Ele está há 10 anos na coordenação do Movimento Cívico de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e convive com desafios constantes, principalmente em período de campanha. Antonio Cavalcante Filho, o Ceará, é um exemplo de retidão, coragem e postura ética. Como se tornou uma pedra no sapato de muitos agentes públicos, é amado e odiado. Já recebeu até ameaças de morte.
Ceará é uma figura simples, mas, com seu MCCE, adquiriu poder de autoridade. É respeitado tal quanto um promotor de Justiça ou membro do Judiciário. A demanda que chega ao MCCE é superior ao que se registra no Ministério Público. A cada eleição, Ceará se destaca na fiscalização, no colhimento de provas e nas denúncias contra políticos e candidatos corruptos.
Foi por causa de iniciativa do MCCE que o então deputado federal Rogério Silva foi cassado em 2004 por compra de votos, quase dois anos depois de ter sido flagrado em crime eleitoral. Por causa desse monitoramento paralelo é que muitos candidatos decidiram não mais arriscar e diminuíram a promoção de festas, churrascos e propagandas ilegais.
No pleito deste ano, o Movimento denunciou quase 20 candidatos por algum tipo de prática ilegal. O que mais frustra é a demora no julgamento dos processos. No meio do caminho, com manobras e pressão política, muitas provas são destruídas.
Ceará sempre foi ligado ao PT. Isso leva denunciados a constantemente desqualificá-lo e a contestar as acusações. Alheio a essas críticas, ele segue o caminho da linha dura. Ninguém melhor para saber do jeitinho que os políticos dão para driblar a lei do que aqueles que, no passado, foram assessores dos próprios políticos, como é o caso de Ceará.
Sua contribuição tem sido fundamental para o processo democrático. Mato Grosso acabou importando um esquálido e rápido calango das paragens do Ceará para fechar o cerco contra parlamentares e gestores. Antônio Cavalcanti trocou a antiga mira do seu smithw esson por uma mira laser implacável em acertar suas vítimas. Quem estiver marcado pela bolinha vermelha (que não deve ser o vermelho do PT), deve tomar cuidado porque pode estar prestes a ser atingido pelo "kid Ceará".
Apenas uma pergunta alguma vez buscaram saber: Quem é o Ceará? Como foi sua trajetória de vida principalmente no bairro Jardim Passaredo? Alguém conversou com os moradores mais antigos para saber da índole deste cidadão que posa de bom rapaz? Que tal verificarem? fui.....
Ceara, sem sombra de duvidas, e uma pessoa que muito contribui para uma politica mais honesta em nosso estado.
Admiro mto o trabalho incansável do mcce, são um exemplo de ciadania...
Gostaria que o responsável pela matéria informasse do que vive (emprego, rendas etc) atualmente a figura em questão. Temos informações de que sua história de cidadania é bem menos do que o autor do texto tentou sugerir! Seria de bom alvitre informar a comunidade matogrossense o "modus vivendi" desse dublê de arauto da moralidade!!
CEARA de UMA OLHADA PRA NOS NA DISTRIBUIÇAO DE GASOLINA DE LUCAS QUE FORAM PRESO O GERENTE DO POSTO IDAZA EO DONO DA GRAFICA E MAIS 8 PESSOAS E NAO APARECEO NEM UM CULPADO ATE HOJE CERA QUE OS DR ESCONDERAM OU A JUSTIÇA E DEMORADA MESMO C FOI FRAGANTE PORQUE NAO APARECE NINGUEM CULPADO? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK FORJA DE
A superintendência da Polícia Federal de Mato Grosso solicitou reforço de 500 agentes para atuar em vários municípios nas eleições de 3 de outubro. A intenção é fechar o cerco contra alguns candidatos que podem recorrer ao esquema de compra de votos. Alguns já estão sendo monitorados. Há muitas denúncias sobre crimes eleitorais.
Dentro das estratégias de monitoramento e de cobertura do pleito, a PF vai mandar 50 agentes federais para Rondonópolis (Sul), 60 para Sinop e 40 para Alta Floresta, pólos do Nortão. Trinta vão cobrir Cáceres (Oeste), 25 em Barra do Garças (Araguaia) e 15 em Juara (Vale do Arinos). Outros municípios menores, como Jaciara, terão até 6 policiais. A maior concentração será em Cuiabá e Várzea Grande, os dois maiores colégios eleitorais.
O blog apurou que agentes começaram a seguir as ações de bastidores de quatro candidatos, todos na disputa por vaga na Assembleia, sendo eles José Riva (PP), Gilmar Fabris (DEM), Romoaldo Júnior (PMDB) e Ondanir Bortolini, o Nininho (PR). Riva ocupava o quarto mandato e comandava a Assembleia até o mês passado, quando foi cassado por compra de votos na campanha de 2006. Agora vem com tudo pela reconquista do cargo. Tende a ser um dos mais votados.
Fabris é acusado de adotar práticas condenáveis na busca por novo mandato. Chegou a ter o mandato cassado por compra de votos, mas conseguiu liminar na Justiça e continua deputado. Romoaldo montou grande estrutura de campanha, tanto no Nortão quanto na Baixada Cuiabana e figura na lista de possíveis eleitos da legenda peemedebista. Ex-prefeito de Itiquira, empresário e pecuarista, Nininho é outro que investe pesado na região Sul, que tem Rondonópolis como cidade-pólo.
Caro Ondininho, se o NININHO 22345 estivesse comprando até urubu em Alto Araguaia, você não seria a carniça prá alimentar os pássaros. Voce tem mania de se manifestar e sempre tem sido infeliz em suas colocações. Mais respeito ao povo de Alto Araguaia. Tempos atrás voce se candidatou a Vereador e não conseguiu os votos dos "urubus" prá te eleger.
Que que é isso, agora vocês têm bola de cristal (ou seria de Crystal), já conseguem até mesmo saber o que a PF vai fazer, antes desta fazer de fato? Ê campanha eleitoral. É coisa de louco mesmo, afirmar que a PF vem à nossa cidade, ou em qualquer outra, só por causa de quatro candidatos é não reconhecer nos e-leitores a capacidade de pensar...
Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
Esses 4 ai são figurinhas carimbadas, só não pegam se não quiser, esse nininho ai mesmo em Itiquira é publico as compras de votos que ele fazia nas eleições e essa atitude esta no carater dele e não sera diferente agora. Se a PF pegar ele e/ou o Riva prometo que faço uma festa, esses dois caras quanto pior eu ver eles mais feliz eu fico. Meu posição contra eles não é somente politica, mas minha raiva contras ele é de morte mesmo.
Aqui em Alto Araguaia, O Nininho está contratando até urubu voando.
A denúncia que levou a Justiça a determinar busca e apreensão de documentos e computadores na secretaria de Estado de Educação partiu da sindicalista Maria Helena Bortolo, filiada ao PT e ligada ao grupo da senadora Serys Marly, candidata à deputada federal. O curioso é que a Seduc é tocada pelo próprio partido. Começou no governo Blairo Maggi com o deputado estadual Ságuas Moraes e hoje está sob a também petista Rosa Neide. Tanto Ságuas quanto Neide pertencem ao grupo do presidente regional do partido, deputado Carlos Abicalil, que ganhou as prévias contra Serys e disputa cadeira de senador.
A briga pelo poder entre os dois grupos tomou proporções alarmantes e está prejudicando o governo Silval Barbosa. Serys declarou "guerra" contra Abicalil e membros do grupo da chamada Unidade na Luta (ex-Campo Majoritário), como Ságuas e Alexandre Cesar, que concorre novamente a deputado estadual.
Helena Bortolo é presidente da subsede do Sintep-Cuiabá, entidade que congrega os profissionais da Educação. É a patroa de Antonio Cavalcanti, o Ceará, coordenador do Movimento Cívico de Combate à Corrupção Eleitoral. Helena, que já disputou e perdeu para vereadora por Cuiabá duas vezes, resolveu acionar o Tribunal Regional Eleitoral por entender que a secretaria de Educação, a maior da estrutura do governo estadual, estaria sendo usada eleitoralmente, principalmente para reforçar campanha de Ságuas a federal. Essa iniciativa acabou levantando suspeitas de que a sindicalista agira numa articulação de bastidores com Serys, que tem Ságuas como um dos concorrentes da coligação proporcional formada pelo PT, PR e PMDB.
Incêndio
Nesta terça no início da noite, enquanto agentes da Polícia Federal encerravam o trabalho de busca e apreensão na sede da Seduc, em Cuiabá, o Corpo de Bombeiros era acionado para combater um incêndio criminoso no depósito da secretaria no bairro Bela Vista. Ali estão mais de 150 ônibus escolares que o governo estadual vai entregar aos municípios. O fogo foi contido. Há indícios de que foi um incêndio criminoso. Uma viatura policial passou a manter plantão na área. O serviço de inteligência do Paiaguás, ligado à Casa Militar, passou a monitorar os passos de alguns agentes públicos. Há sinais de que possam surgir novas ações com viés político nesta reta final da campanha.
A PF bem que poderia montar um posto dentro da Seduc. Todo dia tem esquema nessa pasta. Verba para os alunos nem pensar!
Essa é mais uma da Serys que utiliza a Helena, o Ceará e o seu advogado Vilson Nery ambos do MCCE para tentar desestabilizar o Ságuas que fez um ótimo trabalho na Seduc. A Serys por sinal fez um pífio trabalho no senado. Isso tudo pode ser comprovado nas pesquisas onde o Ságuas aparece em 3º colocado com 4,29% e a Serys aparece em 15ª colocada com apenas 1,40% das intenções de voto. Se continuar assim, a Serys vai perder.
Não se caracteriza uso da maquina em beneficio próprio, mas, é verdade que usaram computadores da seduc para enviar mensagens pedindo votos para o saguas, inclusive com copia para todas as escolas atraves do correio eletronico institucional.
Existem pessoas de memória curta e/ou sem capacidade suficiente de análise. O PT é um partido diferente na proposta e na atitude, basta comparar os dados e ações do Governo Federal. Em MT, após a participação do PT na gestão, muito melhorou. Evidentemente que analisar algumas falhas de postura, estas de cunho pessoal, com generalizações é a oportunidade de quem não consegue aceitar o sucesso dos trabalhadores e de seu Partido. O PT é mais que esta disputa interna e bem mais que o descontrole de quem não aceita as decisões democráticas.
Não sou do PT, nem de partido algum, tenho nojo dessa lama podre que suja o nosso país. Mas a polícia federal pode investigar que vai achar inrregularidade naquela SEDUC, aquela mulher incompetente que acabou com a Educação de Mato Grosso e que o Ságuas deixou no lugar dele vai fazer ele perder muito voto é que se fala nos corredores da SEDUC. Eu tenho uma prima que trabalha na Educação e está recebendo Email do Ságuas pedindo voto é olha que o Email é pessoal, onde foi que ele achou só pode ser na ficha funcional dela. Isto não é usar a máquina pública?
Investigação da Secretaria de Fazenda já chegou a dois nomes de ex-fiscais que, supostamente em represália por terem sido demitidos a bem do serviço público, teriam vazado documentos sigilosos que foram parar nas mãos do candidato de oposição ao governo, o tucano Wilson Santos. Trata-se de um processo com multas milionárias à empresa paranaense Fertipar. Devido estar eivados de vícios, o processo acabou resultando na anulação da multa de R$ 185 milhões, que deixaram de ser recolhidos aos cofres públicos. O assunto virou munição eleitoral para Wilson, que convocou uma entrevista coletiva nesta terça para reforçar o que chama de novo escândalo no Palácio Paiaguás.
Valter Campelo e Josias Leandro foram os responsáveis pela aplicação da multa de mais de R$ 150 milhões à Fertipar. Eram fiscais de tributos. O Conselho de Contribuintes, composto por fiscais da Sefaz e por representantes de algumas entidades, como da OAB, da Federação das Indústrias e do Conselho Regional de Contadores, decidiu anular a multa por considerá-la incabível. Valter e Josias acabaram demitidos a bem do serviço público no final do ano passado, após investigação do Gaeco acerca da atuação da chamada máfia dos combustíveis.
Segundo fontes do Palácio Paiaguás, os dois ex-fiscais ficaram na bronca com o desligamento do quadro e prometeram vingança ao então governador Maggi. Numa investida, a Sefaz levantou que Valter e Josias tiveram acesso a documentos sigilosos e teriam agidos de má-fé. Por coincidência, Valter mora no mesmo prédio que o candidato Wilson.
RDNEWS OU SE RETRATA COM OS FISCAIS, QUE CONTINUAM TRABALHANDO, E NÃO FIZERAM MAIS QUE SUA OBRIGAÇÃO DE EMITIR AS MULTAS, E JAMAIS FORAM DEMITIDOS OU MESMO RESPONDEM PROCESSOS POR ESTE ATO, OU PERDE A CREDIBILIDADE POR ESTAR FAZENDO POLITICA DE GRUPO PARTIDARIO, QUANTO A DENUNCIA BASTA INVESTIGAR E JA SABERÃO SE É OU NÃO VERDADE O QUE NÃO SE ADMITE DA IMPRENSA É FAZER JUIZO DE VALOR SEM INVESTIGAÇÃO NUM ESTADO DEMOCRATICO DE DIREITO. E TEM MAIS O CASO EMBRATEL QUE TEVE 54 MILHÕES PERDOADOS DA MESMA FORMA E QUE AINDA NÃO FOI EXPLORADO PELOS CANDIDATOS. É SÓ CONSULTAR NA SEFAZ-MT E DESCOBRIRÃO MAIS ESTE PRESENTINHO.
Sr. Janio! O sr. deve exercitar a leitura e comprensão do que ler para poder concluir ou raciocinar as informações colhidas. Veja a decisão do Conselho de Contribuinte que esta no diario oficial do estado de 04/05/2010, resolução 004/2010. Só para te ajudar na compreensão o Conselho de Contribuinte reconheceu o Lançamento Tributário e constituição do crédito, só que ao mesmo tempo o Estado já tinha renunciado estes créditos com o Decreto n. 2.311 de 23/12/2003( e por Decreto). Veja que o auto é de 2008 e que o decreto é de 2009, assim criou-se um decreto retroagindo os efeitos tributarios(o que é vedado pelo CTN) para beneficiar a empresa e não foi só esta empresa e só este decreto. Leia mais Diario Oficial do Estado. Agora que o sr. tem todas as informações que te passei Leia, compreenda e tire suas conclusões.
É inacreditável ver pessoas querer desqualificar as denuncias que o Candidato Wilson FEz - Acorda seus Mané puxa saco da turma da butina - eu acredito que tem mais falcatrua - pois as pessoas que tem que fiscalizar são um bando de Caetitu, onde um vira todos vira. Gostaria de ter segundo turno - pois vai ter deputado que não vai ganhar e vai abrir a boca pode esperar - não interessa da quem denuncia o que interessa é o denunciado esclarecer se puder. Acorda não é brincadeira não.
porque tanto estardalhaço?essas informações estão no site da sefaz. a decisão de 1ª instancia julgou o auto procedente, e após o malfadado decreto, o conselho de contribuiuntes manteve a decisão monocrática, mas declarou o crédito tributário extinto.ementa 028/2010.processo n°174/2008-CCON.resolução 004/2010-cc-pleno- doe 04/05/2010.
Romilson, voce tem que checar melhor suas fontes: (i) os fiscais citados não foram demitidos a bem do serviço público, nem forma demitidos (trabalham normalmente na sefaz); (ii) a sua narrativa peca pela inverdade: a - o Conselho de Contribuintes julgou procedente o crédito tributário; b - Posteriormente, face ao decreto de 23/12/09, reformaram a decisão original; (iii) A forma, via decreto, para extinguir crédito tributário é ilegal, pois somente a lei pode.
O surgimento nesta quarta de fortes rumores de que a Polícia Federal, em parceria com o Ministério Público, deve deflagrar uma nova operação em Mato Grosso a qualquer momento, envolvendo agentes públicos e autoridades dos Poderes, como do Legislativo, Executivo e do próprio Judiciário, estão deixando muitas pessoas apreensivas, principalmente por causa do período de reta final da campanha eleitoral. Restam 18 dias para o pleito, que definirá no Estado ocupantes de 24 cadeiras de deputado estadual, 8 de federal e 2 de senadores, além de governador e da presidência da República. Segundo informações, a operação estaria vinculado a irregularidades cometidas nas áreas de educação, segurança e saúde.
As especulações aumentam por causa da chegada de agentes federais para hospedagem em hotéis da Capital. Os mandados de busca e apreensão e de prisão são cumpridos geralmente pela manhã, a partir das 5h30. O Código Eleitoral veda prisão ou detenção de candidato, a não ser em caso de flagrante delito. Mesmo com salvo-conduto, alguns concorrentes a cargos eletivos se mostram tensos, afinal, investigações que apuram denúncias de irregularidades e corrupção no poder público costumam demorar meses para ser concluídos e acabam revelando, na lista de possíveis incriminados, nomes até então inimigináveis perante à sociedade, mesmo que depois venham a ser considerados inocentes.
Uma operação federal nesta época em que os ânimos dos candidatos estão tensos, principalmente junto aqueles que disputam cargos majoritários, poder trazer prejuízos políticos sem precedentes. São capazes de provocar reviravolta eleitoral. O ex-procurador da República Pedro Taques, por exemplo, ganharia mais projeção com sua candidatura a senador se, às vésperas das eleições, vier ocorrer prisão de políticos. É que o pedetista faz uma campanha dura de combate à corrupção. Por tabela, beneficiaria o seu aliado da coligação, empresário Mauro Mendes, candidato a governador pelo PSB.
Por outro lado, corre-se o risco de expor viés político com essas ações, a exemplo do que ocorreu com a Jurupari, deflagrada em maio deste ano e que resultou na prisão de 100 pessoas acusadas de envolvimento em crimes ambientais, seja sobre desmatamento ilegal, seja em corrupção na instituição do Estado, responsável pela gestão da política ambiental e florestal. Entre os que ficaram presos por uma semana estavam Janete Riva, mulher do então presidente da Assembleia José Riva, o o ex-secretário de Estado de Meio Ambiente Luís Henrique Daldegan, Ubiratan Spinelli, ex-conselheiro do TCE, o filho dele, Rodrigo Spinelli, Afrânio Migliari, ex-secretário adjunto da Sema; e o ex-prefeito de Tabaropã Paulo Rogério Riva, irmão do ex-deputado Riva.
O deputado federal Pedro Henry resolveu, então, liderar um movimento e acusou de fazer complô contra a classe política o juiz federal Julier Sebastião da Silva, o procurador da República Mário Lúcio Avelar e o ex-procurador e agora candidato a senador Pedro Taques. Denunciou o trio no CNJ e no CNMP e passou a atacar as autoridades como parciais e que estariam usando as instituições para prejudicar políticos.
Olha ai Policia Federal.... Alguem la de dentro esta dando o alarme....os Hoteis não estão cheios so dos PFs. e sim dos que devem....
e aí moçada da corrupção ativa e passiva politicos juizes acessores e outros mais coloquem o ccc de molho que a cobra va fumar e a coisa vai feder, o ceis nun gosta de dinheiro e poder facil de ser os bam bam bam agora aguenta, afinal de contas são só cinco ou seis dias na cadeia e de primeira classe porque os individuos tem nivel superior e tudo mais o bonito é o escrachada que levam, no inicio da manha de pijama boquinha amarga sem escovar predio de luxo mansões vizinhança fica olhando vergonha o ceis num tem mesmo e os filhos e mae tios pessoas de bem ceis num tão nen aí pela familia que coisa feia seus picaretas
Tem "Larápio" que se entitula "Empresário" e vendeu Máquinas e Caminhões SuperFaturados para o Governo do MT, que está de malas prontas para passar uma temporada na Europa e USA. Podem acabar indo parar no Pascoal Ramos. Que esse dia chegue logo.
Que sejam todos muito bem vindos.
Desde quando policiais federais chegam de véspera e se hospedam em hóteis? Isto é pura especulação!!!!!
Levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que Mato Grosso está entre os Estados que mais utilizam interceptações telefônicas em investigações criminais. O Estado é o quinto do ranking, ficando atrás apenas de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Só em março deste ano o Tribunal de Justiça reunia um total de 913 números de telefone grampeados. Segundo o juiz criminal Mário Kono de Oliveira, as gravações são realizadas apenas em casos de crimes de grande porte, como tráfico de drogas ou formação de quadrilha e, mesmo assim, é necessário que a polícia apresente indícios de que a pessoa que será monitorada tem participação no delito.
Apesar da prática do grampo ter auxiliado na solução de casos como a Operação Jurupari, quando a polícia desarticulou um esquema em que servidores da secretaria estadual de Meia Ambiente (Sema) eram suspeitos de liberar licença para madeira ilegal. Para a Ordem dos Advogados (OAB) existe o risco de que o procedimento seja banalizado. "A Justiça estadual tem utilizado esse instrumento de forma ampla. Me parece que é a primeira prova que tem sido utilizado e isso é preocupante, porque é preciso assegurar o direito à intimidade e à provacidade", ressalta o presidente da OAB-MT, Cláudio Stábile.
Estes números se referem as grampos lícitos, os grampos dos arapongas do governo feitos a revelia da lei não entram nestas estatísticas.
Acho que os grampos são uma das melhores alternativas para pegar os verdadeiros bandidos que são aqueles que roubam os cofres públicos como foi o caso da operação PACENAS que descobriu as maracutaias na gestão do PAC da prefeitura de Cuiabá. A justiça tem sim que autorizar os grampos... Os juizes, o ministerio público e a policia federal não podem ficar refens de bandidos. Policos tem que ter a vida limpa, pois nois dependemos deles para gerenciar nossas vidas.
Nada contra grampos onde realmente há indicios de crimes de grande repercussão, mas deve ser obedecido os critérios ditados pela lei do grampo. Nos processos são apresentados grampos com autorização judicial de quase 360 dias, quando a lei permite no maximo 30. E os ilegais praticados pelas autoridades policiais e do M.P., como comentam existem mesmo ??????
Os presos na Operação Hygeia dos quadros da oscip Creatio voltaram à ativa quatro meses depois. Agora, eles despacham no Caminito, antigo espaço cultural do Creatio, situado na Estevam de Mendonça, próximo à chamada praça do Chopão e em frente ao Lúcios do Caju, em Cuiabá. É de se estranhar que todo o grupo ligado aos presos esteja de uma forma ou de outra atuando no local.
O Creatio era presidido por Luciano Carvalho de Mesquita e tinha como um dos diretores Ronilton Souza Carlos, acusado de ser o mentor das irregularidades cometidas através de convênios e contratos, principalmente na Funasa, sob o amparo do instituto. Os dois ficaram presos por praticamente dois meses.
O Ministério Público tem procurado fechar o cerco contra o Creatio e Idheas, investigados por desvio de dinheiro e fraudes em contrato. A intenção é tirar dessas instituições o caráter de Organização Social Civil de Interesse Público (Oscip), o que impossibilita que ambas fechem contratos com órgãos públicos sem processos de licitação.
Foram denunciadas em abril deste ano 24 pessoas por desvio de recursos do governo federal destinados à Funasa, entre elas servidores públicos, empresários, presidentes e diretores de instituições e o hoje prefeito em exercício de Pontes e Lacerda, Hilário Garbin (PR). Teriam cometidos fraudes em licitações, que somam R$ 12,6 milhões, e outros crimes, como formação de quadrilha e peculato. Em Pontes e Lacerda, por exemplo, o Creatio mantinha termo de cooperação técnica com a prefeitura de R$ 6,2 milhões. Só do Creatio, o MPF solicitou que 10 pessoas sejam processadas.
Pelas investigações, um esquema criminoso foi montado em três núcleos para permitir direcionamento das empresas que venceriam licitações. Assim, superfaturavam serviços e obras e efetuavam até ao pagamento de funcionários fantasmas, que ganhavam altos salários. Numa primeira auditoria feita pela CGU foi constatado um desvio de R$ 51 milhões, mas o rombo pode ter chegado a R$ 200 milhões.
Ali é uma restaurante. Estranho que todos estejam por lá. Ouvi dizer que é para lavagem de dinheiro desviado nas maracutaias feitas por eles na Creatio. Polícia Federal neles!
porque voces nao levantam informaçoes sobre a OSCIP UTHOPIA ??? tem medo de mexer com peixe grande ?
Com certeza o povo não esquecerá + este escândalo.
ESSA CREATIO É SÓ PARA FUNCIONARIOS QUE NÃO PODE SER NOMEADOS NO TC....
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O presidente da CPI da Saúde, Sérgio Ricardo (de terno e gravata), em visita ao hospital regional de Cáceres, acompanhado do prefeito Túlio Fontes, do colega deputado Antonio Azambuja e do suplente Duda Barros
A CPI da Saúde, criada há 10 meses, será concluída em novembro, um mês após as eleições gerais. É o que revela o presidente da Comissão, deputado Sérgio Ricardo (PR). O relatório trará um raio-X do setor no Estado, com falhas, carências e problemáticas e com sugestões. Apesar da CPI ainda trabalhar na apuração de dados junto à Prefeitura de Cuiabá, Sérgio classifica a empreitada como vitoriosa. "A CPI é vitoriosa. Um exemplo disso é o fila zero", argumenta o parlamentar, em referência ao trabalho do governo estadual de acabar com a fila de pacientes que esperam por cirurgias. Afirma que uma emenda de sua autoria eleva fatia do orçamento da saúde de 12% para 16% e lembra que solicitou a bancada federal a liberação de mais R$ 150 milhões, que seriam aplicados em 15 projetos elaborados pela CPI.
Questionado sobre quais ações estão sendo adotadas pelos parlamentares que compõem a Comissão, o deputado diz que o trabalho está sendo cumprido, mas que a solução não depende exclusivamente dos membros da CPI. "O que a CPI pode fazer nós estamos fazendo. Estamos mostrando o problema e indicando as soluções para que cada entidade responsável as execute". Segundo ele, uma prévia do relatório final foi enviado ao governo do Estado. Nele são elencadas 19 recomendações para solucionar alguns problemas mais urgentes.
Entre as sugestões da CPI está transferência da ala de pronto atendimento do Hospital e Pronto Socorro de Cuiabá para o Hospital Militar. Segundo Sérgio Ricardo, a unidade possui 16 leitos de enfermaria sem ocupação. "O hospital está sendo subutilizado e seria uma opção enquanto o Pronto Socorro não é reformado", explica. De acordo com o republicano, o próximo passo da CPI será promover uma reunião com membros do Ministério da Saúde e e do governo estadual discutir e elaborar projetos que revitalizem os hospitais públicos do Estado, tanto na parte física quanto na de equipamentos e atendimentos.
Criada em outubro do ano passado para apurar a crise no setor, principalmente em Cuiabá, e checar se os recursos estão sendo transferidos pelo Estado e aplicados corretamente nos municípios, a CPI da Saúde visitou todos os hospitais regionais. Constatou precariedade dos prédios, falta de estrutura, de medicamentos e de médicos. Os trabalhos são conduzidos por Sérgio. Da Comissão fazem partem também os deputados Percival Muniz (PPS), Wallace Guimarães (PMDB), Antônio Azambuja (PP) e Chica Nunes (DEM). Atuam como suplentes Alexandre Cesar (PT), Mauro Savi (PR), Adalto de Freitas (PMDB), José Domingos Fraga (DEM) e Maksuês Leite (PP) - saiba mais aqui.
Sérgio Ricardo,deixa de ser demagogo. Isso não rende votos. Cobra isso do governo Silval/Maggi. É fácil colocar o caboclo em uma ambulância e joga-los aqui em Cuiabá!
È lamentavel que o povo de Mato Grosso principalente de Várzea Grande aceite essa situação, pois saúde em MT não existe e principalmente em Várzea Grande,Deputado Sergio Ricardo Presidente da CPI) e Deuputado Wallace ( Vice Presidente ) e Dr Jaqueline, isso é uma palhaçada com o povo, nada fizeram e nada faram. E assim mesmo querem eleger, acorda meu povo pau neles
POVO DE MATO GROSSO ESSA CPI DA SAÚDE AINDA NÃO SAIU O RESULTADO POR QUE TEM MUITA COISA ERRADA, FALTA SAÚDE NA CAPITAL E NO INTERIOR, O POVO ESTÁ SOFRENDO, NA MINHA OPNIÃO SO NÃO SAIU O RESULTADO PARA NÃO PREJUDICAR O GOVERNO DO ESTADO QUE NÃO FEZ NADA PARA MELHORAR A SAÚDE TANTO DA NOSSA CAPITAL COMO TODO INTERIOR. É SÓ ESPERAR QUANDO ACABAR A ELEIÇÃO .....
Dep. Como mãe espero que essa CPi traga alento para as familias que precisam do serviço de saúde principalmente aqui em Rondonopolis. como o senhor pode ver aqui é um verdadeiro caos. espero que com sua atuação possamos pelo menos ter as condições minimas para sobrevivermos. Confiamos nesse trabalho que o senhor vem fazendo
espero que o Dep. Sérgio Ricardo faça o que nosso prefeito não fez. CPI é muito bonito mas solução é muito mais, portanto deputado sua condução nessa CPi é o último facho de luz que a população tem para não ver pais, maridos, mães e filhos não morrerem. Confiamos em Deus e no senhor para solucionar esse drama que é a saúde em Mato Grosso

A advogada Célia Maria Aburad Cury, esposa do desembargador aposentado José Tadeu Cury e que ficou presa por cinco dias na semana passada, demonstrava afinidade com o desembargador Evandro Stábile, hoje presidente do Tribunal Regional Eleitoral. Gravações monitoradas pela Polícia Federal, sob determinação do Superior Tribunal de Justiça, comprovam o tráfico de influência e conversas com indícios de negociação de decisões judiciais. No processo de mais de 5 mil páginas contra magistrados e que tramita sob sigilo no STJ, Célia Cury aparece em diversos diálogos. Um deles é com o próprio Stábile.
Em setembro de 2008, um domingo, Célia tentou contato com Stábile, que estava de plantão no Tribunal de Justiça. O sobrinho da advogada e lotado no gabinete de Tadeu Cury, Quirino Tadeu Teixeira Aburad , telefona para Jarbas Rodrigues do Nascimento, também servidor do TJ, solicitando que este localize o magistrado. Depois, Jarbas retorna a ligação e diz que tem de ligar no celular do desembargador. Célia comenta que quer "levar para ele ver". Na sequência, a advogada liga para Jarbas e diz que não conseguiu falar com Stábile e que este não estava em casa. Cita que queria convidá-lo para um almoço. No final da conversa, a esposa de Tadeu Cury pondera que precisa dar uma resposta para "o Roberto".
Conforme destacam as investigações, essa tentativa de localizar um desembargador plantonista no final de semana poderia transparecer algo normal, não fosse, no diálogo seguinte, a confissão de Célia Cury de que precisava encontrar Stábile para tratar de assuntos de interesse de Roberto. Depois, Roberto mantem contato por telefone com Célia e expõe preocupação quanto à dificuldade em localizar o magistrado e chega a comentar sobre a suspeita de alguém ter fechado o acerto. Estaria se referindo a hipótese de haver outro lobista atuando. Roberto afirma ter dito a essa outra pessoa que com "aquele número de folhas não tem como". Seria uma reclamação do valor cobrado pelo outro lobista para intermediar o acesso ao desembargador Stábile.
Ainda naquele 7 de setembro, às 16h29, Evandro Stábile retorna as ligações para Célia, que avisa que queria conversar sobre um negócio. O desembargador, por sua vez, avisa que vai procurá-la em sua casa. De imediato, Célia telefona para Roberto para perguntar sobre o que fazer. Roberto diz que é para Célia verificar com o magistrado sobre o que este pensa. Roberto comenta ter certeza de que a outra parte já "foi em cima", numa demonstração clara de influência sobre decisões judiciais. Veja abaixo alguns trechos do diálogo.

Não era esse MINISTRO que estava envolvido na quase venda da liberdade do ARCANJO? Talvez eu esteja enganado, pois essas coisas só acontecem na CHINA,né
Só gostaria de retificar uma mensagem; Caro Poconé, o pessoal preso pela opreração ASAF foi por determinação do STJ, mais precisamente pela Ministra Nancy Andrighi. Essa operação, cuja as prisões foram determinada pelo Drº Julier Sebastião, ao que tudo indicada, eivada de toda sorte de vícios, teve as injustiças reparadas pelo Drº Tourinho - um profundo conhecedor da constituição e que decidiu sem qualquer motivação política. Basta ver na decisão dele.
os indicios contra o sr. estabile são muito forte, eu espero que ele seja afastado o mais rapido possivel, para que a proxima eleiçao nao vire uma feira livre onde o balcao de negociaçao seja a céu aberto ... Stabile.
Semana passada essa mulher e muito mais estavam detidos pela Policia Federal a pedido do Dr. Julier Sebastião e infelizmente o desenbargador da capital da corrupão o tourinho neto simplesmente orgulhoso e sem dúvida arrogante querendo bater de frente com o Juiz Julier , soltou todos os corruptos que faz do nosso estado essa bola de neve que ai esta; ontem escutando um programa de televisão , soube que apenas 35 deputados federais se não me falhe a memória estavam em brasilia trabalhando, São 500 e poucos se não me falhe a memória ; Com tudo que esta acontecendo , com essa corrupção a solta dentro do nosso estado , onde até esposas de Juizes e deputados estão ligados com empresarios e engenheiro florestais e funcionarios e Brasilia dormindo ja na época do feriado que por eles ja esta sendo prolongado eu pergunto quem é Pedro Henry, Riva e esposa, Célia e todos que estão envolvidos para querer ainda deixar o povo com duvidas a seus respeito ?
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Fernando Ordakowski

Clovis Martins, de Poconé, e Marcelo Ribeiro, de Barão de Melgaço, são acusados de compra de decisão judicial
Os prefeitos cassados de Poconé, Clovis Martins (PTB), e Barão de Melgaço, Marcelo Ribeiro (PP), estão entre os suspeitos de terem comprado decisão judicial junto ao Tribunal Regional Eleitoral pela permanência no cargo. No caso de Clovis, em meio a vários embates, ele acabou tendo o registro cassado há um mês, mas continua no cargo, assim como a vice Nilce Meire Rodrigues Leite (PT), simplesmente porque o TRE não fez o comunicado formal. A partir dessa oficialização, passará a comandar o município o presidente da Câmara Municipal, vereador Nei Rondon, do mesmo PTB de Clovis, enquanto não se realiza eleição suplementar.
Clovis é acusado de ter cometido abuso de poder econômico. Ele comprou voto na base da oferta de emprego na prefeitura. Tinha conseguido a reeleição sobre Euclides Santos (ex-PMDB e hoje no PSDB), foi cassado em junho do ano passado pelo juiz da 4ª Zona Eleitoral de Poconé, Edson Dias Reis. Clovis recorreu e, poucos dias depois, conquistou liminar para reassumir o posto. No julgamento do mérito, foi derrotado de vez. O parecer do relator Samir Hammoud foi pelo provimento do recurso. Acompanhou a relatoria Eduardo Jacob. Já os membros do Pleno César Augusto Bearsi, Sebastião de Arruda Almeida, Jorge Luiz Tadeu Rodrigues e Rui Ramos Ribeiro, negaram provimento.
Em conversas telefônicas monitoradas pela Polícia Federal, sob determinação do Superior Tribunal de Justiça, na investida para apurar suposta venda de sentença, Clovis é flagrado com o ex-prefeito de Alto Paraguai Alcenor Alves, que foi preso na operação Asafe. Alcenor atuava como espécie de elo com membros do Pleno do TRE e, nos diálogos, confessa envolvimento no esquema. Entre os juízes-membros investigados estão Jacob e Evandro Stábile.
Outra situação considerada escabrosa é sobre o processo eleitoral de Barão de Melgaço. O ex-vereador cuiabano Marcelo Ribeiro foi eleito prefeito, mas perdeu o registro. A sentença partiu do juiz da 38ª Zona Eleitoral, Lídio Modesto. Marcelo responde por abuso de poder econômico e político, compra de votos e ficou inelegível por três anos. O segundo colocado Antonio Ribeiro Torres assumiu o posto por alguns dias. Marcelo conseguiu reverter a situação junto ao TRE. Uma sindicância apura denúncia de que o presidente do TRE, desembargador Evandro Stábile, teria levado vantagem financeira para votar pelo retorno de Marcelo à prefeitura.
O nome de Stábile é citado também em gravações telefônicas e há até registros fotográficos sobre encontro do magistrado com Diane Alves, que chegou a assumir a cadeira de prefeita de Alto Paraguai. Um dos diálogos sustenta que Alcenor, marido de Diane e tido como articulador junto ao TRE, não teria feito pagamento da negociata a Stábile e, por isso, o desembargador, no voto minerva, se manifestou favorável ao retorno ao cargo de Adair Alves, hoje prefeito.
Em Barão de Melgaço, Poconé e Alto Paraguai, o clima é de expectativa sobre as investigações que estão fechando o cerco contra alguns membros do Pleno do TRE e também dos gestores envolvidos no processo. A situação não é diferente do que se constatou em outros municípios nas eleições de 2008, como em Sinop, Rondonópolis, Poxoréu, Paranatinga, Ribeirão Cascalheira e General Carneiro.
VAMOS INVESTIGAR ALTO ARAGUAIA, EXISTE 2 PROCESSOS DE CASSAÇAO DO PREFEITO ENGAVETADO NO TRE
PORQUE A POLICIA FEDERAL NÃO INVESTIGA UM IMPRÉSTIMO DE (SEISSENTOS MIL REAIS) FEITO EM UM FACTORIM LÁ NO PORTO POR MARCELO RIBEIRO A UNS TRÊS OU QUATROS DIAS ANTES DO VOTO MINERVA DO PRESIDENTE DO TRE A FAVOR DE MARCELO E POR QUAL INTERESSE DONO DESSE FACTORIM TOMOU UMA CHACARA NO VALOR DE (DUZENTOS E CINQUENTA MIL REAIS) DE MARCELO AQUI EM BARÃO.
Sou de barão, acho que o lugar de Marcelo é na cadeia, por causa dos seus esquemas nas eleições.
não podemos esquecer do prefeito de Claudia nessa brincadeirinha...
Paranatinga é o caso mais grave de compra de votos de Mato Grosso e até agora a situação está insustentável, não é possivel que não vai ser tomado nenhuma providência, esperamos justiça. INVESTIGAÇÃO URGENTE...
O ex-prefeito de Alto Paraguai e advogado Alcenor Alves, que foi preso na operação Asafe sob acusação de intermediar venda de decisões judiciais, atuou nas negociatas com o petebista Clovis Damião, prefeito reeleito de Poconé que está cassado, mas se mantem no cargo por morosidade da Justiça Eleitoral. Os passos dos dois ex-prefeitos foram seguidos por agentes da Polícia Federal. Eles foram flagrados em negociatas. As investigações revelam que Clovis tentava comprar decisão no TRE para se manter no cargo. Ele procurava Alcenor por ter possuir "conexão" com membros do Pleno.
Um dos encontros entre Clovis e Alcenor aconteceu em 22 de setembro do ano passado. Foi monitorado pelos agentes federais Maurício Prando e Flávio Rodrigues. Às 16h daquele dia, Alcenor chega nas imediações do edifício Cuiabá Office Tower, localizado à avenida Historiador Rubens de Mendonça, a avenida do CPA, no Bosque da Saúde, em Cuiabá. Marido de Diane Alves Vasconcelos (PR), que chegou a assumir cargo de prefeita por alguns meses com a cassação de Adair Alves, mas depois perdeu o "trono", Alcenor chega dirigindo uma Mitsubish L200 Triton, de placas NJU-0002. Quase que de imediato aparece Clovis, que estava no edifício.
O prefeito poconeano se dirige até a porta do veículo. Alcenor manteve a camionete fora do estacionamento e com o motor ligado. Ambos conversam por cerca de 8 minutos, com Clovis do lado de fora do veículo. Depois, Alcenor sai e Clovis permanece em frente ao prédio. Ele faz uma chamada telefônica. Em seguida, troca o chip do aparelho celular e efetua outras ligações para, só então, deixar a frente do edifício.
Os passos de Clovis e Alcenor foram seguidos nos bastidores por causa da conexão com esquemas de negociação de sentença na Justiça Eleitoral. Nas gravações telefônicas, Alcenor faz revelações comprometedoras, tanto que teve a prisão decretada na operação da PF que resultou até em busca e apreensão na residência de juízes e desembargadores.

O "doutor" Alcenor conseguiu se superar. Além de estar envolvido até o pescoço no caso de venda de sentenças, ainda se dá ao luxo de não pagar uma das parcelas ao Stábile. Como se diz na linguagem popular, deu o "nó". Seria uma situação cômica se não fosse trágica. Recebe benifícios ao seu favor e não paga. E o "doutor" já possui seguidores, adeptos da sujeirada. O exemplo vem da própria família, seu sobrinho está seguindo seus passos. Tomara que seja só esse sobrinho, que os outros que seguiram a mesma profissão do tio, não o tome como exemplo profissional, de vida, de nada. Seus sobrinhos sempre defenderam o tio, agora depois das provas quero ver como irão reagir. Espero que estejam bem decepcionados, se não estão, também são "farinha do mesmo saco", fazer o que?
Está na hora das organizações a favor da ética se mobilizarem contra as ações nefastas que levantam contram o grande trabalho que vem sendo realizado pelo grande juiz Sebastião Julier. Eu fico angustiado também por não ver nenhuma ação dos demais juizes federais de nosso estado contra essas maracutaias monstruosas cuja a competencia é da justiça federal . a saber: PACENDAS, MAQUINÁRIOS , MEIO AMBIENTE, VENDAS DE SETENÇAS ELEITORAIS , FUNASA e por ai afora . Acho que o nosso Julier ´precisa ser mais ajudado por seus companheiros que também ganham bem pra isso.
E, Diamantino, quando vai começar a aparecer os políticos dessa cidade nas paginas policiais????????????????????
Nos aqui em Poconé estamos envergonhado. Que o povo de Mato Grosso não pense que a população principalmente o Poconeano de nascimento e de coração aceita esse tipo de comportamento, nos somos honesto, religiosos e trabalhadores. Esse prefeito cassado tem o repúdio de toda a população. Estamos com a justiça. Graça a Deus esse cidadão já foi cassado, o povo não suporta mais o abandono do poder público e da imagem ruim que está implantando da nossa cidade. Usou todos os meios para chegar ao poder e se manter. Apouco dias materia na imprensa do ronbo dele e o Bicheiro João Arcanjo no ronbo da secretaria de fazenda. Que Deus e a Justiça nos livre desse cidadão e que Deus me perdoe o voto que eu dei para ele. DECEPÇÃO/DECEPÇÃO/VERGONHA/DESMORALIZAÇÃO/DESONESTIDADE/USOU O POVO/ DESTRUIÇÃO FAMILIAR/ETC.....
Quando a PF vai chegar aqui em Diamantino, nos rincões dos Mendes__O povo aguarda ansioso.
Uma denúncia formalizada junto ao Ministério Público Federal pelo servidor Celso de Arruda, que tramita sob sigilo, levou o Superior Tribunal de Justiça a determinar, dentro da operação Asafe, busca e apreensão na casa do desembargador Evandro Stábile, presidente do Tribunal Regional Eleitoral. A acusação é gravíssima.
Celso afirma que uma advogada com atuação na área eleitoral em Mato Grosso fez espécie de pedido de socorro para frear o esquema de corrupção dentro do TRE, marcado por venda de decisões judiciais. Conta que existem histórias escabrosas.
No depoimento feito em 5 de agosto do ano passado, Celso registra o seguinte: "(...) comenta-se que Stábile já ganhou algo em torno de R$ 2 milhões com venda de sentenças somente nas eleições de 2008 (...). Alerta que o esquema pode vir a render mais cifras ao magistrado no pleito de 2010. "Quando algum prefeito cai na mão do TRE-MT já tem que prevenir o bolso se quiser o seu mandato de volta. Isto se a cassação na Comarca já não tiver feito parte do pacote". Depois, lança mais acusações: "tirando o juiz Rui Ramos (desembargador) e a juíza federal Adverci (Rates), o presidente montou uma quadrilha dentro do TRE-MT sob chefia do mesmo". Diz ainda que todos os prefeitos cassados só voltam ao posto se pagar à Justiça.
O depoimento de duas páginas traz outros relatos que expõem por completo a imagem do Judiciário e dos membros da Côrte. Cita esquemas de negociação de sentença acerca das cassações dos prefeitos Clovis Damião, de Poconé, de Juarez Costa, de Sinop; de Juracy Rezende, o Buchudo (PT), de General Carneiro; de Júlio Ladeia, de Tangará da Serra; e ainda sobre a confusão em Alto Paraguai, onde Diane Vasconcelos tentou assumir de vez, sem êxito, o cargo de prefeito no lugar do eleito Adair Alves.
Denuncia também atuação de advogados como intermediadores do esquema, entre eles Eduardo Gomes, ex-prefeito de Alto Paraguai, e André Castrillo. "Se o mandato de um prefeito estão vendendo por até R$ 500 mil, imagine de um deputado ou governador!", alerta o servidor federal em depoimento ao procurador da República Thiago Lemos, numa demonstração de preocupação quanto à lisura do processo eleitoral deste ano. Veja abaixo o conteúdo do depoimento do servidor, que lança suspeição sobre várias autoridades e advogados.

Quer dizer que há possibilidade do cartório eleitoral da comarca de Diamantino também estar neste rolo compressor? Não dá para acreditar. A funcionária de lá parece ser muito ética. Seráááá?????
E O CASO DE DIAMANTINO???????OMO FICA???????
Aqui em Cáceres, todos ficarão de boca aberta, com a eleição, pois os dois candidatos tinham vários processos no TRE, inclusive alguns parecidos, mas houve cassação somente pra um. e a meia-noite quase. chega uma decisã do TRE, pra dar posse ao candidato que perdeu as eleições. Por favor, PF, MPE, TJ, investiguem isso, vcs já puxarão o fio da linha, agora é só derrubar o resto. Dizem que foi a mala de dinhero de Jaime Campos, que garantiu isso ao segundo colocado, de Cáceres. O povo agora paga o caos, que a cidade vive.
Agora é a hora e a vez de passar o judiciario matogrossense a limpo. Tem que analizar com muito cuidada o caso de Diamantino onde um prefeito foi eleito com a vontade soberana dos munícipes, e logo em seguida foi afastado do cargo por este tribunal de injustiça, digo "justiça". Esse caso de Diamantino talvez seja o caso mais vergonhoso de todos esses casos depois de ser investigado. Só depois da investigação veremos quem está com a razão acredito que é a vontade soberana do povo, acredito que seja Erival Capistrano.
e sem falar o que ganhavam p cassar outros. Faustino eleito pelo povo e cassado pelo dinheiro. nao pagou nao assumiu. Cassado com mesmo argumentos de outros mais nao pagou e
O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Waldir Teis, assegura, em nota de repúdio a matéria divulgada no blog, que desconhece as pessoas que supostamente teriam travado diálogo mencionando o seu nome. "Desconheço qualquer processo que envolva o meu nome e que esteja tramitando no Superior Tribunal de Justiça". Ele se mostra revoltado com a referência feita por Heleno César e Edvaldo da Silva, em conversa gravada em junho de 2007, seis meses antes de ser empossado no cargo vitalício, de que estava precisando de R$ 5 milhões para comprar a vaga.
Ex-secretário de Fazenda do governo Blairo Maggi, Teis diz não aceitar e nem admitir ser colocado na condição de suspeito apenas porque duas pessoas teriam citado o seu nome em suposta compra de vaga para integrar o TCE-MT. Destaca que foi escolhido de forma soberana pela Assembleia Legislativa, em votação unânime, e homologado pelo governo estadual para ser conselheiro.
Eis, abaixo, a íntegra da Nota de Repúdio assinada pelo conselheiro Valdir Teis
'Rechaço veementemente a tentativa de envolver o meu nome em notícia sobre suposta compra de vaga para compor o Tribunal de Contas de Mato Grosso. Diante das afirmações divulgadas e em respeito à sociedade e a verdade que deve prevalecer em toda e qualquer circunstância, esclareço:
1 - Desconheço as pessoas que supostamente teriam travado diálogo mencionando o meu nome;
2 - Desconheço qualquer processo que envolva o meu nome e que esteja tramitando no STJ;
3 - Não aceito e não admito ser colocado em condição de suspeito apenas porque duas pessoas teriam citado o meu nome em suposta compra de vaga para integrar o TCE-MT.
4 - Afirmo que fui escolhido soberanamente pela Assembleia Legislativa, em votação unânime, e homologado pelo Chefe do Poder Executivo do Estado, para integrar o colegiado do Tribunal de Contas de Mato Grosso.
5 - Considero despropositada e irresponsável a divulgação de diálogo telefônico do qual não participei, desconheço totalmente e também repudio por ser a conversa mentirosa, ainda que verdadeira a gravação.
6 - Informo que vou enfrentar essas inverdades com a cabeça erguida, fé na Justiça, confiança em Deus e que tomarei as medidas necessárias para reparar o dano moral e, finalmente, saliento que a divulgação de peças de processos judiciais que tramitam sob segredo de Justiça constitui crime por desrespeito ao devido processo legal e em nada contribui para a apuração da verdade."
Cuiabá, 26 de maio de 2010
Waldir Júlio Teis
Conselheido do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosos
Nós brasileiros muitas vezes temos razões para ficarmos descrentes de tudo, achando que êste país não tem jeito...No caso dos TCEs é público e notório que as vagas de conselheiros são negociadas.Todo mundo sabe disso. Minha tártara vó nos tempos de antanho já falava sobre isso.O motivo principal da descrença é que para mudar essa vergonha nacional da corrupção nós dependemos da boa vontade de políticos como Henry, Riva e outros mantidos nos cargos por liminares negociadas por pessoas influentes junto do poder judiciário.Todos sabem que políticos desse naipe não vão querer fazer leis para moralizar o poder judiciário, os TCEs, a gestão pública no Senado, na Câmara Federal, nas Assembléias Legislativas e nas Câmaras Municipais!!!!!!!
Esse ex- vassalo do Blairo poderia ao menos ter a dignidade de não negar , e assumir como um homem de fibra que fez ue outros já fizeram. E a imprensa tinha que investigar tambem essa denuncia da tal professora de musica que ele contratou ou comprou a vaga. Esses tribunais de faz de contas precisam urgente serem enquadrados nos concursos públicos. MP cade voces?????
senhores parlamentares em brasilia tem que modificar a lei de ingresso nos tribunais de contas, seja uma situação dessa certa ou não, fazer concursos ser conselheiro quem tem competencia....
entao ta bom, nao colocou sua amada aqui no TCE pra dar aulas de musicas, ganhando um gordo salario, logo voce TEIS, para de ser loloteiro e assuma logo, aqui so entra se comprar.
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Ex-presidente do Detran Moisés Sachetti diz que Edvaldo, que atuou no órgão, não tem credibilidade e nega esquema
O ex-presidente do Detran-MT, Moisés Sachetti, hoje vice-presidente regional do PR, classificou de "absurdas" e "sem credibilidade" as declarações em forma de denúncia feitas pelo ex-servidor do órgão, Edvaldo da Silva Santos, que foi grampeado pela Polícia Federal em conversa telefônica com Heleno César, apontado como lobista do ex-deputado e ex-secretário de Serviços Públicos de Várzea Grande e hoje na pasta de Governo do prefeito Murilo Domingos. Edvaldo tem 36 anos. Reside no bairro Chapéu do Sol, em Várzea Grande. Em passagem pela Detran, ele acabou enfrentando vários processos na Corregedoria por indícios de irregularidades. É considerado um "ficha suja". Suas declarações documentadas caíram como uma bomba.
No diálogo, que faz parte de um volumoso processo sob sigilo no Superior Tribunal de Justiça que investiga magistrados de Mato Grosso, Edvaldo insinua que uma negociação milionária de precatórios, com suposta intermediação de Moisés Sachetti e articulação na Procuradoria-Geral do Estado, então sob João Virgílio, poderia render caixa até para pagar R$ 5 milhões pela vaga de Valdir Teis no cargo de conselheiro do TCE - saiba mais aqui. A gravação da conversa se deu em junho de 2007. Seis meses depois, Teis assumiu a cadeira de Júlio Campos no Tribunal.
Segundo Sachetti, Edvaldo é vendedor de loteria e foi nomeado por ele num cargo no Detran. Observa que depois que descobriu que Edvaldo estava usando indevidamente o seu nome, o exonerou sumariamente. "Ele usou meu nome e, por isso, foi demitido. Não tem credibilidade", diz o dirigente do Partido da República e que presidiu o Departamento Estadual de Trânsito durante os quatro anos do primeiro mandato do governo Blairo Maggi (2003/2006), se mostrando chateado com a notícia. "Eu não tenho nada a ver com essa história".
Sobre a visita do secretário várzea-grandense Dito Pinto a seu gabinete no Detran, conforme revela Edvaldo na conversa com Heleno César, Moisés Sachetti assegura que a única vez que o ex-deputado o procurou foi para discutir "precatório de pronto-socorro". "Ficou nisso. São precatórios de governos anteriores". Ele enfatiza que nada tem a esconder e considera sem cabimento a citação do seu nome em suposta negociata, tanto acerca de precatórios quanto sobre vaga no TCE. "Eu perdi a esposa trabalhando no governo, fiz um trabalho com seriedade e nunca fui sem vergonha e nunca vou ser".
Ô Cesar Barros , me fala o que esse pessoal da butina fez além das dívidas de R$240.000.000 das máquinas superfaturadas ? O Fethab, a ferronorte, Ponte sergio Mota , atualização dos salários, negociação das dívidas, usina do manso, parque mãe bonifácio , hospitais regionais e os bons incetivos fiscais foi de quem ? DANTE, claro.
Engraçado alguns depoimentos. Estas pessoas tem memória curta mesmo. O que era este estado é o que é hoje. O governo de Blairo Maggi revolucionou este estado em menos d eoito ano e o SIlval vai dar continuidade a este avanço e nas mudanças que estão ocorrendo e só cego que não vê. É claro que teve falhas, erros, mas tivemos muito mais acertos. Temos que ser justo com este governo que fez muito, ou a turma do PSBD fez mais? Mato Grosos vive um ótimo momento e para que continue assim, precisamos eleger o SIlvar e isso vai acontecer, as pesqeuisa estão ai e não mentirosas, aceitem ou não algumas pessoas.
Sr. Arthur Desde quando falar a verdade é loucura. Pelo seu comentário é possível tirar três deduções primeira o Senhor não me conhece nenhum pouquinho, segunda o Senhor não conhece nada do DETRAN/MT e terceira pior acho que não conhece nada do serviço público. Com relação aos valores de diárias de estão nas prestações de contas no TCE é só conferir, de 2002 a 2006 está em uma denúncia que apresentei ao MPE em 2007 é só consultar também. Com relação a prisão do diretor que citei se o Senhor não for marciano deve conhecer, este processo tenho cópia, não o todo mas boa parte se quiser ver está à disposição. O Senhor pode não concordar com minhas ações tem todo direito, no entanto ainda que o Senhor e outras pessoas me julguem como louco PROCURO RETRIBUIR CADA CENTAVO QUE A POPULAÇÃO ME PAGA mostrando os desmandos e as falcatruas que tomo conhecimento, ainda que os resultados sejam pífios face à nossa legislação e das autoridades com poderes de apurar e punir aqueles praticam atos contra os interesses da população. Sempre digo que temos as autoridades e os serviços públicos que merecemos, me parece que o Senhor está satisfeito com este estado de coisa, pode ter a certesa que eu não estou, faço a minha parte sem se preocupar com o que os outros fazem ou deixam de fazer e sem querer ofendê-lo sem preocupar com o julgamento que fazem das minhas ações.
Esse SACHETTI esta achando que ainda é dono do Governo - ao invés de se explicar , fica de gozação com a cara do povo. TUDO leva a crer que esse assunto é verdadeiro. O EDVALDO foi nomeado por ele, é amigo do Dito Pinto, é de Varzea Grande.
esse Joao Moessa e louco, precisa internar esso coitado, te disturbios !!!

Ex-secretário de Fazenda Waldir Teis teria negociado seu ingresso no TCE por R$ 5 mi, diz diálogo em processo no STJ
A cadeira vitalícia para o ex-secretário de Fazenda do Estado Valdir Teis no Tribunal de Contas teria custado R$ 5 milhões. Ao menos é o que revela diálogo entre uma pessoa identificada pelo prenome de Edivaldo e Heleno César de Moraes, que trabalhava na Prefeitura de Várzea Grande e que demonstra forte ligação com o ex-secretário de Serviços Públicos e ex-deputado Dito Pinto. César seria subordinado a Pinto e desenvolvia papel de auxiliar nos serviços de interesse da prefeitura, mas levando vantagem pecuniária em contratos realizados na pasta. As conversas de César foram monitoradas nas investigações da Polícia Federal e fazem parte de um calhamaço de páginas de um processo sob sigilo no Superior Tribunal de Justiça, dentro do pacote de denúncias contra juízes, desembargadores e advogados de Mato Grosso. Este blog teve acesso a todo conteúdo.
Na conversa monitorada em 13 de junho de 2007, César revela sua participação numa negociação junto ao governo estadual para liberação de vultosa quantia referente a precatórios. No intuito de facilitar a liberação, ele vai ao Detran, acompanhado de Dito Pinto conversar com o então presidente Moisés Sachetti. O diálogo é presenciado por Edivaldo, que seria, segundo o próprio César, o braço-direito de Moisés. Nos diálogos, surge até o irmão de Moisés, Adilton Sachetti, então prefeito de Rondonópolis na época, como suposto interessado no caso. Hoje Moisés é vice-presidente regional do PR, enquanto Adilton preside a Agecopa.
Em um dos trechos da conversa sobre negociação de precatório, Edvaldo comenta para Heleno César: "Pois é isso que eu falei pra ele, ai ele falou: 'Não eu vou mandar o João Virgílio (ex-procurador-geral do Estado) calcular ai depois nós vamos fazer uma proposta boa pra ele". César emenda: "É porque isso aí é o seguinte, tá naquele valor se for oferecer por exemplo pra eles lá, negocinho de setenta, oitenta milhões, eles não pegam não, eles preferem brigar". Em outro momento da conversa, Heleno César diz: "Ali vai ficar pra ele vinte e cinco por cento, rapaz... vinte e cinco, trinta por cento, pô..."
Ao longo do diálogo, César fala para Edivaldo que Valdir Teis, que ainda exercia cargo de secretário de Fazenda, iria deixar a administração Blairo Maggi e que precisaria de R$ 5 milhões para pagar sua entrada no TCE. Edivaldo confessa o seguinte: "Não, já falei pra ele, vê o mais rápido possível Moisés, isso aí é bom que pega o Valdir Teis saindo de lá". Insinua que o valor do precatório deveria ser inserido no orçamento, com suposta negociação, no pacote, da vaga no TCE. Conta que falou para Moisés, na reunião no Detran, que seria bom "porque o Valdir está precisando dos R$ 5 milhões pra pagar o... a ida dele pro Tribunal já tira daí... eu falei pra ele".
Valdir Teis foi empossado conselheiro do TCE em dezembro de 2007, seis meses após a interceptação telefônica em que são reveladas possíveis negociatas pela cadeira vitalícia. Ele entrou no lugar de Júlio Campos. Em tese, a indicação partira da Assembleia Legislativa, mas sob forte influência do então governador Maggi. Veja abaixo reprodução da conversa entre Edvaldo e Heleno César em que são discutidos esquemas sobre precatórios e comissão, vaga no TCE, valor e mencionados nomes de João Virgílio, dos irmãos Sachetti e de Teis

Eu tinha uma grande desconfiança sobre a máfia dos precatórios e esta publicação só veio trazer a certeza. Nós, funcionários públicos militares sofremos de forma velada por conta dos chefes aliados do governador BM por ocuparem cargos de confianaça, um grande constrangimento moral, pela coação e consequente extorção no pagamento do nosso direito de recebimento dos precatórios, pois somos compelidos a negociações por valores minorados que na quitação rende a essa quadrilha uma pomposa fortuma. PF aprofunde as investigações e promova o que é justo.
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só revolução armada povo brasileiro
QUEM DIRIA ESSE CARA JULGANDO E CONDENANDO PRESIDENTES DE CAMARA E PREFEITURA...CONHEÇO UM EX-PRESIDENTE QUE TEVE SUAS CONTAS REPROVADAS PORQUE GASTOU MISEROS 30 MIL REAIS SEM LICITAÇÃO....QUEM É O MAIOR PECADOR? QUE MORAL ESSE CARA TEM DE JULGAR OS OUTROS? PELO AMOR DE DEUS, SÓ FALTA UM TERREMOTO DAQUELES DO CHILE NESSE ESTADO...É PRA ACABA MESMO..
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O PSDB do pré-candidato a governador Wilson Santos se defendeu da acusação de que teria tramado ação popular contra o governo do Estado no escândalo das máquinas apresentando uma certidão que acaba expondo existência de fogo amigo na base de sustentação do Palácio Paiaguás. É que o pecuarista Antonio Sebastião Gaeta, autor da ação popular que levou a Justiça Federal a determinar perícia em todo maquinário, é filiado ao PR do ex-governador Blairo Maggi, pré-candidato a senador e principal cabo eleitoral do projeto à reeleição de Silval Barbosa (PMDB).
A comprovação está numa certidão expedida pelo Tribunal Superior Eleitoral, com data desta segunda (17). Consta no documento que Gaeta pertence ao PR desde 29 de setembro de 2003. Em verdade, o PR só foi criado a partir de 2007, com a fusão do PL com o Prona. Nesse caso, todos filiados no antigo Partido Liberal aparecem como sendo do PR.
O tucanato garante que não influenciou na decisão do pecuarista jaciarense em propor a ação, que acabou trazendo mais desgaste às imagens do ex-governador Maggi e do sucessor Silval. Ao julgar os pedidos de liminares pleitos na ação popular, o juiz federal Julier Sebastião da Silva determinou perícia em todos os 705 equipamentos, entre eles caminhões e máquinas pesadas, para chegar se, de fato, houve troca de peças e também para constatar fortes indícios de superfaturamento em mais de R$ 35 milhões.
Aos 60 anos de idade e considerado um agricultor pioneiro da região do Vale do São Lourenço, Gaeta é ligado ao prefeito Max Russi (PR), inclusive ajudou na coordenação da campanha do republicano. É daqueles que não tem papas na língua. Fontes garantem que Gaeta foi procurado por representantes do PSDB para, numa investida partidarizada, levar a Justiça a se manifestar sobre as supostas irregularidades e, assim, provocar desgaste às pré-candidaturas de Maggi e Silval. O tucanato nega, embora concorde com a ação popular. Aliados do pré-candidato da legenda tucana à sucessão estadual Wilson Santos jogam agora a culpa pela ação para correligionários da turma da botina. Acham que houve "fogo amigo" na decisão de se buscar a Justiça, o que acabou por "incendiar" o Paiaguás. O desejo da oposição é que a chama sufoque os pré-candidatos da situação.
Foi fogo amigo sim e a armação partiu de legislador federal do sul do estado. O PR não quer Silval.
hum, como é democratico nosso período eleitoral, pois quando há uma disputa, as sujeiras que estão debaixo do tapete, ficam a mostra quando alguém resolve levantar a ponta do tapete, com isso, começa a briga com escândalos nacionais, onde Mato Grosso figura como um personagem um tanto vergonhoso, essa super-faturação, sobre-preço(palavra bonitinha usada) das maquinas, 36 milhões, pegou mau, concurso do Governo do Estado, onde se falaram em 10 milhões de prejuízo, onde até o momento, ninguém foi responsabilizado, outro que pegou mau, ai vem outros como o da Funasa, 50 milhões, que é do Partido do atual Governador Silval, e outros que a própria estrutura do Governo esta investigando, para tentar mostrar lisura que não compactua com corrupção no setor público, assim como o ex-governador Maggi fez, a bomba atômica que foi armada na SEDUC, onde servidor desaparece, suspeitas de contratos fantasmas e outras mais e outra que foi armada na SEJUSP, diga se de passagem, compra de combustíveis, locações de veiculos, compra da quentinha dos presos, outra que vão pegar mau. Poxa vida, poucos vão sobrar nessa onde de pegar mau! De mocinho a uma grande interrogação surge na minha cabeça com antiga admiração por alguns administradores públicos.
É ATÉ ENGRAÇADO SE NÃO FOSSE MAIS UM EPISÓDIO DE CORRUPÇÃO,OS TUCANOS FICAREM CUTUCANDO ONÇA COM VARA CURTA,COMO QUE SE FOSSEM "OS PUROS DA HONESTIDADE",MUDA O DISCURSO CAMBADA,VOCES TEM O TELHADO DE VIDRO,SE DEREM UM SOPRO,NÃO FICA 1,DE PÉ PRÁ CONTAR A HISTORIA!!!!!!!!!
O povo quer tb.Falta sair a cpi da Qualix,da Unic,do Pac,do Terminal turistico da ponte de ferro,do roubo de equipamentos de dentro do Sanecap,o povo quer resposta da prefeitura de cuiabá.
Aviso: Dentro de poucos dias vai ter mais uma nova ação popular, esta agora é pedindo investigação na construção de casas populares e a concessão dos INCENTIVOS FISCAIS, período de 01 de janeiro de 2003 a 31 de março de 2010.
Fernando Ordakowski

Deputado Otaviano Pivetta, presidente do PDT, não concorre à reeleição devido ao fantasma do caso Coorperlucas
O fantasma do caso Cooperlucas tirou tanto o sono do ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, empresário e deputado estadual Otaviano Pivetta (PDT), que ele resolveu abandonar a vida pública. Não será mais candidato nas eleições deste ano. Chegou a cogitado para o Senado e ainda continua sendo mencionado como opção do PDT também para deputado federal. Mesmo assim, o parlamentar já avisou que não quer mais saber de cargo eletivo. O intrigrante é que o calote superior a R$ 200 milhões aplicado pela Cooperativa Agrícola de Lucas do Rio Verde (Cooperlucas) junto ao Banco do Brasil nas operações de Empréstimo (EGF) e de Aquisição (AGF) do governo federal aconteceu há 13 anos e até hoje Pivetta, que era prefeito na época, sequer foi notificado pela Justiça. Mesmo assim, a vinculação do seu nome ao escândalo é tão forte que o deixa incomodado.
Pivetta alega ser vítima de campanha difamatória. Argumenta que acabou sendo acusado de envolvimento em fraudes simplesmente porque, na condição de prefeito, intercedeu junto aos agricultores quando descobriu que Pedro Pereira e Paulo Bezerra, irmão do deputado Carlos Bezerra (PMDB), com pretexto de atuar como consultores e de recuperar a saúde financeira da cooperativa, passou a usar a Cooperlucas com interesses escusos. Foi Pedro Pereira, que acabou virando réu no processo, quem denunciou Pivetta. O deputado afirma que há 13 anos a sua vida é virada ao avesso. "Eu nunca fui notificado pela Justiça".
Questionado sobre o fato de, na semana passada, o juiz federal Julier Sebastião da Silva ter encaminhado o processo à Tribunal Regional Federal da 1ª Região, constando-o como um dos investigados, o ex-prefeito afirma que "nunca houve denúncia formal". Ele apresentou certidão emitida pela Justiça Federal em Mato Grosso, na qual constam duas ações, mas que já foram julgadas improcedentes e não se tratam-se de processos relacionados ao caso Cooperlucas, mas sim de suposto ato de improbidade enquanto prefeito. "Eu desconheço qualquer outra ação na Justiça Federal contra mim".
Pivetta afirma que não foi diretor da Cooperlucas e nem associado, embora inquéritos apontam que grãos depositados na Cooperlucas migraram para a Cooperativa Agropecuária e Industrial Luverdense (Coagril), que era controlada pelo ex-prefeito. Fraudes em AGF e EGF, operações mata-mata (emissão de um título para pagamento de outro), estoques frios e migração dos grãos quebraram a Cooperlucas e deixaram o BB no prejuízo.
Revoltado com a vinculação do seu nome com a Cooperlucas, Otaviano Pivetta acaba por abandonar a carreira política. Disse que prefere cuidar do seu conglomerado de empresas na iniciativa privada. Ele começou na vida pública como prefeito, pelo extinto PFL (hoje DEM). Se elegeu com 3.105 votos em 1996. Depois garantiu a reeleição, pelo PPS, com 6.102 votos. Nas urnas de 2006, conquistou cadeira de deputado estadual. Teve passagem relâmpago pela secretaria de Desenvolvimento Rural no governo Blairo Maggi. Hoje preside o PDT estadual e se tornou um dos principais cabos eleitorais do empresário Mauro Mendes (PSB), pré-candidato a governador.
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Abaixo reprodução da Certidão da Justiça na qual constam 2 ações contra Pivetta, mas nenhuma sobre Cooperlucas
Alguém quer me responder para onde foi esses 200 milhões.
é MATO GROSSO MUITO MENOS.....e o PAC DE CUIABÁ.....devido aos maquinários esses tbm não podem ficar de fora.....
eeeeeeeeeeeee kkkkkk o efeito ficha limpa ta dando resultado ta tirando o sono de quem esta com a ficha suja da nele senado aprova logo
essa coperlucas enrriqueceu muita gente, inclusive o piveta. piveta antes da coperluca, e piveta hoje. mudou muito. a diferença é minstruosa.
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Por causa de denúncia, caminhões e máquinas entregues podem ser recolhidos para checagem de componentes
O QG do pré-candidato a governador Wilson Santos, comandado nos bastidores pelo ex-procurador-geral do Município de Cuiabá e advogado José Antonio Rosa, vai ingressar com ação na Justiça no decorrer da semana, solicitando a apreensão e lacre de todos os 705 equipamentos, entre caminhões e máquinas pesadas, adquiridos pelo Estado e repassados às prefeituras. A banca de advogados da campanha, que leva a assinatura de Flávio Ferreira, entende que, diante do escândalo nacional em que transformou a compra do maquinário, por causa de sobrepreço superior a R$ 35 milhões, é preciso que a Justiça cancele toda a negociação, até que se tenha uma conclusão final das investigações. A jogada da oposição é, com pretexto de defender a moralidade e transparência, criar fato novo e desgastar ainda mais o Palácio Paiaguás e, com isso, respingar negativamente nas pré-candidaturas do ex-governador Blairo Maggi (PR), que vai concorrer ao Senado, e no seu sucessor no cargo de chefe do Executivo Silval Barbosa ()PMDB), que está em pré-campanha à reeleição.
O tucanato quer explorar o máximo a trapalhada da equipe do governo na aquisição das máquinas, feita no final do ano passado e entregue aos 141 municípios no final de março, a uma semana de Maggi deixar a cadeira de governador. Foram gastos R$ 241 milhões, sob financiamento do BNDES. O ato de entrega foi bastante concorrido. Prefeitos, parlamentares e outras lideranças até disputaram espaço na hora de posar para fotografia. Eis que com menos de dois meses depois "explodiu" a bomba sobre superfaturamento, com estimativa de R$ 36 milhões.
As acusações caíram sobre os ombros de três secretarias, sendo elas a Infraestrutura, que conduziu praticamente todo o processo licitatório, a Administração, que promoveu o pregão presencial, e a Fazenda, responsável pela liberação do pagamento às concessionárias, que receberam a mais por causa de cobrança de juros, mesmo com faturamento à vista, além do não-recolhimento de ICMS. O escândalo derrubou os então secretários Vilceu Marchetti e Geraldo de Vitto. Já Éder de Moraes, que foi remanejado da Fazenda para a Casa Civil, está sendo mantido no primeiro escalão.
Se o PSDB obtiver êxito com essa ação na Justiça, todas as máquinas e caminhões poderão ser recolhidos aos dois estacionamentos situados à avenida do CPA, ao lado do shopping Pantanal, em Cuiabá. Foi ali que os equipamentos ficaram por mais de 20 dias até a realização de uma solenidade que marcou a entrega as 141 prefeituras. Na ação, será solicitada também perícia com vistas a checagem da denúncia de que alguns caminhões teriam sido entregues quase "sucateados", com pneus de marcas diferentes daquelas contidas na licitação, assim como caçamba e outros componentes adulterados.

O então governador Blairo Maggi e o vice Silval Barbosa disputam espaço com parlamentares, secretários e prefeitos na solenidade em Cuiabá, marcando a entrega de caminhões e máquinas a todas 141 prefeituras
Fotos: Ednilson Aguiar
O castelo está desmoronando. O Rei agronomo e sem qualquer cabedal da ciència politica achou que governar seria deleitar em berço esplendido. Seus eminências pardas que são muitos e bastante astutos, aproveitaram para coloca-lo na ciranda da cabra cega. Hoje seu futuro politico sucumbiu-se e ainda responderá pelos atos aliciados que praticou, pois na administração pública e principalmente em nível de governo, a maré muda em qualquer tempo. Seu Agronomo, tudo o que se planta, resulta em colheita e sua safra politica vai enferrujar ou dar cupim.
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É sinceramente, hoje em dia a Veredadeira política está mais direcionada aos interesses dos mesmos, políticos quando "ajudam" as pessoas, só fazem isto com interesse de receber seu voto mais tarde. E quem é que patrocina esses Hipócritas, certamente seus comparssas, que ao serem eleitos tem por obrigação, de arrumar umas "notinhas - frioas ou quentinhas"
Faça isso PSDB, ja estou vendo as maquinas lacradas em cima de caminhões voltando para Cuiaba e o PMDB E ALIADOS soltando fogos e colocando faixas "WILSON TIRA AS MAQUINAS DA POPULAÇÃO" outra "PSDB RECOLHE AS MAQUINAS E DEIXA OS MINICIPIOS A VER NAVIOS" mais "WILSON TIRA VARIOS EMPREGOS DE TRABALHADORES RECOLHENDO AS MAQUINAS" POR POLITICAGEM PSDB PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO" pois é amigos essa eu quero ver... Wilson vai na onda do Antero vai!!! voce ja sabe o que vai acontecer!!!!
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