Sexta, 25 de Maio de 2012, 15:20 h

PESAR | 25/04/2012 - 15:05

Estado perde um dos pioneiros do telejornalismo; velório é nesta 4ª

Laura Nabuco

 
Faleceu nesta terça (24) um dos pioneiros do telejornalismo em Mato Grosso, João Pereira Marinho Filho. Aos 62 anos, ele teve um infarto fulminante. João Marinho foi fundador do Sindicato dos Jornalistas e dos Radialistas no Estado. Nos anos 1970, apresentou o Jonal de Verdade, na TV Centro América, no horário em que hoje é transmitido o MTTV. Atuou como secretário de Comunicação da Assembleia. O velório será nesta quarta (25), às 14h, na Loja Maçônica Acácia Cuiabana.

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PESAR | 15/01/2012 - 10:00

Em nota, Riva lamenta a morte do ex-presidente da Assembleia

Valérya Próspero

Antônio Carlos Lopes do Amaral     Em nota publicada no site da Assembleia, o presidente da Casa, José Riva (PSD), lamentou a morte do ex-presidente da AL, Antônio Carlos Lopes do Amaral, que atuou como parlamentar por apenas um mandato, num momento decisivo para a promulgação da Constituinte do Estado, entre 1989 e 1991.

“Ele participou de forma singular durante todo o processo, como deputado e presidente da Casa, na intenção de construirmos a nossa legislação. Foi deputado de um mandato só, mas deixou sua marca na História. Foi com pesar que tomamos conhecimento da notícia e desejo que Deus conforte a família dele e das outras vítimas neste momento” lamentou Riva.

     Amaral era zootecnista, estava com 57 anos, e morreu neste sábado (14), em acidente com avião monomotor, na região de Cáceres. Outras duas pessoas que também estavam com ele perderam a vida. Segundo informações da Delegacia Regional de Cáceres, a aeronave decolou de Pontes e Lacerda, a 150 km de Cáceres, onde o ex-presidente morava, a caminho de Cuiabá. Os destroços foram encontrados pelo dono do sítio, onde o avião caiu.

Acidente mata 3; ex-presidente da Assembleia entre as vítimas

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PESAR | 30/03/2011 - 11:51

Brasil se despede de Alencar

João Negrão, de Brasília

     O Congresso Nacional e praticamente todas as repartições públicas do Executivo e do Judiciário paralisaram suas atividades nesta quarta (30) para homenagear o ex-vice-presidente da República, José Alencar, falecido terça (29) e cujo corpo está sendo velado no Salão Nobre do Palácio do Planalto. Desde a notícia da morte o presidente do Senado, José Sarney, suspendeu as sessões da Casa em homenagem ao ex-membro.

      Alencar também foi senador. Funcionaram apenas algumas comissões, como a da Reforma Política. Hoje nenhuma das casas do Congresso Nacional funcionará. Na Câmara dos Deputados todas as atividades também foram suspensas, inclusive as das comissões. O mesmo no Senado. Além disso, tanto o governo federal quanto o do Distrito Federal decretaram luto de três dias.

     Na prática é possível que não funcione nada na quinta também. É que depois de velado no Palácio do Planalto, o corpo de Alencar segue para ser sepultado em Minas Gerais, seu Estado natal. A maioria dos líderes políticos, além de ministros, deve participar das cerimônias de adeus ao ex-vice-presidente.

     O corpo de José Alencar chegou cedo a Brasília, vindo de São Paulo, onde ele se internou poucas horas antes de falecer. Ele foi levado até a rampa do Palácio do Planalto, onde foi recebido com honras de chefe de Estado. Seu caixão subiu carregado por seis militares, enquanto salvas de canhão eram disparadas.

     O caixão foi recepcionado pelo presidente em exercício, Michel Temer, e a viúva Mariza da Silva, à entrada do Planalto. Uma missa foi celebra em seguida e o velório será aberto ao público. A fila do lado de fora do Palácio já era grande desde as primeiras horas da manhã.

     A presidente Dilma Rousseff, que está em Portugal junto com o ex-presidente Lula da Silva, está sendo esperada para chegar à 19 horas. Ela e Lula participarão das homenagens a José Alencar até as 23 horas, quando se encerra o velório. É possível que Dilma e Lula sigam para Minas para o sepultamento.

     Além de parlamentares, ministros de Estado, ministros dos tribunais superiores e outros altos funcionários dos três poderes, muitos diplomatas de representações estrangeiras no Brasil estão chegando ao Palácio do Planalto para homenagear José Alencar.

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PESAR | 17/03/2011 - 20:25

Idoso discursa sobre gestão, se emociona e morre na Assembleia

Romilson Dourado

   Lousite Ferreira da Silva, do Conselho Estadual de Saúde, sofreu infarto fulminante no final da audiência pública que começou à tarde e terminou por volta de 20 horas, na Assembleia Legislativa. O secretário estadual de Saúde e médico anestesista Pedro Henry prestou os primeiros socorros ao aposentado, na recepção do prédio da AL, mas, mesmo assim, Lousite não resistiu e faleceu antes da chegada da ambulância.

    Acostumado a participar dos movimentos da categoria, Lousite chegou a fazer discurso durante a audiência convocada pelos deputados e por vereadores cuiabanos para discutir saúde pública e a proposta do Estado de transferir para organizações sociais a gestão no setor. No discurso, o aposentado se mostrou emocionado. Ele saiu em defesa do projeto lançado por Henry e disse que a ideia é ousada. Comemorou o fato das entidades terem "acordado para os problemas do setor". Chegou a dizer que ao contrário do período da Ditadura, quando a sociedade se uniu contra as forças militares, hoje a população sequer sabe contra quem está lutando. "Hoje não sabemos quem é o inimigo", disse emocionado. Em seguida, começou a passar mal, veio a convulsão e entrou em coma. Henry e outros médicos tentaram reanimá-lo.

    A audiência, que já estava no final no auditório Milton Figueiredo, foi encerrada às pressas. Desde o começou esteve sob tensão e foi interrompida várias vezes por causa da manifestações paralelas. O secretário Henry enfrentou vaias e protestos de médicos e servidores que se opõem à proposta de terceirização dos serviços da saúde.


O presidente da AL José Riva conduz a audiência, com o secretário Pedro Henry ao lado e com o auditório lotado
Foto: Fablício Rodrigues

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PESAR | 20/11/2009 - 21:51

Garcia sabia conviver com as críticas, lembra ex-secretário

Romilson Dourado

  Garcia Neto, que morreu aos 87 anos e foi enterrado neste feriado de sexta, em Cuiabá, com honras de Chefe de Estado, figura na lista de grandes estadistas mato-grossenses, assim como os também ex-governadores José Fragelli (71/75) e Dante de Oliveira (1995/2002). É o que o jornalista Onofre Ribeiro, que foi secretário estadual de Comunicação da gestão Garcia (75/79) e hoje, três décadas depois, ocupa o posto de adjunto da mesma pasta, sob o governo Blairo Maggi. “Eles tinham uma visão diferente, global. Na minha opinião foram os únicos estadistas que passaram por MT”, diz Onofre, durante velório na capela Jardins. Na sua opinião, uma característica diferenciada de Garcia era o modo como tratava a imprensa. Lembra que o ex-governador e ex-prefeito de Cuiabá sabia lidar muito bem com às críticas e aceitá-las. “Ele era muito político e tinha um trato especial com a imprensa”.

   Já sobre a polêmica divisão territorial de Mato Grosso, que aconteceu efetivamente em 1979, Onofre lembra que Garcia ficou isolado no chamado “Mato Grosso do Norte” e que os debates praticamente não passavam por essa região. “As discussões eram escondidas e aconteciam em Campo Grande. Todo esse imbróglio se estendeu por quase todo o governo de Garcia Neto”, relembra o ex-secretário. O decreto que culminou no surgimento de Mato Grosso do Sul doi assinado pelo então presidente Ernesto Geisel.

   Garcia Neto chegou a escrever um livro sobre o movimento separatista e, pela previsão da família, deve ser lançado em fevereiro do próximo ano, como uma homenagem póstuma. Engenheiro civil e sergipano, ele ocupou vários cargos eletivos. Foi prefeito de Cuiabá (55/59), vice-governador de Fernando Correa da Costa (61/66) e deputado federal por duas vezes, sendo o mais votado. Em 78 e 82 concorreu, sem êxito, ao Senado.

Onofre Ribeiro, que foi secretário do governo Garcia Neto  Onofre lembra que Garcia Neto teve como secretários de Estado José Ferreira Freitas, na Administração, coronel Évora, na Segurança, Edward Reis da Costa , na Justiça, Octávio de Oliveira, como secretário de Fazenda; Edmundo Taques (Agricultura), João Moreira de Barros (Procurador-Geral do Estado) e Archimedes Pereira Lima (Casa Civil), que atuou como braço-direito do governo. Já como prefeito de Cuiabá, Garcia Neto enfrentou situações um tanto curiosas, recorda Onofre Ribeiro. Segundo ele, a construção da chamada ponte da “Confusão”, na Prainha, rendeu muitos conflitos. Como não havia rede de esgoto na região, o então governador João Ponce de Arruda mandou embargar a obra. Garcia “peitou” o governador e deu sequência à construção da ponte. “A partir daquele enfrentamento, Garcia passou a ser respeitado em todo o Estado”, avalia Onofre. A ponte da Confusão foi desmanchada em 1984 com a chegada das rede coletora de esgoto. Para o ex-secretário de Garcia Neto, ficam a lembra e os registros históricos de um estadista com visões abrangentes. (Patrícia Sanches)

PESAR | 20/11/2009 - 09:32

Morre Garcia Neto; governador e prefeito decretam luto

Romilson Dourado


Ex-prefeito Rodrigues Palma, demais familiares, parentes e amigos dão adeus ao ex-governador Garcia
Foto: Patrícia Sanches

 Cinco dias depois de sofrer derrame, o ex-governador José Garcia Neto, aos 87 anos, veio a falecer neste feriado de 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, às 5h30. Ele estava na UTI do hospital Jardim Cuiabá. O velório começa a partir das 11h30 na capela Jardins. O enterro está previsto para às 17h30 no cemitério Piedade, no centro da capital. Garcia já estava com morte cerebral desde esta quarta. Ele foi indicado governador em 74 pelo então presidente Ernesto Geisel e, contra a sua vontade, sancionou a lei que criou o Estado de Mato Grosso do Sul.

Ex-governador Garcia Neto   Um dos três filhos vivos de Garcia Neto, Robério Garcia, o Berinho, ex-diretor da Eletronorte, disse que o pai era uma pessoa feliz porque construiu poder fora do poder e não tinha inveja das pessoas. "Ele foi um exemplo de pai. Sua maior marca foi viver esse tempo todo feliz e alegre porque não tinha inveja". Garcia Neto era casado com Maria Lygia de Borges Garcia. O casal teve cinco filhos, dois deles já falecidos: José Luís Borges Garcia e Gláucia Borges Garcia. Os outros três são Berinho, Carlos Antônio Borges Garcia, o Catonho, que já presdiu a Fiemt, e Maria Alice Garcia Palma. Ele foi o último governador antes da divisão territorial de Mato Grosso, que aconteceu em 1979. Conduziu o Estado de 75/78.

 Garcia Neto resistiu ao processo de separação, mas não conseguiu convencer o então presidente da República Ernesto Geisel, que assinou a Lei Complementar 31, sacramentando a divisão do Estado, criando Mato Grosso do Sul. Ele escreveu até um livro sobre o movimento separatista. Engenheiro civil e sergipano, Garcia Neto ocupou vários cargos eletivos. Ingressou na vida pública logo aos 15 anos, quando foi preso após ser confundido com um comunista. Militou na União Nacional dos Estudantes e seu primeiro cargo foi de prefeito de Cuiabá (55/59). Depois veio a ser vice-governador de Fernando Correa da Costa (61/66) e deputado federal por duas vezes. Em 78 e 82 concorreu, sem êxito, ao Senado.



Então governador, Garcia Neto, ao lado da primeira-dama Maria Lygia, descerra fita junto com o General do II Exército, Dilermando Gomes; Garcia iderou movimento contra divisão territorial de MT
Fotos: Demóstenes Milhomem e Acervo Lázaro Papazian

(10h) - Enterro é no Piedade; cemitério abriga restos mortais de personalidades políticas

   A família decidiu que o corpo do ex-governador Garcia Neto será enterrado no cemitério público da Piedade, à rua Ipiranga, na região central de Cuiabá. O cortejo fúnebre está previsto para a partir das 17h30, a partir da capela Jardins, onde o corpo começa a ser velado. O Piedade foi construído em 1815 para receber entes queridos das primeiras famílias mato-grossenses.

    Muitos personagens que se eternizaram ao contribuir para com a evolução política e com desenvolvimento econômico, cultural e social do Estado foram enterrados ali, como o interventor federal Júlio Strubing Muller, nomeado por Getúlio Vargas na instalação do Estado Novo (1937/1945), o almirante Augusto João Manuel Leverger, defensor das terras mato-grossenses durante a Guerra do Paraguai (1864-1870) e que foi presidente da província por várias vezes na época; a professora Maria Muller, os poetas Rubens de Mendonça e Benedito Santana da Silva Freire e o ex-governador João Ponce de Arruda, que comandou o Estado de 1956 a 1961.

(Às 10h40) - Em nota, Federação das Indústrias lamenta a morte do ex-governador

   O presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiemt), Mauro Mendes, lamenta a morte de Garcia Neto, para quem foi "um dos protagonistas da história de Mato Grosso e que muito contribuiu para com o crescimento e desenvolvimento de toda a região."

    Eis, abaixo, a íntegra da Nota de Pesar acerca do falecimento de Garcia
  "O Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt) expressa seu profundo pesar pelo falecimento do amigo e ex-governador do Estado de Mato Grosso, Garcia Neto. Como um dos protagonistas da história de Mato Grosso, ele muito contribui para o crescimento e desenvolvimento de toda a região. Teve papel fundamental na trajetória política estadual, bem como na consolidação do setor industrial mato-grossense. Neste momento de profundo pesar, o Sistema Fiemt se solidariza com os familiares e amigos."
    Mauro Mendes
    Presidente do Sistema Fiemt

(11h) - Governo decreta luto oficial; ex-secretário vê Garcia como estadista e humanista 

   O governador Blairo Maggi decretou luto oficial de 3 dias devido à morte de Garcia Neto. Ele deve comparecer ao velório na sala Orquídea da capela Jardins, situada próximo ao Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá. Maggi disse que Garcia deixou marca na história da administração de Mato Grosso. Destacou que estava acompanhando o desenrolar do quadro clínico do ex-governador, depois do acidente vascular cerebral sofrido. O governador afirma que conversou com familiares e que todos, de certa forma, estavam preparados. “A gente lamenta como cidadão, como quem também já perdeu o pai, mas ele viveu bem, teve uma vida longa e feliz, com sua família, um homem de muito bom senso, tranquilo e o nome dele está escrito na história", destacou o governador.

    O secretário-adjunto de Estado de Comunicação Social, jornalista Onofre Ribeiro, que comandou a mesma pasta no período em que Garcia Neto comandou o Estado, disse que o ex-governador foi o maior estadista de Mato Grosso pós-45. Para ele, Garcia tinha uma visão muito abrangente do Centro-Oeste e da Amazônia, num período em que as pessoas de um modo geral não tinham ainda se despertadas para tamanha importância dessas regiões. Onofre classifica também Garcia Neto como "muito humanista".

(Às 11h25) - Prefeito chama Garcia de conselheiro e destaca trajetória do ex-governador

    Wilson Santos já assinou um decreto de luto oficial de três dias pelo falecimento de Garcia Neto. O prefeito considera que o ex-governador teve uma brilhante carreira política e papel importante na história. Lembra que Garcia foi o primeiro prefeito eleito de Cuiabá. “Perdemos uma grande reserva moral do Estado, um político habilidoso, apaixonado pelo que fazia, que foi tudo na vida política de Mato Grosso e, em especial, o primeiro prefeito eleito da Capital na década de 1950”, disse o prefeito. Considera ter perdido um amigo e um dos principais conselheiros.

    Pré-candidato a governador, Santos está em Arenápolis e antecipou retorno a Cuiabá para estar presente no velório. “É com muito pesar que decretamos o luto oficial pelo falecimento desse grande estadista, que foi um dos maiores políticos de toda a história de Cuiabá e Mato Grosso"

   Eis, abaixo, a íntegra do decreto de luto de três dias assinado pelo prefeito Wilson Santos
   WILSON PEREIRA DOS SANTOS, Prefeito Municipal de Cuiabá (MT), no uso de suas atribuições legais; e
   CONSIDERANDO o profundo sentimento de pesar, do povo Cuiabano pelo passamento do ex-governador de Mato Grosso e o 1º prefeito eleito de Cuiabá José Garcia Neto; e
   CONSIDERANDO que José Garcia Neto, formado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da Bahia em 1944, governador do Estado de Mato Grosso entre os anos de 1975 e 1978, ex-prefeito de Cuiabá, professor da antiga Escola Técnica de Cuiabá, diretor do antigo Departamento de Estradas e Rodagem (DER), Engenheiro do Ministério da Fazenda, um verdadeiro estadista.
    DECRETA:
    Art. 1º Fica declarado Luto Oficial no Município de Cuiabá (MT), por 03 (três) dias, a partir desta data pelo falecimento do ex-governador de Mato Grosso e o 1º prefeito eleito de Cuiabá José Garcia Neto, ocorrido no dia 20 (vinte) de novembro do corrente ano.
    Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
    Palácio Alencastro, em Cuiabá (MT), 20 de  novembro de 2009
     WILSON PEREIRA DOS SANTOS
      Prefeito Municipal

(12h30) - Para presidente da AL, Garcia Neto honrou o Estado e foi homem determinado

   José Riva, presidente da Assembleia, disse que Garcia Neto "foi um dos grandes vultos da história política de Mato Grosso". Lembrou que o sergipano foi governador, deputado e prefeito. "Em todos os cargos que ocupou, Garcia Neto honrou nosso Estado edificando obras, projetos e ideais que continuarão vivos na memória da população. Grande homem público, determinado, família respeitada. Só temos a lamentar".

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PESAR | 16/11/2009 - 09:39

Em Cáceres, grávida de 8 meses morre vítima de dengue

Romilson Dourado

   Uma professora universitária de Cáceres é a quinta vítima fatal da dengue em Mato Grosso desde que o período de chuva voltou. A morte de Greice Aparecida dos Santos causou revolta no município-pólo do Oeste mato-grossense. Ela estava grávida de 8 meses e veio a falecer em consequência de dengue hemorrágica. A morte da professora ocorreu neste domingo (15) e a criança que estava no ventre da mãe também faleceu, comenta, consternado e com indignação, o professor universitário Otávio Chaves. Ele é amigo da família.

   Os moradores reclamam da falta de conscientização da população que, em sua maioria, não se preocupa com a limpar dos terrenos, mas apontam também omissão da prefeitura, sob Túlio Fontes (DEM). Vêem falta de ações preventivas para combater o Aedes Aegypti, vetor da doença. Apesar das chuvas fortes e das altas temperaturas que favorecem a proliferação do mosquito, a administração não realiza, por exemplo, mutirões e/ou campanhas publicitárias e muito menos fiscaliza as áreas abandonadas e tomadas pelo matagal e sujeira em geral.

   Segundo último balanço divulgado no último dia 11 pela secretaria estadual de Saúde, foram notificados 40.659 casos de dengue no Estado. Desde o início do ano, 35 pessoas morreram após adiquirir a doença. Três casos estão sob investigação. Desde que a primavera começou e as chuvas voltaram a cair em solo mato-grossense, cinco pessoas morreram por causa da dengue. O governo iniciou uma campanha publicitária, mas o número de casos novos já é alto. Somente em Cuiabá foram feitas 11.235 notificados neste ano. Oito pessoas vieram a óbito. (Patrícia Sanches)

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PESAR | 12/11/2009 - 19:19

Morre, aos 84, ex-prefeito e ex-deputado Gabriel Muller

Romilson Dourado

  Morreu nesta quinta (12) à tarde, aos 84 anos, o ex-deputado e ex-prefeito de Várzea Grande nos anos 1960 Gabriel Muller, filho de Fenelon Muller, que foi nomeado intendente-geral de Cuiabá pelo então governador Mário Correia da Costa durante três décadas e ainda interventor federal do Estado de Mato Grosso, sob nomeação do presidente da República da época, Getúlio Vargas. O velório acontece na Capela Jardins, em Cuiabá.

  Gabriel ocupou vários cargos. Ainda estudante, foi eleito vereador por Lavras (MG), na década de 1940. De volta a Mato Grosso, comandou a Prefeitura de Várzea Grande de julho de 65 a setembro de 66 e foi suplente de deputado estadual pela antiga Arena na 6º Legislatura (67-71), chegando a assumir o cargo. Também foi governador distrital do Rotary Club, onde militou defendendo causas sociais.

    Ele nasceu em Três Lagoas (MS) e passou a morar em Cuiabá ainda com dois anos de idade. O pai Fenelon Muller era cuiabano e engenheiro civil da chamada Estrada de Ferro Noroeste do Brasil. Gabriel Muller formou-se em Agronomia pela Universidade Federal de Lavras. Casado com Oacy Americana das Neves Muller, teve três filhos: Analzita das Neves Muller, Fenelon Muller Neto e Antonio Gabriel das Neves Muller.

    Entre outras funções que ocupou, Gabriel atuou como presidente da Fundação de Desenvolvimento do Pantanal, percussora da secretaria estadual de Meio Ambiente. Presidiu a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e foi um dos fundadores de co-irmã de Mato Grosso do Sul (Famasul). Foi secretário de Estado de Trabalho e presidente da extinta Companhia de Desenvolvimento de Mato Grosso (Codemat). Na direção do órgão, chefiou projetos que se destacaram, entre eles, a construção do estádio Verdão, em Cuiabá, e de seu similar, o Morenão, em Campo Grande.  À época do Programa Integrado de Desenvolvimento do Brasil (Polonoroeste), que resultou na pavimentação das rodovias BRs-163 e 364, Gabriel Muller participou enquanto representante da companhia estadual parceira da União.

    Ele trabalhou na legalização fundiária da região de Cáceres, passo importante para surgimento de municípios do Oeste mato-grossense, como Mirassol D´Oeste, São José dos Quatro Marcos e Araputanga. Ajudou também no Projeto Aripuanã, que comercializou dois milhões de hectares e originou cidades com Alta Floresta, e ainda o Projeto Juína, que colaborou na colonização do Nortão e participou da abertura da estrada Transpantaneira, em Poconé.

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PESAR | 25/10/2009 - 18:50

Superintendente morre tragado pelas águas de Manso

Romilson Dourado

   Dois dias depois do desaparecimento no lago de Manso, em Chapada dos Guimarães, equipe de mergulhadores do Corpo de Bombeiros localizou neste domingo o corpo do diretor-superintendente da Fundação MT, Dario Minoru Hiromoto. Ele havia saído para um passeio de barco no lago, na sexta (23). A partir daí, não mais foi visto. Acabou sendo tragado pelas águas, vindo a morrer afogado. O corpo de Dario foi encontrado neste domingo pela manhã. O velório começou às 19h na Associação dos Colaboradores da Fundação MT (Ami), na Vila Goulart (em frente ao Horto Florestal), em Rondonópolis, onde Dario morava. É no município que está localizado a sede da instituição de pesquisa voltado aos segmentos da agronegócio.

   Dario foi o idealizador da Fundação MT. Ele conduzia a instituiução havia 16 anos, sempre em busca de soluções para melhorar a qualidade de vida das pessoas através de pesquisas tecnológicas voltadas para o campo. Era engenheiro agrônomo, mestre e doutor em genética e melhoramento de Plantas. Trabalhou como melhorista de soja e cana-de-açúcar no Centro de Tecnologia da Copersucar em Piracicaba (SP), de 88 a 89 e também de soja da Embrapa em Rondonópolis de 1990 a 2000.

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PESAR | 13/10/2009 - 10:14

Morre, aos 74 anos, o advogado Miguel Biancardini

Romilson Dourado

   O advogado Miguel Biancardini Neto foi encontrado morto em seu apartamento, no Bosque da Saúde, em Cuiabá, no domingo, por volta de 15 horas. Seu corpo está sendo velado na Capela Jardins. O enterro está previsto para as 11h. Biancardini estava com 74 anos. Era solteiro e sem filho. Sofria de Mal de Parkinson. Seus familiares tentaram, sem êxito, contato com ele por telefone. Preocupados, foram ao apartamento no domingo e, ao arrombarem a porta, encontraram-no caído e já sem vida.

   Formado em Direito, Biancardini foi procurador da Fazenda Nacional por vários anos e um dos primeiros professores de direito tributário da UFMT. Foi mestre de várias autoridades, como juízes, promotores e procuradores de Justiça. Um dos ex-alunos de Biancardini é o procurador de Justiça do Estado Paulo Prado, ex-chefe do MPE.

   Consternado, Prado compareceu ao velório. Para ele, a morte de Biancardini representa uma perda irreparável. "Trata-se de uma pessoa honesta, excelente professor e uma das maiores autoridades em direito tributário de Mato Grosso", enfatiza Paulo Prado. Lembra que Miguel Biancardini foi procurador-chefe da Fazenda nacional e dispensou convites para atuar em Brasília no Ministério da Fazenda para continuar em Cuiabá.

(17h25) - Santos lamenta morte de professor de Direito da UFMT

   O prefeito de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), divulgou nota nesta terça (13), por meio da assessoria, em que lamenta a morte do advogado Miguel Biancardini Neto, professor de Direito da UFMT e ex-procurador da Fazenda Nacional. O prefeito promete prestar uma homenagem definitiva ao professor ao intitular um logradouro público com o nome Miguel Biancardini, “de modo que a lembrança do professor fique para sempre eternizada no coração dos cuiabanos”.

   Santos lembrou que foi aluno do professor Biancardini e contou com o apoio dele na primeira eleição que disputou, no ano de 1984, quando se elegeu presidente do Centro Acadêmico 8 de Abril, da UFMT. (Andréa Haddad)

   Eis, abaixo, a nota do prefeito na íntegra
   “Tive o privilégio de ter sido aluno de um dos maiores tributaristas deste país – o professor Miguel Biancardini Neto. Privilégio maior foi ter tido o seu apoio na primeira eleição que disputei na minha vida, em 1984, quando venci o pleito para a presidência do Centro Acadêmico 8 de Abril, da Universidade Federal de Mato Grosso. Fiz questão de comparecer ao velório dele, pois há muito tempo eu conheci e passei a admirar o senso de justiça e o amor ao serviço público do eterno professor Miguel Biancardini. Farei questão de prestar-lhe uma homenagem definitiva nomeando um logradouro público de Cuiabá com o seu nome para que fique para sempre eternizado no coração do povo cuiabano”.
Prefeito de Cuiabá
Wilson Santos

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PESAR | 03/10/2009 - 10:06

Morre em Goiânia, aos 89 anos, o fundador da São Luiz

Romilson Dourado

   O grupo São Luiz de Transportes perdeu o seu fundador e diretor-presidente, Abadio Pereira Cardoso. Ele faleceu nesta sexta à noite, 89 anos, em Goiânia. Abadio iniciou na década de 1950 suas atividades empresariais e que hoje forma uma ampla frota de ônibus com linhas interestaduais. Eram as chamdas jardineiras, circulando pelas estradas brasileiras. Ele foi estruturando e formou um dos maiores impérios de transporte do Centro-Oeste. A Expresso São Luiz detém 70% da empresa Viação Xavante, com base em Barra do Garças, cidade-pólo do Araguaia e na divisa com Goiás. O filho de Abadio, Humberto Pereira Cardoso, deve permanecer à frente do grupo.

   Abadio começou a explorar as concessões com as linhas ligando municípios como Santa Helena, Doverlândia, Iporá, Rio Verde, Jataí e Goiânia. Em 1956, com a criação da secretaria estadual de Transportes, os negócios da São Luiz foram expandidos com a rota interestadual Goiânia-Cuiabá, proporcionando o surgimento da co-irmã Viação Xavante, que foi comandada por muitos anos por Geraldo Quirino (já falecido), que em 2008 chegou a lançar candidatura a vice-prefeito de Barra do Garças, na chapa do hoje prefeito Wanderlei Farias, mas que acabou impugnado por não ter se afastado oficialmente da empresa no início da campanha eleitoral. No Centro-Oeste, a São Luiz detém uma frota com 50 ônibus LD, de dois andares, e mais 500 de outros modelos operando em Goiás, Mato Grosso e Brasília. (Ronaldo Couto, de Barra do Garças)

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PESAR | 28/08/2009 - 10:14

Aos 92 anos, morre em Cuiabá a mãe da senadora Serys

Romilson Dourado

  Faleceu nesta sexta (28), às 9h30, em Cuiabá, Olinda dos Santos, mãe da senadora Serys Marly (PT). Ela estava com 92 anos e morreu no apartamento da parlamentar. Sofria de Mal de Alzheimer. Serys perde a mãe um ano e cinco meses depois do falecimento do seu pai João Guerreiro dos Santos, que estava com 90 anos e teve a saúde abalada após queda de um cavalo.

   Olinda e João tiveram quatro filhos, sendo eles Eugênio, João, Joaquim e Serys, que é gaúcha de Cruz Alta, mas reside em Cuiabá há 36 anos. O corpo está sendo velado na capela Jardins, no bairro Bandeirantes e o sepultamento será no cemitério Bom Jesus, no Parque Cuiabá, às 19h30. A senadora se mostra muito abalada. Dona Olinda deixa vários netos, entre eles quatro filhos de Serys: Natasha, Larissa, Leonardo e Alexandre.

 

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PESAR | 28/08/2009 - 07:09

Morre, aos 73 anos, a mãe do deputado Azambuja

Romilson Dourado

  Morreu nesta quinta à noite, aos 73 anos, em Pontes e Lacerda (a 483 km a Oeste de Cuiabá), Ana Freitas de Azambuja, mãe do médico e deputado estadual Antônio Azambuja (PP). Ela lutava há vários anos contra o câncer. Ana esteve hospitalizada por algumas vezes e se encontrava em sua residência quando, por volta de 20h47, veio a falacer. O sepultamento acontece nesta sexta no município.

   Um dos cinco filhos de Ana Freitas, o deputado se mostra completamente consternado. Chora muito. Ele estava em Cuiabá quando recebeu a notícia. Azambuja foi vereador por Pontes e Lacerda e hoje ocupa cadeira na Assembleia como titular, após Campos Neto renunciar ao mandato para assumir o cargo vitalício de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Em 2006, ele teve 13.914 votos e ficou na primeira suplência. Antes de se efetivar na cadeira, Azambuja havia assumido o posto por duas vezes, dentro do esquema de rodízio da bancada do PP, principalmente com a colaboração do titular Airton Português, ex-prefeito de Araputanga.

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PESAR | 26/08/2009 - 09:12

Morre professor e ex-secretário de Educação de Chapada

Romilson Dourado

Antônio da Silva Moraes   Morreu nesta terça (25), em Vitória (ES), o professor aposentado da Universidade Federal do Estado (UFMT), Antônio da Silva Moraes. Ele foi secretário de Educação em Chapada dos Guimarães (a 61 km de Cuiabá). O corpo vai ser velado em Cuiabá. Há dois meses Antônio Moraes estava em tratamento e aguardava por um transplante de fígado, quando veio a falecer.

    Ele ocupou vários cargos públicos e também na vida acadêmica. Foi pró-reitor de Ensino de Graduação da UFMT, entre 92 e 96. Atuou como chefe do departamento de Letras e foi diretor da escola estadual Nilo Póvoas e ainda como assessor nas secretarias estaduais de Educação e Cultura durante o governo José Fragelli (71/75). O corpo do professor aposentado deve chegar a Cuiabá no final desta quarta (26). A família não definiu ainda o local onde será o velório. O sepultamento, na quinta, será no cemitério Parque Bom Jesus. (Lisânia Ghisi)

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PESAR | 06/07/2009 - 15:04

Em homenagem, Sobrinho destaca o carisma do tio Dante

Romilson Dourado

   Em lembrança aos 3 anos de falecimento do ex-governador Dante de Oliveira, que comandou o Estado por dois mandatos (1995-2002), o secretário da Juventude Nacional do PSDB e vice-presidente da Juventude em Cuiabá, Luiz Artur de Oliveira Ribeiro, o Luluca Ribeiro, ressalta as qualidades que fizeram de Dante um dos nomes mais influentes no cenário nacional.

   “Sentimos a sua falta principalmente pelo vácuo que se estabeleceu nas lideranças estaduais. Quem hoje tem a autoridade que ele tinha para falar nas questões referentes ao Estado, à gestão pública, aos projetos de futuro e ao planejamento estratégico? Não estou falando de velhas raposas, donas eternas do galinheiro que se tornou a política regional. Estou falando de gente nova, comprometida com o futuro deste gigante chamado Mato Grosso”, aponta.

   Sobrinho de Dante, Luluca evoca o estilo carismático do tio, o conhecimento intelectual, a capacidade de agregar as pessoas e a visão de futuro. “Estas qualidades, sem dúvida, estavam presentes neste símbolo que ainda vibra em nossos corações chamado Dante de Oliveira. Faz três anos que ele passou da vida para a história. Seu nome ainda evoca paixões”. Dante foi prefeito de Cuiabá, deputado federal, ministro da Reforma Agrária e governador. (Andréa Haddad)

   O artigo assinado por Luiz Artur de Oliveira Ribeiro, intitulado “O que faz um líder”, está postado na seção Artigos, logo acima, à esquerda. Confira.

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PESAR | 14/06/2009 - 23:33

6 pessoas mortas com capotamento de um pau-de-arara da Funai

Romilson Dourado







Entre as pessoas mortas na tragédia com o caminhão da Funai, em Novo São Joaquim, está uma criança

PESAR | 14/06/2009 - 12:03

Morre em SP filho do ex-procurador-geral João Virgílio

Romilson Dourado

   O filho do ex-procurador-geral do Estado, João Virgílio do Nascimento Sobrinho, João Virgílio Júnior, faleceu neste domingo (14), em São Paulo, por volta das 7h, em decorrência das complicações de um câncer descoberto há cerca de dois anos. O corpo está no hospital Albert Einstein e a família ainda não divulgou os horários e locais do velório e enterro. 

   Em fevereiro de 2009, após seis anos no staff da administração estadual, João Virgílio ingressou com pedido de licença do cargo de procurador-geral por três meses para acompanhar especialmente o filho em tratamento médico, em São Paulo. Em março, deixou oficialmente o cargo e foi nomeado assessor-chefe do novo procurador-geral do Estado, Dorgival Veras de Carvalho.

12h23 - Família prepara velório em Cuiabá; enterro de Júnior será em Várzea Grande

   A família do ex-procurador-geral do Estado, João Virgílio do Nascimento Sobrinho, informou que o velório de João Virgílio Júnior será em Cuiabá. O corpo ainda está no hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde Júnior, como era conhecido o filho de João Virgílio, faleceu neste domingo (14), vítima de câncer. O governador Blairo Maggi foi informado e lamentou o falecimento de Júnior. Ele tem ligação próximo de João Virgílio, que atuou por vários anos como espécie de advogado direto do Palácio Paiaguás, já que exercia o mandato de chefe da PGE.

   Familiares estão entrando em contato com funcionários de funerárias de Cuiabá para definir o local do velório. O corpo será enterrado no cemintério municipal de Várzea Grande, no centro, onde a família tem um jazigo. (Andréa Haddad)

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PESAR | 22/05/2009 - 14:29

Morre aos 62 anos ex-secretário do governo Bezerra

Romilson Dourado

   Faleceu aos 62 anos, de infarto, o ex-secretário estadual de Saúde Carlos Eduardo Botelho. O médico foi o primeiro secretário de Saúde do governo de Carlos Bezerra (1987/1990). Ficou no mandato de 25 de maio de 1988 a 30 de março de 1990. Na pasta ele marcou posição nas discussões que resultaram na implantação do Sistema Único de Saúde (SUS), que até então não existia. Antes do SUS, a assistência médica ficava a cargo do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS). Era restrita apenas aos empregados que contribuíssem com a previdência social. Os demais eram atendidos apenas em serviços filantrópicos.

   Botelho, que continuava exercendo a medicina, saiu do trabalho no final da tarde desta quinta (21) e resolveu passar em uma padaria. Sentiu-se mal. Foi socorrido por um amigo que o encaminhou ao hospital Jardim Cuiabá, onde permaneceu internado e chegou a apresentar melhoras. Às 21h sofreu  um infarto fulminante. Os médicos ainda tentaram reanimá-lo com choques e massagem cardíaca, mas seu coração não respondeu.

    O corpo do médico está sendo velado na Capela e Funerária Jardins e será sepultado às 16h30 no cemitério Piedade. A família ainda aguarda a chegada de dois filhos, um de Brasília e o outro de Porto Alegre. Além dos familiares, já estiveram no velório para prestar condolências o prefeito de Cuiabá Wilson Santos, o deputado federal e ex-governador Carlos Bezerra, de cuja gestão Botelho foi secretário, ex-deputado estadual Carlos Avalone (PSDB), o ex-governador Júlio Campos e o presidente do Conselho Regional de Medicina Aguiar Farina. (Patrícia Sanches)

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