Sexta, 25 de Maio de 2012, 14:32 h

ANÁLISE | 14/04/2011 - 11:49

Centrais sindicais são exemplos de anomalias na área trabalhista

Romilson Dourado

   Mesmo sem fazer qualquer esforço, as centrais sindicais receberam no ano passado do governo federal R$ 102 milhões. O intrigante é que podem gastar o dinheiro da maneira que entender, sem se preocupar com a prestação de contas ao poder público. A legislação dá esse direito às centrais de se apropriarem de uma parte do salário, mas não as obriga a informaro. É por isso que há sindicalistas que lutam para não perder o poder. Se transformam em verdadeiros pelegos. Muitos acumulam mais de quatro mandatos. O governo ou o Congresso Nacional deveria acabar com essas distorções e anomalias no campo trabalhista geradas pelo imposto sindical. A maioria dos sindicatos não tem representatividade, ignora a defesa daqueles que deveria representar e serve apenas para sustentar uma casta de dirigentes que vive à custa dos que deveria defender. Clique no play e confira o meu comentário.

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ANÁLISE | 11/04/2011 - 17:57

PSD já nascerá no Estado sob controle de caciques políticos

Romilson Dourado

  O PSD surgirá em Mato Grosso mais como trampolim para lideranças alçarem vôo e se tornarem cacique políticos. Quem deseja comandar a nova sigla no Estado é o presidente da Assembleia, José Riva. Ele começou na militância política no antigo PDS (ex-Arena), foi para o PMN, depois pulou para o PTB e PSDB até chegar no PP. Com Riva, vão para o partido que está sendo fundado pelo prefeito de São Paulo Gilberto Kassab diversas lideranças. A tendência é que o PP sofra esvaziamento. Nele só vão ficar os aliados de Pedro Henry. Há outros políticos de olho no PSD, como o ex-prefeito de Sinop Nilson Leitão (PSDB) e o deputado Júlio Campos (DEM). Mesmo com a nova sigla, os caciques se apressam para comandá-la, o que sufoca lideranças emergentes. Assista comentário sobre o assunto.

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ANÁLISE | 10/04/2011 - 11:50

Com 100 dias do novo governo, Silval "nem fede e nem cheira"

Romilson Dourado

Silval Barbosa  Ele está na cadeira de governador há 375 dias, sendo 100 deles a partir da posse para o novo mandato, após conquistar a reeleição no ano passado. No comando do Estado, Silval Barbosa não fugiu ao estilo light. Montou a estratégia de fugir das brigas e trazer para a base os principais partidos, mesmo em troca de cargos e, com isso, anulou a oposição. Cooptou até o DEM, que foi adversário duro no pleito de 2010.

   A maior surpresa veio justamente nas articulações políticas. Silval conseguiu frear até o cacique do seu PMDB, deputado federal Carlos Bezerra, mesmo que este tenha "emplacado" no primeiro escalão a esposa Teté Bezerra, o velho aliado Carlos Miranda na diretoria do Detran e outros apadrinhados em diferentes cargos. A partir daí, Silval fechou as portas, numa demonstração de controle da máquina.

   Apesar do governo estar bem avaliado, conforme mostram as pesquisas Mark, é considerado fraco. Falta pulso firme para tocar alguns setores e impor metas aos secretários. Na nova pasta das Cidades, por exemplo, falta comando. Já na Casa Civil há exagero nas articulações. No Meio Ambiente, o governo "pisa em ovos". Se Silval não der o norte, sua administração por descambar para outro caminho e até vir a se atolar em problemas administrativos graves.

   Surgiram crises na Saúde, com a ideia do secretário Pedro Henry de entregar a gestão hospitalar para Organizações Sociais, "pepinos" no Meio Aambiente por causa de críticas de deputados sobre manobras e privilégios nas concessões de licenças e a criação da CPI das PCHs; e dificuldades na Educação, por causa de focos de irregularidades e revolta porque o Paiaguás não convoca os aprovados em concurso. O governo tenta sobreviver na segurança pública, embora enfrente desgaste por não resolver problemas básicos, como diminuir o índice de violência.

    É necessário ter o controle do quadro de pessoal. Empolgados por entrar agora no staff, muitos secretários estão inchando a máquina. Se não freá-los, a administração pode ferir a lei fiscal. Mesmo com fardo pesado para carregar, o governador ainda trouxe para os ombros a administração da Agecopa, autarquia criada para tocar os projetos preparativos de Cuiabá para a Copa de 2014. Acabou recebendo um "grande abacaxi" e terá de descascá-lo.

   Como está no início do mandato, Silval Barbosa, ex-prefeito de Matupá e ex-deputado estadual por dois mandatos, tem ainda um bom tempo para cumprir o que prometeu na campanha. É o que todos esperam. Seu governo tem sido light. Evita brigas, costuma ouvir antes de decidir, age com lucidez  e, por isso, por enquanto, nem fede e nem cheira.

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ANÁLISE | 08/04/2011 - 11:45

Sob Copa e perto dos 300 anos, Cuiabá precisa ser replanejada

Romilson Dourado

       Cuiabá chega aos 292 anos, já na porta dos três séculos de fundação, com problemas administrativos assustadores, principalmente no meio urbano. Com o advento da Copa do Mundo de 2014, criou-se uma fase de muita expectativa de desenvolvimento, com mais empresas se instalando e ofertas de trabalho por causa das obras macro que vão revolucionar a área de infraestrutura. Como foi mal planejada, é hora de repensar a Cuiabá de agora para a frente. O poder público tem papel fundamental nisso. Comentei sobre o assunto. Confira no play.

ANÁLISE | 30/03/2011 - 16:42

Silval se enrola com promessas

Laice Souza

Silval Barbosa está às vésperas de completar um ano no comando do Estado, e o jornalista Romilson Dourado analisa as promessas do governador. No comentário exibido nesta quarta (30), ele lembra alguns compromissos de campanha de governador, como os que ele propagou na área da saúde. O jornalista é enfático ao afirmar que algumas medidas já foram tomadas, contudo, para ele, "se Silval tivesse segurança de que ganharia as eleições, não teria feito tantas promessas". Assista ao comentário acessando o link acima.

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ANÁLISE | 29/03/2011 - 17:30

Mendes é uma incógnita política

Laice Souza

A incógnita em que se transformou a pré-candidatura à Prefeitura de Cuiabá do empresário Mauro Mendes, para o pleito de 2012, é o tema do comentário do jornalista Romilson Dourado, exibido no RDTV desta  terça (29). Nas ponderações do jornalista, uma alternativa para Mendes seria trocar de partido. "Mas para onde ir?", essa é a indagação de Romilson ao projetar o cenário atual e todas as possibilidades de mudança de sigla que o empresário tem a sua disposição. Assista a íntegra do comentário acessando o link acima.

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ANÁLISE | 25/03/2011 - 15:20

Ficha Limpa beneficia Leitão; pouca coisa muda no Estado

Laice Souza

No comentário exibido no RDTV desta sexta (25), o jornalista Romilson Dourado contextualiza a validação da Lei da Ficha Limpa apenas para as eleições de 2012, com o cenário existente em Mato Grosso. Para o jornalista, pouco coisa irá mudar no Estado, apenas Ságuas Moraes (PT) irá perder a condição de deputado federal e Nilson Leitão (PSDB) irá ocupar o lugar, justamente porque o colega de coligação do tucano, tenente da reserva Willians Dias (PTB) terá seus votos validados. Com isso, Leitão passa a ter 7 votos a mais do que Ságuas. Romilson salienta ainda, que já existe uma corrente defendendo que aqueles que não tiveram o processo transitado em julgado, não devem ser enquadrado na categoria de ficha suja, ou seja, é possível concluir que “político ficha suja dificilmente ficará de fora, nem hoje e nem amanhã”. Veja a íntegra do comentário acessando o link acima.

ANÁLISE | 24/03/2011 - 14:42

Orione afunda FMF em dívidas

Laice Souza

A quase “vitaliciedade” de Carlos Orione à frente da Federação Mato-grossense de Futebol (FMF) e a condição financeira da entidade é o tema do comentário do dia do jornalista Romilson Dourado, no RDTV desta quinta (24). O jornalista destaca o fato da FMF ser controlada por Orione há 34 anos e estar atolada em dívidas. Uma curiosidade ressaltada por Romilson é o argumento do cartola quando é questionado do porquê não abrir espaço para outras pessoas conduzirem a federação, já que é o responsável pela decadência do futebol mato-grossense. De acordo com o jornalista, Orione “só sai da Federação se alguém pagar as dívidas de mais de um milhão de reais, o que levaria a Justiça a desbloquear os seus bens”. Veja a íntegra do comentário acessando o link acima.

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ANÁLISE | 23/03/2011 - 18:04

Agecopa e as disputas pelo poder

Laice Souza

O jornalista Romilson Dourado, em seu comentário no RDTV desta quarta (23), começa com a seguinte afirmação: "A Agecopa, única autarquia com diretoria colegiada do Brasil, ainda vai render muitas polêmicas e confusões". Na avaliação dele, as polêmicas começam já no perfil de cada diretor, passa pelo fato da agência até o momento ser comandada por um presidente interino, o diretor de Planejamento Yênes Magalhães, e vai até a disputa interna pelo poder. "A diretoria vive um verdadeiro embaraço. Seus diretores se movimentam como barata tonta. Um puxa para um lado, outro caminha rumo a outra direção. Um gira favorável a tal projeto, o outro se manifesta contra", garante. Veja a íntegra do comentário assistindo ao vídeo acima. Basta clicar no play.

ANÁLISE | 22/03/2011 - 15:57

PSDB precisa ser reconstruído; tucanos devem descer do muro

Laice Souza

"O PSDB está com as penas quebradas e precisa ser reconstruído". Esta é a analise do jornalista Romilson Dourado, ao comentar no RDTV desta terça (22), como se encontra o PSDB, um partido que já foi um dos maiores do Estado. No ponto de vista do jornalista, o problema do ninho tucano seria o discurso e precisaria "sair de cima do muro quanto ao governo". Assista a íntegra do comentário exibido hoje. É só acessar o link acima.

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ANÁLISE | 16/03/2011 - 17:52

DEM nunca foi oposição a Silval

Laice Souza

A aliança do DEM com o governo Silval Barbosa é o tema do comentário do jornalista Romilson Dourado, exibido no RDTV desta quarta-feira. Na avaliação do jornalista, o partido nunca assumiu efetivamente o papel de oposição. "Bastou um intervalo de 4 meses para eles voltarem para o governo. Isso é puro fisiologismo", pondera Romilson, acrescentando que o fato "é mais uma prova de que partido nenhum segue linha ideológica e muito menos o que se propõe numa campanha eleitoral". Mais adiante, o jornalista salienta que todas as amarrações feitas por Silval Barbosa, que tem a maioria dos partidos compondo sua base aliada, demonstra o quanto ele já aprendeu sobre articulação política. Veja a íntegra do comentário de hoje, acessando o link acima. 

ANÁLISE | 15/03/2011 - 16:50

Ações de Henry na Saúde podem deixar "doente" o governo Silval

Laice Souza

"Pedro Henry não só pode levar a saúde para a UTI como deixar doente todo o governo Silval Barbosa". Essa afirmação está no comentário do jornalista Romilson Dourado exibido no RDTV desta terça-feira. O jornalista faz uma avaliação sobre a proposta do secretário de Saúde, Pedro Henry, em "terceirizar" os serviços de saúde, com a transferência da gestão dos hospitais regionais para organizações sociais. Com essa ação, para Romilson, o secretário estaria "fugindo da responsabilidade de cuidar da saúde pública". Assista à íntegra do comentário.

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ANÁLISE | 14/03/2011 - 20:05

Após bater, DEM volta aos braços do governo; Fabris reassume AL

Romilson Dourado

    A cúpula do DEM decidiu mesmo passar uma borracha nos registros de um passado que de tão recentes continuam frescos na cabeça da população, principalmente quanto às denúncias disparadas contra o governo Silval Barbosa. O partido agiu como camaleão. Sai de uma postura de oposição dura, adotada na campanha do ano passado, para se tornar aliada do Palácio Paiaguás, tudo para voltar a usufruir das benesses do poder. Enquanto o deputado José Domingos vai assumir a secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar, o suplente Gilmar Fabris se prepara para voltar ao posto de parlamentar.

    Silval aceitou a barganha dos ex-pefelistas por duas razões. Primeiro, para abrir espaço na AL ao aliado Fabris, que foi importante no processo de racha das oposições. Fabris não quis saber de seguir orientação partidária, pois não apoiou a candidatura de Wilson Santos a governador, mesmo o DEM tendo indicado o então deputado Dilceu Dal Bosco de vice da chapa. Fabris teve o papel de desagregar. Foi um jogo político combinado. Se desse certo cobraria a fatura depois. Segundo, atraindo o DEM, o governo amplia sua base.

     Disposto a seguir o exemplo do ex-presidente Lula, que fez várias concessões para governar com a maioria dos partidos e, assim, anular a oposição, o governador loteou os principais cargos com legendas, como o seu PMDB, o PR, o PT, o PP e o DEM. Transferiu também do Legislativo para o Executivo os deputados João Malheiros, que comanda a Cultura, Teté Bezerra (Desenvolvimento do Turismo) e Antonio Azambuja (Esporte e Lazer) e, agora, José Domingos.

    Enquanto o Paiaguás, com o poder da máquina, aniquila mais um adversário na base da barganha, os democratas históricos devem estar envergonhados pela falta de postura e linha ideológica do partido. Os irmãos, deputado Júlio e senador Jayme Campos, vão transferir responsabilidade pela decisão à militância e à direção da legenda. O que eles evitam comentar é que, no fundo, suas opiniões foram decisivas para o DEM voltar a ser governo.

     Quando se vê Jayme sentado do lado do governador, como aconteceu nesta segunda à tarde, no Paiaguás, nem parece aquele senador que, há quatro meses, no palanque junto com Wilson Santos, massacrava a administração estadual com denúncias sobre superfaturamento de R$ 44 milhões na compra de máquinas pesadas, de caos na saúde e meio ambiente e de esquemas de corrupção.


Os democratas Júlio Campos, Oscar Ribeiro, José Domingos e Jayme Campos nesta 2ª com o governador Silval
Foto: Ednilson Aguiar

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ANÁLISE | 14/03/2011 - 16:04

Área ambiental é maior gargalo

Laice Souza

O jornalista Romilson Dourado traz no comentário desta segunda-feira, no RDTV, a seguinte afirmação: "a Sema, de fato, se transformou num pesadelo constante, principalmente para o governador". De acordo com o ponto de vista do jornalista, várias medidas já foram implantadas para tentar evitar a corrupção, contudo, nos últimos anos, a Sema se transformou em um gargalo do governo do Estado. Até um coronel da PM foi colocado no comando da pasta na tentativa de amenizar os equemas de corrupção. Veja o comentário completo acessando o link acima.

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ANÁLISE | 09/03/2011 - 16:47

Obrigar contribuição pode custar caro aos cofres dos municípios

Laice Souza

Qual é a vantagem de uma prefeitura estar associada à Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) ou uma câmara estar amarrada com a União das Câmaras Municipais de Mato Grosso (UCMMAT)? Com essa indagação, o jornalista Romilson Dourado analisa o projeto de lei que o presidente eleito da UCMMAT, Onírio Schirmer, o Ratinho, irá propor à Assembleia Legislativa, para obrigar as câmaras, dentro do duodécimo que recebem, a contribuir mensalmente com a entidade. No ponto de vista de Romilson, é preciso avaliar bem a proposta, caso contrário poderá correr o risco de se criar um problema para os municípios. Veja a íntegra do comentário exibido no RDTV desta quarta-feira (9). Basta acessar o link acima para assistir ao vídeo.

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ANÁLISE | 08/03/2011 - 21:20

Carnaval termina; começa o ano

Romilson Dourado

    Agora que o Carnaval, enfim, acabou, é hora de cada cidadão fazer os cálculos e se preparar para entrar na agenda normal do país, já que várias atividades públicas e empresariais estão paralisadas. É que o ano só começa mesmo após a festa do Rei Momo, que, propositalmente, foi empurrada para o início de março.

    Muitos vão correr agora para repor o furo no bolso, por causa de despesas fora do controle feitas no embalo das festas. As prefeituras, por exemplo, vão ter de ajustar suas contas para honrar compromissos com a contratação de bandas e montagem de estrutura para o evento e justificar para os órgãos fiscalizadores cada centavo "torrado". Enquanto isso, muitas deixaram de atender famílias castigadas pela enchete e moradores que clamam por ajuda na recuperação de ruas e de estradas vicinais cheias de buracos.

   O governo estadual vai calcular o quanto gastou a mais para destacar centenas de policiais, que mantiveram plantões no carnaval e, por causa disso, deixaram de atender cidadãos vítimas de violência que pediram socorro. Na Assembleia, os deputados não podem mais apresentar desculpas para "esticar" feriado e cair na farra, ao menos até o próximo ano. Nas câmaras municipais, seus vereadores são forçados agora a exercer o papel de fiscalizador do Executivo para justificar seus salários.

    O Executivo, em toda a sua esfera de poder, abrirá orçamento para destravar a máquina. O Judiciário e outros órgãos vinculados, como o Ministério Público e o Tribunal de Contas, começam acordar da ressaca do Carnaval para entrar em outro ritmo, o do trabalho. As empresas privadas iniciam para valer a produção, com quase três meses de atraso. E, assim, todos vão se ajustando, uns torcendo para o próximo Carnaval chegar; outros, nem tanto.

ANÁLISE | 04/03/2011 - 17:25

Várzea Grande é afundada por incompetência administrativa

Laice Souza

"Demorou muito para a Câmara Municipal de Várzea Grande tomar uma decisão mais dura quanto à gestão do prefeito Murilo Domingos e do vice Tião da Zaeli, ambos do PR". Essa afirmação é do jornalista Romilson Dourado, que no comentário desta 6ª, do RDTV, analisa a administração Murilo Domingos sob a ótica do cenário em que se encontra a cidade industrial. Nas ponderações feitas por Romilson, ele ressalta que vários fatores contribuiram para que a situação do município chegasse ao nível atual, como as dispustas pelo poder entre o prefeito e o vice e os esquemas de corrupção. Assista a íntegra do comentário, acessando o link acima.

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ANÁLISE | 03/03/2011 - 16:37

Nova regra imposta pelo Supremo privilegia suplentes menos votados

Laice Souza

 Em comentário no RDTV desta quarta, o jornalista Romilson Dourado discorre sobre o fato do quarto suplente Adalto de Freitas, o Daltinho (PMDB), conseguir na Justiça o direito à cadeira de deputado, embora outros suplentes com menores votações tenha ficado de fora. Daltinho entoru no lugar da titular Teté Bezerra, que assumiu a secretaria de Estado de Desenvolvimento do Turismo. Para o jornalista, o Judiciário não pode continuar interferindo nas regras do jogo, o que causa tanta confusão na cabeça de todos. Chama atenção também para os congressistas que não aprovam as reformas para corrigir distorçoes. Confira no vídeo.

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