O ex-garimpeiro Paulo Nogueira mostra, da tribuna da Assembleia, no início dos anos 1980, uma pepita de ouro encontrada na região de Paranatinga, onde morava. Ele foi eleito deputado em 1978, em plena ditadura militar, pelo PMDB, partido de oposição ao regime. Garantiram cadeira também na época pela legenda José Lacerda, Dante de Oliveira e Isaias Borges. Nogueira era tido como truculento e estúpido. Até hoje, alguns servidores da Assembleia até arrepiam quando se comenta sobre o ex-deputado. Lembram que ele, quando ficava nervoso, batia na mesa. Mesmo com essa "fama negativa", Paulo Nogueira exerceu também mandato de deputado federal.
Foto: Demóstenes Milhomem
ALDO, você votou nele aquela época que nem existia voto direto? Como você fala que o povo confiou o mandato à ele?
Paulo Nojeira não foi eleito deputado federal,na verdade foi suplente, assumindo assim(graças a Deus) por um pequeno período, quando algum deputado eleito se licenciava.
O EX-DEPUTADO FEDERAL PAULO NOGUEIRAFOI UM DOS QUE HONROU O MANDATO QUE O POVO LHE CONFIOU.DIFERENTE DOS ATUAIS QUE ENVERGONHAN ,E MANCHAN A HONRA DOS HOMEN DE BEM DESSE ESTADO.
Conheci muito bem o ex Deputado Paulo Nogueira. Além de brabo era apoiador de invasões de terras, áreas de garimpo, extração de madeiras de reservas etc. Péssimo exemplo de politico.
Não é de se estranhar. Também, daquela época, Ary Leite de Campos não só batia na mesa, quanto xingava qualquer um que fosse contra seus propósitos... era a marca registrada dos tempos ditatoriais. Entretanto, não tira o mérito de pessoas que prestaram - com galhardia - bons exemplos de disponibilidade humana e autêntica cidadania: não se tem notícia de que roubaram, de que se enriqueceram às custas do erário e de que respondem processos de qualquer natureza.

O desembargador aposentado Oscar Travassos foi deputado federal e marcou época no governo Júlio Campos (83/86) como secretário de Justiça e Segurança Pública. Naqueles anos 80 houve considerável redução do índice de criminalidade no Estado e parte disso fora atribuído à linha dura de Travassos. Ele costumava dizer que "a polícia não podia dar moleza para bandidos". Hoje, o magistrado aposentado reside no Rio de Janeiro, mas parte de seus familiares permanecem em Cuiabá. Ele é irmão do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Mariano Travassos. Na foto, Travassos condecora o então deputado José Sardinha, de Pontes e Lacerda.
Foto: Demóstenes Milhomem
Saudades de minha Cuiabá daqueles tempos... quando ainda existiam autoridades sérias a olharem pela população...
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Bom hoje em dia é a pf né quem sabe um dia ela ainda vai resolver nossos problemas de segurança, que saudade da POLICIA de verdade.
Eu era menino mas me lembro...naquela época era só falar " lá vem o arrastão da S.A.R.A (Serviço de Apoio e Repreenção Armadada PM)" que até as crianças que brincavam nas ruas corriam pra dentro de casa....vagabundo então morria de medo...se lascavam. Foi uma época em que as gangues tentaram se proliferar em Cuiabá, mas a polícia limpou a cidade. Hoje em dia nem bandido tem medo de policia...e nem a policia faz questão de arrochar vagabundo por medo de responder processo por algumas imbecis questões de direitos humanos.
Não de compara com o que chamam hoje de secretário, um federal, que passou por Mandado de Segurança, que nada faz, que nada vê... ...até mesmo para os policiais, esse secretário é uma m...., A intenção do governo até foi boa, mas devido a imcompetência do "home", o tiro sai pelo pé...quem sabe o Vice arruma o estrago e manda o secretário de volta de onde nunca tinha que ter saido
Jaime Marques Gonçalves foi deputado estadual de 91 a 94. Pertencia ao velho PFL (hoje DEM), mesma legenda do governador da época e xará Jayme Campos. Jayminho, como é conhecido até hoje, teve uma atuação light como parlamentar. Ele aparece na imagem acima quando ocupava cadeira na AL. Foi prefeito de Colíder por dois mandatos. Continua no DEM, mas entregue ao ostracismo político. Ele é pecuarista e dono de emissora de TV.
Foto: Demóstenes Milhomem
Jaiminho, cade você homem de Deus, queremos você na Assembleia novamente!
Francisco Monteiro é um dos privilegiados da vida pública. Ele atua como consultor-técnico jurídico da Mesa Diretora da Assembleia há 25 anos. Antes, foi deputado estadual por dois mandatos (83/87 e 87/90). Seus vecimentos superam a R$ 40 mil mensais. Recebe cerca de R$ 15 mil só de pensão do extinto Fundo de Assistência Parlamentar (FAP). Na foto acima, Monteiro aparece em discurso inflamado, da tribuna. Teve atuação light. Trabalhou também como assessor jurídico da Prefeitura de Cuiabá. O ex-deputado iniciou a militância política no extinto Partido Democrático Social (PDS). Possui carteira de filiação número 01 do velho PFL (hoje DEM).
Foto: Demóstenes Milhomem
O que precisamos combater,não é a pessoa,e muito menos, os seus rendimentos, e sim, devemos nos organizar para evitar que sejam criadas leis que possibilitem a acumulação de vencimentos. É legal, mas considera-se imoral. Lembremos aquele velho ditado " Recebo menos do que mereço, e mais do que preciso "
Para Binho ele ganha tudo isso pra assessorar seu patrão, para não deixar a casa cair...
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Esse Francisco Monteiro merece.Se ele ganha éporquetrabalhou e trabalha bastande. Um care dinamicoe inteligente que nunca usou os cargos para beneficio proprio. Sempre honesto,nunca ouvi falar nada contra ele
Em 86 dr. Francisco ficou como suplente de dep. estadual.

Itsuo Takayama (PTB) é diplomado em 1990 como suplente de deputado federal, numa solenidade promovida pelo Tribunal Regional Eleitoral no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá. Ele havia concorrido pelo extinto PFL (hoje DEM). Teve 12,6 mil votos e ficou na segunda-suplência. Três anos depois, Takayama assume o posto de deputado com o licenciamento de Joaquim Sucena, que se torna secretário-chefe da Casa Civil do governo Jaime Campos, e de Wilmar Peres de Farias (já falecido), que passa a exercer mandato de prefeito de Barra do Garças. Já no PP, Takayama não fica nove meses no cargo. Em dezembro de 93 é cassado sob acusação de ter recebido dinheiro para migrar para o PSD. Sua trajetória política envergonhou Mato Grosso e o resto do país. Depois de um bom tempo fora da vida pública, Itsuo Takayama se filiou ao PTB e tentou cargos eletivos, mas foi reprovado nas urnas.
Foto: Demóstenes Milhomem
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eu como evangelista homem de DEUS acho q.nao podemos conciliar politica com a nossa vida cristam apalavra ja nos ensina q. primeiro o reino do ceus as demais coisas serao acrecentada asim diz o senhor JESUS CRISTO!!!!!!!!!!!!!!!
tudo nesta vida munda, posso afirma que ele mudou de vida.....
Fazem as coisas erradas depois viram protestantes, Esse TAKAYMA...........
Esse Takayama, o ex-deputado, não é o mesmo que anda pregando a palavra de Deus. O Tahayama Pastor, é do Paraná, e inclusive foi eleito há pouco tempo Deputado Estadual.
Heronildes de Araújo foi deputado estadual e prefeito de Barra do Garças. Ele faleceu junto com outras três pessoas numa explosão de um veículo Vectra em agosto de 1999, na BR-070, entre General Carneiro e Barra do Garças. O caso ganhou repercussão internacional. Pelo menos 27 Vectra tinham explodido em várias regiões do país. Essas explosões envolvendo veículo da General Motors levaram as comissões de Defesa do Consumidor e de Viação e Transporte da Câmara dos Deputados a aprovarem audiência conjunta para debaterem o assunto, a pedido da Associação Brasileira de Consumidores Automotivos, com sede em Cuiabá. Familiares de Heronildes Araújo ingressaram com ação na Justiça e conseguiram a condenação da GM a pagar indenização. Heronildes começou na vida pública como suplente e conseguiu fazer sua estreia como deputado na Legislatura que abrangeu o período de 1947 a 1951. Na imagem acima, durante uma solenidade na Assembleia, ele aparece ao lado do ex-senador Gastão Muller (ao centro), que foi deputado e prefeito de Várzea Grande e faleceu há 3 meses, aos 84 anos. Estão ainda na foto o jornalista Archimedes Pereira Lima e o ex-deputado e médico Joaquim Sucena.
Foto: Demóstenes Milhomem
Colaborando com a equipe cultural do RDNews, os tres ilustres cidadões Matogrossenses que estão nesta foto, são o Dr.Virgilio Alves Corrêa,ex-Dep.Est.Constituinte de 1946 e ex-Presidente da Ass.Legislativa de MT,foi tambem deputado federal de MT de l95l-l955.O outro é o Dr.Gabriel Múller,ex-Dep.Est,e ex-Prefeito de V.Grande, e o ex-Dep.Heronides de Araújo,que foi tambem Sec.Chefe da Casa Civil,e diretor-fundador da CEMAT(hoje Rede-Cemat).Pessoas dignas e honradas,merecedoras de serem lembradas pelo RDNews.
Outros erros são de quem está do lado do Heronides é o grande mestre Gabriel Muller e o do lado esquerdo não recordo o nome, mas não é Arquimedes Lima.
Parabéns ao site pela ilustração com fotos históricas de homens que fizeram diferença em Mato Grosso. O Sr. Heronides foi um grande homem que MT perdeu numa fatalidade sem explicação. Para compreendermos o presente é indispensável voltar os olhos para o passado. Mais uma vez, parabéns aos editores do site.
Tres erros Romilson, o nome do ex deputado é Heronides, o segundo Heronides nao foi suplente se elegeu mesmo e reelegeu em 1951 e terminando em 1955, o terceiro erro é que Heronides Araujo nunca foi prefeito de Barra do Garças , perdeu a disputa para o falecido Wilmar Peres , que tb foi governador de estado. Ate mais.
Jorge Abreu (PMN), então deputado e que faleceu num acidente aéreo em setembro de 1998, foi um dos que ajudaram a efetivar na Assembleia Legislativa antigos ocupantes de cargos DAS. Na foto, ele aparece entregando homenagem a um dos servidores. Gilmar Fabris (ex-PFL e hoje DEM), que veio a presidir o Legislativo e hoje ainda exerce mandato parlamentar, surge do lado, lendo frase na placa. Nos anos 1990, a Mesa Diretora estabeleceu a chamada Lei dos 45, em que funcionários com muito tempo de Casa e/ou que tivessem algum filho portador de necessidades especiais ou até mesmo pais dependentes não poderiam ser demitidos. Na época, a AL, sob a presidência de Fabris, havia realizado concurso público. Os funcionários estavam em desespero, principalmente por causa da fama de Fabris de "linha dura" com os servidores. Era forte o comentário de que ele iria aproveitar o concurso para substituir a maioria, alguns até com 15 anos de casa. Entre os que foram exonerados pelo então presidente estava José Carlos Carvalho de Souza, o Zé do Nordeste, que veio a ser secretário de Finanças e de Governo do prefeito cuiabano Wilson Santos (PSDB). Foi graças a essa Lei dos 45 que dezenas de servidores foram efetivados e, assim, mesmo sem concurso público, garantiram estabilidade.
Foto: Demóstenes Milhomem
Que me desculpem e perdoem... mas, os olhares em torno do homenageado me dão arrepios. Olhares soturnos, que causam certo constrangimento.
Alguns dos deputados que exerceram mandato na Assembleia nos anos 1980 posam para fotografia. Aparecem Joaquim Sucena (da esq. para dir.), Ubiratan Spnelli, João Bosco, Ferreira Neto (de óculos escuro), Roberto França, Antonio Alberto Schommer. A imagem é de 84. Foi tirada no gabinete da Presidência, na época sob Spinelli, que veio a ser conselheiro do Tribunal de Contas do Estado e hoje está aposentado do cargo vitalício. Nenhum deles ocupam cargo eletivo. O último a deixar cadeira de deputado foi França, ex-prefeito de Cuiabá e ex-deputado federal, para integrar a diretoria da Agecopa, autarquia responsável por tocar os projetos visando os preparativos da Grande Cuiabá para a Copa do Mundo de 2014.
Foto: Demóstenes Milhomem
Alguém dessa turma já partiu dessa para a outra?
Hermes de Abreu foi um dos deputados que se destacaram no discurso e na apresentação de projetos para criação de novos municípios. É autor de propostas que resultaram no surgimento de ao menos nove cidades mato-grossenses. Integrou os quadros de parlamentares constituintes e depois de aposentou pelo extinto Fundo de Assistência Parlamentar, o que lhe renda quase R$ 15 mil mensais até hoje. Exerceu dois mandatos na Assembleia e militava no PMDB. No governo Dante de Oliveira (1995/2002) atuou como secretário de Justiça e Segurança Pública. Na imagem acima, Hermes de Abreu aparece na porta de entrada do plenário da AL com sua tradicional mala. Atrás estão dois garçons do Legislativo que já faleceram.
Foto: Demóstenes Milhomem
ESSA FOTO REPRESENTA UM MALA SEGURANDO OUTRA MALA. e REALIDADE É QUE ESTE SR. TEVE UMA PASSAGEM CHEIA DE EQUIVOCOS NA POLÍTICA DE MATO GROSSO, TRAINDO O SEU CRIADOR CARLOS BEZERRA, BANEOU-SE DE LADO, CONSEGUINDO SE ELEGER A MUITO CUSTO E COM POUQUÍSSIMOS VOTOS. DEPOIS TENTOPU DE FORMA VIL CONSEGUIR MAIS UMA APOSENTADORIA DO ESTADO DE MATO GROSSO, APOSENTADORIA COMO SECRETÁRIO DE ESTADO QUE A BEM DO ERÁRIO PÚBLICO FOI CONSIDERADA ILEGAL. TENTOU VOLTAR PARA A PLÍTICA ANTES DE CASSAREM SUA APOSENTADORIA DIZENDO QUE EMBORA APOSENTADO POR INVALIDEZ A POLÍTICA PARA ELE SERIA UMA ATIVIDADE PRAZEROSA... ESSE É ESTE MALA QUE CARREGA ESTA OUTRA MAL. ESSE É O ESPERTALHÃO DO HERMES DE ABREU QUE EMBORA TENHA TIDO DOIS MANDATO COMO DEPUTADO ESTADUAL RECEBE A IMORAL APOSENTADORIA INTEGRAL DO FAP (ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE MATO GROSSO).
Fico muito feliz quando leio reportagem sobre homens públicos que realmente fizeram a diferença em Mato Grosso. O Secretário Hermes de Abreu fez muita coisa por Mato Grosso. No caso a Lei da Cultura, ou seja, a Lei Hermes de Abreu, é um bom exemplo doque um homem público faz pelo povo. Porque a Cultura é a alma do povo e da sabedoria popular. Obrigada Deputado, sentimos muito a sua falta aqui em Mato Grosso.
Ao que sei o Dep. Hermes de Abreu foi professor durante muitos anos da rede publica estadual, foi Secretário de Administração da Prefeitura de Rondonópolis, advogado militante, e depois Deputado Estadual por oito anos. Secretário de Justiça, Trabalho e Cidadania, deixando profundas marcas positivas nas diversas atuações que teve, pelo seu caráter, pela sua competência, pela sua ousadia, pela sua coragem e especialmente pela sua honradez. Homens como esse faz muita falta na vida pública e politica do Brasil. Este sim é um matogrossense que orgulha todos nós.
Faz falta ao Legislativo Estadual deputados no nype(naipe) do exdeputado Hermes de Abreu, esse sim, ótimo legislador e honesto ao extremo. Em tempo: Hermes de Abreu se aposentou no PSDB, e não no PMDB.
Ex-deputados participam de uma discussão na sala da presidência da Assembleia, no prédio da Barão de Melgaço, onde hoje funciona a Câmara Municipal de Cuiabá. A foto é de 1982. Nela aparecem o então deputado Djalma Rocha (com as mãos no bolso), que se aposentou como conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Benedito Alves Ferraz, que foi deputado de duas legislaturas e presidiu a Assembleia, e o ex-deputado Thieres Ferreira (de óculos), da região de Guiratinga (Sul). Hoje todos estão aposentados e fora da vida pública.
Foto: Demóstenes Milhomem
O sr. Djalma Carneiro da Rocha ja faleceu...
O nome do presidente da Assembleia nesta foto e o Deputado Benedito Alves Ferraz e nao Teresino como voces o colocaram... - Resposta - Obrigado, Felizardo, pela correção. O equívoco já foi desfeito no texto. Atenciosamente - Romilson Dourado

Foi-se o tempo em que petistas, como a hoje senadora Serys Marly e o ex-deputado estadual e ex-federal Gilney Viana, se juntavam às massas por reivindicações. Na época em que atuava como deputada estadual, nos anos 1990 e 2000, Serys liderava movimento em protesto contra os governos estadual e federal, principalmente sob a era do tucanato. O então governador Dante de Oliveira (já falecido), que comandou o Estado de 1995 a 2002, passou apurado com Serys. Ela fazia oposição dura na Assembleia. Acompanhava também manifestação dos profissionais da educação, dos sem-terra, de bancários. Gilney Viana adotava a mesma linha. Na imagem acima, os então deputados do PT Serys e Gilney aproveitam uma sessão solene na Assembleia e exibem um cartaz com frases de repúdio aos governos do presidente Fernando Henrique e do governador Dante e contra 17 dos 24 deputados porque, segundo os petistas, os aposentados estavam sendo massacrados pelo tucanato. "Aposentados vítimas de FHC-Dante e de 17 deputados". Ao lado de Serys aparece o Wilson Celso Teixeira, o Dentinho, que foi presidente da Câmara de Cuiabá e, à frente, o ex-deputado e hoje conselheiro do TCE Alencar Soares. Curiosamente, uma década depois, Serys já na cadeira de senadora e governista de carteirinha, vota pela taxação dos inativos. Da tribuna, chegou a chorar na hora de justificar o voto. Alegou que estava seguindo orientação partidária. Era a senha do que seria o petismo antes e depois de chegar ao poder central.
Foto: Demóstenes Milhomem
Me perdoe o Fabio, não tenho procuração para defender o Gilney, mas vou reproduzir um trecho de matéria deste cidadão quando perguntado sobre sua re_candidatura a dep.estadual ¨a sociedade não aprovou o meu perfil e modo de fazer política¨, sabe o que isto significa jeito sério e compromissado com as causas sociais,por isso,(opnião minha)sua afirmação quanto a este cidadão foi injusta me perdoe!!!
Claudio Dove, nós podemos sim brigar por um candidato legitimamente de Mato Grosso no Senado. Lembre daquela musiquinha de Silvio Santos: Pedro Taques vem ai, tara tara rarar!
Engraçado esta vida hem..veja so a Senadora hoje com mão no poder e engraçado que tendo ela a midia a sua disposição no Senado em nenhum momento ela apareceu com algum cartaz exigindo do Governo algo melhor com relação aos aposentados é quem te viu e quem te vê hem Senadora, pena que a gente nem pode brigar por alguem que seje matogrossense para defender os nossos interesses... mas as eleições estão ai viu...
Parabens!!! Isso que é uma matéria para informar o eleitor quem é quem, ta provado que todos como esse dois só fazem oposição para chegarem ao poder, quando tão lá o povo que se dane, por isso não acredito em partido nenhum, analiso as pessoas, pessoas que só tem discurso e populismo e quando chegam ao poder tem que engulir tudo que fez com os outros, esse tipo de gente pra mim não vale nada. Juscimeira-MT. 30/12/2009 Mais uma vez parabéns pela matérias.
O que será que a senadora pensa hoje depois de votar pela taxação dos aposentados e a manutenção do famigerado fatôr previdenciário? Nós, fiscais do tempo e da palavra dos políticos, vamos nos lembrar disso em 2010 na bôca da urna.



O Palácio do Comércio é um ponto de referência antigo de Cuiabá. Localizado no centro histórico, o edifício se destaca ao lado da Praça da República, desde a década de 1910. Sua construção foi idealizada por Waldo Olavarria Filho, na época em que presidiu a Associação Comercial de Cuiabá (ACC). Advogado e economista, Waldo exerceu mandato de vereador (1951-1955) e de deputado estadual (1955-1959). Nas imagens acima, o prédio é visto em três ângulos diferentes, com parte das ruas Antônio Maria e 13 de Junho e ao fundo das lojas Riachuelo, no Calçadão.
Fotos: Eurípedes Andreatto/Misc
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