Sexta, 25 de Maio de 2012, 15:08 h

SENADO | 25/09/2007 - 18:02

Moção de repúdio é sinal de histeria, diz senador

Romilson Dourado

     
    A moção de repúdio assinada por 14 vereadores por Cuiabá contra o senador Mário Couto (PSDB-PA) repercurtiu no Senado nesta terça (25). O senador Arthur Vírgilio (PSDB-AM) disse no plenário para quem quisesse ouvir que a moção de repúdio é uma atitude que caracteriza falta de controle sobre atos e emoções. "Isto é uma histeria rodoviária", considerou Vírgílio. O amazonense estava com uma cópia do documento em mãos e recomendou aos vereadores por Cuiabá que tratem da psicopatia. "Histeria se trata com psiquiatra", reforçou. Os vereadores por Cuiabá propuseram e aprovaram a moção para atingir Couto que tenta de toda maneira barrar a nomeação de Luiz Antonio Pagot ao Dnit. 

     A moção foi à votação na última quinta (21). A secretaria de Apoio Legislativo computou 18 votos para aprovação da moção. A bancada do PSDB, composta pelos vereadores Permínio Pinto, Levi de Andrade, Edivá Alves e Heronides da Luz, o Nona, afirma porém, que ao votar todas as matérias em conjunto, não sabia que a proposta de moção estava inserida. Os tucanos não chegaram a assinar a moção. Eles concordam com o senador paraense de que Pagot cometeu crime de responsabilidade ao ocupar cargo de assessor parlamentar no Senado e, ao mesmo tempo, de diretor da Hermasa, empresa de navegação do grupo Amaggi.  (Simone Alves -RDNews)

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!

SENADO | 25/09/2007 - 09:35

Pagot nem assumiu Dnit e senador já fala em CPI

Romilson Dourado

     As discussões no Senado que antecedem a votação da mensagem que indica Luiz Antonio Pagot para assumir o cargo de diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) começaram com a oposição ferrenha de Mário Couto (PSDB-PA). O paraense já demonstrou que não vai dar moleza para o afilhado político do governador Blairo Maggi. Pagot depende do aval dos senadores para ocupar o cargo federal. Couto tenta boicotar a votação. Em sessão nesta terça, o senador divulgou um relatório do Tribunal de Contas da União, que mostra que o Dnit é o órgão que apresenta o maior número de obras irregulares - clique aqui e confira.

    Pagot nem mesmo foi nomeado para conduzir a autarquia que tem um orçamento de R$ 12 bilhões e já enfrenta as ameaças de uma CPI. Agora, além de insistir na acusação de que o executivo cometeu crime de responsabilidade ao ocupar cargo de assessor parlamentar no Senado e, ao mesmo tempo, de diretor da Hermasa, Couto afirma que fará campanha para instalar uma CPI no órgão.

     “Lá está o reduto da corrupção. O relatório do TCU comprova. Querem deixar passar em branco com a nomeação de Pagot que ocupou dois cargos enquanto esteve no Senado. Não vou deixar, vou continuar falando”, ameaçou o parlamentar tucano. A expectativa é que o nome de Pagot volte à pauta na sessão desta terça. (Simone Alves - RDNews)

(Atualização às 15h53) - O senador mato-grossense Jonas Pinheiro (DEM) disse há pouco em entrevista ao RDNews que o tucano Mário Couto (PA) é aloprado por falar em CPI e citar num mesmo assunto o nome de Pagot. "Pagot não tem nada a ver com o Dnit ainda. Ele (Couto) é aloprado", disse Pinheiro. Segundo ele, neste momento há 54 senadores no plenário e a expectativa é positiva quanto a nomeação de Pagot para o cargo federal, já que a indicação é uma das primeiras matérias a serem votadas.

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!

SENADO | 25/09/2007 - 08:00

Pagot vê votação sobre Dnit adiada para esta 4ª

Romilson Dourado

      Contrariando as expectativas para a votação da indicação de Pagot ao Dnit, não haverá votação nesta terça. Mas, segundo o senador Jonas Pinheiro (DEM), a votação ocorre sem percalço nesta quarta (26). Este é o combinado entre os senadores Romero Jucá (PMDB-RR) e José Agripino (DEM-RN). Os dois líderes partidários prometeram dar uma trégua e garantem liberar os outros parlamentares para a votação.

    O acordo para que a pauta seja desobstruída foi fechado há pouco. O entendimento  também prevê que o PMDB não impeça a tramitação convencional de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que prevê o fim o voto secreto. A matéria já foi aprovada pela CCJ e ainda deve passar pela Comissão Especial, antes de enfrentar a votação em dois turnos nos plenários do Senado e da Câmara.

    Desde a absolvição de Renan Calheiros, há duas semanas, nada é votado no plenário do Senado. Com problemas na própria base aliada, inclusive no PT, o governo sequer obteve maioria simples para aprovar na semana passada a indicação de autoridades, como a nomeação para o cargo de diretor-geral do Dnit, Luiz  Pagot, e do novo diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Paulo Lacerda. (Simone Alves - RDNews)

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!

SENADO | 24/09/2007 - 10:10

Pagot deve se beneficiar com tentativa de trégua

Romilson Dourado

     O executivo Luiz Antonio Pagot deve ser beneficiado caso seja aceito o pedido do líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), de que a oposição dê uma trégua e desobstrua a pauta de votação do Senado. A solicitação será feita em reunião nesta terça, antes do início da sessão. Mas, o senador José Agripino (RN), líder do DEM, deixou claro que qualquer acordo com o governo está condicionado à votação das propostas que estabelecem o voto aberto e sessões abertas para cassação de mandatos.

    A oposição quer negociar também a votação do projeto que prevê o afastamento automático nos cargos da Mesa, corregedoria e presidências de comissões de quem estiver com processo no Conselho de Ética. Entre os que possuem processos no Conselho de Ética está o presidente do Senado, Renan Calheiros, (PMDB-AL). A estratégia, de isolar politicamente Renan, é um dos complicadores para aqueles que anseiam a aprovação do nome de Pagot para assumir o cargo de diretor-geral do Departamento de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit).

    Jucá avisa que tem um trunfo: senadores do DEM têm interesse na aprovação do nome Pagot, que é o primeiro item da pauta. Ou seja, essas indicações só poderão ser votadas com o fim da obstrução. Agripino disse que não pretende fazer um acordo para retirar a indicação do Dnit da pauta porque isso não agradaria os dois senadores mato-grossenses, Jaime Campos e Julio Pinheiro, ambos do DEM, que também estão sendo assediados pelo governo. Outra forma de Jucá atrair o DEM para desobstruir o plenário é inverter a pauta com o objetivo de votar primeiro o nome de Paulo Lacerda, deixando Pagot para um momento político menos tenso. Romeu Tuma (DEM-SP) trabalha para aprovar a indicação de Lacerda, que foi seu assessor.

     Caso o acordo entre oposição e base governista tenha resultado positivo, a votação para indicação do nome de Pagot ao Dnit pode ocorrer ainda nesta terça.  (Agência Estado)

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!

SENADO | 22/09/2007 - 11:09

Base do governo pede substituição de Pagot

Romilson Dourado

    Líderes da base governista no Senado articulam um acordo que pode sacrificar a indicação de Luiz Pagot para a direção-geral do Dnit em troca de uma trégua da oposição para retomar as votações e aplacar a pressão sob o presidente da Casa, Renan Calheiros.
Reservadamente, Renan deu aval à operação. É o que revela a Folha de S. Paulo deste sábado.

   Ainda na entrevista à Folha, o governador Blairo Maggi afirma que conversou com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) e com o ministro Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais) sobre a demora na nomeação de Pagot, que precisa ser aprovada no Senado. "Eu disse que (se fosse necessário) retiraria o nome (de Pagot para o cargo)", afirmou Maggi.

       Cliqui aqui e confira reprodução da matéria ou aqui (para assinante Folha) e veja também aqui a entrevista de Pagot em que ele acusa o PSDB de dificultar sua nomeação para o Dnit.

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!

SENADO | 22/09/2007 - 08:53

Revista diz que Serys está nas mãos de Renan

Romilson Dourado

     A edição da revista Veja, que circula em Mato Grosso a partir deste domingo (23), diz que os parlamentares  petistas, entre eles a senadora Serys Marly, viraram reféns do presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL). De acordo com Veja, Renan escapou do primeiro processo de cassação com a ajuda da bancada petista e o aval do governo.

    Em troca, o presidente do Senado assumiu o compromisso de se afastar da presidência do Congresso até a conclusão dos outros três processos que tramitam contra ele no Conselho de Ética. Ocorre que Renan não cumpriu o acordo ao não se licenciar. Segundo a revista, Renan guarda segredos obscuros dos petistas e com isso se mantém na presidência. Quanto a Serys, o alagoano teria todos os detalhes do suposto envolvimento da mato-grossense com a máfia das sanguessugas, a qual a petista foi investigada e inocentada por unanimidade pelo Conselho de Ética do Senado por falta de provas. 

   Clique aqui ou aqui para assinante Veja.

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!

SENADO | 22/09/2007 - 08:47

Renan ameaça petistas

Romilson Dourado

O senador diz que não deixa a presidência,
desafia quem pede sua saída e constrange
parlamentares com suas chantagens
 
Otávio Cabral
 
   O senador Renan Calheiros escapou do primeiro processo de cassação com a ajuda dos parlamentares do PT e o aval do governo. Em troca, assumiu o compromisso de se afastar da presidência do Congresso até a conclusão dos outros três processos que tramitam contra ele no Conselho de Ética. Na semana passada, depois de um breve descanso em Maceió, Renan voltou à presidência. Ele negou que tivesse feito algum acordo. Mas fez e, pior, não cumpriu.
 
   Os petistas, com razão, espernearam. O sempre discreto senador Tião Viana, vice-presidente do Congresso, reagiu: "A curto prazo, o cenário é de crise intensa; a disposição de Renan de se manter no comando da Casa causará problemas ao governo". Depois foi a vez de Aloizio Mercadante, o mais ativo defensor da absolvição de Renan e fiador do acordo: "O melhor para o senador Renan é que ele se licencie da presidência do Senado. Eu já disse isso reservadamente a ele, mas hoje me associo a todos os que pensam dessa forma". O presidente Lula, de quem Renan esperava uma manifestação de apoio mais contundente, continuou dizendo que o caso é um problema interno do Senado.
 
    Para não cumprir o acordo, Renan Calheiros apontou para o peito dos aliados do PT sua arma predileta: a chantagem. Renan é dono de um arquivo de informações que, usadas irresponsavelmente contra seus colegas de Parlamento, podem ser devastadoras. Ele começou a fazer vazar para a imprensa segredos que podem arranhar a imagem dos petistas. A primeira vítima foi exatamente o senador Tião Viana, tão zeloso na tarefa anterior de absolver Renan. Assessores de Renan cuidaram de divulgar que Viana mantinha uma funcionária-fantasma em seu gabinete.
  
    A corda entre os petistas e Renan Calheiros começou a esticar já na segunda-feira passada. Renan foi procurado em seu gabinete pelo próprio Tião Viana, portador de uma mensagem partidária: os petistas exigiam seu afastamento imediato, conforme o combinado. Renan disse que não arredaria o pé da presidência e fez ameaças veladas. Tentou mostrar que uma cisão com os petistas não interessaria a ninguém – muito menos a ele, Tião Viana. No dia seguinte, o jornal Correio Braziliense publicou que o petista mantinha uma funcionária-fantasma em seu gabinete. Silvania Gomes Timóteo, segundo o departamento pessoal do Senado, recebia mais de 6.000 reais de salário, mas nunca apareceu para trabalhar. Ela batia ponto na sede nacional do PT, em Brasília, onde assessora o tesoureiro do partido. Constrangido, Tião foi obrigado a dar explicações sobre o caso. Entre os petistas não há dúvidas de que a denúncia saiu do gabinete de Renan. "Não vou entrar no mérito agora nem acusar sem provas. Mas vou descobrir o autor dessa injustiça", afirma Viana. Não era propriamente uma injustiça, tanto que Tião Viana demitiu a funcionária-fantasma.
 
    Renan Calheiros montou seu dossiê com informações comprometedoras contra os colegas usando a estrutura funcional do Senado – atitude indecorosa que, sozinha, já seria causa para abertura de um processo administrativo contra Calheiros. Logo após a revelação de que ele tinha as despesas pessoais pagas por um lobista de empreiteira, o senador começou a preparar sua artilharia de defesa. Convocou a seu gabinete o diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, a secretária da Mesa, Cláudia Lyra, e o primeiro-secretário, senador Efraim Morais. Distribuiu tarefas a cada um deles. Agaciel foi encarregado de listar todas as contratações feitas pelos senadores. Efraim recebeu a missão de escarafunchar a prestação de contas da verba indenizatória que os parlamentares recebem a cada mês e elaborar uma relação de todas as viagens oficiais feitas por cada um dos senadores. Cláudia Lyra fez um mapeamento de projetos de interesse dos senadores junto ao governo. Renan ainda pediu a assessores do gabinete que reunissem detalhes dos processos criminais que tramitam na Justiça contra cada um dos senadores. Em um computador, Renan acrescentou aos arquivos dados de sua própria memória das relações com o governo, em que não faltam histórias de favores, nem sempre lícitos, prestados a alguns colegas. A munição reunida, segundo assessores do presidente, poderia levar um terço dos senadores ao Conselho de Ética. Seria um trunfo para Renan provar que não é pior do que ninguém no Senado.
 
     A oposição acredita que pelo menos dez senadores do PSDB e do DEM tenham votado pela absolvição de Renan Calheiros motivados pelo que consta sobre eles nas fichas do presidente do Congresso. Agora, o arsenal está apontado para a testa dos petistas que ameaçam se rebelar. Além de Tião Viana, outros três senadores do PT estão na mira de Renan. O ex-líder do governo, Aloizio Mercadante, surpreendeu todos ao pedir votos contra a cassação do presidente do Congresso. Mercadante tinha lá seus compromissos com o governo, mas Renan deu uma ajudazinha. Fez chegar a Mercadante a notícia de que ele guarda reminiscências de uma certa reunião ocorrida no fim do ano passado, logo depois da eleição presidencial, da qual participaram, além do próprio Renan, líderes do PSDB e dos Democratas. Mercadante teve assessores envolvidos no escândalo do chamado "dossiê dos aloprados", e a oposição queria pedir a abertura de um processo contra ele no Conselho de Ética. Com sua habilidade negocial, Renan conseguiu convencer os líderes a desistir da idéia. "Ele pode estar usando isso contra mim, mas nunca lhe pedi que me defendesse. Não fui denunciado, não existe nenhuma prova do meu envolvimento", diz Mercadante.
 
    Na ficha que Renan guarda sobre a senadora petista Serys Slhessarenko está registrada outra história de gratidão. Serys foi apontada como um dos parlamentares envolvidos na máfia dos sanguessugas. Seu genro, funcionário do gabinete em Brasília, recebeu dinheiro da empresa beneficiada com verbas do Orçamento liberadas a partir de emendas apresentadas pela senadora petista. Renan articulou com sucesso para livrar a senadora de um processo de cassação e nunca revelou os detalhes do que sabe sobre o envolvimento dos petistas com os sanguessugas. "Renan nunca me ajudou e eu nunca precisei de ajuda, porque sou inocente", diz Serys. A líder do partido, Ideli Salvatti, uma canina defensora de Calheiros, é o alvo mais precioso das ameaças do senador. Renan já mandou dizer à senadora que instalará a CPI das ONGs assim que Ideli ou o PT derem sinal de que mudaram de lado. Ideli tem ligações umbilicais com petistas de ONGs envolvidas em desvios e financiamentos irregulares de campanhas em Santa Catarina, seu berço político. Na semana passada, em reunião da bancada do PT, oito dos doze senadores do partido defenderam que se fizesse uma manifestação formal pelo afastamento de Renan. Mas Ideli, ainda exercendo o papel de diligente defensora de Calheiros, convenceu os colegas a desistir da proposta em nome da "paz no Senado". Um confronto verdadeiro do PT com Renan Calheiros seria letal para o senador. Mas os senadores do PT estão dispostos a pagar o ônus para suas imagens que a artilharia de Renan pode provocar? Tomara que sim. O Brasil agradeceria.
SENADO | 22/09/2007 - 07:15

Jaime faltará a sessão de 4ª; Pagot corre risco

Romilson Dourado


Devido à morte do pai, senador Jaime não vai a Brasília na próxima semana e deixa órfão o indicado para Dnit

   O calvário de Luiz Antonio Pagot no Senado continua e agora sob uma maior tensão para a sessão ordinária na próxima quarta (26), quando entra em votação, de novo, a Mensagem 74 deste ano, indicando-o para o cargo de diretor-geral do Dnit. Ocorre que o seu principal advogado, senador Jaime Campos (DEM), não estará presente. Por causa do falecimento do pai Júlio Domingos de Campos, o seu Fiote, na quinta, Jaime dicidiu que não viajará a Brasília. Vai se dedicar às questões pessoais e a um maior carinho a sua mãe Amália, muito consternada com a morte do marido. 

    O empenho de Jaime nos últimos dias para que Pagot assuma logo o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes tem surpeendido tanto os democratas quanto à turma da botina, grupo do governador Blairo Maggi que indicou o ex-secretário para o comando da autarquia. Jaime e Pagot estavam distanciados, mesmo ambos sendo da mesma chapa - Pagot é o primeiro-suplente de Jaime -, por causa de interesses conflitantes para as eleições de 2010. Os dois são pré-candidatos a governador.

    Os obstáculos encontrados por Pagot para chegar ao Dnit levaram-no a pedir socorro a Jaime. Mesmo indicado pelo presidente Lula, o afilhado político de Maggi só pode assumir o cargo com aval da maioria dos senadores. O nome passou pela Comissão de Serviços de Infra-Estrutura do Senado, inclusive com relatoria do próprio Jaime. Agora, depende do plenário.

    Por três sessões seguidas, a resolução sobre a nomeação de Pagot empacou. Em duas delas, chegou a entrar na pauta para votação. Há dois problemas. Primeiro, a crise envolvendo o presidente do Congresso, Renan Calheiros, que foi absolvido de um processo, mas enfrenta outros três. A oposição bate duro e vem obstruindo as sessões. Segundo, as acusações de que Pagot cometeu crime de responsabilidade por ter exercido dupla função ilegalmente, uma delas de assessor no próprio Senado. De 1998 a 2002 Pagot recebeu R$ 429 mil como assessor do gabinete do senador Jonas Pinheiro. Com um discurso que expõe Pagot à desmoralização, o PSDB se opõe à nomeação para o cargo federal.

   Como a base governista representa a maioria no Senado, o ex-secretário de Infra-Estrutura, Casa Civil e Educação deve ter seu nome aprovado na sessão da próxima quarta, caso os opositores venham a dar uma trégua. Como Pagot ficou órfão de Jaime, teme reviravolta. Dos senadores da bancada do DEM, por exemplo, ele só contará com um voto, o de Jonas Pinheiro.

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!

SENADO | 20/09/2007 - 18:55

Votação de Pagot para Dnit fica para próxima 4ª

Romilson Dourado

     Depois de dois dias de "massacre" no Senado, Luiz Antonio Pagot vê adiada a votação da mensagem  74/2007 que indica o seu nome para o cargo de diretor-geral do Dnit. Contrariando as expectativas da base governista, não houve abertura para a Ordem do Dia nesta quinta, assim, o pedido de nomeação para que o economista assuma a autarquia, que detém um orçamento anual de R$ 12 bilhões, será votado na próxima quarta. A votação entrou na pauta do Senado por duas vezes, ficando empacada devido à falta de quórum.

      Em verdade, o grande problema está na resistência de alguns líderes tucanos, com o aval da maioria da bancada do DEM, que insiste em não votar para boicotar o processo de nomeação. Nesta quarta, o painel do plenário computou apenas 37 votos, enquanto 72 senadores estavam presentes. Seriam necessários 41 votos.

     Os senadores mato-grossenses Jaime Campos e Jonas Pinheiro (ambos do DEM) continuam no trabalho de articulação, na esperança de sensibilizar os colegas para que não obstruam a votação. No entanto, a estratégia da oposição, liderada pelo senador Mário Couto (PA), tenta barrar Pagot, de carona na crise por causa do caso Renan. Ele promete até ingressar na Justiça contra Pagot. Exige que o ex-secretário do governo Blairo Maggi devolva aos cofres públicos o dinheiro que recebeu de salário na época em que era funcionário do Senado e, ao mesmo tempo, atuava  numa empresa privada, a Hermasa Navegação da Amazônia. (Simone Alves - RDNews)

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!

SENADO | 19/09/2007 - 21:11

Assim, DEM não quer o bem de MT, apela Jaime

Romilson Dourado

     O senador mato-grossense Jaime Campos (DEM), relator do processo de indicação do nome de Luiz Antonio Pagot para exercer o cargo de diretor-geral do Dnit, fez um apelo dramático no plenário do Senado para que a bancada de seu partido não obstruísse a votação. O pedido, em vão, foi direcionado ao seu colega parlamentar, José Agripino Maia (DEM-RN), líder dos democratas.

      "Espero que num gesto de amizade, de carinho, de solidariedade conosco de Mato Grosso, sobretudo com o senador Jonas Pinheiro (DEM) e comigo, faça com que o nosso partido deixe de obstruir e libere a nossa bancada", pediu Jaime, apreensivo. Agripino havia liberado apenas Jonas e Jaime para a votação e isso deixou um clima de insatisfação entre o líder democrata e os dois senadores mato-grossenses.

     Na tentativa de convencer Agripino, Jaime chegou a dizer que o DEM está sendo conhecido pela opinião pública mato-grossense como o partido que não quer o bem do Estado e do país. Jaime também reforçou a tese de que Pagot não cometeu nenhum crime e que já respondeu a todos os questionamentos inerentes ao processo de indicação. "São quase seis meses, que esta matéria foi encaminhada ao Senado Federal e até agora, lamentavelmente, nada de forma concreta e todos os questionamentos foram respondidos. Não houve nenhum cambalacho", disse o ex-governador do Estado.

    José Agripino respondeu a manifestação de Jaime solicitando o encerramento da decisão e também sugeriu uma reunião com a participação da bancada governista para esta quinta (20) para discutirem a mudança de pauta. Agripino quer a votação de dois projetos de lei, inclusive de um que garante o fim de votação secreta para, daí, votar a indicação de Pagot com a bancada liberada para agir como bem desejar.

    O nome de Pagot volta à pauta nesta quinta. O afilhado político do governador Blairo Maggi está acumulando para si o desgaste enfrentado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, que resiste à idéia de renunciar à condição de dirigente do Congresso Nacional. (Simone Alves - RDNews)

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!

SENADO | 19/09/2007 - 18:52

Falta de quórum adia votação sobre Pagot

Romilson Dourado

     A Mensagem 74, que indica o nome do mato-grossense Luiz Pagot para o Dnit, não foi votada de novo na sessão desta quarta. Somente 37 senadores votaram. Para dar quórum, seriam necessários mais quatro votos, chegando a 41. A oposição obstruiu a pauta, sob orientação das bancadas do PSDB e do DEM.

    O senador Jaime Campos, que relatou o processo de Pagot na Comissão de Serviços de Infra-Estrutura, fez um apelo para que o DEM liberasse os parlamentares para votação. Agora, o pedido volta à pauta nesta quinta.

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!

SENADO | 19/09/2007 - 18:13

Couto defenderá ação contra Pagot na Justiça

Romilson Dourado

     O senador Mário Couto (PSDB-PA) disse que defenderá que a bancada do partido no Senado entre na Justiça contra o executivo Luiz Antônio Pagot, indicado pelo governo para assumir o cargo de diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT), com o objetivo de exigir que ele devolva aos cofres públicos o dinheiro que recebeu como salário na época em que foi funcionário do Senado.

     Couto ressaltou que Pagot é acusado de ter sido funcionário do Senado entre 1994 e 2002 e, no mesmo período, atuado numa empresa privada de navegação, a Hermasa Navegação da Amazônia. "A lei não permite esse tipo de acumulação", disse o senador paraense. Também afirmou que, durante os anos em que Pagot exerceu dupla função, ele recebeu cerca de R$ 428 mil. Se Pagot, que é apadrinhado do governador  Blairo Maggi (PR), for mesmo aprovado na votação que acontecerá logo mais, no plenário do Senado, o tucano afirmou que pedirá que a bancada da legenda entre na Justiça requerendo que ele devolva aos cofres públicos todo o dinheiro que recebeu como funcionário do Senado.

     Nesta última terça (18), Couto apresentou um requerimento à Mesa Diretora solicitando o adiamento da votação no plenário da indicação de Pagot. A votação foi transferida por falta de quórum provocada pela obstrução do DEM e do PSDB. O processo de votação deve ser retomado ainda nesta tarde. O senador afirmou que não cabem mais recursos regimentais e, por isso, a votação deve mesmo acontecer. "Pagot tem muitos amigos no Senado. Acho que a indicação dele será aprovada", declarou. (Com Agência Estado)

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!

SENADO | 19/09/2007 - 15:44

Jonas descarta falta de quórum; há 60 senadores

Romilson Dourado

   O senador Jonas Pinheiro (DEM) assegura que o nome de Luiz Antonio Pagot será aprovado hoje pelo plenário do Senado para ocupar o cargo de diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes. Segundo ele, há 60 senadores no plenário. "Está descartada a possibilidade de falta de quórum, como aconteceu ontem (eram necessários 41, mas havia 38)".

     Apesar dos "bombardeiros" contra Pagot, Jonas Pinheiro considera que o processo é normal. O senador empregou o aliado em seu gabinete por oito anos, situação que acabou gerando polêmica porque houve acúmulo de função por parte de Pagot. "Hoje não haverá debates e, por isso, espera-se que se vá direto para a votação", disse o senador. O democrata disse também que a oposição liderada pelos tucanos não vai atrapalhar mais a votação. "A matéria entrando em votação saíremos vencedores", declarou Jonas. (Simone Alves - RDNews)

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!

SENADO | 19/09/2007 - 10:15

Pagot chegará "sangrando" no Dnit; Couto ataca

Romilson Dourado

     O nome do executivo Antonio Luiz Pagot deve ser aprovado pela maioria dos senadores em sessão nesta quarta (19). Apesar disso, Pagot está sendo alvo de alguns ataques. Vai chegar "sangrando" no cargo de diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit). Na sessão desta terça, por exemplo, o senador tucano Mário Couto (PA), escalado para "arrancar o couro" de Pagot,  foi contundente em dizer que o ex-secretário de Infra-Estrutura do governo Blairo Maggi cometeu crime de responsabilidade. Cobrou ressarcimento dos R$ 428 mil que, segundo Couto, Pagot recebera ilegalmente como assessor parlamentar de Jonas Pinheiro durante oito anos por dupla função, já que atuava também como diretor da empresa Hermasa Navegação da Amazônia.

   Couto mostrou um documento encaminhado pelo próprio Pagot sobre o período em que este ocupou a dupla função. Segundo ele, as explicações comprometem ainda mais o indicado para o Dnit.

    Confira abaixo o que disse Couto, o opositor mais ferrenho à nomeação de Pagot.   

Ele é um fantasma

   "Sei que vou ser questionado. Sei que Luiz Antonio Pagot tem muitos amigos no Senado. Por isso, essa ansiedade. Mas, está claro, cristalino. Ninguém pode provar ao contrário. Ninguém! Ele cometeu uma irregularidade patente e comprovada. Não se pode negar isso. Este homem não pode assumir um órgão de tanta importância para este país. Ao votar a discussão do projeto nesta tribuna, vou dar mais detalhes do que aconteceu  dentro deste Senado. Ele trabalhou aqui e recebeu todo o tempo integralmente e trabalhou na Hermasa. Olha aqui! Em referência ao pedido de informação constante do requerimento do Excelêntíssimo senhor senador Arthur Virgilio e outros senadores, comunica o senhor Luz Antonio Pagot, conforme informado pela subsecretaria de pessoal comissionado. Exerceu o cargo de assessor parlamentar no gabinete do senador Jonas Pinheiro. Foi nomeado pelo ato de diretor número 292/1955. Exonerado em 1º de junho de 2002 pelo ato de diretor geral 608 de 4 de abril de 2006. Em referência a pergunta número 12, formulada pelo requerimento nº2007, reiteramos que o senhor Luiz Antonio Pagot exerceu o cargo em comissão de secretário parlamentar e o montante do valor recebido pelo exercício do audido cargo consta na planilha anexa elaborada pela subsecretaria de pagamento de pessoal. Quanto à remuneração atual, corresponde ao cargo mencionado à epoca pelo mencionado servidor, informamos que hoje, pasmem senhoras e senhores, quanto ele recebia. Um secretário parlamentar com uma remuneração de R$ 6,8 mil. Olha aqui senador Jonas. São fatos concretos. Não tem o que questionar, não adianta senador, olha a planilha de recebimentos. Todos os meses abonados, todos os dias. O homem estava lá em Itaquatiara na Hermasa e ao mesmo tempo estava aqui no Senado trabalhando. É um fantasma. Consegue estar em dois lugares ao mesmo tempo para trabalhar. Sabe quanto ele recebeu no total? R$ 429 mil deste Senado. Não pode senador. Não deve senador. Ninguém pode aprovar o nome deste homem. A sociedade está nos observando a cada dia. Chega de errarmos. Por favor senador, não se pode errar mais. Este é o primeiro documento. Vou apresentar outros de departamento desta Casa confirmado que ele cometeu o delito. E se cometeu, tem que devolver os R$ 500 mil, mas no decorrer das discussões, eu vou apresentar outras provas que tenho aqui nas mãos. Carimbadas, registradas e autenticadas que ninguém, absolutamente ninguém pode questionar. Estão aqui em meu poder".

Senador Mário Couto (PSDB-PA)

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!

SENADO | 18/09/2007 - 19:01

Após conflitos, votação é adiada para esta 4ª

Romilson Dourado

    Após ataques e defesas em meio às discussões tensas sobre a resolução que nomeia Luiz Antonio Pagot para o Dnit, o presidente do Senado, Renan Calheiros encerrou a sessão por falta de quórum. Com isso, ficou para esta quarta a apreciação, em plenário, do pedido. O assunto foi debatido por mais de três horas até ser colocado em votação por Renan. Eram necessários ao menos 41 votos, mas somente 38 foram computados.

     O adiamento da votação pode deixar novas brechas para que a oposição faça investida para impedir que Pagot assuma o Dnit. O senador Mario Couto (PSDB-PA) foi quem mais insistiu no adiamento da votação, sob o argumento de que Pagot cometeu crime ao  trabalhar no Senado de 1994 a 2002, e, no mesmo período, na Hermasa Navegação da Amazônia, com sede em Itacoatiara (AM). Couto chegou a sugerir que o ex-secretário do governo Blairo Maggi devolvesse os R$ 428 mil recebidos do Senado que, segundo o parlamentar, foram de forma ilegal.

    O relator do processo de nomeação de Pagot, senador Jaime Campos (DEM), respondeu que Pagot desempenhou bem suas funções e que declarou seus rendimentos corretamente. A estratégia da oposição é postergar ao máximo a aprovação de Pagot em plenário. Portanto, continua o calvário que já dura seis meses. (Simone Alves - RDNews)

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!

SENADO | 18/09/2007 - 17:20

Jaime chama senador tucano de irresponsável

Romilson Dourado

     Os senadores mato-grossenses Jonas Pinheiro e Jaime Campos, ambos do DEM, saíram em defesa de Luiz Antonio Pagot na sessão ordinária que discute o requerimento proposto pelo tucano Mário Couto (PA). "Pagot foi nomeado por mim para realizar trabalhos fora do Senado", disse Jonas. Ele afirmou que não há irregularidades, já que não tinha obrigação de manter Pagot dentro do Senado. Também enfatizou que o indicado à direção-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) "ocupou bem todas as suas funções".

    O relator do processo de nomeação de Pagot ao Dnit, Jaime Campos, chamou a atitude de Mário Couto de irresponsável, ao misturar questões partidárias e pessoais na tentativa de impedir a votação para nomeação de Pagot. "É irresponsável. Acho inadmissível os questionamentos sobre meu relatório. É desnecessário encaminhar o processo para nova apreciação à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado", disse Jaime. 

    Os senadores continuam travando debate sobre o requerimento. Couto propõe que a resolução sobre indicação de Pagot será retirada de pauta. (Simone Alves - RDNews)

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!

SENADO | 18/09/2007 - 17:15

Da tribuna, tucano diz que Pagot cometeu crime

Romilson Dourado

    "Ou Pagot devolve os quase R$ 500 mil ou teremos que demitir funcionários do Senado". Foi o que disse nesta tarde o senador Mário Couto (PSDB-PA), da tribuna, após reapresentar seu requerimento na tentativa de tirar de pauta a resolução que indica o nome de Luiz Antonio Pagot para o cargo de diretor-geral do Dnit. O parlamentar tucano pediu aos senadores que votassem a favor do requerimento que adia a votação da matéria. Se aprovado, as denúncias de Couto serão encaminhadas à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado. 

     Mário Couto tentou desqualificar Pagot, afirmando que ele cometeu um crime ao ter suas faltas abonadas quando foi assessor de Jonas Pinheiro no Senado e, ao mesmo tempo, durante oito anos, atuou como diretor da Hermasa Navegação da Amazônia, com sede em Itacoatiara (AM). "Se trata de colocar alguém que está sendo questionado num cargo de vital importância para o país. Pagot cometeu crime e não pode assumir um cargo de vital importância para o país".

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!

SENADO | 18/09/2007 - 14:27

Senador pede a exclusão de Pagot da pauta

Romilson Dourado

   O tucano Mário Couto (PA), assim que soube que está na pauta a resolução que indica Luiz Antonio Pagot  para a direção-geral do Dnit, já reapresentou um requerimento, solicitando adiamento da votação da resolução. O nome do ex-secretário do governo Blairo Maggi faz parte de 18 processos que devem ser apreciados em plenário nesta terça. Couto argumentou que há restrições ao nome de Pagot, a quem acusa de ter ocupado irregularmente dupla função, entre 1998 e 2002, uma de assessor parlamentar do Senado e outra de diretor de uma empresa privada.

   O senador paraense pediu que Álvaro Dias, que preside a sessão, retirasse a resolução de pauta. Em resposta, Álvaro solicitou que o tucano reapresentasse o pedido formalmente para poder deferi-lo. Dessa forma, tudo indica que não será desta vez que os senadores vão votar o processo. O calvário continua. Já se vão seis meses. Pagot foi exonerado do comando da pasta de Educação do governo Maggi para assumir o Dnit. Antes, precisa do aval da maioria dos senadores.

Comentários:
* O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados!



Histórico

2012:

Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez

2011:

Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez

2010:

Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez

2009:

Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez

2008:

Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez

2007:

Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez

2006:

Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez

PORTAL | BLOG | RDNEWS NO SEU SITE | RDNEWS | EXPEDIENTE | ANUNCIE | CONTATO

Todos os Direitos Reservados - RDNEWS - Notícias e Bastidores da Política em Mato Grosso - 2006 - 2012

Fale conosco: (65) 3637-6104 ou 3637-8249

EIQ Consultoria