Fernando Ordakowski

Adilton Sachetti, derrotado à reeleição em Rondonópolis, agora vira espécie de conselheiro do Paiaguás
A seis meses de concluir antecipadamente o mandato, o governador Blairo Maggi tenta recompor o chamado núcleo duro da administração, com assessores de extrema confiança numa linha mais técnica para, dentro dessa precaução, evitar furo de caixa e/ou adoção de medidas que venham a trazer complicações para sua gestão. Busca fechar torneiras e segurar a sanha dos rebeldes e opositores, de modo a não provocar desgaste nesta reta final do mandato. O ex-prefeito de Rondonópolis Adilton Sachetti assumiu na última segunda, 1º de junho, o cargo de secretário Extraordinário de Apoio e Acompanhamento às Políticas Ambientais e Fundiárias do Estado mas, no fundo, a intenção de Maggi e tê-lo mais próximo para ajudá-lo a administrar com mais austeridade. Derrotado à reeleição no ano passado, o ex-prefeito é mais técnico que político e terá o papel de interferir nas decisões mais complexas, já com a predisposição de "dizer não". Será espécie de porta-voz e conselheiro do Palácio Paiaguás.
Maggi se vê desfalcado do seu grupo da turma da botina dentro do próprio governo. Tenta, com Sachetti, recompor parte da equipe. Antes, os assessores de maior confiança eram Luiz Antonio Pagot, Waldir Teis e Cloves Vettorato. Após comandar as pastas de Infraestrutura, Casa Civil e Educação, Pagot deixou o Paiaguás para assumir o posto de diretor-geral do Dnit em Brasília. Ele era o chamado trator da administração. Teis saiu da pasta da Fazenda para virar conselheiro do TCE-MT. O último desfalque veio com o falecimento de Vettorato.
Dos 24 secretários, os únicos "intocáveis" desde janeiro de 2003, quando Maggi assumiu o Paiaguás, são Yênes Magalhães (Planejamento) e a primeira-dama Terezinha Maggi, que comanda a secretaria de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social. Os demais, ou foram remanejados ou substituídos. Em algumas pastas, ocorreram três ou mais trocas. Maggi decidiu por deixar a cadeira de governador em dezembro deste ano. Sua estratégia é deixar o orçamento de 2010 que deve superar a R$ 8 bilhões, que marcaria o último ano da gestão, para o vice e pré-candidato a governador Silval Barbosa (PMDB) executá-lo por inteiro. Enquanto isso, vai aguardar o momento para assumir um dos ministérios do governo do presidente Lula e, à distância, acompanhar as brigas eleitorais, quando estarão em jogo 24 vagas de deputado estadual, 8 de federais, 2 de senadores e mais a de governador e de presidente da República.
Blairo conquistou seu espaço na política brasileira, mas sua missão não acabou. Tê-lo com mandato no Congresso Nacional, mesmo que ele acredite não ter vocação para o parlamento, traria novos ares àqueles acarpetados gabinetes.
Com certeza o governador vai ficar satisfeito com o trabalho do Adilton, pois alem de sua competencia, ele é muito honesto.
Lamento por Rondonopolis que esta um caos. Este prefeito q assumiu a prefeitura esta transformando nossa cidade num completo horror, perdemos o consorcio de saude por falta de pgto, funcionarios rezam p receber, o `PA esta um desastre completo, com pessoas morrendo por falta de atendimento.
Tinhamos esperanças de q o Sachetti voltasse a prefeitura, pois sabemos das fraudes nas utimas eleições...
O ARQUITETO ADILTON SACHETTI,SEM DUVIDA VALGUMA É UM DOS HOMENS MASI SÉRIOS E COMPETENTES QUE A POLITICA DE MATO GROSSO ABRIGA.
É LAMENTAVEL,E DEPLORAVEL QUE O POVO DE RONDONOPOLIS TENHA PERDIDO UM ADMINISTRADOR DESSE QUILATE.
O DIA QUE O POVO ENTENDER QUE A FUNÇÃO DO POLITICO SÉRIO E TRABALHAR PELA POPULAÇÃO E PELA CIDADE,SEM DEMAGOGIA E TAPINHAS NAS COSTAS,O NOSSO BRASIL MUDARÁ.
FICA A LIÇÃO DE RONDONOPOLIS,PÁRA QUE OS ELEITORES PENSEM NA HORA DE VOTAR,VOTAR NA SERIEDADE E NA COMPETENCIA.
Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
Espero que o sachetti possa mostrar para MT, o seu mica de trabalho, já que em Rondonopoles ele foi reprovado.
Fernando Ordakowski

Deputados Zé Domingos, Wallace, Dilceu e Fabris não querem desgrudar do governo por causa de cargos
O senador Jayme Campos, cacique do DEM e pré-candidato a governador, orientou membros da cúpula do partido a entregar todos os cargos indicados no governo Blairo Maggi mas, de imediato, encontrou resistência da bancada na Assembleia. Os deputados Gilmar Fabris, José Domingos, Dilceu Dal Bosco e Wallace Guimarães resistem à proposta. Cada um "emplacou" de 10 a 20 cabos eleitorais em postos que variam de segundo a quarto escalão. No geral, o DEM conta com cerca de 380 pessoas em cargos comissionados, os chamados DAS. Do staff, dois secretários do partido: Neldo Egon (Desenvolvimento Rural) e José Aparecido, o Cidinho (Projetos Estratégicos). Apesar disso, a cúpula entende que não se trata de indicação partidária, mas sim pessoal do governador, da mesma forma em relação a Leôncio Pinheiro, irmão do ex-senador Jonas Pinheiro (já falecido) e que comanda a Empaer.
Jayme entende que o DEM deve procurar outro rumo e, assim, se distanciar do governo Maggi, de quem é aliado desde as eleições de 2002, quando seu grupo ainda era do PFL e o governador estava filiado ao PPS. Os democratas estão praticamente fechados com os tucanos, que têm como pré-candidato ao Palácio Paiaguás o prefeito da Capital Wilson Santos. Como os quatro deputados não concordam em entregar os cargos, Jayme decidiu postergar a discussão sobre ruptura. Desta forma, ganha mais tempo para montar novas estratégias e esperar uma melhor definição do quadro de pré-candidaturas, principalmente quanto ao PMDB, que tem o vice-governador Silval Barbosa como espécie de candidato nato à sucessão de Maggi, principalmente se este assumir o comando do Estado a partir de janeiro do próximo ano, conforme acordo já definido nos bastidores.
O polêmico Gilmar Fabris é um dos deputados que mais resistem a sugestão de Jayme de entregar os cargos e, assim, deixar a bancada do DEM mais livre para atuar na Assembleia. Para ele, o partido deve se manter no arco de alianças de Maggi, cuja gestão faz elogios. No fundo, o que o ex-presidente da AL deseja mesmo é manter seus apadrinhados nos cargos na máquina estadual.
Enquanto pairam dúvidas, até mesmo se será candidato a governador, Jayme, que se elegeu senador no palanque de Maggi, atua em dois sentidos. Ora dispara elogios à administração estadual, ora faz críticas. Ele disse a membros da cúpula regional do DEM, presidida por Oscar Ribeiro, que, apesar de defender distanciamento do governo, é preciso esperar o momento certo para tomar decisão porque a gestão Maggi é bem avaliada pela população.
Cadê a sua liderança, Jaime! você não manda nem mesmo dentro do próprio DEM, pois esses deputados traíra como (Domingos, Fabris, Wallece e Dirceu) nem te atende, o que eles querem mesmo é continuar mamando, pois são oportunistas. Definitivamente, aguardamos que voces saem dessa aliança e entreguem JÁ os cargos. O Governador certamente saberá conciliar com outros partidos.
E ainda tem gente que vota no Jaime e nessa corja do DEM. O povo não sabe mesmo votar, eles estão preocupados com os cargos, dinheiro, visibilidade, candidatura a Governo eo povo só tomando ...... é viva o BRASIL DOS POLITICOS HONESTOS!!!!!!!!!!!
Ótima charge! Parabéns
Quanto a noticia..
Identidade partidária já era faz muito tempo..
Se Jayme, não oferece uma posição clara de que será candidato, se tambem não mostra nenhuma vontade em se separar de Maggi no Governo, se nem a esposa de leonardo Leão, seu mala de plantão, abrirá mão do DAS, o que está ele se fazendo de tonto e solicitando medidas que ele mesmo, JAYME, não tem coragem de tomar e nunca tomou.
De afogadilho, com estas medidas e com estes atores politicos: Gilmar, Weallace, nunca conseguirá ter uma só solicitação de desligamento de cargo no governo maggi.
Jayme, hoje, acordou com a macaca, amanhã será outro dia.
Precisa mesmo entregar os cargos comissionados, porque destes 380, somente 40 trabalham e os demais só recebe. O governador tem que ser taxativo, exonerar eles já, vai moralizar sua administração e ampliar a admiração do povo Matogrossense pelo seu trabalho. Um abraço

Mauro Mendes só poderá ser candidato se conseguir reverter no TRE a decisão que o tornou inelegível
Foto: Lisânia Ghisi
O candidato derrotado à Prefeitura de Cuiabá e presidente da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), Mauro Mendes, demonstrou nesta segunda (11) otimismo ao falar sobre o julgamento do recurso que protocolou no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) na tentativa de reverter a decisão da juíza da 51ª Zona Eleitoral, Edleuza Zorgetti Monteiro da Silva, que o declarou inelegível por três anos sob acusação de crimes de abuso de poder econômico, compra de votos e gastos ilícitos no pleito de 2008. "Tenho certeza que a decisão da primeira instância será derrubada", garantiu. O recurso, relatado pelo juiz Yale Sabo Mendes, será julgado nesta nesta terça (12), a partir das 18h, pelos membros do TRE. Se conseguir reverter a decisão de primeiro grau e a Coligação Dante de Oliveira, responsável pela denúncia, não recorrer à instância superior, Mendes estará apto a concorrer ao governo do Estado pelo PR.
Perguntado sobre o assunto, Mendes disse que a vitória na Justiça Eleitoral é o primeiro passo para a possível pré-candidatura ao Palácio Paiaguás. "Estou à disposição da sociedade e não do partido e posso contribuir de qualquer forma, sendo candidato ou não". Segundo Mendes, em reunião do PR na última segunda (4), ficou definido que membros da executiva estadual vão ouvir os representantes da base, nos municípios e, a partir disso, fazer uma leitura do cenário político e identificar as necessidades da população. Conforme ele, com a construção deste projeto, naturalmente surgirão nomes com potencial para vencer a corrida ao Paiaguás. Ele citou o ex-prefeito de Rondonópolis, Adilson Sachetti (PR), e até mesmo o peemedebista Silval Barbosa, vice-governador do Estado como virtuais candidatos. "O principal desafio é fazer política no presente e, ao mesmo tempo, projetar o cenário para 2010", apontou. Mendes reafirmou que o deputado federal Wellington Fagundes (PR) foi indicado pelas lideranças republicanas, na última reunião da executiva, para disputar uma cadeira no Senado. "Diante da desistência do governador, o grupo decidiu que o Wellington nosso principal candidato", reforçou.
Sobre a desistência de Maggi em disputar o Senado, Mendes disse que o governador já contribuiu com o desenvolvimento de Mato Grosso e tem o direito de descansar. "Pode ir tranquilo para casa, continuar sua vida e seus negócios porque já fez sua parte. Mesmo sem mandato, Maggi pode contribuir com a sociedade. Não há necessidade de ser político para isto", avaliou. (Andréa Haddad e Lisânia Ghisi)
Admitamos que ele ganhe o recurso; entra candidado , derrama os rios de dinheiro que usou para comprar os mesmos espertos que pensou que iriam lhes dar a prefeitura, usará o mesmo linguajar cheios de palavreados que o povo não entende jamais, passa pro povo a arrogância que lhe é peculiar e sabe qual será o resultado? Já vimos este filme antes.
Por favor, uma explicação: quem está falando na reportagem? O empresário que atropelou uma velhinha e fez o impossivel para não pagara idenizaão dela? O empresário que recebeu uma fortuna em incentivos de um sócio dele que era secretário do governo Blairo? O Presidente da Fiemt que usou a estrutura da Federação para ser candidato a prefeito? O cuiabano que não sabe sequer onome da rua que passa atras da casa dele? O candidato que foi rejeitado por mais de 60% da população na eleição passada? O candidato que fez negociata com candidados que eram opositores a ele no primeiro turno? O candidato que falou mal do CuiabaVest ,mas cooptou o sérgio Cintra para fazer uma cópia do cuiabavest no governo do estado, cuja liciotaão, aliás, está sob suspeita? Sr. Mauro Mendes. Não duvido que o sr. seja absolvido pelo TRE, não porque o sr. não tenha cometido crime, mas porque a lei é o que menos importa nesse país, pois se não fosse assim, o sr. com todos os crimes cometidos acima jamais poderia se candidatar nem mesmo a sindico de seu condominio de altyissimo luxo. Aliás, se se candidatasse com certeza perderia a eleião, mesmo comprando um monte de condominos. Suma da vida de Cuiabá e de Mato Grosso. Aliás, não foi o senhgor quem disse que se perdesse a mamata dos incentivos se mudaria de Mato Grosso. pois va e não volte mais...
Tenho observado o EDER MORAES e se o PR for inteligente ja deveria estar investindo nele para governador.
Eu voto em EDER MORAES para governador.
Esse Mauro Mendes até hoje não engoliu a derrota para Wilson Santos, ele é uma pessoa apolitica, que não saber perder, um mauricinho que fica fazendo beicinho quando lhe tomam o pirulito.
E vocês do RDNews....., que papelão hein! Ainda fornecem palanque pra este senhor? Quem perdeu, perdeu, tem é que arregaçar as mangas e trabalhar, pois sempre vêm uma eleição após a outra.
este último paragrafo, já diz tudo, basta só o autor (ou seja Mauro Mendes) seguir a risca o que disse, pois se vale para o Blario, vale para ele tambem...(não ha necessidade de ser politico para contribuir com o estado) então que o cumpra.....
O novo secretário estadual de Comunicação Social, major Eumar Novacki, que já acumula o comando da Casa Civil, definiu os três nomes que vão auxiliá-lo na política de comunicação do governo Blairo Maggi. À frente da Secom há duas semanas, Novacki optou por manter Elpídio Spiezzi na gestão, ou seja, na área administrativa de uma pasta cujo orçamento é de aproximadamente R$ 40 milhões para este ano. Já o ex-secretário de Comunicação do primeiro mandato do governo Dante de Oliveira, Júlio Walmórbida, já lotado na Casa Civil, assume a coordenação do marketing, numa interlocução com as agências de publicidade. O jornalista Onofre Ribeiro, que também conduziu a Secom no governo Garcia Neto (75/78), integra a equipe com a missão de buscar maior integração das assessorias das próprias pastas e no contato com as redações dos veículos. Onofre estava um tanto afastado da administração Maggi porque havia "tomado partido" nas eleições de 2006, mas as divergências com o Palácio Paiaguás foram superadas.
"Estou repensando a estrutura da Secom. É bem provável que a gente faça mudanças de cargos e funções", diz Novacki, em entrevista nesta terça (14). Ele observa, porém, que quanto ao quadro de servidores praticamente não haverá alteração. Segundo ele, Maggi pediu que o foco nas divulgações das ações governamentais seja dado conforme a rotina de trabalho e a necessidade de interação com a sociedade. Para Novacki, "não será fácil substituir José Carlos Dias (ex-secretário)", para quem "reúne vasta experiência na área de comunicação". Novacki é o terceiro que assume a Secom do governo Maggi, que começou em 2003 com o publicitário Geraldo Gonçalves. Depois veio José Carlos, que pediu exoneração recentemente.
Na avaliação do novo secretário, o governo tem várias ações na área social que não são divulgadas. Cita, por exemplo, que a população carcerária aumentou de 3 mil para 12 mil no atual governo graças ao que chama de "atuação firme da secretaria de Justiça e Segurança Pública no combate à criminalidade". "Antes, o que se buscava era simplesmente privar o preso da liberdade. Hoje, o governo busca também a ressocialização, levando educação a eles, tanto que teve um reeducando que passou no vestibular", diz Novacki. "Hoje tem muita coisa positiva que está acontecendo e não é divulgada".
O NOVACKI PODE APARTAR UNS 5 MILHÕES E CONCLUIR O HOSPITAL REGIONAL DE CUIABÁ. OU TUDO ISSO SERÁ GASTO SOMENTE COM PROPAGANDA DO GOVERNO? ME ENGANA QUE EU GOSTO!
Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
ALGUEM DESTE GOVERNO PODERIA ME RESPONDE UM COISA. SERÁ QUE O GOVERNO MAGGI NÃO VAI CONCLUIR AS OBRAS DO HOSPITAL CENTRAL DE CUIABÁ? GASTA VERBAS COM TANTAS PORCARIAS, COMO ESSE TAL DE KATOOMBA, QUE DIZEM A BOCA PEQUENA TER CHUPADO CERCA DE 1 MILHÃO. OUTROS 6.5 MILHÕES COM UMA EMPRESA DE COMPUTAÇÃO. UMA TAL DE COMPLEXX, E NÃO VAI CONCLUIR O HOSPITAL? ALGUÊM DO STAF PODERIA ME DAR ESTA RESPOSTA. O HOSPITAL NÃO É PRIORIDADE NESTE GOVERNO?
O Primeiro Ministro e Imperador do Governo Blairo Maggi, Eumar Novacki, fazendo uso de suas atribuições e de seu atual poder no Estado complementa sua asseoria com renomados jornalistas de nossa Capital. Pelo peso de seus comandados, acredita-se que o Governo Estadual não medirá esforços para que a Secretaria de Comunicação Social enalteça a administração estadual, principalmente em ano pré-eleitoral, quando um marketinho amigo não faz mal prá ninguém, não é mesmo ?
De maneira discreta, o secretário Eumar Novacki vai ajustando a máquina do governo e imprimindo seu ritmo de trabalho. Particularmente, gostei das mudanças na Secom, por considerar Onofre e Júlio profissionais capazes e respeitados. Desejo ao secretário Novacki sucesso em mais este desafio.
Deputado Campos Neto

Somente três secretários continuam como "intocáveis" nestes sete anos do governo Blairo Maggi. Yênes Magalhães responde pelo Planejamento e Coordenação Geral desde janeiro de 2003, quando o rei da soja assumiu o comando do Palácio Paiaguás pela primeira vez. A primeira-dama Terezinha Maggi se mantém no Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social, enquanto Baiano Filho, apesar de ter se afastado por duas vezes, conduz a secretaria de Esportes e Lazer também desde a estréia de Maggi como governador. Enquanto isso, quatro secretarias (Casa Civil, Saúde, Educação e Desenvolvimento Rural) já tiveram quatro secretários.
A última mudança no primeiro escalão aconteceu na semana passada, com a saída do jornalista José Carlos Dias da pasta da Comunicação Social. O secretário-chefe da Casa Civil, major PM Eumar Novacki, acumula a Secom. Por enquanto, o governador não tem substituto definitivo. A tendência é que Novacki comande as duas pastas por um bom tempo. Dos integrantes do staff, o "novato" é José Aparecido dos Santos, o Cidinho, que deixou a presidência da AMM e responde pela secretaria de Projetos Estratégicos e do MT Regional.
Ex-vereador por Cuiabá, Yênes tem atuação técnica. Ele já esteve "grudado" em Roberto França, de quem foi secretário no primeiro mandato do ex-prefeito de Cuiabá. Flávia Nogueira saiu da administração e depois retornou ao staff. Começou na Ciências e Tecnologia e responde atualmente pela secretaria extraordinária de Apoio às Políticas Educacionais
Mudanças
O governo Maggi está no sexto secretário da Casa Civil. Começou em 2003 com Carlos Brito. Depois vieram Joaquim Sucena, Luiz Pagot, Antônio Kato, João Malheiros e, hoje, Novacki. A Saúde iniciou com Gabriel Novis Neves, depois veio Luzia Leão, Marcos Henrique Machado e, por fim, Augustinho Moro. As mesmas mudanças ocorreram na Educação, já comandada por Novis Neves, Ana Carla Muniz, Luiz Antônio Pagot e hoje sob Ságuas Moraes.
O Meio Ambiente começou com Moacir Pires, seguido por Marcos Machado e hoje está sob Luís Henrique Daldegan. Na pasta do Desenvolvimento do Turismo já passaram Ricardo Henry, Yêda de Oliveira, Pedro Nadaf e, desde o ano passado, é conduzida por Yuri Bastos. No Desenvolvimento Rural já estiveram Homero Pereira, Otaviano Pivetta, Cloves Vettorato (já falecido) e Neldo Egon.
Na Justiça e Segurança Pública o ex-deputado Carlos Brito substituiu Célio Wilson e, este, foi trocado por Diógenes Curado. Na Infra-Estrutura, Vilceu Marchetti entrou no lugar de Pagot. (Romilson Dourado)


Em Guiratinga, sigla sofre desfiliação em massa de 300 pessoas e os 2 vereadores que restam pedem para sair; comissão quer "enquadrar" governador por priorizar outros partidos em detrimento da maior legenda do Estado prestes a implodir
Membros da Executiva regional do PR resolveram se juntar a maioria de seus deputados para cobrar uma posição do governador Blairo Maggi que, na opinião deles, está desarticulado politicamente e tem preferido prestigiar outras legendas da base em detrimento do próprio Partido da República. O discurso sobre descontentamento geral ecoou na reunião do partido na segunda (23) à noite, com as presenças de Moisés Sachetti (presidente estadual), Emanuel Pinheiro (secretário-geral), do deputado Mauro Savi, do empresário Mauro Carvalho, do superintendente da AMM Adjaime Ramos de Souza e do ex-prefeito de Rosário Oeste, Zeno Gonçalves, além dos jornalistas-assessores Justina Fiori e Ubirajara Orrigo. Dos 14 membros da Executiva, faltam o tesoureiro César Zílio, os dois deputados federais (Wellington Fagundes e Homero Pereira) e os estaduais Wagner Ramos, João Malheiros, Sebastião Rezende, Sérgio Ricardo e Jota Barreto.
Mesmo na condição de líder do Palácio Paiaguás na Assembleia, Mauro Savi resolveu liderar o movimento contra o próprio governo. Ele colocou na reunião que se sente desprestigiado, assim como os demais companheiros, porque o governador não demonstra uma ação de respeito ao partido. A cúpula lembrou que nenhum dos 24 secretários, embora vários deles sejam filiados ao partido, são tidos como indicação da legenda. Todos entraram para o staff como cota pessoal do governador. Adjaime Ramos chegou a sugerir que o PR, para confrontar Maggi, lançasse um candidato a governador de imediato, podendo ser Sérgio Ricardo ou o prefeito de Água Boa, Maurício Tonhá, o Maurição, ou outro nome. A estratégia seria apenas para marcar posição e pressionar Maggi para mudar de postura e não deixar a direção do partido tão impotente. A sugestão de Adjaime não foi acatada.
O estopim da crise foi a debandada do PR de Guiratinga (a 320 km ao sul de Cuiabá). Cerca de 300 pessoas se desfiliaram em bloco e os dois únicos vereadores do partido no município (Roberto Dorilêo e Ivair Vilela de Moraes) encaminharam uma carta à direção estadual, pedindo autorização para o desligamento partidário. No documento, eles atacam o governo Maggi e também o presidente Sachetti. Só não apresentaram pedido de desfiliação porque temem perder o mandato por infidelidade partidária.
Tudo começou porque o diretório local indicou os irmãos Francelino, ex-prefeito e, depois Nilson Duarte da Silva, o Nilsinho, derrotado à sucessão municipal no ano passado, para a chefia da Ciretran. O governador vetou os dois nomes. Optou por nomear ao cargo um petista apoiado pelo ex-deputado e ex-secretário de Estado Carlos Brito. Revoltados, quase todos os filiados pediram desligamento do PR.
Conflitos
Focos de conflitos foram identificados também em Rosário Oeste, Porto Alegre do Norte e Alta Floresta. Mesmo se tratando da maior agremiação partidária do Estado, com 33 prefeitos, 17 vices, 229 vereadores, 6 deputados estaduais e 2 federais e um governador, o PR começa a perder quadros por causa da desarticulação do próprio governo. Maggi manteve Sachetti na presidência mas, na reunião de cúpula realizada em 7 de fevereiro no Sesc Pantanal, em Poconé, não deu autonomia para o dirigente tomar decisões. "No governo Maggi, o PR menospreza o prejuízo e socializa o lucro político", declarou o ex-deputado Emanuel Pinheiro durante o encontro desta segunda, segundo fontes. Na avaliação dele, a questão não é fisiologista. Entende que Maggi cede mais aos outros partidos e menospreza a sigla dele próprio, o que vem trazendo desgaste à direção estadual.
Os republicanos disseram também que as bases reclamam do fato do governo inaugurar obras nos municípios sem, sequer, comunicar ao partido, abrindo oportunidade para adversários tirarem proveito político dos feitos da administração. Para aumentar o clima de descontentamento, o PR não tem perspectiva de poder. O único nome declarado para disputar cargo majoritário em 2010 é do próprio Maggi, que ora admite concorrer ao Senado, ora posterga a discussão. Uma comissão será formada para questionar, pessoalmente, o governador sobre o que, afinal, deseja do PR. O bloco demonstra também descontentamento ao que chama de interferência do secretário-chefe da Casa Civil, Eumar Novacki.
Isto é apenas o começo.
E tão vendo isso agora????
Quem não via que Brairo Magi liderava Mato Grosso como quem lidera suas fazendas só pode ser tido como cego!!!!
Ou os filiados do PR tinham secretários sulistas todos como partidários? Sim, são partidários, do Partido Brairo Magi, que foi quem cresceu o PR. E como já disse em comentários passados, o PR só existe enquanto Brairo for governador, É PARTIDINHO DE ALUGUEL, que foi constituido só para saciar as vontades de Brairo.
PR... de MAIOR Partido de Mato Grosso, daqui uns dias, talvez amanhão, deixará de existir.
Quem gosta de política, quem é partidário, deve escolher para se filiar um partido sério e consistente, como PSDB; PMDB; PT; PDT ou PTB, o restante É PARTIDINHO DE ALUGUEL. Ou tô errado.......
Esta desarticulação do PR não é nenhuma novidade,digo com a tranquilidade de quem como eleitor tratou do mesmo assunto de forma rápida com o presidente Moisés Sachetti ao encontra-lo no Hospital São Mateus ano passado e pelo vistoestava correta as minhas ponderações postas em relação a campanha de Cuiaba que desaguaram em outros municipios e pelo visto o partido pretende ir para 2010 com o mesmo vício de origem que poderá levar a uma acachapante derrota,mesmo com todo o serviço prestado pelo governador Blairo Maggi pois política não se faz com distenção e sim com união de esforços começando respeitando os filiados que são a mola propulsora da enrgia necessária para dar voz e atingir o coração da sociedade,restando as candidaturas postas passar credibilidade nas realizações das propostas e projetos postos,sendo assim a distenção por falta de dialogo partidario entre base e cupula só pode levar ao caminho da desagregação partidaria começando pelo partido não ter um comando único e culminando com as vozes destoante que surgem por não saber a quem realmente cabe as decisões partidárias.
Já começou o que já era esperado, as traições de pequenos, médios e grandes descontentes com o chefe do Poder Executivo Estadual. Esse filme já foi visto em tempo passados e se repete a cada governo. A reeleição só veio apimentar um pouco mais a questão. O Governador, qualaquer que seja ele, em final de governo é o alvo preferido pelos trairas de sempre. Mostrar descontentamento perto de fim de mandato é o mote da revoada dos corvos e anões políticos em busca de novos aconchegos e benefícios pessoais. Mas, nem todo descontentamento é improcedente. De fato, o Governador peca - e muito - ao permitir que esse soldado, despreparado e ineficiente, tenha poderes além de sua capacidade. De política e administração pública ele nada entende. É apenas um engomadinho, cordeiro e passador de recados, incapaz de quaisquer outras missões de maior relevância política em defesa dos interesses público e social. Sr. Governador, ainda é tempo de se redimir com relação a esse frágil ajudante.
Mas, de qualquer forma, pode ficar preparado que as traições só estão começando. Todos os calabares sabem que daqui prá frente o Sr. pouco tem a dar em convergência com os escusos interesses dessa execrável matilha de malfeitores políticos.
O recado está dado!
Olha o Gov. colhendo o que planta ( e não é soja !!) depois de tantas asneiras o dito começa sua obra para acabar com o partido.
Quanto a proposta do Sr. Adjaime de lançar qualquer um, fica aqui uma pequeno exclarecimento. O Sr. Sérgio Ricardo conforme pesquisas vem bem a frente do caudilho da soja portanto não é qualquer um tendo com isso amplas chances de disputar qualquer cargo eletivo que achar por bem.
O prefeito de Rondonópolis Zé do Pátio (PMDB) estava preparando sua tropa de choque para a primeira audiência pós-eleições municipais com o adversário político, governador Blairo Maggi (PR), quando foi avisado do cancelamento do encontro. Maggi viajou para São Paulo, acompanhando a esposa, primeira-dama Terezinha Maggi, que se recupera de uma infecção hospitalar contraída após uma cirurgia de redução do estômago.
Para a reunião no Palácio Paiaguás, que estava agendada para esta quinta, às 15h, Pátio levaria consigo a bancada do PMDB na Câmara Municipal, composta pelos vereadores Adonias Fernandes, Mariúva Valentim, Lourisvaldo Manoel de Oliveira, o Fulô, e Manoel da Silval Neto; líderes comunitários, alguns secretários, toda a Mesa Diretora da Assembleia, além da bancada peemedebista, composta por Antonio Brito, Adalto de Freitas, o Daltinho, e Nilson Santos. A intenção do prefeito rondonopolitano seria deixar o governador em saia-justa, com uma série de cobranças. A Casa Civil foi informada da estratégia do peemedebista que, segundo informações, estaria mais preocupado em fazer política com seu estilo populista do que resolver os principais problemas do município. Pelo visto, o Paiaguás deve postergar agora por um bom tempo a audiência entre Maggi e Pátio.
O prefeito preparou um pacote de reivindicações, com a intenção de empurrar algumas responsabilidades para o Estado. Maggi e Pátio não conversam oficialmente desde meados do ano passado. O clima entre ambos ainda é tenso por causa de resquícios e troca de farpas na campanha eleitoral. Maggi bateu duro em defesa da reeleição do então prefeito Sachetti, derrotado por Pátio nas urnas de 5 de outubro.
Pátionão não tem maturidade para ser um administrador, ele quer esconder sua incompetência usando como estratégia ogrito, dá uma de doido para não enfrentar a dura realidade de Rondonópolis que ele na campanha disse que faria melhor que o outro que lá estava. O povo agora não vai perdoar abra o olhomeu amigo...
Desculpe-me mas este senhor não esta em seu juizo perfeito.
Gostaria de entender pra que tanta gente pra uma audiencia com o governador, será que isso tudo é medo, pq ele anda assustado demais, receioso até se despacha de hotel de luxo pra n atender o povo. Ué mas ele não é o Zé do povo?
Vai trabalhar homem, cumprir suas promessas!!! Enganar um povo sofrido não é coisa de gente seria. Iludir os servidores e estudantes.
Faça me um favor senhor prefeito, já que sua mascara caiu, faça algo pela saude, o senhor criticava tanto a saudde na gestão passada e agora esta bem pior, nem medico nos PSF tem.
Para de gastar com Hotel caro e faça algo pelo povo desta cidade.
E realmente é um circo esta comissão que irá acompanha-lo, fala serio Zé? Mariuva ? ACORDA ZÉ! SENÃO VC N GANHA NEM PRA PRESIDENTE DE GRILO.
É lamentável a postura do Prefeito de Rondonópolis, V.EXª. dizei a verdade e ela vós libertarás V.EXª. de per sí, assume uma verdade que a pouco combatia, cadê o zé do pátio, que Mato Grosso inteira estava torcendo pela sua vitória... ainda bem que existe este WEB SITE RD NEWS, assim podemos esplanar nossos sentimentos de revolta, estou muito decepcionado com V.EXª e com o Prefeito de Cuiabá, lamentável, tchá por Deus.
É lamantável!!! Zé Carlos do Pátio agindo dessa forma enterra definitivamente um MITO.
O dele próprio!! Ele era um mito na política e está se revelando um sujeito fraco, despreparado, centralizador, péssimo articulador... Cadê as pessoas que ajudaram a eleger esse hoem. Pelo amor de Deus coloquem um pouco de juízo na cabeça dele, desse jeito ele não se elege nunca mais nessa cidade.
Não precisa fazer propaganda contra não!!! Ele próprio se arrebenta sozinho.
SOCORRO (E eu para piorar ainda votei nele e consegui uns bons votos para esse despreparado)
Na teoria ele tinha solução para tudo, antes da eleição.
E agora?
O prefeito cuiabano Wilson Santos, que comanda o PSDB no Estado e é tido como virtual candidato da sigla ao governo do Estado, disse que o tucanato concorrerá ao Palácio Paiaguás no próximo ano. Apesar disso, ele não arriscou citar nomes e desconversou sobre sua pré-candidatura, diante da insistência do apresentador do Ponto de Vista, da TV Rondon (Rede TV!), Onofre Júnior, em entrevista levada ao ar neste domingo à noite.
Santos afirmou que não tomará decisão de disputar a sucessão do governador Blairo Maggi sem o consentimento da população cuiabana. "A eleição de 2010 está longe e meu projeto é concluir o mandato em Cuiabá. Só vou discutir isso no ano que vem". Mesmo enfatizando que seu compromisso é com a Prefeitura da Capital, Santos avaliou que um entendimento entre os governadores tucanos de Minas Gerais e de São Paulo, respectivamente, Aécio Neves e José Serra, sobre a candidatura do partido à Presidência da República, motivará o PSDB em Mato Grosso a encabeçar uma chapa majoritária também em âmbito estadual. "Acho que o PSDB terá candidatura própria (no Estado) puxada pela aliança nacional de Serra e Aécio", reconheceu Santos, que começou em janeiro deste ano o seu segundo mandato de prefeito. Ele já foi vereador, deputado estadual e federal.
O tucano se mostrou empolgado com a candidatura tucana ao Palácio do Planalto. "O pós-Lula será com certeza do tucanato. O Brasil vai ter um novo presidente do PSDB e Cuiabá vai ganhar muito com isso". Em Mato Grosso o único governador do PSDB foi Dante de Oliveira, que faleceu em 2006. Dante se elegeu ao Paiaguás em 1994, pelo PDT. Depois, quando já estava na cadeira de governador, migrou para a sigla tucana. Assim, o partido, com a força do poder, ganhou musculatura. Em 2002, quando Dante renunciou ao mandato para concorrer ao Senado, a legenda tucana tinha nada menos que 55 dos 141 prefeitos do Estado. Hoje conduz somente seis prefeitura. (Andréa Haddad)
Clique no play e veja o que diz Santos sobre o PSDB e o pleito de 2010
Romilson e competente equipe: parabéns pelo novo visual do nosso RDNews S.A.. À respeito desta matéria, cumpre-me destacar, no entanto que, para que Wilson Santos se consolide como futuro candidato ao Governo do Estado de Mato Grosso é necessário que ele inicie, imediatamente, a trabalhar. Cuiabá encontra-se jogada às moscas administrativamente e não conseguimos visualizar nenhuma ação administrativa da Prefeitura no sentido de dar prosseguimento ao trabalho que o alcaide vinha fazendo no mandato anterior. É necessário que o Prefeito assuma o comando da Prefeitura e passe a desenvolver as políticas necessárias ao desenvolvimento e bem estar de nossa população. A sua candidatura ao Governo do Estado passa necessariamente por uma boa administração na Capital, e isto não estamos sentindo atualmente. Concomitantemente, deverá massificar o seu nome no interior do Estado, dar-se a conhecer, organizar o Partido e realizar as reuniões políticas que lhe garantam sustentabilidade para fazer face à essa sua pretensão política.
O PSDB TEM QUE JUNTAR OS CACOS OU MELHOR OS GUERREIROS DA POLITICAS DEIXA DE SER TEINOSA WILSON SANTOS OS VELHOS ALUNOS DO DANTE QUE LEVOU VC AONDE ESTA NAO DESPRESA APARECIDO ALVES/DITO LOURO/THELMA DE OLIVEIRAE OUTROS GERINOS DO PSDB SE NAO ESSE PODER NAO VOLTARA PARA NOS NOS AMAMOS O PSDB ABRACOSAOS MILITANTES EAOS MATOGROSSENSES.
E só agrutinar as lideranças que o pau come Presidente, o resto agente faz, porque o seu nome já empolga a militancia que e a maior do estado junto com o saldoso PMDB e o aguirido DEM não tem pra ninguem.
O PROGRAMA PONTO DE VISTA PARECIA O HORÁRIO POLITICO ELEITORal, NÃO SOMOS OTÁRIOS SR. PREFEITO.
WILSON PINOQUIO DOS SANTOS, DÁ LICENÇA, CUMPRA AS PROMESSAS FEITAS E DEPOIS PENSE EM SER GOVERNADOR
SÓ PRA LEBRAR
ETA TIJUCAL A UNIVERSALIZAÇÃO DA AGUA???
BALSA UNIVERSITARIA?????
ESCOLA EM TEMPO INTEGRAL?????
ESTAGIO PARA OS POBRES NA PREFEITURA???
REFORMA DO PRONTO SOCORRO????
GUARDA MUNICIPAL?????
2 VIADUTOS?????
CASAS POPULARES?????
NOVO BAIRRO NA LAGOA TREVISAN?????
????? ????? ????? ??????
E OUTRAS, O POVO LEMBRA SIM.
A Rede TV despencou muito no domingo. Tentei assistir essa entrevista porém foi muito ruim. O Prefeito tem resposta prá tudo, porém quando a coisa é de responsabilidade da prefeitura diz que está fazendo (um gerundismo interminável), quando é do Governo Estadual ou Federal, omite ou tenta abocanhar parcela do que está sendo feito sem nunca ter participado.
Foi muito estranho o tempo de entrevista. Acredito que mais de duas horas.
As respostas do Wilson Santos ratificam que ele como político temos que tirar o chapéu, consegue enganar muita gente, agora como Gestor Municipal demonstra que é muito fraco.
Ele não tem as mínimas condições de Gerir uma cidade quiça um estado.
O secretário estadual de Administração, Geraldo de Vitto, autorizou a assinatura de 51 contratos emergenciais, com validade de apenas dois meses, para o fornecimento de combustível ao Poder Executivo pela "bagatela" de R$ 6,5 milhões. Ou seja, serão gastos mais de R$ 3 milhões mensais com combustível para atender a administração estadual apenas no interior do estado. Os valores dos contratos variam. Vão de R$ 2 mil a R$ 295 mil. Em Cuiabá, o Executivo mantém contrato com a empresa BR Distribuidora. Geraldo de Vitto explica, por meio da assessoria de imprensa, que os contratos foram fechados em caráter emergencial porque a ADM Comércio e Distribuidora, empresa que prestava o serviço ao governo estadual, rompeu o contrato em janeiro sob a alegação de ter sido afetada pela crise econômica mundial.
Ele explica ainda que mesmo com duração de dois meses, os contratos podem ser suspensos antes do prazo, assim que for realizada um novo processo licitatório para a contratação de uma empresa que substituirá a ADM. Nos contratos, porém, existe a cláusula sobre a possibilidade de prorrogação. (Flávia Borges)
Esse é o governo que tinha como proposta o novo, ousado, mas que novo é esse? Como pode alguém romper um contrato assim, sem prévio aviso? E aquela coisinha chamada SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO SOBRE O PARTICULAR? Se realmente houve desequilíbrio econômico financeiro a Lei faculta a repactuação, oras, essa história está mal contada, ou será que alguém tem rabo preso?
Esperemos que o Ministério Público acompanhe de perto essa recisão e a nova contratação, sem licitação, de irrisórios seis milhões e meio de reais...
É só a ponta do iceberg, afinal, estamos em fim de governo e pra não fugir a regra, infelizmente, pois votei duas vezes nesse governo, a história parece que vai se repetir, começou na Segurança Pública.
Acorda Governador Blairo, não me decepcione.
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Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
este é o secretário do recadastramento?!
Hum ele quer pegar os funcionários fantasmas do Estado?
Coitado!!!!!!
Primeiro ele não sabe que funcionario fantasma não é sinonimo de funcionario inexistente! MAs de funcionario que não trabalha!
Segundo ele não sabe que os fantasmas foram os primeiros a se recadastrar pois vivem sem fazer nada! Só em busca de atestados medicos! logo foram os primeiros a providenciar toda a parafernalia de documentações que o recadastramento exige!!!!
Eita falta do que fazer!!!!!!!
Quando por ocasião da contratação dessa empresa ADM, vi o Roberto França rasgar elogios aos irmões, que são proprietários da empresa. Disse que o Devito estava certo em valorizar o pessoal e o sistema da terra. Precisa agora o Roberto França mandar o pessoal saber porque realmente o Estado rompeu com os dois irmões da ADM e dar um novo recado. Estão dizendo que ouve calote nos Postos de Combutível do interior por parte da ADM, será Roberto? Queremos saber se isso é verdade.
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O governo estadual resolveu fechar o cerco contra servidores ativos e empregados públicos que não validaram a atualização dos seus dados cadastrais. O prazo se estende até 17 de abril. O Estado tem mais de 80 mil servidores. Aqueles que ignorarem a resolução da Instrução Normativa 014/2008 vão ter subsídios suspensos. O prazo para esse perfil de servidor foi estendido por quase dois meses. Em princípio, a suspensão deveria ocorrer em 26 de fevereiro.
“É necessário que esses servidores e/ou empregados que têm documentos pendentes para entrega, validem a atualização até 17 de abril impreterivelmente”, avisa a coordenadora de Atualização Cadastral, Edalva Maria Dias. O governo do Estado disponibiliza vários postos para atualização cadastral. Na capital, estão localizados na escola estadual Presidente Médici, no bairro Araés, e nas dependências da secretaria estadual de Administração. Ao todo foram montados 29 postos em 21 municípios.
O secretário de Administração, Geraldo de Vitto, disse que a atualização leva em consideração a necessidade de aperfeiçoar, ampliar e empreender maior controle em relação ao cadastro dos servidores. Enfatiza que existe também a necessidade de obter informações sobre a saúde dos servidores e dos empregados públicos.
Palhaçada esse recadastramento. Quando tomei posse, entreguei ao Estado cópias de todos os documentos exigidos em edital. Vale lembrar que esse não é o primeiro recadastramento de servidores feito por esse mesmo governo. Onde estão os sindicatos que não defendem os servidores? Tem que caçar os fantasmas... Esses não são concursados. São DAS.
Geraldo, que é isso cara, ouvi dizer por pessoas que lhe conhecem que vc é um cara legal.Porque essa mascara de mal? nao me vem dizer que voce admira essa frieza e incessibilidade de maggi, pagot, e Adilton.
Cara nós somo latinos, gostamos de um sorrizo de um bom aperto de mão. Se for o cargo que lhe força a manter essa distancia das pessoas, deixe de lado o protocolo, porque cargos e até o poder são efemeros. O que vale na hora que estamos em um caixão é como foi que nos relacionamos com nosso semelhante. o que quero dizer é o seguinte nao sucumba a empafia e a arrogancia, pois ela ja fez vitimas como zé dirce, adilton, vai fazer o pagot o blairo o novack, o campo sales, e se voce nao mudar tambem voce.
Ridiculo este recadastramento, cheguei a ver no posto de Cáceres pessoas de cadeira de roda, idosos,doentes, com dificuldade de mobilidade sendo carregados para tirar a foto e serem recadasrtrados... detalhe, a maioria tinha que retornar varias vezes em virtude das exigencias de documentos originais... foi um Deus nos acuda....
-Medida inócua.
-Talvez o secretário não entenda sobre tecnologia da informação.
-Basta,cada centro de atividade estadual informar quem trabalha no setor.
-Quem não informar corretamente, deve ser demitido.
-Por exemplo:temos funcionários de Rondonópolis vivendo das benesses do governo estadual,morando em Cuiabá,e recebendo proventos da prefeitura de Rondonóplis.
-Com a informática, podemos cruzar as informações.
-Por debaixo dos panos,conseguimos entender como um funcionário que fez concurso para o Hospital Regional,nunca pisou no estabelecimento.
-Estas são medidas para institucionalizar as falcatruas do governo de mãos limpas.
-Favor não me pedirem para citar nomes,pois a lista é grande,principalmente depois que Sassá perdeu a eleição.
ESTE SECRETÁRIO DEVE AGRADECER A DEUS POR TER PERMANECIDO TANTO TEMPO NESTE CARGO, SENDO TÃO RUIM PARA OS SERVIDORES...SEQUER CUMPRIMENTA OS SERVIDORES...NADA DE BOM DIA, BOA TARDE...
NESTA DE RECADASTRAMENTO FIZERAM O ABSURDO DE EXIGIREM PRIMEIRA VIA OU SEGUNDA VIA RECENTE DE DOCUMENTO, POIS NÃO ACEITARAM NEM CÓPIA AUTENTICADA DO DOCUMENTO, UM ABSURDO. TEVE GENTE QUE TINHA CÓPIA AUTENTICADA E TEVE QUE PEDIR EM OUTRO ESTADO, SEGUNDA VIA DO DOCUMENTO ORIGINAL...TOTALMENTE DESNECESSÁRIA ESTA EXIGÊNCIA, QUE NA MINHA OPINIÃO, ILEGAL...

Luiz Pagot alega que não consegue conciliar a direção-geral do Dnit com a pré-candidatura a governador e "joga a toalha"
Luiz Pagot, o primeiro a deflagrar pré-campanha a governador em 2010, disse nesta quarta, em entrevista ao RDNews por telefone, que já comunicou ao governador Blairo Maggi a sua desistência do projeto político. O assunto será discutido agora com a cúpula do partido numa reunião marcada para 7 de fevereiro. Pagot alega que é praticamente impossível conciliar suas atividades como diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte (Dnit), em Brasília, com a pré-candidatura.
Diretor-geral do Dnit vê
como alternativas do
arco de alianças os
nomes de Abicalil,
Mendes e Silval
Perguntado sobre alternativas do PR para substituí-lo ou nomes de outros partidos, o afilhado político de Maggi disse que "é preciso construir uma nova candidatura dentro do arco de alianças". Ele sugeriu que o governador conduzisse esse processo e citou, como opções do grupo, o deputado federal Carlos Abicalil (PT), o empresário Mauro Mendes (PR) e o vice-governador Silval Barbosa (PMDB).
Pagot revela que avisou ao governador que não poderia fugir do desafio à frente do Dnit e que, por essa razão, decidiu "jogar a toalha". Maggi compreendeu a situação. Luiz Pagot, que já foi secretário de Infra-Estrutura, Casa Civil e Educação do próprio governo Maggi, afirma que é responsável por um orçamento de R$ 17,6 bilhões previstos para este ano e mais R$ 9 bilhões para o exercício de 2010. Cuida de projetos ligados à ferrovia, hidrovia e rodovias. "Ontem (nesta terça) eu saí da Casa Civil às 23h05. Para se ter uma idéia, o Dnit tem 2.163 contratos de obras".
Pagot considera que suas atribuições acaba tendo uma demanda maior do que do governador de Mato Grosso. Ele traça um comparativo. Observa que, enquanto o Estado, com mais de 80 mil servidores, tem Maggi como chefe do Executivo, 22 secretários e mais presidentes e diretores de empresas, orgãos e autarquias para cuidar de orçamento anual de R$ 8 bilhões, ele (Pagot) tem a missão de executar R$ 17 bilhões com respaldo de cinco diretorias e menos de 3 mil servidores em todo o país.
"Eu sou a missão e quero terminar esses projetos corretamente. A responsabilidade é muito grande", diz Pagot, antes de desligar o aparelho celular para começar a primeira reunião desta quarta, em Brasília. Ele não quis comentar, mas sua desistência é motivada também pela falta de visibilidade eleitoral. Nas pesquisas internas, o nome de Pagot aparece bem atrás do presidente da Assembléia, deputado Sérgio Ricardo, que passa a se esforçar para ser o nome do PR ao Paiaguás, mesmo não tendo hoje apoio da chamada turma da botina - grupo ligado a Maggi.
Opções
Sem Pagot no páreo, outros nomes começam a surgir no cenário, como do pecuarista e prefeito de segundo mandato de Água Boa, Maurício Tonhá, o Maurição, filiado ao PR. Os democratas, por sua vez, voltam a reforçar o nome do senador Jayme Campos como opção à sucessão estadual. O PMDB se anima com o vice-governador Silval Barbosa, assim como o PSDB com o prefeito cuiabano Wilson Santos.
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A desistência de Pagot foi manchete do Diário de Cuiabá desta quarta (28) - confira aqui. Na segunda (6), o deputado estadual Roberto França (sem partido) já havia anunciado em seu programa Resumo do Dia que o diretor-geral do Dnit iria recuar da corrida ao Paiaguás.
Já vai tarde
Pagot e a turma da Botina
fora de Mato Grosso
aqui vocês não ganham mais nem pra presidente de Bairro
+ 1 do time da arrogancia
caindo na real...
viva Mato Grosso
Conta um passarinho, que a tese de prorrogação de mandato é mais real que o rei. Em sendo, o recuo de Pagot ao governo se torna a melhor coisa que ele poderia ter feito neste momento.
TENHA PIEDADE, NIMGUEM CONHECE ESSE TAL DE MAURIÇÃO. PARA ... PODE SER BOM LÁ PRA TAL DE ÁGUA BOA. SERÁ QUE TÃO PENSANDO QUE MATO GROSSO É TERRA DE NINGUÉM. ATÉ QUERO SABER QUEM INVENTOU ESSA?
É Wilson Santos.....
Foi usado pelo DEM e PMDB..
Agora que Pagot não é mais candidato vai ser pretirido novamente... e pior, agora sem respaldo do partido!!!
Nada como um dia após o outro dia!!!
Neste período em que a maioria das pessoas saem de férias, principalmente do poder público, nem todos os secretários de Estado preferem nomear seus adjuntos como titulares provisórios durante o curto período em que permanecem ou que já estiveram afastados do primeiro escalão do governo Blairo Maggi.
Na Fazenda, por exemplo, o secretário Éder Dias de Moraes preferiu nomear ao posto temporário de secretário o seu assessor especial Vivaldo Lopes, economista e ex-secretário de Finanças da Prefeitura de Cuiabá por oito anos na gestão Roberto França (1997/2004). Vivaldo comanda a pasta por 18 dias. Éder retorna à cadeira em 1º de fevereiro. Ele preferiu nomear Vivaldo em detrimento dos adjuntos Edmilson José dos Santos (Tesouro Estadual) e Marcel Souza de Cursi (Receita Pública).
Na Justiça e Segurança Pública, o secretário e delegado federal licenciado Diógenes Curado saiu de licença por 15 dias, de 29 de dezembro a 11 deste mês. Deixou no cargo o agente policial também licenciado Alexandre Bustamante, que cuida das ações estratégicas da pasta. Curado teria também como opções para substituí-lo temporariamente os adjuntos Zaquel Barbosa (Justiça) e Antonio Roberto de Moraes (Segurança Pública), além de Ronaldo Ibarra, secretário-executivo do Núcleo Segurança e que ocupa cargo com status de secretário.
Na próxima segunda (19) será a vez do major Eumar Novacki curtir uma semana de "férias". Como na estrutura da Casa Civil só há um adjunto, ele teve que escalar para o seu lugar Francisco de Assis da Silva Lopes. Os titulares resumem suas preferências na nomeação de substitutos em duas palavras: "confiança" e "fidelidade".
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Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
O governador Blairo Maggi (PR) iniciou 2008 com várias mudanças em seu secretariado. Em fevereiro exonerou o então secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Alexandre Furlan. Em seu lugar assumiu Pedro Nadaf, que, por sua vez, deixou a pasta do Desenvolvimento do Turismo para Yuri Bastos Jorge.

Uma das reuniões do staff conduzida pelo governador Blairo Maggi
Outro que deixou o governo foi João Carlos Vicente Ferreira, que cedeu na pasta da Cultura a Paulo Pitaluga. Waldir Teis saiu do primeiro escalão da gestão Maggi direto para a cadeira vitalícia de conselheiro do TCE, com salário mensal de R$ 22 mil. Ele comandava a secretaria de Fazenda. Em seu lugar assumiu o então presidente da Agência de Fomento do Estado (MT Fomento), executivo Éder Moraes. Carlos Brito foi outro que deixou o governo. Saiu da Justiça e Segurança Pública e foi substituído pelo delegado da Polícia Federal, Diógenes Curado.
Maggi entrou de "cabeça" nas eleições deste ano e saiu derrotado nas urnas. Declarou apoio ao prefeito de Rondonópolis, Adilton Sachetti (PR), que perdeu para Zé do Pátio. Apoiou também em Cuiabá Mauro Mendes (PR), que foi barrado pelo tucano reeleito Wilson Santos. Na Assembléia, o governador conseguiu manter a hegemonia e não demonstrou a mínima preocupação com a decisão dos deputados de anteciparem para setembro a eleição da nova Mesa Diretora, que só tomará posse em fevereiro.
Maior produtor individual de soja do mundo, Maggi leva o "carimbo" borrado por algumas ONGs de destruidor de floresta, principalmente por estar no comando de um Estado que figura como um dos campeões em desmatamento na Amazônia Legal. O governador nega esse rótulo e afirma que a imagem de Mato Grosso fora do país tem melhorado, principalmente quando ele próprio, nas agendas internacionais, enfatiza que o Estado reduziu de 11 mil km2, em 2000, para 3,2 mil km2, em 2008, a área de desmate e também por ser o primeiro do Brasil em produção de alimentos, mesmo utilizando apenas 8% do seu território para agricultura.
Na área econômica, o otimismo impera. Em recentes entrevistas, o governador definiu 2008 como uma época de bonança, de recursos no cofre do Estado para tocar as obras. O crescimento do Estado passou dos 10%, embora não esconda preocupações quanto ao exercício de 2009 devido à crise econômica mundial, que deve trazer reflexos ao Estado. (Flávia Borges)
Maggi fez de seu governo, um governo fraco.
Perdeu grandes amigos,parceiros queridos, lideranças.
É vaidoso,não dá o braço a torcer.
O que Yuri entende de Turismo? E esse tal de pitaluga bate records de insatisfação neste site.
Governador, ainda tem tempo para reverter esta
história.Péssima história por sinal.ah...ah...ah...
Que saudades de seus primeiros anos de mandato. Qta esperan
ca que morre com o findar de 2008.
Fui!
ESSE GOVERNO MAGGI, É O GOVERNO QUE MAIS TEM POLICIA MILITAR NO PRIMEIRO ESCALÃO:
- MAJOR NOVACKI- Secretário Chefe da Casa Civil;
- TEN. CEL MAIA- Secretário Chefe da casa militar;
- CEL. ANTONIO MORAES- Secretário Adjunto de Segurança;
- TEN. CEL ZAQUEU- Secretário Adjunto de Justiça;
- TEN. CEL ÁVILA- Secretário Adjunto da Casa Militar e outros que não estou lembrando agora...
COM TANTOS PM NO PRIMEIRO ESCALÃO, E A POLICIA MILITAR DO ESTADO DE MATO ESTÁ A PIOR DO BRASIL EM TODOS AS SITUAÇÕES..
ESSE CAMPOS FILHO TEM QUE VESTIR UM POUQUINHO O SAPATO DA HUMILDADE E VAZAR DAÍ..
MAIS PRO NOVACKI É ÓTIMO O CAMPOS FILHO FICAR AÍ, POIS ELE É PAU MANDADO DO SR. NOVACKI, INFELIZMENTE A NOSSA GLORIOSA NUNCA ESTEVE TÃO RUIM.. ESTÁ PEDINDO SOCORRO..
SÓ DE PENSAR QUE AINDA FALTAM 2 ANOS..
QUE DECEPÇÃO BLAIRO MAGGI!!!!!
ACRESCENTANDO...
O CALCANHAR DE AQUILES DO GOVERNADOR AINDA É O MEIO AMBIENTE. VAI GOSTAR DE GENTE INCOMPETENTE ASSIM HEIN?
OS SOJICULTORES NÃO IRÃO ELEGER SEU CANDITADO GOVERNADOR.
DEIXE DE SER TEIMOSO HOMEM.
Governador quem t atrapalha são seus próprios secretários Comandantes Diretores, muito deles nem cumprimentam seus funcionários, e são justamentes estes é q vendem a imagem do governo, arrastando vários votos. Procure ler um livro de vários anos no PODER, estes nuncam permanecem por mais de 1 ano e meio coms os mesmos assessores, dirigentes etc.... pense nisso, se não 2010???????????? Julio, Dante, Bezerra....
Fernando Ordakowski

Os secretários Pedro Nadaf (Indústria, Comércio, Minas e Energia) e Eder de Moraes Dias (Fazenda) enfrentam, nos bastidores, conflitos e uma verdadeira queda-de-braço dentro do governo Blairo Maggi. Um está de olho na investida e das ações do outro. A toda semana o governador recebe reclamação dos dois secretários. O Palácio Paiaguás tenta controlá-los. Publicamente, Nadaf e Eder mantêm o diálogo. Já nos bastidores, as atitudes ocorrem em sentido contrário. É um "detonando" o outro. Há uma mistura de ciúmes, vaidades e de briga por espaço na administração.
Os dois têm perfil de executivos e são bem articulados. Eder foi gerente de banco. No governo Blairo Maggi, assumiu a Agência de Fomento (MT Fomento) e, depois, a pasta da Fazenda. É quem controla o caixa do governo e tem ligação estreita com o governador. Eder tem feito barulho com ações duras de combate à sonegação fiscal, chegou a enfrentar protesto da classe empresarial, sob incentivo de Nadaf, mas conseguiu reverter a situação. Dos 24 secretários, ele é o que mais se aproxima do estilo trator do ex-secretário Luiz Pagot, que conduziu as pastas de Infra-Estrutura, Casa Civil e Educação e hoje responde, em Brasília, pela direção-geral do Dnit.
Pedro Nadaf representa a voz do comércio há vários anos. Faz o papel de interlocutor entre iniciativa privada e o Poder Executivo. Como está dos dois lados, volta-e-meia se vê numa saia-justa por causa de interesses de cada segmento. Ele foi secretário de Indústria e Comércio da Prefeitura de Cuiabá na primeira gestão do ex-prefeito Roberto França e, no governo Maggi, antes de ocupar a Indústria, Comércio, Minas e Energia, foi secretário de Desenvolvimento do Turismo.
O problema é que o Eder se acha o rei da cocada preta, no fundo ele pensa que é mais importante que o Governador, se o Eder não mudar ele vai se perder na sua propia vaidade.
Me desculpe Eder, mas suas atitudes chegam a ser infantis. Não precisa nem citá-las, todo mundo sabe que você adora publicidade. E é isto que você faz de melhor, pois a gestão técnica da fazenda é tocada por Vivaldo Lopes.
Você está visivelmente constrangendo os eleitores do Blairo, fazendo campanha com esta secretaria tão importante para o governo.
Acho que se o Blairo gosta e confia em você, nada melhor do que uma pasta (menos séria) onde você possa dar suas piruetas e tentar se cacifar. Já que não podemos fazer nada contra isso (o gasto do governo para fins marquetológicos).
No mais, ficará a lembrança de um governo sério, que se perdeu em meio a vaidades dos seus secretários, e o mais vaidoso de todos, sinceramente, é vocÊ!
O Eder como todos os outros que começam a ser polemicos (entre aspas mesmo) subindo no tijolo, podem registrar, tem com aspirações políticas.... só que não sabem que esse é o caminho errado porque optaram pela soberba... e com certeza, não vãoa lugar nenhum.....
E, aproveitando o gancho, aqueles que se escondem na humuldade, e depois, mostram as garras felinas, somem do mapa, são logos engolidos, a exemplo do Walter Rabelho, e agora do Toninho que ainda nem chegou a tomar posse e já virou o cão..... Deus tá veno. Cuidado....
Não há como comparar Nadaf com Eder. O primeiro é um falastrão e de prático não tem nada. O segundo, embora adore um holofote, é profissional. Nadaf não consegue sequer resolver o problema do gas em MT. O Dante trouxe o gas e ele está destruindo essa fonte. A verdade é que o Nadaf representa os empresários sonegadores que não gostam do Eder que que tem travado uma batalha contra essa corja que não paga impostos e só quer mamar na teta do governo. O Nadaf faz parte de turma do incentivo denunicada pelo tucanato durante a campanha eleitoral. Dai as notinhas contra o Eder, plantadas em jornais e sites que têm jornalistas que adoram uma verbinha de zelo...
O EGO,VAIDADE E PREPOTENCIA DO PEDRINHO NADAf,NADAFAZ E NADAFARÁ É MAIOR QUE MATO GROSSO,VIVE INFLADO PELA MIDIA,CARREIRISTA PROFISSIONAL,QUE NÃO QUER PERDER O LGAR DE ESTRELA PRINCIPAL AO NOVO CRISTÃO EDER.
ESSA É UMA BRIGA DE EGOS,É UM QUERENDO ENGOLIR O OUTRO,QUEM CONSEGUIR ,VAI MORRER DE INDIGESTÃO,PORQUE OS DOIS SÃO INDIGESTOS.
O governador Blairo Maggi disse que só vai receber os prefeitos eleitos e/ou reeleitos a partir de 5 de janerio, quando retornará ao Palácio Paiaguás após uma semana de descanso. Até lá, os novos gestores já terão tomado posse. Segundo o governador, as eleições ainda não terminaram em alguns municípios porque existem brigas jurídicas.
Ele nega que tenha "batido a porta na cara do prefeito" cuiabano Wilson Santos, que tem reclamado publicamente que desde agosto tenta uma audiência com o governador no Palácio e não é recebido. Maggi garante que após as eleições municipais de 5 de outubro não atendeu a nenhum prefeito, nem mesmo do seu partido, o PR.
Em entrevista nesta sexta à TVCA, o governador disse também que só lista Rondonópolis como única cidade ontem saiu derrotado no pleito deste ano, com o seu candidato Adilton Sachetti (PR). Em Cuiabá, segundo ele, Mauro Mendes conquistou 42% dos votos válidos e, portanto, o considera um vitorioso, em que pese o prefeito Wilson Santos tenha reconquistado a reeleição.
No caso de Várzea Grande, entende que o processo foi natural com mais uma vitória de Murilo Domingos. Quando a Rondonópolis, onde reside, Blairo Maggi disse que o processo eleitoral "não foi normal porque o prefeito Sachetti foi um prefeito correto e atua com honestidade e, mesmo assim, não houve reconhecimento nas urnas". "Acho que a população não está acostumada à política diferente. Tem de ser do tapinha nas costas e é um erro", reclama o governador, para quem a vitória do oposicionista Zé do Pátio (PMDB) serve de reflexão.
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Veja no play o comentário do governador sobre a recusa em receber prefeitos, inclusive o cuiabano Wilson Santos, e análise do resultado das urnas, principalmente em Rondonópolis
O Senhor Blairo Maggi ainda não compreendeu que aqui em Rondonópolis o povo deu uma resposta ao senhor Adilton Sachetti, não pelo fato dele não dar tapinhas nas costas mas sim pela maneira arrogante e autoritária que ele trata as pessoas mais humildes, em comparação podemos citar o senhor Rogério Salles que também não é de ficar dando tapinhas nem abraços nas pessoas, porém trata de maneira digna e com respeito a todas as pessoas, principalmente o servidor público. O senhor Sachetti teve a audácia de dizer que não precisava do voto do servidor pra se reeleger, tamanha foi sua prepotência,ainda retalhou e perseguiu os servidores que não concordava com algo que ele determinasse, esquecendo de uma fórmula matematica simples chamada progressão geométrica, onde um pode se tranformar em 2, 3, 5, 10, 20..... etc.
Pra finalizar só gostaria de dar um recado para o senhor Blairo Maggi, o grande derrotado dessa eleição foi Adilton Sachetti, não foi ele nem seu grupo, que por sinal fez 50 % da câmara municipal, porém se ele não abrir os olhos e continuar com essas atitudes de não aceitar a derrota de seu protegido, toda essa negatividade se tranferirá para ele, se ele tiver intenções politicas para o futuro deverá ficar mais esperto e aceitar e deixar de lado essas picuinhas politicas afinal Rondonópolis ainda é sua base eleitoral.
Caro governador, já não é sem tempo que deveria aceitar a
derrota nas urnas; principalmente aqui em rondonopolis, acho até que seu governo não foi de todo mal, porem dene-
grir a imagem de quem milita na política há muitos anos
e é tido como pessoa sensata, no caso do Zé do Patio; que
terá agora a maior oportunidade de provar que realmente pode executar, como tambem soube legislar, e que é acusado
de comprar votos e que sabemos não ser verdade, tanto que
as conversas nas esquinas são muito ao contrario, que foi
a coligação contrária que despejou um mundo de dinheiro
nas ruas de rondonopolis, e é por tudo isto que esperere-
mos a dose certa do melho remédio que existe e chama-se
Tempo, para que saibamos realmente onde está a verdade.
Tenho certeza que não será apoiando o Fleugmático Pagot
que o Sr. recuperará o seu estatus político. Reflita sôbre
esta situação.
Senhor Governador porque Vossa Excia não interferiu para a pouca vergonha da Diplomação em Paranatinga já que o senhor é da política honesta. O senhor tem que ficar de olho nas decisões vergonhas do TRE as tais Medidas Cautelares, que tem altos valores.
Com relação a essa história de ganhar em VG,tenho uma grande suspeita.
Como um candidato que,tendo tudo para levar a eleição,abdica em favor do Júlio?
Será que Julinho participou só para perder?
Pensem!!!!!!!!!!!!!!!
Este Waldir Balduino é um cabra sem moral, não pode falar em política pois não entende nada, dizer que o zé do pátio não comprou voto, é pura brincadeira, dizer que nas esquinas as conversas são outras, pergunto voce não trabalha? Waldir vai participar de congressos, conferências, vai fazer cursos, voce depois que formou ainda não saiu do lugar, depois de 40 anos de formado está desatualizado. Voce não pode falar em política, candidatou e teve minguados 600votos depois de 35 anos de Rondonópolis, isto é uma vergonha. Vai pintar o cabelo, bigode e sobrancelhas, fazer igual o dep. Bezerra, voce Waldir ainda está no tempo do carimbaço, no tempo que amarrava cachorro com linguiça. E quanto ao zé do pátio aguarde o desenrolar do processo que voce vai, se será cassado ou não.

Placa de inauguração em homenagem ao ex-governador...

João Ponce de Arruda, feita em 84, pelo governo Júlio...

...continua com mesmo nome e seu auditório, ao lado do Salão Vettorato, passou por reforma na administração Maggi
Fotos: Marcos Vergueiro
Em nota, o governo Blairo Maggi, por meio do secretário-chefe da Casa Civil, major Eumar Novacki, contesta matéria publicada no RDNews sob título "Salão muda de Ponce de Arruda para Vettorato". Explica que, em verdade, não houve substituição do nome do auditório Governador Ponce de Arruda, que está localizado no piso térreo do Palácio Paiaguás, mas sim criação de um outro ambiente ao lado, passando a se chamar Salão Cloves Vettorato. O assunto acabou gerando polêmica e muitos comentários de leitores - saiba mais aqui.
Eis a íntegra do release do governo sobre o assunto
"Ao contrário do que foi publicado em matéria no site RDNews, neste domingo (02.11), o Governo do Estado de Mato Grosso não substituiu o nome do auditório Governador Ponce de Arruda, que está localizado no piso térreo do Palácio Paiaguás. O auditório inclusive, passou por uma reforma recentemente. "O Governo valoriza o passado, o presente e futuro deste Estado, e principalmente, aqueles que ajudaram e ainda ajudam a ser escrita a história de Mato Grosso", ressaltou o secretário-chefe da Casa Civil, Eumar Novacki.
O decreto 1652 de 30 de outubro de 2008, que nominou o novo espaço como salão nobre Cloves Vettorato, em homenagem ao secretário falecido em abril deste ano, não anulou nenhum outro documento, como afirma a matéria veiculada no site, pois o auditório Governador Ponce de Arruda continua com o mesmo nome, no mesmo local onde foi criado no Palácio Paiaguás há 24 anos, pelo decreto número 661, de 17 de maio de 1984, assinado pelo governador Júlio José de Campos.
De acordo com Novacki, o salão Cloves Vettorato foi criado para a realização de eventos e reuniões de grande porte, onde há presença de muitas pessoas. "O antigo espaço Governador Ponce de Arruda foi totalmente reformado e adpatado para continuar sendo usado pelo Governo para realização de eventos, apresentações, entre outros", afirmou.
Meno male.Seria muita ousadia do Senhor Blairo trocar o nome de um dos mais ilustres cuiabanos, como João Ponce de Arruda. Seria dar um tiro na própria botina. Para quem não conhece da história de Mato Grosso, segue abaixo o currículo de João Ponce de Arruda.
CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE JOÃO PONCE DE ARRUDA
27 de Julho de 1904
João Ponce de Arruda, Cuiabano, filho de João Pedro de Arruda e Adelina Ponce de Arruda, nascido em 27 de Julho de 1904, graduado em Engenharia Civil.
Em sua brilhante carreira política, assumiu o cargo de prefeito de Cuiabá em 1932, substituindo seu cunhado Júlio Müller, que fora nomeado chefe de polícia.
Eleito Deputado Estadual em 1934, assinou à 25 de dezembro de 1935 a Constituição Estadual, deixando registrada sua restrição quanto ao preâmbulo dessa. Nesse período, em 1936, fez parte do Partido Evolucionista (Bloco da Minoria).
Em 15 de março de 1937, foi nomeado Secretário da Agricultura, permanecendo no cargo até 06 de outubro de 1937, voltando às suas funções na Assembléia Legislativa.
Com a decretação do Estado Novo ocorrida nesta legislatura, em 10/11/1937, a Assembléia Estadual foi fechada. Júlio Müller que também era Deputado Estadual nessa legislatura, eleito unanimamente por seus pares Governador do Estado, foi mantido por Getúlio Vargas no governo, com status de Interventor (1937/1945) e este nomeia João Ponce de Arruda como Secretário Geral do Estado, que nessa função comandou a política econômica regional.
Ponce de Arruda coordenou a recepção da visita do Presidente da República Getúlio Vargas à Cuiabá em 1941, foi o maior evento cívico-político-social acontecido até então no Estado.
Ponce convoca o povo para a recepção presidencial: “É esse o momento histórico por que vai passar a nossa velha capital, precisa ser vivido com intensidade, com entusiasmo que sabe ter a gloriosa gente, descendente dos gloriosos bandeirantes; com a vibração cívica de que são capazes nossa cultura e a nossa dedicação”. Cuiabá era até então a capital mais distante do litoral e era a primeira vez que um Presidente da República a visitava e procederia diversas inaugurações nela e em outras regiões do Estado. (Julio Muller, Um Grande Estadista; Jucá, Pedro Rocha. Cuiabá, 1998.
Eleito Deputado Federal Constituinte em 1945 (eleições em 02 de dezembro) pelo PSD, tomou posse em 05 de fevereiro de 1946, consignando sua assinatura na Constituição Federal promulgada em 18 de setembro desse mesmo ano; reeleito em 1950 pelo Partido Social Democrático (PSD) com 11037 votos (o mais votado neste pleito); novamente reeleito Deputado Federal em 1954 pela Aliança Democrática Social Trabalhista (ADST) com 17557 votos (outra vez o mais votado no pleito), em 1955 candidata-se a governador pelo PSD, elege-se interrompendo seu mandato de Deputado Federal, e depois de cumprido o mandato de Governador do Estado de Mato Grosso (31/01/1956 a 31/01/1961), candidata-se novamente, em 1962, à Câmara Federal, sendo eleito, pela ADST com 22551 votos (novamente o mais votado no pleito), voltando à Câmara Federal em 01/02/1963 terminando seu mandato em 31/01/1967, pela Aliança Renovadora Nacional (ARENA). Nas eleições de 1966 candidata-se ao Senado Federal, porém é derrotado por Fernando Correa da Costa na disputa à vaga única.
João Ponce de Arruda faleceu em Cuiabá, aos 17 dias do mês de maio do ano de 1979, e sua memória será lembrada por todo o povo mato-grossense, terra por quem ele muito fez.
Por essa trajetória, Ponce de Arruda foi referenciado pela Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso em sessão do dia 18 de maio de 1979, de onde podemos ilustrar, através dos discursos em sua memória, sua biografia e seu ideal de político.
Nos anais de áudios podemos ouvir pronunciamentos emocionados de Deputados que prestaram seu tributo a memória do digno e honrado cuiabano João Ponce de Arruda.
Pronunciamento do Sr. Deputado Alves Ferraz, da ARENA, então Líder do Governo, quando da morte do Dr. João Ponce de Arruda, na sessão dedicada à referenciar sua memória:
“- Sr. presidente, Srs. Deputados:
Mato Grosso hoje está de luto, perde um dos seus mais valorosos filhos, perde um elemento que sempre honrou a todos nós, a toda nossa geração conhecer Dr. João Ponce de Arruda. Filho de tradicional família de Santo Antônio do Rio Abaixo, descendentes de usineiros, iniciou a sua vida política como Prefeito de Cuiabá, após ter se diplomado em Engenharia Civil. Ainda jovem, chamado fora para as lidas políticas, nela se ingressou e nela permaneceu por toda a sua vida. Seja como Prefeito de Cuiabá, seja como Deputado Estadual, Deputado Federal por três legislaturas, Governador do Estado, Ponce de Arruda sempre foi um político - que soube elevar bem alto o nome do político, sempre exerceu uma política sadia que serviu de exemplo a seus seguidores. A sua pontualidade para os compromissos assumidos numa época difícil do Estado, quando o transporte só se fazia pela via rodoviária em estrada difíceis, mesmo assim Ponce de Arruda sempre caracterizou-se pela pontualidade no atendimento dos compromissos assumidos. Jamais em toda a sua carreira política deixou de responder a qualquer que fosse a indagação ou pedido, partisse ele do mais humilde dos eleitores até o mais alto e próspero político da sua região. Sempre com a mesma lhaneza, sempre com a mesma atenção, ele procurou enaltecer a sua qualidade de político, dando essa atenção aos seus amigos e até aos seus contrários políticos. Ontem mesmo ouvíamos de um elemento, de Ponce de Arruda relatar um fato que sucedera no seu gabinete no antigo Distrito Federal, quando Deputado Federal. O então Deputado Federal Ponce de Arruda rascunhava ou melhor redigia uma resposta a um elemento contrário a sua facção política, indagado pelo visitante se sabia de que aquele elemento era um contrário político seu, ao que fora respondido: sim hoje ele é um contrário político mas amanha será um aliado político. E com a mesma presteza que eu cuido dos negócios dos meus amigos, eu cuido também dos negócios a mim solicitados pelos que hoje não são meus amigos, na esperança e na certeza de que amanhã podemos estar juntos numa mesma facção política.
É um exemplo dignificante e que honra à todos nos. E levando-se em consideração todas essas circunstâncias é com a mais justa razão que a família mato-grossense chora a sua morte. E quando me refiro hoje à família mato-grossense eu faço um retrocesso no tempo e estendo essa situação a todo grande Mato Grosso, à todo então grande Mato Grosso, porque Ponce de Arruda quando militou e quando exerceu esses cargos na vida pública, ele olhou todo Mato Grosso, todo nosso grande Mato Grosso como um todo e tenho certeza que também o Estado de Mato Grosso do Sul hoje está enlutado e a bandeira que representa o símbolo do Estado a este momento deve estar de meio pau.
Portanto, Srs. Deputados, é com grande pesar que aqui me encontro hoje e transmito à família do extinto, em nome da Assembléia e em nome do Governo, os nossos mais sentidos pêsames. “
O Deputado Estevão Torquato (ARENA), também nessa sessão usou da palavra para despedir-se, fazendo sua homenagem à João Ponce de Arruda como representante do povo:
“- Sr. Presidente, Srs. Deputados:
O Bloco Parlamentar Autônomo também quer trazer a sua manifestação de pesar ao enfausto acontecimento, quanto Mato Grosso perde um dos seus maiores filhos.
Ponce de Arruda em toda a sua vida dedicou-se a este Estado de corpo e alma, quer como Prefeito, quer como Secretário Geral do Estado, auxiliando a administração de Júlio Müller. Como Parlamentar na Assembléia Legislativa do Estado, no Congresso Nacional e como Governador do Estado sempre se colocou ao serviço das coisas públicas. Como Secretário Geral, braço direito da administração Jülio Müller, deu nova roupagem a Cuiabá. Sem favor nenhum, foi ele o idealizador da primeira grande avenida em Cuiabá, que recebeu o nome de Getúlio Vargas. Plantou ali os primeiros edifícios que recebeu Cuiabá. Mais tarde, voltando ao Estado já como Governador deixava o marco da sua administração concretizado no Palácio Alencastro. (...) “
Dessa maneira é natural observarmos a admiração e o respeito que este ilustre cuiabano despertava nos cidadãos a ele contemporâneo, confirmadas na reflexão do Deputado Oscar Ribeiro, Presidente da ALMT, na sessão em memória do ex-Deputado J. Ponce de Arruda, que sintetizaram fidedignamente sua vida e trajetória política marcadas de forma indelével na política mato-grossense: “marcado pela nobreza e o ideal de bem servir à terra e aos sentimentos mato-grossenses”
Informar sobre os vultos proeminentes de nossa história é construir cidadania. Registrar o centenário de João Ponce de Arruda é resgatar os valores das personalidades que entraram para a nossa historia fortalecendo os princípios arraigados na cuiabania, terra mãe dos mato-grossenses.
Por aqui passou Ponce de Arruda, é a Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso fazendo história. È o Instituto Memória disponibilizando-a para a construção do processo histórico de nossa gente.
há tempos esse governador e sua turma vem tentando apagar a memória do nosso povo e seus feitos, de nossa gente e de nossa gênese mato-grossense. E mais recentemente de políticos que fizeram história no desenvolvimento desse Estado. Entre eles a de Dante de Oliveira, que trouxe o gás Boliviano.
Pelo desleixo do governador e de sua turma, o contrato do GNV está vencido há mais de ano.
Será que não há lei para puni-lo nesses casos ?
Bem deixa prá lá, afinal o Blairo não gosta mesmo de cuiabanos, e cada vez prova isto, com atos como esse.
Mas em 2010 Mato Grosso vai dar o troco
A rápida explicação do Secretário Novacki demonstra, dentre outras coisas: (a). O RDNews dá um banho de informação via internet, ficando amplamente demonstrado o seu poder de acessibilidade por parte dos matogrossenses, sempre atentos ao que se produz no site: (b). O Governo do Estado de Mato Grosso, tendo a frente o senhor Blairo Maggi, hoje desgastado e atravessando um verdadeiro inferno astral, já percebeu que a população de Mato Grosso não mais aceita a adoção de medidas discricionárias e que atinjam, negativamente as nossas lideranças históricas. De imediato promove-se a revolta democrática, através das manifestações escritas e faladas pelos quatro cantos do Estado; (b). O pessoal de sobrenomes distintos e impronunciáveis pelo caboclo velho matogrossense - Pagot, Vettoratto, Novacki, De Vito (de que famíglia italiana terá ele aportado em nosso Estado ?) Sachetti e outros mais - demorarão ainda uma eternidade para se consolidarem como lideranças históricas de meu Estado e, portanto, devem nos respeitar, mesmo porque estamos aqui há centenas de gerações. Não viemos pará cá à procura de uma boquinha. Nascemos aqui e temos uma árvore genealógica de matogrossenses puros, que sempre trabalharam e trabalham em benefício deste grande Estado.
Portanto, o estrangeiro Novacki cumpriu sua obrigação, a partir do momento em que passou a entender o que é o povo matogrossense e o que representa a sua história e seus vultos.
Êta povinho desinformado. Vai noticiando sem saber o contexto da história. Lembrei do Chacrinha:Quem não se comunica se trumbica. Se tivessem perguntado antes de dar a notícia não estavam passando o maior carão.
Informação ilegítima, pois não foi substituido nenhum nome, apenas agregou-se mais uma figura Ilustre e Colaborador do progresso do Estado de Mato Grosso. Clóves Vetoratto contribuiu imensamente e tambem é merecedor da homenagem, razão pela qual o salão e o auditório estão próximos, reformados e melhorados.

Secretário Novacki, em entrevista à Cuiabana FM nesta 6ª
Foto: Edson Rodrigues
O secretário-chefe da Casa Civil, major PM Eumar Novacki, disse nesta sexta, em entrevista ao programa "Chamada Geral", da rádio Cuiabana FM, que não percebe resistência quanto a sua atuação como articulador do Palácio Paiaguás, apesar dos rumores de que estaria enfrentando espécie de ciumeiras, principalmente entre os militares. Segundo ele, a experiência à frente da pasta está sendo "muito boa".
Mesmo com a patente de major, Novacki, por força do cargo, acaba ditando regras sobre coronéis, situação não aceitável por alguns. Para o secretário, essa relação não está tendo problemas. "Não percebo resistência, sempre tive bons relacionamentos. A minha entrada na Casa Civil foi um processo muito natural", explica. Ele conta que desde as eleições de 2002 acompanha o governador Blairo Maggi e já estava inteirado dos fatos em torno da administração.
O major afirma ainda que a Polícia Militar é seu "porto-seguro". Ressalta a importância da Assembléia Legislativa e diz ter boas relações inclusive com os bombeiros e outras esferas da corporação policial. Novacki é um dos homens de confiança do governador Maggi e o fato de ser major PM acaba por "atropelar" a hierarquia estabelecida entre as patentes. (Andressa Boa Sorte)
Caro amogo Romilson,
Preparado, esse e o adjetivo mais correto para esse major, entao ch da casa civil. Esta de parabens o governador e tambem a policia militar. Ele passa muita credibilidade. Acompanhei toda entrevista e fiquei surpreso
Parabens secretario, ja mostrou pra que veio. Nao esta ai a toa. continue firme
Isso ai, com humildade se vai longe
Vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas.
Queira, por gentileza, refazer o seu comentário.
não sei se vale a pena comentar
uma materia tão insignificante como esta.
e não vou perder tempo
um governo de trapalhão e incompetentes
FUI.............................
Governador precisa contornar pedido de intervenção federal e bloqueio da reforma administrativa
Após 30 dias de férias, Blairo Maggi reassume nesta segunda (9) o posto de governador com dois embates jurídicos para contornar, um que bloqueia a reforma administrativa e outro que pode resultar até em intervenção federal por desobediência do Estado à ordem judicial quanto à desocupação de uma propriedade no Nortão.
No caso do descumprimento de decisão judicial, o governador em exercício Silval Barbosa já foi notificado. Cabe agora a Maggi apresentar ao Tribunal de Justiça, num prazo de 30 dias, as razões do protelamento. Há oito anos o Estado resiste à ordem de desocupar uma área de 145 mil hectares, compreendendo três municípios (Sinop, Cláudia e Colíder). Teme conflitos com os posseiros. O clima no local é de tensão.
Para não correr risco de haver intervenção federal em Mato Grosso, o Comitê de Assuntos Fundiários do Estado, sob coordenação da Casa Civil, se reúne com o governador esta semana para iniciar as negociações. Buscará saída pacífica dos ocupantes da propriedade, espólio de Maria Amélia Ferreira.
Blairo Maggi também convocará esta semana os secretários da área técnica, principalmente Geraldo de Vitto (Administração) e Yênes Magalhães (Planejamento) para reavalizar a reforma administrativa, após derrota jurídica. Uma liminar concedida pelo desembargador Donato Fortunato Ojeda à uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) impetrada pelo Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Agrícola, Agrário e Pecuário do Estado, determinou que as autarquias estaduais, principalmente o Indea e o Intermat, sejam excluídas dos 12 núcleos sistêmicos. Isso obriga o governo a reestudar a reforma.
Desde o ano passado, a administração vem procurando racionalizar a execução de atividades de controle interno e de apoio para melhorar a qualidade dos serviços finalísticos. Essas mudanças prevêem exoneração e/ou remanejamento de servidores, o que vêm motivando entidades sindicais a recorrer à Justiça para impedir a tal reforma.
O Estado de Mato Grosso tem por obrigação a desapropriação da área em litígio, uma vez que foram fraudulentos os documentos ali usados pelas famílias moradoras, que sem culpa nenhuma estão em fogo cruzado.
A Reforma Administrativa foi uma pessima idéia, contrária ao princípio da Eficiência, "vendida" ao Governador como uma panacéia para seus problemas administrativos. Uma grande bobagem, dissociada de qualquer pensamento que realmente avalie e sugira melhorias no serviço público. Criticada por todos os setores que entendem de administração pública - e que querem que ela melhore, ao invés de piorar - essa idéia só não foi abandonada pela vaidade de certo Secretário de Estado, e pela vergonha que o Governador ia passar.
Triste para o Estado de Mato Grosso perder tempo desse jeito.
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