Sexta, 25 de Maio de 2012, 14:58 h

Rumo à Copa de 2014 | 04/02/2011 - 17:05

Em visita para avaliar as obras, ministro conversa com Galindo

Laura Nabuco

   A visita do ministro dos Esportes, Orlando Silva, à Prefeitura de Cuiabá durou pouco mais de 1 hora. No encontro, ele e o prefeito Chico Galindo (PTB) conversaram sobre os diversos assuntos que envolvem a realização da Copa do Mundo de 2014. Apesar do motivo da visita servir para avaliar o andamento dos projetos de cada uma das 12 cidades sedes, o ministro não tinha horário reservado em sua agenda para verificar "in loco" os empreendimentos da Capital e de Várzea Grande. "Gostaria de visitar as obras do estádio. Vamos ver se será possível", ponderou.

    O ministro, contudo, de acordo com o Galindo, chegou à reunião já sabendo tudo o que vem sendo realizado em Mato Grosso para os jogos. Em entrevista, Orlando pontou que o objetivo deste ano é agilizar todos os projetos, visando a realização da Copa das Confederações, que ocorrerá em 2013 e funciona como um pré-Mundial.

    Perguntado sobre a preocupação com o fato das obras de mobilidade urbana em Cuiabá e Várzea Grande ainda estarem em fase de licitação, o ministro destacou que este não é um problema apenas de Mato Grosso e elogiou o andamento da reforma do Verdão. "Cuiabá está na linha de frente na questão das obras dos estádios", afirmou.

   Ele também ressaltou a responsabilidade do governo federal em relação à algumas obras como a do aeroporto Marechal Rondon, que ficou orçada em cerca de R$ 88 milhões, e da duplicação de rodovias no entorno da Capital e de Várzea Grande, que receberão uma contapartida de R$ 360 milhões do Dnit.

   Depois do Alencastro, o ministro seguiu para o Palácio Paiaguás, onde se reúniu com o governador Silval Barbosa (PMDB). Após o encontro, ele retorna a Brasília. A próxima cidade sede a ser visitada por orlando ainda não está definida.

 

Rumo à Copa de 2014 | 04/02/2011 - 09:23

Ministro dos Esportes visita Cuiabá e faz vistoria nas obras

Laura Nabuco

   O ministro dos Esportes, Orlando Silva, estará em Cuiabá nesta sexta (4). A chegada está prevista para 11 horas. Assim que pisar em solo cuiabano, ele se reunirá com o prefeito da Capital, Chico Galindo (PTB). Durante a tarde o encontro está marcado com o governador Silval Barbosa (PMDB). A visita faz parte de um "tour" pelas cidades que sediarão a Copa do Mundo de 2014. O objetivo é fazer uma vistoria nos preparativos para o Mundial.

   Cuiabá é a segunda Capital visitada pelo ministro. Antes disso ele esteve em São Paulo. Ao todo, 12 cidades receberão os jogos, conforme anunciado em maio de 2009. Em setembro do mesmo ano, o ex-governador e hoje senador Blairo Maggi (PR) sancionou a lei que criava a Agecopa. Quase dois meses depois os sete diretores da Agência foram nomeados.

   A primeira obra em Mato Grosso visando a realização da Copa foi a reforma do estádio Verdão, que teve início em maio de 2010, quando o antigo estádio foi demolido para que uma arena poliesportiva pudesse ser construída no local. Até o momento, o estádio é um dos que estão com as obras mais adiantadas dentre as 12 sedes. Já os projetos de mobilidade urbana, que visam melhorar o trânsito de Cuiabá e Várzea Grande, devem ser licitadas nos próximos dias.

(11h34) - Ministro chega a Cuiabá, mas não visita obras

   Orlando Silva já está na Capital, mas, devido a sua agenda, não vai vistoriar as obras da Copa do Mundo. Assim, o ministro apenas participa de reuniões de trabalho com o prefeito de Cuiabá Chico Galindo e com o governador Silval Barbosa. O objetivo é saber como andam os planejamentos para os jogos mundiais e reforçar a importância da realização de parcerias entre os governos municipal, estadual e federal. Além de Cuiabá, Orlando visita as outras sedes da Copa. Valtenir Pereira (PSB) é único deputado federal a participar da reunião. Foi convidado por Orlando devido a existência de emendas dele para o setor.

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Rumo à Copa de 2014 | 31/01/2011 - 13:30

Agecopa faz a 1ª reunião com conselho de acompanhamento

Sissy Cambuim e Laura Nabuco

   Depois de mais de um ano de atividades, os diretores da Agecopa se reuniram pela primeira vez com o Conselho de Acompanhamento da Copa do Mundo de 2014, que é presidido pelo governador Silval Barbosa (PMDB). O encontro ocorreu na sede da Agência, em Cuiabá, na manhã desta segunda (31). Na ocasião foram debatidas as obras de mobilidade urbana que serão implantadas na Capital e em Várzea Grande e o projeto do Bus Rapid Transit (BRT), ou "Ônibus Rápido".  A reunião, contudo, apresentou algumas falhas.

   Os conselheiros reclamaram por não terem recebido uma pauta com os assuntos que seriam tratados na reunião e por terem sido covocados em cima da hora. A falta de um assunto específico para ser debatido também foi alvo de críticas. Para eles, o encontro abordou temas muito genéricos.

   Após as reclamações, Silval anunciou que os encontros se repetirão trimestralmente. O governador também pontuou que vários temas ficaram de fora das discussões, como a duplicação das estradas que ligam Cuiabá a Chapada dos Guimarães, a Santo Antônio do Leverger e que dão acesso ao pantanal.

   Silval ressaltou também que, além da infraestrutura para a Copa, há outros assuntos que também precisam de uma atenção maior do Estado. Entre eles está a situação das pessoas que residem em áreas de risco. "Eu mesmo fui visitar centenas de famílias que vivem em locais assim", ressaltou o governador.

    Também fazem parte do Conselho, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Mauro Savi (PR), os prefeitos de Cuiabá, Chico Galindo (PTB), e de Várzea Grande, Murilo Domingos (PR), o presidente da Agecopa, Yênes Magalhães, e outros 14 representantes de instituições públicas e privadas.

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Rumo à Copa de 2014 | 27/01/2011 - 19:16

TCE respalda ações da Agecopa

Laura Nabuco

   O conselheiro do TCE, Antonio Joaquim, que é responsável pela fiscalização dos recursos públicos empregados nas obras para a Copa do Mundo de 2014, fez a primeira visita de trabalho à Agecopa nesta quinta (27). Ele esteve reunido com o presidente da Agência, Yênes Magalhães, para discutir os apontamentos que o Tribunal tem feito nas ações referentes às obras para o Mundial. As discussões foram focadas, principalmente, nos projetos da Arena do Verdão.

   Todas as ações da Agecopa têm recebido o respaldo do Tribunal de Contas. Para isso, dois auditores estão atuando dentro do prédio da nova sede da Agência. Uma equipe do TCE também auxilia os trabalhos. O conselheiro Antonio Joaquim foi nomeado como relator das ações. Durante os quatro anos em que a Agecopa existir, ele e o conselheiro-substituto, Luiz Henrique Lima, vão acompanhar cada passo da Agência.

   A fiscalização em tempo real tem o objetivo de analisar os projetos da Copa afim de evitar que erros sejam cometidos. A auditoria concomitante também deve dar mais agilidade ao trabalho do TCE. O órgão é responsável por avaliar os gastos de todas as autarquias públicas. O diferencial do que tem sido desenvolvido na Agecopa é que, enquanto nos demais órgãos apenas uma parte dos processos passa pelo crivo do TCE, na Agência cada um dos procedimentos é avaliado. Até agora mais de 15 mil documentos já foram analisados.

   A reunião desta quinta foi a primeira de uma série de outras que devem ocorrer até 2014. O conselheiro fez questão de ressaltar que este procedimento será uma rotina daqui para frente. "É uma visita de trabalho. Estamos aqui para cumprir o nosso papel de fiscalizar e orientar", pontuou.


Conselheiro-substituto Luiz Henrique e titular Antonio Joaquim são recebidos por Yênes Magalhães

Rumo à Copa de 2014 | 25/01/2011 - 19:45

Brito garante que locatários também serão indenizados

Laura Nabuco

   Depois do secretário-extraordinário de Apoio Institucional às Ações da Agecopa e PAC Djalma Sabo Mendes ter dito que o Governo do Estado ainda não havia definido se vai ou não pagar indenização para os empresários que não são donos, mas sim inquilinos dos imóveis que serão desapropriados para as obras da Copa do Mundo de 2014, o diretor de Infraestrutura da Agecopa, Carlos Brito, garantiu que tanto proprietários quanto locatários afetados pelas desapropriações serão indenizados. "Nós não queremos conflitos, queremos a melhor solução possível. A orientação do Governo é de que o direito e interesse coletivo se sobrepõem ao individual, mas o individual tem também o direito de sair sem prejuízos", pontuou o diretor.

   Nesta terça (25) Brito se reuniu pela primeira vez com membros da CDL e empresários para tratar do assunto. O encontro foi marcado depois que lojistas situados na avenida da Prainha iniciaram um manifesto contra as desapropriações. Os comerciantes penduraram faixas pretas nas fachadas de suas lojas que traziam a mensagem: "Agecopa. Desapropriação ou grilagem? Estamos desamparados". O temor deles era não receber nenhuma indenização pelo fato de não serem donos das lojas que ocupam e que podem ter que deixar para abrir espaço para as obras de mobilidade urbana.

   Brito esclareceu ainda que os projetos das obras serão finalizados até o dia 31 de janeiro, possibilitando então que as áreas a serem desapropriadas sejam definidas e os proprietários notificados. A partir daí cada caso será analisado individualmente. A avaliação dos imóveis será feita por empresas especializadas no assunto que já atuam em outras regiões do país. "Em Cuiabá nós não temos a cultura de desapropriação, por isso nós vamos nos basear em como isso é feito em outras cidades, como Porto Alegre e São Paulo", explicou.

   Já questões como o prazo que será dado entre as notificações e a desocupação dos imóveis e como serão calculados os valores das indenizações nos casos em que o valor venal do lote for diferente daquele de compra ou do declarado no Imposto de Renda devem ser respondida apenas no próximo mês. A CDL se colocou como um canal de comunicação entre a Agecopa e os empresários para que ambos se mantenham informados sobre as ações que serão tomadas daqui para frente. Depois da reunião os comerciantes decidiram suspender a manifetação que estava marcada para acontecer nesta quarta (26). 

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Rumo à Copa de 2014 | 25/01/2011 - 15:37

Desapropriações são rejeitadas; Djalma admite algumas falhas

Laura Nabuco

   O secretário-extraordinário de Apoio Institucional às Ações da Agecopa e PAC, Djalma Sabo Mendes, admitiu que o Governo até o momento não prestou esclarecimentos aos proprietários de imóveis que serão desapropriados para a implantação dos projetos de mobilidade urbana para a Copa do Mundo de 2014. "É compreensível que exista essa manifestação uma vez que as informações não chegam", afirmou o secretário, numa referência ao protesto iniciado nesta segunda (24) por lojistas da avenida Prainha, no centro de Cuiabá.

   Os comerciantes penduraram faixas pretas nas fachadas de suas lojas num protesto às desapropriações que ocorrerão na região. Os letreiros traziam a mensagem: "Agecopa. Desapropriação ou grilagem? Estamos desamparados". A manifestação foi protagonizada pelos empresários que não são donos, mas sim inquilinos dos imóveis. Isso porque, mesmo atuando no local há anos, eles correm o risco de não receber nenhuma indenização pelo fato de ter que abandonar seus pontos comerciais.

   Apesar de garantir que o Estado está disposto a discutir a questão dos locatários, Djalma avisa que as indenizações serão pagas aqueles que tiverem seus direitos amparados por lei. "O Estado vai cumprir aquilo que for sua obrigação, no caso das desapropriações, pautado dentro de uma indenização justa, que é aquilo que a constituição preconiza”, ressalta. Segundo ele, a questão ainda precisa passar por uma avaliação, mas ressalta que as desapropriações dizem respeito à transferência de domínio dos proprietários para o Estado.

   Djalma pondera, contudo, que as áreas que sofrerão desapropriações ainda não foram definidas. Segundo ele, a secretaria tem se preocupado para não divulgar possíveis regiões que serão desapropriadas sem que os projetos das obras que passarão pelo local estejam finalizados. "Pode parecer que alguma informação esteja sendo retida, mas não é o caso", ponderou.

   A região da Prainha é justamente uma dessas áreas em que as obras ainda não estão definidas. Pela avenida deve passar o novo sistema de transporte coletivo, o Bus Rapid Transit (BRT), ou "Ônibus Rápido", mas ainda não é possível precisar quantos ou quais imóveis serão desapropriados. "Não vamos atropelar nenhuma fase. Não podemos dar uma informação e lá na frente ter que retroceder", frisou o secretário.

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Rumo à Copa de 2014 | 24/01/2011 - 10:08

Yênes vai comprar painel para acompanhar os projetos e obras

Laura Nabuco

   O presidente da Agecopa, Yênes Magalhães, afirmou que o painel eletrônico que a agência pretende adquirir para acompanhar mais de perto o andamento de todos os projetos, que serão desenvolvidos para a Copa do Mundo de 2014, já era seu objeto de desejo desde a época em que atuou como secretário estadual de Planejamento. "Era o meu sonho implantar ele (o painel) na secretaria, mas não havia recursos suficientes para isso", afirmou.

   O painel, de acordo com Yênes, será implantado no prédio onde hoje funciona a sede da Agecopa, inaugurado na última quinta (20). O presidente conta que ele será a peça principal da sala de situação, de onde as equipes de trabalho da agência vão poder acompanhar os estágios de cada obra e projeto.

    Para Yênes, o equipamento vai ajudar a ter um maior controle do que está está sendo feito dentro do prazo ou não. "Quando se trata de uma construção, como a da arena, é fácil ir lá e ver se está atrasado. Mas nós temos projetos que não são físicos. São ações como melhoria no sistema de saúde e baixar taxas de mortalidade infantil", explicou.

   Mesmo não estando mais à frente da pasta, o presidente ainda pretende realizar o seu antigo sonho. "Quando a Copa acabar o painel vai para a secretaria de Planejamento", garantiu Yênes. Sob o comando do novo secretário de Planejamento e Coordenação, José Gonçalves Botelho, o equipamento vai servir para que o Estado tenha um melhor acompanhamento das ações que o Paiaguás realizar em todas as 141 cidades mato-grossenses.

   Apesar do entusiasmo de Yênes, o painel ainda não foi comprado. O presidente sequer tem o modelo escolhido. Nos últimos tempos, ele tem viajado para conhecer os equipamentos que já são usados no Brasil. Na última semana, por exemplo, esteve em Belém, Capital do Pará e até o dia 31 de janeiro vai para Curitiba, no Paraná. "Ainda estamos na fase de conhecer os equipamentos que já existem para, só depois, decidir qual vamos adotar", afirmou. O presidente não quis adiantar quanto pode custar aos cofres públicos a aquisição da máquina. Segundo ele, apenas quando o modelo estiver escolhido, a licitação será feita.

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Rumo à Copa de 2014 | 20/01/2011 - 08:40

Vuolo afirma que aeroporto é problema do governo federal

Laura Nabuco

   O secretário extraordinário de Acompanhamento da Logística Intermodal de Transportes, Francisco Vuolo (PR), afirmou que os problemas referentes às obras do aeroporto internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, não são responsabilidade do governo, mas sim da União. "A FIFA destacou 28 pontos que deveriam ser adequados até a Copa do Mundo. Apenas um deles diz respeito ao governo federal: é, justamente, o aeroporto", frisou.

   Esta semana a empresa que venceu a licitação para construir um Módulo Operacional Provisório (MOP), que corresponderia a uma área de desembarque, teve o contrato suspenso pela Infraero, devido ao descumprimento de prazos. O projeto, orçado em R$ 2,7 milhões, ficou conhecido como "puxadinho", por se tratar apenas de um reparo emergencial para adequar a estrutura do aeroporto até os jogos do mundial.

   Apesar de isentar a culpa do governo estadual, Vuolo reconhece a necessidade das obras para que os demais projetos para a Copa de 2014 tenham andamento. "Não é nem uma exigência do Estado, mas sim da Fifa", destacou. O secretário argumentou, contudo, que ainda não há um instrumento legal para que o Estado possa definir e cobrar a execução dos prazos pelo governo federal.

   Para tentar resolver este problema uma comissão estadual deve se reunir com o ministro-chefe da Casa Civil, Antônio Palocci. A data do encontro será definida até o final da semana, segundo Vuolo. Os membros que vão compor a comissão ainda não estão definidos, mas o secretário adianta que o grupo deve ser composto por membros da Agecopa, da secretaria estadual de Turismo, além do próprio governador Silval Barbosa (PMDB). "Com esse instrumento vamos poder cobrar e realizar ações emergenciais", explicou Vuolo.

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Rumo à Copa de 2014 | 13/01/2011 - 19:30

Aulas de idiomas podem ser ofertadas no contra-turno

Laura Nabuco

   A poucos dias para o início do ano letivo, a secretaria estadual de Educação (Seduc) pensa em reestruturar os horários de algumas disciplinas do ensino médio das escolas públicas de Cuiabá e Várzea Grande. A mudança consiste em retirar as aulas de inglês e espanhol do horário comum e ofertar os idiomas no contra-turno escolar.

   Assim, para os alunos que estudam pela manhã as aulas seriam ministradas no período da tarde, e vice-versa. O objetivo da proposta é criar uma espécie de capacitação em línguas já de olho na Copa do Mundo de 2014. Hoje o ensino dos dois idiomas já é obrigatório em todas as escolas da rede pública, cabendo, contudo, a possibilidade do aluno optar por uma das duas línguas.

    De acordo com a secretária Rosa Neide Sandes, a ideia de retirar essas aulas da grade de disciplinas regular e ofertá-las separadamente em horários diferentes possibilita uma dedicação maior dos alunos. "Isso abre a possibilidade de uma imersão na língua", explica. A gestora pondera que tanta preocupação com esse tipo de capacitação é motivada pela necessidade de que sejam formados trabalhadores bilíngues devido ao volume de turistas que visitarão a Capital na época dos jogos do mundial.

   Segundo ela, um modelo semelhante já foi implantado pela Prefeitura de Lucas do Rio Verde, rendendo bons resultados. "As escolas que quiserem participar terão todo o apoio da Seduc", garante Rosa Neide. O projeto é um dos mais de 20 que serão desenvolvidos pelo Estado e Agecopa até 2014.

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Rumo à Copa de 2014 | 12/01/2011 - 12:28

Para impedir engarrafamentos, poderá haver rodízio de carros

Laura Nabuco

   Para tentar contornar as dificuldades que os motoristas de Cuiabá enfrentarão durante a realização das obras de mobilidade urbana para a Copa do Mundo de 2014, o prefeito Chico Galindo (PTB) e a Agecopa já discutem um possível rodízio de carros no período em que os emprendimentos estiverem em andamento. A medida seria semelhante ao sistema que hoje é adotado na Capital de São Paulo, que define quais veículos podem ou não trafegar em determinados dias e horários, de acordo com a numeração da placa.

   As obras de mobilidade urbana serão realizadas em Cuiabá e Várzea Grande. Os projetos envolvem a implantação de um novo sistema de transporte urbano, o Bus Rapid Transit (BRT), ou "Ônibus Rápido", e a construção de viadutos e trincheiras nas principais avenidas das duas cidades. Os empreendimentos tem como objetivo tornar o trânsito da Capital mais fluente. Mesmo assim, Galindo não descarta a possibilidade do rodízio ser mantido mesmo com a conclusão das mudanças. "Seria imprudente da minha parte dizer que depois da Copa as medidas não seriam mais necessárias", argumentou.

   O prefeito conta ainda que o rodízio de carros não é a única proposta em estudo. Uma outra alternativa para reduzir a quantidade de veículos nos horários de pico, seria modificar o período de funcionamento de alguns órgãos públicos. Como atualmente todas as repartições públicas iniciam as atividades por volta das 8 horas e encerram às 18 horas, o fluxo de carros nesses dois momentos do dia é muito intenso.

   Apesar de Galindo afirmar que já teria iniciado as discussões sobre a adoção das medidas com o presidente da Agecopa Yenês Magalhães e com a secretaria de Trânsito e Transportes Urbanos, Edivá Alves, que comanda a pasta, ponderou que até o momento não foi informado das propostas. "Não houve nenhuma conversa sobre isso", informou o secretário, que diz não ter recebido qualquer projeto a respeito do assunto.

   As obras à Copa de 2014 devem se concentrar, principalmente, nas avenidas Fernando Corrêa da Costa, Miguel Sutil e Rubens de Mendonça, a do CPA. Já em Várzea Grande, ocorrerão na FEB. Como esses trechos devem se transformar em verdadeiros canteiros de obras, uma comissão já estuda a criação de rotas alternativas para os motoristas que trafegam constantemente por esses locais. O grupo é formado por membros da Agecopa, SMTU e da UFMT.

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Rumo à Copa de 2014 | 08/01/2011 - 15:43

Desapropriações vão trazer mais benefícios à Capital, diz Galindo

Laura Nabuco

   Para o prefeito de Cuiabá, Chico Galindo (PTB), as desapropriações necessárias às obras da Copa do Mundo de 2014 trarão mais benefícios que prejuízos à Capital. "Vamos ganhar uma cidade mais moderna", destaca. Apesar disso, o petebista reconhece que o trabalho de retirar empresários e moradores de alguns locais não será tarefa fácil. "Tem comerciantes que estão lá há mais de 30 anos, mas o desenvolvimento da cidade não pode parar para beneficiar essas pessoas", ponderou.

   As desapropriações ocorrerão nos trechos em que o novo sistema de transporte coletivo, o "Bus Rapid Transit" (BRT), ou "Ônibus Rápido", será implantado e em pontos da avenida Miguel Sutil, onde serão realizadas obras de desbloqueio do trânsito. Em Cuiabá serão afetados proprietários de lotes nas avenidas do CPA, da Prainha, da Fernando Corrêa e da Coronel Escolástico. Já em Várzea Grande, apenas a avenida da FEB deve ter áreas desapropriadas. A previsão da Agecopa é que os empreendimentos comecem no final de março ou início de abril.

   A base de cálculo dos valores pago por cada lote desapropriado será feita pelo valor venal do imóvel, o mesmo pelo qual é baseado do IPTU, mas as benfeitorias de cada propriedade também devem ser avaliadas. Os casos em que não houver um acordo entre os proprietários e governo serão discutidos na Justiça. A disputa, no entanto, não deve atrapalhar o andamento das obras, já que os valores serão depositados em juízo e discutidos posteriormente. Outra medida que também poderá ser adotada é o remanejamento de algumas famílias para outras áreas. Para isso, será realizado um levantamento social dos bairros que serão afetados.

   Para cuidar das desapropriações, o Paiaguás criou o Grupo de Trabalho Especial (GTE) formado por 16 pessoas. A equipe será composta por representantes da Agecopa, da Auditoria e da Procuradoria-Geral, das secretarias estaduais de Administração, de Cidades e de Trabalho, Emprego, Cidadania, além das prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande. Os trabalhos devem ser coordenados pela secretaria Extraordinária de Apoio Institucional às Ações da Agecopa e PAC, sob Djalma Sabo Mendes.

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Rumo à Copa de 2014 | 03/01/2011 - 10:37

Silval admite que as obras devem piorar o trânsito em Cuiabá e VG

Laura Nabuco

Silval Barbosa (PMDB)   O governador Silval Barbosa (PMDB) admitiu que o trânsito em Cuiabá e Várzea Grande deve ficar ainda pior com o início das adaptações de mobilidade urbana para a Copa do Mundo de 2014, que devem transformar as duas cidades em verdadeiros canteiros de obras. De acordo com ele, caminhos alternativos serão construídos para dar mais fluidez ao tráfego de veículos nas regiões em que os empreendimentos serão construídos. Mesmo assim, ele destaca que a população não deve esperar um milagre por parte do Governo do Estado.

   Apesar dos prováveis problemas que enfrentará, Silval se mostrou otimista quanto ao prazo para a conclusão dos projetos. "A arena já está iniciada e boa parte das obras de mobilidade já foram licitadas", ressaltou o governador. Silval destacou ainda que outros setores, além da infraestrutura, também receberão investimentos devido à realização do Mundial em Mato Grosso, entre eles o turismo.

   Segundo Silval, as obras para a Copa serão a principal prioridade de sua gestão nos próximos três anos. "Queremos cumprir a pauta que firmamos com a Fifa", afirmou. Para isso, além da Agecopa, o governador criou uma nova pasta em seu staff: a secretaria Extraordinária de Governo, que ficará sob Djalma Sabo Mendes. A pasta terá entre outras atribuições, a missão de auxiliar o trabalho de desapropriação de lotes para o andamento das obras da Copa.

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Rumo à Copa de 2014 | 02/01/2011 - 08:04

Novo secretário assume bomba das desapropriações de vários imóveis

Romilson Dourado

Yênes Magalhães e Djlama Mendes   O defensor público licenciado Djalma Mendes terá uma missão espinhosa como secretário extraordinário de Apoio Institucional às Ações da Agecopa e do PAC. Ele dará os pareceres finalísticos, inclusive sem passar pela Procuradoria-Geral do Estado, nos processos de desapropriação de imóveis para permitir com que as obras macro de mobilidade urbana sejam executadas em Cuiabá e Várzea Grande, visando a Copa do Mundo de 2014. Vai atuar em sintonia com a Agecopa, presidida por Yênes Magalhães, que acumula também a função de diretor de Planejamento da autarquia.

    Primo do ministro do Supremo Gilmar Mendes, Djlama é mais um que entra na administração depois de muita conversa nos bastidores com o governador Silval Barbosa para não sair como fracassado de um processo de eleição na Defensoria. Ele foi derrotado nas urnas por uma diferença de 7 votos para André Prieto, já nomeado nomeado defendor-público-geral. Recebeu, então, convite do governador para assumir a nova secretaria.

    As desapropriações são os maiores gargalhos para avanço dos projetos em estudos de mobilidade urbana. Djalma precisa fazer levantamento dos imóveis dentro de toda a área para implantação, por exemplo, do sistema de transporte coletivo chamado Bus Rapid Transit (BRT) ou Ônibus Rápido. Pelo cronograma, essa obra deve ser concluída em dois anos. Cálculos preliminares apontam que mais de R$ 100 milhões devam ser destinados às indenizações dos donos desses imóveis.

    Como a Capital mato-grossense será uma das 12 sedes do Mundial de 2014, há uma série de exigências, principalmente quanto a novas obras de infraestrutura. Além do Ônibus Rápido, a Agecopa precisa promover adaptações para o desbloqueio do trânsito de Cuiabá e Várzea Grande e isso depende de outros cinco projetos que estão sob a responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) porque vão ser realizados em pontos em que as BRs-163, 364 e 070 passam dentro do perímetro urbano.

    Somente na avenida Fernando Correa da Costa estão previstos dois viadutos, o primeiro na ponte sobre o rio Coxipó e, o segundo, em frente à UFMT. Outra obra similar está prevista na rotatória de acesso à rodovia Palmiro Paes de Barros, rumo a Santo Antônio do Leverger. Já na avenida da FEB, em Várzea Grande, serão feitas trincheiras no ponto em que ela se encontra com a avenida dom Orlando Chaves e também no chamado Posto Zero. Por enquanto, a autarquia que cuida dos projetos voltados aos preparativos para a Copa tem disponível no caixa R$ 364 milhões, embora os convênios para a execução ainda não estejam assinados.

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Rumo à Copa de 2014 | 13/12/2010 - 19:06

Arnaldo deve presidir a Agecopa

Romilson Dourado

   Em meio ao quebra-cabeça para montagem do novo secretariado, o governador reeleito Silval Barbosa avalia outro caminho para Arnaldo Alves de Souza Neto, hoje secretário de Infraestrutura. Ele tanto pode nomeá-lo de volta no Planejamento e Coordenação-Geral como avalia definí-lo como novo presidente da Agecopa, autarquia criada no ano passado para conduzir os projetos preparativos de Cuiabá para a Copa do Mundo de 2014. Quem responde interinamente pela Agência hoje é Yenês Magalhães, diretor de Planejamento e Gestão. Ele acumula funções desde a saída de Adilton Sachetti, em outubro deste ano.

    A tendência é que o chefe do Executivo mantenha o auditor aposentado José Gonçalves Botelho do Prado à frente do Planejamento e entregue a Arnaldo a missão de conduzir a Agecopa, que está na fase de conclusão e, em alguns casos, de execução de projetos. A expectativa é que sejam investidos mais de R$ 6 bilhões em projetos públicos e privados até 2014. Com atuação mais técnica que política, Arnaldo ganhou projeção no governo peemedebista. Na gestão Maggi começou como adjunto da Seplan e, com a saída de Yênes para integrar a diretoria da Agecopa, se tornou titular da secretaria.

    Em abril, com o escândalo do maquinário, esquema de superfaturamento na compra de máquinas pesadas pelo Estado para doação dos equipamentos às prefeituras, foram exonerados os secretários Vilceu Marchetti (Infraestrutura) e Geraldo de Vitto (Administração). Silval decidiu, então, transferir Arnaldo para a Sinfra que, a partir do próximo ano, vai se chamar secretaria de Transporte e Pavimentação Urbana. Agora, Arnaldo deve assumir outra missão, talvez a mais árdua de todas enfrentadas por ele na administração pública.

   Além de Yênes Magalhães, comandam a Agecopa os diretores Jefferson Carlos Castro Junior (Orçamento e Finanças), Roberto França (Comunicação e Marketing), Yuri Bastos (Assuntos Estratégicos), Agripino Bonilha filho (Articulação Interinstitucional) e Carlos Brito (Infraestrutura).


Arnaldo de Souza deixa Infraestrutura e Silval avalia nomeá-lo no Planejamento no na presidência da Agecopa
Foto: Lenine Martins

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Rumo à Copa de 2014 | 24/10/2010 - 07:54

Brito avoca competência da Agecopa e é contra intervenção

Romilson Dourado

Carlos Brito, diretor de Infraestrutura   O ex-deputado Carlos Brito, diretor de Infraestrutura da Agecopa, autarquia que cuida das ações macro voltadas aos preparativos da Grande Cuiabá para a Copa do Mundo de 2014, disse, ao ser questionado se não haveria necessidade de outros segmentos entrar nas discussões dos projetos, que a Agência tem competência para gerir todas as propostas, principalmente de intervenções urbanas.

    Lembrou, inclusive, que para isso a diretoria, composta de 7 pessoas e com cerca de 80 funcionários, está amparada na Lei Estadual 365, sancionada em setembro do ano passado pelo então governador Blairo Maggi.

   A observação de Brito foi feita na última reunião em que participou do Conselho Estadual de Transportes, bem antes da reviravolta e da crise na Agência, que surgiram com o pedido de renúncia do presidente Adilton Sachetti e com a decisão do governador reeleito Silval Barbosa de reavaliar se a Agência deve continuar com essa autonomia absoluta e com plenos poderes.

    Há um clima de insegurança sobre a concretização dos projetos da Agecopa, embora alguns projetos estejam em fase avançada. Faltam, porém, os mais importantes: aprovação das propostas de instituições financeiras e a liberação de recursos. Brito explicou que um dos projetos é o plano de mobilidade urbana que vai além do de transporte que já existia desde 1995. Já se previa que, em 10 ou 15 anos seriam necessários os corredores para ônibus de média capacidade para atender a demanda em Cuiabá e Várzea Grande. Enfatiza que o plano agora trata de vários aspectos principalmente na região metropolitana, compreendendo Cuiabá e Várzea Grande, se estendendo a Santo Antonio de Leverger e Cáceres.

   O diretor de Infraestrutura afirma que três projetos sobre corredores em Cuiabá para realização da Copa vão ser executados com aval do Dnit. Estão orçados em R$ 360 milhões. Tratam-se das mudanças na avenida Fernando Corrêa da Costa, Miguel Sutil e avenida da FEB. Pondera que a Agecopa está aguardando orientação da Fifa.

   Obras e mobilidade

   Presente à reunião, o assessor técnico Rafael Detone elencou as principais obras que serão realizadas na área de mobilidade urbana, entre elas a duplicação da rodovia Mário Andreazza, em Várzea Grande, num trecho de 4 km entre o trevo do Lagarto (nas BRs 070/163) até a avenida Miguel Sutil, em Cuiabá. O corredor batizado de BRT CPA-Aeroporto será uma via exclusiva para transporte coletivo, incluindo terminais e estações de transbordo e adequações viárias.

   Segundo o técnico, a construção será ao longo das avenidas Historiador Rubens de Mendonça, Tenente Coronel Duarte, XV de Novembro, FEB, João Ponce de Arruda e Filinto Muller. Esse corredor vai interligar o aeroporto internacional Marechal Rondon em Várzea Grande ao complexo do CPA, na Capital. Consta que a avenida 8 de Abril também será ampliada. A preocupação da Agecopa, segundo Brito, é ligar a arena, o novo estádio Verdão que está sendo construído no mesmo espaço do antigo, na região da Cidade Alta, aos principais pólos dos dois municípios.

   Criada há um ano, a Agecopa está na fase de conclusão e, em alguns casos, de execução de projetos. A expectativa é que sejam investidos mais de R$ 6 bilhões em projetos públicos e privados até 2014. Com a saída de Sachetti, a presidência está interinamente sob Yênes Magalhães, que responde também como diretor de Planejamento e Gestão. Os demais diretores são Jefferson Carlos Castro Junior (Orçamento e Finanças), Roberto França (Comunicação e Marketing), Yuri Bastos (Assuntos Estratégicos), Agripino Bonilha filho (Articulação Interinstitucional) e Brito. Em meio à crise na Agência, motivado por brigas entre os diretores, o governador chamou para si a responsabilidade e está avaliando se mantém o mesmo modelo. Alguns artigos da lei serão alterados. 

Enquete
A Agecopa vai conseguir executar todos projetos previstos para garantir Cuiabá na Copa de 2014?
  • Sim
  • Não
  • Sei lá!
Chart?chd=s:e9e&chl=sim+%2831

Não se trata de pesquisa eleitoral, mas de mero levantamento de opiniões de leitores do RDNews e do Blog do Romilson, com participação espontânea dos internautas. Resultado sem valor científico.

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Rumo à Copa de 2014 | 30/07/2010 - 09:00

Sachetti contrapõe pessimismo de Wilson sobre Copa e prevê R$ 2,5 bi

Adilton Sachetti, presidente da Agecopa   Adilton Sachetti, presidente da Agecopa, autarquia responsável pelo planejamento e acompanhamento da execução das obras na Grande Cuiabá, visando os preparativos para a Copa do Mundo de 2014, contrapõe o cenário pessimista desenhado pelo ex-prefeito da Capital e candidato a governador Wilson Santos, que considera que os projetos "não vão mudar muita coisa". Segundo Sachetti, estão previstos R$ 2,5 bilhões de investimentos em projetos.

    O presidente da Agecopa explica que Cuiabá ganhará um novo corredor de ônibus, novas avenidas que vão desafogar o trânsito, melhorias nos setores da saúde, ampliação do aeroporto internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, e investimentos no turismo, além da construção de um novo estádio. "O transporte será um grande legado deixado para a população”, enfatiza Sachetti, em reação às declarações feitas por Wilson no Twitter, segundo as quais o cenário atual não sofrerá grandes alterações. “Vocês estão achando que vai mudar muita coisa. São obras isoladas”, escreveu o candidato do PSDB.

      Wilson questionou também a origem do dinheiro que será investido nas obras. “Só aqui no Estado estão usando dinheiro público para a Copa”. Sachetti também o contesta. Faz comparativo com as outras 11 cidades-sedes que abrigarão o Mundial. “Isso não condiz com a realidade. Todas as cidades estão usando recursos públicos, sim. Curitiba e Porto Alegre, por exemplo, são as únicas que não usaram recursos públicos para o estádio, mas estão usando dinheiro público para melhora no transporte público”, comparou.

    O maior evento do futebol do mundo sempre deixa seu rastro, positivos e negativos, pelas cidades que o sediam. Em Cuiabá não deve ser diferente. A maioria das cidades passa por grandes transformações, principalmente quanto à infraestrutura. Somente para a construção da arena multi-uso e do seu complexo, o novo estádio Verdão, estão sendo destinados R$ 400 milhões. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte programa R$ 360 milhões em construção e ampliação de avenidas e estradas.

    Entram no pacote mais R$ 456 milhões para viabilizar novo corredor de ônibus, outros R$ 300 milhões para fomentar o turismo e R$ 1 bilhão em recursos próprio do governo estadual para complementar os outros custos previstos para atender as exigências da Fifa, entre eles na área da saúde. Mesmo preferindo não entrar nesse embate, tido por ele como político, o presidente da Agecopa dispara: “Nós temos planejamento que foi discutido com ele (Wilson) para fazer uma série de obras de transformação em Cuiabá. Estamos encaminhando para se tornar realidade”.

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Rumo à Copa de 2014 | 16/06/2010 - 14:33

Obras de desbloqueio têm início nos 2 maiores municípios de MT

Patrícia Sanches

   Nos próximos dias empreiteiras vão começar a realizar as chamadas obras de “desbloqueio” em Cuiabá e Várzea Grande. As intervenções são necessárias para desviar o trânsito nas duas cidades e permitir a realização de grandes obras de mobilidade para a Copa de 2014. Segundo o presidente da Agecopa, Adilton Sachetti, serão investidos R$ 45 milhões para colocar o plano em prática. Entre os locais que serão “desbloqueados” está o trecho onde fica a ponte do rio Coxipó com a avenida Beira Rio. “Vamos fazer uma ponte um pouco mais para baixo”, explica Sachetti.

  Serão realizadas obras na estrada da Guarita para desafogar o trânsito na avenida da Feb, em Várzea Grande. Nas proximidades da Prainha também serão necessárias intervenções. “Todos os editais de licitação já foram lançados e em breve saberemos quais empresas vão realizar os serviços”, informou o presidente da Agecopa, durante a inauguração do Museu da Copa nesta terça (15).

   Segundo ele, todo o cronograma estabelecido pela Fifa é cumprido rigorosamente. Sachetti afirma que as obras para a construção do novo estádio Verdão estão a todo vapor e que ele será entregue antes do prazo final, em 30 de dezembro de 2012. Nesta quarta, o presidente da Agecopa e o diretor de Assuntos Estratégicos Yuri Bastos se juntaram ao diretor de Articulação Interinstitucional Agripino Bonilha na Africa do Sul. Os três participam, juntamente com membros de outras sedes, do chamado Observatório Fifa. “Vamos visitar quatro cidades e assistir a oito jogos”, conta Sachetti. No sábado também viaja para a sede da Copa 2010 o diretor de Infraestrutura Carlos Brito. “Quando voltarmos vão para a Copa Yenes Magalhães (Planejamento e Gestão) e Jefferson Ferreira Júnior (Orçamento e Finanças)”, conta.

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Rumo à Copa de 2014 | 20/04/2010 - 09:17

Silval diz que demolição do Verdão vai começar em maio

Patrícia Sanches

   A demolição do estádio Governador José Fragelli, o Verdão, terá início em maio para adequar a área à construção da nova arena esportiva da Capital, que vai sediar alguns jogos da Copa do Mundo de 2014. Nesta terça (20) o governador Silval Barbosa cumpre mais uma etapa dos prazos estabelecidos pela FIFA e, juntamente com os membros da Agecopa, assina o contrato com o consórcio Santa Bárbara/Mendes Júnior, vencedor da licitação. Logo em seguida, será emitida a ordem de serviço para o início das obras.

   A obra vai custar R$ 342 milhões e a expectativa é de que seja concluída até maio de 2013. O futuro estádio foi projetado de forma que sirva posteriormente como uma arena multiuso. Terá um estacionamento para 15 mil vagas, arquibancadas devem ser cobertas e com assentos e divididas em níveis. Serão 880 lugares em camarotes, além de espaço para a imprensa em 108 divisões. O estádio também terá áreas específicas como business seats (112 lugares), tribuna de honra para 79 pessoas e camarotes vips (1.456 lugares). O campo de jogo prevê dimensões de 105x68 metros.

   A escolha do consórcio Santa Bárbara/Mendes Júnior atrasou o início das obras, porque uma outra empresa, que foi considerada inabilitada para concorrer, recorreu da decisão e atrasou o processo. Os outros consócios habilitados eram Kallas - Usiminas: Kallas Engenharia Ltda. e Usiminas Mecânica S/A; Construcap - Convap (Novo Verdão): Construcap - CCPS - Engenharia e Comércio S/A e Convap Engenharia e Construções S/A; Pantanal: Construtora Sanches Tripoloni Ltda. e Lotufo Engenharia e Construções Ltda.; Contern - Viero: Contern - Construções e Comércio Ltda. e Construtora Viero Ltda.



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