| ns/nr | 7,0% | ns/nr | 7,0% |
| nenhum/branco/nulo | 6,0% | nenhum/branco/nulo | 8,7% |
| estimulada 03 | estimulada 04 | ||
| Zé Carlos do Pátio | 62,0% | Zé Carlos do Pátio | 63,2% |
| Adilton Sachetti | 18,5% | Adilton Sachetti | 18,3% |
| Janete Carvalho | 1,7% | Juca Lemos | 1,9% |
| ns/nr | 7,9% | ns/nr | 7,7% |
| nenhum/branco/nulo | 9,9% | nenhum/branco/nulo | 8,9% |
Fonte: Mark Instituto de Pesquisa e Opinião.
Pesquiza realizada em Rondonópolis nos dias 02 e 03 de junho de 2007
O nome do prefeito Adilton Sachetti, que deve concorrer a novo mandato pelo Partido da República, enfrenta a maior rejeição. Pesquisa de campo do instituto Mark, realizada nos dias 02 e 03 deste mês, aponta que 35,3% dos rondonopolitanos não votariam de jeito nenhum em Sachetti. Num comparativo com a amostragem realizada nos dias 13 e 14 de março, o índice de rejeição ao nome do prefeito subiu 10,6 pontos percentuais em menos de três meses - clique aqui e confira a pesquisa anterior.
O resultado desta última sondagem pode ter reflexo da desastrosa simulação da PM de combate a sequestros. O evento fez parte da programação de um mutirão da prefeitura e resultou na morte de um menor e de vários feridos porque policiais, ao invés de balas de fertim, usaram na apresentação projéteis verdadeiros.
O segundo nome mais rejeitado, conforme a pesquisa, é da ex-deputada federal Teté Bezerra, citada por 11,1%. Em seguida, com 10,8%, aparece o deputado Wellington Fagundes (PR), já derrotado duas vezes para prefeito. O petista Juca Lemos enfrenta rejeição de 8,9%.
Seis por cento disseram que não votariam de jeito nenhum no ex-prefeito Percival Muniz. O deputado Zé do Pátio, líder nas pesquisas na corrida sucessória, enfrenta resistência de 4,3%, mesmo percentual atribuído à comunista Janete Carvalho. O nome menos rejeitado é do tucano Rogério Salles, com 1,9%.
A segunda rodada da pesquisa Mark, feita nos últimos dias 02 e 03, revela que o deputado Zé Carlos do Pátio (PMDB) mantém liderança à Prefeitura de Rondonópolis (a 210 km ao Sul de Cuiabá). A novidade vem em seguida, com o ex-prefeito e deputado estadual Percival Muniz (PPS), que ultrapossou o prefeito Adilton Sachetti (PR) e figura em segundo lugar. Na primeira amostragem, realizada há três meses, Sachetti estava em segundo lugar.
Os pesquisadores fizeram o trabalho de campo no sábado e domingo em 42 bairros rondonopolitanos. Entrevistaram 416 pessoas. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos. Diante de um aparente quadro sucessório de completa indefinição, já que ainda faltam 15 meses para as eleições municipais, a Mark Instituto de Pesquisa e Opinião, sob os empresários Marco Polo de Freitas, o Popo, e Bárbara Pinheiro, fez várias simulações com os virtuais concorrentes à prefeitura.
Na amostragem A, com seis possíveis candidatos, cada em partido diferente, o deputado Zé Carlos do Pátio figura na liderança com 39,9%. Muniz aparece com 23,1%. O prefeito Sachetti, que deve tentar a reeleição, surge na terceira posição, com 16,6% das intenções de voto. O quarto lugar fica com o ex-prefeito e ex-governador Rogério Salles (PSDB), com 6,7%. A comunista Janete Carvalho e o petista Juca Lemos dividem a lanterna. Ambos estão com 1,2%.
Numa outra simulação (quadro B), desta vez sem Zé do Pátio no páreo, o ex-prefeito Percival Muniz ganharia. Seu nome é citado como preferido por 34,4%, enquanto Sachetti teria 16,3%. Salles viria em seguida, com 15,1%. A ex-deputada Teté Bezerra (PMDB) seria a quarta colocada, com 4,8%, empatada tecnicamente com os lanternas Juca (3,4%) e Janete (2,2%)
Já na hipótese do prefeito não disputar a reeleição e, em seu lugar o PR lançar o deputado federal Wellington Fagundes, o peemedebista Pátio atingiria a 40,1% das intenções de voto. Muniz ficaria hoje com 21,4%. Fagundes, que já foi derrotado duas vezes seguidas para prefeito, obteria hoje o terceiro lugar com 15,6%. O tucano Salles figura com 5,5%, seguido por Juca (,4%) e Janete (1,2%).
Na primeira rodada da Mark, feita em Rondonópolis nos dias 13 e 14 de março, Pátio já aparecia na liderança, mas o segundo colocado era Sachetti - clique aqui e leia mais.
Metodologia
Os 42 bairros pesquisados em Rondonópolis nos dias 02 e 03 deste mês são os seguintes: Vila Operária, centro, Vila Aurora, Salmen, Mamed, Parati, Novo Horizonte, Planalto, Pindorama, Iguaçu, Participação, Vila Cardoso, São Sebastião, Cidade Alta, Jardim Atlântico, Jardim Europa, São Jorge, Novo Paraíso, Cidade de Deus, Beira-Rio, Amizade, Canaã, Vila Nova, Jardim Liberdade e Carlos Bezerra. Foram entrevistados também eleitores de Serra Dourada, Marechal Rondon, Vila Poxoréo, Nova Era, Jardim Tropical, Jardim Buriti, Vila Olinda, Pedra 90, Jardim Universitário, Oásis, Ana Carla, Goulart, Jardim Itapuã, Nossa Senhora do Amparo, Jardim Primavera e São José.
Dos entrevistados, 2,4% moram na zona rural e, 97,6%, na urbana. Quanto ao sexo, 48,8% são do masculino e, 51,2%, do feminino. Vinte por cento possuem idade entre 18 e 24 anos, 1,9% estão na faixa de 16 e 17 anos e, 29,1% se enquadram na faixa de 25 a 34 anos. Outros 21,9% variam de 35 a 44 anos, 20% têm entre 45 e 59 anos, enquanto 7% dos que opinaram acumulam mais de 60 anos de idade.
Quanto ao nível escolar, 18,3% são analfabetos ou fizeram o primário incompleto, enquanto 23,8% estudaram o primário completo e/ou ensino fundamental incompleto. Outros 28,4% têm entre ensino fundamental e médio incompleto; 26% o ensino médio completo e/ou superior incompleto e, por fim, 3,6%, que concluíram o terceiro grau.
Em relação à renda familiar, 5,5% das pessoas consultadas pelo instituto Mark revelaram que ganham até um salário mínimo e 43% recebem até cinco mínimos, ao passo que 40,4% acumulam de cinco a 10 salários, 9,6% de 10 a 20 e, 1,4% recebe mais de 20 salários mínimos.
... é fato!!! não se fala em outro candidato a prefeito, se não o Zé Carlos do Pátio...o q me preucupa agora será a reação do governo!!! A política de investimento nos municípios não pode sofrer interferência de projeto particular ou compromisso do Governador e seu cumpadre Adilton, em detrimento dos demais municípos do Estado.
Importante é que o estado não se resume em Rondonópolis!
...
Atrás do peemedebista, Sachetti e Muniz dividem a 2ª colocação
Zé do Pátio também é lider na pesquisa espontânea - quando o entrevistado faz opção do seu eventual candidato sem ajuda da listagem. De acordo com a pesquisa Mark, realizada em Rondonópolis nos últimos dias 02 e 03 em 42 bairros, 23,6% votariam hoje no peemedebista para prefeito. O percentual de indecisos é de 37%. Cinco por cento disseram que hoje votariam em branco ou anulariam o voto.
Em segundo lugar aparece dois virtuais candidatos, ambos na casa dos 12%: o prefeito Adilton Sachetti, que tem como um dos principais cabos eleitorais o governador Blairo Maggi, e o ex-prefeito e hoje deputado estadual Percival Muniz, que está rompido com a atual gestão.
O nome do deputado federal Wellington Fagundes é lembrado como preferido por 5%. O ex-liberal e hoje republicano já adiantou que não disputará a Prefeitura de Rondonópolis, após duas tentativas, em vão. Rogério Salles, ex-prefeito (94) e ex-governador (2002), é o nome preferido por 2,9%, seguido do deputado estadual, o evangélico Sebastião Rezende (PR), que aparece com 1%.
A professora Janete Carvalho, que no ano passado, foi candidata a senadora, figura com 0,5%. Três virtuais concorrentes detêm 0,2% das intenções de voto nesta amostragem espontânea: Juca Lemos (PT), o vice-prefeito Manoel Machado, o Maneco, e o vereador Márcio Bertoni (DEM).
O prefeito de Rondonópolis, Adilton Sachetti (PR), disse nesta sexta (1º) que a parceria da Polícia Militar no Mutirão da Cidadania vai continuar sem interrupção, mesmo após a simulação desastrosa ocorrida no último dia 26, quando um menor foi morto e vários civis ficaram feridos.
Sachetti sabe que a tragédia que aconteceu durante a simulação da policia no evento ainda está "doendo" na população e isso vai distanciar a comunidade do evento, mas foi categórico ao afirmar que a programação continua no próximo mês. Por outro lado, Sachetti não tem certeza quanto à realização de novas simulações, já que o episódio no Jardim das Flores resultou em tragédia. "É uma possibilidade a ser descartada”.
A PM já consta na programação dos próximos quatro mutirões. De acordo com Sachetti, a policia participará de várias atividades. “Não vamos criar um isolamento da Polícia Militar, não deixei de acreditar no órgão responsável pela nossa segurança por conta de um incidente, na qual eu tenho certeza que não foi planejado. Infelizmente ocorreu uma fatalidade e os procedimentos precisam ser revistos”, lamentou o prefeito rondonopolitano, que estava presente naquele mutirão. “Fiquei apavorado e ainda me pergunto, por quê aconteceu (a tragédia
O coronel PM Pedro Sidney Figueiredo de Souza assumiu nesta sexta, 1º de junho, o comando regional em Rondonópolis. Ele substitui o tenente-coronel Wilquerson Felizardo Santes, que caiu após a simulação desastrosa de um grupo de elite que acabou matando um menor, além de deixar vários feridos. Figueiredo respondia pelo comando regional de Várzea Grande. Sua transferência foi determinada pelo secretário de Justiça e Segurança Pública, Carlos Brito, e pelo comandante-geral da PM, coronel Campos Filho.
Enquanto as investigações prosseguem, as cenas da simulação de combate a sequestros,realizada dentro de um microônibus no Jardim das Flores durante um mutirão promovido pela prefeitura, no último dia 26, continuam repercutindo em todo país. Na escola onde estudava Luis Henrique Bulhões, que foi morto durante a apresentação da PM, o clima ainda é de comoção. A tragédia ocorreu porque os policiais, ao invés de usarem balas de festim, utilizaram projéteis de verdade.
Confira no vídeo.
O prefeito rondonopolitano Adilton Sachetti (PR) decretou luto oficial de três dias pela morte do menor Luís Henrique Dias, 13, uma das vítimas da simulação desastrosa da PM no sábado. Sachetti estava na solenidade quando um grupo de elite da polícia simulava uma ação de combate a sequestros. Os PMs entraram num ônibus. Dispararam vários tiros. As balas, que deveriam ser de festim, eram verdadeiras. Luís Henrique foi atingido na cabeça e morreu.
A solenidade foi no Jardim das Flores, periferia de Rondonópolis. Mensalmente, a prefeitura escolhe um bairro para realizar o "Mutirão Construindo Cidadania". Em outras edições, a mesma PM havia feito simulações de combate a sequestro e não ocorreram falhas como desta vez.
O prefeito acompanhou de perto a tragédia. A prefeitura se comprometeu a prestar assistência às vítimas, assim como o governo do Estado. O corpo do menor foi levado para Sonora (MS), onde seus pais moram.
Investigação
O comandante da 4ª Regional (Sul), Wilquerson Felizardo Sandes, será interrogado. Enquanto as investigações dão início, a população se mostra indignada com a tragédia e as cenas ganham o mundo. Nesta segunda (28), o telejornal Bom Dia Brasil, da Rede Globo, divulgou a tragédia. Confira no vídeo.
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