Pelos próximos 30 dias, o Brasil ficará atento ao que rola na África do Sul. À medida que a Seleção Brasileira ganha e prolonga sua estadia no país da Copa, mais o brasileiro se prenderá ao futebol. Ninguém pensa em outra coisa. São empresas liberando funcionários. As repartições publicas, então, nem se fala. O Mundial só sairá da cabeça mesmo a partir de 11 de julho. Aí, começam outros jogos, os das eleições gerais, quando serão escolhidos, em 3 de outubro, nome para Presidência da República, dois terços das 81 vagas de senador, 24 cadeiras na Assembleia e mais 8 na Câmara Federal como representantes de Mato Grosso.
Muitos acreditam que o impacto da Copa do Mundo nas eleições é capaz de mudar cenários na corrida presidencial e também para governador. Embora o eleitor brasileiro costuma mudar o astral neste período e existam muitos candidatos que se aproveitam do interesse que as pessoas têm pelo futebol e busquem se promover, em meio aos exageros e incentivos da mídia junto aos torcedores, essas emoções não mudam o placar eleitoral. A história prova isso. Quem mais tentam tirar proveito das vitorias são os candidatos que representam o governo.
Em 1994, quando o Brasil conquistou o tetracampeonato em cima da Itália, Dante de Oliveira, então no PDT, era candidato de oposição é ganhou o Palácio Paiaguás contra Oswaldo Sobrinho (PTB), que tinha apoio do então governador Jayme Campos (então PFL e hoje DEM). Fernando Henrique Cardoso (PSDB) chega à Presidência, derrotando o petista Lula.
Quatro anos depois, o Brasil perde na final para a França, enquanto Dante, dois meses depois, reconquista o mandato, já pelo PSDB, contra Júlio Campos (PFL). FHC também garante mais quatro anos de gestão à frente do Palácio do Planalto. Em 2002, a Seleção ganha o penta realizada na Coréia do Sul e no Japão, na final contra Alemanha, enquanto, por aqui, Blairo Maggi chega ao Paiaguás 60 dias depois, liquidando a briga já no primeiro turno. Na época, o empresário estava no PPS. Nacionalmente, foi a vez de Lula vencer José Serra e conquistar a Presidência. Naquele ano, a euforia no futebol não trouxe nenhum benefício para Serra, candidato de FHC, e muito menos para Antero de Barros, nome empurrado pelo tucanato que estava no poder.
Em 2006, o Brasil perde nas quartas de final para a França e, em Mato Grosso, Maggi reconquista a cadeira de governador no primeiro turno, assim como Lula no comando do país. Desta vez, Maggi e Lula abateram dois tucanos, Antero e Geraldo Alckmin.
Agora, há três principais pré-candidatos colocados na corrida à sucessão estadual. Eles se mostram entusiasmados com a Seleção Brasileira nesta Copa e não poderiam se manifestar diferentes, sob pena de não ter a simpatia dos torcedores-eleitores. Silval Barbosa (PMDB), Wilson Santos (PSDB) e Mauro Mendes (PSB) vão assistir aos jogos da Seleção com camiseta com as cores verde e amarela. Entram no clima de euforia acreditando que os eleitores estão com um olho na eleição e outro na Copa. Os candidatos natos não querem ficar perdidos de vista. Quando a bola da Copa parar de rolar na África do Sul, eles entram em campo como protagonistas da disputa ao Paiaguás. Só um, ao final, não levará cartão vermelho do eleitor.
O presidente da Ucemmat, entidade que congrega as 141 câmaras municipais mato-grossenses, com 1.295 vereadores, Aluízio Lima, disse nesta quarta (9), em visita ao RDNews, que os chamados operadores do direito precisam ter mais respeito para com a classe política. Segundo ele, assim como existem políticos corruptos e que cometem crimes e atos de improbidade, há também em outros setores pessoas que fazem igual, inclusive no Ministério Público e no Judiciário. "É preciso separar o joio do trigo. A classe política tem papel fundamental na sociedade. É ela quem, por exemplo, representa o povo, administra os recursos públicos e elabora as leis. Não é porque uns cometem deslizes, que todos devam entrar na mesma vala", enfatizou o presidente da União das Câmaras Municipais do Estado que está no terceiro mandato.
Para Aluízio, a sociedade tem de valorizar a classe política e vê-la com bons olhos. "Existem muitos políticos bons e bem intencionados", diz o vereador de quarto mandato de Salto do Céu (a 350 km a Oeste de Cuiabá). O dirigente lamenta o fato do juiz federal Julier Sebastião da Silva de, em seu despacho, na página 14 do processo que resultou em mais de 90 prisões por supostos crimes ambientais, enfatizar que o alvo das investigações seria políticos. "Ficou claro que houve viés político. Isso é muito ruim. A Justiça não pode ter lado e nem partido".
Rumo às urnas
Ex-militante do PFL (hoje DEM) e hoje no PR, Aluízio Lima diz que está acompanhando à distância os embates entre os pré-candidatos a governador, sendo eles Wilson Santos (PSDB), Silval Barbosa (PMDB) e Mauro Mendes (PSB). Perguntado sobre quem deles vai apoiar, o presidente da Ucemmat se esquiva: "Todos são bons candidatos, mas vejo o Silval como favorito". Quanto ao Senado, Aluízio não opinou, ou seja, ficou no muro.
Já sobre a briga por cadeira na Assembleia, Aluízio se "desmancha" em elogios ao presidente do Legislativo, deputado José Riva, a quem chega a classificar de "o maior municipalista de Mato Grosso". "Vejo muitos bons pré-candidatos, mas considero o Riva como a maior referência política do Estado. Eu o acompanho e vejo o trabalho dele nos municípios e também em Cuiabá. Aliás, vou pedir voto para aqueles que valorizam as bases porque são nos municípios onde o poder público precisa estar mais presente". Questionado se a liderança de Riva não fica prejudicada devido aos processos a que este responde na Justiça, Aluízio Lima ponderou, sem entrar no mérito, que "existe muita perseguição ao deputado por ser bem sucedido politicamente."
Caro Emival, não se assuste se fizer um levantamento em alguns agiotas em Cuiaba e encontrar cheques da entidade que este cidadão represente pendurado sem a assinatura do tesoureiro, apenas com a assinatura dele. Já pensou em homem deste na prefeitura, meu Deus, fica pior do que o máquinário do governo.
Quero parabenizar a população de Salto do Ceu, por ter este inlustre representante, Voces estão perdendo tempo deveriam por esse cidadão logo de Prefeito. Pois nessa entrevista dar pra se notar a seriedade e serenidade desse cidadão, Parabens vereador, Parabens Salto de Ceu.
Gostaria de responder ao amigo José Raul. O Vereador Aluisio come e diz amem ao Dep. Riva, que gostariamos que respeitasse mais seus eleitores. Não tem como receber o que não dá. Estuda meninoooooooooooooooooooooo
Essa opinião do Ver. Aluizio denota muita RIVAlidade com os operadores do direito e não deve nem ser levado em conta. ... É triste o presidente de uma instituição que congrega tantos vereadores usar de um expediente desses para puxar... lamentável!
É engraçado. O entrevistado fala da justiça, mas a verdade é que todos os vereadores se apoiam nela (e as quase infinitas possibilidades de recursos) para se dizerem inocentes. É como se pensassem: "Eu roubei, mas enquanto a justiça não me condenar, eu sou inocente!" Só pelo fato desse senhor apoiar quem apóia, já mostra quem ele é... E o povo, como dizia um professor meu, "bate palmas com a orelha"
As pré-candidaturas a governador se afunilaram aos nomes de Wilson Santos (PSDB), Silval Barbosa (PMDB) e Mauro Mendes (PSB) e, a dois meses das convenções e a cinco das eleições gerais, não é possível apontar nem mesmo quem reune mais chance de ir para o segundo turno. Diferente das campanhas anteriores, as pesquisas de intenção de voto não revelam nenhum dos três com ampla vantagem.

Wilson, que renunciou ao mandato de prefeito da Capital para entrar na corrida ao Palácio Paiaguás, aparecia como o nome mais preferido até o ano passado. Ele vem se mantendo na liderança, mas se mostra incomodado com o crescimento dos concorrentes Silval e Mendes.
O peemedebista assumiu a cadeira de governador no último dia 31 e, antes mesmo de substituir de vez Blairo Maggi no comando do Estado, já havia saído da condição de "lanterna" para brigar pela primeira colocação.
Candidato derrotado a prefeito de Cuiabá em 2008, inclusive no segundo turno contra Wilson, Mendes corre por fora e tem surpreendido até mesmo os menos otimistas com sua inserção no processo eleitoral. Mauro Mendes se afastou da presidência da Federação das Indústrias do Estado e se mostrou despreendido quando deixou o PR do ex-governador Maggi e migrou para o pequeno PSB, determinado a construir o que se convencionou chamar de terceira via. Foi impulsionado pelos dirigentes do PPS e PDT, deputados Percival Muniz e Otaviano Pivetta. Ambos sustentam a tese de que as duas legendas vão estar com Mendes, mas o clima nos partidos é de racha. Pode haver, inclusive, intervenção nacional.
Pela primeira vez o eleitorado mato-grossense deve votar duas vezes para escolher governador. Até hoje o pleito se definiu no primeiro turno. Foi assim, por exemplo, com Júlio Campos, Carlos Bezerra, Jayme Campos, Dante de Oliveira e Blairo Maggi. Os dois últimos foram reeleitos.
Em 1994, Osvaldo Sobrinho foi candidato ao Paiaguás pelo PTB e contava com apoio do então governador Jayme Campos (antigo PFL). Na fase de pré-campanha, figurava como favorito e tinha a força da máquina estadual. Dante, então no PDT, foi marcando posição até "engolir" os adversários. Conclusão: se elegeu governador com 471.104 votos, enquanto o petebista ficou com 167.072 e, Ivanildo Francisco (PSD), com 22.850 votos.
No pleito de 98, Dante, já no PSDB, enfrentava forte desgaste popular e nem trabalhava projeto à reeleição, haja vista que a legislação não permitia disputa consecutiva para o segundo mandato no Executivo. Numa manobra do governo FHC e com apoio do velho PFL, foi aprovado o instituto da reeleição. O tucanato, então, jogou Dante no páreo. Na época, Júlio Campos (PFL) registrava mais de 60% das intenções de voto. Muitos já estavam chamando-o de "governador". Com o peso da máquina, Dante conseguiu reconquistar o mandato com 472.409 votos. Júlio amargou o segundo lugar, com 332.023. O petista Carlos Abicalil ficou em terceiro, com 64.619, seguido de Emanoel Novaes (Prona), com 3.904 e, por fim, Jaques de Carvalho (PRTB), com 2.753.
Em 2002, Dante, com a popularidade em alta, lança Antero de Barros à sucessão estadual, após uma série de divergências internas, inclusive com o então prefeito cuiabano Roberto França, que resolve romper com o grupo. Antero liderava as pesquisas. O tucanato achava que garantiria mais quatro anos de poder. Eis que três meses antes das eleições surge o empresário Blairo Maggi. Pelo PPS, Maggi leva a eleição no primeiro turno. Chega a 619.655 votos. Deixa para trás Antero (360.296), o petista Alexandre Cesar (227.598), Sebastião Moreira, o Matrinxã (PSB), com 14.287 votos) e Joenete Carlos Pereira, o Linguiça (PGT), com 715 votos.
Nas eleições de 2006, Maggi garante novo mandato, também no primeiro turno, aplicando nova derrota a Antero. Numa disputa com sete candidatos, o então socialista e hoje republicano obtem 922.765 votos. Antero fica com 279.873. A senadora Serys Marly Slhessarenko (PT) conquista 159.686, enquanto Mauro Lara de Barros (Psol) consegue 31.336; Bento Porto (PSC), 11.091; Josmar Alderete (PSDC), 2.624; Paulo Vieira (PRP), 2.007 e, Roberto Pereira (PHS), 1.779.
Agora, os eleitores começam a viver o clima de novo confronto pelo Paiaguás. Quem for o vencedor conduzirá um orçamento anual de aproximadamente R$ 9 bilhões numa máquina com 23 secretarias, diversos órgãos, empresas e autarquias vinculados e quase 100 mil servidores.
Wilson incorpora o discurso de oposição aos governos Maggi e Silval. Ele conseguiu "amarrar" apoio do PSDB, do PTB e do DEM. Mendes, por enquanto, só tem garantia do seu próprio PSB, já que PPS e PDT, que anunciaram adesão a seu nome vivem uma "guerra" interna sobre quem apoiar. Silval tem respaldo do PMDB, PR e PT e também sonha com partidos que continuam no muro, como o PP dos deputados José Riva e Pedro Henry. As articulações pela ampliação do arco de alianças são intensas porque, em meio a um cenário confuso, complexo e sem um franco favorito, quem reunir mais lideranças, embora algumas estejam "queimadas politicamente", tem chance de largar na frente.
Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
E SENHOR GERMANO,PIOR DO QUE O POVO DO PSDB QUE ENTERROU O PAC DE CUIABA ,COMO ZE ROSA, AVALONE, ANTERO,CHICA NUNES,ANILDO LIMAS BAROS,E O CHEFE WILSON PINOQUIO,ELES NAO PODE SER,GRAÇAS A DEUS QUE ESTE POVO NAO PASSA DE 05 DE OUTUBRO!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Caro e sensato Luiz Augusto, não vou rebater suas palavras à mesma altura porque reconheço que não estás em juízo perfeito, e o desespero já tomou conta de sua miúda mente. Quanto à dizer que "teço muito comentários" é verdade sim, pois o dialógo de idéias faz parte da democracia, e não são pessoas insensatas que me farão esmoecer. Ainda bem que existe RDNews para nos expressarmos, senão morreríamos com verdades que necessitam ser ditas entaladas em nossas gargantas. Abraços, de um ex-PMDB, ex-pt e ex-PR, e hoje, pela progresso e evolução de Mato Grosso, PSDB desde criancinha.
em 2002 teve um empresario que tirou a xupeta da boca de muitos, agora a supresa será Mauro Mendes... preste atençao Mauro Mendes Neles.
Senhor GERMANO a Unica coisa que o WILSON M.... fez foi acabar com Cuiabá e largar a bomba para o Galindo porque de resto ele não fez nada de bom para Cuiabá a não ser também contar lorota que isso ele faz bem.
O governador Blairo Maggi (PR) demonstra cautela ao falar sobre a transferência de votos para o vice Silval Barbosa (PMDB), que assume comando do Palácio Paiaguás em abril. O peemedebista disputará a sucessão do republicano em outubro. “Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa. Este resultado é um processo de mais de sete anos de construção. Silval vai ser analisado pelos seis meses do governo dele”, pondera Maggi.
Ele comemora a aprovação popular de sua gestão e atribuiu o resultado positivo aos sete anos e três meses de muito trabalho Segundo o republicano, os percentuais positivos aferidos pelos institutos de pesquisa são o reconhecimento aos serviços prestados. “É uma avaliação pessoal da minha administração. Acredito que politicamente pode ajudar Silval, mas o que vão analisar é o governo dele”, destaca Maggi, que voltou a reafirmar a pré-candidato ao Senado.
O republicano tem bastante sintonia com o governo Lula e chegou a ser cogitado para participar da coordenação da campanha da pré-candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, ministra-chefe da Casa Civil. “Quando a ministra esteve aqui conversamos sobre o assunto, mas nunca mais tratei disto. A agenda dela está tão cheia que não tem espaço nem para telefonema”, brinca Maggi, entre risos.
AÍ LOPES JR. SAIBA UM POUCO MAIS DO SILVAL, LÁ POR PEIXOTO DE AZEVEDO, MATUPÁ, GLEBA UNIÃO DO NORTE, GUARANTÃ E NOVO MUNDO. A SENHA PARA O GOVERNO DE MATO GROSSO É UMA SÓ : WILSON SANTOS, WILSON SANTOS.
Caro Germano Souza Cruz... voce realmente é um puxa saco de plantão. O Super Mentira tá frito.
ainda tem gente que acredita em wilson santos minha gente esse prefeito mente de mais vou lembrar algumas mentiras atenção lembra que ele disse que ia ficar ate no final do seu mandato, vcs votaram em wilson santos para prefeito e nao em chico galindo certo ,a saude de cuiaba esta pessima, a coleta do lixo esta pessima, a cidade cheia de burraco, a falta de agua é de mais...entao pessoal vcs ainda acredita esse homem faça uma analise e pense em que votar ....
A história se repete.Guardadas as devidas proporções,Wilson Santos em 2010 é o Fernando Collor de 1990.Cuidado com esse homem.
Com isso a esperança de Silval Divisor vai àgua abaixo, pois se Maggi não transferir uns 90% de seus eleitores para ele nem dá segundo turno, WILSON SANTOS (45) ganha rapidinho.
O quadro sobre desempenho dos pré-candidatos ao governo estadual é similar ao de 1998. A observação é dos empresários Marco Polo e Bárbara Pinheiro, sócios do instituto Mark, único que desde o ano passado vem realizando amostragens para divulgação pública acerca do grau de satisfação do eleitorado dos virtuais candidatos. Eles observam que há 12 anos, Júlio Campos (então PFL) aparecia como líder absoluto nas intenções de voto, enquanto o governador da época Dante de Oliveira (PSDB) estava em dificuldades até para chegar ao final do mandato e nem sabia se poderia concorrer à reeleição.
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"Em 98, Júlio era imbatível e, com o instituto da
reeleição, Dante reverteu a desvantagem e
ganhou; agora, Wilson não é mais o líder
absoluto e Silval disputa no cargo de governador"
Com a articulação do Palácio do Planalto, sob Fernando Henrique, junto com alguns ministros, entre eles Sérgio Motta (já falecido) e com as bancadas do PSDB e DEM, o Congresso Nacional aprovou a regra da reeleição. Isso, para Dante, foi determinante. A administração tucana passou a ter maior visibilidade, poder de articulação e de composições políticas num Estado que até hoje é dependente do poder público central, tanto que as pessoas ainda temem romper com o Palácio Paiaguás porque acabam trabalhando de forma direta ou indireta com o governo. Dante começou o projeto à reeleição em desvantagem para Júlio e, com o poder da máquina, conseguiu reverter o quadro e garantir novo mandato, inclusive no primeiro turno.
Marco e Bárbara destacam que agora surge um fato inusitado e tão novo quanto a tese da reeleição, que é a pré-candidatura de Silval Barbosa, que assume o governo no próximo dia 31 e, no comando do Paiaguás, buscará a reeleição. O peemedebista vai usar o mesmo trunfo de Dante, em 1998, e de Blairo Maggi, em 2006, quando reconquistou a cadeira de governador. O casal observa que o prefeito de Cuiabá Wilson Santos (PSDB), a exemplo de Júlio em 98, estava liderando as pesquisas de intenção de voto com ampla vantagem e agora os números já apontam empate técnico entre o tucano e Silval, conforme mostrou o próprio instituto Mark.
Wilson tem se baseado na história para reforçar a tese de que o governo não faz o sucessor, enfrenta desgaste e sentimento de mudança e que nem se elege a senador. Cita como exemplo de blefe nas urnas os ex-governadores Garcia Neto, Carlos Bezerra e Dante. O detalhe, observam Marco e Bárbara, é que Silval busca a reeleição, assim como Dante e Maggi, e o poderio da máquina tem contribuído para crescimento do peemedebista. O resultado disso é uma polarização entre Wilson e Silval e com tendência de vantagem do pré-candidato da situação. "Se consideramos o histórico, como muitos avaliam, Mato Grosso sempre deu a vitória ao candidato a governador que buscou a reeleição", pontua Marco Polo, ao lembrar que, mesmo Silval assumindo o governo agora vai tocar uma campanha no cargo de chefe do Executivo, portanto, em busca da recondução ao Paiaguás e isso tem um peso muito grande.
Poder da caneta
O casal Pinheiro contrapõe os argumentos de Wilson, que tem afirmado que o seu pior momento como prefeito e pré-candidato já passou. Em verdade, segundo Marco e Bárbara, "o pior momento para o tucano vai ser quando este entregar a caneta, ou seja, renunciar ao mandato de prefeito". "A partir daí, Wilson não terá mais nada a oferecer. E será que ele terá fôlego para manter o projeto majoritário entregando a caneta, enquanto Silval, ao contrário, passa a ter essa caneta nãos mãos?", perguntam os propritários do instituto Mark. Eles enfatizam que essa análise é feita simplemente com base na história política recente e no comportamento dos políticos. Acham até que a eleição possa ser decidida no primeiro turno.
Marco Polo comenta ainda que Wilson precisa combater um conceito já formado junto ao eleitorado e em alguns segmentos sociais de que "não cumpre acordo". "Não sou eu quem está falando. É o que se ouve das pessoas. E isso está incomodando tanto Wilson que sua equipe de marketing lançou até jingle como contraponto, quando propaga a frase 'obras concluídas, promessas cumpridas'". Segundo o empresário, essa campanha publicitária chega a soar como deboche junto a algumas pessoas porque o prefeito enfrenta dificuldades para concluir projetos que seriam o carro-chefe da administração tucana, como as avenidas das Torres e Rodoanel, Eta Tijucal e as obras do PAC.
Srº mácara voce está completamente enganado, pois foi este instituto que detectou a virada de Wilson frente a Alexandre quando wilson concorria ao primeiro mandato, tendo publicizado isso em rádios, tv e outdoor. Nenhuma análise é feita ao acaso mas tem como base o acompanhamento contínuo da variação de intenção de votos dos eleitores. Sem paixões por candidato A ou B, o quadro que se apresenta é este mesmo, lógico que o momento e as pessoas não são as mesmas, porém a história política/eleitoral em Mato Grosso mostra a probabilidade de um novo evento similar quando comparadas as sequencias de pesquisas realizadas agora com as realizadas naquele período. A estatística é uma ciencia exata que possibilita estudos, comparações e quadros de possibilidades, é para isso que serve não para manipular votos, direciona campanhas, mostrando o quadro real naquele momento, não é imutável, pois está sujeita a variação de intenções a cada novo fato exposto pela mídia ou trabalho demonstrado pelo gestor; portanto antes de criticar analisem o processo histórico/eleitoral, tenham conhecimento (mesmo básico) em estatística, para desenvolverem uma visão mais precisa dos fatos
aS PESSOAS FALAM AQUI COMO SE DOMINASSEM O MEIO POLITICO, FALEM POR SI SO, SO CONTROLAMOS NOSSO PROPRIO VOTO, FALM DE RONDONOPOLIS, QUE ROND ESTA COM ESSE OU AQUELE, FALE POR VC, VC ESTA COM QUEM ? COM ESSE OU COM AQUELA, AS PESQUISA ESTAO AI PRA MOSTRAR A VONTADE DO POVO E ATE AGORA TA DEMOSTRANDO QUE O POVO QUER WILSON PRA GOVERNO, FALO ISSO BASEADO NA ULTIMA PESQUISA FEITA PELO MESMO CASAL QUE EM TODAS AS OUTRAS ELEIÇÕES DISSE QUE O WS PERDERIA, NA MINHA OPNIAO SE ELES FALAM QUE O WS VAI PERDER ESTA TUDO BEM POIS VAI GANAHR MAIS SE FALAM QUE VAI GANHAR E JA E MOTIVOS PRA FICAR PREOCUPADO POIS ELES NUNCA ACERTARAM, ISSO FALANDO DA OPNIAO DELES JA SUAS PESQUISAS DEMONSTRAO O CONTRARIO....ESTRANHO IREM CONTRA SUA PROPRIA PESQUISA.....EU SEI QUE SE ESTIVER VIVO ISSO SE DEUS QUISER EU VOU VOTAR NO WILSON POIS GOSTO DO MT E NAO QUERO VE LO DIVIDIDO....ISSO E SO O INICIO DO QUE O SILVAL QUER....
IIIIHHHHH ESSE E O CASAL -20, GELADO ,PE FRIO, DEPOIS DESSA O GALO PODE PREPARAR O TERNO ,CERTEZA ABSOLUTA, COITADO DO SINVAL OU SILVAL ,O CARA LEGAL KKKKKKKKKK
Ningue nesta terra tira essa eleição do Sinval. é o 15, é o 15, é o 15, é o 15, é o 15. E o otro lado minha gente??? O otro lado é desespero.....
Bem amigos do chat, os dois analistas que falaram ao site fizeram seus prognósticos com fundamento nos dados qualitativos e quantitativos carreados durante a consulta popular, tais como o Silval é o que mais cresceu na corrida ao palácio, o WS é o que mais caiu. o WS é muito mais rejeitado do que o Silval em todo estado e por aí vai... Eu estava lendo alguns comentários abaixo, leio um caboclo de União do Sul fazer uma análise que precisa melhorar demais para chegar perto de ser ridícula. Mas, nada pessoal ouviu Paulo Viecelli, a culpa é minha por ter lido semelhante tolice, eu podia ter me poupado disso. União do Sul-MT. Tenha santa paciência!!!
O vice-presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Paulo da Cunha, acredita que o pagamento de benefícios a magistrados será mais claro e seguro após o escândalo envolvendo os juízes e desembargadores mato-grossenses. “Quando há uma regra as coisas ficam mais nítidas”, ressalta, numa referência às orientações do CNJ em fase de implantação pela corte mato-grossense. Em relação ao escândalo, ele nega ter participado ativamente do pagamento dos benefícios questionados pelo CNJ. Cunha evita críticas aos 10 magistrados aposentados compulsoriamente, mas pondera que na época não havia critérios para a efetuação dos pagamentos.
O vice-presidente reconhece que a imagem do Judiciário está desgastada. Numa analogia, ele disse que, mesmo em meio à tempestade, o navio consegue seguir o seu caminho. "Meu desejo é superar esta crise institucional o mais rápido possível. Nossa alta missão de julgar não autoriza instabilidades prolongadas”, pondera.
Em relação à desistência em disputar a vaga de presidente do TJ, Cunha alega estar satisfeito com a função de vice e ressalta os predicados do novo presidente, desembargador José Silvério. “Ele é dotado de uma grande competência e perspicácia para ocupar o cargo”.
O vice-presidente diz encarar com naturalidade as lamentações dos desembargadores, durante a sessão que elegeu Silvério, quanto à decisão do CNJ de aposentar compulsoriamente 10 magistrados. Segundo Cunha, as declarações dos membros do Pleno do TJ não implicam em questionamentos à decisão do Conselho. A desembargadora Clarisse Claudino, por exemplo, reconheceu o momento delicado da instituição. Para ela, é necessário um resgate da imagem do Judiciário para não comprometer a legitimidade das decisões proferidas pelo TJ perante à sociedade.
O ex-deputado estadual Walter Rabello (PP), cassado em 2008 por infidelidade partidária, acredita que a Justiça tem diferenciações que ele não consegue compreender. Eleito em 2006 pelo PMDB, Rabello deixou o partido para ingressar no PP após 27 de março, data que valida a regra da fidelidade partidária, imposta em resolução do Tribunal Superior Eleitoral. Embora pondere suas palavras, evitando críticas diretas ao Ministério Público Eleitoral, órgão que fez o pedido de perda de mandato, o progressista lembra que o seu julgamento foi de imediato, enquanto há outros parlamentares que ainda têm recursos a serem julgados.
Chica Nunes (atual DEM e ex-PDSB), por exemplo, foi afastada por improbidade administrativa e também pode ser condenada por infidelidade partidária. A representação que pede a perda de mandato da democrata está em trâmite na Justiça Eleitoral. O Ministério Público, por meio de assessoria, informa que acompanha o processo. Rabello, por sua vez, diz entender a morosidade da Justiça. “Entendo e respeito a decisão do Ministério Público, sim, só não entendo o fato do meu argumento, depois de tudo que afirmei, não ter sido aceito".
Para exemplificar a diferenciação da Justiça, ele citou a recente decisão do Conselho Nacional de Justiça que decretou a aposentadoria compulsória de 10 magistrados mato-grossenses. “Como explicar esta diferença: os magistrados perderam seus cargos e continuam recebendo remuneração. Já os parlamentares ou gestores são obrigados a devolver os recursos. Mas sei que todos são inocentes até que se julgue os recursos no Supremo Tribunal Federal”, pondera.
Rabello ingressou com recurso em dezembro do ano passado, na Justiça Eleitoral, na tentativa de reverter a decisão do TRE, mas não obteve sucesso. Agora recorreu ao Supremo Tribunal Federal. Ele mostra-se sem esperança de conseguir um julgamento positivo neste caso e por isto já movimenta o partido para apoiar seu nome na corrida a uma cadeira na Assembleia. Rabello acredita ser o principal puxador de votos da legenda. "Recebi mais de 70 mil votos na última eleição. Tenho minha representatividade e o partido reconhece isto".
O apresentador de TV enfrentou uma série de problemas em 2008. Primeiro foi demitido da TV Cidade Verde, onde apresentava um programa popular que o ajudou a angariar votos. Depois disputou e perdeu no primeiro turno a eleição à Prefeitura de Cuiabá. Para piorar, teve o mandato de deputado cassado por infidelidade partidária. Hoje ele tem um programa na TV Rondon (SBT) e, com estilo populista, batalha para reconquistar vaga na Assembleia.
As pessoas que estão a favor de Walter Rabello... É como diz aquele velho ditado "Quem não te conhece que te compra"...
Temos uma pérola para tentar entender o real sentido de tudo isso. Caligula saiu com essa puramente magistral: Você está sendo condenado porque és honesto.
Toda hora voce ve manchete nos jornais "VAMOS MORALIZAR A JUSTIÇÃ OU O LEGISLATIVO OU ATÉ MEMSO O EXECUTIVO", mas parece erva daninha voce mata uma e vem duzias no lugar, o BRASIL não tem salvação mais não, somente vai sobriver o mais esperto. os honesto e humildes vão pagar a conta de todos.
Cuiabania: O Sr. Walter rabello está coberto de razão, pois não dá para engolir essa Justiça do Brasil. Não fui, não sou e, acho que nunca serei eleitor do Walter Rabello, pois o mesmo não bate com a minha ideologia, entretanto quero opinar de que a "JUSTIÇA" foi injusta com ele, pois conforme ele mesmo diz nesta reportagem, vários políticos de Mato Grosso, acusados de corrupção e outras falcatruas, estão com seus mandatos garantidos,pelo menos por enquanto, até que se façam a verdadeira JUSTIÇA Não dá para engolir, mesmo forçando o apetite, Aposentadoria compulsória para esses magistrados corruptos é no mínimo, uma mancha profunda e indelevel no Poder Judiciário Brasileiro. Por esses desmandos morais é que a Justiça brasileira é desacreditada pela maioria de pessoas de bem deste querido BRASIL varonil.
WALTER RABELO, é melhor ficar quieto se não os homens vão pegar mais em seu pé amigo...os poderesos não podem ser ameaçados...e vc como político é isso ameaça...quando viram q vcs ia se dispontar eles cortaram suas asas...mais n desista de seus sonhos...corvarde é aquele que não luta pelos seus ideais...ivan
O presidente estadual do PR, deputado federal Wellington Fagundes, aconselha o vice-governador Silval Barbosa (PMDB) a não “meter a colher” na briga entre a senadora Serys Marly e o deputado federal Carlos Abicalil, ambos do PT, que travam uma verdadeira guerra interna pela indicação do partido para disputar a senatória. Wellington lembra que o PT é um partido complexo, formado por várias correntes. Segundo ele, Silval pode sofrer represálias e piorar a situação com os aliados se resolver intervir. “Mediar eu acho que ele deve, interferir não. Tem várias correntes e se Silval for lá resolver pode arrumar sarna para se coçar”, avisa o republicano, em entrevista ao Programa Cidade Independente, da Rádio Cidade, veiculado nesta quarta (17).
Demonstrando querer mesmo ficar longe da briga dos petistas e fazer a política da boa vizinhança, Wellington afirma que, como presidente da sigla, não vai intrometer nas discussões internas do PT. “Como presidente de um partido, eu não posso meter a colher no outro. Tenho a preferência pelo melhor que eles escolherem. Não vou colocar o bedelho”, avisa. Serys e Abicalil entraram em rota de colisão depois que o deputado federal oficializou a pretensão em ser candidato ao Senado. Os dois disputam a “tapas” o apoio dos militantes do PT e, após muito debate, o partido deve definir o nome do pré-candidato em março. Apesar disso, a oficialização só deve ocorrer durante as convenções em junho. “Eles têm espaço para indicar um nome, vamos aguardar”, diz Wellington.
Ele revela também que o PR não deve ter chapa pura tanto a deputado estadual quanto federal. Na avaliação do deputado de quinto mandato, o chamado “chapão” tem mais força e condições de eleger mais candidatos. Por isso, ele vai propor que PT e o PMDB também formem uma chapa mista para disputar a Assembleia Legislativa e a Câmara Federal. Entre os novos nomes citados por ele para disputar uma vaga de federal está o do vice-prefeito de Várzea Grande Tião da Zaeli e o do vereador por Cuiabá Francisco Vuolo. “Vuolo pode sair para estadual ou federal. Temos muitos nomes”, disse. Sobre a participação das mulheres, ele alega que será respeitado o percentual de 30% exigido pela lei. “Ainda temos dificuldades para lançar candidatas. A política brasileira é machista, mas as mulheres estão avançando”, avalia.
O PT, tenta parecer uma contelação"cheio de estrelas", mas as vezes com pouco brilho, se acham, a ultima bolachinha do pacote. Mas temos pessoas com muito trabalho, como é o caso desta grande senadora SERYS, e do dep fed. ABICALIL, e os deputados estaduais, mas o ego pessoal de muitos subalternos, parecem ser maior que o do presidente da republica, falam muito e fazem pouco, Só beneficio próprio.
como petista de carteirinha, independente de quem seja candidato a senador pelo partido, vou lutar para que não se alie novamente a turma da botina, aos devastadores do meio ambiente e pior, governou apenas para a elite rural. está na hora do PT tomar o seu rumo histórico, antes que seja tarde demais e seja denunciado como partidinho de aluguel a serviço das elites deste Estado. O pt não pode sucumbir por decisão de meia dúzia com cargos nesse atual governo estadual, que se esqueceram da história de luta do petista.
EStou de acordo com o seu comentário Sr Herodato, mais as coisas vão entrar nos eixos, eu acho que essa senadora ja deu o que tinha que dar..ela deve arrumar alguma coisinha lá em brasilia, afinal ela mesmo diz que trabalhou muiiito lá em brasila...mais ela se esquece que é senadora por Mato Grosso e portanto teria que fazer um pouco mais pelo nosso estado, e não ficar puxando o saco do Sarnei...Agora é a vez nosso amigo guerreiro e competente Dep. Abicalil, futuro senador de Mato Grosso
o welington está certo, o sinval não tem nada de meter obedelho em outro partido.em relação ao sr. Erodoto ele deve ser um desses pau mandado que escreve o oque os outros mandan.
Bem, na verdade este SILVAL (quem?) deveria era se tocar nao tem quilate nenhum para ser governador, só lamento que meus companheiros petistas enfeitiçados pelo canto da sereia como Ságuas, Rosa Neide, Verinha, Alexandre Cesar, etc. etc... terão que arrumar as malas e voltar á luta pois com este Silval( quem?) tá dificil......... Wellington tem razão ele não deve meter a colher em nenhuma questão interna do PT. O PT sempre foi assim sr. Heródoto ( de Lacerda que profetiza o desaparecimento do PT kakakakakak), há tendencias internas mas no final prevelece o bom senso..... há só para lembrar já tivemos muitos profetas em 2006 que disseram que o PT desapareceria e está aí firme como rocha...

Nem mesmo os pré-candidatos majoritários sabem, ao certo, quem vai estar com quem em termo de composição política nas eleições gerais de 3 de outubro. Jayme Campos e Wilson Santos, por exemplo, anunciam que fizeram um pré-acordo para o melhor dos dois nas pesquisas de intenção de voto vir a ser o candidato do bloco a governador. Nesse caso, a tendência seria de democratas e tucanos se juntarem, algo inédito, já que tratam-se de grupos que tradicionalmente estiveram em campos opostos. O quadro fica mais complexo e embolado ainda porque nenhum dos nomes colocados aparece nas pesquisas com ampla vantagem. Em pleitos anteriores, era comum nesta época o eleitorado vislumbrar com maior segurança quem seria o próximo governador.
Se Jayme for o cabeça-de-chapa, o tucanato deve indicar como vice o ex-prefeito de Rondonópolis Rogério Salles, que já foi vice de Dante de Oliveira (1999/2002). Assim, consolidaria a dobradinha DEM-PSDB. Nesse caso, Wilson concorreria ao Senado. Parte do PP torce pela consolidação do nome de Jayme, principalmente o presidente da Assembleia, deputado José Riva. Na prática, se o senador disputar o Paiaguás, teria apoio do PSDB e PP. Já outra banda do PP, capitaneada pelo deputado federal Pedro Henry e pelo secretário de Estado de Ciência e Tecnologia Chico Daltro, deseja aliança com o PMDB de Silval. São divergências como essas que deixam o PP em cima do muro.
Wilson, hoje o principal nome da oposição, tem assegurado o PTB do vice-prefeito Chico Galindo, que está pronto para conduzir a Capital com a renúncia do pré-candidato tucano. Nessa composição PSDB-DEM, caberia aos democratas indicar o companheiro de chapa. Há uma disputa entre os deputados Zé Domingos, de Sorriso, e Dilceu Dal Bosco, de Sinop, para vice, assim como do prefeito de Alto Garças, Roland Trentini.
Pré-candidato da situação, Silval tem "costurado" apoio do seu PMDB, PR, PT e dos nanicos PRB e PTC. Seu esforço é enorme para atrair legendas que hoje estão no arco de alianças do governo Blairo Maggi, mas que sinalizam para outro rumo, como PDT e PPS. Correndo por fora surge Mauro Mendes, empresário que deixou o PR e se filiou no PSB na expectativa de se tornar "fato novo" na disputa ao Paiaguás. Mendes passou a se reunir com maior frequência com o bloco do qual fazem parte não apenas PSB, PPS e PDT, mas também PC do B, PMN, PRTB e PV.
O que mais consome tempo dos virtuais candidatos a governador são os nanicos. Acontece que quase todos os seus dirigentes fazem espécie de leilão partidário. O PV, por exemplo, participa das reuniões de Mendes, mas faz parte da gestão Wilson e ainda abriu diálogo com o tucano sobre alianças. Os comunistas sinalizam para Mendes, mas, por outro lado, sustentam o discurso de que vão seguir a tendência nacional e, nesse caso, o caminho mais provável seria apoiar Silval porque no palanque vão estar partidos da base do presidente Lula (PT).
As definições sobre candidaturas e composições só vão ocorrer mesmo nas convenções, que acontecem de 10 a 30 de julho. Até lá, cada concorrente lança a estratégia que bem entender. Nenhum quer avançar sem, antes, saber os passos que foram dados dos possíveis adversários. Isso leva todos para a trincheira.
a coliga;ao PSDB/DEM/PTB esta consolidada a nivel de estado de MT /uniao, e plano de governo e pensamentos politicos estao unificados. o que estao deixando outros partidos sem dormir ,e a proposta do PT estatizar A economia BRASILEIRA.a taradi;ao politica do riva vai apoiar qual coliga;ao.
Tomara a Deus, que riva saia mesmo candidato a governador e ganhe. Será um outro Arruda da vida. Ai sim ele poderá tomar café de canequinha e espiar o sol nascer quadrado!
se o Dep. Riva tomar a decisao de se candidatar a governador os demais desistirão e o apoiarão. Riva é o único que consegue agregar todos os outros partidos. Mas seria bom Bezerra ficar fora do apoio público a Riva, pois ele é perito na arte de enterrar candidatos que o recebe em palanque. Bezerra fora.
Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
Acordem pessoal,vamos parar de errar, desses nomes, o melhor é Mauro Mendes, o resto é dar um passo pra tras.Mauro é competente,companheiro,bom carater, é um homem de sucesso nas suas empresas,é um bom pai, um bom filho e um bom esposo.
A economista e blogueira Adriana Vandoni considera que o presidente da Federação das Indústrias do Estado, Mauro Mendes, pré-candidato a governador pelo PSB, sempre foi plano B e se tornou até o plano A do grupo do governador governador Blairo Maggi. Segundo ela, a pré-candidatura do peemedebista Silval Barbosa, apoiado por Maggi, "não é necessariamente a dos sonhos de Blairo, que tenta apenas seguir regionalmente os rumos que Lula quer dar à união PMDB-PT em nível nacional". Adriana entende que, sob determinação de Lula, Maggi pavimenta seu retorno ao governo daqui a 4 anos, tendo em 2014 o apoio de Lula, que será novamente candidato à Presidência.
Lembra que assim que Mendes trocou o PR pelo PSB, o presidente regional da legenda socialista, deputado Valtenir Pereira, colocou o empresário "numa bandeja de prata e saiu por aí alardeando aos quatro cantos que tinha um candidato ao governo". Em seguida, observa que algo mudou nessa relação, e o agora possível candidato ao governo pelo PSB passou a seguir o presidente do PPS, Percival Muniz, e dar demonstrações de que não precisa mais de Valtenir, que, por sua vez, não esconde mais o seu desapontamento.
Adriana acha que Mendes não está prestando atenção nos acontecimentos nacionais. Observa, por exemplo, que Ciro Gomes não deve ser candidato à sucessão estadual e, de quebra, rejeitará a petista Dilma Rousseff na corrida ao Planalto. Assim, o PSB não deve ter o PT no palanque em MT. No fundo, para Adriana o que mais interessa ao PSB e fortalecer a bancada federal. "Isto quer dizer que aos olhos do PSB nacional, com Ciro fora, Valtenir é a noiva da vez. Mauro tem que ter muita bala na agulha para fazê-los pensar diferente".
O artigo, sob título "Mauro pode virar a Dona Baratinha", está postado na seção Artigos, logo acima, à esquerda. Leia lá e comente cá.
Respeitamos a opnião de cada companheiro do PDT!!!!
Mas acredito que Mauro Mendes está muito forte e blindado com o grupo Político que foi construido. Visando que falta esquerda em Mato Grosso. O companheiro Mauro Mendes do PSB tem uma realação muito intima com Ciro Gomes. O candidato a Presidente Ciro Gomes pode ter o PDT nacionalmente aliado ao PSB, que pode ter o PT, que vem com o PR e PMDB.
Ainda é muito cedo para definir a política, mas acredito que será uma campanha muito atípica dos últimos 4 anos.
Saudações Brizolista e Socialista.
Romilson, por favor troque a foto dessa blogueira, essa já está manjada.
Olhando assim, dá a impressão que essa senhora só tem uma muda de roupa.
ADRIANA SABICHONA , ME FALE OS NÚMEROS DA LOTO , DO BICHO ETC.......
SAIA CANDIDATA !
EQUIVOCADÍSSIMA ESSA DONA, Conheço Ciro Gomes e tenho certeza de que ele será candidato ao Palácio do Planalto. Quanto a Mauro Mendes, esse não é menos que primeiro plano, ou seja, segundo plano não existe, isto pelo fato do Blairo saber que a candidatura de Silval dentro do PMDB não agrada ninguém, se tivesse fora seria outra situação. Blairo não poderia desagradar seu vice e ter que terminar um governo que de certa forma foi bom, e ter que ficar com manchas desagradáveis e sem aliado até o término desse. A ida de mauro mendes pro PSB foi planejada e articulada, de bobo o Governador não tem nada e silval sabe disso O Silval é membro da articulação do mauro mendes, ele sabe que com Bezerra no comando do partido desagrada a todos. Percivel é interlocutor oculto do governador, está movmentando o que ninguém imaginasse que fosse promover e tudo com aval do Blairo. O governador precisa de um boi de piranha pra bater no governo de leve e não deixar equimoses. Blogueira, atualize-se, nem sempre o que chamos que é, será. Mauro mendes será candidato a Governador sim e as articulações de nível nacional não interferirão em Mato Grosso. Conheço também Roberto Freire, esse que dei uma nele em brasília no ponto do I. Freire vai de acordo com as ondes, tem contato direto com Ciro e sem dúvida, estão alinhados.
Ha quem diga, que tudo isso foi jogada do Valtenir, para ser Vice do Silval. Ou obter a sua reeleiçao à Deputado, apoiado por Maggi e Silval. Fato é que o PSB rifara Mendes mesmo.
Pedro Rodrigues Lima, fiscal aposentado da secretaria de Fazenda e que está preso sob acusação de envolvimento em fraudes junto com outras 26 pessoas, mancha o seu currículo e, aos 77 anos completados em 29 de junho, vê cair por terra toda uma trajetória marcada de um ex-parlamentar de bom conceito. Ele foi um dos 24 deputados que assinaram a promulgação da Constituição de Mato Grosso, em 1989.
Já se foram 20 anos daquela data histórica de 5 de outubro. Pedro Lima fere a Carta que ele próprio assinou, afinal ela contém as leis que estabelecem direitos e obrigações de toda a sorte de atitudes tomadas pelos cidadãos em seus limites territoriais. Mesmo que venha a ser inocentado pela Justiça, já está condenado socialmente e politicamente.
Durante três anos, a Assembleia liderou audiências públicas nas cidades-pólos para discutir as propostas. A Constituição do Estado foi oficializada um ano depois da Constituição Federal. Pedro Lima era a voz política da região de Alto Araguaia e esteve presente nas discussões em outros pólos. No ano passado, duas décadas depois, ele resolveu concorrer à Prefeitura de Alta Araguaia, onde reside à rua Sílvio José de Castro Maia, no centro. Já na reta final acabou desistindo da disputa eleitoral devido a problemas de saúde. Agora foi parar na cadeia.

Em 1989, Pedro Rodrigues Lima (em destaque) aparece na imagem ao lado dos demais deputados constituintes
Foto: Demóstenes Milhomem
Romilsson,sinceramente decepcionei-me com esta notícia condenativa a respeito do Dr. Pedro,creio que antes deve-se aguardar a apuração dos fatos,sob o risco de se prejudicar um inocente,com uma biografia tão rica em favor de MT,peço a Deus que o ilumine e dê forças a sua família.
Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
e se a casa cair? caiuuuuuu....
Infelizmente esta matéria não é assinada por ninguém mas o/a jornalista que a escreveu é irresponsável. Conheci Pedro Lima nos meus tempos de menino. Sempre guardei suas colocações nas reuniões de cúpula do P.F.L. Partido em minha memória. Deputado Pedro Lima sempre ajudou não apenas como militante e sim principalmente como uma cabeça pensante que defendia a ética e a honestidade como forma do partido se posicionar nas questões políticas e partidarias de Estado e País. Sim, é bem verdade que já possui alguns anos que não o vejo e não convivo com Pedro Lima. Mas aí esta um cidadão que eu coloco a mão no fogo. Sei identificar picaretas a distancia e Pedro Lima é um cidadão honesto e de Bom caráter. Antes desta matéria colocar o nome do saudoso Pedro Lima na vala comum dos ladrões deste País, deveria aguardar o julgamento e a defesa deste grandioso cidadão. Conquistamos com muitos sacrifícios o direito de ampla defesa e esta matéria não está de acordo com este artigo da constituição. Respeitem a constituição. Respeitem Pedro Lima.
Muito-Obrigado
Pedro lima faz parte da história política do estado,teve uma importante participação na promulgação da constituição estadual ,homem de conhecimento impar dos fatos politicos que levaram nosso estado se tornar hoje um dos estados mais promissores do Brasil.É preciso antes de jogar a biografia do Dr Pedro no lixo aguardar o desenrolar dos fatos dando a oportunidade de seu direito de defesa.Respeito e continuarei respeitanto a sua historia e sua familia.

As provas que começaram a ser aplicadas em Mato Grosso no maior concurso público do país no último domingo e, logo em seguida, suspensas, apresentam algumas perguntas e sugestões de resposta com viéis político e falhas de ortografia. Em meio à confusão, muitos dos 271 mil candidatos inscritos fizeram as provas, enquanto outros nem tiveram acesso ao conteúdo, já que por volta de 10 horas os fiscais e coordenadores anunciaram a nulidade motivado por uma série de problemas, entre eles de "vazamento" de provas e gabaritos e pela falta de estrutura logística.
No caso do concurso para gestor governamental, com 4.253 concorrentes para 50 vagas, pelo menos duas das 80 questões programadas chamaram atenção. A de número 71 traz, justamente na resposta certa, uma palavra escrita de forma equivocada, certamente por erro de digitação. Ao invés de "pregão eletrônico", aparece "cregão eletrônico". A questão 43, só faltou mencionar o nome do governo do presidente Lula. Pergunta o seguinte: "É considerada política pública de combate à pobreza e desigualdade social do atual governo federal". Em seguida, apresenta cinco alternativas. A correta é a letra b com "Bolsa Família", um dos programas sobre o qual o presidente Lula mais faz propaganda.
O governo do Estado assegura que não tem acesso e muito menos influência sobre as perguntas e respostas. Toda a responsabilidade pela elaboração das questões ficou acerca da Unemat, que conta com sua Coordenação de Concursos e Vestibulares (Covest/Unemat). No geral, segundo alguns dos candidatos que responderam as questões do concurso para gestor governamental, o conteúdo foi equiparado ao de ensino médio.
Até esta quarta o governo do Estado anuncia nova data para o concurso. As provas serão elaboradas de novo pela Unemat, mas agora sob uma fiscalização mais rigorosa e cuidados especiais para evitar tantos erros primários.
Então estuda mais um pouquinho para ver se vc passa Maria Rita, em vez de ficar mandando recadinhos. VAI TRABALHARRRRRRRR...
Erros gráficos acontecem o tempo todo. Mesmo a suposta propaganda governamental é uma bobagem porque a questão faz parte do conteúdo. Erro pior aconteceu quando fizeram dois concursos para fiscal de tributos, ambos cheio de erros, vícios e fraudes.
Gente, apesar de estudar sempre pra concurso, nunca ouvi falar de CREGÃO ELETRÔNICO! kkkkkk
SOCORRO!!! ALGUÉM NOS SALVE DESSA UNEMAT!!! DE NOVO NÃO!
UNEMAT DE NOVO NÃO!!!
O apagão está para a ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff (PT), pré-candidata à sucessão presidencial, assim como o fiasco do maior concurso público do país em Mato Grosso está para o governador Blairo Maggi (PR), virtual concorrente ao Senado. Esses problemas vão ser lembrados com ênfases pela oposição nas eleições do próximo ano.
Desde o apagão elétrico que durou cinco horas e atingiu 18 Estados no início do mês, Dilma tem procurado explicações, sob bombardeio dos opositores, principalmente do DEM e PSDB, que vão repetir as alianças no pleito de 2010 para contrapor a petista. O cerco se fechou contra a pré-candidata de Lula. Ela foi convidada a prestar esclarecimentos no Congresso Nacional.
Por aqui, Maggi passará a conviver agora com críticas de um PSDB que ensaia projeto próprio na esperança de reconquistar o Palácio Paiaguás com o prefeito cuiabano Wilson Santos. O que seria o maior concurso público do Brasil, com 274 mil inscritos para disputa de 10.086 vagas de servidores do Estado, se transformou numa decepção geral. Sob responsabilidade da Unemat, instituição que compõe a estrutura da máquina do governo, as provas seriam realizadas neste domingo. Uma série de erros e irregularidades levaram a coordenação a anular o concurso. Houve até vazamento das provas antes da hora. Candidatos registraram queixa na polícia. Muitos vieram de outros Estados especialmente para fazer o concurso.
Assim como Dilma busca argumentos para explicar o apagão, Maggi procura explicações quanto ao concurso que não foi realizado. Seu secretário de Administração Geraldo de Vitto e o reitor da Unemat, Taisir Karim, cuja gestão enfrenta denúncias por supostos atos de improbidade, tentaram justificar, mas não convenceram. Estão sendo taxados de incompetentes, situação que acaba por manchar também a imagem do governo do Estado. Mesmo com anúncio de que na próxima semana já sairá nova data para o mesmo concurso, os inscritos se mostram inconformados.
São passos administrativos dos assessores do governo dados equivocadamente. O que poderia somar e render milhares de votos às candidaturas de Maggi ao Senado e do vice-governador Silval Barbosa (PMDB) ao Palácio Paiaguás, pode agora vir a subtrair. Por mais que se esforcem para superar o problema, o estrago foi feito, principalmente por mexer no bolso de quase 300 mil pessoas. Quem está sorrindo da desgraça alheia é o tucano Wilson Santos, mesmo estando enrolado com tantos pepinos na Prefeitura de Cuiabá, como as empacadas obras do PAC e a crise na saúde pública. (Romilson Dourado)
O apagão pode até ser justificado por questões atmosféricas e situações de imprevisibilidade ,porém,o vexame na realização do Mega concurso em MT já estava antecipadamente anunciado. Desde o principio os candidatos enfrentaram sérios problemas para conseguirem se inscrever em curto espaço de tempo por enfrentarem problemas nos Servidores da internet,foram longas madrugas de tentativas e sofrimento. Lembrando que, o Todo Poderoso Secretário recusou prorrogar o período de inscrição,tendo que o Ministério Público Estadual intervir e o Poder Judiciário através de liminar assegurar a necessária prorrogação das inscrições. Outra desgraça anunciada foi ter escolhido a UNEMAT para realizar o certame,pois é público e notório a incompetencia daquela Instituição de Ensino Superior para enfrentar tamanho desafio. Além do que, pesa contra seus dirigentes sérias acusações de atos ilícitos na gestão da mesma. A mudança de local as vésperas da prova foi outra patacada administrativa. A falta de critério na determinação do local das provas para os candidatos criou situações esdrúxulas de candidatos de Cuiabá ter que fazer as provas em Várzea Grande e Vice-versa originando um verdadeiro caos no trânsito das duas cidades. Concordo plenamente com seu artigo Romilson,o estrago foi imenso para o continuísmo da atual gestão ao Governo Estadual e as pretensões ao Senado do Governador Blairo Maggi. O Tabú de que quem deixa o governo não consegue se eleger ao senado com certeza deve permanecer. Os Cuiabanos da Baixada com certeza não perdoarão esse fato,bem como, a atitude preconceituosa pelo qual foram tratados pelo Secretário de Administração ao chamá-los de baderneiros e atribuindo responsabilidade pela anulação do concurso porque não tiveram a devida paciência com os inúmeros e sucessivos erros e falhas administrativas apresentadas na aplicação das provas. Faltou acima de tudo humildade não só do secretário como também do próprio Governador em pedir imediatamente desculpas ao povo Matogrossense pela lambança toda criada. Esquecendo-se, talvez da transitoriedade que constitui o Poder e que é o Povo que decide quem deve ocupá-lo. Enquanto isso a oposição lambe as feridas do caso PACENAS e se prepara para o embate eleitoral.
BLAIRO É O RESPONSÁVEL...O CONCURSO É DELE...O PLANTADOR DE SOJA ESTÁ QUEBRANDO PARADIGMAS ...A SEU MODO...BLAIRO ESTÁ CONFUNDINDO A VIDA PÚBLICA COM A PRIVADA...DANÇOU PRO SENADO...BY BY BY !!!!!!!!!!!!!!!!
Araruta tem os seus dias de mingau senhor Geraldo de Vitto, sai dessa, em quem vai jogar a culpa hem bonitao, entrar na justiça, para que, para receber em precatórios daqui uns 20 anos e depois pegar em carta de crédito. Agora quando... xau Senador da Republica(quero ver) eu ate ia votar no senhor mais agora nem pensar. Blairo, manda o De Vitto voltar a dar aula...
O grande responsavel por esta incompetencia é o megalomaniaco Blairo Maggi.
Façam-se minhas as palavras do Romilson: são passos administrativos dos assessores do governo dados equivocadamente
FORA DEUS VITTOR E SEU SECR. ADJUNTO DE GESTÃO DE PESSOAS!!!!!!!!!!!!!!!!
O governador Blairo Maggi desistiu da ideia de desistir da política. Ele e seus correligionários republicanos se mostram desnorteados com a saída do empresário Mauro Mendes do PR. A ida do ex-candidato a prefeitura de Cuiabá para o Partido Socialista Brasileiro (PSB) pegou a classe política de surpresa e mudou o cenário das eleições de 2010. Até a antecipada campanha do vice-governador Silval Barbosa, ao Palácio Paiaguás, ficou abalada.
Nos últimos dias, veio à tona a nova decisão da não desistência do governador no processo político. A euforia foi total na cúpula republicana, pois os mesmos sentiam-se fora das decisões eleitorais de 2010, depois da perda para o PSB. Nesse novo desenhar do quadro eleitoral, os republicanos imaginam que seja a tábua de salvação do maior partido do estado - quando o assunto é prefeitos e vereadores eleitos nas eleições de 2008 – a candidatura do Blairo ao senado. Mas, tem muito cacique incentivando o governador a sair candidato, mas na hora de pedir votos faltam os índios.
O arco de apoio e alianças que formam em torno do governador são de velhos adversários e aliados pouco confiáveis. O PT sempre esteve do lado oposto do atual governo, seja em 2002 com Alexandre César, ou 2006 com a senadora Serys Marly, ambos disputando candidatura ao governo. O PMDB foi adversário em 2002, com o deputado federal Carlos Bezerra disputando o senado na chapa de Antero de Barros do PSDB. Bezerra, por sua vez, tem dito em entrevistas recentes que o governador é autoritário e centralizador. Permanece distante do Paiaguás ainda vários aliados de 2006, como o PDT, PV, PTB, PMN e por último o PSB com a filiação do Mauro Mendes.
Os antigos parceiros do governador Blairo provavelmente estarão em palanques opostos ano que vem. O DEM, do senador Jaime Campos, caminha para uma aliança com o PSDB, pois se sente excluído do atual governo em detrimento do PT que foi adversário. O PP, dos deputados Pedro Henry e José Riva e de outras lideranças, que formou uma forte chapa proporcional para 2010 sentem-se fora da composição majoritária da base governista para o próximo pleito, devido a preferência da vaga de disputa ao senado ao partido dos trabalhadores. O PPS, de Percival Muniz, se aproxima do PSB na expectativa de viabilizar Mauro candidato ao governo, abrindo espaço para ser vice.
O PT encolheu eleitoralmente em Cuiabá, reduziu sua bancada de três vereadores em 2004, para apenas um em 2008, reelegendo Lúdio Cabral. O PMDB cuiabano passa por uma grave crise, tem suas duas maiores lideranças, os vereadores Lutero Ponce e Domingos Sávio enfrentando processos de cassação de seus mandatos, e por último o prefeito de Rondonópolis Zé do Pátio declarando apoio ao Wilson Santos. Por isso, esta composição PMDB, PT e PR ainda é frágil para eleger Blairo senador. Os iluminados republicanos precisam entender que Maggi nunca disputou uma eleição no partido, foi eleito duas vezes governador pelo PPS.
Coloque o pé no freio governador!
Valdinei Barbosa é administrador de empresas, analista político e secretário de Relações Institucionais do PDT/MT (valdineibarbosa1974@gmail.com)
Lideranças do PR ficaram numa situação de fragilidade política com a desistência do governador Blairo Maggi (PR) em disputar uma cadeira no Senado em 2010. A avaliação é do articulista político, professor aposentado da UFMT e PhD em História da América Latina pela Tulane University (EUA), Alfredo da Mota Menezes. "Quem mais perde com esta decisão do governador é o PR, pois o Maggi era o principal puxador de votos da legenda", avalia. O recuo do líder republicano compromete não apenas a corrida ao Palácio Paiaguás, mas também os proporcionais, ou seja, pré-candidatos a deputado estadual e federal. "Sem o Maggi, o PR fica sem uma perspectiva futura de liderança. Não tem um grande nome. Há candidatos do porte de Homero Pereira e Wellington Fagundes (ambos federais), mas será que eles vão suprir a necessidade pelo tipo de liderança que o Maggi exercia?", pergunta Alfredo, que afirmar fazer essa análise sem levar em consideração o fato de ser ligado ao PSDB, partido opositor aos republicanos.
Para ilustrar a fragilidade do PR no atual cenário político mato-grossense, o articulista comparou o impacto de uma reunião hipotética entre líderes do PR e o senador Jayme Campos, tendo a pré-candidatura de Maggi ao Senado ou do presidente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot, ao governo. "Com estes dois nomes, o PR com certeza iria negociar com o Jayme com mais força. Mas, sem as pré-candidaturas de Pagot e Maggi, líderes do PR estarão enfraquecidos para negociar, sem conseguir impor suas condições. É um panorama completamente diferente. O Jayme é o que mais angaria apoio após estas desistências", apontou.
Democratas e tucanos
Perguntado se a possível coligação entre DEM e PSDB, siglas que atuam em campos opostos há décadas em Mato Grosso, provocaria a percepção de incoerência e revolta nos eleitores, Alfredo da Mota Menezes foi pragmático. "Em política, é quase impossível firmar uma composição por desejo do povo. Os acordos são feitos com base nos interesses das lideranças e nunca da população". Mesmo com o fim da verticalização, que obriga partidos a reproduzirem nos Estados as alianças firmadas em nível nacional, o articulista acredita numa aliança entre tucanos e democratas. "As duas siglas já fecharam acordo para lançar candidato à presidência da República. É praticamente impossível que estejam em lados opostos em Mato Grosso. O nome da deputada federal Thelma de Oliveira e do ex-senador Antero Paes de Barros certamente vão aparecer numa composição com o DEM de Jayme Campos".
Ao ser indagado sobre o interesse do procurador da República em São Paulo, Pedro Taques, e do juiz federal Julier Sebastião da Silva, em disputar cargos eletivos, Alfredo Menezes ponderou que na política "há coisas republicanas e não republicanas", numa alusão ao ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), "e eles (Taques e Julier) certamente não aceitariam algumas imposições das velhas raposas". O articulista atestou, por outro lado, que os dois nomes são excelentes, pois primam pela atuação ética e honesta. "O Julier e o Pedro Taques merecem todo o nosso respeito porque são pessoas honestas e de incontestável formação moral. Só por terem enfrentado o Arcanjo, merecem todo o nosso respeito".
Para ingressar na política, no entanto, terão que abandonar a magistratura. "Primeiro, terão que deixar os cargos, o que os coloca no mesmo patamar dos outros candidatos. Em segundo lugar, aquilo que possuem de melhor, a ética e a honestidade, são características que os tornam mais frágeis na hora de fazer os arranjos políticos. Alguns políticos com quem eles terão que lidar são republicanos, mas outros não. Você acha que as velhas raposas vão ter coragem de propor alguma coisa não republicana para os dois?", indagou. (Andréa Haddad)
Novidade! o professor anuncia o que MT inteiro já sabia. Sua bola de cristal brilou um pouco atrada
Com o trabalho de favor da turma da soja e outros setores produtivos e contra os cuiabanos, o senhor acha que daria o quê?
EEEEEEEEEpa!!!! Não possuo todo esse curriculo do Prof. Alfredo da Mota Menezes, MAS FUI EU QUEM PREVIU QUE O PR ia se acabar juntamente com APOSENTADORIA de Brairo Maggi da política, e já tá acontecendo a derrocada do PR e dos seus.... K k k k k k k k k k k ... té quin fim
Buenas.. Isso todo mundo já sabia desde quando eles acharam que fossem bons demais, suficientes. Justamente quando já achavam que eram políticos. Erraram. E erraram feio.
Perderam muito em não valorizar lideranças políticas e grandes articulistas. Um dos esquecidos foi aquele deputado de ROO: o Muniz..
Agora sinceramente acho que é tarde demais pra tentar reconstruir o que perderam. Não tem nomes fortes para o governo, e o Welington na hora que relembrarem os sanguessugas tá fora do senado.. Sei não hein PR..
Sr. Professor e Dr. Alfredo:
É claro e evidente que o Governador é a maior liderança do PR em Mato Grosso, aliás ele é a maior liderança dos políticos destas bandas, até porque o sr. Dante já não está entre nós. Mas vamos e venhamos, Mato Grosso, não pode retroceder, elegendo candidatos do DEM ou PSDB. Ainda acredito que o governador não vai levar adiante essa decisão de afastar do cenário político no que se refere a candidatura majoritária. Mas preste bem atenção o Governador vai caminhar firme e forte com alguém do PT, eu espero que seja o DeputadoAbicalil.
VOLTO A DIZER QUE O MOMENTO AGORA NO PR CHAMA-SE MURILO DOMINGOS UNICO QUE SAIU FORTALICIDO POLITICAMENTE DISTRUINDO A FAMILIA CAMPOS EM VG, ACORDA PR VCS ESTAO COM O SUCESSOR NA SUA FRENTE , MURILO O PROXIMO GOVERNADOR DE MT
No correr da semana que passou tomei a decisão de não concorrer a qualquer cargo eletivo nas eleições de 2010. Não posso dizer que foi uma decisão fácil. Mas garanto que foi uma decisão necessária. Vinha, há algum tempo, questionando a possibilidade de ser candidato a uma das vagas ao Senado, mas tinha sérias dúvidas, principalmente quanto aos sacrifícios pessoais e aos de ordem familiar, sem contar que a carreira política não precisa ser exercida exclusivamente dentro de um mandato. Não pretendo me desligar do processo político.
Na realidade, não quero ser escravo da política ocupando um cargo político e fazendo dele trampolim para outro cargo político. Não nasci na política. Quero continuar como um membro atuante na política. Por isso, penso que a sociedade não deve dar um passo para trás. O passo deve ser para frente. O capital político construído no período em que estou governando Mato Grosso, somado com o esforço e a compreensão da sociedade, cobra de nós que devemos construir avanços firmes e permanentes.
Tenho sido muito questionado sobre o meu futuro político. Confesso que depois de oito anos em dois mandatos de governador, preciso de um tempo para respirar, para andar por Mato Grosso e avaliar se o esforço serviu para produzir mudançass. Quero ouvir as pessoas, ser eu mesmo, e poder me perguntar: valeu a pena? Quero ser julgado pela sociedade, e não pelo voto. Não gostaria de ser apenas mais um no processo.
Sei que a decisão de não concorrer em 2010 está gerando e vai gerar muitos outros questionamentos políticos e partidários. Porém, fui eleito e reeleito e tenho responsabilidades com o governo e com a sociedade que confiou em mim. Vou continuar governando com pulso firme, promovendo novas obras, cobrando a conclusão de obras, criando novos projetos e acompanhando o andamento de todas as responsabilidades com as quais assumi compromissos.
Não tenho necessidade de fazer uma carreira política contínua. Penso que nos tempos atuais uma série de valores novos nos cobra atitudes novas, como não ter medo de tomar decisões, de respeitar os desejos da sociedade e devolver-lhe a confiança de ter sido eleito e reeleito. Mas, diante dos questionamentos, reafirmo que não vou sair da política, nem do processo político. Construi fortes relacionamentos, compromissos com os destinos de nosso Estado, e uma vez tendo ocupado o cargo de governador e convivido com tantos problemas de todas as naturezas, e com as expectativas sociais, um governante não pode afastar-se completamente. Precisa manter-se no processo político, no máximo, como magistrado nas situações políticas, e como interlocutor de segmentos da sociedade junto ao governo federal e a tantas outras situações importantes.
Por isso, quero sinalizar com clareza que vou para outro lado da política, com a tranquila convicção de que cumpri o papel e a missão que a sociedade de Mato Grosso esperou de mim. Isso não da minha personalidade. Pensei bastante, ouvi a minha família e conclui por não disputar nenhum cargo em 2010. Confio que a sociedade, os partidos, os partidários e o sistema político se articularão da melhor maneira para a construção dos projetos políticos de 2010 e do futuro. A única diferença, é que não estarei dentro dele como candidato. Mas estarei junto cumprindo todas as funções e papéis como responsável pelos destinos da administração do governo de Mato Grosso.
Blairo Borges Maggi é engenheiro agrônomo e governador de Mato Grosso desde janeiro de 2003
Sábia decisão Governador, parabéns pela coragem de inovar, que vossa atitude sirva de exemplo para os tradicionais políticos de carreira, por que precisarão criar coragem, tomar atitude, mudar princípios, valores e respeitar os desejos da sociedade, se quiserem continuar na vida pública. SSSCol. Fabiano.
O presidente da executiva estadual do PSB, deputado Valtenir Pereira, negou nesta segunda (6) que a consulta feita junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tenha relação com a posse do então suplente e agora deputado Mário Lúcio (PMDB) na Assembleia, no lugar da titular Vilma Moreira - veja mais aqui. Segundo Valtenir, a consulta foi feita a pedido do Diretório Nacional do PSB, que o incumbiu "da missão" pelo fato de ser advogado e defensor público. "Recebi a missão de fazer esta consulta pela direção nacional, mas não tem relação alguma com a posse do Mário Lúcio." A coincidência de pauta se deu porque Mário mudou de legenda pós-eleições de 2006.
Ele concorreu a deputado pelo PV e hoje está no PMDB. Juristas consideram-no um infiel partidário, o que poderia impedir Mário de ocupar a cadeira. Mesmo assim, o ex-vereador cuiabano tomou posse na AL sem enfrentar questionamentos na Justiça Eleitoral. Nesse caso, caberia ao PV, legítimo dono da vaga, a iniciativa de recorrer à Justiça.
Segundo o deputado, a consulta foi motivada por demanda dos 22 diretórios estaduais do PSB. "O partido tem representantes em 22 dos 24 Estados do Brasil e os membros dos diretórios cobram um posicionamento da executiva nacional. Mas, em nenhum momento, questionamos a posse do Mário Lúcio, até porque nenhum dos questionamentos se encaixa no perfil dele", apontou.
No documento junto ao TSE, Valtenir faz o seguinte questionamento: "O titular de mandato eletivo que saiu da agremiação partidária pela qual foi eleito (partido A) e se desfiliou antes de 27/03/2007 (...) caso mude novamente de legenda sem justificativa (indo para o partido C), pode ter o mandato cassado por infidelidade partidária?".
O deputado socialista, derrotado à Prefeitura de Cuiabá no ano passado, também perguntou se “o suplente de senador que se desfiliou, antes de 27/03/2007, do partido A, pelo qual compôs chapa majoritária, data limite definida pelo TSE, consoante Resolução 22.610/TSE, migrando para agremiação B, pode perder a condição de suplente ou mesmo ficar impedido de assumir a vaga do titular, caso mude para o partido C, diverso daquele pelo qual foi eleito?". O ministro Ricardo Lewandowski é o relator da consulta. Ele deve responder aos questionamentos nos próximos dias. (Andréa Haddad)
Fernando Ordakowski

Os prefeitos Adilton Sachetti, de Rondonópolis, e Dilceu Rossato, de Sorriso, têm algo em comum. Eram do PPS e, sob empurrão do governador Blairo Maggi, pularam para o PR. Empresários do agronegócios, os dois tentaram novo mandato e foram rejeitados pelos eleiores. O que os intriga é que as pesquisas apontam que fizeram boa administração e há reconhecimento disso do próprio eleitorado. Sendo assim, por quê, então, foram derrotados à reeleição?
O governador Maggi tem a explicação. Segundo ele, não basta o gestor público ser linha dura, honesto, transparente e trabalhador. É preciso ser político e adotar a estratégia do tapinha nas costas. Sachetti e Rossato são tidos como administradores xucros e arrogantes e foram carimbados como representantes da elite. São daqueles que não fazem muita questão de cumprimentar o eleitor e respondem "não" antes mesmo de alguém encerrar algum pedido ou reivindicação.
As urnas mostraram que esse perfil não cabe na política. Mesmo com grande estrutura de campanha, Sachetti pagou o preço com a derrota para Zé do Pátio, um deputado estadual identificado com as camadas populares. Em Sorriso, Rossato foi derrotado pelo empresário Chicão Bedin (PMDB), também com perfil mais populista.
Outros prefeitos do "time" de Sachetti e Rossato conseguiram a reeleição, mas em meio a muito sufoco, como Dimorvan Alencar, de Campo Verde, e Getúlio Viana, de Primavera do Leste.
Sachetti e Rossato são honestos, transparentes e trabalhadores. E só perderam a eleição porque o cidadão e o eleitor gostam de tapinhas nas costas?
Nossa quanta profundidade filosófica e sociológica nessa análise do Governador Blairo Maggi.
Entre de muitas coisas erradas que os políticos fazem o fato de êles enchergarem somente o que querem é uma delas.
O Governador deixou de verificar que o eleitor não admite mais o administrador que quer gerir o bem público como se fosse sua propriedade.
O Governador não viu que o eleitor não admite mais o político que em conluio com meia dúzia de amigos, alguns só chegam aqui depois do político eleito, rateiam o orçamento das Prefeituras em licitações arranjadas.
As universidades se pulverizaram pelo estado. É certo que muitas têm péssima qualidade de ensino. Todavia, mesmo assim, elas têm ajudado o cidadão a ter noção de administração, orçamento público e noções básicas de direito administrativo.
Hoje, de cada 100 alunos que terminam o ensino médio, 50 se matricula em ato contínuo em uma faculdade.Desses 40 concluem o curso superior.
Aqui não tem mais curral eleitoral, como o vice-governador afirmou em entrevista a este sítio, Governador.
O Governador já comete êrros de Político antigo e do tipo raposa ultrapassada, continua sem saber como deglutir as derrotas, insiste em dizer que não perdeu em Cuiabá, acha que os 40 % foi uma grande votação, etc... , mas a bem da verdade foi sim uma derrota das maiores, perdeu com governo Federal, Estadual e com uma das Federações mais importantes desse País, a FIEMT, de onde saiu o ungido da BOTINAGEM, em Rondonópolis não foi diferente, a diferença lá é que tinha por detrás do Zé uma das maiores Autoridades em POLÍTICA desse Estado,o ex Prefeito( por tres vezes), Deputado Federal(duas Vêzes), Senador da República, e Governador, o Advogado Carlos Gomes Bezerra, custumam dizer que ninguém chuta cachorro morto, e o Bezerão diziam na eleição passada que estava morto, e veio com a terceira maior votação para Dep Federal, agora realiza um feito dígno de elogios, fêz barba cabelo e bigode , nada mais nada menos que em Rondonópolis, Sinóp, Sorriso e mais duas dezena de Prefeituras de boa densidade Eleitoral, sem falar das Vices e dos inúmeros Vereadores, e sem força de Governo Estadual, por que nem com o atual vice- governador, o quase confiável Sinval Barbosa pode contar, e mostrou que não é com desdém ou desculpas espatafúrdias que se ganha ELEIÇÕES, e sem falar que os que falaram mal dêle só serviram para fortalecê-lo, e todos sabem que na eleição passada em Rondonópolis foi feito um ajeitamento do Gilmar Fabris para tomar a eleição do Zé, só que nessa foi contrário, o tiro saiu pela culatra, portanto Governador o Senhor tem muito a aprender, a Política não é uma Ciência Exata, pelo contrário é um embate diferente do outro, mas com êrros que se repetem, e o Senhor agora comete o pior dêles subestimar os ELEITORES, com desdém como esse do tapinha nas costas.
Juízo Governador, o Senhor depois que perdeu o conselho do Jonas Pinheiro, só tem dado bola fora,sua Assessoria Política atual vai levar o Senhor ao fracasso nas Urnas se continuar dessa forma, em desencontro com a Leitura atual com relação aos Eleitores Matogrossenses. Em Política não se Brinca, se evolue e melhora-se ou
DERROTA-SE. SMC
Concordo plenamente com o que diz o Governador Blairo Maggi, quando expressa tapinha nas costas. O povo quer isso. Diferente da vontade do povo. Aliás, querer e vontade são diferentes. Prova é que os gestores acima elencados, fizeram a vontade do povo, trabalharam honestamente, aplicaram os recursos arrecadados para o povo, porém o povo achou que era pouco. Por isso não os reelegeram. Querer é sempre mais. só que o próprio povo não sabe o que quer!
Concordo plenamente com o conteúdo da reportagem , pena que esqueceram de colocar o Maurição no grupo dos que tiveram dificuldade para se reelegerem. Leia-se: Dimovam Alencar, Getúlio Viana e Maurício Cardoso Tonhá, Prefeito de Água Boa que não dá tapinhas nas costas, e apesar se ser competente administrador, tem o não na ponta da lingua.
Clodoeste Pereira Kassu da Silva é vereador pelo PPS em
Água Boa e Blogueiro www.aguaboanews.blogspot.com leitor assíduo desse site RDNews.
Bom trabalho em obras super faturadas??? A economia desta cidade e muito grande entao qualquer prefeito q entrar aqui tem q fazer muito mesmo...
E melhor tapinha nas costas do que na cara...
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